Agronomia Bacharelado 2010
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PROJETO PEDAGÓGICO
CURSO DE AGRONOMIA
CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
Rio Largo / Alagoas
2010
PROJETO PEDAGÓGICO
CURSO DE AGRONOMIA
CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
Projeto
Pedagógico
Revisado:
de
acordo com as Diretrizes Curriculares
Nacionais
Institucional.
Rio Largo /Alagoas
2010
e
Projeto
Pedagógico
REVISADO POR:
Colegiado do Curso
Titulares
Prof.ª Leila de Paula Rezende
Suplentes
Prof.ª Lígia Sampaio Reis.
Prof.ª Iraíldes Pereira Assunção
Prof. João Correia de Araújo Neto
Prof. Ivanildo Soares de Lima
Prof. Júlio Alves Cardoso Filho
Prof. Gaus Silvestre de Andrade Lima
Prof. Cícero Luiz Calazans de Lima
Discente Igor Tenório Marinho da Rocha
Rio Largo, 07 de maio de 2010.
SUMÁRIO
I. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO............................................................................................................................5
II. INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA......................................................................................................................7
III. PERFIL DO EGRESSO.................................................................................................................................... 18
IV. HABILIDADES/COMPETÊNCIA/ATITUDES..............................................................................................19
V. CONTEÚDO/MATRIZ CURRICULAR........................................................................................................... 22
VI. ORDENAMENTO CURRICULAR................................................................................................................. 29
VI.1- Ementas Disciplinas Obrigatorias..............................................................................................................33
VI.2 DISCIPLINAS ELETIVAS........................................................................................................................ 40
VII. BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR DAS DISCIPLINAS................................................. 44
VIII. ESTÁGIO SUPERVISIONADO................................................................................................................... 93
IX. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC........................................................................................ 95
ATIVIDADE DE EXTENSÃO.............................................................................................................................. 95
X. ATIVIDADES COMPLEMENTARES............................................................................................................. 97
XI.AVALIAÇÃO.................................................................................................................................................... 98
XI. 1. BIBLIOTECA............................................................................................................................................. 100
Infraestrutura : Indicadores........................................................................................................................... 100
Serviço de Atendimento pelo Funcionário : Indicadores.............................................................................. 101
Serviço de Atendimento “on line” : Indicadores.......................................................................................... 101
Serviço de Reprodução Cópias: Indicadores................................................................................................. 101
XI.2. LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA...................................................................................................... 101
XI.3. LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS............................................................................................................. 102
XII. CORPO DOCENTE ..................................................................................................................................... 103
XIII. REFÊRENCIAS........................................................................................................................................... 105
I. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
NOME DO CURSO:
Agronomia
TÍTULO OFERTADO:
Engenheiro Agrônomo
PORTARIA DE RECONHECIMENTO:
O Curso de Agronomia do Centro de Ciências Agrárias da Universidade
Federal de Alagoas foi criado em 01/11/1973, através da Resolução Nº.
13/1974 do Conselho Coordenador de Ensino e Pesquisa tendo início em
1974, reconhecido pelo MEC através do DOC. 83.563, de 28/06/1979 e
revalidado em
de 2010.
TURNO: Diurno
CARGA HORÁRIA:
DURAÇÃO:
A carga horária total é de 4.240 horas/aula
Mínima – 10 semestres (cinco anos)
Máxima – 15 semestres (sete anos e seis meses)
VAGAS
O curso oferecerá 80 vagas, das quais metade destina-se aos candidatos
melhores classificados, os quais ingressarão no 1º semestre letivo. Os
demais terão seu acesso postergado para o 2º semestre letivo. O ingresso
ao curso será feito via vestibular.
PERFIL
O curso de Agronomia tem como objetivo formar Engenheiros Agrônomos
para atender as Necessidades do Estado de Alagoas em termos de
agricultura, desenvolver pesquisas nas áreas de irrigação e drenagem,
fitotecnia e zootecnia e, desenvolver programas de extensão. A motivação
pessoal e Curso oferecido por Instituição Pública são os motivos dominantes
para o ingresso na agronomia. Observam-se duas tendências nos
ingressantes: uma, a visão carente da agropecuária alagoana, expressa pela
falta de incentivos e indefinição de políticas para o setor e a outra a visão
dominante de trabalhar com produção animal e/ou vegetal em diferentes
tipos
de
propriedades.
Ambas
as
características
ensejam
boas
possibilidades de discussão e debate sobre perspectivas profissionais e sua
relação com o processo de aprendizagem em agronomia.
CAMPO DE ATUAÇÃO
O campo de trabalho do Engenheiro Agrônomo é vasto, em virtude da
amplitude de sua formação e extensão das fronteiras agrícolas que o nosso
país oferece. Agronomia está intimamente ligada à produção de alimentos,
sejam estes de origem animal ou vegetal. Compete ao Engenheiro
Agrônomo produzir, conservar, transformar e colocar o alimento no mercado,
cuidando do aproveitamento racional e sustentado dos recursos naturais e
renováveis. Atuar diretamente junto aos produtores rurais, ser requisitados
por institutos e empresas órgãos públicos ligados à pesquisa, empresas
ligadas à transformação e comercialização de produtos agropecuários,
empresas relacionadas com a produção e venda de insumos agrícolas,
estações experimentais, organismos de fomento da produção agrícola,
delegacias regionais de agricultura, propriedades rurais, unidades de defesa
sanitária vegetal e animal, cooperativas agrícolas, ele poderá trabalhar em
empresas e, em setores ligados às cadeias produtivas agrícolas.
II. INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA
Este documento se constitui no Projeto Pedagógico do Curso de
Agronomia da UFAL, elaborado segundo as orientações dispostas nas
Resoluções N.º 25/2005, de 26 de outubro de 2005, que definem normas
referentes a implantação e implementação do regime acadêmico seriado
semestral nos cursos de graduação. A aprovação e efetivação deste projeto
objetivam a formação de um profissional eclético, de sólida cultura e alto
preparo humanístico. Dessa forma, procurou-se um enquadramento mais
perfeito desse projeto as propostas das diretrizes curriculares de 1998 do
sistema CONFEA – CREAs e com as diretrizes curriculares para os cursos
de graduação na área de Ciências Agrárias, composta pela comissão de
especialistas do MEC, de acordo com a Portaria n.º 146 do 10.03.98, com o
Parecer CNE/CES Nº. 306/2004 e Resolução CNE/CES Nº. 1/2006.
A resolução do Conselho Federal de Educação de Nº 06 /84 e
Parecer CNE/CES 306/2004 caracterizam respectivamente o curso de
Agronomia, cujos estudos para reformulação foram realizados por uma
Comissão de Especialistas de Ensino, no período 1976 a 1981. Naquela
época detectou-se que os currículos vigentes eram muito tecnicistas, e
estava inteiramente voltado para os chamados pacotes tecnológicos. A
agronomia restringia-se quase que exclusivamente a fitotecnia. A nova
proposta consistia então em modificar os currículos adicionando-lhes maiores
conteúdos a fim de tornar as profissões mais ecléticas e abrangentes.
Esta premissa-currículo eclético e abrangente, que norteou as
comissões de especialistas na concepção dos novos currículos dos cursos
de ciências agrárias, teve como base a constatação dos seguintes fatos
pesquisados à época (1976/81):
Mais de 80% dos profissionais engajados no mercado de
trabalho exerciam atividades diversificadas (generalistas);
O Ministério da Agricultura passou a pressionar o MEC no
sentido de se proceder a uma reforma na formação
profissional de nível superior de modo a ter-se um técnico
voltado para o desenvolvimento rural global e não somente
para os aspectos da produção e produtividade (fitotecnia);
Os profissionais recém-formados clamavam por um ensino
mais prático, voltado para a realidade nacional, enquanto que
aqueles que já tinham 10 ou mais anos de prática reclamavam
por melhor formação na área de planejamento e administração
de empresas e, por último, os mais velhos no mercado
aconselhavam um melhor embasamento científico;
As associações de classe, estudantis, conselhos profissionais
e as entidades de ensino nacionais e internacionais,
desejavam claramente uma formação mais aberta, com
sólidos conhecimentos nas áreas básica e científica além de
forte conteúdo de ciências humanas e sociais;
Maior preocupação com o Meio-ambiente, tornando a
exploração agrícola uma atividade integrada (Homem-MeioAmbiente) sem degradação dos recursos naturais com
práticas predatórias, poluição com fertilizantes químicos e
agrotóxicos, erosão do solo e práticas nocivas à própria saúde
do homem;
Desenvolvimento acelerado da informática a necessidade de
colocá-la á serviço do desenvolvimento agrícola e rural.
Assim, moldou-se o perfil do profissional de nível superior da área
de ciências agrárias e, nesse particular, a Agronomia foi privilegiada com um
currículo eclético, abrangente, com sólidos conhecimentos das ciências
básicas, ecletismo científico e ênfase nas áreas de conhecimento social, de
modo a tornar o exercício profissional mais abrangente, interdisciplinar; à
semelhança da própria agricultura que é um sistema heterogêneo de água,
solo, planta, animal e ambiente, porém integrado. Também as demais
profissões como Engenharia de Pesca tiveram seus currículos ampliados e
com as mesmas matérias de formação básica de Agronomia, cujo núcleo é
comum a todas elas.
O fluxo da mudança foi à nova concepção de que se deverá
formar um profissional para o Trabalho, que é diferente de emprego ou
serviço. Em outras palavras, seria uma formação aberta, não terminada,
chegando-se a um profissional treinável para qualquer função, seja ela de
extensão rural, pesquisa ou empresarial. Procurou-se também reforçar o
enfoque social da carreira de Ciências Agrárias, através da inclusão de
matérias de formação humanística e social, de modo a ter-se uma visão
integrada do sistema de desenvolvimento rural. Há que se considerar não
somente a produção e a produtividade, mas também o desenvolvimento e o
progresso do homem do campo, procurando satisfazer suas aspirações e
necessidades de bem estar social e material.
A Universidade desempenha um papel fundamental no processo
de desenvolvimento científico e tecnológico, quer seja na formação de
recursos humanos ou contribuindo diretamente na área de pesquisa
propriamente dita. No campo da formação de recursos humanos para o setor
tecnológico, são necessários de 05 a 10 anos para que as mudanças nos
conteúdos dos cursos, de formação profissional surtam os efeitos almejados.
Assim, os profissionais que hoje atuam no mercado de trabalho são reflexos
das decisões tomadas no passado. Da mesma forma, as tecnologias hoje
adotadas são conseqüências das decisões tomadas em recente passado.
É preciso que se tenha uma visão prospectiva da situação
nacional e mundial de modo a ajustar decisões ao intenso ritmo de mudança
na sociedade. As mudanças que ocasionam o desenvolvimento social e
econômico têm como base a tecnologia que transforma e domina a natureza,
modelando-a para servir ao homem. Hoje, a tecnologia, baseia-se em
elevados conteúdos científicos, tornando-se necessário grande esforço na
formação de recursos humanos de elevada qualidade. Assim, o planejamento
da formação de um profissional depende da clara identificação de estados
futuros, baseados em tendências e eventos potenciais. São os estados
futuros alternativos, que servirão de base para as nossas decisões de hoje
para formar o profissional de amanhã.
Para o século XXI pode-se alinhar, dentre outros, porém não
necessariamente em ordem de prioridade ou importância, os seguintes
fatores relevantes que afetarão o mercado de trabalho da área de Ciências
Agrárias:
1.
ALIMENTOS
PRESSÃO
DEMOGRÁFICA
E
PRODUÇÃO
DE
Com uma taxa de crescimento de 1,7% a.a., a população mundial
atingirá cerca de 6 a 7 bilhões de habitantes na primeira década do século
XXI. O Brasil chegará a 170 milhões de habitantes, dos quais apenas 20% de
hoje e 60% de 1960. Ao contrário da teoria de Malthus, a produção mundial
de alimentos tem sido mais que suficiente para a alimentação dos povos. Em
1989 a produção foi de 1,8 bilhões de toneladas de grãos, o que representa
300 kg por habitantes/ano, ultrapassando até mesmo os níveis de consumo
dos países em desenvolvimento. É evidente que o crescimento da população
mundial pressiona a demanda de alimentos e, consequentemente, o
progresso tecnológico na produção, no armazenamento, na conservação e
comercialização dos produtos agrícolas.
A geração de tecnologias para a produção, industrialização (agroindustriais) e distribuição de produtos agrícolas desempenharão papel
fundamental para a produção de alimentos e matérias primas para uma
população em constante crescimento e agravada pelo êxodo rural que
obrigará o cada homem do campo a alimentar um maior número de pessoas
na cidade. Para isso, o país terá de investir em ciência e tecnologia,
aumentando inclusive, o efetivo de pesquisadores na área agrícola. Há,
portanto, necessidade de que o país avance na qualidade de suas pesquisas
agrícolas e, para que haja esse salto qualitativo, é preciso promover a
atualização permanente de seus recursos humanos.
2.
MUDANÇA DE O PERFIL ALIMENTAR
O
crescimento
concentrações
acelerado
urbanas, contribuíram
das
agroindústrias
as
grandes
para a mudança dos
hábitos
alimentares. Da mesma forma, a exportação de produtos agrícolas procura
atender a demandas específicas, com novas técnicas e melhoramento do
produto propriamente dito. O efeito da comunicação de massa sobre o
consumidor o torna mais exigente em qualidade, com alimentos sem
produtos nocivos a saúde (químicos, colesterol etc.) e até mesmo préprocessados, o que impõe uma revisão nos meios de produção, desde o
campo até a industrialização.
3.
A QUESTÃO DO MEIO AMBIENTE
As preocupações com a defesa e proteção do Meio Ambiente vêm
crescendo de maneira surpreendente. A Conferência das Nações Unidas
para o Meio- Ambiente e Desenvolvimento – C.N.U.M.A.D., chamada de RIO92, deixou bem claro a preocupação de todos os países do mundo quanto ao
Meio Ambiente e a qualidade de vida no planeta. A Carta do Rio enfatiza
dentre outras a seguintes preocupações:
A sociedade deve se desenvolver sem destruir a natureza. O
homem deve estar no centro das preocupações com o
desenvolvimento sustentável;
O direito do desenvolvimento deve ser desempenhado de
forma
a
atender
eqüitativamente
as
necessidades
de
desenvolvimento ambientais das gerações presentes e futuras;
O desenvolvimento sustentável inclui obrigatoriamente a
proteção ambiental. A elaboração de estudos sobre o impacto
ambiental de projetos é indispensável;
Os Estados devem cooperar para conservar, proteger e
restabelecer a saúde e a integridade do ecossistema da Terra,
bem como promover o aperfeiçoamento técnico e científico de
seus recursos humanos com a finalidade de desenvolver,
adaptar, difundir e transferir tecnologias, incluindo tecnologias
novas e inovadoras e ainda criar uma legislação ambiental
efetiva.
É inegável que a população, de modo geral, já tem certa
consciência sobre a importância da proteção e conservação do Meio
Ambiente. Os meios de comunicação têm exercido um importante papel
nesse sentido. Problemas como a erosão do solo, a poluição causada por
agrotóxicos, esgotos e a poluição do ar, por exemplo, já é domínio público e
há um crescente movimento junto ao cidadão comum, enfatizando os seus
direitos à vida saudável, em ambiente limpo, livre de poluição. A própria
Constituição Federal de 1988, consagra, no artigo 225, o direito de todos os
brasileiros ao Meio Ambiente ecologicamente equilibrado, que considera bem
de uso comum do povo essencial a sadia qualidade de vida. Para assegurar
o cumprimento desse direito a Constituição incumbiu ao Poder Público o
dever de zelar pelo Meio Ambiente, promovendo meios para a sua
efetivação. Dentre as obrigações do Estado na preservação e conservação
de Meio Ambiente destacam-se as seguintes:
Proteger a fauna e a flora:
Preservar a diversidade e a integridade do patrimônio genético
do País (biodiversidade);
Exigir estudo prévio de impacto ambiental nas obras ou
atividades
potencialmente
causadoras
de
significativa
degradação do Meio Ambiente;
Controlar a produção, a comercialização e o emprego de
técnicas, métodos e substâncias que comportem riscos para a
vida, a qualidade de vida e Meio Ambiente;
Promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino
e a conscientização pública para a preservação do Meio
Ambiente.
Fica evidente, tanto pela pressão ambientalista nacional e
internacional (Carta do Rio/CNUMAD-92) quanto pela própria Constituição
Brasileira de 1988, que novas fontes de recursos serão abertas para a
proteção do Meio Ambiente e, notadamente, o setor público agrícola será um
dos grandes beneficiários, pois a atividade de Agricultura é puro Meio |
Ambiente. É 100% NATUREZA, quer seja no uso e conservação da água
(manejo de bacias hidrográficas, poluição com efluentes de agroindústrias,
minerações, fertilizantes, agrotóxicos, etc.). PLANTA/ANIMAL (extinção da
fauna e flora, biodiversidade) e para completar o ciclo o Ar, atmosfera, o
clima, que é afetado pela poluição das emissões de CO2 e cuja elevada
concentração vem causando o chamado “efeito estufa”.
Conclui-se, portanto, que somente o fator MEIO AMBIENTE
provocará um impacto muito grande na economia, com consideráveis
restrições às tecnologias sujas. Na área de Agronomia, os reflexos vão desde
o zoneamento agro-ecológico, o planejamento agrícola propriamente dito, o
uso de fertilizantes e agrotóxicos (receituário agronômico) até o uso de
sensoriamento remoto como meio de controle e monitoramento de recursos
naturais renováveis. A questão ambiental será, sem dúvida alguma, a grande
preocupação mundial neste limiar do século XXI e, consequentemente, os
profissionais da área de ciências agrárias deverão estar preparados para
esse desafio.
4.
BIOTECNOLOGIA
A Biotecnologia é hoje a grande arma do desenvolvimento
humano para o séc. XXI, não se admite uma ciência Biológica sem o
desenvolvimento deste perfil. Neste campo a Ciências Agrárias despontam
com três itens desta Tecnologia inovadora:
Biologia Molecular – Transformação de seres vivos de DNA ou
RNA de outros seres (transferência de embriões); interações
entre seres vivos;
Biologia Celular – Cultura de tecidos in vitro limpeza clonal,
microenxertia, conservação de gens;
Controle Biológico – Seleção de genótipos tolerantes ou
resistentes a pragas e doenças. Melhoramento genético de
cultivares e raças mais resistentes.
5.
INFORMÁTICA
A informática é arma para o setor agrícola e para o empresário
rural em particular, quer seja no planejamento ou controle dos sistemas de
produção, administração rural – custos, controle produção, rebanhos,
misturas de rações e fertilizantes, irrigação, banco de dados e inúmeros
outros aplicativos além do acesso a redes regionais, nacionais e
internacionais. Trata-se de um novo ramo na agricultura e, por isso, os
profissionais de Ciências Agrárias têm que ser muito bem capacitados nesta
área de conhecimento.
