Sistemas de Informação - Penedo - Atualização 2017
PPC Sistemas de Informação Bacharelado_Penedo.pdf
Documento PDF (1.6MB)
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS DE ARAPIRACA
UNIDADE EDUCACIONAL PENEDO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
Penedo –Alagoas
março de 2018
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
2
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS DE ARAPIRACA
UNIDADE EDUCACIONAL PENEDO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
Projeto
Pedagógico
do
Curso
de
Bacharelado em Sistemas de Informação do
Campus
de
Arapiraca,
Unidade
Educacional de Penedo, elaborado tendo
como
base
as
Diretrizes Curriculares
Nacionais, com o objetivo de sua oferta pela
Universidade Federal de Alagoas.
Penedo – Alagoas
março de 2018
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS DE ARAPIRACA
UNIDADE EDUCACIONAL PENEDO
Reitor
Maria Valéria Costa Correia
Vice-Reitora
José Vieira da Cruz
Pró-Reitor de Graduação
Sandra Regina Paz da Silva
Diretor Geral do Campus Arapiraca
Eliane Aparecida Holanda Cavalcanti
Coordenador Acadêmica do Campus de Arapiraca
Arnaldo Tenório da Cunha Júnior
Coordenador da Unidade Educacional Penedo
Alexandre Ricardo Oliveira
Comissão de Elaboração do Projeto Pedagógico
Alexandre Paes dos Santos
Eliane Aparecida Holanda Cavalcanti
Mac-Dawison Buarque Lins Costa
Marcius Antônio de Oliveira
Mário Hozano Lucas de Souza
Sérgio Onofre Seixas de Araújo
3
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
EQUIPE DE REVISÃO DO PROJETO:
Prof. Msc. Dalgoberto Miquilino Pinho Júnior
Prof. Dr. Diego Dermeval Medeiros da Cunha Matos
Profa. Msc. André Almeida Silva
Profa. Msc. Rosimeire LIma Secco
Prof. Msc. Thyago Tenório Martins de Oliveira
4
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
5
SUMÁRIO
1
IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ............................................................................................................. 7
2
INTRODUÇÃO .................................................................................................................................. 8
3
JUSTIFICATIVA DA OFERTA DO CURSO ............................................................................................ 9
4
OBJETIVOS DO CURSO .................................................................................................................. 11
5
METODOLOGIA ............................................................................................................................. 12
6
COMPETÊNCIAS, HABILIDADES E ATITUDES.................................................................................. 15
7
PERFIL DO EGRESSO ...................................................................................................................... 18
8
CAMPO DE ATUAÇÃO ................................................................................................................... 19
9
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO ...................................................................................... 20
9.1
Estrutura Pedagógica ................................................................................................................... 20
9.2
Estrutura Curricular ...................................................................................................................... 25
9.3
Tempo de Integralização do Curso................................................................................................ 27
9.4
Ordenamento Curricular ............................................................................................................... 27
9.5
Matriz Curricular / Disciplinas Obrigatória .................................................................................... 28
9.5.1
Disciplinas do Tronco Inicial .......................................................................................................... 28
9.5.2
Tronco Intermediário – Eixo da Gestão ......................................................................................... 28
9.5.3
Tronco Profissionalizante .............................................................................................................. 28
9.5.4
Representação Gráfica do Perfil de Formação .............................................................................. 30
9.5.5
Interface do Curso com a Extensão .............................................................................................. 31
9.5.6
Programa(s) de Extensão Institucionalizados ............................................................................... 31
9.6
Disciplinas Eletivas ........................................................................................................................ 31
9.7
Distribuição das Disciplinas por Área de Formação ...................................................................... 33
9.8
Análise Comparativa da Matriz Curricular com o Currículo de Referência para os Cursos de
Bacharelado em Sistemas de Informação da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) .......... 35
10
EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS .......................................................................................................... 40
10.1
Disciplinas Obrigatórias................................................................................................................. 40
Primeiro Período................................................................................................................................... 40
Segundo Período .................................................................................................................................. 43
Terceiro Período ................................................................................................................................... 49
Quarto Período ..................................................................................................................................... 55
Quinto Período...................................................................................................................................... 60
Sexto Período........................................................................................................................................ 65
Sétimo Período ..................................................................................................................................... 71
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
6
Oitavo Período ...................................................................................................................................... 76
10.2
Disciplinas Eletivas ........................................................................................................................ 81
11
INTERDISCIPLINARIDADE ............................................................................................................ 104
11.1
Tecnologias da Informação e da Comunicação – TIC’S ................................................................ 104
11.2
Educação Ambiental ................................................................................................................... 104
11.3
Tratamento das Relações Étnico-Raciais ..................................................................................... 105
11.4
Educação em Direitos Humanos ................................................................................................. 105
11.5
Disciplina De Libras ..................................................................................................................... 106
12
ATIVIDADES COMPLEMENTARES – ACO ..................................................................................... 106
13
ESTÁGIO SUPERVISIONADO ........................................................................................................ 108
14
ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO................................................................................................. 109
15
TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO – TCC ............................................................................ 111
16
POLÍTICAS DE INCLUSÃO (ACESSIBILIDADE) ................................................................................ 112
17
POLÍTICA DE APOIO AO DISCENTE ............................................................................................... 114
18
COLEGIADO DO CURSO ............................................................................................................... 115
19
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE ................................................................................. 117
20
AVALIAÇÃO ................................................................................................................................. 118
20.1
Avaliação do Projeto Pedagógico ................................................................................................ 119
20.2
Avaliação dos Docentes .............................................................................................................. 120
20.3
Avaliação dos Discentes.............................................................................................................. 120
20.4
Autoavaliação do Curso .............................................................................................................. 122
20.5
Exame Nacional de Desempenho de Estudantes – ENADE ......................................................... 122
21
CONDIÇÕES DE VIABILIZAÇÃO DO CURSO................................................................................... 123
22
INFRAESTRUTURA ....................................................................................................................... 123
23
REFERÊNCIAS .............................................................................................................................. 125
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
1
7
IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
Instituição Mantenedora
Denominação: Ministério da Educação (MEC) MunicípioSede: Brasília - Distrito Federal (DF) Dependência:
Administrativa Federal
Instituição Mantida
Denominação: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço: Rodovia BR 101, Km 14 Campus A. C. Simões – Cidade
Universitária Maceió /AL - CEP: 57.072 - 970. Fone: (82) 3214 - 1100 (Central)
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br
Unidade Acadêmica: Campus de Arapiraca/Unidade Educacional Penedo
Endereço: Avenida Divaldo Suruagy, S/N,
Bairro Centro Penedo – AL
CEP: 57.200-000
Telefone: (82) 3482-1802
Direção Acadêmica: Eliane Aparecida Holanda Cavalcanti
E-mail: elianehcavalcanti@yahoo.com.br
Anexo 1 - Unidade Educacional Penedo
Endereço: Rua Floriano Rosa, S/N
Bairro: Dom Constantino - Penedo – AL
CEP: 57.200-000
Telefone: (82) 3482-1877
Coordenação Geral da Unidade Penedo: Alexandre Oliveira
E-mail: alexandre.oliveira@penedo.ufal.br
Denominação: Sistemas de Informação Bacharelado
Modalidade: Presencial
Título: Bacharel em Sistemas de Informação
Portaria de Reconhecimento: Novo curso
Turno de Funcionamento: Noturno
Formas de acesso no curso: ENEM/SISU
Carga Horária: 3.560
Duração do curso: 8 (oito) períodos ou 4 (quatro) anos
Integralização Mínima: 8 (oito) períodos ou 4 (quatro) anos / Máxima: 12 (doze)
períodos ou 6 (seis) anos
Vagas anuais: 50 alunos.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
8
2 INTRODUÇÃO
A Tecnologia da Informação (TI) constitui-se em um recurso estratégico nas
organizações
contemporâneas.
Soluções tecnológicas automatizam
processos
organizacionais e são fonte de vantagens competitivas pelo apoio a tomada de
decisão em todos os níveis organizacionais bem como na definição e implementação
de um modelo de gestão estratégica nas organizações. Entre as abordagens
utilizadas no modelo de gestão estratégica estão: o planejamento estratégico, o
balanced scorecard, a gestão de projetos e a gestão de processos.
Dessa forma, cresce
a preocupação com a
coleta, armazenamento,
processamento e disseminação de informação na medida em que a disponibilidade da
informação certa, no momento certo, para o gestor, é requisito fundamental para a
melhoria contínua da qualidade e competitividade das organizações.
A área de Sistemas de Informação contribui significativamente para o êxito das
organizações, uma vez que, um sistema informatizado pode trazer um grande impacto
na estratégia competitiva e no sucesso empresarial. Cada vez mais a adoção da
TI e, em particular, dos Sistemas de Informação se destacam como elementos
integradores para promover mudanças na forma de gestão das organizações.
Para vencer o desafio da competitividade, as organizações dependem cada
vez mais do que os Sistemas de Informação podem ensejar para elas. Todavia,
investimentos em TI não têm obtido o retorno desejado pelas organizações,
principalmente por não se considerar os aspectos sociais, comportamentais e políticos
envolvidos no desenvolvimento ou na implantação de um sistema de informação, e
pela ênfase que é dada a tecnologia (hardware) em detrimento das pessoas e dos
processos organizacionais. Dessa forma, para atingir o pleno potencial dos
investimentos em TI, as organizações devem se adequar ao novo paradigma
organizacional, cujo foco está na aprendizagem organizacional, na flexibilidade para
a mudança e na inovação.
A área de computação continua crescendo e encontrando novas aplicações
comerciais, industriais, profissionais e pessoais. Estudos realizados nos Estados
Unidos projetam carência de profissionais na área de Sistema de Informação nas
próximas décadas. Segundo o relatório produzido pelo grupo de trabalho em Pesquisa
e Desenvolvimento da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), “a formação de
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
9
recursos humanos no Brasil nas áreas relevantes para tecnologias de informação não
é suficiente para atender à demanda atual e previsível, tanto em termos de
quantidade como de qualidade”.
Com o crescimento econômico da informação e a sua difusão por todas as
funções
organizacionais,
as
organizações
estão
continuamente
sendo
transformadas, demandando, mais do que nunca, profissionais qualificados. De
acordo com a SBC, estima-se que o mercado necessite de 50% a 75% de egressos de
Cursos de Sistemas de Informação sobre o total de egressos necessários para o
mercado de computação. De acordo com a SBC (2003), a denominação
Bacharelado em Sistemas de Informação refere-se a cursos que têm a computação
como atividade-meio, visando à formação de recursos humanos capazes de fazer o
uso eficiente das tecnologias de informação nas organizações. Esses cursos reúnem
conhecimentos da área da computação e administração, devendo possuir um enfoque
pragmático.
3 JUSTIFICATIVA DA OFERTA DO CURSO
Com o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das
Universidades Federais (Reuni), o governo federal adotou uma série de medidas para
retomar o crescimento do ensino superior público, criando condições para que as
universidades federais promovam a expansão física, acadêmica e pedagógica da rede
federal de educação superior. Os efeitos da iniciativa podem ser percebidos pelos
expressivos números da expansão, iniciada em 2003.
As ações do programa contemplam o aumento de vagas nos cursos de
graduação, a ampliação da oferta de cursos noturnos, a promoção de inovações
pedagógicas e o combate à evasão, entre outras metas que têm o propósito de
diminuir as desigualdades sociais no país.
Os Sistemas de Informação e as Tecnologias da Informação nas organizações
representam, para a sociedade, potenciais ganhos de eficiência no uso de recursos,
com impactos na produtividade e na competitividade das empresas e do país em
geral, em um cenário nacional e internacional cada vez mais globalizado e
competitivo.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
10
O Estado de Alagoas está localizado na região Nordeste do Brasil e ocupa uma
superfície de 27.933 km2, que corresponde a 0,32% do território brasileiro. Limita-se ao
norte com o Estado de Pernambuco, a leste com o Oceano Atlântico, ao Sul com o
Estado de Sergipe e a Oeste com a Bahia.
Alagoas apresenta um dos piores indicadores socioeconômicos do País. Para
alavancar o desenvolvimento do estado seria necessária uma política de governo
para implantar a cultura do empreendedorismo desde as séries iniciais do ensino
básico até o ensino superior. Segundo Dornelas (2005), o empreendedorismo está
associado a diferentes perspectivas, quais sejam:
Criação de empresas. Empreendedorismo está ligado à criação de novos
negócios.
Estímulo à inovação. Empreendedorismo está ligado à criatividade e à
inovação de novos produtos, processos e sistemas organizacionais.
Criação de empregos. Empreendedorismo está ligado a geração de emprego,
já que as empresas crescem e precisarão de mais recursos humanos para
desenvolver suas atividades.
Agregação de valor. Empreendedorismo é o processo de agregação de valor
para os seus parceiros, aqui entendido os clientes, fornecedores e acionistas bem
como para a sociedade em geral.
Criação de riquezas. Os empreendedores geram emprego e renda, distribuindo
riqueza e aumentando o padrão de vida e a qualidade de vida das pessoas.
Segundo Filion (2006), o empreendedorismo é geralmente associado à
iniciativa, a realização, a inovação, isto é, às possibilidades de fazer coisas novas
e/ou de forma diferente, como também é associado à capacidade de assumir riscos
calculados. Entende-se que as pessoas empreendedoras estão sempre prontas para
agir, ou seja, tem alta capacidade de realização, desde que existam, naturalmente,
no ambiente em que elas atuam condições propícias para apoiá-las.
O egresso do curso de Sistemas de Informação deverá assumir um papel de
agente de mudança, visando transformar o mercado produtivo local (ou regional) por
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
11
meio da incorporação de inovações na área de tecnologia da informação, visando à
resolução dos problemas das organizações.
Buscando aprofundar a relação entre os objetivos do curso e o perfil do egresso,
destaca-se a importância da habilidade da resolução de problemas do mundo real,
dentro de um contexto organizacional. Isso requer profissionais que entendam a
complexidade organizacional, em suas diversas dimensões, e façam uso de
conceitos, metodologias, técnicas e ferramentas da área de Sistemas de Informação
para se instrumentalizar e atuar satisfatoriamente neste ambiente.
O Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação (BSI) da UFAL vem ao
encontro das necessidades das organizações contemporâneas, que têm na tecnologia
da informação um elemento estratégico, na proporção que as soluções tecnológicas
automatizam processos organizacionais e são fontes de vantagens competitivas.
4 OBJETIVOS DO CURSO
O objetivo geral do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação é:
- Formar bacharéis em Sistemas de Informação capazes de articular e mobilizar
conhecimento, habilidades, atitudes e valores, compreendendo o processo de
construção e reconstrução do conhecimento, empregando tecnologias atuais visando
suprir às necessidades do mercado de trabalho.
Como objetivos específicos do curso de BSI, têm-se:
- Desenvolver em seus egressos um conjunto de competências que integre
conhecimentos técnico-científicos da Ciência da Computação, Sistemas de Informação,
Administração e Gestão Organizacional;
- Desenvolver visão estratégica e de inovação, postura ética, valorização da
responsabilidade social e busca constante do conhecimento.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
12
- Capacitar e desenvolver no aluno habilidades de relacionamento interpessoal,
comunicação e trabalho em equipe, tendo em vista que essas características são
necessárias para a atuação profissional (SBC, 2003).
- Formar profissionais críticos e reflexivos com capacitação e aptidão para compreender
as questões científicas, sociais e econômicas dos sistemas de informação e de seu
gerenciamento.
- Conscientizar o discente de sua condição de futuro bacharel de sistemas de
informação, experimentando, desde as primeiras disciplinas, a prática de participação
em atividades de extensão e/ou pesquisa que o envolva com a profissão vivenciando,
mesmo que de início timidamente, a realidade de mercado.
- Propiciar aos discentes as condições de se tornar, além de um profissional qualificado,
um cidadão com pleno conhecimento da realidade de seu país e das medidas a serem
adotadas na promoção do bem-estar de nossa sociedade.
- Contribuir para o desenvolvimento econômico, social e cultural, notadamente da região
nordeste do país, por meio das tecnologias da informação, promovendo mudanças e
inovações nas organizações e na própria sociedade em que venham a atuar
profissionalmente.
- Desenvolver habilidades que lhes permitam exercer sua profissão de modo ético,
responsável, empreendedor e
competente,
contribuindo
para
o
sucesso
e
desenvolvimento das organizações e da própria região onde estejam inseridos.
5 METODOLOGIA
A metodologia definida para desenvolver as atividades do curso, levará em
consideração a flexibilidade necessária para atender domínios diversificados de
aplicação e as vocações institucionais, expressa coerência com os objetivos do curso,
com os princípios institucionais e com sua estrutura curricular. Está comprometida com
a interdisciplinaridade, com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação
dos sujeitos autônomos e cidadãos.
A instituição assume assim seu papel de mediador e busca articular tais trocas,
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
13
pois reconhece o educando como um o agente principal de sua própria aprendizagem,
sendo capaz de construir satisfatoriamente seu aprendizado quando participa
ativamente do processo. Assim, o curso de graduação visa à qualificação e competência
do egresso, adotando para tal, métodos de ensino e aprendizagem diversificados e
criativos. Sendo assim, no Curso, as seguintes metodologias são empregadas:
Seminários: Metodologia utilizada como uma forma de avaliação, preparando o
aluno para a prática expositiva, sistematização de ideias, clareza ao discorrer sobre o
assunto em pauta. Auxilia na Comunicação e Expressão Oral;
Palestras: Metodologia utilizada após o professor aprofundar determinado
assunto, tendo o palestrante a finalidade de contribuir para a integração dos aspectos
teóricos com o mundo do trabalho;
Ciclo de Palestras: Metodologia utilizada na busca de integração de turmas e
avanço do conhecimento, trazendo assuntos novos e enriquecedores, além de
proporcionar aos alunos a prática de cerimonial e organização de eventos, já que estes
ciclos são elaborados pelos próprios alunos, sob a orientação do professor da disciplina
competente;
Dinâmicas de Grupo: Metodologia que visa ao preparo dos alunos para a
vivência profissional, com estimulação do desenvolvimento da contextualização crítica,
tomada de decisões e liderança. Ativa a criatividade, iniciativa, o trabalho em equipe e a
habilidade em negociação;
Práticas em Laboratórios: O curso utilizará laboratórios básicos e laboratórios
aplicados ao desenvolvimento das competências e habilidades práticas de suas
disciplinas. Esses laboratórios serão montados de forma a possibilitar um ensino de alto
nível e atualizado, colocando o aluno em contato com equipamentos regularmente
utilizados na realidade profissional. Dessa forma, o aluno, ao se formar, poderá aplicar,
em sua vida profissional, os conhecimentos úteis e importantes adquiridos nas aulas
práticas;
Visitas Técnicas: Realização de visitas a empresas, órgãos e instituições visando
a integrar teoria e prática, além de contribuir para o estreitamento das relações entre
instituição de ensino e as esferas sociais relacionadas a área do curso, estabelecendo,
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
14
dessa forma, uma visão sistêmica, estratégica e suas aplicações na área do curso;
Estudo de Casos: Atividade de aplicação dos conteúdos teóricos, a partir de situações
práticas, visando ao desenvolvimento da habilidade técnica, humana e conceitual, além
da possibilidade de avaliar resultados obtidos;
Projetos Culturais: Projetos desenvolvidos pelos alunos, em prol da sociedade
regional a serem desenvolvidos durante a implantação do curso, pelo coordenador, em
conjunto com os demais cursos e instituições correlatas;
Aulas Expositivas: Método tradicional de exposição de conteúdos, porém com a
utilização de recursos tecnológicos que auxilia no processo de ensino e aprendizagem,
tais como: audiovisuais, tais como, data-show, TV, Internet e vídeo.
Estas práticas apoiam-se numa metodologia que busca uma interação entre aluno
– professor – conteúdo. Preza-se que o educando conheça os primeiros passos do
caminho para aprender a aprender. Os estudantes são encorajados a definir seus
próprios objetivos de aprendizagem e tomar a responsabilidade por avaliar seus
progressos pessoais. No entanto, o aluno é acompanhado e avaliado, e essa avaliação
inclui a habilidade de reconhecer necessidades educacionais pessoais, desenvolver um
método próprio de estudo, utilizar adequadamente uma diversidade de recursos
educacionais e avaliar criticamente os progressos obtidos.
É importante ressaltar que a escolha das metodologias de ensinoaprendizagem é de responsabilidade de cada docente. Cabe a cada docente escolher
as estratégias de ensino-aprendizagem mais adequadas aos conteúdos a serem
desenvolvidos na sua disciplina. Cabe ainda, buscar fazer com que suas estratégias
de
ensino-aprendizagem
e
de
avaliação
sejam
por
si
só,
formas
de
desenvolvimento de competências dos discentes. Para tanto o que se requer dos
docentes do curso é: foco nos objetivos do curso e no perfil desejado do egresso e
nas competências relacionadas; foco nos objetivos da disciplina; visão sistêmica
(capacidade de ver a importância de sua disciplina, no conjunto das disciplinas do
curso e a importância destas para os objetivos do curso e para realização do perfil
desejado do egresso); trabalho em equipe; liderança (da classe) pela competência e
pelo exemplo; atualização e atratividade das aulas com foco na otimização do
aprendizado dos discentes.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
15
Os conteúdos curriculares serão ministrados em diversas formas de
organização, conforme proposta pedagógica, ressaltando as metodologias de
ensino-aprendizagem, em especial as abordagens que promovam a participação, a
colaboração e o envolvimento dos discentes na constituição gradual da sua
autonomia nos processos de aprendizagem. Esses conteúdos devem
ser
organizados, em termos de carga horária e de planos de estudo, em atividades
práticas e teóricas, desenvolvidas individualmente ou em grupo, na própria
instituição ou em outras, envolvendo também pesquisas temáticas e bibliográficas.
6 COMPETÊNCIAS, HABILIDADES E ATITUDES
O curso de BSI visa oferecer ao aluno egresso do curso uma formação sólida
com variadas competências e habilidades que lhe permitirá atuar em parceria com
diversas profissões que requerem o conhecimento da tecnologia da informação
aliado ao de gestão. Além disso, tal egresso deve está preparado para conviver com as
frequentes mudanças que ocorrem no seu ambiente de atuação, seja ele acadêmico
ou empresarial.
Nos termos do parecer CNE/CES136/2012 e da Resolução Nº 5, de 16 de
novembro de 2016, levando em consideração a flexibilidade necessária para atender
domínios diversificados de aplicação e as vocações institucionais, o curso de BSI propõe
uma formação profissional que revele, pelo menos, as habilidades e competências para:
1. Selecionar, configurar e gerenciar tecnologias da Informação nas organizações;
2.
Atuar nas organizações públicas e privadas, para atingir os objetivos
organizacionais, usando as modernas tecnologias da informação;
3. Identificar oportunidades de mudanças e projetar soluções usando tecnologias
da informação nas organizações;
4. Comparar soluções alternativas para demandas organizacionais, incluindo
a análise de risco e integração das soluções propostas;
5.
Gerenciar, manter e garantir a segurança dos sistemas de informação e da
infraestrutura de Tecnologia da Informação de uma organização;
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
6.
16
Modelar e implementar soluções de Tecnologia de Informação em variados
domínios de aplicação;
7. Aplicar métodos e técnicas de negociação;
8. Gerenciar equipes de trabalho no desenvolvimento e evolução de Sistemas
de Informação;
9. Aprender sobre novos processos de negócio;
10. Representar os modelos mentais dos indivíduos e do coletivo na análise de
requisitos de um Sistema de Informação;
11. Aplicar conceitos, métodos, técnicas e ferramentas de gerenciamento de
projetos em sua área de atuação;
12. Entender e projetar o papel de sistemas de informação na gerência de risco
e no controle organizacional;
13. Aprimorar experiência das partes interessadas na interação com a
organização incluindo aspectos de humano-computador;
14. Identificar e projetar soluções de alto nível e opções de fornecimento de
serviços, realizando estudos de viabilidade com múltiplos critérios de decisão;
15. Fazer estudos de viabilidade financeira para projetos de tecnologia da
informação;
16. Gerenciar o desempenho das aplicações e a escalabilidade dos sistemas de
informação.
Além dessas habilidades, o aluno tem a oportunidade de aprimorar sua
capacidade de expressão oral e escrita, por meio da elaboração e apresentação de
projetos em seminários e debates, e de vários trabalhos escritos em provas
dissertativas, trabalhos em grupo, relatórios individuais e artigos científicos
elaborados durante o curso.
Para conseguir o desenvolvimento de tais competências e habilidades no egresso
do curso de BSI, são definidas algumas políticas de ensino, pesquisa e extensão.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
17
O ensino de graduação adotará políticas centradas em três grandes eixos:
inovação e qualificação, internacionalização e gestão acadêmica. Dentre as medidas
para melhorar o ensino adotadas pelo curso estão:
- O uso das ferramentas de Tecnologia da Informação e da Comunicação por meio
de Ambientes Virtuais de Aprendizagem (Por exemplo: Moodle);
- Produção de material instrucional pelos docentes;
- Implantação de sistemas de tutoria e reforço das monitorias, sejam elas via
presencial ou a distância;
- Adoção de metodologias inovadoras como Problem-Based Learning (PBL);
- Ampliação dos seminários integradores, projetos integradores e/ou seminários
temáticos;
- Formação de grupos de aprendizagem, coordenados por docentes e
acompanhados por alunos dos anos finais, criando assim uma ampla rede de
atendimento didático pedagógico;
- Intensificar a mobilidade intra e interinstitucional como forma de ampliar
conhecimentos, saberes e culturas.
O curso de BSI não perde de vista que uma formação completa deve também
levar em consideração a inclusão dos estudos dos direitos
humanos, da
sustentabilidade, da acessibilidade, das questões étnicos raciais e afro descendentes e,
por fim, do empreendedorismo.
O curso de BSI também se preocupa em dar uma formação inicial e/ou
Complementar nas línguas estrangeiras, eliminando um dos grandes limitadores na
concretização do sonho de muitos e permitindo a internacionalização do ensino.
O curso de BSI incentiva à produção científica, tecnológica e cultural qualificada,
através de mecanismos que visem o aumento da produção do conhecimento produzido.
Entre eles vale salientar a política de apoio prioritário à publicação em periódicos de alto
fator de impacto. Os docentes são incentivados a participar de eventos científicos atuais
para se capacitarem e trazer novas oportunidades de projetos de pesquisa.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
18
O curso de BSI também estabelece a consolidação e expansão dos programas
de extensão, articulando-os às demandas sociais. A consolidação dessa finalidade
passa, obrigatoriamente, pela formação do estudante, sujeito da construção do
conhecimento. O curso de BSI dimensiona a extensão como a vivência do processo
ensino-aprendizagem, com a participação da comunidade acadêmica e de toda a
sociedade, utilizando como meio, os Programas e os Projetos que são elaborados pelos
docentes do curso.
As ações de extensão são desenvolvidas como processo educativo, e visa,
sobretudo, colaborar como parte indissociável na formação de profissionais éticos que
possam contribuir na elevação das condições de vida da comunidade local e para o
progresso e desenvolvimento regional. Essas ações se consubstanciam em forma de
programas, projetos, cursos de extensão, eventos, prestação de serviço, produções e
produtos acadêmicos.
7 PERFIL DO EGRESSO
Sistemas de Informação são ferramentas indispensáveis às organizações
modernas. Muitas organizações dependem significativamente da função de Sistemas
de Informação para sua operação e possuem nas tecnologias da informação sua
principal ferramenta de trabalho, em todas suas áreas funcionais (produção,
marketing, recursos humanos, finanças, vendas). Sendo assim, a área de Sistemas de
Informação contribui de forma importante em diversos domínios, incluindo empresas
e governo.
