História Licenciatura 2011

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                    Universidade Federal de Alagoas
Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes
Curso de História

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
HISTÓRIA-LICENCIATURA

Maceió, 2011

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Universidade Federal de Alagoas
Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes

Curso de Licenciatura em História
Projeto Político Pedagógico do curso de
Licenciatura em História, elaborado
com objetivo de adequação às Diretrizes
Curriculares Nacionais.

Equipe Executora do Projeto:
Prof.ª Dra. Ana Claudia Aymoré Martins
Prof.ª Dra. Ana Mónica Henriques Lopes
Prof. Dr. Antonio Filipe Pereira Caetano
Prof.ª Dra. Célia Nonata da Silva
Prof.ª Ms. Clara Suassuna Fernandes
Prof.ª Ms. Irinéia Maria Franco dos Santos
Prof.ª Dra. Raquel de Fátima Parmegiani

Maceió, 2011

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Sumário

Identificação do Curso ........................................................................... 04
Introdução/Justificativa ......................................................................... 07
Perfil do Egresso ................................................................................... 17
Habilidades/Competências/Atitudes ...................................................... 19
Conteúdos/Matriz Curricular ................................................................ 33
Conteúdos Curriculares ......................................................................... 38
Ementas das Disciplinas Ofertas pelo curso ......................................... 39
Ordenamento Curricular ...................................................................... 118
Estágio Supervisionado.......................................................................... 120
Trabalho de Conclusão de Curso/TCC ................................................. 123
Atividades Complementares ................................................................... 125
Avaliação .............................................................................................. 126
Referências Bibliográficas .................................................................... 129
Anexos ................................................................................................. 130
Regulamentação do Trabalho de Conclusão do Curso ......................... 131
Regulamentação do Programa de Monitoria ........................................ 134

Identificação do Curso

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Instituição: Universidade Federal de Alagoas
Unidade Acadêmica: Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes
Nome do Curso: Licenciatura em História
Título: Licenciatura em História
Portaria de Reconhecimento: Decreto nº 36.657/54
Turno: Noturno
Carga Horária: 3.150h
Duração: 4 anos (mínima) a 7 anos (máxima)
Vagas (anual): 30
Colegiado: A definição do Colegiado do Curso ocorre conforme Regimento Geral da
UFAL de 30/01/2006, Título II Capítulo V, Seção II, Art. 25 e Portaria N° 559 de 28 de
junho de 2001, Anexo 2.
Na atual gestão do curso (2011-2013) encontra-se assim disposto:
Titulares:
Prof. Dr. Ana Mónica Herinques Lopes
Prof. Dr. José Alberto Saldanha de Oliveira
Prof.ª Dra. Raquel de Fátima Parmegiani
Prof.ª Dra. Ana Paula Palamartchuk
Prof.ª Ms. Irinéia Maria Franco dos Santos
Suplentes:
Prof.ª Ms. Clara Suassuna Fernandes
Prof.ª Ms. Irinéia Maria Franco dos Santos
Prof.ª Dra. Célia Nonata da Silva
Prof. Dr. Antonio Filipe Pereira Caetano
Representação Discente:

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Alexander Moreira
Julierme Maciel Cardoso

Infra-estrutura: O Curso de Licenciatura em História desenvolve suas atividades no
espaço físico do Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes – ICHCA, no
Campus A.C. Simões da Universidade Federal de Alagoas – Ufal. Conta com espaços
destinados às atividades pedagógicas (salas de aula, auditório, laboratório de informática),
administrativas (secretarias, gabinetes) e de orientação/pesquisa (sala do Centro de
Pesquisa e Documentação Histórica – CPDHis – e biblioteca setorial).

Corpo Docente:
Prof. Dr. Alberto Frederico Lins Caldas Filho
Prof. Dr. Alberto Vivar Flores
Prof. Aloísio Vilela de Vasconcelos
Prof.ª Dra. Ana Claudia Aymoré Martins
Prof.ª Dra. Ana Mónica Henriques Lopes
Prof.ª Dra. Ana Paula Palamartchuk
Prof. Dr. Antônio Filipe Pereira Caetano
Prof.ª Dra. Arrisete Cleide Lemos Costa
Prof. Bernardino Araújo Miranda
Prof.ª Dra. Célia Nonata da Silva
Prof.ª Ms. Clara Suassuna Fernandes
Prof.ª Dra. Irinéia Maria Franco dos Santos
Prof. Dr. José Alberto Saldanha de Oliveira
Prof. Dr. José Ferreira Azevedo
Prof. José Roberto Gomes da Silva
Prof. Esp. José Roberto Santos Lima
Prof.ª Dra. Michelle Reis de Macedo
Prof. Dr. Osvaldo Batista Acioly Maciel

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Prof.ª Dra. Raquel de Fátima Parmegiani
Técnico Administrativo:
João Otaviano da Silva

Apresentação

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O curso de graduação em história da Ufal teve seu decreto de funcionamento
autorizado em 30 de janeiro de 1952, sendo reconhecido quase dois anos depois, em 24 de
dezembro de 1954. Todavia, o início das atividades do curso ocorreu antes mesmo da
criação da Ufal, em 1961, isto porque em 1950 havia sido fundada a Faculdade de
Filosofia de Alagoas, à época instituída por Getúlio Vargas, sendo desta instituição que se
deu origem a Universidade Federal de Alagoas. Na antiga FFA já havia o curso de história
sendo, então, remodelada a partir da inauguração da Ufal, com a criação do Centro de
Humanidades, Letras e Artes (CHLA), hoje Instituto de Ciências Humanas, Comunicação
e Artes (ICHCA).
Atuando em regime presencial, a habilitação ofertada em 1954 era o curso de
bacharelado já que naquela altura entendia-se que aqueles formados neste grau poderiam
atuar no campo da pesquisa científica e no ensino (primário, colegial e superior, para usar a
terminologia daquele momento). Assim, na prática, formava-se o historiador tanto com a
habilitação em licenciatura como em bacharelado.
Entretanto, em 1971, quando houve uma reestruturação curricular foi excluída a
habilitação em bacharelado. À época, a principal argumentação utilizada para a exclusão
do bacharelado da habilitação em História desta IES teria sido o da suposta “estreiteza” do
mercado de trabalho para o pesquisador em âmbito regional e, mais especificamente, no
Estado de Alagoas.
Em 1992, os professores Clara Suassuna Fernandes, Patrícia Pinheiro (hoje
professora da UFPE) e José Roberto Santos Lima elaboraram uma proposta para a nova
implantação do curso. No entanto, a proposta acabou por ser alvo de resistências no
interior do próprio Departamento, até ser finalmente rejeitada.
No entanto, da exclusão do bacharelado da habilitação e da matriz curricular do
curso de História passaram-se mais de três décadas. Neste ínterim, as mudanças no
contexto regional já haviam propiciado o desenvolvimento de condições necessárias para a
pesquisa na área. No início do século XX, cresceu, significativamente, a demanda
reprimida em relação a esta formação e habilitação, e no próprio interior do corpo docente
do curso intensificou-se o desejo coletivo a favor da reimplantação do Bacharelado.
Naquele mesmo período foram implantados dois cursos de especialização simultâneos na
área de História nesta Universidade – o primeiro em História do Brasil e o segundo em
História do Nordeste – e as matrículas nos exames de seleção superaram em muito as

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expectativas das coordenações dos cursos, o que por si só já se constitui em indício
significativo dos interesses e necessidades dos egressos da Licenciatura.
Anos mais tarde, buscando um enquadramento nas novas orientações do MEC, que
extinguia o sistema de habilitações e implantava o de modalidades, o curso de história, em
2006, passou a ofertar duas modalidades de formação separadamente: bacharelado e
licenciatura. Esta realidade atual visou dar conta das especificidades de formação, não
eliminando a relação intrínseca ao longo do processo de desenvolvimento formativo entre
pesquisa e ensino. Mas, por outro lado, proporcionou a peculiaridade da instituição e do
curso no Nordeste, já que é um dos poucos que ofertam a modalidade bacharelado na
região.
Além disso, os novos projetos políticos pedagógicos davam conta também da
reestruturação dos regimes dos cursos que ora funcionavam anualmente e que passavam a
ter a estrutura semestral. Neste caso, aproveitou-se a oportunidade para alterar as propostas
teórico-metodológicas com atualizações de ementas, organização de matriz curricular e
enquadramentos em determinações legislativas do MEC.
Os Projetos Políticos Pedagógicos de 2006 davam conta também da reestruturação
dos regimes dos cursos que ora funcionavam anualmente e que passavam a ter a estrutura
semestral. No entanto, percebemos que as diferenças entre as modalidades Bacharelado e
Licenciatura dificultavam a formação integral do discente e muitas vezes inviabilizavam o
desenvolvimento das atividades de ensino-pesquisa-extensão como fundamentos de
integração universidade e sociedade. Neste sentido aproveitamos a oportunidade para
alterar as propostas teórico-metodológicas com atualizações de ementas, organização de
matriz curricular e enquadramentos em determinações legislativas do MEC de maneira a
aproximar os currículos e o perfil teórico-metodológico das duas modalidades.
É importante pensarmos que os “lugares de memória” - Museus, Arquivos, Institutos
Históricos, institutos de salvaguarda patrimonial e etc. - compreendidos como espaços de
atuação do historiador, portanto do bacharel em história, são espaços educativos acima de
tudo. Não percebê-los como parte integrante formação do licenciado é furtar a
sociedade a possibilidade de uma educação integral e cidadã. Neste sentido, o presente
Projeto Político Pedagógico propõe uma aproximação entre Bacharelado e Licenciatura. A
atual entrada de 60 alunos curso de História – Licenciatura funciona exclusivamente no
horário noturno desde 2006. A aproximação dos Projetos Político Pedagógicos
possibilitara aos discentes da licenciatura uma maior mobilidade de horários e

de

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formação pois a modalidade Bacharelado funciona no turno vespertino. em dois horários
(vespertino/bacharelado e noturno/licenciatura) mesmo com algumas diferenças da matriz
curricular permite ao discente a transição entre os dois espaços.
O número de formados anualmente nos permite observar que no período em que a
mobilidade entre os turnos era maior o número de discentes formados também era
superior:
Quadro 1 – Alunos Formados no Curso História/Licenciatura

Ano

Anual (Noturno) Anual (Diurno)

Semestral

1997

02

-

1998

05

04

1999

14

05

2000

58

23

2001

16

09

2002

48

28

2003

54

32

2004

45

27

2005

40

30

2006

55

32

-

2007

30

16

-

2008

32

17

-

2009

20

37

-

2010

16

15

4

2011

03

03

3

Total

438

278

7

Não Existia

Assim, diante deste quadro viu-se a necessidade de uma reestruturação no Projeto
Político Pedagógico do Curso visando não só uma maior aproximação com o curso de
História-licenciatura, como também imprimir mudanças temáticas, teóricas, estruturais e
aplicativas a esta modalidade. Há de se destacar que a renovação do quadro docente
contribuiu para que a sustentabilidade deste projeto se concretize, seja em busca de uma
melhor qualidade na formação do profissional em história ou ampliando o foco nas

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atividades de pesquisa e dinamização dos grupos de estudos e/ou pesquisa que compõem o
curso na atual conjuntura.
Além disso, sabemos das dificuldades de afirmar a importância das Ciências
Humanas num mundo contemporâneo marcado pela primazia do “paradigma galileano”,
como nos mostrou Carlo Ginzburg em um dos seus artigos mais conhecidos (GINZBURG,
1990). Em contrapartida, insistimos na necessidade de encorajar nossos alunos a praticar,
como defende Marc Bloch, o “ofício do historiador” (BLOCH, 2001), com o papel
fundamental de difundir a consciência crítica acerca das relações dos homens com o
mundo e com os outros homens no tempo. Logo, as necessidades constantes de redefinição
e reinterpretação do conhecimento histórico obrigam, ademais, o profissional da área, não
apenas a dominar os meios para a transmissão deste conhecimento, mas também a atuar em
sua construção, análise e crítica.
Daí a defesa fundamental, contida nesse Projeto Pedagógico e visível em sua
estrutura curricular, de possibilitar aos seus formandos uma formação plena como
historiador – professor e pesquisador –, mesmo dentro dos limites colocados por um curso
de Bacharelado, de forma a garantir a indissociabilidade entre a produção do conhecimento
teórico-empírico praticada na pesquisa, e sua difusão crítico-reflexiva através do exercício
docente.
Tendo tudo isto como pano de fundo, os objetivos gerais do curso de Licenciatura
em História da UFAL, em relação às inserções institucional, política, geográfica e social
podem ser assim definidos:
a) Institucional
* Contribuir de forma direta para o desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e
extensão da universidade como um todo;
* Contribuir na aproximação do corpo discente com as instâncias que compõem a Ufal e
ajudar no resgate da história da IES;
* Favorecer a interdisciplinaridade, tanto no interior do ICHCA – Instituto de Ciências
Humanas, Comunicação e Artes – ao qual o curso pertence, como num âmbito interunidades. Reconhecendo a História como um campo extremamente vasto de saber e

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reflexão crítica, que pode abranger praticamente todas as demais áreas do conhecimento,
exercitar estas abordagens inter e transdisciplinares;
b) Política:
* Através da educação, promover o sentido de ação política da atuação do historiador;
c) Geográfica:
* A ênfase dada pelo curso no estudo de aspectos da história regional e local, presente no
significativo número de disciplinas voltadas para este fim, demonstra sua vocação para o
resgate do estudo e ensino da história regional, promovendo a ampliação e
desenvolvimento do debate acerca das particularidades específicas do Nordeste brasileiro;
d) Social:
* Promover uma reflexão crítica que suscite a identificação e desenvolvimento da questão
da cidadania;
* Promover uma reflexão crítica que suscite a identificação dos conflitos e movimentos
sociais brasileiros;
* Contribuir, através do estudo sistemático das condições históricas de formação da
sociedade brasileira e nordestina, no sentido da redução das desigualdades sociais e dos
preconceitos étnicos, religiosos e de gênero.
Grupos de Pesquisa
Os docentes que fazem parte do curso de História estão vinculados e/ou coordenam
grupos de pesquisa, a saber:
a) Documento, Imagens e Narrativas: O grupo abarca atualmente duas linhas de pesquisa:
1. Historicidade, Narrativas e Metodologias que tem como proposta desenvolver ensaios

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analíticos, interpretativos e críticos dos diversos estilos historiográficos; 2. Memória
Social, Representação e Informação que tem como objetivo mapear e identificar tipos de
representação da memória social vinculados à cultura material e imaterial de Alagoas.
Estabelecer interfaces entre a informação, a representação e a memória pessoal e coletiva.
O Grupo tem contribuído de forma interdisciplinar com uma experiência epistemológica de
pesquisa e ensino no âmbito dos cursos de História, Biblioteconomia, Ciências Sociais e
Arquitetura. Atua na promoção de intercâmbios científicos e culturais; na participação e
produção de eventos científicos e culturais; na fomentação da Memória Social e suas
formas de preservação. Dentre suas projeções vislumbra-se a divulgação do conhecimento
na área de Ciências Humanas em suas múltiplas formas midiáticas; Assessoria às
Associações Sociais; Educação Popular e de Nível Médio e Superior. Professores
Vinculados: Arrisete Cleide de Lemos Costa e Maria de Lourdes Lima.
b) Estudos Vieirianos: o grupo de pesquisa realiza estudos sobre a obra do missionário
jesuíta Antonio Vieira. Debruçando-se sobre seus escritos, os pesquisadores privilegiam a
análise da natureza d texto do religioso, especialmente marcado por elementos de caráter
lúdico, bem como da amplitude de significações. Extremamente crítico, Vieira em seus
sermões construiu uma visão específica sobre a América portuguesa e das regiões no qual
viveu; da estrutura colonial imposta pelo Estado português; do cotidiano ameríndio no
processo de evangelização; e das ações religiosas tantos dos missionários como do clero
secular. O grupo apresenta estudos interdisciplinares entre a Literatura e a História.
Professora vinculada: Ana Claudia Aymoré Martins.
c) Grupo de Estudos América Colonial: o grupo de pesquisa tem seus estudos voltados
para investigação sobre as estruturas políticas, econômicas e culturais da América
portuguesa. Preocupados com a compreensão da formação da elite, da constituição das
redes clientelares, da instituição do corpus administrativo, das ações culturais e do
desenvolvimento da político-econômica para os espaços coloniais; busca-se também
trabalhar com a documentação, sobretudo em seu caráter de transcrição, visando à
democratização de fontes em formatos digitais para futuros pesquisadores. Em termos
geográficos, privilegia o estudo do território alagoano enquanto localidade subordinada à
Capitania de Pernambuco. Professores vinculados: Antonio Filipe Pereira Caetano e José
Ferreira Azevedo.

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d) História Social e Política: o grupo de Pesquisa tem seus estudos voltados para as
investigações no campo do poder, das relações de trabalho, das ações políticas, dos
conflitos sociais, da política externa brasileira, da história da esquerda (política e cultural),
da história social do trabalho e das ações da esquerda católica no seu imaginário anticomunista. Não somente se restringindo a este espaço, o grupo debruça-se em grande parte
na documentação acolhida pelo Arquivo Público do Estado de Alagoas (APA). Professores
vinculados: José Alberto Saldanha de Oliveira, Osvaldo Batista Acioly Maciel e Ana
Paula Palamartchuk.
e) História Social do Crime: o grupo de Pesquisa tem seus estudos voltados para o
entendimento das práticas de desordens cotidianas e criminais, tanto em seus aspectos
rurais como citadinos; dos elementos componentes do comportamento do criminoso; o
banditismo social; a história das prisões; a justiça e os crimes coloniais; gênero e
criminalidade; a relação entre criminalidade e punição, entendidas em seu plano
econômico, social, jurídico e simbólico; e a contextualização histórica das formas
ritualística das ações criminais. O grupo possui relações de pesquisa com a Universidade
Sapientia e Palermo (Itália), bem como com outras instituições portuguesas. Professores
vinculados: Célia Nonata da Silva.
f) Grupo de Estudos Medievais: o grupo de pesquisa tem seus estudos voltados para a
reflexão sobre a cultura escrita e visual medieval européia e africana, especialmente
aquelas produzidas em códices. Analisa também as formas de transmissão e recepção desse
material cultural nos aspectos formais, estruturais e de funcionamento, pensado não
somente no seu contexto de produção, séculos V à XV, mas também numa perspectiva da
longa duração, o que permite refletir sobre sua influência na cultura e na religiosidade da
sociedade do nordeste brasileiro. Professora vinculada: Raquel de Fátima Parmegiani e
Ana Mónica Henriques Lopes
h) Centro de Hermêutica do Presente: o grupo de Pesquisa tem seus estudos voltados para
a desnaturalização e a desuniversalização de conceitos e práxis sociais do mundo
ocidental. Teórica e Metodologicamente fundamentado na História Oral, investiga
temáticas como comunidades sociais, imigrações, narradores, sobreviventes sociais e

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econômicos, historicidades indígenas, sociocosmologias e filosofia da educação. Professor
Associado: Alberto Frederico Lins Caldas Filho.
i) Laboratório de História Afro-brasileira: o grupo de pesquisa tem seus estudos na área
de História da África e História étnico-racial, cultural e social no Brasil e na diáspora
africana. Suas linhas de pesquisa são: idade Média Africana, que tem por objetivo estudar
a África na Idade Média, destacando a influência do cristianismo coopta e do islamismo na
região norte desse continente; e, Cultura e Poder, estudando as relações de poder,
desenvolvimento e transformações histórico-culturais da população negra no Brasil e na
Diáspora. Professores Associados: Ana Mónica Henriques Lopes, Irinéia Maria Franco
dos Santos, Clara Suassuna Fernandes e Raquel de Fátima Parmegiani

Centro de Pesquisa e Documentação História – CPDHis
O CPDHis é um centro científico de pesquisa e documentação histórica vinculado ao
Curso de História do Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes (ICHCA).
Como espaço de pesquisa e acervo documental atende aos corpos docentes e discentes do
curso de História e demais pesquisadores e professores internos e externos ao ICHCA e
UFAL. Seus objetivos gerais são:
- Agregar as atividades de pesquisa do curso de História da UFAL, facilitando o
levantamento de fontes e dados para a realização de projetos de Trabalhos de Conclusão de
Curso e pós-graduação e pesquisas historiográficas sobre a História de Alagoas e Geral;
- Acumular, ordenar e cuidar do acervo de referências historiográficas e das
ciências sociais como livros, artigos, revistas, fontes audiovisuais e digitais, dando livre
acesso ao pesquisador, estudante e professor de História e demais usuários;
- Valorizar e divulgar a produção historiográfica do curso de História da UFAL;
- Propiciar um espaço físico apropriado para facilitar o trabalho de reflexão crítica
dos diferentes grupos de pesquisa e estudos do curso de História;
- Por fim, tornar-se, o próprio CPDHis referência para a pesquisa histórica em
Alagoas e no Nordeste e abrir caminhos para que o curso de História da Universidade
Federal de Alagoas seja reconhecido por sua originalidade de produção e reflexão crítica
em todo o Brasil.

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O acervo do CPDHis é ainda pequeno em número de obras de referência. A seção
documental Memória do Curso de História tem sido trabalhada e a partir da catalogação e
informatização da listagem dos documentos, eles estão sendo disponibilizados para
consulta dos pesquisadores.
O Acervo Digital, por seu caráter de facilitador ao acesso e divulgação via mídias
de informação, agrega diversos materiais; por exemplo, obras completas de livre acesso (ebooks), artigos científicos e monografias, enciclopédias, dicionários etc; disponibilizam-se
catálogos de imagens, fotografias, manuscritos digitalizados, entrevistas e transcrições. A
tais fontes, veiculadas na Internet, Universidades e Centros de Pesquisa se permite o acesso
para consulta no local e possível cópia aos interessados. Ressalta-se que a produção dos
alunos e professores do curso é, necessariamente, incorporada ao acervo digital, como
também os resultados dos eventos e atividades que geram produção no curso. Tais obras
auxiliam os pesquisadores locais e professores (das redes públicas e privadas) tanto no
acompanhamento das produções de outros centros de conhecimento quanto no
compartilhamento com outros pesquisadores e professores os resultados de suas pesquisas.
Atualmente, o CPDHis tem trabalhado na construção do conteúdo das informações
que comporão o seu site institucional, visando uma ampliação da divulgação do acervo, o
maior acesso as obras digitalizadas e o conhecimento da comunidade acadêmica das
atividades realizadas no curso de história da Ufal.
Em termos de estrutura física, o CPDHis conta com 5 computadores conectados à
rede, mobiliário coletivo (mesas, cadeiras e birôs) para pesquisa e três bolsistas que atuam
em horários diferenciados para o atendimento ao público. Internamente, o espaço ainda
compreende uma sala de reuniões privativas onde funcionam reuniões coletivas de
professores, reuniões de grupo de pesquisa e estudos privados dos docentes e discentes.

Biblioteca Setorial de História
A Biblioteca de História foi criada 2008 a partir do acervo localizado no CPDhis.
Contando com um espaço próprio, com computadores para acesso do consulente, os
mesmos também se encontram conectados à internet. O ambiente possui mesas e cadeiras
para consulta e pesquisa dos estudantes, professores e demais interessados. Gerenciada
pelo CPDhis, a Biblioteca tem sido não só um espaço de estudos dos discentes e docentes

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da graduação, como suas obras se tornam uma referência a mais para o aprofundamento do
processo de pesquisa. Como a biblioteca fica localizada no próprio espaço do Instituto de
Ciências Humanas, Comunicação e Artes facilita o acesso mais imediato dos consulentes.

Revista Crítica Histórica
O Curso de História possui uma revista eletrônica: Revista Crítica Histórica.
Criada em 2010, a mesma tem como autor coorporativo o Centro de Pesquisa e
Documentação Histórica (CPDHis) e traz em sua estrutura os enquadramentos exigidos
pela plataforma Qualis. De circulação semestral, a mesma é publicada sempre no início de
cada semestre, atualmente a ser lançado o terceiro número. Com um Conselho Editoral
diversificado geográfica e institucionalmente, também conta com docentes ligados a
diversos grupos de pesquisa espalhados pelo Brasil e pelo mundo. Tal publicação apresenta
a produção dos professores e alunos dos cursos de bacharelado e licenciatura, servindo
como apoio estratégico para a consolidação dos resultados de pesquisa.
Em termos estruturais a Revista possui um dossiê, uma sessão de artigos, resenhas e
análise documental. Em seu primeiro número (2010.1), seu dossiê debruçou-se no Ensino
e História de Alagoas; já no segundo exemplar a temática ficou relacionada a Movimentos
Sociais (2010.2). O número a ser lançado no final do presente semestre (2011.1) relacionase a História e Crime. Para averiguação dos dados, a URL do periódico é:
http://www.revista.ufal.br/criticahistorica. Por fim, deve ser ressaltado que a revista esta

indexada em um diretório internacional, o DOAJ (Directory of Open Access Journals)
desde 2010, o que possibilita melhor circularidade e amplitude dos raios de ação da
pesquisa científica dos artigos, resenhas e demais conteúdo do período.

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Perfil do Egresso
Do reconhecimento de que a formação nos cursos de Licenciatura, em seus moldes
tradicionais, deixa à mostra questões históricas a serem enfrentadas, fazendo com que o
aluno egresso aja movido pelo espontaneísmo, a improvisação ou a auto-formulação do
“jeito de dar aula”, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), Título V,
Capítulo IV, Art. 43, ao definir a finalidade da educação superior, estabelece princípios
que poderão nortear o perfil do aluno egresso na sua atividade profissional:
I.estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento
reflexivo;
II. formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em
setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira e
colaborar na sua formação contínua;
III. incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o desenvolvimento
da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, desse modo, desenvolvero
entendimento do homem e do meio em que vive;
IV. promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que
constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de
publicações ou de outras formas de comunicação;
V. suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a
correspondente

concretização,

integrando

os

conhecimentos

que

vão

sendo

adquiridosnuma estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração;
VI. estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os
nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta
uma relação de reciprocidade;

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VII. promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das
conquistas e benefícios resultantes da criação e da pesquisa científica e tecnológica geradas
na instituição.
Nesse sentido, o Parecer n° 009/2001 CNE/CP, ao tratar das Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de
licenciatura, de graduação plena, destaca algumas características próprias de semelhante
profissional:
- Orientar e mediar o ensino para a aprendizagem dos alunos;
- Comprometer-se com o sucesso da aprendizagem dos alunos;
- Assumir e saber lidar com a diversidade existente entre os alunos;

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Habilidades, Competências e Atitudes
Com as orientações propostas pelo MEC nos últimos anos, o Curso de Licenciatura
em História ganhou terminalidade e integralidade própria. Isso implica em uma discussão
das competências e áreas de desenvolvimento profissional que se espera promover na
formação, além de sugestões para avaliação das mudanças que ocorrerão com a
implantação desses novos Projetos Pedagógicos. Com essas mudanças, faz-se necessária
uma revisão profunda de aspectos essenciais da formação do professor, tais como a
organização institucional, a definição e estruturação dos conteúdos para que respondam às
necessidades da atuação do professor, os processos formativos que envolvem
aprendizagem e desenvolvimento das competências do professor, a vinculação entre
escolas de formação e os sistemas de ensino, de modo a assegurar-lhe a indispensável
preparação profissional.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDBEN, Título IV, Art. 13,
define incumbências pertinentes a todos os profissionais que se habilitam à formação de
professor:
a) participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;
b) elaborar e cumprir o plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do
estabelecimento de ensino;
c) zelar pela aprendizagem dos alunos;
d) estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento;
e) ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidas, além de participa
integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento
profissional;
f) colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a
comunidade.
Quando da formação específica de professor da educação básica, os professores do
ensino superior deverão tomar as incumbências postas na LDBEN como indicativos que
favoreçam a criação das habilidades concernentes a esses profissionais:

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a) posicionando o professor como aquele a quem incumbe zelar pela aprendizagem do
aluno – inclusive daqueles com ritmos diferentes de aprendizagem –, tomando como
referência, na definição de suas responsabilidades profissionais, o direito de aprender do
aluno, o que reforça a responsabilidade do professor para com o sucesso da aprendizagem
do aluno;
b) associando o exercício da autonomia do professor, na execução de um plano de trabalho
próprio, ao trabalho coletivo de elaboração da proposta da escola;
c) ampliando a responsabilidade do professor para além da sala de aula, colaborando na
articulação e contribuição entre a escola e a comunidade.
Em consequência, a competência é um dos requisitos fundamentais na orientação
do Curso de Formação de Professores. Não basta o profissional ter conhecimento; ele terá
de transformar esses conhecimentos em ação, ser capaz de avaliar criticamente a própria
atuação e o contexto em que atua e saber interagir cooperativamente com a comunidade
profissional a que pertence e com a sociedade.
Ao construir as competências para o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura
Plena em História, deve-se refletir nos objetivos da formação do professor da educação
básica, na eleição de seus conteúdos, na organização institucional, na abordagem
metodológica, na criação de diferentes tempos e espaços de vivência para os professores
em formação, em especial na própria sala de aula, e no processo de avaliação.
A aquisição da competência acontece quando o professor, no exercício de suas
funções, é capaz de criar “situação” de ensino. A aprendizagem, com isso, permite a
articulação entre teoria e prática e supera a tradicional dicotomia entre essas duas
dimensões, definindo-se pela capacidade de mobilizar múltiplos recursos numa mesma
situação, entre os quais os conhecimentos adquiridos na reflexão sobre as questões
pedagógicas e aqueles construídos na vida profissional e pessoal, para responder às
diferentes demandas das situações de trabalho.
As atitudes do professor no curso de formação terão que ser construídas levando em
consideração as suas competências e os conhecimentos adquiridos nesse processo
dinâmico de aprendizagem, assumindo, dessa maneira, compromisso em relação aos

21

futuros professores, principalmente quando valoriza suas características individuais e
experiências de vida, incluídas as profissionais.
O grande desafio que este Projeto Pedagógico coloca é, portanto, como equalizar os
conteúdos definidos para um currículo da formação profissional do Curso de Licenciatura
Plena em História, uma vez que são os conteúdos que possibilitam a construção e o
desenvolvimento de competências. O currículo conterá conhecimentos necessários ao
desenvolvimento das competências exigidas para o exercício profissional, tratando-os nas
suas diferentes dimensões, tais como: na sua dimensão conceitual – na forma de teorias,
informações, conceitos; na sua dimensão procedimental – na forma do saber fazer; e na sua
dimensão atitudinal – na forma de valores e atitudes que estarão em jogo na atuação
profissional e devem estar consagrados no Projeto Pedagógico.
Com essa finalidade, indica-se um conjunto de competências constantes do Parecer
no 9/2001 CNE/CP, Art. 6o, como linhas de orientação, com o detalhamento a seguir, úteis
para a formação do professor:
I. Competências referentes ao comprometimento com os valores inspiradores da sociedade
democrática
a) Pautar-se por princípios da ética democrática: dignidade humana, justiça, respeito
mútuo, participação, responsabilidade, diálogo e solidariedade;
b) Orientar suas escolhas e decisões metodológicas e didáticas por valores democráticos e
por pressupostos epistemológicos coerentes;
c) Reconhecer e respeitar a diversidade, em seus aspectos sociais, culturais e físicos,
detectando e combatendo todas as formas de discriminação;
d) Zelar pela dignidade profissional e pela qualidade do trabalho escolar.

II. Competências referentes à compreensão do papel social da escola

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a) Compreender o processo de sociabilidade e de ensino e aprendizado na escola e nas suas
relações com o contexto no qual se inserem as instituições de ensino e atuar sobre ele;
b) Utilizar conhecimento sobre a realidade econômica, cultural, política e social, para
compreender o contexto e as relações em que está inserida a prática educativa;
c) Participar coletiva e cooperativamente da elaboração, gestão, desenvolvimento e
avaliação do projeto educativo e curricular da escola, atuando em diferentes contextos da
prática profissional, além da sala de aula;
d) Promover uma prática educativa que leve em conta as características dos aluno e de seu
meio social, seus temas e necessidades do mundo contemporâneo e os princípios,
prioridades e objetivos do projeto educativo e curricular;
e) Estabelecer relações de parceria e colaboração com os pais dos alunos, de modo a
promover sua participação na comunidade escolar e a comunicação entre eles e a escola.

III. Competências referentes ao domínio dos conteúdos a serem socializados, aos seus
significados em diferentes contextos e sua articulação interdisciplinar
a) Conhecer e dominar os conteúdos básicos relacionados às áreas/disciplinas de
conhecimento que serão objeto da atividade docente, adequando-os às atividades escolares
próprias das diferentes etapas e modalidades da educação básica;
b) Ser capaz de relacionar os conteúdos básicos referentes às áreas/disciplinas de
conhecimento com os fatos, tendências, fenômenos ou movimentos da atualidade e os fatos
significativos da vida pessoal, social e profissional dos alunos;
c) Compartilhar saberes com docentes de diferentes áreas/disciplinas de conhecimento, e
articular em seu trabalho as contribuições dessas áreas, numa abordagem transdisciplinar;

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d) Ser proficiente no uso da Língua Portuguesa nas tarefas, atividades e situações sociais
que forem relevantes para seu exercício profissional;
e) Fazer uso de recursos da tecnologia da informação e da comunicação, de forma a
aumentar as possibilidades de aprendizagem dos alunos.

IV. Competências referentes ao domínio do conhecimento pedagógico
a) Criar, planejar, realizar, gerir e avaliar situações didáticas eficazes para a aprendizagem
e para o desenvolvimento dos alunos, utilizando o conhecimento da áreas ou disciplinas a
serem ensinadas, das temáticas sociais transversais ao currículo escolar, bem como das
especificidades didáticas envolvidas;
b) Utilizar modos diferentes e flexíveis de organização do tempo, do espaço e de
agrupamento dos alunos, para favorecer e enriquecer o processo de desenvolvimento e de
aprendizagem;
c) Manejar diferentes estratégias de comunicação dos conteúdos, sabendo eleger as mais
adequadas, tendo em vista a diversidade dos alunos, os objetivos das atividades propostas e
as características dos próprios conteúdos;
d) Identificar, analisar e produzir materiais e recursos para utilização didática,
diversificando as possíveis atividades e potencializando seu uso em diferentes situações;
e) Gerenciar a classe e a organização do trabalho, estabelecendo uma relação de
autoridade e confiança com os alunos;
f) Intervir nas situações educativas com sensibilidade, acolhimento e afirmação
responsável de sua autoridade;

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g) Utilizar estratégias diversificadas de avaliação da aprendizagem e, a partir de seus
resultados,

formular

propostas

de

intervenção

pedagógica,

considerando

o

desenvolvimento das diferentes capacidades dos alunos.
V. Competências referentes ao conhecimento de processos de investigação que
possibilitem o aperfeiçoamento da prática pedagógica
a) Analisar situações e relações interpessoais que ocorram na escola, com o distanciamento
profissional necessário à sua compreensão;
b) Sistematizar e socializar a reflexão sobre a prática docente, investigando o contexto
educativo e analisando a própria prática profissional;
c) Utilizar-se dos conhecimentos para manter-se atualizado em relação aos conteúdos de
ensino e ao conhecimento pedagógico;
d) Utilizar resultados de pesquisas atualizadas para o aprimoramento de sua prática
profissional.

VI. Competências referentes ao gerenciamento do próprio desenvolvimento profissional
a) Utilizar as diferentes fontes e veículos de informação, adotando atitude de
disponibilidade e flexibilidade para mudanças, gosto pela leitura e empenho no uso da
escrita como instrumento de desenvolvimento profissional;
b) Elaborar e desenvolver projetos pessoais de estudo e trabalho, empenhando-se em
compartilhar a prática e produzir coletivamente;
c) Desenvolver os âmbitos da pesquisa científica e/ou da continuidade dos estudos em
nível de pós-graduação (latu e stricto sensu) como formas de desenvolvimento profissional,
rompendo com os paradigmas tradicionais de afastamento entre o profissional de ensino –

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o professor – e o profissional de pesquisa – o pesquisador - os quais compreendiam o
primeiro como um mero transmissor de conhecimentos produzidos pelo segundo;
d) Utilizar o conhecimento sobre a organização, gestão e financiamento dos sistemas de
ensino e sobre a legislação e as políticas públicas referentes à educação para uma inserção
profissional crítica.
Além do mais, com vistas à maior esclarecimento, elencamos as Competências e
Habilidades apresentadas pelo Parecer n 492/2001 CNE/CES:
Especificas para licenciatura
a. Domínio dos conteúdos básicos que são objeto de ensino-aprendizado no ensino
fundamental e médio;
b. Domínio dos métodos e técnicas pedagógicos que permitem a transmissão do
conhecimento para os diferentes níveis de ensino.

HABILITAÇÕES E ÊNFASES
O graduando em Licenciatura Plena em História deverá estar habilitado e
capacitado para o exercício do trabalho de educador, dentro e fora da sala de aula, em todas
as suas dimensões, o que pressupõe pleno domínio da natureza do conhecimento histórico
e das práticas pedagógicas necessárias a sua produção e difusão.
Cabe ao Licenciando em História ter o domínio dos conteúdos que são objetos de
ensino-aprendizagem na educação básica, percebendo o caráter indissociável entre o
ensino e a pesquisa.
A diversidade de concepções historiográficas no mundo contemporâneo – do
Marxismo à Escola dos Analles, passando pela História Cultural, História das
Mentalidades, Micro-História etc. – são constatações da elevada maturação que as
pesquisas e o ensino de História experimentam no mundo. As preocupações dos
historiadores com o ensino de História têm se voltado para os tipos de práticas pedagógicas

26

que tentam envolvê-los historicamente com os conteúdos ministrados nas salas de aula,
atentando para a sua inserção no cotidiano escolar, suas relações com o imaginário dos
alunos e suas relações com outras esferas do saber.
Nesse sentido, a formação do profissional de educação tem como ênfases o
estímulo a aprender a pensar e a usar a sua inteligência, criatividade e capacidade para
estabelecer a interrelação entre ensino-aprendizagem e ensino-pesquisa, de forma que
possibilite o desenvolvimento da sua capacidade de reflexão, cooperação e participação; e
a interiorização de valores éticos, capazes de favorecerem a percepção de princípios de
justiça, equidade, tolerância e serenidade. Essas exigências se fazem no sentido de que,
cada vez mais, o professor em geral, e o de História, em particular, deva ser um educador –
em toda a extensão da palavra -, e cada vez menos um mero técnico da educação.

História e Meio Ambiente
Uma das abordagens para a discussão da relação humana com o meio ambiente –
hoje conhecida como “questão ambiental” – e para uma proposta de solução – o chamado
desenvolvimento sustentável1 – é a análise do surgimento deste problema pelo viés das
ciências sociais. Disciplinas como História, Antropologia, Sociologia, Geografia, Filosofia
e Economia articulam-se nas explicações para um dos maiores problemas da atualidade. A
partir da década de 1990 com a aparente globalização econômica, os desdobramentos da
“questão ambiental” tornaram-se mais prementes. Hoje vários países no mundo procuram
formas de diminuir o impacto ambiental da produção capitalista.
Tal problemática passou a ser, especialmente, objeto de estudo da História, tanto
pelo viés da “história dos movimentos sociais”, como também pelo viés atual da “história
ambiental”. Neles, as temáticas variam, desde as construções ideológicas da relação
1

“Desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem
comprometer a capacidade de as futuras gerações satisfazerem as suas próprias necessidades”. Relatório
Nosso Futuro Comum. Comissão Mundial da ONU sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, 1987. Apesar
do aporte teórico, as empresas passaram a utilizar o desenvolvimento sustentável numa perspectiva tecnicista;
procurou-se alterar tecnologias na produção para diminuir o impacto ambiental e a poluição, mas mantendo a
lógica do consumo com os “produtos verdes”.