6.
ENGENHARIA RURAL
Ênfase nos processos de mecanização rural, automação,
instrumentação, administração e economia da produção e ainda irrigação, a
eletrificação rural e o armazenamento que são fatores fundamentais na
modernização da agricultura e aumento da produtividade e qualidade,
tornando os produtos mais competitivos.
7.
PRIVATIZAÇÃO DO SETOR AGRÍCOLA.
As
contratações
governamentais
de
profissionais
para
a
agricultura quer seja para o setor do ensino, da pesquisa ou da extensão,
tem sido reduzida ao máximo, nos últimos anos. Porém, de certa forma, a
iniciativa privada tem se desenvolvido através da organização de
cooperativas e associações de produtores principalmente para o caso da
comercialização e/ou aquisição de insumos e serviços.
A agroindústria é o ramo que mais tem se desenvolvido nos
últimos anos. A sofisticação da demanda tem levado as indústrias para os
produtos mais processados e de maior qualidade. Atualmente destacam-se
os setores de conservas de frutas, legumes, pescados, carnes, derivados do
leite e produção renovável. Nesta área predomina a iniciativa privada e esta
será a tendência natural, sobretudo com a regulamentação da propriedade
intelectual que reforçará a privatização do desenvolvimento tecnológico.
Na área de serviços tem aumentado significativamente o número
de micro-empresas. As sociedades de Engenheiros Agrônomos têm
incentivado os profissionais de Agronomia a se estabelecerem como
autônomos, através de micro-empresas nas áreas de planejamento e crédito
agrícola, receituário agronômico, certificação de sementes e mudas, R.T.
(Responsável Técnico) em tempo parcial em agroindústrias e cooperativas;
assistência técnica privada ao produtor rural através do credenciamento junto
às prefeituras municipais, EMATER, Secretarias de Agricultura, etc.
8.
PROPRIEDADE INTELECTUAL-PATENTES
Regulamentação da propriedade intelectual e registro de patentes,
a qual sendo objeto de amplos debates no setor agrícola poderá ser
regulamentada, dentre outras, as patentes para formas mais elevadas de
vida e novas variedades de plantas, animais, microorganismos, processos e
vetores de transformação de seres vivos, uma vez que para máquinas e
equipamentos já há legislação em vigor (patentes industriais). Este é também
um campo de atuação do profissional de Agronomia (biotecnologias como
uso de engenharia genética, invenção de novos produtos menos tóxicos ou
inteiramente biológicos para o combate as pragas e doenças vegetais e
animais).
O profissional da Agronomia deve ser dotado de agudo senso
crítico em relação aos problemas do setor agrícola e rural, considerando-o
como um todo: técnico, humanístico, social e político. A realidade rural
brasileira deve ser analisada no que diz respeito às necessidades do homem
do campo; a agricultura de subsistência versus agricultura de mercado, a
questão fundiária, a intensificação do êxodo rural, a ocupação dos cerrados e
da Amazônia, a formação da empresa agrícola e agroindústrias são alguns
dos fatores da empresa determinantes no progresso da agricultura e do
desenvolvimento rural e que influenciam decisivamente no perfil do
profissional a ser formado.
O aluno, futuro
profissional,
deverá
estar
suficientemente
preparado e capacitado para discernir o grau de importância do
desenvolvimento agrícola e rural na economia nacional e o seu interrelacionamento com outros setores como, por exemplo, a produção de
alimentos para toda a população, energéticos e excedentes exportáveis.
Além disso, fatores como a formação de blocos geopolíticos, com maior grau
de abertura e integração econômica terá efeitos sobre a política agrícola dos
países e, consequentemente, no mercado profissional. Questões como
qualidade e padronização de produtos serão priorizadas nessas futuras
relações de mercados sem fronteiras.
O profissional da Agronomia deverá, portanto, estar voltado para o
desenvolvimento rural, aliando a tecnologia para a produção e produtividade
a administração dos recursos naturais renováveis, com elevado senso ético
profissional, considerando o homem como elemento participante do
processo, com direito à vida em ambiente saudável, livre de poluição que
possa causar danos a sua saúde ou de seus descendentes. O profissional de
Agronomia deverá ser capaz de tornar a agricultura um empreendimento
ecologicamente
equilibrado,
economicamente
rentável
e,
sobretudo,
socialmente justo.
Atualmente vivenciamos um mundo totalmente diferente e que
sofre
rápidas
mudanças
políticas,
sociais,
culturais,
ambientais
e
tecnológicas. No campo da agricultura a mudança é global, quer seja pela
contínua mudança de hábitos alimentares ou ainda pelas facilidades nos
transportes
e armazenagem de produtos que favorecem mercados mais
distantes, tornando os produtos mais competitivos. A industrialização
desempenha um importante papel no desenvolvimento rural nos países
desenvolvidos onde o pré-processamento e a industrialização propriamente
dita dos produtos agrícolas é bastante avançada e garante melhor
comercialização
e
conquista
de
novos
mercados.
O
Brasil
terá,
forçosamente, que acelerar este sub-setor, cabendo à Universidade, de um
lado, melhorar seus currículos de formação profissional da área agrícola e,
por outro, contribuir na área da pesquisa através de seus cursos de pósgraduação.
Da mesma forma, a Universidade deve reservar espaços nos
currículos de formação profissional para os avanços e novas conquistas da
ciência e tecnologia que, certamente, afetarão a agricultura em diversos
campos como o da biotecnologia, da informática, administração rural e do
Meio Ambiente, dentre outros.
Mediante o exposto a estrutura curricular foi concebida de forma a
propiciar ao profissional de Agronomia capacitação para o desempenho
pleno e interativo das atividades nos seguintes setores: manejo e exploração
de culturas de cereais, olerícolas, frutíferas, ornamentais, oleaginosas,
estimulantes e forrageiras; produção de sementes e mudas; doenças e
pragas das plantas cultivadas; paisagismo; parques e jardins; silvicultura;
composição, toxicidade e aplicação de fungicidas, herbicidas e inseticidas;
controle integrado de doenças de plantas, plantas invasoras e pragas;
classificação e levantamento de solos; química e fertilidade do solo,
fertilizantes e corretivos; manejo e conservação do solo, de bacias
hidrográficas e de recursos naturais renováveis; controle de poluição na
agricultura; economia e crédito rural; planejamento e administração de
propriedades agrícolas e extensão rural; mecanização e implementos
agrícolas; irrigação e drenagem; pequenas barragens de terra; construções
rurais; tecnologia de transformação e conservação de produtos de origem
animal e vegetal; beneficiamento e armazenamento de produtos agrícolas;
criação de animais domésticos; nutrição e alimentação animal; pastagem;
melhoramento vegetal; melhoramento animal.
III. PERFIL DO EGRESSO
O perfil profissional é visto como a descrição de condições
desejáveis a um profissional para que possa atuar, com competência, no seu
campo de atuação no respectivo contexto social. O perfil, além de expressar
o profissional que o curso irá formar, explicita os conhecimentos, as
habilidades e as atitudes que o aluno terá oportunidade de desenvolver. A
proposta da estrutura curricular do Curso de Agronomia da UFAL atende as
resoluções do Conselho Coordenador de Ensino e Pesquisa e Extensão da
Universidade Federal de Alagoas que versam sobre o assunto bem como a
Resolução CFE Nº 06/1984 e Resolução CONFEA-CREAs Nº 218/1973.
Em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais, editada
no Parecer CNE/CES Nº 306/2004 e na Resolução CNE/CES Nº 01/2006, o
curso de agronomia objetiva a formação de um profissional generalista,
eclético, com sólido embasamento nas áreas fundamentais do conhecimento
científico e técnico relacionado às ciências agrárias e do ambiente. Assim
como, formação humanista que lhe permita a compreensão, análise e
gerenciamento dos processos de transformação da agricultura, do rural e da
sociedade global, visando um desenvolvimento sustentável, que considere as
dimensões técnico-econômicas, sócio-culturais, ambientais, políticas e éticas.
Mais ainda, o profissional egresso do Curso de Agronomia deverá
ter sólida formação que os capacite a absorver e desenvolver tecnologias;
tanto o aspecto social quanto à competência científica e tecnológica que
permitirão ao profissional atuação crítica e criativa na identificação e
resolução de problemas.
IV. HABILIDADES/COMPETÊNCIA/ATITUDES
O currículo do Curso de Agronomia oferece condições a seus
egressos para adquirirem competências e habilidades a fim de:
a) projetar, coordenar, analisar, fiscalizar, assessorar, supervisionar e
especificar técnica e economicamente projetos agroindustriais e do
agronegócio, aplicando padrões, medidas e controle de qualidade;
b) realizar vistorias, perícias, avaliações, arbitramentos, laudos e
pareceres técnicos, com condutas, atitudes e responsabilidade
técnica e social, respeitando a fauna e a flora e promovendo a
conservação e / ou recuperação da qualidade do solo, do ar e da
água, com uso de tecnologias integradas e sustentáveis do ambiente;
c) atuar
na
organização
e
gerenciamento
empresarial
e
comunitário interagindo e influenciando nos processos decisórios
de agentes e instituições, na gestão de políticas setoriais;
d) produzir, conservar e comercializar alimentos, fibras e outros produtos
agropecuários.
e) participar e atuar em todos os segmentos das cadeias produtivas do
agronegócio;
f)
exercer atividades de docência, pesquisa e extensão no ensino
técnico profissional (para a licenciatura serão incluídos, no
conjunto dos conteúdos profissionais, os conteúdos da Educação
Básica, consideradas as Diretrizes Curriculares Nacionais
para a formação de professores em nível superior, bem como as
Diretrizes Nacionais para a Educação Básica e para o Ensino
Médio), (pesquisa e extensão no ensino técnico profissional)
ensino superior, pesquisa, análise, experimentacão,ensaios e
divulgação técnica e extensão
g) enfrentar
os
desafios
das
rápidas
transformações
da
sociedade e do mercado de trabalho, adaptando-se às situações
novas e emergentes.
O currículo de Agronomia oferece condições para o egresso
desenvolver atitudes de:
•
comunicar-se
profissional
e
cientificamente;
ser
um
profissional consciente da área que constitui seu campo de
trabalho; manter-se atualizado e possuir espírito crítico em
relação às inovações tecnológicas; manter-se atualizado sobre
as diretrizes da política agrícola governamental, procurando
determinar o que é relevante a cada situação em particular;
possuir segurança quanto às informações e decisões tomadas
em relação à atividade profissional; adequar à própria ação ao
contexto
sócio-econômico-cultural
com
que
estiver
trabalhando:
•
agir de maneira que o produtor e a comunidade adquiram
confiança no seu trabalho como técnico; respeitar o trabalho
do
produtor
e
demonstrar
as
conseqüências
que
as
alternativas propostas poderão trazer à atividade deste;
colocar-se junto ao produtor como assessor, tendo presente
que é dele à tomada de decisões; agir em consonância com
os
interesses
da
comunidade;
recomendar
tecnologias
harmônicas com o ecossistema e com as condições sócioeconômicas e culturais da comunidade.
Portanto, em relação aos seus egressos, é consenso que o
profissional de Agronomia deverá:
•
ter conhecimentos, habilidades e atitudes que lhe possibilitem
diagnosticar, analisar, compreender os processos agrários e
ambientais e contribuir para a solução de problemas agrícolas
e atuar no planejamento e gerenciamento tanto ao nível da
unidade de produção como fora dela, partir de uma visão
crítica
transformadora
e
integrada
da
estrutura
e
funcionalidade das realidades sócio-econômica e políticocultural do meio rural brasileiro.
•
desenvolver conhecimentos científicos para o estabelecimento
de tecnologias eficientes, socialmente justas e ecologicamente
equilibradas objetivando o desenvolvimento de processos
produtivos que respeitem o equilíbrio dos ecossistemas
naturais do país particularmente do Nordeste;
•
contribuir na transformação dos sistemas de produção
nordestinos, embasado no conhecimento dos ecossistemas,
do entendimento da formação histórica e das características
atuais, no que se refere à posse e uso da terra, às relações de
trabalho e à base técnico-científica.
V. CONTEÚDO/MATRIZ CURRICULAR
O currículo é um corpo estruturado de conhecimentos que oriente
o aluno, em que apareçam com clareza as relações das partes com o todo.
Se o currículo for concebido em termos estruturais, torna-se clara a definição
das disciplinas e a relação entre as mesmas, isto é, que pré-requisitos ou corequisitos devem ser estabelecidos. As disciplinas se constituem uma
experiência acumulada em um campo de estudos particular, organizada com
vistas à aprendizagem e insere-se em uma estrutura curricular como uma
unidade operativa. Deste modo estrutura de uma disciplina deve proporcionar
ao aluno os fatos, conceitos, princípios, modelos do conhecimento e os
modos pelos quais o mesmo é investigado e aplicado de forma em que
apareçam com clareza as relações das partes com o todo.
No Curso de Agronomia da UFAL, as disciplinas estarão
organizadas em linhas curriculares que constituem áreas do conhecimento
organizadas em seqüência de capacitações relacionadas entre si, para
atender aos objetivos da formação do engenheiro agrônomo. O currículo do
curso abrangerá uma seqüência de disciplinas e atividades ordenadas por
matrículas semestrais em uma seriação aconselhada, estruturadas em dois
ciclos curriculares: BÁSICO e PROFISSIONAL. Esta seriação pode ser
seguida através das dez séries compreendendo um total de 17 semanas
cada uma, com carga horária de 3.720 horas, sendo 3.540 horas de
disciplinas obrigatórias e 180 horas eletivas/obrigatórias. As disciplinas
eletivas serão disponibilizadas desde a 6ª serie, porém, com espaço
reservado na 10ª série. As disciplinas derivarão das seguintes linhas
curriculares:
Ciências Sociais,
Engenharia Rural,
Fitossanidade,
Fitotecnia (Produção Vegetal),
Recursos Ambientais,
Solos,
Tecnologia de Produtos Agropecuários
Zootecnia (Produção Animal).
1.
DESCRIÇÃO DAS LINHAS CURRICULARES
Ciências Sociais
Objetivo: “Preparar o Engenheiro Agrônomo para o diagnóstico,
compreensão e análise dos processos de transformação da agricultura, do
rural e da sociedade globais, visando um desenvolvimento sustentável que
considere as dimensões sócio-culturais, econômicas, ambientais, políticas e
éticas”.
Capacitações: Compreender os modelos teóricos existentes em
Ciências Sociais; reconhecer a estrutura sócio-cultural, econômica e política,
interpretar e prever mudanças ao nível do rural e da sociedade global;
conhecer e aplicar metodologias de pesquisa e extensão em Ciências
Sociais capazes de interpretar e intervir em realidades agrícolas e rurais,
buscando uma abordagem interdisciplinar; compreender a formação,
evolução e caracterização da agricultura e do rural em Alagoas, no Brasil e
no
contexto
internacional;
identificar
impactos
sócio-econômicos
e
ambientais das políticas públicas e atividades rurais e agrícolas; avaliar,
planejar e gerir projetos de desenvolvimento rural que busquem integrar
realidades tanto ao nível regional como ao nível da unidade produtiva.
Engenharia Rural
Objetivo: “Aplicar os conhecimentos e habilidades, utilizando
metodologia e sistemática, para a busca de soluções tecnológicas,
econômicas e sociais dos problemas pertinentes à Engenharia Rural”.
Capacitações:
Executar
levantamentos
planialtimétricos,
interpretar cartas topográficas, imagens de sensoriamento remoto e locar
projetos; planejar, elaborar e executar projetos relativos à captação,
armazenamento, condução e utilização d’água para uso agrícola; planejar,
elaborar e executar projetos de mecanização agrícola e realizar testes de
eficiência agronômica de máquinas e implementos de uso agrícola; planejar,
elaborar e executar projetos de construções rurais; identificar os problemas
relacionados com o uso de energia e aproveitamento de resíduos.
Fitossanidade
Objetivo: “Aplicar os conhecimentos sobre os agentes que
interferem na sanidade das plantas e sua interação no agroecossistema,
adotando as medidas adequadas para reduzir ou evitar seus efeitos nos
aspectos quantitativos e/ou qualitativos da produção”
Capacitações: Conhecer os diferentes métodos e equipamentos
para obter amostras representativas para análise fitossanitária; habilitar ao
uso de técnicas para estudos taxonômicos; reconhecer e determinar as
causas de cada problema fitossanitário; adequar as medidas de controle à
filosofia do manejo integrado.
Fitotecnia
Objetivo: “Propiciar o uso e detenção de plantas de interesse
econômico, integrando conhecimentos científicos que permitam otimizar a
utilização dos recursos naturais com o mínimo impacto ambiental”.
Capacitações: Identificar espécies de plantas de interesse
agronômico;
conhecer
as
características
morfológicas,
genéticas
e
evolutivas;
fisiológicas,
conhecer
as
anatômicas,
exigências
edafoclimáticas; selecionar e orientar a execução de técnicas culturais que
levam à economicidade das lavouras; conhecer os métodos e técnicas
adequados para a obtenção de novos genótipos; planejar sistemas de
produção agrícolas que visem o melhor uso dos recursos naturais de solo e
água; conhecer as cadeias de produção que envolvem os produtos
agrícolas, especialmente as oportunidades de mercado (comercialização,
crédito e políticas agrícolas); selecionar e orientar a execução de técnicas
para a manutenção/ modificação da paisagem rural.
Recursos Ambientais
Objetivo: “Propiciar conhecimentos para a racionalização do
manejo e utilização dos recursos ambientais, como bens permanentes,
visando à produção florestal e seus aspectos econômicos, ecológicos e
sociais, com base na integração dos conhecimentos técnicos especializados,
buscando a harmonia dos ecossistemas, como atividade integradora”.
Capacitações: Introduzir a Ciência Ambiental, através de sua
definição, história, importância econômica e social no mundo, Brasil e
Alagoas; conhecer e aplicar os fundamentos científicos e técnicos do
melhoramento e da exploração de recursos ambientais; planejar e orientar a
preservação, implantação e manejo de recursos ambientais considerando a
interação com o meio ambiente; conhecer os princípios básicos da
tecnologia de transformação de recursos ambientais e sua aplicação.
Solos
Objetivo: “Compreender o solo como um sistema dinâmico,
resultante da interação de processos químicos, físicos e biológicos e da
ação humana e promover o planejamento e a utilização da terra para fins
agrícolas e não agrícolas sem comprometer o ambiente”.
Capacitações: Conhecer a formação do solo, prever os seus
atributos e o seu comportamento; Relacionar a constituição mineral e
orgânica do solo com os seus atributos e o seu comportamento; relacionar
os atributos e os processos químicos, físicos e biológicos do solo com a sua
formação e compreender a interação destes como determinantes do
comportamento do solo para usos agrícola e não agrícola; conhecer
diferentes tipos de solo e a sua distribuição geográfica; identificar processos
de degradação da terra, relacioná-los aos fatores determinantes da
degradação e formular técnicas para a sua recuperação; avaliar o solo e
estimar o potencial de uso da terra; estabelecer e executar conjuntos
integrados de técnicas de manejo do solo aplicados a agroecossistemas e
usos não agrícolas; planejar o uso da terra com vistas à sua utilização
agrícola e não agrícola sem comprometer o ambiente.
