Química Tecnológica e Industrial

Arquivo
PPC Quimica Tecnológica e industrial maio 2014 - Final corrigido.pdf
Documento PDF (683.7KB)
                    Universidade Federal de Alagoas
Instituto de Química e Biotecnologia
UFAL

www.iqb.ufal.br

Av. Lourival de Melo Mota, s/n
Cidade Universitária
Maceió-AL Brasil
57072-970
Tel./Fax. 55 82 3214-1384

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE QUÍMICA
TECNOLÓGICA E INDUSTRIAL - BACHARELADO

MACEIÓ-AL / 2014

I QB

Universidade Federal de Alagoas
Instituto de Química e Biotecnologia
UFAL

www.iqb.ufal.br

Av. Lourival de Melo Mota, s/n
Cidade Universitária
Maceió-AL Brasil
57072-970
Tel./Fax. 55 82 3214-1384

I QB

CURSO DE QUÍMICA TECNOLÓGICA E INDUSTRIAL BACHARELADO

Projeto Pedagógico do Curso de Curso de
Química Tecnológica e Industrial - Bacharelado
do Instituto de Química e Biotecnologia,
elaborado com objetivo de sua adequação às
Diretrizes Curriculares Nacionais.

MACEIÓ-AL / 2014

2

COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO CURSO
Prof. Dr. Mario Roberto Meneghetti
Coordenador da Comissão e Vice-Diretor do IQB
Prof. Dr. Edson de Souza Bento
Diretor do IQB
Profa. Dra. Francine Santos de Paula
Coordenadora do Curso de Licenciatura em Química do IQB
Profa. Dra. Maria Cristina Caño de Andrade
Coordenadora do Curso de Bacharelado em Química do IQB
Profa. Dra. Lucia Maria Cunha Rebouças
Professor do IQB
Prof. Dr. Nivado Alves Soares – IQB
Professor do IQB
Prof. Dr. José Edmundo Accioly de Souza
Professor do CTEC

3

SUMÁRIO
1. Identificação do Curso....................................................................................................

5

2. Identificação da IES.........................................................................................................

8

3. Introdução/Justificativa..................................................................................................

9

4. Histórico do Instituto de Química e Biotecnologia......................................................

10

5. O Instituto de Química e Biotecnologia .......................................................................

11

6. Objetivo Geral e Específicos dos Cursos de Bacharelado em Química do
IQB/UFAL ............................................................................................................................

12

6.1. Objetivo Geral e Específicos do Curso de Química Tecnológica e Industrial –
Bacharelado do IQB/UFAL ................................................................................................

12

6.2. Os Conteúdos Curriculares Sugeridos para o Curso de Química Tecnológica e
Industrial – Bacharelado.....................................................................................................

16

6.3. A Educação Ambiental no Desenvolvimento do Curso............................................

17

7. Perfil do Egresso ............................................................................................................

18

8. Metodologia do Curso ...................................................................................................

19

9. Sistema de Avaliação do Curso ...................................................................................

20

10. Conteúdos e Matriz Curricular ...................................................................................

21

11. Estágio Supervisionado ..............................................................................................

23

12. Trabalho de Conclusão de Curso – TCC ...................................................................

24

13. Atividades Complementares .......................................................................................

26

14. Colegiado do Curso......................................................................................................

27

15. Núcleo Docente Estruturante......................................................................................

28

16. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem..................................................

29

17. Disciplinas......................................................................................................................

30

17.1. Quadro de Disciplinas por Semestre do Curso de Bacharelado em Química
Tecnológica e Industrial .....................................................................................................

30

17.2. Disciplinas Eletivas ...................................................................................................

32

17.3 Perfil de Formação .....................................................................................................

33

18. Referências....................................................................................................................

35

EMENTÁRIO ........................................................................................................................

36

4

1. Identificação do Curso
NOME DO CURSO: Química Tecnológica e Industrial
TÍTULO CONFERIDO: Bacharel em Química Tecnológica e Industrial
TURNO: Noturno
CARGA HORÁRIA: 3045 horas
DURAÇÃO: Mínima – 4,5 anos

Máxima – 7,5 anos

NÚMERO DE VAGAS: 40 vagas por ano, sendo 20 alunos no primeiro
semestre e 20 alunos no segundo semestre.
MODALIDADE: Presencial
NOME DA MANTIDA: Universidade Federal de Alagoas
ENDEREÇO: Av. Lourival de Melo Mota, s/n, Cidade Universitária, Maceió/AL.
CEP: 57072-970
FONE: (82) 32141384
CARGA HORÁRIA: 3045 h
TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO: O curso poderá ser integralizado em 09
semestres, conforme sugestão da unidade para o cumprimento do currículo
pleno, sendo 15 semestres o prazo máximo de integralização.
OBJETIVO DO CURSO: Formar profissionais que disponham de conhecimento
sólido e abrangente das técnicas básicas de utilização de laboratórios e
equipamentos necessários para garantir a qualidade dos serviços prestados e
para desenvolver e aplicar novas tecnologias, de modo a ajustar-se à dinâmica
das indústrias químicas.
PERFIL DO EGRESSO: O Bacharel em Química Tecnológica e Industrial deve
ter formação generalista, com domínio das técnicas básicas de utilização de
laboratórios e equipamentos, com condições de atuar nos campos de
atividades socioeconômicas que envolvam as transformações da matéria;
direcionando essas transformações, controlando os seus produtos,
interpretando criticamente as etapas, efeitos e resultados; aplicando
abordagens criativas à solução dos problemas e desenvolvendo novas
aplicações e tecnologias de maneira crítica e participativa, pautado em
princípios éticos e na realidade econômica, política, social e cultural.
CAMPO DE ATUAÇÃO: O campo de atuação do Bacharel em Química
Tecnológica e Industrial é muito amplo e diversificado. O Químico atua tanto na
Indústria Química como em Instituições de Ensino e de Pesquisa, em
Empresas ou Órgãos Governamentais que mantenham laboratório de controle
químico.
FORMA DE INGRESSO: A principal forma de acesso aos cursos da
Universidade Federal de Alagoas é normatizada pela Resolução nº 32/2009 –
CONSUNI/UFAL, de 21 de MAIO de 2009, que se baseia fundamentalmente no
Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM, consubstanciado no TERMO DE
REFERÊNCIA editado pela Secretaria de Educação Superior em 08/04/2009.
Outras resoluções e legislações nacionais normatizam as demais formas de
5

ingresso no curso através de transferência, reopção, matrícula de diplomados,
Programa de Estudantes-Convênio de Graduação, ex-officio etc. Todas essas
resoluções estão disponíveis no endereço eletrônico: www.ufal.br, mais
especificamente na página da PROGRAD, em normas acadêmicas.
AVALIAÇÃO DO PROJETO: A auto-avaliação vem se consolidando na UFAL
e, mesmo antes das determinações oriundas da Lei 10.861/04, que criou o
SINAES, já era prática comum observada em todos os cursos de graduação.
No momento, as ações visando à avaliação dos cursos se orientam pelas
normatizações oriundas da Comissão Nacional de Avaliação do Ensino
Superior - CONAES - e pelas Linhas Prioritárias de Ação das Unidades
Acadêmicas que compõem a estrutura administrativa da UFAL.
Assim, o processo de avaliação do PPC do Curso de Química
Tecnológica e Industrial – Bacharelado é conduzido, segundo as normas da
CONAES por uma comissão representativa dos diferentes segmentos da
comunidade acadêmica, com predomínio de docentes, e participação da
sociedade civil, identificada no Projeto de Autoavaliação da UFAL como
Comissão de Autoavaliação – CAA e ainda, pelas normas internas, o Curso de
Bacharelado em Química Tecnológica e Industrial é avaliado sistematicamente
a cada semestre letivo através de instrumentos diversos pelos docentes e
discentes, que se expressam sobre a condução do Projeto Pedagógico do
Curso. Os dados computados são organizados e analisados pela Comissão de
Autoavaliação – CAA e encaminhados após discussão para a Comissão
Própria de Avaliação da UFAL – CPA/UFAL.
A avaliação do Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em
Química Tecnológica e Industrial insere-se, portanto, na avaliação institucional
como parte integrante do planejamento. A avaliação institucional aqui referida
engloba todas as modalidades parciais de avaliação, em que todos devem ser
avaliadores e avaliados ao mesmo tempo.
O processo de avaliação do Projeto Pedagógico do referido curso será
permanente e contínuo sendo de suma importância sua implementação para
aferir o sucesso do currículo para o curso, como também para certificar-se de
alterações futuras que venham a melhorar este projeto.
Os mecanismos a serem utilizados na sistematização da avaliação do
curso deverão permitir integrar as dimensões da avaliação institucional e da
avaliação do desempenho acadêmico – ensino e aprendizagem - de acordo
com as normas vigentes, viabilizando uma análise diagnóstica e formativa
durante o processo de implementação do referido projeto. Serão utilizadas
estratégias que possam efetivar a discussão ampla do projeto, mediante um
conjunto de questionamentos previamente ordenados que busquem encontrar
suas deficiências, se existirem. O Curso será avaliado não só pela comunidade
acadêmica interna, mas também pela sociedade através da ação/intervenção
docente/discente expressa na produção e nas atividades concretizadas no
âmbito da extensão universitária em parceria com outras instituições e,
particularmente, com as que viabilizam os estágios curriculares obrigatórios e
não obrigatórios.
O roteiro proposto pelo INEP/MEC para avaliação das condições de
ensino também servirá de instrumento para avaliação, sendo o mesmo
constituído pelos seguintes tópicos:
6

1. Organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto do
curso, atividades acadêmicas articuladas ao ensino da graduação;
2. Corpo docente: formação profissional, condições de trabalho, atuação e
desempenho profissional;
3. Infraestrutura: instalações gerais, biblioteca, instalações e laboratórios
específicos.
A avaliação do desempenho docente será efetivada pelos
alunos/disciplinas fazendo uso de formulário próprio e de acordo com o
processo de avaliação institucional.
Ainda são considerados aspectos importantes sujeitos a avaliação o
acompanhamento do fluxo do curso considerando os índices de evasão,
repetência e conclusão de curso.

7

2. Identificação da IES
MANTENEDORA: Ministério da Educação ( MEC )
CÓDIGO: 391
MUNICÍPIO-SEDE: Brasília – Distrito Federal ( DF )
CNPJ: 00.394.445/0188-17
DEPENDÊNCIA: Administrativa Federal
DENOMINAÇÃO DA IES: Universidade Federal de Alagoas ( UFAL )
CÓDIGO: 577
MUNICÍPIO-SEDE: Maceió
ESTADO: Alagoas
REGIÃO: Nordeste
ENDEREÇO: Rodovia BR 101, Km 14 Campus A. C. Simões - Cidade
Universitária, Maceió/AL. CEP: 57072-970
FONE: (82) 32141100 ( Central ) – (82) 32141442 (Coordenação)
PORTAL ELETRÔNICO: www.ufal..edu.br
ATO REGULATÓRIO: Credenciamento
TIPO DE DOCUMENTO: Decreto Federal nº 3867
DATA DO DOCUMENTO: 25/01/1961
DATA DA PUBLICAÇÃO: 27/01/1961
CNPJ: 24.464.109/0001-48
PERFIL e MISSÃO da IES: A Universidade Federal de Alagoas tem por missão
formar continuamente competências por meio da produção, multiplicação e
recriação dos saberes coletivos e do diálogo com a sociedade.

8

3. Introdução/Justificativa
Os cursos de graduação em Química oferecidos pelo Instituto de
Química e Biotecnologia da Universidade Federal de Alagoas (IQB/UFAL)
buscam formar profissionais altamente qualificados, com uma ampla e sólida
base conceitual na área de Química e nas especificidades de suas respectivas
modalidades, visando atender as atuais necessidades sociais em consonância
com legislações educacionais e profissionais.
A estruturação dos conteúdos programáticos dos cursos vem sendo
constantemente adaptada com o intuito de adequá-los para formação de
profissionais competentes, reflexivos, éticos e com atualização sócio-científica,
permitindo aos egressos dos cursos adequarem-se ao competitivo mercado de
trabalho.
O Brasil, com seu atual nível de desenvolvimento, vem necessitando
cada vez mais recursos humanos diretamente envolvidos em áreas
tecnológicas. O Estado de Alagoas, em particular, é carente em profissionais
com amplo conhecimento técnico-científico de nível superior na área de
Química Industrial o que pode comprometer a expansão desejada do setor
Químico no Estado.
Dentro desse contexto o Curso de Química Tecnológica e Industrial foi
apresentado, aproveitando as condições que o projeto nacional de REUNI tem
oportunizado a criação de novos cursos nas universidades brasileiras.
De fato, a comunidade do IQB/UFAL (alunos e professores), em
conjunto com representantes da Indústria Química do Estado de Alagoas,
elaborou um curso de química industrial que culminou nesse projeto
pedagógico de curso superior de Química Tecnológica e Industrial que objetiva
formar profissionais que atuem de forma ampla às atuais exigências de
demanda de profissionais da química do Estado e da Nação, em especial o
setor petroquímico, plástico e sucro-alcooleiro do estado de Alagoas.

9

4. Histórico do Instituto de Química e Biotecnologia
A Universidade Federal de Alagoas – UFAL foi criada em 25 de janeiro
de 1961 no governo de Juscelino Kubitschek de Oliveira, através da Lei Nº
3.687, tendo como seu primeiro Reitor o Professor Aristóteles Calazans
Simões, nomeado e empossado em outubro do mesmo ano. Através da
Reforma Universitária de 1974, originada a partir da LDB nº 5692 de 1971, a
UFAL ampliou o número de cursos e de vagas, proporcionando, na ocasião,
maiores oportunidades para o acesso ao ensino superior. Nesse, então,
processo de reestruturação foi criado o curso de Licenciatura em Ciências habilitação em Química, durante a Gestão do Reitor Prof° Nabuco Lopes, com
o objetivo de atender às necessidades do Estado em relação à formação de
professores na área.
Assim, surge o curso de Licenciatura em Química, no Centro de
Ciências Exatas e Naturais - CCEN, cuja estrutura foi instituída através da
Resolução 16/CCEP de 1974. No ano seguinte, em 1975, o curso entra em
funcionamento, tendo na primeira turma um total de quarenta alunos aprovados
no vestibular. Em 1988, foi criado o Curso de Bacharelado em Química no
CCEN - UFAL, cuja aprovação consta na Resolução 05/CEPE de 1988. O
objetivo do curso foi de atender a demanda por profissionais de química de
formação superior necessária para a implantação do pólo cloro-químico de
Alagoas, bem como suprir as necessidades das Usinas sucro-alcooleiras do
Estado de Alagoas, reconhecidamente de tradição agrícola, principalmente
nesse setor.
Com o objetivo de adequação à realidade vivida pelos alunos, várias
mudanças ocorreram na estrutura curricular no período de 1988 a 2004,
havendo sempre a preocupação em manter um nível compatível com àquele
das demais Instituições Federais de Ensino Superior.
Com o forte desenvolvimento do setor químico, plástico e sucroalcooleiro do Estado de Alagoas, viu-se a necessidade de criar-se um curso
com maior cunho tecnológico para atender a demanda do mercado da região.
Dessa forma, em 2008 dentro do quadro de expansão das universidades
federais, o IQB aderiu ao REUNI, aumentando assim o numero de vagas dos
cursos existentes até então (Bacharelado e Licenciatura em Química) e criando
o Curso de Química Tecnológica e Industrial.

10

5. O Instituto de Química e Biotecnologia
O Instituto de Química e Biotecnologia (IQB) da Universidade Federal de
Alagoas - UFAL tem como finalidade formar profissionais na área de Química
como Bacharéis e Licenciados, bem como dar suporte a todos os cursos de
graduação de áreas tecnológicas e de saúde que requeiram as disciplinas da
área da Química. Além disso, o IQB atua como Unidade Acadêmica de
Excelência na realização e fomento de atividades de pesquisa e extensão que
abranjam a área de química.
O Instituto está situado no Campus Universitário A. C. Simões tem como
área construída de aproximada de 2000 m2. Dispõe ainda de 04 laboratórios
especialmente dedicados à realização de atividades experimentais para os
cursos de graduação e uma oficina de hialotecnia. Possui atualmente, 15
laboratórios de pesquisa, que atendem aos cursos de graduação e pósgraduação, com infraestrutura para realização das mais variadas atividades de
pesquisa nas áreas de Bioquímica, Biotecnologia, Nanotecnologia, Química
Inorgânica, Química Analítica, Química Orgânica, Química de Produtos
Naturais, Eletroquímica, dentre outras.
Seu quadro docente, formado por 42 professores, é altamente
qualificado contando com mais de 90% de mestres e doutores que estão
envolvidos em atividades de ensino, pesquisa ou extensão.

11

6. Objetivo Geral e Específicos dos Cursos de Bacharelado em Química
do IQB/UFAL
O objetivo geral dos Cursos de Bacharelado em Química do IQB/UFAL é
formar profissionais capacitados, que participem de forma ativa no
desenvolvimento da sociedade, particularmente nas decisões que envolvem o
conhecimento químico, suprindo um mercado cada vez mais exigente e
contemplando as orientações legais dos Conselhos Federal e Regional de
Química e das novas Diretrizes Curriculares.
6.1. Objetivo Geral e Específicos do Curso de Bacharelado em Química
Tecnológica e Industrial do IQB/UFAL
As definições do presente projeto pedagógico é fruto de um processo de
críticas e reflexões de professores e alunos de Instituto de Química da UFAL,
com base nas experiências vividas durante os mais de 30 anos de existência
do Curso de Química na UFAL. Este conhecimento, somado ao que estabelece
o parecer CNE/CES 1303/2001, identifica competências e habilidades para o
futuro Bacharel em Química Tecnológica e Industrial.
Para habilitar-se a desempenhar alguma de tais atribuições, o
profissional deve frequentar um curso que o credencie para tanto. A química
como profissão é uma atividade relativamente recente em nosso país, pois as
primeiras escolas de química datam de 1920 e somente com o advento das
universidades é que seu estudo tomou cunho científico. O atual crescimento do
parque industrial brasileiro exige uma maior demanda por esse profissional. Já
o mercado de trabalho para o químico no Estado de Alagoas é uma realidade
que tende a melhorar, pois, profissionais bem qualificados recebem bons
salários e têm a Indústria, o Comércio e os Institutos de Pesquisa e de Ensino
como campo de atuação.
Para o bom exercício de suas atribuições profissionais é imprescindível que
o Bacharel em Química e o Bacharel em Química Tecnológica manifestem ou
reflitam, nas suas práticas como profissionais e cidadãos.
De forma mais específica o Curso de Bacharelado em Química Tecnológica
e Industrial pretende:
 Formar profissionais que disponham de conhecimento sólido e
abrangente em sua área de atuação e que, com capacidade de trabalho
em equipe, tenha a competência profissional garantida pelo domínio do
saber sistematizado dos conteúdos nos diversos campos da Química e
em áreas correlatas: Matemática, Física, Biologia, etc e domínio das
técnicas básicas de utilização de laboratórios e equipamentos
necessários para garantir a qualidade dos serviços prestados e para
desenvolver e aplicar novas tecnologias, de modo a ajustar-se à
dinâmica do mercado de trabalho.
 Oferecer uma sólida base de conhecimentos ao aluno, de maneira a
capacitá-lo para resolver uma ampla gama de problemas no contexto de
Química e da indústria química;
12

 Estimular o desenvolvimento do espírito científico, reflexivo, crítico e
ético do profissional e cidadão;
 Fornecer conhecimento geral de problemas regionais, nacionais e
mundiais, principalmente dentro de contexto envolvendo a área de
Química;
 Formar profissionais com capacidade crítica para analisar seus próprios
conhecimentos e decidir por sua constante atualização, seja através de
atividades extracurriculares, seja pelo prosseguimento dos estudos em
cursos de Pós-graduação lato ou stricto sensu.
 Desenvolver a capacidade de elaborar e divulgar o conhecimento
científico e tecnológico para diferentes públicos e com diferentes mídias;
 Conscientizar o aluno dos problemas mundiais referentes à natureza e
estimulá-lo a adquirir um senso de preservação da vida e do meio
ambiente.
 Fornecer habilidades suficientes em Matemática para compreender
conceitos de Química e de Física, para desenvolver formalismos que
unifiquem fatos isolados e modelos quantitativos de previsão, com o
objetivo de compreender modelos probabilísticos teóricos, e de
organizar, descrever, arranjar e interpretar resultados experimentais,
inclusive com auxílio de métodos computacionais.
 Incutir capacidade crítica para analisar de maneira conveniente os
próprios
 Desenvolver a capacidade de compreensão das diversas etapas que
compõem um processo industrial ou de pesquisa, sendo capaz de
planejar, coordenar, executar e avaliar atividades relacionadas à
Química ou a áreas correlatas.
 Desenvolver a capacidade de exercer atividades profissionais
autônomas na área da Química ou em áreas correlatas.
 Promover no indivíduo a capacidade de autoaperfeiçoamento,
curiosidade espírito investigativo, criatividade e iniciativa na busca de
soluções para questões individuais e coletivas relacionadas com a
Indústria Química, bem como para acompanhar as rápidas mudanças
tecnológicas decorrentes da interdisciplinaridade, como forma de
garantir a qualidade dos serviços prestados e de adaptar-se à dinâmica
do mercado de trabalho.
 Desenvolver formação humanística que permita exercer plenamente sua
cidadania e, enquanto profissional, respeitar o meio ambiente, o direito à
vida e ao bem-estar dos cidadãos que direta ou indiretamente são alvo
do resultado de suas atividades.
 Promover o engajamento de luta pela cidadania como condição para a
construção de uma sociedade justa, democrática e responsável.
Com relação à compreensão da ciência química:
 Compreender e interpretar os conceitos, leis e princípios da Química.
 Conhecer e interpretar as propriedades físicas e químicas principais dos
elementos e compostos químicos que possibilitem entender e prever o
seu comportamento físico-químico e aspectos de reatividade,
mecanismos e estabilidade.
13