27

natureza/sociedade, passando pela exploração dos recursos naturais, a relação entre
comunidades indígenas e a natureza, agricultura, ecologia, urbanização e o processo de
degradação ambiental, etc. Ou seja, os historiadores lidam com novos problemas e
procuram historicizá-los. A aplicação do método histórico proporciona uma análise mais
consistente dos problemas ambientais e suas implicações sócio-econômicas e culturais. O
surgimento de uma compreensão humana sobre a Natureza foi um longo processo histórico
que se deu a partir das tentativas de “controle dos seus fenômenos”, produziu as bases
estruturais da sociedade humana, suas identidades e visões de mundo, por fim, sua Cultura.
O Projeto Político Pedagógico do Curso de História (Licenciatura) da Universidade
Federal de Alagoas entende que a formação do professor-pesquisador de História
necessita englobar, transversalmente, em suas disciplinas, este importante debate. O
apontamento do tema nos conteúdos específicos deve privilegiar também o incentivo à
construção de uma ética de cidadania que seja “transhumana”; isto é, que valorize a
existência das várias espécies e da diversidade biológica do planeta. A crise social e
ambiental afeta a todos. Vale lembrar que, em Alagoas, a existência de conflitos sociais
históricos identificados na luta pelo acesso à terra e aos meios de produção, são
intensificados ao se refletir sobre a manutenção do trabalho no corte da cana – produção de
alto impacto ambiental –, urbanização desregulada e especulação imobiliária que atinge as
áreas próximas aos rios e a extração tradicional do caranguejo e sururu; a falta de
saneamento básico sobremaneira os bairros populares, aumentando a poluição dos rios e do
mar etc.
Nos países periféricos muito da questão ambiental, mesmo com as ações dos
movimentos ecológicos, perde ênfase ao ser confrontado com os problemas da miséria e
distribuição desigual das riquezas. Os partidos políticos com enfoque ambiental, como o
Partido Verde (PV) brasileiro, não atingem as camadas a população mais pobre. Mantendose como demanda identificada com as classes médias. Torna-se relevante, por fim, um
ensino que possibilite uma análise crítica da relação entre os interesses de um modelo de
desenvolvimento capitalista dito “sustentável”, e as reais necessidades da população, com
ênfase para melhorias globais das condições de vida.

28

O ofício de historiador e as novas tecnologias
É inegável os ganhos da historiografia diante das possibilidades que a internet
acrescentou em termos de acesso a informação. Há uma clara mudança na forma clássica
da escrita da história e da comunicação do discurso histórico, ao mesmo tempo que se
inauguram perspectivas inéditas para esta forma de produção científica. Essa experiência
contemporânea tem instigado os historiadores a ponto da própria forma de ler e escrever se
tornar objeto de problematização. Obras como as de Roger Chartier, que se debruçam
sobre a história da leitura e a revolução do texto eletrônico, nos dão análises fundamentais
para a compreensão, não apenas das mudanças em curso, mas também das continuidades
entre os diversos modos das práticas de ler, escrever e seus suportes.
As novas tecnologias digitais tem ganhado cada vez mais espaço dentro do oficio
do historiador-professor. Isso tem se dado a partir de quatro eixos principais: em termos de
publicações das narrativas historiográficas e do acesso às bibliotecas digitais; dos bancos
de dados documentais; das ferramentas de pesquisa; e por fim, do próprio suporte digital
como documento histórico.
Quando nos voltamos para o ensino de história esse ganho fica ainda maior. Isto se
dá, não só pelo acesso disponível a professores e alunos dos arquivos documentais e
bibliotecas digitais, mas também pelas ferramentas pedagógicas disponíveis na Web que
incentivam o desenvolvimento de um aprendizado construtivista, no qual o aluno pode se
colocar como agente do conhecimento. Podemos dar o exemplo dos blogs e dos e-books, o
trabalho de construção destes suportes de textos virtuais, proporcionam uma experiência
que não se limita apenas a pesquisa a e construção da narrativa, mas também interage com
a realidade editorial, posto que a construção destas ferramentas devem seguir regras tanto
relacionadas a linguagem, como a diagramação.
O curso de história da UFAL tem incentivado o uso das novas tecnologias nas
pesquisas historiográficas de seus alunos, mantendo uma revista on line para publicações
na área, além do trabalho desenvolvido pelo CDHIS – Centro de Documentação Histórico que tem disponibilizado em seu site documentação sobre a História do Estado de Alagoas.
Além disso, no âmbito das experiências pedagógicas dos alunos, tem havido por
parte dos professores do curso, incentivo para que estes experimentos historiográficos
sejam pensados de forma dialética em relação ao ensino fundamental e médio, não apenas
como mecanismo de pesquisa e aprendizado, mas também como objeto da investigação

29

dos próprios alunos no que tange ao saber históricos e suas possibilidades de ensino e
aprendizado a partir destes suportes.

Metodologias e o ensino no curso de Licenciatura em História
Indubitavelmente, os desafios da formação docente constituem-se em níveis
complexos em que, dentre os quais, sobrepõem-se, a atualização constante do ensino, em
virtude das demandas internas e externas diligentes a graduação. O objetivo primordial
neste caso é de proporcionar ao discente contato com diversas possibilidades de construção
do conhecimento. Assim, a incumbência docente é de facilitar o processo de ensinoaprendizagem, para que seja possível que o licenciando, ao término do curso, tenha os
conhecimentos inerentes ao magistério nos níveis de ensino que o mercado oferece,
aliando os saberes pedagógicos e de conteúdo específico. Dentro das exigências do nosso
contexto sociopolítico e cultural a formação docente deve ser pautada pela busca do
“conhecimento, reflexão, crítica e aperfeiçoamento profissional” (FONSECA; SILVA,
2007, p.26).
A formação docente deve levar em conta, entre outros critérios, o passado dos
licenciandos, lembrando sempre que as experiências de vida, a formação anterior e os
anseios individuais constituem a formação de sujeitos complexos e diferentes. Para que
possamos contribuir com uma formação de qualidade devemos superar as dicotomias
existentes em muitos cursos de graduação, algumas herdadas de currículos anteriores onde
somente o conteúdo era valorizado, e a formação pedagógica relegada ao segundo plano da
formação. A década de 80 marcou o início das críticas contra uma forma de ensino
tecnicista e que não valorizava o ensino de História, existindo uma concepção de que “se
ensina História como se produz História” (DIAS, 2009, p.15), formando toda uma geração
de profissionais que eram constituídos como pesquisadores e não professores. Essa
separação prejudicou a formação de muitos docentes e tem consequências nas formas de
aprendizado até os dias atuais, em que buscamos uma superação da dicotomia entre ensino
e pesquisa, já que ambos estão interligados, são dependentes um do outro e para ser um
bom docente é preciso saber ser pesquisador.
Conforme o Conselho Nacional de Educação, os cursos de Licenciatura de
graduação plena devem ter como um dos elementos basilares da formação docente a
pesquisa, que são o “foco no processo de ensino e aprendizagem, uma vez que ensinar
requer tanto dispor de conhecimentos e mobilizá-los para a ação, como compreender o
processo de construção do conhecimento” (BRASIL, CNE, 2002). Esse conhecimento

possibilita ao aluno articular sua formação com o exercício do magistério, observando e
conhecendo as possibilidades de pesquisa não somente mergulhado nos documentos e
numa formação de pesquisador dissociada do papel de educador, mais sim transpondo as
barreiras da universidade, produzindo conhecimento nas escolas, nas comunidades, em
espaços de educação não formal, construindo novos saberes e reinterpretando espaços a
partir do conhecimento construído, usando como facilitador os mecanismos oferecidos na
sua formação através das experiências proporcionadas e/ou intermediadas pelos docentes
do curso de licenciatura.
Tendo em vista que o professor em sua ação docente “precisará recorrer ao
conhecimento das áreas na qual é especialista, ao conhecimento pedagógico e ao
conhecimento do sentido e significado da educação na formação humana” (PIMENTA;
LIMA, 2012, p.147), na sua formação é preciso que sejam colocados em contato com
possibilidades do “como fazer” a intermediação entre o ensino e as aprendizagens em
história. Entre os mecanismos que podem ser acionados para construção de tais
conhecimentos estão o uso das metodologias de ensino, que abarcam possibilidades já
tradicionais como o uso do cinema e das imagens, até mecanismos contemporâneos como a
construção de jogos eletrônicos, internet e outros elementos proporcionados pelo uso das
novas tecnologias da informática. Assim, a sala de aula transforma-se num laboratório de
experimentação, onde alunos e professores são estimulados cotidianamente a criar e recriar
formas de interpretação que articulem conteúdo específico, saberes pedagógicos e
construção de conhecimento histórico.
Ainda é preciso lembrar que o uso das metodologias deve ser baseado no estudo e
na pesquisa, afinal não devemos cair no erro de confundir método de ensino com técnica
de ensino, ou mais ainda, usar novas tecnologias sem verificar as adaptações necessárias
para o ensino, transformando o novo em ferramenta de repetição do velho e criticado
método tradicional de ensino. Um espaço dentro do processo de formação que tem como
intuito proporcionar mudanças na utilização dos métodos de ensino, tem como lócus o
laboratório de ensino, um local que deve ser usado por todos os professores, independente
do conteúdo específico que lecione.
Tendo em mente a complexidade e os cuidados necessários para os usos das
metodologias, que não devem ser meramente reproduzidas e sim compreendidas em seus
critérios e adequações de uso, discentes e docentes estão conjuntamente construído e dando

significado ao processo de ensino-aprendizagem, superando dicotomias tradicionais e
trazendo para sala de aula novas perspectivas que transformam o cotidiano do ensino em
algo com aprendizados novos e significativos para os sujeitos envolvidos. Bittencourt, ao
falar das metodologias lembra que “os métodos de ensino estão (...) associados a um
processo complexo, que envolve cuidados na seleção dos conteúdos” (2004, p. 242)
estando todos interligados com o processo de avaliação, já que não existem metodologias
prontas e infalíveis para conteúdos específicos. Desta forma, cabe ao docente diante das
suas possibilidades e avaliação prévia, articular saberes e construção do novo
conhecimento, transformando o uso de metodologias (filmes, jogos, música, literatura,
documentos, imagens etc), em mecanismos facilitadores de aprendizagem e não em
formulas mágicas e prontas para determinado conteúdo.

Conteúdos e Matriz Curricular
A Matriz Curricular do Curso de Licenciatura Plena em História, através do
ordenamento dos conteúdos busca, sobretudo, introduzir os princípios gerais presentes nas
novas diretrizes curriculares: uma maior flexibilidade curricular; a ênfase na
interdisciplinaridade; o exercício de integração entre teoria e prática; o predomínio da
formação, de forma mais crítica e abrangente, sobre a informação e a mera reprodução dos
saberes; o aprofundamento da formação pedagógica. Por outro lado, é importante salientar
que a opção por essas novas diretrizes deve ser realizada de forma a não se perder de vista
as especificidades do curso e do campo de atuação do professor de História.
Tais princípios podem ser alcançados, na prática, através das seguintes estratégias:
1) A flexibilidade curricular é evidente na adequação do número de disciplinas
consideradas do eixo fundamental, aumentando o leque de possibilidades de opção e
combinação de disciplinas eletivas, sobretudo a partir do 2o semestre do curso. Tal
estratégia permite que o aluno possa complementar sua formação em áreas afins e obter o
perfil profissional mais adequado às suas expectativas e interesses.
2) A ênfase na interdisciplinaridade interliga-se, nesta proposta, às preocupações
com uma formação mais abrangente e flexível, e pode ser encontrada tanto no rol de
disciplinas eletivas como em várias disciplinas do eixo fundamental voltadas para o
conhecimento em diversas áreas das ciências humanas e sociais – Sociologia, Economia,
Filosofia, Geografia, Antropologia, Arqueologia, Literatura, Artes –, nas suas relações com
o conhecimento histórico.
3) Para a necessária articulação entre teoria e prática, nosso currículo estabelece, em
primeiro lugar, a conformidade às exigências para as Instituições Federais de Ensino
Superior para a formação de professores, incluindo um rol significativo de disciplinas
voltadas às questões pedagógicas e o Estágio Supervisionado. Além disso, todas as
disciplinas (tanto as do eixo fundamental quanto as eletivas) são compostas por parte
teórica e prática, tal como discriminado adiante neste documento. Finalmente, esse Projeto

Pedagógico enfatiza a defesa das articulações entre ensino, pesquisa e extensão em
História na Universidade. A presença de disciplinas instrumentais na estrutura composta
pelos chamados “Projetos Integradores” constitui uma forma fundamental de se estabelecer
a relação entre a teoria e a prática, pois se dedicam ao aprofundamento de algumas
metodologias e técnicas específicas da prática do historiador.
Nesse novo quadro mais dinâmico do Curso, as atividades ligadas à extensão
também ganham relevo, considerando-se a necessidade de uma formação voltada para as
questões mais agudas da sociedade contemporânea, e que dizem respeito diretamente ao
profissional de História, como a defesa da cidadania, da redução das desigualdades sociais
e da extinção dos preconceitos de classe, gênero e etnia. O objetivo principal, aqui, é o de
viabilizar uma relação transformadora entre Universidade e sociedade, através do incentivo
a cursos e outras atividades de extensão vinculadas à História, delineadas, a princípio, em
torno de duas linhas de ação: a) ações de caráter social e de resgate da cidadania, visando a
comunidade do entorno da Ufal, no bairro do Tabuleiro do Martins; b) ações voltadas à
redução das desigualdades e preconceitos contra afro-descendentes, levadas à frente,
sobretudo, por um ativo núcleo de estudos vinculado ao curso, denominado NEAB (Núcleo
de Estudos Afro-Brasileiros).
Finalmente, o TCC – trabalho de conclusão de curso – de caráter monográfico e
obrigatório a todos os alunos – deve ser considerado como a realização final de todo o
processo de interação entre a teoria e a prática no decorrer do curso.
4) O predomínio da formação sobre a informação, entendido como a capacidade de lidar
com a construção do conhecimento de uma maneira crítica, deve ser a orientação
dominante nas estratégias de ensino do corpo docente, capaz de superar a ideia do
conhecimento como um dado acabado e pronto e direcionar os esforços na formação de
profissionais dotados de espírito crítico, capazes de perceber e desenvolver suas tarefas
tendo sempre em vista: a) a historicidade da própria História; b) a necessidade de trabalhar
associando teoria, método e manejo de dados empíricos; c) a construção da memória; d) a
comparação entre as sociedades e os períodos históricos.
A implantação de um Programa Pós-Graduação stricto sensu em História, uma das
metas prioritárias do curso para os próximos anos, deverá priorizar o estabelecimento de
mecanismos de integração entre a graduação e a pós-graduação.

Conteúdos Curriculares
a) Disciplinas do Eixo Fundamental
EIXO FUNDAMENTAL

Formação docente

Teorias, Métodos da História e
Ferramentas da História

História Geral

História do Brasil e Regional

Disciplinas Instrumentais

DISCIPLINAS
Organização do Trabalho Acadêmico
Profissão Docente
Política e Organização da Educação Básica no
Brasil
Desenvolvimento e Aprendizagem
Planejamento, Currículo e Avaliação da
Aprendizagem
Projeto Pedagógico, Organização e Gestão do
Trabalho Escolar
Pesquisa Educacional
Libras
Introdução aos Estudos Históricos
Historiografia Geral
Historiografia Brasileira
Teoria da História
Métodos da História
Técnicas de Pesquisa História
Arquivos e Museus
Seminário de Trabalho Acadêmico
Paleografia
História Antiga
História Medieval
História Moderna
História Contemporânea 1
História Contemporânea 2
História da América 1
História da América 2
História Indígena
História da África 1
História da África 2
História do Brasil 1
História do Brasil 2
História do Brasil 3
História do Brasil 4
História de Alagoas 1
História de Alagoas 2
História de Alagoas 3
Teoria do Conhecimento
Antropologia Cultural
Teoria Sociológica
Projetos Integradores 1: Fontes Manuscritas
Projetos Integradores 2: Fontes Iconográficas

Projetos Integradores

Projetos Integradores 3: Fontes Impressas
Projetos Integradores 4: Fontes Fotográficas
Projetos Integradores 5: Fontes Orais
Projetos Integradores 6: Fontes Áudio-visuais
Projetos Integradores 7: Fontes Digitais

b) Disciplinas do Eixo Optativo:
1. A Lei 10.639 e os Afrodescendentes
2. Arqueologia
3. Arquivologia para a pesquisa em História
4. Escravismo no Brasil
5. História, Cotidiano e Imagem
6. História da Cultura Alagoana
7. História das Artes 1
8. História das Artes 2
9. História das Artes 3
10. História das Religiões 1
11. História das Religiões 2
12. História do Nordeste 1
13. História do Nordeste 2
14. História do Nordeste 3
13. História Econômica
14. História Oral
15. História Política da Alagoas Republicana
16. História, Trabalho e Classes Sociais

17. Língua portuguesa
18. Métodos e Técnicas da Pesquisa Arqueológica
19. Movimentos Sociais
20. Museologia
21. O Populismo na Política Brasileira
22. Populações Indígenas no Brasil
23. Terrorismo no Mundo Contemporâneo
24. Tópicos Especiais em História Antiga 1
25. Tópicos Especiais em História Antiga 2
26. Tópicos Especiais em História Antiga 3
27. Tópicos Especiais em História Antiga 4
25. Tópicos Especiais em História Contemporânea 1
26. Tópicos Especiais em História Contemporânea 2
27.Tópicos Especiais em História Contemporânea 3
28. Tópicos Especiais em História Contemporânea 4
29. Tópicos Especiais em História Cultural
30. Tópicos Especiais em História da África 1
31. Tópicos Especiais em História da África 2
32. Tópicos Especiais em História da África 3
33. Tópicos Especiais em História da África 4
34. Tópicos Especiais em História da Classe Trabalhadora
35. Tópicos Especiais em História do Brasil 1
36. Tópicos Especiais em História do Brasil 2
37. Tópicos Especiais em História do Brasil 3

38. Tópicos Especiais em História do Brasil 4
39. Tópicos Especiais em História Medieval 1
40. Tópicos Especiais em História Medieval 2
41. Tópicos Especiais em História Medieval 3
42. Tópicos Especiais em História Medieval 4
43. Tópicos Especiais em História Moderna 1
44. Tópicos Especiais em História Moderna 2
45. Tópicos Especiais em História Moderna 3
46. Tópicos Especiais em História Moderna 4
47. Tópicos Especiais em Patrimônio Histórico-Cultural

Ementas e Bibliografia das Disciplinas Ofertadas
A Lei 10.639 e os Afrodescendentes – 30h
Ementa: Contextualização da Lei 10.639/2003. Desafios para um ensino de História que
privilegie a diversidade etno-racial. Propostas básicas para professores da educação básica,
com sugestões de material e estratégias de ensino.
Bibliografia:
BOAVENTURA, E. M.; SILVA, A. C. da. O terreiro, a quadra e a roda: formas
alternativas de educação das crianças negras em Salvador. Eduneb, 2005.
GOMES, N. L. Educação, identidade negra e formação de professores/as: um olhar sobre o
corpo negro e o cabelo crespo. Educação e Pesquisa. São Paulo. v. 29, n. 1, p. 167-182,
jan./jun. 2003.
SILVA, P. B. G. Aprendizagem e ensino das africanidades brasileiras. In: MUNANGA, K.
Superando o racismo na escola. Brasília: Ministério da Educação – Secretaria de Educação
Fundamental, 1999.
SILVA, A. C. da. A discriminação do negro no livro didático. Salvador: Ceao; CED, 1995.
______. Desconstruindo a descriminação do negro no livro didático. Salvador: Edufba,
2001.

Antropologia Cultural – 30h
Ementa: A formação do pensamento antropológico. Objeto, método e técnicas da
Antropologia. Análise do processo de humanização e das teorias sobre a origem e
desenvolvimento da cultura. Sistemas de representação da sociedade brasileira.
Bibliografia Básica:
MALINOWSKI, Bronislaw. Crime e Costume na Sociedade Selvagem Brasília: Editora da
UnB, 2003.
EVANS-PRITCHARD, E.E. Os Nuer. São Paulo: Editora Perspectiva, 2002.
MAUSS, Marcel. Ensaio sobre a Dádiva. Sociologia e Antropologia. Rio de Janeiro:
Cosac & Naify, 2004.
LÉVI-STRAUSS, Claude. O Pensamento Selvagem. São Paulo: Companhia Ed. Nacional,
1976.
SAHLINS, Marshall. Ilhas de História. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990.
GEERTZ, Clifford. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro, Zahar, 1978.
Bibliografia Complementar
COPANS, Jean. (ORG.) Antropologia: Ciências das Sociedades Primitivas. Lisboa:
Edições 70, 1971.
DA MATTA, Roberto. Relativisando: uma introdução a Antropologia Social. Rio de
Janeiro, Ed. RECORD, 1987.
LARAIA, R. de Barros. Cultura: Um Conceito Antropológico. Rio e Janeiro, ZAHAR,
1988.
LAPLANTINE, F. Aprender Antropologia. São Paulo: Brasiliense, 1987.
MERCIER, Paul. História da Antropologia. Lisboa: Teorema, 1986.

Arqueologia – 30h
Ementa: Definição, histórico, métodos e técnicas de pesquisa em Arqueologia. Importância
do estudo da Arqueologia como ciência auxiliar à História.
Bibliografia:
CLARK, G. A Pré-história. Rio de Janeiro: ed. Zahar, 1985.
LEAKEY, Richard. Evolução da Humanidade. Brasília: ed. UNB, 1981.
LEROI, G. André. Os Caçadores da Pré-história. Lisboa: edições 70. 1982.
MARTIN, Gabriela. Pré-história no nordeste do Brasil. Recife: ed. UFPE. 1996.
PROUS, André. Arqueologia Brasileira. Brasília: ed. UNB. 1992.

Arquivos e Museus – 75h
Ementa: introduzir o aluno no ambiente de estudos e pesquisas em instituições
arquivísticas e museológicas, constituindo um espaço de reflexão crítica sobre o
patrimônio histórico-cultural e sua constituição a partir da pesquisa concreta em acervos.
Quer-se nesta disciplina propiciar ao discente uma aproximação à realidade na qual irá
atuar, permitindo ao mesmo tempo uma iniciação e uma reflexão sobre os procedimentos
metodológicos e as técnicas básicas da pesquisa em História.
Bibliografia básica:
ARQUIVO NACIONAL. Relatório de visita técnica – Arquivo Público de Alagoas. 2
versão atualizada. Elaborado por HOLLÓS, Adriana Cox, PERALTA, Lucia e SILVA,
Maria Ignez Ramos. Maceió/Rio de Janeiro, fevereiro de 2003, (digitado).
CASTRO, Celso. Pesquisando em arquivos. Rio de Janeiro: Zahar, 2008. (col Passo a
Passo, 82)
CRUZ MUNDET, José Ramon. Manual de archivística. 2 ed. Madrid: Fundacion Gérman
Sanchez Rui Pérez, 1994.
DUCHEIN, Michel. O respeito aos fundos em arquivística: princípios teóricos e
problemas práticos. Tradução de Maria Amélia Gomes Leite – Arquivo e Administração,
Rio de Janeiro, vol. 10-14, no 1, abril/1982-agosto/1986, (pp. 14/33).
FAZENDA, Ivani Catarina. Metodologia da pesquisa educacional. 2a ed. São Paulo,
Cortez, 1991.
FREITAS, Helena Costa L. de. O trabalho como princípio articulador na prática de
ensino e nos estágios. Campinas/SP: Papirus, 1996.
Bibliografia Complementar:
BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. 4 ed. Rio
de Janeiro: ED. FGV, 2007.
COMISSÃO do Patrimônio Cultural/ USP. Guia de museus brasileiros. São Paulo:
Edusp/Imprensa Oficial do Estado, 2000 (Col. "Uspiana - Brasil 500 Anos").
DICIONÁRIO BRASILEIRO DE TERMINOLOGIA ARQUIVÍSTICA. Rio de Janeiro:
Arquivo Nacional, 2005. (Publicações técnicas, nº 51)

MOREIRA, Isabel M. Martins. Iniciação à museologia: caderno de apoio. Lisboa:
Universidade Aberta, 1994.
SCHELLENBERG, Theodore R. Arquivos modernos: princípios e técnicas. 5 ed.
Tradução de Nilza Teixeira Soares - Rio de Janeiro: ED. FGV, 2005.
SILVA, Zélia Lopes da (org.). Arquivos, patrimônio e Memória – trajetórias e
perspectivas. São Paulo: EDUNESP/FAPESP, 1999.
SUANO, Marlene. O que é museu. 2ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1991 (Col. "Primeiros
Passos", vol. 182).
ARQUIVO NACIONAL. Relatório de visita técnica – Arquivo Público de Alagoas. 2
versão atualizada. Elaborado por HOLLÓS, Adriana Cox, PERALTA, Lucia e SILVA,
Maria Ignez Ramos. Maceió/Rio de Janeiro, fevereiro de 2003, (digitado).
ASSOCIAÇÃO DOS ARQUIVISTAS BRASILEIROS. Anais do I congresso Brasileiro
de Arquivologia. (realizado no Rio de Janeiro de 15 a 21 de outubro de 1972) Brasília:
Arquivo Nacional, 1979.
ASSOCIAÇÃO DOS ARQUIVISTAS HOLANDESES. Manual de arranjo e descrição de
arquivos. 2 ed. Trad. de Manoel Adolpho Wanderley – Rio de Janeiro: Arquivo Nacional,
1973.
BARROS, José d’Assunção. O projeto de pesquisa em história: da escolha do tema ao
quadro teórico. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005.
CASTRO, Celso. Pesquisando em arquivos. Rio de Janeiro: Zahar, 2008. (col Passo a
Passo, 82)
CRUZ MUNDET, José Ramon. Manual de archivística. 2 ed. Madrid: Fundacion Gérman
Sanchez Rui Pérez, 1994.
DUCHEIN, Michel. O respeito aos fundos em arquivística: princípios teóricos e problemas
práticos. Tradução de Maria Amélia Gomes Leite – Arquivo e Administração, Rio de
Janeiro, vol. 10-14, nº 1, abril/1982-agosto/1986, (pp. 14/33).
FENELON, Déa. “Pesquisa em História: perspectivas e abordagens”. In FAZENDA, Ivani
Catarina. Metodologia da pesquisa educacional. 2ª ed. São Paulo, Cortez, 1991.
FREITAS, Helena Costa L. de. O trabalho como princípio articulador na prática de
ensino e nos estágios. Campinas/SP: Papirus, 1996.
GLÉNISSON, Jean. Iniciação aos estudos históricos. 5 ed. Tradução de Pedro Moacir
Campos - São Paulo: Bertrand Brasil, 1986.
GUAZELLI, Cesar Augusto B. ET ALLI (orgs.). Questões de teoria e metodologia da
história. Porto Alegre: EDUFRGS, 2000.
HERRERA, Antonia H. Archivística general:teoría y práctica. Sevilla: Diputación
Provincial,1988.
JONG, Rudolf. Arquivos e história social. IN: Cadernos AEL, nº 5/6, Campinas:
EDUNICAMP, 1996/1997, (pp. 10-36).
LE GOFF, Jacques. História e memória. Tradução de Bernardo Leitão ET ALLI –
Campinas, SP: EDUNICAMP, 2003.
LEMOS, Carlos. O que é patrimônio histórico. São Paulo: Brasiliense, 1982.
LIMA, Maria de L. Arquivo Público de Alagoas a contrapelo da memória. Maceió, S/D,
(Digit.).
LUPORINI, Teresa Jussara. Educação patrimonial: projetos para a educação básica. In:
Ciência & Letras – Revista da Faculdade Porto-Alegrense de Educação, Ciências e Letras.
Porto Alegre, N° 31, janeiro/junho de 2002, (pp. 325-338).

MACHADO, Helena Côrrea e CAMARGO, Ana Maria de Almeida. Como implantar
arquivos públicos municipais. São Paulo: Arquivo do Estado/Imprensa Oficial, 2000.
MACIEL, Osvaldo. Anotações para uma história do Arquivo Público de Alagoas.
Trabalho apresentado no I Congresso Regional de Arquivologia no Nordeste. Recife, 2007,
(Digitado).
_____. Notas introdutórias. In: Operários em movimento: documentos para a história da
classe trabalhadora em Alagoas (1870-1960). Maceió: EDUFAL, 2007, (pp. 19/44).
MEDEIROS, Fernando Antônio M. O processo de revitalização do APA e sua inserção no
Projeto Memórias Reveladas: a experiência do Fórum Pró-Arquivos. Trabalho
apresentado no I Congresso Regional de Arquivologia no Nordeste. Recife, 2007,
(Digitado).
MORAES, José Geraldo Vinci de e REGO, José Marcio (orgs.). Conversas com
historiadores brasileiros. São Paulo: Editora 34, 2002.
OLIVEIRA, Maria Izabel de ET ALLI. Gestão de documentos: conceitos e procedimentos
básicos. In: Anais do Arquivo Público do Pará. Belém/PA, vol 3, tomo 1, 1997,
(pp.245/283)
PAES, Marilena Leite. Arquivo: teoria e prática. 3 ed rev. e amp. Rio de Janeiro: ED.
FGV, 2006.
PICONEZ, Stela C. Bertholo (Coord.). A Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado.
3ª. ed. Campinas, Papirus, 1998.
PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores: unidade teoria e
prática? São Paulo: Cortez, 1997.
_____ e LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004.
PINSKY, Carla Bassanezi (org.) Fontes históricas. São Paulo: Contexto, 2006.
SAMARA, Eni de Mesquita e TUPY, Ismênia Silveira. História & documento e
metodologia da pesquisa. Belo Horizonte: Autêntica, 2007. (col. história e reflexões)
SANT’ANA, Moacir. Os estudos históricos e os arquivos em Alagoas. Maceió: Imp
Oficial, 1962.
SÃO PAULO. O direito à memória – patrimônio histórico e cidadania. São Paulo:
Secretaria Municipal de Cultura/Departamento do Patrimônio Histórico, 1992. (Vários
Autores)
SLENES, Robert W. Escravos, cartórios e desburocratização: o que Rui Barbosa não
queimou será destruído agora? In: Revista Brasileira de História – Produção e
Transgressões. Vol. 5, n° 10. São Paulo: ANPUH/Marco Zero, março/agosto de 1985, ( pp.
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VÁRIOS. Revista do IHGAL (Coleção digitalizada, 1871-1999). Maceió/Rio de Janeiro:
IHGB/Sistema Casas de Memória, s/d. (2 CDs).
VIEIRA, Maria do Pilar de Araújo; PEIXOTO, Maria do Rosário Cunha e KHOURY,
Yara Aun. A pesquisa em História. São Paulo: Ática, 1989.
ZANATTA, Elaine Marques. Contribuição à organização de fundos fechados em
arquivos: a leitura que não se lê. Fonte: www.ael.unicamp.br, acesso em 20 de dezembro
de 2005.
LEGISLAÇÃO
LEI Nº 2.428, de 30 de dezembro de 1961. (Dispõe sobre a criação do Arquivo Público de
Alagoas)

LEI Nº 8.159, de 8 de janeiro de 1991. (Dispõe sobre a política nacional de arquivos
públicos e privados e dá outras providências)
LEI Nº 6236, de 6 de junho de 2001. (Institui o sistema de Arquivos do Estado de Alagoas)

Arquivologia para a pesquisa em história – 30h
Ementa: Introduzir os conceitos fundamentais da arquivologia e suas técnicas para o
manejo e organização de arquivos e acervos. Operacionalizar tais conceitos em torno da
relação entre o estudo da arquivologia e os estudos históricos, visando o aprofundamento
da pesquisa empírica.
Bibliografia:
BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. 4 ed. Rio
de Janeiro: ED. FGV, 2007.
CASTRO, Celso. Pesquisando em arquivos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008.
DICIONÁRIO BRASILEIRO DE TERMINOLOGIA ARQUIVÍSTICA. Rio de Janeiro:
Arquivo Nacional, 2005. (Publicações técnicas, nº 51)
FARGE, Arlette. O Sabor do Arquivo. São Paulo: Edusp, 2009.
FONSECA, Maria Odila. Arquivologia e ciência da informação. Rio de Janeiro: Ed.FGV,
2005.
PAES, Marilena Leite. Arquivo: teoria e prática. 3 ed rev. e amp. Rio de Janeiro: ED.
FGV, 2006.
SCHELLENBERG, Theodore R. Arquivos modernos: princípios e técnicas. 5 ed.
Tradução de Nilza Teixeira Soares - Rio de Janeiro: ED. FGV, 2005.
SAMARA, Eni de Mesquita e TUPY, Ismênia Silveira. História & documento e
metodologia de pesquisa. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
SILVA, Zélia Lopes da (org.). Arquivos, patrimônio e Memória – trajetórias e
perspectivas. São Paulo: EDUNESP/FAPESP, 1999.
LEGISLAÇÃO
LEI Nº 2.428, de 30 de dezembro de 1961. (Dispõe sobre a criação do Arquivo Público de
Alagoas)
LEI Nº 8.159, de 8 de janeiro de 1991. (Dispõe sobre a política nacional de arquivos
públicos e privados e dá outras providências)
LEI Nº 6236, de 6 de junho de 2001. (Institui o sistema de Arquivos do Estado de Alagoas)
(B) Complementar:
ANDRADE, Ricardo; BORGES, Jussara; JAMBEIRO, Othon. Digitalizando a memória
de Salvador: nossos presente e passado têm futuro? Perspectivas da Ciência de
Informação, Belo Horizonte, vol. 11, n. 2, p. 243-254, mai./ago. 2006.
BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivologia: objetivos e objetos. São Paulo: Universidade
de São Paulo, s.d.
BELLOTTO, Heloísa Liberalli. O discreto fascínio da arquivologia. Entrevista concedida
à Revista do Arquivo Público Mineiro, 10, p.11-16, s/d.
CALDERON, Wilmara Rodrigues; CORNELSEN, Julce Mary; PAVEZI, Neiva; LOPES,
Maria Aparecida. O processo de gestão documental e da informação arquivística no
ambiente universitário. Ci., Inf., Brasília, v. 33, n. 3, p. 97-104, set./dez. 2004.

Ci. Inf., Set 1998, vol.27, no. 3, p.00-00. ISSN 0100-1965.
CUNHA, Olivia Maria Gomes da. Tempo imperfeito: uma etnografia do arquivo. Mana
10(2): 287-322, 2004.
HONÓRIO, Cristiane da Cruz; DAMASCENO, Elizabeth Abreu; COSTA, Iannomani de
Oliveira. Política e arquivologia: algumas considerações sobre a legislação de sigilo. Rio
de Janeiro: Universidade Federal Fluminense, s. d.
JARDIM, José Maria. A produção de conhecimento arquivístico: perspectivas
internacionais e o caso brasileiro (1990-1995).
MARQUES, Angélica Alves da Cunha. Os diálogos e as contribuições da arquivologia no
campo da ciência da informação. Brasília: Universidade de Brasília, 2008.
MENDES, Suênia Oliveira. SOUSA, Maria da Conceição Pereira de. Periódico como
fonte de informação documental da arquivologia: um estudo de gênero, titulação e
ocupação. XV Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias, São Paulo, 2006.
MORENO, Fernanda Passini; LEITE, Fernando César Lima; ARELLANO, Miguel Ángel
Márdero. Acesso livre a publicações e repositórios digitais em ciência da informação no
Brasil. Perspectivas da Ciência de Informação. Belo Horizonte: vol. 11, n. 1, p. 82-94,
jan./abr. 2006.
NETO, Carlos Eugênio da Silva; LIMA, Janecely Silveira; MACIEL, João Wandemberg
Gonçalves. Letramento digital: instrumento imprescindível para a arquivologia. Encontro
Nacional de Letramento, UEPB: s. d.
REIS, Luis. O arquivo e a arquivística: evolução histórica. Revista BIBLOS, Año 7, Nº 24,
Abr-Jun. 2006.
RODRIGUES, Ana Márcia Lutterbach. A teoria dos arquivos e a gestão de documentos.
Perspect. ciênc. inf., Abr 2006, vol.11, no.1, p.102-117. ISSN 1413-9936.
SCHINIEDERJÜERGEN, AXEL (ed.). International Federation of Library Associations
and Institutions (IFLA). World Guide to Library, Archive and Information Science
Education. IFLA, Publications, 128-129. The Hagen, The Netherlands, 2007.

Desenvolvimento e Aprendizagem – 60h
Ementa: Estudo dos Processos Psicológicos do Desenvolvimento Humano na Infância, na
Adolescência e na fase adulta, segundo as teorias da psicologia do desenvolvimento e da
educação, em articulação com as concepções de aprendizagem.
Bibliografia:
ABERASTURY, A. Adolescência Normal. Porto Alegre Ed. Artes Medicas 1981.
COLL, C. Desenvolvimento Psicológico e Educação. Porto Alegre Ed. Artes Médicas
1996.
FLAVEL. F. A Psicologia do Desenvolvimento de Jean Piaget. S. Paulo, Ed. Pioneira.
1992.
FERRARI, C. A . O Fim do Silêncio Na Violência Familiar: Teoria e Prática. S. Paulo Ed
Agora 2002.
TRILLE, Y. Piaget, Vygostsky e Wallon: Teorias Psicogenéticas em Discussão S. Paulo
Ed. Summus 1922

Escravismo no Brasil – 30h
Ementa: Estudo e análise da escravidão e do escravismo de forma teórica, buscando refletir
sobre a implantação deste sistema no Brasil, a partir da exploração do trabalho
compulsório de indígenas e africanos, enfatizando as articulações e as estruturas que
permitiram a reprodutibilidade da exclusão social do índio e do negro na construção da
sociedade e do Estado brasileiros.
Bibliografia Básica:
ALENCASTRO, Luis Felipe. O trato dos viventes. Formação do Brasil no Atlântico sul.
São Paulo: Comapnhia das Letras, 2000.
BLACKBURN, Robin. A construção do escravismo no novo mundo. Do barroco ao
moderno 1492-1800. Rio de Janeiro: Record, 2003.
CUNHA, Manuela Carneiro da (org.). História dos Índios no Brasil. 2.ed. São Paulo:
Companhia das Letras/Secretaria Municipal de Cultura/FAPESP, 1998.
FLORENTINO, Manolo. Em Costas Negras: Uma História do Tráfico de Escravos entre a
África e o Rio de Janeiro (século XVIII e XIX). São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
LOVEJOY, Paul E. A escravidão na África: uma história de suas transformações. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
Bibliografia Complementar
CARDOSO, Ciro Flamarion. Algumas polêmicas teóricas e interpretativas. A AfroAmérica: a escravidão no novo mundo. São Paulo: Brasiliense, 1982, p. 67-81.
GORENDER, Jacob. O escravismo colonial. São Paulo: Ática, 1978, p. 53-59.
MONTEIRO, John Manuel.Negros daTerra: índios e bandeirantes nas origens de São
Paulo. São Paulo: Companhia das Letras, 1994, p. 209-226.
NIZZA, Maria Beatriz (org). Brasil: colonização e escravidão. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 2000.
RODRIGUES, Jaime. De costa a costa: escravos, marinheiros e intermediários do tráfico
negreiro de Angola ao Rio de Janeiro (1780-1860). São Paulo: Companhia das Letras,
2005.
SILVA, Alberto da Costa e. Manilha e Libambo. São Paulo: Editora Nova Fronteira, 2002.
SLENES, Robert Wayne Andrew. Na senzala uma flor: Esperanças e Recordações da
Família Escrava (Brasil Sudeste, Século XIX), Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1999.
VAINFAS, Ronaldo. A Heresia dos Índios: catolicismo e rebeldia no Brasil colonial. São
Paulo: Companhia das Letras, 1995.