O Bacharel em Sistemas de Informação atua no desenvolvimento de soluções
baseadas em Tecnologia da Informação para os processos de negócio das
organizações, assegurando-lhes o suporte necessário para suas operações. Em sua
atividade planeja e gerencia a informação e a infraestrutura de Tecnologia da
Informação em organizações, além de projetar e implementar Sistemas de
Informação para uso em processos organizacionais. Coordena e supervisiona
equipes de trabalho. Em sua atuação, considera a ética, a segurança e as questões
sócio-ambientais.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
19
Trata-se de uma área que lida com sistemas complexos e que requerem
conhecimentos técnicos e organizacionais para serem projetados, desenvolvidos e
gerenciados, afetando tanto as operações como as estratégias das organizações.
Considerando a flexibilidade necessária para atender domínios diversificados de
aplicação, espera-se que os egressos do Curso de Bacharelado em Sistemas de
Informação:
1. Possuam sólida formação em informática e administração, visando ao
desenvolvimento e a gestão de soluções baseadas em tecnologia da informação
para os processos de negócio das organizações de forma que elas atinjam
efetivamente seus objetivos estratégicos;
2. Possam desenvolver, evoluir e administrar os sistemas de informação das
organizações, assegurando que elas tenham as informações e os sistemas de que
necessitam para prover suporte as suas operações e obter vantagem competitiva;
3. Sejam capazes de inovar, planejar e gerenciar a infraestrutura de tecnologia
da informação em organizações;
4. Possam escolher e configurar equipamentos, sistemas e programas para a
solução de problemas que envolvam a coleta, processamento e disseminação de
informações;
5. Entendam o contexto no qual as soluções de sistemas de informação são
desenvolvidas e implantadas, atentando para as suas implicações organizacionais e
sociais;
6. Entendam os modelos e as áreas de negócios, atuando como agentes de
mudança no contexto organizacional, agindo como empreendedores e intraempreendedores;
7. Possam desenvolver pensamento sistêmico que permita analisar e entender
os problemas organizacionais.
8 CAMPO DE ATUAÇÃO
O Bacharel em Sistemas de Informação pode atuar como pesquisador em
Instituições de Ensino Superior, empresas e laboratórios de pesquisa científica e
tecnológica; em empresas prestadoras de serviço de Tecnologia de Informação; em
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
20
empresas desenvolvedoras de Sistemas de Informação. Também pode atuar de
forma autônoma, em empresa própria ou prestando consultoria.
O Bacharel em Sistemas de Informação está apto a atuar nos mais diversos
campos:
Pesquisar, projetar e construir modelos computacionais para aplicações de
naturezas diversas;
Gerenciar recursos e serviços tecnológicos;
Analisar, desenvolver, testar, implantar e gerenciar sistemas comerciais;
Projetar, desenvolver e administrar bancos de dados;
Projetar, estruturar, implantar e gerenciar redes de computadores;
Analisar e compreender a dinâmica organizacional e suas necessidades;
Fazer uso da criatividade no emprego da tecnologia da informação, para
aquisição de dados, comunicação, coordenação, análise e apoio à decisão.
9 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO
A elaboração do Projeto Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação –
Bacharelado, do Campus de Arapiraca, Unidade Educacional de Penedo, da
Universidade Federal de Alagoas, vem atender a uma exigência da Resolução nº 5, de
16 de novembro de 2016 e da Resolução nº 25/90 – CEPE, de 30 de outubro de
1990, que estabeleceu as normas para reformulação curricular na UFAL. Diante
disto, esclarecemos que a estrutura curricular apresentada neste projeto pedagógico do
curso de Sistemas de Informação está organizada em consonância com as
referidas resoluções.
9.1
Estrutura Pedagógica
No projeto de expansão da UFAL, os cursos de graduação oferecidos no interior
constituem uma experiência inovadora, apresentando características distintas daquelas
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
21
dos cursos do Campus Maceió. Tal proposta se embasa na necessidade de adoção de
um projeto acadêmico-administrativo inovador, racional, flexível e econômico em
recursos humanos e materiais, mas sem sacrificar a qualidade nem deixar de ser
apropriado às novas condições de operação da instituição.
Os cursos de graduação implantados nos Campi e Pólos do interior são
agrupados em Eixos Temáticos. Esses Eixos Temáticos agrupam classes de cursos
que guardam identidades, atividades e formações disciplinares comuns. O Curso de
Sistemas de Informação está localizado no Eixo de Gestão.
Características gerais dos Troncos de Conhecimento:
Flexibilidade curricular: possibilita mobilidade docente (atuação) e discente
(aquisição de conhecimentos do Tronco inicial e conhecimentos complementaresdisciplinas dos variados Troncos - entre os Pólos e Campi do interior;
Tronco Profissionalizante: práticas, estágios e TCCs, preferencialmente com
intervenção na realidade local; competência aferida mediante monografia com banca
docente e defesa pública;
Pesquisa e extensão: consideradas princípios pedagógicos, devem estar
obrigatoriamente presentes nas atividades curriculares dos troncos Intermediário e
Profissionalizante;
Modalidade à distância: os projetos pedagógicos dos cursos poderão conter até
20% de carga horária ministrada na modalidade à distância, segundo permite a
legislação em vigor.
Na matriz curricular do curso de Sistemas de Informação ofertado pela Unidade
Educacional de Penedo (Campus Arapiraca) observa-se os fundamentos da estética
da sensibilidade, política da igualdade e a ética da identidade, como também os
princípios
específicos
de
flexibilidade,
autonomia,
interdisciplinaridade
e
transversalidade.
A identidade supõe uma inserção no meio social que leva à definição de vocações
próprias, que se diversificam ao incorporar as necessidades locais e as características
dos alunos e a participação dos professores e das famílias no desenho institucional.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
22
A diversidade é necessária para contemplar as desigualdades nos pontos de
partida dos alunos, que requerem diferenças de tratamento como forma mais eficaz de
garantir um resultado comum nos pontos de chegada. Com a flexibilidade procurar-seá promover a adaptação às diferenças individuais, respeitar os diversos ritmos de
aprendizagem, integrar as diferenças locais e os contextos culturais.
A interdisciplinaridade baseia-se na interdependência, na interação e no diálogo
permanente entre os vários ramos do conhecimento, e deve buscar a integração do
conhecimento num todo harmônico e significativo. O princípio pedagógico da
contextualização permite à Universidade pensar o currículo de forma flexível, com uma
ampla rede de significações, e não apenas como um lugar de transmissão do saber. O
conteúdo de ensino deve provocar aprendizagens significativas que mobilizem o aluno
e estabeleçam entre ele e o objeto do conhecimento uma relação de reciprocidade. A
contextualização evoca, por isso, áreas, âmbitos ou dimensões presentes na vida
pessoal, social e cultural, e mobiliza competências cognitivas já adquiridas.
Esses princípios pedagógicos visam contribuir para a formação da totalidade
humana em consonância com as novas demandas do mundo contemporâneo. Também
é observado como eixos estruturais na organização dos cursos, o “aprender a aprender,
aprender a fazer, aprender a viver, aprender a ser“, eixos encaminhados pela UNESCO
que orientarão a seleção dos conteúdos significativos.
A interdisciplinaridade propicia o diálogo entre os vários campos do conhecimento
e a integração do saber. Visa superar uma organização curricular tradicional, que coloca
as disciplinas como realidades estanques, fragmentadas, isoladas e dificulta a
apropriação do conhecimento pelo aluno. A interdisciplinaridade favorece uma visão
contextualizada e uma percepção sistêmica da realidade, permitindo uma compreensão
mais abrangente do saber.
A interdisciplinaridade integra o saber, propiciando a compreensão da relevância
e do significado dos problemas estudados, favorecendo, consequentemente, os
processos de intervenção e busca de soluções. Expressa ainda a necessidade de
reconstruir o pensamento em novas bases, recuperando dimensões como a
criatividade, a imaginação e a capacidade de lidar com a incerteza. A
interdisciplinaridade não significa uma justaposição de saberes, nem implica uma
comunicação reduzida entre as disciplinas. Envolve a elaboração de um contexto mais
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
23
geral, no qual as disciplinas em contato são modificadas, passando a dependerem
claramente uma das outras. Promove, portanto, intercâmbios mútuos e recíprocas
integrações entre as disciplinas.
O ensino baseado na interdisciplinaridade tem um grande poder estruturador,
pois, as definições, os contextos e os procedimentos que são estudados pelos alunos
são organizados em torno de unidades mais globais, que agregam estruturas de
conceitos e metodologias compartilhadas por várias disciplinas, capacitando os alunos
para enfrentar problemas que transcendem os limitem de uma disciplina concreta e
para detectar, analisar e solucionar novas questões. Além disso, a interdisciplinaridade
favorece a realização de transferência das aprendizagens já adquiridas em outros
contextos e amplia a motivação para aprender. Adicionalmente, as disciplinas do Curso
estão interrelacionadas e se integram em função dos objetivos do Curso e do perfil do
egresso.
A transversalidade busca a adequação do currículo às características dos alunos
e do ambiente socioeconômico e cultural, permitindo relacionar as atividades
curriculares com o cotidiano dos alunos e com o contexto social. Para atender a esse
princípio, buscou-se adequar o processo ensino-aprendizagem à realidade local e
regional, articulando as diferentes ações curriculares às características, demandas e
necessidades de cada contexto.
Desenvolveu-se estratégias para articular o processo de ensino à realidade dos
alunos, propiciando uma aprendizagem referida aos diferentes âmbitos e dimensões da
vida pessoal, social e cultural dos discentes. Nessa perspectiva, as práticas curriculares
implementadas no curso estão pautadas no conhecimento das características dos
alunos, buscando respeitar sua personalidade e sua identidade.
O princípio da transversalidade permitiu ainda pensar um currículo de forma
abrangente, com uma ampla rede de significações, e não apenas como um lugar de
transmissão e reprodução do saber. A transversalidade envolve o estabelecimento de
uma relação de reciprocidade entre o aluno e o objeto de conhecimento, favorecendo
uma aprendizagem significativa, uma vez que está baseada nos diferentes âmbitos e
dimensões da vida pessoal, social e cultural dos alunos.
A educação relativa às relações étnico-raciais, bem como o tratamento de
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
24
questões e temáticas relacionadas a afro-descendentes e indígenas estão sendo
abordadas de forma interdisciplinar e transdisciplinar e buscam discutir a formação da
sociedade contemporânea que incluem a importância de pessoas que pertencem a
grupos étnico-raciais diferentes, as quais contribuíram para formação histórica e
cultural do Brasil.
As inovações são sempre uma característica da Educação Superior, visto que o
conhecimento é dinâmico e reflete as mudanças que homens e sociedades produzem
em sua história. Nesse sentido, tais inovações são também acionadas numa
perspectiva de inclusão social de setores que exigem, por direito, o respeito às suas
demandas sociais. Considerando que a Educação é um dos mais importantes espaços
para garantir essa inclusão, a organização curricular do Curso Superior de Bacharelado
em Sistemas de Informação da Universidade Federal de Alagoas – Unidade
Educacional de Penedo (Campus Arapiraca), contempla também às exigências do
Decreto Nº. 5626, publicado no DOU de 23/12/2005, que Regulamenta a Lei Nº. 10.436,
de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a disciplina de LIBRAS – Língua Brasileira de
Sinais e o art. 18 da Lei Nº. 10.098, de 19 de Dezembro de 2000, com carga horária de
60 horas, na condição de Disciplina Eletiva. O cumprimento do referido Decreto visa
garantir o direito à educação das pessoas com deficiência auditiva, bem como
instrumentalizar o egresso para atender clientes e/ou familiares, que possam
apresentar esta necessidade especial, como cidadãos.
Assim, a Unidade Educacional de Penedo do Campus Arapiraca – Universidade
Federal de Alagoas, reúne uma oportuna combinação de fatores: a modernidade de
sua proposta educacional interdisciplinar, que valoriza a formação humanista, crítica e
reflexiva; o envolvimento da sua equipe docente, composta por doutores, mestres e
especialistas; e as instalações, que incluem salas de aula, além de biblioteca e
laboratórios para a formação acadêmica do corpo discente.
Essa concepção exige de todos os colaboradores da Universidade a necessidade
de um olhar mais abrangente, uma visão de totalidade, um esforço de distinguir para
unir, e, no que diz respeito ao ensino, à articulação estreita dos saberes e
potencialidades, à necessidade do trabalho interdisciplinar; à relação teoria e prática e
a uma avaliação permanente.
Estão inseridos nesse olhar os valores éticos, políticos e estéticos. A organização
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
25
didática, as formas de convivência acadêmica, a organização do currículo e das
situações de aprendizagem e os procedimentos de avaliação que devem estar
coerentes com esses valores que agregam a sensibilidade, a igualdade e a identidade.
9.2
Estrutura Curricular
O Curso de Sistemas de Informação – Bacharelado t e m s u a matriz curricular
baseada na proposta de interiorização da UFAL, que divide a estrutura em três troncos
de disciplinas: Inicial, Intermediário e Profissionalizante.
Estrutura curricular semestral com duração mínima de 4 (quatro) anos, dividido
em 8 períodos. Com oferta semestral de 50 vagas, por ano, os alunos ingressam no
curso tendo contato, no 1º período, com disciplinas do Tronco Inicial que oportunizam
a contextualização do conhecimento em nível amplo e integrado.
O Tronco Inicial oferece conteúdo geral, mas com abordagem comum a todos
os cursos do Campus de Arapiraca. O Tronco Inicial, parte integrante e obrigatória
do PPC, articula-se em função de quatro unidades de formação básica (disciplinas):
• Lógica, Informática e Comunicação;
• Sociedade, Natureza e Desenvolvimento: da realidade local à realidade global;
• Produção do Conhecimento: ciência e não-ciência;
• Seminário Integrador 1.
Esta última unidade de formação básica consolida de forma transversal a
interdisciplinaridade preconizada pelo projeto pedagógico nas demais unidades de
formação básica deste tronco.
O conteúdo deste Tronco compreende atividades desenvolvidas em 20 horas
semanais, por um semestre (20 semanas), totalizando 400 horas ofertadas no primeiro
semestre dos cursos. As disciplinas contidas no Tronco Inicial devem estimular
abordagens interdisciplinares que versem sobre reflexões críticas da realidade social;
sobre a produção do conhecimento e metodologias de estudo e pesquisa; sobre
instrumentalização básica de apoio à graduação no tocante ao estudo da expressão
escrita, análise, interpretação e crítica textual, informática; e sobre discussões
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
26
interdisciplinares.
O Tronco Intermediário oferece conteúdo comum, no segundo semestre, aos
cursos agrupados dentro de Eixos Temáticos: Agrárias, Educação, Gestão,
Humanidades, Saúde e Tecnologia.
O curso de Sistemas de Informação – Bacharelado da Unidade Educacional de
Penedo está inserido no Eixo da Gestão, com os cursos de Administração,
Administração Pública e Turismo. Neste contexto, as disciplinas ofertadas são:
Sistemas de Informação Gerencial;
Noções de Administração;
Matemática 1;
Estatística 1;
Introdução às Ciências Econômicas;
Informação Contábil para Gestão;
Seminário Integrador 2.
O conteúdo deste tronco desenvolve, ao longo do segundo semestre letivo,
atividades de 20 horas semanais, totalizando 400 horas semestrais. Este tronco
objetiva a oferta e a discussão crítica de conhecimentos referentes à formação
básica do Eixo Temático da Tecnologia, através de disciplinas instrumentais de
síntese.
Por fim, o Tronco Profissionalizante compreende conteúdos e objetivos
diretos, específicos e profissionalizantes da área de formação em Sistemas de
Informação – Bacharelado, por suas áreas de formação, bem como os estudos
Complementares e de aprofundamento.
O Tronco Profissionalizante é composto por disciplinas distribuídas em três
blocos de formação:
1. Formação básica: compreende os princípios básicos da área de Sistemas
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
27
de Informação: a matemática necessária para defini-los formalmente para permitir o
entendimento e a viabilização de projetos de sistemas computacionais;
2. Formação tecnológica profissional: aplica os conhecimentos básicos no
desenvolvimento científico e tecnológico dos Sistemas de Informação;
3. Formação Complementar: permite o aprofundamento dos conhecimentos
adquiridos nas formações supracitadas, por meio de experimentação prática e/ou
teórica. As disciplinas desta área proporcionam uma complementação de ensino
individualizada, tendo em vista a formação básica heterogênea dos que ingressam
no curso e a diversidade do mercado onde cada egresso atuará.
9.3
Tempo de Integralização do Curso
A carga horária mínima de integralização curricular do curso será de 3.560 (três
mil quinhentas e sessenta) horas, distribuídas em, no mínimo 8 (oito) períodos ou 4
(quatro) anos e no máximo 12 (doze) períodos ou 6 (seis) anos, sendo 3.080 (três mil
e oitenta) horas de disciplinas obrigatórias, 120 (cento e vinte) horas de disciplinas
eletivas, 200 (duzentas) horas de atividades Complementares (ACO) e 160 (cento e
sessenta) horas destinadas ao Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, conforme
tabela de conversão.
9.4
Ordenamento Curricular
A estrutura e conteúdo curricular com as bibliografias do Curso de Sistemas de
Informação contempla uma oferta semestral de disciplinas organizadas mediante a
seguinte configuração geral:
1. Tronco Inicial – Conteúdo geral com abordagem comum aos cursos do
Campus.
2. Tronco Intermediário – Conteúdo comum aos cursos de cada eixo temático.
3. Tronco Profissionalizante – Conteúdo específico da formação graduada do
curso.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
28
9.5 Matriz Curricular / Disciplinas Obrigatória
9.5.1 Disciplinas do Tronco Inicial
PRIMEIRO PERÍODO
Semestre
1º
Nome da Disciplina
Semanal
Teórica
Prática
Semestral
Sociedade, Natureza e Desenvolvimento: relações
locais e globais
6
120
0
120
Produção Conhecimento: Ciência e Não-Ciência
6
120
0
120
Lógica, Informática e Comunicação
6
80
40
120
Seminário Integrador I
2
0
40
40
20
320
80
400
Semanal
Teórica
Prática
Semestral
Sistemas de Informação Gerencial
3
60
0
60
Introdução às Ciências Econômicas
3
60
0
60
Informação Contábil para Gestão
3
60
0
60
Noções de Administração
3
60
0
60
Matemática 1
3
60
0
60
Estatística 1
3
60
0
60
Seminário Integrador II
2
20
20
40
20
380
20
400
Semanal
Teórica
Prática
Semestral
Programação I
3
60
0
60
Laboratório de Programação I
3
0
60
60
Matemática 2
3
60
0
60
Ética e Responsabilidade Social
2
40
0
40
Lógica Aplicada
3
60
0
60
Arquitetura e Organização de Computadores
3
40
20
60
Matemática Discreta
3
60
0
60
20
320
80
400
Semanal
Teórica
Prática
Semestral
Programação II
3
60
0
60
Laboratório de Programação II
3
0
60
60
Sistemas Operacionais
4
60
20
80
Total da Carga horária do período
9.5.2 Tronco Intermediário – Eixo da Gestão
SEGUNDO PERÍODO
Semestre
2º
Nome da Disciplina
Total da Carga horária do período
9.5.3 Tronco Profissionalizante
TERCEIRO PERÍODO
Semestre
3º
Nome da Disciplina
Total da Carga horária do período
QUARTO PERÍODO
Semestre
4º
Nome da Disciplina
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
29
Teoria Geral dos Sistemas
3
40
20
60
Inovação de Modelo de Negócios
3
45
15
60
Gestão de Processos de Negócios e SI
4
40
40
80
20
245
155
400
Semanal
Teórica
Prática
Semestral
Análise e Projeto de Algoritmos
4
60
20
80
Engenharia de Software
4
60
20
80
Interação Homem Computador
3
45
15
60
Inglês Básico
2
40
0
40
Inovação e Novas Tecnologias voltadas a SI
3
45
15
60
Total da Carga horária do período
QUINTO PERÍODO
Semestre
5º
Nome da Disciplina
Banco de Dados I
4
60
20
80
Total da Carga horária do período
20
310
90
400
Semanal
Teórica
Prática
Semestral
Desenvolvimento de Software para Dispositivos
Móveis
Banco de Dados II
4
40
40
80
4
40
40
80
Processo Decisório e Sistemas de Apoio a Decisão
2
30
10
40
Marketing, Mídia e Comunicação
3
45
15
60
Redes de Computadores
4
60
20
80
Desenvolvimento de Software para a Web I
3
20
30
245
30
155
60
400
Semanal
Teórica
Prática
Semestral
Projeto de Redes de Computadores
3
15
45
60
SAD Baseados em Conhecimento
3
30
30
60
Gestão do Conhecimento
Pesquisa Operacional
2
40
0
40
3
60
0
60
Gerência de Projetos de Software
3
30
30
60
Desenvolvimento de Software para a Web II
3
15
45
60
Eletiva 1
3
30
30
60
20
220
180
400
Semanal
Teórica
Prática
Semestral
Sistemas Distribuídos
3
40
20
60
Sistema Multimídia
3
30
30
60
SEXTO PERÍODO
Semestre
6º
Nome da Disciplina
Total da Carga horária do período
SÉTIMO PERÍODO
Semestre
7º
Nome da Disciplina
Total da Carga horária do período
OITAVO PERÍODO
Semestre
8º
Nome da Disciplina
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
30
Segurança e Auditoria de Sistemas de Informação
4
40
40
80
Gestão da Qualidade de Sistemas
3
45
15
60
Inovação Tecnológica e Empreendedorismo
4
60
20
80
Eletiva 2
3
30
30
60
Total da Carga horária do período
20
245
155
400
Resumo da Matriz Curricular
Componente Curricular
SIEWEB
Disciplinas Obrigatórias
eMEC
3.080
3696
Disciplinas Eletivas
120
144
Atividades Complementares
200
240
Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
160
192
3.560
4272
Carga Horária Total Curricular
9.5.4 Representação Gráfica do Perfil de Formação
Componentes Curriculares
3%
6%
4%
Disciplinas Obrigatórias
Disciplinas Eletivas
87%
Atividades Complementares
Trabalho de Conclusão de
Curso – TCC
As atividades curriculares de extensão serão contempladas na
forma de
programas e projetos de extensão utilizando-se atividades de disciplinas obrigatórias ou
eletivas para execução dos mesmos. Os estudantes de graduação podem se utilizar
de outras atividades curriculares tais como Projetos Integradores, Estágio Curricular,
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
31
Trabalho de Conclusão de Curso e Atividades Complementares. Todas as ações de
extensão deverão ser registradas junto a coordenação de extensão do Campus de
Arapiraca e na Pró-Reitoria de Extensão – PROEX.
Os componentes curriculares são apresentados no quadro abaixo com a carga
horária mínima por componente e total para integralização do curso.
9.5.5 Interface do Curso com a Extensão
A extensão universitária será computada em pelo menos 10% da carga
horária do curso, nas seguintes formas:
a) participação do estudante em programa de extensão Institucionalizado do
Campus de Arapiraca, articulando disciplinas obrigatórias e eletivas para sua
execução;
b) participação em estágio curricular obrigatório e não obrigatório;
c) como Trabalho de Conclusão de Curso;
d) participação do estudante em projetos integradores (licenciaturas);
e) atividades Complementares (cursos de extensão, eventos científicos e culturais e
outros projetos oriundos da universidade e de outros setores da sociedade),
devidamente homologadas pelo Colegiado do Curso de Graduação.
9.5.6 Programa(s) de Extensão Institucionalizados
Em virtude de ser um curso em implantação não existem programas de
extensão vinculados ao curso. À medida que o curso seja implementado a
coordenação do curso e/ou os docentes responsáveis deverão cadastrar os projetos na
Coordenação de Extensão do Campus de Arapiraca e na Pró-Reitoria de Extensão –
PROEX.
9.6
Disciplinas Eletivas
No de
Ordem
Código.
1
SISB046
Carga horária
Disciplina
Semanal Semestral
Fundamentos de Libras
03
60
Teórica
Prática
30
30
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
32
2
SISB047
Libras
03
60
0
60
3
SISB048
Técnicas de Reuso de Software
03
60
30
30
4
SISB049
Desenvolvimento de Software para Animação
03
60
30
30
5
SISB050
Desenvolvimento de Software para Jogos Digitais
03
60
30
30
6
SISB051
Tópicos de Inteligência Competitiva
03
60
30
30
7
SISB052
Tópicos de Logística Empresarial
03
60
40
20
8
SISB053
Tópicos de Métodos Quantitativos
03
60
40
20
9
SISB054
Tópicos de Modelagem Computacional do
Conhecimento
03
60
40
20
10
SISB055
Tópicos de Responsabilidade Corporativa e
Terceiro Setor
03
60
60
0
11
SISB056
Tópicos de Robótica
03
60
30
30
12
SISB057
Tópicos de Teoria de Grafos
03
60
40
20
13
SISB042
Estrutura de Dados
03
60
40
20
14
SISB040
Empreendedorismo Digital
03
60
60
0
15
SISB041
EAD: Teoria e Prática
03
60
60
0
16
SISB044
Empregabilidade e Carreira Profissional
02
40
40
0
17
B039
Tópicos em Matemática
02
40
40
0
18
SISB043
Introdução à Programação em Python
03
60
30
30
SISB059
Tópicos Especiais de Automação
03
60
30
30
SISB060
Tópicos Especiais de Banco de Dados
03
60
30
30
SISB061
Tópicos Especiais de Compiladores
03
60
30
30
SISB062
Tópicos Especiais de Computação
03
60
30
30
SISB063
Tópicos Especiais de Computação Móvel
03
60
30
30
SISB064
Tópicos Especiais de Engenharia de Software
03
60
30
30
SISB065
Tópicos Especiais de Gestão do Conhecimento
03
60
40
20
SISB066
Tópicos Especiais de Humanidades
03
60
60
0
SISB067
Tópicos Especiais de Processamento Gráfico
03
60
20
40
19
20
21
22
23
24
25
26
27
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
28
29
30
9.7
SISB068
Tópicos Especiais de Realidade Virtual
SISB069
Tópicos Especiais de Redes de Computadores
SISB070
Tópicos Especiais de Sistemas de Informação
33
03
60
20
40
03
60
30
30
03
60
40
20
Distribuição das Disciplinas por Área de Formação
As 47 disciplinas projetadas para o Curso de Bacharelado em Sistemas de
Informação (BSI) podem ser classificadas em seis áreas de formação distintas: (a)
computacional; (b) matemática; (c) gerencial; (d) suplementar; (e) inovadora e (f)
humanística. Abaixo segue a distribuição das disciplinas pelas seis áreas, em ordem
decrescente de carga horária.
a) Formação Computacional (1680 horas – 53%):
Código
Nome da Disciplina
TRIN003
Lógica, Informática e Comunicação
GEST007
Sistemas de Informação Gerencial
SISB001
Programação I
SISB002
Laboratório de Programação I
SISB006
Arquitetura e Organização de Computadores
SISB008
Programação II
SISB009
Laboratório de Programação II
SISB010
Sistemas Operacionais
SISB014
Análise e Projeto de Algoritmos
SISB015
Engenharia de Software
SISB017
Interação Homem Computador
SISB019
Banco de Dados I
SISB020
Desenvolvimento de Software para Dispositivos Móveis
SISB021
Banco de Dados II
SISB024
Redes de Computadores
SISB025
Desenvolvimento de Software para a Web I
SISB026
Projeto de Redes de Computadores
SISB027
SAD Baseados em Conhecimento
SISB030
Gerência de Projetos de Software
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
SISB031
Desenvolvimento de Software para a Web II
SISB032
Sistemas Distribuídos
SISB033
Sistema Multimídia
SISB034
Segurança e Auditoria de Sistemas de Informação
SISB035
Gestão da Qualidade de Sistemas
b) Formação Matemática (380 horas – 12%)
Código
Nome da Disciplina
GEST019
Estatística 1
GEST018
Matemática 1
SISB003
Matemática 2
SISB005
Lógica Aplicada
SISB007
Matemática Discreta
SISB029
Pesquisa Operacional
c) Formação Gerencial (320 horas – 10%)
Código
Nome da Disciplina
GEST013
Noções de Administração
SISB011
Teoria Geral dos Sistemas
SISB013
Gestão de Processos de Negócios e SI
GEST012
Introdução às Ciências Econômicas
GEST008
Informação Contábil para Gestão
SISB022
Processo Decisório e Sistemas de Apoio a Decisão
SISB028
Gestão do Conhecimento
d) Formação Suplementar (320 horas – 10%)
Código
Nome da Disciplina
TRIN002
Produção Conhecimento: Ciência e Não-Ciência
TRIN004
Seminário Integrador I
SISB016
Inglês Básico
GEST005
Seminário Integrador II
SISB023
Marketing, Mídia e Comunicação
34
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
35
e) Formação Inovadora (200 horas – 6%)
Código
f)
Nome da Disciplina
SISB012
Inovação de Modelo de Negócios
SISB018
Inovação e Novas Tecnologias voltadas a SI
SISB036
Inovação Tecnológica e Empreendedorismo
Formação Humanística (160 horas – 5%)
Código
9.8
Nome da Disciplina
TRIN001
Sociedade, Natureza e Desenvolvimento: relações locais e globais
SISB004
Ética e Responsabilidade Social
Análise Comparativa da Matriz Curricular com o Currículo de
Referência para os Cursos de Bacharelado em Sistemas de
Informação da Sociedade Brasileira de Computação (SBC)
Conforme é sugerido nos Currículos de Referência da Sociedade Brasileira de
Computação em (SBC, 2003) as Diretivas para cursos que têm a computação como
atividade-meio, como é o caso do curso de Sistemas de Informação, as matérias podem
ser divididas em cinco núcleos: “Matemática”, “Fundamentos da Computação”,
“Tecnologia da
Computação”, “Sistemas de Informação” e “Contexto Social e
Profissional“.