Tecnologia de Produtos Agrícolas
Objetivo: “Avaliar a qualidade da matéria prima utilizada na
agricultura e no consumo direto, planejar e gerir as condições de
beneficiamento, armazenamento e conservação da mesma”.
Capacitações: Conhecer as características químicas, físicas e
organolépticas que identificam a qualidade do produto agrícola e do produto
final; identificar as causas e características das alterações dos produtos
agrícolas; Conhecer os parâmetros usuais e legais que classificam a matéria
prima e o produto final; Conhecer os métodos físicos, químicos, bioquímicos,
microbiológicos e organolépticos de avaliação quantitativa e qualitativa da
matéria prima, produtos em transformação e produtos finais; conhecer os
processos adequados à conservação, beneficiamento e transformação dos
produtos agrícolas para repasse de benefícios ao produtor e ao consumidor;
Avaliar, planejar e gerir instalações e equipamentos destinados ao
processamento e armazenagem de produtos de origem vegetal.
Zootecnia
Objetivo: “Aplicar os conhecimentos sobre a interação animalmeio, fundamentos de sua exploração, com a finalidade de obter produtos
em nível de tecnologia adequada à condição sócio-econômica e cultural do
produtor e aos interesses da comunidade”.
Capacitações: Distinguir o animal como indivíduo em sua relação
com o meio; distinguir o animal enquanto seus processos vitais e suas
condições essenciais para continuidade e produtividade; distinguir o animal
como instrumento de produção, determinado por uma realidade e controlado
pelo homem.
2.
CICLOS CURRICULARES
Os ciclos curriculares abrangem horizontalmente a estrutura
curricular, são etapas de estudo, caracterizadas por objetivos comuns, a
serem cumpridos ordenadamente, sendo definidos formalmente pela
legislação específica em:
1. Abrange conhecimentos de formação básica que conferem
sólidos fundamentos científicos e conhecimentos de formação geral, com
conteúdos das ciências humanas, sociais e do ambiente. Também objetiva a
integração do aluno à Universidade e situa-se, dominantemente, nas quatro
primeiras séries de estudos que compreende os conhecimentos de cunho
universal, essenciais ao aprendizado dos demais ciclos. O ciclo de conteúdos
básicos corresponderá, no mínimo, a 25% da carga horária total, sendo
integrado por: biologia, estatística, expressão gráfica, física, informática,
matemática, metodologia científica e tecnológica e química.
2. O segundo ciclo tem caráter profissionalizante mostrando a
necessidade das aplicações a serem realizadas no desempenho profissional
e designa a etapa de estudos que compreende conhecimentos, habilidades e
atitudes que, fundamentados no ciclo anterior e vistos de forma integrada,
capacitam o estudante ao exercício da profissão.
A distribuição espacial das disciplinas na Matriz Curricular, além
de obedecer aos pressupostos estabelecidos no modelo conceitual para a
formação e atuação do Engenheiro Agrônomo, resulta também do
relacionamento exigido entre elas.
As disciplinas eletivas/obrigatórias, que fazem parte do elenco de
disciplinas eletivas do Curso, todas com carga horária de 60 horas,
complementam as mais diversas áreas de atuação profissionalizante do
Curso. O aluno é obrigado a eleger três dessas disciplinas para
complementação de sua profissionalização, de modo que possa ainda dentro
da graduação, direcionar seu sentido vocacional, dentro do conteúdo
multidisciplinar da Agronomia.
O Estágio Supervisionado Obrigatório e o Trabalho de Conclusão
de Curso (TCC), nas suas diversas modalidades, complementam a formação
do aluno dando ao mesmo a oportunidade efetiva de observar como os mais
diversos conhecimentos adquiridos no curso são executados na prática.
3.
PROPORÇÃO DA CARGA HORÁRIA DO CURSO
Disciplinas Obrigatórias (parte fixa)
Disciplinas Obrigatórias Eletivas (parte fixa)
Atividades Complementares (parte flexível)
Estágio Supervisionado
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
Total
CARGA HORARIA
Horas
3540
180
200
240
80
4.240
%
83,50
4,25
4,72
5,66
1,87
Figura 1. Representação gráfica da proporção da Carga Horária do Curso de
Agronomia/CECA/UFAL
VI. ORDENAMENTO CURRICULAR
MATRIZ CURRICULAR
1ªSERIE
Código
C.H.T.
75h
60h
60h
60h
60h
75h
390h
C.H.S.
5
4
4
4
4
5
C.H.T
C.H.S
DESENHO TÉCNICO
45h
3
AGRO009
ANATOMIA E FISIOLOGIA ANIMAL
60h
4
AGRO010
BIOQUÍMICA
AGRO011
AGRO012
FÍSICA APLICADA AS CIÊNCIAS AGRÁRIAS
METODOLOGIA DA PESQUISA
60h
60h
4
4
60h
4
AGRO013
AGRO015
MICROBIOLOGIA GERAL
TOPOGRAFIA
60h
60h
4
4
AGRO007
AGRO003
AGRO004
AGRO005
Disciplinas
BOTÂNICA
SOCIOLOGIA RURAL
INTRODUÇÃO A AGRONOMIA
MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS AGRÁRIAS
AGROINFORMÁTICA
QUÍMICA
2ª SERIE
Código
Disciplinas
405h
3ª SERIE
Código
Disciplinas
C.H.T
C.H.S
CIÊNCIAS DO AMBIENTE E MANEJO AGRÁRIO DE RECURSOS
NATURAIS
75h
5
ESTATÍSTICA GERAL
45h
3
FISIOLOGIA VEGETAL
75h
5
AGRO020
FUNDAMENTOS DA CIÊNCIA DO SOLO
60h
4
AGRO032
NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO ANIMAL
60h
4
GEOPROCESSAMENTO
60h
4
375h
4ª SERIE
Código
Disciplinas
C.H.T
C.H.S
AGRO008
AGROMETEOROLOGIA
60h
4
AGRO017
CONSTRUÇÕES RURAIS
60h
4
AGRO021
HIDROLOGIA
60h
4
EXPERIMENTAÇÃO AGROPECUÁRIA
75h
5
FÍSICA E CLASSIFICAÇÃO DO SOLO
60h
4
GENÉTICA
75h
5
AGRO026
390h
Código
Disciplinas
C.H.T
C.H.S
5ª SERIE
AGRO028
HIDRÁULICA
60h
4
AGRO029
MICROBIOLOGIA AGRÍCOLA
60h
4
AGRO030
AVICULTURA E SUINOCULTURA
60h
4
AGRO031
ENTOMOLOGIA GERAL
60h
4
AGRO075
FERTILIDADE DO SOLO E NUTRIÇÃO MINERAL DE PLANTAS
60h
4
AGRO076
FITOPATOLOGIA
60h
4
MAQUINAS E MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA
75h
5
435h
6ª SERIE
Código
Disciplinas
C.H.T
C.H.S
AGRO014
ACARALOGIA E NEMATOLOGIA AGRÍCOLA
60h
4
AGRO023
BIOTECNOLOGIA
60h
4
AGRO077
HORTICULTURA GERAL
60h
4
IRRIGAÇÃO E DRENAGEM
75h
5
MELHORAMENTO VEGETAL
75h
5
USO, MANEJO E CONSERVAÇÃO DE SOLO
75h
5
435h
7ª SERIE
Código
Disciplinas
C.H.T
C.H.S
AGRO081
FRUTICULTURA
60h
4
AGRO082
AGRICULTURA 1
60h
4
FORRAGICULTURA
75h
5
AGRO089
BIOLOGIA E CONTROLE DE PLANTAS INVASORAS
60h
4
AGRO090
DOENÇAS DAS PLANTAS CULTIVADAS
60h
4
AGRO092
PRAGAS DE PLANTAS CULTIVADAS
60h
4
375h
Código
Disciplinas
C.H.T
C.H.S
8ª SERIE
AGRO083
AGRICULTURA 2
60h
4
AGRO084
OLERICULTURA
60h
4
AGRO087
BOVINOCULTURA DE CORTE E LEITE
60h
4
AGRO088
ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO AGROPECUÁRIO
60h
4
CAPRINOCULTURA E OVINOCULTURA
45h
3
FLORICULTURA E PAISAGISMO
60h
4
PRODUÇÃO E TECNOLOGIA DE SEMENTES
75h
5
AGRO096
420h
9ª SERIE
Código
Disciplinas
C.H.T
C.H.S
COOPERATIVISMO
45h
3
AGRO034
ECONOMIA AGRÍCOLA
60h
4
AGRO035
EXTENSÃO RURAL
60h
4
AGRO036
TECNOLOGIA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS
60h
4
AGRO085
AGRICULTURA 3
60h
4
AGRO093
SILVICULTURA
60h
4
345h
10ª SERIE
Código
Disciplinas
C.H.T
C.H.S
AGRO105
ESTÁGIO OBRIGATÓRIO
240h
ELET145
ELETIVA
60h
4
ELET146
ELETIVA
60h
4
ELET147
ELETIVA
60h
4
420h
Código
Disciplinas
C.H
C.H.S
DISCIPLINAS ELETIVAS
AGRO038
ANONICULTURA
60h
4
AGRO042
CONSERVAÇÃO DE FORRAGENS
60h
4
AGRO043
CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE PRODUTOS AGRICOLAS
60h
4
AGRO044
CONTROLE ALTERNATIVO DE DOENÇAS DE PLANTAS
60h
4
AGRO045
CONTROLE BIOLÓGICO DE PRAGAS
60h
4
AGRO047
CULTIVO DE PLANTAS MEDICINAIS
60h
4
AGRO050
ECOLOGIA DAS INTERAÇÕES ENTRE PLANTAS E INSETOS
60h
4
AGRO051
ECOLOGIA DE MICRORGANISMOS
60h
4
AGRO053
ELABORAÇÃO DE PROJETOS AGROPECUÁRIOS
60h
4
AGRO054
EMPREENDEDORISMO
60h
4
AGRO055
ÉTICA E EXERCÍCIO PROFISSIONAL
60h
4
AGRO060
INGLÊS INSTRUMENTAL
60h
4
AGRO062
MANEJO DE CULTURAS IRRIGADAS
60h
4
AGRO063
MANEJO DE SOLOS DE TABULEIROS
60h
4
AGRO065
MELHORAMENTOS DE HORTALIÇAS
60h
4
AGRO066
NUTRIÇÃO MINERAL DE PLANTAS
60h
4
AGRO067
PISCICULTURA
60h
AGRO069
PROJETOS AMBIENTAIS
60h
4
AGRO070
PROJETOS DE HIDROLOGIA-HIDRÁULICA
60h
4
AGRO071
PROJETOS PAISAGÍSTICOS
60h
4
AGRO072
SEMENTES E MUDAS FLORESTAIS
60h
4
AGRO073
ANÁLISE DE SEMENTES
60h
4
AGRO098
ENADE - EXAME NACIONAL DE DESEMPENHO DO ESTUDANTE
AGRO099
CONTABILIDADE RURAL
60h
4
AGRO100
MICROBIOLOGIA DE ALIMENTOS
60h
4
AGRO101
PLANEJAMENTO, PRODUÇÃO E BENEFICIAMENTO DE CANA-DEAÇÚCAR E SEUS DERIVADOS
60h
4
AGRO102
LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
60h
4
AGRO103
PLANEJAMENTO DA CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA DE
PROPRIEDADES AGRÍCOLAS
60h
4
AGRO104
CULTIVOS DE FEIJÕES ESPECIAIS
60h
4
CONTROLE ALTERNATIVO DE PRAGAS DE PLANTAS CULTIVADAS
60
4
VI.1- Ementas Disciplinas Obrigatorias
Disciplina: Botânica
Carga Horária semestral: 75h
1ª Série
Ementa: Estudos citológicos, histológicos e morfológicos dos órgãos de vegetais
fanerogâmicos de interesse Botânico e Agrícola (Raiz, caule, folha, flor, fruto e semente).
Sistemática e Taxonomia das principais culturas de interesse agronômico, Sistemas de
classificação; regras de nomenclatura; estudo das principais famílias, gênero e espécies de
plantas de interesse agronômico, econômico e ecológico; cultivares mais representativos na
região Nordeste.
Disciplina: Sociologia Rural
Carga Horária semestral: 60h
1ª Série
Ementa: O campo das ciências sociais. Sociedade, natureza e cultura. Histórico da
construção social da agricultura. A questão agrária. A constituição dos sujeitos sociais no
campo no processo de desenvolvimento no espaço agrário. Questões contemporâneas
sobre agricultura e sociedade.
Disciplina: Introdução a Agronomia
Carga Horária semestral: 60h
1ª Série
Ementa: A profissão de Engenheiro Agrônomo, suas relações com outras áreas e a
Propriedade Intelectual; Legislação, Código de Ética e Deontologia. Agricultura:
desenvolvimento e o meio ambiente, e, noções sobre a evolução recente e a realidade
atual. Noções do agronegocio e de empreendedorismo.
Disciplina: Matemática Aplicada às Ciências Agrárias
Carga Horária semestral: 60h
1ª Série
Ementa: Funções, geometria analítica, limites, variáveis reais derivadas e integrais com
aplicações nas Ciências Agrárias.
Disciplina: Agroinformática
Carga Horária semestral: 60h
1ª Série
Ementa: Conceitos básicos de computação e sistemas de informação; uso de mecanismos
de escrituração e apresentação eletrônica, planilhas e internet; Políticas de informatização
de empresas agropecuárias; Histórico evolutivo e conceitos básicos de agroinformática;
noções de sistemas de informação geográfica e de agricultura de precisão
Disciplina: Química
Carga Horária semestral: 75h
1ª Série
Ementa: Revisão de alguns fundamentos teóricos da Química Geral. Apresentação dos
fundamentos dos métodos titulométricos e espectrofotométricos da análise química.
Fornecer elementos básicos necessários à execução de análise de interesse agropecuária.
Disciplina: Desenho Técnico
Carga Horária semestral: 45h
2ª Série
Ementa: Materiais de desenho. Normas técnicas. Caligrafia técnica, linhas e escalas. Vistos
ortográficos. Perspectiva axonométrica. Noções de desenho arquitetônico.
Disciplina: Anatomia e Fisiologia Animal
Carga Horária semestral: 60h
2ª Série
Ementa: Constituição e o funcionamento do corpo das principais espécies domésticas
através dos sistemas, particularizando os órgãos e suas principais funções.
Disciplina: Bioquímica
Carga Horária semestral: 60h
2ª Série
Ementa: Aminoácidos e proteínas. Enzimas. Carboidratos. Lipídeos. Ácidos nucléicos.
Vitaminas e coenzimas. Metabolismo anaeróbico de carboidratos. Via das pentoses
fosfatadas. Metabolismo de lipídeos. Utilização do acetil-CoA. Metabolismo de compostos
nitrogenados. Biossíntese de carboidratos e lipídeos. Princípios de genética molecular.
Disciplina: Física Aplicada as Ciências Agrárias
Carga Horária semestral: 60h
2ª Série
Ementa: Introdução à Física Aplicada às Ciências Agrárias; Átomos e Física das radiações;
Biossegurança e radiação; Emissão e absorção de luz por átomos e moléculas; A
Termodinâmica e suas aplicações para as Ciências Agrárias; Introdução a hidrodinâmica e
hidrostática; Luz, lentes e microscópios; A irradiação na conservação de produtos vegetais e
animais.
Disciplina: Metodologia da Pesquisa
Carga Horária semestral: 60h
2ª Série
Ementa: O conceito de ciência. O conhecimento científico. Relações entre ciência,
tecnologia e sociedade. Planejamento da pesquisa científica. A importância do projeto de
pesquisa. Estrutura básica do projeto de pesquisa.
Disciplina: Microbiologia Geral
Carga Horária semestral: 60h
2ª Série
Ementa: Histórico, abrangência e desenvolvimento da Microbiologia. Caracterização e
classificação dos microrganismos. Morfologia e ultra-estrutura dos microrganismos. Nutrição
e cultivo de microrganismos. Metabolismo microbiano. Utilização de energia. Crescimento e
regulação do metabolismo. Controle de microrganismos. Genética microbiana.
Microrganismos e engenharia genética. Vírus. Fungos.
Disciplina: Topografia
Carga Horária semestral: 60h
2ª Série
Ementa: Métodos expeditos e regulares de levantamento planimétrico. Nivelamento
geométrico e trigonométrico. Desenho de plantas. Locação de curvas circulares. Divisão de
terras. Locação de terraços. Locação de taipas. Levantamento de perfis longitudinais.
Levantamento taqueométrico. Levantamento de bacias hidrográficas e de bacias hidráulicas.
Disciplina: Ciências do Ambiente e Manejo Agrário de Recursos Naturais
Carga Horária semestral: 75h
3ª Série
Ementa: Conceitos preliminares. Bases teóricas da recuperação e manejo de ecossistemas.
Técnicas de recuperação de ecossistemas aquáticos e terrestres. Ecotecnologia. Manejo de
Ecossistemas. Recuperação de áreas degradadas urbanas, de exploração mineral e de
exploração agrícola.
Disciplina: Estatística Geral
Carga Horária semestral: 45h
3ª Série
Ementa: Conceitos iniciais. População e amostra. Variáveis. Estatística descritiva. Tabelas.
Gráficos. Distribuição de freqüências para variáveis contínuas e discretas. Medidas de
posição: média aritmética, moda, mediana. Separatrizes. Medidas de dispersão.
Probabilidade. Distribuição Binomial, Distribuição de Poison, Distribuição Normal.
Correlação e regressão linear simples.
Disciplina: Fisiologia Vegetal
Carga Horária semestral: 75h
3ª Série
Ementa: Funções da planta. Fotossíntese. Respiração. Nutrição mineral. Assimilação do
nitrogênio. Relações hídricas. Transporte de solutos orgânicos. Desenvolvimento vegetativo.
Desenvolvimento reprodutivo. Dormência e germinação. Senescência e abscisão. Fisiologia
ambiental. A planta sob condições adversas. Água, absorção e circulação, nutrição mineral,
fixação do carbono; crescimento e desenvolvimento, fatores endógenos e exógenos;
reprodução.
Disciplina: Fundamentos da Ciência do Solo
Carga Horária semestral: 60h
3ª Série
Ementa: Introdução ao estudo de geologia e mineralogia. Intemperismo e formação dos
solos.
Disciplina: Nutrição e Alimentação Animal
Carga Horária semestral: 60h
3ª Série
Ementa: Alimentos e animais. Análise hromatológica de alimentos. Processamento e
qualidade de alimentos. Princípios da nutrição. Minerais c vitaminas. Desordens nutricionais.