Estágio Supervisionado I
Ementa: Estudo e Análise dos Princípios Básicos, Componentes e Problemas do
planejamento do ensino de História. Seleção das estratégias e sua aplicação no Estágio
Supervisionado.
Bibliografia Básica:

ALBUQUERQUE, Manoel Mauricio. Pequena História da Formação Social Brasileira
Rio deJaneiro: Civilização Brasileira, 1988.
BRANDÃO, Carlos R. O Que é Educação? S. Paulo: Brasiliense, 1992
CUNHA, Luiz Antônio. Educação, Estado e Democracia no Brasil? S. Paulo: Ed Cortez?
1982.
FINLEY Moses. Uso e Abusos da História. Trad. Marilene P. Michael. São Paulo: Ed.
Martins Fontes, 1989
MASETO, Marcos. Didática, a aula como centro. S. Paulo FTD 1997
VEIGA, Ilma P. Alencastro. Técnicas de Ensino: Para que são? Sâo Paulo, Ed. Papirus
1997.

Estágio Supervisionado II – 100h
Ementa: Estudo e Análise dos Princípios Básicos, Componentes e Problemas do
planejamento do ensino de História. Seleção das estratégias e sua aplicação no Estágio
Supervisionado.
Bibliografia:
ARENDT, H. O Conceito de História: Antigo e Moderno in Entre o Passado e Futuro. S.
Paulo: Ed Perspectiva, 1992
BORGES, Vavy Pacheco. O Que é História? S. Paulo: Brasiliense, 1988.
GANDIN, Danilo. Planejamento Como Prática Educativa. S. Paulo: Ed Loyola, 2002.
MALUF, Sheila, Daib (Org ). A Prática Pedagógica em Questão. Maceió: Ed Cantavento,
2000.

Estágio Supervisionado III – 100h
Ementa: Estudo e Análise dos Princípios Básicos, Componentes e Problemas do
planejamento do ensino de História. Seleção das estratégias e sua aplicação no Estágio
Supervisionado.
Bibliografia:
CARDOSO, Ciro Flamarion S. Uma Introdução à História. São Paulo: Ed. Brasiliense.
1992.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa S.
Paulo Ed. Paz e Terra. 1997.
LIBÂNIO, José Carlos. Educação Escolar: Políticas, Estruturas e Organização. São Paulo.
Ed.Cortez. 2007.
MACHADO, Lucília R. de Souza. Educação e Divisão Social do Trabalho. S. Paulo.
Ed.Cortez. 2001.
VEIGA, Ilma P. Alencastro. Técnicas de Ensino: Para que são? S.Paulo Ed. Papirus 1997.

Estágio Supervisionado IV - 100h
Ementa: Estudo e Análise dos Princípios Básicos, Componentes e Problemas do
planejamento do ensino de História. Seleção das estratégias e sua aplicação no Estágio
Supervisionado.
Bibliografia:
CARDOSO, Ciro Flamarion S. Uma Introdução à História. São Paulo Ed Brasiliense.
1992.
FINLEY Moses. Uso e Abusos da História. Trad. Marilene P. Michael. S.Paulo: Ed.
Martins Fontes, 1989
MASETO, Marcos. Didática, a aula como centro. S. Paulo: FTD, 1997
LE GOFF, Jacques. História e Memória. S. Paulo. Ed. Unicamp. 1990.
RODRIGUES, José Honório. Teoria da História do Brasil. S. Paulo: Ed. Nacional. 1969
VEIGA, Ilma P. Alencastro. Técnicas de Ensino: Para que são? S.Paulo: Ed. Papirus
1997.

História Antiga – 60h
Ementa: Analisar a origem do Estado e da Cidade no mundo antigo oriental, enfatizando
questões como: a ocupação física e política do espaço; ecologia, agricultura, população,
demografia; cidades como centros de domínio e de poder; organização da força de trabalho
e exploração dos recursos da terra. Introduzir os alunos na discussão crítica de temáticas à
respeito da história grega e romana. A Grécia será aborda a partir da sua cultura, como
campo de produção, circulação e apropriação de sentido; além de questões gerais e
historiográficas, particularmente associadas à polis ateniense (filosofia, política, educação)
e ao período helenista. Roma será pensada na sua relação com o mundo mediterrâneo,
enfatizando aspectos sociais, políticos e culturais que vão desde o período monárquico até
a crise do século III (Baixo Império), a partir das discussões historiográficas
contemporâneas sobre o assunto.
Bibliografia Básica
BRIGHT, JOHN. História de Israel. São Paulo, Paulus, 1978.
CARDOSO, Ciro Flamarion S. Sociedades do Antigo Oriente Próximo. São Paulo: Ática,
2007.
CARDOSO, Ciro Flamarion. A Cidade-Estado antiga. São Paulo: Ática, 1985.
CARDOSO, Ciro Flamarion. Sete olhares sobre a Antiguidade. Brasília: UNB, 1994.
CARDOSO, Ciro Flamarion. O Egito Antigo. São Paulo Brasiliense, 2004.
Bibliografia Complementar:
ASHERI, David. O Estado Persa: ideologias e instituições no império aquemênida. São
Paulo: Perspectiva, 2006.

BAKOS, Margaret M. Fatos e mitos do Antigo Egito. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2001.
BAKOS, M. e BARRIOS, A. M. O povo da Esfinge. Porto Alegre: Editora Universidade,
1999.
BOZON, Emanuel. Ensaios babilônicos: sociedade, economia e cultura na Babilônia précristã. Porto Alegre: Edipucrs, 1998.
BOWMAN, Alan K. e WOOLF, Greg. Cultura escrita e poder no mundo antigo. São
Paulo: Ática, 1998.
CARDOSO, Ciro Flamarion. Trabalho compulsório na antiguidade. Rio de Janeiro: Graal,
2003.
CORASSIN, M.L. A reforma agrária na Roma antiga. São Paulo, Brasiliense, 1988.
CORASSIN, M.L Sociedade e política na Roma antiga. São Paulo: Atual, 2001.
CORASSIN, M.L "A viticultura na obra de Catão". In: PESSANHA, N.M. & BASTIAN,
V.R.F. (Orgs) Vinho e pensamento. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro-SBEC, 1991.
CLEMENTES (org.). O mundo do Antigo Israel: perspectivas sociológicas, antropológicas
e políticas. São Paulo: Paulus, 1995.
DONADONI, Sérgio (dir.). O homem egípcio. Lisboa: Presença, 1990.
FINLEY, Moses I. Escravidão Antiga e Ideologia moderna. Rio de Janeiro: Graal, 1991.
FINLEY, Moses I. História Antiga: Testemunhos e modelos. São Paulo: Martins Fontes,
1994.
FINLEY, Moses I. A política no mundo antigo. RJ: Zahar, 1983.
FINLEY, Moses I. Usos e abusos da história. São Paulo: Martins Fontes, 1994.
FINLEY, Moses I. Os gregos antigo. Lisboa: Ed. 70, 1988.
FINLEY, Moses I. Economia e sociedade na Grécia Antiga. São Paulo: Martins Fontes,
1989.
FINLEY, Moses I. Escravidão Antiga e Ideologia moderna. Rio de Janeiro: Graal, 1991.
FLORENZANO, Maria Beatriz B. O mundo Antigo: economia e sociedade. São Paulo:
Brasiliense, 2004
FUNARI, Pedro Paulo. Antiguidade Clássica. A história e a cultura a partir de
documentos. Campinas: Unicamp, 2003.
LEVEQUE, Pierre. As primeiras civilizações. 2 v. Lisboa: Edições 70,2000.
GIARDINA, Andrea. O homem Romano. Lisboa: Editora Presença, 1992.
GRIMAL, Pierre. Dicionário de mitologia. Grega e romana. Rio de Janeiro: Difel, 1987.
GRIMAL, Pierre. A vida em Roma na Antigüidade. Lisboa: Europa-América, 1981.
GRIMAL, Pierre. A civilização romana. Lisboa: Edições 70, 2009.
GRIMAL, Pierre. O Império Romano. Lisboa: Edições 70, 1993.
GUARINELLO, N. L. Imperialismo greco-romano. São Paulo: Ática, 1987.
GOODMAN, Martin. Rome e Jerusalém. The Clash of Ancient Civilizations. Londres:
Pinguin Books Ltd, 2008.
HAVELOCK, Eric A. Revolução da escrita na Grécia e suas conseqüências culturais. São
Paulo: Unesp, 1996.
HARTOG, François. Memória de Ulisses. Narrativas sobre a fronteira na Grécia antiga.
Belo Horizonte: Editora UFMG, 2004.
HARTOG, François. O espelho de Heródoto: ensaio sobre a representação do outro.
Belo Horizonte: UFMG, 1999.
HORSLEY, R. A. Arqueologia, história e sociedade na Galiléia - o contexto social de
Jesus e dos rabis. São Paulo: Paulus, 2000.

MOMIGLIANO, Arnaldo. Os limites da Helenização: a integração cultural das
civilizações gregas, romana, céltica, judaica e persa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor,
1991.
PEREIRA, Maria Helena da Rocha. Estudos de história Clássica. Cultura Romana. II Vol.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2002.
PINSKY, Jaime. As primeiras civilizações. São Paulo: Contexto, 2008.
SCHNAPP, Alain. A imagem dos jovens na cidade grega. In: LEVI, Giovanni e
SCHMITT, Jean-Claude. História dos Jovens. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
TRABULSI, José Antônio Dabdab. Dionisismo, poder e sociedade na Grécia até o fim da
época clássica. Belo Horizonte: UFMG, 2004.
VEYNE, Paul. Sexo e poder em Roma. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008.
VEYNE, Paul. Quando o nosso mundo se tornou cristão. Lisboa: Texto & Grafia, 2007.
VEYNE, Paul. O Império Grego-Romano. Rio de Janeiro: Campus, 2009.
VERNANT, Jean-Pierre. O homem Grego. Lisboa: Editora Presença, 1994.
VERNANT, Jean-Pierre. Mito e Pensamento entre os gregos. São Paulo: Paz e Terra,
2008.
VERNANT, Jean-Pierre. Mito e religião na Grécia Antiga. São Paulo: Martins Fontes,
1999.
VERNANT, Jean-Pierre. Mito e Sociedade na Grécia Antiga. Rio de Janeiro: José
Olympio. 1999.
VERNANT, Jean-Pierre. As origens do Pensamento Grego. Rio de Janeiro: Difel, 2002.
VIDAL-NAQUE, Jacques e VERNANT, Jean-Pierre. Mito e Tragédia na Grécia Antiga.
São Paulo: Perspectiva, 1999.
Fontes:
A Bíblia de Jerusalém, São Paulo, Paulinas, 1986.
ARISTÓTELES. Política. São Paulo: Nova Cultural, 1991. (“Os Pensadores”).
BOUZON, Emanuel. O Código de Hammurabi. Petrópolis: Vozes, 2001.
BOUZON, Emanuel. Coleção de Direito Babilônico Pré-Hammurabiano. Petrópolis:
Vozes, 2001.
CICERO, Marco Túlio. Dos Deveres. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
EPICURO. Pensamentos. São Paulo: Martin Claret, 2005.
HERÓDOTO. Histórias. Brasília: EDUNB, 1985.
HESÍODO. Teogonia. São Paulo: Iluminuras, 1995.
HESÍODO. Os trabalhos e os dias. São Paulo: Iluminuras, 1996.
HOMERO. Ilíada. São Paulo: Melhoramentos, s/d.
HOMERO. Odisséia. São Paulo: Melhoramentos, s/d.
JUATINIANO. Digesto. Trad. De Hélcio Maciel França Madeira.SP: Editora Revista dos
Tribunais, 2000. (Livro I).
MARCO AURÉLIO. Meditações. São Paulo: Martin Claret, 2005.

OVÍDIO. A arte de amar. São Paulo: Martin Claret, 2003.
PETRÔNIO. Satyricon. São Paulo: Atena, 1965.
PLATÃO. Política.. São Paulo: Nova Cultural, 1991.
PLATÃO. República. São Paulo: Ediouro, s/d.
PLUTARCO. Alexandre e César. São Paulo: Ediouro, 2002.
SÊNECA, Lúcio Aneu. Obras. São Paulo: Atena, s/d.
SÊNECA, Lúcio Aneu. Cartas Consolatórias. Campinas /SP: Pontes, 1992.
SÊNECA, Lúcio Aneu. Cartas a Lucílio. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1991.
SUETÔNIO. A vida dos dozes Césares.São Paulo: Ediouro, 2002.
TÁCITO, Cornélio. História. São Paulo: Ediouro, s/d.
TUCÍDIDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília: EDUNB, 1986.

História Contemporânea 1 – 60h
Ementa: A segunda Revolução Industrial e o nascimento da cultura moderna: os processos
do desencantamento em Weber e em Karl Marx. A modernidade como sistema social e
cultural e o ‘pathos’ burguês identificados na estrutura moderna. O comportamento
moderno, a literatura e a arte moderna e a ideologia capitalista. A concretização do sistema
capitalista enquanto projeto da modernização política e econômica pela expansão de
mercados e pela dinâmica da economia de mercado liberal. A defesa do individualismo
moderno e do pensamento liberal. As ideologias oitocentistas na Europa e a
fundamentação do capitalismo como sistema. A África como o segundo colonialismo do
sistema econômico, advindo da crise econômica de 1873-96. Imperialismo e colonialismo:
relações práticas da modernização do capital. As dinâmicas do imperialismo moderno e
suas relações coloniais. A democracia liberal e a defesa das relações de trabalho nas
formas da economia de livre mercado. Os partidos políticos e os movimentos sociais. A
ideologia socialista e a organização da classe trabalhadora durante o século XIX. A
importância do Manifesto Comunista. Nacionalismo e Estado.
Bibliografia Básica
CANETTI, Elias. Massa e poder. Tradução: Sérgio Tellaroli. São Paulo: Companhia das
Letras, 1995.
CHANCELLOR, Edward. Salve-se quem puder: uma história de especulação
financeira.Tradução: Laura Teixeira Motta. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
COMPARATO, Fábio Konder. Ética: direito moral e religião no mundo moderno. São
Paulo: Companhia das Letras, 2006.
CRESPIGNY, Anthony de, CRONIM, Jeremy (eds.). Ideologias políticas. Tradução:
Sérgio Duarte. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1999.
DAHL, Robert A. Poliarquia: participação e oposição. Tradução: Celso Mauro Paciornik.
São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1997.

Bibliografia Complementar:
ANTUNES, Ricardo (org.). Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação
do trabalho. São Paulo: Boitempo, 2000.
BELLAMY, Richard. Liberalismo e sociedade moderna. Tradução: Magda Lopes. São
Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista, 1994.
BERMAN, Marshall. Tudo que é sólido desmancha no ar: a aventura da modernidade.
Tradução: Carlos Felipe Moisés, Ana Maria L. Ioriatti. São Paulo: Companhia das Letras,
1986.
BERSTEIN, Serge & MILZA, Pierre (Orgs). História do Seculo XIX. Tradução: Maria
Georgina Segurado. Portugal: Publicações Europa América, 1997.
BHABHA, Homi K. O local da cultura. Tradução: Myriam Ávila, Eliana Lourenço de
Lima Reis, Glaucia Renate Gonçalves. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1998.
CAMPILONGO, Celso Fernandes. Representação política. São Paulo: Ática, 1988.
CANETTI, Elias. Massa e poder. Tradução: Sérgio Tellaroli. São Paulo: Companhia das
Letras, 1995.
CHANCELLOR, Edward. Salve-se quem puder: uma história de especulação financeira.
Tradução: Laura Teixeira Motta. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
COMPARATO, Fábio Konder. Ética: direito moral e religião no mundo moderno. São
Paulo: Companhia das Letras, 2006.
CRESPIGNY, Anthony de, CRONIM, Jeremy (eds.). Ideologias políticas. Tradução:
Sérgio Duarte. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1999.
DAHL, Robert A. Poliarquia: participação e oposição. Tradução: Celso Mauro Paciornik.
São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1997.
DARNTON, Robert e DUHAMEL, Olivier (orgs.). Democracia. Tradução: Clóvis
Marques. Rio de Janeiro: Record, 2001.
DAVIS, Mike. Holocaustos Coloniais. Rio de Janeiro: Record, 2002.
DE MASI, Domenico. O futuro do trabalho: fadiga e ócio na sociedade pós-industrial.
Tradução: Yadyr A. Figueiredo. Brasília: Editora da UNB, 2000.
DOUGLAS, Mary. Como as instituições pensam. Tradução: Carlos Eugênio Marcondes de
Moura. São Paulo: Editora Universidade de São Paulo, 1998.
GIANNOTTI, José Arthur. Certa Herança marxista. São Paulo: Companhia das Letras,
2000.
HARDT, Michael e NEGRI, Antonio. Multidão: guerra e democracia na área do império.
Tradução: Clóvis Marques. Rio de Janeiro: Record, 2005.
HOBSBAWM, Eric J. Mundos do Trabalho: novos estudos sobre história operária.
Tradução: Waldea Barcellos e Sandra Bedran. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000.
HOBSBAWM, Eric. A Era do Capital. Tradução: Luciano Costa Neto. Rio de Janeiro: Paz
e Terra, 1996.
__________. A Era dos Impérios. Tradução: Sieni Maria Campos e Yolanda Steidel de
Toledo. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998.
__________. Capitão Swing. Rio de Janeiro: Francisco Alves editora, 1982.
___________. A Era das Revoluções. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005.
___________. Da Revolução Industrial Inglesa ao Imperialismo. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 1998.

LANDES, David S. Prometeu desacorrentado: transformação tecnológica e
desenvolvimento industrial na Europa ocidental, desde 1750 até a nossa época. Tradução:
Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1994.
LANDES, David S. Riqueza e a pobreza das nações: por que algumas são tão ricas e
outras são tão pobres. Tradução: Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
MARX, Karl. O capital: crítica da economia política: livro I. Tradução: Reginaldo
Sant’Anna. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998.
_________. O capital: crítica da economia política: livro II. Tradução: Reginaldo
Sant’Anna. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.
MASI, Domenico de. (org.). A sociedade pós industrial. Tradução: Anna Maria Capovilla,
Luiz Sérgio do Nascimento Henriques, Marco Aurélio Nogueira, Maria Cristina Guimarães
Cupertino, Renato Ambrósio. São Paulo: Editora SENAC, 2000.
MATOSO, Kátia M. de Queiroz. Textos e Documentos para o Estudo de História
Contemporânea. São Paulo, ed. Hucitec, Edusp, 1988.
MÉSZAROS, István. A teoria da alienação em Marx. Tradução: Isa Tavares. São Paulo:
Boitempo, 2006.
NOVAES, adauto (org.). O homem máquina: a ciência manipula o corpo. São Paulo:
Companhia das Letras, 2003.
OEHLER, Dolf. O velho mundo desce aos infernos: auto-análise da modernidade após o
trauma de junho de 1848 em Paris. Tradução: José Marcos Macedo. São Paulo:
Companhia das Letras, 1999.
POLANY, Karl. A Grande Transformação: as origens da nossa época. Rio de Janeiro:
Campus, 1980.
REMOND, René. O Século XIX. São Paulo, ed. Cultrix, 1976.
SAID, Edward W. Cultura e imperialismo. Tradução: Denise Bottman. São Paulo:
Companhia das Letras, 1995.
_________. Orientalismo: O Oriente como invenção do Ocidente. Tradução: Heloisa Jahn.
São Paulo: Cia das Letras, 2007.
SENNETT, Richard. Autoridade. Tradução: Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Record, 2001.
SHOHAT, Ella & STAM, Robert. Crítica da imagem Eurocêntrica: Multiculturalismo e
Representação. Tradução Marcos Soares. São Paulo: Cosacnaify, 2006.
THOMPSON, John B. Ideologia e Cultura Moderna: teoria social crítica na era dos meios
de comunicação de massa. Tradução: Grupo de estudos sobre ideologia, comunicação e
representações sociais da pós-graduação do Instituto de Psicologia da PUCRS. Petrópolis:
Vozes, 1995.
TILLY, Charles. Coerção, capital e Estados europeus. Tradução: Geraldo Gerson de
Souza. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1996.
WALLERSTEIN, Immanuel. World Systems Analysis: an introduction. United States of
America: Duke University Press, 2004.

História Contemporânea 2 – 60h
Ementa: Estudo e análise do mundo contemporâneo. Da I Guerra Mundial à crise
capitalista de 1929 e a introdução da política econômica do Welfare State. A política de
desenvolvimentismo para os países subdesenvolvidos pela Economia Clássica. A
reorganização do Capitalismo e a Segunda Grande Guerra com o surgimento dos regimes
totalitários. Análise das sociedades de massa e da ralé, os efeitos dos governos totais e do

extermínio em massa. A guerra Fria, o período entre guerras e a política de armamento
mundial. O processo de descolonização e os movimentos de resistência amparados da
ideologia marxista. A derrocada dos programas econômicos e sociais do Welfare State e a
reorganização do capital pela Escola de Chicago: o receituário neoliberal. As guerrilhas e o
terrorismo. A crescente pauperização mundial, o desequilíbrio ambiental e as políticas
neoliberais para os países de terceiro mundo. A sociedade pós-moderna: a modernidade
líquida. As artes e ciências.
Bibliografia Básica:
BENDIX, Reinhard. Construção nacional e cidadania. Tradução: Mary Amazonas Leite
de Barros. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1996.
BOBBIO, Norberto. A era dos direitos. Tradução: Carlos Nelson Coutinho. Rio de Janeiro:
Campus, 1992.
CAMPILONGO, Celso Fernandes. Representação política. São Paulo: Ática, 1988.
CANETTI, Elias. Massa e poder. Tradução: Sérgio Tellaroli. São Paulo: Companhia das
Letras, 1995.
CARDOSO, Sérgio. Retorno ao republicanismo. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2004.
Bibliografia Complementar:
ABENSOUR, Miguel. A democracia contra o Estado: Marx e o momento maquiaveliano.
Tradução: Cleonice Paes Barreto Mourão, Consuelo Fortes Santiago, Eunice Dutra Galéry.
Belo Horizonte: Editora UFMG, 1998.
ARENDT, Hannah. Origens do Totalitarismo: anti-semitismo, imperialismo, totalitarismo.
Tradução: Roberto Raposo. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
ARRIGHI, Giovanni. A ilusão do desenvolvimento. Rio de Janeiro: Vozes, 1997.
BARBER, Benjamin R. O império do medo: guerra, terrorismo e democracia. Tradução:
Renato Bittencourt. Rio de Janeiro: Record, 2005.
BAUMAN, Zygmunt. Amor líquido. Tradução: Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Editor, 2004.
_________. Europa. Tradução: Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro: Jorge Zahar
Editor, 2006.
_________. Modernidade e ambivalência. Tradução: Marcus Penchel. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Editor, 1999.
_________. Modernidade líquida. Tradução: Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Jorge Zahar
Editor, 2001.
_________. Vida líquida. Tradução: Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro: Jorge Zahar
Editor, 2007.
_________. Vidas desperdiçadas. Tradução: Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Editor, 2005.
CARMO, Paulo Sérgio do. Sociologia e sociedade pós-industrial: uma introdução. São
Paulo: Paulus, 2007.
CHANCELLOR, Edward. Salve-se quem puder: uma história de especulação financeira.
Tradução: Laura Teixeira Motta. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
CHARBONNEAU, Paul-Eugène. Marxismo e socialismo real. São Paulo: Loyola, 1984.

COMBLIN, José. O neoliberalismo: ideologia dominante na virada do século. Rio de
Janeiro: Vozes, 1999.
CRESPIGNY, Anthony de, CRONIM, Jeremy (eds.). Ideologias políticas. Tradução:
Sérgio Duarte. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1999.
DAHL, Robert A. Poliarquia: participação e oposição. Tradução: Celso Mauro Paciornik.
São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1997.
DARNTON, Robert e DUHAMEL, Olivier (orgs.). Democracia. Tradução: Clóvis
Marques. Rio de Janeiro: Record, 2001.
EAGLETON, Terry. A ideia de cultura. Tradução: Sandra Castello Branco. São Paulo:
Editora UNESP, 2005.
_________. Depois da teoria: um olhar sobre os estudos culturais e o pós-modernismo.
Tradução: Maria Lúcia Oliveira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.
EPSTEIN, Isaac. Gramática do poder. São Paulo: Ática, 1993.
FERNANDES, Rubem César (org.). Dilemas do socialismo: a controvérsia entre Marx,
Engels e os populistas russos. Tradução: Lúcio F. R. Almeida e Rubem César Fernandes.
Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.
FERRO, Marc. O Livro Negro do Colonialismo. São Paulo: Ediouro, 2007.
_________. O século XX: explicando aos meus filhos. Tradução: Hortência Santos
Lencastre. Rio de Janeiro: Agir, 2008.
FIORI, José Luís (org.). Estados e moedas no desenvolvimento das nações. Rio de Janeiro:
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_________ (org.). O poder americano. Rio de Janeiro: Vozes, 2004.
_________. Os moedeiros falsos. Rio de Janeiro: Vozes, 1997.
FUKUYAMA, Francis. Construção de Estados: governo e organização no século XXI.
Tradução: Nivaldo Montigelli Jr. Rio de Janeiro: Rocco, 2005.
___________. Fim da História e o último Homem. Tradução: Aulyde Soares. Rio de
Janeiro: Rocco, 1992.
FURTADO, Celso. Teoria e política do desenvolvimento econômico. São Paulo: Paz e
Terra, 2000.
GALBRAITH, John Kenneth. Capitalismo americano: o conceito do poder
compensatorio. Tradução: Clara A. Colotto. São Paulo: Novo Século Editora, 2008.
GAZIER, Bernard. A crise de 1929. Tradução: Julia da Rosa Simões. Porto Alegre:
L&PM, 2009.
HIRSCHMAN, Albert O. As paixões e os interesses: argumentos políticos para o
capitalismo antes do seu triunfo. Tradução: Lúcia Campelo. São Paulo: Paz e Terra, 2000.
HOBSBAWM, Eric. Era dos Extremos: o breve século XX: 1914-1991. Tradução: Marcos
Santarrita. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
_________. Globalização, democracia e terrorismo. Tradução: José Viegas. São Paulo:
Companhia das Letras, 2007.
_________. O novo século: entrevista a Antônio Polito. São Paulo: Companhia das Letras,
2009.
JAMESON, Fredric. O inconsciente político: a narrativa como ato socialmente simbólico.
Tradução: Valter Lellis Siqueira. São Paulo: Ática, 1981.
KEYLOR, William R. História do século XX: uma síntese mundial. Tradução: Suzana
Figueiredo. Portugal: Publicações Europa América, 2001.
KIERNAN. V. G. Estados Unidos o novo imperialismo – Da colonização Branca à
hegemonia mundial. Tradução: Ricardo Mendes. Rio de Janeiro: Record, 2009.

KLEIN, Naomi. A Doutrina do Choque: Ascensão do Capitalismo de Desastre. Tradução
Vânia Cury. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.
KURZ. R. O Colapso da modernização: da derrocada do socialismo de caserna à crise da
economia mundial. São Paulo: Paz e Terra, 1991.
LYON, David. Pós-modernidade. Tradução: Euclides Luiz Calloni. São Paulo: Paulus,
1998.
MARTINS, José de Souza. Exclusão social e a nova desigualdade. São Paulo: Paulus,
1997.
MASI, Domenico de. (org.). A sociedade pós industrial. Tradução: Anna Maria Capovilla,
Luiz Sérgio do Nascimento Henriques, Marco Aurélio Nogueira, Maria Cristina
Guimarães Cupertino, Renato Ambrósio. São Paulo: Editora SENAC, 2000.
MÉSZAROS, István. A teoria da alienação em Marx. Tradução: Isa Tavares. São Paulo:
Boitempo, 2006.
NOVAES, adauto (org.). O homem máquina: a ciência manipula o corpo. São Paulo:
Companhia das Letras, 2003.
OLIVEIRA, Francisco de e PAOLI, Maria Célia (org.). Os sentidos da democracia:
políticas do dissenso e hegemonia global. Rio de Janeiro: Vozes, 1999.
ORTIZ, Renato. Mundialização e cultura. São Paulo: Brasiliense, 2003.
POMAR, Wladimir. A Revolução Chinesa. São Paulo: UNESP, 2003.
RAWLS, John. O liberalismo político. Tradução: Dinah de Abreu Azevedo. São Paulo:
Ática, 2000.
RIVERO, Oswaldo de. O mito do desenvolvimento: os países inviáveis no século XXI.
Tradução: Ricardo A. Rosenbusch. Rio de Janeiro: Vozes, 2002.
RIVIÉRE, Claude. As Liturgias Políticas. Tradução: Maria de Lourdes Menezes. Rio de
Janeiro: Imago, 1988.
SANTOS, Wanderley Guilherme dos. Paradoxos do Liberalismo. Rio de Janeiro: Revan,
1999.
TAVARES, Maria da Conceição e FIORI, José Luís (organizadores.). Poder e dinheiro:
uma economia política da globalização. Rio de Janeiro: Vozes, 1997.
THOMPSON, John B. Ideologia e Cultura Moderna: teoria social crítica na era dos meios
de comunicação de massa. Tradução: Grupo de estudos sobre ideologia, comunicação e
representações sociais da pós-graduação do Instituto de Psicologia da PUCRS. Petrópolis:
Vozes, 1995.
WALLERSTEIN, Immanuel. O declínio do poder americano: os Estados Unidos em um
mundo caótico. Tradução: Elsa T. S. Vieira. Rio de Janeiro: Contraponto, 2004.
YOUNG, Jock. A sociedade excludente: Exclusão social, criminalidade e diferença na
modernidade recente. Tradução: Renato Aguiar. Rio de Janeiro: Revan: Instituto Carioca
de Criminologia, 2002.

História, Cotidiano e Imagem – 30h
Ementa: Abordar em um enfoque multidisciplinar as diferentes dimensões da história
através do cotidiano, Instrumentalizando e interpretando as diferentes linguagens e
construções imagéticas. Priorizar um fazer historiográfico capaz de dar visibilidade a um
universo de tensões e práticas de socialização expressados através das imagens e formas
onde se busca a representação do cotidiano em diferentes temporalidades e espaços.

Bibliografia:
ALMEIDA, Milton Jose de. Cinema: Arte da Memória. Campinas, ed. Autores
Associados, 1999.
BENJAMIN, Walter. Sobre o Conceito de História. BENJAMIN, W. Obras Escolhidas.
São Paulo, Brasiliense, 1985, v.1
FOUCAULT, M. Isto não é um Cachimbo. São Paulo, Paz e Terra, 1989, 1993
FELIX, Loiva Otero. História em Memória. Passo Fundo, ed. Universidade Federal de
Passo Fundo, 2000.

História da África 1 – 45h
Ementa: Reconhecimento das características sócio-econômicas, políticas e culturais das
sociedades africanas. Promover uma leitura da história africana a partir da antiguidade
equancionando os processos internos e os encontros dos diferentes agrupamentos
populacionais no continente e com outros povos observando seus desdobramentos até o
século XIX.
Bibliografia Básica:
BOAHEN, A. Adu. (cord.) Historia geral da África. Brasília: UNESCO: 2010. (Vários
volumes)
COSTA E SILVA, Alberto. A Enxada e a lança. A África antes dos portugueses. Rio de
Janeiro, Nova Fronteira, 1992.
DAVIDSON, Basil. A Descoberta do Passado de África. Lisboa: Sá da Costa, 1981.
KI-ZERBO, Joseph. História da África Negra. Lisboa: Europa América, s.d., pp. 9-43.
LOVEJOY, Paul E. A escravidão na África: uma história de suas transformações. Rio de
Janeiro, Civilização Brasileira, 2002.
Bibliografia Complementar
COMITINI, C. África: O povo. Rio De Janeiro: Achiamé, 1982.
FERKISS, V. C. África. Rio De Janeiro: G.R.D, 1967.
GIORDANI, M. C. História da África. Rio De Janeiro: Petrópolis, 1985.
HERRMANN, P. A Conquista da África. São Paulo: Boa Leitura Editora, 1982.
M’ BOKOLO, Elikia. África Negra: História e Civilizações. Até ao Século XVIII.
Salvador: UFBA, São Paulo: Casa das Áfricas, 2009.
NASCIMENTO, Elisa Larkin Nascimento. Sankofa: Matrizes Africanas da Cultura
Brasileira. Rio de Janeiro: EDUERJ, 1996.
OLIVER, Roland. A Experiência Africana. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 1994.
OLIVER, R. E FAGE, J. D. Breve história da África. Lisboa: Sá Da Costa, 1980.
RODRIGUES, J. H. Brasil e África. Rio De Janeiro: Nova Fronteira, 1982.

História da África 2 – 45 h

Ementa: Reconhecimento das características sócio-econômicas, políticas e culturais das
sociedades africanas. Promover uma leitura da história africana a partir do século XIX
equacionando os processos internos e os encontros proporcionados pela dimensão
atlântica. Entender as mudanças internas observando as estruturas desenvolvidas pela
presença do outro, as independências e formação dos novos Estados
Bibliografia Básica
ALENCASTRO, Luis Felipe de – O trato dos viventes. Formação do Brasil no Atlântico
sul, São Paulo: Cia. das Letras, 2000.
AQUINO, Rubem Santos Leão de. et alli. Das Sociedades Modernas as Sociedades Atuais.
Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1982.
BOAHEN, A. Adu. (cord.) Historia geral da África. Brasília: UNESCO: 2010. (Vários
volumes)
FLORENTIO, Manolo. Em Costas Negras: Uma História do Tráfico de Escravo entre a
África e o Rio de Janeiro (século XVIII e XIX). São Paulo: CIA das Letras, 1997.
M’ BOKOLO, Elikia. África Negra: História e Civilizações. Do Século XIX até os dias de
hoje. Salvador: UFBA, São Paulo: Casa das Áfricas, 2010.
Bibliografia Complementar
BRUNSCHWIG, H. A partilha da África Negra. São Paulo: Perspectiva, 2001.
CANÊDO, Letícia Bicalho. A Descolonização da Ásia e da África. São Paulo: Atual, 1994.
(Col. Discutindo a História, 11a edição revisada e ampliada)
COSTA E SILVA, Alberto da. A manilha e o libambo: a África e a escravidão de 1500 a
1700. Rio de Janeiro: MINC/BN, Departamento Nacional do Livro, 2002.
GILROY, Paul. O Atlântico Negro: Modernidade e dupla consciência. Rio de Janeiro:
Editora 34, 2001.
HERNANDEZ, Leila Leite. A África na Sala de Aula: visita à história contemporânea. São
Paulo: Selo Negro, 2005.
PRIORE, Mary Del e VENÂNCIO, Renato Pinto. Ancestrais: uma introdução à história da
África Atlântica. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
RODRIGUES, João Carlos. Pequena História da África Negra. São Paulo: Globo,1990.
SARAIVA, José Flávio Sombra. Formação da África Contemporânea. São Paulo: Atual,
1987.(Col. Discutindo a história)
________. O Lugar da África - A dimensão atlântica da política externa brasileira(de 1946
a nossos dias). Brasília: Editora Universitária de Brasília, 1996.
WESSELING, H. E. Dividir para dominar. A partilha da África 1880-1914. Rio de
Janeiro:Revan/UFRJ, 1998

História da América 1 – 45h
Ementa: Estudo e análise das comunidades primitivas americanas. A formação histórica
dos países americanos e a colonização européia na América. A crise do sistema colonial.
Bibliografia Básica:

AQUINO, Rubem Santos Leão de. et alli. História das Sociedades Americanas. Rio, Ao
Livro Técnico, 1982.
AMADO, Janaina. Navegar é Preciso: Grandes Descobrimentos Marítimos Europeus.
Janaina Amado e Leônidas Garcia. São Paulo, Editora Atual, 1989.
CARDOSO, Ciro Flamarion S. O Trabalho na América latina Colonial. São Paulo, editora
Ática, 1980.
FALCON, Francisco J. Calazans. Mercantilismo e Transição. São Paulo, Brasiliense,
1985.
FREIRE, Gilberto. Casa Grande e Senzala. Brasília UNB, 1963.
Bibliografia Complementar
ACQUAVIVA, Marcus Cláudio (s.d.). Lendas e tradições das América:
arqueologia, etnologia e folclore dos povos latino-americanos. São Paulo, Hemus.
CARDOSO, Ciro Flamarion (1987). América pré-colombiana. Coleção Tudo É História.
São Paulo, Brasiliense, 1987.
_________ (1988). História econômica da América Latina. Rio de Janeiro, Graal.
CARDOSO, Eliana & HELWEGE, Ann . A economia da América Latina.
São Paulo, Ática.
CHAUNU, Pierre. História da América Latina. Difel.
FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. São Paulo. Ed. Nacional, 1971.
GORENDER, Jacob. O Escravismo Colonial. São Paulo, Ática, 1980.

História da América 2 – 45h
Ementa: Estudo e análise do processo e independência dos países americanos. O
desenvolvimento dos países americanos, da independência aos nossos dias. Características
gerais da América Latina nos séculos XIX e XX: desenvolvimento e subdesenvolvimento,
revolução e contra-revolução. Movimentos sociais contemporâneos.
Bibliografia Básica:
AQUINO, Rubem Santos Leão de. et alli. História das Sociedades Americanas. Rio, Ao
Livro Técnico, 1982.
BRUIT, Hector. Acumulação Capitalista na América Latina. Trad. Sônia Rangel, São
Paulo, Brasiliense, 1982.
CARONE, Edgard. Classes Sociais e Movimento Operário. São Paulo, Ática, 1989.
FOOT, Francisco. et alli. História da Indústria e do Trabalho no Brasil: Das Origens aos
Anos 20. São Paulo, edit. Global. 1982.
FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. São Paulo. Ed. Nacional, 1971.
Bibliografia Complementar
GALEANO, Eduardo (1976). As veias abertas da América Latina. Rio de Janeiro, Paz e
Terra.
GENOVESE, Eugene D. (1979). O mundo dos senhores de escravos. Rio de Janeiro, Paz e
Terra.
GIUCCI, Guillermo (1992). Viajantes do maravilhoso: o Novo Mundo. São Paulo,
Companhia das Letras.
HINDESS, B. & HIRST, P.Q. Modos de produção pré-capitalistas. Rio de Janeiro, Zahar.

IANNI, Octávio (1988). Imperialismo na América Latina. Rio de Janeiro, Civilização
Brasileira.
LAPA, José Roberto do Amaral. O Sistema Colonial. São Paulo. Ática, 1991.
LENINE, V. I. (1986a). O imperialismo, fase superior do capitalismo. In: LENINE, V. I.
Obras Escolhidas, 3a ed., Vol. I São Paulo, Alfa-Omega.
MAGASICH-AIROLA, Jorge & BEER, Jean-Marc (2000). América mágica: quando a
Europa da Renascença pensou estar conquistando o Paraíso. São Paulo, Paz e Terra.
MARTINS, José de Souza (1993). A chegada do estranho. São Paulo, Hucitec.
PEREGALLI, Enrique (1987). A América que os europeus encontraram. São Paulo,
Unicamp/Atual.
POMER, León (1983). História da América hispano-indígena. São Paulo, Global.
PRADO, Maria Lígia (1991). A formação das nações latino-americanas. 9a Edição, São
Paulo, Atual.
ROMANO, Ruggiero (1972). Mecanismos da conquista colonial. São Paulo, Perspectiva.