 Reconhecer a Química como uma construção humana e compreender
os aspectos históricos de sua produção e suas relações com os
contextos culturais, socioeconômico e político.
 Acompanhar e compreender os avanços científico-tecnológicos,
inclusive nos seus aspectos interdisciplinares.
Com relação à busca de informação e à comunicação/expressão:
 Saber identificar e desenvolver busca nas fontes de informações
relevantes para a Química, inclusive as disponíveis nas modalidades
eletrônica e remota, que possibilitem a contínua atualização técnica,
científica e humanística.
 Ler, compreender e interpretar os textos científico-tecnológicos em
idioma pátrio e estrangeiro (especialmente inglês e/ou espanhol).
 Saber interpretar e utilizar as diferentes formas de representação
(tabelas, gráficos, símbolos, expressões, etc.).
 Saber descrever corretamente os projetos e resultados de pesquisa na
linguagem científica, oral e escrita (textos, relatórios, pareceres, painéis,
internet, etc.) em idioma pátrio e estrangeiro (especialmente inglês e
espanhol).
 Desenvolver a capacidade de comunicação oral e escrita para a
interação com seus pares no contexto social e profissional.
 Capacitar o indivíduo a realizar buscas nas fontes de informação
relevantes (bibliotecas, coleções, meios eletrônicos e remotos),
identificando e avaliando criticamente aquelas que possibilitem a
contínua atualização técnica, científica e humanística.
Com relação ao trabalho de investigação científica e produção/controle de
qualidade:
 Saber investigar os processos naturais e tecnológicos, controlar
variáveis, identificar regularidades, interpretar e proceder a previsões.
 Saber conduzir análises químicas, físico-químicas e químico-biológicas
qualitativas e quantitativas e a determinação estrutural de compostos por
métodos clássicos e instrumentais, bem como conhecer os princípios
básicos de funcionamento dos equipamentos utilizados e as
potencialidades e limitações das diferentes técnicas de análise.
 Saber realizar síntese de compostos, incluindo macromoléculas e
materiais poliméricos.
 Ter noções de classificação e composição de minerais.
 Ter noções de Química do estado sólido.
 Ser capaz de efetuar a purificação de substâncias e materiais;
exercendo, planejando e gerenciando o controle químico da qualidade
de matérias-primas e de produtos.
 Saber determinar as características físico-químicas de substâncias e
sistemas diversos.
 Ter noções dos principais processos de preparação de materiais para
uso da indústria química, eletrônica, óptica, biotecnológica e de
telecomunicações modernas.
14

 Saber elaborar projetos de pesquisa e de desenvolvimento de métodos,
produtos e aplicações em sua área de atuação.
 Deter conhecimentos básicos do uso de computadores e sua aplicação
em Química.
 Deter conhecimento dos procedimentos e normas de segurança no
trabalho, inclusive para expedir laudos de segurança em laboratórios,
indústrias químicas e biotecnológicas.
 Dispor de conhecimento da utilização de processos de manuseio e
descarte de materiais e de rejeitos, tendo em vista a preservação da
qualidade do ambiente.
 Saber atuar em laboratório químico e selecionar, comprar e manusear
equipamentos e reagentes.
 Conhecimento dos procedimentos éticos na pesquisa e no trabalho de
rotina.
 Capacidade de planejar e desenvolver processos e operações
industriais.
Com relação à profissão de químico e à aplicação de seu conhecimento
químico:
 Realizar avaliação crítica da aplicação do conhecimento em Química,
tendo em vista o diagnóstico e o equacionamento de questões sociais e
ambientais.
 Reconhecer os limites éticos envolvidos na pesquisa e na aplicação do
conhecimento científico e tecnológico.
 Mostrar curiosidade intelectual e interesse pela investigação científica e
tecnológica, de forma a utilizar o conhecimento, científica e socialmente
acumulado, na produção de novos conhecimentos.
 Mostrar consciência da importância social da profissão como
possibilidade de desenvolvimento social e coletivo.
 Identificar e apresentar soluções criativas para problemas relacionados
com a Química ou com áreas correlatas em sua área de atuação.
 Mostrar
conhecimentos
relativos
ao
assessoramento,
ao
desenvolvimento e à implantação de políticas ambientais.
 Realizar estudos de viabilidade técnica e econômica no campo da
Química.
 Planejar, supervisionar e realizar estudos de caracterização de sistemas
de análise.
 Deter conhecimentos relativos ao planejamento e à instalação de
laboratórios químicos.
 Realizar o controle de operações ou processos químicos no âmbito de
atividades de indústria, vendas, marketing, segurança, administração
pública e outras nas quais o conhecimento da Química seja relevante.
 Ter capacidade de disseminar e difundir e/ou utilizar o conhecimento
relevante para a comunidade.
 Ter capacidade de vislumbrar possibilidades de ampliação do mercado
de trabalho, no atendimento às necessidades da sociedade,
desempenhando outras atividades para cujo sucesso uma sólida
formação universitária seja fator importante.
15

 Adotar os procedimentos necessários de primeiros socorros, nos casos
dos acidentes mais comuns em laboratórios químicos.
 Mostrar conhecimento sobre aspectos relevantes de administração, de
organização industrial e de relações econômicas.
 Formar profissionais com competências voltadas ao trabalho em equipe
e à liderança gerencial.
 Ser capaz de atender às exigências do mundo do trabalho, com visão
ética e humanística, com capacidade de vislumbrar possibilidades de
ampliação do mesmo, visando atender às necessidades atuais.
Diante de tais competências e habilidades que um Bacharel em Química
Tecnológica e Industrial deve apresentar, os professores e o representante dos
alunos no colegiado do curso reuniram-se e elaboraram uma grade curricular
para o curso de Bacharelado em Química Tecnológica Industrial com o objetivo
de atender tais exigências do Conselho de Educação Superior do MEC.
6.2. Os Conteúdos Curriculares Sugeridos para o Curso de Bacharelado
em Química Tecnológica e Industrial
Estes conteúdos devem abranger:
 Conteúdos Básicos – São os que permitirão ao aluno uma compreensão
da química em nível científico e tecnológico, tendo como eixo norteador
as disciplinas específicas que constituem-se de conteúdos essenciais
envolvendo teoria e prática, relacionando as áreas acadêmicas de física,
informática, matemática, físico-química, química analítica, química
inorgânica, química orgânica, bioquímica e química ambiental, além das
tecnológicas e gerenciamento.
 Conteúdos Específicos – São os conteúdos profissionais, constituídos
de disciplinas relativas ao aprofundamento de conhecimentos que serão
ministradas para formação de químicos com perfil tecnológico.
 Atividades Extraclasse – Constituem-se de disciplinas de outras áreas
de conhecimento, sendo de livre escolha do bacharelando, e de outras
atividades tais como: participação em congressos, monitorias, estágios
não obrigatórios e eventos que atribuem créditos à carga horária.
 Conteúdos Complementares – Constituem-se de disciplinas que têm o
propósito de enriquecer a formação do bacharelando, sendo essenciais
para a formação humanística e interdisciplinar. As disciplinas ofertadas,
que podem envolver áreas de tecnologia industrial, administração,
empreendedorismo, língua portuguesa, línguas estrangeiras, dentre
outras, devem abranger atividades comuns a outros cursos da
Instituição, ficando livre a escolha, permitindo-lhe um leque de
oportunidades a permitir ao bacharelando ampla escolha dentre várias
áreas do conhecimento científico, tecnológico, social e humanístico.

16

6.3. A Educação Ambiental no Desenvolvimento do Curso
A educação ambiental tornou-se constituinte essencial da formação pela
lei N° 9.795 de 27 de Abril de 1999, Lei da Educação Ambiental. Em seu Art. 2°
afirma: "A educação ambiental é um componente essencial e permanente da
educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os
níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal.”
A mesma lei, no Art. 10°, inciso 1º estabelece que a educação ambiental não
deve ser implantada como disciplina específica no currículo de ensino.
De forma a atender as especificidades da lei acima mencionada, todas
as disciplinas de Química do curso de Bacharelado em Química Tecnológica e
Industrial, serão desenvolvidas dentro do conceito de Química Verde. Para
tanto será sempre demonstrado o impacto de cada área no aspecto ambiental,
visando sempre a uma minimização do mesmo.

17

7. Perfil do Egresso
O Bacharel em Química Tecnológica e Industrial tem suas atribuições
definidas em lei (2.800/52) e reguladas na Instrução Normativa Nº 36
(25/04/74) do Conselho Federal de Química, que estabelece ao Bacharel em
Química além dessa atribuição em nível superior, as de Nº 1 a 13 da referida
Instrução Normativa (36/74), a saber:
1.

Direção, supervisão, programação, coordenação, orientação e
responsabilidade técnica no âmbito de suas atribuições respectivas;
2.
Assistência, assessoria, consultoria, elaboração de orçamentos,
divulgação e comercialização no âmbito das atribuições respectivas;
3.
Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento de serviços técnicos,
elaboração de pareceres, laudos e atestados, no âmbito das
atribuições respectivas;
4.
Desempenho de cargos e funções técnicas, no âmbito das atribuições
respectivas;
5.
Ensaios e pesquisas em geral. Pesquisas e desenvolvimento de
métodos e produtos;
6.
Análises química e físico-química, químico-biológica, bromatológica,
toxicológica, biotecnológica e legal, padronização e controle de
qualidade.
7.
Produção, tratamentos prévios e complementares de produtos e
resíduos.
8.
Operação e manutenção de equipamentos e instalações; execução
de trabalhos técnicos.
9.
Condução e controle de operações e processos industriais, de
trabalhos técnicos, reparos e manutenção.
10. Pesquisa e desenvolvimento de operações e processos industriais.
11. Estudo, elaboração e execução de projetos de processamento.
12. Estudo da viabilidade técnica e técnico-econômica no âmbito das
atribuições respectivas.
Além dos atributos técnicos deseja-se que o profissional formado tenha
uma visão humanística, ampla e cidadã de sua atividade profissional.

18

8. Metodologia do Curso
Exercício Profissional
A Lei Federal 2800, de 18/06/1956, regulamenta o exercício da
profissão. Os conteúdos básicos e específicos, abordados através de aulas
expositórias e práticas, bem como as atividades complementares asseguram a
competência do profissional para realizar análises e pesquisas químicas em
geral. O Decreto Federal no 085877, de 07/04/1981, regulamenta a
mencionada lei.
Integralização
Conforme a Resolução no 2, de 18 de junho de 2007, Inciso IV, para
graduar-se neste curso, o aluno deverá perfazer carga horária e total de
créditos descritos a seguir:
Bacharelado em Química Tecnológica e Industrial:
Equivale a 2650 horas de atividades supervisionadas (sendo 2430 horas
de disciplinas obrigatórias e 210 horas de disciplinas eletivas obrigatórias),
além de prever 195 horas de atividades complementares, 150 horas de estágio
curricular obrigatório e 60 horas de trabalho de conclusão do curso. Este
poderá ser integralizado em 09 semestres, conforme sugestão da unidade para
o cumprimento do currículo pleno, sendo 15 semestres o prazo máximo de
integralização.
Ao final do curso, o profissional formado deverá possuir habilidade e
competência para atuar nas áreas relacionadas à química tecnológica e
industrial, incluindo assim o parque tecnológico regional e brasileiro (pólos
farmoquímicos e agroquímicos), nas instituições públicas de ensino e pesquisa,
no comércio de equipamentos e insumos para indústrias e centros de pesquisa,
dentre outros.

19

9. Sistema de Avaliação do Curso
O colegiado ou o Núcleo Docente Estruturante realizam avaliações
sistemáticas, no intuito de analizar o curso, e adéqua-lo periodicamente quanto
às novas exigências. Este processo é realizado durante o período de aulas,
permitindo a participação de um grande número de alunos, uma vez que os
mesmos são dispensados oficialmente das aulas durante a Assembléia de
Avaliação.
Estas avaliações têm permitido um maior contato entre Coordenadoria
de Graduação e alunos, além de possibilitar importantes discussões, com a
participação dos docentes do Instituto e representantes da Comissão de
Graduação, quanto à reestruturação curricular, exigências do mercado de
trabalho e outras questões de relevância acadêmica.

20

10. Conteúdos e Matriz Curricular
Em atendimento ao Parecer CNE/CES no 329/2004, retificado pelo
Parecer CNE/CES n° 184/2006 que instituiu a carga horária mínima dos cursos
de graduação, bacharelados, na modalidade presencial, de 2400 (duas mil e
quatrocentas) horas, pode-se constatar que o Bacharelado em Química
Tecnológica e Industrial da Universidade Federal de Alagoas tem uma carga
horária total de 3045 horas, sendo 2640 horas relativas a disciplinas
obrigatórias fixas e 210 horas de disciplinas obrigatórias eletivas, 195 horas
distribuídas em atividades complementares, 60 horas para o Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) e mais 150 horas relativas ao Estágio
Supervisionado.
O limite máximo da carga horária semestral proposta para o curso de
Bacharelado em Química Tecnológica e Industrial é de 420 horas. Já o limite
mínimo equivale a 203 horas semestral. A duração mínima do curso está
prevista para 4,5 anos, permitindo que se estabeleça uma seriação ideal das
disciplinas com uma carga horária semanal máxima de 25 horas. Já o tempo
máximo de sua integralização está previsto para 7,5 anos, descontado o tempo
regimental de trancamento do curso.
A estrutura curricular é constituída por uma sequência de disciplinas e
atividades ordenadas por matrículas semestrais em uma seriação aconselhada.
O Currículo Pleno inclui as disciplinas que atendem às bases curriculares das
novas Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Química [CNE/CES
1.303/2001; 583/2001], complementado por outras disciplinas de caráter
obrigatório, que atendem às exigências de sua programação específica, às
características da Universidade e às necessidades individuais dos acadêmicos.
A matriz curricular é composta de três núcleos: formação básica, formação
específica e formação complementar. A formação básica refere-se aos
conteúdos essenciais, envolvendo teoria e laboratório, quando os alunos
trabalham em grupos pequenos ou individualmente. Dos conteúdos básicos
deverão fazer parte Matemática, Física e Química. A formação específica
refere- se aos conteúdos para o desenvolvimento de competências e
habilidades. A formação complementar refere- se a um leque abrangente de
conteúdos e atividades comuns a outros cursos para a escolha dos estudantes,
o que garante uma formação abrangente.
No projeto pedagógico são sugeridas disciplinas eletivas (ver item 17.2) que
permitem ao aluno do curso moldar sua formação e capacitação. Será
permitido ao aluno cursar disciplinas eletivas que não estão presentes no item
17.2. Esta solicitação será avaliada pelo coordenador do curso, que terá como
pontos de avaliação o perfil desejado pelo aluno e o disponibilidade de vagas.
Conteúdos básicos –
Compostos pelas seguintes disciplinas: Química Geral 1 e 2; Química
Experimental; Fundamentos de Matemática; Cálculo 1 e 2; Geometria
Analítica; Álgebra Linear; Física 1 e 2; Probabilidade e Estatística
totalizando 660 horas.
21

 Conteúdos específicos – A formação específica refere-se aos
conteúdos para o desenvolvimento de competências e habilidades,
compostos pelas seguintes disciplinas: Segurança em Laboratório;
Química Orgânica 1, 2 e 3; Laboratório de Química Orgânica 1 e 2;
Química Inorgânica 1 e 2; Laboratório de Química Inorgânica; Desenho
Técnico; Química Analítica 1 e 2; Laboratório de Química Analítica;
Química Analítica Instrumental 1 e 2; Bioquímica Geral; Laboratório de
Bioquímica; Físico-Química 1 e 2; Laboratório de Físico-Química;
Química Ambiental; Introdução à Química Industrial; Introdução à
Computação; Gestão Tecnológica; Tecnologia da Indústria Química 1, 2
e 3; Microbiologia Industrial; Fenômenos de Transporte; Águas de
Abastecimento e Industriais; Operações Unitárias; Ciência e Tecnologia
dos Materiais; Tratamento de Efluentes Domésticos e Industriais; Gestão
de Qualidade na Indústria Química; Química de Alimentos, totalizando
1770 horas.
 Atividades extraclasse: compreendem atividades acadêmicas e de
prática profissional alternativas, como a realização de estágios nãoobrigatórios, monitorias, programas de extensão, participação e
apresentação em congressos, dentre outras.

22

11. Estágio Supervisionado

Os Estágios Acadêmicos para alunos dos Cursos de Graduação da
UFAL estão sujeitos à regulamentação da UFAL sobre as regras para a
realização de estágios acadêmicos pelos alunos de Graduação. A autorização
e o acompanhamento dos estágios são de responsabilidade da Comissão de
Estágios do Instituto de Química e Biotecnologia.
Os estágios previstos neste projeto contemplam a definição constante
no parágrafo primeiro do Artigo 1° da Lei n°. 11.788, de 25 de setembro de
2008, que dispõe sobre os estágios de estudantes de instituições de educação
superior, da educação profissional e do ensino médio, inclusive nas
modalidades de educação de jovens e adultos e de educação especial, a
saber:
Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no
ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo
de educandos que estejam freqüentando o ensino regular, em
instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino
médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental,
na modalidade profissional da educação de jovens e adultos.
Para o Bacharelado em Química Tecnológica e Industrial, o Estágio é
obrigatório (150h, associado à disciplina Estágio Supervisionado) e deve ser
efetuado no final do curso. A validade do estágio está associada à empresa
(pública ou privada) onde ele será realizado, tendo como base as atribuições
das atividades que serão desenvolvidas pelo aluno. Assim, o tipo de estágio
desejado é aquele que proporcione ao aluno consolidar perfil profissional
adequado, conforme Instrução Normativa Nº 36 (25/04/74) do Conselho
Federal de Química, que estabelece ao Bacharel em Química além dessa
atribuição em nível superior, as de Nº 1 a 13 da referida Instrução Normativa
(36/74).
Além dos estágios obrigatório previsto, os alunos são encorajados a
realizarem estágios opcionais a partir do segundo ano letivo.

23

12. Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
A atividade de ensino Trabalho de Conclusão do curso de Química
Tecnológica e Industrial e, como tal, é uma atividade curricular obrigatória, não
constituindo uma disciplina e, portanto, não está vinculada ao calendário
acadêmico. Este deve estar vinculado à orientação de um professor da UFAL
ou de um agente externo tendo como co-orientador um professor da UFAL,
conforme estabelecido na Resolução Plenária IQB 01/2013, perfazendo uma
carga horária de de 60h (horas-relógio) ou 50 h (horas-aula).
Esta atividade de ensino tem como objetivo estimular o desenvolvimento
de projetos tecnológicos como etapa intermediária entre a atividade acadêmica
e profissional, proporcionando treinamento específico nos seguintes aspectos:
avaliação de oportunidades tecnológicas, procura de parcerias e estudo de
viabilidade técnica e econômica. Esta atividade deve propiciar ao aluno novos
conhecimentos em tecnologia química, desenvolvimento do senso de
oportunidade, da tomada de decisões e da responsabilidade profissional.
O programa da atividade de ensino consiste no desenvolvimento de uma
ideia, de forma individual ou em parceria com uma empresa ou um laboratório,
utilizando facilidades existentes na Universidade e/ou na infraestrutura da
empresa parceira. Assim, não há um programa definido para esta atividade,
estando seu desenvolvimento baseado na proposta do aluno e sua perspectiva
tecnológica, na avaliação do “estado da arte”, verificação de possibilidades e
de interesse de produção.
Quanto aos temas abordados no TCC deverão preferencialmente ser
direcionados para a área de formação dos alunos, que neste caso é a Pesquisa
Química.
São Normas Gerais para Elaboração do TCC:
1. Requisito obrigatório para integralizar o Curso de Química, em quaisquer
modalidades Licenciatura ou Bacharelado, o Trabalho de Conclusão de
Curso, TCC, tem como objetivo orientar o graduando em Química na
redação de uma monografia, onde devem ser valorizadas dentre outras
habilidades, redação, encadeamento de ideias e leitura de textos em
outro idioma.
2. Deverão exigir do aluno demonstração de sua capacidade criativa e
habilidade na aplicação de conhecimentos químicos ou áreas afins;
3. Caberá ao aluno escolher, em comum acordo com seu Orientador, o
tema do seu TCC.
4. Poderá ser Orientador um Docente do Curso de Química da UFAL,
podendo ter contribuição de um Coorientador;
5. A Coordenação do Curso de Química divulgará uma lista com os
Docentes do Instituto de Química interessados em orientar;
6. A orientação de um TCC por um professor externo ao curso de Química
da UFAL será permitida desde que desenvolva atividades relacionadas
com os domínios de conhecimento envolvidos no tema;
7. Os orientadores deverão, obrigatoriamente, ter domínio do tema bem
como disponibilidade de tempo para o exercício de Orientação.
8. Cada aluno deverá elaborar junto com seu orientador uma proposta de
Plano de Trabalho que contenha os objetivos, as etapas a serem
cumpridas (cronograma) e a bibliografia a ser consultada.

24

9. A proposta do Plano de Trabalho deverá ser apresentada ao Colegiado
do Curso de Química no prazo máximo de 45 (quarenta e cinco) dias
após a matrícula, podendo ser entregue no ato da matrícula;
10. O Colegiado se reunirá para aprovar ou não o Plano de Trabalho,
podendo ouvir o Orientador e fazer sugestões.
11. O TCC será apresentado pelo aluno em forma de defesa pública, na
presença de uma banca examinadora que julgará e emitirá nota sobre o
mesmo;
12. O conteúdo do trabalho final deverá ser escrito na forma de um editor de
texto (Word, Scientific WordPlace, WinEdt, etc) obedecendo ao modelo
de padrão para elaboração de teses e afins;
13. O aluno deverá entregar um resumo do TCC ao Colegiado do Curso de
Química, junto com um requerimento do Orientador contendo a data da
defesa, no mínimo 15 (quinze) dias antes da data pretendida para a
exposição; o Orientador poderá neste requerimento indicar os membros
da banca Examinadora que será designada pelo Colegiado do Curso;
14. A banca Examinadora será constituída pelo menos por 3 (três) titulares,
onde um deles é o Orientador e um (1) suplente;
15. No prazo máximo de 15 (quinze) dias o aluno deverá entregar uma cópia
do trabalho com as devidas correções à Coordenação do Curso, cópia
esta que será colocada na biblioteca setorial para eventuais consultas.
As seguintes questões mínimas devem ser tomadas como parâmetro
para o desenvolvimento da monografia de TCC:
 Qual o estado da arte neste campo da tecnologia?
 Quem detém o conhecimento desta tecnologia (empresa, país, grupo de
pesquisa...)?
 Quais tecnologias de produção estão instaladas?
 Quais estão sendo abandonadas? Por quê?
 Quais as tendências (novos sistemas) na literatura científica?
 O que existe de novas patentes?
 Quais são os fatores mais importantes (custo, propriedades do material,
ambiente, etc) no desenvolvimento de novas tecnologias?
 Qual tua prioridade nestes fatores?
 Por que escolher esse sistema?
 O que ele pode produzir de inovador?
 No caso de teres resultados: Foram bons? Ruins? Por quê? Abandona o
sistema? Continua investigando?
 Outros aspectos relevantes (custos, viabilidade econômica, mercado)...
Após a conclusão do TCC, o aluno deve elaborar uma monografia,
constando de: Apresentação; Histórico ou “Estado da Arte”; Situação atual;
Objetivos; Proposta tecnológica; Metodologia; Resultados e Discussão;
Conclusão crítica; Bibliografia; Documentação (ex: patentes).
Além da entrega da monografia, o aluno deve fazer uma apresentação
oral de seu projeto, a qual será avaliada por uma comissão composta pelo seu
orientador e dois professores da UFAL ou um professor da UFAL e um membro
externo (previamente aprovado pelo colegiado do curso) com reconhecido
saber na área de estudo apresentada pelo aluno.
25

13. Atividades Complementares
As atividades complementares, de livre escolha do aluno, tais como:
participação em congressos, monitorias, programas de extensão, mini-cursos,
seminários, palestras, estágio curricular não obrigatório, dentre outras, serão
regulamentadas em acordo com a regulamentação geral da UFAL, e totalizam
195 horas (horas-relógio). A carga horária computada para cada atividade
complementar escolhida pelo aluno está discriminada a seguir:
ATIVIDADE

CARGA HORÁRIA (horas)

Programação de recepção dos
ingressantes

5 (por curso e por entrada)

Expo-Química – exposição dos
laboratórios para as escolas públicas.