Plantas tóxicas. Aditivos da ração.
Disciplina: Geoprocessamento
Carga Horária semestral: 60h
3ª Série
Ementa: Sensoriamento remoto. Imagens de satélite (interpretação e tratamento digital).
Aplicações de imagens de satélite no estudo do meio ambiente. Sistemas de informação
geográfica. Geração de modelos numéricos do terreno. Softwares disponíveis. Implantação
de informações geográficas. Aplicação do SIG no estudo do meio ambiente. Aulas em
laboratório. Atividades de campo.
Disciplina: Agrometeorologia
Carga Horária semestral: 60h
4ª Série
Ementa: Meteorologia e Climatologia. Aspectos meteorológicos dos movimentos da terra.
Processos físicos, químicos e dinâmicos da atmosfera terrestre.
Disciplina: Construções Rurais
Carga Horária semestral: 60h
4ª Série
Ementa: Interpretação e elaboração de desenho técnico arquitetônico e topográfico,
conhecimento sobre materiais de construção, elaboração e dimensionamento de projetos
construtivos relacionados a edificações rurais e instalações agropecuárias para gado de
corte e leite, ovinos, caprinos, suinos, aves e outras; construções de pequenas barragens de
terra e viveiros para psicultura.
Disciplina: Hidrologia
Carga Horária semestral: 60h
4ª Série
Ementa: Introdução. Bacia hidrográfica. Precipitação. Evaporação e evapotranspiração.
Infiltração da água no solo. Escoamento superficial. Estudo da vazão de cursos d'água.
Água subterrânea. Transporte de sedimentos.
Disciplina: Experimentação Agropecuária
Carga Horária semestral: 75h
4ª Série
Ementa: A experimentação agrícola. Princípios básicos da experimentação. Ensaios no
delineamento inteiramente ao acaso. Ensaios no delineamento em blocos ao acaso.
Ensaios fatoriais. Ensaios em parcelas subdivididas. Análise de grupos de ensaios. Tópicos
adicionais.
Disciplina: Física e Classificação do Solo
Carga Horária semestral: 60h
4ª Série
Ementa: Propriedades físicas e microbiológicas dos solos. Classificação e geografia dos
solos. Solos e ambientes agrícolas.
Disciplina: Genética
Carga Horária semestral: 75h
4ª Série
Ementa: Genética e sua importância. Células e cromossomos. Mitose e meiose.
Gametogênese e fertilização. Herança monofatorial. Dois ou mais pares de alelos. Interação
gênica. Probabilidade e teste de proporções genéticas. Determinação do sexo. Herança
relacionada ao sexo. Ligação gênica e mapas cromossômicos. Bases químicas da herança.
Mutação. Alelismo múltiplo. Alterações cromossômicas estruturais. Variações numéricas dos
cromossomos. Herança citoplasmática. Genética de populações. Genética quantitativa.
Disciplina: Hidráulica
Carga Horária semestral: 60h
5ª Série
Ementa: Introdução. Hidrometria em condutos abertos. Hidrometria em condutos forçados.
Escoamento em condutos forçados sob regime permanente. Escoamento de fluidos não
newtonianos. Redes de condutos. Instalações de recalque. Escoamento em canais em
regime permanente e uniforme.
Disciplina: Microbiologia Agrícola
Carga Horária semestral: 60h
5ª Série
Ementa: Aspectos evolutivos da microbiologia do solo. A microbiota do solo. Influência dos
fatores do ambiente na microbiota do solo. Inter-relações entre os microrganismos do solo.
Interações microrganismos-planta. Rizosfera. Enzimas do solo. Transformações do carbono
no solo. Transformações do nitrogênio no solo. Transformações do enxofre e do fósforo no
solo. Nodulação. Micorrizas. Recuperação de áreas degradadas.
Disciplina: Avicultura e Suinocultura
Carga Horária semestral: 60h
5ª Série
Ementa: Análise de conjuntura e suinocultura. Desenvolvimento pré-natal. Desenvolvimento
pós-natal. Sistemas de produção de suínos. Reprodução e manejo de suínos.
Melhoramento genético dos suínos. Planejamento da criação de suínos. Controle sanitário
em suinocultura. Manejo e tratamento de dejetos de suínos. Importância económica e social
da avicultura. Raças de maior interesse económico. Anatomia e fisiologia da galinha.
Técnica de criação de frangos de corte, poecleiras. matrizes e outras aves. Alimentação das
aves. Profilaxia das principais doenças. Instalações e ambiência. Planejamento da empresa
avícola.
Disciplina: Entomologia Geral
Carga Horária semestral: 60h
5ª Série
Ementa: Importância e diversidade dos insetos. Anatomia e fisiologia. Sistema sensorial e
comportamento. Reprodução. Desenvolvimento e história de vida. Sistemática - filogenia e
evolução. Insetos aquáticos, de solo e detritívoros. Insetos e plantas. Sociedade de insetos.
Predação, parasitismo e defesa em insetos.. Coleta e matança de insetos.
Disciplina: Fertilidade do Solo e Nutrição Mineral de Plantas
Carga Horária semestral: 60h
5ª Série
Ementa: Visão geral sobre a fertilidade do solo. Elementos essenciais às plantas.
Transporte de nutrientes no solo. Reação do solo. Correção da acidez. Matéria orgânica.
Nitrogênio. Fósforo. Potássio. Enxofre. Micronutrientes. Avaliação da fertilidade do solo e
recomendação de adubação. Aspectos econômicos e implicações ecológicas do uso de
corretivos e de fertilizantes.
Disciplina: Fitopatologia
Carga Horária semestral: 60h
5ª Série
Ementa: Princípios, conceitos e métodos em fitopatologia. Características gerais e controle
de doenças.
Disciplina: Maquinas e Mecanização Agrícola
Carga Horária semestral: 75h
5ª Série
Ementa: Elementos básicos de mecânica. Mecanismos de transmissão de potência.
Lubrificação e lubrificantes. Motores de combustão interna. Tratores agrícolas. Capacidade
operacional. Máquinas e técnicas utilizadas no preparo do solo. Distribuição de adubos e
calcários. Plantio, cultivo e aplicação de defensivos agrícolas. Máquinas utilizadas na
colheita. Determinação do custo operacional dos conjuntos mecanizados. Planejamento e
uso de sistemas mecanizados. Tratorização/tração animal.
Disciplina: Acaralogia e Nematologia Agrícola
Carga Horária semestral: 60h
6ª Série
Ementa: Estudar a interação de diversos grupos de animais com as culturas de importância
econômica para o Alagoas, incluindo aspectos morfológicos, sistemáticos e biológicos. Os
grupos objetos de estudo são: nematóides causadores de galhas, migradores, parasitos de
caules e folhas, de citros; ácaros fitófagos e tetraniquídeos, tenuipalpídeos, tarsonemídeos e
eriofiídeos, além de predadores fitoseídeos.
Disciplina: Biotecnologia
Carga Horária semestral: 60h
6ª Série
Ementa: Conceitos e técnicas de biotecnologia de plantas. Estado da arte e perspectivas do
uso comercial da biotecnologia na agricultura. Estudo de casos com micropropagação,
plantas transgênicas e genética molecular.
Disciplina: Horticultura Geral
Carga Horária semestral: 60h
6ª Série
Ementa: Conceitos de horticultura e dos ramos que a compõem. Estudos da fisiologia e das
técnicas aplicadas à propagação ao manejo e a pós-colheita das plantas hortícolas (frutas,
hortaliças e plantas ornamentais).
Disciplina: Irrigação e Drenagem
Carga Horária semestral: 75h
6ª Série
Ementa: Relação Água-Solo-Planta-Atmosfera. Necessidade de irrigação das principais
culturas. Qualidades da água e aptidão dos solos para irrigação. Métodos de aplicação de
água – Sistemas de irrigação. Dimensionamento e manejo de projetos de irrigação.
Drenagem de terras agrícolas.
Disciplina: Melhoramento Vegetal
Carga Horária semestral: 75h
6ª Série
Ementa: Melhoramento genético de plantas: natureza, objetivos e planejamento. Evolução
das Espécies Cultivadas. Centros de Origem das Espécies Cultivadas e Conservação de
Recursos Genéticos. Sistemas reprodutivos nas espécies cultivadas. Introdução e
aclimatação de variedades de espécies cultivadas. Métodos de melhoramento de plantas
autógamas, alógamas e propagadas assexuadamente. Avaliação, manutenção e
distribuição de variedades melhoradas.
Disciplina: Uso, Manejo e Conservação de Solo
Carga Horária semestral: 75h
6ª Série
Ementa: Fatores que causam a erosão; grau e formas de erosão; práticas
conservacionistas do solo e da água, manejo de solos tropicais; modelos de previsão de
perdas de solo; levantamento conservacionista; sustentabilidade agrícola; erosão e
degradação ambiental.
Disciplina: Fruticultura
Carga Horária semestral: 60h
7ª Série
Ementa: Estudo do cultivo racional das principais plantas frutíferas de importância
econômica para o Brasil, principalmente de interesse para o Nordeste (culturas do abacaxi,
banana, coco, citros, maracujá e mamão). Estudo do mercado interno e para exportação,
controle de qualidade e comercialização das frutas frescas e processadas.
Disciplina: Agricultura 1
Carga Horária semestral: 60h
7ª Série
Ementa: Cultivo de cana de açucar, soja, café e fumo: Histórico, origem e importância.
Botânica. Clima. Solo. Cultivares. Plantio. Nutrição e adubação. Plantas invasoras. Rotação
e consórcio. Irrigação. Colheita e secagem. Beneficiamento e armazenamento.
Disciplina: Forragicultura
Carga Horária semestral: 75h
7ª Série
Ementa: Botânica das Gramíneas e Leguminosas. Composição Química e Valor Nutritivo
das Plantas Forrageiras. Principais Plantas Forrageiras. Fisiologia das Plantas Forrageiras.
Formação, Recuperação e Manejo de Pastagens Nativas e Exóticas. Manejo de Capineiras
e Banco Proteíco. Conservação de Forragem. Ensilagem. Fenação e Amonização.
Disciplina: Biologia e Controle de Plantas Invasoras
Carga Horária semestral: 60h
7ª Série
Ementa: Biologia de plantas invasoras: principais espécies, prejuízos e benefícios. Formas
de dispersão, dormência, germinação e alelopatia. Aspectos fisiológicos da competição
entre plantas invasoras e culturas. Métodos de controle de plantas invasoras. Herbicidas:
classificação e mecanismos de ação. Formulações, absorção e translocação. Metabolismo
nas plantas e seletividade. Interações herbicidas ambiente. Resistência de plantas invasoras
a herbicidas: causas de seu aparecimento, identificação e manejo em condições de campo.
Tecnologia para aplicação de herbicidas. Recomendações técnicas para manejo de
plantasinvasoras em áreas agrícolas e não agrícolas.
Disciplina: Doenças das Plantas Cultivadas
Carga Horária semestral: 60h
7ª Série
Ementa: Diagnose de doenças de plantas. Sintomatologia. Etiologia e controle.
Disciplina: Pragas de Plantas Cultivadas
Carga Horária semestral: 60h
7ª Série
Ementa: Introdução. O conceito de pragas. Métodos de controle de pragas. O receituário
agrônomo. Insetos vetores de patógenos de plantas.
Disciplina: Agricultura 2
Carga Horária semestral: 60h
8ª Série
Ementa: Cultivo de amendoim, arroz, feijão, milho e sorgo: Histórico, origem e importância.
Botânica. Clima. Solo. Cultivares. Plantio. Nutrição e adubação. Plantas invasoras. Pragas e
doenças Rotação e consórcio. Irrigação. Colheita e secagem. Beneficiamento e
armazenamento.
Disciplina: Olericultura
Carga Horária semestral: 60h
8ª Série
Ementa: Aspectos econômicos das hortaliças. Classificação botânica e comercial,
variedades, exigências de clima e solo, plantio, manejo, colheita e comercialização das
apiáceas (cenoura, coentro e salsa), das brassicáceas (couves e repolho), das chicoriáceas
(alface), das curcubitáceas (abóboras, melancia, melão, chuchu e maxixe) das solanáceas
(tomate, pimentão e batata) e das aliáceas (alho, cebola e cebolinha).
Disciplina: Bovinocultura de Corte e Leite
Carga Horária semestral: 60h
8ª Série
Ementa: Aspectos gerais da criação de Grandes Ruminantes e sua importância para o
Nordeste, Brasil, e Mundo. Raças. Classificação descritiva pelo tipo Sistemas e fases da
criação. Provas zootécnicas, Melhoramento Genético. Confinamento. Principais doenças
infecto-contagiosas e parasitárias. Controle Pro-Filático.Anatomia e Fisiologia de Glândula
Mamária e Fatores que influenciam a Produção de Leite.
Disciplina: Administração e Planejamento Agropecuário
Carga Horária semestral: 60h
8ª Série
Ementa: Características do setor agropecuário. Teoria da produção. Fatores que afetam os
resultados econômicos. Capitais e custos. Planejamento agrícola. Avaliação de
propriedades agrícolas. Administração dos recursos naturais. Empreendedorismo.
Disciplina: Caprinocultura e Ovinocultura
Carga Horária semestral: 45h
8ª Série
Ementa: Aspectos gerais da criação de caprinos e ovinos e sua importância para o
Nordeste, Brasil e Mundo. Raças, classificação descritiva pelo tipo de sistemas e fases da
criação. Provas zootécnicas, melhoramento genético. Manejo da criação. Anatomia e
fisiologia de glândula mamária e fatores que influenciam a produção de leite.
Disciplina: Floricultura e Paisagismo
Carga Horária semestral: 60h
8ª Série
Ementa: Aspectos econômicos e perspectivas do mercado de flores. Planejamento da
produção comercial em floricultura. Fisiologia e manejo da pós-colheita de flores cortadas.
Paisagismo: conceito e atuação. Fatores que influenciam no planejamento de jardins e na
paisagem. Planejamento, implantação e manutenção de jardins e parques: aspectos gerais.
Disciplina: Produção e Tecnologia de Sementes
Carga Horária semestral: 75h
8ª Série
Ementa: Importância da semente. Formação da semente na planta. Maturação.
Germinação. Dormência. Deterioração e vigor. Produção. Colheita. Secagem.
Beneficiamento. Armazenamento.
Disciplina: Cooperativismo
Carga Horária semestral: 45h
9ª Série
Ementa: Estudos de casos. Cooperativismo e associativismo. Elementos históricos e
conceituais do cooperativismo. Administração de cooperativas agrícolas.
Disciplina: Economia Agrícola
Carga Horária semestral: 60h
9ª Série
Ementa: Macroeconomia Básica; Demanda de Produtos Agrícolas, Oferta de Produtos
Agrícolas; Preços dos Produtos Agrícolas; Custo de Produção; Estrutura dos Mercados
Agroindustriais; Comércio Internacional; Políticas Econômica, Agrícola e Agrária;
Desenvolvimento Rural.
Disciplina: Extensão Rural
Carga Horária semestral: 60h
9ª Série
Ementa: Elementos históricos e conceituais da prática de extensão rural. Teoria da
comunicação. Comunicação e agricultura. Mobilização e organização social. Métodos,
técnicas e recursos audiovisuais. Planejamento em extensão rural. Elaboração de projetos
de atuação profissional.
Disciplina: Tecnologia de Produtos Agropecuários
Carga Horária semestral: 60h
9ª Série
Ementa: Tecnologia de transformação e conservação de produtos agropecuários de uso
alimentar com ênfase para carnes, laticínios e produtos de origem vegetal. Classificação,
terminologia, composição, microbiologia, bioquímica e fermentações. Padronização.
Beneficiamento, equipamentos, processos industriais, subprodutos, higiene, controle de
qualidade, conservação, armazenamento. Energia Renovável.
Disciplina: Agricultura 3
Carga Horária semestral: 60h
9ª Série
Ementa: Cultura da mandioca, batata-doce, inhame e taro, algodão e mamona. Histórico,
origem e importância. Botânica. Clima. Solo. Cultivares. Plantio. Nutrição e adubação.
Plantas invasoras. Pragas e doenças Rotação e consórcio. Irrigação. Colheita e secagem.
Beneficiamento e armazenamento.
Disciplina: Silvicultura
Carga Horária semestral: 60h
9ª Série
Ementa: Conceito e importância da silvicultura. Ecologia de ecossistemas florestais. Noções
de auto-ecologia. Classificação ecológica para reflorestamento. Escolha de espécies para
plantio e principais usos. Sementes florestais. Planejamento de viveiros e produção de
mudas florestais. Implantação de florestas. Nutrição florestal. Agrossilvicultura. Brotação.
Fomento florestal.
Disciplina: Estágio Obrigatório
Carga Horária semestral: 240h
10ª Série
Ementa: Desenvolvimento de uma ou mais atividades na área ou setor de interesse e
escolha profissional do aluno em laboratórios de pesquisa ou extensão ou campo dentro da
IES ou empresas publicas ou privadas convieniadas.
VI.2 DISCIPLINAS ELETIVAS
Disciplina: Anonicultura
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa:Estudo da biologia produção e reprodução, de tecnicas de cultivo e do mercado
das principais anonáceas tropicais de importancia economica (pinha, gravioloa e atemoia)
Disciplina: Conservação de Forragens
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Conservação de forragem: silagem (princípios bioquímicos, microbiológicos e
confecção); silagem (tipos, aditivos) feno (princípios e técnicas para confecção).
Disciplina: Conservação Pós-Colheita de Produtos Agrícolas
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Desenvolvimento fisiológico de órgãos vegetais que constituem interesse da
fruticultura, olericultura e floricultura. Fatores endógenos e exógenos na pré-colheita,
colheita e pós-colheita que são causas de perdas. Manejo, instalações e controle de
qualidade dos produtos vegetais perecíveis.
Disciplina: Controle Alternativo de Doenças de Plantas Cultivadas
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Princípios, conceitos e métodos alternativos de controle doenças de plantas
cultivadas. Características gerais dos agentes microbianos de controle. Metodos de controle
de patógenos do solo, espermofesra, filoplano e pós-colheita. Integração do controle
alternativo com outros métodos de controle de doenças de plantas.
Disciplina: Controle Biológico de Pragas
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: A posição do Controle Biológico no controle de pragas. Base ecológica do Controle
Biológico. Histórico do Controle Biológico. Entomofagia-Predação. Ordens de insetos
predadores; grupos de outros animais que contém formas predatórias. EntomofagiaParasitismo; Ordens de insetos parasitos. Tipos de parasitismo. Especificidade em
parasitos. Parasitismo em Diptera e em Hymenoptera. Introdução e adaptação de insetos
entomófagos. Controle Biológico na Saúde Pública, na Pecuária e na Veterinária. Controle
Biológico de ervas daninhas.