História da Cultura Alagoana – 30h
Ementa: Articulando cultura e história, a disciplina apresentará um panorama geral sobre
as principais manifestações artísticas e culturais ocorridas em Alagoas ao longo de seu
processo de formação. Desta forma, além de destacar a produção literária, imagética
(pintura, fotografia e cinema), musical e dramática, haverá espaços para discussão de
diversas outras formas de manifestações culturais populares e/ou marginais, com foco em
movimentos artísticos e grupos literários, bem como em seus críticos.
Bibliografia Básica:
LINDOSO, Dirceu. Uma cultura em questão: a alagoana. Maceió: DAC, 1981.
MACIEL, Pedro Nolasco. A filha do Barão. 2 ed. Maceió: DAC/SENEC-AL;DAC/MEC,
1976 (1886).
________. Traços e troças (crônica vermelha – leitura quente). 2 ed. anotada e comentada
por Félix Lima Júnior. Maceió: DEC, 1964. (reedições DEC, vol III) (1 ed- 1899)
MOLITERNO, Carlos. Notas sobre poesia moderna em Alagoas (Antologia).
Maceió;S/Id/Ed, 1965.
SANT’ANA, Moacir Medeiros de. História do modernismo em Alagoas (1922/32). 2 ed.
Maceió: EDUFAL, 2003.
Bibliografia Complementar
ANDRADE, Fernando Antonio Gomes (org.) Memória das Alagoas: coleção do IHGAL.
Maceió: IHGAL, 2009.
AVELAR, Romeu de. Antologia de contistas alagoanos. Maceió: DEC, 1970.
AVILA, Janayna da Silva. Entre pitangas e sapotis: a crítica na imprensa alagoana nas
décadas de 20 e 30. Maceió: EDUFAL, 2009.
BARROS, Elinaldo. Panorama do cinema alagoano. Maceió: SERGASA, 1983.
CAVALCANTE, Simone. Literatura em Alagoas. Maceió: Scortecci/Grafmarques, 2005.
COSTA, Craveiro. Instrução pública e instituições culturais de Alagoas. Maceió:
Imprensa Oficial, 1931.

D’ALTAVILLA, Jayme. Gênese e Desenvolvimento da Literatura Alagoana. Maceió:
Typ. Oriental, 1922.
DANTAS, Cármen Lúcia TENÓRIO, Douglas Apratto. A casa das Alagoas: IHGAL.
Maceió: EDUFAL, 2007.
DANTAS, Cármen Lúcia ET ALLI. Cartofilia alagoana. 2 ed. Maceió: SEBRAE, 2009.
DUARTE, Abelardo: O periodismo literário nas Alagoas, caderno III, Divulgação do
departamento estadual de cultura, Maceió, Imprensa Oficial, 1961.
LIMA JR., Félix. Maceió de outrora. Maceió: APA, 1976.
________. Maceió de outrora – vol 2 (org. de Raquel Rocha). Maceió: EDUFAL, 2001.
COLEÇÕES E OBRAS COMPLETAS:
Arriete Vilela
Graciliano Ramos
Jorge Cooper
Jorge de Lima
MEMÓRIAS LEGISLATIVAS. Maceió, gazeta de Alagoas, 1997/8.
MEMÓRIA CULTURAL DE ALAGOAS. Maceió, Gazeta de Alagoas, 2000.
MEMÓRIA FEMININA DE ALAGOAS. Maceió, Gazeta de Alagoas, 2001.

História das Artes 1 – 30h
Ementa: Estudo das artes visuais no Ocidente tendo como base sua historicidade,
permitindo a formação de uma apreciação crítica e subsídios para a utilização das diversas
formas de expressão artística na pesquisa e no ensino de História. Trata do questionamento
das definições tradicionais de arte e gosto estético; da análise da evolução e
desenvolvimento das principais correntes das artes visuais (pintura, escultura, arquitetura)
no Ocidente, em sua relação com o processo histórico; da definição dos principais
conceitos utilizados na História da Arte para definir estilos, tendências, características e
estruturas artísticas; da análise dos novos paradigmas criados pela Arte Moderna.
Bibliografia Básica:
GOMBRICH, E.H. A História da Arte. 15a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993.
HARRIS, Nathaniel. The art of Michelangelo. New York: Gallery Books, 1981.
HAUSER, Arnold. Maneirismo. A crise da Renascença e a origem da arte moderna. São
Paulo: Perspectiva/EdUSP, 1976.
KEMP, Martin. Leonardo da Vinci. Rio de Janeiro: Zahar, 2005.
MARAVALL, José Antônio. A cultura do Barroco. Análise de uma estrutura histórica.
São Paulo: EdUSP, 1997.
Bibliografia Complementar
AMORIM, Vania (org.). Luigi Lucarini: vida e obra. Maceió: GrafMarques, 2010.
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. Do Iluminismo aos movimentos contemporâneos.
2ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
História da Arte como História da Cidade. 4ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
CARR-GOMM, Sarah. A linguagem secreta da arte. Lisboa: Estampa, 2003.

COLI, Jorge. O que é arte. São Paulo: Brasiliense, 1986.
DELUMEAU, Jean. História do Medo no Ocidente. 1300-1800: uma cidade sitiada. 2ª
reimp. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
FISCHER, Ernst. A necessidade da arte. 5ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1976.
GLANCEY, Jonathan. A História da Arquitetura. São Paulo: Loyola, 2007.
GOMBRICH, E.H. A História da Arte. 15ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993.
HARRIS, Nathaniel. The art of Michelangelo. New York: Gallery Books, 1981.
HAUSER, Arnold. Maneirismo. A crise da Renascença e a origem da arte moderna. São
Paulo: Perspectiva/EdUSP, 1976.
KEMP, Martin. Leonardo da Vinci. Rio de Janeiro: Zahar, 2005.
MARAVALL, José Antônio. A cultura do Barroco. Análise de uma estrutura histórica. São
Paulo: EdUSP, 1997.
MUSEU DO LOUVRE. O guia do Louvre. Paris: Editions de la Réunion des musées
nationaux, 2005.
RIJKSMUSEUM AMSTERDAM. Las obras maestras. Guia do museu.
WÖLFFLIN, Heinrich. Conceitos fundamentais da História da Arte. O problema da
evolução dos estilos na arte mais recente. São Paulo: Martins Fontes, 2006.

História das Artes 2 – 30h
Ementa: Aprofundamento dos estudos sobre as artes visuais no Ocidente, trabalhando os
nexos entre as obras de arte, suas estruturas formais, seus significados intrínsecos e as
dinâmicas históricas. O belo e o grotesco na História da Arte. Os conceitos wöllflinianos
na História da Arte: linear e pictórico, plano e profundidade, forma fechada e forma aberta,
pluralidade e unidade, clareza e obscuridade. Signo e alegoria nas artes visuais. A
iconologia de Panofsky. A história social da arte.
Bibliografia Básica
DELUMEAU, Jean. História do Medo no Ocidente. 1300-1800: uma cidade sitiada. 2ª
reimp. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
MUSEU DO LOUVRE. O guia do Louvre. Paris: Editions de la Réunion des musées
nationaux, 2005.
PANOFSKY, Erwin. O significado nas Artes Visuais. Lisboa: Presença, 1989.
Estudos de iconologia. Temas humanísticos na arte do renascimento. 2ª ed. Lisboa:
Estampa, 1995.
RIJKSMUSEUM AMSTERDAM. Las obras maestras. Guia do museu.
WÖLFFLIN, Heinrich. Conceitos fundamentais da História da Arte. O problema da
evolução dos estilos na arte mais recente. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
Bibliografia Complementar:
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. Do Iluminismo aos movimentos contemporâneos.
2ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
História da Arte como História da Cidade. 4ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
CARR-GOMM, Sarah. A linguagem secreta da arte. Lisboa: Estampa, 2003.
CASTELNUOVO, Enrico. Retrato e sociedade na arte italiana. Ensaios sobre história
social da arte. São Paulo: Comanhia das Letras, 2006.

COLI, Jorge. O que é arte. São Paulo: Brasiliense, 1986.
ECO, Umberto. História da Beleza. Rio de Janeiro: Record, 2005.
História da Feiúra. Rio de Janeiro: Record, 2007.
ELIAS, Norbert. A peregrinação de Watteau à Ilha do Amor. Rio de Janeiro: Zahar, 2005.
FISCHER, Ernst. A necessidade da arte. 5ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1976.
GLANCEY, Jonathan. A História da Arquitetura. São Paulo: Loyola, 2007.
GOMBRICH, E.H. A História da Arte. 15ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993.
HANSEN, João Adolfo. Alegoria. Construção e interpretação da metáfora. São
Paulo/Campinas: Hedra/Unicamp, 2006.
HAUSER, Arnold. Maneirismo. A crise da Renascença e a origem da arte moderna. São
Paulo: Perspectiva/EdUSP, 1976.
História social da arte e da literatura. 2ª ed. São Paulo: Martins Editora, 2000.
MARAVALL, José Antônio. A cultura do Barroco. Análise de uma estrutura histórica. São
Paulo: EdUSP, 1997.

História das Religiões 1 – 30h
Ementa: Apresentar os principais temas e os elementos de análise da História das
Religiões. Enfatizar os aspectos da formação histórica, cultural e social, de diferentes
religiões e religiosidades mundiais, em diversas temporalidades.
Bibliografia Básica:
GROMIKO, A. As Religiões da África: Tradicionais e Sincréticas. Moscou: Progresso,
1986.
GUERREIRO, Silas (org.) O Estudo das Religiões. Desafios Contemporâneos. Coleção
Estudos ABHR, São Paulo: Paulinas, 2008.
MARCONI, Momolina. Prelúdio à História das Religiões. São Paulo: Paulus, 2008.
MITHEN, Steven. A pré-história da mente. Uma busca das origens da arte, da religião e da
ciência. São Paulo: Editora UNESP, 2002.
CAMPBELL, Joseph. Isto és Tu: redimensionando a metáfora religiosa. São Paulo: Landy,
2002.
Bibliografia Complementar
ALVES, Rubem. O que é religião. 14ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1991.
CAMPBELL, Joseph. As Máscaras de Deus. 3 Volumes: 1. Mitologia Primitiva, 2.
Mitologia Oriental, 3. Mitologia Ocidental. São Paulo: Palas Athena, 2002.
CAMPBELL, Joseph. O Poder do Mito. São Paulo: Palas Athena, 2002.
CHIAVENATO, Júlio José. Religião, da origem à ideologia. São Paulo: FUNPEC, 2002.
ELIADE, Mircea. Mito e Realidade. São Paulo: Perspectiva, 1963.
ELIADE, Mircea. Tratado de História das Religiões. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
GROMIKO, A. As Religiões da África: Tradicionais e Sincréticas. Moscou: Progresso,
1986.
CONZE, Edward. El Budismo: su esencia y su desarollo. México: Fondo de Cultura
Econômica, 1997.
COOMARASWAMY, Ananda K. & Irmão Nivedita. Mitos Hindus e Budistas. São Paulo:
Landy, 2002.

DAWSON, Christopher. Historia de la cultura cristiana. México: Fondo de Cultura
Económica, 2001.
DESHIMARU, Taisen. A Tigela e o Bastão: 120 contos zen. São Paulo: Círculo do Livro,
1988.
ELIADE, Mircea. Yoga: Imortalidade e Liberdade. São Paulo: Palas Athena, 1996.
FALBEL, Nachman. Os Espirituais Franciscanos. São Paulo: Edusp, Perspectiva, 1995.
HERNÁNDEZ, Miguel Cruz. Historia del pensamiento en el mundo islâmico. 1. Desde los
Orígenes hasta el siglo XII em Oriente. Madrid: Alianza Editorial, 1996.
IBAÑEZ, Vicente Blasco. O Despertar do Buda. São Paulo: Landy, 2000.
LAO-TSE. Tao Te King. Tradução e Notas Huberto Rohden. São Paulo: Martin-Claret,
s/d.
LEWIS, Ioan M. Êxtase Religioso: um estudo antropológico da possessão por espírito e do
Xamanismo. São Paulo: Perspectiva, 1971.
LIGIÉRO, Zeca. Iniciação ao Candomblé. Coleção Iniciação. Rio de Janeiro: Nova Era,
2004.
PERNOUD, Régine. Hildegard de Bingen: a consciência inspirada do século XII. Rio de
Janeiro: Rocco, 1996.
SANTOS, Eduardo Natalino dos. Deuses do México Indígena. São Paulo: Palas Athena,
2002.
SUZUKI, D. T. Introdução ao Zen-Budismo. Prefácio de C. G. Jung. São Paulo:
Pensamento, 1969.
ZIMMER, Heinrich. A Conquista Psicológica do Mal. São Paulo: Palas Athena, 1988.
ZIMMER, Heinrich. Filosofias da Índia. São Paulo: Palas Athena, 1986.
COLEÇÃO FOLHA GRANDES FOTÓGRAFOS. Religiões. Nº 6. São Paulo: Folha de
São Paulo, 2008.
COMTE, Fernand. Os Livros Sagrados. Lisboa: Pergaminho, 1990.
DICIONÁRIO DE CONCEITOS FUNDAMENTAIS DO CRISTIANISMO. São Paulo:
Editora Paulus, 1999.
DICIONÁRIO DE SÍMBOLOS. São Paulo: Editora Paulus, 1999.
ELIADE, Mircea & COULIANO, Ioan P. Dicionário das Religiões. São Paulo: Martins
Fontes, 2003.
LODY, Raul. Dicionário de Arte Sacra & Técnicas Afro-Brasileiras. Rio de Janeiro:
Pallas, 2003.
MONDADORI, Arnaldo (Ed.) História das Religiões: origem e desenvolvimento das
religiões.
GRANDES LIVROS DA RELIGIÃO. Barcelona, São Paulo: Ediciones Folio, 2008.
MERRIAM-WEBSTER. Encyclopedia of World Religions. Springfield, Massachusets:
Merriam-Webster, 1999.

História das Religiões 2 – 30h
Ementa: Introduzir os principais temas e análises sobre a História das Religiões no Brasil.
Apresentar as pesquisas atuais sobre as instituições e os movimentos religiosos, em
diferentes épocas, e as questões teórico-metodológicas essenciais para a pesquisa na área.
Bibliografia Básica:

ORTIZ, Renato. Mundialização: saberes e crenças. São Paulo: Brasiliense, 2006.
PRANDI, Reginaldo. Mitologia dos Orixás. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
REVISTA ESTUDOS AVANÇADOS USP. Dossiê Religiões no Brasil. Volume 18, no
52, setembro/dezembro 2004.
SANTOS, Irinéia M. Franco. A Comunidade São João Batista em São Paulo. São Paulo,
Lcte, 2008.
SIEPIERSKI, Paulo D.; GIL, Benedito M. (org.) Religião no Brasil. Enfoques, dinâmicas e
abordagens. São Paulo: Paulinas, 2007.
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, Adroaldo J. S.; SANTOS, Lyndon de A.; FERRETTI, Sergio F. (orgs.)
Religião, Raça e Identidade. São Paulo: Paulinas, 2009.
ALMEIDA, Ronaldo de; MONTEIRO, Paula. Trânsito Religioso no Brasil. In: São Paulo
em Perspectiva, 15(3) 2001, p. 92-101.
BASTIDE, Roger. As religiões africanas no Brasil: contribuição a uma sociologia das
interpenetrações de civilizações. São Paulo: Pioneira, 1989.
BRANDÃO, Sylvana. História das religiões no Brasil. Recife: UFPE, 2002. Volumes 1 ao
4.
GUERREIRO, Silas. Novos Movimentos Religiosos: o quadro brasileiro. São Paulo:
Edições Paulinas, 2008.
HOORNAERT, Eduardo. História do Cristianismo na América Latina e no Caribe. São
Paulo: Paulus, 1994.
LINS, Anilson. Xangô de Pernambuco. A substância dos orixás, segundo os ensinamentos
contidos no Manual do Sítio de Pai Adão. Rio de Janeiro: Pallas, 2004.
MANOEL, Ivan Ap.; FREITAS, Nainora M. B. de. História das Religiões: desafios,
problemas e avanços teóricos, metodológicos e historiográficos. São Paulo: Paulinas, 2004.
MASSENZIO, Marcello. A História das Religiões na Cultura Moderna. São Paulo: Hedra,
2005.

História de Alagoas 1 – 45h
Ementa: Tendo como ponto central a discussão da singularidade de Alagoas no processo
de constituição da América Portuguesa, a disciplina apresenta o processo de sua formação
histórica em linhas gerais, destacando as questões relacionadas à dinâmica de produção
(economia) e às relações de poder intra-elites e entre as classes sociais, mediadas pelo
Estado. Neste sentido, além da produção historiográfica, destacam-se o processo de
ocupação humana (pré-cabralina, indígena, e europeia); a instalação dos primeiros
engenhos, a utilização da mão-de-obra escrava e as reações ao escravismo; a ocupação de
parte do território por franceses e holandeses; a evolução administrativa e emancipação
política de Alagoas.
Bibliografia:
ACIOLI, Vera Lúcia Costa. Jurisdição e conflitos – aspectos da administração colonial.
Maceió/Recife: EDUFAL/EDUFPE, 1997.

ALMEIDA, Luiz Sávio de (org.) Mata e Palmares nas Alagoas. Maceió/Arapiraca:
FUNESA, 2004.
ALTAVILA, Jayme de. História da civilização das Alagoas. 5 ed. Maceió:BPE/DAC,
1967.
ANDRADE, Manoel Correia de. Usinas e destilarias das Alagoas – uma contribuição ao
estudo da produção do espaço. Maceió: EDUFAL, 1997.
BRANDÃO, Moreno. História de Alagoas. Maceió: SERGASA, 1981.
COSTA, Craveiro. História das alagoas (resumo didático). 2 ed. Maceió: SERGASA,
1983.
DIEGUES JR., Manuel. O bangüê nas Alagoas – traços da influência do sistema
econômico do engenho de açúcar na vida e na cultura regional. 3. ed. Maceió: EDUFAL,
2006.
GOMES, Flávio. Palmares. São Paulo: Contexto, 2005.
LINDOSO, Dirceu. Alagoas Boreal. Maceió: Cataventos, 2000.
MELLO, José Antonio Gonçalves de. Fontes para a história do Brasil Holandês (2 vols.).
Recife: PHN dos Guararapes/MEC/SPHAN/Fundação Pró-Memória, 1981.
MELO, Evaldo Cabral. Olinda restaurada – guerra e açúcar no Nordeste, 1630-1654. 2 ed.
Rio de Janeiro: Toopbooks, 1998.
ROCHA, José Maria Tenório da. Historiografia de Alagoas: primeira leitura – trabalho
apresentado no I Encontro Regional de Professores de História (ANPUH-AL/Dep. de
História da UFAL/ F. F. P. de Penedo). Maceió, S/d. (mimeo).
SANT’ANA, Moacir Medeiros de (org.) Documentos para a história da independência.
Recife: Comissão executiva dos festejos do sesquicentenário da Independência do
Brasil/IHGAL, 1972.
VERÇOSA, Élcio de Gusmão. Cultura e educação nas Alagoas: história, histórias. 2 ed.
Maceió: EDUFAL, 1997.

História de Alagoas 2 – 45h
Ementa: Tendo como ponto de partida a construção da autonomia político administrativa
de Alagoas no cenário nacional, a disciplina apresenta o processo de sua formação
histórica desde o século XIX, destacando as questões relacionadas à dinâmica de produção
(economia) e às relações de poder intra-elites e entre as classes sociais, mediadas pelo
Estado. Neste sentido, além da produção historiográfica, as revoltas sociais ocorridas no
período; a transição da mão de obra escrava para a juridicamente livre, bem como suas
diversas as de arranjo do pós-1888; a decadência dos bangüês e o surgimento das usinas e
destilarias; as ferrovias, a indústria têxtil e o capital internacional; movimentos políticos
como o abolicionismo, o republicanismo, o socialismo e o populismo; o quebra dos
terreiros em 1912.
Bibliografia Básica:
MACIEL, Osvaldo (org.) Operários em movimento: documentos para a história da classe
trabalhadora em Alagoas (1870-1960). Maceió:EDUFAL, 2007.
OLIVEIRA, José Alberto Saldanha de. A mitologia estudantil: uma abordagem sobre o
movimento estudantil alagoano. Maceió: SERGASA, 1994.
RAFAEL, Ulisses Neves. Xangô rezado baixo: um estudo da perseguição aos terreiros de
Alagoas em 1912. Rio de Janeiro/RJ, PPSA/IFCS/UFRJ, 2004. (Tese de doutorado)

SANT’ANA, Moacir Medeiros de. Contribuição à história do açúcar em Alagoas. Recife:
Museu do Açúcar/IAA, 1970.
SILVA, Amaro Hélio L. Serra dos perigosos – guerrilha e índio no sertão de Alagoas.
Maceió: EDUFAL, 2007.
Bibliografia Complementar
ANDRADE, Manoel Correia de. Usinas e destilarias das Alagoas – uma contribuição ao
estudo da produção do espaço. Maceió: EDUFAL, 1997.
ALMEIDA, Luis Sávio de. Chrônicas alagoanas (vol.II) - notas sobre poder, operários e
comunistas em Alagoas. Maceió: EDUFAL, 2006.
ANTUNES, Clóvis. Índios de Alagoas – documentário. Maceió, s/ed, 1984.
BARROS, Luiz Nogueira. A solidão dos espaços políticos. Maceió: SECULT, 1988.
CARVALHO, Cícero P. Análise da reestruturação produtiva da agroindústria sucroalcooleira alagoana. Maceió: EDUFAL, 2000.
COSTA, Craveiro. Maceió. Maceió: DAC, 1981.
DIEGUES JR., Manuel. O bangüê nas Alagoas – traços da influência do sistema
econômico do engenho de açúcar na vida e na cultura regional. 3. ed. Maceió: EDUFAL,
2006.
LIMA, Mario de C. Sururu apimentado. Maceió: EDUFAL, 1979.
LINDOSO, Dirceu. A utopia armada – rebeliões de pobres nas matas do tombo real. 2. ed.
Maceió: EDUFAL, 2005.
TENÓRIO, Douglas Apratto. A tragédia do populismo: o impeachment de Muniz Falcão.
Maceió: EDUFAL, 1995.
_________ . A metamorfose das oligarquias. Curitiba: Hdlivros, 1997.

História de Alagoas 3 – 45h
Ementa: coronelismo e oligarquia em Alagoas; da ditadura militar à redemocratização
(partidos de esquerda e movimentos sociais); Alagoas contemporânea: o acordo dos
usineiros, o 17 de julho e outros aspectos atuais.
Bibliografia Básica:
ANDRADE, Manoel Correia de. Usinas e destilarias das Alagoas – uma contribuição ao
estudo da produção do espaço. Maceió: EDUFAL, 1997.
ALMEIDA, Luis Sávio de. Chrônicas alagoanas (vol.II) - notas sobre poder, operários e
comunistas em Alagoas. Maceió: EDUFAL, 2006.
ANTUNES, Clóvis. Índios de Alagoas – documentário. Maceió, s/ed, 1984.
BARROS, Luiz Nogueira. A solidão dos espaços políticos. Maceió: SECULT, 1988.
CARVALHO, Cícero P. Análise da reestruturação produtiva da agroindústria sucroalcooleira alagoana. Maceió: EDUFAL, 2000.
Bibliografia Complementar
COSTA, Craveiro. Maceió. Maceió: DAC, 1981.
DIEGUES JR., Manuel. O bangüê nas Alagoas – traços da influência do sistema
econômico do engenho de açúcar na vida e na cultura regional. 3. ed. Maceió: EDUFAL,
2006.

LIMA, Mario de C. Sururu apimentado. Maceió: EDUFAL, 1979.
LINDOSO, Dirceu. A utopia armada – rebeliões de pobres nas matas do tombo real. 2. ed.
Maceió: EDUFAL, 2005.
MACIEL, Osvaldo (org.) Operários em movimento: documentos para a história da classe
trabalhadora em Alagoas (1870-1960). Maceió:EDUFAL, 2007.
OLIVEIRA, José Alberto Saldanha de. A mitologia estudantil: uma abordagem sobre o
movimento estudantil alagoano. Maceió: SERGASA, 1994.
RAFAEL, Ulisses Neves. Xangô rezado baixo: um estudo da perseguição aos terreiros de
Alagoas em 1912. Rio de Janeiro/RJ, PPSA/IFCS/UFRJ, 2004. (Tese de doutorado)
SANT’ANA, Moacir Medeiros de. Contribuição à história do açúcar em Alagoas. Recife:
Museu do Açúcar/IAA, 1970.
SILVA, Amaro Hélio L. Serra dos perigosos – guerrilha e índio no sertão de Alagoas.
Maceió: EDUFAL, 2007.
TENÓRIO, Douglas Apratto. A tragédia do populismo: o impeachment de Muniz Falcão.
Maceió: EDUFAL, 1995.
_________ . A metamorfose das oligarquias. Curitiba: Hdlivros, 1997.

História do Brasil 1 – 60h
Ementa: A disciplina tem por objetivo analisar os aspectos políticos, econômicos, sociais,
religiosos, comportamentais e ideológicos do Brasil desde os primeiros contatos entre
portugueses e nativos até os primeiros sinais da crise do Antigo Regime implementado
pela corte lusitana. Sugere-se um debate historiográfico sobre as características políticas e
econômicas desta sociedade, bem como uma análise das diferentes áreas coloniais
buscando demonstrar suas diferenciações e suas funções na conjuntura colonial.
Bibliografia Básica
FIGUEIREDO, Luciano. Rebeliões no Brasil Colônia. São Paulo: Jorge Zahar Editor,
2005.
FRAGOSO, João e FLORENTINO, Manolo. Arcaísmo como Projeto: Mercado Atlântico e
Sociedade Agrária no Rio de Janeiro (c. 1790-1840). Rio de Janeiro: Diadorim, 1993.
FRAGOSO, João, BICALHO, Maria Fernanda Baptista & GOUVÊA, Maria de Fátima
(Orgs.). O Antigo Regime nos Trópicos: A Dinâmica Imperial Portuguesa (Século XVIXVIII). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.
FRAGOSO, João; ALMEIDA, Carla Maria Carvalho de; SAMPAIO, Antonio Carlos Jucá.
Conquistadores & Negociantes. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008.
FLORENTINO, Manolo. Trafico, Cativeiro e Liberdade (Rio de Janeiro, Séculos XVIIXIX). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.
Bibliografia Complementar:
ACIOLI, Vera Lúcia Costa. Jurisdição e Conflitos: Aspectos da Administração Colonial.
Maceió: Edufal, 1999.
ALENCASTRO, Luis Felipe de Alencastro. O Trato dos Viventes. Formação do Brasil no
Atlântico-Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
AMADO, Janaina & FIGUEIREDO, Luiz Carlos. O Brasil no Império Português. São
Paulo: Jorge Zahar, 2001.
ANTONIL, André João. Cultura e Opulência do Brasil. São Paulo: Edusp, 1982.

BOXER, Charles R. A Idade do Ouro no Brasil. São Paulo: Companhia Editora Nacional,
1963.
CUNHA, Manuela Carneiro (Dirt.) História dos Índios no Brasil. São Paulo: Companhia
das Letras, 1998.
FAORO, Raimundo. Os Donos do Poder. São Paulo: Publifolha, Volume 1, 2000.
FARIA, Sheila de Castro. A Colônia em Movimento. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,
1998.
FUTADO, Celso. Economia Colonial no Brasil dos Séculos XVI-XVII. São Paulo:
Hucitec, 2000.
FURTADO, Júnia (Org.) Diálogos Oceânicos. Minas Gerais e as Novas Abordagens para
uma História do Império Ultramarino Português. Belo Horizonte. UFMG, 2001.
FREYRE, Gilberto. Casa Grande & Senzala. São Paulo: Global, 2000.
GORENDER, Jacob. O Escravismo Colonial. São Paulo: Ática, 1978.
_________________ A Escravidão Reabilitada. São Paulo: Ática, 1991.
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Portugal nos Séculos XVI-XVII. São Paulo: Companhia das Letras.
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Bertrand Brasil, 1993.
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2000.
JUNIOR, Caio Prado. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Publifolha, 2000.
MELLO, Evaldo Cabral de. A Fronda dos Mazombos. São Paulo: Companhia das Letras,
1995.
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Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1989.
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MAXWELL, Kenneth. Marquês do Pombal: Paradoxo do Iluminismo. São Paulo: Paz e
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MONTEIRO, John Manuel. Os Negros da Terra. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
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da América, 1640-1720. São Paulo: Hucitec/Fapesp, 2002.
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Pesquisas em História Moderna (Séculos XVI-XIX). São Paulo: Alameda, 2008.
NOVAIS, Fernando A. Portugal e Brasil na Crise do Antigo Sistema Colonial (17771808). São Paulo: Hucitec, 1995
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PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Brasiliense,
1981.
PUNTONI, Pedro. A Guerra dos Bárbaros: Povos Indígenas e a Colonização do Sertão.
São Paulo: Hucitec, 2002.
RICUPERO, Rodrigo. A Formação da Elite Colonial. São Paulo: Alameda, 2009.
SARAIVA, Antonio José. Inquisição e Cristãos Novos. Porto: Editora Nova, 1969.

SCHWARTZ, Stuart. Segredos Internos. Engenhos e Escravos na Sociedade Colonial. São
Paulo: Companhia das Letras, 1988.
_________________ Da América Portuguesa ao Brasil. Lisboa: Difel, 2003.
_________________ Escravos, Roceiros & Rebeldes. São Paulo: EDUSC, 2001.
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2000.
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na América Portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
_____________________. O Diabo e a Terra de Santa Cruz. São Paulo: Companhia das
Letras, 1986.
_____________________ Os Desclassificados do Ouro: a Pobreza Mineira do Século
XVIII. Rio de Janeiro: Graal, 1986.
_____________________, FURTADO, Júnia & BICALHO, Maria Fernanda. O Governo
dos Povos. São Paulo: Alameda, 2009.
VAINFAS, Ronaldo. A Heresia dos Índios. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 1995.
________________. Trópico dos Pecados: Moral, Sexualidade e Inquisição no Brasil. Rio
de Janeiro: Campus, 1989.
_________________ Dicionário do Brasil Colonial. São Paulo: Objetiva, 2003.
_________________ & MONTEIRO, Rodrigo B. O Império de Várias Faces: Relações de
Poder no Mundo Ibérico da Época Moderna. São Paulo: Alameda, 2009.
WEHLING, Arno e WEHLING, Maria J. C. Formação do Brasil Colonial. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira, 2000.

História do Brasil 2 – 60h
Ementa: Crise do Antigo Sistema Colonial. Evolução do Brasil-Império, em seus aspectos
políticos, econômicos, sociais e culturais. A construção da ordem imperial. A construção
da nacionalidade. Movimentos sociais. Passagem do escravismo para a mão-de-obra
assalariada. O contexto da crise do Império e a Proclamação da República.
Bibliografia Básico:
PUNTONI, Pedro. A Guerra dos Bárbaros: Povos Indígenas e a Colonização do Sertão.
São Paulo: Hucitec, 2002.
RICUPERO, Rodrigo. A Formação da Elite Colonial. São Paulo: Alameda, 2009.
SARAIVA, Antonio José. Inquisição e Cristãos Novos. Porto: Editora Nova, 1969.
SCHWARTZ, Stuart. Segredos Internos. Engenhos e Escravos na Sociedade Colonial. São
Paulo: Companhia das Letras, 1988.
_________________ Da América Portuguesa ao Brasil. Lisboa: Difel, 2003.
_________________ Escravos, Roceiros & Rebeldes. São Paulo: EDUSC, 2001.
SILVA, Maria Beatriz Nizza. Ser Nobre na Colônia. São Paulo: UNESP, 2005.
Bibliografia Complementar
FAORO, Raimundo. Os Donos do Poder. Porto Alegre. Edit. Globo, 1977.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. História Geral da Civilização Brasileira Volume 1 ao 7.
Rio de Janeiro, Difel, 1980.
PRADO JÚNIOR, Caio. História Econômica do Brasil. São Paulo, Brasiliense, 1972.

FAORO, Raimundo. Os Donos do Poder. Porto Alegre. Edit. Globo, 1977.
FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. São Paulo. Ed. Nacional, 1971.
PRADO JÚNIOR, Caio. História Econômica do Brasil. São Paulo, Brasiliense, 1972.
SINGER, Paul. O Capitalismo: sua evolução, sua lógica e sua dinâmica. São Paulo, edit.
Moderna, 1987.

História do Brasil 3 – 60h
Ementa: Conduzir o aluno a interpretar alguns aspectos do contexto sócio-político durante
o período republicano brasileiro. A Era Vargas e o “populismo” na política brasileira: uma
versão dos acontecimentos de 1930 a 1954.
Bibliografia Básica:
FERREIRA, Marieta de Moraes (coord.). João Goulart: entre a memória e a história. Rio
de Janeiro: FGV, 2006.
FICO, Carlos. Como eles agiam - os subterrâneos da Ditadura Militar: espionagem epolícia
política. Rio de Janeiro: Record, 2001.
__________ O Grande Irmão: da Operação Brother Sam aos anos de Chumbo – o governo
dos Estados Unidos e a ditadura militar brasileira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2008.
GOMES, Angela de Castro (org.). O Brasil de JK. Rio de Janeiro: FGV, 1991.
_____________. A Invenção do Trabalhismo. 2a ed. Rio de Janeiro: Relume Dumará,
1994.
Bibliografia Complementar
ALVES, Maria Helena Moreira. Estado e Oposição no Brasil: 1964/1984. Petrópolis/RJ:
Vozes, 1984.
AQUINO, Maria Aparecida de. Censura, Imprensa e Estado Autoritário (1968-1978).
Bauru/SP: EDUSC, 1999.
ARAÚJO, Rita de Cássia Barbosa & Barreto, Túlio Velho. 1964: O Golpe passado a
limpo. Recife: Editora Massangana, 2007.
ARQUIDIOCESE de São Paulo. Brasil: Nunca Mais. 8ªed. Petrópolis/RJ: Vozes, 1985.
BAUM, Ana (org.). Vargas, agosto de 54: a história contada pelas ondas do rádio. Rio de
Janeiro: Garamond, 2004.
D’ARAÚJO, Maria Celina. As instituições brasileiras da Era Vargas. Rio de Janeiro:
EdUerj & FGV, 1999.
DREIFUSS, René Armand. 1964: A Conquista do Estado (ação política, poder e golpe de
classe). 3ª ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 1981.
FERREIRA, Jorge. Trabalhadores do Brasil: o imaginário popular 1930/1945. Rio de
Janeiro: FGV, 1997.
_________(org.). O populismo e sua história – debate e crítica. Rio de janeiro, Civilização
Brasileira, 2001.
__________& DELGADO, Lucilia de A. Neves (orgs.). O Brasil Republicano (vol. 1 - O
tempo do liberalismo excludente; vol. 2 – o tempo do nacional-estatismo; vol. 3 – o tempo

da experiência democrática e vol. 4 - o tempo da ditadura. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2003.
__________. O Imaginário Trabalhista: getulismo, PTB e cultura política popular, 19451964. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2005.
__________ & REIS, Daniel Aarão (orgs.). As Esquerdas no Brasil - 3 volumes (“A
formação das tradições – 1889/1945”, “Nacionalismo e reformismo radical – 1945/1964” e
“Revolução e democracia – 1964/...”). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.
GOMES, Angela de Castro (org.). O Brasil de JK. Rio de Janeiro: FGV, 1991.
_____________ . Vargas e a crise dos anos 50. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1994.
GORENDER, Jacob. Combate nas Trevas: a esquerda brasileira, das ilusões perdidas à luta
armada. 4ª ed. São Paulo: Ática, 1990.
IANNI, Octavio. Estado e Planejamento Econômico no Brasil (1930-1970). Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 1971.
KUSHNIR, Beatriz. Cães de Guarda: jornalistas e censores, do AI-5 à Constituição de
1988. São Paulo: Boitempo Editorial, 2004.
MOTTA, Rodrigo Patto Sá. Jango e o golpe de 1964 na caricatura. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar, 2006.
PANDOLFI, Dulce (org.). Repensando o Estado Novo. Rio de Janeiro: Editora da
Fundação Getúlio Vargas, 1999.

História do Brasil 4 – 60h
Ementa: O Governo João Goulart e o Golpe civil-militar de 1964. O Regime Militar:
história e memória. A “Nova República”, o neo-liberalismo no Brasil, Esquerda no poder e
os aspectos sociais, políticos e econômicos do Brasil no século XXI.
Bibliografia Básica:
D’ARAÚJO, Maria Celina. As instituições brasileiras da Era Vargas. Rio de Janeiro:
EdUerj & FGV, 1999.
DREIFUSS, René Armand. 1964: A Conquista do Estado (ação política, poder e golpe de
classe). 3a ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 1981.
FERREIRA, Jorge. Trabalhadores do Brasil: o imaginário popular 1930/1945. Rio de
Janeiro: FGV, 1997.
_________(org.). O populismo e sua história – debate e crítica. Rio de janeiro, Civilização
Brasileira, 2001.
ALVES, Maria Helena Moreira. Estado e Oposição no Brasil: 1964/1984. Petrópolis/RJ:
Vozes, 1984.
Bibliografia Complemente
AQUINO, Maria Aparecida de. Censura, Imprensa e Estado Autoritário (1968-1978).
Bauru/SP: EDUSC, 1999.
ARAÚJO, Rita de Cássia Barbosa & Barreto, Túlio Velho. 1964: O Golpe passado a
limpo. Recife: Editora Massangana, 2007.
ARQUIDIOCESE de São Paulo. Brasil: Nunca Mais. 8ªed. Petrópolis/RJ: Vozes, 1985.