10

Semana da Química

25

Introdução ao Sistema de Informática
das Bibliotecas da UFAL

5

Participação em eventos científicos
com ou sem apresentação de
trabalhos

10 (para cada evento, com
apresentação de trabalho, até um
máximo de 40 pontos);
5 (para cada evento, sem
apresentação de trabalho, até um
máximo de 40 pontos)

Participação em Projetos e Ações de
Extensão

10

Ações de caráter cultural ou
comunitário

30

Iniciação científica

60

Curso (Línguas, informática, etc)

5 (para cada curso, máximo de 20)

Monitorias

35

Estágios Voluntários Supervisionados
em Indústria Química

60

26

14. Colegiado do Curso
O Colegiado do Curso de Química Tecnológica e Industrial, bem como
suas atribuições estão de acordo com o regimento interno do Instituto de
Química e Biotecnologia, nos termos dos Artigos n. 25 e 26 do Regimento
Geral da Universidade Federal de Alagoas. O Colegiado é composto por 05
(cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos suplentes,
que estejam no exercício da docência, eleitos em Consulta efetivada com a
comunidade acadêmica, para cumprirem mandato de 02 (dois) anos; 01 (um)
representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente, escolhido em
processo organizado pelo respectivo Centro ou Diretório Acadêmico, para
cumprir mandato de 01 (um) ano, admitida uma única recondução; 01 (um)
representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo suplente,
escolhidos dentre os Técnicos da unidade acadêmica, eleito pelos seus pares,
para cumprir mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução; 01
(um) Coordenador e seu Suplente, escolhidos pelos seus membros dentre os
docentes que o integram.
São atribuições do colegiado:
 Coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto
Pedagógico do Curso, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais,
no perfil do profissional desejado, nas características e necessidades da
área de conhecimento, do mercado de trabalho e da sociedade;
 Coordenar o processo de ensino e de aprendizagem, promovendo a
integração docente-discente, a interdisciplinaridade e a compatibilização
da ação docente com os planos de ensino, com vistas à formação
profissional planejada;
 Coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos resultados
obtidos, executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as
alterações que se fizerem necessárias.
As reuniões periódicas do Colegiado do Curso são realizadas de acordo
com a necessidade de discussão e tomadas de decisões inerentes ao processo
de ensino, modificações no Projeto Pedagógico do Curso e do processo de
avaliação. O registro das reuniões é realizado através de atas devidamente
assinadas por todos os participantes das mesmas, e as decisões
encaminhadas para a reunião do conselho do Instituto de Química e
Biotecnologia – IQB/UFAL.

27

15. Núcleo Docente Estruturante
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Química Tecnológica
e Industrial é estruturado conforme Resolução interna do Instituto de Química e
Biotecnologia, e resolução CONAES n. 01 de 17 de junho de 2010, atuando no
processo de concepção, consolidação e contínua atualização do projeto
pedagógico do curso.
O NDE é constituído por cinco membros do corpo docente do Instituto de
Química e Biotecnologia, sendo, pelo menos, três membros pertencentes ao
respectivo colegiado do curso de Química Tecnológica e Industrial.
São atribuições do NDE:
 Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
 Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes
atividades de ensino constantes no currículo;
 Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e
extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do
mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à
área de conhecimento do curso;
 Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os
cursos de graduação.

28

16. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
A avaliação do rendimento escolar realizada pelos docentes do curso de
Química tecnológica e Industrial é baseada nos instrumentos avaliativos
descritos no Estatuto e Regimento Interno da Universidade federal de Alagoas,
conforme Resolução nº 25/2005-CEPE de 26 de outubro de 2005 e Portaria n°
4.067, de 29 de dezembro de 2003, capitulo III, Art. 35.
Para cada disciplina em que esteja matriculado no semestre, o discente
realiza duas Avaliações Bimestrais (AB1 e AB2). A Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais será a média aritmética, apurada até centésimos, das
notas obtidas nas 02 (duas) Avaliações Bimestrais. O discente que alcançar
Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou superior a 7,00 (sete) será
considerado aprovado. O discente cuja Nota Final (NF) for inferior a 5,00
(cinco) será automaticamente reprovado.
Atividades realizadas pelos discentes, como apresentação de
seminários, atividades extraclasse e participação na discussão do conteúdo
ministrado em sala de aula, dentre outras, poderão ser utilizadas pelos
docentes como instrumentos parciais de avaliação para as notas finais das
Avaliações Bimestrais (AB1 e AB2).
O discente que alcançar nota inferior a 7,00 (sete), em uma das duas
avaliações Bimestrais (AB), terá direito, no final do semestre letivo, a ser
reavaliado naquela em que obteve a menor pontuação, prevalecendo, neste
caso, a maior nota.
Após às reavaliações, o discente que obtiver a Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais igual ou superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete),
terá direito a prestar a Prova Final (PF), a qual versará sobre todo o conteúdo
da disciplina ministrada e será realizada no término do semestre letivo,
conforme o Calendário Acadêmico da UFAL.
Será considerado aprovado com avaliação final, após a realização da
Prova Final (PF), em cada disciplina, o discente que alcançar média final igual
ou superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco décimos). O cálculo para a obtenção da
média final é a média ponderada da Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais,
com peso 6 (seis) e da nota da Prova Final (PF), com peso 4 (quatro).
A avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é realizada
através de 01 (uma) única nota, dada após a entrega do trabalho definitivo,
sendo considerada a nota mínima 7,0 (sete).

29

17. Disciplinas
Curso de Bacharelado em Química da Universidade Federal de Alagoas no
regime seriado semestral
– Currículo 2011
Componentes curriculares Carga Horária
Carga horária total: 3045 h
Disciplinas obrigatórias : 2640 h
Disciplinas fixas: 2430 h
Disciplinas eletivas: 210 h
Trabalho de Conclusão de Curso: 60 h
Estágio Supervisionado: 150 h
Atividades Complementares (AC): 195 h

17.1. Quadro de Disciplinas por Semestre do Curso de Bacharelado em
Química Tecnológica e Industrial
Código

Cred.

CH

4
4
4
2
2
2
18

60
60
60
30
30
30
270

QUIT01
QUIT02
QUIT03
QUIT04
QUIT05
QUIT06

Primeiro Semestre
QUÍMICA GERAL 1
QUÍMICA EXPERIMENTAL
FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA
INTRODUÇÃO À QUÍMICA INDUSTRIAL
SEGURANÇA EM LABORATÓRIO
INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO
Parcial no semestre

QUIT07
QUIT08
QUIT09
QUIT10
QUIT11
QUIT12

Segundo Semestre
QUÍMICA GERAL 2
CÁLCULO 1
GEOMETRIA ANALÍTICA
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
GESTÃO TECNOLÓGICA
DESENHO TÉCNICO
Parcial no semestre

4
4
4
4
2
2
20

60
60
60
60
30
30
300

QUIT13
QUIT14
QUIT16
QUIT17
QUIT18

Terceiro Semestre
FÍSICA 1 (mecânica clássica)
CÁLCULO 2
QUÍMICA ORGÂNICA 1
LABORATÓRIO DE QUÍMICA ORGÂNICA 1
QUÍMICA INORGÂNICA 1
Parcial no semestre

4
4
4
4
4
20

60
60
60
60
60
300
30

QUIT15
QUIT19
QUIT20
QUIT21

Quarto Semestre ÁLGEBRA LINEAR
QUÍMICA ORGÂNICA 2
LABORATÓRIO DE QUÍMICA ORGANICA 2
BIOQUÍMICA GERAL
Parcial no semestre

4
4
4
6
18

60
60
60
90
270

QUIT23
QUIT24
QUIT25
QUIT26
QUIT27

Quinto Semestre
QUÍMICA INORGANICA 2
LABORATÓRIO DE BIOQUÍMICA
QUÍMICA ORGANICA 3
QUÍMICA ANALÍTICA 1
FÍSICA 2 (eletromagnetismo)
Parcial no semestre

4
4
4
4
4
20

60
60
60
60
60
300

QUIT28
QUIT29
QUIT30
QUIT31
QUIT32
QUIT33

Sexto Semestre
LABORATÓRIO DE QUIMICA INORGÂNICA
FÍSICO QUÍMICA 1
QUÍMICA AMBIENTAL
QUÍMICA ANALÍTICA 2
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
MICROBIOLOGIA INDUSTRIAL
Parcial no semestre

4
4
2
4
4
2
20

60
60
30
60
60
30
300

2

30

4
4

60
60

6
4
20

90
60
300

2

30

4

60

4

60

4
2
4
20

60
30
60
300

2
2

30
30

QUIT34
QUIT35
QUIT36
QUIT37
QUIT38

QUIT39
QUIT40
QUIT41
QUIT42
QUIT43
QUIT44

Sétimo Semestre
TECNOLOGIA DA INDÚSTRIA QUÍMICA 1
(inorgânica)
FÍSICO-QUÍMICA 2
QUÍMICA ANALÍTICA INSTRUMENTAL 1
(espectroscopia atômica)
OPERAÇÕES UNITÁRIAS
LABORATÓRIO DE QUÍMICA ANALÍTICA
Parcial no semestre
Oitavo Semestre
TECNOLOGIA DA INDÚSTRIA QUÍMICA 2
(orgânica)
QUÍMICA ANALÍTICA INSTRUMENTAL 2
(cromatografia e outras técnicas)
TECNOLOGIA DA INDÚSTRIA QUÍMICA 3
(açúcar e álcool)
CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS
TRAT. DE EFLUENTES DOM. E IND.
LABORATÓRIO DE FISICO-QUIMICA
Parcial no semestre

QUIT45
QUIT46

Nono Semestre
ÁGUAS DE ABASTECIMENTO E INDUSTRIAIS
GESTÃO DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA

31

QUIT47
QUIT48
QUIT49
QUIT50
QUIT22

QUÍMICA
QUIMICA DE ALIMENTOS
DISCIPLINA ELETIVA
DISCIPLINA ELETIVA
DISCIPLINA ELETIVA
DISCIPLINA ELETIVA

QUIT51
QUIT52

ESTAGIO SUPERVISIONADO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC

10*
4

150*
60

Carga horária de disciplinas OBRIGATÓRIAS
FIXAS

162

2430

Carga horária de disciplinas OBRIGATÓRIAS
ELETIVAS

14

210

Carga horária de disciplinas TOTAL (sem contar
Estágio, TCC e AC)

176

2640

Carga horária de disciplinas TOTAL (sem contar
AC)

190

2850

Carga horária TOTAL do curso (disciplinas +
Estágio + TCC + AC)

203

3045

2
4
4
4
2
Parcial no semestre 20

30
60
60
60
30
300

Obs: 1 crédito equivale a 15 h no semestre.
17.2. Disciplinas Eletivas
ADMINITRAÇÃO
BIOQUÍMICA DE NUTRIÇÃO ANIMAL
BIOQUÍMICA, FISIOLOGIA E ECOLOGIA DE MICROORGANISMOS
BIOTECNOLOGIA
CÁLCULO 3
CÁLCULO 4
ECONOMIA
EMPREENDEDORISMO
ESPECTROSCOPIA MOLECULAR ORGÂNICA
ÉTICA E LEGISLAÇÃO
FENÔMENOS DE TRANSPORTE 2
GEOLOGIA
GEOLOGIA DO PETRÓLEO
GESTÃO AMBIENTAL
32

HISTÓRIA AFROBRASILEIRA E AFRICANA
IMPACTOS AMBIENTAIS IND. PETRÓLEO
INGLÊS INSTRUMENTAL 1
INGLÊS INSTRUMENTAL 2
INTRODUÇÃO À QUÍMICA QUÂNTICA
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO EM LÍNGUA PORTUGUESA
LIBRAS
METODOLOGIA CIENTÍFICA
MÉTODOS DE ISOLAMENTO E PURIFICAÇÃO DE COMPOSTOS
ORGÂNICOS
PROCESSOS CATALÍTICOS NA INDÚSTRIA QUÍMICA
PURIFICAÇÃO DE PROTEÍNAS
QUÍMICA DE POLÍMEROS
QUÍMICA DO PETRÓLEO
QUÍMICA ORGÂNICA 4
TECNOLOGIA REFINO E PROCESSAMENTO GÁS
17.3. Perfil de Formação

Carga horária cumulativa do curso
3500

Carga horária

3000
2500
2000
1500
1000
500
0

33

Carga horária percentual do curso
Carga horária de
Estágio
Supervisionado
5%
Carga horária de
disciplinas
obrigatórias
Eletivas
7%

Carga horária de AACC
6%
TCC
2%

Carga horária de
disciplinas
obrigatórias Fixas
80%

34

18. Referências

1. UFAL, Resolução 16/CCEP de 1974
2. UFAL, Resolução 05/CEPE de 1988
3. Resolução Normativa nº 36 de 25/04/1974, do Conselho Federal de
Química
4. Resolução CNS/CES Nº 1.303 de 06 de novembro de 2001, do
Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Superior
5. MEC-CNE/CP, Parecer nº 1.303 de 06 de novembro de 2001. Diretrizes
Curriculares Nacionais para os Cursos de Química.
6. MEC-CNE/CP, Parecer nº 583 de 2001. Diretrizes Curriculares
Nacionais para os Cursos de Química.
7. Lei 2.800/52 e reguladas na Instrução Normativa Nº 36 (25/04/74) do
Conselho Federal de Química;
8. BRASIL, Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB, nº 9.394 de 20
de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e base da educação
nacional
9. BRASIL, Ministério da Educação – MEC, Secretaria de Educação Média
e Tecnológica – Semtec. Parâmetros Curriculares Nacionais para o
Ensino Médio. Brasília: MEC/Semtec, 1999.
10. MEC-CNE/ CES Parecer No 8/2007 : Dispõe sobre carga horária mínima
e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de
graduação, bacharelados, na modalidade presencial.
11. Projeto Pedagógico dos Cursos de Química da UNICAMP
12. Projeto Pedagógico do Curso de Químico Industrial da UFRGS

35

EMENTÁRIO
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
Código
QUIT01
QUIT02
QUIT03
QUIT04
QUIT05
QUIT06

Primeiro Semestre QUÍMICA GERAL 1
QUÍMICA EXPERIMENTAL
FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA
INTRODUÇÃO À QUÍMICA INDUSTRIAL
SEGURANÇA EM LABORATÓRIO
INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO

Cred.
4
4
4
2
2
2
18

CH
60
60
60
30
30
30
270

Química Geral 1 – QUIT01
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: *****
EMENTA: Estrutura atômica. Classificação periódica dos elementos. Ligações
químicas. Estequiometria. Gases. Soluções.
Bibliografia Básica:
1- KOTZ, J. C.; TREICHEL, P. M.; WEAVER, G. C.; Química Geral e reações
químicas. Ed. 6,Volumes 1 e 2, CENGAGE Learning, Ano 2010.
2- BRADY, J. E; HUMISTON, G. E. Química Geral. Volumes 1 e 2, Rio de
Janeiro : LTC, 1996.
3- ATKINS, P.; JONES, L... Princípios de Química: questionando a vida
moderna e o meio ambiente, Ed.5. Bookman, 2011.
4- BROWN, T.; LEMAY JR., H.E.; BURSTEN, B.: Química: a ciência central, Ed. 9,
Pearson Prentice Hall, Ano 2005.
Bibliografia Complementar:
1- RUSSELL, J. W., BROTTO, M. E. Química Geral. Ed. 2, Volumes 1 e 2,
Makron Books, Ano 1994.
2- MAHAN, B. M.; MYERS, R. J. Química - Um Curso Universitário. Ed. 4, Edgard
Blücher, Ano 1995.
3- CHANG, R., Química geral: conceitos essenciais, Ed. 4, McGraw-Hill, Ano
2006.
4- RUIZ, G. A., GUERRERO, C. J. A., Química, Ed. 1, Prentice-Hall, Ano 2002.
5- MAIA, D. J., BIANCHI, J. C. A., Química geral: fundamentos, Ed.1, Pearson
Prentice Hall, Ano 2007.
Química Experimental – QUIT02
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: *****
EMENTA: Normas de segurança em laboratório de química. Técnicas básicas
em laboratório de química. Literatura química. Química computacional.
Substâncias puras e misturas. Separação de misturas. Purificação de
substâncias químicas. Solubilidade. Soluções. Estequiometria. Termoquímica.
Cinética química. Indicadores ácido-base. Titulometria. Equilíbrio químico.
Bibliografia Básica:
1- KOTZ, J. C.; TREICHEL, P. M.; WEAVER, G. C.; Química Geral e reações
químicas. Ed. 6,Volumes 1 e 2, CENGAGE Learning, Ano 2010.
36

2- BRADY, J. E; HUMISTON, G. E. Química Geral. Volumes 1 e 2, Rio de
Janeiro : LTC, 1996.
3- ATKINS, P.; JONES, L... Princípios de Química: questionando a vida
moderna e o meio ambiente, Ed.5. Bookman, 2011.
4- BROWN, T.; LEMAY JR., H.E.; BURSTEN, B.: Química: a ciência central, Ed. 9,
Pearson Prentice Hall, Ano 2005.
5- Roteiros de prática.
Bibliografia Complementar:
1- RUSSELL, J. W., BROTTO, M. E. Química Geral. Ed. 2, Volumes 1 e 2,
Makron Books, Ano 1994.
2- MAHAN, B. M.; MYERS, R. J. Química - Um Curso Universitário. Ed. 4, Edgard
Blücher, Ano 1995.
3- CHANG, R., Química geral: conceitos essenciais, Ed. 4, McGraw-Hill, Ano
2006.
4- RUIZ, G. A., GUERRERO, C. J. A., Química, Ed. 1, Prentice-Hall, Ano 2002.
5- MAIA, D. J., BIANCHI, J. C. A., Química geral: fundamentos, Ed.1, Pearson
Prentice Hall, Ano 2007.
Fundamentos de Matemática – QUIT03
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: *****
EMENTA: Revisão e discussão dos principais tópicos de matemática elementar
com a finalidade de preparar o aluno calouro para a sistemática de ensino e
aprendizagem de matemática em nível superior. Números reais e operações
elementares, conjuntos numéricos, intervalos, funções: conceituação, zeros,
gráficos e monotonicidade. Funções elementares: linear, afim, quadrática e
modular. Funções diretas e inversas. Funções exponenciais e logarítmicas.
Noção intuitiva de Limites e Derivadas.
Bibliografia Básica:
1- DOLCE, O., POMPEU, J. N., Fundamentos de matemática elementar, Ed.6,
Atual, Ano 2005.
2- IEZZI, G., Fundamentos de matemática elementar, Ed. 7, Atual, Ano 2004.
3- IEZZI, G., DOLCE, O., MURAKAMI, C., Fundamentos de matemática
elementar, Ed. 9, Atual, Ano 2004.
Bibliografia Complementar:
1- IEZZI, G., HAZZAN, S.Fundamentos de matemática elementar, Ed. 7, Atual,
Ano 2004.
2- IEZZI, G.; MURAKAMI, C., MACHADO, N. J., Fundamentos de Matemática
Elementar, Ed.6, Atual.2005.
3- IEZZI, G., Fundamentos de Matemática Elementar, Ed.8, Atual.2004.
4- IEZZI, G., HAZZAN, S.Fundamentos de matemática elementar, Ed. 7, Atual,
Ano 2004.
Introdução a Química Industrial – QUIT04
Carga Horária: 2 horas semanais – 30 horas
Pré-requisito: *****
EMENTA: Organização curricular dos cursos de Química da UFAL. Atividades
de ensino e pesquisa desenvolvidas nos Laboratórios ligados ao Instituto de
Química e Biotecnologia da UFAL. Áreas de atuação dos químicos. Atribuições

37

profissionais dos químicos. Palestras de docentes e profissionais convidados
sobre temas relacionados ao exercício da profissão.
Bibliografia Básica:
1- www sbq.org.br
2- www.cfq.org.br/legislacao.html
3- WONGTSCHOWSKI, P., Industria química: riscos e oportunidades, Ed. 2,
Edgard Blucher, Ano 2002.
Bibliografia Complementar:
1- LUSTOSA, M.C.J., O pólo cloroquímico de Alagoas, Ed. 7, EDUFAL, Ano
1997.
2- SINNOTT, R. K., COULSON, J.M., Tecnologia química, Calouste
Gulbenkian, Ano 1989.
3- COULSON, J.M., RICHARDSON, J.F., Tecnologia química, Ed. 4, Calouste
Gulbenkian, Ano 2004.
4- Centro de Pesquisas e Desenvolvimento, Manual econômico da industria
quimica, MEIQ, Ed. 6, CEPED, Ano 1998.
5- Artigos relativos à indústria Química e/ou relacionada à Química Verde.
Segurança em Laboratório – QUIT05
Carga Horária: 2 horas semanais – 30 horas
Pré-requisito: *****
EMENTA: Segurança em laboratório químico. Identificação e uso de
equipamentos de segurança. Treinamento para atendimento de situações de
emergência. Técnicas de primeiros socorros. Legislação sobre segurança no
trabalho. Manuseio de substâncias químicas. Armazenagem e descarte de
resíduos de laboratórios. Contaminação química. Classificação de venenos
químicos. Vias de acesso e eliminação. Principais tipos de lesões.
Sintomatologia de intoxicação.
Bibliografia Básica:
1- Legislação sobre segurança no trabalho.
2- Cienfuegos, F. Segurança no laboratório. Ed. 1º, Interciência, Ano 2001.
3- Ferraz, F. C. Técnicas de Segurança em Laboratórios - Regras e Práticas.
Ed. 1, Hemus, Ano 2004.
Bibliografia Complementar:
1- MANAHAN, S.E., Hazardous Waste Chemistry, Toxicology, and Treatment,
Ed. 1, Lewis Plublishers, Ano 1990.
2- MORITA, T., ASSUMPÇÃO, R.M.V., Manual de soluções, reagentes e
solventes: padronização, preparação, purificação, indicadores de segurança
descarte de produtos químico, Edgar Blucher, Ed. 2, Ano 2007.
3- HANDBOOK of chemical health and safety, Ed.1, Oxford, Ano 2001.
4- Manuais de primeiros socorros nos acidentes de trabalho.
Introdução à Computação – QUIT06
Carga Horária: 2 horas semanais – 30 horas
Pré-requisito: *****
EMENTA: Resumo Histórico. Organização de um Computador. Algoritmo
Estruturado. Linguagem de Programação. Utilização do Sistema Operacional
Windows (Word, Excel, Power Point, bloco de notas etc.).

