Engenharia de Pesca - Bacharelado 2018
PPC 2018 - Engenharia de Pesca (Atualizado em 2019) (19) (3).pdf
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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA
UNIDADE EDUCACIONAL PENEDO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
ENGENHARIA DE PESCA – BACHARELADO
Atualizado em novembro de 2019
Penedo - Alagoas
2018
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA
UNIDADE EDUCACIONAL PENEDO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
ENGENHARIA DE PESCA – BACHARELADO
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia
de Pesca do Campus Arapiraca – Unidade
Educacional Penedo, elaborado tendo como
base as Diretrizes Curriculares Nacionais
com
objetivo
de
sua
oferta
pela
Universidade Federal de Alagoas.
Atualizado em novembro de 2019
Penedo - Alagoas
2018
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA
UNIDADE EDUCACIONAL PENEDO
Maria Valéria Costa Correia
Reitora
José Vieira da Cruz
Vice-Reitor
Sandra Regina Paz da Silva
Pró-Reitora de Graduação – PROGRAD
Eliane Aparecida Holanda Cavalcanti
Diretora Geral do Campus Arapiraca
Arnaldo Tenório da Cunha Júnior
Coordenador Acadêmico do Campus Arapiraca
Diógenes Meneses dos Santos
Coordenador da Unidade de Educacional Penedo
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA
UNIDADE EDUCACIONAL PENEDO
EQUIPE DE ELABORAÇÃO
Prof. Dr. Alexandre Ricardo de Oliveira
Prof. Dr. Cláudio Luís Santos Sampaio
Prof. Dr. Diogo Bessa Neves Spanghero
Prof. Dr. Gianfrancisco Schork
Prof. Dr. Igor da Mata Ribeiro Pimentel de Oliveira
Prof. Dr. Luciano Jorge Amorim Leite
Prof. Me. Ticiano Rodrigo de Almeida Oliveira
Profa. Dra. Juliett de Fátima Xavier da Silva
Profa. Dra. Taciana Kramer de Oliveira Pinto
SUMÁRIO
1.
Apresentação ........................................................................................
07
2.
Identificação da IES ...............................................................................
08
3.
Identificação do Curso............................................................................
....................................................................................................
09
4.
Atos Legais ............................................................................................
10
5.
Objetivos ..............................................................................................
5.1. Objetivo Geral .......................................................................................
5.2. Objetivos Específicos .............................................................................
12
12
12
Contexto Institucional ...........................................................................
6.1. Contexto Regional .................................................................................
6.1.1. Arapiraca ...............................................................................................
6.1.2. Penedo ..................................................................................................
13
14
14
15
7.
Contextualização do Curso ....................................................................
7.1. Histórico do Curso .................................................................................
7.2. Contexto do Curso .................................................................................
17
17
19
8.
Perfil do
Egresso ....................................................................................
8.1. Competências e Habilidades .................................................................
8.2. Campo de Atuação ................................................................................
22
Ensino, Pesquisa e Extensão ..................................................................
9.1. Metodologia de Ensino .........................................................................
9.2. Políticas Institucionais no Âmbito do Curso ..........................................
9.2.1. Ensino ................................................................................................
9.2.2. Pesquisa ............................................................................................
9.2.3. Extensão ............................................................................................
9.2.3.1 O Programa de Extensão do Curso..................................................
25
25
26
26
27
28
29
10. Apoio Discente ......................................................................................
10.1. Acessibilidade ........................................................................................
10.2. Inclusão .................................................................................................
36
36
38
11. Organização Didática Pedagógica ..........................................................
11.1. Estrutura Curricular ...............................................................................
39
39
6.
9.
22
24
11.2. Componentes Curriculares Obrigatórios ...............................................
11.3. Matriz Curricular ...................................................................................
11.4. Ementário das
Disciplinas ......................................................................
39
40
48
12. Conteúdos Curriculares .........................................................................
104
13. Estágio Curricular Supervisionado .........................................................
108
14. Trabalho de Conclusão do Curso (TCC) .................................................
110
15. Atividades Complementares .................................................................
111
16. Atividades de Extensão .........................................................................
112
17. Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) ...................................
116
18. Avaliação no Contexto Institucional ......................................................
18.1 Avaliação no Processo Ensino-Aprendizagem .......................................
18.2 Avaliação do Curso ................................................................................
18.3 Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso ...........................................
117
117
120
120
19. Administração Acadêmica .....................................................................
19.1 Colegiado do Curso..............................................................................
19.2 Coordenação do Colegiado do Curso...................................................
19.3 Coordenação de Estágio Supervisionado.............................................
19.4 Coordenação do Trabalho de Conclusão de Curso..............................
19.5 Coordenação de Monitoria..................................................................
19.6 Coordenação de Extensão...................................................................
19.7 Núcleo Docente Estruturante..............................................................
19.7.1 Coordenação do Núcleo Docente Estruturante...............................
19.8 Corpo Docente e Técnico Administrativo...............................................
122
122
123
123
123
123
123
124
2
125
125
20. Políticas de
Apoio ..................................................................................
20.1. Docentes e Técnicos ..............................................................................
20.2. Discentes ...............................................................................................
20.2.1. Cursos de Nivelamento .....................................................................
20.2.2. Monitoria ..........................................................................................
20.2.3. Programa de Educação Tutorial (PET) ...............................................
20.2.4 Empresa Júnior ..................................................................................
126
21. Laboratórios
Especializados ...................................................................
134
126
127
130
130
132
133
22. Referências Bibliográficas ....................................................................
137
1. APRESENTAÇÃO
O presente documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso de
Engenharia de Pesca da UFAL, com a atualização da Matriz Curricular (2018). Neste
projeto estão determinados os objetivos e perfil do curso, o perfil dos egressos, bem
como os encargos do colegiado e do núcleo docente estruturante. Estão detalhadas a
identificação do curso, atos e bases legais, organização didática e pedagógica,
conteúdos curriculares, metodologia e recursos específicos, dentre outros itens, que
conjuntamente, possibilitam o alcance dos objetivos por parte do curso. Como
consequência, são desenvolvidas habilidades, fornecidos princípios e diretrizes úteis à
vida dos egressos em Engenharia de Pesca enquanto profissionais.
Busca-se aperfeiçoar o currículo como algo dinâmico e abrangente,
envolvendo um trabalho conjunto entre a Coordenação do Curso, Colegiado, Núcleo
Docente Estruturante, Coordenação da Unidade Educacional, professores, técnicos
administrativos e alunos.
Estes membros, atentos às especificidades do Projeto Pedagógico do Curso,
voltam-se para as novas competências e habilidades do ensino, compatibilizando-as
com o perfil atribuído ao profissional, visualizando, ainda, a conciliação e integração
entre pesquisa, ensino e extensão.
2. IDENTIFICAÇÃO DA IES
Mantenedora:
Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede:
Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ:
00.394.445/0188-17
Dependência:
Administrativa Federal
Mantida:
Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código:
577
Município-Sede:
Maceió
Estado:
Alagoas
Região:
Nordeste
Endereço do Campus sede:
Campus A.C. Simões – Cidade Universitária Maceió /AL
Rodovia BR 101, Km 14. CEP: 57.072-970.
Fone:
(82) 3214 -1100 (Central)
Portal eletrônico:
www.ufal.edu.br
3. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
Nome do Curso:
Engenharia de Pesca
Modalidade:
Bacharelado
Título oferecido:
Bacharel em Engenharia de Pesca
Nome da Mantida:
Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Campus:
Arapiraca
Município-Sede:
Arapiraca
Estado:
Alagoas
Região:
Nordeste
Endereço de funcionamento do curso:
Av. Beira Rio, S/N – Centro Histórico. Penedo-AL. CEP: 57.200-000.
Portal eletrônico do curso:
- Site:
http://www.ufal.edu.br/arapiraca/graduacao/engenharia-de-pesca
- Instagram:
@engpesca.ufal
4. ATOS LEGAIS
Portaria de Autorização:
PARECER 52/2007
Portaria de Reconhecimento:
PORTARIA Nº 40, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2014.
Número de Vagas autorizadas:
50 (oferta anual)
Turnos de Funcionamento:
Integral (matutino / vespertino)
Carga horária total do curso em hora/relógio:
4.311 horas
Tempo de integralização do curso:
7,5 anos
Duração:
Mínima: 10 (dez) períodos /Máxima: 15 (quinze) períodos.
De acordo com a RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 2, DE 18 DE JUNHO DE 2007 (Anexo
01) que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização
e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. De
acordo com o Parecer CNE/CES nº 8/2007 (Anexo 02), o tempo mínimo de
integralização curricular do Curso de Engenharia de Pesca é de 5 anos distribuída em
10 semestres e o tempo máximo de integralização é calculado a partir de um
acréscimo de até 50% sobre a duração do curso em cada IES, sendo de 7,5 anos para a
Engenharia de Pesca. Cada semestre possui uma duração mínima de 100 dias letivos,
com 25 horas semanais, exceto o décimo que trata do Trabalho de Conclusão de Curso
(54 horas).
Base Legal: O Projeto Pedagógico do Curso – PPC do curso de Engenharia de
Pesca da UFAL contempla a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº
9.394/1996); a Resolução CNE/CES nº 05/2006, instituiu as Diretrizes Curriculares
Nacionais dos Cursos de Graduação em Engenharia de Pesca, e a Resolução CNE/CES
nº 02/2007, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à
integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade
presencial. Assim como, atende ao disposto no Decreto nº 5.626/2005, que
regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre o Ensino da
Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e ao Decreto nº 5.296/2004, que dispõe sobre as
condições de acesso para portadores de necessidades especiais. Contemplando ainda
o que rege a Política Nacional de Meio Ambiente em acordo com a Lei nº 9.795, de 27
de abril de 1999 e Decreto Nº 4.281 de 25 de junho de 2002, a temática da História e
Cultura Afro-Brasileira e Indígena nas disciplinas e atividades curriculares do curso (Lei
n° 1.645 de 10/03/2008, Resolução CNE/CP N° 01 de 17 de junho de 2004 e as
Diretrizes Nacionais em Educação para direitos Humanos (Resolução nº 1, de 30 de
maio de 2012). Cabe acrescentar ainda que o PPC está em conformidade com o Plano
de Desenvolvimento Institucional – PDI da Universidade Federal Alagoas.
Coordenador do Curso:
Luciano Jorge Amorim Leite
Formação acadêmica:
Engenheiro de Pesca
Titulação:
Doutor em Aquicultura
Regime de trabalho:
Dedicação Exclusiva
5. OBJETIVOS
5.1. OBJETIVO GERAL
Formar profissionais de nível superior habilitados para atuar nas grandes
áreas da Engenharia de Pesca, de forma eficiente, sustentável e crítica, comprometidos
com os aspectos ecológico, econômico, social e político da sociedade.
5.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
● Atuar no planejamento, coordenação, controle e ordenamento dos recursos
pesqueiros;
● Executar técnicas de profilaxia de organismos aquáticos e estruturas de cultivo;
● Executar técnicas de propagação e cultivo de espécies marinhas, estuarinas e
dulcícolas visando a aquicultura sustentável;
● Desenvolver estudos e pesquisas para exploração racional e sustentável dos
recursos pesqueiros.
● Desenvolver novas táticas, técnicas e tecnologias de pesca (captura);
● Aprimorar as técnicas de conservação, beneficiamento e transformação dos
produtos da pesca e aquicultura;
● Desenvolver estudos relativos ao monitoramento ambiental visando a exploração
sustentável e conservação dos ambientes aquáticos;
● Atuar no planejamento participativo para o desenvolvimento social e econômico
das comunidades envolvidas com a pesca e a aquicultura;
● Executar atividades relacionadas com a administração pública e privada de
entidades ligadas aos recursos pesqueiros e Engenharia de Pesca;
● Integrar as ações que envolvam ensino, pesquisa e extensão nas áreas relacionadas
às ciências pesqueiras.
6. CONTEXTO INSTITUCIONAL
A Universidade Federal de Alagoas (UFAL) é Pessoa Jurídica de Direito Público
– Federal com inscrição de CNPJ nº 24.464.109/0001-48, e com sede na Avenida
Lourival de Melo Mota, S/N, Campus A. C. Simões, no Município de Maceió, no Estado
de Alagoas.
A UFAL foi criada pela Lei Federal nº 3.867, de 25 de janeiro de 1961, a partir
do agrupamento das então Faculdades de Direito (1933), Medicina (1951), Filosofia
(1952), Economia (1954), Engenharia (1955) e Odontologia (1957), como Instituição
Federal de Educação Superior, de caráter pluridisciplinar de ensino, pesquisa e
extensão, vinculada ao Ministério da Educação, mantida pela União, com autonomia
assegurada pela Constituição Brasileira, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional – Lei 9394/96 e por seus Estatuto e Regimento Geral.
Possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus A. C. Simões, em
Maceió, onde são ofertados 102 cursos de graduação. O processo de interiorização,
iniciado em 2006, expandiu sua atuação para o Agreste, com o Campus de Arapiraca e
com as Unidades Educacionais de Palmeira dos Índios, de Penedo e de Viçosa, com a
oferta de 23 cursos. Em 2010, a UFAL chegou ao Sertão, instalando-se em Delmiro
Gouveia, com uma Unidade Educacional em Santana do Ipanema, com a oferta de 08
cursos, todos presenciais. Além dos cursos presenciais, há 11 cursos ofertados na
modalidade de Educação à Distância, através do sistema Universidade Aberta do Brasil
- UAB.
Atualmente a pós-graduação contribui com 41 cursos de Mestrado e 14 de
Doutorado, além dos cursos de especialização nas mais diferentes áreas do
conhecimento, incluindo a especialização em Gestão em Meio Ambiente ofertada na
Unidade Educacional Penedo. Este curso conta com a participação dos docentes da
Engenharia de Pesca da UE Penedo e tem atendido aos egressos, complementando a
sua formação.
A pesquisa na UFAL também vem crescendo anualmente, com a participação
de linhas e grupos de pesquisa nas mais diferentes áreas do conhecimento, com a
criação de novos cursos de pós-graduação e melhoria do conceito dos já existentes. A
extensão contribui com diversos programas e, também, é uma atividade em constante
expansão.
O ingresso dos estudantes na UFAL se efetiva por meio de processo seletivo
através do ENEM e da plataforma SISU/MEC (Sistema de Seleção Unificada), portador
de diploma, e editais de transferência e/ou reopção de curso.
6.1. CONTEXTO REGIONAL
Com uma extensão territorial de 27.767.661 km 2, o Estado de Alagoas é
composto por 102 municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Leste, Agreste e
Sertão alagoano) e 13 microrregiões. De acordo com o Censo de 2015 do IBGE, Alagoas
apresentava população residente de 3.321.730 habitantes, sendo 73,64% destes
localizados em meio urbano.
A inserção espacial da UFAL leva em consideração as demandas apresentadas
pela formação de profissionais em nível superior e a divisão do Estado em suas meso e
microrregiões. Essa configuração espacial é contemplada com uma oferta acadêmica
que respeita às características econômicas e sociais de cada localidade, estando as
suas unidades instaladas em cidades consideradas fomentadoras do desenvolvimento
local.
