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                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
MEMORIAL DESCRITIVO PARA RECONHECIMENTO DE SABERES E COMPETÊNCIAS – PCCTAE
(RSC-PCCTAE)

IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE
Nome: Márcia Valéria Oliveira Gonçalves
SIAPE: 1573199
Cargo: Técnico em Assuntos Educacionais
Classe/Nível: E-019
Unidade de Lotação: Pró-Reitoria de Graduação – PROGRAD / Coordenadoria dos Cursos de Graduação –
CCG
Função/Cargo (se houver): Não exerce atualmente função ou cargo de confiança
Nível de RSC-PCCTAE pleiteado: RSC-VI
APRESENTAÇÃO
O presente Memorial Descritivo tem por finalidade apresentar minha trajetória profissional na Universidade
Federal de Alagoas – UFAL e evidenciar os conhecimentos, habilidades, competências e experiências
desenvolvidos ao longo do exercício do cargo de Técnica em Assuntos Educacionais, para fins de
Reconhecimento de Saberes e Competências – RSC-PCCTAE, nível VI.
Ingressei na UFAL em 28 de maio de 2007, com exercício na Pró-Reitoria de Graduação – PROGRAD, junto
à Coordenadoria dos Cursos de Graduação – CCG, unidade na qual permaneço até o presente momento. Ao
longo desse percurso, a atuação contínua no âmbito da graduação possibilitou a construção e o
aprofundamento de saberes relacionados à organização acadêmica, à gestão dos cursos de graduação e às
diferentes demandas educacionais e institucionais que integram o cotidiano da Universidade.
Para além das atribuições ordinárias do cargo, minha trajetória foi ampliada pela participação em órgãos
colegiados, comissões, grupos de trabalho, projetos e ações institucionais, pelo exercício de função
gratificada e por experiências de produção e difusão do conhecimento. A atuação nesses diferentes espaços
exigiu a mobilização e o desenvolvimento de competências relacionadas à análise de questões educacionais,
à interpretação e aplicação de normas, ao trabalho coletivo, à gestão acadêmica e à construção de soluções
para demandas institucionais.
Essas experiências, desenvolvidas e acumuladas ao longo da carreira, contribuíram para ampliar minha
atuação profissional e para o desenvolvimento das atividades institucionais, especialmente no âmbito da
graduação, constituindo saberes e competências construídos na articulação entre formação, experiência
profissional e prática institucional.
Nesse sentido, este Memorial apresenta e contextualiza as experiências consideradas para fins de RSCPCCTAE, buscando demonstrar os saberes e as competências delas decorrentes e suas contribuições para a

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Universidade. O documento complementa o formulário de requerimento e está articulado à documentação
comprobatória apresentada no processo, sem substituí-la.
TRAJETÓRIA PROFISSIONAL
Minha trajetória profissional na Universidade Federal de Alagoas – UFAL teve início em 28 de maio de 2007,
quando ingressei no cargo de Técnica em Assuntos Educacionais, passando a exercer minhas atividades na
Pró-Reitoria de Graduação – PROGRAD, junto à Coordenadoria dos Cursos de Graduação – CCG, unidade
na qual permaneço em exercício até o presente momento. Essa permanência na área da graduação possibilitou
a construção de uma trajetória marcada pelo aprofundamento progressivo dos conhecimentos relacionados à
organização acadêmica, à legislação educacional, à gestão e ao acompanhamento dos cursos de graduação.
No exercício do cargo de Técnica em Assuntos Educacionais, minha principal área de atuação tem sido o
acompanhamento dos cursos de graduação, atividade que envolve diferentes dimensões da organização
acadêmica e pedagógica. Entre as atribuições desenvolvidas, destacam-se a orientação e o acompanhamento
dos processos de elaboração e reformulação dos Projetos Pedagógicos de Curso (PPC), o estudo e a aplicação
da legislação educacional e das normas institucionais, bem como o acompanhamento dos processos de
avaliação dos cursos de graduação, desde a preparação e o preenchimento dos instrumentos de avaliação até
o suporte às coordenações e aos colegiados durante as visitas in loco. Essa atuação exige conhecimentos que
ultrapassam a dimensão técnico-administrativa, uma vez que pressupõe a compreensão dos fundamentos
educacionais, curriculares e normativos que orientam a formação em nível superior. Nesse contexto, o
trabalho do Técnico em Assuntos Educacionais assume também uma dimensão pedagógica e formativa, na
medida em que subsidia coordenações, Núcleos Docentes Estruturantes e colegiados na reflexão e na
construção de projetos pedagógicos que, além de atenderem às exigências legais e institucionais, expressem
a identidade e os objetivos formativos de cada curso, definam de maneira coerente o perfil do egresso e
estabeleçam uma organização curricular capaz de responder às necessidades da formação profissional e às
demandas da sociedade.
Ao longo da carreira, minha atuação foi sendo ampliada pela participação em diferentes espaços
institucionais. Integrei colegiados, comissões, grupos de trabalho e representações formalmente instituídas,
relacionados a diferentes dimensões da vida acadêmica da Universidade. Entre essas experiências, destacamse a atuação na Comissão Própria de Avaliação – CPA/UFAL, a participação em comissão relacionada ao
processo de recredenciamento institucional, em comissões de acompanhamento de Protocolos de
Compromisso de cursos de graduação e em outros grupos constituídos para o estudo e encaminhamento de
questões acadêmicas e institucionais.
A atuação na CPA/UFAL constituiu uma experiência especialmente significativa em minha trajetória
profissional, por ampliar minha compreensão acerca dos processos de avaliação e de sua relação com a
qualidade da educação superior. A participação nesse espaço permitiu acompanhar mais de perto a
autoavaliação institucional e compreender a avaliação como instrumento capaz de identificar