Disciplina: Cultivo de Plantas Medicinais
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Estudo das principais famílias botânicas utilizadas na fitoterapia. Noções básicas
sobre a utilização das plantas medicinais. Estudo do cultivo racional das principais plantas
medicinais. Estudo da colheita, secagem e beneficiamento de partes das plantas usadas na
fitoterapia.
Disciplina: Ecologia das Interações entre Plantas e Insetos
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Reprodução de plantas e insetos. Desenvolvimento pós-embrionário de insetos.
Fisiologia de insetos e de plantas. Comunicação química entre insetos. Técnicas de
isolamento e identificação de substâncias voláteis de plantas e insetos. Os semioquímicos
no manejo integrado de pragas.
Disciplina: Ecologia de Microrganismos
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Modificação no ambiente de origem microbiana. Influência do meio ambiente na
atividade microbiana. Interações microbianas. Efeitos da rizosfera na microflora do solo.
Métodos de análise em ecologia experimental. Ecologia dos microrganismos do solo e
rizosfera.
Disciplina: Elaboração de Projetos Agropecuários
Carga Horária semestral: 60h
Ementa:
Eletiva
Disciplina: Empreendedorismo
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Investigação, entendimento e internalização da ação empreendedora.
Autoconhecimento. Perfil empreendedor. Criatividade. Desenvolvimento da visão e
identificação de oportunidades. Validação de uma idéia. Construção de um plano de
negócios e negociação.
Disciplina: Ética e Exercício Profissional
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: O Histórico da Legislação Profissional. O Perfil Ético de um Profissional. A
Conduta Social e Profissional. Responsabilidades no Exercício da Profissão. O Sistema
Profissional da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia. Legislação Profissional Básica.
O Código de Ética e as Atribuições Profissionais.
Disciplina: Manejo de Culturas Irrigadas
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Disponibilidade de água no solo. Necessidade de água para as plantas. Fisiologia
e manejo de culturas irrigadas. Métodos de manejo da irrigação. Fertirrigação e quimigação.
Disciplina: Manejo de Solos de Tabuleiros
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Propriedades físicas, morfológicas e químicas. Gênese e classificação dos solos.
Manejo do solo, enfatizando preparo, calagem, gessagem e adubação das principais
culturas.
Disciplina: Nutrição Mineral de Plantas
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Os princípios da nutrição das plantas. Absorção, transporte e redistribuição de
íons. Excreção. O meio ambiente e a absorção. O metabolismo mineral. As funções dos
nutrientes. Os elementos nutritivos e suas inter-relações.
Disciplina: Inglês Instrumental
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Técnica de leitura e compreensão de textos científicos: o uso do dicionário e
formação de palavras, técnicas de anotação. O uso de conectivos de estruturas, o uso de
conectivos de parágrafos.
Disciplina: Melhoramentos de Hortaliças
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: O melhoramento genético de espécies de hortaliças de interesse regional:
objetivos e problemas; planejamento do melhoramento; origem e sistemática; biologia da
reprodução; fisiologia do desenvolvimento; herança dos principais caracteres; cultivares e
suas características; métodos de melhoramento e utilização marcadores moleculares no
melhoramento de hortaliças; uso de híbridos em hortaliças, produção e distribuição de
sementes. Recursos genéticos e bancos de germoplasma.
Disciplina: Piscicultura
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Características físicas, químicas e biológicas da água, anatomia e fisiologia de
peixes, análise e preparo da água para o cultivo e interação entre as espécies e o meio
ambiente. Estruturas próprias de uma aquigranja; construção de tanques e açudes,
fertilização e calagem; coleta e transporte; nutrição; alimentação; espécies próprias para o
cultivo; manejo; reprodução; seleção; higiene e profilaxia; rotinas de trabalho e
planejamento.
Disciplina: Projetos Ambientais
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Elaboração de projetos de desenvolvimento agrícola, com inclusão dos
condicionantes inerentes à capacidade de uso dos recursos naturais, ecologicamente
equilibrados e economicamente viáveis.
Disciplina: Projetos de Hidrologia-Hidráulica
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Treinamento e capacitação no planejamento, elaboração, execução e avaliação de
projetos de estruturas de destinação e aplicação de líquidos no meio rural.
Disciplina: Projetos Paisagísticos
Carga Horária semestral: 60h
Ementa: Projetos Paisagísticos de Macro e Micro Escala.
Eletiva
Disciplina: Sementes e Mudas Florestais
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Introdução. Classificação de grupos ecológicos. Aspectos ecológicos da produção
de sementes florestais. Colheita, extração, secagem, beneficiamento e armazenamento de
sementes florestais. Germinação de sementes e produção de mudas florestais. Propagação
assexuada de espécies florestais. Viveiros florestais.
Disciplina: Análise de Sementes
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Finalidades da análise de sementes. Regras para Análise de Sementes.
Amostragem de lotes de sementes. Análise de pureza física. Exame de sementes silvestres
nocivas. Teste de germinação. Determinação do grau de umidade em sementes.
Determinações adicionais em análise de sementes. Teste de tetrazólio. Testes de vigor.
Disciplina: Contabilidade Rural
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: A atividade rural. A contabilidade agrícola e o campo de sua aplicação. Fluxo
contábil na atividade agrícola. O património da empresa agrícola. Depreciação, amortização
e exaustão na agropecuária. Planificação contábil na atividade agrícola. Contabilidade
pecuária. Custos na agropecuária. Cálculo do custo do rebanho. Fluxo de caixa no setor
rural. Imposto de Renda. Demonstrações financeiras.
Disciplina: Microbiologia de Alimentos
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Ecologia microbiana dos alimentos. Incidência e tipos de microrganismos em
alimentos. Biodeterioração de alimentos. Intoxicações e infecções alimentares. Conservação
de alimentos. Produção de alimentos por microrganismos. Controle da qualidade
microbiológica de alimentos.
Disciplina: Planejamento, Produção e Beneficiamento de Cana-de-açúcar e seus Derivados
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Estudo da cultura da cana-de-açúcar dentro da realidade nordestina e brasileira.
Disciplina: LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Estudo dos fundamentos da Língua Brasileira de Sinais com noções práticas de
sinais e interpretação, destinado às práticas pedagógicas na educação inclusiva.
Disciplina: Planejamento da Conservação do Solo e da Água de Propriedades Agrícolas
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Classificação das terras no sistema de capacidade de uso; Classificação das
terras no sistema de aptidão do uso das terras e classificação das terras para fins de
irrigação.
Disciplina: Cultivos de Feijões Especiais
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Estudar o cultivo das espécies: V. unguiculata, V. umbellata, V. radiata, V.
angulares, P. lunatus, enfocando a origem, importância, botânica, ambiente, adubação,
plantio, tratos culturais, colheita e pós-colheita.
Disciplina: Controle Alternativo de Pragas de Plantas Cultivadas
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Estudos sobre bases ecológicas para o controle de pragas de plantas cultivadas,
enfatzando os metodos alternativos de controle e sua importancia na sustentabilidade do
agroecossistema. Estudos sobre metabolitos secundários das plantas, dos principios
basicos da alelopatia e a caracterização das casses de compostos.
VII. BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR DAS DISCIPLINAS
1ª SÉRIE
BOTÂNICA
BÁSICA
PEREIRA, C.; AGAREZ, F.V. Botânica: taxonomia e organografia dos Angiospermae,
chaves para identificação de famílias. Rio de Janeiro: Interamericana.1980.
RAVEN, P. H.; EVERT, R. F.; EICHORN, S. E. Biologia Vegetal. 7ªed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2007, 906p.
SOUZA, V.C.; LORENZI, H. Botânica Sistemática: guia ilustrado para identificação das
famílias de angiospermas da Flora Brasileira, baseado em APGII. Ed. Instituto Plantarum de
Estudos da Flora, Ltda., 2005.
SOUZA, V.C.; LORENZI, H. Chave de Identificação: para as principais famílias de
angiospermas Nativas e Cultivadas do Brasil. Ed. Instituto Plantarum de Estudos da Flora,
Ltda., 2007.
SOUZA, L.A. Morfologia e anatomia Vegetal: célula, tecidos, órgãos e plântula. Ed. UEPG,
2003. 259p.
COMPLEMENTAR
NULTSCH, W. Botânica Geral. 10ª ed. Porto Alegre: ArtMed, 2000, 489p.
GONÇALVES, G.E. & LORENZI, H. Morfologia Vegetal: organografia e dicionário ilustrado
de Morfologia de Plantas Vasculares. Ed. Instituto Plantarum de estudos da Flora, Ltda.,
2007.
SOCIOLOGIA RURAL
BÁSICA:
BARROS, E. V. Princípios de ciências sociais para extensão rural. Viçosa: UFV, 1994,
715p.
BARROS, E. de V. Sociologia rural. Viçosa: UFV, 1986.
BERNARDI, B. Introdução aos estudos étno-antropológicos. Lisboas, Ed. 70, 1989.
CHILDE, V. G. A evolução cultural do homem, 2 ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1977.
COPANS, J.. et alii. Antropologia: ciências das sociedades primitivas, Lisboa, Ed. 70,
1974.
DIAS, R. Fundamentos de Sociologia Geral. São Paulo, Alinea, 1997.
INTRODUÇÃO À AGRONOMIA
BÁSICA
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Promulgada em 5 de outubro
de 1988. Brasília: Senado Federal, Subsecretária de Edições Técnicas, 2004, 436p.
DUPÁS, G. Ética e poder na sociedade da informação. São Paulo: UNESP, 2004, 134p.
CONFEA.
Código
de
Ética
Profissional,
2008.
Disponível
em:
http://www.confea.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start. Acesso em 09 de março de 2009.
COMPLEMENTARES
ALTIERI, M. Agroecologia: bases científicas para una agricultura sustentable: Montevideo:
Nordan, 1999, 325p.
ALTIERI, M..A. Biotecnologia Agrícola: mitos, riscos ambientais e alternativas. Petrópolis:
Vozes, 2004, 86p.
ATAÍDE, M. E. M. O lado perverso da globalização na sociedade a informação.
Ciências da Informação. Brasília, v. 26, n. 3, p. 268-270, set/dec. 1997.
AZEVEDO, J.L.; FUNGARO, M.H.P.; VIEIRA, M.L.C. Transgênicos e evolução dirigida.
História, Ciência, Saúde – Manguinhos, Rio de Janeiro, v. 7, n.2, p. 451-464, jun/out. 2000.
Sites relacionados a agronomia
www. arobyte.com.br
www.agrosoft.com.br
www.agronomia.com.br
www.agronomia.net.com.br
www.abeas.com.br
www.avisite.com.br
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www.biotecnologia.com.br
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www.embrapa.br
www.incape.es.gov.br
www.megaagro.com.br
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www.todafruta.com.br
www.ufv.be
www.esalq.usp.br
www.ufal.br
MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS AGRÁRIAS
BÁSICA:
FERREIRA, R.S. Matemática Aplicada às Ciências Agrárias: Análise de dados e
Modelos. Viçosa: UFV, 1999.
HALLETT, D. H. Cálculo e Aplicações. São Paulo: Edgar Blucher, 1999.
LARSON, R.; EDWARDS, B.H. Cálculo com Aplicações. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 2005.
COMPLEMENTAR:
ÁVILA, G.S.S. Cálculo 1: Funções de uma variável. 4ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 2004.
HOOFFMAN, L.D. Cálculo: Um curso moderno e suas aplicações 1. 2ed. Rio de Janeiro:
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Periódicos:
Revista Brasileira de Fruticultura
Revista Brasileira de Economia Rural
Revista Brasileira de Olericultura
Revista Brasileira de Ciência do Solo
Pesquisa Agropecuária Brasileira
Revista Ciência Agrícola
Revista Bragantia
Entre outras revistas da área no que tange a aplicações na área das Ciências Agrárias
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BÁSICA
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QUÍMICA
BÁSICA
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Ltda.2000. 606 p.
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2ª. ed. São Paulo: Atheneu, 1999. 276 p.
EWING, G., W. Métodos instrumentais de análise química. 5ª. reimpressão. São Paulo:
Edgard Blucher Ltda. 1972. 296 p.
HARRIS, D.C. Análise química quantitativa. 6ª. ed. Rio de Janeiro: LCT, 2005. 876 p.
MAHAN, B. M.; MYERS, R., J. Química: Um curso universitário. 4ª. ed. São Paulo: Edgard
Blucher Ltda. 1995. 582 p.
ROSENBERG, J. L. Química geral. 6ª. ed. São Paulo: Editorac Graw-Hill do Brasil. 1982.
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www.maurowagner.webnode.com
COMPLEMENTAR
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BÁSICA
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BIOQUÍMICA GERAL
BÁSICA
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STRYER, L. Bioquímica. 4a ed. São Paulo: Guanabara Koogan., 1996, 880p.
PRATT, C.W.; CARNELT, K. Bioquímica Essencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.,
2006. 716p.
ZAHA, A. Biologia Molecular Básica. Ed. Mercado Aberto. Porto Alegre. 1996, 336p.
Bioquímica. Aulas Práticas. Departamento de Bioquímica da UFPR. 2ª ed. Ed. Scientia et
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FÍSICA APLICADA AS CIENCIAS AGRÁRIAS
BASICA
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Editora S.A. 1996. (LTC-Livros Técnicos e Científicos).
TIPLER, P.A. Física para Cientistas e Engenheiros. 5ª Edição. Volumes 1, 2 e 3. Rio de
Janeiro: LTC-Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. 2006.
SERWAY, R.A. e JEWETT JR, J.W. Princípios de Física. 3ª Edição. V.1,2,3 e 4. São
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GASPAR, A. Física. 1ª Ed. V.1, 2 e 3. São Paulo: Ática. 2000.
METODOLOGIA DA PESQUISA
BASICA
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São Paulo: Atlas, 2005.
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Pearson Prentice Hall, 2002. 242 p.
FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas técnicas para o trabalho científico: elaboração e
formatação. 14. ed. Porto Alegre: s.n., 2008. 308 p.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
176 p.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Manual
dissertações. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
para
elaboração
de
monografias
e
MATIAS-PEREIRA, José. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica. São Paulo:
Atlas, 2007.
COMPLEMENTAR
ANDRADE, Maria Margarida de, MEDEIROS, João Bosco. Manual de elaboração de
referências bibliográficas. São Paulo: Atlas, 2001.
______ .Como preparar trabalhos para cursos de pós-graduação: noções práticas. 6.
ed. São Paulo: Atlas, 2004. 168 p.
APPOLINÁRIO, Fábio. Dicionário de metodologia científica: um guia para a produção do
conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 2004. 304 p.
LAKATOS, Eva Maria, MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica: ciência e
conhecimento científico. Métodos científicos. Teoria, hipóteses e variáveis. Metodologia
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_______. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas; amostragens e
técnicas de pesquisa; elaboração, análise e interpretação de dados. 6. ed. São Paulo: Atlas,
2006.
_______. Fundamentos de metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005. 320 p.
_______. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos. Pesquisa
bibliográfica, projeto e relatório. Publicações e trabalhos científicos. 6. ed. São Paulo: Atlas,
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LINTZ, Alexandre, MARTINS, Gilberto de Andrade.
Guia para elaboração de
monografias e trabalhos de conclusão de curso. São Paulo: Atlas, 2000. 112 p.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Estudo de Caso: uma estratégia de Pesquisa. São Paulo:
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MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos,
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SANTOS, Izequias Estevam dos. Métodos e técnicas de pesquisa científica. 5. ed. RJ:
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BASICA
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PELCZAR, M. J. J.; CAAN, E. C. S; KRIEG, N. R. Microbiologia. São Paulo: Makron
Books, vol. I. 1996, 2º Ed. 524p.
TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Microbiologia. Porto Alegre: Artmed, 2000,
2000
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TOPOGRAFIA
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COMASTRI, J.A. Topografia: Altimetria. Viçosa: Imprensa Universitária.
COMASTRI, J. A.; GRIPP JUNIOR, J. Topografia aplicada. Viçosa: UFV. 1990.
ESPARTEL, L. Curso de topografia. Porto Alegre: GLOBO, 1987.
ESPARTEL, L. & LUDERITZ , L. Caderneta de Campo. Editora Globo, 1977, 655p.
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BASICA
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COMPLEMENTAR
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FISIOLOGIA VEGETAL
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MARENCO, R.A.; LOPES, N.F. Fisiologia vegetal: fotossíntese, respiração, relações
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RESENDE, M., CURI, N., REZENDE, S.B., CORRÊA, G.F. Pedologia: base para distinção
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COMPLEMENTAR
BRADY,N.C. Natureza e Propriedades dos Solos. 7ª ed. Rio de Janeiro, Freitas Bastos,
1989.898p
CINTRA, L.F.D., ANJOS, J.L., IVO, W.M.P.M. WORKSHOP COESÃO EM SOLOS DOS
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CURI, N., LARACH, J.O.I., KÄMPF, N., MONIZ, A.C., FONTES, L.E.F. Vocabulário da
Ciência do solo. Campinas: SBCS, 1993. 90p.
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446p.
JACOMINE, P.K.T., CAVALCANTI, A.C., PESSOA, S.C.C., SILVEIRA, C.O. da.
Levantamento exploratório-reconhecimento de solos do Estado de Alagoas. Recife:
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PINTO, O.C.B. Noções de geologia geral. Viçosa, Imprensa Universitária,1985. 134p
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MC DONALD P., EDWARDS., R.A. & GREENHALGH., J. F. D. Nutricion Animal Editorial
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COMPLEMENTAR
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6ª SÉRIE
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SALIM SIMÃO. Tratado de Fruticultura. Piracicaba: FEALQ, 1998.
COMPLEMENTAR:
EMBRAPA. Coleção FRUPEX - Várias frutas, Brasília, 1996. - Pedidos: Serviço de
Produção da Informação – SPI, SAIN Parque Rural, Av. W3 Norte - C. Postal 040315 CEP 70770-901, Brasília – DF, Fone: (061) 348-4155 348-4236 e Fax: (061) 272-4168
EMBRAPA. Coleção FRUTAS DO BRASIL - Várias frutas, Brasília. - Pedidos: Serviço de
Produção da Informação – SPI - www.embrapa.br
SIQUEIRA, D. L. de; PEREIRA, W. E. Planejamento e implantação de pomar. Viçosa:
Aprenda Fácil, 2000. 171p
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COMPLEMENTAR:
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RONZELLI JÚNIOR, P. Melhoramento genético de plantas. Curitiba: Pedro Ronzelli
Júnior, 1996. 219p.
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VIEIRA, C. Curso de melhoramento de plantas. Viçosa: Divisão de Informação da
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BASICA
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Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1992. 279p.
GALETI, P.A. Práticas de controle à erosão. Campinas: Instituto Campineiro de Ensino
Agrícola, 1984. 278p.