BAUM, Ana (org.). Vargas, agosto de 54: a história contada pelas ondas do rádio. Rio de
Janeiro: Garamond, 2004.
D’ARAÚJO, Maria Celina. As instituições brasileiras da Era Vargas. Rio de Janeiro:
EdUerj & FGV, 1999.
DREIFUSS, René Armand. 1964: A Conquista do Estado (ação política, poder e golpe de
classe). 3ª ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 1981.
FERREIRA, Jorge. Trabalhadores do Brasil: o imaginário popular 1930/1945. Rio de
Janeiro: FGV, 1997.
_________(org.). O populismo e sua história – debate e crítica. Rio de janeiro, Civilização
Brasileira, 2001.
__________& DELGADO, Lucilia de A. Neves (orgs.). O Brasil Republicano (vol. 1 - O
tempo do liberalismo excludente; vol. 2 – o tempo do nacional-estatismo; vol. 3 – o tempo
da experiência democrática e vol. 4 - o tempo da ditadura. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2003.
__________. O Imaginário Trabalhista: getulismo, PTB e cultura política popular, 19451964. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2005.
__________ & REIS, Daniel Aarão (orgs.). As Esquerdas no Brasil - 3 volumes (“A
formação das tradições – 1889/1945”, “Nacionalismo e reformismo radical – 1945/1964” e
“Revolução e democracia – 1964/...”). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.
FERREIRA, Marieta de Moraes (coord.). João Goulart: entre a memória e a história. Rio
de Janeiro: FGV, 2006.
FICO, Carlos. Como eles agiam - os subterrâneos da Ditadura Militar: espionagem e
polícia política. Rio de Janeiro: Record, 2001.
__________ O Grande Irmão: da Operação Brother Sam aos anos de Chumbo – o governo
dos Estados Unidos e a ditadura militar brasileira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2008.
GOMES, Angela de Castro (org.). O Brasil de JK. Rio de Janeiro: FGV, 1991.
_____________. A Invenção do Trabalhismo. 2ª ed. Rio de Janeiro: Relume Dumará,
1994.
_____________ . Vargas e a crise dos anos 50. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1994.
GORENDER, Jacob. Combate nas Trevas: a esquerda brasileira, das ilusões perdidas à luta
armada. 4ª ed. São Paulo: Ática, 1990.
IANNI, Octavio. Estado e Planejamento Econômico no Brasil (1930-1970). Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 1971.
KUSHNIR, Beatriz. Cães de Guarda: jornalistas e censores, do AI-5 à Constituição de
1988. São Paulo: Boitempo Editorial, 2004.
MOTTA, Rodrigo Patto Sá. Jango e o golpe de 1964 na caricatura. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar, 2006.
PANDOLFI, Dulce (org.). Repensando o Estado Novo. Rio de Janeiro: Editora da
Fundação Getúlio Vargas, 1999.
REIS FILHO, Daniel Aarão. Ditadura Militar, esquerdas e sociedade. 2ª ed. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Editor, 2000.
____________________. A revolução faltou ao encontro: os comunistas no Brasil. São
Paulo: Brasiliense, 1989.
SOARES, Gláucio Ary Dillon & D'ARAUJO, Maria Celina (orgs.). 21 Anos de Regime
Militar: Balanços e Perspectivas. Rio de Janeiro: FGV, 1995.

História do Nordeste – 30h
Ementa: A partir da discussão de autores clássicos sobre o pensamento político e social
nordestino, a disciplina apresentará o processo de formação histórica da região, ocupandose tanto dos amplos quadros macro-estruturais que balizam esta história, como dos
movimentos sociais e políticos que caracterizam o posicionamento social no processo de
construção da nacionalidade brasileira e da sociabilidade nordestina, sem esquecer o debate
sobre o regionalismo que perpassou parte da história do século XX.
Bibliografia Básica:
ALBUQUERQUE JR., Durval Muniz de. A invenção do Nordeste e outras artes. 2 ed.
Recife/São Paulo: FJN/Cortez, 2001.
ANDRADE, Manuel Correia de. A terra e o homem no nordeste. 3 ed. São Paulo:
Brasiliense, 1973.
CASTRO, Josué de. Geografia da Fome (o dilema brasileiro: pão ou aço). 10 ed. São
Paulo: Brasiliense, 1967.
CUNHA, Euclides da. Os sertões. Rio de Janeiro/São Paulo: Record, s/d.
DANTAS, Ibarê. Coronelismo e dominação. Aracaju: UFS, 1987.
Bibliografia Complementar
EISEMBERG, Peter. Modernização sem mudança. A indústria açucareira em Pernambuco
(1840/1910). Tradução de João Maia – Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.
FACÓ, Rui. Cangaceiros e fanáticos: gênese e lutas. 3 ed. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1972.
FERLINI, Vera Lúcia Amaral. Terra, trabalho e poder. São Paulo: Brasiliense, 1988.
FERRAZ, Socorro. Liberais e liberais: guerras civis em Pernambuco no século XIX.
Recife: Ed.UFPE, 1996.
FREITAS, Décio. Os guerrilheiros do imperador. Rio de Janeiro: Graal, 1978.
FREIRE, Gilberto. Casa grande e senzala. 21 ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1981.
JANOTTI, Maria de Lourdes. O coronelismo: uma política de compromisso. São Paulo:
Brasiliense, 1984.
LEAL, Vitor Nunes. Coronelismo, enxada e voto: o município e o regime representativo
no Brasil. 2 ed. São Paulo: Alfa-ômega, 1975.
LOPES, José Sérgio Leite. O vapor do diabo: o trabalho dos operários do açúcar. 2 ed. Rio
de Janeiro: Paz e Terra, 1978.
MAIOR, Armando Souto. Quebra-quilos: lutas sociais no outono do Império. São Paulo:
Editora Nacional/INL/IJNPS, 1978.
MELLO, Evaldo Cabral. A fronda dos mazombos: nobres contra mascates, Pernambuco –
1666/1715. São Paulo: Cia. das Letras, 1995.
____ . O Norte agrário e o Império (1871-1889). 2 ed. Rio de Janeiro: Toopbooks, 1999.
MELLO, José Antonio Gonçalves de. O diário de Pernambuco e a História social do
Nordeste. Recife: s/id/editora, 1975, (2 vols).
MONTEIRO, Hamilton de Mattos. Crise agrária e luta de classes: o Nordeste brasileiro
entre 1850 e 1889. Brasília: Horizonte, 1980.
OLIVEIRA, Francisco de. Elegia para uma re(li)gião: SUDENE, Nordeste, planejamento e
conflito de classes. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.

PERRUCI, Gadiel. A República das usinas: Um estudo de história social e econômica do
Nordeste, 1889/1930. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.
PIRES, Maria Idalina da Cruz. Guerra dos bárbaros: resistência indígena e conflitos sociais
no Nordeste colonial. Recife: FUNDARPE, 1990.
VÁRIOS AUTORES. Mudança social no Nordeste: estudos sobre trabalhadores urbanos.
Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.

História Econômica – 30 h
Ementa: Estudo e análise da evolução econômica e social das comunidades primitivas ao
capitalismo contemporâneo e ao socialismo de Estado. Os principais teóricos da economia.
Bibliografia Básica:
ANDERSON, Perry. Passagens da Antigüidade ao feudalismo. São Paulo, Brasiliense,
1978.
BRUIT, Hector. Acumulação Capitalista na América Latina. Trad. Sônia Rangel, São
Paulo, Brasiliense, 1982.
CARDOSO, Ciro Flamarion S. O Trabalho na América latina Colonial. São Paulo, editora
Ática, 1980.
CARONE, Edgard. Classes Sociais e Movimento Operário. São Paulo, Ática, 1989.
CANÊDO, Letícia Bicalho. A Revolução Industrial: Tradição e Ruptura... São Paulo
editora Atual. – Campinas -UNICAMP – 1985.
COSTA, Márcio Jorge Porongaba. Capital Inglês e Engenhos Centrais. Maceió, EDUFAL,
1997.
DECCA, Edgar S de. O Nascimento das Fabricas. São Paulo Brasiliense, 1982.
DOBB, Maurice. A Evolução do Capitalismo. Trad. Miguel Rego. Rio de Janeiro, Zahar,
1980.
DUBY, George. Guerreiros e Camponeses: Os Primórdios do Crescimento Europeu Século
VII ao XII. Lisboa, editorial Estampa 1978.
FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. São Paulo. Ed. Nacional, 1971.
HUBERMAN, Leo. História da Riqueza do Homem. Rio de Janeiro, Zahar, 1981.

História Indígena – 45h
Ementa: A partir de novas abordagens teórico-conceituais da História e da Antropologia, a
disciplina propõe-se a destacar o papel dos índios como sujeitos históricos do processo de
desenvolvimento das sociedades coloniais e pós-coloniais. Para isto, será fundamental
refletir sobre o lugar do indígena na produção discursiva historiográfica; repensar as
guerras de conquista e as guerras indígenas, bem como as relações entre elas; identificar
alianças e confrontos entre indígenas e com outros personagens históricos; analisar as
políticas indigenistas e as políticas indígenas; investigar relações interétnicas, mestiçagens
e adaptações culturais; verificar os impactos da escravidão sobre as populações indígenas;

examinar criticamente os conflitos de terra; e, por fim, refletir sobre o conceito de
etnicidade.
Bibliografia Básica
ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Os Índios na História do Brasil. Rio de Janeiro:
Editora FGV, 2010.
CARNEIRO DA CUNHA, Manuela (org.). História dos Índios no Brasil. São Paulo,
Companhia das Letras, 1992.
FAUSTO, Carlos. Os índios antes do Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.
HEMMING, John. Ouro Vermelho. A Conquista dos Índios Brasileiros. São Paulo,
EDUSP, 2007.
OLIVEIRA, João Pacheco de (org.). A Presença Indígena no Nordeste: processos de
territorialização, modos de reconhecimento e regimes de memória. Rio de Janeiro:
ContraCapa, 2011.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA, Luiz Savio de & SILVA, Amaro Hélio Leite da. Índios do nordeste: etnia,
politica e história. Maceió, EDUFAL, 2008.
ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. “O Lugar dos Índios na História entre Múltiplos
Usos do Passado: reflexões sobre cultura histórica e cultura política”. In: SOIHET, Raquel;
ALMEIDA, Maria Regina Celestino de; AZEVEDO, Cecília & GONTIJO, Rebeca. Mitos,
Projetos e Práticas Políticas: memória e historiografia. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2009.
ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. “História e antropologia”. In: CARDOSO, Ciro
Flamarion & VAINFAS, Ronaldo. Novos domínios da história. Rio de Janeiro, Campus,
2011.
CARVALHO, Valéria Nely Cézar de. Autoridade indígena e legislação indigenista no
Brasil. História Revista, Goiânia, v. 13, n. 2, p. 511-540, jul./dez. 2008.
GOMES, José Eudes. As Milícias d’El Rey: tropas militares e poder no Ceará setecentista.
Rio de Janeiro: Editora FGV, 2010.
GUIMARÃES, Elione & MOTTA, Márcia M. M. Campos em Disputa: História Agrária e
Companhia. Editora Annablume: São Paulo, 2007.
KODAMA, Kaori, Os Índios no Império do Brasil: a etnografia no IHGB entre as décadas
de 1840 e 1860. Rio de Janeiro: Editora da Fiocruz; São Paulo: Edusp, 2009.
MONTEIRO, John. Negros da Terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo. São
Paulo, Companhia das Letras, 1994.
MONTEIRO, John. “Unidade, Diversidade e a Invenção dos Índios: Entre Gabriel Soares
de Sousa e Francisco Adolfo de Varnhagen”, Revista de História, USP, 149, 2003.
VAINFAS, Ronaldo. A Heresia dos Índios - Catolicismo e Rebeldia no Brasil Colonial.
São Paulo, Companhia das Letras, 1995.

História Medieval – 60h
Ementa: A disciplina pretender fornecer uma visão de conjunto sobre a Idade Média.
Partindo de discussões historiográficas, abordar-se-á temáticas como: a formação dos
reinos germânicos; Império carolíngio e papado; características gerais do Império

Bizantino; formação e expansão do Islã; gênese, natureza e o desenvolvimento do
Feudalismo; questões culturais, econômicas, sociais e religiosas que permeia a formação
das cidades no século XII; crise do século XIV.
Bibliografia Básica:
BASCHET, Jêrôme. A civilização feudal. Do ano mil à colonização da América. São
Paulo: Editora Globo, 2006.
BLOCH, Marc. A sociedade Feudal. Trad., Lisboa: Ed. 70, 1982.
BLOCH, Marc. Os reis Taumaturgos. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
BROWN, Peter. O fim do mundo clássico. Trad. port., Lisboa: Verbo, 1972.
BROWN, Peter. Santo Agostinho. Uma Biografia. Rio de Janeiro: Recorde, 2005.
Bibliografia Contemporânea
ARIÈS, Philipe. e DUBY, George. (org.). História da vida privada. Vol. I e Vol II. São
Paulo: Companhia das Letras, 1997.
ANDRADE FILHO. R. O. (org.) Relações de poder, educação e cultura na Antigüidade e
Idade Média. Santana de Parnaíba: Editora Solis, 2005.
ANDERSON, Perry, Passagens da Antigüidade ao feudalismo. Trad. port., Porto,
Afrontamento, 1982.
BANNIARD, Michel. A Alta Idade Média. Trad. port., Lisboa: Europa-América, s./d.
BARBERO, A. e VIGIL, M., La formación del feudalismo en la Península Ibérica.
Barcelona: Crítica, 1978.
BASCHET, Jêrôme. A civilização feudal. Do ano mil à colonização da América. São
Paulo: Editora Globo, 2006.
BLOCH, Marc. A sociedade Feudal. Trad., Lisboa: Ed. 70, 1982.
BLOCH, Marc. Os reis Taumaturgos. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
BROWN, Peter. O fim do mundo clássico. Trad. port., Lisboa: Verbo, 1972.
BROWN, Peter. Santo Agostinho. Uma Biografia. Rio de Janeiro: Recorde, 2005.
BROWN, Peter. Corpo e sociedade, trad. Vera Ribeiro. São Paulo: Companhia das
Letras,1990.
DONINI, Ambrogio. História do cristianismo. Das origens a Justiniano. Trad. port.,
Lisboa: Ed. 70, 1980.
DUBY, G., Atlas Historique. L'histoire du monde an 317 cartes. Paris: Larousse, 1987.
DUBY, Georges. As Três Ordens ou o Imaginário do Feudalismo. Lisboa: Estampa, 1982.
DUBY, G., Guerreiros e camponeses. Os primórdios do crescimento económico europeu.
Séc. VII-XII. Trad., Lisboa: Estampa, 1980.
DUBY, George. Idade Média, Idade dos homens. Do amor e outros ensaios. São Paulo
Companhia das letras, 1989.
DUBY, George. São Bernardo e a arte cistercience. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
ELIADE, Mircea. Ferreiros e Alquimistas. Trad., Rio de Janeiro: Zahar, 1979.
ESPINOSA, F. Antologia de textos históricos medievais. Lisboa: Estampa, 1972.
FRANCO JUNIOR, Hilário. A Idade Média: O nascimento do Ocidente. São Paulo:
Brasiliense, 2001

FRANCO JUNIOR, Hilário Franco. Cruzadas. São Paulo: Brasiliense, 1998.
FRANCO JUNIOR, Hilário. Os três dedos de Adão. Bauru: Edusp, 2010.
FRANCO JUNIOR, Hilário. Eva Barbada. Bauru: Edusp, 2010.
HAUSER, A. História Social da Arte e da Literatura. São Paulo: Martins Editora, 2000.
HOURANI, Albert. Uma história dos povos árabes. Trad., São Paulo: Cia das Letras, 1995.
KANTOROWICZ, Ernst H. Os dois corpos do rei. Um estudo sobre teologia política
medieval. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
LE GOFF, J. Para um novo conceito de Idade Média: tempo, trabalho e cultura no
Ocidente. Trad., Lisboa: Estampa, 1993.
LE GOFF, J., A civilização do Ocidente Medieval. Bauru: Edusc, 2009.
LE GOFF, Jacques. Os intelectuais na Idade Média. Rio de Janeiro: José Olympio, 2006.
LE GOFF, Jacques e SCHMITT, Jean-Claude. Dicionário do Ocidente medieval. Bauru:
Edusc, 2002, II vol.
LE GOFF, Jacques. O maravilhoso e o quotidiano no Ocidente Medieval. Lisboa: Edições
70, 1985.
LE Goff, Jacques. A Bolsa e a Vida. A usura na Idade Média. São Paulo: Brasiliense,
1989.
LE GOFF, Jacques. O homem medieval. Lisboa: Presença, 1989.
LE GOFF, Jacques. São Francisco de Assis. Rio de Janeiro: Record, 2001.
LE GOFF, Jacques. O maravilho e o quotidiano no Ocidente Medieval. Lisboa: Edições
70, 1985.
LE GOFF, Jacques. O imaginário Medieval. Lisboa: Editora Estampa, 1994.
LE GOFF, Jacques e TRUONG, Nicolas. Uma história do corpo na Idade Média. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 2006.
LE GOFF, Jacques. História e Memória. Campinas: Editora da Unicamp, 1996.
LE GOFF, Jacques. O nascimento do Purgatório. Lisboa: Estampa, 1993.
LE GOFF, Jacques. São Luís. Biografia. Rio de Janeiro: Record, 2002.
LOPEZ, Roberto, O nascimento da Europa. Trad., Lisboa/Rio de Janeiro: Edições Cosmos,
1965.
LEWIS, Bernard. Os árabes na História. Trad., Lisboa: Estampa, 1994.
MAALOUF, Amin. As Cruzadas vistas pelos Árabes. São Paulo: Companhia das letras,
2007
MANGO, Cyril. Bizâncio: Império da Nova Roma. Lisboa: Edições 70.
PEDRERO-SÁNCHEZ, MARIA GUADALUPE. História da Idade Média. Textos e
testemunhas. São Paulo: Editora Unesp, 2000.
SCHIMITT, Jean-Claude. História de La superstición. Barcelona: Crítica, 1992.
SCHIMITT, Jean-Claude. O Corpo das Imagens. Ensaios sobre a cultura visual na Idade
Média. Bauru: EDUSC, 2007.
VAUCHEZ, André. A espiritualidade na Idade Média Ocidental. Século VIII a XIII. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1995.
ZUNTHOR, Paul. A palavra e a voz. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
ZUNTHOR, Paul. La medida del mundo. Representación del espacio em la Edad Media.
Madrid: Cátedra, 1994.

História Moderna – 60 h

Ementa: Investigação e análise do contexto da Era Moderna, entre os séculos XV e XVI, a
partir de dois eixos norteadores: a) o processo de formação da sociedade burguesa
ocidental, e b) o processo de secularização do Ocidente. As temáticas abordadas têm como
principais objetos: o questionamento do conceito de moderno e sua formulação como era
histórica; a compreensão da Era Moderna como um período de alargamento e
transformação nas visões de mundo, engendradas por processos como os Descobrimentos
Ultramarinos, o Renascimento e as Reformas Religiosas; o estudo da formação do
pensamento político e social moderno no contexto do Humanismo; o estudo da cultura do
Barroco no contexto da Contra Reforma. Investigação e análise do contexto da Era
Moderna, entre os séculos XVII e XVIII, a partir de dois eixos norteadores: a) o processo
de formação da sociedade burguesa ocidental, e b) o processo de secularização do
Ocidente. As temáticas abordadas têm como principais objetos: o estudo da formação e do
desenvolvimento histórico do Estado Absolutista; o estudo da sociedade e da cultura
setecentista; a compreensão da superação do Antigo Regime no contexto político das
Revoluções burguesas dos séculos XVII-XVIII: as Revoluções Inglesas e a Revolução
Francesa; o estudo do ideário político e da fundação da nacionalidade na Revolução
Americana; a compreensão das transformações econômicas na primeira fase da Revolução
Industrial.
Bibliografia Básica:
BRAUDEL, Fernand. O modelo italiano. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
BURCKHARDT, Jacob. A cultura do Renascimento na Itália. São Paulo: Companhia das
Letras, 2003.
CONTE, Giuliano. Da Crise do Feudalismo ao nascimento do Capitalismo. Trad. Ana
Falcão Bastos. Lisboa: Editorial Presença, 1984.
CARR-GOMM, Sarah. A linguagem secreta da arte. Lisboa: Estampa, 2003.
COLLINSON, Patrick. A Reforma. São Paulo: Objetiva, 2006.
DELUMEAU, Jean. História do Medo no Ocidente 1300-1800. Uma cidade sitiada. 2ª
reimp. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
Bibliografia Complementar
AMADO, Janaina. Navegar é Preciso: Grandes Descobrimentos Marítimos Europeus. São
Paulo, Editora Atual, 1989.
BESSA, António Marques. Utopia. Uma visão da engenharia de sonhos. Lisboa: EuropaAmérica, 1998.
BIGNOTTO, N. Maquiavel. Rio de Janeiro: Zahar, 2003.
___________. Republicanismo e Realismo: um perfil de Francesco Guicciardini. Belo
Horizonte: UFMG, 2006.
___________. Origens do Republicanismo Moderno. Belo Horizonte: UFMG, 2001.
BLUM, Paul R. Filósofos da Renascença. Rio Grande do Sul: Unisinos, 2007.
BOXER, Charles R. O Império Marítimo Português 1415-1825. São Paulo: Companhia das
Letras, 2002.
DURANT, Will. A Reforma: história da civilização européia de Wyclif a Calvino: 13001564. Tradução: Mamede de Souza Freitas. Rio de Janeiro: Record, 2002.

______________. A Renascença. A História da Civilização da Itália do Nascimento de
Petrarca à Morte de Ticiano – 1340-1576. Tradução: Mamede de Souza Freitas. Rio de
Janeiro: Record, 2002.
DUSO, G. O Poder: História da Filosofia Política Moderna. Tradução: Andrea Ciacchi.
Rio de Janeiro: Petrópolis, 2005.
FALCON, Francisco J. Calazans. Mercantilismo e Transição. São Paulo, Brasiliense, 1985.
______________ e RODRIGUES, Antonio Edmilson. A formação do mundo moderno. A
construção do Ocidente dos séculos XIV ao XVIII. 2ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
FEBVRE, Lucien. A Europa. Gênese de uma civilização. Bauru: EdUSC, 2004.
GOMBRICH, E.H. A História da Arte. 15ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993.
GREENBLATT, Stephen. Possessões maravilhosas. O deslumbramento do Novo Mundo.
São Paulo: EdUSP, 1996.
HAUSER, Arnold. Maneirismo. A crise da Renascença e a origem da arte moderna. São
Paulo: Perspectiva/EdUSP, 1976.
_________. História social da arte e da literatura. 2ª ed. São Paulo: Martins Editora, 2000.
HELLER, Agnes. O homem do Renascimento. Lisboa: Presença, 1982.
HOBSBAWM, Eric, J. Sobre História. 3ª reimp. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
HORKHEIMER, Max. Origens da filosofia burguesa da História. Lisboa: Presença, 1984.
LA BOÉTIE, Etienne de. Discurso da Servidão Voluntária. 4ª ed. São Paulo: Brasiliense,
1987.
LE GOFF, Jacques. A civilização do Ocidente medieval. Bauru: EdUSC, 2005.
et al. Memória-História. Enciclopédia Einaudi. Vol. 1. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da
Moeda, 1984.
MAQUIAVEL, Nicolau, O príncipe. Coleção “Os pensadores”. 2ª ed. São Paulo: Abril
Cultural, 1979.
MARTINS, Adhemar; BERUTTI, Flávio e FARIA, Ricardo. História Moderna através de
textos. 11ª ed. São Paulo: Contexto, 2005.
MARTINS, Ana Claudia Aymoré. Morus, Moreau, Morel. A ilha como espaço da utopia.
Brasília: EdUnB, 2007.
MONTAIGNE, Michel de. Ensaios. Coleção “Os pensadores”. 2ª ed. São Paulo: Abril
Cultural, 1980.
MORE, Thomas. Utopia. 2ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
MUMFORD, Lewis. A cidade na história. Suas origens, transformações e perspectivas.
São Paulo: Martins Fontes, 2004.
NOVAES, Adauto (org.). A descoberta do homem e do mundo. São Paulo: Companhia das
Letras, 1998.
O’MALLEY, John W. Os primeiros jesuítas. São Leopoldo/Bauru: UNISINOS/EdUSC,
2004.
PAQUOT, Thierry. A Utopia. Ensaio acerca do ideal. Rio de Janeiro: Difel, 1999.
PERMOND, Roger. Origens da Burguesia. Lisboa: Europa-América, s.d.
QUIRINO, Célia Galvão e SADEK, Maria Tereza (orgs.). O pensamento político clássico:
Maquiavel, Hobbes, Locke, Montesquieu, Rousseau. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
ROTTERDAM, Erasmo de. Elogio da Loucura. Coleção “Os pensadores”. 2ª ed. São
Paulo: Abril Cultural, 1979.
SCHAMMA, Simon. O desconforto da riqueza. A cultura holandesa da época do ouro. São
Paulo: Companhia das Letras, 1992.

SEFFNER, Fernando. Da Reforma à Contra-Reforma: o cristianismo em crise. São Paulo:
Atual, 1993.
SEVCENKO, Nicolau. O Renascimento. São Paulo: Atual Editora, 1994.
SKINNER, Quentin. As fundações do pensamento político moderno. 4ª reimp. São Paulo:
Companhia das Letras, 2003.
SWEEZY, Paul et al. A transição do feudalismo para o capitalismo: um debate. 5ª ed. São
Paulo: Paz e Terra, 2004.
THOMAS, Keith. Religião e o declínio da magia. Crenças populares na Inglaterra, séculos
XVI e XVII. São Paulo: Companhia das Letras, 1991.
TREVOR-ROPER, Hugh. A crise do século XVII: Religião, a reforma e mudança social.
Tradução: Julio Guimarães. Rio de Janeiro: TopBooks, 2007.
WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. 5ª ed. São Paulo: Pioneira,
1987.
ZEMOM-DAVIS, Natalie. “Ritos de Violência”. In.: Culturas do Povo. Rio de Janeiro:
Paz e Terra, 1999.

História Oral – 30h
Ementa: Proporcionar o conhecimento teórico, metodológico e técnico utilizado, além de
analisar questões como narrativa, subjetividade e memória no âmbito da História Oral.
Bibliografia:
ALBERTI, V. História Oral: a experiência do CPDOC.. Rio e Janeiro, Fundação Getúlio
Vargas, 1990.
CORREIA, C. H. P., História Oral: teoria e técnica. Florianópolis, UF Sta. Catarina, 1978.
MEIHY, J. C. S. B. Manual de História Oral. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1992.
FERREIRA, M. M. História Oral e Multidisciplinaridade. Rio de Janeiro, ed. Diadorim,
1994.

História Política da Alagoas Republicana – 30h
Ementa: Conduzir o aluno a interpretar alguns aspectos do contexto político alagoano
durante o período republicano, em particular, os acontecimentos políticos de 1930 a 1964.
Dialogando com os marcos históricos da Proclamação da República, da Revolução de 1930
e o Estado Novo, da redemocratização a partir de 1946, do Governo Goulart e o Regime
Militar de 1964 e da transição democrática pós 1985, visa identificar as relações entre
Estado e oligarquias, autoritarismo e democracia, poder político e cidadania na formação
alagoana.
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, Luiz Sávio de. Chronicas alagoanas II: notas sobre poder, operários e
comunistas em Alagoas. Maceió/AL: Edufal, 2006.
ALVES, Maria Helena Moreira. Estado e Oposição no Brasil: 1964/1984. Petrópolis/RJ:
Vozes, 1984.

AQUINO, Maria Aparecida de. Censura, Imprensa e Estado Autoritário (1968-1978).
Bauru/SP: EDUSC, 1999.
ARAÚJO, Rita de Cássia Barbosa & BARRETO, Túlio Velho. 1964: O Golpe passado a
limpo. Recife: Editora Massangana, 2007.
BURSZTYN, Marcel. O País das Alianças. Petrópolis: Vozes, 1990.
Bibliografia Complementar
CABRAL, Luiz Antonio Palmeira. Planos de desenvolvimento de Alagoas: 1960-2000.
Maceió: Edufal, 2005.
CARDOSO, Óseas. O “Impeachment” (arquivo histórico). Brasília: Petry Gráfica e Editora
Ltda, 1998.
CARVALHO, Cícero Péricles de. Alagoas 1980-1992: a esquerda em crise. Maceió:
Edufal/Lúmen/Engenho, 1993.
CAVALCANTE, Joaldo. A Última Reportagem. Maceió: Gráfica e Editora Gazeta de
Alagoas, 1993.
FALCÃO, Djalma. Episódios (coleção Machado de Assis vol. 30). Brasília: Senado
Federal, 1980.
FERREIRA, Jorge. Trabalhadores do Brasil: o imaginário popular 1930/1945. Rio de
Janeiro: FGV, 1997.
_________(org.). O populismo e sua história – debate e crítica. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2001.
__________& DELGADO, Lucilia de A. Neves (orgs.) - O Brasil Republicano (4
Volumes). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.
FERREIRA, Marieta de Moraes (coord.). João Goulart: entre a memória e a história. Rio
de Janeiro: Ed. FGV, 2006.
FICO, Carlos. Como eles agiam. Os subterrâneos da Ditadura Militar: espionagem e
polícia política. Rio de Janeiro: Record, 2001.
GÓIS, Antonio. Sangue: subsídios para a história política de Alagoas. Maceió: Litografia
Esperança, 1941.
GOMES, Angela de Castro. A Invenção do Trabalhismo. 2ª ed. Rio de Janeiro: Relume
Dumará, 1994.
__________________(org.). O Brasil de JK. Rio de Janeiro: FGV, 1991.
GORENDER, Jacob. Combate nas Trevas: a esquerda brasileira, das ilusões perdidas à luta
armada. 4ª ed. São Paulo: Ática, 1990.
GUSMÃO, Carlos de. Boca da Grota: reminiscências. Maceió: Serviços Gráficos Gazeta
de Alagoas, 1970.
LIMA, Mário de Carvalho. Sururu Apimentado: apontamentos para a história política de
Alagoas. Maceió: Edufal, 1979.
LIMA JÚNIOR, Félix. Maceió de outrora. (organizado por Rachel Rocha). Maceió:
Edufal, 2001.
LINS, Enio. Alagoas: Pastoril de Trágicas Jornadas. Edição eletrônica do Instituto de
Pesquisas Sociais da Fundação Joaquim Nabuco, 2004 (www.fundaj.gov.br).
LIRA, Fernando José. Formação da Riqueza e da Pobreza de Alagoas. Maceió: Edufal,
2007.
MACIEL, Osvaldo. Trabalhadores, Identidade de Classe e Socialismo: os gráficos de
Maceió (1895-1905). Maceió: Edufal, 2009.

________________. Operários em Movimento: documentos para a história da classe
trabalhadora em Alagoas (1870-1960). Maceió: Edufal, 2007.
MEDEIROS, Fernando Antonio Mesquita de. O homo inimicus: igreja, ação social católica
e imaginário anticomunista em Alagoas. Maceió: Edufal, 2007.
MIRANDA, Anivaldo de. Alagoas e o Golpe de 1964. Maceió: Edições do Partido Popular
Socialista/PPS, 2004.
MOTTA, Mello. Retrato de uma Época: fonte de estudos para a interpretação de um
agitado período político em Alagoas. Maceió: Edufal, 1984.
MOUSINHO, Claúdia & CAVALCANTE, Joaldo (coord.). Alagoas Renasce: a história de
um líder e sua revolução silenciosa. Recife: Nossa Livraria, 2006.
PANDOLFI, Dulce (org.). Repensando o Estado Novo. Rio de Janeiro: FGV, 1999.
REIS FILHO, Daniel Aarão. Ditadura Militar, esquerdas e sociedade. 2ª ed. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Editor, 2000.
______________________. A revolução faltou ao encontro: os comunistas no Brasil. São
Paulo: Brasiliense, 1989.
SALDANHA, Alberto. A Mitologia Estudantil. Uma Abordagem sobre o Movimento
Estudantil Alagoano. Maceió: SERGASA, 1994.
__________________. “O movimento estudantil em Alagoas: uma abordagem e algumas
reflexões”. In MARTINS FILHO, João Roberto (org.). 1968 faz 30 anos. Campinas/SP:
Mercado de Letras/Fapesp/Ed.UFSCar, 1998.
SURUAGY, Divaldo. Momentos. Brasília: Senado Federal, 1993.
______________ Resgate Moral. Maceió: Grafitex, 1994.
TENÓRIO, Douglas Apratto. A Tragédia do Populismo: o impeachment de Muniz Falcão.
Maceió/AL, Edufal, 1995.
_____________________. A Metamorfose das Oligarquias. Curitiba: HD Livros, 1997.
VASCONCELOS, Ruth. O Poder e a cultura de violência em Alagoas. Maceió: Edufal,
2005.
_______________ O Reverso da Moeda: a rede de movimentos sociais contra a violência
em Alagoas. Maceió: Edufal, 2006.

História, Trabalho e Classes Sociais – 30h
Ementa: Num primeiro momento, realiza-se a introdução aos fundamentos teóricometodológicos das categorias “trabalho” e “classe” a partir da leitura de clássicos da
filosofia, das ciências sociais e da história. Num segundo momento, objetiva-se discutir o
modo como estas categorias apresentam-se na produção historiográfica mais recente.
Bibliografia Básica:
KUPSTAS, Marcia (org.) Trabalho em debate. São Paulo: Moderna, 1997.
LESSA, Sérgio. Trabalho e proletariado no capitalismo contemporâneo. São Paulo: Cortez,
2007.
LINEBAUGH, Peter e REDIKER, Marcus. A hidra de muitas cabeças: marinheiros,
escravos, plebeus e a história oculta do Atlântico revolucionário. Tradução de Berilo
Vargas. São Paulo: Cia. das letras, 2008.

LUKÁCS, Georg. História e consciência de classe: estudos sobre a dialética marxista.
Tradução de Rodnei Nascimento e revisão de Karina Jannini. São Paulo: Martins Fontes,
2003.
MAGALHÃES, Belmira e BERTOLDO, Edna (orgs.) Trabalho, educação e formação
humana. Maceió: EDUFAL/PPGE-CEDU, 2005.
MARX, Karl. El capital – crítica de La Economia Política. Tradução de Wenceslao Roces.
México: Fondo de Cultura Económica, 1975.
Bibliografia Complementar
ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho: ensaios sobre a afirmação e a negação do
trabalho. 3 ed. São Paulo: Boitempo, 2000.
BRAVERMA, Harry. Trabalho e capital monopolista: a degradação do trabalho no século
XX. Tradução de Nathanael Caixeir. Rio de Janeiro: Zahar, 1977.
GIANNOTTI, José Arthur. Trabalho e reflexão: ensaios para uma dialética da
sociabilidade. São Paulo: Brasiliense, 1983.
HOBSBAWM, Eric. Mundos do trabalho. 2 ed. Tradução de Waldea Barcellos e Sandra
Bedran, com revisão técnica de Edgar de Decca e Michael Hall. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1987.
KUPSTAS, Marcia (org.) Trabalho em debate. São Paulo: Moderna, 1997.
LESSA, Sérgio. Trabalho e proletariado no capitalismo contemporâneo. São Paulo: Cortez,
2007.
LINEBAUGH, Peter e REDIKER, Marcus. A hidra de muitas cabeças: marinheiros,
escravos, plebeus e a história oculta do Atlântico revolucionário. Tradução de Berilo
Vargas. São Paulo: Cia. das letras, 2008.
LUKÁCS, Georg. História e consciência de classe: estudos sobre a dialética marxista.
Tradução de Rodnei Nascimento e revisão de Karina Jannini. São Paulo: Martins Fontes,
2003.
MAGALHÃES, Belmira e BERTOLDO, Edna (orgs.) Trabalho, educação e formação
humana. Maceió: EDUFAL/PPGE-CEDU, 2005.
MARX, Karl. El capital – crítica de La Economia Política. Tradução de Wenceslao Roces.
México: Fondo de Cultura Económica, 1975.
ORGANISTA, José Henrique Carvalho. O debate sobre a centralidade do trabalho. São
Paulo: Expressão Popular, 2006.
RIDENTI, Marcelo. Classes sociais e representação. 2 ed. São Paulo: Cortez, 2001.
THOMPSON, Edward P. Tempo, disciplina de trabalho e o capitalismo industrial. In:
Costumes em comum: estudos sobre cultura popular tradicional. Tradução de Rosaura
Eichemberg. São Paulo: Cia. das Letras, 1998, (pp. 267/304).
WAGNER, Eugênia Sales. Hannah Arendt & Karl Marx: o mundo do trabalho. São Paulo:
Ateliê Editorial, 2000.
WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. Tradução de Pietro Nassetti.
São Paulo: Martin Claret, 2002.

Historiografia Brasileira – 60h
Ementa: Projeções da historiografia brasileira. A questão conceitual e as tendências da
investigação historiográfica. O olhar dos cronistas e viajantes entre os séculos XVI e

XVIII. A perspectiva dos fundadores da historiografia brasileira: de Varnhagem às
tendências contemporâneas. A construção de uma historiografia regional, centrada no ciclo
do açúcar, no processo de industrialização e nos movimentos sociais do Nordeste.
Bibliografia Básica:
IGLÉSIAS, Francisco. Historiadores do Brasil: capítulos de historiografia brasileira. Rio
de Janeiro: Ed. Nova Fronteira; Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000.
LAPA, José Roberto do Amaral. Historiografia brasileira contemporânea: a História em
questão (2ª ed.). Petrópolis: Vozes, 1981.
RODRIGUES, José Honório. Teoria de História do Brasil: introdução metodológica (5ª
ed.). São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1978.
RODRIGUES, José Honório. História do Brasil Colonial: historiogafia. São Paulo:
Companhia Editora Nacional, 1982.
Bibliografia Complementar
ALBUQUERQUE, Durval Muniz de. A invenção do nordeste e outras artes. Recife:
Massangana; São Paulo: Cortez, 2003.
ARAUJO, Valdei Lopes de. A experiência do tempo: conceitos e narrativas na formação
nacional brasileira (1813-1845). São Paulo: Hucitec, 2008
MOTA, Carlos Guilherme (Org.). 1822: dimensões. São Paulo: Perspectiva, 1982, p. 160184.
DIEHL, Astor Antônio. Idéias de futuro no passado e cultura historiográfica da mudança.
História da Historiografia, n. 1, 2008.
FAUSTO, Boris. A Revolução de 1930 - historiografia e história. 4. ed. São Paulo:
Brasiliense, 1976.
FICO, Carlos; POLITO, Ronald. “A historiografia brasileira nos últimos vinte anos tentativa de avaliação crítica.” In: MALERBA, J. (org.). A velha história: teoria, método e
historiografia. Campinas: Papirus, 1996.
FREITAS, Marcos Cezar de. Historiografia Brasileira em Perspectiva. 2. ed. São Paulo:
Contexto, 1998.
MORAES, José Geraldo Vinci & REGO, José Marcio. Conversas com historiadores
brasileiros. Rio de Janeiro: Ed. 34, 2002.
MOTA, Carlos Guilherme. “A historiografia brasileira nos últimos quarenta anos: tentativa
de avaliação e crítica.” Debate e Crítica. São Paulo, n. 5: 1- 26, 1975.
NEGRO, Antonio Luigi; GOMES, Flávio. Além de senzalas e fábricas: uma história social
do trabalho. Tempo soc. [online]. 2006, vol.18, n.1, pp. 217-240.
NOVAIS, Fernando A. A universidade e a pesquisa histórica: apontamentos. Revista de
Estudos Avançados, São Paulo, v.4, n. 8, p. 108-115, abril. 1990.
RAGO, Margareth. “A ‘nova’ historiografia brasileira”. In: Anos 90. Porto Alegre: PPG
em História da UFRGS/Ed. da UFRGS, n. 11, 1999.
RODRIGUES, José Honório. “A Pesquisa Histórica e a História Contemporânea.”
História, corpo do tempo. São Paulo: Editora Perspectiva, 1984, p. 223 – 238.
SEVCENKO, Nicolau. Literatura como Missão: tensões sociais e criação cultural na
Primeira pública. 2ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.