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potencialidades, fragilidades e necessidades de melhoria, produzindo informações que subsidiam o
planejamento e o aperfeiçoamento das ações institucionais.
Essa experiência também possibilitou aprofundar meus conhecimentos sobre a articulação entre
autoavaliação institucional e avaliação externa dos cursos de graduação, especialmente no que se refere aos
referenciais, dimensões e indicadores considerados nos processos conduzidos no âmbito do INEP/MEC. O
contato com esses processos ampliou minha compreensão sobre aspectos relacionados à organização
didático-pedagógica, ao corpo docente, à infraestrutura e aos resultados acadêmicos, permitindo perceber de
maneira mais concreta como as diferentes dimensões que constituem um curso são analisadas e como os
resultados da avaliação podem orientar ações de melhoria.
Os conhecimentos construídos a partir dessa experiência repercutiram diretamente em minha atuação como
Técnica em Assuntos Educacionais na PROGRAD, especialmente no acompanhamento dos cursos de
graduação e na orientação dos processos de elaboração e reformulação dos Projetos Pedagógicos de Curso.
A experiência com os processos avaliativos passou a me permitir identificar, com maior clareza, fragilidades
na organização acadêmica dos cursos, inconsistências e necessidades de aprimoramento dos PPCs, bem
como aspectos que demandavam maior atenção das coordenações, dos Núcleos Docentes Estruturantes e dos
colegiados.
Dessa forma, a participação na CPA não representou apenas o exercício de uma representação institucional,
mas constituiu também um importante espaço de aprendizagem e desenvolvimento profissional. Os saberes
adquiridos nesse percurso passaram a subsidiar minha prática cotidiana no acompanhamento dos cursos,
contribuindo para uma atuação mais analítica e preventiva, voltada não apenas ao atendimento das exigências
legais e institucionais, mas também à qualificação dos projetos pedagógicos e ao aprimoramento da
qualidade acadêmica dos cursos de graduação.
Outra experiência particularmente relevante para meu aperfeiçoamento profissional foi a participação em
comissões instituídas para o acompanhamento de cursos de graduação submetidos a Protocolos de
Compromisso, constituídos em decorrência de resultados insatisfatórios nos processos de avaliação. A
atuação nessas comissões proporcionou contato direto com situações em que os resultados avaliativos
evidenciavam fragilidades que demandavam medidas de aprimoramento por parte dos cursos, permitindo
acompanhar de maneira concreta a relação entre avaliação, diagnóstico e planejamento de ações de melhoria.
A participação nesses processos possibilitou aprofundar minha compreensão sobre os diferentes elementos
que interferem na qualidade de um curso de graduação. A análise das fragilidades identificadas nos processos
avaliativos permitiu observar, de forma mais detalhada, aspectos relacionados à organização didáticopedagógica, aos Projetos Pedagógicos de Curso, à organização e consistência da documentação acadêmica e
às condições necessárias para demonstrar, nos processos de avaliação, a efetiva implementação das propostas
formativas previstas nos PPCs. Mais do que conhecer os instrumentos de avaliação, essa experiência permitiu
compreender como seus indicadores se materializam no cotidiano dos cursos e como determinadas
fragilidades podem repercutir nos resultados da avaliação externa.

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Essa vivência teve impacto direto sobre minha atuação como Técnica em Assuntos Educacionais na
PROGRAD. O acompanhamento de cursos que precisavam superar fragilidades identificadas em processos
avaliativos aprimorou meu olhar sobre os PPCs e sobre a própria organização acadêmica dos cursos. Passei
a identificar com maior precisão aspectos que necessitavam de atenção durante os processos de elaboração
e reformulação dos projetos pedagógicos, bem como a importância da coerência entre o perfil do egresso, os
objetivos do curso, a organização curricular, as práticas acadêmicas e as exigências legais e avaliativas
aplicáveis à graduação.
A experiência também reforçou a compreensão de que a qualidade de um curso não se constrói apenas no
momento da avaliação externa. Ela depende de processos permanentes de planejamento, acompanhamento,
registro, avaliação e revisão das práticas acadêmicas. Nesse sentido, o contato com as fragilidades apontadas
nos cursos submetidos a Protocolos de Compromisso passou a subsidiar uma atuação mais preventiva no
acompanhamento dos demais cursos, permitindo utilizar os conhecimentos adquiridos nesses processos para
orientar, antecipadamente, aspectos que poderiam ser aperfeiçoados nos PPCs e na organização acadêmica e
documental.
Assim, a participação nessas comissões representou um importante processo de aprendizagem e
aperfeiçoamento profissional. A experiência ampliou meus conhecimentos sobre avaliação de cursos e
regulação da educação superior e fortaleceu minha capacidade de análise e orientação no exercício do cargo
de Técnica em Assuntos Educacionais. Os conhecimentos construídos a partir dessas situações concretas
passaram a integrar minha prática profissional, contribuindo para um acompanhamento mais qualificado dos
cursos de graduação e para uma atuação voltada à melhoria contínua da qualidade acadêmica.
A experiência acumulada no acompanhamento da graduação também possibilitou minha participação em
iniciativas voltadas ao aperfeiçoamento de processos, normas e instrumentos institucionais, entre as quais se
destacam os trabalhos relacionados à migração do sistema acadêmico SIEWEB para o SIGAA, às discussões
sobre a educação mediada por tecnologias, à elaboração e atualização do Regulamento Acadêmico da UFAL
e ao acompanhamento das Diretrizes Curriculares Nacionais das Licenciaturas. A participação nessas
comissões e grupos de trabalho constituiu uma experiência particularmente enriquecedora para minha
formação profissional, pois exigiu aprofundamento no estudo das normativas acadêmicas da UFAL e da
legislação educacional nacional, bem como a compreensão de seus efeitos sobre a organização e o
funcionamento dos cursos de graduação.
A participação no processo de migração do SIEWEB para o SIGAA, em especial, permitiu compreender de
maneira mais concreta a relação entre a regulamentação acadêmica e sua operacionalização no sistema
institucional. Os sistemas acadêmicos precisam ser parametrizados de modo a refletir as regras que orientam
a vida acadêmica, considerando tanto as normativas internas da UFAL quanto a legislação e as diretrizes
nacionais aplicáveis à educação superior. Participar dessas discussões possibilitou perceber como
disposições normativas relacionadas aos currículos, componentes curriculares, cargas horárias, estruturas
dos cursos e demais procedimentos acadêmicos precisam ser traduzidos em regras e parâmetros capazes de
viabilizar seu registro e sua execução no sistema acadêmico.

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Essa experiência também ampliou minha compreensão acerca da necessária articulação entre legislação
educacional, sistema acadêmico e Projeto Pedagógico de Curso. Passei a perceber de forma ainda mais clara
que as normas não constituem apenas referências formais a serem citadas nos PPCs: elas se materializam na
organização curricular, nos componentes e cargas horárias, nos requisitos acadêmicos, nos procedimentos de
integralização e em diversos outros elementos que estruturam a formação dos estudantes e que precisam
encontrar correspondência no sistema acadêmico da Universidade. Da mesma forma, a parametrização do
sistema precisa ser capaz de representar adequadamente aquilo que foi definido e aprovado no projeto
pedagógico de cada curso.
A participação nesses espaços contribuiu, portanto, para ampliar e integrar conhecimentos que anteriormente
poderiam ser percebidos de maneira mais fragmentada. O estudo das normas, associado à discussão de sua
aplicação nos sistemas e nos PPCs, fortaleceu minha capacidade de interpretar a legislação educacional e
compreender suas implicações práticas para a gestão acadêmica. Esse aprendizado passou a subsidiar
diretamente minha atuação como Técnica em Assuntos Educacionais, proporcionando um olhar mais amplo
e criterioso sobre os projetos pedagógicos e sobre os processos acadêmicos, especialmente na identificação
de incompatibilidades entre o que estabelece a legislação, o que está previsto no PPC e a forma como essas
informações se materializam no sistema acadêmico da UFAL.
Entre 2013 e 2016, minha trajetória profissional passou a incorporar responsabilidades mais amplas de
gestão, com o exercício da Função Gratificada FG-01 de Gerente de Acompanhamento e Avaliação dos
Cursos de Graduação da PROGRAD, no período de 1º de janeiro de 2013 a 17 de novembro de 2016. O
exercício dessa função representou uma etapa importante do meu desenvolvimento profissional, pois
ampliou minha participação nos processos de acompanhamento e avaliação dos cursos e proporcionou uma
compreensão mais abrangente da gestão acadêmica da graduação.
Na condição de gerente, passei a atuar de forma ainda mais próxima às coordenações e aos cursos de
graduação, acompanhando suas demandas, dificuldades e especificidades. Ao mesmo tempo, exerci
atividades de coordenação e articulação do trabalho desenvolvido pelos Técnicos em Assuntos Educacionais
e pedagogos que atuavam no acompanhamento dos cursos, o que favoreceu um ambiente permanente de
diálogo, troca de experiências e construção coletiva de conhecimentos. A discussão de situações concretas,
a diversidade das demandas apresentadas pelos cursos e o compartilhamento de saberes entre profissionais
com diferentes experiências contribuíram significativamente para o aperfeiçoamento da minha própria
prática.
Essa experiência também possibilitou ampliar meu conhecimento sobre a realidade dos cursos ofertados nos
diferentes campi da UFAL. A participação em reuniões, visitas e atividades de acompanhamento permitiu
conhecer mais de perto contextos acadêmicos distintos, suas particularidades, dificuldades e necessidades.
Esse contato foi especialmente enriquecedor porque ampliou minha percepção sobre a diversidade
institucional e evidenciou que o acompanhamento acadêmico precisa considerar não apenas as normas e os
procedimentos gerais da Universidade, mas também as condições concretas em que cada curso se organiza
e desenvolve suas atividades.