Com a sua interiorização, a UFAL realiza cobertura universitária significativa
em relação à demanda representada pelos egressos do Ensino Médio em Alagoas, à
exceção do seu litoral norte, cujo projeto de instalação do campus no município de
Porto Calvo se encontra em tramitação na SESU/MEC.
O Estado se encontra na 27ª posição no ranking do Índice de
Desenvolvimento Humano (IDHM) do país, ou seja, em último lugar apresentando o
pior índice. Dos extratos que compõem o índice, educação é o que apresenta o pior
desempenho. Apenas 6,9% da população do estado possuía nível superior em 2010
(PNUD 2017)
O PIB per capita estadual era de R$ 6.728,00 em 2009, sendo o setor de
serviços o mais importante na composição do valor agregado da economia, com
participação de 72%. Os 28% restantes estão distribuídos em atividades agrárias –
tradicionalmente policultura no Agreste, pecuária no Sertão e cana-de-açúcar na Zona
da Mata, além do turismo, aproveitando o grande potencial da natureza do litoral.
A presença da UFAL no interior tem como um de seus objetivos contribuir
para a melhoria destes índices.
6.1.1. ARAPIRACA
Após a aprovação do Parecer Nº 52 em 01/03/2007 (Anexo 03), que trata da
autorização para o funcionamento de campus fora de sede da Universidade Federal de
Alagoas, o campus de Arapiraca teve a sua criação, e conseguinte implantação,
aprovadas pela Resolução do Conselho Universitário da Universidade Federal de
Alagoas (CONSUNI/UFAL) nº 20 de 01/08/2005, como primeira etapa do seu processo
de interiorização. Situado no Agreste alagoano, este campus tem sua sede em
Arapiraca, exercendo influência imediata sobre toda a porção central do Estado de
Alagoas, assim como, sobre o Baixo São Francisco e seu delta, no Litoral Sul do Estado.
São 37 municípios diretamente envolvidos, somando uma população de mais de 973
mil habitantes, correspondente aproximadamente a 31,18% da população do Estado
(3.120.922 habitantes em 2010).
Do ponto de vista da vocação econômica do Agreste alagoano, as atividades
tradicionais se assentam, especialmente, sobre a policultura agrícola (de alimentos e
de matérias-primas) e a pecuária de corte e de leite. Entretanto, o Programa de
Mobilização para o Desenvolvimento dos Arranjos Produtivos Locais – APL (Governo de
Alagoas/SEBRAE, 2004) definiu como prioridade para esta sub-região, assim como para
o Litoral Sul e Delta do São Francisco (aqui considerado sob sua influência), o incentivo
aos setores de agronegócios, indústria e serviços; e arranjos ou territórios produtivos,
como os de movelaria, turismo, laticínios, apicultura, mandioca, ovinocaprinocultura,
piscicultura, tecnologia da Informação e cultura.
6.1.2. PENEDO
A cidade de Penedo está localizada ao sul do estado de Alagoas, às margens
do Rio São Francisco, distante 171 km de Maceió e 70 km de Arapiraca. Estende-se por
141 km², onde abriga uma população de 64.074 pessoas (IBGE 2015).
É um dos municípios dos mais importantes na história de Alagoas, por ter sido
um dos primeiros núcleos de povoamento, ainda no século XVI, quando pertencente à
antiga Capitania de Pernambuco. A história local registra a primeira sesmaria ainda
nesse século, seguida pela formação da Vila de São Francisco no início do século XVII,
passando a ser chamada de Penedo do Rio São Francisco no final deste século, tendo
sido elevada à categoria de cidade em meados do século XIX. Ergue-se sobre um
rochedo (um penedo) às margens do rio São Francisco e conserva um importante
patrimônio artístico-cultural colonial, com marcas coloniais holandesas, portugueses e,
especialmente, dos missionários franciscanos, através da rica estatuária e arquitetura
barroca de conventos e igrejas. As manifestações folclóricas, a culinária, as festividades
e a natureza pródiga também são atrações durante todo o ano.
A principal fonte de renda do município é proveniente de atividades
econômicas primárias tais como o cultivo de coco, cana-de-açúcar e pesca, e do setor
terciário com o turismo.
Cerca de 50% da população de Penedo se encontra em idade escolar, entre 3
e 17 anos, apesar de uma taxa de analfabetismo elevada de cerca de 1,35 vezes maior
do que a taxa de analfabetismo do estado de Alagoas e 2,65 vezes maior do que a do
Brasil (IBGE, 2010). Esta condição influencia diretamente o IDH (Índice de
Desenvolvimento Humano) do município que é de 0,63, considerado baixo, estando
em 7° lugar no estado (IBGE 2015).
Além disto, 33,5% dos jovens entre 18 e 24 anos se encontram
desempregados no estado. Para o município de Penedo esta taxa é de 12,44% (IBGE,
2010). Estes números reforçam a necessidade de incentivos a educação na região.
A UFAL é a única Instituição de Ensino Superior pública do município, favorecendo o
desenvolvimento local através de diferentes projetos de ensino, pesquisa e extensão
desenvolvidos por docentes, técnicos e discentes, além da oferta regular de vagas. Os
alunos da UE Penedo representam atualmente cerca de 7,11% dos discentes da UFAL.
No sentido de incrementar a contribuição social da Unidade Educacional
Penedo, a gestão central da UFAL inseriu em seu Plano de Desenvolvimento
Institucional Provisório para o período de 2019-2023, a construção de uma nova sede,
que atende ao princípio da consolidação da interiorização e ao objetivo de elevar a
qualidade da graduação, ampliar a oferta de cursos de graduação e de pós-graduação,
disponibilizando R$ 10.000.000,00 para esta obra que está em fase de licitação.
7. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO
7.1. HISTÓRICO DO CURSO
O Curso de Engenharia de Pesca inseriu-se no contexto da política nacional
vigente, quando o Governo Federal estabeleceu, através do Decreto-Lei nº 221 de
fevereiro de 1967, os incentivos fiscais e financeiros específicos para o
desenvolvimento da pesca. Neste sentido, em meio a este processo
desenvolvimentista havia uma grande lacuna: a participação das universidades através
da preparação da mão-de-obra especializada para o setor. Portanto, o curso de
Engenharia de Pesca foi concebido como uma medida complementar da atitude do
Governo Federal, no sentido de dinamizar a atividade pesqueira do País.
Posteriormente vislumbraram-se novas perspectivas de trabalho voltadas para a
exploração do ambiente aquático. Assim, a profissão do Engenheiro de Pesca foi
regulamentada através da Resolução Nº 279 de 15 junho de 1983.
O primeiro curso de Engenharia de Pesca do Brasil foi criado em 1970, através
da Resolução no 12-A/70 do Conselho de Ensino e Pesquisa da Universidade Federal
Rural de Pernambuco, entrando em funcionamento em 1971, formando a primeira
turma em 1974. Em seguida, em 1972, a Universidade Federal do Ceará aprovou a
criação do seu curso de Engenharia de Pesca, o qual foi reconhecido pelo Conselho
Federal de Educação em 11 de julho de 1978. Durante aproximadamente 17 anos, o
Curso de Engenharia de Pesca ficou restrito somente a estas duas universidades,
quando então foi criado o terceiro curso no País, em 1989, na Universidade Federal do
Amazonas. Isto fez com que os profissionais formados, principalmente nos dois
estados nordestinos, passassem a atuar em outras partes do País, onde havia a
necessidade de desenvolver o setor pesqueiro. Atualmente, existem 21 cursos de
Engenharia de Pesca distribuídos em 16 Estados brasileiros.
O Curso de Engenharia de Pesca da UFAL foi reconhecido pela Portaria n° 40
de 05 de fevereiro de 2014, e o seu Currículo Mínimo foi estabelecido pelo Conselho
Federal de Educação em 1981 (Parecer nº 871/81) e pela Resolução nº 5, de 2 de
fevereiro de 2006, que institui as Diretrizes Curriculares para o curso de graduação em
Engenharia de Pesca, dando outras providências. A profissão do Engenheiro de Pesca
foi regulamentada pelo Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia
(CONFEA) integrando assim, o Sistema CONFEA/CREA de acordo com as Resoluções n o
218 de 29 de junho de 1973, e n o 279 de 15 de junho de 1983, que discriminam as
atribuições profissionais do Engenheiro de Pesca.
O curso de Engenharia de Pesca da Universidade federal de Alagoas teve início
em setembro de 2006, contemplando, a partir deste ano, uma entrada anual,
disponibilizando 40 vagas, e a forma de ingresso através do processo seletivo
vestibular. Através do projeto de Reestruturação e Expansão das Universidades
Federais – REUNI, no ano de 2008, o número de vagas anuais ofertadas aumentou para
50. Desde o ano de 2011 a UFAL estabeleceu o ENEM – Exame Nacional do Ensino
Médio - como forma de ingresso em todos os cursos ofertados pela instituição.
Em 2006 o quadro de professores era composto por apenas 4 docentes, todos
doutores. Esse quadro se consolidou com a contratação de docentes com formação
em Engenharia de Pesca e áreas afins. No momento o curso conta com 24 docentes,
sendo 20 Doutores e 04 Mestres, que ministram, de acordo com suas especialidades e
competências, todas as disciplinas da matriz curricular proposta.
Ao longo destes anos, A UFAL juntamente com a Coordenação do Curso, e com o
corpo docente e técnico, tem oportunizado aos alunos aquisição e troca de
conhecimentos e o desenvolvimento de habilidades e competências pertinentes a
profissão do Engenheiro de Pesca, a partir da oferta de diferentes ações de ensino,
pesquisa e extensão de caráter técnico-científico, tais como seminários, congressos,
ciclos de palestras, feiras de agronegócio, projetos, cursos de capacitação,
nivelamentos, estágios, aulas práticas e visitas técnicas, além de diferentes programas
de bolsas, tais como programas de assistência, monitoria e iniciação à pesquisa
científica.
Além disto, o curso incentiva a mobilidade acadêmica, tanto para cursos de
diferentes universidades federais do Brasil, quanto para cursos afins em diferentes
universidades estrangeiras. Até o momento, cinco alunos receberam bolsa de
graduação sanduíche sendo um pelo acordo de Cooperação Erasmus Mundus 17, na
Universidade de Barcelona Espanha, outro através do Edital Santander, Universidade
de Aveiro, Portugal, e os demais pelo Edital Luso-Brasileiro Universidade do Algarve,
UALG, Portugal. Além de uma mobilidade no Brasil para o curso de Engenharia de
Pesca da UFC.
Desde a primeira turma a integralizar o curso em 2011 até o presente, o curso
conta com 114 egressos, com uma média de integralização de 12,7 alunos/ano. A
trajetória profissional destes egressos tem sido acompanhada pelo colegiado do curso,
e pode-se constatar a inserção dos mesmos em diferentes setores da sociedade tais
como Órgãos governamentais, Institutos Federais, Programas de Pós-Graduação,
Empresas de pesca e aquicultura, prestação de serviços técnicos.
A partir de 2019, o acompanhamento dos egressos do curso de Engenharia de
Pesca da UE Penedo, passa a seguir a política de Egressos da UFAL regulamentada a
través da Portaria 1036/2019/GR (Anexo 04), tendo como objetivos:
I - Fomentar a comunicação e diálogo junto aos egressos, através do
Portal do Egresso, integrante à página da UFAL;
II - Estimular a formação continuada dos egressos, em cursos de
aperfeiçoamento e pós-graduação (lato sensu e stricto sensu) após a
conclusão das suas formações iniciais;
III – Manter fluxos contínuos de atualização sobre novas oportunidades
de formação continuada na universidade;
IV - Atuar junto às coordenações dos cursos de graduação/pós-graduação
no processo de sensibilização, quanto à importância da percepção
discente sobre a formação da UFAL.
Para atender a estes objetivos, o Curso de Engenharia de Pesca da UE Penedo,
desenvolveu um canal direto de comunicação com os seus alunos egressos
para acompanhar a situação e o desenvolvimento dos mesmos no mercado
de trabalho. Isto é realizado por meio do envio de formulário online, via e-mail da
Coordenação do Curso, no segundo semestre letivo de cada ano. Os dados
são compilados e disponibilizados nos portais de divulgação do
Curso. A cada quadriênio, haverá uma compilação dos dados históricos
para avaliação da evolução dos números, que serão utilizados no
Planejamento Estratégico do Curso de Engenharia de Pesca.
7.2. CONTEXTO DO CURSO
O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Graduação em Engenharia de Pesca
da Universidade Federal de Alagoas é um instrumento balizador para formar
profissionais, especificamente dentro da grande área de conhecimento de Recursos
Pesqueiros e Engenharia de Pesca, e traduz a conciliação das propostas das diferentes
áreas de conhecimento da Engenharia de Pesca formuladas pelos membros do corpo
docente.
O Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Pesca teve sua
obrigatoriedade mais explicitada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(Lei 9.394/96), e sua construção pelos cursos e pelas universidades concretiza a
condição de autonomia pedagógica dada pela LDB, no seu Artigo 53, incisos I, II, III e IV,
que dão competência à universidade para fixar seus currículos, organizar seus
programas, estabelecer os conteúdos programáticos das atividades/disciplinas, ainda
que observadas as diretrizes gerais pertinentes.
A Resolução no 5 de 2 de fevereiro de 2006 (Anexo 05), institui as Diretrizes
Curriculares para o Curso de Graduação em Engenharia de Pesca. A partir daí os
diversos cursos de graduação em Engenharia de Pesca do País passaram a ter uma
diretriz para melhor dirigir suas atividades. Desta forma, elaborou-se a presente
proposta com o objetivo de atender às recomendações da legislação vigente e nas
necessidades de adequação do curso com base nas exigências atuais do mercado de
trabalho.
Na elaboração do PPC de cada curso de graduação, o projeto pedagógico da
instituição passa a ter uma dimensão global. Mas é preciso garantir a especificidade
das áreas de conhecimentos envolvidas em cada curso e, ao mesmo tempo,
estabelecer o espaço particular da história, do ritmo, das diferenças culturais, dos
vínculos regionais e dos acúmulos produzidos pelo curso.
O documento constituído é um instrumento legal e político da identidade
institucional, que sistematiza as propostas educacionais de cursos na UFAL,
vislumbrando a universidade para os próximos anos.
O PPC apresentado levou em consideração o corpo docente, discente e
técnico-administrativo, além da infraestrutura de laboratórios, salas de aula,
equipamentos e recursos para viagens de estudo que a UFAL dispõe no momento.
Cabe, por fim, ressaltar que o PPC, será avaliado contínua e sistematicamente, como
forma de proceder aos ajustes necessários para o bom andamento curricular.
Nesse sentido, o Núcleo Docente Estruturante (NDE), tem papel fundamental
nesta avaliação, sendo constituído por docentes que auxiliam o acompanhamento,
avaliação e reestruturação do Projeto Pedagógico, como se encontra detalhado neste
PPC no item 18.3. Avaliação do Projeto Pedagógico.