PRIMAVESI, A. Manejo ecológico do solo: a agricultura em regiões tropicais. São Paulo:
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COMPLEMENTAR
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ARAÚJO FILHO, J.A; CARVALHO, F.C. (Ed.). Desenvolvimento sustentado da caatinga:
O solo nos grandes domínios morfoclimáticos do Brasil e o desenvolvimento sustentado.
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BERTOLINI, D. Controle de erosão em estradas rurais. 1ª ed. Campinas: CATI, 1993.
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SADE, M.; DIJKSTRA, F.; PEREIRA, M.H. Plantio direto no Brasil. Passo Fundo: Aldeia
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FILHO, C.C.; MUZILLI, O. (Coord). Manejo integrado de solos em microbacias
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JACOMINE, P.K.T . & CAMARGO, M.N. Classes gerais de solos do Brasil: Guia auxiliar
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LOMBARDI NETO, F.; DROUGOWICH, M.I. Manual técnico de manejo e conservação
do solo e água. Campinas; CATI, 1994. v. 1, 15p. (CATI. Manual técnico, 38).
LOMBARDI NETO, F.; DROUGOWICH, M.I. Manual técnico de manejo e conservação
do solo e água. Campinas; CATI, 1994. v. 2, 168p. (CATI. Manual técnico, 39).
LOMBARDI NETO, F.; DROUGOWICH, M.I. Manual técnico de manejo e conservação
do solo e água. Campinas: CATI, 1994. v. 3, 102p. (CATI. Manual técnico, 40).
LOMBARDI NETO, F.; DROUGOWICH, M.I. Manual técnico de manejo e conservação do
solo e água. Campinas, 2ª impressão, CATI, 1994. v. 4, 65p. (CATI. Manual técnico, 41).
LOMBARDI NETO, F.; DROUGOWICH, M.I. Manual técnico de manejo e conservação
do solo e água. Campinas: CATI, 1994. v. 5, 128p. (CATI. Manual técnico, 42).
MONEGAT, C. Plantas de cobertura do solo: características e manejo em pequenas
propriedades. 2ª ed. Chapecó: Ed. do autor, 1991. 337p.
OSAKI, F. Microbacia: Práticas de conservação de solos, Curitiba: ed. do autor, 1994.
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PRADO, HELIO do. Solos tropicais: potencialidade, limitações, manejo e capacidade de
uso. Piracaba: Hélio Prado, 1995. 166p.
RAMALHO FILHO, A.; PEREIRA, E.G. & BEEK, K.J. 3ª ed. Sistema de avaliação da aptidão
agrícola das terras. SNLCS/EMBRAPA/SNPA/SUPLAN. Rio de Janeiro. 1994. 65p.
SALTON, J.C.; HERNANI, L.C.; FONTES C.Z. (Org.) Sistema plantio direto. Brasilia:
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SATURNINO, H.M.; LANDERES, J.N. (Ed.) O meio ambiente e o plantio direto. Brasilia:
Embrapa, 1997. 116p.
7ª SÉRIE
FRUTICULTURA
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1999.480p.
LIMA, A.de A.; CUNHA, M.A.P. da. Maracujá: produção e qualidade na passicultura. Cruz
das Almas: EMBRAPA Mandioca e Fruticultura, 2004. 396p.ISBN 85-7158-006-5
MANICA,I. et al. Frutas anonáceas: ata ou pinha, atemóia, cherimólia e graviola.
Tecnologia de produção, pós-colheita e mercado. Porto Alegre: Cinco Continentes,
2003.596p.
SALIM SIMÃO. Tratado de Fruticultura. Piracicaba: FEALQ, 1998.
MARTINS, D. dos S.; COSTA, A. de F. S. da. A cultura do mamoeiro: tecnologias de
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, Z. P. de; et al. Recomendações técnicas para a cultura da pinha. Maceió: SEAGRI-AL,
2005, 56p (SEAGRI-AL. Boletim tecnico nº1).
SOBRINHO, A. P. da C. Cultivo dos citros. Cruz das Almas: Embrapa mandioca e
Fruticultura tropical, 2004. 183p.
COMPLEMENTAR
Notas de aula - – coletânea de vários materiais (disponibilizado pelo professor)
AZEVEDO, C.L.L. et al. Produção Integrada de Citros - BA, Embrapa Mandioca e
Fruticultura Tropical, Sistema de Produção, 15 - 2ª edição, ISSN 1678-8796 Versão
eletrônica, Nov/2007, Disponivel em: http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br .
AZEVEDO, C.L.L. et al. Sistema de Produção de Citros para o Nordeste. Embrapa
Mandioca e Fruticultura, Sistema de Produção, 16, ISSN 1678-8796 Versão eletrônica,
Dez/2003. Disponivel em: http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br.
BORGES, A.L. Cultivo da Banana para o Agropólo Jaguaribe-Apodi, Ceará, Embrapa
Mandioca e Fruticultura, Sistemas de Produção, 5, ISSN: 1678-8796 Versão eletrônica,
Jan/2003. Disponivel em: http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br
CORDEIRO, Z.J.M. Cultivo da Banana para o Pólo Petrolina Juazeiro. Embrapa
Mandioca e Fruticultura, Sistema de Produção, 10, ISSN 1678-8796 Versão eletrônica.
Jan/2003, Disponivel em: http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br
GUTIERRZ CUENCA, M.A. et al. A Cultura do Coqueiro. Embrapa Tabuleiros Costeiros,
Sistemas de Produção, 1, ISSN 1678-197X Versão Eletrônica Nov/2007. Disponivel em:
http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br
CUNHA,G.A.P. da C. Cultura do Abacaxi na Região de Itaberaba, em Condições de
Sequeiro. EMBRAPA Mandioca e Fruticultura, Sistema de Produção, 14 ISSN 1678-8796
Versão eletrônica. Dez/2003 Disponivel em: http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/
EMBRAPA. Cultivo do maracujá. Brasília: Embrapa, 2000.
FERREIRA, J. M. S.; WARWICK, D. R. N.; SIQUEIRA, L. A. A cultura do coqueiro no
Brasil. 2 ed. Brasília: Embrapa-CPATC, 1997. 292p
MAGALHÃES, A.F. de J. Sistema de Produção para Pequenos Produtores de Citros do
Nordeste. Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical, Sistema de Produção, 17. ISSN 16788796
Versão
eletrônica
Dez/2005.
Disponivel
em:
http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/
NASCENTE, A.S. et al. Cultivo do Abacaxi em Rondônia. Embrapa Rondonia, Sistemas
de Produção, 3, ISSN 1807-1805 Versão Eletrônica, Dez./2005. Disponível em:
http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br
RIGOTTI,
M.
Cultura
do
Mamoeiro.
http://www.curaplantas.com.br/CulturadoMamoeiro.pdf.
Disponivel
em:
SÃO JOSÉ, A. R.; SOUZA, I. V. B.; MORAIS, O. M, REBOUÇAS, T.N.H. Anonáceas:
Produção e mercado (Pinha, Graviola Atemoia e Cherimólia). Vitória da Conquista:
DZF/UESB, 1997. 312p.
SIQUEIRA, D. L. de; PEREIRA, W. E. Planejamento e implantação de pomar. Viçosa:
Aprenda Fácil, 2000. 171p.
SOUZA,L. da S. & VIEIRA NETO, R.D. Cultivo da Banana para o Ecossistema dos
Tabuleiros Costeiros. Embrapa Mandioca e Fruticultura, Sistema de Produção, 4, ISSN
1678-8796
Versão
eletrônica.
Jan/2003.
Disponivel
em:
http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br
Trabalhos científicos e Textos – Internet, Periódicos Capes e Revistas (Horticultura
Brasileira e Frutas e Legumes)
Endereços
Úteis
na
Internet
www.ideral.al.gov.br;
www.ufpel.tche.br/sbfruti;
www.todafruta.com.br; www.fpn.com.br; www.integracao.gov.br; www.embrapa.br
AGRICULTURA 1
BASICA
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1993. 535 p
FUNDAÇÃO CARGILL.
444p.
A soja no Brasil Central. Fundação Cargill, Campinas, 1986.
MALAVOLTA,E.; YAMADA, T.; GUIDOLIN, J.A. Nutrição e adubação do cafeeiro.
Piracicaba, POTAFOS, 1986. 447 p.
ORLANDO FILHO, J. (Coord). Nutrição e adubação da cana-de-açúcar no Brasil. São
Paulo: IAA/PLANALSUCAR, 1983. 368p.
PARANHOS, S.B. (Coord). Cana-de-açúcar: Cultivo e utilização – Fundação Cargill,
Campinas, 1987. 856 p.
RENA, A.B.; MALAVOLTA,E.; ROCHA, M. YAMADA, T. Cultura do cafeeiro: Fatores que
afetam a produtividade. Piracicaba, POTAFOS, 1986. 447 p.
www.maurowagner.webnode.com
COMPLEMENTAR
Revistas:
Revista Brasileira de Ciência do Solo, Ciência Rural, Pesquisa Agropecuária
Brasileira, Informe Agropecuário.
ANDRADE, J.B.; FERRARI Jr., E.; POSSENTI, R.A. et al. Valor nutritivo da cana-de-açúcar
na forma de silagem ou “in natura”. B. Indústr. Anim., v.58, n.2, p.135-143, 2001.
CARCERES, N.T.; ALCARDE, J.C. Adubação verde com leguminosas em rotação com
cana-de-açúcar (Saccharum spp). STAB–Açúcar, Álcool e Subprodutos, v.13, n.5, p.16-20,
1995.
COLETI, J.T.; CASAGRANDE, J.C.; STUPIELLO, J.J. et al. Remoção de macronutrientes
pela cana-planta e cana-soca, em argissolos, variedades RB 835486 e SP 81-3250. In: 80
Congresso Nacional da STAB, Pernambuco, 2002.
CONAB - Companhia Nacional de Abastecimento. Acompanhamento da safra brasileira:
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DIAS, F.L.F.; MAZZA, J.A.; MATSUOKA, S.; PERECIN, D.; MAULE, R.F. Produtividade de
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FERNANDES, A.C. Cálculos na agroindústria da cana-de-açúcar. STAB - Sociedade das
Técnicos Açúcareiro e Alcooleiros do Brasil. 2000. 193p.
MALAVOLTA, E.; VITTI, G.C.; OLIVEIRA, S.A. Avaliação do Estado Nutricional das Plantas:
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OLIVEIRA, M.W.; BARBOSA, M.H.P; MENDES, L. C., DAMASCENO, C. M.. Nutrientes na
palhada de dez cultivares de cana-de-açúcar. STAB – Açúcar , Álcool e Subprodutos, v.21,
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RAIJ, B. Van; CANTARELLA, H.; QUAGGIO, J.A & FURLANI, A.M.C., eds. Recomendações
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FORRAGICULTURA
BASICA
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CORREIA, A.A.D. Bioquímica nos Solos; nas Pastagens e Forragens. Lisboa: Fundação
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COMPLEMENTAR
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HUGHEES, H.D.; HEATH, M.E.; METCALF, D.S. Forragens. México: Editorial Continental.
1972.
PEIXOTO, A.M. Pastagens : Fundamentos da Exploração Racional. Piracicaba: FELAQ,
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BASICA
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LORENZI, H.. Plantas daninhas do Brasil: terrestres, aquaticas, parasitas, tóxicas e
medicinais. São Paulo, 1983
OLIVEIRA JÚNIOR, R.S.; CONSTANTIN, J. (Eds.). Plantas daninhas e seu manejo.
Guaíba: Agropecuária, 2001.
COMPLEMENTAR
CASTRO, P.R.C.; VIEIRA, E.L. Aplicações de reguladores vegetais na agricultura
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HERTWIG, K. V. Manual de herbicidas, desfolhantes, dessecantes, fitorreguladores e
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LORENZI, H. Manual de identificação e controle de plantas daninhas: plantio direto e
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SOUZA FILHO, A. P. S.; ALVES, S. M. Alelopatia: princípios básicos e aspectos gerais.
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DOENÇAS DAS PLANTAS CULTIVADAS
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FERNANDEZ, M. R. Manual para laboratório de fitopatologia. Passo Fundo:
EMBRAPA/CNPT. 1993. 128 p.
KIMATI, H. et alii (ed.) Manual de fitopatologia: doenças de plantas cultivadas. 3 ed. São
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VALE, F.X.R.; ZAMBOLIM, L. Controle de doenças de plantas: grandes culturas. Viçosa:
UFV, 2 v. 1997.
COMPLEMENTAR
GALLI, F. (Coord. ) Manual de fitopatologia: princípios e conceitos. São Paulo:Agronômica
Ceres, v. 1, 1978. 774 p.
MENEZES, M. Fungos fitopatogênicos Recife: Imprensa Universitária, 1993.277p
MELO, I. S.; AZEVEDO, J. L. Controle biológico. Jaguariúna: EMBRAPA/CNPMA.
1998.v.1. 262p
MELO, I. S.; AZEVEDO, J. L. Controle biológico. Jaguariúna: EMBRAP A/CNPMA.
2000.v.2. 388p.
MELO, I. S.; AZEVEDO, J. L. Controle biológico. Jaguariúna: EMBRAP A/CNPMA.
2000.v.3. 388p.
MENEZES, M. ; HANLIN-SIL V A, D.M.W. Guia Prático para Fungos Fitopatogênicos.
Recife: Imprensa Universitária, UFRPE, 1997. 106p.
ROMEIRO, R. S. Bactérias fitopatogênicas. Viçosa: UFV, 1990. 120p.
ZAMBOLIM, L.; VALE, F .X.R.DO; COSTA, H. Controle integrado das doenças de
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3 Ed. 2002. 920p.
ZUCCHI, R.A.; SILVEIRA NETO, S.; NAKANO, O. Guia de identificação de pragas
agrícolas. FEALQ, Piracicaba, 1993. 139p.
COMPLEMENTAR
ATHIÉ, I; DE PAULA, D.C. Insetos de Grãos Armazenados: Aspectos biológicos e
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FERREIRA, J.M.S.; WARWICK, D.R.N.; SIQUEIRA, L.A (eds.). A cultura do coqueiro no
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SALIM, S. Tratado de Fruticultura. FEALQ, Piracicaba,.1998. 760 p.l
SOBRINHO, R.B.; CARDOSO, J.E.; FREIRE, F.C. (Eds.). Pragas de fruteiras tropicais de
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8ª SÉRIE
AGRICULTURA 2
BASICA
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MOREIRA, J.AA.; STONE, L.F.; BIAVA, M. Feijão: o produtor pergunta, a embrapa
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PORTES, T.A. Produção de feijão nos sistemas consorciados. Goiânia: Embrapa –
CNPAF, 1996. 50p. (Documentos, 71).
ROSOLEM, C.A. Nutrição e adubação do feijoeiro. Piracicaba: Associação Brasileira para
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STONE, L.F.; SARTORATO, A. (Orgs). O cultivo do feijão: recomendações técnicas.
Brasília: Embrapa – SPI, 1994. 83p. (Documentos, 4).
THUNG, M.D.T.; OLIVEIRA, I.P. Problemas abióticos que afetam a produão do feijoeiro
e seus métodos de controle. Santo Antônio de Goiás: Embrapa – CNPAF, 1998. 172p.
VIEIRA, C. Cultura do feijão. 2ed. Viçosa, UFV. 1983. 146p.
VIEIRA, C. O feijão em cultivos consorciados. Viçosa, UFV. 1983. 134p.
VIEIRA, C.; TRAZILBO, J.P.J.; BORÉM, A. Feijão: aspectos gerais e cultura no Estado
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VIEIRA, E.H.N.; RAVA, C.A. Sementes de feijão – Produção e tecnologia. Santo Antônio
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YOKOYAMA, L.P.; STONE, L.F. (Eds). Cultura do feijoeiro no Brasil: características de
produção. Santo Antônio de Goiás: Embrapa – CNPAF, 2000. 75p.
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BRESEGLELLO, F. STONE, L.F. (Edit.). Tecnologia para o arroz de terras altas.
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AMENDOIM
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DHINGRA, O.D. & NETTO, R.A.C. Micotoxinas em grãos. RAPP, vol. 6, p. 49-101, 1998.
LASCA, D.H.C. Amendoim (Arachis hypogaea L.). In: Manual técnico das Culturas. 2 ed.
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SAN MARIIN, P. Amendoim: Uma planta da história no futuro brasileiro.
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J.O.L.; COUTINHO, J.L.B. & CAMPÊLO, M.T.B. Avaliação de linhagens de amendoim
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LIMA, M. da C. Recursos genéticos de hortaliças: riqueza naturais. São Luís, MA, IICA,
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COMPLEMENTAR
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HortScience; Journal of the American Society for Horticultural Science; Crop Science;
Genetics; Crop Breeding and Applied Biotechnology; Horticultura Brasileira; Euphytica;
Theorethical and Applied Genetics; Plant Breeding; Ciência e Agrotecnologia; Plant Disease,
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NUTRIÇÃO MINERAL DE PLANTAS
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CARVALHO, J.G.; LOPES, A.S.; BRASIL, E.; REIS JÚNIOR, R.A. Diagnose da fertilidade
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FERNANDES, M.S. Nutrição mineral de plantas. Viçosa: Sociedade Brasileira De Ciência
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COMPLEMENTAR
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MALAVOLTA, E.; VITTI, G.C.; OLIVEIRA, S.A. Avaliação do estado nutricional de
plantas: princípios e aplicações. 2 ed. Piracicaba: POTAFOS, 1997. 319p.
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1017p.
TAIZ,L. Fisiologia vegetal. 3 ed., Porto Alegre: Artmed Editora, 2004. 719p.
INGLÊS INSTRUMENTAL
BÁSICA
Socorro Evaristo et al. Inglês instrumental: estratégias de leitura. Teresina: Halley S. A.
Gráfica e Editora, 1996.
Nuttal, C. Teaching reading sjills in a foreign language. London: Heinemann Educational
Book, 1962
Textos extraídos de publicações, periódicos, tais como New Scientist, American Health,
Newsweek.
PISCICULTURA
BÁSICA
FURTADO, J.F.R. Piscicultura: uma alternativa rentável. Ed. Liv. Agropecuária, 1995.180p.
OSTRENSKY, A.; BOEGER, W. Piscicultura: fundamentos e técnicas de manejo. Liv Ed
Agropecuária, 1998. 211p.
PAVANELLI,G.C.; EIRAS, J.C.; TAKEMOTO, R.M. Doenças de peixes. EDUEM, 1998.
264p.
PROENÇA, C.E.M.; BITTENCOURT, P.R.L. Manual de piscicultura tropical. ED
MMA/IBAMA, 1994. 195p.
WOYNAROVICH, E.; HORVÁTH, L. A propagação artificial de peixes de águas
tropicais. FAO/CODEVASF/CNPQ, 1983. 220p.
COMPLEMENTAR
ARANA, L.V. Princípios químicos da qualidade da água em aqüicultura. ED.DA UFSC,
1997. 166p.