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O exercício da gerência contribuiu, assim, para a construção de uma visão mais sistêmica dos cursos de
graduação. Passei a compreender de forma mais integrada as diferentes etapas que envolvem a existência de
um curso, desde sua concepção e estruturação no Projeto Pedagógico, passando pelos processos de
implantação, organização curricular e funcionamento acadêmico, até seu acompanhamento, avaliação e
necessidade de aperfeiçoamento contínuo. Essa visão ampliada fortaleceu minha capacidade de analisar as
demandas dos cursos não de maneira isolada, mas considerando as relações existentes entre projeto
pedagógico, legislação, gestão acadêmica, avaliação e realidade institucional.
Considero esse período particularmente relevante para minha formação profissional, porque o exercício da
função de gerente não representou apenas a assunção de novas responsabilidades administrativas. Constituiu
também um espaço intenso de aprendizagem profissional, compartilhamento de saberes e amadurecimento
da minha atuação como Técnica em Assuntos Educacionais, permitindo consolidar conhecimentos
construídos ao longo dos anos e desenvolver uma compreensão mais ampla sobre a graduação e sobre o
papel do acompanhamento técnico-pedagógico na qualificação dos cursos da Universidade.
Outra experiência que representou um importante espaço de aprendizagem e inovação em minha trajetória
profissional foi a participação na Equipe Institucional do Programa Institucional de Fomento e Indução da
Inovação da Formação Inicial Continuada de Professores e Diretores Escolares – PRIL/UFAL, desenvolvido
no Campus do Sertão. Diferentemente de outras experiências de acompanhamento de cursos de graduação,
o Programa apresentava características próprias, tanto pela proposta formativa quanto pelo perfil dos
estudantes e pelo contexto regional em que os cursos estavam inseridos, exigindo da equipe a construção de
soluções acadêmicas e administrativas adequadas a essa realidade.
O caráter inovador do Programa constituiu um dos aspectos mais enriquecedores dessa experiência. Os
cursos foram concebidos a partir de uma proposta de formação de professores que buscava incorporar novas
formas de organização do ensino, metodologias ativas, tecnologias educacionais e maior aproximação entre
a formação inicial e a realidade da Educação Básica. A própria UFAL caracteriza os projetos pedagógicos
vinculados ao Programa como iniciativas inovadoras, voltadas à formação de professores sintonizados com
questões contemporâneas e com as políticas educacionais nacionais. Participar dessa experiência exigiu,
portanto, pensar para além dos modelos acadêmicos já consolidados e discutir alternativas capazes de
responder às especificidades do Programa e de seu público.
A atuação no PRIL também me proporcionou uma aproximação maior com a realidade educacional e social
do Sertão alagoano. O contato com os cursos, com os profissionais envolvidos e com as questões vivenciadas
pelos estudantes permitiu compreender de maneira mais concreta como as condições territoriais, sociais e
educacionais interferem na organização e no desenvolvimento de uma proposta formativa. Essa aproximação
reforçou em mim a compreensão de que um Projeto Pedagógico de Curso não deve ser pensado apenas a
partir do cumprimento de normas e diretrizes, mas precisa dialogar com o contexto em que o curso está
inserido, com o perfil dos estudantes e com as necessidades educacionais e sociais às quais pretende
responder. A própria avaliação institucional da experiência pela UFAL destaca a vinculação da formação
docente à realidade das escolas e das redes de ensino do Sertão de Alagoas.

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Outro aspecto marcante foi a dinâmica de trabalho da equipe. As reuniões semanais, o acompanhamento
contínuo das ações e a necessidade de discutir coletivamente os desafios que surgiam ao longo da
implementação criaram um espaço permanente de aprendizagem. O diálogo frequente entre profissionais
com diferentes formações e experiências possibilitou a troca de saberes, a análise conjunta de problemas e a
construção de alternativas para situações que muitas vezes não encontravam respostas prontas nos
procedimentos acadêmicos habituais. O Programa exigia acompanhamento constante, capacidade de
adaptação e disposição para construir soluções compatíveis com uma proposta que, naquele contexto,
apresentava características novas para a Universidade.
Essa experiência contribuiu significativamente para ampliar minha atuação como Técnica em Assuntos
Educacionais, sobretudo por permitir acompanhar de perto a relação entre concepção, elaboração do projeto
pedagógico, implantação e funcionamento efetivo de uma proposta formativa inovadora. Participar desse
processo possibilitou perceber com maior clareza que inovação acadêmica não se resume à introdução de
novas metodologias ou tecnologias, mas envolve repensar formas de organização curricular,
acompanhamento dos estudantes, práticas pedagógicas e procedimentos institucionais, sempre considerando
as características do público atendido e a realidade em que a formação acontece.
A participação no PRIL constituiu, assim, uma experiência diferenciada de aprendizagem, experimentação e
construção coletiva. O acompanhamento próximo da realidade do Campus do Sertão, a convivência com
uma equipe que se reunia sistematicamente para discutir o desenvolvimento do Programa e a necessidade de
construir respostas para situações novas ampliaram minha capacidade de análise e de compreensão sobre os
cursos de graduação. Os saberes construídos nessa experiência passaram a integrar minha prática profissional
na PROGRAD, fortalecendo um olhar mais sensível às diferentes realidades institucionais e reafirmando a
importância de pensar os projetos pedagógicos não apenas a partir das exigências normativas, mas também
das características dos estudantes, do território e das demandas sociais às quais a Universidade deve
responder.
Ao longo dessa trajetória, as diferentes experiências vivenciadas no acompanhamento dos cursos de
graduação foram se articulando e produzindo um conjunto de conhecimentos que ultrapassava a
compreensão isolada de procedimentos acadêmicos. O trabalho cotidiano com os cursos, a análise e
reformulação de Projetos Pedagógicos, o estudo permanente da legislação educacional, a participação nos
processos de avaliação e regulação, a atuação na CPA, nas comissões de Protocolos de Compromisso, nos
grupos de trabalho e nas discussões relacionadas aos sistemas acadêmicos proporcionaram uma compreensão
cada vez mais integrada sobre o funcionamento da graduação. Passei a relacionar, de forma mais consistente,
legislação, PPC, currículo, avaliação, regulação, sistemas acadêmicos e gestão dos cursos, compreendendo
como essas diferentes dimensões se articulam e repercutem na qualidade da formação oferecida pela
Universidade. A própria UFAL reconhece institucionalmente essa articulação ao atribuir à PROGRAD o
acompanhamento dos PPCs e dos cursos e à área de regulação o acompanhamento da atualização dos projetos
pedagógicos com base na legislação vigente e dos processos de avaliação e regulação perante o MEC.
A experiência acumulada também me permitiu compreender melhor as dificuldades concretas enfrentadas
pelas coordenações de curso, pelos Núcleos Docentes Estruturantes, pelos colegiados e pelos próprios