Nesta proposta, procurou-se ajustar às demandas de natureza política,
econômica, social e ambiental solicitadas pelo setor, ampliando-se a oferta e o elenco
de disciplinas eletivas, e incluindo-se 187 horas de atividades acadêmico-científicoculturais, que permitirão o estímulo e a valorização de outras atividades relacionadas à
vida acadêmica, além daquelas vivenciadas nas disciplinas curriculares. Os programas
de disciplinas obrigatórias e eletivas foram criados, procurando-se conciliar as
demandas da atual conjuntura profissional, o que se julgou ser uma formação
adequada para o Engenheiro de Pesca, comprometida com a produção de alimentos
dos recursos aquáticos e a conservação do meio ambiente.
O Brasil apresenta uma zona costeira extensa, com um elevado volume de
águas continentais potencialmente pesqueiras. Além disto, a aquicultura vem se
fixando como atividade econômica, altamente rentável, sendo considerada uma
alternativa eficiente para a redução do déficit entra a demanda e a oferta de pescado
no mercado, decorrente da estagnação das capturas de pesca e o crescimento da
demanda por alimentos (Cavalli e Ferreira 2010)
De acordo com os dados do último Boletim Estatístico da Pesca e Aquicultura
(2011), o Brasil vem aumentando sua produção pesqueira nos últimos anos. Em 2011,
a produção de pescado nacional foi de 1.431.974,4 toneladas. A pesca extrativa
marinha continuou sendo a principal fonte de produção de pescado nacional, sendo
responsável por 553.670,0 toneladas (38,7% do total de pescado), seguida pela
aquicultura continental (544.490,0 toneladas; 38,0%), pesca extrativa continental
(249.600,2 toneladas; 17,4%) e aquicultura marinha (84.214,3 toneladas; 6%). Em
2011, a região Nordeste continuou registrando a maior produção de pescado do país,
com 454.216,9 toneladas, respondendo por 31,7% da produção nacional, sendo o
Estado de Alagoas responsável por 17.636,0 toneladas, dos quais 11.169,8 toneladas
foram oriundas da pesca extrativa e 6.466,2 toneladas da aquicultura.
Neste contexto de desenvolvimento o Curso de Engenharia de Pesca da UFAL
ancora-se em uma proposta de desenvolvimento social da região, pois uma das
grandes preocupações dos povos nos tempos atuais é a necessidade de atender à
demanda de alimento.
O Baixo São Francisco apresenta-se como uma área de grande potencial em
relação ao setor pesqueiro, devido aos diferentes ecossistemas que o compõe
(estuário, água doce e marinho). Para tanto, o crescimento da atividade pesqueira é
diretamente dependente da estratégia e das técnicas empregadas, as quais, por sua
vez estão apoiadas no conhecimento do ambiente explorado, no conhecimento da
biologia das espécies-alvo, no domínio da tecnologia de produção e captura utilizada, e
nos métodos de conservação e beneficiamento do pescado. Portanto, a atividade
pesqueira se constitui hoje, como um dos principais desafios ao processo de
desenvolvimento regional, sobretudo em relação à necessidade de conciliar a
conservação dos sistemas naturais e a utilização racional dos recursos provenientes
destes, favorecendo a adoção de um modelo de desenvolvimento que associe os
aspectos sociais, ambientais e econômicos.
Em Penedo, a atividade pesqueira é artesanal e familiar, onde toda a
produção é vendida no mercado consumidor da própria cidade, sem praticamente
nenhum tipo de processo de beneficiamento e agregação de valor ao produto sendo as
condições de armazenamento e comercialização precárias. Algumas espécies aquáticas
de interesse comercial vêm se tornando escassas no Rio São Francisco, devido
principalmente à pesca não manejada, redução da vazão, poluição e introdução de
espécies exóticas (Sampaio et al 2015). A aquicultura na região tem sido incentivada,
difundida e apoiada por órgãos como a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do
São Francisco e do Parnaíba- CODEVASF e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e
Pequenas Empresas-SEBRAE/AL, e já se encontra em atividade com alguns pequenos
produtores.
Desta forma, a o curso de Engenharia de Pesca da UE Penedo apresenta papel
fundamental na formação de profissionais que serão indispensáveis ao incremento
sustentável da atividade na região para capacitar, fomentar e agregar valor ao
produto, possibilitando a geração de emprego e renda e melhoria da qualidade de vida
da comunidade.
8. PERFIL DO EGRESSO
O bacharel em Engenharia de Pesca deve ensejar como perfil: sólida formação
científica e profissional que possibilite absorver e desenvolver novas tecnologias;
capacidade crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando
seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e
humanística, em atendimento às demandas da sociedade; compreensão e tradução
das necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidades, com relação aos
problemas tecnológicos, socioeconômicos, gerenciais e organizativos, bem como,
utilização racional dos recursos disponíveis, além da conservação do equilíbrio do meio
ambiente; e capacidade de adaptação, de modo flexível, crítico e criativo, às novas
situações (Artigo 5º incisos I, II, III e IV da Resolução CNE/CES nº 5, de 02 de fevereiro
de 2006 – Diretrizes Curriculares do Curso de Graduação em Engenharia de Pesca).
O Curso de Engenharia de Pesca da UFAL tem como foco contribuir para a
formação de um profissional competente, visando a máxima utilização sustentável das
potencialidades dos ambientes aquáticos existentes, desde o dulcícola, a estuarina e a
marinha do Estado, sem perder de vista a atuação deste profissional dentro e fora do
País, de modo a atender a demanda de alimento e desenvolver tecnologias para o
setor num mundo globalizado.
O perfil profissional almejado é o de um Engenheiro que atenda as demandas
do setor pesqueiro regional, e que para tanto deverá:
● Administrar e gerenciar os recursos aquáticos para a produção sustentável e
continuada de bens e serviços;
● Possuir conhecimentos sobre os ecossistemas aquáticos, marinhos e de águas
interiores, possibilitando o uso tecnológico racional, integrado e sustentável desses
ecossistemas;
● Possuir conhecimentos nas áreas de aquicultura, gestão de recursos pesqueiros,
beneficiamento e industrialização do pescado,
● Saber como estruturar um agronegócio a partir dos recursos pesqueiros;
● Desenvolver condutas e atitudes que o capacitem para transformar a realidade
social e econômica na sua área de abrangência.
8.1. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
O exercício das atividades profissionais do Engenheiro de Pesca está
regulamentado pela Resolução no 279 de 15/06/1983, do Conselho Federal de
Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA) (Anexo 06). O Artigo 1 o preceitua que
“Compete ao Engenheiro de Pesca o desempenho das atividades de 01 a 18 do Art. 1 o
da Resolução CONFEA nº 218 de 29 de junho de 1973, referente ao aproveitamento
dos recursos naturais aquícolas, a cultura e utilização da riqueza biológica dos mares,
ambientes estuarinos, lagos e cursos d' água; a pesca e o beneficiamento do pescado,
e seus serviços afins e correlatos”.
Para o exercício de suas atribuições profissionais é essencial que o Engenheiro
de Pesca demonstre e contemple na sua prática como profissional e cidadão, as
seguintes competências e habilidades preconizadas nas diretrizes curriculares.
● Utilizar os conhecimentos essenciais na identificação e resolução de problemas;
● Diagnosticar e propor soluções viáveis para o atendimento das necessidades básicas
de grupos sociais e individuais, visando à melhoria da qualidade de vida das
comunidades envolvidas com a pesca e a aquicultura;
● Aplicar conhecimentos científicos, tecnológicos e instrumentais, respeitando a
linguagem, as necessidades sociais, culturais e econômicas das comunidades
pesqueiras litorâneas e do interior;
● Conhecer a biodiversidade dos ecossistemas aquáticos, visando à aplicação
biotecnológica;
● Planejar, gerenciar, construir e administrar obras que envolvam o cultivo de
organismos aquáticos;
● Supervisionar e operacionalizar sistemas de produção aquícola;
● Utilizar técnicas de cultivo, nutrição, melhoramento genético para produção de
organismos aquáticos;
● Aplicar técnicas de processamento, classificação, conservação, armazenamento e
controle de qualidade do pescado na indústria pesqueira;
● Possuir conhecimentos básicos sobre patologia e parasitologia de organismos
aquáticos;
● Projetar e conduzir pesquisas, e interpretar e difundir os resultados;
● Elaborar e analisar projetos que envolvam aspectos de mercado, localização,
caracterização, engenharia, custos e rentabilidade nos diferentes setores da atividade
pesqueira e da Aquicultura;
● Elaborar laudos técnicos e científicos no seu campo de atuação;
● Atuar no manejo sustentável em áreas de preservação ambiental, do cultivo e da
industrialização, avaliando os seus efeitos no contexto econômico e social;
● Dominar técnicas pedagógicas com vistas à atuação no ensino superior e em escolas
profissionalizantes de pesca e aquicultura;
● Conhecer, compreender e aplicar a ética e responsabilidades profissionais.
8.2. CAMPO DE ATUAÇÃO
Compete ao Engenheiro de Pesca desempenhar as atividades profissionais
previstas na Resolução 279/83 do Conselho Federal de Engenharia, Agronomia e
Arquitetura – CONFEA. No exercício de sua profissão, o Engenheiro de Pesca está
capacitado a atuar nas seguintes áreas:
● Ecologia Aquática, estudando os animais e o ambiente aquático;
● Investigação Pesqueira, contribuindo para o estudo da dinâmica de populações e
avaliações dos estoques pesqueiros de uma região;
● Tecnologia da Pesca, empregando técnicas de localização e captura de animais
aquáticos;
● Tecnologia do Pescado, fazendo o controle Higiênico-Sanitário e cuidando da
conservação e da industrialização dos produtos pesqueiros;
● Aquicultura, desenvolvendo técnicas de criação de animais aquáticos em cativeiro,
projetando instalações e pesquisando sua reprodução;
● Administração e Economia Pesqueira, administrando, regulando e fazendo o
ordenamento das atividades pesqueiras, pública ou privada, além da elaboração,
execução e avaliação de programas e projetos;
● Planejamento Pesqueiro, elaborando e avaliando programas e projetos em pesca e
aquicultura;
● Ensino e Pesquisa, nas áreas relacionadas com as atividades pesqueiras;
● Extensão Pesqueira, com a difusão e a transferência de tecnologia, com a
organização dos pescadores, visando ao desenvolvimento econômico e social da
região.
O profissional da Engenharia de Pesca é congregado através da Federação de
Associações dos Engenheiros de Pesca do Brasil (FAEP-BR), que congrega atualmente
no País doze (12) associações estaduais da categoria, que são as Associações Estaduais
de Engenheiros de Pesca (AEP’s), incluindo a Associação dos Engenheiros de Pesca de
Alagoas, que contou com o envolvimento do corpo docente do curso de Engenharia de
Pesca da UE Penedo para a sua formação e teve como seu primeiro presidente um
aluno egresso deste curso.
9. ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
9.1. METODOLOGIA DE ENSINO
As atividades de ensino são constituídas por conteúdos teóricos e práticos. As
metodologias adotadas para o conteúdo teórico são: 1) Aula Expositiva – Mesmo
sendo considerada tradicional e verbalista, poderá ser transformada em uma atividade
dinâmica, participativa e estimuladora do pensamento crítico do aluno. Para uma aula
expositiva bem organizada é necessário o domínio do conteúdo por parte do
professor. Três etapas devem ser observadas na sua aplicação: introdução,
desenvolvimento e conclusão; a aula deve ser ilustrada com recursos didáticos que
estimulem a atenção dos alunos; 2) Aula Expositiva Dialógica – Essa forma de aula
expositiva utiliza o diálogo entre professor e alunos para estabelecer uma relação de
intercâmbio de conhecimentos e experiências. O diálogo, entretanto, deve ser
considerado não apenas como uma fonte de conversação, mas sim como uma busca
recíproca do saber; 3) Estudo de Texto – Propicia o desenvolvimento das habilidades
de compreensão, análise, síntese, julgamento e inferência, entretanto é necessário
que haja também uma etapa final, a fim de que os alunos exteriorizem o
conhecimento adquirido na aula; 4) Estudo Dirigido – Visa estimular os alunos à leitura
e à interpretação aprofundada do conteúdo de um texto ou livro didático. Para isso, é
necessária elaboração de um roteiro, onde são especificadas as orientações gerais para
que os alunos possam realizar as atividades propostas, efetivando assim, o seu diálogo
com o texto; 5) Apresentação de Seminário – O seminário cria oportunidade para os
alunos se desenvolverem quanto à investigação, à crítica e à independência
intelectual. O conhecimento que será assimilado, reelaborado e até mesmo produzido
não é transmitido pelo professor, mas é estudado e investigado pelo próprio aluno,
pois este é visto como sujeito de seu processo de aprender. Além disso, o seminário
possibilita aos alunos vencer a timidez e adquirir desenvoltura pública. Dentre as
metodologias adotadas para o conteúdo prático, destacam-se: a) Demonstração
Didática – A técnica da demonstração é muito versátil e o professor pode fazer uso
dela para alcançar diferentes objetivos, principalmente os ligados aos conhecimentos
tecnológicos e científicos. A demonstração tem por objetivos: (a) propiciar a
articulação do conhecimento teórico com a prática; (b) aprofundar e consolidar
conhecimentos; (c) confirmar explicações orais e escritas, tornando-as mais reais e
concretas; (d) ilustrar o que foi exposto, discutido ou lido; (e) estimular a criticidade e a
criatividade; (f) aplicar técnicas de trabalho ou executar determinada tarefa ou
operação com o auxílio de ferramentas, instrumentos, máquinas ou aparelhos
diversos; (g) desenvolver habilidades psicomotoras necessárias às situações de vida
profissional; e (h) propor alternativas para resolver problemas; b) Atividades de
Campo - Os trabalhos de campo são de fundamental importância para o processo de
aprendizagem. É no campo que o aluno poderá perceber e apreender os vários
aspectos que envolvem o seu estudo, tanto naturais quanto sociais. Esses trabalhos
são primordiais para o ensino das ciências naturais, sendo algo impossível de ser
suprido com atividades em sala de aula e no laboratório (MORCILLO et al., 1998).
Além disto, busca-se a interdisciplinaridade, integrando a matriz curricular de
maneira a desfragmentar conteúdos, buscando uma visão mais ampla e unitária do
conhecimento, e a transversalidade, estabelecendo relações entre a teoria e as
questões práticas da vida real (BOVO, 2004). Para isso, para além das atividades de
ensino desenvolvidas diretamente no âmbito de cada disciplina, inúmeras atividades
são incentivadas e ofertadas aos discentes, envolvendo inclusive outros cursos de
graduação da UE Penedo, em especial o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas,
permitindo a integração do ensino à pesquisa e à extensão, tais como: projetos,
palestras, seminários integradores, cursos e diferentes tipos de eventos.
9.2 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO
9.2.1 ENSINO
O ensino visa à melhoria contínua da oferta do Curso, a formação cidadã, o
reconhecimento pela sociedade e a garantia de formação adequada ao perfil de
egresso desejado. Assim, o Curso de Engenharia de Pesca deve garantir a oferta
semestral das disciplinas, além de possibilitar uma revisão permanente do seu projeto
pedagógico, incluindo nesse debate os novos desenhos curriculares, buscando sempre
novas práticas pedagógicas mediante: Uso das ferramentas de Tecnologia da
Informação e da Comunicação por meio de Ambientes Virtuais de Aprendizagem;
Produção de material instrucional pelos docentes; Implantação de sistemas de tutoria
e reforço das monitorias; Formação de grupos de aprendizagem, coordenados por
docentes e acompanhados por alunos dos anos finais, criando assim uma ampla rede
de atendimento didático pedagógico; Fomentar demais estruturas didáticopedagógicas; Intensificar a mobilidade intra, interinstitucional e internacionalização
como forma de ampliar conhecimentos, saberes e culturas.