38

Bibliografia Básica:
1- FEDELI, R.D., POLLONI, E.G.F., PERES, F.E., Introdução à ciência da
computação. Ed. 2. Pioneira Thomson Learning, Ano 2010.
2- Manual de utilização do sistema operacional Windows.
3- PRICE, A.M.A., TOSCANI, S.S., Implementação de linguagens de
Programação: compiladores. Ed. 3, Bookman, Ano 2008.
Bibliografia Complementar:
1- XAVIER, G.F.C., Lógica de Programação. Ed 11. SENAC Ano 2007.
2- CAPRON, H. L. Introdução à informática. Ed. 8, Pearson Prentice Hall, Ano
2004.
3- NORTON, P., Introdução a informática, Makron Books, Ano 1997.
Código
QUIT07
QUIT08
QUIT09
QUIT10
QUIT11
QUIT12

Segundo Semestre
QUÍMICA GERAL 2
CÁLCULO 1
GEOMETRIA ANALÍTICA
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
GESTÃO TECNOLÓGICA
DESENHO TÉCNICO

Cred.
4
4
4
4
2
2
20

CH
60
60
60
60
30
30
300

Química Geral 2 – QUIT07
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Química Geral 1
EMENTA: Termoquímica. Cinética Química. Equilíbrio Químico. Equilíbrio
ácido-base em solução aquosa. Solubilidade e equilíbrio de íons complexos.
Eletroquímica.
Bibliografia Básica:
1- KOTZ, J. C.; TREICHEL, P. M.; WEAVER, G. C.; Química Geral e reações
químicas. Ed. 6,Volumes 1 e 2, CENGAGE Learning, Ano 2010.
2- BRADY, J. E; HUMISTON, G. E. Química Geral. Volumes 1 e 2, Rio de
Janeiro : LTC, 1996.
3- ATKINS, P.; JONES, L... Princípios de Química: questionando a vida
moderna e o meio ambiente, Ed.5. Bookman, 2011.
4- BROWN, T.; LEMAY JR., H.E.; BURSTEN, B.: Química: a ciência central, Ed. 9,
Pearson Prentice Hall, Ano 2005.
Bibliografia Complementar:
1- RUSSELL, J. W., BROTTO, M. E. Química Geral. Ed. 2, Volumes 1 e 2,
Makron Books, Ano 1994.
2- MAHAN, B. M.; MYERS, R. J. Química - Um Curso Universitário. Ed. 4, Edgard
Blücher, Ano 1995.
3- CHANG, R., Química geral: conceitos essenciais, Ed. 4, McGraw-Hill, Ano
2006.
4- RUIZ, G. A., GUERRERO, C. J. A., Química, Ed. 1, Prentice-Hall, Ano 2002.
5- MAIA, D. J., BIANCHI, J. C. A., Química geral: fundamentos, Ed.1, Pearson
Prentice Hall, Ano 2007.
Cálculo 1 – QUIT08
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Fundamentos de Matemática
39

EMENTA: Limites de funções e de seqüências: conceituação intuitiva. Noção
elementar de limites através de epsilons e deltas. Continuidade de funções
reais de uma variável. Derivadas e aplicações. Máximos e mínimos. Fórmula
de Taylor e aproximação de funções. Métodos de Newton para o cálculo de
raízes e de máximos e mínimos.
Bibliografia Básica:
1. ÁVILA, G., Cálculo 1: Funções de uma Variável, Ed. 7, LTC, 2003.
2. GUIDORIZZI, H. L., Um curso de cálculo, Ed. 5, LTC, 2001.
3. STEWART, J. Cálculo, Volume l, James, Ed. 6ª, CENGAGE, 2008.
Bibliografia Complementar:
1. LEITHOLD, L., O cálculo com geometria analítica, Ed. 3, Harbra, 1994.
2. SWOKOWSKI, E.W., Cálculo com Geometria Analítica, Ed. 2, Makron
Books, 1995.
3. SIMMONS, G. F., Cálculo com geometria analítica, Pearson Makron Books,
1987.
4. HOFFMANN, L. D., Cálculo: um curso moderno e suas aplicações, Ed. 9,
LTC, 2002.
5. BUSSAB, W. de O., HAZZAN, S., Cálculo: funções de uma e várias
variáveis, Ed. 2, Saraiva, 2010.
6. BOULOS, P., Cálculo diferencial e integral, Pearson Makron Books, 1999.
Geometria Analítica – QUIT09
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Fundamentos de Matemática
EMENTA: Noções sobre matrizes e sistemas lineares. Vetores. Produtos:
escalar, vetorial e misto. Retas e planos. Geometrias cônicas, quádricas e
superfícies.
Bibliografia Básica:
1. BOULOS, P., CAMARGO, I. de., Geometria analítica: um tratamento vetorial,
Ed.3, McGraw-Hill, 2005
2. REIS, G. L. dos, SILVA, V. V. da, Geometria analítica, Ed. 2, LTC, 1996.
3. STEINBRUCH, A., WINTERLE, P., Geometria analítica, Makron Books,
1987.
Bibliografia Complementar:
1. SWOKOWSKI, E.W. Cálculo com Geometria Analítica , São Paulo: Editora
Makron Books, 1986
2. WINTERLE, P., Vetores e geometria analítica, Makron Books, 2000.
3. SEBASTIANI, M., Introdução a geometria analítica complexa, Ed. 2, IMPA,
2010.
4. CONDE, A., Geometria analítica, Atlas, 2004.
5. LIMA, E.L., CARVALHO, P.C.P., Coordenadas no plano com as soluções
dos exercício: geometria analítica, vetores e transformações geométricas, Ed.
4, SBM, 2002.
6. MURDOCH, D.C., Geometria analítica: com uma introdução ao cálculo
vetorial e matrizes, Ed. 2, LTC,1980.
7. LEITHOLD, L., O cálculo com geometria analítica, Ed. 3, Harbra, 1994.
Probabilidade e Estatística – QUIT10
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Fundamentos de Matemática
40

EMENTA: Estatística descritiva. Cálculo das probabilidades. Variáveis
aleatórias discretas e contínuas. Função de probabilidade. Esperança
matemática. Variância. Modelos probabilísticos. Teorema do Limite Central.
Noções de Amostragem. Estimação de parâmetros. Intervalos de confiança e
testes de hipóteses e teste de aderência. Análise de regressão e correlação.
Bibliografia Básica:
1. MORETTIN, L. G., BUSSAB, W. de O., Estatística básica, Ed. 6, Makron
Books, 2010.
2. MARTINS, G. de A., DONAIRE, D., Princípios de estatística, Ed. 4, Atlas,
1990.
3. COSTA NETO, P. L. de O., Estatística, Ed. 2, Edgar Blücher, 2002.
4. LARSON, R., FARBER, B., Estatística aplicada, Ed. 2, Prentice hall, 2004.
Bibliografia Complementar:
1. SPIEGEL, M. R., Estatística, Ed. 3, Makron Books, 1994.
2. MONTGOMERY, D. C., Estatística aplicada e probabilidade para
engenheiros, Ed. 5, LTC, 2012.
3. TRIOLA, M. F., Introdução à estatística, Ed. 10, LTC, 2008.
4. FARIAS, A. A. de, CÉSAR, C. C., SOARES, J. F., Introdução à estatística,
Ed. 2, LTC, 2003.
5. FONSECA, J. S. da, MARTINS, G. de A., TOLEDO, G. L., Ed. 2, Atlas, 1985.
6. MEYER, P. L., Probabilidade: aplicações à estatística, Ed. 2, LTC, 1983.
7. BRAUMANN, P. B. T., Teoria da medida e da probabilidade, Calouste
Gulbenkian, 1987.
Gestão Tecnológica – QUIT11
Carga Horária: 2 horas semanais – 30 horas
Pré-requisito: *****
EMENTA: O cenário econômico internacional e a importância da atualização
tecnológica. Avaliação de tecnologias. Planejamento e implantação de novas
tecnologias. Mudanças nos sistemas produtivos e mudanças culturais.
Inovação tecnológica e competitividade empresarial. Avaliação de impactos e
riscos tecnológicos.
Bibliografia Básica:
1. GESTÃO de operações: a engenharia de produção a serviço da
modernização da empresa, Ed. 3, Blücher, 2010.
administração, Ed.2, Saraiva, 2008.
2. MENEZES, L.C. de M., Gestão de projetos Ed. 3. Ed, Atlas, 2009.
3. ABRANTES, J., Gestão da qualidade, Interciência, 2009.
4. CORAL, E.O., GLIARI, A., ABREU, A.F. de, DIAS, A., Gestão integrada da
inovação: estratégia, organização e desenvolvimento de produtos, Atlas, 2008.
Bibliografia Complementar:
1. RUAS, R.L., ANTONELLO, C.S., BOFF, L. H., Os novos horizontes da
gestão: aprendizagem organizacional e competências, Bookman, 2005.
2. SOUZA NETO, J.A., BAIARDI, A., ALBUQUERQUE, L.C. de. Gestão da
inovação tecnológica, Paralelo 15, 2006.
3. TIGRE, B., Gestão da inovação: a economia da tecnologia no Brasi, Elsevier,
2006.
4. STAREC, C., GOMES, E., BEZERRA, J., Gestão estratégica da informação
e inteligência competitiva, Saraiva, 2006.

41

5. SORDI, J.O. de. Gestão por processos: uma abordagem da moderna, Ed. 2,
Saraiva, 2008.
6. COUTINHO, A.R., KALLÁS, D., Gestão da estratégia: experiências e lições
de empresas brasileiras, Ed. 5., Elsevier, 2005.
7. BIAGIO, L.A., Incubadoras de empreendimentos orientados para o
desenvolvimento local e setorial: planejamento e gestão, ANPROTEC:
SEBRAE, 2006.
8. ALVES, L. de A., Tecnologia química: numa perspectiva industrial de gastar
dinheiro sem perder dinheiro, Calouste Gulbenkian, 1991.
Desenho Técnico – QUIT12
Carga Horária: 2 horas semanais – 30 horas
Pré-requisito: *****
EMENTA: Técnicas fundamentais. Noções de desenho geométrico e geometria
descritiva. Normas do desenho técnico. Escala. Cotagem e dimensionamento.
Projeções ortogonais. Vistas principais, auxiliares e secionais. Desenho
conceitual e de criatividade. Perspectiva cavaleira e isométrica de
equipamentos químicos e tubulações industriais. Desenho arquitetônico de
plantas industriais. Leitura e integração de projetos.
Bibliografia Básica:
1. PRINCIPE JÚNIOR, A. dos R., Noções de geometria descritiva, Nobel,
2009.
2. CAMBIAGHI, S., Desenho universal: métodos e técnicas para arquitetos e
urbanistas, Ed. 2, SENAC, 2007.
3. WONG, W., Princípios de forma e desenho, Martins Fontes, 2010.
4. LACOURT, H., Noções e fundamentos de geometria descritiva, LTC, 2011.
5. MONTENEGRO, G. A., Geometria descritiva, Edgard Blücher, 1991.
Bibliografia Complementar:
1. GONÇALVES, G. R., Geometria descritiva: método de monge, Ed. 3,
Calouste Gulbenkian, 2000.
2. MASSIRONI, M., Ver pelo desenho: aspectos técnicos, cognitivos e
comunicativos, 2010.
3. FLICK, U., Desenho da pesquisa qualitativa, Bookman, 2009.
4. MENEGOTTO, J. L., ARAÚJO, T. C. M. de, O desenho digital: técnica & arte,
Interciência, 2000.
5. CHING, F. D. K., Representação gráfica para desenho e projeto, G. Gili,
2001.
6. BROWNELL, L. E., YOUNG, E.H., Process equipment design: vessel design,
Wiley, 1968.
Código
QUIT13
QUIT14
QUIT16
QUIT17
QUIT18

Terceiro Semestre
FÍSICA 1 (mecânica clássica)
CÁLCULO 2
QUÍMICA ORGÂNICA 1
LABORATÓRIO DE QUÍMICA ORGÂNICA 1
QUÍMICA INORGÂNICA 1

Cred.
4
4
4
4
4
20

CH
60
60
60
60
60
300

Física 1 – QUIT13
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
42

Pré-requisito: Cálculo1
EMENTA: Grandezas físicas. Vetores. Cinemática e dinâmica da partícula.
Trabalho e energia. Dinâmica de um sistema de partículas. Cinemática e
dinâmica da rotação.
Bibliografia Básica:
1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R. e WALKER, J. Fundamentos de Física, Ed. 8,
LTC, 2009.
2. TIPLER, P. A., MOSCA, G., Física para Cientistas e Engenheiros, Ed. 6,
LTC, 2009.
3. YONG, H. D., FREEDMAN, R. A., Física, Ed. 12, Pearson Education, 2008.
Bibliografia Complementar:
1. NUSSENZVEIG, H. M., Curso de física básica, Ed. 4, Edgard Blücher, 2002.
2. TIPLER, P. A., Física, Ed. 4, Guanabara Dois, 2000.
3. ALONSO, F., FINN, E. J., Física: um curso universitário, Editora Edgard
Blücher, 1972.
4. CARUSO, F., OGURI, V., Física moderna: exercícios resolvidos, Elsevier,
2009.
5. HAZEN, R. M., Física viva: uma introdução à física conceitual, LTC, 2006.
6. KELLER, F. J., Física, Makron Books, 1999.
Cálculo 2 – QUIT14
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Cálculo 1
EMENTA: Integração de funções reais de uma variável. Métodos de
integração. Integração aproximada. Regras dos trapézios, de Simpson e
generalizadas. Aplicações da integral: Comprimento de arco, Áreas e Volumes.
Coordenadas Polares.
Bibliografia Básica:
1. GUIDORIZZI, H. L., Um curso de cálculo, Ed. 5, LTC, 2001.
2. STEWART, J. Cálculo, Volume 2, James, Ed. 5ª, CENGAGE, 2008.
3. HOFFMANN, L. D., Cálculo: um curso moderno e suas aplicações, Ed. 9,
LTC, 2002.
Bibliografia Complementar:
1. LEITHOLD, L., O cálculo com geometria analítica, Ed. 3, Harbra, 1994.
2. SWOKOWSKI, E.W., Cálculo com Geometria Analítica, Ed. 2, Makron
Books, 1995.
3. SIMMONS, G. F., Cálculo com geometria analítica, Pearson Makron Books,
1987.
4. GONÇALVES, M. B., FLEMMING, D. M., Cálculo A: funções, limite,
derivação e integração, Ed. 6, Prentice Hall, 2006.
5. BUSSAB, W. de O., HAZZAN, S., Cálculo: funções de uma e várias
variáveis, Ed. 2, Saraiva, 2010.
6. BOULOS, P., Cálculo diferencial e integral, Pearson Makron Books, 1999.
Química Orgânica 1 – QUIT16
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Química Geral 2
EMENTA: Estrutura molecular e ligações químicas; compostos representativos
de carbono : grupos funcionais e forças intermoleculares; introdução as
reações orgânicas e seus mecanismos : ácidos e bases; nomenclatura e
43

análise conformacional dos alcanos e cicloalcanos; estereoquímica; Reações
de substituição nucleofílica (SN1 e SN2) e de eliminação (E1 e E2).
Bibliografia Básica:
1. SOLOMONS, T. W. G., FRYHLE, C. B., Química Orgânica. Ed. 1, LTC,
2012.
2. McMURRY, J., Química Orgânica, Ed. 1, Cengage, 2011.
3. BRUICE, P. Y., Química Orgânica, Ed. 4, Editora Person Prentice Hall. 2004.
Bibliografia Complementar:
1. VOLLHARD, K. C., SCHORE, N. E., Química Orgânica: Estrutura e função.
Vol. Único. Ed. 1, Bookman, 2004.
2. de SOUZA, M. V. N., Estudo da síntese orgânica baseado nas substâncias
bioativas. Vol. Único. Ed. 1, Átomo, 2010.
3. ALLINGER, N. L., Química Orgânica. Ed. 2, Vol. único. LTC, 1976.
4. CAREY, F. A., SUNDBERG, R. J. Advanced Organic Chemistry, Ed. 5,
Editora Springer-Verlag, 2007.
5. MARCH, J., Advanced Organic Chemistry: reaction, mechanisms and
structure, Ed. 4, John Wiley & Sons. 1992.
6. CLAYDEN, J., GREEVES, N., WARREN, S., Organic Chemistry, 2000.
Laboratório de Química Orgânica 1 – QUIT17
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Química Geral 2 e Química Experimental
EMENTA: Principais métodos de separação, purificação e identificação de
compostos orgânicos. Transformações de grupos funcionais envolvendo os
principais mecanismos de química orgânica.
Bibliografia Básica:
1. SOLOMONS, T. W. G., FRYHLE, C. B., Química Orgânica. Ed. 1, LTC,
2012.
2. McMURRY, J., Química Orgânica, Ed. 1, Cengage, 2011.
3. BRUICE, P. Y., Química Orgânica, Ed. 4, Editora Person Prentice Hall. 2004.
Bibliografia Complementar:
1. VOLLHARD, K. C., SCHORE, N. E., Química Orgânica: Estrutura e função.
Vol. Único. Ed. 1, Bookman, 2004.
2. de SOUZA, M. V. N., Estudo da síntese orgânica baseado nas substâncias
bioativas. Vol. Único. Ed. 1, Átomo, 2010.
3. ALLINGER, N. L., Química Orgânica. Ed. 2, Vol. único. LTC, 1976.
4. CAREY, F. A., SUNDBERG, R. J. Advanced Organic Chemistry, Ed. 5,
Editora Springer-Verlag, 2007.
5. MARCH, J., Advanced Organic Chemistry: reaction, mechanisms and
structure, Ed. 4, John Wiley & Sons. 1992.
6. CLAYDEN, J., GREEVES, N., WARREN, S., Organic Chemistry, 2000.
Química Inorgânica 1 – QUIT18
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Química Geral 2
EMENTA: Estrutura Eletrônica dos Átomos. Modelos Atômicos de Bohr e
Ondulatório. Princípios de Mecânica Quântica. Tabela Periódica e
Propriedades Gerais dos Elementos. Estrutura Molecular e Ligações químicas.
Química Sistemática dos Elementos Representativos e de Alguns Metais de
Transição.
44

Bibliografia Básica:
1 - SHRIVER, D. F., ATKINS P. W., Química Inorgânica, 4º Ed., Editora
Bookman, Ano 2008.
2 – BURROWS, A., HOLMAN, J., PARSONS, A., PILLING, G., PRICE, G.,
QUIMICA, Introdução à Química Inorgânica, Orgânica e Físico-Química, Vol. 1,
Ed. 1º, Editora LTC, Ano 2012.
3 - LEE, J. D., Química Inorgânica não tão concisa 5º Ed., , Editora Edgard
Blucher Ltda, Ano 1999.
4 - SMART, L.E., Solid State Chemistry, Taylor & Francis USA, Ed. 4, Ano
2011.
5 - ATKINS, P., JONES, L., Princípios de Química - Questionando a Vida
Moderna e o Meio Ambiente, Ed. 5, Bookman, Ano 2011.
Bibliografia Complementar:
1 - HOUSECROFT, C.E., SHARPE, A.G., Inorganic Chemistry, Prentice Hall, 4
Ed. 2012.
2 - COTTON, F. A. e WILKINSON, G., Advanced Inorganic Chemistry, Ed. 6ª,
Interscience, ANO 2006.
3 - HUHEEY, J. E., KEITER, E. A., KEITER, R. L., Inorganic chemistry:
Principles of Structure and Reactivity, 4th ed., Harper Collins Colleges, 2008.
4 - MIESSLER, G. L., TARR, DONALD A., Inorganic Chemistry, PRENTICE
HALL, 5º Ed., ANO 2010.
5 - MULLER, U., Inorganic Structural Chemistry, Ed. 2, John Wiley
Professional, 2006.
6 - ZHOU, G.-D., LI, W.-K., MAK, T., Advanced Structural Inorganic Chemistry,
Ed. 1, Oxford University Press, ANO 2007.
7 - SHARPE, A., Química Inorgánica, Ed. 1, Reverte, Ano 2008.
8. MAHAN, B.H. Química um Curso Universitário, ED. 4º Editora Edgard
Blucher Ltda., 1995.
Código
QUIT15
QUIT19
QUIT20
QUIT21

Quarto Semestre ÁLGEBRA LINEAR
QUÍMICA ORGÂNICA 2
LABORATÓRIO DE QUÍMICA ORGANICA 2
BIOQUÍMICA GERAL

Cred.
4
4
4
6
18

CH
60
60
60
90
270

Álgebra Linear – QUIT15
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Geometria Analítica
EMENTA: Matrizes. Métodos de eliminação de Gauss para sistemas lineares.
Espaços Vetoriais. Subespaços. Bases. Somas diretas. Introdução à
programação linear. Transformações lineares. Matrizes de transformações
lineares. Núcleo e imagem. Auto-valores e auto-vetores. Diagonalização.
Espaços com produto interno. Bases ortonormais. Projeções ortogonais.
Movimentos rígidos. Métodos dos mínimos quadrados.
Bibliografia Básica:
1. CALLIOLI,C.A. ; DOMINGUES H.H. ; COSTA R.C.F. Álgebra Linear e
Aplicações. Editora Atual, 1990.
2. STEINBRUCHJ, A.; WINTERLE, P. Introdução à Álgebra Linear, Makron
Books, 1990.
45

3. STEINBRUCHJ, A.; WINTERLE, P. Álgebra Linear, Pearson Makron Books,
1987.
Bibliografia Complementar:
1. SILVA, A. C. M. da, FERNANDES, A. P. L. M., Introdução à Álgebra Linear,
EDUFAL, 2011.
2. KOLMAN, B., HILL, D.R., Introdução à álgebra linear com aplicações, LTC,
2006.
3. LAWSON, T., Álgebra linear, Edgard Blucher, 1997.
4. LIPSCHUTZ, S., LIPSON, M.,Teoria e problemas de álgebra linear, Ed. 3,
Bookman, 2004.
5. LIPSCHUTZ, S., LIPSON, M., Schaum`s easy outlines: linear algebra, Ed. 3,
2002.
Química Orgânica 2 – QUIT19
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Química Orgânica 1
EMENTA: Alquenos e alquinos I: propriedades e sínteses; alquenos e alquinos
II : reações de adição; reações radicalares; álcoois e éteres : propriedades e
sínteses; álcoois a partir de compostos carbonílicos: reação de oxidaçãoredução e compostos organometálicos; sistemas insaturados conjugados;
compostos aromáticos : aromaticidade e reação de substituição eletrofílica
aromática.
Bibliografia Básica:
1. SOLOMONS, T. W. G., FRYHLE, C. B., Química Orgânica. Ed. 1, LTC,
2012.
2. McMURRY, J., Química Orgânica, Ed. 1, Cengage, 2011.
3. BRUICE, P. Y., Química Orgânica, Ed. 4, Editora Person Prentice Hall. 2004.
Bibliografia Complementar:
1. VOLLHARD, K. C., SCHORE, N. E., Química Orgânica: Estrutura e função.
Vol. Único. Ed. 1, Bookman, 2004.
2. de SOUZA, M. V. N., Estudo da síntese orgânica baseado nas substâncias
bioativas. Vol. Único. Ed. 1, Átomo, 2010.
3. ALLINGER, N. L., Química Orgânica. Ed. 2, Vol. único. LTC, 1976.
4. CAREY, F. A., SUNDBERG, R. J. Advanced Organic Chemistry, Ed. 5,
Editora Springer-Verlag, 2007.
5. MARCH, J., Advanced Organic Chemistry: reaction, mechanisms and
structure, Ed. 4, John Wiley & Sons. 1992.
6. CLAYDEN, J., GREEVES, N., WARREN, S., Organic Chemistry, 2000.
Laboratório de Química Orgânica 2 – QUIT20
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Química Orgânica 1e Laboratório de Química Orgânica 1
EMENTA: Execução de experimentos que envolvam variados procedimentos
sintéticos, de natureza intermediária para avançada. Revisão de mecanismos e
conceitos básicos em química orgânica e espectroscópica dos compostos
sintetizados.
Bibliografia Básica:
1. SOLOMONS, T. W. G., FRYHLE, C. B., Química Orgânica. Ed. 1, LTC,
2012.
2. McMURRY, J., Química Orgânica, Ed. 1, Cengage, 2011.
46