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Técnicos em Assuntos Educacionais responsáveis pelo acompanhamento acadêmico. Muitas vezes, a
aplicação de uma nova legislação, a reformulação de um PPC, a adequação de uma matriz curricular, o
atendimento a uma demanda decorrente de avaliação externa ou mesmo a operacionalização de determinada
regra no sistema acadêmico exigiam interpretação, discussão coletiva e construção de encaminhamentos. Por
atuar na PROGRAD e acompanhar essas situações de forma recorrente, passei a procurar não apenas apontar
o que precisava ser corrigido ou adequado, mas compreender as dificuldades encontradas pelos cursos e
contribuir para a construção de orientações que tornassem os procedimentos mais claros, coerentes e
exequíveis.
Esse amadurecimento profissional modificou também a forma como passei a compreender meu papel como
Técnica em Assuntos Educacionais na PROGRAD. O conhecimento acumulado ao longo dos anos deixou
de subsidiar apenas a minha própria atuação e passou a ser compartilhado com outros profissionais da
Universidade. Em diferentes momentos, pude transpor os saberes construídos na prática para atividades de
orientação e formação dirigidas a Técnicos em Assuntos Educacionais, coordenadores de cursos, membros
de Núcleos Docentes Estruturantes e colegiados, especialmente em temas relacionados à legislação
educacional, elaboração e reformulação de PPCs, organização curricular, gestão acadêmica e
acompanhamento dos cursos. Esse papel de assessoramento também encontra correspondência nas práticas
institucionais da graduação da UFAL, que preveem a participação do TAE da CCG/PROGRAD responsável
pelo acompanhamento do curso nos processos de adequação curricular e reconhecem o apoio pedagógico
prestado pela Coordenadoria às coordenações e colegiados.
O compartilhamento desses conhecimentos representou uma nova dimensão da minha trajetória profissional.
Ao orientar e dialogar com outros TAEs, coordenações, NDEs e colegiados, não apenas transmitia
informações normativas, mas procurava traduzir a legislação para a realidade concreta dos cursos,
relacionando-a às situações que havia acompanhado ao longo dos anos. As experiências com avaliações,
Protocolos de Compromisso, PPCs, sistemas acadêmicos e diferentes realidades institucionais permitiam
exemplificar dificuldades recorrentes, antecipar possíveis problemas e discutir alternativas para sua
superação. Ao mesmo tempo, esses espaços de interlocução continuavam produzindo aprendizagem, pois as
dúvidas e experiências trazidas pelos profissionais e pelos cursos também ampliavam minha compreensão
sobre a diversidade e a complexidade da graduação.
Nesse percurso, fui compreendendo que o acompanhamento realizado pela PROGRAD pode assumir
também uma dimensão pedagógica, orientadora e preventiva. Mais do que verificar o cumprimento de
normas ou apontar inadequações, passei a buscar uma atuação que contribuísse para que os cursos
compreendessem os fundamentos das orientações recebidas e pudessem incorporá-los aos seus processos de
planejamento e gestão. Esse olhar, construído a partir da experiência acumulada, permitiu contribuir para o
aprimoramento dos PPCs, para uma melhor organização dos processos acadêmicos e para o fortalecimento
da atuação das equipes responsáveis pela gestão dos cursos.
Assim, os conhecimentos adquiridos ao longo da minha trajetória foram gradativamente transformados em
saberes profissionais passíveis de compartilhamento e aplicação institucional. A experiência acumulada
possibilitou não apenas ampliar minha capacidade de análise e acompanhamento dos cursos, mas também

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contribuir para a formação e orientação de outros profissionais envolvidos na graduação. Esse movimento
— aprender com a experiência, sistematizar o conhecimento adquirido, aplicá-lo a novas situações e
compartilhá-lo com outros profissionais — constituiu uma das dimensões mais significativas do meu
processo de desenvolvimento como Técnica em Assuntos Educacionais.
A produção e a difusão do conhecimento constituíram outra dimensão importante do meu desenvolvimento
profissional. As experiências acumuladas no acompanhamento dos cursos de graduação suscitaram questões
que ultrapassavam a necessidade de resolução das demandas cotidianas e despertavam a necessidade de
estudar, refletir e sistematizar os conhecimentos construídos na prática. Compreendi, ao longo desse
percurso, que os saberes produzidos a partir da experiência profissional poderiam ser transformados em
objeto de reflexão e compartilhados para além dos espaços internos da Universidade, contribuindo também
para o debate acadêmico sobre questões relacionadas à educação superior.
Foi nesse contexto que algumas das situações vivenciadas profissionalmente passaram a subsidiar a
elaboração de trabalhos acadêmicos, especialmente sobre questões relacionadas à autonomia didáticopedagógica, aos Projetos Pedagógicos de Curso, aos colegiados e aos Núcleos Docentes Estruturantes das
licenciaturas. A elaboração desses trabalhos exigiu um movimento diferente daquele realizado no cotidiano
administrativo: foi necessário transformar questões surgidas da prática em objeto de estudo, buscar
referenciais, confrontar a experiência com a legislação e com a produção acadêmica e organizar essas
reflexões de forma que pudessem ser comunicadas e debatidas em outros espaços.
A apresentação e a discussão desses trabalhos em eventos acadêmicos realizados fora do espaço cotidiano da
UFAL ampliaram ainda mais essa experiência. O contato com pesquisadores e profissionais de outras
instituições possibilitou conhecer perspectivas e realidades distintas, comparar experiências e perceber que
muitos dos desafios encontrados no acompanhamento dos cursos não eram exclusivos da Universidade. Ao
mesmo tempo, as diferenças entre contextos institucionais permitiram relativizar práticas já consolidadas,
conhecer outras formas de compreender problemas semelhantes e retornar à minha realidade profissional
com novas questões e possibilidades de análise.
Dessa forma, a produção e a apresentação de trabalhos acadêmicos estabeleceram uma relação de
retroalimentação entre prática profissional, estudo e produção de conhecimento: as experiências vivenciadas
na PROGRAD geravam questões que demandavam aprofundamento; o estudo permitia sistematizar e
compreender melhor essas experiências; o compartilhamento em outros espaços acadêmicos possibilitava
confrontá-las com outras realidades; e os conhecimentos decorrentes desse processo retornavam à minha
prática profissional, ampliando minha capacidade de análise e de atuação. Essa experiência reforçou a
compreensão de que o conhecimento produzido no exercício técnico-educacional também pode ser
sistematizado, compartilhado e submetido ao diálogo acadêmico, contribuindo tanto para meu
aperfeiçoamento profissional quanto para a reflexão sobre a gestão e a organização dos cursos de graduação.
Ao longo dessa trajetória, as diferentes responsabilidades assumidas contribuíram para a consolidação de
saberes relacionados à gestão acadêmica, legislação educacional, avaliação institucional e de cursos,
organização curricular, processos regulatórios, formação de professores e funcionamento da educação