O Curso de Engenharia de Pesca não deve perder de vista que uma formação
completa deve também levar em consideração a inclusão dos estudos dos direitos
humanos, da sustentabilidade, da acessibilidade, das questões étnicos raciais e afro
descendentes, da educação ambiental e do empreendedorismo.
9.2.2 PESQUISA
Dado o caráter interdisciplinar que lhe é inerente, a Universidade Federal de
Alagoas promove a pesquisa nas mais diversas áreas de conhecimento, incentivando a
formação de grupos e núcleos de estudo que atuam nas mais diversificadas linhas de
pesquisa, considerando a classificação das áreas de conhecimento do CNPq.
O curso de Engenharia de Pesca está inserido na grande área de
conhecimento “Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca”. As linhas de pesquisa a
serem desenvolvidas pelo corpo docente e discente estarão dentro dessa grande área
de conhecimento e, mais especificamente, inserido das áreas de atuação: Aquicultura,
Ecologia Aquática, Tecnologia de Pesca, Extensão Pesqueira, Tecnologia do Pescado,
Investigação Pesqueira, Administração e Economia Pesqueira e Planejamento
Pesqueiro.
Diferentes projetos de pesquisa multidisciplinares vêm sendo desenvolvidos
em parceria entre os professores do curso e de outros cursos de graduação e pósgraduação da UFAL e de outras instituições nacionais e internacionais. Cerca de 15
projetos aprovados no último quadriênio, financiados por diferentes órgãos de
fomento tais como CNPq, Fapeal, Finep, MMA.
Um destaque para o primeiro Programa Ecológico de Longa Duração-PELD,
aprovado em Alagoas, contando com 3 professores do curso de Engenharia de Pesca
da UE Penedo.
Estes projetos geraram bolsas, equipamentos e insumos para o curso,
oportunizando e fortalecendo a relação entre pesquisa, ensino e extensão.
Além destes projetos financiados, no último quadriênio os docentes do curso
de Engenharia de Pesca aprovaram projetos em todos os editais do Programa
Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), inclusive com discentes
premiados com a menção honrosa de Excelência da UFAL.
Associado ao desenvolvimento de pesquisas, buscamos por meio desses
projetos multidisciplinares sensibilizar, através da educação ambiental, os alunos da
rede pública, especialmente os das comunidades de pescadores, para a necessidade de
se promover o desenvolvimento sustentável da pesca e da aquicultura, a valorização
do desenvolvimento humano e dos ecossistemas costeiros.
O curso de Engenharia de Pesca, está cadastrado no Diretório dos Grupos de
Pesquisa do Brasil do CNPq através de dois Grupos de Pesquisa: 1. Ecologia,
Biodiversidade e Sustentabilidade que tem como líderes a Dra. Taciana Kramer Pinto e
o Dr. Cláudio Sampaio, certificado desde 2017. É composto por 17 pesquisadores
doutores e cerca de 70 alunos dentre graduandos, graduados, especialistas, mestres e
doutores. Este grupo contempla as seguintes linhas de pesquisa: Microbiologia
Aplicada, Biologia Pesqueira, Biotecnologia Aplicada à Aquicultura, Cultivo de
Organismos Aquáticos, Desenvolvimento e aplicação de metodologias analíticas,
Ecofisiologia do Ecossistema Manguezal, Ecologia da Meiofauna com ênfase aos
Nematoda livre, Ecologia de peixes estuarinos e recifais, Ecologia Vegetal, Ecologia,
Sistemática e Taxonomia de Crustacea Decapoda, Educação Ambiental no Baixo São
Francisco, Genética Molecular de Organismos Aquáticos, Influência do cultivo de
organismos aquáticos sobre o bentos, Influência dos Parâmetros Ambientais sobre os
Organismos Bênticos, Manejo e Conservação de Recursos Pesqueiros Marinhos e
Estuarinos, Qualidade e Sanidade do Pescado, Tecnologia de Pesca, Zoologia Aplicada.
O Grupo conta com 5 professores cadastrados no Programa de Pós-Graduação de
Diversidade Biológica e Conservação nos Trópicos e uma produção no último
quadriênio de 44 artigos em periódicos B2 + de acordo com o Qualis Capes (2013-2016).
2. Aquicultura do Baixo São Francisco que tem como líder Dr. Luciano Jorge Amorim
Leite, certificado em 2019, atua nas linhas de pesquisa de Aquaponia, Carcinicultura,
Genética, Licenciamento Ambiental, Piscicultura Continental e Tecnologia do Pescado.
É composto por 7 Pesquisadores Doutores, 2 Mestres e 1 especialista e 11 estudantes
dentre graduandos e graduados.
9.2.3. EXTENSÃO
Em um país de desigualdades sociais gritantes como o Brasil, a relação da
Universidade com a comunidade tem papel extremamente importante no
desenvolvimento de ações socioeducativas que permitam minimizar estas
desigualdades, cumprindo com um papel de melhoria da qualidade de vida dos
cidadãos, colocando em prática o que é aprendido em sala de aula, sendo aplicado
fora dela de maneira socialmente útil (RODRIGUES et al, 2013).
De acordo com a Resolução n°65/2014 – Consuni/UFAL (Anexo 07), que
fornece diretrizes para o desenvolvimento de ações de extensão pela Universidade
Federal de Alagoas, em seu artigo 2°:
As atividades de Extensão reger-se-ão na Universidade Federal de Alagoas,
pelas seguintes diretrizes:
I - Interação Dialógica;
II - Interdisciplinaridade e Interprofissionalidade;
III - Indissociabilidade do Ensino, da Pesquisa e da Extensão;
IV - Impacto na Formação do discente;
V - Impacto e Transformação Social.
Neste contexto, os programas de extensão universitária devem estabelecer
uma relação entre instituição e sociedade, através da aproximação e troca de
conhecimentos de maneira horizontal entre professores, alunos e comunidade,
possibilitando práticas de ensino-aprendizagem juntamente com a pesquisa,
confrontando a teoria com situações do mundo real (HENNINGTON, 2005).
De acordo com a Resolução n°04/2018-CONSUNI/UFAL (Anexo 08), em seu
artigo 5°:
Por Programa de Extensão entende-se um conjunto articulado
de projetos e outras ações de extensão, que possuem caráter
orgânico-institucional, clareza de diretrizes e orientação para
um objetivo comum, sendo executado a médio e longo prazo,
preferencialmente integrando às ações de pesquisa e de
ensino.
Desta forma, o Programa de Extensão intitulado “Recursos humanos e
pesqueiros em Alagoas: diálogos entre comunidade e academia para o uso
sustentável”, foi proposto a partir de 2019, para nortear as atividades de extensão
realizadas pelo curso de Engenharia de Pesca da UE Penedo.
Antes da criação do Programa e desde a criação do curso em 2006, muitas
ações de extensão foram desenvolvidas e apesar da ausência de um programa
agregador e norteador, estas ações de extensão foram realizadas com sucesso e
possuindo objetivos comuns ou complementares dentro das grandes áreas de atuação
da Engenharia de Pesca, tais como: Aquicultura, Ecologia Aquática, Tecnologia de
Pesca, Extensão Pesqueira e Tecnologia do Pescado. As principais ações de extensão
desenvolvidas no último quadriênio estão listadas no Apêndice 01.
É valido ressaltar que a partir da implementação do módulo de extensão no
Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas-SIGAA, em 2015, todas as
ações de extensão são avaliadas, aprovadas e registradas junto à coordenação de
extensão da Unidade Acadêmica e à Pró-reitora de Extensão – PROEX, através desse
sistema eletrônico.
9.2.3.1. O Programa de Extensão do Curso
Título: Recursos humanos e pesqueiros: diálogos entre comunidade e academia para a
sustentabilidade.
Unidades Acadêmicas Envolvidas: CECA, ICBS, Campus Arapiraca-sede
Justificativa: Pescados continuam a ser um dos produtos alimentares mais negociados
do mundo, sendo especialmente importantes para os países em desenvolvimento,
onde por vezes, representa a metade do valor total das suas commodities. Nesses
países predomina a pesca artesanal e aquicultura de pequena escala, que apresentam
mão de obra de baixa qualificação, métodos diversificados, baixo desenvolvimento
tecnológico, pouca especialização e serviço de apoio deficiente. Muitos grupos que
desenvolvem essas atividades são carentes de assistência técnica, social e
administrativa, pois as agências de administração pesqueira historicamente, dão pouca
importância aos trabalhadores das águas. Diante disso, o presente Programa de
Extensão é proposto com a perspectiva de ampliar e sistematizar as ações de extensão
do curso de bacharelado em Engenharia de Pesca.
Abrangências: Espera-se que as ações de extensão a ser desenvolvidas no âmbito
deste programa, independentemente de sua modalidade, envolvam as Atividades
Curriculares de Extensão propostas na Matriz Curricular. Espera-se ainda que estas
ações tenham representatividade de todas as categorias da Universidade, docentes,
discentes, técnicos e terceirizados, e que sejam desenvolvidas em caráter
multidisciplinar, em colaboração com profissionais de diferentes formações, tanto
lotados no próprio curso como de outros cursos da UFAL, em especial da UE Penedo,
mas não somente, e contando com a parceria de outras instituições, estimulando
assim a interdisciplinaridade, intersetorialidade e a interinstitucionalidade.
Áreas Temáticas e Linhas de Extensão: Dentre as 8 áreas temáticas de extensão
propostas pelo FÓRUM DE EXTENSÃO DAS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO
SUPERIOR DO BRASIL – FORPROEX, o presente programa abrange duas delas: 1.Meio
Ambiente e 2. Tecnologia e Produção. Estas duas áreas temáticas apresentam ementas
e linhas programáticas que se relacionam com a atuação e atribuições do profissional
Engenheiro de Pesca, desta forma complementando a formação dos alunos e
favorecendo o princípio da indissociabilidade entre ensino-pesquisa-extensão.
As linhas programáticas contempladas pelas ementas destas duas áreas temáticas e
que serão alvo do programa são:
- Preservação e sustentabilidade do meio ambiente;
- Meio ambiente e desenvolvimento sustentável;
- Desenvolvimento regional sustentável;
- Capacitação e qualificação de recursos humanos e de gestores de políticas públicas
de meio ambiente;
- Educação ambiental;
- Gestão de recursos naturais;
- Cooperação interinstitucional na área;
- Empreendedorismo;
- Empresas Junior;
- Transferência de Tecnologia Aplicada;
- Inovação Tecnológica;
- Cooperação Interinstitucional e Cooperação internacional na área.
Objetivos:
- Objetivo Geral
Implementar uma rede de produção e difusão de conhecimentos científicos e
tecnológicos aplicados, maximizando a utilização dos recursos naturais e humanos
disponíveis e a potencialidade da região, de maneira social e ambientalmente
sustentável, respeitando e utilizando o conhecimento tradicional das comunidades,
minimizando os pontos negativos e as fragilidades da região.
- Objetivos Específicos
1. Nortear as atividades de extensão desenvolvidas pelo curso de Engenharia de Pesca
da UE Penedo;
2. Minimizar conflitos entre os usos e a conservação dos recursos naturais pelas
comunidades locais;
3. Capacitar os alunos de graduação como agentes multiplicadores do conhecimento
voltado para ações social e ambientalmente úteis;
4. Gerar benefícios as comunidades locais, tais como o aumento da renda familiar, a
fixação do homem ao campo e a possibilidade de consorcio com outras culturas. Tratase da promoção da alternativa para as famílias da região, as quais tem dificuldades de
conseguir fontes de renda extra;
5. Promover o empoderamento das comunidades tradicionais.
Ementa:
Desenvolvimento de atividades de extensão voltadas para as comunidades
tradicionais ligadas aos ecossistemas aquáticos levando em consideração o uso
sustentável dos recursos pesqueiros através da p reservação e sustentabilidade do meio
ambiente, do desenvolvimento regional sustentável, capacitação e qualificação de
recursos humanos e de gestores de políticas públicas de meio ambiente, educação
ambiental, e gestão de recursos naturais. Promoção da cooperação interinstitucional e
internacional, empreendedorismo, incentivo às ações de empresas Junior e inovação
tecnológica.
Metodologia:
- Público-Alvo: Comunidades tradicionais, tais como: povos indígenas, quilombolas,
comunidades tradicionais de matriz africana ou de terreiro, extrativistas, ribeirinhos,
caboclos, pescadores e aquicultores artesanais, pomeranos, entre outros, que se
relacionem, direta ou indiretamente, com os ecossistemas aquáticos e seus recursos.
- Período de realização: 2019-2024
O Programa de Extensão será desenvolvido principalmente, mas não
exclusivamente, a partir das Atividades Curriculares de Extensão – ACE’s propostas na
Matriz Curricular. São propostas 7 ACE’s de acordo com as informações no quadro 01,
abaixo:
Quadro 01: Atividades Curriculares de Extensão propostas como parte da metodologia
de execução do Programa de Extensão.
Nome
O fazer
extensionista
(1º período)
Modalidade
Curso/evento/
projeto/produto
Público-Alvo
O mesmo do
Programa
Objetivos
Apresentar aos discentes
do curso as práticas de
extensão universitária
através de exemplos de
intervenção.
Exatas para quê?
(2º período)
Evento
Aprofundar os conteúdos
das disciplinas de
matemática, física e
química necessários aos
discentes e aplicar estes
conteúdos através da
realização de uma feira de
ciências em parceria com
o público-alvo
Aquicultura
(4º período)
Curso/Produto
Escolas de
ensino básico,
públicas e
privadas e
ONGs que
apresentam
trabalhos
sociais com
adolescentes
em idade
escolar
Micro e
Pequenos
Aquicultores
da região
Projeto:
Aquicultura e
Processamento.
Dar suporte técnico e
administrativo a micro e
pequenos produtores com
o objetivo de Melhoria do
processo produtivo,
redução dos riscos,
mitigação dos impactos
Metodologia
Essa ACE é bastante
flexível e irá
trabalhar
inicialmente,
conteúdos teóricos
da pesquisa
extensionista e
apresentar
exemplos de
intervenção social,
Estes
conhecimentos
serão aplicados
através de uma
proposta de
qualquer
modalidade de
extensão,
construída pelos
discentes sob
orientação do
docente
responsável
Planejamento e
execução de Feira
de Ciências.
Elaboração pelos
discentes e alunos
do ensino básico,
de experimentos de
demonstração das
ciências naturais
para serem
expostos na Feira.
Será efetuado o
levantamento das
necessidades de
suporte dos micro e
pequenos
aquicultores com o
objetivo de
ambientais, atendimento à
legislação, e ganhos
socioeconômicos.
Tecnologia do
Pescado
(5º período)
Curso/Produto
Projeto:
Aquicultura e
Processamento
Pesca, Pescadores
e
Desenvolvimento
(6º período)
Curso/evento/
projeto/produto
Aquicultores,
pescadores e
alunos das
escolas
municipais
Capacitar produtores,
pescadores e seus núcleos
familiares quanto a
conservação e
aproveitamento integral
do pescado.