Historiografia Geral – 60 h

Ementa: A evolução do pensamento historiográfico, do mundo moderno até os dias atuais.
Tendências, perspectivas e interdisciplinaridade. A Escola dos Annales, a Nova História, a
Micro-história e demais concepções historiográficas contemporâneas.
Bibliografia Básica:
ARENDT, H. O Conceito de História: Antigo e Moderno in Entre o Passado e Futuro. São
Paulo Ed Perspectiva 1992
BLOCH, Marc. O Ofício de Historiador. Rio de Janeiro, Editor. Jorge ZAHAR, 2001.
FERNANDES, Florestan (ORG.). MARX E ENGELS: História. São Paulo, ed. Ática.
1984.
HOBSBAWM, Eric. Sobre História. Tradução: Cid Knipel Moreira. São Paulo. CIA das
Letras. 1998.
Bibliografia Complementar
BRAUDEL, F. Civilização material, economia e capitalismo. As estruturas do Cotidiano.
SP: Martins Fontes, 2005.
FOUCAULT, Michel. Arqueologia do saber. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2008.
GINZBURG, Carlo. História noturna; decifrando o sabá. São Paulo, Companhia das
Letras, 1991.
KOSELLECK, Reinhart. Futuro Passado: Contribuição à semântica dos tempos históricos.
Rio de Janeiro: Contraponto, Ed. PUC-Rio, 2006.
MARX, K. O 18 Brumário de Louis Bonaparte. SP: Boitempo editorial, 2011.
MICHELET, J. História da Revolução Francesa: da queda da Baastilha à festa da
Federação. SP:
FOUCAULT, Michel. Arqueologia do saber. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2008.
Cia. Das Letras, 1989.
REVEL, Jacques (Org.) Jogos de Escalas: A Experiência da Microanálise. Rio de Janeiro:
FGV, 1998.
RICOEUR, Paul. A memória, a história, o esquecimento. Trad. Alain François [et. Al].
Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2007. [p.170-192].
SKINNER, Quentin. As fundações do pensamento político moderno. SP: Cia das Letras,
2006.
THOMPSON, E. P. A miséria da teoria. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.
TREVOR-ROPER, Hugh. Religião. reforma e transformação social. Lisboa: M. Fontes,
1972,
WHITE, Hyden. Meta-História: A Imaginação histórica do Século XIX. Trad. José
Loaurênio de Melo. 2. ed. S. Paulo: EDUSP, 1995. (Coleção Ponta, v.4)

Introdução aos Estudos Históricos – 60h
Ementa: A constituição da epistemologia e da teoria da História. Definição e utilização dos
instrumentos teóricos de análise. A problemática do conhecimento histórico. O
conhecimento objetivo e subjetivo na teoria da História. Processo histórico-social: o tempo
histórico, leis, fatos, estruturas e conjunturas. Do positivismo à quantificação das séries
estatísticas e às séries sociais. A História conceitual: a História é uma ciência? O debate
atual.

Bibliografia Básica:
BACZKO, Bronislaw. "Imaginação Social" In: Enciclopédia Einaudi. vol.5, Lisboa:
Imprensa Nacional/ Casa da Moeda, 1985.
BRITO, Eleonora Zicari Costa. "História, historiografia e representações" In: Márcia
Kuyumjian e Thereza Negrão de Mello. (orgs.). Os espaços da história cultural. Brasília:
Paralelo 15, 2008.
BRITO, Eleonora Zicari Costa. Les Annales em suas diferentes fases. (texto digitado)
CASTORIADIS, Cornelius. A instituição imaginária da sociedade. 2.ed. Rio de Janeiro:
Paz e Terra, 1982
Bibliografia Complementar
BRAUDEL, Fernando. História e Ciências Sociais. Lisboa, ed. Presença, 1972.
BURKE, P. A Escola dos Annales: 1929 a 1989: A Revolução Francesa da Historiografia.
São paulo, ed. UNESP. 1991.
CARDOSOS, Ciro Flamarion S. Uma Introdução a História. São Paulo, brasiliense, 1981.
CARDOSOS, Ciro Flamarion S. Os métodos da História. Ciro Flamarion S. Cardoso e
Hector P. BRIGNOLI. Rio de Janeiro, ed. GRAAL, 1979.
LE GOFF, J. e NORA, P. História: Novas Abordagens. Rio de Janeiro, ed. Francisco
Alves, 1976.
ARIÈS, Philippe. "História das Mentalidades" In: Jacques Le Goff (org.). História nova.
Rio de Janeiro: Martins Fontes, 1990.
BACZKO, Bronislaw. "Imaginação Social" In: Enciclopédia Einaudi. vol.5, Lisboa:
Imprensa Nacional/ Casa da Moeda, 1985.
BRITO, Eleonora Zicari Costa. "História, historiografia e representações" In: Márcia
Kuyumjian e Thereza Negrão de Mello. (orgs.). Os espaços da história cultural. Brasília:
Paralelo 15, 2008.
BRITO, Eleonora Zicari Costa. Les Annales em suas diferentes fases. (texto digitado)
CASTORIADIS, Cornelius. A instituição imaginária da sociedade. 2.ed. Rio de Janeiro:
Paz e Terra, 1982.
CATROGA, Fernando. "Memória e história" In: PESAVENTO, Sandra Jatahy (org).
Fronteiras do milênio. Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS, 2001.
CHARTIER, Roger. História Cultural - Entre práticas e representações. Lisboa/Rio de
Janeiro: Difel/ Bertrand Brasil, 1990.
DARNTON, Robert. O grande massacre dos gatos. 2. ed, Rio de Janeiro: ForenseUniversitária, 1987.
DARNTON, Robert. "A história das mentalidades - O caso do olho errante" In: O beijo de
lamourette - Mídia, Cultura e Revolução. São Paulo: Cia das Letras, 1990.
FOUCAULT, Michel. A arqueologia do saber. Rio de Janeiro: Forense-Universitária,
1987.
HUNT, Lynn. "Apresentação: história, cultura e texto" In: Lynn Hunt (org.). A nova
história cultural. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
KRAMER, Lloyd S. "Literatura, crítica e imaginação histórica: o desafio literário de
Hayden White e Dominick LaCapra" In Lynn Hunt (org.). A nova história cultural. São
Paulo: Martins Fontes, 1992.
LORIGA, Sabina. "A biografia como problema" In: Jacques Revel (org.). Jogos de escalas:
a experiência da microanálise. Rio de Janeiro: Editora Fundação Getúlio Vargas, 1998.

O'BRIEN, Patricia. "A história da cultura de Michel Foucault" In: Lynn Hunt (org.). A
nova história cultural. São Paulo: Martins Fontes, 1995.
PESAVENTO, Sandra Jathay. História e História Cultural. Belo Horizonte: Autêntica,
2003.
REVEL, Jacques. "Microanálise e construção do social" In: Jacques Revel (org.). Jogos de
escalas: a experiência da microanálise. Rio de Janeiro: Editora Fundação Getúlio Vargas,
1998.
RIBEIRO, Maria Eurydice. "A volta da história política e o retorno da narrativa histórica."
T. N. Swain (org.). História no plural. Brasília: Editora UnB, 1993.
THOMPSOM, E. P. A formação da classe operária inglesa - A árvore da Liberdade. vol. I,
2ª ed., Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

Língua Portuguesa – 30h
Ementa: Experiências de leitura e expressão escrita com diversos tipos de textos como
unidades básicas significativas.
Bibliografia:
CUNHA, Celso Ferreira da. Gramática da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, FENAME,
1976.
GARCIA, Othon Moacir. Comunicação em Prosa Moderna. Rio de Janeiro. Fundação
Getúlio Vargas, 1982.
KAOCH, Ingedore G. Villaça. A Coesão Textual. São Paulo ed. Contexto, 1990.

Métodos da História – 60h
Ementa: O curso objetiva propiciar a formação crítica por meio da discussão crítica de três
eixos temáticos: relação pesquisa e produção do conhecimento historiográfico; importância
da metodologia na construção do conhecimento historiográfico e os métodos utilizados
pela história no campo de pesquisa.
Bibliografia Básica:
DOSSE, François. A história. Bauru - SP: EDUSC, 2003.
FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso. São Paulo: Loyola, 1971.
GIACOIA JUNIOR, Oswaldo. "Corpo: ponte para o mundo". FONSECA, Tania Mara
Galli & KIRST, Patrícia Gomes. (orgs.) Cartografias e Devires. A construção do Presente.
Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2003., p. 23- 42.
GINZBURG, Carlo. "O extermínio dos judeus e o princípio da realidade."
MALERBA, Jurandir (org.) A história escrita. Teoria e história da historiografia. São
Paulo: Contexto, 2006, p.211-232.
Bibliografia Complementar
ALBUQUERQUE, Durval - "Mennocchio e Rivière: criminosos da palavra, poetas do
silêncio." Revista Resgate, no.2, 1991, p.48-55.

ARÓSTEGUI, Julio. A pesquisa histórica. Teoria e método. Bauru - SP: Edusc, 2006.
BAVCAR, Evgen, "Um outro olhar." In FONSECA, Tania Mara Galli & KIRST, Patrícia
Gomes. (orgs.) Cartografias e Devires. A construção do Presente. Porto Alegre: Editora da
UFRGS, 2003, p. 17-22.
CHALHOUB, Sidney. Visões da liberdade. Uma história das últimas décadas da
escravidão na corte. São Paulo: Companhia das Letras: 1990.
DE CERTAU, Michel. A escrita da história. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2007.
DOSSE, François. O Império do sentido. A humanização das Ciências Humanas. Bauru SP: EDUSC, 2003.
DOSSE, François. A história. Bauru - SP: EDUSC, 2003.
FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso. São Paulo: Loyola, 1971.
GIACOIA JUNIOR, Oswaldo. "Corpo: ponte para o mundo". In FONSECA, Tania Mara
Galli & KIRST, Patrícia Gomes. (orgs.) Cartografias e Devires. A construção do Presente.
Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2003., p. 23- 42.
GINZBURG, Carlo. "O extermínio dos judeus e o princípio da realidade." In In
MALERBA, Jurandir (org.) A história escrita. Teoria e história da historiografia. São
Paulo: Contexto, 2006, p.211-232.
GINZBURG, Carlo. Olhos de madeira: nove reflexões sobre a distância. São Paulo:
Companhia das Letras, 2001.
GINZBURG, Carlos. A micro-história e outros ensaios. Lisboa: Difel, 1989.
MARIN, Louis. "Ler um quadro - uma carta de Poussin em 1639". In CHARTIER, Roger
(dir). Práticas da Leitura. São Paulo: Estação Liberdade, 2001.
PASSERON, Jean-Claude. O raciocínio sociológico. O espaço não-popperiano do
raciocínio natural. Petrópolis-RJ: Vozes, 1995.
PESAVENTO, Sandra Jatahy. História & História Cultural 2ª. Ed, Belo Horizonte-MG:
Autêntica, 2004.
RICCOEUR, Paul. A memória, a história, o esquecimento. Campinas - SP: Editora da
Unicamp, 2007.
BOURDIEU, Pierre. Coisas Ditas. São Paulo: Brasiliense, 1990.
WHITE, Hayden. "Enredo e verdade na escrita da história". In MALERBA, Jurandir (org).
A história escrita: teoria e história da historiografia. São Paulo: Contexto, 2006.p.191-210
FOUCAULT, Michel. As palavras e as coisas. Uma arqueologia das ciências humanas. 5ª.
Ed, São Paulo: Martins Fontes, 1990.
THOMPSON, Edward Palmer. Costumes em comum. Estudos sobre a cultura popular
tradicional. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
VEYNE, Paul - Como se escreve a História. Foucault revoluciona a História. Brasília:
UnB, 1976.
DOSSIÊ: A escrita da história: os desafios da multidisciplinaridade. Textos de História.
Revista do Programa de Pós-Graduação em História da UnB, Brasília: UnB, vol.15, no. 1 /
2 , 2007.
LAVILLE, Christian & DIONNE, Jean. A construção do saber. Manual de metodologia da
pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Editora Artes Médicas Sul Ltda; Belo
Horizonte: Editora UFMG, 1999.
CARDOSO, Ciro Flamarion & VAINFAS, Ronaldo.(orgs.) Domínios da história. Ensaios
de Teoria e Metodologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 1997.
BARROS, José D'Assunção. O campo da história. Especialidades e abordagens 3ª. Ed.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.

PINSKY, Carla Bassanezi.(org.) Fontes históricas. São Paulo: Contexto, 2005
BURKER, Peter. (org.) A escrita da história: novas perspectivas. São Paulo: UNESP,
1992.

Métodos e Técnicas da Pesquisa Arqueológica – 30h
Ementa: Introdução aos principais métodos e técnicas da pesquisa arqueológica (préhistórica e histórica), da prospecção de regiões até a escavação de um sítio. Análise dos
materiais arqueológicos (tipos de datações, de produção, etc.).
Bibliografia:
BARKER, P. Understanding Archaeological Excavation.London: Batsford, 1986.
WHEELER, M. Arqueología de Campo. Madrid: Fondo de Cultura Económica, 1978
RENFREW, C.; BAHN, P. Arqueología. Teoría, métodos y práctica. Torrejon de Ardoz:
Ed. Akal, 1989.

Museologia – 30h
Ementa: Estudo e análise das teorias sobre museu. Histórico da museologia no Brasil e em
Alagoas. Museus: centros de memória e preservação dos patrimônios. O espaço
educacional do museu.
Bibliografia:
ADORNO, Theodor W., Museo Valéry-Proust, IN Adorno, T.W. La Crítica de la Cultura y
la Sociedad, Barcelona, Ariel, 1962.
BAUDELAIRE, Charles, O Pintor da Vida Moderna IN Baudelaire, C. A Modernidade de
Baudelaire, (apres. Teixeira Coelho / trad. Suely Cassal), Rio de Janeiro, Paz e Terra,
1988.
BENJAMIN, Walter, Sobre o Conceito de História, IN BENJAMIN, W. Obras Escolhidas,
São Paulo, Brasiliense, 1985, v.1
Crimp, Douglas, Sobre as Ruínas do Museu, São Paulo, Martins Fontes, 2005.
FOUCAULT, M. Isto não é um Cachimbo, São Paulo, Paz e Terra, 1989, 1993

Organização do Trabalho Acadêmico
Ementa: Introdução ao estudo da metodologia científica. Formas de conhecimento e a
ciência. Linguagem visual e científica. A metodologia do trabalho acadêmico. Métodos
argumentativos e não-argumentativos. A pesquisa científica e a montagem de um projeto.
Bibliografia:
CERVO, AL. Metodologia Científica. A. L., Cervo e P. A. Bervian. S. Paulo: MacgrawHill do Brasil. 1978.

DUARTE, Eneide Nóbrega. Manual Técnico para Realização de Trabalhos Monográficos.
Eneide N. Duarte, Dulce Amélia de Brito Neves e Bernadete de Lourdes O. dos Santos.
João Pessoa. Editora Universitária da UFPB 1998.
ECO, Humberto, Como se Fazer uma Tese. S. Paulo. Perspectiva. 1983.GUEDES, Enildo
Marinho. Curso de Metodologia Científica. Curitiba: HD-Livros Editora. 1997.
SALVADOR, Ângelo Domingos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Bibliográfica. Porto
Alegre: Editora Sulina, 1997.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 17 Edição. S. Paulo:
Editora Cortez, 1991.

O Populismo na Política Brasileira – 30h
Ementa: Conduzir o aluno a interpretar a trajetória da categoria populismo nas ciências
sociais do Brasil. Identificar as origens de sua força explicativa para os acontecimentos
políticos de 1930 a 1964. Debater os limites de sua construção histórica e sua insuficiência
na interpretação da Era Vargas e do projeto nacional-estatista. Dialogar com essa tradição
na história do tempo presente.
Bibliografia Básica
DELGADO, Lucilia de A. Neves. PTB: do Getulismo ao Reformismo (1945-1964). São
Paulo: Marco Zero, 1989.
DREIFUSS, René Armand. 1964: A Conquista do Estado (ação política, poder e golpe de
classe). 3a ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 1981.
DULCI, Otávio Soares. A UDN e o Anti-Populismo no Brasil. Belo Horizonte: Ed.
UFMG, 1986.
FERREIRA, Jorge. Trabalhadores do Brasil: o imaginário popular 1930/1945. Rio de
Janeiro: FGV, 1997.
_________(org.). O populismo e sua história – debate e crítica. Rio de janeiro, Civilização
Brasileira, 2001.
Bibliografia Complementar:
ALVES, Maria Helena Moreira. Estado e Oposição no Brasil: 1964/1984. Petrópolis/RJ:
Vozes, 1984.
ARAÚJO, Rita de Cássia Barbosa & BARRETO, Túlio Velho. 1964: O Golpe passado a
limpo. Recife: Editora Massangana, 2007.
BAUM, Ana (org.). Vargas, agosto de 54: a história contada pelas ondas do rádio. Rio de
Janeiro: Garamond, 2004.
BENEVIDES, Maria Victoria. O PTB e o Trabalhismo: partido e sindicato em São Paulo
(1945-1964). São Paulo: Brasiliense, 1989.
____________________. A UDN e o Udenismo: ambiguidades do liberalismo brasileiro
(1945-1965). Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1981.
D’ARAÚJO, Maria Celina. As instituições brasileiras da Era Vargas. Rio de Janeiro:
EdUerj & FGV, 1999.
________________. Sindicatos, Carisma & Poder:o PTB de 1945-1965. Rio de Janeiro:
FGV, 1996.

________________. O Segundo Governo Vargas (1951-1954). 2ª ed. São Paulo: Ática,
1992.
DELGADO, Lucilia de A. Neves. PTB: do Getulismo ao Reformismo (1945-1964). São
Paulo: Marco Zero, 1989.
DREIFUSS, René Armand. 1964: A Conquista do Estado (ação política, poder e golpe de
classe). 3ª ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 1981.
DULCI, Otávio Soares. A UDN e o Anti-Populismo no Brasil. Belo Horizonte: Ed.
UFMG, 1986.
FERREIRA, Jorge. Trabalhadores do Brasil: o imaginário popular 1930/1945. Rio de
Janeiro: FGV, 1997.
_________(org.). O populismo e sua história – debate e crítica. Rio de janeiro, Civilização
Brasileira, 2001.
__________& DELGADO, Lucilia de A. Neves (orgs.). O Brasil Republicano (vol. 1 - O
tempo do liberalismo excludente; vol. 2 – o tempo do nacional-estatismo; vol. 3 – o tempo
da experiência democrática e vol. 4 - o tempo da ditadura. Rio de Janeiro, Civilização
Brasileira, 2003.
__________. O Imaginário Trabalhista: getulismo, PTB e cultura política popular, 19451964. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.
__________ & REIS, Daniel Aarão (orgs.). As Esquerdas no Brasil - 3 volumes (“A
formação das tradições – 1889/1945”, “Nacionalismo e reformismo radical – 1945/1964” e
“Revolução e democracia – 1964/...”). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.
FERREIRA, Marieta de Moraes (coord.). João Goulart: entre a memória e a história. Rio
de Janeiro: Ed. FGV, 2006.
GOMES, Angela de Castro. A Invenção do Trabalhismo. 2ª ed. Rio de Janeiro: Relume
Dumará, 1994.
_____________ . Vargas e a crise dos anos 50. Rio de Janeiro, Relume Dumará, 1994.
GORENDER, Jacob. Combate nas Trevas: a esquerda brasileira, das ilusões perdidas à luta
armada. 4ª ed. São Paulo: Ática, 1990.
IANNI, Octavio. O Colapso do Populismo no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1968.
____________. A Formação do Estado Populista na América Latina. 2ª ed. São Paulo: Ed.
Ática, 1989.
MOTTA, Rodrigo Patto Sá. Jango e o golpe de 1964 na caricatura. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar, 2006.
MUNTEAL, Oswaldo, VENTAPANE, Jacqueline & FREIXO, Adriano de (orgs.). O
Brasil de João Goulart: um projeto de nação. Rio de Janeiro: PUC-Rio/Contraponto, 2006.
PANDOLFI, Dulce (org.). Repensando o Estado Novo. Rio de Janeiro: FGV, 1999.
REIS FILHO, Daniel Aarão. Ditadura Militar, esquerdas e sociedade. 2ª ed. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Editor, 2000.
____________________. A revolução faltou ao encontro: os comunistas no Brasil. São
Paulo, Brasiliense, 1989.
SOARES, Gláucio Ary Dillon & D'ARAUJO, Maria Celina (orgs.). 21 Anos de Regime
Militar: Balanços e Perspectivas. Rio de Janeiro: FGV, 1995.
WEFFORT, Francisco. O Populismo na Política Brasileira. 4ª ed. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1980.

Projeto Pedagógico, Organização e Gestão do Trabalho Escolar
- 60h
Ementa: A Escola como organização social e educativa. As Instituições escolares em
tempos de mudança. O planejamento escolar e o Projeto Político-Pedagógico: pressupostos
e operacionalização. Concepções de organização e gestão do trabalho escolar. Elementos
constitutivos do sistema de organização e gestão da escola. Princípios e características da
gestão escolar participativa. A participação do professor na organização e gestão do
trabalho da escola.
Bibliografia:
BICUDO, M. A. V. e SILVA JÚNIOR, M. A. Formação do educador: organização da
escola e do trabalho pedagógico. V.3. São Paulo: ENESP, 1999.
FURLAN, M. e HARGREAVES, A. A Escola como organização aprendente: buscando
uma educação de qualidade. Porto Alegre: Artmed, 2000.
LIBÂNEO, J. C. Organização e Gestão da escola:Teoria e Prática . 5a ed. Goiânia:
Alternativa, 2004.
LIMA, Licínio C. A Escola como organização educativa. São Paulo:Cortez, 2001.
PETEROSKI, H. Trabalho coletivo na escola. São Paulo: Pioneira Thomson Lerning,
2005.
Planejamento, Currículo e Avaliação de Aprendizagem – 60h
Ementa: Estudo dos princípios, fundamentos e procedimentos do planejamento de ensino,
do currículo e da avaliação, segundo os paradigmas e normas legais vigentes norteando a
construção do currículo e do processo avaliativo no projeto político-pedagógico na escola
de educação básica.
Bibliografia:
BRASIL: Lei 9394, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília,
20/DEZ/1996.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa. São
Paulo, Paz e Terra, 1996.
LIBÂNIO, José Carlos. Educação Escolar: Políticas, Estruturas e Organização. São Paulo.
Ed.Cortez. 2007.
SILVA, Ezequiel T. da. O professor e o Combate à Alienação Emposta. São Paulo. Ed.
Cortez. 2003.

Política e Organização da Educação Básica no Brasil – 60h
Ementa: Estudo e Análise contextualizados do sistema educacional brasileiro e alagoano,
enfocando a problemática das estruturas e funcionamento em nível nacional e local.

Bibliografia:
ABREU, Mariza. Organização da Educação Nacional na Constituição e a LDB. Ijui/ SC,
ed.UNIJUI. 1999.
ALMEIDA, Milton Canuto de, e LIRA, Sandra Lúcia dos Santos. A Educação em
Alagoas. Brasília – UNICEF/ MEC/ FUNDESCOLA/ BANCO MUNDIAL/ UNDIME.
1999.
CASTRO, Maria Helena G. de. As Desigualdades Regionais no Sistema Educacional
Brasileiro. Brasília, INEP/ MEC. 1999.
CUNHA, Luiz Antônio. Educação, Estado e Democracia no Brasil. São Paulo, ed. Cortez,
EDUFF/ FLASCO, 2000.
VERÇOSA, Elcio de Gusmão. Cultura e Educação nas Alagoas: História, Histórias.
Maceió, EDUFAL, 1996.

Paleografia – 30h
Ementa: A disciplina tem por objetivo fazer uma análise de História da Escrita da
Humanidade, demonstrando o papel da mesma para o desenvolvimento e formação das
sociedades ocidentais e orientais. Para com isso, entender as origens da Paleografia, suas
diferenciações com a Diplomática e seu uso pelos historiadores. Por fim, sugere-se a
discussão das normas paleográficas para transcrição de documentos e atividades práticas
de transcrição da documentação referente aos séculos XVI-XIX.
Bibliografia Básica:
CARDOSO, Ciro Flamarion. Uma Introdução à História. São Paulo: Brasiliense, 2002.
COSTA, Pe. Avelino Jesus da. Álbum de Paleografia e Diplomática Portuguesa. Coimba:
Universidade de Coimbra, 1976.
DONATO, Ernani. A Palavra Escrita e sua História. São Paulo: Melhoramentos, 1951.
FERREIRA, Tito Lívio. “Paleografia e as Suas Dificuldades”. Boletim do Departamento
de Arquivo do Estado de São Paulo, 10: 165-199, fev, 1953 (São Paulo).
FLEXOR, Maria Helena Ochi. Abreviaturas: Manuscritos dos Séculos XVI ao XIX. São
Paulo: UNESP/Arquivo do Estado de São Paulo, 1991.
Bibliografia Complementar
ACCIOLI, Vera Lúcia Costa. A Escrita no Brasil Colonial: Um guia para Leitura de
Documentos Manuscritos. Recife: UFP/Fundação Joaquim Nabuco/Massangana, 1994.
ALMEIDA, Antônio Paulino de. “Deteriorização da Escrita e Leitura Paleográfica” In:
Boletim do Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo. 10: 107-126, fev. 1953
(São Paulo).
BERWANGER, Ana Regina e LEAL, João Euripedes Franklin. Noções de Paleografia e
Diplomática. Santa Maria: Centro de Ciências Sociais e Humanas, UFSM, 1991.
BLANCO, Ricardo Román. Estudos Paleográficos. São Paulo: Laserprint, 1987.
CONARQ. Normas de Transcrição e Edição de Documentos Manuscritos. 16 de Janeiro de
1993.
CONARQ. Legislação Brasileira sobre Arquivos, Novembro 1998.

CARDOSO, Jaime. Construção de Gráficos e Linguagem Visual. História: Questões e
Debates, Curitiba, Volume 5, número 8, p. 37-58, 1984.
CARDOSO, Ciro Flamarion. Uma Introdução à História. São Paulo: Brasiliense, 2002.
COSTA, Pe. Avelino Jesus da. Álbum de Paleografia e Diplomática Portuguesa. Coimba:
Universidade de Coimbra, 1976.
DONATO, Ernani. A Palavra Escrita e sua História. São Paulo: Melhoramentos, 1951.
FERREIRA, Tito Lívio. “Paleografia e as Suas Dificuldades” In: Boletim do
Departamento de Arquivo do Estado de São Paulo, 10: 165-199, fev, 1953 (São Paulo).
FLEXOR, Maria Helena Ochi. Abreviaturas: Manuscritos dos Séculos XVI ao XIX. São
Paulo: UNESP/Arquivo do Estado de São Paulo, 1991.
MEGALE, Heitor & NETO, Sílvio de Almeida Toledo (Orgs.) Por Minha Letra e Sinal:
Documentos de Ouro do Século XVII. São Paulo: Ateliê Cultural, 2005.
MENDES, Ubirajara Dolácio. Noções de Paleografia. São Paulo: Departamento do
Arquivo de São Paulo, 1953.
MUÑOZ Y RIVIERA, Jesus. Manual de Paleografia Diplomática Espanhola. Madrid:
Atlas, 1972.
PINSKY, Carla Passanezi (Org.) Fontes Históricas. São Paulo: Contexto, 2005.
SAMARA, Eni de Mesquita. Paleografia e Fontes do Período Colonial Brasileiro. São
Paulo: Humanitas/FFLCH/USP, 1986.
SAMARA, Eni de Mesquita & TUPY, Ismênia S. Silveira. História e Documento e
Metodologia de Pesquisa. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.

Pesquisa Educacional – 60h
Ementa: Pressupostos e características da pesquisa em educação. A pesquisa quantitativa e
qualitativa em educação. Diferentes abordagens metodológicas de pesquisa em educação.
Fontes de produção da pesquisa educacional: bibliotecas, meios informatizados, leitura e
produção de textos e artigos com diferentes abordagens teóricas. Etapas de um projeto de
pesquisa educacional para o Trabalho de Conclusão de Curso. O profissional da educação
frente aos desafios atuais no campo da pesquisa educacional.
Bibliografia Básica:
BICUDO, M. e SPOSITO, Vitória. Pesquisa qualitativa em educação. Piracicaba:
UNIMEP, 1994.
FAZENDA, Ivani (Org.) Metodologia da pesquisa educacional. SP: Cortez, 1989.
FAZENDA, Ivani A. Novos enfoques da pesquisa educacional. SP: Cortez, 1992.
GATTI, Bernardete. A construção da pesquisa em educação no Brasil. Brasília: Plano,
2002.
LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A construção do saber. Porto Alegre: ARTMED,
1999.

Populações Indígenas no Brasil – 30h
Ementa: Estudo do transcurso histórico e cultural das sociedades indígenas no atual
território brasileiro, desde os primeiros grupos de caçadores-coletores do período
Paleoíndio até os tempos atuais, a saber: a) os índios antes do contato com os europeus; b)

a conquista ibérica dos índios no Brasil; c) os índios no contexto do Brasil moderno; d) a
presença indígena no atual território brasileiro.
Bibliografia Básica
HAUBERT, M. Índios e jesuítas no tempo das Missões. São Paulo: Cia. das Letras, 1990.
LAHR, M. M., NEVES, W. A. (org.). Dossiê "Surgimento do Homem na América".
Revista da USP, n. 34, 1997.
LÉVI-STRAUSS, C. Tristes trópicos. Trad. Rosa Freire D'Aguiar. São Paulo: Cia. Das
Letras, 1996.
KERN, A. A. Descoberta e colonização da América: impactos e contatos entre
associedades indígenas e européias. América 92: 5 séculos de história, 500 anos de luta.
Porto Alegre: Prefeitura Municipal de Porto Alegre, 1992. p. 3-6.
MAIO, M. C., SANTOS, R. V. (org.). Raça, ciência e sociedade. Rio de Janeiro: Ed.
Fiocruz/Centro Cultural do Banco do Brasil, 1996.
Bibliografia complementar:
BOM MEIHY, J. C. S. Canto de Morte Kaiowá : história oral de vida. São Paulo: Loyola,
1991.
CHAMORRO, G. Kurusu Ñe'ëngtu : palabras que la historia no podría olvidar. Asunción:
CEA-UCA/IEP-EST, 1995.
CUNHA, M. C. da (org.). História dos índios no Brasil. São Paulo: FAPESP/SMC/Cia das
Letras, 1992.
FERNANDES, F. Organização social dos Tupinambás. São Paulo: Difel, 1963.
GOMES, M. P. Os índios e o Brasil: ensaio sobre um holocausto e sobre uma nova
possibilidade de convivência. 2. ed. Petrópolis : Vozes, 1991.
HAUBERT, M. Índios e jesuítas no tempo das Missões. São Paulo: Cia. das Letras, 1990.
LAHR, M. M., NEVES, W. A. (org.). Dossiê "Surgimento do Homem na América".
Revista da USP, n. 34, 1997.
LÉVI-STRAUSS, C. Tristes trópicos. Trad. Rosa Freire D'Aguiar. São Paulo: Cia. das
Letras, 1996.
KERN, A. A. Descoberta e colonização da América: impactos e contatos entre as
sociedades indígenas e européias. América 92: 5 séculos de história, 500 anos de luta.
Porto Alegre: Prefeitura Municipal de Porto Alegre, 1992. p. 3-6.
MAIO, M. C., SANTOS, R. V. (org.). Raça, ciência e sociedade. Rio de Janeiro: Ed.
Fiocruz/Centro Cultural do Banco do Brasil, 1996.
MANGOLIM, O. Povos indígenas no Mato Grosso do Sul : viveremos por mais 500 anos.
Campo Grande : CIMI-MS, 1993.
MARTINS, Gilson R. Breve painel etno-histórico de Mato Grosso do Sul. Campo Grande :
Ed. UFMS/FNDE, 1992. através da análise quantitativa de sua indústria lítica. São Paulo,
1996. Tese (Doutorado em Arqueologia) - USP.
MELATTI, J. C. Índios do Brasil. 5.ed. São Paulo : Hucitec, Brasília : Ed. UnB, 1987.
MELIÀ, B. El Guaraní conquistado y reducido. Asunción : CEADUC, 1988.
MELLO E ALVIM, M. C. de. As populações indígenas do Brasil no século do
descobrimento: aspectos e problemas. Revista de Arqueologia, São Paulo: SAB, v. 7, p.
11-31, 1993.
MONTEIRO, John M. Negros da terra. São Paulo: Cia. das Letras, 1995.

MOTA, L. T. As guerras dos índios Kaingang : a história épica dos índios Kaingang no
Paraná (1769-1924). Maringá: Ed. UEM, 1994.
OLIVEIRA, J. E. de. Guató: argonautas do Pantanal. Porto Alegre: Edipucrs, 1996.
______. Ambiente e cultura no contexto da ocupação indígena das áreas inundáveis da
planície de inundação do Pantanal. Notícias de Antropología y Arqueología (Revista
Eletrónica), Buenos Aires : Equipo Naya/Red Ant-Arq, n. 19, nov. 1997.
OLIVEIRA, R. C. de. Do índio ao bugre: o processo de assimilação dos Terêna. 2.ed. rev.
Rio de Janeiro : Francisco Alves, 1976.
PROUS, A. Arqueologia brasileira. Brasília: Ed. UnB, 1992.
RIBEIRO, B. Os índios das Águas Pretas. São Paulo: EDUSP: Cia das Letras, 1995.
RIBEIRO, D. Os índios e a civilização: a integração das populações indígenas no Brasil
moderno. 5.ed. Petrópolis : Vozes, 1986.
SANTOS, R. V. et al. (org.). Saúde e povos indígenas. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1994.
SILVA, A. L., GRUPIONI, L. D. B. (org.). A temática indígena na escola: novos subsídios
para professores de 1º e 2º graus. Brasília: MEC/MARI/UNESCO, 1995.
SOARES, A. L. R. Guarani : organização social e arqueologia. Porto Alegre : Edipucrs,
1997.
SUSNIK, B. Dimensiones migratórias y pautas culturales de los pueblos del Gran Chaco y
de su periferia (enfoque etnológico). Suplemento Antropológico, Asunción, n. 1-2, p. 85107, 1972.

Profissão Docente – 60h
Ementa: A constituição histórica do trabalho docente. A natureza do trabalho docente.
Trabalho docente e relações de gênero. A autonomia do trabalho docente. A proletarização
do trabalho docente. Papel do Estado e a profissão docente. A formação e a ação política
do docente no Brasil. A escola como locus do trabalho docente. Profissão docente e
legislação.
Bibliografia:
CHARLOT, Bernard. Formação dos professores e relação com o saber. Porto Alegre:
ARTMED, 2005.
COSTA, Marisa V. Trabalho docente e profissionalismo. Porto alegre: Sulina, 1996.
ESTRELA, Maria Teresa (Org.) Viver e construir a profissão docente. Porto, Portugal:
Porto, 1997.
LESSARD, Claude e TARDIF, Maurice. O trabalho docente. SP: Vozes, 2005.
NÓVOA, António (Org.) Vidas de Professores. Porto, Portugal: Porto, 1992.

Projetos Integradores 1: Fontes Manuscritas – 30h
Ementa: A disciplina tem por objetivo o desenvolvimento de pesquisa, análise científica e
trabalho de campo que se debruce sobre as fontes manuscritas, revertida em inventários,
catálogos, exposições, relatórios, artigos, portfólio, etc.
Bibliografia:

PINSKY, Carla Bassanezi e LUCA, Tania Regina de. O Historiador e suas Fontes. São
Paulo: Contexto, 2009.
PINKSY, Carla Bassanezi et ealli. Fontes Históricas. São Paulo: Contexto, 2005.
VILAR, Pierre. Pensar La Historia. Cidade do Mexico: Instituto Mora, 1992.
CARDOSO, Ciro Flamarion e VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História. Rio de Janeiro:
Campus, 2002.
CHARTIER, Roger. História ou a Leitura do Tempo. Belo Horizonte: Atlântica, 2009.

Projetos Integradores 2: Fontes Iconográficas – 30h
Ementa: A disciplina tem por objetivo o desenvolvimento de pesquisa, análise científica e
trabalho de campo que se debruce sobre as fontes iconográficas, revertida em inventários,
catálogos, exposições, relatórios, artigos, portfólio, etc.
Bibliografia:
PINSKY, Carla Bassanezi e LUCA, Tania Regina de. O Historiador e suas Fontes. São
Paulo: Contexto, 2009.
PINKSY, Carla Bassanezi et ealli. Fontes Históricas. São Paulo: Contexto, 2005.
VILAR, Pierre. Pensar La Historia. Cidade do Mexico: Instituto Mora, 1992.
CARDOSO, Ciro Flamarion e VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História. Rio de Janeiro:
Campus, 2002.
CHARTIER, Roger. História ou a Leitura do Tempo. Belo Horizonte: Atlântica, 2009.

Projetos Integradores 3: Fontes Impressas – 30h
Ementa: A disciplina tem por objetivo o desenvolvimento de pesquisa, análise científica e
trabalho de campo que se debruce sobre as fontes impressas, revertida em inventários,
catálogos, exposições, relatórios, artigos, portifólio, etc.
Bibliografia:
PINSKY, Carla Bassanezi e LUCA, Tania Regina de. O Historiador e suas Fontes. São
Paulo: Contexto, 2009.
PINKSY, Carla Bassanezi et ealli. Fontes Históricas. São Paulo: Contexto, 2005.
VILAR, Pierre. Pensar La Historia. Cidade do Mexico: Instituto Mora, 1992.
CARDOSO, Ciro Flamarion e VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História. Rio de Janeiro:
Campus, 2002.
CHARTIER, Roger. História ou a Leitura do Tempo. Belo Horizonte: Atlântica, 2009.

Projetos Integradores 4: Fontes Fotográficas – 30h
Ementa: A disciplina tem por objetivo o desenvolvimento de pesquisa, análise científica e
trabalho de campo que se debruce sobre as fontes fotográficas, revertida em inventários,
catálogos, exposições, relatórios, artigos, portifólio, etc.

Bibliografia:
PINSKY, Carla Bassanezi e LUCA, Tania Regina de. O Historiador e suas Fontes. São
Paulo: Contexto, 2009.
PINKSY, Carla Bassanezi et ealli. Fontes Históricas. São Paulo: Contexto, 2005.
VILAR, Pierre. Pensar La Historia. Cidade do Mexico: Instituto Mora, 1992.
CARDOSO, Ciro Flamarion e VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História. Rio de Janeiro:
Campus, 2002.
CHARTIER, Roger. História ou a Leitura do Tempo. Belo Horizonte: Atlântica, 2009.

Projetos Integradores 5: Fontes Orais – 30h
Ementa: A disciplina tem por objetivo o desenvolvimento de pesquisa, análise científica e
trabalho de campo que se debruce sobre as fontes orais, revertida em inventários,
catálogos, exposições, relatórios, artigos, portifólio, etc.
Bibliografia:
PINSKY, Carla Bassanezi e LUCA, Tania Regina de. O Historiador e suas Fontes. São
Paulo: Contexto, 2009.
PINKSY, Carla Bassanezi et ealli. Fontes Históricas. São Paulo: Contexto, 2005.
VILAR, Pierre. Pensar La Historia. Cidade do Mexico: Instituto Mora, 1992.
CARDOSO, Ciro Flamarion e VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História. Rio de Janeiro:
Campus, 2002.
CHARTIER, Roger. História ou a Leitura do Tempo. Belo Horizonte: Atlântica, 2009.

Projetos Integradores 6: Fontes Áudio-visuais – 30h
Ementa: A disciplina tem por objetivo o desenvolvimento de pesquisa, análise científica e
trabalho de campo que se debruce sobre as fontes áudio-visuais, revertida em inventários,
catálogos, exposições, relatórios, artigos, portifólio, etc.
Bibliografia:
PINSKY, Carla Bassanezi e LUCA, Tania Regina de. O Historiador e suas Fontes. São
Paulo: Contexto, 2009.
PINKSY, Carla Bassanezi et ealli. Fontes Históricas. São Paulo: Contexto, 2005.
VILAR, Pierre. Pensar La Historia. Cidade do Mexico: Instituto Mora, 1992.
CARDOSO, Ciro Flamarion e VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História. Rio de Janeiro:
Campus, 2002.
CHARTIER, Roger. História ou a Leitura do Tempo. Belo Horizonte: Atlântica, 2009.