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superior. A participação em espaços coletivos de decisão e de construção institucional também favoreceu o
desenvolvimento de competências de análise, planejamento, articulação, trabalho em equipe e elaboração de
encaminhamentos para demandas acadêmicas.
Assim, minha trajetória profissional na UFAL caracteriza-se pela continuidade da atuação na área da
graduação e, simultaneamente, pela progressiva ampliação das responsabilidades e dos espaços de
participação institucional. As experiências acumuladas desde 2007 permitiram articular os conhecimentos
próprios do cargo de Técnica em Assuntos Educacionais aos saberes construídos na prática, na gestão, na
participação em projetos e comissões e na produção e difusão do conhecimento, contribuindo para o
desenvolvimento das atividades acadêmicas e institucionais da Universidade.
Ao longo da minha trajetória na UFAL, busquei ampliar e aprofundar os conhecimentos construídos na
experiência profissional por meio de um processo contínuo de formação. A participação em ações de
capacitação, a realização de cursos, a conclusão do Mestrado em Educação, bem como o envolvimento em
produções científicas, contribuíram para agregar novos referenciais àqueles adquiridos no cotidiano de
trabalho. Esse percurso formativo possibilitou articular experiência profissional, conhecimento acadêmico e
reflexão sobre a prática, ampliando minha capacidade de compreender e analisar as questões presentes no
contexto da educação superior. Os conhecimentos adquiridos ao longo desse processo foram incorporados à
minha atuação profissional, fortalecendo competências desenvolvidas ao longo da carreira e contribuindo
para uma prática fundamentada no estudo, na reflexão e no permanente aperfeiçoamento profissional.
EXPERIÊNCIAS RELACIONADAS AOS REQUISITOS DO DECRETO
REQUISITO I – Participação em grupos de trabalho, comissões, comitês, núcleos, representações ou
similares.
Foi pontuado o Item 1 – Exercício do mandato como membro de conselhos superiores e conselhos de
unidades e órgãos colegiados da Instituição Federal de Ensino (3,0 pontos por ano ou fração acima de
seis meses).
No âmbito da graduação da Universidade Federal de Alagoas, participei como representante dos técnicos
administrativos em colegiados vinculados a programas de formação de professores desenvolvidos no
Campus do Sertão. Atuei como membro titular do Colegiado do Curso de Graduação em Ciências –
Licenciatura, vinculado ao Programa Institucional de Fomento e Indução da Inovação da Formação Inicial e
Continuada de Professores e Diretores – PRIL, no biênio de maio de 2022 a maio de 2024. Posteriormente,
integrei, na condição de representante suplente dos técnicos administrativos, o Colegiado do Curso de
Graduação em Educação Escolar Quilombola – Licenciatura, vinculado ao PARFOR Equidade, no biênio de
dezembro de 2023 a dezembro de 2025.
A participação nesses espaços possibilitou aproximar a experiência adquirida na PROGRAD das situações
concretas relacionadas à concepção, organização e desenvolvimento dos cursos de graduação. No PRIL, a

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atuação no Colegiado permitiu acompanhar mais diretamente as questões acadêmicas e administrativas de
um curso em funcionamento, conhecer suas demandas e participar das discussões relacionadas à sua
organização acadêmica. Essa experiência também favoreceu maior aproximação com a realidade do Campus
do Sertão e com os desafios envolvidos na implementação de propostas diferenciadas de formação de
professores.
No PARFOR Equidade, a experiência assumiu características distintas, pois minha participação esteve
relacionada às atividades preparatórias para a construção de uma proposta de Licenciatura em Educação
Escolar Quilombola, a ser submetida pela UFAL ao edital do Programa. Participei de reuniões destinadas ao
estudo e à discussão das exigências da chamada, à definição da proposta formativa, à elaboração do Projeto
Pedagógico do Curso e ao preenchimento dos instrumentos necessários à submissão da proposta.
A elaboração do PPC demandou um processo coletivo de estudo e reflexão, considerando as especificidades
da formação de professores para a Educação Escolar Quilombola e as características do público e do contexto
aos quais o curso se destinava. Nesse processo, pude contribuir com os conhecimentos construídos ao longo
da minha atuação na PROGRAD, especialmente aqueles relacionados à legislação educacional, elaboração
e análise de PPCs e organização acadêmica dos cursos de graduação. Ao mesmo tempo, a experiência
proporcionou novos aprendizados, ao exigir a construção de uma proposta pedagógica que articulasse as
exigências da política de formação de professores às particularidades sociais, culturais e educacionais do
público a ser atendido.
Embora a proposta submetida pela UFAL não tenha sido aprovada naquela seleção, o trabalho desenvolvido
nas etapas anteriores constituiu uma experiência significativa de planejamento acadêmico. Participar desde
as discussões iniciais até a elaboração do PPC e a preparação da proposta para submissão permitiu
acompanhar, de maneira concreta, o processo de concepção de um novo curso de graduação, compreendendo
as decisões e os estudos que antecedem sua eventual implantação.
As experiências nos dois colegiados foram, portanto, complementares e contribuíram para ampliar minha
compreensão sobre diferentes momentos da vida acadêmica de um curso: no PRIL, acompanhei mais
diretamente o funcionamento e o desenvolvimento de um curso já implantado; no PARFOR Equidade,
participei do processo de concepção e elaboração de uma proposta de novo curso. Essas vivências
fortaleceram meus conhecimentos sobre formação de professores, PPC e gestão acadêmica e reafirmaram a
importância de considerar, na organização dos cursos, não apenas as exigências legais e institucionais, mas
também o perfil dos estudantes, as características do território e as demandas educacionais e sociais às quais
a formação pretende responder.
Os documentos comprobatórios correspondentes a este item encontram-se reunidos no PDF do Requisito I,
Item 1, nas páginas 1 a 4, compreendendo as Portarias PROGRAD nº 225/2023 e nº 110/2022, organizadas
conforme a indicação constante no formulário de requerimento.