Pescadores
artesanais e
seus núcleos
familiares
Atender as demandas das
comunidades pesqueiras,
em relação à atividade da
pesca artesanal.
O mesmo do
Programa
Sensibilizar a comunidade
sobre os problemas
ambientais, conscientizar
e estimular a busca de
soluções para sanar tais
problemas
Projeto:
Monitoramento
da Atividade
Pesqueira e o
Meio Ambiente
Educação
Ambiental:
Sensibilizar,
conscientizar e
preservar
(7º período)
Curso/evento/
projeto/produto
Projeto:
Monitoramento
da Atividade
Pesqueira e o
Meio Ambiente
melhoria do
processo produtivo,
redução de riscos,
mitigação dos
impactos
ambientais,
atendimento à
legislação e ganhos
socioeconômicos. A
partir daí serão
desenvolvidas
ações pelos
discentes da
Engenharia de
Pesca para alcançar
as metas
compactuadas com
a comunidade.
As ações serão
elaboradas pelos
alunos com a
supervisão do
professor (a) da
área de tecnologia
do pescado, em
seguidas serão
ofertados para o
público alvo.
Será efetuado o
levantamento das
demandas das
comunidades
utilizando a
metodologia da
pesquisa-ação. A
partir daí serão
pensadas ações
como oficinas,
cursos, palestras
Os discentes terão
suporte teórico em
sala de aula para a
preparação das
palestras, oficinas e
ações ambientais.
Posteriormente,
estas atividades
serão realizadas em
escolas de
comunidades
ribeirinhas, locais
públicos da
comunidade ou no
ambiente do
entorno da
comunidade.
Integração
Técnico-Científica
(9º período)
Evento
O mesmo do
Programa
Integrar todos os
conhecimentos adquiridos
ao longo do curso através
das ações de extensão e
ofertar uma devolutiva à
comunidade a respeito
dos resultados obtidos,
Planejamento e
execução da
Semana de
Engenharia de
Pesca
Acompanhamento, Indicadores e Avaliação:
O impacto quantitativo e qualitativo das atividades do Programa, incluindo as
Atividades Curriculares de Extensão, será acompanhado e avaliado em duas etapas. A
primeira etapa diz respeito a adequação das propostas de extensão antes de sua
execução e deve ser realizada por diferentes instâncias na instituição, utilizando
indicadores como segue no quadro abaixo:
Quadro 02: Indicadores de adequação das propostas de extensão ao Programa do
Curso e as diretrizes de Extensão da UFAL.
Instância
Indicadores
Pró-reitoria de Extensão - Consonância com as diretrizes da Política Nacional de
e
Coordenação
de Extensão e da UFAL e com os objetivos extensionistas da
Extensão da U.E. Penedo Unidade Educacional.
Coordenação
de - Consonância com os objetivos do Programa de Extensão
Extensão do Curso de do curso.
Eng. de Pesca
A segunda etapa acontece após a realização da atividade e é de
responsabilidade da Coordenação de Extensão do Curso e dos docentes/pesquisadores
responsáveis pelas ações. Nessa etapa serão levados em consideração indicadores que
permitam avaliar principalmente a produção acadêmica relacionada, e o impacto das
atividades de extensão junto aos segmentos sociais alvo. Para isso alguns indicadores
quantitativos serão utilizados tais como: Número de ações realizadas, número de
municípios e comunidades atingidas, público participante estimado, número de
certificados expedidos, número de produtos e de prestação de serviços realizados.
10. APOIO DISCENTE
10.1. ACESSIBILIDADE
A UFAL atualmente possui um núcleo de estudos voltado para o
entendimento das necessidades postas para o seu corpo social, no sentido de
promoção de acessibilidade e de atendimento diferenciado aos portadores de
necessidades especiais em atenção à Política de Acessibilidade adotada pelo MEC e à
legislação pertinente.
O próprio dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado
especial, haja vista a forma atual de identificação dos alunos: a auto declaração.
Por outro lado, a UFAL tem investido na capacitação técnica de seus
servidores para o estabelecimento de competências para diagnóstico, planejamento e
execução de ações voltadas para essas necessidades.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, se
junta, agora, o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política de
Acessibilidade, qual sejam a acessibilidade: pedagógica, metodológica, de informação
e de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para o art. 59 ida Lei
9394/96, que afirma: “Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com
necessidades especiais: I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e
organização específicos, para atender às suas necessidades”.
Neste sentido, a Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de 21 de
março de 2013 (Anexo 09), orienta os sistemas de ensino no sentido de sua
implantação. Em especial, recomenda que os “PPC contemplem orientações no sentido
da adoção de parâmetros individualizados e flexíveis de avaliação pedagógica,
valorizando os pequenos progressos de cada estudante em relação a si mesmo e ao
grupo em que está inserido”.
Para tal atendimento a UFAL assume o compromisso de prestar atendimento
especializado aos alunos portadores de deficiência auditiva, visual, visual e auditiva e
cognitiva sempre que for diagnosticada sua necessidade. Procura-se, desta forma, não
apenas facilitar o acesso, mas estar sensível às demandas de caráter pedagógico e
metodológico de forma a permitir sua permanência produtiva no desenvolvimento do
curso.
Neste sentido o Núcleo de Atendimento Educacional (NAE) oferece o
necessário apoio pedagógico de forma a atender ao corpo social da UFAL em suas
demandas específicas de forma a promover a integração de todos ao ambiente
acadêmico.
O Núcleo de Acessibilidade (NAC) atua de forma a oferecer Atendimento
Educacional Especializado (AEE) aos estudantes público-alvo (pessoas com deficiência,
pessoas com Transtornos Globais de Desenvolvimento e pessoas com Altas
Habilidades). Esse atendimento tanto pode ser feito através de acompanhamento nas
salas de aulas que os alunos frequentam, quanto em atividades na sala do NAC em
horário oposto ao das aulas, para assessorar na confecção de trabalhos acadêmicos.
Podemos fazer adaptação de materiais didáticos, além de capacitar para o uso de
tecnologias assistivas, como por exemplo, recursos de informática para transformar
textos em áudio para pessoas cegas.
O NAC também promove cursos sobre recursos didáticos e assistência
educacional a pessoas com deficiência, além de eventos sobre Educação Inclusiva
aberta a toda a comunidade acadêmica. Em parceria com a Pró-reitoria de Gestão de
Pessoas e do Trabalho (PROGEP), promove cursos para corpo técnico e docente da
universidade. Atua em parceria com o Grupo de Estudo e Extensão em Atividade
Motora Adaptada (GEEAMA) e o Núcleo de Estudos em Educação e Diversidade
(NEEDI).
O AEE é um serviço da Educação Especial que identifica, elabora e organiza
recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena
participação dos alunos, considerando as suas necessidades específicas. O AEE
complementa e/ou suplementa a formação do aluno com vistas à autonomia e
independência na escola e fora dela. Atendendo, prioritariamente, os estudantes de
graduação, podendo ser atendidos estudantes da pós-graduação. De maneira geral, a
comunidade acadêmica no sentido de trabalhar a compreensão de como devemos
contribuir para a inclusão destes no universo acadêmico, o que envolve não só os
professores, mas também o corpo técnico e os demais estudantes.
Na Unidade Educacional de Penedo, o núcleo de acessibilidade que atende ao
curso de Engenharia de Pesca é composto pelo Núcleo de Atendimento Educacional
(NAE). Este oferece suporte pedagógico ao corpo docente, técnico e discente,
fortalecendo as interações entre a comunidade acadêmica.
No curso de Engenharia de Pesca, existe a preocupação constante em apoiar
os estudantes portadores de necessidades especiais, planejando material didático
diferenciado para atender as demandas específicas.
O Plano de Desenvolvimento Institucional 2013-2017 da UFAL, estabelece
algumas metas, no sentido de promoção de acessibilidade e de atendimento
diferenciado aos portadores de necessidades especiais e tem investido em
infraestrutura adequada e na capacitação técnica de seus servidores para o
estabelecimento de competências para diagnóstico, planejamento e execução de
ações voltadas para essas necessidades. Estas diretrizes são mantidas na minuta do PDI
2019-2023 que apresenta como princípio o compromisso com a inclusão e a
acessibilidade.
No curto prazo, as ações de intervenção na melhoria da mobilidade têm sido
guiadas pelos relatórios de avaliação, emitidos pelas Comissões Externas de
reconhecimento ou de renovação de reconhecimento de Cursos do INEP, que na
maioria das vezes corroboram o diagnóstico interno feito pela equipe de arquitetura
da Superintendência de Infraestrutura.
No médio e longo prazo a Unidade Educacional de Penedo já vem trabalhando
com a perspectiva de atendimento demonstrada em diversas ações: revisão de todos
os seus projetos pedagógicos para inclusão da disciplina “Língua Brasileira de Sinais LIBRAS”, já ofertada no Curso de Engenharia de Pesca como optativa, com a pretensão
de difundir e oferecer um suporte intelectual para quem desejar conhecer e se
aprofundar na linguagem dos portadores de deficiência auditiva; preparação de
material acadêmico de apoio áudio visual; produção de livros em braile pela editora
universitária; construção de rampas de acesso; instalação de elevador em local
específico; adaptação de banheiros e de salas de aula.
Nesse contexto, a Unidade Educacional de Penedo se empenha em promover
maior e melhor acessibilidade aos estudantes com necessidades especiais
beneficiando a infraestrutura já existente de modo a proporcionar o acesso adequado
aos portadores de deficiência. O curso de Engenharia de Pesca, contando com o apoio
do Núcleo de Acessibilidade da UFAL, se compromete e se empenha na promoção de
ações que propiciem melhor assistência ao estudante com necessidades especiais.
10.2. INCLUSÃO
Desde 1999 a UFAL preocupa-se com a questão da inclusão, tendo aprovado
em 2003 a Resolução 33 – COSUNI, posteriormente modificada pelo Decreto 7.824, de
11 de outubro de 2012 que dispõe sobre a política de ingresso nas IFES. Ainda, a
Resolução 54/2012 – CONSUNI (Anexo 10) institucionaliza a reserva de vagas/cotas no
processo seletivo de ingresso nos cursos de graduação da UFAL.
Neste entendimento, em 2015, foram reservadas 40% (quarenta por cento)
das vagas de cada curso e turno ofertados pela UFAL para os alunos egressos das
escolas públicas de Ensino Médio. Estão sendo reservadas no mínimo 50% (cinquenta
por cento) das vagas do curso ofertadas pela UFAL, em conformidade com a Lei nº
12.711/2012, com o Decreto nº 7.824/2012 e com as Portarias Normativas MEC nº 18,
de 11 de outubro de 2012, e nº 21, de 05 de novembro de 2012. Do percentual total
ainda, 50% (cinquenta por cento) das vagas foram destinadas aos candidatos oriundos
de famílias com renda igual ou inferior a 1,5 salários mínimo (um salário mínimo e
meio) bruto per capita e 50% (cinquenta por cento) foram destinadas aos candidatos
oriundos de famílias com renda igual ou superior a 1,5 salários mínimo (um salário
mínimo e meio) bruto per capita. Nos dois grupos que surgem depois de aplicada a
divisão socioeconômica, serão reservadas vagas por curso e turno, na proporção igual
à de Pretos, Pardos e Indígenas (PPI) do Estado de Alagoas, segundo o último censo do
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, que corresponde a
67,22% (sessenta e sete vírgulas vinte e dois por cento). Nos quatro grupos que
surgem depois de aplicadas a divisão, estão reservadas vagas no curso, na proporção
igual à de pessoas com deficiência do Estado de Alagoas, que corresponde a 27,55%.
11. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA PEDAGÓGICA
11.1. ESTRUTURA CURRICULAR
A estrutura curricular possibilita ao discente a flexibilização na escolha entre
perfis distintos, através das disciplinas eletivas ofertadas no Curso.
O curso é diurno (1 entrada anual), modalidade presencial, total de vagas: 50
vagas por semestre. A carga horária total é de 4311 horas, distribuída em 10
semestres, sendo 3.402 horas de disciplinas obrigatórias, 36 horas de disciplina eletiva,
54 horas de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), 200 horas de Estágio
Supervisionado Obrigatório (ESO), 187 horas de Atividades Complementares e 432
horas de Atividades Curriculares de Extensão (ACE). Cada semestre tem uma duração
de 100 dias letivos, com 25 horas semanais, exceto o décimo período que trata do
trabalho de conclusão de curso. O tempo mínimo de integralização curricular é de 4,5
anos (CNE/CES nº 8/2007), a integralização plena é de 5 anos (CNE/CES nº 8/2007),
enquanto a integralização máxima de é de 50% da duração plena curso, ou seja, 7,5
anos (CNE/CES nº 8/2007).
11.2. COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS
Em linhas gerais, o Curso de Engenharia de Pesca, contempla os seguintes
componentes curriculares obrigatórios apresentados na figura 01 e na tabela 01.
Figura 01: Componentes curriculares do curso de Engenharia de Pesca / UFAL.
Tabela 01: Componentes curriculares do curso de Engenharia de Pesca / UFAL e sua
respectiva carga horária.
Componentes Curriculares
Carga Horária
SIEWEB
Hora-Aula
50 minutos
Disciplinas Obrigatórias
(carga horária fixa)
3.402
4.082
Disciplinas Eletivas
36
43
Trabalho de Conclusão de
Curso (TCC)
54
65
Estágio Supervisionado
Obrigatório (ESO)
200
240
Atividades Complementares
(carga horária flexível)
187
224
Atividades Curriculares de
Extensão (ACE)
432
518
Total
4.311
5.173
11.3. MATRIZ CURRICULAR
A matriz curricular é um referencial para as atividades em Engenharia de
Pesca que estimula a reflexão e adequação das políticas de melhoria da qualidade da
educação bem como o desempenho profissional. Assim, a proposta curricular
concebida para o Curso de Engenharia de Pesca do Campus Arapiraca - UFAL tem
como princípio, conduzir o perfil do Engenheiro de Pesca estruturado pela matriz de
competências e habilitações, que está atrelado ao domínio de novas tecnologias, à
capacidade empreendedora do profissional e à utilização sustentável dos recursos
pesqueiros.
A palavra “matriz” remete às ideias de “criação” e “geração” que norteiam
uma concepção mais abrangente e dinâmica de currículo, o que significa propor
instrumentos que permitam orientar práticas formativas e as situações de trabalho em
Engenharia de Pesca, proporcionando a unidade na diversidade a partir dos três
núcleos de conteúdo: o núcleo de conhecimentos básicos, o núcleo de conhecimentos
profissionais essenciais e o núcleo de conhecimentos essenciais específicos (atividades
complementares).
Os conceitos da matriz do Curso de Engenharia de Pesca da UFAL foram
definidos com base nas Diretrizes Curriculares para o Curso de Graduação em
Engenharia de Pesca (Resolução CNE/CES nº 5 de 02 de fevereiro de 2006) e o artigo 1º
da Resolução CONFEA nº 218 de 29 de junho de 1973 e a Resolução CONFEA
1010/2005 de 1 de julho de 2007, as quais fazem referência às principais áreas de
atuação do engenheiro de pesca e regulamentam as suas atividades no âmbito da
atuação profissional.