As matérias da área de Computação estão organizadas em três núcleos:
Fundamentos da Computação: que compreende o núcleo de matérias que
envolvem a parte científica e as técnicas fundamentais à formação sólida dos egressos
dos diversos cursos de computação;
Tecnologia da Computação: que compreende o núcleo de matérias que representam
um conjunto de conhecimento agregado e consolidado que capacitam o aluno para a
elaboração de solução de problemas nos diversos domínios de aplicação;
Sistemas de Informação: que compreende o núcleo de matérias que capacitam o
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
36
aluno a utilizar os recursos de Tecnologia de Informação na solução de problemas de
setores produtivos da sociedade;
Matemática: que propicia a capacidade de abstração, de modelagem e de raciocínio
lógico constituindo a base para várias matérias da área de Computação;
Contexto Social e Profissional: que fornece o conhecimento sócio-cultural e
organizacional, propiciando uma visão humanística das questões sociais e
profissionais, em consonância com os princípios da ética em computação;
Tais diretivas sugerem que esses núcleos tenham as seguintes distribuições
de créditos:
Nome do Núcleo
Quantidade de Créditos Direcionada
Matemática
20 Créditos
Fundamentos da Computação
40 Créditos
Tecnologia da Computação
30 Créditos
Sistemas de Informação
40 Créditos
Contexto Social e Profissional
30 Créditos
À luz dessas recomendações as disciplinas do curso estão distribuídas da seguinte
maneira:
Núcleo de matérias
Código
TRIN003
SISB001
SISB002
Fundamentos da Computação
Matéria
Créditos
Lógica, Informática e Comunicação
6
Programação I
3
Laboratório de Programação I
3
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
SISB006
SISB008
SISB009
SISB010
SISB014
37
Arquitetura e Organização de Computadores
3
Programação II
3
Laboratório de Programação II
3
Sistemas Operacionais
4
Análise e Projeto de Algoritmos
4
Desenvolvimento de Software para Dispositivos Móveis
SISB020
SISB025
SISB031
4
Desenvolvimento de Software para a Web I
3
Desenvolvimento de Software para a Web II
3
Sugestão de Créditos
Total de Créditos
40
Núcleo de matérias
39
Tecnologia da Computação
Código
Matéria
Créditos
SISB015
Engenharia de Software
4
SISB015
Interação Homem Computador
3
Banco de Dados I
4
Banco de Dados II
4
Redes de Computadores
4
Projeto de Redes de Computadores
3
Sistemas Distribuídos
3
Sistema Multimídia
3
SISB019
SISB021
SISB024
SISB026
SISB032
SISB033
Sugestão de Créditos
30
Total de Créditos
28
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
Núcleo de matérias
Código
GEST007
SISB011
SISB013
SISB012
38
Sistemas de Informação
Matéria
Créditos
Sistemas de Informação Gerencial
4
Teoria Geral dos Sistemas
3
Gestão de Processos de Negócios e SI
4
Inovação e Novas Tecnologias voltadas a SI
3
Processo Decisório e Sistemas de Apoio a Decisão
SISB022
SISB023
SISB027
SISB028
SISB030
Marketing, Mídia e Comunicação
3
SAD Baseados em Conhecimento
3
Gestão do Conhecimento
2
Gerência de Projetos de Software
3
Segurança e Auditoria de Sistemas de Informação
SISB034
SISB035
SISB036
3
Inovação Tecnológica e Empreendedorismo
4
Núcleo de matérias
GEST018
GEST019
SISB003
SISB005
4
Gestão da Qualidade de Sistemas
Sugestão de Créditos
Código
2
Matéria
40
Total de Créditos
38
Matemática
Créditos
Matemática 1
3
Estatística 1
3
Matemática 2
3
Lógica Aplicada
3
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
SISB007
SISB029
Matemática Discreta
3
Pesquisa Operacional
3
Sugestão de Créditos
Total de Créditos
20
Núcleo de matérias
Código
39
Contexto Social e Profissional
Matéria
Créditos
Sociedade, Natureza e Desenvolvimento: relações locais e globais
TRIN001
TRIN002
TRIN004
GEST013
SISB016
GEST005
SISB004
SISB012
GEST008
GEST012
18
6
Produção Conhecimento: Ciência e Não-Ciência
6
Seminário Integrador I
2
Noções de Administração
3
Inglês Básico
2
Seminário Integrador II
2
Ética e Responsabilidade Social
2
Inovação de Modelo de Negócios
3
Informação Contábil para Gestão
3
Introdução às Ciências Econômicas
3
Sugestão de Créditos
30
Total de Créditos
32
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
10
40
EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS
10.1 Disciplinas Obrigatórias
Primeiro Período
Tronco Inicial
Disciplina:
Sociedade, Natureza e Desenvolvimento: relações locais e
globais
Semestre:
1º
Carga Horária
Código:
TRIN001
Pré-Requisito
120h
Ementa
Reflexão crítica sobre a realidade, tendo como base o conhecimento de mundo a
partir de um contexto local e sua inserção global, através de abordagem
interdisciplinar sobre sociedade, seu funcionamento, reprodução, manifestação
diversas e suas relações com a cultura, economia, política e natureza.
Bibliografia Básica
ESTEVA, Gustavo. Dicionário do desenvolvimento: guia para o conhecimento como
poder. Trad. Vera Lúcia M. Joscelyne; Susana de Gyalokay; Jaime A. Clasen. PetrópolisRJ: Vozes, 2000.
SANTOS, Milton. Por outra globalização: do pensamento único à consciência
universal. Rio de Janeiro: Record, 2011.
SEN, Amartya. Desenvolvimento como liberdade. Trad. Laura Teixeira Mota. São
Paulo: Companhia das letras, 2000.
Bibliografia Complementar
SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo. Razão e emoção. São Paulo:
Hucitec, 2009.
VEIGA, José Ely. Desenvolvimento sustentável: o desafio do século XXI. 3ª ed. Rio de
Janeiro: Garamond, 2008.
GONÇALVES, C. W. Paixão da Terra: ensaios críticos de ecologia e geografia. Rio de
Janeiro: Pesquisadores associados em Ciências Sociais, 1984.
RIBEIRO, D. O povo brasileiro. São Paulo: Cia das Letras, 2006.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
41
SACHS, I. Estratégias de transição para o século XXI- Desenvolvimento e meio
ambiente. São Paulo: Studio Nobel, 1993.
Disciplina:
Produção Conhecimento: Ciência e Não-Ciência
Semestre:
1º
TRIN002
Código:
Carga Horária
120h
Pré-Requisito
Ementa
Instrução e discussão sobre ciência e seus instrumentos e métodos científicos, mas
também sobre expressões, conhecimentos tradicionais, populares e locais, para o
reconhecimento de um diálogo de saberes e a internalização de novos paradigmas.
Bibliografia Básica
ARISTÓTELES. Metafísica. Trad. De Leonel Vallandro. Porto Alegre: Editora globo,
1969
DESCARTES, René. Discurso do método. Trad. De Maria E. Galvão. São Paulo:
Martins Fontes, 2003.
HUME. David. Investigação sobre o Entendimento Humano e sobre os
princípios da moral. São Paulo: UNESP, 2004.
Bibliografia Complementar
BOMBASSARO, Luiz Carlos. As fronteiras da epistemologia: Como se produz o
conhecimento. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 1992.
CHALMERS, A. F.. O que é ciência, afinal?. Trad. de Raul Fiker. São Paulo:
Brasiliense, 1993.
DUTRA, Luís H. de A.. Introdução à teoria da ciência. Florianópolis: Editora da
UFSC, 1998.
PLATÃO. A República. Trad. de Carlos Alberto Nunes. 3 ed. Belém: Editora
universitária, 2001. Livro VII (O Mito da Carverna).
POPPER, Karl R. A Lógica da Pesquisa Científica. Trad. de Leonidas Hegenberg
e Octanny S. da Mota. São Paulo: Cultrix/ EDUSP, 1975.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
Disciplina:
Lógica, Informática e Comunicação
Semestre:
1º
Carga Horária
Código:
TRIN003
Pré-Requisito
42
120h
Oferta de instrumentais básicos requeridos pelo cursar da graduação universitária,
fundamentalmente: usos da linguagem, indução e dedução; novas tecnologias de
comunicação, usos do computador e da Internet; expressão escrita, análise,
interpretação e crítica textual.
Bibliografia Básica
COPI, Irving M. Introdução à Lógica. São Paulo: Mestre Jou Editora, 1981.
FURASTÉ, Pedro A. Normas Técnicas para o trabalho científico: elaboração e
formatação. 14 ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
OLIVEIRA, Rômulo Nunes de; OLIVEIRA, Elthon Allex da Silva. Lógica no
Cotidiano: Ampliando o seu Alcance. Florianópolis: Bookess, 2012. 181 p.
Bibliografia Complementar
CASTELLS, Manuel. A Galáxia da Internet: Reflexões sobre a Internet, os negócios
e a sociedade, Jorge Zahar Editor,Rio de Janeiro, 2003.
JOHNSON, Steven. Cultura da interface: como o computador transforma nossa
maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane Price. Sistemas de Informação. 4a. ed. São
Paulo: LTC, 1999.
LÉVY, Pierre. A conexão planetária: o mercado, o ciberespaço, a consciência. São
Paulo: Ed. 34, 2001.
NAVEGA, Sergio. Pensamento Crítico e Argumentação Sólida. São Paulo:
Editora Intelliwise, 2005.
Disciplina:
Seminário Integrador I
Semestre:
1º
TRIN004
Código:
Carga Horária
40h
Pré-Requisito
Ementa
Discussão local, interdisciplinar, de integração das atividades e de avaliação dos
progressos discentes de cada Eixo.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
43
Bibliografia Básica
Conjunto das bibliografias básicas das demais disciplinas do Tronco Inicial.
Bibliografia Complementar
ABLAS, L. A. Q. Intercâmbio Desigual e Subdesenvolvimento regional no Brasil.
São Paulo: FIPE/ Pioneira, 1985.
BASTOS FILHO, J. et al. Cultura e desenvolvimento. Maceió: Prodema/ UFAL, 1999.
FRANCIS, D. G et al. Comunicação profissional: o ensino, a extensão e a pesquisa
como práticas de construção do conhecimento. Uberlândia/ MG: Unimas, 2004.
LEITE, L. H. A. Pedagogia de projetos: intervenções no presente. Presença
Pedagógica, v. 2, n.8. mar/abr, 1996.
SILVA, A. M. et al. Guia para normatização de trabalhos técnico-científicos:
projetos de pesquisas, monografias, dissertações e teses. 4ª ed. Uberlândia:
EDUFU, 2004. 158p.
Segundo Período
Tronco Intermediário
Disciplina:
Introdução às Ciências Econômicas
Semestre:
2º
GEST012
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Conceitos fundamentais de economia. Evolução do pensamento econômico e o fluxo
circular da renda. Microeconomia, em suas várias correntes. Macroeconomia: produto,
renda e dispêndio. Moeda, inflação e sistema financeiro. Economia Internacional e a
globalização econômica. O desenvolvimento econômico.
Bibliografia Básica
MANKIW, N. Gregory. Introdução à Economia. 6ª ed. São Paulo: Cengage Learning,
2013.
VASCONCELLOS, Marco Antônio S. de. Economia: micro e macro. 6ª ed. São Paulo:
Atlas, 2015.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
44
ROSSETI, José Paschoal. Introdução à Economia. 21ª ed. São Paulo: Atlas, 2016.
Bibliografia Complementar
VASCONCELLOS, Marco Antonio S. de; GARCIA, Manuel Enriquez. Fundamentos de
Economia. 5ª ed. São Paulo: Saraiva, 2014.
KRUGMAN, Paull; WELLS, Robin. Macroeconomia. 3ª ed. Rio de Janeiro: Campus Elsevier, 2014.
TONETO JUNIOR, Rudinei; VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de;
BENEVIDES PINHO, Diva. Introdução à Economia. 1ª ed. São Paulo: Saraiva, 2011.
VARIAN, Hal R. Microeconomia. 9ª ed. Rio de Janeiro: Campus - Elsevier, 2015.
VICECONTI, Paulo E. V.; NEVES, Silverio das. Introdução à Economia. 12ª ed. São
Paulo: Saraiva, 2013.
Disciplina:
Informação Contábil para Gestão
Semestre:
2º
GEST008
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
A Contabilidade como sistemas de informações. Reflexão crítica sobre a informação
contábil para planejamento da gestão e controle das operações. Estudo dos
procedimentos aplicados à gestão. A linguagem contábil: suas potencialidades e
limitações. Características e classificação dos principais tipos de sistemas de informações
contábeis no âmbito de uma empresa.
Bibliografia Básica
CREPALDI, Silvio Aparecido; CREPALDI, Guilherme Simões. Contabilidade Gerencial Teoria e Prática. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 2017.
PADOVEZE, Clovis Luis. Manual de Contabilidade Básica - Contabilidade Introdutória e
Intermediária. 10ª ed. São Paulo, 2016.
MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial. 17ª ed. São Paulo: Atlas, 2015.
Bibliografia Complementar
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Básica Fácil. 29ª ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
45
IUDICÍBUS, Sergio de; MARION, Jose Carlos. Curso de Contabilidade para Não
Contadores. 7ª ED. São Paulo: Atlas, 2011.
ATKINSON, Anthony A.; KAPLAN, Robert S.; MATSUMURA, Ella Mae; YOUNG, S.
Mark. Contabilidade Gerencial - Informação para a Tomada de Decisão e Execução
Estratégica. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2015.
MARION, José Carlos. Contabilidade Básica. 11ª ed. São Paulo: Atlas, 2015.
MARION, José Carlos. Análise das Demonstrações Contábeis. 7ª ed. São Paulo: Atlas,
2012.
Disciplina:
Sistemas de Informação Gerencial
Semestre:
2º
GEST007
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Arquitetura Básica de Sistemas de Informação. Tipologias dos Sistemas de
Informação. Planejamento Estratégico de SI. Estratégias para o Gerenciamento da
Infraestrutura de TI. Ética, Privacidade e Segurança da Informação. E-Business e
Comércio Eletrônico. Sistemas de Informação Organizacionais. Uma visão geral dos
Conceitos Estratégicos dos Negócios e as Implicações para a Estratégia de SI.
Bibliografia Básica
LAUDON, K.C.; LAUDON, J. P. Sistemas de Informações Gerenciais, 11ª Ed., São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2015.
RAINER JR, R. K.; CEGIELSKI, Casey G. Introdução a Sistemas de Informação:
apoiando e transformando negócios na era da mobilidade. 3 ed. Rio de Janeiro:
Elsevier-Campus, 2012.
Baltzan, Paige, and Amy Phillips. Sistemas de informação. AMGH Editora, 2012.
Bibliografia Complementar
Prado, Edmir, and Cesar Alexandre de Souza. Fundamentos de sistemas de
informação. Vol. 1. Elsevier Brasil, 2014.
TURBAN, E. T., RAINER Jr; R. K.; POTTER, R. E. Introdução a Sistemas de
Informação: uma abordagem gerencial. Rio de Janeiro, Editora Campus 2007.
CORTES, Pedro Luiz. Administração de Sistemas de Informação, São Paulo,
Saraiva, 2008
REZENDE, D. A.; ABREU, A. F. Tecnologia da Informação Aplicada a Sistemas de
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
46
Informações Empresariais. São Paulo ed. Atlas 2008.
ALBERTIN, Alberto Luiz, ALBERTIN, Rosa Maria de Moura. Desafios da tecnologia
de informação aplicada aos negócios. São Paulo: Atlas, 2005.Gráfica LCR, 2011.
Disciplina:
Noções de Administração
Semestre:
2º
GEST013
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Gestão e administração. O processo administrativo. Perfil e funções do administrador.
Tomada de decisão, planejamento, organização, direção, coordenação e controle.
Tendências da gestão e administração no Brasil e no mundo.
Bibliografia Básica
DAFT, R. L. Administração. 2a edição. São Paulo: Cengage Learning, 2010.
DRUCKER, Peter. Gestão. Rio de Janeiro: Agir, 2010.
MAXIMIANO, A. C. A. Teoria Geral da Administração: da Revolução Urbana à
RevoluçãoDigital. 6. ed. São Paulo: Editora Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar
MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Introdução à Administração. 8a edição, São
Paulo: Atlas, 2011.
SOBRAL, F.; PECI ,Alketa. Administração: Teoria e Prática no Contexto Brasileiro.
São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008.
ARAÚJO. Luis César G. de. Teoria Geral da Administração: aplicação e
resultados nas empresas brasileiras. São Paulo: Atlas, 2004.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. 2. ed. Rio de Janeiro:
Campus, 2005. 610 p.
SOUSA, José Meireles de. Gestão – técnicas e estratégias no contexto
brasileiro. Editora Saraiva, 1a edição, 2009.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
Disciplina:
Matemática I
Semestre:
2º
GEST018
Código:
Carga Horária
47
60h
Pré-Requisito
Ementa
Familiarizar o aluno com a linguagem matemática básica dos problemas de
continuidade e diferenciação. Utilizar programas computacionais para cálculos
algébricos e aproximados, visualizações gráficas e experimentos computacionais,
ligados à teoria do cálculo diferencial e funções reais de uma variável. Os conteúdos
abordados serão: Limites de funções; Continuidade de funções reais de uma variável.
Derivadas e aplicações. Máximos e mínimos. Fórmula de Taylor e aproximação de
funções. A integral indefinida, a integral de Riemann e aplicações.
Bibliografia Básica
ANTON, H. Cálculo: um novo horizonte. 8ª ed.v.1 Bookman, 2007;
HUGHES-HALLETT. Cálculo Aplicado. 4ª ed.v.1 LTC. 2012;
AXLER, S. Pré-Cálculo - Uma Preparação para o Cálculo. 2ª ed.v.1 LCT, 2016
Bibliografia Complementar
EDWARD, LARSON HOSTETLER. Cálcuo. 8ª ed. v.1 MCGRAW-HILL, 2006;
MORRIS, THANASSOULIS. Matemática Essencial para Negócios e Administração. 1ª
ed. LTC,2009;
MURILO, AFRÂNIO CARLOS. Matemática aplicada a administração, economia e
contabilildade. Pioneira Thomnson Learning, 2004
HALLLETT, D. H. Cálculo e Aplicações. 1ª ed. Edgard Blucher, 1999
HOFFMANN. Cálculo - Um Curso Moderno e suas Aplicações. 1ª ed. LTC 2015
Disciplina:
Estatística 1
Semestre:
2º
GEST019
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Estatística descritiva. Noções de amostragem. Distribuições amostrais: discreta e
contínua. Inferência estatística: teoria da estimação e testes de hipóteses.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
48
Regressão linear simples. Correlação. Análise de variância.
Bibliografia Básica
MATTOS, KONRATH, AZAMBUJA. Introdução à Estatística - Aplicações em
Ciências Exatas.1ªed. LTC, 2017
GOMES, Pinheiro, CARVAJAL, Cunha. Probabilidade e estatistica: quantificando a
incerteza, 1ª ed. Elsevier, 2012
YATES E GOODMAN. Probabilidade e Processos Estocásticos-Uma
Introd.Amigável para Eng. Eletricistas e da Computação. 3ª ed. LTC, 2017
Bibliografia Complementar
MARTINS, Domingues. Estatísitca Geral e Aplicada, 5ª ed. Atlas, 2014
OLIVEIRA. Curso de estatística básica: Teoria e Prática. 2ª ed. Atlas, 2015
BRUNI, Adriano Leal. Estatística aplicada à gestão empresarial. 4ª. ed. Atlas, 2013
BRAULE, R. Estatística Aplicada: Para Cursos de Administração e Economia.
Elsevier Brasil, 2013
MOORE. A Estatística Básica e sua Prática. 6ª ed. LTC, 2014
Disciplina:
Seminário Integrador II
Semestre:
2º
GEST005
Código:
Carga Horária
40h
Pré-Requisito
Ementa
Trata-se de discussão local, interdisciplinar, de integração das atividades e de
avaliação dos progressos das demais disciplinas.
Bibliografia Básica e Complementar
Contempla toda a bibliografia utilizada pelas disciplinas do Eixo da Tecnologia.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
49
Terceiro Período
Tronco Profissionalizante
Disciplina:
Programação I
Semestre:
3º
SISB001
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Conceitos de procedimentos, algoritmos e programas. Identificadores, constantes,
variáveis e atribuição. Tipos primitivos de dados. Operadores, funções e expressões.
Comandos de entrada e saída. Instruções condicionais e de repetição. Tipos definidos
pelo programador e tipos abstratos de dados. Estruturas compostas de dados: vetores,
matrizes e registros. Manipulação de uma cadeia de caracteres. Noções de arquivos.
Noções de Ponteiros. Programação de algoritmos usando uma linguagem de
programação. Boas práticas de programação.
Bibliografia Básica
PAES, Rodrigo de Barros. Introdução à Programação com a Linguagem C, 1° Edição.
Novatec, 2016.
SCHILDT, Herbert. C Completo e Total, 3° Edição. Makron Books, 2006.
DEITEL, Harvey; DEITEL, Paul. C - Como Programar, 6° Edição. Pearson Education,
2011.
Bibliografia Complementar
ARAÚJO, Everton Coimbra. Algoritmos - Fundamento e Prática, 3° Edição. Visual
Books, 2007.
KERNIGHAN, Brian W; RITCHIE, Dennis. The C Programming Language, 2° Edição.
Pretence Hall, 1989.
DEITEL, Harvey; DEITEL, Paul. C++ - Como Programar, 5° Edição. Prentice Hall Brasil,
2006.
MEDINA, Marco; FERTIG, Cristina. Algoritmos e Programação - Teoria e Prática, 2ª
Edição. Novatec, 2006.
CORMEN, Thomas H. Algoritmos. Teoria e Prática, 3° Edição. Elsevier, 2012.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
Disciplina:
Laboratório de Programação I
Semestre:
3º
SISB002
Código:
Carga Horária
50
60h
Pré-Requisito
Ementa
Estudo prático em laboratório do conteúdo abordado na disciplina Programação 1.
Bibliografia Básica
ASCENCIO, A.F.G.; CAMPOS, E.A.V.. Fundamentos da Programação de
Computadores: Algoritmos, Pascal, C/C++ e JAVA. 3.ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2012
FORBELLONE, André Luiz Villar; EBERSPÄCHER, Henri Frederico. Lógica de
Programação: A construção de Algoritmos e Estruturas de Dados. São Paulo:
Pearson, 2005.
BACKES, A., Linguagem C completa e descomplicada, Editora Campus, 2013
Bibliografia Complementar
SOUZA, Marco Antonio Furlan de. Algoritmos e Lógica de Programação. 2° Edição.
Cengage CTP. 2011.
KERNIGHAN, B. e PIKE R., The Practice of Programming, 1° Edição. Addison-Wesley,
1999.
STROUSTRUP, B., The C++ Programming Language, 4rd. Edition. Addison-Wesley,
2013.
CORMEN, Thomas H. Algoritmos. Teoria e Prática, 3° Edição. Elsevier, 2012.
MEDINA, Marco; FERTIG, Cristina. Algoritmos e Programação - Teoria e Prática, 2ª
Edição. Novatec, 2006.
Disciplina:
Matemática 2
Semestre:
3º
SISB003
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Matemática 1
Ementa
Desenvolver os conceitos e técnicas ligadas ao cálculo integral e suas aplicações.
Esboçar curvas utilizando coordenadas polares. Utilizar programas computacionais
para cálculo algébrico e aproximado, visualizações gráficas e experimentos
computacionais, ligados à teoria da integração. Desenvolvimento de habilidade na
resolução de problemas aplicados. Os principais conteúdos são: Métodos de
integração. Aplicações da integral: Áreas e volumes. Coordenadas polares. Integrais
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
51
impróprias. Sequências e séries numéricas.
Bibliografia Básica
HOFFMANN. Cálculo - Um Curso Moderno e suas Aplicações. 11ª ed. LTC, 2015;
STEWART, James. Cálculo. 8ª ed. Cengage Learning, 2017;
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo. 5ª ed. LTC, 2011.
Bibliografia Complementar
LEITHOLD,Louis. O Cálculo com Geometria Analítica. 3ª ed. Harbra, 1994;
ROSÁRIO, Alex Victor do. Pré-Cálculo/Alex Victor do Rosário. 1ª ed. Aracajú-SE,
2017;
GERSTING, Judith L. Fundamentos matemáticos para a ciência da computação:
um tratamento moderno de matemática discreta. 5. ed. Livros Técnicos e
Científicos Editora S. A., c2004
CARMO, Manfredo Perdigão do; MORGADO, Augusto Cesar; WAGNER, E.