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MEMORIAL DESCRITIVO PARA RECONHECIMENTO DE SABERES E COMPETÊNCIAS – PCCTAE
(RSC-PCCTAE)
Foi pontuado o Item 2 – Coordenação ou presidência de núcleos, representações, grupos de trabalho
ou similares, comissões ou comitês previstos no âmbito da administração pública, regularmente
instituídos, ou reconhecidos pelo órgão ou pela entidade (4,5 por designação)
Atuei na Comissão Própria de Avaliação da Universidade Federal de Alagoas – CPA/UFAL, na condição de
representante titular dos técnicos do Campus A. C. Simões e Vice-Coordenadora da Comissão, conforme
designações formalizadas pelas Portarias nº 322/2021 e nº 629/2024. A primeira portaria registra minha
atuação como titular e Vice-Coordenadora da CPA, e a designação de 2024 novamente registra minha
participação nessas mesmas condições.
O exercício da Vice-Coordenação proporcionou uma participação mais direta nos processos de autoavaliação
institucional, ampliando minha experiência com as diferentes dimensões da avaliação da educação superior
e com a identificação de aspectos que demandavam acompanhamento e aprimoramento institucional. Essa
experiência também contribuiu para qualificar minha atuação profissional na PROGRAD, especialmente
pela aproximação entre os processos avaliativos e o acompanhamento dos cursos de graduação.
Os documentos comprobatórios correspondentes a este item encontram-se reunidos no PDF do Requisito I,
Item 2, nas páginas 5 a 9, compreendendo as Portarias nº 322/2021 e nº 629/2024, conforme a organização
e a indicação de páginas constantes no formulário de requerimento.
Foi pontuado o Item 3 – Participação como membro de núcleos, representações, grupos de trabalho
ou similares, comissões ou comitês previstos no âmbito da administração pública, regularmente
instituídos (3,0 pontos por designação)
Ao longo da minha trajetória profissional, participei de diferentes comissões e grupos de trabalho
institucionalmente constituídos, relacionados principalmente à avaliação institucional e de cursos, regulação
da educação superior, gestão acadêmica, sistemas acadêmicos e organização dos cursos de graduação. Entre
essas experiências, atuei como representante titular dos técnicos do Campus A. C. Simões na Comissão
Própria de Avaliação – CPA/UFAL e como representante da PROGRAD na Comissão de Recredenciamento
da UFAL, constituída para coordenar e organizar as demandas referentes ao processo de recredenciamento
institucional, em conformidade com as legislações e normas técnicas do INEP/MEC.
Participei também de Comissões de Acompanhamento de Protocolos de Compromisso dos cursos de
Geografia – Bacharelado, História – Bacharelado, Ciências Sociais – Bacharelado e Teatro – Licenciatura.
Nessas comissões, atuei como representante ou membro da CPA, acompanhando processos destinados à
superação de fragilidades identificadas na avaliação dos cursos e à elaboração dos respectivos relatórios de
acompanhamento. Essa experiência ampliou minha compreensão sobre os processos avaliativos e sobre
aspectos da organização dos cursos que demandam acompanhamento e aprimoramento, contribuindo para
qualificar minha atuação profissional junto aos cursos de graduação.
No campo da gestão acadêmica, integrei a Comissão de Migração SIEWEB/SIGAA, participando do
processo de implementação do módulo de graduação do novo sistema acadêmico. Entre os objetivos da
comissão estavam a homologação e validação dos dados migrados, a participação em formações para

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(RSC-PCCTAE)
utilização do SIGAA e a colaboração na formação da comunidade acadêmica. Participei, ainda, da Comissão
para Elaboração da Minuta do Regulamento Acadêmico da UFAL, destinada à discussão, revisão,
atualização e sistematização dos regulamentos acadêmicos e à consolidação das normas da graduação em
um único instrumento normativo. Essas atividades contribuíram para ampliar meus conhecimentos sobre a
relação entre legislação, normas institucionais, sistemas acadêmicos e organização dos cursos de graduação.
Também participei da Comissão Especial de Estudos das Resoluções CNE/CP nº 2/2015 e nº 2/2019, como
representante da PROGRAD no Fórum das Licenciaturas. A atuação envolveu o estudo e a discussão
institucional das Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação de professores, com vistas ao
planejamento, à sistematização e às adaptações necessárias nos Projetos Pedagógicos dos Cursos de
Licenciatura da UFAL. Minha participação nessa comissão teve continuidade em diferentes períodos,
conforme registrado nas portarias.
A participação nesse conjunto de comissões e grupos de trabalho proporcionou experiências em diferentes
dimensões da gestão da graduação e contribuiu para o aprofundamento dos meus conhecimentos sobre
legislação educacional, avaliação e regulação, Projetos Pedagógicos de Curso e gestão acadêmica, saberes
que passaram a subsidiar minha atuação no acompanhamento e na orientação dos cursos de graduação.
Os documentos comprobatórios correspondentes ao Requisito I – Item 3 encontram-se reunidos no PDF
específico deste requisito, nas páginas 10 a 36, organizados conforme a indicação constante no formulário
de requerimento.
REQUISITO II – Participação e atuação em projetos institucionais, gestão, ensino, pesquisa, extensão,
inovação ou assistência especializada.
Foi pontuado o Item 2 – Participação em atividades técnicas e/ou especializadas em projetos, incluída
a elaboração de projetos pedagógicos, programas e/ou ações institucionais (ensino, pesquisa, extensão,
gestão e inovação). Pontuação (4,5 por projeto)
Participei da Equipe Institucional do Programa Institucional de Fomento e Indução da Inovação da Formação
Inicial Continuada de Professores e Diretores Escolares – PRIL/UFAL, como representante técnicoadministrativa da PROGRAD. Minha participação teve início nas ações da equipe homologadas a partir de
24 de outubro de 2021 e permaneceu registrada nas designações posteriores, inclusive na Portaria nº
379/2024.
No âmbito da equipe, participei das atividades relacionadas ao planejamento, acompanhamento, avaliação e
execução das ações acadêmicas e administrativas necessárias à implantação e manutenção dos cursos de
Licenciatura em Pedagogia, Letras-Português e Ciências, conforme as atribuições estabelecidas para a equipe
institucional do Programa. Essa experiência possibilitou acompanhar de forma próxima a implementação de
uma iniciativa institucional voltada à formação de professores, ampliando meus conhecimentos sobre
planejamento e gestão de programas acadêmicos e contribuindo para o aperfeiçoamento da minha atuação
no acompanhamento dos cursos de graduação.