3. BRUICE, P. Y., Química Orgânica, Ed. 4, Editora Person Prentice Hall. 2004.
Bibliografia Complementar:
1. VOLLHARD, K. C., SCHORE, N. E., Química Orgânica: Estrutura e função.
Vol. Único. Ed. 1, Bookman, 2004.
2. de SOUZA, M. V. N., Estudo da síntese orgânica baseado nas substâncias
bioativas. Vol. Único. Ed. 1, Átomo, 2010.
3. ALLINGER, N. L., Química Orgânica. Ed. 2, Vol. único. LTC, 1976.
4. CAREY, F. A., SUNDBERG, R. J. Advanced Organic Chemistry, Ed. 5,
Editora Springer-Verlag, 2007.
5. MARCH, J., Advanced Organic Chemistry: reaction, mechanisms and
structure, Ed. 4, John Wiley & Sons. 1992.
6. CLAYDEN, J., GREEVES, N., WARREN, S., Organic Chemistry, 2000.
Bioquímica Geral – QUIT21
Carga Horária: 6 horas semanais – 90 horas
Pré-requisito: Química Geral 2, Química Orgânica 1
EMENTA: Estrutura e propriedades das Biomoléculas: aminoácidos e
proteínas, carboidratos, lipídeos, ácidos nucleicos, Enzimas: classificação e
Cinética de Michaelis-Menten, Bioenergética, Metabolismo degradativo dos
carboidratos, Cadeia transportadora de elétrons, ciclo do ácido cítrico,
metabolismo degradativo dos lipídeos, Membranas: composição química e
transporte, Metabolismo degradativo de proteínas, biossíntese de carboidratos,
biossíntese de lipídeos, Biossíntese de prostaglandinas e tromboxanas,
biossíntese de proteínas, Noções sobre a regulação da expressão gênica,
classificação e biossíntese dos hormonios, mecanismos de transcrição de
sinais.
Bibliografia Básica:
1. LEHNINGER, A.L.; NELSON, D.L.; COX, M. M.. Bioquímica. Ed. 5, Sarvier,
2011.
2. CAMPBELL, M. K., FARRELL, S., Bioquímica. Ed. 6, Artmed, 2008.
3. BERG, J. M., TYMOCZKO, J. L., STRYER, L., Bioquímica, Ed. 6,
Guanabara Koogan, 2010.
Bibliografia Complementar:
1. MURRAY, R. K., Harper: bioquímica ilustrada, Atheneu, 2006.
2. 1. MURRAY, R. K., GRANNER, D. K., RODWELL, V. W., Harper: bioquímica
ilustrada, McGraw-Hill, 2007.
3. VOET, J. G.; VOET, D.; PRATT, C. W. Fundamentos de bioquímica,
Artmed., 2000.
4. MARZZOCO, A., TORRES, B. B., Bioquímica básica, Ed. 3, Guanabara
Koogan, 2007.
5. HARPER, H. A., MURRAY, R.K., Harper : bioquímica, Ed. 8, Atheneu, 1998.
6. CHAMPE, P. C., FERRIER, D. R., HARVEY, R. A., Bioquímica ilustrada, Ed.
4, Artmed, 2009.
7. CONN, E. E., STUMPF, P. K., Introdução a bioquímica, Edgard Blücher,
1980.
Código
QUIT23
QUIT24
QUIT25

Quinto Semestre
QUÍMICA INORGANICA 2
LABORATÓRIO DE BIOQUÍMICA
QUÍMICA ORGANICA 3

Cred.
4
4
4

CH
60
60
60
47

QUIT26
QUIT27

QUÍMICA ANALÍTICA 1
FÍSICA 2 (eletromagnetismo)

4
4
20

60
60
300

Química Inorgânica 2 – QUIT23
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Química Inorgânica 1
EMENTA: Compostos de coordenação: nomenclatura, propriedades gerais e
particulares. Teoria de Ligação de Complexos. Química dos elementos dos
blocos d e f da tabela periódica. Química Sistemática dos Elementos.
Bibliografia Básica:
1 - BRITO, M. A. de Química Inorgânica - Compostos de Coordenação, Ed. 1,
EDIFURB, ANO 2007.
2 - FARIAS, R. F. de, Química de Coordenação - Fundamentos e Atualidades,
Ed. 2, ATOMO, ANO 2009.
3 - SHRIVER, D. F., ATKINS P. W., Química Inorgânica, Porto Alegre: Editora
Bookman, 4º Ed., ano 2008.
4 - HARTWIG, J., Organotransition Metal Chemistry: From Bonding to
Catalysis, Ed. 1, University Science Books, ANO 2009.
Bibliografia Complementar:
1 - HUHEEY, J. E., KEITER, E. A., KEITER, R. L., Inorganic chemistry:
Principles of Structure and Reactivity, 4th ed., Harper Collins Colleges, 2008.
2 - COTTON, F. A. e WILKINSON, G., Advanced Inorganic Chemistry, Ed. 6ª,
Interscience, ANO 2006.
3 – Spessard, G. O., Miessler, G. L., Organometallic Chemistry, Ed. 2, Oxford
USA Professional, ANO 2009.
4 - Crabtree, R. H., The Organometallic Chemistry of the Transition Metals, Ed.
5, John Wiley Professional, ano 2009.
5 - Artigos de Revistas científicas: Inorg. Chem. Acta; J. Chem. Ed.; Inorg.
Chem.; Organometallics, etc.
Laboratório de Bioquímica – QUIT24
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Bioquímica Geral.
EMENTA: Tampões. Lei de Lambert Beer – Uso do espectrofotômetro UV/Vis.
Curva Padrão. Propriedades das proteínas. Dosagem de Açúcares. Dosagem
de Proteínas. Cinética enzimática. Determinação de Lipídeos. Cromatografia e
Eletroforese aplicadas à bioquímica. Fermentação.
Bibliografia Básica:
1. LEHNINGER, A.L.; NELSON, D.L.; COX, M. M.. Bioquímica. Ed. 5, Sarvier,
2011.
2. CAMPBELL, M. K., FARRELL, S., Bioquímica. Ed. 6, Artmed, 2008.
3. BERG, J. M., TYMOCZKO, J. L., STRYER, L., Bioquímica, Ed. 6,
Guanabara Koogan, 2010.
Bibliografia Complementar:
1. MURRAY, R. K., Harper: bioquímica ilustrada, Atheneu, 2006.
2. 1. MURRAY, R. K., GRANNER, D. K., RODWELL, V. W., Harper: bioquímica
ilustrada, McGraw-Hill, 2007.
3. VOET, J. G.; VOET, D.; PRATT, C. W. Fundamentos de bioquímica,
Artmed., 2000.
48

4. MARZZOCO, A., TORRES, B. B., Bioquímica básica, Ed. 3, Guanabara
Koogan, 2007.
5. HARPER, H. A., MURRAY, R.K., Harper : bioquímica, Ed. 8, Atheneu, 1998.
6. CHAMPE, P. C., FERRIER, D. R., HARVEY, R. A., Bioquímica ilustrada, Ed.
4, Artmed, 2009.
7. CONN, E. E., STUMPF, P. K., Introdução a bioquímica, Edgard Blücher,
1980.
8. ISHII-IWAMOTO, E. L., BRACHT, A., Métodos de laboratório em bioquímica,
Manole, 2003.
9. CISTERNAS, J. R., VARGA, J., MONTE, O., Fundamentos de bioquímica
experimental, Ed. 2, Atheneu, 2005.
Química Orgânica 3 – QUIT25
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Química Orgânica 2
EMENTA: Aldeídos e cetonas I : adição nucleofílica em grupos carbonílicos;
aldeídos e cetonas II : enóis e enolatos; ácidos carboxílicos e seus derivados :
reações nucleofílicas em grupos acilas : adiçãoeliminação; sínteses e reações
de compostos dicarbonílicos; aminas : propriedades e reações; fenóis e haletos
arílicos : reação de substituição nucleofílica aromática.
Bibliografia Básica:
1. SOLOMONS, T. W. G., FRYHLE, C. B., Química Orgânica. Ed. 1, LTC,
2012.
2. McMURRY, J., Química Orgânica, Ed. 1, Cengage, 2011.
3. BRUICE, P. Y., Química Orgânica, Ed. 4, Editora Person Prentice Hall. 2004.
Bibliografia Complementar:
1. VOLLHARD, K. C., SCHORE, N. E., Química Orgânica: Estrutura e função.
Vol. Único. Ed. 1, Bookman, 2004.
2. de SOUZA, M. V. N., Estudo da síntese orgânica baseado nas substâncias
bioativas. Vol. Único. Ed. 1, Átomo, 2010.
3. ALLINGER, N. L., Química Orgânica. Ed. 2, Vol. único. LTC, 1976.
4. CAREY, F. A., SUNDBERG, R. J. Advanced Organic Chemistry, Ed. 5,
Editora Springer-Verlag, 2007.
5. MARCH, J., Advanced Organic Chemistry: reaction, mechanisms and
structure, Ed. 4, John Wiley & Sons. 1992.
6. CLAYDEN, J., GREEVES, N., WARREN, S., Organic Chemistry, 2000.
Química Analítica 1 – QUIT26
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Química Inorgânica 1
EMENTA: Considerações gerais sobre a química analítica qualitativa. Técnicas
e operações indispensáveis na preparação de soluções. Equilíbrios químicos
ácido-base, precipitação, óxido-redução e complexação. Execução de
experimentos envolvendo a aplicabilidade dos conceitos teóricos básicos.
Bibliografia básica:
1. SKOOG, D. A. WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos
de Química Analítica. São Paulo: Pioneira, 2006.
2. VOGEL, A . I . Química Analítica Qualitativa, 5ª Ed. São Paulo: Ed. Mestre
Jou, 1981.

49

3. HARRIS, D. C. ; Análise Química Quantitativa, 7ª Edição – Tradução: Carlos
A. S. R. e Alcides W. S. Guarino. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2008.
Bibliografia complementar:
4. BACCAN, N.; GODINHO, O. E. S.; ALEIXO, L. M.; STEIN, E. Introdução à
Semi-microanálise Qualitativa, 4 ª Ed. Campinas : Ed. da UNICAMP, 1991.
5. CHRISTIAN, G. D.. Analytical Chemistry, John Wiley & Sons, INC, 6a Ed.
1994.
6. OHLWEILER, O. A . Química Analítica Quantitativa -Volume 1, LTC, Editora
S. A, Rio de Janeiro, 1982.
7. KING J., Análise Qualitativa: Reações, Separações e Experiências 1ª Ed,
Rio de Janeiro: Ed. Interamericana, 1981.
8. ALEXÉEV, Análise Qualitativa, Lopes da Silva Editora, Porto (1982).
Física 2 – QUIT27
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Física 1
EMENTA: Estudo introdutório da teoria da eletricidade e do Magnetismo.
Bibliografia:
Bibliografia Básica:
1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R. e WALKER, J. Fundamentos de Física, Ed. 8,
LTC, 2009.
2. TIPLER, P. A., MOSCA, G., Física para Cientistas e Engenheiros, Ed. 6,
LTC, 2009.
3. YONG, H. D., FREEDMAN, R. A., Física, Ed. 12, Pearson Education, 2008.
Bibliografia Complementar:
1. NUSSENZVEIG, H. M., Curso de física básica, Ed. 4, Edgard Blücher, 2002.
2. TIPLER, P. A., Física, Ed. 4, Guanabara Dois, 2000.
3. ALONSO, F., FINN, E. J., Física: um curso universitário, Editora Edgard
Blücher, 1972.
4. CARUSO, F., OGURI, V., Física moderna: exercícios resolvidos, Elsevier,
2009.
5. HAZEN, R. M., Física viva: uma introdução à física conceitual, LTC, 2006.
6. KELLER, F. J., Física, Makron Books, 1999.
Código
QUIT28
QUIT29
QUIT30
QUIT31
QUIT32
QUIT33

Sexto Semestre
LABORATÓRIO DE QUÍMICA INORGÂNICA
FÍSICO QUÍMICA 1
QUÍMICA AMBIENTAL
QUÍMICA ANALÍTICA 2
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
MICROBIOLOGIA INDUSTRIAL

4
4
2
4
4
2
20

60
60
30
60
60
30
300

Laboratório de Química Inorgânica – QUIT28
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Química Inorgânica 2, Química Experimental
EMENTA: Noções de segurança em laboratório. Conceitos fundamentais
envolvidos em reações químicas: reatividade de espécies envolvidas, equilíbrio
químico, estequiometria, oxi-redução, rendimento de reação, cinética química e
catálise. Síntese de compostos inorgânicos e complexos de metais de
50

transição. Reatividade de compostos de coordenação. Cromatografia de troca
iônica. Produção de H2 e reatividade de metais. Preparação de complexos de
metais de transição ilustrando a teoria do campo cristalino (efeito do ligante,
número de coordenação e cor). Cinética de substituição de ligantes em
complexos de metais de transição ou em compostos organometálicos.
Bibliografia Básica:
1 - COTTON, F. A. e WILKINSON, G., Advanced Inorganic Chemistry, Ed. 6ª,
Interscience, ANO 2006.
2 - HARTWIG, J., Organotransition Metal Chemistry: From Bonding to
Catalysis, Ed. 1, University Science Books, ANO 2009.
3 - GREENWOOD, N. N., EARNSHAW, A., Chemistry of the Elements, Ed. 2,
Butterworth-Heineman, Ano 1997.
4 - OLIVEIRA, G. M. de, Simetria de Moléculas e Cristais Fundamentos da
Espectroscopia Vibracional, Ed. 1, Bookman Companhia Ed, Ano 2009.
5-VAITSMAN, D. S., DUTRA, P. B., Para que servem os elementos químicos,
Interciencia, Ano 2001.
6- VOGEL, A. I. Análise Inorgânica Quantitativa. 4a. ed. Guanabara Dois, RJ.
1981.
Bibliografia Complementar:
1 - SHRIVER, D. F., ATKINS P. W., Química Inorgânica, Porto Alegre: Editora
Bookman, 4º Ed., ano 2008.
2 - HOUSECROFT, C.E., SHARPE, A.G., Inorganic Chemistry, Prentice Hall, 4
Ed. 2012.
3 - NAKAMOTO, K., Infrared and Raman Spectra of Inorganic and Coordination
Compounds, Theory and Applications in Inorganic Chemistry, Volume 1, John
Wiley Professional, Ed. 6, Ano 2009.
4 - NAKAMOTO, K., Infrared and Raman Spectra of Inorganic and Coordination
Compounds, Theory and Applications in Inorganic Chemistry, Volume 2, John
Wiley Professional, Ed. 6, Ano 2009.
5 - SOLOMON, E.I., LEVER, A. B. P., Inorganic Electronic Structure and
Spectroscopy, Volume 1, John Wiley Professional, Ed. 1, Ano 2006.
6 - SOLOMON, E.I., LEVER, A. B. P., Inorganic Electronic Structure and
Spectroscopy, Volume 2, John Wiley Professional, Ed. 1, Ano 2006.
7- FLACH, S. E., Introducão a química inorgânica experimental, Ed. 2, UFSC,
Ano 199.
8- Artigos de Revistas científicas: Inorg. Chem. Acta; J. Chem. Ed.; Inorg.
Chem.; Organometallics, etc.
Fisico-Química 1 – QUIT29
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Química Geral 2 e Cálculo 2.
EMENTA: Sólidos, Líquidos Gases e Vapores. Termodinâmica Química,
Soluções e Equilíbrio.
Bibliografia Básica:
1. MOORE, W. J., JORDAN, I., Físico-Química – Vol. 1 e 2, Ed. 1, Edgard
Blücher, 1976.
2. CASTELLAN, G. W. Fundamentos de Físico-Química, LTC, 1986.
3. ATKINS, P.W., PAULA, J. de, Fisico-Química. Vol. 1, 2 e 3, Ed. 8, LTC,
2008.
Bibliografia Complementar:
51

1. NETZ, P. A., ORTEGA, G. G., Fundamentos de físico-química, Artmed,
2002.
2. DICK, Y. P., SOUZA, R. F. de, Físico-química: um estudo dirigido sobre o
equilíbrio entre as fases, soluções e eletroquímica, UFRGS, 2006.
3. ATKINS, P. W., Physical chemistry, Oxford University Press, 1998.
4. Ball, D.W., Físico-Química, Vol. 1 e 2, Ed. 1, Cengage Learning 2005.
5. WEDLER, G., Manual de química física, Calouste Gulbenkian, 2001.
Química Ambiental – QUIT30
Carga Horária: 2 horas semanais – 30 horas
Pré-requisito: Química Geral 2.
EMENTA: Definição de hidrosfera, litosfera, atmosfera, geosfera e biosfera.
Ecossistemas. Ciclos Biogeoquímicos na natureza. Estudo de poluentes e
contaminantes do meio ambiente, tais como: metais pesados, organoclorados,
poliaromáticos, ácidos, gases, pesticidas, fertilizantes, material particulado, etc.
Química Atmosférica. Análise química ambiental. Tratamento de resíduos.
Bibliografia Básica
1. BAIRD, C.; CANN, M. Química Ambiental. 4ª edição, Bookman, 2011.
2. ROCHA, J. C.; CARDOSO, A. A.; ROSA, A. H. Introdução a Química
Ambiental, 2ª edição, Editora Artmed, 2010.
3. O’NEIL, P. Environmental Chemistry. 2. ed. New York: Chapman & Hall,
1993.
Bibliografia Complementar
4. FEEMA. Vocabulário Básico de Meio Ambiente. Rio de Janeiro, Serviço de
Comunicação Social da Petrobrás. 1991.
5. REEVE, R. N. Environmental Analysis. Analytical Chemistry by Open
Learning. London: John Wiley & Sons, 1994.
6. CROSBY, D. G. Environmental Toxicology and Chemistry. New York: Oxford
University Press, 1998.
7. RAVEN, P. H.; BERG, L. R; HASSENZAHL, D. M. Environment. 6. ed.
Hoboken: John Wiley, 2008.
8. NEDEL, B. J.; WRIGHT, R. T. Environmental Science: The Way the World
Works. 5. ed. New Jersey: Prentice Hall, 1996.
Química Analítica 2 – QUIT31
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Química Analítica 1
EMENTA: Principais características e usos de análise gravimétrica e
volumétrica. Técnicas gravimétricas e suas aplicações. Tratamento de dados
analíticos. Volumetria de Neutralização e titulações. Volumetria de Precipitação
e titulações argentimétricas. Volumetria de Óxido-Redução e titulações
envolvendo sistemas de óxido-reduçao. Volumetria de Complexação e
titulações envolvendo complexação com EDTA. Práticas experimentais
representativas (30 h) dos diversos tópicos abordados em Química Analítica.
Bibliografia básica:
1. SKOOG, D. A. WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos
de Química Analítica. São Paulo: Pioneira, 2006.
2. VOGEL, A . I . Química Analítica Qualitativa, 5ª Ed. São Paulo: Ed. Mestre
Jou, 1981.

52

3. HARRIS, D. C. ; Análise Química Quantitativa, 7ª Edição – Tradução: Carlos
A. S. R. e Alcides W. S. Guarino. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2008.
Bibliografia complementar:
4. BACCAN, N.; GODINHO, O. E. S.; ALEIXO, L. M.; STEIN, E. Introdução à
Semi-microanálise Qualitativa, 4 ª Ed. Campinas : Ed. da UNICAMP, 1991.
5. CHRISTIAN, G. D.. Analytical Chemistry, John Wiley & Sons, INC, 6a Ed.
1994.
6. OHLWEILER, O. A . Química Analítica Quantitativa -Volume 1, LTC, Editora
S. A, Rio de Janeiro, 1982.
7. KING J., Análise Qualitativa: Reações, Separações e Experiências 1ª Ed,
Rio de Janeiro: Ed. Interamericana, 1981.
8. ALEXÉEV, Análise Qualitativa, Lopes da Silva Editora, Porto (1982).
9. BACCAN, N.; ANDRADE, J. C. GODINHO O . E . S ; BARONE , J . S .
Química Analítica Quantitativa Elementar”, 2ª., Ed., São Paulo : Editora Edgard
Blucher Ltda, 1985.
10. KOLTHOFF, M.; SANDELL E. B., MEEHAN E. J. ; BRUCHENTEIN S.
Quantitative Chemical Analysis, 4ª Ed., London: The Mecmillan Company,
1969.
Fenômenos de Transporte – QUIT32
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Física 2; Cálculo 2.
EMENTA: Introdução a Estática e Dinâmica dos fluidos. Balanços Globais.
Balanços Diferenciais. Balanços de massa, energia e momento. Escoamento
viscoso e turbulento de fluídos. Transferência de massa molecular e
convectiva. Transferência de massa uni, bi e tridimensional. Condução de calor
em estado estacionário e transitório. Transferência de calor em escoamento de
fluídos. Transferência simultânea de momento, calor e massa.
Bibliografia básica:
1. LIVI, C. P., Fundamentos de fenômenos de transporte: um texto para cursos
básicos, LTC, 2004.
2. FOX, R. W., PRITCHARD, P. J., MCDONALD, A. T., MACHADO, L.,
Introdução à mecânica dos fluidos. Ed. 7, LTC, 2010.
3. MUNSON, B. R., YOUNG, D. F., OKIISHI, T. H., Fundamentos da mecânica
dos fluídos, Edgard Blücher, 2004.
Bibliografia complementar:
1. ROMA, W. N. L., Fenômenos de transporte para engenharia, Ed. 2, RiMa,
2006.
2. CREMASCO, M. A., Fundamentos de transferência de massa, UNICAMP,
1998.
3. TREYBAL, R. E., Mass-transfer operations, Ed. 3, McGraw-Hill, 1980.
4. CUSSLER, E. L. Diffusion mass transfer in fluid systems, Ed. 2, Cambridge
University Press,1997.
5. ECKERT, E.R.G.; DRAKE, Robert, M., Analysis of heat and mass transfer,
McGraw-Hill, 1972.
Microbiologia Industrial – QUIT33
Carga Horária: 2 horas semanais – 30 horas
Pré-requisito: Bioquímica Geral.