Trigonometria números complexos. 3. ed. Sociedade Brasileira de Matemática, 2005
HOFFMANN. Cálculo - Um Curso Moderno e suas Aplicações - Tópicos
Avançados. 11ª ed. LTC, 2015
Disciplina:
Ética e Responsabilidade Social
Semestre:
3º
SISB004
Código:
Carga Horária
40h
Pré-Requisito
Ementa
Ética e Moral. Ética no mundo contemporâneo. Ética profissional. Associações
acadêmicas/profissionais e códigos de ética. A informatização e suas consequências
econômicas. A informatização e o aspecto educacional. Efeitos políticos. Impactos
sociais. Informatização e privacidade. Informática e desenvolvimento econômico e
social. O Impacto da automação e a questão do trabalho. Inclusão digital. Questões da
atualidade e considerações sobre o futuro.
Bibliografia Básica
DYSON, Esther. A Nova Sociedade Digital, Campus, Rio de Janeiro, 1988.
FERNANDES, Aguinaldo. Gerência Estratégica da Tecnologia da Informação,
LTC, Rio de Janeiro, 1992.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
52
NEGROPONTE, Nicholas. A Vida Digital, Companhia das Letras, São Paulo,
1995.
Bibliografia Complementar
AMOEDO,
Sebastião. Ética do trabalho, na era da pós-qualidade. Ed.
Qualitymark, 2007.
LEVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 2001.
NARDI, Henrique Caetano. Ética, trabalho e subjetividade. Ed. UFRGS, 2006.
O BRIEN, James A. Sistema de informação e as decisões gerenciais na era da
Internet. São Paulo: Saraiva, 2004.
SCHAFF, A. A Sociedade Informática. 4. ed. Brasiliense, 1995.
Disciplina:
Lógica Aplicada
Semestre:
3º
SISB005
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Desenvolvimento de habilidades no campo da Lógica Matemática. Estudo de sistemas
formais: linguagem, sintaxe e semântica. Estudo da Lógica Proposicional e da Lógica
de 1ª Ordem como linguagens de modelagem e especificação. Aplicações do Sistema
de Dedução Natural e Método do Tableau Analítico. Uso das linguagens formais para
a Prova Automática de Teoremas. Introdução à especificação formal de sistemas de
software usando Lógica Temporal.
Bibliografia Básica
Da Silva, Flávio Soares Corrêa, Marcelo Finger, and Ana Cristina Vieira de Melo. Lógica
para computação. Thomson Learning, 2006.
Mortari, Cezar A. Introdução à lógica. SciELO-Editora UNESP, 2017
OLIVEIRA, Rômulo Nunes de; OLIVEIRA, Elthon Allex da Silva. Lógica no
Cotidiano: Ampliando o seu Alcance. Florianópolis: Bookess, 2012.
SOARES, F. S. C. da S. et al. Lógica para Computação. Editora Thomson.. 2006.
Bibliografia Complementar
CHANG, C. et al. Symbolic Logic and Mechanical Theorem Proving. Academic
Press. 1973.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
53
CLOCKSIN, W. F.. Clause and Effect: Prolog Programming for the Working
Programmer. 1st edition. Springer Verlag. 2003.
COVINGTON, M. A. et al. Prolog Programming in Depth. Prentice Hall. 1996.
ENDERTON, H.. A Mathematical Introduction to Logic. 2nd edition. Academic
Press. 2001.
GERSTING, J. L.. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. 5a
edição. Editora: LTC. 2004.
HUTH, Michael; RYAN, Mark. Logic in Computer Science: Modelling and
Reasoning about Systems. 2 edition. Cambridge University Press. 2004.
Disciplina:
Arquitetura e Organização de Computadores
Semestre:
3º
SISB006
Código:
Carga Horária
60
Pré-Requisito
Ementa
Entendimento do funcionamento dos computadores digitais, ressaltando o
comportamento funcional e o aspecto de organização, com foco nos
relacionamentos estruturais e dispositivos que constituem os computadores e conjunto
de instruções (ISS). Conceitos estudados: representação de dados: sistemas de
numeração; Aritmética de máquina; Álgebra Booleana; Circuitos combinacionais;
Circuitos sequenciais; Arquitetura básica de um processador: Memória, E/S,
Interrupções, Barramento e UCP.
Bibliografia Básica
HENNESSY, J. L. & PATTERSON, D. A.. Computer Architecture – A Quantitative
Approach. 4th Edition, Morgan Kaufmann. 2008.
PATTERSON, D. A. & HENNESSY, J. L.. Computer Organization and Design –
The Hardware/Software Interface. Terceira Edição, Morgan Kaufmann.
Tanenbaum, Andrew S., and Wagner Luiz Zucchi. Organização estruturada de
computadores. Pearson Prentice Hall, 2009.
Bibliografia Complementar
MONTEIRO, M. A. Introdução à organização de computadores. Rio de Janeiro:
LTC, 2001.
NULL, L.. The Essentials of Computer Organization And Architecture. 2nd
edition. Jones & Bartlett Pub. 2006
STALLINGS, W. Arquitetura e Organização de Computadores – 5ª Edição, São
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
54
Paulo, Prentice Hall, 2005
WEBER, R. F. Fundamentos de Arquitetura de Computadores. 3a Edição. Sagra
Luzzatto. 2004.
PANNAIN, R. ; BEHRENS, F. H. ; PIVA JR., D. Organização Básica de Computadores e
Linguagem de Montagem. Campus, 2012.
Disciplina:
Matemática Discreta
Semestre:
3º
SISB007
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Apresentar a fundamentação matemática de estruturas e conceitos básicos relacionados
a sistemas de informação, tais como: algebra de boole, coleções, funções, grafos,
fatoração, criptografia tipos de notação. Desenvolvimento formal para a manipulação de
tais conceitos, em provas e demonstrações, e para a aplicação de tais habilidades, na
forma de algoritmos, na resolução de problemas.
Bibliografia Básica
SCHEINERMAN, Edward R. Matemática Discreta-Uma Introdução. Cengage Learning
Editores, 2016.
LIPSCHUTZ, Seymour, and Marc Lipson. Matemática Discreta-: Coleção Schaum.
Bookman Editora, 2013.
MENEZES, Paulo Blauth. Matemática Discreta para Computação e Informática-:
Volume 16 da Série Livros didáticos informática UFRGS. Vol. 16. Artmed Editora, 2013.
Bibliografia Complementar
GERSTING, Judith L. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. 5ª
Edição, Rio de Janeiro (2004).
EVARISTO, Jaime. Introdução à álgebra abstrata. UFAL, 2002.
ROSEN, Kenneth H. Discrete mathematics and its applications. 7th edition AMC
(2011).
LIMA, Diana Maia de. Matemática Aplicada à Informática. 1ª Edição Bookman (2015).
HUNTER, David J. Fundamentos da Matemática Discreta. 1ª edição LTC (2011).
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
55
Quarto Período
Disciplina:
Programação II
Semestre:
4º
SISB008
Código:
Carga Horária
60
Pré-Requisito
Ementa
Estudo dos conceitos de programação orientada a objetos. Modelagem Orientada a
Objetos. Projeto de soluções usando programação orientada a objetos. Classes,
Objetos, Atributos, Operações, Construtores e mensagens. Tipos de dados. Abstração.
Encapsulamento. Associação e composição de objetos. Herança, Polimorfismo, Classes
Abstratas, Interfaces e ligação dinâmica. Pacotes e Bibliotecas úteis. Generics e
Reflection. Coleções de objetos. Tratamento de erros usando exceções.
Desenvolvimento de interfaces gráficas com o usuário. Introdução a padrões de projetos.
Bibliografia Básica
DEITEL, Harvey M.; DEITEL, Paul J. Java, como programar. 8. ed. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2010.
SIERRA, K.; BATES, B. Use a Cabeça! Java. 2. Ed. Rio de Janeiro: Alta Books, 2012.
LEMAY, Laura; CADENHEAD, Rogers. Aprenda Java em 21 dias – JAVA. 4° Edição.
Editora Campus, 2005.
Bibliografia Complementar
HORSTMANN C. S.; CORNELL G. Core Java 2: Fundamentos. 8. Ed. Rio de Janeiro:
Alta Books, 2010.
JUNIOR, Peter Jandl. Java: Guia do Programador, 3° Edição. Novatec, 2015.
SANTOS, R. Introdução à Programação Orientada a Objetos Usando Java. 2. Ed.
Rio de Janeiro: Campus, 2013.
BARNES, D. J. Kölling, M. Programação Orientada a Objetos com Java. 4° Edição.
Prentice Hall, 2009
Gamma, Erich. Padrões de Projeto - Soluções Reutilizaveis de Software Orientado
a Objetos, 1° Edição. Bookman, 2000.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
Disciplina:
Laboratório de Programação 2.
Semestre:
4º
SISB009
Código:
Carga Horária
56
60h
Pré-Requisito
Ementa
Estudo prático em laboratório do conteúdo abordado na disciplina Programação 2.
Bibliografia Básica
BORATTI, Isaias C. Programação Orientada a Objetos em Java. Florianópolis:
VisualBooks. 2009
FURGERI, S. Java 6 - Ensino Didático - Desenvolvendo e Implementando
Aplicações, 1° Edição. São Paulo: Érica, 2008.
SINTES, T. Aprenda Programação Orientada a Objetos em 21 dias, 1°Edição. São
Paulo: Pearson, 2002.
Bibliografia Complementar
IVIANI, N. Projeto de Algoritmos com Implementações em Java e C++. 1. Ed. São
Paulo: Cengage Learning, 2006.
DEITEL, Harvey; DEITEL, Paul. C++ - Como Programar, 5° Edição. Prentice Hall Brasil,
2006.
Jesus, Carla. Curso Prático de Java. 1° Edição. FCA. 2013.
Brito, Robison Cris. Java Me na Prática. Fundamentos da Plataforma Passo a Passo.
1° Edição. Ciência Moderna, 2014.
Santos,Rui Rossi dos. Programação de Computadores Em Java.
Novaterra, 2014.
Disciplina:
Sistemas Operacionais
Semestre:
4º
SISB010
Código:
Carga Horária
2ª Edição.
80
Pré-Requisito
Ementa
Serviços de sistemas operacionais. Gerência de entrada e saída. Gerência do
processador. Gerência de memória. Programação concorrente. Gerência de
Arquivos. Estudo de sistemas existentes.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
57
Bibliografia Básica
MACHADO, F. B., MAIA, L. P. Arquitetura de Sistemas Operacionais, Ed. LTC, 4 ed,
2007.
SILBERSCHATZ, G.. Sistemas Operacionais – Conceitos. Prentice-Hall, 5a. Ed.,
2000.
TANENBAUM, A. S.. Sistemas Operacionais Modernos. 2a. Edição. PearsonPrentice-Hall do Brasil, 2003.
Bibliografia Complementar
ARAUJO, Járo. Comando do Linux: Uso Eficiente e Avançado. Rio de Janeiro:
Moderna, 2001.
DEITEL, H. M., DEITEL, P. J., Sistemas Operacionais, 3 ed., 2005. Prentice Hall
Brasil.
FLYNN, IDA M, MCHOES, ANN MCIVER Introdução aos Sistemas Operacionais, 1
ed, 2002.
OLIVEIRA, R.; CARÍSSIMI, A.; TOSCANI, S. Sistemas operacionais. 2. ed. Porto
Alegre: Sagra-Luzzatto, 2001.
PAES, Marcelo
Silva. Kernel – Uma Viagem a Estrutura dos Sistemas
Operacionais. Porto Velho: S. N. , 2006.
TENÓRIO, Abel Wellighton Nascimento. Sistemas de Arquivos Windows, Linux.
2005.
Disciplina:
Teoria Geral dos Sistemas
Semestre:
4º
SISB011
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Pensamento sistêmico. Definição de sistemas. Componentes, características, tipos e
classificações de sistemas. Estados. Modelos. Conceituações. Processo decisório e
informativo. Enfoque sistêmico: tempo, planejamento. Enfoque sistêmico e ser humano.
Visão sistêmica nas organizações. Metodologia para desenvolvimento de sistemas de
informação.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
58
Bibliografia Básica
LAUDON, K. C., LAUDON, J. P.; Sistemas de Informação Gerenciais. São Paulo:PHB,
2007
BERTALANFFY, Ludwig Von. Teoria Geral dos
Desenvolvimento e Aplicações São Paulo: Vozes, 2008.
Sistemas:
Fundamentos,
SILVA, Nelson Peres da; Análise e Estruturas de Sistemas de Informação. São
Paulo:Érica, 2007.
Bibliografia Complementar
REZENDE, Denis Alcides Sistemas de Informações Organizacionais. São Paulo:Atlas,
2008. O`BRIEN, J. A.; Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da
Internet. São Paulo:Saraiva, 2004.
GOULD, Stephen Jay. Vida maravilhosa: o acaso na evolução e a natureza da
história. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
HOFFMAN, Donald D. Inteligência visual: como criamos o que vemos. Rio de
Janeiro: Campus, 2001..
LAGE, Nilson. Ideologia e técnica da notícia. 3.ed. Florianópolis: Insular: Ed. da
UFSC, 2001.
ROSINI, Alessandro Marco; PALMISANO, Angelo. Administração de sistemas de 4 4
informação: e a gestão do conhecimento. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,
2003.
Disciplina:
Inovação de Modelo de Negócios
Semestre:
4º
SISB012
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Conceitos, tipos e metodologias de inovação. Gestão de mudanças e planejamento
estratégico da inovação. Cultura e liderança para inovação. A tecnologia da inovação.
Fronteiras da organização e as estratégias de inovação. Conhecimento como fator de
inovação. Metodologias e ferramentas da gestão. Da ideia à inovação. Modelos de
negócio para inovação e seu designer. Conceitos básicos de gerenciamento de projetos.
Planejamento e estruturação de um projeto. Análise da viabilidade de um projeto.
Agências de fomento. Cases
Bibliografia Básica
OSTERWALDER, Alexander; PIGNEUR, Yves. Business model generation: inovação
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
59
em modelos de negócios: um manual para visionários, inovadores e revolucionários. Rio
de Janeiro: Alta Books, 2011.
SCHOLTISSEK, Stephan. Excelência em inovação: como criar mercados promissores
nas áreas energéticas e de recursos naturais. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.
TIDD, Joe; BESSANT, John. Gestão da inovação. 5 ed. Porto Alegre: Bookman, 2015.
Bibliografia Complementar
ADLER, Isabel; LUCENA, Brenda; RUSSO, Beatriz, VIANNA, Maurício; VIANNA, Ysmar.
Design Thinking: Inovações nos Negócio. MJV Press, 2011.
AREND, R. The business model: present and future – beyond a skeumorph. Strategic
Organization. 2013.
GASSMANN, Oliver; FRANKENBERGER, Karolin; CSIK, Michaela. O Navegador de
Modelos de Negócios: 55 modelos para revolucionar seu negócio. Rio de Janeiro: Alta
Books, 2016.
PÁDUA FILHO, Wagner. Inovação é tudo. São Paulo: Atlas, 2015.
TAKAHASHI, Sérgio; TAKAHASHI, Vânia Passarini. Estratégia de Inovação:
oportunidades e competências. Barueri, SP: Manole, 2011.
Disciplina:
Gestão de Processos de Negócios e SI
Semestre:
4º
SISB013
Código:
Carga Horária
80h
Pré-Requisito
Ementa
Melhoria Contínua e Gerenciamento de Processos. Definição de Processo e suas
subdivisões. Entradas e Saídas de Processo. Representação e Análise do Fluxo do
Processo. Impacto dos Recursos nos Processos. Visão matricial da empresa com
base nos processos. Medidas de Desempenho. Agregação de Valor em Processos.
Definição do Processo Crítico. Oportunidades de melhoria e criatividade.
Transformação das ideias em planos de ação. Trabalho em equipe.
Bibliografia Básica
ARAÚJO, Luis César G. de; GARCIA, Adriana Amadeu; MARTINES, Simone. Gestão de
Processos: melhores resultados e excelência organizacional. São Paulo: Atlas,
2011.
Oliveira, Saulo Barbará de. Análise e Melhoria de Processos de Negócios. 1 ed. São
Paulo: Atlas, 2012.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
60
DE MATTOS, Cláudia Aparecida; et. al. Gestão Integrada de Processos e da
Tecnologia da Informação. 1 ed. São Paulo: Atlas, 2006.
Bibliografia Complementar
BALDAM. R.; VALLE, R.; PEREIRA. H.; et al. Gerenciamento de Processos de
Negócios: BPM - Business Process Management. São Paulo: Ed. Érica Ltda, 2009.
STADLER, Adriano (Org.); MUNHOZ, Antonio Siemsen; GUERREIRO, Karen Menger
da Silva; FERREIRA, Paula Renata. Gestão de processos com suporte em
tecnologia da informação. Curitiba: Intersaberes, 2013.
AKABANE, Getulio K.. Gestão Estratégica da Tecnologia da Informação: Conceitos,
Metodologias, Planejamento e Avaliações. São Paulo: Atlas, 2012.
FERNANDES, Aguinaldo Aragon; ABREU, Vladimir F. de. Implantando a Governança
de TI: da Estratégia à Gestão de Processos e Serviços. 4. ed. Rio de Janeiro:
Brasport, 2014.
BALDAM, R.; VALLE, R.; ROZENFELD, H. Gerenciamento de Processos de Negócio
- BPM: uma referência para implantação prática. Rio de Janeiro: Campus, 2014.
Quinto Período
Disciplina:
Análise e Projeto de Algoritmos
Semestre:
5º
SISB014
Código:
Carga Horária
80h
Pré-Requisito
Ementa
Conceitos Básicos: motivação e solução de problemas, critérios de análise, correção e
eficiência. Análise de Complexidade de algoritmos: custo, tempo de processamento e
operações elementares, função de complexidade, classes de problemas e comparação
de algoritmos. Comportamento Assintótico de Funções: Dominação assintótica, Big O,
Theta e Omega. Técnicas de Análise de Algoritmos: Equações de recorrência e
Teorema Mestre. Paradigmas de Projeto de Algoritmos: Indução Matemática,
Recursividade, Algoritmos Tentativa e Erro, Divisão e Conquista, Balanceamento,
Programação Dinâmica, Algoritmos Gulosos e Aproximados. Análise de Algoritmos de
Busca e Ordenação. Análise de Algoritmos sobre grafos. Análise de algoritmos
conhecidos. Tratamento de problemas NP-completos.
Bibliografia Básica
ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos. Com Implementações em Pascal e C. 3° Edição.
Cengage CTP, 2010.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
61
CORMEN, Thomas H. Algoritmos. Teoria e Prática, 3° Edição. Elsevier, 2012.
Rocha,António Adrego da. Análise da Complexidade de Algoritmos. 1° Edição. FCA,
2014.
Bibliografia Complementar
T. H. Cormen, C. E. Leiserson, R. L. Rivest, and C. Stein. Introduction to Algorithms.
The MIT Press, 3rd edition, 2009.
ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos com Implementações em Java e C++. 1. Ed. São
Paulo: Cengage Learning, 2006.
TOSCANI , Laira V. Complexidade de Algoritmos - Volume 13. 3° Edição. Bookman,
2012.
Dobrushkin, Vladimir. Métodos Para Análise de Algoritmos. 1° Edição. LTC, 2012.
BOAVENTURA, Neto; OSWALDO, Paulo. Grafos – Teoria, Modelos, Algoritmos. 4°
Edição. Edgard Blucher, 2006.
Disciplina:
Engenharia de Software
Semestre:
5º
SISB015
Código:
80h
Carga Horária
Pré-Requisito
Ementa
Fases do desenvolvimento de software. Modelos de processos de software.
Desenvolvimento ágil de software. Engenharia de requisitos. Modelagem de sistemas
com UML. Projeto arquitetural de software. Projeto e implementação de software.
Introdução à testes de software.
Bibliografia Básica
SOMMERVILLE, I. Engenharia de software. 9ª edição. São Paulo: Pearson Education,
2011.
PRESSMAN, Roger S. Engenharia de software: uma abordagem profissional. 8ª
edição. Amgh Editora, 2016.
PFLEEGER, S. Engenharia
Pearson/Prentice-Hall, 2004.
de
Software:
Teoria
e
Prática.
2ª
edição.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
62
Bibliografia Complementar
MELO, Ana Cristina. Desenvolvendo Aplicações com UML 2.2 – Do conceitual à
implementação. 3ª edição. Editora Brasaport, 2010.
BEZERRA, Eduardo. Princípios de Análise e Projeto de Sistema com UML. 3ª edição.
Elsevier Brasil, 2015.
WIEGERS, Karl; BEATTY, Joy. Software requirements. 3ª edição. Microsoft press,
2013.
BASS, Len; CLEMENTS, Paul; KAZMAN, Rick. Software Architecture in Practice. 3ª
edição. Addison-Wesley Professional, 2012.
FREEMAN, Eric; FREEMAN, Elisabeth. Use a cabeça!: Padrões de Projetos. 2ª
edição. Alta Books, 2007.
Disciplina:
Interação Homem Computador
Semestre:
5º
SISB017
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Conceitos e fundamentos da interação humano-computador. Princípios, processos e
diretrizes para o design de interação humano-computador. Princípios de usabilidade.
Planejamento e métodos de avaliação de interação humano-computador.
Bibliografia Básica
BARBOSA, Simone; SILVA, Bruno. Interação humano-computador. Elsevier Brasil,
2010.
ROGERS, Yvonne; SHARP, Helen; PREECE, Jennifer. Design de interação: além da
interação humano-computador. 3ª edição. Bookman, 2013.
CYBIS, Walter; BETIOL, Adriana Holtz; FAUST, Richard. Ergonomia e usabilidade. 3ª
edição. Novatec, 2015.
Bibliografia Complementar
NIELSEN, Jakob. Usability engineering. Morgan Kaufmann, 1993.
NIELSEN, Jakob; LORANGER, Hoa. Usabilidade na web: projetando websites com
qualidade. Campus, 2007.
SHARP, Helen; ROGERS, Yvonne; PREECE, Jenny. Interaction design: beyond
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
63
human-computer interaction. 4ª edição. Wiley, 2015.
ROCHA, Heloísa V. da; BARANAUSKAS, Maria C. C. Design e Avaliação de interfaces
humano-computador, NIED/UNICAMP, 2003.
SHNEIDERMAN, Ben; PLAISANT, Catherine. Designing the User Interface:
Strategies for Effective Human-Computer Interaction, 5th edition. Pearson, 2008.
Disciplina:
Inovação e Novas Tecnologias voltadas a SI
Semestre:
5º
SISB018
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Inovação, Conhecimento e Tecnologia. A empresa e os Sistema de Informação Baseado
em Computadores. Processo de mudança tecnológica e analise dos efeitos da inovação
tecnológica. Gestão da pesquisa tecnológica para o desenvolvimento. Transferência e
absorções de tecnologias. Políticas e incentivos à inovação tecnológica.
Bibliografia Básica
ANTHONY, Scott D. Inovação: do planejamento à ação - manual prático para a
introdução e lançamento de grandes ideias no mercado. São Paulo: M. Books, 2016.
BURGELMAN, Robert A; CHRISTENSEN, Clayton M; WHEELWRIGTH, Steven C.
Gestão Estratégica da Tecnologia e da Inovação. 5 ed. São Paulo: McGraw-Hill,
2012.
CHRISTENSEN, Clayton M.; VEIGA, Laura Prades (tradutor). O Dilema Da Inovação:
Quando Novas Tecnologias Levam Empresas ao Fracasso. São Paulo: M. Books,
2011.
Bibliografia Complementar
MEIRA, S. L. Novos Negócios Inovadores de Crescimento Empreendedor no
Brasil. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2013.
MENDES, Gilmar Ferreira; COELHO, Alexandre Zavaglia P.; SARLET, Ingo Wolfgangs.
Direito, Inovação e Tecnologia. São Paulo: Editora Saraiva, 2015.
O’BRIEN, James A. Sistemas de informação e as decisões gerencias na era da
internet. São Paulo: Saraiva, 2011.
REIS, Dálcio Roberto dos. Gestão da Inovação Tecnológica. 2 ed. Barueri, SP:
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
64
Manole, 2007.
RIBEIRO, Leonardo Coelho; FREITAS, Rafael Véras de; FEIGELSON, Bruno.
Regulação e Novas Tecnologias. Belo Horizonte: Fórum, 2017
Disciplina:
Banco de Dados I
Semestre:
5º
SISB019
Código:
Carga Horária
80h
Pré-Requisito
Ementa
Introdução a Banco de Dados e Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados;
Sistemas de Gerência de Banco de Dados (SGBDs); Modelagem Conceitual de
Dados; Modelo Relacional; Linguagem SQL; e Projeto de Banco de Dados
Relacional
Bibliografia Básica
ELSMARI, Ramez. NAVATHE. Sistemas de Banco de Dados: Fundamentos e
Aplicações. 6ª Ed. addison Wesley, 2011.
KORTH, H.F.; SILBERSCHATZ, A. Sistema de Banco de Dados. 6ª ed. Elsevier
Acadêmico, 2012.
HEUSER, C. Projeto de Banco de Dados. 6ª Ed. Bookman, 2009.
Bibliografia Complementar
ANGELOTTI, Elaini Simoni. Banco de Dados. Editora do Livro Técnico, 2010.
DATE, C. J., Projeto de Banco de Dados e Teoria Relacional. Editora Novatec, 2015.
BEIGHLEY, Lynn. Use a Cabeça! SQL. Alta Books. 2008.
ROB, Peter, CORONEL, Carlos. Sistemas de Bancos de Dados: Projeto, Implementação
e Administração. 8ª Ed. Cengage Learning, 2010
HEUSER, Carlos Alberto. Projeto de banco de dados: Uma visão Prática. Bookman
Editora, 2009.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
Disciplina:
Inglês Básico
Semestre:
5º
SISB016
Código:
Carga Horária
65
40h
Pré-Requisito
Ementa
Estudo de textos específicos da área de computação. Desenvolvimento e ampliação de
estratégias de leitura em língua inglesa, explorando estruturas básicas da língua inglesa.
Discussão sobre letramentos digitais.
Bibliografia Básica
CRUZ, Décio Torres. Inglês Instrumental para Informática. São Paulo: DISAL. 2013.
COSTA, Gisele Cilli da. Leitura em Língua Inglesa: Uma Abordagem Instrumental.
São Paulo: DISAL, 2010.
THOMPSON, Marco Aurélio. Inglês Instrumental - Estratégias de Leitura para
Informática e Internet. São Paulo: Erica – Saraiva, 2015.
Bibliografia Complementar
REMACHA ESTERAS, Santiago. Infotech - English for Computer Users. Cambridge:
Cambridge University Press, 2008.
GALLO, Lígia Razera. Inglês Instrumental para Informática - Módulo I. São Paulo:
Ícone, 2008.
TAKAKI, Nara Hiroko. Letramentos na Sociedade Digital - Navegar é e não é
preciso. São Paulo: Paco Editorial, 2012.
REMACHA ESTERAS, Santiago; FABRE, Elena Marco. Professional English in Use
– For Computers and the Internet. Cambridge: Cambridge University Press, 2007.
BERRY, Dreama; VALENTIN, Handz. Dictionary of Computing 2015 – Update with
the LAT. Seattle, Createspace Pub, 2015.
Sexto Período
Disciplina:
Desenvolvimento de Software para Dispositivos Móveis
Semestre:
6º
SISB020
Código:
Carga Horária
Pré-Requisito
80h
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
66
Ementa
Visão geral sobre dispositivos móveis. Plataformas de desenvolvimento mais utilizadas,
plataformas de hardware e ferramentas de desenvolvimento. Ambiente integrado de
desenvolvimento para aplicações móveis. Requisitos e desafios para computação móvel.