Projetos Integradores 7: Fontes Digitais – 30h
Ementa: A disciplina tem por objetivo o desenvolvimento de pesquisa, análise científica e
trabalho de campo que se debruce sobre as fontes digitais, revertida em inventários,
catálogos, exposições, relatórios, artigos, portifólio, etc.
Bibliografia:

PINSKY, Carla Bassanezi e LUCA, Tania Regina de. O Historiador e suas Fontes. São
Paulo: Contexto, 2009.
PINKSY, Carla Bassanezi et ealli. Fontes Históricas. São Paulo: Contexto, 2005.
VILAR, Pierre. Pensar La Historia. Cidade do Mexico: Instituto Mora, 1992.
CARDOSO, Ciro Flamarion e VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História. Rio de Janeiro:
Campus, 2002.
CHARTIER, Roger. História ou a Leitura do Tempo. Belo Horizonte: Atlântica, 2009.

Seminário de Trabalho Acadêmico – 30h
Ementa: a disciplina tem por objetivo desenvolver estudos para aprofundamento das
técnicas, das teorias e metodologias para a pesquisa histórica, visando auxiliar na
construção do trabalho de conclusão do curso.
Bibliografia:
BARBIER, René. A Pesquisa: Ação. Rio de Janeiro, ed. ZAHAR. 1985.
CASTRO, Nancy e OLIVEIRA, Martha. Como fazer um projeto de Pesquisa. Juiz de
Fora/MG. EDUFJF. 1994.
INÁCIO, Geraldo. A Monografia na Universidade. Campinas/ São Paulo/ ed. Papiros,
1995.
GUEDES, Enildo Marinho. Curso de Metodologia Científica. Curitiba, HD Livros. 2000.
Universidade Federal do Paraná: Normas para Apresentação de Trabalhos. Curitiba,
UFPR, 1996

Técnicas de Pesquisa Histórica – 45h
Ementa: Estudo e análise das técnicas de como fazer um projeto de pesquisa. Os tipos e
etapas da pesquisa e a importância da argumentação. As normas da ABNT.
Bibliografia:
BARBIER, René. A Pesquisa: Ação. Rio de Janeiro, ed. ZAHAR. 1985.
CASTRO, Nancy e OLIVEIRA, Martha. Como fazer um projeto de Pesquisa. Juiz de
Fora/MG. EDUFJF. 1994.
INÁCIO, Geraldo. A Monografia na Universidade. Campinas/ São Paulo/ ed. Papiros,
1995.
GUEDES, Enildo Marinho. Curso de Metodologia Científica. Curitiba, HD Livros. 2000.
Universidade Federal do Paraná: Normas para Apresentação de Trabalhos. Curitiba,
UFPR, 1996.

Teoria do Conhecimento - 30h
Ementa: A disciplina tem como objetivo o tratamento temático das questões fundamentais

da chamada Teoria do Conhecimento, privilegiando, mediante a leitura de algumas fontes
primarias, certos momentos decisivos da Antigüidade à Filosofia Moderna e
Contemporânea.

Bibliografia Básica:
AYER, A.J. O problema do conhecimento, Ed. Ulisseia, s/d
GRANGER, G.G. A razão, São Paulo, Difel, 1962
HESSEN, J. Teoria do Conhecimento, Coimbra, Arménio Amado Editor, 1973
HUME, D. Investigação sobre o entendimento Humano, “Os Pensadores”, São Paulo,
Abril Cultural, 1974
PLATÃO. A República, tradução brasileira de Carlos Alberto Nunes, Coleção Amazônia,
VÁRIOS. Estruturalismo: antologia de textos teóricos, Portugália, 1968
Bibliografia Complementar:
ADORNO. Metacrítica , palavras e sinais , Petrópolis: Vozes, 1995.
________. Epilegômenos dialéticos. In Consignos, Buenos Aires, Amarrortu, s/d
ADORNO, T. Negative Dialektik, Frankfurt-am Main: Suhkrkamp Verlag, 1975.
AYER, A.J. O problema do conhecimento, Ed. Ulisseia, s/d
DESCARTES, R. Meditações Metafísicas, São Paulo: Abril Cultural, 1972.
––––––––– Discurso do Método, São Paulo: Abril Cultural, 1972.
GRANGER, G.G. A razão, São Paulo, Difel, 1962
HESSEN, J. Teoria do Conhecimento, Coimbra, Arménio Amado Editor, 1973
HUSSERL, E. Meditações Cartesianas: Introdução à Fenomenologia, São Paulo, Editora
Madras, 2001
___________. La crise des sciences européennes et la phénoménologie
transcendantale, trad. de l’allemand et préfacé par Gérard Granel, Paris: Gallimard, 1976.
HUSSERL, E. A Filosofia como Ciência do Rigor, Coimbra, Atlântida, 1965
HUME, D. Investigação sobre o entendimento Humano, “Os Pensadores”, São Paulo,
Abril Cultural, 1974
JAEGER, W. Paidéia. A formação do homem grego. São Paulo: Martins Fontes, 1986
PLATÃO. A República, tradução brasileira de Carlos Alberto Nunes, Coleção Amazônia,
Belém: Universidade Federal do Pará, 1976.
________.Teeteto, tradução brasileira de Carlos Alberto Nunes, Coleção Amazônia,
Belém: Universidade Federal do Pará, 1973
–––––––. Cartas, tradução brasileira de Carlos Alberto Nunes, Coleção Amazônia, Belém:
Universidade Federal do Pará, 1973
VÁRIOS. Estruturalismo: antologia de textos teóricos, Portugália, 1968

Teoria da História – 60h
Ementa: Estudo da Filosofia e Teoria da História. Ideologia e hegemonia: o indivíduo na
história. Memória e poder. Evolução do pensamento historiográfico, da Antigüidade ao
Mundo Moderno.
Bibliografia Básica:
ARIÉS, Philippe. O tempo na História. Rio de Janeiro. Ed. Francisco Alves, 1989.
BENJAMIN, Walter. Obras Escolhidas: Magia e Técnicas, Arte e Política, Ensaios Sobre a
Literatura e História das Culturas. Tradução: Sérgio P. Rovanet. São Paulo, ed. Brasiliense,
1986.
BRANDEL, F. Reflexões Sobre a História. São Paulo, ed. Martins Fontes, 1992.

CARDOSO, Ciro Flamarion S. & BRIGNOLI, Hector Perez. Os métodos da História.
Tradução: João Maia. Rio de Janeiro, ed. Graal, 1983.
FURET, F. Oficinas da História. Lisboa. Ed. Gradiva, S.D.
Bibliografia complementar
BARROS, José d’Assunção. O campo da história: especialidades e abordagens. Petrópolis,
RJ: Vozes, 2004.
BURKE, Peter (org.) A escrita da história: novas perspectivas. Tradução de Magda Lopes–
São Paulo: UNESP, 1992.
CARDOSO, Ciro Flamarion. Um historiador fala de teoria e metodologia: ensaios. Bauru,
SP: EDUSC, 2005.
DOSSE, François. A história em migalhas: dos annales à nova história. Trad. de Dulce
Oliveira Amarantes dos Santos. Bauru, SP: EDUSC, 2003.
___________. A história à prova do tempo: da história em migalhas ao resgate do sentido.
Tradução de Ivone Castilllo Benedetti – São Paulo: UNESP, 2001.
FONTANA, Josep. História, análise do passado e projeto social. Tradução de Luiz
Roncari. Bauru, SP: EDUSC, 1998.
GINZBURG, Carlo. Relações de força – história, retórica, prova. Tradução de Jonatas
Batista Neto - São Paulo: Cia. Das letras, 2002.
GUAZZELLI, Cesar Augusto B. ET ALLI (orgs.). Questões de teoria e metodologia da
história. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 2000.
HOBSBAWM, Eric. Sobre história. São Paulo: Cia. das Letras, 1998.
LE GOFF, Jacques. História e memória. Campinas, SP: EDUNICAMP, 2003.
MARX, Karl. A revolução antes da revolução, vol. II. São Paulo: Expressão Popular, 2008.
REIS, José Carlos. História e teoria: historicismo, modernidade, temporalidade e verdade.
Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2003.
THOMPSON, Edward P. A miséria da teoria ou um planetário de erros: uma crítica ao
pensamento de Althusser. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.
COHEN, Arón, CONGST, Rosa e LUA, Pablo (orgs.). Pierre Vilar: uma historia total, uma
história em construção. Bauru, SP: EDUSC, 2007.
VV. AA. A história social: problemas, fontes e métodos. Tradução de Maria Antonieta
Magalhães Godinho – Lisboa: Edições Cosmo, 1967.
WOOD, Ellen M. e FOSTER, John B. (orgs.). Em defesa da história: marxismo e pósmodernismo. Rio de Janeiro: Zahar, 1999.

Teoria Sociológica – 30h
Ementa: A origem da sociologia: condições históricas, políticas, econômicas e sociais.
História e sociologia. O problema sociológico e suas diferentes perspectivas metodológicas
e teóricas.
Bibliografia Básica:
ABEL, T. Os Fundamentos das Teorias Sociológicas. Rio de Janeiro: Zahar, 1972.
DERRIDA, J. Espectros de Marx. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1994.

DURKHEIM, E. A ciência social e a ação. São Paulo: Difel, 1975. Primeira parte e cap. 1.
FREUND, J. Sociologia de Max Weber. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e FREITAG, B. e
Pinheiro, M. F. Marx morreu: Viva Marx. Campinas São Paulo: Papirus, 1993.
MARX, K. O Capital: Crítica da Economia Política. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
1977 (vol 2, livro 1, cap XXIV). Científicos, 1980.
WEBER, M. “Origem do Capitalismo Moderno” in Os Pensadores. São Paulo: Abril
Cultural, 1980.

Terrorismo no Mundo Contemporâneo – 30 h
Ementa: Análise sobre a violência coletiva contemporânea especificada em um objeto de
estudo sobre a formação e perpetuação dos grupos terroristas surgidos a partir do século
XX. Ou seja, as sociedades em aparecem, quais os programas ideológicos, a formação dos
grupos, as propostas, o contexto político, social e econômico, a visão midiática e as
interpretações acadêmicas sobre o fenômeno atual. A disciplina tenderá ampliar a
discussão conceitual, priorizando também as interpretações documentais como fontes
históricas, enquanto trabalhos possíveis a serem desenvolvidos na disciplina.
Bibliografia Básica:
ARENDT, Hannah. Origens do Totalitarismo: anti-semitismo, imperialismo, totalitarismo.
Tradução: Roberto Raposo. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
BARBER, Benjamin R. O império do medo: guerra, terrorismo e democracia. Tradução:
Renato Bittencourt. Rio de Janeiro: Record, 2005.
BAUMAN, Zygmunt. Europa. Tradução: Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar Editor, 2006.
___________. Modernidade e ambivalência. Tradução: Marcus Penchel. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Editor, 1999.
___________. Modernidade líquida. Tradução: Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar Editor, 2001.
CANETTI, Elias. Massa e poder. Tradução: Sérgio Tellaroli. São Paulo: Companhia das
Letras, 1995.
Bibliografia Complementar
CHANCELLOR, Edward. Salve-se quem puder: uma história de especulação financeira.
Tradução: Laura Teixeira Motta. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
CRESPIGNY, Anthony de, CRONIM, Jeremy (eds.). Ideologias políticas. Tradução:
Sérgio Duarte. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1999.
DAHL, Robert A. Poliarquia: participação e oposição. Tradução: Celso Mauro Paciornik.
São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1997.
DARNTON, Robert e DUHAMEL, Olivier (orgs.). Democracia. Tradução: Clóvis
Marques. Rio de Janeiro: Record, 2001.
EAGLETON, Terry. A ideia de cultura. Tradução: Sandra Castello Branco. São Paulo:
Editora UNESP, 2005.
___________. Depois da teoria: um olhar sobre os estudos culturais e o pós-modernismo.
Tradução: Maria Lúcia Oliveira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.
EPSTEIN, Isaac. Gramática do poder. São Paulo: Ática, 1993.

FERNANDES, Rubem César (org.). Dilemas do socialismo: a controvérsia entre Marx,
Engels e os populistas russos. Tradução: Lúcio F. R. Almeida e Rubem César Fernandes.
Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.
FERRO, Marc. O Livro Negro do Colonialismo. São Paulo: Ediouro, 2007.
___________. O século XX: explicando aos meus filhos. Tradução: Hortência Santos
Lencastre. Rio de Janeiro: Agir, 2008.
FIORI, José Luís (org.). Estados e moedas no desenvolvimento das nações. Rio de Janeiro:
Vozes, 1999.
___________(org.). O poder americano. Rio de Janeiro: Vozes, 2004.
___________. Os moedeiros falsos. Rio de Janeiro: Vozes, 1997.
FUKUYAMA, Francis. Construção de Estados: governo e organização no século XXI.
Tradução: Nivaldo Montigelli Jr. Rio de Janeiro: Rocco, 2005.
___________. Fim da História e o último Homem. Tradução: Aulyde Soares. Rio de
Janeiro: Rocco, 1992.
GALBRAITH, John Kenneth. Capitalismo americano: o conceito do poder compensatório.
Tradução: Clara A. Colotto. São Paulo: Novo Século Editora, 2008.
HOBSBAWM, Eric. Era dos Extremos: o breve século XX: 1914-1991. Tradução: Marcos
Santarrita. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
___________. Globalização, democracia e terrorismo. Tradução: José Viegas. São Paulo:
Companhia das Letras, 2007.
___________. O novo século: entrevista a Antônio Polito. São Paulo: Companhia das
Letras, 2009.
KIERNAN. V. G. Estados Unidos o novo imperialismo – Da colonização Branca à
hegemonia mundial. Tradução: Ricardo Mendes. Rio de Janeiro: Record, 2009.
KLEIN, Naomi. A Doutrina do Choque: Ascensão do Capitalismo de Desastre. Tradução
Vânia Cury. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.
LYON, David. Pós-modernidade. Tradução: Euclides Luiz Calloni. São Paulo: Paulus,
1998.
MARTINS, José de Souza. Exclusão social e a nova desigualdade. São Paulo: Paulos,
1997.
ORTIZ, Renato. Mundialização e cultura. São Paulo: Brasiliense, 2003.
WALLERSTEIN, Immanuel. O declínio do poder americano: os Estados Unidos em um
mundo caótico. Tradução: Elsa T. S. Vieira. Rio de Janeiro: Contraponto, 2004.
YOUNG, Jock. A sociedade excludente: Exclusão social, criminalidade e diferença na
modernidade recente. Tradução: Renato Aguiar. Rio de Janeiro: Revan: Instituto Carioca
de Criminologia, 2002.

Tópicos Especiais em Arqueologia – 30h
Ementa: as potencialidades e limitações da pesquisa arqueológica. A pesquisa arqueológica
no Brasil. Diversidade do conhecimento arqueológico. O uso da arqueologia pelo
historiador.
Bibliografia Básica:
SMITH, A. The Political Landscape (California, 2003)
HASSAN, F.A. Population Ecology and Civilization in Ancient Egypt, em Historical
Ecology (C. Crumley, orgs.) (SAR, 1994)

LEHMANN, M. The Fractal House of Pharoah, em Dynamics in Human and Primate
Systems, T. Kohler and G. Gumerman, orgs.) (Oxford, 2000)
BAINES, J. & YOFFEE, N. Order, Legitimacy, and Wealth in Ancient Egypt and
Mesopotamia, em Archaic States (G. Feinman and J. Marcus, orgs) (SAR, 1998)
BAINES, J. Temples as Symbols, Guarantors, and Participants in Egyptian Civilization,
em The Temple in Ancient Egypt (S. Quirke, org) (British Museum Press, 1997)
Bibliografia Complementar
YOFFEE, N. Myths of the Archaic State (Cambridge, 2005)
FIGUTI, L. 1993 O homem pré-histórico, o molusco e o sambaqui: considerações sobre a
subsistência dos povos sambaquianos. Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia 3:
67-80.
FIGUTI, L. & KLOKLER D. 1996 Resultados preliminares dos vestígios
zooarqueológicos do sambaqui Espinheiros II (Joinville, SC). Revista do Museu de
Arqueologia e Etnologia 6:169-187.
FISH, S.; DEBLASIS, P.; GASPAR, M.D. & FISH, P. 2000 Eventos Incrementais na
Construção de Sambaquis, Litoral Sul do Estado de Santa Catarina. Revista do Museu de
Arqueologia e Etnologia10: 69-87.
GASPAR, M.D. 2000 Sambaqui: Arqueologia do Litoral Brasileiro. Editora Jorge Zahar,
Rio de Janeiro GASPAR, M.D. 2004 Cultura: comunicação, arte, oralidade na pré-história
do Brasil. Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia 14:153-168.
HAYDEN, B. 2001 Fabulous Feasts. A Prolegomenon to the Importance of Feasting. In
Feasts: Archaeological and Ethnographic Perspectives on Food, Politics, and Power, edited
by Michael Dietler and Brian Hayden, pp. 23-64. Smithsonian Institution Press.

Tópicos Especiais em História Contemporânea – 30h
Ementa: A produção do saber burguês e os diversos discursos da dominação na sociedade
contemporânea - análise temática de questões políticas, culturais, econômicas, mentais,
ideológicas e comportamentais relevantes da sociedade atual.
Bibliografia Básica:
BENDIX, Reinhard. Construção nacional e cidadania. Tradução: Mary Amazonas Leite de
Barros. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1996.
BOBBIO, Norberto. A era dos direitos. Tradução: Carlos Nelson Coutinho. Rio de Janeiro:
Campus, 1992.
HIRSCHMAN, Albert O. As paixões e os interesses: argumentos políticos para o
capitalismo antes do seu triunfo. Tradução: Lúcia Campelo. São Paulo: Paz e Terra, 2000.
HOBSBAWM, Eric. Era dos Extremos: o breve século XX: 1914-1991. Tradução: Marcos
Santarrita. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
LYON, David. Pós-modernidade. Tradução: Euclides Luiz Calloni. São Paulo: Paulus,
1998.
Bibliografia Complementar:

ABENSOUR, Miguel. A democracia contra o Estado: Marx e o momento maquiaveliano.
Tradução: Cleonice Paes Barreto Mourão, Consuelo Fortes Santiago, Eunice Dutra Galéry.
Belo Horizonte: Editora UFMG, 1998.
ARENDT, Hannah. Origens do Totalitarismo: anti-semitismo, imperialismo, totalitarismo.
Tradução: Roberto Raposo. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
ARRIGHI, Giovanni. A ilusão do desenvolvimento. Rio de Janeiro: Vozes, 1997.
BARBER, Benjamin R. O império do medo: guerra, terrorismo e democracia. Tradução:
Renato Bittencourt. Rio de Janeiro: Record, 2005.
BAUMAN, Zygmunt. Amor líquido. Tradução: Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Editor, 2004.
_________. Europa. Tradução: Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro: Jorge Zahar
Editor, 2006.
_________. Modernidade e ambivalência. Tradução: Marcus Penchel. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Editor, 1999.
_________. Modernidade líquida. Tradução: Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Jorge Zahar
Editor, 2001.
_________. Vida líquida. Tradução: Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro: Jorge Zahar
Editor, 2007.
_________. Vidas desperdiçadas. Tradução: Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Editor, 2005.
BENDIX, Reinhard. Construção nacional e cidadania. Tradução: Mary Amazonas Leite de
Barros. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1996.
BOBBIO, Norberto. A era dos direitos. Tradução: Carlos Nelson Coutinho. Rio de Janeiro:
Campus, 1992.
CAMPILONGO, Celso Fernandes. Representação política. São Paulo: Ática, 1988.
CANETTI, Elias. Massa e poder. Tradução: Sérgio Tellaroli. São Paulo: Companhia das
Letras, 1995.
CARDOSO, Sérgio. Retorno ao republicanismo. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2004.
CARMO, Paulo Sérgio do. Sociologia e sociedade pós-industrial: uma introdução. São
Paulo: Paulus, 2007.
CHANCELLOR, Edward. Salve-se quem puder: uma história de especulação financeira.
Tradução: Laura Teixeira Motta. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
CHARBONNEAU, Paul-Eugène. Marxismo e socialismo real. São Paulo: Loyola, 1984.
COMBLIN, José. O neoliberalismo: ideologia dominante na virada do século. Rio de
Janeiro: Vozes, 1999.
CRESPIGNY, Anthony de, CRONIM, Jeremy (eds.). Ideologias políticas. Tradução:
Sérgio Duarte. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1999.
DAHL, Robert A. Poliarquia: participação e oposição. Tradução: Celso Mauro Paciornik.
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TAVARES, Maria da Conceição e FIORI, José Luís (organizadores.). Poder e dinheiro:
uma economia política da globalização. Rio de Janeiro: Vozes, 1997.
THOMPSON, John B. Ideologia e Cultura Moderna: teoria social crítica na era dos meios
de comunicação de massa. Tradução: Grupo de estudos sobre ideologia, comunicação e
representações sociais da pós-graduação do Instituto de Psicologia da PUCRS. Petrópolis:
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WALLERSTEIN, Immanuel. O declínio do poder americano: os Estados Unidos em um
mundo caótico. Tradução: Elsa T. S. Vieira. Rio de Janeiro: Contraponto, 2004.
YOUNG, Jock. A sociedade excludente: Exclusão social, criminalidade e diferença na
modernidade recente. Tradução: Renato Aguiar. Rio de Janeiro: Revan: Instituto Carioca
de Criminologia, 2002.

Tópicos Especiais em História Cultural – 30 h
Ementa: Problematização das articulações entre História e Cultura como meio de dar
visibilidade a métodos e estratégias capazes de possibilitar um fazer historiográfico cujo
foco prioritário se concentre em uma História Cultural do Social. Identidades e
representações como expressões culturais construídas historicamente, proporcionando
jogos simbólicos e códigos sociais como frutos da criação humana em diferentes espaços e
tempos.
Bibliografia Básica:
CAMPOS, Célia. Uma visualidade: Trajetória e crítica na Pintura alagoana.(1882/1992).
São Paulo, ed. Escrituras. 2000.
CAMARGO, Haroldo Leitão. Patrimônio histórico e cultural. São Paulo: Aleph, 2002. –
Coleção ABC do Turismo)
GONÇALVES, José Reginaldo Santos. A retórica da perda. Os discurso do patrimônio
cultural no Brasil. Rio de Janeiro: UFRJ, 1996.
MOREL, J. O patrimônio da humanidade. In: YAZIGI, E. et al. Turismo: espaço, paisagem
e cultura. São Paulo: Hucitec, 1996.
RODRIGUES, Linda Maria. Patrimônio Cultural: cidade, cultura e turismo. In: Patrimônio
Cultural o contexto da cidade e as "novas" condições de existência. -UFRJ, 2005.

Tópicos especiais em História da África – 30h
Ementa: Análise historiográfica dos discursos sobre a África, sua população, história e
cultura, observando a construção das historicidades, estereótipos, identidades e
temporalidades pelos diferentes agentes históricos. Essa reflexão deve partir da leitura de
africanistas oriundos de vários espaços, possibilitando uma análise histórica da formação
discursiva.
Bibliografia:
APPIAH, Kwame Anthony. Na casa de meu pai. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.
DJAIT, H. As fontes escritas anteriores ao século XV. História Geral da África:
metodologia e pré-História da África. vol. I. São Paulo: Ática; Paris: Unesco, 1982, pp.
105-128.
KI-ZERBO, Joseph. Métodos interdisciplinares utilizados nesta obra. História Geral da
África: metodologia e pré-História da África. vol. I. São Paulo: Ática; Paris: Unesco, 1982,
pp. 367-377.
LOPES, Carlos. A Pirâmide Invertida – historiografia africana feita por africanos. Actas do
Colóquio Construção e Ensino da História da África. Lisboa, Linopazes, 1995, pp. 21-29
MILLER, Joseph C. History and Africa/Africa and History. The American Historical
Review v. 104, no. 1, February 1999, p. 1-32.

Tópicos Especiais em História da Classe Trabalhadora – 30h
Ementa: Introdução à história da classe trabalhadora no Brasil a partir de sua articulação
com o fenômeno em nível mundial. Deste modo, percorrendo a história do escravismo e
sua abolição, e passando pelo surgimento do movimento operário propriamente dito e do
novo sindicalismo, abordam-se questões relativas à organização, lutas e reivindicações
operárias; tradições políticas e ideológicas; condições de vida e de trabalho; rituais, cultura
e literatura operária.
Bibliografia Básica:
BATALHA, Cláudio. O movimento operário na Primeira República. Rio de Janeiro:
Zahar, 2000.
FAUSTO, Boris. Trabalho urbano e conflito social (1890-1920). Rio de Janeiro / São
Paulo: DIFEL, 1976.
GOMES, Ângela de Castro. Cidadania e direitos do trabalho. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
2002.
HOBSBAWM, Eric. Mundos do trabalho. 2 ed. Tradução de Waldea Barcellos e Sandra
Bedran, com revisão técnica de Edgar de Decca e Michael Hall. Rio de Janeiro: Paz
eTerra, 1987.
_________. Os trabalhadores: estudos sobre a História do Operariado. 2 ed. tradução de
Marina Leão Teixeira Viriato de Medeiros. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000.
Bibliografia Complementar:

ALMEIDA, Luiz Sávio de. Crônicas alagoanas (vol II): notas sobre poder, operários e
comunistas em Alagoas. Maceió: EDUFAL, 2006.
BATALHA, Cláudio. O movimento operário na Primeira República. Rio de Janeiro:
Zahar, 2000.
____ . Culturas de classe: identidade e diversidade a formação do operariado. Campinas,
SP: EDUNICAMP, 2004.
COOPER, Frederick; HOLT, Thomas C. e SCOTT, Rebecca. Além da escravidão:
investigações sobre raça, trabalho e cidadania em sociedades pós-emancipação. Tradução
de Maria Beatriz de Medina. Rio de Janeiro: civilização Brasileira, 2005.
FAUSTO, Boris. Trabalho urbano e conflito social (1890-1920). Rio de Janeiro / São
Paulo: DIFEL, 1976.
FRAGA FILHO, Walter. Encruzilhadas da liberdade: histórias de escravos e libertos na
Bahia (1870/1910). Campinas, SP: EDUNICAMP, 2006.
FREDERICO, Celso. Consciência operária no Brasil. São Paulo: Ática, 1979.
GOMES, Ângela de Castro. Cidadania e direitos do trabalho. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
2002.
HOBSBAWM, Eric. Mundos do trabalho. 2 ed. Tradução de Waldea Barcellos e Sandra
Bedran, com revisão técnica de Edgar de Decca e Michael Hall. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1987.
____. Os trabalhadores: estudos sobre a História do Operariado. 2 ed. tradução de Marina
Leão Teixeira Viriato de Medeiros. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000.
LIBBY, Douglas Cole e FURTADO, Júnia (orgs.) Trabalho livre, trabalho escravo. Brasil
e Europa, séculos XVII e XIX. São Paulo: Anablume, 2006.
LONER, Beatriz Ana. Construção de Classe: operários de Pelotas e Rio Grande (18881930). Pelotas, RS: EDUFPel/Unitrabalho, 2001.
MATTOS, Marcelo Badaró. Novos e velhos sindicalismos – Rio de Janeiro (1955/1988).
Rio de Janeiro: Vício de Leitura, 1998.
____ . Escravizados e livres: experiências comuns na formação da classe trabalhadora
carioca. Rio de Janeiro: Bom Texto, 2008.
MACIEL, Osvaldo (org.) Operários em movimento: documentos para a história da classe
trabalhadora em Alagoas (1870-1960). Maceió: EDUFAL, 2007.
NEGRO, Antonio Luigi. Linhas de montagem: o industrialismo nacionaldesenvolvimentista e a sindicalização dos trabalhadores. São Paulo: Boitempo, 2004.
PINHEIRO, Paulo Sérgio e HALL, Michael M. A classe operária no Brasil (1889-1930) documentos (vol. 1 – o movimento operário). São Paulo: Alfa-ômega, 1979.
____ . A classe operária no Brasil – documentos (vol. 2: condições de vida e de trabalho,
relações com os empresários e estado). São Paulo: Brasiliense, 1981.
SILVER, Berverly J. Forças do trabalho: movimentos de trabalhadores e globalização
desde 1870. São Paulo: Boitempo, 2005.
THOMPSON, Edward P. A formação da classe operária inglesa (3 vols). Tradução de
Denise Bottman et. alli. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

Tópicos Especiais em História do Brasil – 30h
Ementa: A disciplina tem por intenção aprofundar temáticas especificas sobre a história do
Brasil em diversas temporalidades (Colônia, Império & República), bem como em diversos
recortes geográficos (Brasil, Nordeste & Alagoas). Sugere-se, ainda a verticalização

temática para as áreas política (Movimentos Sociais; Sindicalismo; Política Partidária;
Reforma Agrária; Escravidão e racismo; Sociedades Indígenas; Estado e Nação; Cidadania
e Direitos;Instituições Políticas e Poderes Públicos;História intelectual e Cultura Política;
Educação e poder; Imprensa e a prática política; Saber, ciência e o poder); econômica
(Política de Industrialização; Economia Colonial; Política Neoliberal; Indústria cafeeira;
Planos Econômicos; Casa Grande & Senzala: o mundo açucareiro; História agrária:
estruturas fundiárias e o uso da terra;História urbana, comércio e indústria; Economia agroexportadora; Empresas e o empresariado; Capital financeiro no Brasil; Mundialização e
Globalização) e cultural (Literatura; Cinema; Arte; Música; Religiosidade e Inquisição;
Folclore; Renascimento, Barroco, Racionalismo e Ilustração; Cultura Erudita e Cultura
Popular; História da Leitura; Intelectuais: obra e trajetória; Família, Gênero e Sexualidade;
Manifestações culturais; Identidades étnicas e gêneros; Religiosidade e História das
Religiões no Brasil).
Bibliografia Básica
COSTA, Emília Viotti da. Da Monarquia a República: Momentos Decisivos. São Paulo:
Brasiliense, 1997
HOLANDA, Sérgio Buarque de (Dir.) História Geral da Civilização Brasileira. São Paulo:
Bertrand Brasil, 1993.
MATTOSO, Kátia. Ser Escravo no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1982.
MOTA, Carlos Guilherme (Org.) Brasil em Perspectiva. São Paulo: Difel, 1980.
PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Brasiliense,
1981.
Bibliografia Complementar:
ABREU, Marcelo de Paiva. A Ordem do Progresso. Rio de Janeiro: Campus, 1992.
ALENCASTRO, Luis Felipe de. O Trato dos Viventes. Formação do Brasil no AtlânticoSul. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
ALVES, Maria Helena Moreira. Estado e Oposição no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1984.
ANTUNES, Ricardo. Classe Operária, Sindicatos e Partido no Brasil. São Paulo: Cortez,
1988.
BEIGUELMAN, Paula. A Crise do Escravismo e a Grande Imigração. São Paulo:
Brasiliense, 1996.
BOXER, Charles R. A Idade do Ouro no Brasil. São Paulo: Companhia Editora Nacional,
1963.
CANO, Wilson. Raízes da Concentração Industrial em São Paulo. São Paulo: T.A.Q.,
1981.
CARONE, Edgard. A República Velha: Instituições e Classes Sociais. São Paulo: Difel,
1970.
CARVALHO, José Murilo de. A Formação das Almas. São Paulo: Cia das Letras, 1990.
________________________. Os Bestializados. São Paulo: Cia das Letras, 1987.
________________________. A Construção da Ordem: a elite política imperial/ Teatro
das Sombras: a política Imperial. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ/Relume Dumará, 1996.
CHALHOUB, Sidney. Cidade Febril. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.

DEAN, Warren. A Industrialização de São Paulo. São Paulo: Difel, 1984.
FACÓ, Rui. Cangaceiros e Fanáticos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1977.
FARIA, Sheila de Castro. A Colônia em Movimento. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,
1998.
FAUSTO, Boris. Trabalho Urbano e Conflito Social. São Paulo: Difel, 1977.
FERREIRA, Jorge & DELGADO, Lucilia de Almeida Neves Delgado (Orgs.) O Brasil
Republicano. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 4 Volumes, 2004.
FRAGOSO, João e FLORENTINO, Manolo. Arcaísmo como Projeto: Mercado Atlântico e
Sociedade Agrária no Rio de Janeiro (c. 1790-1840). Rio de Janeiro: Diadorim, 1993.
FRAGOSO, João, BICALHO, Maria Fernanda Baptista & GOUVÊA, Maria de Fátima
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FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. São Paulo: Editora Nacional, 1979.
FURTADO, Júnia (Org.) Diálogos Oceânicos. Minas Gerais e as Novas Abordagens para
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GORENDER, Jacob. O Escravismo Colonial. São Paulo: Ática, 1978.
HERMANN, Jacqueline. No Reino do Desejado. A Construção do Sebastianismo em
Portugal nos Séculos XVI-XVII. São Paulo: Companhia das Letras.
HOLANDA, Sérgio Buarque de (Dir.) História Geral da Civilização Brasileira. São Paulo:
Bertrand Brasil, 1993.
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NOVAIS, Fernando A. Portugal e Brasil na Crise do Antigo Sistema Colonial (17771808). São Paulo: Hucitec, 1995.
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RIDENTE, Marcelo. O Fantasma da Revolução Brasileira. São Paulo: Unesp, 1996.
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SARAIVA, Antonio José. Inquisição e Cristãos Novos. Porto: Editora Nova, 1969.
SCHWARCZ, Lilia Moritz. Pelas Barbas do Imperador. São Paulo: Companhia das Letras,
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SCHWARTZ, Stuart. Segredos Internos. Engenhos e Escravos na Sociedade Colonial. São
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SLENES, Robert. Na Senzala, uma Flor. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.
SOUZA, Laura de Mello e. História da Vida Privada no Brasil: Cotidiano e Vida Privada
na América Portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
_____________________. O Diabo e a Terra de Santa Cruz. São Paulo: Companhia das
Letras, 1986.
_____________________. Os Desclassificados do Ouro: a Pobreza Mineira do Século
XVIII. Rio de Janeiro: Graal, 1986.
SKIDMORE, Thomas. Brasil: de Getúlio a Castelo. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.
SOUZA, Maria do Carmo Campelo de. Estados e Partidos Políticas no Brasil (1930-1964).
São Paulo: Alfa-ômega, 1976.
STEPAN, Alfred (Org.) Democratizando o Brasil. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.
SUZIGAN, Wilson. Indústria Brasileira: origem de desenvolvimento. São Paulo:
Brasiliense, 1986.
VAINFAS, Ronaldo. A Heresia dos Índios. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 1995.
________________. Trópico dos Pecados: Moral, Sexualidade e Inquisição no Brasil. Rio
de Janeiro: Campus, 1989.
________________(Dir.). Dicionário do Brasil Imperial: 1822-1889. Rio de Janeiro:
Objetiva, 2002.
VELOSO, Mônica P., OLIVEIRA, Lúcia & GOMES, Ângela de Castro. O Estado Novo:
Ideologia e Poder. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1982.
WEHLING, Arno e WEHLING, Maria J. C. Formação do Brasil Colonial. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira, 1994.
ZATZ, Inês Gonzaga. O Governo, o Povo, a Nação. Brasília: UnB, 1983.

Tópicos Especiais em História Antiga – 30h
Ementa: Apresentar os principais temas e os elementos de análise da História do
cristianismo antigo na sua relação com o mundo mediterrâneo. Enfatizando aspectos
sociais, políticos e culturais que vão desde ambiente judaico do século I d. C. que deu
origem a figura de Jesus até o século IV com a transformação do cristianismo em religião
Oficial do Império Romano.

Bibliografia Básica:
CARDOSO, Ciro Flamarion S. Sete olhares sobre a Antiguidade. Brasília: UNB, 1994.
FINLEY, Moses I. A política no mundo antigo. RJ: Zahar, 1983.
HORSLEY, R. A. Bandidos, profetas e messias. Movimentos populares no tempo de Jesus.
São Paulo: Paulus, 1995
FLORENZANO, Maria Beatriz B. O mundo Antigo: economia e sociedade. São Paulo:
Brasiliense, 2004
PINSKY, Jaime. 100 textos de história antiga. São Paulo: Contexto, 1998
Bibliografia Complementar:
GUARINELLO, N. L. Imperialismo greco-romano. São Paulo: Ática, 1987.
HORSLEY, R. A. Arqueologia, história e sociedade na Galiléia - o contexto social de
Jesus e dos rabis, São Paulo, Paulus, 2000.
GOODMAN, Martin. Rome e Jerusalem. The Clash of Ancient Civilizations. Londres:
Pinguin Books Ltd, 2008.
MOMIGLIANO, Arnaldo. Os limites da Helenização: a integração cultural das
civilizações gregas, romana, céltica, judaica e persa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor,
1991.
STAMBAUCH, John E. e BALCH, David L. O novo testamento em seu contexto social.
São Paulo: Paulus, 1996.
VEYNE, Paul. Quando o nosso mundo se tornou cristão. Lisboa: Texto & Grafia, 2007.
VEYNE, Paul. O Império Grego-Romano. Rio de Janeiro: Campus, 2009.
ALFÖLDY, G. A história social de Roma. Lisboa: Editorial Presença. 1989.
CARDOSO, Ciro Flamarion S. A Cidade-Estado antiga. São Paulo: Ática, 1985.
FINLEY, Moses I. História Antiga: Testemunhos e modelos. São Paulo: Martins Fontes,
1994.
FINLEY, Moses I. Usos e abusos da história. São Paulo: Martins Fontes, 1994.
GRIMAL, Pierre. Dicionário de mitologia. Grega e romana. Rio de Janeiro: Difel, 1987.
GRIMAL, Pierre. O Império Romano. Lisboa: Edições 70, 1993.
FUNARI, Pedro Paulo. Antiguidade Clássica. A história e a cultura a partir de
documentos. Campinas: Unicamp, 2003.
Fontes:
A Bíblia de Jerusalém, São Paulo, Paulinas, 1986.
JOSEFO, Flávio. Seleção de Flávio Josefo: Autobiografia; resposta a Ápio; Antiguidade
Judaicas; Guerras Judaicas. São Paulo: Edameris, 1974.
PROENÇA, Eduardo de. Apócrifos e Pseudo-epígrafos da Bíblia. São Paulo: Fonte
Editorial, 2005.