53

EMENTA: Histórico e importância da microbiologia; observações
microscópicas; estudo da célula; cultivo de microrganismos; método de
crescimento
microbiano;
reprodução
e
crescimento
microbiano;
microorganismos de interesse industrial; bactérias, leveduras, bolores e algas;
controle dos organismos por agentes químicos.
Bibliografia básica:
1. BORZANI, W., Biotecnologia industrial, Edgard Blücher, 2001.
2. LEHNINGER, A.L.; NELSON, D.L.; COX, M. M.. Bioquímica. Ed. 5, Sarvier,
2011.
3. BORZANI, W., LIMA, U. de A., AQUARONE, E., Engenharia bioquímica,
Edgard Blücher, 1975.
Bibliografia complementar:
1. REED, G., Prescott & Dunn's industrial microbiology. Ed. 4, AVI, 1982.
2. LIMA, U. de A., AQUARONE, E., BORZANI, W., Tecnologia das
fermentações. Edgard Blücher, 1975.
3. AQUARONE, E., BORZANI, W., LIMA, U. de A., Tópicos de microbiologia
industrial, Edgard Blücher, 1975.
4. WAITES, M.J., Industrial Microbiology - An Introduction, Ed. 2, John Wiley
Professional, 2001.
5. CAMPBELL, M. K., FARRELL, S., Bioquímica. Ed. 6, Artmed, 2008.
Código
QUIT34
QUIT35
QUIT36
QUIT37
QUIT38

Sétimo Semestre
TECNOLOGIA DA INDÚSTRIA QUÍMICA 1
(inorgânica)
FÍSICO-QUÍMICA 2
QUÍMICA ANALÍTICA INSTRUMENTAL 1
(espectroscopia atômica)
OPERAÇÕES UNITÁRIAS
LABORATÓRIO DE QUÍMICA ANALÍTICA

Cred.
2

CH
30

4
4

60
60

6
4
20

90
60
300

Tecnologia da Indústria Química 1 – QUIT34
Carga Horária: 2 horas semanais – 30 horas
Pré-requisito: Química Inorgânica 2
EMENTA: Materiais inorgânicos primários: água, ácidos, bases, etc.
Fertilizantes minerais. Metais, sólidos inorgânicos: vidro, cimento, fibras,
cerâmicas, pigmentos inorgânicos, etc. Seminários industriais. Visitas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1 - WONGTSCHOWSKI, P., Indústria Química - Riscos e Oportunidades, Ed. 2,
Edgar Blucher, Ano 2002.
2 - FAZENDA, J.M.R., Tintas - Ciência e Tecnologia, Ed. 4, Edgar Blucher, Ano
2009.
3 - GILBERT, R., GAUTO, M., Química Industrial, Ed. 1, Artmed, Ano 2012.
4 - WODITSCH, P., BUCHEL, K., MORETTO, H.-H., Industrial Inorganic
Chemistry, Ed.2, John Wiley Professional, Ano 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1 - WILEY-VCH, Ullmann's Encyclopedia of Industrial Chemistry, Ed. 1, Ano
2011.
2 - Shreve, R. N., Brink Jr., J. A., Macedo, H., Indústrias de Processos
Químicos, Ed. 4. Guanabara, Ano 1997.
54

3 - SOUZA, M. de M. V. M., Tecnologia do Hidrogênio, Ed. 1, Synergia, Ano
2009.
4 - SOUZA, M. de M. V. M., Processos Inorgânicos, Ed. 1, Synergia, Ano 2009.
5 – BUXBAUM, G., PFAFF, G., Industrial Inorganic Pigments, Ed. 3, John Wiley
Professional, Ano 2005.
6 - SCRIVENER, K., YOUNG, F., Introduction to the Chemistry Of Inorganic
Cements, Ed.1, Taylor & Francis USA, Ano 2013.
Fisico-Química 2 – QUIT35
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Físico-Química 1.
EMENTA: Eletroquímica, Condutância de Eletrólitos e força eletromotriz.,
Química das Superfícies, Cinética Química. Práticas no laboratório.
Bibliografia Básica:
1. MOORE, W. J., JORDAN, I., Físico-Química – Vol. 1 e 2, Ed. 1, Edgard
Blücher, 1976.
2. CASTELLAN, G. W. Fundamentos de Físico-Química, LTC, 1986.
3. ATKINS, P.W., PAULA, J. de, Fisico-Química. Vol. 1, 2 e 3, Ed. 8, LTC,
2008.
Bibliografia Complementar:
1. NETZ, P. A., ORTEGA, G. G., Fundamentos de físico-química, Artmed,
2002.
2. DICK, Y. P., SOUZA, R. F. de, Físico-química: um estudo dirigido sobre o
equilíbrio entre as fases, soluções e eletroquímica, UFRGS, 2006.
3. ATKINS, P. W., Physical chemistry, Oxford University Press, 1998.
4. Ball, D.W., Físico-Química, Vol. 1 e 2, Ed. 1, Cengage Learning 2005.
5. WEDLER, G., Manual de química física, Calouste Gulbenkian, 2001.
Química Analítica Instrumental 1 – QUIT36
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Química Inorgânica 1 e Química Analítica 2
EMENTA: Considerações gerais sobre a química analítica instrumental.
Métodos Ópticos de Análises – Espectrofotometria e Titulação
Espectrofotométrica, Absorção Atômica, Fotometria de Chama e Emissão
Atômica (ICP-Plasma), Fluorescência, Nefelometria e Turbidimetria. Métodos
Eletroanalíticos – Potenciometria e Titulação Potenciométrica, Condutimetria e
Titulação Condutimétrica, Eletrogravimetria, Coulometria, Polalografia e
Voltametria, Amperometria e Biamperometria.
Bibliografia básica:
1. SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos
de Química Analítica. São Paulo: Pioneira, 2006.
2. GONÇALVES, MARIA DE L. S. S. – Métodos Instrumentais de Análise de
Soluções, 2ª Edição – Fundação Caloustre Goubenkian – Lisboa, 1990.
3. HARRIS, D. C. ; Análise Química Quantitativa, 5ª Edição – Tradução: Carlos
A. S. R. e Alcides W. S. Guarino. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2001.
Bibliografia complementar:
4. HOLLER, F. J.; SKOOG, D. A.; CROUCH, S. R. Princípios de Análise
Instrumental. 6ª ed. Bookman, Porto Alegre, 2009.
5. EWING, G. Métodos Instrumentais de Análise Química, 1ª Edição, Edgard
Blücher, 1972.
55

6. SAWER, D.T., HEINEMAN, W.R., BEEBE, J.M., Chemistry Experiments for
Instrumental Methods. John Wiley & Sons, 1984.
7. CIENFUEGOS, F.; VAITSMAN, D. Análise Instrumental. Interciência, 2000.
8. OHLWEILER, O. A. Fundamentos da Análise Instrumental. Livros Técnicos e
Científicos Ed. RJ. 1981.
9. CHRISTIAN, G. D.: REILLY, J. E. Instrumental Analysis. 2ª edição, Allyn and
Bacon, Inc. Boston, 1986.
Operações Unitárias - QUIT37
Carga Horária: 6 horas semanais – 90 horas
Pré-requisito: Fenômenos de Transporte
EMENTA: Transporte de fluidos: bombas, válvulas, compressores. Redução e
classificação de partículas sólidas. Sedimentação. Filtração. Centrifugação.
Fluidização. Transporte hidráulico e pneumático.
Bibliografia básica:
1. FOUST, A.S., Princípios das Operações Unitárias, Ed. 2, Guanabara Dois,
1982.
2. GOMIDE, R. Operações unitárias, Volume I, II e III. Edição do Autor. 1993.
3. ALAN S. F., Principios das Operações Unitarias, Ed. 2, LTC, 1982.
Bibliografia complementar:
1. GOMIDE, R., Manual de operações unitárias, Ed. 2, 1991
2. GEANKOPLIS, C.J., Transport processes and unit operations. Ed. 4,
Prentice-Hall, 2003.
3. PERRY, R. H., GREEN, D. W., Perry's Chemical engineers' handbook, Ed. 7,
McGraw-Hill, 1997.
Laboratório de Química Analítica – QUIT38
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Química Analítica 2
EMENTA: Práticas experimentais representativas dos diversos tópicos
abordados nas disciplinas de Química Analítica 1 e 2.
Bibliografia básica:
1. SKOOG, D. A. WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos
de Química Analítica. São Paulo: Pioneira, 2006.
2. VOGEL, A . I . Química Analítica Qualitativa, 5ª Ed. São Paulo: Ed. Mestre
Jou, 1981.
3. HARRIS, D. C. ; Análise Química Quantitativa, 7ª Edição – Tradução: Carlos
A. S. R. e Alcides W. S. Guarino. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2008.
Bibliografia complementar:
4. BACCAN, N.; GODINHO, O. E. S.; ALEIXO, L. M.; STEIN, E. Introdução à
Semi-microanálise Qualitativa, 4 ª Ed. Campinas : Ed. da UNICAMP, 1991.
5. CHRISTIAN, G. D.. Analytical Chemistry, John Wiley & Sons, INC, 6a Ed.
1994.
6. OHLWEILER, O. A . Química Analítica Quantitativa -Volume 1, LTC, Editora
S. A, Rio de Janeiro, 1982.
7. KING J., Análise Qualitativa: Reações, Separações e Experiências 1ª Ed,
Rio de Janeiro: Ed. Interamericana, 1981.
8. ALEXÉEV, Análise Qualitativa, Lopes da Silva Editora, Porto (1982).

56

9. BACCAN, N.; ANDRADE, J. C. GODINHO O . E . S ; BARONE , J . S .
Química Analítica Quantitativa Elementar”, 2ª., Ed., São Paulo : Editora Edgard
Blucher Ltda, 1985.
10. KOLTHOFF, M.; SANDELL E. B., MEEHAN E. J. ; BRUCHENTEIN S.
Quantitative Chemical Analysis, 4ª Ed., London: The Mecmillan Company,
1969.
Código
QUIT39
QUIT40
QUIT41
QUIT42
QUIT43
QUIT44

Oitavo Semestre
TECNOLOGIA DA INDÚSTRIA QUÍMICA 2
(orgânica)
QUÍMICA ANALÍTICA INSTRUMENTAL 2
(cromatografia e outras técnicas)
TECNOLOGIA DA INDÚSTRIA QUÍMICA 3
(açúcar e álcool)
CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS
TRAT. DE EFLUENTES DOM. E IND.
LABORATÓRIO DE FISICO-QUIMICA

Cred.
2

CH
30

4

60

4

60

4
2
4
20

60
30
60
300

Tecnologia da Indústria Química 2 – QUIT39
Carga Horária: 2 horas semanais – 30 horas
Pré-requisito: Química Orgânica 3.
EMENTA: Processos tecnológicos orgânicos nas áreas de petroquímica,
oleoquímica, tintas e adesivos, plásticos e borrachas. Indústria Cloroquímica.
Seminários especializados de profissionais atuantes.
Bibliografia:
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. WONGTSCHOWSKI, P., Indústria Química - Riscos e Oportunidades, Ed. 2,
Edgar Blucher, Ano 2002.
2. FAZENDA, J.M.R., Tintas - Ciência e Tecnologia, Ed. 4, Edgar Blucher, Ano
2009.
3. GILBERT, R., GAUTO, M., Química Industrial, Ed. 1, Artmed, Ano 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. WILEY-VCH, Ullmann's Encyclopedia of Industrial Chemistry, Ed. 1, Ano
2011.
2. Shreve, R. N., Brink Jr., J. A., Macedo, H., Indústrias de Processos
Químicos, Ed. 4. Guanabara, Ano 1997.
3. GUEDES, B., FILKAUSKAS, M. E., O plástico, Erica, 1987.
4. COULSON, J.M., RICHARDSON, J.F., Tecnologia Química, Ed. 4, Calouste
Gulbenkian, 2004.
Química Analítica Instrumental 2 – QUIT40
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Química Analítica Instrumental 1
EMENTA: Considerações gerais sobre cromatografia. Cromatografia Gasosa.
Cromatografia Líquida. Métodos Híbridos. Outras técnicas modernas de
análise.
Bibliografia básica:
1. SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos
de Química Analítica. São Paulo: Pioneira, 2006.
57

2. GONÇALVES, MARIA DE L. S. S. – Métodos Instrumentais de Análise de
Soluções, 2ª Edição – Fundação Caloustre Goubenkian – Lisboa, 1990.
3. HARRIS, D. C. ; Análise Química Quantitativa, 5ª Edição – Tradução: Carlos
A. S. R. e Alcides W. S. Guarino. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2001.
Bibliografia complementar:
4. HOLLER, F. J.; SKOOG, D. A.; CROUCH, S. R. Princípios de Análise
Instrumental. 6ª ed. Bookman, Porto Alegre, 2009.
5. EWING, G. Métodos Instrumentais de Análise Química, 1ª Edição, Edgard
Blücher, 1972.
6. AQUINO NETO, F. R. de. Cromatografia: princípios básicos e técnicas afins,
1ª Edição, Interciência,2003.
7. COLLINS, C. H.; BRAGA, G. L.; BONATO, P. S. Fundamentos de
cromatografia, 1ª Edição, UNICAMP, 2006.
8. GRUSHKA, E.; GRINBERG, N. Advances in Chromatography, CRC PRESS,
2006.
9. CHRISTIAN, G. D.: REILLY, J. E. Instrumental Analysis. 2ª edição, Allyn and
Bacon, Inc. Boston, 1986.
Tecnologia da Indústria Química 3 – QUIT41
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Química Orgânica 2 e Operações Unitárias
EMENTA: Indústria do açúcar e do álcool. Recepção da cana, moagem,
preparação do caldo, calagem, sulfitação, evaporação, cozimento. Produção de
açúcar e álcool. Controle de qualidade do açúcar e álcool, principais análises
de laboratório industrial em uma usina de açúcar e álcool. Seminários
industriais e visitas.
Bibliografia básica:
1. ANDRADE, M. C. de, Usinas e destilarias das Alagoas: uma contribuição ao
estudo da produção do espaço, EDUFAL, 1997.
2. PAYNE, J. H., Operações unitárias na produção de açúcar de cana. Nobel,
1989.
3. BRUGNARO, C., SBRAGIA, R., Gerência industrial em destilarias de álcool,
PLANALSUCAR, 1982.
Bibliografia complementar:
1. PATURAU, J. M., By-products of the cane sugar industry: an introduction to
their industrial utilization. Ed. 3, Elsevier, 1989.
2. Secretaria de Planejamento/AL, A atividade agro-industrial açucareira
alagoana, IGASA, 1978.
3. CAMARGO, C. A, Conservação de Energia na Indústria do Açúcar e do
Álcool, IPT, 1990.
4. DELGADO, A, CESAR, M., Elementos de Tecnologia e Engenharia do
Açúcar de Cana, ESALQ-USP, 1990.
5. Manual do Álcool. Instituto Brasileiro do Petróleo. Rio de Janeiro, 1987.
Ciência e Tecnologia dos Materiais – QUIT42
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Físico-Química 2; Química Inorgânica 1; Química Orgânica 3 e
Química Analítica Instrumental 1.
EMENTA: Introdução à Ciência dos Materiais. Propriedades, estrutura,
processos de fabricação, especificações e desempenho dos diferentes
58

materiais utilizados na indústria química. Materiais metálicos e ligas.
Cerâmicas. Aglomerantes. Vidros. Elastômeros. Plásticos. Tipos de aço
(carbono, inox, liga). Outros metais ferrosos e não ferrosos. Materiais plásticos.
Revestimentos anticorrosivos. Recomendação de materiais para serviços
típicos. Normalização. Tubulações industriais.
Bibliografia Básica:
1 - VLACK, L. H. VAN, Princípios de Ciência e Tecnologia dos Materiais, Ed. 1,
CAMPUS – RJ, Ano 1984.
2 - CALLISTER, W. D., Ciência e Engenharia De Materiais - Uma Introdução,
Ed. 8, LTC, Ano 2012.
3 - ASKELAND, D. R., PHULE, P. P., Ciência e Engenharia dos Materiais, Ed.
1, Cengage, Ano 2008.
4 - COLPAERT, H., Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Comuns, Ed. 4,
Edgard Blucher, Ano 2008.
5 - PUT, P. J. VAN DER, The Inorganic Chemistry of Materials, Ed. 1, Springer,
Ano 1998.
6 - MICHAELI, W., Tecnologia dos Plásticos, Ed. 1, Edgard Blucher, Ano 1995.
Bibliografia Complementar:
1 - JONGHE, L. C. de, EVANS, J. W., Production and Processing of Inorganic
Materials, Ed. 1, John Wiley Professional, Ano 2002.
2 – SHACKELFORD, J. F., Ciência dos Materiais, Ed. 6, Prentice Hall Brasil,
Ano 2008.
3 - HIBBELER, R. C., Resistência dos Materiais, Ed. 7, Prentice Hall Brasil, Ano
2010.
4 - PADILHA, A. F., Materiais de Engenharia Microestrutura e Propriedades,
Ed. 2, Hemus, Ano 2007.
5 - LALENA, J. N., CLEARY, D., Principles of Inorganic Materials Design, Ed. 1,
John Wiley Professional, Ano 2005.
6 - Persans, J. S. B., Chianelli, R. R., Schmid, G., Chemical Processes in
Inorganic Materials Metal and Semiconductor Clusters and Colloids, Volume
272, Ed. 1, Cambridge University Press, Ano 1992.
7 - HUSING, N., SCHUBERT, U., Synthesis of Inorganic Materials, Ed. 2, John
Wiley Professional, Ano 2009.
8- SMITH, W.F., Princípios de Ciência e Engenharia de Materiais, Ed. 3,
McGraw-Hill, Ano 1998.
Tratamento de Efluentes Doméstico e Industriais – QUIT43
Carga Horária: 2 horas semanais – 30 horas
Pré-requisito: Química Ambiental e Laboratório de Química Analítica
EMENTA:
Processo de depuração de esgotos naturais e artificiais; composição de
efluentes; retenção em peneiras; flutuação; decantação; processos biológicos;
tratamento de Iodo; lançamento de águas residuais em cursos receptores;
natureza dos despejos industriais; métodos de tratamento; despejos industriais
de produtos alimentícios; despejos industriais de produtos manufaturados;
despejos industriais diversos.
Bibliografia Básica:
1. NUVOLARI, A., Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e reuso
agrícola, Ed. 2, Edgar. Blücher, 2011.

59

2. RICHTER, C. A., Tratamento de lodos de estações de tratamento de água,
Edgard Blücher, 2001.
3. DI BERNARDO, L., DI BERNARDO, A., CENTURIONE FILHO, P. L.,
Ensaios de tratabilidade de água e dos residuos gerados em estações de
tratamento de água, RiMa, 2002.
Bibliografia Complementar:
1. Normas e Legislação Ambiental.
2. CHERNICHARO, C. A. L. Pós-tratamento de efluentes técnicos reatores
anaeróbios: coletânea de trabalhos técnicos, Finep, 2001.
3. GONÇALVES, R. F., Desinfecção de efluentes sanitários, ABES, 2003.
4. FERNANDES, C., Esgotos sanitários, UFPB, 1997.
5. Wastewater engineerin: treatment, disposal and reuse, Ed. 3, McGraw-Hill,
1991.
6. PEDROSA, V., Aspectos práticos da tecnologia do saneamento básico,
Roteiro Editorial, 2002.
Laboratório de Físico-Química – QUIT44
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Físico-Química 2.
EMENTA:
Termodinâmica química. soluções, equilíbrio de fases, equilibrio químico,
eletroquímica, condutância de eletrólitos e f.e.m, cinética química.
Bibliografia Básica:
1. MOORE, W. J., JORDAN, I., Físico-Química – Vol. 1 e 2, Ed. 1, Edgard
Blücher, 1976.
2. CASTELLAN, G. W. Fundamentos de Físico-Química, LTC, 1986.
3. ATKINS, P.W., PAULA, J. de, Fisico-Química. Vol. 1, 2 e 3, Ed. 8, LTC,
2008.
Bibliografia Complementar:
1. NETZ, P. A., ORTEGA, G. G., Fundamentos de físico-química, Artmed,
2002.
2. DICK, Y. P., SOUZA, R. F. de, Físico-química: um estudo dirigido sobre o
equilíbrio entre as fases, soluções e eletroquímica, UFRGS, 2006.
3. ATKINS, P. W., Physical chemistry, Oxford University Press, 1998.
4. Ball, D.W., Físico-Química, Vol. 1 e 2, Ed. 1, Cengage Learning 2005.
5. WEDLER, G., Manual de química física, Calouste Gulbenkian, 2001.
6. RANGEL, R. N., Práticas de físico-química, Ed. 3, Edgard Blücher, 2006.
Código
QUIT45
QUIT46
QUIT47
QUIT48
QUIT49
QUIT50
QUIT22

Nono Semestre
ÁGUAS DE ABASTECIMENTO E INDUSTRIAIS
GESTÃO DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA
QUÍMICA
QUÍMICA DE ALIMENTOS
DISCIPLINA ELETIVA
DISCIPLINA ELETIVA
DISCIPLINA ELETIVA
DISCIPLINA ELETIVA

Cred.
2
2

CH
30
30

2
4
4
4
2
20

30
60
60
60
30
300
60

Águas de Abastecimento e Industriais – QUIT45
Carga Horária: 2 horas semanais – 30 horas
Pré-requisito: Química Analítica 2.
EMENTA: Recursos hídricos – Água. Importância, visão global, recursos
hídricos no Brasil, sistemas de abastecimento de água, tratamento de água
bruta, processo convencional de tratamento. Doenças relacionadas com a
água, poluição das águas, tratamento de águas residuais. Resíduos sólidos e
sistema de tratamento de resíduos sólidos. Resíduos industriais, classificação e
disposição final. Emissões gasosas, doenças relacionadas com as emissões
gasosas. Agentes químicos, agentes físicos, biológicos e ergométricos. Riscos
e acidentes do trabalho. Doenças profissionais e doenças do trabalho.
Equipamentos de proteção individual e de proteção coletiva. Avaliação,
medição e controle dos riscos no ambiente de trabalho.
Bibliografia Básica:
1. DI BERNARDO, L., DANTAS, A. Di B., Métodos e técnicas de tratamento de
água, Ed. 2, RiMa, 2005.
2. LIBÂNIO, M., Fundamentos de qualidade e tratamento de água, Ed. 3,
Átomo, 2010.
3. RICHTER, C.A., Água - Métodos e Tecnologia de Tratamento, Ed. 1, Edgar
Blücher, 2009.
Bibliografia Complementar:
1. MIERZWA, J. C., HESPANHOL, I., Água na indústria: uso racional e reuso,
Oficina de Textos, 2005.
2. DANTAS, E., Geração de vapor e água de refrigeração: falhas, tratamentos,
limpeza química, J. Olympio, 1988.
3. BABBITT, H. E., DOLAND, J. J., CLEASBY, J. L., Abastecimento de água,
Edgard Blücher, 1962.
4. MESSIAS, A. S., COSTA, M. R. N., Água: fonte de vida, UNICAP, 2005.
5. MESSIAS, A. S., COSTA, M. R. N., Água subterrânea e dessalinização,
UNICAP, 2006.
6. Mapeamento das situações de risco para a água de consumo humano em
alagoas, 2003.
Gestão de Qualidade na Indústria Química – QUIT46
Carga Horária: 2 horas semanais – 30 horas
Pré-requisito: Química Ambiental; Gestão Tecnológica.
EMENTA: Qualidade: uma filosofia de gestão: definições de qualidade
orientadas ao cliente e qualidade como uma estratégia competitiva. O
envolvimento dos trabalhadores: a mudança cultural e o desenvolvimento de
recursos humanos. Gerenciamento da rotina e gerenciamento das melhorias.
Melhoria contínua: o processo de solução de problemas, o ciclo PDCA e os
círculos de controle da qualidade. Os custos da má qualidade: custos da
prevenção, custos de inspeção, custos de falhas internas e externas. Pirâmide
da qualidade nas empresas. Garantia de qualidade nas Indústrias de alimentos
e bebidas pelo sistema BPF/APPCC O programa 5S; O sistema APPCC:
origem e pré-requisitos.
Bibliografia Básica:
1. BRASSARD, M., Qualidade: ferramentas para uma melhoria contínua,
Qualitymark , 1985.