Organização visual de um sistema. Arquitetura e Sistemas Operacionais de dispositivos
móveis. Programação prática com uma plataforma de programação para dispositivos
móveis: Introdução, configuração do ambiente, conceitos básicos, temas, layouts,
componentes Visuais, estrutura de um sistema baseado em formulários, persistência de
dados, criação e publicação de aplicativos em dispositivos móveis. Noções sobre
desenvolvimento de aplicativos multiplataforma.
Bibliografia Básica
LECHETA, Ricardo R. Google Android, 5ª Edição. Novatec, 2015.
LEE, V.; SCHENEIDER, H.; SCHELL, R. Aplicações móveis: arquitetura, projeto e
desenvolvimento. São Paulo: Pearson Education, 2005.
LECHETA, Ricardo R. Desenvolvendo Para iPhone e iPad. 3° Edição. Novatec, 2014.
Bibliografia Complementar
SILVA, Michel Lourenço da; Pereira, Lucio Camilo Oliva.
Desenvolvedores. 2° Edição. Brasport, 2012.
Android Para
LECHETA, R. R. Google Android: aprenda a criar aplicações para dispositivos
móveis com o Android SDK. 3. ed. São Paulo: Novatec, 2013.
TERUEL, E. Web Mobile: Desenvolva Sites para Dispositivos Móveis com
Tecnologias de Uso Livre. Ciência Moderna, 2010.
LECHETA, R. R. Desenvolvendo Para Windows 8. 1° Edição. Novatec, 2013.
LECHETA, R. R. Android Essencial. 1° Edição. Novatec, 2016.
Disciplina:
Banco de Dados II
Semestre:
6º
SISB021
Código:
Carga Horária
80h
Pré-Requisito
Banco de Dados I
Ementa
Consultas avançadas; Processamento e otimização de consultas; Visões, procedures e
triggers;Processamento de transações, controle de concorrência e recuperação de base
de dados; Modelos avançados de base de dados; e Projeto em banco de dados utilizando
modelos avançados de base de dados.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
67
Bibliografia Básica
ELSMARI, Ramez. NAVATHE. Sistemas de Banco de Dados: Fundamentos e
Aplicações. 6ª Ed. addison Wesley, 2011.
KORTH, H.F.; SILBERSCHATZ, A. Sistema de Banco de Dados. 6ª ed. Elsevier
Acadêmico, 2012.
HEUSER, C. Projeto de Banco de Dados. 6ª Ed. Bookman, 2009.
Bibliografia Complementar
ANGELOTTI, Elaini Simoni. Banco de Dados. Editora do Livro Técnico, 2010.
DATE, C. J., Projeto de Banco de Dados e Teoria Relacional. Editora Novatec, 2015.
BEIGHLEY, Lynn. Use a Cabeça! SQL. Alta Books. 2008.
ROB, Peter, CORONEL, Carlos. Sistemas de Bancos de Dados: Projeto, Implementação
e Administração. 8ª Ed. Cengage Learning, 2010
HEUSER, Carlos Alberto. Projeto de banco de dados: Uma visão Prática. Bookman
Editora, 2009.
Disciplina:
Processo Decisório e Sistemas de Apoio a Decisão
Semestre:
6º
SISB022
Código:
Carga Horária
40h
Pré-Requisito
Ementa
Sistemas de informação de suporte ao processo decisório tático e estratégico (SAD,
SIG, EIS). Tecnologias de informação aplicadas à sistemas de informação de suporte
ao processo decisório estratégico e tático. Desenvolvimento de sistemas de informação
de suporte ao processo decisório tático e estratégico. Características e
funcionalidades de sistemas de informação de nível tático e estratégico nas
organizações.
Bibliografia Básica
PACHECO, Marco A.; VELLASCO, Marley M.. Sistemas inteligentes de apoio à
decisão: análise econômica de projetos de desenvolvimento de campos de
petróleo sob incerteza. Rio de Janeiro: Editora PUC Editora Interciência, 2007.
RAINER JUNIOR, R Kelly; CEGIELSKI, Casey G. Introdução a sistemas de
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
68
informação: apoiando e transformando negócios na era da mobilidade. 5. ed. São
Paulo: Elsevier, 2015.
SHIMIZU, Tamio. Decisão nas Organizações. 3. Ed. São Paulo: Editora Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar
CASSARRO, Antonio Carlos. Sistemas de Informações para tomadas de decisões. 4.
ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010.
DAVENPORT, Thomas H. Big Data no trabalho: derrubando mitos e descobrindo
oportunidades. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
ROSA, João Luís Garcia. Fundamentos da inteligência artificial. Rio de Janeiro: LTC,
2011.
PROVOST, F.; FAWCETT, T. Data science para negócios. o que você precisa saber
sobre mineração de dados e pensamento analítico de dados. Rio de Janeiro: Alta
Books, 2016.
GOLDSCHMIDT, Ronaldo; PASSOS, Emmanuel Lopes. Data mining: um guia prático.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
Disciplina:
Marketing, Mídia e Comunicação
Semestre:
6º
SISB023
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Princípios da Comunicação. Elementos e processos de Comunicação. Meios de
Comunicação de Massa. Processos midiáticos. Mídia digital e Novas Tecnologias da
Informação e da Comunicação. Composto Comunicacional e Mix de Marketing.
Comunicação mercadológica. Marketing e Comunicação Dirigida. Formulação de
estratégias de Marketing na construção, difusão e preservação da imagem. Interação
entre Marketing, Mídia e Comunicação através dos Sistemas de Informação.
Bibliografia Básica
LONGO, Walter. Marketing e comunicação na era pós-digital: as regras mudaram.
São Paulo: HSM do Brasil, 2014.
LUPETTI, Marcélia. Gestão estratégica da comunicação
planejamento. 2 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
mercadológica:
MORICI, Riccardo. Marketing no Brasil: um guia prático brand equity, mídia e
estatísticas. Rio de Janeiro: Campus, 2013.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
69
Bibliografia Complementar
TURCHI, Sandra R. Estratégias de marketing digital e e-commerce. São Paulo: Atlas,
2012.
REZ, Rafael. Marketing de Conteúdo. A Moeda do Século XX. São Paulo: DVS Editora,
2016.
KOTLER, Philip; KARTAJAYA, Hermawan; SETIAWAN, Iwan. Marketing 4.0 : moving
from traditional to digital. Hoboken, New Jersey: John Wiley & Sons, Inc, 2017.
TORRES, Claudio. A bíblia do marketing digital: tudo que você queria saber sobre
marketing e publicidade na internet e não tinha a quem perguntar. São Paulo, SP:
Novatec, 2009.
KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. 14. ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2012.
Disciplina:
Redes de Computadores
Semestre:
6º
SISB024
Código:
Carga Horária
80h
Pré-Requisito
Ementa
Apresentar os principais conceitos e tecnologias de redes de computadores, tais como:
conceitos básicos sobre redes de computadores, tipos de redes, controle de fluxo,
topologias, arquiteturas, principais equipamentos, meios de transmissão e sistemas
operacionais de redes, o modelo OSI, os protocolos de comunicação em diversos níveis,
a Internet e seus conceitos e a arquitetura TCP/IP.
Bibliografia Básica
TANENBAUM, A. S. Redes de Computadores. Prentice-Hall, 5ª Edição (2011).
KUROSE, J.F. Redes de Computadores e a Internet. São Paulo: Person 5ª
Edição (2006).
KUROSE, J. F. Redes de Computadores e a Internet: uma abordagem top-down.
Pearson, 6ª Edição (2010).
Bibliografia Complementar
COMER, D. E. Interligação de redes com TCP/IP. Elsevier 6ª Edição (2015).
MARIN, P. S. Cabeamento estruturado: desvendando cada passo: do projeto à
instalação. Érica (2008).
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
70
TORRES, G. Redes de computadores. Novaterra Edição Especial (2016).
STALLINGS, William. Redes e sistemas de comunicação de dados. Elsevier 1ª
Edição (2016).
FOROUZAN, B. A. Redes de computadores: uma abordagem top-down. MacGraw
and Hill 1ª Edição (2012).
Disciplina:
Desenvolvimento de Software para a Web I
Semestre:
6º
SISB025
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Introdução ao ambiente WEB. Projetos de Sistemas para Web: modelo cliente-servidor,
padrão MVC, arquitetura em camadas, protocolo http. Introdução e fundamentação ao
HTML: textos, paragráfos, containers, hiperlinks, tabelas, imagens, formulários e menus.
Introdução às folhas de estilo em cascata (CSS). Conceitos de scripts do lado do cliente
com Javascript e suas aplicações em páginas Web. Introdução a Web dinâmica;
Desenvolvimento de Aplicações WEB usando Server Side Scripts (PHP). Gerenciamento
de estado de aplicações Web; Criação de formulários Web; Desenvolvimento de
aplicações com banco de dados.
Bibliografia Básica
Duckett, Jon. HTML e CSS Projete e Construa Websites. 1° Edição. Alta Books, 2016.
FREEMAN, Elisabeth; FREEMAN, Eric. Use A Cabeça! Html Com Css e Xhtml. 2ª
Edição. Alta Books, 2015.
DALL’OGLIO, P. PHP: programando com orientação a objetos. 2. ed. São Paulo:
Novatec, 2009.
Bibliografia Complementar
LOUNDON, K. Desenvolvimento de grandes aplicações Web,1° Edição. São Paulo:
Novatec, 2010.
MUTO, Cláudio Adonai. PHP & MySQL: guia introdutório. 3. ed. Rio de Janeiro:
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
71
Brasport, 2006. 326 p. + CDROM
GOMES, Ana Laura; MARTELLI, Richard . HTML5 e CSS3. 1° Edição. Senac-SP, 2016.
PUREWAL, Semmy. Aprendendo a Desenvolver Aplicações Web. 1° Edição.
Novatec, 2014.
BENTO, Evaldo Junior. Desenvolvimento Web com PHP e MySQL. 1° Edição. Casa
do Código, 2013.
Sétimo Período
Disciplina:
Projeto de Redes de Computadores
Semestre:
7º
SISB026
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Projetar e implantar uma rede nova; análisar uma rede já existente; conhecer a estrutura
básica de um projeto de redes; realizar uma avaliação de uma rede: realizar entrevistas
técnicas, medições e levantamentos de documentações; determinar níveis de
performance desejáveis, características de implantação física e tecnologias associadas;
conhecer os conceitos de cabeamento estruturado, dimensionamento de canais de
comunicações locais e remotas, escolha da tecnologia e características dos
equipamentos ativos; revisar os termos técnicos associados (bandwidth, throughput,
delay e jitter); identificar as necessidades de software de gerenciamento, suporte e
serviços a serem oferecidos; conhecer as plataformas de servidores; realizar análise de
contingência; criar e realizer rotinas de manutenção e operação; criação e atualização
de documentação de redes.
Bibliografia Básica
TANENBAUM, A. S. Redes de Computadores. Prentice-Hall, 5ª Edição (2011).
KUROSE, J.F. Redes de Computadores e a Internet. São Paulo: Person 5ª
Edição (2006).
KUROSE, J. F. Redes de Computadores e a Internet: uma abordagem top-down.
Pearson 6ª Edição (2010).
Bibliografia Complementar
COMER, D. E. Interligação de redes com TCP/IP. Elsevier 6ª Edição (2015).
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
72
MARIN, P. S. Cabeamento estruturado: desvendando cada passo: do projeto à
instalação. Érica (2008).
TORRES, G. Redes de computadores. Novaterra Edição Especial (2016).
STALLINGS, William. Redes e sistemas de comunicação de dados. Elsevier 1ª
Edição (2016).
FOROUZAN, B. A. Redes de computadores: uma abordagem top-down. MacGraw
and Hill 1ª Edição (2012).
Disciplina:
SAD Baseados em Conhecimento
Semestre:
7º
SISB027
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Introdução aos sistemas baseados em conhecimento: visão geral, agentes inteligentes,
resolução de problemas por meio de busca. Tecnologia de Sistemas Especialistas.
Algoritmos de para extração de conhecimento em bases de dados. SAD baseado
em conhecimento.SAD e a inteligência de negócios. Aplicações.
Bibliografia Básica
RUSSEL, Stuart, NORVIg, Peterl. Inteligência Artificial. 3ª Edição. Campus, 2013
LUGER, George F. Inteligência Artificial. 6ª Edição, Pearson 2013.
TURBAN, E.; Sharda, R.; and Delen, D., Business Intelligence and Analytics: Systems
for Decision Support. 10ª Edição. Pearson Education Limited 2014.
Bibliografia Complementar
BARBIERI, C. BI2 Business Intelligence. Modelagem e Qualidade. 1ª Edição.
Elsevier, 2011.
CASSARRO, A. Carlos. Sistemas De Informações Para Tomadas De Decisões. 4ª
Edição. Cengage, 2010.
TURBAN, E.; Sharda, R.; and Delen, D. (Feb 5, 2010). Decision Support and
Business Intelligence Systems. 9th Edition, 2010.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
73
LAUDON&LAUDON, Sistemas de Informações Gerenciais. 7ª Edição. Editora Makron
Books, 2007.
BALTZAN, P., PHILLIPS, A. Sistemas de Informação. Editora AMGH, 2012.
Disciplina:
Gestão do Conhecimento
Semestre:
7º
SISB028
Código:
Carga Horária
40
Pré-Requisito
Ementa
Conceitos básicos de Gestão do Conhecimento. A Sociedade do Conhecimento. A
Economia do Conhecimento. As Organizações do Conhecimento. Métodos e
Técnicas de Gestão do Conhecimento: Assistência pelos pares; Comunidades de
Prática; Revisão da ação vivida; Narrativas; Auditoria do Conhecimento; Entrevistas de
Desligamento; Lições Aprendidas; Melhores Práticas; Mapeamento do Conhecimento;
Páginas Amarelas; Análise de Redes Sociais; Gestão do Conhecimento: Pessoas,
Processos e Tecnologia. Engenharia do Conhecimento.
Bibliografia Básica
FLEURY, M. T. L.; OLIVEIRA JR, M. M. Gestão estratégica do conhecimento:
integrando aprendizagem, conhecimento e competências. São Paulo: Atlas, 2001.
ALVARENGA NETO, Rivadávia Correa Drummond de. Gestão do conhecimento em
organizações: proposta de mapeamento conceitual integrativo. São Paulo: Saraiva,
2008.
LONGO, Rose Mary Juliano et al. Gestão do Conhecimento: A mudança de
paradigmas empresariais no século XXI. São Paulo: Editora Senac, 2014.
Bibliografia Complementar
REZENDE, José Francisco de Carvalho. Gestão do conhecimento, capital intelectual
e ativos intangíveis. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
ROSINI, Alessandro Marco; PALMISANO, Ângelo. Administração de sistemas de
informação e a gestão do conhecimento. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011.
SORDI, J. O. Administração da informação: fundamentos e práticas para uma nova
gestão do conhecimento. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2015.
LAURINDO, Fernando J. Tecnologia da informação: planejamento e gestão de
estratégias. São Paulo: Atlas, 2008.
SÜFFERT, Claus J. A gestão do conhecimento como solução. 2.ed. Rio de. Janeiro:
Qualitymark, 2007.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
Disciplina:
Pesquisa Operacional
Semestre:
7º
SISB029
Código:
Carga Horária
74
60h
Pré-Requisito
Ementa
Programação linear. Programação inteira. Técnicas baseadas em grafos. Teoria de
jogos.
Bibliografia Básica
ARENALES, M.; ARMENTANO, V.; MORABITO, R.; YANASSE, H. Pesquisa
operacional para cursos de engenharia. Editora Campus, 2007.
EHRLICH, P. J. Pesquisa operacional – Curso introdutório. Editora Atlas S.A.,
1991.
LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa operacional na tomada de decisões. 3.
ed.; Editora Campus, 2006.
Bibliografia Complementar
ANDRADE, E. L. Introdução à pesquisa operacional: métodos e técnicas para
análise de decisão. Ed. LTC, 1989.
FITZSIMMONS, A. J. e FITZSIMMONS M. J. Administração de serviços. 2ª ed.
Bookman. Porto Alegre, 2000.
HILLIER, F. S. Introdução à pesquisa operacional. Ed. Campus, 1988. MIRSHAWKA,
V. Aplicações de pesquisa operacional. Ed. Nobel, 1981.
MOREIRA, Daniel A. Introdução a Administração da Produção e Operações.
Pioneira, São Paulo, 1998.
Disciplina:
Gerência de Projetos de Software
Semestre:
7º
SISB030
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Principais riscos dos projetos de software. Princípios básicos da melhoria de processos
de software. Estratégias para melhoria de processos de software. Gestão dos requisitos
de software. Planejamento e controle de processos de software. Técnicas para
estimativa de projetos. Planos de desenvolvimento de software. Acompanhamento e
controle de projetos. Gestão de configuração de software.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
75
Bibliografia Básica
CLEMENTS, James P.; GIDO, Jack. Gestão de projetos. 2ª edição. Cengage Learning,
2014.
PMBOK, GUIA. Um guia do conjunto de conhecimentos em gerenciamento de
projetos – Guia PMBOK. 5ª edição. Saraiva, 2014.
MARTINS, José Carlos Cordeiro. Gerenciando Projetos de Desenvolvimento de
Software
com
PMI,
RUP
e
UML.
5ª
edição.
Brasport,
2011.
Bibliografia Complementar
HELDMAN, Kim. Gerência de projetos – guia para o exame oficial do PMI. 7ª edição.
Campus, 2015.
KERZNER, Harold. Gestão de Projetos: As Melhores Práticas. 3ª edição. Bookman
Editora, 2016.
DUFFY, Mary. Gestão de projetos. Elsevier Brasil, 2006.
PHILLIPS, Joseph. Gerência de projetos de tecnologia da informação: no caminho
certo, do início ao fim. Campus, 2003.
MENEZES, Luís César de Moura. Gestão de projetos. 3ª edição. Atlas editora, 2009.
Disciplina:
Desenvolvimento de Software para a Web II
Semestre:
7º
SISB031
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Desenvolver conceitos e utilizar Linguagem de Programação Server-side como forma de
implementar aplicações voltadas para WEB. Criação e compreensão de arquivos XML
(eXtensible Markup Language). Desenvolvimento de sistemas Web usando Java
Servlets; Desenvolvimento de sistemas Web usando Java JSP (Java Server Pages).
Integração com bancos de dados usando JDBC (Java DataBase Conectivity). Aplicação
de padrões aos projetos; Conhecimento sobre as novas tecnologias: frameworks Struts
e Java Server Faces e outros frameworks para o desenvolvimento de aplicações para a
Web.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
76
Bibliografia Básica
ARAUJO, Everton Coimbra De. Desenvolvimento Para Web Com Java. 1° Edição.
Visual Books, 2010.
LUCKOW, Décio Heinzelmann; MELO, Alexandre Altair. Programação Java Para a
Web. 2° Edição. Novatec, 2015.
Alves, William Pereira. Java Para Web - Desenvolvimento de Aplicações. 1° Edição.
Editora Érica, 2015.
Bibliografia Complementar
Ahmed, Khawar Zaman; Umrysh, Cary E. Desenvolvendo Aplicações Comerciais Em
Java Com J2ee e Uml. Ciência Moderna, 2002.
Horstmann,Cay S. Core Java 2 Vol.1 Fundamentos. 7° Edição. Alta Books.
DEITEL, Harvey M.; DEITEL, Paul J. Java, como programar. 8. ed. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2010.
TITTEL, Ed. XML - Coleção Schaum. 1° Edição. Bookman, 2003.
Cordeiro, Gilliard. Aplicações Java Para Web com JSF e JPA. 1° Edição. Casa Do
Código, 2012.
Oitavo Período
Disciplina:
Sistemas Distribuídos
Semestre:
8º
SISB032
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Caracterização de Sistemas Distribuídos. Modelos e Arquitetura de Sistemas.
Comunicação entre Processos. Chamada de Procedimentos Remotos (RPC). Objetos
Distribuídos. RMI. Corba. Segurança em Sistemas Distribuídos. Sistemas
Operacionais Distribuídos. Sistemas de Arquivos Distribuídos. Serviço de Nomes.
Sincronização de Relógios: tempo lógico e clocks lógicos. Estado Global. Tolerância a
Falhas. Exclusão Mútua Distribuída. Eleição. Controle de Concorrência e Transações
Distribuídas. Replicação e Tolerância a Falhas. Sistemas de Multimídia Distribuídos.
Memória Compartilhada Distribuída. P2P.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
77
Bibliografia Básica
COLOURIS, G., DOLLIMORE, J., KINDBERG, J. Distributed systems: concepts
and design. 4. ed. Harlow: Addison Wesley. 2005.
LYNCH, Nancy A. Distributed Algorithms. 1 ed. Morgan Kauffman, 1997.
TANENBAUM, Andrew S.; STEEN, van. Distributed Systems: Principles and
Paradigms. 2 ed. Prentice Hall, 2006.
Bibliografia Complementar
BARBOSA, V. An introduction to distributed algorithms. Cambridge: MIT, 1996.
KINDBERG, T.; COULOURIS, G.; DOLLIMORE, J.. Sistemas Distribuídos –
Conceitos e projetos. Ed 2007, Editora Bookman Companhia.
MULLENDER, S.: Distributed Systems. Addison-Wesley, 1993.
TANENBAUM, A. S.: Sistemas Operacionais Modernos. 2a. Edição. PearsonPrentice-Hall do Brasil, 2003.
TANENBAUM, A.S.; STEEN, M. V. Distributed Systems: Principles and Paradigms 2
Ed.,2006, Prentice Hall.
Disciplina:
Sistema Multimídia
Semestre:
8º
SISB033
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Tecnologias e aplicações multimídia. Hardware e software para multimídia.
Representação e Processamento de Áudio – Música e Voz, Imagem e Vídeo.
Multimídia na Internet. Ergonomia de interfaces multimídia. Ferramentas de
desenvolvimento. Gerência de produto multimídia. Direções do futuro – Tendências.
Bibliografia Básica
PORTO, Ed. Sistemas Audiovisuais e Interfaces Multimídia. Curitiba: Editora Appris,
2016.
PAULA FILHO, Wilson de Pádua. Multimídia: Conceitos e Aplicações. 2. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2010.
RIBEIRO, Nuno Magalhães. Multimédia e Tecnologias Interativas. 5. ed. Lisboa: FCA,
2012.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
78
Bibliografia Complementar
IELSEN, Jakob; BUDIU, Raluca. Usabilidade Móvel. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
ALCAIM, Abraham. Fundamentos do Processamento de Sinais de Voz e Imagem. Rio
de Janeiro: Editora Interciência, 211.
PREECE, Jennifer.; ROGERS, Yvonne; SHARP, Helen. Design de interação: Além da
interação homem- computador. 3 ed. Porto Alegre: Bookman, 2013.
VAUGHAN, Tay. Multimedia: making it work. New York: McGraw-Hill Education, 2014.
KELLY, Kevin. Inevitável: As 12 Forças Tecnológicas Que Mudarão O Nosso Mundo.
São Paulo: HSM Editora, 2017.
Disciplina:
Segurança e Auditoria de Sistemas de Informação
Semestre:
8º
SISB034
Código:
Carga Horária
80h
Pré-Requisito
Ementa
Conceitos de auditoria. Auditoria de sistemas e a área de sistema de informação.
Controles em SI gerenciais e de aplicações. Avaliação de integridade e segurança de
dados, de efetividade e de eficiência. Softwares de auditoria. Gerência da função de
auditoria e segurança em SI. Requisitos de conformidade com COBIT, ISO17799, ITIL e
SOX; Principais riscos, vulnerabilidades, ataques, ferramental e medidas de
contingência.
Bibliografia Básica
KIM, D. & SOLOMON, M. G. Fundamentos de Segurança de Sistemas de Informação.
Editora Ciência Moderna, 2014.
IMONIANA, J. O. Auditoria de Sistemas de Informação. 3ª Edição. Editora Atlas, 2016.
MANOTTI, A. Curso Prático - Auditoria de Sistemas. Editora Ciência Moderna, 2010.
Bibliografia Complementar
NBR ISO/IEC 17799, Tecnologia da Informação – Código de prática para a
gestão da segurança da informação, editora ABNT, 2002.
CAMPOS, A. L., Sistema de Segurança da Informação - Controlando Os Riscos. 3ª
Edição. Editora Visual Books, 2014.
FONTES, E. L. G. Segurança da Informação - O Usuário Faz a Diferença. Editora
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
79
Saraiva, 2006.
WATKINS, N. COBIT. 1ª Edição. Editora Lightning Source, 2014.
NBR ISO/IEC 17799, Tecnologia da Informação – Código de prática para a
gestão da segurança da informação, editora ABNT, 2002.
Disciplina:
Gestão da Qualidade de Sistemas
Semestre:
8º
SISB035
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
O histórico e o conceito de qualidade. O conceito de qualidade de software. Métricas de
qualidade de software. Normas de qualidade de software. Técnicas de garantia da
qualidade de software. Teste de software: conceitos, tipos e aplicação no contexto da
qualidade. Modelos de melhoria do processo de software. Planejamento de sistemas de
qualidade de software. Padrões: ISO, SEI, CMMi, MPS-BR.
Bibliografia Básica
KOSCIANSKI, André; SOARES, Michel dos Santos. Qualidade de software. 2ª edição.
Novatec, 2007.
BARTIÉ, Alexandre. Garantia da qualidade de software. Campus, 2002.
DELAMARO, Márcio Eduardo; MALDONADO, José Carlos; JINO, Mário (Ed.).
Introdução ao teste de software. 2ª edição. Campus, 2016.
Bibliografia Complementar
CHRISSIS, Mary Beth; KONRAD, Mike; SHRUM, Sandra. CMMI for development:
guidelines for process integration and product improvement. 3ª edição. AddisonWesley professional, 2011.
WEBER, Kival Chaves; ROCHA, Ana Regina Cavalcanti da; MALDONADO, José Carlos.
Qualidade de Software-Teoria e Prática. Longman, 2001.
KANER, Cem; FALK, Jack; NGUYEN, Hung Quoc. Testing computer software. 2ª
edição. Wiley, 1999.
MOLINARI, L. Testes de software - Produzindo sistemas melhores e mais
confiáveis. 4ª edição. Editora Érica, 2008.
FENTON, Norman; BIEMAN, James. Software metrics: a rigorous and practical
approach. 3ª edição. CRC Press, 2014.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
80
Disciplina:
Inovação Tecnológica e Empreendedorismo
Semestre:
8º
SISB036
Código:
Carga Horária
80h
Pré-Requisito
Ementa
Empreendedorismo e Intraempreendedorismo. Analise do contexto mundial e nacional
da tecnologia e inovação. O funcionamento de um negócio convencional e tecnológico.
Criação e administração de empresas inovadoras. Prestação de serviços de
desenvolvimento/manutenção de software. Interação Universidade/Empresa/Governo.
Estudo de viabilidade na criação de produtos e serviços tecnológicos. Negociação:
conceito, importância, processo.
Bibliografia Básica
GARCIA, André Luís Fassa; JUSTINIANO, Leonides da Silva. Inovação
Empreendedorismo e Desenvolvimento Regional. São Paulo: Boreal, 2016.
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em
negócios. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2016.
CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo:
empreendedor. 4. ed. Barueri, SP: Manole, 2012.
dando
asas
ao
espírito
Bibliografia Complementar
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo para visionários: desenvolvendo
negócios inovadores para um mundo em transformação. Rio de Janeiro: LTC, 2014.
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo Corporativo: Como ser
empreendedor, inovar e se diferenciar em organizações estabelecidas. 3 ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2015.