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MEMORIAL DESCRITIVO PARA RECONHECIMENTO DE SABERES E COMPETÊNCIAS – PCCTAE
(RSC-PCCTAE)
Os documentos comprobatórios correspondentes a esta atividade encontram-se no PDF do Requisito II, nas
páginas 1 e 2 e 5 e 6, compreendendo as Portarias nº 71/2022 e nº 379/2024, que registram minha participação
na equipe institucional do PRIL/UFAL e a continuidade dessa atuação.
Foi pontuado o Item 11 – Participação em capacitação, fórum, oficina, workshop e congresso, com
carga horária mínima de dez horas, vinculada aos interesses da Instituição Federal de Ensino (1,0
ponto por evento)
Participei de eventos acadêmicos e institucionais voltados à discussão de temas relacionados à educação
superior, à graduação e à formação profissional, entre os quais o ForGRAD Nacional 2018, realizado em
João Pessoa -PB; o IV Encontro de Pesquisa em Educação de Alagoas – EPEAL, realizado na Universidade
Federal de Alagoas; e o ForGRAD Nacional 2011, realizado em Palmas-TO. Os certificados registram minha
participação nesses eventos, inclusive com as respectivas cargas horárias.
A participação nesses espaços possibilitou ampliar meus conhecimentos por meio do contato com discussões,
experiências e perspectivas de profissionais de diferentes instituições, favorecendo a reflexão sobre questões
relacionadas à educação e à gestão da graduação. Esses momentos de intercâmbio contribuíram para ampliar
minha compreensão sobre diferentes realidades institucionais e para incorporar novos referenciais à minha
atuação como Técnica em Assuntos Educacionais na PROGRAD.
Os documentos comprobatórios correspondentes a este item encontram-se reunidos no PDF do Requisito II,
nas páginas 7 a 11, compreendendo os certificados de participação no ForGRAD Nacional 2018, IV EPEAL
e ForGRAD Nacional 2011, organizados conforme a indicação constante no formulário de requerimento.
REQUISITO V – Exercício de funções, cargos de direção ou assessoramento institucional
Foi pontuado o Item 3 – Exercício de função gratificada (FG-01 e FG-02) ou equivalente (4,5 pontos
por ano ou fração acima de seis meses, como titular).
No período de 1º de janeiro de 2013 a 17 de novembro de 2016, exerci, como titular, a FG-01 de Gerente de
Acompanhamento e Avaliação dos Cursos de Graduação da PROGRAD/UFAL. A função ampliou minhas
responsabilidades no acompanhamento dos cursos e na articulação do trabalho desenvolvido pela equipe de
Técnicos em Assuntos Educacionais e Pedagogos. Essa experiência possibilitou aprofundar meus
conhecimentos sobre gestão acadêmica, legislação educacional, avaliação e organização dos cursos de
graduação, além de proporcionar uma compreensão mais ampla das diferentes realidades e demandas dos
cursos da Universidade.
Os documentos comprobatórios correspondentes ao Requisito V – Item 3 encontram-se nas páginas 1 a 4 do
PDF, incluindo as portarias de designação e dispensa e a Declaração de Cargos e Funções, que registra
oficialmente o exercício da FG-01 no período de 01/01/2013 a 17/11/2016.

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MEMORIAL DESCRITIVO PARA RECONHECIMENTO DE SABERES E COMPETÊNCIAS – PCCTAE
(RSC-PCCTAE)
REQUISITO VI – Produção, prospecção e difusão do conhecimento científico ou técnico
Foi pontuado o Item 10 – Autoria ou coautoria de capítulo de livro, de artigo publicado em revista
especializada, jornal científico ou periódico, relacionado aos interesses institucionais (7,5 pontos por
publicação).
Em 2019, publiquei, em coautoria com Alejandro Pérez Carvajal, o artigo “A autonomia didático-pedagógica
das licenciaturas em questão: o que temos? De que precisamos?”, nos anais do XIII Colóquio Internacional
Educação e Contemporaneidade. O trabalho abordou a autonomia didático-pedagógica dos cursos de
licenciatura no processo de reformulação dos Projetos Pedagógicos de Curso, discutindo a relação entre as
exigências legais, as políticas de avaliação da educação superior e as decisões acadêmicas dos Colegiados e
Núcleos Docentes Estruturantes.
A produção possibilitou transformar questões vivenciadas em minha atuação como Técnica em Assuntos
Educacionais na PROGRAD em objeto de estudo e reflexão acadêmica, aprofundando conhecimentos sobre
legislação educacional, avaliação da educação superior, autonomia universitária e elaboração de PPCs. Essa
experiência contribuiu para qualificar minha prática profissional e, ao mesmo tempo, permitiu difundir
conhecimentos relacionados a questões presentes no cotidiano dos cursos de graduação. O próprio artigo
registra a relação entre a pesquisa e minha experiência no acompanhamento e orientação da reformulação
dos PPCs das licenciaturas.
O documento comprobatório correspondente ao Requisito VI – Item 10 encontra-se nas páginas 1 a 13 do
PDF, contendo o artigo publicado, sua identificação de autoria, dados da publicação e DOI.
Foi pontuado o Item 11 – Apresentação de trabalho de interesse institucional em congresso, seminário
ou outros eventos (4,5 pontos por produto).
Em 2019, apresentei, em coautoria com Alejandro Pérez Carvajal, o trabalho “A autonomia didáticopedagógica dos Colegiados de Cursos e dos Núcleos Docentes Estruturantes no processo de reformulação
dos Projetos Pedagógicos dos Cursos de Licenciatura: entre impasses e desafios”, no IX Encontro de
Pesquisa em Educação de Alagoas – EPEAL. O estudo abordou os desafios enfrentados pelos Colegiados de
Curso e Núcleos Docentes Estruturantes na reformulação dos PPCs das licenciaturas diante das Diretrizes
Curriculares para a Formação de Professores.
A apresentação possibilitou compartilhar e discutir, em espaço acadêmico, conhecimentos relacionados
diretamente à minha experiência profissional na graduação, especialmente aqueles referentes à elaboração e
reformulação de PPCs, legislação educacional e atuação dos Colegiados e NDEs. A experiência também
favoreceu o intercâmbio de conhecimentos com pesquisadores e profissionais da educação, ampliando minha
reflexão sobre questões presentes no acompanhamento dos cursos de graduação e contribuindo para o
aperfeiçoamento da minha atuação como Técnica em Assuntos Educacionais.
Os documentos comprobatórios correspondentes ao Requisito VI – Item 11 encontram-se nas páginas 14 a
23 do PDF, compreendendo o certificado de apresentação e o trabalho apresentado no IX EPEAL. O

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certificado identifica expressamente a autoria e a apresentação do trabalho no evento realizado de 27 a 29 de
novembro de 2019.
Foi pontuado o Item 12 – Produção de material técnico, científico, metodológico ou administrativo
estruturado que visa à difusão do conhecimento (4,5 pontos por produto)
Participei da elaboração e consolidação de Relatórios de Autoavaliação Institucional da Comissão Própria de
Avaliação – CPA/UFAL, integrando formalmente as equipes responsáveis pela produção desses documentos.
Os relatórios constituem materiais técnicos institucionais destinados à sistematização e divulgação dos
processos de autoavaliação da Universidade, reunindo informações e análises sobre diferentes dimensões
institucionais e acadêmicas, com a finalidade de subsidiar a avaliação, o planejamento e o aprimoramento
das ações da UFAL.
A participação na produção desses materiais possibilitou aprofundar meus conhecimentos sobre avaliação
institucional e de cursos, indicadores da educação superior e utilização dos resultados avaliativos na gestão
acadêmica. Essa experiência contribuiu diretamente para minha atuação na PROGRAD, ampliando minha
capacidade de identificar fragilidades e potencialidades dos cursos e de utilizar os resultados da avaliação
como subsídio para o acompanhamento e o aprimoramento dos Projetos Pedagógicos e da organização
acadêmica.
Os documentos comprobatórios correspondentes ao Requisito VI – Item 12 encontram-se nas páginas 31 a
34, 145 a 147 e 232 a 234 do conjunto documental, nas quais consta minha participação na
elaboração/consolidação dos respectivos relatórios da CPA/UFAL.
DEMONSTRAÇÃO DOS SABERES E DAS COMPETÊNCIAS
Minha trajetória profissional na Universidade Federal de Alagoas permitiu a construção de saberes e
competências que foram se ampliando e se consolidando ao longo dos anos, especialmente no campo da gestão
acadêmica da graduação. A atuação contínua na PROGRAD proporcionou um conhecimento que ultrapassa a
execução de procedimentos administrativos, exigindo estudo permanente da legislação educacional,
compreensão das políticas de educação superior e capacidade de interpretar essas normas e traduzi-las para a
realidade dos cursos de graduação.
Um dos principais saberes desenvolvidos nesse percurso está relacionado à concepção, elaboração,
reformulação e acompanhamento dos Projetos Pedagógicos de Curso. A experiência acumulada permitiu
compreender o PPC não apenas como documento necessário à regularidade de um curso, mas como
instrumento que expressa sua proposta de formação. A orientação aos coordenadores, Núcleos Docentes
Estruturantes e Colegiados exige articular Diretrizes Curriculares Nacionais, normas institucionais, processos
de avaliação e regulação, perfil do egresso, organização curricular e demandas sociais relacionadas à formação
profissional. Esse conhecimento foi construído progressivamente no exercício profissional e aprofundado pela
participação em colegiados, comissões, grupos de trabalho, programas institucionais e processos de avaliação.