Tópicos Especiais em História Medieval – 30h
Ementa: Estudar as relações política, social, econômica e cultural que durante a idade
média foram, a partir de conflitos e adaptações, constituindo a estrutura da Igreja Católica

Romana. As temáticas abordadas perpassam a formação da hierarquia eclesiástica na Alta
Idade Média; o monasticismo alto medieval; Conflitos entre Igreja Romana e Igreja
Ortodoxa bizantina; Relação entre Igreja e Império Carolíngio; Reforma e sacralização da
Igreja nos séculos XI e XII; O cristianismo do século XII: as ordens mendicantes e o
mundo urbano; relação entre cristãos e muçulmanos; limites e contestação do cristianismo;
A relação entre Estado e Igreja no final da Idade Média; a reforma protestante.
Bibliografia Básica:
BANNIARD, Michel. A Alta Idade Média Ocidental. Publicações Europa-América, 1983.
ELIADE, Mircea. Mito e realidade. São Paulo: Perspectiva, 1998.
CAVALLO, Guglielmo e CHARTIER, Roger (org.). História da leitura no mundo
ocidental. V.1. São Paulo: Atica, 2002, pp. 71-102
FRANCO JUNIOR, Hilário. A Idade Média. Nascimento do Ocidente. São Paulo:
Brasiliense, 2001.
ARIÈS, Philipe. e DUBY , George. (org.). História da vida privada. São Paulo: Companhia
das Letras, 1997, pp. 399-530.
Bibliografia Complementar:
ANDRADE, Maria Lúcia da Cunha Victorio Oliveira. História e Lingüística. Oralidade e
Escrita no Discurso Religioso Medieval. ANDRADE FILHO. R. O. (org.) Relações de
poder, educação e cultura na Antigüidade e Idade Média. Santana de Parnaíba: Editora
Solis, 2005, pp. 47-56.
BANNIARD, Michel. A Alta Idade Média Ocidental. Publicações Europa-América, 1983.
BARB, A. A. La supervivencia de las artes mágicas. In: MOMIGLIANO, Arnaldo (org.).
El conflicto entre el paganismo y el cristianismo en el siglo IV. Madrid, 1989, pp. 117-143.
BASTOS, Mário Jorge da Motta. Cultura clerical e tradições folclóricas. Estratégias de
evangelização e hegemonia na Alta Idade Média. In: Signum. Revista da Abrem. nº , 2003,
pp.15-46.
BASCHET, Jérôme. A civilização feudal. Do ano mil à colonização da América. São
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______. Inventivité et sérialité dês images médiévales. In: Annales HSS. Janeiro-fevereiro,
1996, n° 1, pp 93-133,
______. I mondi del Medievo: i luoghi dell’aldilà. In: CASIERNOVO, Enrico, SERGI,
Giuseppe (orgs.). Arti e storia nel Medievo. Vol 1º, tempi-spazi, istituzioni. Torino:
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Dicionário do Ocidente medieval. v. I. Bauru: Edusc, 2002.
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Jean-Claude. Dicionário temático do Ocidente medieval. Bauru: EDUSC, 2002, v. 1, pp.
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VAUCHEZ, André. Espiritualidade na Idade Média Ocidental: século VIII a XIII. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar, 1995.

Tópicos Especiais em Patrimônio Histórico-Cultural – 30h
Ementa: Memória e patrimônio: a construção dos legados na História. Histórico, conceitos
e concepções de patrimônio. Patrimônios e identidades: formação de sistemas simbólicos e
representações. Patrimônio histórico-cultural do Brasil: problemas e perspectivas.

Histórico das políticas patrimoniais no Brasil. Patrimônios e representações: experiências
dentro e fora das esferas do Estado. Educação patrimonial: práticas e experiências.
Bibliografia:
CAMPOS, Célia. Uma visualidade: Trajetória e crítica na Pintura alagoana.(1882/1992).
São Paulo, ed. Escrituras. 2000.
CAMARGO, Haroldo Leitão. Patrimônio histórico e cultural. São Paulo: Aleph, 2002. –
Coleção ABC do Turismo)
CHOAY, Françoise. Alegoria do Patrimônio. São Paulo, UNESP, 2001.
FUNARI, Pedro Paulo e PINSKY, Jaime (Orgs). Turismo e Patrimônio Cultural. São Pauo
ed. Contexto. 2003.
GONÇALVES, José Reginaldo Santos. A retórica da perda. Os discurso do patrimônio
cultural no Brasil. Rio de Janeiro: UFRJ, 1996.
MOREL, J. O patrimônio da humanidade. In: YAZIGI, E. et al. Turismo: espaço, paisagem
e cultura. São Paulo: Hucitec, 1996.
MURTA, Stela Mores e ALBANO, Celina (Orgs). Interpretar o Patrimônio: Um exercício
do Olhar. Belo Horizonte, UFMG, ed. Território Brasilis. 2002.
RODRIGUES, Linda Maria. Patrimônio Cultural: cidade, cultura e turismo. In: Patrimônio
Cultural o contexto da cidade e as "novas" condições de existência. -UFRJ, 2005.

Ordenamento Curricular
CURSO
HABILITAÇÃO
TURNOS
ANO DO PROJETO PEDAGÓGICO
MODALIDADE

HISTÓRIA
*****
VESPERTINO
2011
BACHARELADO

1º Semestre

Carga Horária
Disciplina
Semanal Teórica Prática
Projeto Integrador 1: Fontes Manuscritas
2
10
20
Paleografia
2
15
15
Teoria do Conhecimento
2
20
10
Organização do Trabalho Acadêmico
4
40
20
Introdução aos Estudos Históricos
4
40
20
Profissão Docente
4
40
20
CARGA HORÁRIA TOTAL DO SEMESTRE

Total
30
30
30
60
60
60
270

2º Semestre

Carga Horária
Disciplina
Semanal Teórica Prática
Projeto Integrador 2: Fontes Iconográficas
2
10
20
História Antiga
4
40
20
Antropologia Cultural
2
20
10
Teoria Sociológica
2
20
10
Historiografia Geral
4
40
20
Política e organização da Educação
4
40
20
ELETIVA
4
40
20
CARGA HORÁRIA TOTAL DO SEMESTRE

Total
30
60
30
30
60
60
60
330

3º Semestre

Carga Horária
Disciplina
Semanal Teórica Prática
Projeto Integrador 3: Fontes Impressas
2
10
20
História Medieval
4
40
20
História do Brasil 1
4
40
20
História da América 1
3
30
15
Historiografia Brasileira
4
40
20
Desenvolvimento e Aprendizagem
4
40
20
ELETIVA
2
20
10
CARGA HORÁRIA TOTAL DO SEMESTRE

Total
30
60
60
45
60
60
30
345

4º Semestre

Carga Horária
Disciplina
Semanal Teórica Prática
Projeto Integrador 4: Fontes Fotográficas
2
10
20
História Moderna
4
40
20
História do Brasil 2
4
40
20
História da América 2
3
30
15
Teoria da História
4
40
20
Planejamento e Currículo
4
40
20
CARGA HORÁRIA TOTAL DO SEMESTRE

Total
30
60
60
45
60
60
315

5º Semestre

Carga Horária
Disciplina
Semanal Teórica Prática
Projeto Integrador 5: Fontes Orais
2
10
20
História Contemporânea 1
4
40
20
História do Brasil 3
4
40
20
História Indígena
3
30
15
Métodos da História
4
40
20
Projeto Pedagógico
4
40
20
Estágio Supervisionado I
100
ELETIVA
4
40
20
CARGA HORÁRIA TOTAL DO SEMESTRE

Total
30
60
60
45
60
60
100
60
475

6º Semestre

Carga Horária
Disciplina
Semanal Teórica Prática
Projeto Integrador 6: Fontes Áudio-Visuais
2
10
20
História Contemporânea 2
4
40
20
História do Brasil 4
4
40
20
História de Alagoas 1
3
30
15
Técnicas de Pesquisa
3
30
15
Pesquisa Educacional
4
40
20
Estágio Supervisionado II
100
CARGA HORÁRIA TOTAL DO SEMESTRE

Total
30
60
60
45
45
60
100
400

7º Semestre

Disciplina
Projeto Integrador 7: Fontes Digitais
História da África 1
Arquivos e Museus
História de Alagoas 2
Estágio Supervisionado III
Libras
ELETIVA

Carga Horária
Semanal Teórica Prática
2
10
20
3
30
15
5
20
55
3
30
15
100
4
40
20
4
40
20

Total
30
45
75
45
100
60
60

CARGA HORÁRIA TOTAL DO SEMESTRE

415

Carga Horária
Disciplina
Semanal Teórica Prática
Seminário de Trabalho Acadêmico
2
10
20
História da África 2
3
30
15
História de Alagoas 3
3
30
15
ELETIVA
4
40
20
Estágio Supervisionado I
100
CARGA HORÁRIA TOTAL DO SEMESTRE

Total
30
45
45
60
100
280

Carga Horária Total das Disciplinas
Atividades acadêmicas, científicas e culturais (parte flexível)
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
Carga Horária de Integralização do Curso

2.830h
200h
120h
3150h

8º Semestre

Estágio Supervisionado
No processo de formação do profissional da docência – o professor – é inconteste a
importância da observação de em quais situações de percepção e atuação ele está sendo
inserido. É interessante observar que ele aprende a profissão dentro de um local semelhante
ao que a irá exercer, só que em posição invertida.
São diversos os fatores que contribuem e influenciam a preparação de um professor,
a contar desde sua experiência como aluno, antes mesmo do ingresso no curso de formação
à docência, até o caminho que segue durante este. Daí o valor de ser analisado tudo o que é
feito em sua formação, compondo um leque coerente com o que se deseja daquele
indivíduo como profissional.
Diante disso, faz-se necessário que durante sua preparação o futuro professor, atual
aluno, possa vivenciar experiências, ter contato com situações que logo em breve ele terá
que enfrentar como profissional: observando práticas, métodos ou composições.
Proporcionado esse esteio, quando chegado o momento de exercer sua docência não se
sentirá um desconhecido na própria área, sentimento que poderá trazer consequências
negativas; sentir-se-á seguro, entendedor de sua situação e apto a executar seu mister,
encontrando e providenciando as soluções que lhes são demandadas.
O Parecer 009/2001 CNE/CP é claro em a exposição de suas exigências com as quais
a articulação deste Projeto Pedagógico de Licenciatura Plena em História está em plena
concordância, por exemplo, quanto ao conhecimento oriundo da experiência, ou seja,
aquele que foi formado “na” e “pela” experiência escolar. Não se pode comparar o
aprendizado fruto de uma atuação prática, dentro do meio profissional, percebendo e
vivendo suas realidades, com aquele aprendizado advindo do ouvir, saber “sobre” tal
prática. No entanto, faz-se necessária a atuação paralela do âmbito teórico como forma de
enriquecer o resultado da atividade prática/experiencial, pois com uma reflexão embasada
do que está sendo feito, será possível observar a experiência, destacar suas nuances,
interpretá-la e/ou compreendê-la.
Com base na Resolução 13/2002 CNE/CES, o estágio supervisionado, em sua
configuração, é fruto de ação conjunta entre a Universidade Federal de Alagoas – UFAL e
as escolas do sistema de educação básica, com o escopo de propiciar aos alunos do Curso

de História o contato com o contexto de sua futura profissão, com o acompanhamento do
professor da disciplina da escola de formação, bem como com o apoio da escola/campo de
estágio que está frequentando.
Para a execução da Disciplina Estágio Supervisionado, deve-se considerar o seguinte
processo:
a) inicialmente, haverá a partição da turma de alunos do Curso de História em grupos
de trabalho;
b) os grupos de trabalho serão postos em escolas do sistema de educação básica,
sendo desde já determinado em que série e turma irão atuar;
c) tendo o acompanhamento constante do professor da escola de formação, os grupos
terão a experiência de assistir a aulas proferidas pelo professor local, sendo ainda
preparadas aulas a serem ministradas pelos próprios alunos estagiários;
d) serão criadas oportunidades para que o aluno de História conviva com o cotidiano
da escola, em contato com o corpo administrativo, docente e discente;
e) simultaneamente, em salas de aula da Ufal, serão sistematizadas as vivências nas
escolas, mediante debates, leitura de textos que venham esclarecer a experiência,
identificando sua razão de ser com vistas à definição e planejamento das atuações
seguintes junto à escola.
Quanto à carga horária do Estágio Supervisionado, com fulcro na Lei no 6.494 de 07
de dezembro de 1977, na Resolução 2/2002 CNE/CP em seu Art. 1o, Inciso II e Parágrafo
Único, e na Resolução no 32/2005 CEPE/UFAL, o Estágio Supervisionado:
a) contará com 400 (quatrocentas) horas a partir do início da segunda metade do
curso;
b) permitirá aos alunos que exerçam atividade docente regular na educação básica a
redução de carga horária desse estágio supervisionado, até o máximo de 200 (duzentas)
horas;
c)

observando a carga horária exigida, bem como a distribuição desse estágio

durante os semestres do curso, terá início no 5o (quinto) semestre, estendendo-se pelos
seguintes.

Trabalho de Conclusão do Curso, TCC
De interesse para uma melhor formação do conhecimento é o incentivo à pesquisa
pois, como já dissemos, é por meio de pesquisa que são elaboradas as novas teorias.
Incentivar a pesquisa organizada é trabalhar em favor do saber, da reflexão, do pensar
sobre o que está sendo feito. Eis o lugar em que dentro do Projeto Pedagógico do Curso de
Bacharelado em História situa-se o Trabalho de Conclusão de Curso – TCC.
Nesse sentido, é primordial que seja dado lugar ao processo de investigação, pois
este aumenta o leque de conhecimentos do aluno, fornecendo-lhe acesso aos instrumentos
desse objeto. Possibilitar a vivência da pesquisa a quem está em formação e lhe mostrar os
caminhos de produção e de divulgação do saber, é apresentar-lhe a luz do processo que
concede os resultados e o fazer ver a relatividade das certezas.
Para poder conduzir bem esse processo mutável e fomentador de adequação, faz-se
necessário que o docente possua uma base de conhecimentos que o possibilite desenvolver
as modificações demandadas. Para que consiga melhor pôr em prática essas articulações, é
imperioso que o professor tenha domínio do processo por que passa a produção de
conhecimentos, pois, sabendo em que realidades são desenvolvidos e quais os métodos
adotados, maior autonomia ele terá, um melhor domínio das ideias, não sendo apenas um
repetidor de informações.
Assim, esta etapa da formação do oficio do historiador tem como parâmetro:
a) que a formação de profissionais observa princípios norteadores para o exercício
específico de seu campo de atuação; dentre eles, ter a pesquisa como norteadora do
processo de construção do conhecimento, uma vez que a compreensão do mundo requer
tanto dispor de conhecimentos e competência para utilizá-los em direção à ação histórica,
como compreender o processo de construção do conhecimento;
b) dentro do currículo, além da exigência do ensino presencial, serão ofertadas atividades
de natureza científico-cultural-acadêmica, integrando e aprimorando o processo de
formação do historiador: seminários, apresentações, exposições, participação em eventos

científicos, estudo de casos, visitas, atuações de natureza científica, técnica, cultural e
comunitária como formas de integração do aluno ao processo formativo;

c) o Trabalho de Conclusão de Curso – TCC assume a seguinte conformação:
* O TCC não se constitui como disciplina, não tendo, portanto, carga horária fixa semanal;
sua carga horária total, porém, será de 120 (cento e vinte) horas, computadas com vistas à
integralização da carga horária do Curso;
* A matrícula no TCC dar-se-á automaticamente, a partir do sétimo período, sendo este
período tido como o início de sua elaboração, não tendo número limitado de vagas, nem
sendo necessária a realização de matrícula específica no Sistema Acadêmico;
* O TCC deverá ser elaborado em caráter individual, podendo ser estimulado o trabalho
colaborativo, na medida da aproximação entre os temas de pesquisa;
* O processo de orientação do TCC deve ser feito por professores do curso de História e,
de acordo com as especificidades de cada pesquisa, professores dos demais cursos e
Unidades Acadêmicas desta Universidade poderão ser eventualmente convidados para
atuar como co-orientadores;
* A elaboração e julgamento de cada TCC seguirá a regulamentação aprovada pelo
colegiado do curso em novembro de 2010, que ora se anexa a este projeto político
pedagógico.
* Caso o aluno não consiga entregar o TCC até o final do semestre letivo em que cumprir
todas as outras exigências da matriz curricular, deverá realizar matrícula-vínculo no início
de cada semestre letivo subsequente, até a entrega do TCC ou, se for o caso, quando atingir
o prazo máximo para a integralização da grade curricular; caso contrário, sofrerá a pena de
desligamento do curso.

Atividades Complementares

O Curso de Bacharelado em História prevê um total de 200 h/aula em atividades
complementares, distribuídas entre os 8 semestres letivos. Estas atividades podem ser
realizadas em forma de participação em seminários, congressos, encontros e cursos de
extensão, palestras, visitas a instituições de pesquisa e arquivos com apresentação de
relatórios etc.
Poderão ainda ser consideradas como atividades acadêmicas complementares as
aulas práticas realizadas fora do ambiente das salas de aula da Universidade, quer sejam
uma complementação dos conteúdos ministrados ou, dependendo da natureza de cada
disciplina, um conteúdo totalmente novo, ministrados em um ambiente propício para o
aproveitamento pleno de tal evento, como por exemplo, Museus, Arquivos, Bibliotecas,
Institutos de Pesquisa, Galerias de Arte etc., desde que exista um plano de trabalho a ser
executado pelo professor e que seja exigida a frequência dos alunos em tal evento. As
viagens de estudo a municípios ou cidades históricas, alagoanas ou de qualquer outra
região do Brasil, também farão parte das Atividades Complementares, desde que
comprovada a sua importância para a qualificação ou aperfeiçoamento dos conteúdos
ministrados, e que esse trabalho seja coordenado por professores, de forma inter ou
multidisciplinar, homologado pelo Colegiado ou pela Coordenação.

Avaliação
O sistema de avaliação do Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em História
será realizado em três dimensões: (a) avaliação do corpo discente; (b) do corpo docente e
(c) do próprio Projeto Pedagógico do Curso.
a) O sistema de avaliação do corpo discente observará o disposto na Resolução n° 25/2005
CEPE, de 26 de outubro de 2005, Arts 11 a 18.
b) O sistema de avaliação do corpo docente, identificando uma certa combinação entre
teoria da História e teoria da Educação utilizadas no processo ensino-aprendizagem pelo
profissional em Ciência da História e assumindo o fato de que
O essencial da crítica é direcionado a um ensino que os autores, de modo
geral, denominam “tradicional–positivista” por se tratar de um modelo que:
concebe a história como ciência especializada no estudo do passado; trabalha
com uma noção de tempo histórico evolucionista, linear, homogêneo, episódico
e determinista, rumo ao progresso inevitável; propõe a construção do Estadonação e da identidade nacional através de uma memória unívoca e do legado
de um passado visto na sua homogeneidade, sem diferenças étnicas,
contradições ou conflitos sociais; acredita na neutralidade científica e oferece
um conhecimento histórico pronto, sem compromisso com a vivência dos
alunos; apresenta os conteúdos fragmentados em fatos, idealizados pelas
biografias de homens ilustres, cujos modelo e viés são ocidentais e,
principalmente, eurocêntricos; privilegia a transmissão-assimilação dos
conteúdos na sua factualidade, não oportunizando que o aluno construa
referenciais para pensar o processo histórico e perceber-se como sujeito da
história. (CAIMI, 2001, p. 180)

concretizar-se-á mediante a elaboração de determinados instrumentos de avaliação
(questionários, censo estatístico de autores e bibliografias empregados, produção científica,
análise do uso de métodos didático-pedagógicos etc.) que permitam observar e constatar
uma atitude diversa da anteriormente criticada. Por exemplo, valorizando do
desenvolvimento do ensino-aprendizagem os homens como sujeitos da História;
entendendo a História como um processo global múltiplo, cheio de contradições e
conflitos; trabalhando com a categoria de “multiplicidade do tempo histórico”; enfatizando
o caráter científico da História, seu sentido instrumental para a compreensão e
interpretação da realidade e caracterizando a História-problema, quer dizer, a História que

seja significativa para os alunos na sua experiência atual; uma vez que “pensar
historicamente significa recuperar as relações que se estabeleceram entre os grupos
humanos no desenvolvimento de suas atividades, nos diferentes tempos e espaços,
percebendo permanências, mudanças, semelhanças, diferenças e simultaneidades”
(CAIMI, 2001, p. 182-3)
c) O sistema de avaliação do Projeto Pedagógico do Curso contextualizado no espírito da
instituída “Década da Educação” (LDBEN, Título IX, Art. 87) e “em sintonia com a
Declaração Mundial sobre a Educação para Todos” (§ 1º), institucionalmente, e uma vez
que, de modo geral, a “duração exigida como completa, jamais situa a conclusão da
maioria dos cursos de graduação de ensino superior abaixo de 3 anos e o número de 4 anos
tem sido uma constante para a delimitação dos cursos de graduação no Brasil” (Parecer n°
28/2001 CNE/CP), deverá acontecer em um prazo cronológico frequente de 3 ou 4 anos,
enfatizando, entre outras coisas, a organização didático-pedagógica (administração
acadêmica, projeto do curso, atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação), o
corpo docente (formação profissional, condições de trabalho, atuação e desempenho
acadêmico e profissional) e infra-estrutura (instalações gerais, biblioteca, instalações e
laboratórios específicos), sem esquecer que, nesta nova concepção de Universidade e de
Unidade Acadêmica onde o Curso de Bacharelado em História acontece, “O único juiz
legítimo desta consecução é a gente do povo, não os estudantes nem os professores, mas a
própria população cujas necessidades e carências se procura suprir” (RIBEIRO, 1991, p.
268). Cabe ao Colegiado do Curso a sistematização deste processo de avaliação, e ao
Coordenador de Curso, ou a Grupo de Trabalho nomeado pelo Colegiado para este fim, sua
execução.
O roteiro proposto pelo INEP/MEC para a avaliação das condições de ensino
também servirá de instrumento para a avaliação, sendo o mesmo constituído pelos
seguintes tópicos:
1. Organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto do curso, atividades
acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;
2. Corpo docente: formação profissional, condições de trabalho; atuação e desempenho
acadêmico e profissional;

3. Infra-estrutura: instalações gerais, biblioteca, instalações e laboratórios específicos.
4.

Referências Bibliográficas
BLOCH, Marc. Apologia da História, ou O Ofício do historiador. São Paulo: Zahar, 2001.
CAIMI, Flávia Eloísa. Conversas e Controvérsias: o ensino de História no Brasil (19801998). Passo Fundo: Universidade de Passo Fundo, 2001.
CHAUÍ, Marilena. Escritos sobre a Universidade. São Paulo: UNESP, 2001.
COLLINGWOOD, R.G. Idea de la Historia. México: Fondo de Cultura Económica, 1993.
DOSSE, François. A História em migalhas: dos Annales à Nova História. São Paulo:
EdUNICAMP, 1994.
DUBY, Georges. A História continua. Rio de Janeiro: Zahar, 1993.
FONSECA, Thais Nivia de Lima e. História & Ensino de História. Belo Horizonte:
Autêntica, 2003.
HOBSBAWM, Eric. Sobre História. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
LE GOFF, Jacques e NORA, Pierre (org.). História: novas abordagens. Rio de Janeiro:
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________História: novos objetos. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1976.
________História: novos problemas. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1979.
GINZBURG, Carlo. Mitos, emblemas, sinais. Morfologia e história. Trad. Federico
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PEREYRA, Carlos. “Historia, ¿para qué?”. In: BONFIL BATALLA, Guillermo, et alli.
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RIBEIRO, Darcy. A Universidade Necessária. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991.
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SANTOS, Boaventura de Souza. Um Discurso sobre as Ciências. Porto: Afrontamento,
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VEIGA, I.P.A. “Projeto Político-Pedagógico: continuidade ou transgressão para acertar?”.
CASTANHO, S, e CASTANHO, M.E.L.M. (Org.). O que há de novo na Educação
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VEYNE, Paul. O inventário das diferenças. Lisboa: Gradiva, 1989.

ANEXOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - UFAL
Centro de Ciências Humanas, Comunicação e Artes
Licenciatura e Bacharelado em História
Resolução para Trabalho de Conclusão de Curso
REGULAMENTA NORMAS PARA A
ELABORAÇÃO DO TCC (TRABALHO
DE CONCLUSÃO DE CURSO) DO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM
HISTÓRIA DA UFAL.
O COLEGIADO DO CURSO DE HISTÓRIA da Universidade Federal de
Alagoas – no uso das atribuições legais que lhe são conferidas pelo ESTATUTO e
REGIMENTO GERAL da UFAL de acordo com a deliberação tomada, por ampla maioria,
na sessão ocorrida em 05 de novembro de 2010;
CONSIDERANDO que o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é um requisito
indispensável para a colação de grau do Curso de História e obtenção do diploma de
Licenciado e/ou Bacharel na UFAL, tendo como finalidade aproximar o aluno da pesquisa,
suas concepções e condições de produção, além de permitir o conhecimento e a reflexão
sobre o processo de produção na historiografia;

RESOLVE:
Art. 1º - Regulamentar as normas para a elaboração e produção do Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) do Curso de História da Universidade Federal de Alagoas,
conforme esteja definido nesta Resolução.
Art. 2º - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) deverá adquirir ao longo do
curso o formato de Projeto de Pesquisa que deverá obedecer às regras de produção do
trabalho científico e ser apresentado à Coordenação de TCC do Curso de História em
forma de monografia, ou artigo para publicação, durante o último ano do curso,
correspondente aos sétimos e oitavos períodos letivos, conforme as normas aprovadas pelo
Colegiado do respectivo Curso de Graduação.
§ 1° - Caberá aos TCCs as seguintes regras BÁSICAS de elaboração:
- O Trabalho deverá estar inserido nas normas da ABNT atualizadas;
- O Trabalho constará em sua estrutura metodológica início, desenvolvimento e
conclusão das ideias, fazendo referência às hipóteses ou ao problema a ser discutido
pela monografia;
- O Trabalho deverá conter suas Referências Bibliográficas, com indicação de Fontes
Primárias e Secundárias, se assim houver;

- O Trabalho deverá realizar a discussão do problema apresentado;
- A Ata de Defesa deverá estar agregada à monografia, constando entre as primeiras
páginas.

Art. 3° - A elaboração do trabalho deverá ser feita individualmente.
Art. 4° - O tema da pesquisa será definido pelo orientando, preferencialmente, em
conformidade com as linhas de pesquisa do orientador e do Curso de História.
Art. 5° - Não mais serão aceitos como TCC as revisões da historiografia sem uma
referência analítica e crítica das produções atuais, e/ou relatos de caso sem fundamentação
documental, porque estas formas de trabalho são compreendidas como modelos que
antecedem ao desenvolvimento de pesquisa, elaborada de acordo com o método científico
e com o Projeto Político-Pedagógico do Curso.
Art. 6° - O orientador deverá fazer parte obrigatoriamente do quadro de docentes
do Curso de História ou de outros Cursos da UFAL, se o colegiado ou o coordenador do
curso permitir.
§ 1° - Caso não haja possibilidade de orientação por docente do curso, o aluno
deverá procurar a Coordenação do TCC, que indicará possíveis orientadores entre os
docentes do quadro do ICHCA, sendo exigido a titulação de Mestre ou Doutor para exercer
o papel de orientador.
§ 2° - Caso o docente não seja Mestre ou Doutor só poderá ser co-orientador.
§ 3° - Docente de outra instituição poderá ser co-orientador de Trabalho de
Conclusão de Curso de aluno da UFAL, sendo necessário enviar o seu currículo à
Coordenação do TCC, que o avaliará e autorizará (ou não) o pleiteante a ser co-orientador
e, neste caso, o projeto de pesquisa deverá ser apresentado junto ao currículo.
Art. 7° - A Coordenação do TCC, eleita pelo Colegiado do Curso a cada 12 meses,
acompanhará os trabalhos, organizando seminários de apoio, com a presença obrigatória
do orientador e mais docentes, em datas previamente definidas.
§ 1° - Caberá ao coordenador do TCC somente a obrigatoriedade de auxiliar e
observar os trabalhos de monografia, promover o bom andamento do TCC quer seja por
parte do orientando, quer seja por parte do orientador. Também caberá a este coordenador
informar e deixar disponíveis aos alunos as normas da ABNT, as regras de produção
monográficas do Curso, o modelo de Ata, as datas anuais para a produção do TCC e um
cronograma de atividades (seminários, palestras, etc.) para auxiliar as necessidades do
bom desempenho das monografias.
Art. 8º - Ao discente que não for aprovado, no prazo determinado, não será
permitida a colação de grau na data prevista pelo Departamento de Registro e Cadastro
Acadêmico (DRCA) e Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD).
Parágrafo Único - A colação de grau somente será permitida, em data posterior,
após a apresentação final do TCC.

Art. 9º - Cada docente poderá orientar, no máximo, 8 (oito) trabalhos.
Art. 10 - Serão aceitos como TCC projetos de pesquisa de iniciação científica,
vinculados às agências de fomento tais como CNPQ e FAPEAL, concluídos em outras
etapas do curso, desde que encaminhados para publicação ou publicados durante o sétimo
ou oitavo período.
§ 1° - No caso de projetos de pesquisa não vinculados às agências de fomento,
somente serão aceitos se encaminhados para publicação ou publicados durante o último
período do curso.
§ 2° - A comprovação da publicação, ou o seu aceite em revista indexada, garantirá
a nota máxima (dez), sendo o aluno dispensado da avaliação por banca examinadora do
TCC.
§ 3° - A publicação em revista não indexada garantirá a aprovação, somente após a
apresentação oral dos resultados e avaliação do artigo por uma banca examinadora.
.
Art. 11 – Em caso de Banca Examinadora, esta será constituída pelo orientador e
02 (dois) docentes indicados pelo orientador, os quais serão informados à Coordenação do
TCC.
§ 1° - Caberá ao orientador optar pela apresentação dos TCCs de seus orientandos.
§ 2° - Excluindo-se a possibilidade da Apresentação de Banca do TCC, os trabalhos
serão avaliados por uma comissão formada como determina o caput deste artigo, cabendo a
nota ser divulgada em prazo estabelecido pelo Colegiado.
§ 3° - Os trabalhos reprovados serão novamente enviados para a correção de suas
indicativas sugeridas pela Banca, tendo o aluno tempo hábil para sua devida correção e
indicado novamente a um professor para sua segunda avaliação.
Art. 12 - O Discente será considerado aprovado (ou não), conforme nota conferida
pela banca examinadora, sendo atribuída nota de valor quantitativo, variando de 0 (zero) a
10 (dez), por cada examinador, onde a nota final resultará da média aritmética das 03 (três)
notas atribuídas.
§ 1° - Considera-se aprovado o TCC que obtiver nota maior ou igual a 7 (sete),
conforme dispõe o Regimento Geral da UFAL.
§ 2° - Discentes cujos TCCs não forem aprovados somente poderão colar o grau e
obter o diploma de licenciado ou Bacharel após reapresentarem a monografia ou artigo e
este ser aprovado, observando-se as disposições legais em vigor.
§ 3º - Casos de plágios serão motivos para reprovação, cabendo ao aluno refazer
seu TCC, se isto for acordado pela banca examinadora, e esta estipulará prazos para nova
apresentação.
Art. 13 – Caso o orientador considere importante, caberá ao discente apresentar
pôster ou fazer apresentação oral no Congresso Acadêmico da UFAL ou em outro evento
científico, correspondente ao TCC, sendo exposto em conjunto com os dos demais alunos,
cujo certificado da apresentação deverá ser entregue à Coordenação do TCC.
Art. 14 - A apresentação final deverá corresponder à forma de artigo científico,
conforme as normas da revista a ser escolhida para publicação pelo orientador.

Art. 15 – A Coordenação de TCC apresentará, ao Colegiado de Curso, o Trabalho
de Conclusão que tirou nota máxima e recebeu, por parte da banca avaliadora, indicação
para publicação no edital para publicação de TCCs, elaborado pela Pró-Reitoria Estudantil.
Art. 16 - Deverão ser entregues à Coordenação do TCC 02 (duas) cópias impressas
do trabalho, para envio à Biblioteca Central, e 01 (uma) cópia digitalizada em CD.
Art. 17 - Esta Resolução entrará em vigor nesta data, revogadas todas as
disposições em contrário.

Universidade Federal de Alagoas
Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes
Licenciatura & Bacharelado em História

Resolução para o Programa de

REGULAMENTA NORMAS PARA
AS ATIVIDADES DE MONITORIA
DO CURSO DE HISTÓRIA DA
UFAL
Os Colegiados dos cursos de História da Universidade Federal de Alagoas – no uso
de suas atribuições legais que são conferidas pelo ESTATUTO e REGIMENTO GERAL
de acordo com a deliberação tomada, por ampla maioria, na sessão ocorrida em 23 de maio
de 2011.
Considerando o programa de MONITORIA com parte integrante da formação
discente para aprimoramento das atividades de ensino, pesquisa e extensão;
RESOLVE:
I – Da Natureza do Programa
Art. 1º. O programa de monitoria desta I.E.S., conforme Resolução nº 55/2008CONSUNI/UFAL, de 10 de novembro de 2008, tem por objetivo:
§1º – Contribuir para a qualidade de formação dos estudantes através da mediação
dos monitores nos processos pedagógicos, criando condições para o aprofundamento
teórico e para o desenvolvimento de habilidades relacionadas à atividade docente.
§2º – Criar condições de aprofundamento de conteúdos teóricos e para o
desenvolvimento de habilidades relacionadas à atividade docente.
§3º – Contribuir para a melhoria do ensino de graduação, participando da
implementação de novas práticas e experiências pedagógicas.
Art. 2º. O programa de monitoria é efetivado sob duas modalidades: com bolsa e
sem bolsa.

II – Das Funções do Monitor
Art. 3º. Cabe ao monitor:
§1º – o auxílio em atividades como preparação de aulas e trabalhos teóricos ou
práticos, bem como o acompanhamento de pequenos grupos de trabalho;
§2º – a facilitação do relacionamento professor-aluno, acompanhando o
desenvolvimento de atividades, elucidando dúvidas dos alunos;
§3º – auxiliar o(s) professor(es) em tarefas didáticas, inclusive na preparação de
materiais de aulas e trabalhos;
§4º – conhecer a Resolução nº 55/2008- CONSUNI/UFAL, de 10 de novembro de
2008;
§5º – apresentar relatórios (parcial e final) das atividades de monitoria.

III – Das Funções do Professor-Orientador
Art. 4º. Cabe ao Professor-Orientador:
§1º – participar da elaboração do plano de monitoria do curso (definição das
atividades, cronograma e carga horária);
§2º – participar do processo de seleção dos monitores;
§3º – elaborar um roteiro de atividades;
§4º – orientar e assistir o monitor em suas atividades específicas, fornecendo-lhe
subsídios ao desenvolvimento das mesmas acompanhando o cumprimento dos seus deveres
de acordo com sua formação;
§5º – organizar, com o monitor, horário de trabalho que favoreça a prática da
monitoria, sem prejuízo da sua presença na sala de aula das disciplinas em que estiver
matriculado no semestre e em outras atividades necessárias à sua formação acadêmica;
§6º – controlar a freqüência do monitor nas atividades;
§7º – a estes objetivos somam-se os previstos na Resolução nº 55/2008CONSUNI/UFAL, de 10 de novembro de 2008;

§8º – se responsabilizar em disponibilizar ao monitor uma cópia da Resolução
supracitada.
IV- Da Coordenação de Monitoria
Art. 5º. O Coordenador de Monitoria será escolhido pelos colegiados do curso no
início de cada ano letivo, podendo se reconduzido na função por tempo indeterminado.
Art. 6º. Cabe ao coordenador de Monitoria:
§1º – Realizar a seleção dos professores candidatos a bolsa de monitoria.
§2º – Elaborar o edital de monitoria para discentes, afixando-os publicamente na
unidade acadêmica.
§3º – Montar, acompanhar e divulgar os resultados do processo de seleção de
monitoria para os discentes;
§4º – Disponibilizar informações sobre as atividades das monitorias quando for
solicitado pela coordenação, pela coordenação de monitoria da unidade acadêmica e pela
PROGAD.
§5º – Realizar o acompanhamento e avaliação da atividade de monitoria, reunindo os
relatórios de atividades e encaminhando ao setor responsável.
§6º – Cumprir os itens exigidos por esta resolução.

V – Das Áreas Temáticas
Art. 7º. O programa de monitoria do curso terá como base a divisão equitativa das
bolsas por áreas de concentração, respeitando a seguinte divisão:
Setor I – Teorias, Métodos e Técnicas da História;
Setor II – História do Brasil, História da América e História da África;
Setor III – História Geral (Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea);
Setor IV – História e Pesquisa Regional;
Art. 8º. As bolsas encaminhadas pela PROGAD serão dividas entre os setores
temáticos, respeitando um rodízio entre os cursos de história bacharelado e licenciatura.

Art. 9º. O coordenador de monitoria do ano letivo será contemplado com uma bolsa,
excluindo o setor temático no qual o mesmo está incluído nos critérios de escolha dos
professores para aquele ano.

VI – Do Processo Seletivo Docente nas Áreas Temáticas

Art. 10º. Caberá a(o) coordenador(a) de monitoria realizar a seleção dos docentes no
início de cada ano letivo dentro das áreas temáticas, aqueles que serão contemplados com
as bolsas ofertadas para o curso.
Art. 11º. O processo seletivo respeitará os prazos estabelecidos pela PROGRAD no
envio de informações;
Art. 12º. Estão aptos a concorrer à bolsa de monitoria os docentes que:
§1º – possuírem carga horária de ensino acima de 8 horas semanais;
§2º – terem entregado no semestre letivo de vigência da monitoria o Plano de
Atividades Acadêmicas;
§3º – terem cumprido os prazos de relatórios de monitoria nos anos anteriores.
Art. 13º. O processo seletivo se dará através de apresentação de propostas do
docente, contendo: a) formulário específico de monitoria oferecido pela Unidade
Acadêmica; b) Plano de Atividades Acadêmicas do ano anterior;
Art. 14º. No início do ano letivo, o(a) coordenador(a) de monitoria abrirá edital para
os docentes encaminharem propostas conforme o calendário institucional;
Art. 15º. De posse das propostas, a coordenação de monitoria obedecendo à
rotatividade das áreas temáticas do curso concederá, em comum acordo com os colegiados
do curso de história, os professores contemplados com as bolsas de monitoria para aquele
ano.
Art. 16º. Os itens 10º ao 15º não estão incluídos as propostas de monitoria SEM
BOLSA, que serão apenas avaliadas pelo coordenador e aprovadas em reunião de
colegiado a sua efetivação.

Art. 17º. Após 24h (vinte e quatro horas) da divulgação do resultado final, o docente
poderá recorrer da decisão através de encaminhamento de ofício a(a) coordenador(a) de
monitoria;
Art. 18º. Os presentes critérios serão reformulados e ajustados a cada 2 (dois) anos;
Art. 19º. Revogam-se as disposições em contrário.
Aprovado em 23 de maio de 2011
Colegiado do Curso de História (Bacharelado & Licenciatura)
ANEXO - DIVISÃO DOS PROFESSORES POR ÁREA
1 – Teoria, métodos e técnicas da História
Prof. Dr. Alberto Frederico Lins Caldas Filho
Profa. Dra. Arrisete Cleide Lemos Costa
Profa. Ms. Irinéia Maria Franco dos Santos
Prof. Ms. Osvaldo Batista Acioly Maciel
2 – História do Brasil, da América , Indígena e da África
Prof. Dr. Alberto Vivar Flores
Profa. Dra. Ana Mónica Henriques Lopes
Profa. Dra. Michelle Reis de Macedo
Prof. Dr. Antônio Filipe Pereira Caetano
Prof. Dr. José Alberto Saldanha de Oliveira
Prof. Dr. José Ferreira Azevedo
3 – História Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea
Profa. Dra. Ana Claudia Aymoré Martins
Profa. Dra. Célia Nonata da Silva
Prof. José Roberto Gomes da Silva
Profa. Dra. Raquel de Fátima Parmegiani
Profa. Dra. Ana Paula Palarmatchuk
4 – História e pesquisa regional
Prof. Aloísio Vilela de Vasconcelos
Prof. Bernardino Araújo Miranda
Profa. Ms. Clara Suassuna Fernandes
Prof. Esp. José Roberto Santos Lima
                
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