KIM, W. Chan; MAUBORGNE, Renée. A Estratégia do Oceano Azul. 2 ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2016.
PERIN, Bruno. A Revolução das Startups. O Novo Mundo do Empreendedorismo de
Alto Impacto. Rio de Janeiro: Alta Books, 2015.
RIES, Eric. A Startup Enxuta: como os empreendedores atuais utilizam a inovação
contínua para criar empresas extremamente bem sucedidas. São Paulo: Lua de Papel,
2012.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
81
10.2 Disciplinas Eletivas
Disciplina
Fundamentos de Libras
Ementa
Introduzir o ouvinte à Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e a modalidade
diferenciada para a comunicação (gestual-visual). Noções básicas de léxico, de
morfologia e de sintaxe com apoio de recursos audiovisuais; Noções de variação.
Praticar Libras: desenvolver a expressão visual-espacial.
Bibliografia Básica:
FELIPE, Tanya; MONTEIRO, Myrna. LIBRAS em Contexto: Curso Básico: Livro do
Professor. 4. ed. Rio de Janeiro: LIBRAS, 2005.
PIMENTA, Nelson. Coleção Aprendendo LSB. Rio de Janeiro: Regional, vol. I
Básico, 2000.
, Nelson. Coleção Aprendendo LSB. Rio de Janeiro: Regional, vol. II
Intermediário, 2000.
Bibliografia Complementar
FERNANDES, Eulália (Org.). Surdez e Bilingüismo. Porto Alegre: Mediação, 2005.
LACERDA, Cristina B.F. de; GÓES, Maria Cecília R. de; (Orgs.) Surdez: processos
educativos e subjetividade. São Paulo: Lovise, 2000.
LANE, Harlan. A Máscara da Benevolência. Lisboa: Instituto Piaget, 1992.
MOURA, Maria Cecília de. O surdo, caminhos para uma nova Identidade. Rio de
Janeiro: Revinter, 2000.
QUADROS, Ronice Muller; KARNOPP, Lodenir. Língua de Sinais Brasileira:
Estudos Lingüísticos. Porto Alegre: Editor a Artmed, 2004.
Disciplina
Libras
Ementa
Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), da sua estrutura gramatical, de
expressões manuais, gestuais e do seu papel para a comunidade surda.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
82
Bibliografia Básica
SANTANA, Ana Paula. Surdez e Linguagem: Aspectos e Implicações Neurolinguísticas.
São Paulo: Plexus, 2007.
QUADROS, Ronice Muller de. Educação de Surdos: a aquisição de Linguagem. Porto
Alegre: Artmed, 1997.
FERREIRA BRITO, L. Por uma gramática das línguas de sinais. Rio de Janeiro, Tempo
Brasileiro, 1995.
QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de Sinais.
SKLIAR, Carlos. A Surdez: um olhar sobre as diferenças. 3ª Ed. Porto Alegre: Editora
Mediação, 1998.
Bibliografia Complementar
SACKS, O. Vendo vozes: uma jornada pelo mundo dos surdos. Rio de Janeiro, Imago,
1990.
Novo Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilingue da Língua Brasileira de Sinais.Volumes
I e II. São Paulo: Edusp, 2009.
FELIPE, Tanya; MONTEIRO, Myrna. LIBRAS em Contexto: Curso Básico: Livro do aluno.
5ª Ed. Brasília: MEC/SEESP, 2007.
GOES, M. C. R. Linguagem, surdez e educação. Campinas, Autores Associados, 1996.
STRNADOVÁ, Vera. Como é ser surdo. Petrópolis: Editora Arara Azul, 2000.
Disciplina
Técnicas de Reuso de Software
Ementa
Conceitos básicos e importância de Reuso de Software. Principais abordagens de
reúso: Engenharia de Domínio, Linha de Produtos de Software, Desenvolvimento
Baseado em Componentes, Arquitetura Orientada a Serviços, Padrões e Frameworks.
Bibliografia Básica:
GAMMA, E.; HELM, JOHNSON, R.; R.; VLISSIDES , J.. Padrões de Projeto:
Soluções Reutilizáveis de Software Orientado a Objetos. Porto Alegre: Bookman, 2000.
364 p.
PRESSMAN, R. Engenharia de Software. 6. Ed. São Paulo: Mc Graw-Hill, 2007.
SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de Software, 9a. Edição. 2011
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
83
Bibliografia Complementar
EZRAN, M.; MORISIO, M.; TULLY, C.. Practical Software Reuse, Springer, 2002.
GAMMA, E.; HELM, JOHNSON, R.; R.; VLISSIDES, J.. Padrões de Projeto:
Soluções Reutilizáveis de Software Orientado a Objetos. Porto Alegre: Bookman, 2000.
364 p.
KANG, K. C.; SUGUMARAN, V.; PARK, S.. Applied Software Product Line
Engineering, 2010.
MILI, H.; MILI, A.; YACOUB, S.; ADDY, E.. Reuse-Based Software Engineering:
Techniques. Organizations, and Controls, Wiley-Interscience, 2001.
POHL, K.; BÖCKLE, G.; LINDEN, F. J.. Software Product Line Engineering:
Foundations, Principles and Techniques. Springer, 2005.
Disciplina
Desenvolvimento de Software para Animação Gráfica
Ementa
O processo de animação digital e suas particularidades. Técnicas básicas: definição de
quadros-chave e interpolação, definição de caminhos, esqueleto, cinemática inversa,
cinemática direta, automatismos, entre outros. Adaptação de técnicas clássicas. Efeitos
especiais básicos e geração de vídeo.
Bibliografia Básica:
CHONG, Andrew. Animação Digital. Bookman, 2011.
MAESTRI, George. Animação Digital em 3D, Market Books, 1999.
THOMAS, Frank; JOHNSTON, Ollie. The illusion of life: Disney animation. Popular ed.
New York: Hyperion, 1995.
Bibliografia Complementar
AZEVEDO, Eduardo; CONCI, Aura. Computação Gráfica – Teoria e Prática.
BRITO, Allan. Blender 3D – Guia do Usuário, Novatec Editora, 2006, 448 p.
CANEMAKER, J.. Storytelling in Animation, The Art of the Animated Image, Vol.
2. The American Film Institute, 1988.
LOPES, P.F.. Multimédia Digital. Departamento de Ciências e Tecnologias da
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
84
Informação, ISCTE, 2005.
WELLS, Paul; QUINN, Joanna; MILLS, Les. Desenho para Animação. Rio de
Janeiro: Bookman, 2012. 200 p.
Disciplina
Desenvolvimento de Software para Jogos Digitais
Ementa
Estrutura Geral. Representação de personagens, cenários e objetos. Animação.
Inclusão de som e música. Técnicas de Scrolling. Detecção de colisão. Motores
gráficos: estrutura e conceitos. Carga de mundos, personagens, objetos e animações
em 3D. Efeitos especiais. Sistemas de Partículas. Técnicas de otimização para
visualização de imagens. Desenvolvimento de protótipos.
Bibliografia Básica:
BIERMAN, H. S.. Teoria dos Jogos. São Paulo: Prentice-Hall.2011.
MATTAR, J.. Games em Educação: como os nativos digitais aprendem. São Paulo:
Pearson Prentice-Hall,2010.
NOVAK, J.. Desenvolvimento de Games. São Paulo: Cengage Learning, 2010.
Bibliografia Complementar
LIMA, L. H. M. X.. Virando o jogo: uma análise de videogames através de um olhar
discursivo critico. Dissertação de Mestrado. Campinas: Unicamp, 2008.
LOPES, O. R.. Jogo "Ciclo das rochas": um recurso lúdico para o ensino de
geociências. Dissertação de Mestrado. Campinas: Unicamp, 2007.
LOURENÇO, Dalísio César Abreu. Criação de Áudio para Jogos com DirectX
Áudio. Itajubá: Departamento de Matemática e Computação, 2004. 42 páginas.
LUNA, Frank D. Introduction to 3D Game Programming With DirectX 9.0. 1ª
edição. Plano: Wordware Publishing Inc, junho de 2003. 388 páginas.
MICROSOFT. DirectX Documentation for C++. Arquivo de Ajuda do SDK do
DirectX.
Disciplina
Tópicos de Inteligência Competitiva
Ementa
Temas relevantes na área de Inteligência Competitiva
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
85
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, F. C. People: a Critical Success Factor in the Brazilian CI Process.
Competitive Intelligence Magazine, Falls Church, v. 12, n. 3, p. 13-19, maio-junho,
2009.
CARON-FASAN,
Marie-Laurence;
JANISSEK-MUNIZ,
Raquel.
Análise
de
informações de inteligência estratégica antecipativa coletiva: proposição de um
método, caso aplicado e experiências. Revista de Administração, São Paulo, vol. 39, n.
3, p. 205-219, jul./ago./set. 2004.
CARR, Margaret M. Super searchers on competitive intelligence: the online and
offline secrets of top ci researchers. Medford: CyberAge Books, 2003.
Bibliografia Complementar
CAVALCANTI, Marcos; GOMES, Elisabeth; PEREIRA, André. Gestão de empresas na
sociedade do conhecimento: um roteiro para a ação. Rio de Janeiro: Campus, 2001.
CHIAVENATO, Idalberto; SAPIRO, Arão. Planejamento estratégico: fundamentos e
aplicações. Rio de Janeiro, Campus, 2003.
COHEN, David. Pequenos mas sabidos. Exame, São Paulo, n. 23, ed. 831, p. 119, 24
nov. 2004.
DAVENPORT, Thomas H.; MARCHAND, Donald A.; DICKSON, Tim. Dominando a
gestão da informação. Porto Alegre: Bookman, 2004.
DRUCKER, Peter F. Gerenciando a si mesmo. Harvard Business Review, São
Paulo, v. 83, n. 1, p. 89-97, jan. 2005.
Disciplina
Tópicos de Logística Empresarial
Ementa
Temas relevantes na área de Logística Empresarial.
Bibliografia Básica:
AZAMBUJA; Crescêncio; Dalfovo, Azambuja e Dias. Gestão do Conhecimento e
Inteligência Competitiva. Universidade Regional de Blumenau (FURB).
CANONGIA, M. Santos; Zackiewicz. Foresight, Inteligência Competitiva e Gestão do
Conhecimento: Instrumentos Para A Gestão Da Inovação. Universidade Estadual de
Campinas (Unicamp), 2004.
CARVALHO, Gomes de. Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva:
Sistemas Complementares.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
86
Bibliografia Complementar
ABRAIC, 2010. Curso de Analista de Inteligência Competitiva. Disponível em:
http://abraic.webaula.com.br/shopping/. Realizado em Outubro de 2013.
ABRAIC.Perguntas Freqüentes sobre Inteligência Competitiva. Disponível em:
http://www.abraic.org.br/v2/conteudo.asp?c=12. Acessado em: 20/10/2013.
ACADEMY
of Competitive Intelligence. War Games. Disponível
http://www.academyci.com/InHouse/wargames.html. Acessado em: 14/10/2013
em:
GILAD, Benjamin. Business War Games: How Large, Small, and New Companies Can
Vastly Improve Their Strategies and Outmaneuver the Competition. Pompton Plains:
Career Press, 2008.
LESCA, Humbert; LESCA, Nicolas. Weak Signals for Strategic Intelligence:
Anticipation Tool for Managers (ISTE). Hoboken: Wiley-iste, 2011.
Disciplina
Tópicos de Métodos Quantitativos
Ementa
Estudo da aplicação dos métodos quantitativos uni e multivariados na análise de
dados estocásticos. Análise das aplicações segundo problematização de pesquisa,
análise da validação dos métodos. Estudo da aplicação de métodos lineares
quantitativos uni e multivariados na análise de dados estocásticos em administração;
análise das aplicações de modelos multivariados segundo problematização e
metodologia de pesquisa; introdução a modelos não lineares; análise da validação dos
métodos. Análise de pesquisas e estudos quantitativos no campo multidisciplinar de
Sistema de Informação e Gestão do Conhecimento.
Bibliografia Básica:
JOHNSON, R. A. and D. W. Wichern (2002), Applied multivariate statistical analysis,
5th ed., Prentice-Hall.
PESTANA, M. H. e Gageiro, J. (2005) Análise de Dados para Ciências Sociais – A
Complementaridade do SPSS. Edições Sílabo, 4ª edição, Lisboa.
WOOLDRIDGE, Jeffrey, (2000) Introductory Econometrics: a modern approach. SouthWestern, Thomson Learnig,
Bibliografia Complementar
ANDRADE, E.L.. Introdução à pesquisa operacional: métodos e modelos para
análise de decisões. 4ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
87
CAIXETA-FILHO, J.V.: Pesquisa Operacional: Técnicas de Otimização Aplicadas a
Sistemas Agroindustriais. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2009.
CASTANHA, A. L.B; CASTRO, E.B.P; Pesquisa Operacional. Brasília, UAB, 2009.
Parte 1 e Parte 2.
COLIN, E,C.: Pesquisa Operacional: 170 aplicações em estratégia, finanças,
logística, produção, marketing e vendas. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
LACHTERMACHER, G.. Pesquisa Operacional na
Modelagem em Excel. 3ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
Disciplina
tomada
de
decisões:
Tópicos de Modelagem Computacional do Conhecimento
Ementa
Temas relevantes na área de Modelagem Computacional do Conhecimento.
Bibliografia Básica:
CHANG, C. ; LEE, R. Symbolic Logic and Mechanical Theorem Proving,
Computer Science Classics, Academic Press, 1973.
DIVÉRIO, T. e BLAUTH, P.. Teoria da Computação: máquinas universais e
computabilidade. Sagra-luzzatto, 2000.
MASTERTON, Gibbons, M. A Concrete Aproach to Mathematical Modelling, J.
Willey, New York.1995.
Bibliografia Complementar
FREITAS FILHO, P. J. Introdução à Modelagem e Simulação de Sistemas. 2.ed.,
Visual Books, 2008.
GOULD, H.; TOBOCHNIK, J.; CHRISTIAN, W. An Introduction to Computer
Simulation Methods: Applications to Physical Systems. 3rd Edição, Addison Wesley,
2006.
KREYZIG, Erwin. Advanced Engineering Mathematics, Jhon Wiley, 2005
OLIVEIRA, Edmundo C. de; MAIORINO, Jose E.. Introdução aos Métodos de
Matemática Aplicada. Unicamp, 2003
ZILL, Dennis G.; LEARNING, Thomson. Equações Diferenciais com Aplicações em
Modelagem, SP, 2003.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
Disciplina
88
Tópicos de Responsabilidade Corporativa e Terceiro Setor
Ementa
Temas relevantes nas áreas de Responsabilidade Corporativa e de Terceiro Setor.
Bibliografia Básica:
AGUILAR, F. J. A ética nas empresas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1996.
193p.
CARDOSO, R. Fortalecimento da sociedade civil. In:
desenvolvimento nacional sustentado. São Paulo, Paz e Terra, 1997.
Terceiro
Setor:
FERRELL, O.C.; John, FRAEDRICH; Linda FERRELL. Ética empresarial: dilemas,
tomadas de decisões e casos (tradução). Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso,
2001.
Bibliografia Complementar
ALVES, E. Responsabilidade social da empresa e neoliberalismo no Brasil
contemporâneo. 2000. Dissertação (Mestrado em Administração) - Faculdade de
Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis de Franca, São Paulo.
AMOÊDO, S. Ética do trabalho. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1997.
ANSHEN, Melvin. Managing the socially responsible corporation. New York:
Macnilla, 1974.
ASHLEY, P. A. (coord). Ética e responsabilidade social nos negócios. São Paulo:
Saraiva, 2002.
BEGHIN, N. A Filantropia empresarial. Nem caridade, nem direito. São Paulo:
Cortez, 2005.
Disciplina
Tópicos de Robótica
Ementa
Temas relevantes na área de Robótica.
Bibliografia Básica:
CRAIG, J.J.. Introduction to Robotics – Mechanics & Control. Mass., AddisonWesley, 1986.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
89
FU, K.S. et al. Robotics: Control, Sensing, Vision and Intelligence. New York,
McGraw-Hill, 1987.
PAUL, R.P.. Robot Manipulators: Mathematics, Programming and Control. Mass., MIT
Press, 1981.
Bibliografia Complementar
ANDEEN G.B. (Ed.). Robot Design Handbook. New York, McGraw-Hill, 1988.
ASADA, H.; SLOTINE, J.-J.E.. Robot Analysis and Control. New York, Wiley,
1986.McKERROW, P. J. Introduction to Robotics. Sidney, Addison-Wesley, 1991.
SCIAVICCO, L. ; SICILIANO, B.. Modeling and Control of Robot Manipulators.
New York, McGraw-Hill, 1996.
SPONG, M.W.; VIDYASAGAR, M.. Robot Dynamics and Control. NY, Wiley, 1989.
Disciplina
Tópicos de Teoria de Grafos
Ementa
Temas relevantes na área de Teoria dos Grafos.
Bibliografia Básica:
BOAVENTURA NETO, P. O. Grafos: Teoria, Modelos, Algoritmos. Editora Edgard
Blücher Ltda, 1996.
FEOFILOFF, P., KOHAYAKAWA, Y., WAKABAYASHI, Y.,Uma Introdução Sucinta
à Teoria dos Grafos, 2011.
SZWARCFITER, J. L.. Grafos e Algoritmos Computacionais. Editora Campus. 1988
Bibliografia Complementar
BONDY, J. A; MURTY,U. S. R.. Graph Theory with applications. Elsevier, 1976.
Bondy, John Adrian, and Uppaluri Siva Ramachandra Murty. Graph theory with
applications. Vol. 290. London: Macmillan, 1976.
CHARTRAND, G.; OELLERMANN, O.R., Applied and Algorithmic Graph Theory,
McGraw-Hill, 1993.
HARARY,F.. Graph Theory, Perseus, 1969.
WILSON, Robin J., Introduction to Graph Theory, 4th.ed., Prentice Hall, 1996.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
Disciplina
90
Estrutura de Dados
Ementa
Importância da Estrutura de Dados na solução de problemas. Vetores e Matrizes.
Estrutura de dados Linear e Não Linear. Estruturas de Dados: Pilhas, Filas, Listas,
Árvores, Florestas e Introdução à Grafos. Implementação de Estruturas de Dados com
alocação estática e dinâmica de memória com e sem ponteiros. Algoritmos de Ordenação.
Algoritmos de Busca. Programação avançada e resolução de problemas complexos.
Análise de algoritmos.
Bibliografia Básica
Laureano, Marcos. Estrutura de Dados com Algoritmos e C. BRASPORT . 2008.
Tenenbaum, Aaron M. et al. Estruturas de dados usando C. Pearson Makron Books,
2004.
ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos. Com Implementações em Pascal e C. 3° Edição.
Cengage CTP, 2010.
Bibliografia Complementar
Schildt, Hebert. C completo e total. 3° Edição. Makron Books.
Kernighan, B. , Ritchie, D. The C Programming Language. Second Edition. Prentice Hall
Software Series
EVARISTO, J.. Aprendendo a Programar – Programando em linguagem C. 2004.
FARRER, Harry; BECKER, Christiano Gonçalves; FARIA, Eduardo Chaves et al.
Algoritmos Estruturados. 3ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
LEISERSON, Charles E.; STEIN, Clifford; RIVEST, Ronald l.; CORMEN, Thomas H.
Algoritmos: Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
Disciplina
EAD: Teoria e Prática
Ementa
Estudo dos fundamentos da Educação a Distância: perspectivas, legislação, estrutura, e
funcionamento. Reflexão sobre as tecnologias da informação e a prática educativa na
Educação a Distância. Interatividade na formação de professores, tutores e discentes na
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
91
modalidade à distância. Processos de Avaliação e Metodologia de Estudo a Distância.
Interação no Ambiente Virtual da Aprendizagem (AVA/Moodle).
Bibliografia Básica:
BELLONI, M. Educação a distância. Campinas: Autores Associados, 2008.
COSTA, C. J.; PARAGUAÇU, F; PINTO, A. Experiências interativas com ferramentas
midiáticas na tutoria on-line. Em Aberto. Brasília: INEP. v.1, nº 1. 2009.
FORMIGA, M.; LITTO, F. M. Educação a distância – o estado da arte. Editora Prenticehall, 1ª edição, 2009.
Bibliografia Complementar
BORTOLINI, Armando: SOUZA, Valdemarina (Orgs).
construindo e inovando. Porto Alegre: Edipucrs, 2003.
Mediação
tecnológica:
CAMPOS, Fernanda; SANTORO, Flávia; BORGES, Marcos; SANTOS, Neide.
Cooperação e aprendizagem on-line. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.
GONZALEZ, Mathias. Fundamentos da tutoria em educação a distância. Campinas:
Avercamp, 2005.
MERCADO, Luís P. e VIANA, Maria A. Vivências com aprendizagem na Internet.
Maceió: EDUFAL, 2005.
MERCADO, L.P.L. (org.) Práticas de Formação de Professores na Educação a
Distância. Maceió: Edufal, 2008.
Disciplina
Empreendedorismo Digital
Ementa
A proposição de novo negócio, com mote de inovação para internet; O fomento da cultura
empreendedora e a proposição de um novo negócio. Conceitos de empreendedorismo
no ambiente digital e suas especificidades; Startups. Estudo de casos. O uso do TI como
arma competitiva e de alavancagem de negócios.
Bibliografia Básica:
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios.
2.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2001.
MAXIMINIANO, Antônio Cesar Amaru. Administração para empreendedores:
fundamentos da criação e da gestão de novos negócios. São Paulo: Pearson Prentice
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
92
Hall, 2006.
CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas espírito empreendedor. São
Paulo: Saraiva, 2005.
Bibliografia Complementar
BATEMAN, Thomas S.; Scott A. Snell. Administração: construindo vantagem competitiva.
São Paulo: Atlas, 1998.
DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luísa. 3.ed. São Paulo: Cultura, 1999. SALIM,
Cesar Simões. Construindo plano de negócios. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
DOWNES, Larry; MUI, Chunka. Unleashing the Killer App – Digital Strategies for
Market Dominance. Boston: Harvard Business School, 2000.
LIMEIRA, T.M.V. e-Marketing: o marketing na internet com casos brasileiros. São Paulo:
Saraiva, 2007. O'BRIEN, J. A.; MARAKAS; G.M. Administração de sistemas de informação:
uma introdução. São Paulo: McGraw Hill 2007.
TURBAN, E.; LEIDNER, D.; MCLEAN, E.; WETHERBE, J. Tecnologia da Informação para
Gestão - Transformando os Negócios na Economia Digital. Porto Alegre: Bookman,
2010.
Disciplina
Empregabilidade e Carreira Profissional
Ementa
Conceito de empregabilidade; empregabilidade no Brasil; bases para a empregabilidade;
visão orientada para empregabilidade; plano de desenvolvimento de carreira;
empreendedorismo.
Bibliografia Básica:
BASTOS FILHO, J. F. Planejamento de Carreira: Segure firme o timão de sua
carreira. São Paulo: Editora Arvore da Terra, 2009.
CHIAVENATO, Idalberto. Remuneração, benefícios e relações de trabalho, São Paulo,
Atlas,1998.
CORTELLA, M. S.; MANDELLI, P. Vida e carreira: um equilíbrio possível? [S.l.]:
Papirus 7 Mares, 2011.
Bibliografia Complementar
BASTOS FILHO, João F. Gestão de Carreiras – Âncoras, Portos e Timoneiros, São
Paulo – Ed. Fênix, 2005.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
93
BATISTA, A. H. O Perfil do Profissional de Sucesso do Mundo. 1. Ed. E.book, 2004.
CALEGARI, M. da Luz; GEMIGNANI, O. H. Temperamento e carreira: desvendando o
enigma do sucesso. São Paulo: Summus, 2006.
DEL PRETTE, Z. A.P. Psicologia das habilidades sociais. 2. Ed. Rio de Janeiro: Vozes,
2011.
HELLER, R. Como motivar pessoas. 4. Ed. São Paulo: Publifolha, 2002 – (Série
sucesso profissional). HILSDORF, C. 51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na
Carreira. 2. Ed. São Paulo: Clio editora, 2010.
Disciplina
Tópicos em Matemática
Ementa
Aplicação dos princípios básicos da matemática do ensino fundamental.
Bibliografia Básica:
BOULOS, Paulo. Introdução ao Cálculo. Ed. Edgard Blucher, 1999.
DOMINGUES, Hygino H. , IEZZI, Gelson. Álgebra Moderna. São Paulo: Atual Editora,
1996.
IEZZI, Gelson., HAZZAN, Samuel. Fundamentos de Matemática Elementar Vol. 1. São
Paulo: Atual Editora, 2001.
Bibliografia Complementar
______. Fundamentos de Matemática Elementar Vol. 3. São Paulo: Atual, 2001.
LIMA, Elon Lages et al: Matemática no Ensino Médio, vol. I. Rio de Janeiro, SBM, 2001.
IEZZI, Gelson., HAZZAN, Samuel. Fundamentos de Matemática Elementar Vol. 6. São
Paulo: Atual, 2001.
______. Fundamentos de Matemática Elementar Vol. 10. São Paulo: Atual, 2001.
CARMO, Manfredo P. Trigometria e Números Complexos: coleção Fundamentos da
Matemática Elementar. Rio de Janeiro: SBM, 2001.
Disciplina
Introdução à Programação em Python
Ementa
Algoritmos em pseudo código, lógica de programação. Introdução à Programação em
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
94
Python:Características, Tipagem Dinâmica, Compilação e Interpretação, Ferramentas.
Sintaxe: Blocos,Objetos e Controle de Fluxo. Laços de Repetição. Tipos de Dados. Listas,
Tuplas, Dicionários. Funções, Módulos, Pacotes. Bliblioteca Padrão: Math. Arquivos.
Exceções.
Bibliografia Básica:
BORGES, L. E. Python Para Desenvolvedores 2.Ed. (Sem editora, distribuição livre);
BEAZLEY, D. e JONES, B. K. Python Cookbook. 1.Ed. São Paulo: O'REILLY, Novatec,
2013;
MENEZES, N. N. C.: Introdução à Programação com Python: Algoritmos e Lógica de
Programação Para Iniciantes 2Ed, São Paulo, Novatec, 2014;
Bibliografia Complementar
EVARISTO, J, CRESPO, S.. Aprendendo a Programar: Programando Linguagem
Algorítmica Executável. Editora: Book Express.
SETZER, V. Introdução à Computação e à Construção de Algoritmos. McGraw-Hill, São
Paulo, 1991.
FORBELLONE, André. Lógica de Programação. Makron Books, São Paulo, 2000.
KNUTH, D.. Art of Computer Programming, Volume 1: Fundamental Algorithms. 3a.
Edição. Editora Addison-Wesley Professional. 1997.
ARAÚJO, E. C.. Algoritmos: Fundamentos e Prática. 3a. Edição. Visual Books. 2007.
BORGES, L. E. Python Para Desenvolvedores 2.Ed. (Sem editora, distribuição livre);
Disciplina
Tópicos Especiais de Automação
Ementa
Temas relevantes de automação.
Bibliografia Básica:
MORAES, Cícero Couto de, CASTRUCCI, Plínio de Lauro. Engenharia de
Automação Industrial. São Paulo: LTC Editora, 2001.
PAZOS, Fernando. Automação de Sistemas & Robótica. São Paulo: Axcel
Books,2002.
SILVEIRA, Paulo R., SANTOS, Winderson E. Automação – Controle Discreto – 5ª
Edição, São Paulo: Editora Érica, 1998.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
95
Bibliografia Complementar
GOMIDE,F.A.C.; ANDRADE NETTO,M.L. Automação Industrial: Notas de aula
EA030, 1999.