ARRIGNON, J. Ecologia y piscicultura de aguas dulces. ED. MUNDI-PRENSA,1984.
390p.
BACHASSON, B. Mise en valeur des étangs. TEC.DOC LAVOISIER, 1991.166p.
BALDISSEROTTO, B. Fisiologia de peixes aplicada à piscicultura. ED UFSM, 2002.
212p.
BARNABÉ, G. Aquaculture V. 1 E 2 . Ed. Lavoisier. 1989. 1308p.
CASTAGNOLLI, N. Piscicultura de água doce. ED FUNEP, 1994. 189p.
HORVATH, L.; TAMÁS, G.; SEAGRAVE C. Carp and pond fish culture. ED. FISHING
NEWBOOKS, 1992.158p.
MOREIRA, H.L.M.; VARGAS, L.; RIBEIRO, R.P.; ZIMMERMANN, S. Fundamentos
damoderna aqüicultura. ED. ULBRA, 2001. 200P.
NAKATANI, K. et al. Ovos e larvas de peixes de água doce: desenvolvimento e manual de
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SHEPHERD, J.; BROMAGE, N. Intensive fish farming. ED BLACKWELL SCI PUB, 1992.
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TAVARES, L.H.S. Limnologia aplicada à aquicultura. Jaboticabal: FUNEP, 1995. 70p.
VAZZOLER, A.E.DE M. Biologia da reprodução de peixes teleósteos: teoria e prática.
EDUEM, 1996. 169p.
PROJETOS AMBIENTAIS
BASICA
VIVAN, J.L. Agricultura e florestas: princípios de uma interação vital. Guaíba:
Agropecuário.
COMPLEMENTAR
MILLER Jr, G.T. Living in the environment. Belmont, California: Wadswarth Publishing
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NEBEL, B.J. e R.T. Wright, Environmental Science. New Jersey: Prentice Hall. 1993.
Reij, C., I. SCOONES E C. TOULMIN, Sustaining the soil: indigenous soil and water
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RUTTAn, V.W. (Ed.) Agriculture, environment and health: sustainable developmentin the
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TIVY, J. Agricultural ecology. Harlow: Longman Scientific and Technical. 1990.
PROJETOS DE HIDROLOGIA-HIDRÁULICA
BASICA
DAKER, A. Hidráulica aplicada à agricultura. Rio de Janeiro: Freitas Bastos S.A. 295p. (A
Água na Agricultura, 1).
_________. Captação, elevação e melhoramento da água. Rio de Janeiro: Freitas Bastos
S.A. 371p. (A Água na Agricultura, 2).
LENCASTRE, A. Hidráulica geral. Lisboa: HIDROPROJECTO. 654p, 1982.
NETTO, A. A.; ALVAREZ, G. A.. Manual de hidráulica. São Paulo: Edgard Blücher Ltda.
Volumes I e II.
PROJETOS PAISAGÍSTICOS
BASICA
DOURADO, Guilherme Mazza (org.). Visões de Paisagem: um panorama do Paisagismo
Contemporâneo no Brasil. São Paulo, ABAP, 1997
MACEDO, Silvio Soares, GARRIDO, Gustavo R. M., FONT, Mauro., QUAPÁ, Projeto.
História do Paisagismo no Brasil. São Paulo, 2002.
MACEDO, Silvio Soares, GARRIDO, Gustavo R.M., COSSIA, Denis. QUAPÁ, Projeto.
Paisagismo Contemporâneo. São Paulo, 2005
COMPLEMENTAR
LORENZI, Harri. Árvores brasileiras: Manual de identificação e cultivo de plantas
arbóreas nativas do Brasil. 2. ed. Nova Odessa: Plantarum, 1998. 2 v.
LORENZI, Harri, SOUZA, Hermes. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas
e trepadeiras. Nova Odessa: Plantarum, 1995.
LORENZI, Harri (et. al.) Palmeiras no Brasil: exóticas e nativas. Nova Odessa:
Plantarum, 1996.
SEGAWA, Hugo. Ao Amor do Público: Jardins no Brasil. São Paulo, Cia. Das Letras,
1997.
SEMENTES E MUDAS FLORESTAIS
BÁSICA
AGUIAR, I.B.;PINA-RODRIGUES, F.C.M; FIGLIOLIA; M.B. (coord.). Sementes florestais
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CARNEIRO, J.G. de A. Produção e Controle de Qualidade de Mudas Florestais.
Curitiba:UFPR/FUPEF; Campos: UENF, 1995. 451 p.
CARVALHO, P.E.R. Espécies Florestais Brasileiras: recomendações silviculturais,
potencialidades e usos da madeira. Colombo: EMBRAPA/CNPF; Brasília: EMBRAPA/SPI,
1994. 640 p. r
COMPLEMENTARES
COSTA, M.A.S. da. Silvicultura Geral Vol l. Lisboa, Porto: Litexa Editora Lda., 1993. 262 p.
LAMPRECHT, H. Silvicultura nos Trópicos: ecossistemas florestais e respectivas
espécies arbóreas - possibilidades e métodos de aproveitamento sustentado. Rossdorf:
GTZ-Verl.-Ges., 1990.
LORENZI, H. Árvores Brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas
nativas do Brasil. Nova Odessa: Editora Plantarum, 1992. 352 p.
MARCHIORI, J.N.C. Elementos de Dendrologia. Santa Maria: Ed. UFSM, 1995. 163 p.
RIZZINI, C.T. Árvores e Madeiras Úteis do Brasil: manual de dendrologia brasileira. 2ª ed.
São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda., 1978. 296 p.
RODRIGUES, R. R.; LEITÃO-FILHO, H. F. Matas ciliares: conservação e recuperação.
Edusp/FAPESP.2001, 320p.
ANÁLISE DE SEMENTES
BÁSICA
BRASIL. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E REFORMA AGRÁRIA. Regras para análise
de sementes. Brasília: MAPA/DNPV. 1992. 365p.
GRABE, D. F. Manual do teste de tetrazólio. Brasília: AGIPLAN. 1976. 85p.
VIEIRA, R. D.; CARVALHO, N. M. Testes de vigor em sementes. Jaboticabal: FUNEP,
1994, 164 p.
COMPLEMENTAR
AGUIAR, I. B.; PINÃ-RODRIGUES, F. C. M.; FIGLIOLIA, M. B. (COORD.). SEMENTES
FLORESTAIS TROPICAIS. ABRATES: BRASÍLIA, 1993. 350P.
CARNEIRO, J. G. de A. Produção e controle de qualidade de mudas florestais. Curitiba:
UFPR/FUPEF; Campos: Uenf, 1995. 451 P.
CONTABILIDADE RURAL
BÁSICA
APARECIDO, Crepaldi Silvio. Contabilidade rural: uma abordagem decisorial. 4. ed. São
Paulo: Atlas, 2006.
BATALHA, Mário Otávio. Gestão agroindustrial. 2v. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2001.
MARION, José Carlos. Análise das demonstrações contábeis: contabilidade empresarial.
3. ed. São Paulo: Atlas, 2005. 310 p.
____________. Contabilidade da pecuária. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2004. 192 p.
____________. Contabilidade e controladoria em agribusiness. São Paulo: Atlas, 1996.
224 p.
____________. Contabilidade rural: contabilidade agrícola, contabilidade da pecuária e
imposto de renda pessoa jurídica. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2005. 280 p.
COMPLEMENTAR
ANGELES, Pedro Einstein dos Santos. Manual de tributos da atividade rural. 2. ed. São
Paulo: Atlas, 2002. 648 p.
ANTUNES, Luciano Mediei. Agroqualidade. Guaíba: Agropecuária, 1997. 201 p.
_______________. Gerência agropecuária. Guaíba: Agropecuária, 1998. 305 p.
ANTUNES, Lucíano Mediei.. Manual de administração rural: custos de produção. Guaíba:
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CALLADO, António André Cunha. Agronegócio. São Paulo: Atlas, 2005
HOFMAN, Rodolfo. Administração da empresa agrícola. São Paulo: Pioneira, 1987.
MARQUES, Pedro Valentim, AGUIAR, Danilo Rolim Dias de. Comercialização de
produtos agrícolas. São Paulo: USP, 1993. 354 p
MEDEIROS, Jesiomar António. Agribusiness: contabilidade e controladoria. Guaíba:
Agropecuária, 1999.
SANTOS, Gilberto José dos, MARION, José Carlos, SEGATTI Sônia. Administração de
custos na agropecuária. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 168 p.
SOUZA, Fradique Nepomuceno de. Contabilidade rural e seus custos de produção. São
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VALLE, Francisco. Manual de contabilidade agrícola. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1987.
MICROBIOLOGIA DE ALIMENTOS
BASICA
SILVA N. da, ET AL. Manual de métodos de análise microbiológica de alimentos. 3 ed.,
São Paulo, Editora Varella, 2007.
JAY, JAMES M. Microbiologia de Alimentos. 6 ed. Editora Artmed. 2005. 712p.
FRANCO, B.D.G.M. & LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. São Paulo: Atheneu,
2006.
COMPLEMENTAR
SILVA JR, E. A. da., Manual de controle higiênico-sanitário em serviços de
alimentação. 6 ed. São Paulo: Editora Varella, 2007.
COMISSÃO INTERNACIONAL PARA ESPECIFICAÇÕES MICROBIOLÓGICAS DOS
ALIMENTOS. APPCC na qualidade e segurança microbiológica de alimentos. São
Paulo: Varela, 1997.
FORSYTHE, S.J. Microbiologia da segurança alimentar. Ed Artmed., 2002.
GOMBOSSY, B D.; LANDGRAF, M. Microbiologia dos Alimentos. 1 ed. Editora Atheneu,
2003, 182p.
PLANEJAMENTO, PRODUÇÃO E BENEFICIAMENTO DE CANA-DE-AÇÚCAR E SEUS
DERIVADOS
COOPERATIVA CENTRAL DOS PRODUTORES DE AÇUCAR E ALCOOL DO ESTADO
DE SÃO PAULO. Novas variedades Coopersucar. São Paulo, 1983.59p.
FUNDAÇÃO INSTITUTO AGRONOMICO DO PARANA. Recomendações técnicas para a
cultura da cana-de-açúcar no estado do Paraná. Londrina, 1977.95p.
LANDELL. M. G. A. Cultura da cana-de-açúcar: tecnologia para o pequeno produtor.
Campinas: IAC/EERP. 1993. 24p.
LIBRAS
BÁSICA:
BRITO, L. F. Por uma gramática de língua de sinais. Rio De Janeiro: Tempo Brasileiro:
Ufrj, Departamento de Linguística e Filologia, 1995.
COUTNHO, D. Libras e língua portuguesa: semelhanças e diferenças. João Pessoa
Editor: Arpoador, 2000.
FELIPE, T. A. Libras em Contexto: curso básico, livro do estudante cursista. BRASÍLIA:
Programa Nacional De Apoio À Educação De Surdos, MEC, SEESP, 2001.
LOPES FILHO, O. (ORG.) Tratado De Fonoaudiologia. SÃO PAULO: ROCA, 1997.
QUADROS, R. M., KARNOPP, L. B. Línguas de Sinais Brasileira: estudos lingüísticos.
Porto Alegre: ARTMED, 2004.
SACKS, O. W. Vendo Vozes: uma viagem a mundo dos surdos. SÃO PAULO: Companhia
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SALLES, H. M. M. L. et. al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para
uma prática. 2 v. Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos. BRASÍLIA: MEC,
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PLANEJAMENTO DA CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA DE PROPRIEDADES
AGRÍCOLAS
BASICA
BERTONI, J.; LOMBARDI, NETO, F. Conservação do solo. Piracicaba: LIVROCERES,
1990. 355 p.
SADE, M.; DIJKSTRA, F.; PEREIRA, M.H. Plantio direto no Brasil. Passo Fundo: ALDEIA
NORTE, 1993. 251p.
GALETI, P.A. Conservação do solo: reflorestamento – clima. 4ª Ed. Campinas: Instituto
Campineiro de Ensino Agrícola, 1992. 279p.
FILHO, C.C.; MUZILLI, O. (coord). Manejo integrado de solos em microbacias
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MONEGAT, C. Plantas de cobertura do solo: características e manejo em pequenas
propriedades. 2ª ed. Chapecó: Ed. Do Autor, 1991. 337p.
COMPLEMENTAR
ALBUQUERQUE, A.W. Determinação de parâmetros para a equação universal de perda de
solo nas condições de Sumé - PB. Piracicaba, 1997. 132p. Tese (doutorado). Escola
Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.
ARAÚJO FILHO, J.A; CARVALHO, F.C. (ed.). Desenvolvimento sustentado da caatinga: o
solo nos grandes domínios morfoclimáticos do Brasil e o desenvolvimento sustentado.
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GALETI, P.A. Práticas de controle à erosão. Campinas: Instituto Campineiro De Ensino
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HATFIEL, J.L.; STEWART, B.A. (coord.) Ccrops residue managment. Advence in soil
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HUDSON, N. Soil Conservation. Ithaca: Cornell University Press. 1995. 391 p.
JACOMINE, P.K.T . & CAMARGO, M.N. Classes gerais de solos do Brasil: guia auxiliar
para seu reconhecimento. Jaboticabal: UNESP. 1992. 201p.
LARACH J.O.I.; KAMPF, N.; MONIZ, A.C.; FONTES, L.E.F. Vocabulário de ciência do
solo. Campinas: SBCS, 1993. 89p.
LEPSCH, I.F.; BELLINAZI, J.R.; BERTOLINI, D. & SPINDOLA, C.R. Manual para
levantamento utilitário do meio físico e classificação de terras no sistema de
capacidade de uso. Campinas: SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIÊNCIA DO SOLO. 1983.
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LEPRUN, J.C. Relatório de fim de convênio de manejo e conservação do solo no
nordeste brasileiro (1982-1983). Recife: SUDENE-DRN, 1986. 271p.
LOMBARDI NETO, F.; DROUGOWICH, M.I. (coord.). Manual técnico de manejo e
conservação do solo e água: embasamento técnico do programa estadual de microbacias
hidrográficas. v. 1 Campinas: CATI, 1994. 15p. (CATI - Manual técnico, 38).
LOMBARDI NETO, F.; DROUGOWICH, M.I. (Coord.). Manual técnico de manejo e
conservação do solo e água: potencialidades agrícolas das terras do estado de São
Paulo. v. 2. Campinas: CATI, 1994. 168p. (CATI - Manual técnico, 39).
LOMBARDI NETO, F.; DROUGOWICH, M.I. (coord.). Manual técnico de manejo e
conservação do solo e água: tecnologias para aumentar a cobertura vegetal e a infiltração
de água no solo. v. 3 Campinas: CATI, 1994. 102p. (CATI - Manual técnico, 40).
LOMBARDI NETO, F.; DROUGOWICH, M.I. (coord.). Manual técnico de manejo e
conservação do solo e água: tecnologia disponíveis para controlar o escorrimento
superficial do solo. v. 4 Campinas: CATI, 1994. 65p. (CATI - Manual técnico 41).
LOMBARDI NETO, F.; DROUGOWICH, M.I. (coord.). Manual técnico de manejo e
conservação do solo e água: tecnologias disponíveis para implementação de técnicas
complementares no solo. v. 5 Campinas: CATI, 1994.128p. (CATI - Manual técnico 42).
OSAKI, F. Microbacia:– práticas de conservação de solos. Curitiba: Ed. do Autor, 1994.
604p.
PRADO, H. DO. Solos tropicais: potencialidade, limitações, manejo e capacidade de uso.
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PRIMAVESI, A. Manejo ecológico do solo: a agricultura em regiões tropicais. São Paulo:
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RAMALHO FILHO, A.; PEREIRA, E.G.; BEEK, K.J.. Sistema de avaliação da aptidão
agrícola das terras. 3ª ed SNLCS/EMBRAPA/SNPA/SUPLAN. Rio de Janeiro. 1994. 65p.
SALTON, J.C.; HERNANI, L.C.; FONTES C.Z. (org.) Sistema plantio direto. Brasília:
Embrapa, 1998. 248p. (Embrapa. Coleção 500 perguntas 500 respostas).
SATURNINO, H.M.; LANDERES, J.N. (ed.) O meio ambiente e o plantio direto. Brasília:
Embrapa, 1997. 116p.
CULTIVOS DE FEIJÕES ESPECIAIS
BASICA
CASTRO, P. R.C. (ED). Ecofisiologia da produção agrícola/ CASTRO, P. R.C.;
FERREIRA, S. O.; YAMADA, T. Piracicaba: Associação Brasileira para Pesquisa de
Potassa e do Fósforo, 1987. 249 p.
PAULA JUNIOR,T. J.; VENZON, M. (Coord.) 101 culturas: manual de tecnologias
agrícolas. Belo Horizonte: EPAMIG, 2007. 800 p.
VIEIRA, CLIBAS. O feijão em cultivos consorciados. Viçosa, UFV, Imp. Univ., 1985.
VIEIRA, CLIBAS. Cultura do feijão. 2. Ed. Viçosa: UFV, Imp. Univ., 1983. 146 p.
VIEIRA, R. F., LIMA, R. C. Desempenho de cultivares de Feijão-Arroz em Coimbra e
Leopoldina,
Minas
Gerais.
Disponível
em:
http://www.ceres.ufv.br/cres/revista/v55n002po2008
VIEIRA R. F. Comportamento de cultivares de feijão Azuki em diferentes épocas de
planti em Ponte Nova e Leopoldina, Minas Gerais. Disponível em:
http://www.ceres.ufv.br/ceres/revista/v49n286p19102.
VIEIRA, R.F.;OLIVEIRA, V.R.;VIEIRA,C. Cultivo de feijão-mungo-verde no verão em
Viçosa e Prudente de Morais. Disponível em: http://www.icielo.br/pdf/hbv21n1/a08v21ni
VIII. ESTÁGIO SUPERVISIONADO
O Estágio Supervisionado constitui, alternativamente, em uma
atividade acadêmica obrigatória de treinamento e qualificação profissional,
de caráter integrador, que visa complementar o ensino teórico-prático,
recebido no curso acadêmico, de acordo com o art. 8º da Resolução
CNE/CSE nº 1/2006, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o
curso de graduação em Engenharia Agronômica ou Agronomia e a
Legislação Federal sobre Estágio (Lei 11788, de 25/09/2008).
OBJETIVO - Proporcionar ao aluno a oportunidade de aplicar seus
conhecimentos acadêmicos em situações da prática profissional clássica,
possibilitando-lhe o exercício de atitudes em situações vivenciadas e a
aquisição de uma visão crítica de sua área de atuação profissional.
DURAÇÃO - O Estágio Obrigatório terá a duração mínima de 240 horas.
CONDIÇÕES DE EXEQUIBILIDADE - As atividades do estágio serão
desenvolvidas de forma teórico/prática, podendo ser nas dependências da
UFAL ou em empresas públicas, privadas ou junto a profissionais liberais
habilitados, conveniadas de acordo com as normas da UFAL, sob a
supervisão de um funcionário da empresa (supervisor) e de um professor da
UFAL (supervisor).