61

2. BRAVO, I., Gestão de qualidade em tempos de mudanças, Ed. 2, Alínea,
2007.
3. ABRANTES, J., Gestão da qualidade, Interciência, 2009.
4. ROBLES JUNIOR, A., Custos da qualidade: aspectos econômicos da gestão
da qualidade e da gestão ambiental. Ed. 2, Atlas, 2003.
5. DIAS, R., Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade.
Atlas, 2006.
Bibliografia Complementar:
1. BARÇANTE, L. C., Qualidade total: uma visão brasileira : o impacto
estratégico na universidade e na empresa, Campus, 1998.
2. AZAMBUJA, T. T. de, Documentação de sistemas da qualidade: um guia
prático para a gestão das organizações, Campus, 1996.
3. CARVALHO, M. M. de, PALADINI, E. P., Gestão da qualidade: teoria e
casos, Elsevier, 2006.
4. Casos reais de implantação de TQC, Fundação Christiano Ottoni, 1994.
5. GIL, A. de L., Qualidade total nas organizações: indicadores de qualidade,
gestão econômica da qualidade, sistemas especialistas de qualidade. Atlas,
1993.
6. ROTONDARO, R. G., Seis sigma: estratégia gerencial para melhoria de
processos, produtos e serviços. Atlas, 2002.
7. CAMPOS, V.F., Tqc - Controle da Qualidade Total, Ed. 8, Indg, 2004.
Química de Alimentos – QUIT47
Carga Horária: 2 horas semanais – 30 horas
Pré-requisito: Bioquímica Geral.
EMENTA: Proteínas, Enzimas, Carboidratos, Lipídeos, Antioxidantes,
Toxicantes naturais, Aflatoxinas, Conservantes químicos, Corantes naturais,
Escurecimento não enzimático, Aroma.
Bibliografia Básica:
1. DAMODARAN, S., BRANDELLI, A., Química de alimentos de Fennema, Ed.
4, Artmed, 2010.
2. RIBEIRO, E. P., SERAVALLI, E. A. G., Química de alimentos, Ed. 2, Edgard
Blücher, 2007.
3. PEREDA, O.J.A., Tecnologia de alimentos, Artmed, 2005.
4. EVANGELISTA, J., Tecnologia de alimentos. Ed. 2, Atheneu, 1989.
5. FELLOWS, P., Tecnologia do processamento de alimentos: princípios e
prática. Ed. 2, Artmed, 2006.
Bibliografia Complementar:
1. FENNEMA, O. R., Química de los alimentos. Ed. 2, Acribia, 2000.
2. BOBBIO, F. O., BOBBIO, P. A. Manual de laboratório de química de
alimentos. Varela, 1995.
3. BOBBIO, P. A., BOBBIO, F. O. Química do processamento de alimentos.
Varela, 1992.
4. BIOQUÍMICA de alimentos: teoria e aplicações práticas, Guanabara Koogan,
2008.
5. AQUARONE, E., LIMA, U. de A., BORZANI, W., Alimentos e bebidas
produzidos por fermentação. Edgard Blücher, 1983.
6. CHEFTEL, J.-C., CHEFTEL, H., Introducción a la bioquímica y tecnología de
los alimentos. Acribia, 1983

62

Disciplina Eletiva – QUIT22
Carga Horária: 2 horas semanais – 30 horas
Disciplina Eletiva – QUIT48
Carga Horária: 2 horas semanais – 60 horas
Disciplina Eletiva – QUIT49
Carga Horária: 2 horas semanais – 60 horas
Disciplina Eletiva – QUIT50
Carga Horária: 2 horas semanais – 60 horas

63

DISCIPLINAS ELETIVAS
Adminitração
Carga horária: 2 horas semanais - 30 horas
Pré-requisito: *****
EMENTA: O aparecimento da administração. A administração como função
social e arte liberal. As dimensões da administração. A finalidade e os objetivos
de uma empresa. A teoria da empresa. O que as entidades sem fins lucrativos
estão ensinando às empresas. O governo das corporações. Impactos e
problemas sociais. Os novos paradigmas da administração. A informação que
um executivo necessita hoje em dia. A administração por objetivos e controle.
Como escolher o pessoal-regras básicas. A administração da empresa familiar.
Estratégias empreendedoras. O novo empreendimento de risco. A empresa
empreendedora.
Bibliografia Básica:
1. CHIAVENATO, I. Administração: teoria, processo e prática. Atlas, 2005.
2. CHIAVENATO, I. Introdução a teoria geral da administração. McGraw-Hill,
2006.
3. MAXIMINIANO, Antonio César Amaru. Teoria Geral da administração. Ed.
Atlas, 2005.
Bibliografia Complementar:
1. CHIAVENATO, Idalberto. Princípios de Administração. Ed.Elsevier, 2006.
2. LONGENECKER, Justin et alii. Administração de pequenas empresas. São
Paulo,
Makron Books, 1997;
3. Revistas HSM Management, Você S.A. e Exame;
4. RAE –Revista de Administração de Empresas, Fundação Getúlio Vargas;
5. Revista de Administração da USP.
6. SLOAN, Alfred – MEUS ANOS COM A GENERAL MOTORS. Editora:
Negócio
7. GOLEMAN, Daniel – INTELIGÊNCIA EMOCIONAL. Editora Objetiva
Bioquímica, Fisiologia e Ecologia de Microorganismos Carga horária: 4 horas semanais - 60 horas
Pré-requisito: Bioquímica Geral
EMENTA: Microrganismos como instrumentos de análise, Metabolismo
Microbiano, Bioquímica na Ecologia Microbiana, Seminários, Aulas Práticas e
Visitas Técnicas
Bibliografia Básica:
1. AGRIOS, G. N. Plant pathology. 5a ed. San Diego, Academic Press. . 2004
2. ALBERTS, B.; BRAY, D.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, R.; WATSON, J.
D. Biología Molecular de la Célula. Ed. Omega. 1996.
3. ALCÂNTARA, F., CUNHA, M. A., ALMEIDA, M. A. Microbiologia: práticas
laboratoriais, 2ª ed. Aveiro: Univ. de Aveiro. 2001.
4. BARCELÓ, M. F. Técnicas Instrumentales en Bioquímica y Biología.
Universitat de les Illes Balears. 2003.
Bibliografia Complementar :
1. BOYER, R. Modern Experimental Biochemistry. 3a Ed. Addison wesley
Longman. 2000.
64

2. BAILEY, J. Biology and Molecular Biology of Plant-Pathogen Interactions.
Series Cell Biology V. 1, Springer Verlag, Berlin, Germany. 1986.
3. BURDON, J. J.; LEATHER, S. R. Pests, pathogens and plant communities.
Blackwell Sci Pub.,Oxford, UK. 1990.
4. CAMPBELL, M. K. Bioquímica. 3ª ed., Ed. Artmed, Porto Alegre. 2000.
5. CERDÁN VILLANUEVA ME., FREIRE PICOS MA, GONZÁLEZ SISO MI &
RODRIGUEZ TORRES A. M. Biología Molecular. Avances y técnicas
generales. Ed Universidade da Coruña (Área de Bioquímica y Biología
Molecular). 1997.
6. HAMES, B. D., HOPER, N. M.; HOUGHTON, J. D. Instant Notes in
Biochemistry, Bios Scientific Pub. 1999.
7. HURST, C. J. ;CRAWFORD, R. L.; KNUDSEN, G. R.; MCINERNEY, M. J.;
STETZENBACH, L. D. (eds). Manual of Environmental Microbiology. 2ª Ed.
ASM Press, Washington, USA. 2002
Bioquímica de Nutrição Animal
Carga horária: 2 horas semanais - 30 horas
Pré-requisito: Bioquímica Geral
EMENTA: Estrutura, função biológica, classificação e propriedades químicas
de proteínas, carboidratos, lipídeos e ácidos nucléicos. Enzima, vitaminas e
coenzimas. Vias metabólicas. Conceito de ótimo em nutrição animal.
Necessidades nutricionais. Alimentos para animais. Alimentação de animais
para trabalho e em condições de estresse. Alimentação de filhotes órfãos e
animais doentes. Experimentação e avaliação de alimentos para animais.
Bibliografia Básica:
1. BACILA, M.; Bioquimica Veterinaria. ROBE EDITORIAL. 2ª Ed. 2003.
2. BURROWS, C. F., KRONFELD, D. S., BANTA, C. A.; MERRIT, A. M. Fibre
affects digestibility and transit time in dogs (in press). 1982.
3. CAMPBELL, MARY K. Bioquimica. ARTMED. 3ª Ed. 2001.
4. CAREY, D. P.; NORTON, S. A.; BOLSER, S. M. Recentet Advance in Canine
and Feline Nutrutional Research: Proceeding of the 1996 Ian international
Nutrition Symposium, Orange Frazer Press, Wilmington, Ohio, USA, 1996.
Bibliografia Complementar:
1. CHAMPE, P. C.; HARVEY, R. A.; FERRIER, D. R. Bioquimica Ilustrada.
ARTMED. 3ª Ed. 2006.
2. EDNEY, A. T. B. Nutrição de Cães e Gatos. Editora Manole. 1987.
7. KENDALL, P. T. (1981) Comparative evaluation of apparent digestibility in
dogs and cats. Proc. Nut. Soc. 40, 2, 1981.
3. KOOLMAN, J.; ROHM, K.-H. Bioquimica - Texto E Atlas. ARTMED. 3ªEd.
2005.
4. NELSON, K. Y.; LEHNINGER, A. L.; COX . Principios de Bioquimica.
SARVIER. 3ªEd. 2003.
5. RODRIGUES, P. B., FONSECA, A. F., Nutrição e processamento de
alimentos para cães e gatos. Lavras – MG, Ed. UFLA, 2002.
6. TYMOCZKO, L; BERG, JEREMY MARK; STRYER, LUBERT. Bioquimica.
GUANABARA.KOOGAN. 5ª Ed. 2002.
7. VOET, J. G.; VOET, D.; PRATT, C.W. Fundamentos de Bioquimica. 1ªEd.
2000.

65

Biotecnologia
Carga horária: 4 horas semanais - 60 horas
Pré-requisito: Bioquímica Geral
EMENTA: Fundamentos da Biotecnologia, As células e os cromossomos, Os
microrganismos, Enzimas e os anticorpos, Ácidos nucléicos e os Genes,
Processos Fermentativos, A cultura de células e tecidos, A tecnologia do DNA,
Engenharia Genética, Biotecnologia, Indústria e Energia, Biotecnologia e Meio
Ambiente, Biotecnologia e Biodiversidade, Biotecnologia e Agricultura,
Biotecnologia e Pecuária, Biotecnologia e Alimentos Biotecnologia e Alimentos
Novos, Biotecnologia e Saúde: as vacinas, Biotecnologia e Saúde: os testes
diagnósticos, Biotecnologia e Saúde: os medicamentos e Biotecnologia e
Saúde: os tratamentos novos
Bibliografia Básica:
1. BORZANI, W.; Biotecnologia industrial, Edgard Blücher, 2001.
2. BORZANI, W.; LIMA, U. de A.; AQUARONE, E.; Engenharia Bioquímica,
Edgard Blücher, 1975.
3. MALAJOVICH, M. A. Biotecnologia. Rio de Janeiro: Axcel Books do Brasil
Editora, 2004.
Bibliografia Complementar:
1. MOTA, M.; LIMA, N.; Biotecnologia Fundamentos e Aplicações, Ed. 1, Lidel,
2003.
2. BON, E.P.S.; FERRARA, M.A.; CORVO, M.L.; Enzimas em Biotecnologia,
Ed. 1, Interciência, 2008.
3. ANTUNES, A.; PEREIRA JR., N.; EBOLE, M. de F.; Gestão em
Biotecnologia, Ed. 1, E-Papers, 2006.
4. RENNEBERG, R.; Biotecnologia para Principiantes, Ed. 1, Reverte, 2008.
5. Flickinger, M.C.; Upstream Industrial Biotechnology, Ed. 1, Wiley, 2013.
Cálculo 3
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Cálculo 2
EMENTA: Curvas Parametrizadas. Comprimento de Arco. Curvatura e Torsão.
Triedro de Frenet. Funções de varias variáveis. Limite e continuidade.
Derivadas parciais. Aplicações diferenciáveis. Matriz Jacobiana. Derivadas
direcionais. Gradiente. Regra da cadeia. Funções implícitas. Funções vetoriais.
Teorema da função inversa. Máximos e mínimos. Multiplicadores de Lagrange.
Formula de Taylor.
Bibliografia Básica:
1. GUIDORIZZI, H. L., Um curso de cálculo, Ed. 5, LTC, 2001.
2. STEWART, J. Cálculo, Volume 2, James, Ed. 5ª, CENGAGE, 2008.
3. HOFFMANN, L. D., Cálculo: um curso moderno e suas aplicações, Ed. 9,
LTC, 2002.
Bibliografia Complementar:
1. LEITHOLD, L., O cálculo com geometria analítica, Ed. 3, Harbra, 1994.
2. SWOKOWSKI, E.W., Cálculo com Geometria Analítica, Ed. 2, Makron
Books, 1995.
3. SIMMONS, G. F., Cálculo com geometria analítica, Pearson Makron Books,
1987.
4. GONÇALVES, M. B., FLEMMING, D. M., Cálculo A: funções, limite,
derivação e integração, Ed. 6, Prentice Hall, 2006.
66

5. BUSSAB, W. de O., HAZZAN, S., Cálculo: funções de uma e várias
variáveis, Ed. 2, Saraiva, 2010.
6. BOULOS, P., Cálculo diferencial e integral, Pearson Makron Books, 1999.
Cálculo 4
Carga horária: 4 horas semanais - 60 horas
Pré-requisito: Cálculo 3
EMENTA: Integrais múltiplas. Integrais de linha. Campos vetoriais
conservativos. Mudança de variáveis em integrais múltiplas. Superfícies
parametrizadas. Integrais de superfície. Teorema de Green. Teorema de
Gauss. Teorema de Stoke. Equações diferenciais de primeira e segunda
ordem. Métodos elementares de solução. Equações diferenciais lineares.
Bibliografia Básica:
1. GUIDORIZZI, H. L., Um curso de cálculo, Ed. 5, LTC, 2001.
2. STEWART, J. Cálculo, Volume 2, James, Ed. 5ª, CENGAGE, 2008.
3. HOFFMANN, L. D., Cálculo: um curso moderno e suas aplicações, Ed. 9,
LTC, 2002.
Bibliografia Complementar:
1. LEITHOLD, L., O cálculo com geometria analítica, Ed. 3, Harbra, 1994.
2. SWOKOWSKI, E.W., Cálculo com Geometria Analítica, Ed. 2, Makron
Books, 1995.
3. SIMMONS, G. F., Cálculo com geometria analítica, Pearson Makron Books,
1987.
4. GONÇALVES, M. B., FLEMMING, D. M., Cálculo A: funções, limite,
derivação e integração, Ed. 6, Prentice Hall, 2006.
5. BUSSAB, W. de O., HAZZAN, S., Cálculo: funções de uma e várias
variáveis, Ed. 2, Saraiva, 2010.
6. BOULOS, P., Cálculo diferencial e integral, Pearson Makron Books, 1999.
Economia
Carga horária: 2 horas semanais - 30 horas
Pré-requisito: *****
EMENTA: História do pensamento econômico. Curvas de Oferta e Demanda.
Elasticidade da renda e da demanda. Custos de Produção. Custos Fixos,
Variáveis, Médio e Marginal. Curva do efeito de escala na produção.
Matemática financeira. Juros, amortizações, modelos de financiamento de bens
e serviços. Análise de projetos. Ponto de vista privado e social. Método CustoBenefício. Método da Taxa Interna de Retorno (TIR). Considerações sobre a
realidade econômica brasileira
Bibliografia Básica:
1. MANKIW, N.G.; Introdução à economia, Ed.5, Cengage Learning, 2010.
2. MENDES, C. M.; TREDEZINE, C. A. de O.; Introdução à economia, Q
Gráfica, 2007.
3. PASSOS, C. R. M.; NOGAMI, O.; Princípios de economia, Ed. 4, Pioneira
Thomson Learning, 2003.
Bibliografia Complementar:
1. FIGUEIREDO, P.H.P. 1999. A regulação do serviço público concedido.
Editora
Síntese. Porto Alegre, pp.47-48.
2. FRIEDMAN, M. (1962). Teoria de los precios. Editora Altaya.
67

3. FURTADO. C (1998). Formação econômica do Brasil. Companhia Editora
Nacional
4. PINHEIRO, A.C. 1996. O setor Privado na infra-estrutra brasileira. Revista do
BNDES. Volume 3. No 5, p.87-104. Rio de Janeiro
5. SAMUELSON, P.A. (1969) Introdução à análise econômica. Editora AGIR
Empreendedorismo - QUIT
Carga horária: 4 horas semanais - 60 horas
Pré-requisito:****
EMENTA: Desenvolvimento da capacidade empreendedora do estudante
universitário, com ênfase no estudo do perfil do empreendedor, nas técnicas de
identificação e aproveitamento de oportunidades, na aquisição e
gerenciamento dos recursos necessários ao negócio, fazendo uso de
metodologias que priorizam técnicas de criatividade e da aprendizagem próativa.
Bibliografia Básica:
1. DORNELAS, J.C.A.; Empreendedorismo na prática: mitos e verdades do
empreendedor de sucesso, Campus, 2008.
2. DOLABELA, F.; O segredo de Luísa, Cultura Editores Associados, 1999.
3. BARON, R. A.; Empreendedorismo: uma visão do processo, CENGAGE
Learning, 2007.
Bibliografia Complementar:
1. COZZI, A.; Empreendedorismo de base tecnológica: Spin-off: criação de
novos negócios a partir de empresas constituídas, universidades e centros de
pesquisa, Elsevier, Campus, 2008.
2. Tonholo, J.; Pires, S.O.; CAMINHOS para o sucesso em incubadoras e
parques tecnológicos: um guia de boas práticas. ANPROTEC & SEBRAE,
2006.
3. TIDD, J.; Inovação e Empreendedorismo, Ed. 1, Bookman, 2009.
4. MAXIMIANO, A. C. A.; Administração para empreendedores, Ed. 2, Pearson
Education do Brasil, 2011.
5. DOLABELA, F.; Oficina do empreendedor Ed. de Cultura, 1999.
6. Revista Exame
7. Revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios
8. Gazeta Mercantil
9. Seções de informática, negócios e economia de jornais de grande circulação
Boletins do SEBRAE
10. Publicações de órgãos inseridos do “sistema de suporte”, como sistema 11.
Federação das Indústrias, Associação Comercial
Espectroscopia Molecular Orgânica
Carga Horária: 4 horas semanais – 60 horas
Pré-requisito: Química Orgânica 3.
EMENTA: Princípios básicos e aplicações de técnicas de RMN, de
infravermelho, de espectrometria de massas e de ultravioleta na caracterização
e elucidação estrutural de moléculas orgânicas.
Bibliografia Básica:
1. SILVERSTEIN, R.M.; WEBSTER, F.X.; Kiemle, D. J.; Identificação
espectrométrica de compostos orgânicos, Ed. 7, LTC, 2006.

68

2. Pavia, D.L.; Lampman, G.M.; Kriz G.S.; Vyvyan, J.R.; Introdução à
Espectroscopia, Ed. 1, Cengage Learning, 2010.
3. Ning, Y.-C.; Ernst, R. R.; Interpretation of Organic Spectra, Ed. 1, Wiley,
2011.
Bibliografia Complementar:
1. PAVIA, D. L.; LAMPMAN, G.M.; KRIZ, G.S. Introduction to Spectroscopy, Ed.
4, Cengage, 2004.
2. Forrest, T.; Rabine, J.-P.; Rouillard, M.; Organic Spectroscopy Workbook,
Ed. 1, Wiley, 2011.
3. Field, L.D.; Sternhell, S.; Kalman, J.R.; Organic Structures from Spectra, Ed.
5, Wiley, 2013.
4. Hollas, J.M.; Modern Spectroscopy, Ed. 4, Wiley, 2004.
5. Friebolin, H.; Basic One- and Two-Dimensional NMR Spectroscopy, Ed. 1,
Wiley, 2010.
Ética
Carga horária: 2 horas semanais - 30 horas
Pré-requisito:*****
EMENTA: A partir da leitura dos textos dos principais filósofos que
problematizaram a ética, discutir os pressupostos filosóficos da reflexão ética e
do agir moral, apontando, tendo como perspectiva o itinerário histórico, os
problemas éticos da atualidade.
Bibliografia Básica:
1. ALMEIDA, S. F. C. de; Psicologia escolar: ética e competências na formação
e atuação profissional, Ed. 2; Alínea, 2006.
2. APEL, K. O. Estudos de moral moderna. Petrópolis: Vozes, 1994.
3. ARISTÓTELES. Ética a Nicômacos. Brasília: UnB, 1999.
Bibliografia Básica:
1. CHANGEUX, J. - P.. Uma mesma ética para todos? Lisboa: Instituto Piaget,
1997.
2. DUSSEL, E. Ética Libertação. Petrópolis: Editorial Vozes, 2002.
3. GADAMER, H-G. Verdade e método: traços fundamentais de uma
hermenêutica filosófica. Petrópolis: Vozes, 1998.
4. GUARIGLIA, O. Moralidad: ética universalista y sujeto moral. Buenos Aires:
Fondo de Cultura Económica, 1996.
5. HEGEL, G. W. F. Princípios de filosofia do direito. São Paulo: Ícone, 1997.
Fenômenos de Transporte 2
Carga horária: 4 horas semanais - 60 horas
Pré-requisito: Fenômenos de Transporte 1
EMENTA: Transferência de Calor por Condução; Transferência de Calor
Convectiva; Relações Empíricas e Práticas para a Transferência de Calor em
Convecção Forçada; Convecção Natural.
Bibliografia básica:
1. LIVI, C. P., Fundamentos de fenômenos de transporte: um texto para cursos
básicos, LTC, 2004.
2. FOX, R. W., PRITCHARD, P. J., MCDONALD, A. T., MACHADO, L.,
Introdução à mecânica dos fluidos. Ed. 7, LTC, 2010.
3. MUNSON, B. R., YOUNG, D. F., OKIISHI, T. H., Fundamentos da mecânica
dos fluídos, Edgard Blücher, 2004.
69

Bibliografia complementar:
1. ROMA, W. N. L., Fenômenos de transporte para engenharia, Ed. 2, RiMa,
2006.
2. CREMASCO, M. A., Fundamentos de transferência de massa, UNICAMP,
1998.
3. TREYBAL, R. E., Mass-transfer operations, Ed. 3, McGraw-Hill, 1980.
4. CUSSLER, E. L. Diffusion mass transfer in fluid systems, Ed. 2, Cambridge
University Press,1997.
5. ECKERT, E.R.G.; DRAKE, Robert, M., Analysis of heat and mass transfer,
McGraw-Hill, 1972.
Gestão Ambiental
Carga Horária: 2 horas semanais – 30 horas
Pré-requisito: Bioquímica Geral.
EMENTA: A questão ambiental e a sua relação com os diversos setores da
empresa. Produção Limpa e os processos de fabricação. Eco-design e
qualidade de produtos. Normalização e certificação: ISSO 14000 e
competitividade internacional. Planejamento e implantação de sistemas de
gestão ambiental.
Bibliografia Básica:
1. DIAS, R.; Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade,
Atlas, 2006.
2. NASCIMENTO, L. F.; Gestão ambiental e sustentabilidade, 2009.
3. CHEHEBE, J. R. B. Análise do ciclo de vida de produtos: ferramenta
gerencial da ISO 14000. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1998.
4. GUIMARÃES, L. B. M. Ergonomia de Produto – Série Monográfica. v. 2, 5.
ed. Porto Alegre: FEENG, 2006.
5. MOREIRA, M. S. Estratégia e implantação do sistema de gestão ambiental
modelo ISO 14001. Nova Lima: INDG Tecnologia e Serviços Ltda., 2006.
6. NASCIMENTO, L. F.; LEMOS, A. D. DA C.; MELLO, M. C. A. Gestão
socioambiental estratégica. Porto Alegre: Bookman, 2008.
7. SEIFFERT, M. E. B. Gestão ambiental: instrumentos, esferas de ação e
educação ambiental. São Paulo: Atlas, 2007.
Bibliografia Complementar:
11. SENAI-RS. Avaliação energética. Porto Alegre: UNIDO, UNEP, Centro
Nacional de Tecnologias Limpas SENAI, 2003. (Série Manuais de Produção
mais Limpa). Disponível em http://www.senairs.org.br/cntl/
12. SENAI-RS. Cinco fases da implantação de técnicas de produção mais
limpa. Porto Alegre: UNIDO, UNEP, Centro Nacional de Tecnologias Limpas
SENAI, 2003. (Série Manuais de Produção mais Limpa). Disponível em
http://www.senairs.org.br/cntl/
13. SENAI-RS. Diagnóstico ambiental e de Processo. Porto Alegre: UNIDO,
UNEP, Centro Nacional de Tecnologias Limpas SENAI, 2003. (Série Manuais
de Produção mais Limpa). Disponível em http://www.senairs.org.br/cntl/
14. SENAI-RS. Indicadores Ambientais e de Processo. Porto Alegre: UNIDO,
UNEP, Centro Nacional de Tecnologias Limpas SENAI, 2003. (Série Manuais
de Produção mais Limpa). Disponível em http://www.senairs.org.br/cntl/
15. SENAI-RS. Programa de Produção mais Limpa - documento geral. Porto
Alegre: UNIDO, UNEP, Centro Nacional de Tecnologias Limpas SENAI, 2003.