A matriz curricular do curso está distribuída ao longo de dez semestres, sendo
os três primeiros com as disciplinas do núcleo de conhecimentos básicos (Química I,
Química II, Matemática I, Matemática II, Matemática III, Física I, Física II, Desenho
Técnico, Estatística, Ecologia, Ética, Biologia Geral, Computação aplicada à Engenharia
de Pesca, Metodologia Científica, Bioquímica, Fundamentos da Sociologia Rural) que
possuem importância para as disciplinas profissionais e eletivas do curso. A partir do
quarto semestre são abordadas disciplinas profissionais necessárias para incorporação
das disciplinas eletivas que são ofertadas a partir do sétimo semestre que permitem
aprimorar o profissional em formação em áreas específica da profissão. Dentre a carga
horária de disciplinas obrigatórias estão as atividades curriculares de extensão (ACE),
ofertadas ao longo de todo o curso. No décimo semestre o aluno é submetido ao
Estágio Supervisionado Obrigatório – ESO e ao Trabalho de Conclusão do Curso – TCC
como requisitos finais para obtenção do título.
Além da carga horária imposta pela matriz curricular o discente terá que
desenvolver atividades complementares (184 horas), ao longo da sua formação, sendo
incentivado pela coordenação do curso e professores para participar de atividades
relevantes para sua formação profissional.
A matriz curricular visa capacitar o aluno para atuar nas diversas áreas
profissionais, por exemplo: Aquicultura (Introdução a Aquicultura, Engenharia para
Aquicultura, Nutrição para Aquicultura, Algicultura, Larvicultura de Organismos
Aquáticos, Piscicultura Continental, Enfermidades na Aquicultura, Piscicultura Marinha,
Malacocultura, Aquicultura especial, Carcinicultura), Tecnologia de Pesca (Tecnologia
de Aparelhos de Pesca, Tecnologia de Captura, Máquinas e Motores, Navegação);
Ecologia Aquática (Zoologia Aquática I e II, Carcinologia, Malacologia, Ictiologia,
Geologia dos Ambientes Aquáticos, Limnologia Abiótica, Fisioecologia de Animais
Aquáticos, Limnologia Biótica, Oceanografia Abiótica, Poluição Aquática, Avaliação de
Impactos Ambientais); Gestão Pesqueira (Atividade Pesqueira, Legislação Aplicada a
Eng. de Pesca, Dinâmica Populacional, Avaliação de Estoques Pesqueiros, Economia
Pesqueira, Extensão Pesqueira, Ordenamento Pesqueiro); Tecnologia do Pescado
(Microbiologia do Pescado, Instalações Pesqueiras, Tecnologia e Inspeção do Pescado,
Beneficiamento e Industrialização do Pescado); entre outras.
Portanto, a matriz curricular (tabela 02 e 03) é um referencial para as atividades
em Engenharia de Pesca que fomenta a reflexão e orientação garantindo a coerência
das políticas de melhoria da qualidade da educação bem como o desempenho
profissional e institucional.
Tabela 02: Matriz curricular do Curso de Engenharia de Pesca/UFAL apresentando as
disciplinas obrigatórias separadas por semestres.
ORDENAMENTO CURRICULAR DE ENGENHARIA DE PESCA/UFAL - REGIME SEMESTRAL
DISCIPLINAS FIXAS
Carga horária
Semestre
Disciplina
2
3
Semanal
Teórica
Prática
Semestral
Matemática I
Sim
03
54
-
54
Ética
Sim
03
54
-
54
Sim
03
36
18
54
Sim
02
24
12
36
Biologia Geral
Sim
05
63
27
90
Química I
Sim
04
56
16
72
ACE I – O Fazer
Extensionista
Sim
03
14
40
54
Carga horária total do período
23
Computação
Aplicada
Engenharia
Pesca
1
Obrigatória
Introdução
Engenharia
Pesca
à
de
à
de
414 h
Matemática II
Sim
03
54
-
54
Física I
Sim
03
36
18
54
Zoologia
Aquática I
Sim
03
36
18
54
Botânica
Aquática
Sim
03
36
18
54
Química II
Sim
03
44
10
54
Fundamentos de
Sociologia Rural
Sim
02
30
06
36
Desenho Técnico
Sim
03
20
34
54
ACE II - Exatas
para quê?
Sim
03
22
50
72
Carga horária total do período
24
432 h
Matemática III
Sim
03
54
-
54
Física II
Sim
03
36
18
54
Zoologia
Aquática II
Sim
02
30
06
36
Ecologia
Sim
03
36
18
54
Topografia
Sim
03
27
27
54
Metodologia
Científica
Sim
03
10
44
54
Bioquímica
Sim
03
36
18
54
Estatística
Sim
04
54
18
72
Carga horária total do período
24
Malacologia
Sim
03
36
18
54
Ictiologia
Sim
04
50
22
72
Sim
03
36
18
54
Sim
03
36
18
54
Sim
03
36
18
54
Sim
02
18
18
36
Sim
05
20
70
90
Carga horária total do período
23
Geologia
Ambientes
Aquáticos
4
Mecânica
Aplicada
Engenharia
Pesca
dos
à
de
Limnologia
Abiótica
5
432 h
Introdução
Aquicultura
à
ACE
III
Aquicultura
-
414 h
Meteorologia
Física e Sinóptica
Sim
03
36
18
54
Engenharia para
Aquicultura
Sim
04
52
20
72
Microbiologia do
Pescado
Sim
03
45
09
54
Carcinologia
Sim
03
27
27
54
Fisioecologia de
Animais
Aquáticos
Sim
03
36
18
54
Limnologia
Biótica
Sim
02
24
12
36
Nutrição
para
Aquicultura
Sim
03
36
18
54
ACE
Sim
03
27
27
54
IV
-
Tecnologia
Pescado
do
Carga horária total do período
Sim
03
36
18
54
Algicultura
Sim
02
24
12
36
Sim
03
48
06
54
Instalações
Pesqueiras
Sim
03
45
09
54
Dinâmica
Populacional
Sim
03
36
18
54
Atividade
Pesqueira
Sim
02
36
18
54
Piscicultura
Continental
Sim
04
48
24
72
ACE V – Pesca,
pescadores
e
desenvolvimento
Sim
03
27
27
54
Carga horária total do período
24
de
Oceanografia
Biótica
432 h
Sim
03
36
18
54
à
de
Sim
03
36
18
54
Geoprocessamen
to
e
Sensoriamento.
Remoto
Sim
03
30
24
54
Enfermidades na
Aquicultura
Sim
03
36
18
54
Tecnologia
Aparelhos
Pesca
de
de
Sim
03
36
18
54
Tecnologia
Inspeção
Pescado
e
do
Sim
04
60
12
72
Legislação
aplicada
Engenharia
Pesca
7
432 h
Oceanografia
Abiótica
Larvicultura
Organismos
Aquáticos
6
24
Piscicultura
Marinha
Sim
02
28
08
36
Eletiva
Obrigatória
Sim
02
36
00
36
Sim
02
12
24
36
Carga horária total do período
25
ACE
VI
Educação
ambiental
Máquinas
Motores
8
–
e
Sim
03
36
24
54
Malacocultura
Sim
02
24
12
36
Poluição
Aquática
Sim
02
32
04
36
Beneficiamento e
Industrialização
do Pescado
Sim
04
45
27
72
Avaliação
Estoques
Sim
03
54
-
54
Sim
02
24
12
36
Sim
02
32
04
36
Sim
03
42
12
54
Sim
03
36
18
54
Carga horária total do período
24
de
Aquicultura
Especial
Segurança
Trabalho
Genética
Aplicada
Engenharia
Pesca
do
à
de
Economia
Pesqueira
9
450 h
Navegação
432 h
Sim
03
36
18
54
Sim
02
30
06
36
Extensão
Pesqueira
Sim
02
24
12
36
Ordenamento
Pesqueiro
Sim
02
36
-
36
Gestão
Sim
02
36
-
36
Avaliação
Impactos
Ambientais
de
10
Empresarial
Marketing
e
Tecnologia
Captura
de
Elaboração
Projetos
de
Sim
03
36
18
54
Sim
02
26
10
36
Carcinicultura
Sim
04
56
16
72
ACE
VIIIntegração
Técnico-Científica
Sim
04
12
60
72
Carga horária total do período
24
TCC
RESUMO
432 h
Sim
54 h
Disciplinas obrigatórias
3.402
Disciplina eletiva
36
Atividade Curricular de Extensão (ACE)
432
Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO)
200
Atividades Complementares
187
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
54
Carga Horária de Integralização Curricular
4.311
Tabela 03: Disciplinas Eletivas do Curso de Engenharia de Pesca/UFAL.
ORDENAMENTO CURRICULAR DE ENGENHARIA DE PESCA/UFAL - REGIME SEMESTRAL
DISCIPLINAS ELETIVAS
Semestre
(A partir)
Disciplina
Eletiva
Carga horária
Obrigatória
Semanal
Teórica
Prática
Semestral
Total
1
3
6
7
Noções de
matemática
básica
Não
02
36
00
36
Redação e
apresentação de
trabalhos
científicos
Não
02
36
00
36
Dificuldades de
Aprendizagem
Não
02
36
00
36
Ecossistema
Manguezal
Não
02
18
18
36
Ecologia de
campo
Não
02
12
24
36
Sociologia Geral
Não
02
36
00
36
Biogeografia
Não
02
26
10
36
Linguagem
Brasileira de
Sinais – LIBRAS
Não
02
18
18
36
Ecologia de
peixes estuarinos
Não
02
18
18
36
Animais
peçonhentos e
venenosos
Não
02
18
18
36
Educação
ambiental
Não
02
18
18
36
Sistemas de
Recirculação em
Aquicultura
Não
02
26
10
36
Ecologia Acústica
Aplicada à Pesca
e Aquicultura
Não
02
28
8
36
Aquaponia
Não
02
18
18
36
Navegação II
Não
02
18
18
36
Ecologia e
Conservação de
Peixes
Não
02
18
18
36
Fundamentos de
Mergulho Livre
Não
02
10
26
36
11.4. EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS
1º PERÍODO
Disciplina: Matemática I
Código:
CH Teórica: 54 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 0 h
Ementa: Teoria dos conjuntos, as funções do 1º e 2º graus, modular, bem como as funções
exponenciais e logarítmicas; Congruência e semelhança de figuras planas. Estudo do triângulo e do
círculo. Sólidos geométricos.
Bibliografia Básica
GOLDSTEIN, L. J. Cálculo e suas aplicações. São Paulo: Hemus, 2007.
THOMAS, G. B.; WEIR, M. D.; HASS, J.l. Cálculo. Volume 1, 12. ed. São Paulo: Pearson, 2013.
SVIERCOSKI, R.F. Matemática Aplicada às Ciências Agrárias. Viçosa: UFV, 2008. 333p
Bibliografia Complementar
FERREIRA, R. S. Matemática aplicada às ciências agrárias: análise de dados e modelos. Viçosa. Ed.
UFV, 2005.
GUIDORIZZI, L. Um Curso de Cálculo. Volumes 2e 3. Rio de Janeiro: LTC Editora, 1995.
Leithold, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica. 3ª ed. Harbra, 1994;
ROSÁRIO, Alex Victor do. Pré-Cálculo/Alex Victor do Rosário. 1ª ed. Aracajú-SE, 2017;
HOFFMANN. Cálculo - Um Curso Moderno e suas Aplicações - Tópicos Avançados. 11ª ed. LTC,
2015
Disciplina: Ética
Código:
CH Teórica: 54 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 0 h
Ementa: História, fundamentação e conceituação filosófica de moral, ética e valores. Aspectos
éticos na pesquisa e no exercício profissional. A ética e a discriminação social e racial. Propriedade
intelectual. Modelo participativo de gestão.
Bibliografia Básica
ROBINSON, Dave; GARRATT, Chris. Entendendo Ética. São Paulo: Leya,2013.
VALLS, Álvaro L.M. O que é Ética. São Paulo: Brasiliense, 1994.
VÁZQUEZ, Adolfo Sanches. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1985.
Bibliografia Complementar
CAMARGO, Marculino. Fundamentos de ética geral e profissional. Petrópolis: Vozes, 2014.
JONAS, Hans. O princípio da responsabilidade: ensaio de uma ética para a civilização tecnológica.
Rio de Janeiro: Contraponto, 2017.
SÁ, Antônio Lopes. Ética profissional. São Paulo: Atlas, 2009.
VAZ, Henrique Lima. Escritos de Filosofia IV: Introdução à Ética filosófica 1. São Paulo: Loyolas,
1999.
VAZ, Henrique Lima. Escritos de Filosofia IV: Introdução à Ética filosófica 2. São Paulo: Loyolas,
1999.
Disciplina: Computação Aplicada à Engenharia de Pesca
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Estudo de componentes básicos de um sistema de computação. Introdução à organização
dos computadores: arquitetura, sistemas operacionais e compiladores. Utilização de planilhas
eletrônicas e editores de texto. Algoritmos estruturados e estrutura de dados. Linguagens de
programação: teoria e prática em laboratório. Resolução de problemas: análise e estratégias de
solução.
Bibliografia Básica:
CARVALHO, André Carlos Ponce de Leon Ferreira de; LORENA, Ana Carolina. Introdução à
computação: hardware, software e dados. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
PUGA, Sandra; RISSETTI, Gerson. Lógica de programação e estrutura de dados: com aplicações em
Java. 3ª Ed. São Paulo: Pearson Education, 2016.
VELLOSO, F. C. Informática: conceitos básicos. 10ª Ed. Rio de Janeiro: Campus, 2017.
Bibliografia Complementar:
BORGES, Klaibson Natal Ribeiro. Libre Office Para Leigos. Disponível em:
<http://www.utfpr.edu.br/patobranco/estrutura-universitaria/diretorias/dirgrad/cursos/coagr/
documentos/normativas/livro-libreoffice-para-leigos>. Acesso em: março de 2018.
DEITEL, Harvey M.; DEITEL, Paul J. Java: Como Programar. 10ª Ed. São Paulo: Pearson, 2016.
KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming: Fundamental Algorithms. 3ª Ed. Reading:
Addison-Wesley, 1997.
TANENBAUM, A. S. Organização Estruturada de Computadores. 6ª Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014.
WAZLAWICK, Raul Sidnei. História da Computação. São Paulo: Elsevier, 2016.
Disciplina: Introdução à Engenharia de Pesca
Código:
CH Teórica: 24 h
Carga Horária (CH): 36 h
CH Prática: 12 h
Ementa: Histórico da Engenharia de Pesca. Áreas de atuação. Regulamentação do exercício da
profissão. Função social do Engenheiro de Pesca. Princípios de formação ética. Oportunidades
ocupacionais do Engenheiro de Pesca. Atividade prática supervisionada.
Bibliografia Básica:
BAZZO, W.A. e PEREIRA, L.T.V. 2006. Introdução à Engenharia: Conceitos, Ferramentas e
Comportamentos. Editora: UFSC. Edição I, Volume I.
BRAGA, B. 2005. Introdução à Engenharia Ambiental. Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall. XVI.
318 p.