MATRÍCULA – ocorrerá na 10º série do curso.
Estruturação do estágio formaliza-se através de atividades
compreendendo as seguintes etapas:
•
Elaboração do plano de trabalho - o estágio deve estar no
contexto da formação acadêmica e ser apresentado para
registro no Colegiado do Curso de Agronomia, devidamente
aprovado por um docente orientador.
•
Desenvolvimento das ações programadas - o estágio deve
ressaltar o lado da qualidade formal, no aprimoramento das
condições instrumentais do exercício profissional.
•
Avaliação final do estágio - deverá ser apresentado um
relatório completo das atividades ao coordenador de estágio e
ao colegiado do curso, avaliado e assinado pelo orientador ou
supervisor/orientador.
DIRETRIZES
CURRICULARES,
Uma
Proposta
do
Sistema
CONFEA/CREAs. Brasília, DF.: CONFEA, 1998.
RESOLUÇÃO Nº 1.010, DE 22 DE AGOSTO DE 2005. CONFEA/CREAs.
BRASIL. Ministério da Educação, Conselho Nacional de Educação/ Câmara
de Educação Superior. Parecer CNE/CES Nº: 306/2004, de 7 de outubro de
2004.
DIRETRIZES CURRICULARES, MEC. Diretrizes Curriculares Nacionais
para o curso de graduação em Engenharia Agronômica ou Agronomia.
RESOLUÇÃO No 1, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006.
IX. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) deverá ser pesquisa,
extensão, manuais, cartilhas, trabalho técnico, pesquisa de opinião ou
monografia baseada em revisão bibliográfica. O TCC será elaborado
individualmente ou excepcionalmente poderá ser um trabalho coletivo
mediante especificações das estratégias e metas de trabalho de cada
integrante e apresentação de exposição de motivos que passarão pelo
aceite do orientador e pela coordenação do TCC, a matrícula se dará
automaticamente a partir da 6ª série. A coordenação do curso deverá fixar
no início de cada ano a lista dos professores disponíveis para orientação e
suas respectivas áreas de atuação e interesse. Será creditada a carga
horária semanal do professor orientador 3 horas-atividade por trabalho
orientado.
ATIVIDADE DE EXTENSÃO
A Universidade deve ser participativa em nível de comunidades
e de políticas governamentais para o setor agrícola, tanto na área de
desenvolvimento rural quanto na educação agrícola. Essa participação
contribui para a solução dos problemas comunitários e retro-alimenta a
pesquisa e o processo educacional.
O Conselho
de
Ciências
Agrárias
criou
em
1998,
a
Coordenadoria de Extensão, vinculada a coordenação do Curso e a PróReitoria de Assuntos Estudantis. A Coordenadoria de Extensão vem
desenvolvendo negociações de Estágios em empresas privadas e indústrias,
além da revitalização dos convênios com as usinas de estado.
No entanto, para reforçar o treinamento dos alunos propõe-se
a criação de um escritório Junior onde os alunos receberão demandas de
produtores rurais (agricultores, familiares e assentados em projetos diversos)
e com orientação efetiva e integrada de professores das diversas áreas da
Unidade elaborarão e executarão planos e/ou projetos de extensão aliando a
teoria a prática, vivenciando previamente experiências que serão parte de
seu cotidiano futuro, .constituindo uma oportunidade para aquisição de
experiência
pré-profissional.
Proporcionará
também
ao
estudante
a
oportunidade de vivenciar a prática diária de sua profissão, no âmbito de
uma empresa de produção agropecuária, de extensão rural.
X. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Fazem parte dessas atividades: disciplinas da Grade Curricular
do Curso que extrapolam as 180 h obrigatórias/eletivas, monitoria,
disciplinas de outros cursos voltadas para a formação integral do aluno,
participação em jornadas, simpósios, congressos, seminários, cursos de
curta duração, núcleos temáticos e outros Projetos de Extensão, iniciação
Científica, PET, e outras atividades de pesquisa, participação em entidades
estudantis, Colegiado de curso, Conselho de Centro e Conselhos
Superiores.
O Conselho de Ciências Agrárias
criou em 1998, a
Coordenadoria de Extensão, vinculada à coordenação do Curso e a PróReitoria de Assuntos Estudantis, com a competência de planejar, coordenar
e/ou assessorar todas as atividades de extensão desenvolvidas pelos
Docentes e Técnicos Administrativos e também vinculada a Coordenação do
Curso de Agronomia, coordenando as atividades desenvolvidas pelos
Discentes nesses e outros projetos e/ou programas de Extensão.
Compete a esta Coordenadoria trabalhar em consonância com
a Coordenação do Curso de Agronomia, ao qual deverá estar inteiramente
ligada, tendo direito ao livre acesso as pastas e a toda a vida acadêmica do
aluno, para as finalidades a que se propõe, e Coordenar Programas e
Projetos ligados a Extensão no âmbito do Centro e das Empresas e setores
a ele conveniados (Centro X Empresa) ou (Centro X PROEST). No entanto,
para reforçar o treinamento dos alunos propõe-se a criação de um escritório
Júnior onde os alunos receberão demandas de produtores rurais
(agricultores, familiares e assentados em projetos diversos) e com
orientação efetiva e integrada de professores das diversas áreas da Unidade
elaborarão e executarão planos e/ou projetos de extensão aliando à teoria a
prática, vivenciando previamente experiências que serão parte de seu
cotidiano futuro.
XI.AVALIAÇÃO
A avaliação, proposta deverá ser formativa, com função de
acompanhar o desenvolvimento de todas as disciplinas do curso de
Agronomia,
diagnosticando
aspectos
que
devem
ser
mantidos
ou
reformulados em cada uma delas. Como tal, seus resultados deverão ser
utilizados estritamente para fins de melhoria na organização curricular do
curso, dos aspectos metodológicos, no desempenho do professor e do
aluno. Para tal será necessário à constituição de uma Coordenação de
Apoio Pedagógico.
OBJETIVO GERAL: Verificar em que medida os princípios, objetivos e
capacitações,
estabelecidos
para
o
currículo,
serão
atingidos.
Conseqüentemente, o Sistema fornecerá elementos para correção de
rumos, nesta direção. As informações obtidas e acumuladas pelo sistema
permitirão um balanço geral do curso e um conjunto de iniciativas de
aperfeiçoamento será posto em prática.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
1. Informar o professor sobre o desenvolvimento da disciplina que
leciona, quanto a sua adequação aos cursos a que se refere, aos
objetivos e à metodologia utilizada.
2. Fornecer ao Colegiado subsídio para análise de problemas
referentes ao desenvolvimento das disciplinas do curso.
3. Fornecer à Administração Superior uma visão global do
desenvolvimento das disciplinas do curso.
4. Apresentar à Coordenação do Curso parâmetros para análise
da adequação das disciplinas ao curso.
5. Sensibilizar o professor a respeito da necessidade de avaliar
continuamente o processo ensino aprendizagem.
METODOLOGIA:
Buscando o máximo de representatividade, o sistema
não utilizará amostra de alunos e sim toda a população. Considerando que a
avaliação deve ser contínua e constante e a necessidade de alunos e
professores perceberem a importância e os objetivos de uma avaliação
voltada para a melhoria do processo ensino-aprendizagem, propõem-se a
realização de palestras sobre avaliação, como início do processo e durante
sua implementação.
INSTRUMENTAÇÃO:
O
sistema
será
composto
dos
seguintes
instrumentos e procedimentos:
b) ficha de Avaliação das Disciplinas e Professores;
c) cálculo da média, desvio-padrão, variância, valores mínimo e máximo
e número de respondentes, aplicados para cada questão da Ficha de
Avaliação;
d) relatório Individualizado por Disciplina e por Professor;
e) análise dos resultados alcançados;
f)
e reflexão individual e coletiva a partir dos relatórios e da análise
acima.
OPERACIONALIZAÇÃO: A operacionalização do Sistema requererá os
seguintes passos:
a) aplicação de um questionário de respostas abertas,
destinado aos alunos, aplicado e analisado pelo professor
ao final de cada unidade de ensino, visando ao diagnóstico
do processo e à identificação de possíveis distorções em
tempo hábil para sua correção;
b)
os
questionários
serão
respondidos
em
impresso
apropriado contendo, além das respostas aos itens, um
campo para que o respondente apresente as sugestões
que julgar necessárias. A aplicação dos questionários aos
estudantes deverá ser feita durante uma aula, em data
previamente combinada com o professor, sendo precedida
de explicação
c) devolução ao Coordenação de Apoio Pedagógico (CAP)
dos questionários preenchidos;
d) tabulação dos questionários pelo CAP;
e) análise dos relatórios individuais por disciplina e professor;
f) reuniões semestrais de planejamento com participação de
alunos representantes de turma.
AVALIAÇÃO DO SISTEMA AVALIATIVO: O sistema proposto deverá ser
objeto
de
acompanhamento
constante,
objetivando
a
melhoria
e
desenvolvimento do processo. Ao final de um período de dois anos, o
sistema deverá ser submetido à avaliação para verificar a validade de sua
manutenção ou a necessidade de sua substituição por outro programa. Essa
avaliação deverá ser realizada por equipe de avaliadores independente da
que elaborou e desenvolveu o sistema e Indicadores a serem avaliados.
XI. 1. BIBLIOTECA
Deverá ser objeto de avaliação o acervo de livros, periódicos,
CDs, bases de dados específicas, jornais e revistas (inclusive eletrônicas)
referentes à formação geral e específica, instalações; automação; pessoal
(dimensionamento e capacitação); bibliotecas virtuais especializadas (redes
de informação); modelo centralizado de atendimento; preservação e
conservação.
Acervo: Indicadores
•
•
•
•
•
•
•
•
•
número de exemplares para empréstimo
diversidade.
atualização;
conservação.
pertinência;
relevância acadêmico-científica e atualização;
acesso dos alunos aos recursos bibliográficos;
mecanismos de acesso ao material bibliográfico por sistema de
empréstimo;
fácil localização nas estantes.
Infraestrutura : Indicadores
• instalações físicas adequadas a manutenção do acervo;
•
•
•
•
•
•
•
•
•
ambiente adequado à pratica de estudo;
higiene, limpeza e conservação ;
localização das estantes;
temperatura ambiente;
nível de ruído interno;
nível de ruído externo ;
iluminação ;
estrutura física (paredes,pisos,entre outros);
higienização de banheiros banheiro;
Serviço de Empréstimo :Indicadores
• limitações (quantidade levar para casa) adequadas;.
• critério de penalidade justo;
• mecanismos de acesso ao material bibliográfico de outras bibliotecas
por sistema de empréstimo e envio por correio;
• sistemas de buscas (consultas) eficientes;
• prazos que atendam as necessidades dos usuários;
Serviço de Atendimento pelo Funcionário : Indicadores
• disponíbilidade ;
• respeito ao usuário;
• eficiência na solução dos problemas apresentados;
• segurança e agilidade no atendimento prestado;
Serviço de Atendimento “on line” : Indicadores
• disponibilidade;
• facilidade de navegação navegação;
• velocidade de resposta;
• atendimento as necessidades do usuário.
Serviço de Reprodução Cópias: Indicadores
• localização;
• agilidade;
• qualidade;
• local de pagamento adequado.
XI.2. LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
Serão objetos de avaliação espaço físico , equpamentos
conservação de equipmentos , conservação das instalações e pessoal.
(dimensionamento e capacitação).
Indicadores
• instalações físicas;
• ambiente;
• higiene, limpeza e conservação;
• número de máquinas ;
• equipamentos (hardware e software);
•
•
•
•
•
•
•
temperatura ambiente ;
iluminação ;
estrutura física (paredes,pisos,entre outros);
higienização de banheiros ;
pessoal (dimensionamento e capacitação) ;
atendimento as necessidades do usuário;
acessibilidade.
XI.3. LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS
Serão objetos de avaliação tipos de ambientes/laboratórios de
acordo com a proposta do curso.
• Quantidade de ambientes/laboratórios de acordo com a proposta do
curso
• Espaço físico (instalações hidráulicas, elétricas adequação às
especificidades, dimensões, mobiliário, iluminação, etc.)
• Equipamentos (tipos, quantidade, e condições de uso)
• Materiais
• Normas e procedimentos de segurança
• Atividades de ensino (planejamento, abrangência ou áreas de ensino
atendidas, qualidade etc.)
• Serviços prestados (planejamento, abrangência ou áreas de ensino
atendidas, qualidade etc.)
• Protocolos de experimentos
• Implementação das políticas institucionais de atualização de
equipamentos e materiais no âmbito do curso
• Orientação de alunos
• Forças / Potencialidades:
• Fragilidades / Pontos que requerem melhorias:
• Recomendações:
XII. CORPO DOCENTE
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
17.
18.
19.
20.
21.
22.
23.
24.
25.
26.
27.
28.
29.
30.
31.
32.
33.
34.
35.
36.
37.
38.
39.
40.
41.
PROFESSORES
ABEL WASHINGTON DE ALBUQUERQUE
ADRIANA GUIMARÃES DUARTE
AFONSO MARINHO ESPINDOLA FILHO
AILTON SILVA GALVAO
ALMAIR CAMARGOS
ALOISIO GOMES MARTINS
ANDRE MAIA GOMES LAGES
ANTONIO TARCISO CIRIACO DA SILVA
ARLINDO JOSE RODRIGUES
CARLOS BRANCILDES MONTE CALHEIROS
CARLOS FERNANDES DO NASCIMENTO
CICERO EDUARDO RAMALHO NETO
CICERO LUIZ CALAZANS DE LIMA
EDNA PEIXOTO DA ROCHA AMORIM
ELICA AMARA CECILIA GUEDES
ELTON MALTA NASCIMENTO
EURICO EDUARDO PINTO DE LEMOS
FERNANDO JOSE DE LIRA
GAUS SILVESTRE DE ANDRADE LIMA
GERALDO ROBERTO QUINTAO LANA
GERALDO VERISSIMO DE SOUZA BARBOSA
GILSON MOURA FILHO
IÊDO TEODORO
IVANILDO SOARES DE LIMA
JAKES HALAN DE QUEIROZ COSTA
JOAO CORREIA DE ARAUJO NETO
JORGE ALBERTO CAVALCANTE DE OLIVEIRA
JOSE AILTON FERREIRA PACHECO
JOSE EDMAR DE LIRA
JOSE PAULO VIEIRA DA COSTA
JOSE ROBERTO SANTOS
JULIO ALVES CARDOSO FILHO
LAILTON SOARES
LEILA DE PAULA REZENDE
LUIZ CARLOS CAETANO
MANOEL AGAMEMNON LOPES
MANOEL FERREIRA DO NASCIMENTO FILHO
MARCELO JOSE DE MELO
MARCIO MACIEL LOPES
MARCOS ANTONIO LIMA MOURA
MAURO WAGNER DE OLIVEIRA
TITULAÇÃO
DOUTOR
DOUTOR
MESTRE
MESTRE
MESTRE
MESTRE
DOUTOR
MESTRE
DOUTOR
DOUTOR
GRADUADO
DOUTOR
DOUTOR
DOUTOR
MESTRE
MESTRE
DOUTOR
DOUTOR
DOUTOR
DOUTOR
MESTRE
DOUTOR
MESTRE
DOUTOR
MESTRE
DOUTOR
MESTRE
ESPECIALISTA
DOUTOR
DOUTOR
DOUTOR
DOUTOR
DOUTOR
DOUTOR
DOUTOR
DOUTOR
DOUTOR
ESPECIALISTA
MESTRE
MESTRE
DOUTOR
42.
43.
44.
45.
46.
47.
48.
49.
50.
51.
52.
PATRICIA MENDES GUIMARAES
PAULO ROBERTO COELHO ARAUJO
PAULO VANDERLEI FERREIRA
PEDRO ACCIOLY DE SÁ PEIXOTO NETO
RAIMUNDO NONATO GOMES JUNIOR
ROSEANE CRISTINA PREDES TRINDADE
SONIA MARIA FORTI BROGLIO MICHELETTI
TANIA MARTA CARVALHO DOS SANTOS
TEREZINHA BEZERRA ALBINO OLIVEIRA
VERA LUCIA DUBEAUX TORRES
VILMA MARQUES FERREIRA
DOUTOR
MESTRE
DOUTOR
MESTRE
MESTRE
DOUTOR
DOUTOR
DOUTOR
MESTRE
MESTRE
DOUTOR
XIII. REFÊRENCIAS
BRASIL. Ministério da Educação, Conselho Nacional de Educação/ Câmara
de Educação Superior. Parecer CNE/CES Nº: 306/2004, de 7 de outubro de
2004.
BRASIL. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Superior,
Departamento de Políticas de Ensino Superior, Coordenação das Comissões
de Especialistas de Ensino. Portaria Nº. 146, de 10 de março de 1998.
BRASIL. Ministério da Educação, Conselho Federal de Educação.
Resolução 06/84, de 11 de abril de 1984.
BRASIL. Decreto nº. 83.653, de 28 de junho de 1979. Concede
Reconhecimento ao Curso de Agronomia da Universidade Federal de
Alagoas. Diário Oficial [da República Federativa do Brasil], Brasília DF,
28 jun. 1979.
CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E
DESENVOLVIMENTO
DIRETRIZES
CURRICULARES,
Uma
Proposta
do
Sistema
CONFEA/CREAs. Brasília, DF.: CONFEA, 1998.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão da Universidade Federal de Alagoas. Resolução nº25/2005.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Conselho Coordenador de
Ensino e Pesquisa da Universidade Federal de Alagoas. Resolução nº.
13/CCEP/74, de 24 de setembro de 1974.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Projeto Pedagógico
do Curso de Agronomia. Disponível em: http://www.ufrgs.br/agro/grad.htm>
Acesso em: 03 abr. 2004
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Escola Superior de Agricultura “Luiz de
Queiroz”, Estrutura Curricular do Curso de Engenharia Agronômica.
Disponível em: <http://www.esalq.usp.br/graduação/áreas.html> Acesso em:
19 fev. 2004.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA. Projeto para Avaliação continuada
das Disciplinas dos Cursos de Graduação da UFV, 2002. Disponível em:
<http://www.ufv.br/ufv.html> Acesso em: 27 abr. 2005.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA. Projeto Pedagógico do Curso de
Agronomia. Disponível em: <http://www.ufv.br/ufv.html> Acesso em: 15 out.
2004.
.
Serão apresentados e discutidos os principais aspectos inerentes a
produção de plantas hortícolas envolvendo os aspectos econômicos de cada
setor, estruturas necessárias, substratos, formas de propagação e manjo da
produção para a obtenção de produtos de qualidade oferecendo aos
estudantes uma base sólida para melhor compreensão e acompanhamento
das disciplinas das áreas específicas dentro
cursadas nos semestres posteriores.
da horticultura
a serem