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A participação na Comissão Própria de Avaliação – CPA/UFAL, inclusive no exercício da Vice-Coordenação
e na elaboração de relatórios de autoavaliação institucional, acrescentou outra dimensão importante à minha
formação profissional. O contato com os processos de avaliação institucional e de cursos permitiu compreender
como os resultados avaliativos podem ser utilizados para identificar potencialidades e fragilidades e orientar
ações de melhoria. Da mesma forma, a participação em comissões de acompanhamento de Protocolos de
Compromisso possibilitou observar concretamente as fragilidades identificadas nas avaliações externas e
compreender seus efeitos sobre a organização acadêmica e pedagógica dos cursos. Esses conhecimentos
passaram a subsidiar minha atuação na PROGRAD, contribuindo para um acompanhamento mais qualificado
e preventivo dos cursos.
Também foram importantes as experiências relacionadas à gestão e à organização acadêmica institucional,
como a participação na migração do SIEWEB para o SIGAA e nos trabalhos de elaboração e atualização do
Regulamento Acadêmico. Essas atividades permitiram compreender de maneira mais aprofundada como a
legislação educacional e as normas institucionais se materializam nos procedimentos e sistemas acadêmicos.
Esse conhecimento ampliou minha capacidade de analisar problemas, orientar os diferentes atores envolvidos
e contribuir para a construção de soluções que conciliem as exigências normativas com as necessidades
concretas da comunidade acadêmica.
O exercício da Gerência de Acompanhamento e Avaliação dos Cursos de Graduação ampliou, por sua vez,
minha compreensão da gestão acadêmica. A articulação com Técnicos em Assuntos Educacionais, pedagogos,
coordenações e cursos de diferentes unidades e campi possibilitou conhecer realidades diversas, compartilhar
saberes e buscar respostas institucionais para dificuldades vivenciadas no cotidiano da graduação. Essa
experiência fortaleceu minha capacidade de trabalho coletivo, orientação técnica, análise de situações
complexas e articulação entre diferentes setores e profissionais.
A participação em programas e propostas diferenciadas de formação de professores, como o PRIL e o PARFOR
Equidade, também contribuiu para ampliar minha compreensão sobre a necessidade de construir soluções
acadêmicas adequadas a diferentes públicos, territórios e realidades educacionais. Essas experiências
reforçaram o entendimento de que a aplicação das normas não pode ocorrer de maneira dissociada das
finalidades da formação e das necessidades sociais às quais os cursos procuram responder.
Outro aspecto relevante desse percurso foi a capacidade de sistematizar e difundir os conhecimentos produzidos
na prática profissional. A elaboração de relatórios técnicos da CPA, a produção de artigo e a apresentação de
trabalho em evento acadêmico permitiram transformar questões vivenciadas no acompanhamento da graduação
em objetos de análise, reflexão e compartilhamento. Dessa forma, conhecimentos construídos no cotidiano
institucional puderam ser sistematizados, discutidos e difundidos para além do espaço imediato de trabalho.
Considero que o principal resultado desse percurso foi a construção de uma atuação profissional fundamentada
na capacidade de articular conhecimento técnico, legislação educacional, avaliação, gestão acadêmica e
dimensão pedagógica da graduação. Ao longo dos anos, os conhecimentos adquiridos passaram também a ser
compartilhados com outros Técnicos em Assuntos Educacionais, coordenadores de cursos, NDEs e Colegiados,

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contribuindo para qualificar processos de elaboração e reformulação de PPCs, organização acadêmica,
preparação para avaliações e interpretação das normas que orientam a graduação.
Assim, os saberes e competências desenvolvidos ao longo da minha trajetória não se restringem ao domínio de
procedimentos próprios do cargo, mas resultam da combinação entre experiência profissional, estudo
permanente, participação na gestão institucional, atuação em processos de avaliação e regulação, construção
coletiva de soluções e produção e difusão de conhecimento técnico e acadêmico. Entendo que esse percurso
evidencia competências compatíveis com o nível de RSC-VI pleiteado, sobretudo pela capacidade de
transformar conhecimentos acumulados em ações que contribuam para a qualificação dos serviços prestados,
para o aperfeiçoamento dos cursos de graduação e para o fortalecimento da gestão acadêmica e da
administração pública universitária.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
As experiências apresentadas neste Memorial sintetizam uma trajetória profissional construída ao longo dos
anos na Universidade Federal de Alagoas, marcada pela ampliação contínua de conhecimentos, saberes e
competências relacionados à gestão acadêmica, à legislação educacional, à avaliação e ao acompanhamento
dos cursos de graduação. As atividades desenvolvidas, as responsabilidades assumidas e a participação em
diferentes espaços institucionais contribuíram para qualificar minha atuação profissional e para o
aprimoramento dos processos e serviços relacionados à graduação.
Esse percurso evidencia um processo permanente de aprendizagem, no qual os conhecimentos adquiridos
foram incorporados à prática profissional, compartilhados com outros servidores e com a comunidade
acadêmica e utilizados na busca de soluções para as demandas institucionais. As experiências e os saberes aqui
descritos, devidamente respaldados pela documentação comprobatória anexada, fundamentam o presente
requerimento de Reconhecimento de Saberes e Competências – RSC-PCCTAE, como expressão do
conhecimento construído e consolidado ao longo da minha trajetória profissional na UFAL.

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TERMO DE RESPONSABILIDADE
Declaro, para os devidos fins, que as informações e a documentação apresentadas neste Memorial Descritivo
são verdadeiros, autênticos e correspondem à minha trajetória profissional, responsabilizando-me
administrativa, civil e penalmente por sua veracidade, nos termos da legislação vigente.
Declaro estar ciente de que cada atividade desenvolvida somente poderá ser utilizada uma única vez para fins
de pontuação no processo de Reconhecimento de Saberes e Competências – RSC-PCCTAE, sendo vedada
sua utilização concomitante para atendimento de mais de um critério específico. Declaro, ainda, estar
ciente de que este Memorial Descritivo deverá ser disponibilizado na forma prevista na legislação aplicável,
observado o disposto na Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018 (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais –
LGPD), responsabilizando-me pelas informações e pelos dados pessoais nele constantes.
Maceió, 22 de agosto de 2026.

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