SOARES, M.C.F. e HAZIN, F.H.V. 2010. A Engenharia de Pesca no Brasil: Trajetória de 40 Anos.
Recife: Ed. dos organizadores, 204 p.
Bibliografia Complementar
ANDRÉS, A.F. 1995. Como Pescar en el Mar: el medio marino. Técnicas y Modalidades de Pesca.
Barcelona: Hispano Europea, 224 p.
BARBIERI, J.C. 2000. Desenvolvimento e Meio Ambiente: as Estratégias de Mudanças da Agenda
21. Petrópolis: Vozes, 156 p.
CALLOU, A.B.F e SANTOS, M.S.T. 2003. Extensão Pesqueira e Gestão no Desenvolvimento Local.
In: Prorenda Rural – PE (Org.) Extensão Pesqueira: desafios contemporâneos. Recife: Bagaço.
GONÇALVES, A.A. 2011. Tecnologia do Pescado: Ciência, Tecnologia, Inovação e Legislação. São
Paulo, SP. Atheneu. XVI, 608p.
MENEZES, A. 2005. Aquicultura na Prática: Peixes, Camarões, Ostras, Mexilhões e Sururus. Vila
Velha, ES. Hoper, 107 p.
Disciplina: Biologia Geral
Código:
CH Teórica: 63 h
Carga Horária (CH): 90 h
CH Prática: 27 h
Ementa: Célula Animal e vegetal: Introdução à célula; Constituição química e ultraestrutura;
Respiração e secreção celular. Permeabilidade e transporte através da membrana celular;
Movimento celular; Diferenciação celular, cromossomos e reprodução celular, princípios básicos de
hereditariedade, DNA a natureza química do Gene. Embriologia: Introdução à embriologia:
fecundação, tipos de óvulos e segmentação. Tecidos: de revestimento e secreção; de sustentação e
preenchimento, muscular e nervoso.
Bibliografia Básica:
ALBERTS, B.; BRAY, D.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WATSON, J. 2010. Biologia molecular da
célula. 5a ed. Porto Alegre: Artmed.
JUNQUEIRA, L. C., CARNEIRO, J. 2012. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan.
JUNQUEIRA, L. C., CARNEIRO, J. 2013. Histologia Básica. 12ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
GARCIA, S.M.L.; FERNÁNDEZ, C.G. 2012. Embriologia. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed.
Bibliografia Complementar
COOPER, G.M.; HAUSMAN, R.E. 2007. A célula – uma abordagem molecular. 3ª ed. Porto Alegre:
Artmed, 2007.
DI FIORE, M.S.H. 1995. Atlas de Histologia. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
GARTNER, L. P.; HIATT, J. L. Tratado de Histologia em Cores. 2007. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan.
LODISH, H; BERK, A. 2014. Biologia Celular e Molecular. 7ª ed. Porto Alegre: Artmed.
MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N.; TORCHIA, M.G. 2013. Embriologia Básica. 8ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan.
Disciplina: Química I
Código:
CH Teórica: 56 h
Carga Horária (CH): 72 h
CH Prática: 16 h
Ementa: Classificação da matéria, conceito de massa molar. Cálculos estequiométricos. Ligações
químicas. Soluções e reações químicas. Cinética química. Teoria de ácido e base, equilíbrio químico,
conceito de pH e pOH, hidrólise, equilíbrio de solubilidade, complexação e oxi-redução.
Gravimetria, volumetria.
Bibliografia Básica:
RUSSEL, J. B. Química Geral. 1 e 2. ed. São Paulo: Editora Makron Books, 1994.
SKOOG; WEST; HOLLER; CROUCH. Fundamentos de Química Analítica. Tradução da 8a Edição
Americana, Thomson, 2004.
HARRIS, C.D. Análise Química Quantitativa. 6ª ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2005.
Bibliografia Complementar
BACCAN, N., ANDRADE, J. C., GODINHO, O.E. S., BARONE, J.S. Química Analítica Quantitativa
Elementar. 3ª ED. São Paulo: Editora Edgard Blucher. 2001.
VOGEL, A. Química Analítica Qualitativa. 5ª ed. São Paulo: Editora MestreJou, 1981.
ALEXÉEV, V. Análise Quantitativa. 3. ed. Porto: Lopes da Silva, 1983.
MAHAN, B. M., MYERS, R. J. Química um curso universitário. 6ª Ed. São Paulo: Editora Edgard
Blucher. 1995.
CHISTIAN, G. D. Analytical Chemistry. Fifth Edition, Wiley, 1994.
Disciplina: ACE I – O Fazer Extensionista
Código:
CH Teórica: 14 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 40 h
Ementa: Introdução à prática extensionista, propostas metodológicas teórico-práticas.
Bibliografia Básica
ALMEIDA, M. A universidade possível: experiência de gestão universitária. Londrina. Ed. da
Universidade Estadual de Campinas, 343p. 2001.
FRANTZ, W., SILVA, E. W. As funções sociais da Universidade: o papel da extensão e a questão
das comunitárias. Ijuí: Ed. Unijuí, 248p. 2002. (Coleção ciências sociais).
NOGUEIRA, M.D.P., Extensão universitária: diretrizes conceituais e políticas. Fórum de PróReitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras. Belo Horizonte: PROEX/UFMG, 194p.
2000.
Bibliografia Complementar
FREIRE, P. Extensão ou Comunicação? 10 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992. • GURGEL, R. M..
Extensão Universitária: comunicação ou domesticação? São Paulo: Cortez; Autores Associados,
UFC, 1986.
MORRIN, E. Ciência com consciência. Rio de Janeiro: BertaneBrasil,1998.
ANDRADE, I. A. L. de (Org.) (2006) Metodologia do Trabalho Social. A experiência da extensão
universitária, Natal-Brasil, EDUFRN, 108p.
CAPORAL, Francisco Roberto; COSTABEBER, José Antônio (2001) Agroecologia e desenvolvimento
rural sustentável: perspectivas para uma nova extensão rural, Porto Alegre, AMATER, 36 p.
THIOLLENT, M.; Castelo Branco, A. L.; Guimarães, R. G. M.; Araújo Filho, T. (Orgs.) (2003) Extensão
Universitária. Conceitos, métodos e práticas, Rio de Janeiro: UFRJ, 175 p.
2º PERÍODO
Disciplina: Matemática II
Código:
CH Teórica: 54 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 0 h
Ementa: Funções reais de uma variável real, limite e continuidade. Derivada. Aplicações da
derivada. Integral definida, antiderivadas, teorema fundamental do cálculo. Mudança de variáveis.
Aplicações da integral.
Bibliografia Básica
MENDELSON, E. Cálculo: Coleção Schaum. 4ed. São Paulo: Bookman, 2007
LARSON, R.; EDWARDS, B. H. Cálculo com aplicações. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos,
2005;
HOOFFMAN, L. D. Cálculo: Um curso moderno e suas aplicações. 10ª ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e científicos, 2014.
Bibliografia Complementar
LEITHOLD. L., O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 1, 3ª edição – São Paulo: Editora Harbra,
1994.
STEWART, J., Cálculo. Vol. 1. 4ª Edição. Pioneira Thomson Learning. São Paulo, 2005C
ANTON, H.; BIVENS I.; DAVIS, S. Cálculo: um novo horizonte. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
v. 1.
BOULOS, Paulo. Introdução ao cálculo: calculo diferencial: várias variáveis. ed. rev. São Paulo:
Edgar Bluche, 1978. v.3. 250 p. 3.
KAPLAN, Wilfred. Calculo avançado. São Paulo: Edgard Blucher, 1972. v.1. 339 p.v.3
Disciplina: Física I
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Medidas físicas e o sistema internacional de unidades. Cinemática da partícula em uma e
duas dimensões. Leis de Newton. Trabalho e energia. Conservação da energia. Sistemas de
partículas e colisões. Rotação. Rolamento, torque e momento angular. Equilíbrio dos corpos
rígidos. Hidráulica.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY; RESNICK. 2006. Fundamentos de Física: Vol I. 7ª Ed. São Paulo, LTC
HALLIDAY; RESNICK. 2006. Fundamentos de Física: Vol II. 7ª Ed. São Paulo, LTC
TIPLER. Física para Cientistas e Engenheiros: Vol I. 5ª Ed. São Paulo, LTC 2006.
Bibliografia Complementar:
MOYSES NUSSENZVEIG. Curso De Física Básica: Vol1. 4ª Ed. Edgard Blucher 2002.
MOYSES NUSSENZVEIG. Curso De Física Básica: Vol2. 4ª Ed. Edgard Blucher 2002.
SEARS e ZEMANSKY Hugh D. YOUNG e Roger A. FREEDMAN, Física Vol.2 Termodinâmica e Ondas.
12º edição, 2008. Editora Pearson.
BRUNETTI, F. Mecânica dos fluidos. 2ª. ed. Pearson Prentice Hall, revisada. 2008. ÇENGEL, Y.A.;
CIMBALA, J.M. Mecânica de Fluidos. Fundamentos e Aplicações. 3º edição Ed. McGraw-Hill, 2015.
Disciplina: Zoologia Aquática I
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Introdução à Zoologia. Biologia e Ecologia dos grandes grupos de Invertebrados Aquáticos.
Importância dos invertebrados para a Pesca e a Aquicultura.
Bibliografia Básica:
BRUSCA, R.C., BRUSCA, G.J. 2006. Invertebrados. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro.
Hickman JR., C.P., Larry S. R., Larson, A. 2004. Princípios Integrados de Zoologia. Guanabara
Koogan, Rio de Janeiro.
RUPPERT, E. E.; FOX, R. S., BARNES. R. D. 2006. Zoologia dos Invertebrados. 6ª ed. Editora Roca,
São Paulo.
Bibliografia Complementar:
RIBEIRO-COSTA, S. C., ROCHA, R.M. 2002. Invertebrados. Manual de Aulas Práticas. Série Manuais
Práticos em Biologia. Holos Editora.
MARGULIS, L., SCHWARTZ, K. V., 2001. Cinco reinos: um guia ilustrado dos filos de vida na terra. –
3ª ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
SCHIMDT-NIELSEN, K. 2002. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. – 5ª ed. – São Paulo:
Santos.
STORER, T. L.; USINGER, R. L., STEBBINS, R. C., 2002. Zoologia geral. – 6ª ed. – São Paulo:
Companhia Editora Nacional.
FRANSOZO, A., NEGREIROS-FRANSOZO, M.L. (eds.), 2016. Zoologia dos Invertebrados. 1a edição,
Rio de Janeiro, Roca.
Disciplina: Botânica Aquática
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Noções de Morfologia Vegetal (raiz, caule, folha, flor, fruto e semente). Noções básicas de
Sistemática Vegetal. Regras básicas de Nomenclatura Botânica. Introdução ao estudo da Botânica
Aquática. Coleta e Preparação de Herbário Ficológico/Angiospermas. Introdução ao estudo do
Fitoplâncton; Cyanophyta: Pyrrophyta; Chlorophyta: Phaeophyta: Algas e seu emprego industrial,
comercial, médico, farmacêutico; principais famílias de fanerógamos. Aspectos básicos de
taxonomia de plantas superiores. Principais famílias de fanerógamas aquáticas. Principais
formações vegetais costeiras: marismas, manguezais, restingas, praias e floresta atlântica.
Distribuição, adaptações, ecologia e importância, principais habitats e principais fatores
ambientais. Principais adaptações da vegetação.
Bibliografia Básica:
RAVEN, P.H., R. F. EVERT & S. E. EICHHORN. 2007. Biologia Vegetal. 7ª Edição. Guanabara Koogan.
MODESTO, Z. M. M. & SIQUEIRA, N. J. B. 1981. Botânica. Currículo de Estudos de Biologia. Editora
Pedagógica e Universitária. São Paulo.
NULTSCH, WILHEM. Botânica Geral. 2000. 10ª Edição. ARTMED, Porto Alegre.
Bibliografia Complementar:
GRAHAM, J. E.; WILCOX, L.E.; GRAHAM. Algae (2nd Edition). Benjamin Cummings. Edição: 2 (9 de
novembro de 2008). 720 pg.
FRANCESCHINI, I. A.; BURLIGA, A. L.; PRADO, J. F.; RÉZIG, S. H. 2010. Algas. ARTMED, Porto Alegre.
REVIERS, B. 2006. Biologia e filogenia das algas. 1ª Edição. ARTMED, Porto Alegre.
JUDD, W.; CAMPBELL, C.S.; KELLOGG, E.A.; STEVENS, P.F.; DONOGHU, M.J. Sistemática Vegetal um Enfoque Filogenético. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 612p.
ESTEVES, F. E. 1998. Fundamentos de Limnologia. 2ª Edição. Editora Interciência, Rio de Janeiro.
Disciplina: Química II
Código:
CH Teórica: 44 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 10 h
Ementa: Importância da Química Orgânica. Operações básicas de laboratório. Teoria Estrutural.
Conceitos, propriedades e estereoisomeria de: hidrocarbonetos, compostos halogenados, álcoois,
éteres, fenóis, aldeídos, cetonas, carboidratos, ácidos carboxílicos, ésteres, lipídios, aminas,
amidas, aminoácidos, peptídeos e proteínas.
Bibliografia Básica:
RICHEY JR., H. G. (1986) Química Orgânica. 1 ed. Guanabara Koogan S. A., Rio de Janeiro.
SOLOMONS, T. W. (1996) Química Orgânica. v. 1, 2 e 3. 6a ed. Livros Técnicos e Científicos, São
Paulo.
SKOOG; WEST; HOLLER; CROUCH. Fundamentos de Química Analítica. Tradução da 8a Edição
Americana, Thomson, 2004.
Bibliografia Complementar:
RUSSEL, J. B. Química Geral. 2. ed. São Paulo: Editora Makron Books, 1994.
HARRIS, C.D. Análise Química Quantitativa. 6ª ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2005.
BACCAN, N., ANDRADE, J. C., GODINHO, O.E. S., BARONE, J.S. Química Analítica Quantitativa
Elementar. 3ª ED. São Paulo: Editora Edgard Blucher. 2001.
VOGEL, A. Química Analítica Qualitativa. 5ª ed. São Paulo: Editora MestreJou, 1981.
MAHAN, B. M., MYERS, R. J. Química um curso universitário. 6ª Ed. São Paulo: Editora Edgard
Blucher. 1995.
Disciplina: Fundamentos de Sociologia Rural
Código:
CH Teórica: 30 h
Carga Horária (CH): 36 h
CH Prática: 6 h
Ementa: Fundamentos da Sociologia Clássica. O rural como objeto de estudo. Sociedade rural:
relações e formas de produção nas comunidades agrícolas e pesqueiras. Dinâmicas da vida social
no campo. A questão agrária e os movimentos sociais (agricultores e de pescadores).
Bibliografia Básica:
MEDEIROS, Leonildo Servolo de. Reforma agrária no Brasil: história e atualidade da luta pela
terra. São Paulo: Fundação Perseu Abrano, 2003.
QUINTANEIRO, Tânia; BARBOSA, Maria Ligia de Oliveira; OLIVEIRA, Márcia Gardênia Monteiro
Oliveira (Org.). Um toque de clássicos: Durkheim, Marx e Weber. Belo Horizonte: Editora UFMG,
1995.