NISE, Norman S.. Engenharia de Sistemas de Controle, LTC, 3ª Edição.
OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. Prentice-Hall do Brasil, 4ª
Edição.
PEDRYCZ,W.; GOMIDE,F. An Introduction to Fuzzy Sets: Analysis and Design.
MIT Press, 1998.
Disciplina
Tópicos Especiais de Banco de Dados
Ementa
Temas relevantes na área de Banco de Dados.
Bibliografia Básica:
ELMASRI, Rames; NAVATHE, Shamkant B. Sistemas de Banco de Dados. 4º ed.
Editora Pearson, 2006.
HAMMER, Michael; CHAMPY, James, Reengenharia. 1ª ed. Editora Campus, 1995.
INMON, W. H. Building the data warehouse. Editora Wiley. 1992.
Bibliografia Complementar
CASTANO, Silvana; FUGINI, Mariagrazia; MARTELLA, Giancarlo; SAMARATI,
Pierangela. Database Security. New York: ACM Press/Reading, Mass.: AddilsonWesley, 1995.
CERT COORDINATION CENTER. CERT Annual Reports. Software Engineering
Institute, Carnegie Mellon University, s.d. Pittsburgh. U.S.A Disponível em:
<http://www.cert.org> Acesso em: 16 jan. 2009.
CHUNG. Database Security. Department of Computer Science and Engineering,
Wright State University, s.d. Disponível em: <http://www.cs.wright.edu/> Acesso em 16
jan. 2009.
DATE, C. J. Introdução a sistemas de banco de dados. Rio de Janeiro: Campus,
1990
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
Disciplina
96
Tópicos Especiais de Compiladores
Ementa
Temas relevantes na área de Compiladores.
Bibliografia Básica:
BAL, Henri E.; GRUNE, Dick; LANGENDOEN, Koen
Compiladores; CAMPUS, 2001.
Projeto Moderno de
LOUDEN, Keneth. Compiladores: Princípios e Práticas. 1ª Rio de Janeiro:
Thomson, 2005. 569 p.
SETHI, Ravi; AHO, Alfred V.; ULLMAN, Jeffrey D., COMPILADORES Princípios,
Técnicas e Ferramentas; LTC, 1995.
Bibliografia Complementar
CRENSHAW, J.W. Let’s Build a Compiler! 1989.
HOPCROFT, John E.; ULLMAN, Jeffrey D.; MOTWANI, Rajeev. Introdução A
Teoria dos Autômatos, Linguagens e Computação; CAMPUS, 2002.
LEWIS, H. R.; PAPADIMITRIOU, C. Elementos de Teoria da computação. Porto
Alegre: 2ª ed., Bookman, 1999.
MAK, Ronald. Whiting Compilers and Interpreters – An Applied approach. John
Willey & Sons, Inc., 1991.
TREMBAY, Jean-Paul; SORENSON, Paul G. The theory and Practice of Compiler
Writing. McGraw-Hill. 1985.
Disciplina
Tópicos Especiais de Computação
Ementa
Temas relevantes na área de Computação.
Bibliografia Básica:
ASHENDEN, Peter J., The Designer's Guide to VHDL, 2nd Edition, San Francisco:
Morgan Kaufman, 1996, 2002
BROWN, Stephen; VRANESIC, Zvonko, Fundamentals of Digital Logic with VHDL
Design, 2nd Edition, McGraw-Hill, 2005
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
97
STALLINGS, William, Arquitetura e Organização de Computadores, 8ª Edição,
Pearson, 2010.
Bibliografia Complementar
BRASSARD, Gilles. Algorithmics: theory and practice. Prentice-Hall, 1988
GAREY, M. R., JOHNSON, D.S. Computers and Intractability – A Guide to the
Theory of
NP-Completeness. New York: W.H. Freeman. 1979.CORMEN, Thomas H. et al.
Introduction to algorithms. 3. ed. Cambridge, Massachusetts: MIT Press, c2009.
1292 p. AHO, Alfred V.; HOPCROFT, John E.; ULLMAN, Jeffrey D.. The design and
analysis of computer algorithms. USA: Addison-Wesley, c1974. 470 p.
HAREL, David; FELDMAN, Yishai. Algorithmics: the spirit of computing. Addison
Wesley, 2004.
Disciplina
Tópicos Especiais de Computação Móvel
Ementa
Introdução à Computação Móvel. Comunicação sem fio. IP Móvel. Redes ad hoc.
Alocação de Recursos. Transações Móveis. Agentes Móveis. Linguagens para Código
Móvel. Estudo de casos. Aplicações.
Bibliografia Básica:
MATEUS, Geraldo Robson; LOUREIRO, Antonio Alfredo F. Introdução
à
Computação Móvel, 11a Escola de Computação, COPPE/Sistemas, NCE/UFRJ,
1998.
PITOURA,
Evaggelia; SAMARAS, George.
Computing, Kluwer Academic Publishers, 1998.
Data Management for Mobile
SCHILLER, Jochen. Mobile Communications, Addison Wesley, 2000.
Bibliografia Complementar
ADELSTEIN, F. et al,.Fundamentals of Mobile and Pervasive Computing,
McGraw-Hill, 2005.
BAHL, P., Conference Keynote @ the International Conference on Mobile Business
(ICMB), 2005, Sidney, Australia.
ROSS, Suzanne; MSR Web News, Your Neighborhood Network, Junho 2004.
SCHILLER, Jochen; Voisard, A. Location-Based Services, Elsevier, 2004.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
98
SOLOMON, J.D. Mobile IP: The Internet Unplugged, Addison-Wesley.
Disciplina
Tópicos Especiais de Engenharia de Software
Ementa
Tópicos variáveis na área de engenharia de software, segundo interesse dos alunos e
tendências atuais na área e que não estejam presentes em outra disciplina do curso.
Bibliografia Básica:
PRESSMAN, Roger S. Engenharia de Software, 5a edição, Mc Graw Hill, 2002.
, Roger S. Software Engineering – a practitioner’s approach, 6a Edição,
Mc Graw Hill, 2005.
SOMMERVILLE, I. Engenharia de Software. 6a edição. Addison-Wesley, 2003.
Bibliografia Complementar
GHEZZI,C.; JAZAYERI,M.; MANDRIOLI,D. Fundamentals of Software Engineering,
Prentice Hall, 1991.
LARMAN. Utilizando UML e Padrões, Bookman, 2000 – Apresentação sintética da
metodologia orientada a objetos utilizando padrõesVON MAYRHAUSER, A.
Software engineering: methods and management, Academic Press, 1990.
PAULA FILHO. Engenharia de Software – Fundamentos, Métodos e Padrões,
LTC, 2001 – Apresentação da Engenharia de Software, com realce para a
documentação e suas normas.
PFLEEGER, SHARI L. Engenharia de Software – Teoria e Prática, 2ª Edição,
Makron Books, 2004.
Disciplina
Tópicos Especiais de Gestão do Conhecimento
Ementa
Temas relevantes na área de Gestão do Conhecimento.
Bibliografia Básica:
ALVARENGA NETO, Rivadávia Correa Drummond de. Gestão do Conhecimento em
Organizações: proposta de mapeamento conceitual integrativo. São Paulo: Saraiva,
2008.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
99
CARVALHO, Rodrigo Baroni. Aplicações de software de gestão do conhecimento:
tipologia e usos. Belo Horizonte: UFMG, 2000. (Dissertação de Mestrado).
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra S.A., 1999.
Bibliografia Complementar
ALVARENGA NETO, Rivadávia Drummond de. Gestão estratégica do conhecimento em
organizações atuantes no Bra-sil: estudos de caso. Revista de Controle e
Administração – RCA, Rio de Janeiro: Controladoria Geral do Município do Rio de
Janeiro, v. 2, n. 2, p. 213-227, Julho/Dezembro 2006.
ANGELIS, Cristiano Trindade de. Gestão do Conhecimento no setor público: um
estudo de caso por meio do método OKA. Revista do Serviço Público – RSP,
Brasília: ENAP, v. 62, n. 2, p. 137-166, abr./jun. 2011.
ARELLANO, Miguel Angel. Preservação de documentos digitais. Ciência da
Informação, Brasília: IBICT, v. 33, n. 2, p. 15-27, maio/ago. 2004.
BARROSO, Antonio Carlos de Oliveira; GOMES, Elisabeth Braz Pereira. Tentando
entender a gestão do conhecimento. RAP, Rio de Janeiro: FGV, v. 33, n. 2, p.
147-170, Mar. /Abr. 1999.
BATISTA, Fábio Ferreira. Governo que aprende: gestão do conhecimento em
organizações do executivo federal. Brasília: IPEA, 2004. 108 p. (Texto para Discussão,
1022).
Disciplina
Tópicos Especiais de Processamento Gráfico
Ementa
Temas relevantes na área de Processamento Gráfico
Bibliografia Básica:
AZEVEDO E.; CONCI A. Computação Gráfica: Teoria e Prática. Elsevier, 2003.
HEARN, D.; BAKER, M. P.. Computer Graphics with OpenGL. ed.3 – Prentice
Hall,, 2003.
HILL, F. S. Jr, STEPHEN, Kelley M., Computer Graphics Using OpenGL. ed.3 –
Prentice Hall, 2006.
Bibliografia Complementar
ANGEL, E.. Interactive computer graphics: a top-down approach with OpenGL. ed. 5 Addison-Wesley, 2008.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
100
BLUNDELL G.B. An Introduction to Computer Graphics and Creative 3-D
Environments. Springer, 2008.
FOLEY, J. et al. Computer graphics: principles and practice. 2. ed. Reading, MA:
Addison-Wesley, 1997.
SHIRLEY, P., et al. Fundamentals of Computer Graphics, ed. 2 – A K Peters,
2005. VINVE J.. Mathematics for Computer Graphics. ed. 2 Springer, 2005.
SHOROEDER, W., et al. Visualization Toolkit – An object-oriented approach to 3D
graphics, ed 4 – Pearson, 2006.
WRIGHT, R. S.; LIPCHAK, B.. OpenGL(R) SuperBible: Comprehensive Tutorial and
Reference. 4 ed. - Addison-Wesley, 2007.
Disciplina
Tópicos Especiais Humanidades
Ementa
Temas relevantes na área de Humanidades
Bibliografia Básica
BERNARDO, J. (1979). O Inimigo Oculto: Ensaio sobre a luta de classes.
Manifesto anti-ecológico.
(2009). Economia dos conflitos sociais, Expressão Popular, São Paulo.
CASTELLS, M. (1999) A Sociedade em Rede, Paz e Terra, São Paulo: A Rede e o Ser,
pg 21-48; Capítulo 1: A Revolução da Tecnologia da Informação, pg. 49-81 e Capítulo
4: A transformação do trabalho e do mercado de trabalho: trabalhadores ativos na
rede, desempregados e trabalhadores com jornada flexível, pg 223-352.
Bibliografia Complementar
CASTRO, C. (Org.). Evolucionismo cultural: textos de Morgan, Tylor e Frazer.
Jorge Zahar Editor.
DAGNINO, R. (2008). Neutralidade da ciência e determinismo tecnológico, Editora
Unicamp, Campinas, SP.
DAGNINO, R. P. & THOMAS, H. (2001) Planejamento e Políticas Públicas de
Inovação: Em Direção a um Marco de Referência Latino-Americano. Planejamento e
Políticas Públicas, n° 23. Brasília: IPEA.
FRAGA, L; SILVEIRA, R; VASCONCELLOS, B. O Engenheiro Educador. In NOVAES;
SCHIMIDT: Economia solidária e mudança social, UFRGS.
FURTADO, C. (1959) Formação Econômica do Brasil. Publifolha e Co. Ed. Nacional.
SP, 2000, Partes 2, 3, 4.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
Disciplina
101
Tópicos Especiais de Processamento Gráfico
Ementa
Temas relevantes na área de Processamento Gráfico.
Bibliografia Básica:
AGOSTON, Max K. Computer Graphics and Geometric Modeling: Implementation
and Algorithms. Springer. 2005.
FOLEY, J.D. et al. Computer graphics: principles and practice. Reading: AddisonWesley, 1990.
WRIGHT Jr., Richard S.; LIPCHAK, Benjamin; HAEMEL, Nicholas. OpenGL
Superbible: Comprehensive Tutorial and Reference. 4ed.: Addison-Wesley. 2007.
Bibliografia Complementar
GLASSNER, A. Principles of digital image synthesis. San Mateo: Morgan
Kaufmann, 1995.
GOMES, J.; VELHO, L. Computação gráfica: imagem. Rio de Janeiro: IMPA/SBM,
1994.
GOMES, J.; VELHO, L. Computação gráfica. Rio de Janeiro: IMPA/SBM, 1998. v.1.
WATT, A. 3D computer graphics. 3 ed. Harlow: Addison-Wesley, 2000.
WOO, M.; NEIDER, J.; DAVIS, T. OpenGL programming guide. 3. ed. Reading:
Addison-Wesley, 1999.
Disciplina
Tópicos Especiais de Realidade Virtual
Ementa
Temas relevantes na área de Realidade Virtual.
Bibliografia Básica:
BIMBER, Oliver et al. Spatial Augmented Reality: Merging Real and Virtual Worlds, A
K Peters, 2005.
BURDEA, Grigore C. et al. Virtual Reality Technology, 2nd. edition, WileyInterscience, 2003.
ROEHL. B.; et al. Late Night VRML 2.0 with Java. ZD Press. Emeryville, California. 1997.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
102
Bibliografia Complementar
BURDEA. G.; COIFFET, P. Virtual Reality Technology. John Wiley & Sons, 1994.
ÇAPIN, T. K.; PANDZIC, I. S.; MAGNENAT,, N.; Thalmann, D. Avatares in
Networked Virtual Environments. John Wiley & Son, LTD. New York, 1999.
EARNSHAW, R. A.; et al.. Virtual Reality Applications. Academic Press Limited, 1995.
SHERMAN, William R; CRAIG, Alan B.. Understanding Virtual Reality: Interface,
Application, and Design. Ed. Morgan Kaufmann. San Francisco, 2003.
STUART, Rory. The Design of Virtual Environments; McGRAW-HILL Series On
Visual Technology; pp. 274; 1996.
Disciplina
Tópicos Especiais de Redes de Computadores
Ementa
Temas relevantes na área de Redes de Computadores.
Bibliografia Básica:
HUITEMA, C.. Routing in the Internet. Editora Prentice Hall, 2a. Edição, 1999.
KUROSE, J. F.; ROSS, K. W.. Redes de Computadores e a Internet – Uma
bordagem Top-Down. Editora Pearson, 5º Edição, 2010.
TRIVEDI, K. S.. Probability and Statistics with Reliability, Queuing, and Computer
Science Applications. John Wiley and Sons Press, New York, 2º Edição, 2001.
Bibliografia Complementar
AGUIAR, E. S.et. al. Segurança em Redes Mesh: Tendências, Desafios e
Aplicações, em Minicursos do Simpósio Brasileiro em Segurança da Informação e
de Sistemas Computacionais (SBSeg), Gramado-RS, 2008.
AKYILDIZ, F., WANG, X.; WANG, W.. Wireless Mesh Networks: a Survey.
Computer Networks, 47(4):445-487, 2005.
ALVES, R. S. A.et al. Redes Veiculares: Princípios, Aplicações e Desafios, em
Minicursos do Simpósio Brasileiro de Redes de Computadores (SBRC), Recife- PE,
2009.
BRITO, G. M.; VELLOSO, P. B.; MORAES, I. M.. Redes Orientadas a
Conteúdo: Um Novo Paradigma para a Internet, em Minicursos do Simpósio
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
103
Brasileiro de Redes de Computadores (SBRC), Outro Preto-MG, 2012.
OLIVEIRA, C. T. de et al. Redes Tolerantes a Atrasos e Desconexões, em
Minicursos do Simpósio Brasileiro de Redes de Computadores (SBRC), Belém- PA,
2007.
Disciplina
Tópicos Especiais de Sistemas de Informação
Ementa
Temas relevantes na área de Sistemas de Informação.
Bibliografia Básica:
BRASIL, A. B. Informática Jurídica – o Ciber Direito. Rio de Janeiro, 2000.
CHRISMAN, N. Exploring Geographic Information Systems. IE-Wiley, 1996.
LAUNDON, K. C.; Laundon, J.P. Management Information System – Organization and
Technology. Prentice-Hall, 6ª edição, 2000. Já existe a 7ª edição.
Bibliografia Complementar
GANDARA, F. EIS: Sistemas de Informações Empresariais. Editora Érica, São
Paulo, 1995.
KANE, P. Explorando a infovia: o guia da superestrada da informação. Rio de
Janeiro, Ed. Campus, 1999, 367p.
KROENKE, D. Management Information Systems, 3a ed., IE-McGraw-Hill, 1994.
KUGLER, J.L.C. Fernandes, A.A., Planejamento e Controle de Sistemas de
Informação. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Ed., 1994.
LASTRES, H.M.M; Albagli, S. Informação
conhecimento. Rio de Janeiro, Campus, 1999.
e
globalização
na
era
do
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
11
104
INTERDISCIPLINARIDADE
A interdisciplinaridade não nega a existência das disciplinas. Ao contrário, ela
deve ser compreendida enquanto estratégia conciliadora dos domínios próprios de
cada
área
com
a
necessidade
de
alianças
entre
eles
no
sentido
de
complementaridade e de cooperação para solucionar problemas, encontrando a
melhor forma
de
responder
aos
desafios
da
complexidade
da
sociedade
contemporânea.
A diversidade de componentes curriculares assume então a característica de
viabilizar não apenas o projeto pedagógico específico desse curso, mas também sua
dimensão ética, valor fundamental na construção da autonomia do aluno capaz de
saber pensar de modo sistemático e flexível; ela implica, portanto, em rever a
linearidade e a hierarquização na proposição das estruturas curriculares.
11.1 Tecnologias da Informação e da Comunicação – TIC’S
A unidade educacional de Penedo conta com um laboratório de informática
com computadores conectados à internet e disponíveis para uso. Os acadêmicos de
Sistemas de Informação contam com a disciplina Lógica, Informática e Comunicação
compondo o Tronco Inicial, a qual introduz o aluno ao uso de tecnologias
da
informação e uso de computador e internet. Além dessa, outras disciplinas da matriz
curricular abordam e exploram o uso de tecnologias da informação e comunicação.
11.2 Educação Ambiental
O Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação da Unidade Educacional de
Penedo, Campus de Arapiraca, da Universidade Federal de Alagoas, detém como um
de seus pilares os pressupostos oriundos da Educação Ambiental – de acordo com o
que demanda a Lei nº. 9.795 de 27 de abril de 1999, e a Resolução nº. 2, de 15 de junho
de 2012, do Conselho Nacional de Educação que estabeleceu as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação Ambiental (BRASIL, 2012). Estas questões são abordadas
na disciplina de Sociedade, Natureza e Desenvolvimento e, de forma, interdisciplinar, na
disciplina de Seminário Integrador I, ambas ministradas no Tronco Inicial.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
11.3
105
Tratamento das Relações Étnico-Raciais
A educação relativa às relações étnico-raciais, bem como o tratamento de questões
e temáticas relacionadas a afro-descendentes e indígenas estão sendo abordadas em
algumas disciplinas e atividades curriculares do curso, por exemplo, Ética e
Responsabilidade Social e Seminário Integrador I. Tais disciplinas são ministradas de
forma interdisciplinar e transdisciplinar e buscam discutir a formação da sociedade
contemporânea que incluem a importância de pessoas que pertencem a grupos étnicoraciais diferentes, as quais contribuíram para formação histórica e cultural do Brasil.
São esclarecidos conceitos para o fortalecimento da igualdade básica do ser humano
e superação de preconceitos e desqualificações com que os negros e os povos
indígenas sofreram ao longo do tempo. Além disso, têm-se feito esforços para a
organização de palestras e visitas a povoados quilombolas e tribos indígenas da região,
com o apoio do Centro Acadêmico de Sistemas de Informação.
11.4
Educação em Direitos Humanos
O curso valoriza uma formação ética, crítica e política dando sentido e
materialidade aos conhecimentos e informações à Educação em Direitos Humanos
como requisito básico para a construção de uma sociedade mais justa, que articule
dialeticamente igualdade e diferença.
No âmbito do ensino, os conteúdos das referidas Diretrizes são abordados na
disciplina obrigatória: Seminário Integrador I; e, de modo transversal, nas disciplinas
Sociedade, Natureza e Desenvolvimento: da Realidade Local a Realidade Global;
Produção do Conhecimento: Ciência e Não Ciência; LIBRAS – Língua Brasileira de
Sinais, Ética e Responsabilidade social.
No âmbito da Extensão, o conhecimento produzido no curso e na Universidade são
trabalhados buscando a universalização dos saberes e a formação de multiplicadores,
enfatizando o compromisso com a promoção e a defesa dos Direitos Humanos.
Destacam-se projetos de Extensão com atuação direta na formação de cidadãos
conscientes das diferenças e que buscam uma sociedade mais justa, com
compartilhamento dos saberes e poderes.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
106
A Pesquisa realizada no âmbito do Curso é sempre pautada na ética profissional,
visando o direito universal ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso
comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, e ressaltando a necessidade de
defendê-lo, preservá-lo e dele usufruir de forma responsável e sustentável.
11.5 Disciplina De Libras
O Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação,
em conformidade com o Parágrafo 2º, do Art. 3º, do Capítulo II – Da Inclusão de
LIBRAS como disciplina curricular, do Decreto 5.626, de 22 de dezembro de 2005,
contempla a disciplina de LIBRAS como componente curricular optativo, de oferta
permanente.
Por se tratar de disciplina de matrícula facultativa, a mesma não se insere na
grade curricular do curso, mas compõe sua integralização curricular ao fazer parte do
rol de disciplinas eletivas do curso. Nesta perspectiva, traduz um dos princípios
orientadores da organização da matriz curricular dos cursos de graduação da UFAL,
segundo o Projeto Pedagógico Institucional, qual seja, a flexibilidade que permite a
cada aluno compor seu próprio currículo, ao eleger disciplinas de sua escolha. Sua
oferta permanente garante ao aluno, que assim o desejar, matricular-se em qualquer
um dos semestres do curso.
12
ATIVIDADES COMPLEMENTARES – ACO
As Atividades Complementares do Curso de Bacharelado em Sistemas de
Informação, Campus Arapiraca/Penedo estão regulamentadas através da Normativa
Interna 03/2018-CBSI e previstas para se integralizarem em 200 horas. O aluno deverá
cumprir carga horária referente à realização de Atividades Complementares, constituídas
de no mínimo 6% (seis) da carga horária total do Curso.
As atividades complementares, segundo as novas Diretrizes, de natureza
obrigatória são recomendáveis por estimularem práticas e estudos independentes, de
acordo com o interesse acadêmico ou profissional do formando.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
107
Nesta perspectiva, as atividades complementares que os alunos do curso de
Sistemas de Informação Bacharelado da Unidade Educacional Penedo, Campus de
Arapiraca, devem desenvolver, são classificadas nos seguintes grupos:
GRUPO 1 – EVENTOS – compreende as seguintes atividades:
Participação em Seminários, Congressos, Encontros estudantis, palestras e
similares;
Participação como mesário nas eleições.
GRUPO 2 – ESTÁGIO – compreende as seguintes atividades:
Estágios extracurriculares mediante declaração da Coordenação de Estágio do
Curso de Sistemas de Informação
GRUPO 3 – DISCIPLINAS – compreende as seguintes atividades:
Disciplinas extras oferecidas pela UFAL e por outras instituições de ensino ou
de regulamentação e supervisão do exercício profissional desde que em cursos
reconhecidos;
Disciplinas ou conteúdos que não estejam previstos neste projeto em cursos
reconhecidos;
Estudos desenvolvidos em cursos sequenciais ou em cursos de pósgraduação em Sistemas de Informação ou em áreas correlatas;
Monitoria.
GRUPO 4 — PUBLICAÇÃO - compreende as seguintes atividades:
Publicação em eventos e periódicos;
GRUPO 5 — PROJETOS, BOLSAS E MONITORIA - compreende as seguintes
atividades:
Atividades de pesquisa e extensão
Bolsas de ensino, pesquisa e extensão
Monitoria
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
108
GRUPO 6 — CURSOS - compreende as seguintes atividades:
Oficinas, Minicursos, Cursos técnicos, Cursos de atualização em Sistemas de
Informação e áreas afins.
Cursos de idiomas
GRUPO 7–
ATIVIDADES DE REPRESENTAÇÃO ESTUDANTIL – compreende
as seguintes atividades:
Participação em Entidades Estudantis;
Participação no Colegiado do Curso;
Participação conjunta na organização de seminários/eventos.
Além das atividades que compõem esses sete grupos, ficará reservado ao
Colegiado do curso a definição de outras atividades complementares, considerando
ainda que os alunos devam participar de pelo menos três grupos distintos dos
explicitados acima.
13
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
O estágio supervisionado do curso de Sistemas de Informação não é obrigatório.
Portanto, trata-se de atividade opcional com carga horária acrescida à carga horária
regular e obrigatória.
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação
em Computação (DCNs), os cursos podem envolver a formação para a realização de (i)
atividades orientadas à realização de processos; e (ii) atividades orientadas à
transformação de processos, com desenvolvimento de novas tecnologias. Nos cursos
orientados à realização, ou reprodução, de processos (que é uma característica dos
cursos de SI), há forte recomendação de estágio para os alunos. Por meio de estágio,
os estudantes podem conhecer previamente ambiente(s) análogo(s) àquele(s) em que
serão realizados os processos, ou atividades, para os quais eles estão sendo
preparados.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
109
Como o estágio se trata de uma atividade em que o estudante replica
conhecimentos para atividades de realização de processos, o novo referencial de
Formação em Computação (2017) da Sociedade Brasileira de Computação referente aos
cursos de Sistemas de Informação sugere que o NDE do curso defina o regulamento do
estágio, no que concerne períodos, ou uma formação mínima, em se tratando de
conclusão de componentes curriculares, para que o estudante possa iniciar o estágio
supervisionado.
Considerando este novo referencial e suas recomendações, o curso de Sistemas
de Informação da U.E Penedo regulamentou o Estágio Supervisionado Não obigatório
através da Normativa Interna Nº 04/2018-CBSI, por meio do Núcleo Docente Estruturante
(NDE) e do Colegiado do Curso, sendo colocado à disposição dos alunos, docentes e
técnicos.
14 ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
A articulação entre ensino, pesquisa e extensão que aqui se defende
pressupõe um projeto de formação cujas atividades curriculares transcendam a
tradição das disciplinas. A defesa da prática como parte inerente, integrante e
constituinte do questionamento sistemático, crítico e criativo e, da pesquisa como
atitude cotidiana, como princípio científico e educativo, está presente na concepção de
prática educativa do Curso de Sistemas de Informação Bacharelado.
A capacidade de contemplar o processo de produção do conhecimento por
meio da dimensão investigativa (pesquisa) e a abertura ao meio externo à
Universidade (extensão) oferece uma nova referência para a dinâmica na relação
professor-aluno
e
desenha
um
novo
contexto
para
o
processo
de
ensino/aprendizagem.