70

(Série
Manuais
de
Produção
mais
Limpa).
Disponível
em
http://www.senairs.org.br/cntl/
16. SENAI-RS. Questões ambientais e Produção mais Limpa. Porto Alegre:
UNIDO, UNEP, Centro Nacional de Tecnologias Limpas SENAI, 2003. (Série
Manuais
de
Produção
mais
Limpa).
Disponível
em
http://www.senairs.org.br/cntl/
17. SENAI-RS. Sistema de gestão ambiental e produção mais limpa. Porto
Alegre: UNIDO, UNEP, Centro Nacional de Tecnologias Limpas SENAI, 2003.
(Série
Manuais
de
Produção
mais
Limpa).
Disponível
em
http://www.senairs.org.br/cntl/
18. Link para o estudo dirigido de gestão de energéticos – disponível em:
http://www3.aneel.gov.br/atlas/atlas_2edicao/download.htm
HISTÓRIA AFRO BRASILEIRA E AFRICANA
Carga horária: 4 horas semanais - 60 horas
Pré-requisito: ****
Ementa: História da África e dos Africanos. A luta dos negros no Brasil. A
cultura Negra Brasileira e o negro na formação da sociedade nacional. A
contribuição do povo negro nas áreas social, econômica, política e cultural para
a formação da nação brasileira.
Bibliografia Básica:
1- CHIAVENATO, J. J. O negro no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1988.
2- RANGER, T. O. História Geral da África. São Paulo: África Unesco: 1991,
vol. 7.
3- CARDOSO, C. F.F. S. Agricultura, escravidão e Capitalismo. Petrópolis, RJ:
Vozes, 1982.
Bibliografia Complementar:
1- FREYRE, G. Casa grande e senzala. São Paulo: Brasiliense, 2000.
2- DA MATTA, R. O que faz o Brasil, Brasil? São Paulo: Editora Rocco, 1984.
3- REIS, J. J. Escravidão e invenção da liberdade. São Paulo: Brasiliense, 1988
4- RODRIGUES, N. Os africanos no Brasil. São Paulo: Companhia Editora
Nacional.
Inglês Instrumental 1
Carga horária: 2 horas semanais - 30 horas
Pré-requisito:*****
EMENTA: Estratégias de desenvolvimento de habilidades de leitura para
interpretação de textos em geral e acadêmico em especial. Introdução à escrita
em língua estrangeiras.
Bibliografia Básica:
1. CLANDFIELD, Lindsay. Straightforward: elementary student’s book.
Macmillan: Oxford, 2006.
2. FLETCHER, Clare. Pronunciation dictionary: study guide. Essex, UK:
Longman, 1990.
3. HANDBOOK of the International Phonetic Association: a guide to the use of
the IPA. Cambridge: Cambridge University, 1999.
Bibliografia Complementar:
1. DIAS, R. Inglês Instrumental: leitura Crítica – Uma abordagem Construtivista.
Belo Horizonte: UFMG. 1988.

71

2. GRELLET, F. Developing Reading Skills: A practical Guide to Reading
Comprehensinon Exercises. 110 ed. Cambridge: Cambridge University Press.
1990.
3. MOREIRA, V. Vocabulary acquisition and Reading strategies. Resource
Packege Number IV. São Paulo: Cepril. 1986.
4. PAUK, W. How to Study In College. 3ª ed, Boston: Houghton Mifflin
Company. 1984.
5. YORKEY, R. Study Skills For Students of English. 2 ed. New York, McgrawHill. 1982.
Inglês Instrumental 2
Carga horária: 2 horas semanais - 30 horas
Pré-requisito: Inglês Instrumental 1
EMENTA: Estratégias de desenvolvimento de habilidades de leitura para
interpretação de textos em geral e acadêmico em especial. Introdução à escrita
em língua estrangeiras.
Bibliografia Básica:
1. CLANDFIELD, Lindsay. Straightforward: elementary student’s book.
Macmillan: Oxford, 2006.
2. FLETCHER, Clare. Pronunciation dictionary: study guide. Essex, UK:
Longman, 1990.
3. HANDBOOK of the International Phonetic Association: a guide to the use of
the IPA. Cambridge: Cambridge University, 1999.
Bibliografia Complementar:
1. DIAS, R. Inglês Instrumental: leitura Crítica – Uma abordagem Construtivista.
Belo Horizonte: UFMG. 1988.
2. GRELLET, F. Developing Reading Skills: A practical Guide to Reading
Comprehensinon Exercises. 110 ed. Cambridge: Cambridge University Press.
1990.
3. MOREIRA, V. Vocabulary acquisition and Reading strategies. Resource
Packege Number IV. São Paulo: Cepril. 1986.
4. PAUK, W. How to Study In College. 3ª ed, Boston: Houghton Mifflin
Company. 1984.
5. YORKEY, R. Study Skills For Students of English. 2 ed. New York, McgrawHill. 1982.
Introdução à Química Quântica
Carga horária: 4 horas semanais - 60 horas
Pré-requisito: Físico-Química 2, Química Inorgânica 1.
EMENTA: Noções de química quântica: Postulados de Schroedinger a
Aplicações. Estruturas Atômicas e estruturas moleculares simples.
Bibliografia Básica:
1. MOORE, W. J., JORDAN, I., Físico-Química – Vol. 1 e 2, Ed. 1, Edgard
Blücher, 1976.
2. CASTELLAN, G. W. Fundamentos de Físico-Química, LTC, 1986.
3. ATKINS, P.W., PAULA, J. de, Fisico-Química. Vol. 1, 2 e 3, Ed. 8, LTC,
2008.
Bibliografia Complementar:
1. NETZ, P. A., ORTEGA, G. G., Fundamentos de físico-química, Artmed,
2002.
72

2. DICK, Y. P., SOUZA, R. F. de, Físico-química: um estudo dirigido sobre o
equilíbrio entre as fases, soluções e eletroquímica, UFRGS, 2006.
3. ATKINS, P. W., Physical chemistry, Oxford University Press, 1998.
4. Ball, D.W., Físico-Química, Vol. 1 e 2, Ed. 1, Cengage Learning 2005.
5. WEDLER, G., Manual de química física, Calouste Gulbenkian, 2001.
6. SEBERA, D. K. Estrutura Eletrônica & Ligação Química; Ed. Polígono, São
Paulo, 1968.
Metodologia Científica
Carga horária: 2 horas semanais - 30 horas
Pré-requisito: *****
EMENTA: O conhecimento científico. A pesquisa e o método científico.
Formulação do problema de pesquisa. A pesquisa experimental e a não
experimental. Construção de hipóteses. Classificação das pesquisas.
Delineamento da pesquisa. Elaboração de projetos de pesquisa. Elaboração de
relatórios. Técnicas para apresentação de trabalhos e seminários.
Bibliografia Básica:
1.CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A.; SILVA, R. da; Metodologia científica, Ed. 6;
Person Prentice Hall, 2007.
2.CASTRO, C. de M.; A prática da pesquisa, Ed. 2, McGraw-Hill, 2006.
3.CARVALHO, M. C. M. de; Construindo o saber: metodologia científica:
fundamentos e técnicas, Ed. 15, Papirus, 2003.
Bibliografia Complementar:
1. COSTA, A. R.; Orientações metodológicas para produção de trabalhos
acadêmicos, Ed.7, EDUFAL, 2006.
2. BARROS, A. J. da S.; LEHFELD, N. A. de S.; Fundamentos de metodologia
científica, Ed.3, Pearson Prentice Hall, 2007.
3. BOOTH, W. C.; COLOMB, G. G.; WILLIAMS, J. M.; A arte da pesquisa, Ed.
2, Martins Fontes, 2005.
4. CONTANDRIOPOULOS, A.-P.; Saber preparar uma pesquisa, Ed. 2,
Abrasco, 1997.
5. DIÓGENES, E.; Metodologia e epistemologia na produção científica: gênese
e resultado, Ed. 2, EDUFAL, 2005.
Métodos de Isolamento e Purificação de Compostos Orgânicos
Carga horária: 4 horas semanais - 60 horas
Pré-requisito: Química Orgânica 3
EMENTA: Considerações gerais sobre a Química de Produtos Naturais.
Preparação de material vegetal. Métodos de extração. Princípios básicos de
cromatografia. Análise Fitoquímica. preliminar.
Bibliografia Básica:
1. AQUINO NETO, F. R.; NUNES , D. S. S . Cromatografia – Princípios Básicos
e Técnicas Afins. editora Interciência, Rio de Janeiro. 2003.
2. COLLINS, C. H.; BRAGA, G. L.; BONATO. Introdução a Métodos
Cromatográficos. S. P.; 7ª ed. Editora da UNICAMP. 1990.
3. MATOS, F. J. A . Introdução à Fitoquímica Experimental. Edições da UFC.
1997.

73

Bibliografia Complementar:
1. SIMÕES, C. M. O; SCHENKEL, E. P.; GOSMANN, G.; DE MELLO, J. C. P.;
MENTZ, A. L.; PETROVICK, R. P. Farmacognosia da Planta ao Medicamento.
5ª ed. Editora da UFSC/ Editora da UFRGS. 2003.
2. CIOLA, R.; Fundamentos da Cromatografia Líquida de Alto Desempenho
Hplc, Ed. 11 Edgar Blucher, 1998.
3. Roteiros de aula prática
4. Revista Química Nova na Escola
5. Revista Química Nova
Operações Unitárias 2
Carga horária: 4 horas semanais - 60 horas
Pré-requisito: Operações Unitárias 1
Ementa: Destilação, Absorção gasosa, Extração líquido-líquido, Extração
sólido-líquido.
Bibliografia básica:
1. FOUST, A.S., Princípios das Operações Unitárias, Ed. 2, Guanabara Dois,
1982.
2. GOMIDE, R. Operações unitárias, Volume I, II e III. Edição do Autor. 1993.
3. ALAN S. F., Principios das Operações Unitarias, Ed. 2, LTC, 1982.
Bibliografia complementar:
1. GOMIDE, R., Manual de operações unitárias, Ed. 2, 1991
2. GEANKOPLIS, C.J., Transport processes and unit operations. Ed. 4,
Prentice-Hall, 2003.
3. PERRY, R. H., GREEN, D. W., Perry's Chemical engineers' handbook, Ed. 7,
McGraw-Hill, 1997.
Processos Catalíticos na Indústria Química.
Carga horária: 4 horas semanais - 60 horas
Pré-requisito: Química Inorgânica 2 e Química Orgânica 3
EMENTA: Catálise homogênea. Grandezas de reação. Química de
coordenação e organometálicos em processos catalíticos. Principais classes de
processos em catálise homogênea. Processos industriais em catálise
homogênea. Catálise heterogênea. Fenômenos de adsorção. Suportes sólidos,
modificação da superfície de suportes com grupos orgânicos, metais, óxidos e
complexos. Métodos de caracterização. Principais processos industriais em
catálise heterogênea. Catálise Ziegler-Natta.
Bibliografia Básica:
1. PARSHALL, G. W.; ITTEL, S. D. Homogeneous catalysis. New York: Wiley,
1992.
2. SCHMAL, M.; Catálise Heterogênea, Ed. 1, Synergia, 2011.
3. HAGEN, J.; Industrial Catalysis a Practical Approach, Ed. 2, John Wiley,
2006.
4. CHIUSOLI, G. P.; MAITLIS, P. M.; Metal-Catalysis In Industrial Organic
Processes, Ed. 1, Springer Verlag, 2006.
Bibliografia Complementar:
1. FEDERSEL, H.-J.; BLASER, H. U.; Asymmetric Catalysis on Industrial Scale:
Challenges, Approaches and Solutions, Ed. 1, John Wiley, 2010.
2.GUISNET, M.; RIBEIRO, F. R.; Zeólitos: um nanomundo ao serviço da
catálise, Fundação Calouste Gulbenkian, 2004.
74

3.Le PAGE, J.; Applied heterogeneous catalysis: design-manufacture use of
solid catalysts, Editions Technip, 1987.
4.HAGEN, J.; Industrial catalysis: a practical approach, Ed.2., Wiley-VCH, 2006.
5. Artigos recentes de revistas especializadas.
Purificação de Proteínas
Carga horária: 2 horas semanais - 30 horas
Pré-requisito: Bioquímica Geral
EMENTA: Determinação de Proteínas, Métodos de análise eletroforéticos,
Prevenção de proteólise incontrolada, Estratégia de purificação, Clarificação e
extração, Concentração do extrato, Separação baseada na estrutura,
Separação baseada no tamanho: cromatografia de permeação de gel.
Bibliografia Básica:
1. HARRIS E. L. V,; . ANGAL , S. ANGAL. Protein purification applications: a
practical approach. Editora: Oxford University Press, USA. 1990.
2. SGARBIERI, V. C. Proteínas em Alimentos Protéicos. Ed. VARELA 1ª
Edição - 1996 .
3. SILVA JUNIOR, J. G. Eletroforese de Proteínas. Editora: INTERCIENCIA. 1ª
Edição – 2001.
Bibliografia Complementar:
1. SILVA JUNIOR, J. G. da; Cromatografia de Proteínas Guia Teórico e Prático,
Ed. 1, Interciência, 2004.
2. MATTIASSON, B.O.; HATTI-KAUL, R.; Isolation and Purification of Proteins,
Ed. 1, MARCEL DEKKER, 2003.
3. BENITEZ, M.; AGUIRRE, V.; Protein Purification, Ed. 1, NOVA SCIENCE
PUB, 2012.
4. JANSON, J.-C.; RYDEN, L.; Protein Purification: Principles, High-Resolution
Methods and Application, Ed. 2, John Wiley, 1997.
5. ADAMS, P. D.; GOLEMIS, E.; SIMPSON, R. J.; Basic Methods in Protein
Purification and Analysis, Ed. 1, Cold Spring Harbor Laboratory Press, 2008.
Química Orgânica 4
Carga horária: 4 horas semanais - 60 horas
Pré-requisito: Química Orgânica 3
EMENTA: Química dos Elementos da Segundo Período: Enxofre e Fósforo;
Compostos Heterocíclicos, Organometálicos: Lítio, Magnésio, Zinco, Boro,
Alumínio, Silício, Estanho, Selênio, Ródio, Rutênio e Paládio; Reações
Pericíclicas e Síntese Orgânica
Bibliografia Básica:
1. SOLOMONS, T. W. G., FRYHLE, C. B., Química Orgânica. Ed. 1, LTC,
2012.
2. McMURRY, J., Química Orgânica, Ed. 1, Cengage, 2011.
3. BRUICE, P. Y., Química Orgânica, Ed. 4, Editora Person Prentice Hall. 2004.
Bibliografia Complementar:
1. VOLLHARD, K. C., SCHORE, N. E., Química Orgânica: Estrutura e função.
Vol. Único. Ed. 1, Bookman, 2004.
2. de SOUZA, M. V. N., Estudo da síntese orgânica baseado nas substâncias
bioativas. Vol. Único. Ed. 1, Átomo, 2010.
3. ALLINGER, N. L., Química Orgânica. Ed. 2, Vol. único. LTC, 1976.
4. CAREY, F. A., SUNDBERG, R. J. Advanced Organic Chemistry, Ed. 5,
Editora Springer-Verlag, 2007.
75

5. MARCH, J., Advanced Organic Chemistry: reaction, mechanisms and
structure, Ed. 4, John Wiley & Sons. 1992.
6. CLAYDEN, J., GREEVES, N., WARREN, S., Organic Chemistry, 2000.
Química de Polímeros
Carga horária: 4 horas semanais - 60 horas
Pré-requisito: Química Orgânica 2
EMENTA: Introdução: histórico, estrutura e propriedades dos polímeros.
Síntese de polímeros. Transições de fase (Estados vítreo e borrachoso, estado
cristalino). Reologia. Propriedades de soluções poliméricas.
Bibliografia Básica:
1. AKCELRUD, A. Fundamentos da Ciência dos Polímeros, Manole Editora, 1a
edição, São Paulo - 2007
2. CANEVAROLO JR., S. V. Ciência dos polímeros, Artliber Editora, 2a edição,
São Paulo - 2006.
3. MARINHO, J. R. D. Macromoléculas e Polímeros, Manole Editora, 1a edição,
São Paulo – 2005.
Bibliografia Complementar:
1. MANO, E. B.; MENDES, L. C. Introdução a Polímeros, Editora Edgard
Blucher LTDA. 2ª Edição, São Paulo - 1999.
2. Young, R. J.; Lovell, P. A.; Introduction to Polymers, Ed. 3, CRC Press, 2011.
3. Rubinstein, M.; Colby, R. H.; Polymer Physics, Oxford University Press,
2003.
4. Stevens, M.P.; Polymer Chemistry: An Introduction, Ed. 3, Oxford University
Press, 1998.
5. Artigos de periódicos especializados.
Refinaria de Petróleo e Biorrefinaria
Carga horária: 4 horas semanais - 60 horas
Pré-requisito: Química Orgânica 2
EMENTA: Petróleo: Caracterização química, ocorrência e produção; Pré-sal e
outras atualidades na área. Refino do petróleo: Principais processos
empregados para conversão das diversas correntes intermediárias em
produtos finais. Gás natural: Ocorrência e aplicações; Situação mercadológica.
Biorrefinarias: Conceitos e contextualização nos princípios da química verde e
de sustentabilidade; Plataforma sucroquímica; Plataforma oleoquímica;
Plataforma termoquímica. Biomassa para geração direta de energia.
Bibliografia Básica:
1. ULLER, V.C.; SZKLO, A.S.; Fundamentos do Refino de Petróleo: Tecnologia
e Economia, Ed. 3, Interciencia, 2012.
2. POMINI, A.M.; A Química na Produção de Petróleo, Ed. 1, Interciencia,
2013, Autor: Armando Mateus Pomini
3. CORRÊA, O. L. S.; Petróleo: Noções sobre Exploração, Perfuração,
Produção e Microbiologia, Ed. 1, Interciência, 2003.
Bibliografia Complementar:
1. Stuart, P.R.; El-Halwagi, M.M.; Integrated Biorefineries: Design, Analysis,
and Optimization, Series:Green Chemistry and Chemical Engineering, Ed. 1,
CRC Press, 2012.
2. Aresta, M.; Dibenedetto, A.; Dumeignil, F.; Biorefinery: From Biomass to
Chemicals and Fuels, de Gruyter, 2012.
76

3. Gary, J.H.; Handwerk, G.E.; Kaiser, M.J.; Petroleum Refining: Technology
and Economics, Ed. 5, CRC Press, 2007.
4. Kamm, B.; Gruber, P.R.; Kamm, M.; Biorefineries - Industrial Processes and
Products, Ed. 1, Wiley-VCH, 2010.
5. Artigos técnicos e científicos.
Leitura e Produção de Texto em Língua Portuguesa Carga horária: 4 horas semanais - 60 horas
Pré-requisito: ****
EMENTA: Prática de leitura e produção de texto, de diversos gêneros, em
português, fundamentadas no conceito de linguagem como atividade
interlocutiva e no texto como unidade básica significativa na língua.
Bibliografia Básica:
1. FARACO, C. A.; TEZZA, C. Prática de textos para estudantes universitários.
Petrópolis, Vozes,
1992.
2. GALVEZ, C; ORLANDI, E.; OTONI, P. (Orgs). O texto: escrita e leitura.
Campinas, Pontes, 1997.
3. GARCIA, O. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro, Fundação
Getúlio Vargas, 1997.
Bibliografia Complementar:
1. GERALDI, J. W. O texto na sala de aula. Cascavel, Assoeste, 1984.
2. SERAFINI, M. T. Como escrever textos. Rio de janeiro, Globo, 1990.
3. MACHADO, A. R.; LOUSADA, E. G.; ABREU-TARDELLI, L. S., Resenha,
Parábola, 2004.
4. FEITOSA, V.; Redação de textos científicos, Papirus, 1991.
5. FERREIRA, L. G. R.; Redação cientifica: como escrever artigos,
monografias, dissertações e teses. UFC, 1994.

77
                
Logo do chatbot Mundaú