A LDB (lei 9.394/96) traz entre seus princípios a necessidade da diversificação dos
cursos superiores e a flexibilização dos projetos acadêmicos, permitindo aos cursos
adequarem seus projetos pedagógicos às respectivas naturezas institucionais, às
realidades regionais e às finalidades inerentes aos cursos, tanto se voltados à formação
profissional quanto às ciências ou às artes. Cumpre destacar que tais diretrizes se
associam à premissa da educação continuada, a qual afirma que a graduação superior
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
110
é apenas uma etapa do processo de ensino e aprendizagem e não o seu término.
A extensão universitária é entendida como prática acadêmica que a torna um
parâmetro de articulação com o ensino e a pesquisa, desdobrando-se em processos
educativos, cultural e científico que se constituem como um conjunto de ações
sistemáticas e interativas, as quais viabilizam a relação transformadora entre
Universidade e Sociedade, permitindo uma maior flexibilização deste projeto
pedagógico. Neste sentido o curso de BSI é participativo em nível de comunidades e
das políticas de governo e de Estado.
Essa participação contribui para a solução dos problemas comunitários e
retroalimenta a pesquisa e o processo educacional. A articulação entre ensino, pesquisa
e extensão que aqui se defende pressupõe um projeto de formação cujas atividades
curriculares transcendam a tradição das disciplinas. A defesa da prática como parte
inerente, integrante e constituinte do questionamento sistemático, crítico e criativo e, da
pesquisa como atitude cotidiana, como princípio científico e educativo, está presente na
concepção de prática educativa do Curso de Sistemas de Informação Bacharelado.
O curso de BSI, com apoio da Pró-reitoria de Extensão (PROEX) da UFAL, atende
as demandas da sociedade e tem como visão propor programas e ações de extensão,
viabilizando sua execução. As atividades curriculares de extensão no Curso de BSI
serão contempladas, intrinsecamente às ações de ensino e de pesquisa, na forma de
programas e projetos de extensão utilizando-se, dentre outras, atividades de disciplinas
obrigatórias ou eletivas para execução dos mesmos, sendo computada em pelo menos
10% da carga horária do curso.
Os estudantes de BSI participarão de projetos inseridos no programa
institucionalizado de extensão da Unidade Acadêmica, e pela vivência junto às
comunidades de forma individual e/ou através da participação em eventos
institucionalizados e gratuitos a exemplo dos eventos científicos voltados a tecnologia.
Para a complementação da carga horária mínima das atividades de extensão, os
estudantes podem participar de outras atividades curriculares vinculados às
comunidades, em qualquer período do curso, tais como: Pesquisa, Trabalho de
Conclusão de Curso e Atividades de Complementares. O curso de BSI também incentiva
os professores a criarem projetos e programas de extensão em suas disciplinas,
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
111
permitindo uma curricularização da extensão. Todas as ações de extensão são
registradas junto a coordenação de extensão da Unidade Acadêmica e na Pró-Reitoria
de Extensão – PROEX.
A capacidade de contemplar o processo de produção do conhecimento por meio
da dimensão investigativa (pesquisa) e a abertura ao meio externo à Universidade
(extensão) oferece uma nova referência para a dinâmica na relação professor-aluno e
desenha um novo contexto para o processo de ensino/aprendizagem.
15
TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO – TCC
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é um estudo realizado pelo aluno e
orientado por um professor da UFAL, o qual engloba atividades práticas e/ou teóricas
permitindo ao aluno a ampliação, aplicação e demonstração dos
conhecimentos
adquiridos ao longo do curso e também aplicar a metodologia científica na execução
do mesmo. Os temas abordados nos TCC’s deverão preferencialmente
ser
direcionados para a área de formação dos alunos, que é Sistemas de Informação.
De acordo com a resolução no 25/2005 CEPE de 26 de novembro de 2005, o TCC
não constitui uma disciplina, não tendo, portanto, carga horária fixa semanal, no
entanto, de acordo com o Projeto que está sendo proposto, possui uma carga horária
de 160h (cento e sessenta horas) semestrais, e é considerado um componente
curricular obrigatório para a integralização do curso.
Quanto às formas de apresentação poderá ser além da monografia
acadêmica, artigo científico ou elaboração de programas (software) relacionados a
Sistemas de Informação em conjunto com Plano de negócios ou monografia
No sétimo período do curso de Sistema de Informação, o aluno deverá apresentar
a coordenação de TCC um projeto para o seu TCC contemplando, dentre outros,
aspectos como tema e breve levantamento bibliográfico, sendo opcional colocar possível
orientador.
. A orientação de um TCC por um professor externo ao curso de Sistemas de
Informação da UFAL, Campus de Arapiraca, Unidade Educacional de Penedo será
permitida desde que sua solicitação como Professor-Orientador tenha sido aprovada
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
112
pelo Colegiado do Curso.
O Regimento com o conjunto de normas que definem o funcionamento do
Trabalho de Conclusão do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação, Campus
Arapiraca/Penedo está regulamentado através da Normativa Interna 02/2018-CBSI.
16 POLÍTICAS DE INCLUSÃO (ACESSIBILIDADE)
A UFAL atualmente possui o Núcleo de Acessibilidade (NAC) que tem a função
de apoiar o processo de inclusão da pessoa com deficiência na educação superior, de
maneira a tornar a instituição e seus serviços mais acessíveis às pessoas pertencentes
ao público alvo da Educação Especial. Essas ações são no sentido de atender à Política
de Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação pertinente.
O NAC atua provendo a eliminação das barreiras de aprendizagem das mais
diferentes naturezas – arquitetônicas, comunicacionais, digitais, de transporte,
pedagógicas e atitudinais. Suas ações também focam na disponibilização de recursos
materiais e pedagógicos que tornem acessíveis o ambiente, a comunicação e a
aprendizagem; como ainda oferece o Atendimento Educacional Especializado para
aqueles universitários do público alvo da Educação Especial que demandem esse
serviço, a formação para a inclusão de professores, técnicos e alunos, a divulgação de
informações que levem o reconhecimento dos direitos da pessoa com deficiência e que
sensibilizem a comunidade universitária para o respeito à diversidade.
Essas
e
outras
informações
estão
http://nucleodeacessibilidadeufal.blogspot.com.br/p/contato.html
disponíveis
ou
no
em:
Facebook
(Núcleo de Acessibilidade da UFAL).
É preciso esclarecer que o dimensionamento das ações e das necessidades
merece um cuidado especial, haja vista a forma atual de identificação dos alunos:
autodeclaração. Além disso, também é preciso enfatizar que, de uma forma geral, a
UFAL tem investido na capacitação técnica de seus servidores para o estabelecimento
de competências para diagnóstico, planejamento e execução de ações voltadas para
essas necessidades.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, junta-se
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
113
agora o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política de
Acessibilidade, qual sejam a acessibilidade: pedagógica, metodológica, de informação
e de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para o art. 59 da Lei
12.764/2012, que afirma: “Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com
necessidades especiais: I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e
organização específicos, para atender às suas necessidades. ” Neste sentido, a Nota
Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de 21 de março de 2013 orienta os
sistemas de ensino no sentido de sua implantação. Em especial, recomenda que os
PPC contemplem orientações no sentido da adoção de parâmetros individualizados e
flexíveis de avaliação pedagógica, valorizando os pequenos progressos de cada
estudante em relação a si mesmo e ao grupo em que está inserido.
Neste sentido, o NAC constitui-se de um importante apoio às coordenações de
curso, uma vez que pode atuar na consultoria com professores, técnicos e
coordenadores no trato com a pessoa do público alvo da Educação Especial, na
produção de materiais didáticos e de apoio, na orientação de avaliação acessível às
necessidades do alunado, assim por diante.
Para tal atendimento a UFAL assume o compromisso de prestar atendimento
especializado aos alunos com deficiência auditiva/surdez, visual, física, intelectual,
múltiplas, Transtornos do Espectro Autista (conforme disposto na Lei N° 12.764, de 27
de dezembro de 2012), entre outros, sempre que for identificada a necessidade.
Procura-se, desta forma, não apenas facilitar o acesso, mas estar sensível às
demandas de caráter pedagógico e metodológico de forma a garantir a permanência e
a conclusão bem-sucedida do curso.
Além disso, a Unidade Educacional de Penedo também dispõe do Núcleo de
Assistência Educacional (NAE), o qual oferece apoio pedagógico de forma a atender ao
corpo social da UFAL em suas demandas específicas de modo a promover a integração
de todos ao ambiente acadêmico.
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
17
114
POLÍTICA DE APOIO AO DISCENTE
A UFAL, por meio da Pró-Reitoria Estudantil – PROEST tem ampliado o
atendimento, operacionalizado e fortalecido a política de assistência estudantil, uma
vez que dados estatísticos comprovam que 41,37% dos nossos discentes têm a
renda familiar compreendida entre um e quatro salários-mínimos (pesquisa realizada
em 2007) e destes, 86,22% tem na composição familiar de três a seis membros.
Assim, constata-se que parcela significativa da comunidade universitária advém de
camadas com baixo poder aquisitivo e que demandam assistência social.
Os discentes do curso de Sistemas de Informação Bacharelado podem desfrutar
dos diversos programas e de ações de assistência estudantil da PROEST. Os
programas e ações da PROEST têm atuado nos aspectos mais relacionados às
desigualdades sociais, inserindo-os nas políticas de assistência à saúde, moradia,
alimentação, nos programas de formação profissional e cidadã, cuja ajuda financeira
permite o custeio das despesas com transporte, material acadêmico bem como nas
atividades culturais, científicas e acadêmicas. Entre as políticas desenvolvidas e
trabalhadas pela PROEST estão:
Políticas na Área da Saúde – Assistência odontológica é prestada pelo Gabinete
Odontológico da UFAL, que tem na sua composição 08 (oito) profissionais odontólogos
e 06 (seis) na área de apoio (05 auxiliares e 01 estagiária). A assistência médica
é realizada por meio do Hospital Universitário, de acordo com a demanda apresentada,
com o encaminhamento do discente pela PROEST e articulação com a Secretaria
da Direção do Hospital Universitário que agenda as consultas.
Programa
Restaurante
Universitário
–
este
programa
proporciona
à
comunidade universitária condições de permanência aos discentes de graduação ao
garantir o direito a alimentação com qualidade. Em sua dinâmica, este programa tem
contribuído para o atendimento das diferentes realidades postas: (i) minimizando os
efeitos das desigualdades sociais ao selecionar comensais da graduação; (ii)
proporcionando o desenvolvimento das ações das atividades
estudantis com a
concessão de 20 (vinte) cortesias diárias para o Diretório Central dos Discentes; (iii)
realizando pesquisas para o cálculo das necessidades calóricas junto a comunidade do
restaurante por meio da disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
115
nutrição. A política de alimentação é fundamental como processo de inclusão, pelo
seu raio de abrangência, que visa atender às necessidades socioeconômicas do
discente de graduação, incentivando e apoiando eventos acadêmicos, culturais e como
espaço de integração e convivência. Atualmente, este programa é restrito aos
discentes do Campus A. C. Simões.
Programa de Bolsa Permanência – este programa tem como objetivo contribuir
para a formação profissional e cidadã do discente, possibilitando sua inserção em
ações e atividades acadêmicas e proporcionando a inclusão digital, ou
o seu
aprimoramento.
Programa Cultural e Desportivo – O resgate do programa de assuntos
desportivos junto ao curso de Educação Física do Campus A. C. Simões, realizado
durante 2007 comprovou a sua importância, por meio da adesão da comunidade
universitária, proporcionando a integração, a melhoria da qualidade de vida e a
reafirmação que o desenvolvimento dessas atividades devem ser estendidas para os
Campi interiorizados reforçando a visão da universidade como espaço de
convivência. Garantir a presença do discente o maior tempo possível na
universidade é muito importante para melhorar o desempenho acadêmico e a prática
esportiva, contribuindo para fixá-lo na universidade. Com a prática de esportes e a
formação de equipes, os discentes são ajudados a abraçar a instituição na sua
plenitude e, com a identidade institucional fortalecida pelo esporte, aumentando as
chances de êxito acadêmico. Outra perspectiva é a realização de festival
universitário de música, inclusive com etapas realizadas na cidade de Penedo e o
desenvolvimento de projetos culturais elaborados por discentes.
Programa de Apoio e Incentivo a Participação em Eventos – Este programa
tem
proporcionado
o
intercâmbio
cultural
e
a
disseminação
de
novos
conhecimentos, pela apresentação de trabalhos científicos e a promoção de eventos
estudantis e acadêmicos.
18
COLEGIADO DO CURSO
O funcionamento do Colegiado segue conforme o Regimento do Colegiado do
curso e as normas apresentadas nos artigos 25 e 26 do Estatuto e Regimento Geral da
UFAL e Normativa Interna Nº 01/2017-CBSI, no qual explicita-se:
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
116
Art. 1°. O Colegiado do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação UFAL
Penedo é órgão vinculado à Unidade Educacional Penedo com o objetivo de coordenar
o funcionamento acadêmico de Curso de Graduação, seu desenvolvimento e avaliação
permanente, sendo composto de:
I. 05 (cinco) representantes do Corpo Docente e seus respectivos suplentes,
admitindo-se apenas servidores efetivos, vinculados permanentemente ao Curso, onde
caracteriza-se docente com vínculo permanente o docente que possuir 1/3 (um terço)
de suas atividades didáticas ligadas diretamente ao curso de Sistemas de Informação
da UFAL - UE Penedo. Serão eleitos em Consulta efetivada com a comunidade
acadêmica, de forma paritária, para cumprirem mandato de 02 (dois) anos, admitida uma
única recondução (entende-se como recondução a não realização de eleição, sendo os
membros efetivos indicados por unanimidade do colegiado);
II. 01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente, escolhido
em processo organizado pelo respectivo Centro ou Diretório Acadêmico, para cumprir
mandato de 01 (um) ano, admitida uma única recondução;
III. 01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo
suplente, escolhidos dentre os Técnicos da Unidade Educacional, eleito pelos seus
pares, para cumprir mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução.
Parágrafo Único – O Colegiado escolherá 01 (um) Coordenador e seu ViceCoordenador, além dos Coordenadores de TCC, Monitoria e Estágio Supervisionado,
além do representante do Curso no Conselho Provisório do Campus Arapiraca, dentre
os docentes que o integram.
Art. 5°. São atribuições deste Colegiado do Curso:
I - Coordenar o processo de ensino e de aprendizagem, promovendo a integração
docente-discente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da ação docente com os
planos de ensino, com vistas à formação profissional planejada;
II - Aprovar, após a apreciação, as deliberações do Núcleo Docente Estruturante
(NDE), e encaminhá-las as respectivas instâncias superiores.
III - Emitir parecer sobre pedidos de aproveitamento de disciplina por equivalência,
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
117
trancamento de matrícula, transferência de alunos e de desligamento de alunos do
curso; assim como decidir sobre complementação de estudos, reopção de curso,
reingresso, autorização para matrícula extracurriculares, obedecendo as normas em
vigor.
IV -Relacionar nos processos de transferência, reopção, novo curso e
complementação de estudos, as disciplinas cujos estudos poderão ser aproveitados e
os respectivos créditos e carga horária concedida, ouvidos os representantes do
colegiado responsáveis pelas disciplinas ou o próprio colegiado, de acordo com as
normas em vigor.
V - Manter em arquivo todas as informações de interesse do curso, inclusive atas
de suas reuniões, a fim de zelar pelo cumprimento das exigências legais;
VI - Apreciar o relatório anual do coordenador e vice-coordenador sobre as
atividades desenvolvidas;
VII - Apresentar sugestões para soluções de possíveis problemas existentes entre
docentes e discentes envolvidos com o curso, encaminhando-as ao às Instâncias
Superiores relacionadas, para as providências cabíveis;
VIII – Formar e estabelecer comissões de Ensino, Pesquisa e Extensão, que
atuarão no âmbito do Curso de Graduação.
No curso de Sistemas de Informação, determinou-se que as reuniões terão
encontros mensais, as quais terão lavradas as suas atas e ações mediantes
deliberações. As atas serão assinadas pelos membros presentes e a lista de frequência
assinada por todos os presentes.
19
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE
O Núcleo Docente Estruturante do Curso de Bacharelado em Sistemas de
Informação da Unidade Educacional de Penedo, Campus de Arapiraca, da
Universidade Federal de Alagoas, detém como premissa a consolidação do Curso,
através da busca constante por excelência acadêmica, pela instrumentalização
profissional cujo objetivo é habilitar os egressos a atuarem baseados em
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
118
conhecimento das questões sociais, profissionais, legais, éticas, políticas e
humanísticas, da compreensão do impacto da computação e suas tecnologias na
sociedade no que concerne ao atendimento e à antecipação estratégica das
necessidades da sociedade, de visão crítica e criativa na identificação e resolução de
problemas contribuindo para o desenvolvimento de sua área atuar de forma
empreendedora, abrangente e cooperativa no atendimento às demandas sociais da
região onde atua do Brasil e do mundo.
Frisa-se a importância do NDE para a concepção, acompanhamento,
consolidação e avaliação permanente do PPC, sendo de importância fundamental para
aferir o sucesso do currículo proposto para o Curso, como também, para se certificar
da necessidade de alterações futuras que venham aprimorar o Projeto, tendo em vista
o seu caráter dinâmico e a necessidade de adaptar-se às constantes avaliações que
terá de enfrentar.
O Regimento do NDE com o conjunto de normas que definem o funcionamento do
NDE estão na Normativa Interna Nº 01/2018-CBSI.
20
AVALIAÇÃO
As ações visando à avaliação dos cursos se orientam pelas normatizações
oriundas da Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior - CONAES - e se
expressa de diferentes formas. Assim, o processo de avaliação do PPC do curso de
Sistemas de Informação é realizada por uma comissão representativa dos diferentes
segmentos da comunidade acadêmica, com predomínio de docentes, identificada no
Projeto de Auto-avaliação da UFAL como Comissão de Auto-avaliação – CAA, instalada
em cada Unidade Acadêmica e/ou Unidade Educacional, no caso dos campi
interioranos.
O curso de Bacharelado em Sistemas de Informação é avaliado anualmente pela
citada Comissão e, em caráter permanente, pelos membros do Núcleo Docente
Estruturante – NDE. Desta forma, os dados computados são organizados e analisados
pela Comissão de Auto-Avaliação – CAA e enviados para serem consolidados pela
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
119
CPA/UFAL e incorporados ao Relatório de Avaliação Institucional, de periodicidade
anual. Assim também são utilizados os relatórios de curso do ENADE.
Em relação ao NDE, há um acompanhamento permanente da implementação e
desenvolvimento do PPC de forma a garantir a melhor qualidade educativa em todas as
suas etapas. Através de reuniões periódicas os seus membros avaliam a pertinência das
disciplinas, seu ordenamento, a atualização da bibliografia referenciada e as condições
de realização de práticas e estágios supervisionados, de modo a ter condições concretas
de intervir sempre que necessária no sentido do aperfeiçoamento do PPC.
20.1 Avaliação do Projeto Pedagógico
A avaliação permanente deste Projeto Pedagógico a ser implantado com a
presente proposta, é de importância fundamental para aferir o sucesso do currículo
proposto para o Curso, como também, para se certificar da necessidade de alterações
futuras que venham aprimorar o Projeto, tendo em vista o seu caráter dinâmico e
a necessidade de adaptar-se às constantes avaliações que terá de enfrentar.
Seguindo a orientação dos Conselhos Superiores da UFAL, deverão ser
inseridos mecanismos que possibilitem uma avaliação institucional e uma avaliação do
seu desempenho acadêmico – ensino e aprendizagem – de acordo com as normas
vigentes na Instituição, possibilitando a realização de uma análise diagnóstica e
formativa, durante todo o processo de implantação do atual Projeto Pedagógico.
Tal processo de avaliação deverá utilizar estratégias e táticas que possibilitem
uma discussão ampla, visando detectar e sanear as deficiências que porventura
ocorram.
Também será adotado para fins de avaliação do Projeto Pedagógico, o roteiro
proposto pelo INEP/MEC para as condições de ensino.
A avaliação permanente do Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em
Sistemas de Informação é vista, portanto, como uma atitude de responsabilidade da
instituição, dos professors, do NDE e dos alunos acerca do processo formativo (PPI
2006).
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
120
A implementação e o desenvolvimento do projeto pedagógico do curso de SIB
deve ser institucionalmente acompanhado e permanentemente avaliado, com vistas a
verificar o atendimento dos objetivos estabelecidos nos projetos pedagógicos e
permitir os ajustes necessários ao seu aperfeiçoamento.
A avaliação da aprendizagem está definida pela Resolução no 25/2005 –
CEPE, de 26 de outubro de 2005, compreendendo a frequência e aproveitamento
nos estudos, os quais deverão ser atingidos conjuntamente.
Nos termos do parecer CNE/CES136/2012 e da Resolução Nº 5, de 16 de
novembro de 2016, a implementação e o desenvolvimento do projeto pedagógico dos
cursos de graduação na área da Computação devem ser institucionalmente
acompanhados e permanentemente avaliados, com vistas a verificar o atendimento dos
objetivos estabelecidos nos projetos pedagógicos e permitir os ajustes necessários ao
seu aperfeiçoamento.
A avaliação do processo de ensino-aprendizagem e do próprio projeto pedagógico
do curso deve ser realizada periodicamente, em conexão com as avaliações
institucionais, de acordo com as metodologias e os critérios definidos pelas respectivas
Instituições de Educação Superior.
20.2 Avaliação dos Docentes
A avaliação do desempenho docente será efetivada pelos alunos/disciplinas
através de formulário próprio e obedecendo aos critérios do processo de avaliação
Institucional.
A avaliação do processo de ensino-aprendizagem e do próprio projeto
pedagógico do curso deve ser realizada periodicamente, em conexão com as
avaliações institucionais, de acordo com as metodologias e os critérios definidos
pela respectiva Instituição de Educação Superior.
20.3 Avaliação dos Discentes
A verificação de aprendizagem será realizada pela frequência e pelo
aproveitamento nos estudos, os quais deverão ser atingidos conjuntamente. Essa
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
121
verificação será aplicada segundo as resoluções vigentes.
A avaliação de rendimento do aluno segue a resolução da UFAL, CEPE 25/2005,
de 26 de outubro de 2005, como segue:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
Onde cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que possível, aos
conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de mais de 01 (um)
instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas práticas, além de outras
opções como provas orais, seminários, experiências clínicas, estudos de caso, atividades
práticas em qualquer campo utilizado no processo de aprendizagem.
Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais dos
instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva,
calculada considerando-se a média das avaliações programadas e efetivadas pela
disciplina.
Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma das 02
(duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a ser reavaliado
naquela em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a maior nota.
A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética, apurada até
centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das Avaliações
Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou superior a
5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova Final (PF).
A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina ministrada e será
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
122
realizada no término do semestre letivo, em época posterior às reavaliações, conforme o
Calendário Acadêmico da UFAL.
Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em cada
disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco
décimos).
O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada da Nota Final (NF)
das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da Prova Final (PF), com peso 4
(quatro).
20.4 Autoavaliação do Curso
A autoavaliação do curso será realizada pela Comissão Própria de Avaliação
(CPA) da UFAL, formada por membros representantes do corpo docente, do técnicoadministrativo e do discente.
Será um processo de análise interna do curso, sistematizado na forma de
questionário que verificará sua organização, administração e execução, ordenando
informações para interpretá-las, bem como as possíveis omissões e equívocos, no
intuito de evitá-los no futuro, bem como, dá um feedback à comunidade.
A importância deste processo é permitir ao curso definir seus próprios
elementos de avaliação, buscando a excelência sem perder a sua identidade.
20.5 Exame Nacional de Desempenho de Estudantes – ENADE
Com base nas determinações contidas na Portaria Normativa Nº 40, de 12 de
dezembro de 2007 – Institui o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e
gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação, avaliação e
supervisão da educação superior no sistema federal de educação, e o Cadastro eMEC de Instituições e Cursos Superiores e consolida disposições sobre indicadores de
qualidade, banco de avaliadores (Basis) e o Exame Nacional de Desempenho de
Estudantes (ENADE) e outras disposições. O Exame Nacional de Desempenho de
Estudantes (ENADE), que integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
123
Superior (Sinaes), tem o objetivo de aferir o rendimento dos alunos dos cursos de
graduação
em
relação
aos
conteúdos
programáticos,
suas
habilidades
e
competências. O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE, será
aplicado periodicamente a todos os alunos dos cursos de graduação, conforme
legislação definida pelo MEC, sendo sob responsabilidade do INEP.
21
CONDIÇÕES DE VIABILIZAÇÃO DO CURSO
A infraestrutura para a viabilização do curso, oferece salas de aula, pesquisa,
extensão e gestão, algumas climatizadas, laboratórios equipados e climatizados,
assim como, biblioteca na Unidade Educacional de Penedo. O corpo docente é
formado por mestres e doutores, ou seja, a grande maioria possui pós-graduação
stricto sensu. Já o corpo técnico, é formado por profissionais em áreas específicas
para dar suporte às operações e atividades desenvolvidas no âmbito do curso.
22
INFRAESTRUTURA
Item
Descrição
Quantidade
01
Sala de aula (com ar-condicionado)
04
02
Sala de Estudos (com ar-condicionado)
01
03
Sala de apoio (Pesquisa e Extensão)
01
04
Biblioteca – Unidade Sede
01
05
Sala do NAE (Núcleo de Apoio ao Estudante)
01
06
Sala de professores
02
07
Sala de coordenação de curso
01
08
Laboratório de informática com 20 computadores
01
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
124
09
Data-show para a sala de aula e laboratório
04
10
Computador para apoio acadêmico/administrativo
01
11
Impressora Laser
02
Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
23
125
REFERÊNCIAS
BRASIL, Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Resolução nº.
2, de 15 de junho de 2012, estabelece Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação Ambiental. Diário Oficial da União, Brasília, 18 jun. 2012,
Brasil. MEC. Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em
Computação. 2012.
Portaria Normativa n°2, de 10 de janeiro de 2007.
WALTER, S. A., SCHMIDT, C. M., WITTE, A., TONTINI, G., & DORNELAS, J. C.
A. (2005). Empreendedor start-up x empreendedor corporativo: um enfoque
na literatura sobre suas diferenças e semelhanças. Gestão em
Empreendedorismo. Blumenau: Nova Letra, 2005
Brasil, UFAL. Resolução nº 25/90-CEPE, de 30 de outubro de 1990. Estabelece
normas para reformulação curricular na UFAL. Maceió, 1990.
Brasil. MEC. Referenciais de Qualidade para a Educação Superior a Distância.
Brasília. 2007.
Brasil, UFAL. Resolução nº 71/2006-CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006.
Disciplina os Estágios Curriculares dos Cursos de Graduação da Universidade
Federal de Alagoas. Maceió, 2006.
MINISTERIO DA EDUCAÇÃO- MEC. Decreto nº 5626 de 22/12/2005. Regulamenta
a Lei nº 10436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de
Sinais e o art.18 da Lei nº 10098 de 19/12/2000.
Brasil, UFAL. Resolução nº 25/2005-CEPE, de 26 de outubro de 2005. Regime
Acadêmico Semestral nos Cursos de Graduação da Universidade Federal de
Alagoas. Maceió, 2005.
DUTRA, C. P. et al. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva
da Educação Inclusiva. Ministério da Educação, [s.d.]. Disponível
em: <http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/politica.pdf>. Acesso em: 8 nov.
2013.
FILION, L. J. Um roteiro para desenvolver o empreendedorismo. 2006.
Disponível em http://www.saberinovar.com.br/fibra/docs. Acesso: 11/07/2011.
Currículo de Referência da Sociedade Brasileira de Computação- SBC.
Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003.
Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999.