WANDERLEY, Maria Nazaré Braudel. Um saber necessário: os estudos rurais no Brasil. Campinas:
UNICAMP, 2011.
Bibliografia Complementar:
BERGAMASCO, Sônia Maria; NORDER, Luiz Antônio Cabello. O que são assentamentos rurais. São
Paulo: Brasiliense, 1996.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Tempos e espaços nos mundos rurais do Brasil. In: Ruris, Centro de
Estudos Rurais. IFCH/UNICAMP, 1, 1, 2007.
DIEGUES, Antonio Carlos. O mito da natureza intocada. São Paulo: Hucitec, 2001.
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Tradução de Tomaz Tadeu Silva e
Guaraciara Lopes Louro. 11. ed. Rio de Janeiro: DP & A, 2000.
MEDEIROS, Leonildo Servolo de. História dos movimentos sociais no campo. Rio de Janeiro: Fase,
1989.
MIRALHA, Wagner. Questão agrária brasileira: origem, necessidade e perspectivas de reforma
hoje. Revista NERA. 2006, ano 9, n. 08.
OLIVEIRA, Ariovaldo Umbelino. A longa marcha do campesinato brasileiro: movimentos sociais,
conflitos e reforma agrária. Estudos Avançados. 15 (43), 2001.
SAQUET, Marco Aurélio. Abordagens e concepções de território. São Paulo: Expressão Popular,
2010.
VEIGA, J. E. Desenvolvimento sustentável: o desafio do século XXI. Rio de Janeiro, RJ: Garamond,
2005.
Disciplina: Desenho Técnico
Código:
CH Teórica: 20 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 34 h
Ementa: Introdução ao desenho técnico: conceito e importância. Utilização do material de
desenho. Figuras geométricas elementares: ponto, reta e plano. Tipos de perspectivas. Projeção
ortográfica da figura plana. Escalas. Cotagem. Projeto arquitetônico (planta baixa, cortes,
fachadas).
Bibliografia Básica:
CARVALHO, Benjamin de A. Desenho geométrico. RJ: Ao Livro Técnico, 1988.
FRENCH, T. VIERCK, C. Desenho técnico e tecnologia gráfica. SP: Ed. Globo S.A., 2002.
MONTENEGRO, Gildo A. Desenho Arquitetônico. SP: Edgar Blucher Ltda., 2001.
Bibliografia Complementar:
OLIVEIRA, P. N. de. Desenho Técnico Aplicado à Engenharia Aquática. Fortaleza, 2013, 134p.
ABNT. NBR6492: Representação de projetos de arquitetura.
ABNT. NBR8196: Desenho Técnico – Emprego de escalas.
ABNT. NBR8402: Execução de caractere para escrita em desenho técnico.
ABNT. NBR8403: Aplicação de linhas em desenhos - tipos de linhas – largura de linhas.
ABNT. NBR10067: Princípios gerais de representação em desenho técnico.
ABNT. NBR10068: Folha de desenho – leiaute e dimensões.
ABNT. NBR10126: Cotagem em desenho técnico.
ABNT. NBR10582: Apresentação da folha para desenho técnico.
ABNT. NBR10647: Desenho técnico.
ABNT. NBR12298: Representação de área de corte por meio de hachuras em desenho técnico.
ABNT. NBR13142: Desenho técnico – Dobramento de cópia.
FRENCH, Thomas Ewing; VIERCK, Charles J. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 8. ed. São Paulo:
Globo, 2005. 1093p.
MANFÉ, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, Giovanni. Desenho técnico mecânico: curso completo
para as escolas técnicas e ciclo básico das faculdades de engenharia. São Paulo: Hemus, 2004. 3v.
RIBEIRO, Cláudia Pimentel Bueno do Valle; PAPAZOGLOU, RosaritaSteil. Desenho técnico para
engenharias. Curitiba: Juruá Ed., 2008.
SILVA, Arlindo; RIBEIRO, Carlos Tavares; DIAS, João; SOUSA, Luís. Desenho técnico moderno. 4. Ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2006.
Disciplina: ACE II - Exatas para quê
Código:
CH Teórica: 22 h
Carga Horária (CH): 72 h
CH Prática: 50 h
Ementa: Conteúdos básicos de Matemática, Química e Física aplicada ao curso de Engenharia de
Pesca, trabalhos de forma aplicada a atividades do cotidiano.
Bibliografia Básica
KREYSZIG, E. Matemática superior para engenharia. 9. ed. São Paulo: LTC, 2009. v. 1 e 2.;
Larry Brown (Autor), Tom Holmes (Autor), Noveritis do Brasil (Tradutor) Química geral aplicada a
Engenharia. 3 ed. Editora Cengage, 2015
TIPLER, Paul; A. / MOSCA, Gene. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol.1, Mecânica, Oscilações
e Ondas, Termodinâmica. 6ª edição – Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009.
LUCKESI, CIPRIANO CARLOS. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. São
Paulo, Cortez 2011.
Bibliografia Complementar
SKOVSMOSE, O. Um Convite à Educação Matemática Crítica/OleSkovsmose; tradução de Orlando
de Andrade Figueiredo. – Campinas, SP: Papirus, 2014. – (Perspectivas em Educação Matemática);
JEWETT, John W., Jr. e SERWAY Raymond A. Física para Cientistas e Engenheiros VOL.
1: Mecânica – Tradução da 8ª edição norte-americana. 2012. Editora: Cengage Learning.
ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio Ambiente.
Editora Bookman, 2006.
MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários a educação do futuro. 5. ed. Cortez: UNESCO, c2000
118p.
ARENDT, Hannah. A condição humana. 10. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2005. 352p.
3º PERÍODO
Disciplina: Matemática III
Código:
CH Teórica: 54 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 0 h
Ementa: Vetores, Retas e Planos, Cônicas e Quadráticas. Espaço Euclidiano. Matrizes e Sistemas
de Equações Lineares. Transformações Lineares.
Bibliografia Básica
EDWARDS JR., C.H.; PENNEY, David E. Calculo com geometria analítica. 4 ed. Rio de Janeiro:
Prentice Hall do Brasil, 1997. v.3. 216 p
POOLE, D. Álgebra Linear. 1ª Edição. São Paulo: Cengage Learning, 2015 (LIVRO TEXTO).
ANTON, H., RORRES, C. Álgebra Linear com Aplicações. 10ª Edição. Porto Alegre: Bookman, 2012.
Bibliografia Complementar
STRANG, G. Álgebra Linear e Suas Aplicações. 4ª Edição. São Paulo: Cengage Learning, 2010.
LAY, D. C. Álgebra Linear e suas Aplicações. 2ª Edição. São Paulo: LTC, 1999.
BOULOS, P., CAMARGO, I. Geometria Analítica: Um Tratamento Vetorial. São Paulo: Makron
Books - Grupo Pearson, 2005.
WINTERLE, P. Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books - Grupo Pearson, 2000.
STEINBRUCH, A., WINTERLE, P. Introdução a Álgebra Linear. 1ª Edição. São Paulo: Makron Books Grupo Pearson, 1990.
Disciplina: Física II
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Movimento oscilatório. Ondas. Ótica Geométrica. Eletrostática. Eletrodinâmica.
Termodinâmica.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física. 2012. (v. 2). 9.ed.
JEWETT, John W., Jr. e SERWAY Raymond A. Física para Cientistas e Engenheiros Vol. 2. 2012.
Editora: Cengage Learning.
SEARS e ZEMANSKY Hugh D. YOUNG e Roger A. FREEDMAN, Física Vol.2, 2008. Editora Pearson.
Bibliografia Complementar:
ALONSO, Marcelo & FINN, E. J. Física, um Curso Universitário. Vol. 2. 2014. 2ª edição brasileira,
Editora Blucher.
H. MOYSES NUSSENZVEIG. Curso de Física Básica. Vol. 2. Editora Blucher, 2014. 5ª edição.
TIPLER, Paul; A. / MOSCA, Gene. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol.2, 6ª edição – Rio de
Janeiro: Editora LTC, 2009.
FREDERICK KELLER, Física, Vol.2, Editora: MAKRON BOOKS, 1999,
WOLFGANG BAUER; GARY WESTFALL; HELIO DIAS, Física para Universitários, Editora McGraw-Hill,
2013.
Disciplina: Zoologia Aquática II
Código:
CH Teórica: 30 h
Carga Horária (CH): 36 h
CH Prática: 06 h
Ementa: Principais características e Filogenia dos Cordados. Ecologia, distribuição, conservação e
interações dos Cordados aquáticos com a Engenharia de Pesca. Capturas acidentais e medidas para
evitar.
Bibliografia Básica:
BENEDITO, E. (Org.). Biologia e ecologia dos vertebrados. Rio de Janeiro, RJ: Roca, 2015. 228 p.
Orr, R. T. Biologia dos vertebrados. 5. ed. São Paulo: Roca, 1986. x, 508 p.
Pough, F.; Harvey; J.; Christine M. &Heiser, J.B. A vida dos vertebrados. 3. ed. São Paulo: Atheneu,
2003. 699 p.
DI Beneditto, A.P.M.; Ramos, R.M.A; Lima, N.R.W. Os golfinhos: origem, classificação, captura
acidental, hábito alimentar. Porto Alegre: Cinco Continentes, 2001. 147 p.
Bibliografia Complementar:
Garcia Jr., J.; Mendes, L.F.; Sampaio, C.L.S.; Nobrega, M.F. & Lins, J.E. Bio diversidade marinha da
Bacia Potiguar/RN: Peixes da Plataforma Continental. 1. ed. Rio de Janeiro: Museu Nacional, 2015.
v. 1. 217p.
Lins, J.E.; Nobrega, M.F.; Garcia Jr, J. ; Sampaio, C.L.S. ; Dario, F.; Fischer, L.G. & M.M. Mincarone.
Biodiversidade marinha da Bacia Potiguar/RN : Peixes do Talude Continental. 1. ed. Rio de
Janeiro: Museu Nacional, 2015. v. 1. 218p.
N, J.S. Fishes of the world. 4. ed. New York: J. Wiley, c2006.
Disciplina: Ecologia
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Introdução e Conceitos. Teoria de sistemas. Fatores Ecológicos, Distribuição, Abundância e
Diversidade das Espécies. Interações Intra e Interespecíficas. Ecologia de Populações. Ecologia de
Comunidade. Transferências de Matérias nos Ecossistemas. Sucessão Ecológica.
Bibliografia Básica:
DAJOZ, R. Princípios de Ecologia. 7ª ed. São Paulo: Editora Artmed, 2005.
ODUM, E. Ecologia. 1ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988.
WINTERLE, P. RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003.
Bibliografia Complementar:
BEGON, M., HARPER, J.L., TOWNSEND C. R. Ecologia – de indivíduos a ecossistemas. 4ª ed. São
Paulo: Editora Artmed, 2007.
ESTEVES, F. E. 1998. Fundamentos de Limnologia. 2ªed. Editora Interciência, Rio de Janeiro, 574p.
HICKMAN JR., C. P.; ROBERTS, L. S. & LARSON, A. 2004. Princípios Integrados de Zoologia. 11ª
edição. Editora Guanabara Koogan.
DAWKINS, R. O.Gene Egoísta. 1ª ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 2001.
BENEDITO, E.(Org.). Biologia e ecologia dos vertebrados. Rio de Janeiro, RJ: Roca, 2015. 228 p.
Disciplina: Topografia
Código:
CH Teórica: 27 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 27 h
Ementa: Fundamentos de topografia aplicados à aquicultura. Instrumentos topográficos. Escala.
Cota e Altitude. Métodos de levantamento planialtimétricos. Estadimetria e Taqueometria. Cálculo
de áreas de figuras topográficas e de volumes de bacias hidrográficas. Memorial descritivo.
Métodos de representação do relevo. Curva de nível. Cortes e aterros. Elementos de batimetria.
Introdução ao uso do GPS (Sistema de Posicionamento Global).
Bibliografia Básica:
MATOS, Joao Luis de et al., Topografia geral. Rio de Janeiro, RJ. Editora: LTC, 2013.
JOSE, A.C.; JOSE, C.T., Topografia: Altimetria, UFV, 3° edição, 200p. 20132002.
DAIBERT, J. D., Topografia – Técnicas e Práticas de Campo. São Paulo, SP. Editora: Erika, 2014.
Bibliografia Complementar:
BORGES, A. de C. Jacob. Exercícios de Topografia. 3a Edição. São Paulo, SP. Editora: Edgard
Blucher, 2005.
SARAIVA, S.; TULER, M., Fundamentos de Topografia – Serie Teckne. 4a Edição. Rio de Janeiro, RJ.
Editora: Bookman, 2014.
BORGES, A. de C. Jacob. Topografia Aplicada a Engenharia Civil – Vol. 1. 3a Edição. São Paulo, SP.
Editora: Edgard Blucher, 2013.
COSTA, A. A. da., Topografia. Curitiba, PR. Editora: LT, 2012..
MANSO, J. A. GPS – Uma abordagem prática. 5ª Edição, Ed. Bagaço, 232p. 2003.
Disciplina: Metodologia Científica
Código:
CH Teórica: 10 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 44 h
Ementa: reflexões sobre o conhecimento científico, a ciência e o método como uma visão histórica,
as leis e teorias. Prática da pesquisa: problemas, hipóteses e variáveis. Estrutura e a apresentação
dos relatórios de pesquisa e de referências bibliográficas: normas e orientações. Redação de
projeto de pesquisa e de dissertação/tese. Ética e fraudes em pesquisa: ética em pesquisa; fraudes
em pesquisa e em publicação de resultados. Valorização dos resultados de pesquisa: apresentação
em congresso; patentes; redação de artigos científicos.
Bibliografia Básica:
BASTOS, L.R. et al. Manual para elaboração de projetos e relatórios científicos de pesquisas, teses,
dissertações e monografias. 2004, 222p.
MARCONI, M.A.& LAKATOS, E.V. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos,
pesquisa, projetos, relatórios, publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
SANTOS, C.R. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC): guia de elaboração passo a passo: Cengage
Learning, 2011.
Bibliografia Complementar:
ANDRADE, M. A. DE. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos de
graduação. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2006.
JASPERS, K. Introdução ao pensamento filosófico. 13º ed. São Paulo: Cultrix/EDUSP, 2005.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Científica: Teoria da Ciência e prática.
Petrópolis: Vozes, 2004.
MARCONI, M. A. Técnicas de pesquisa. 6. ed. São Paulo: Atlas. 2006.
Disciplina: Bioquímica
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Constituintes químicos das células: lipídeos, carboidratos, esteroides, proteínas e ácidos
nucléicos. Enzimas. Bioquímica da nutrição e coenzimas. Bioenergética: oxidações biológicas.
Respiração celular. Ciclo de Krebs e cadeia respiratória.
Bibliografia Básica:
CHAMPE, P. C.; HARVEY, R. A. & FERRIER, D. R. Bioquímica ilustrada. 3a ed. Artmed, Porto Alegre.
2006.
NELSON, David L; COX, Michael M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 6. ed. São Paulo:
Artmed, 2014
LODISH, H. (cols.). Biologia celular e molecular. – 5ª ed. – São Paulo: Artmed. 2005.
Bibliografia Complementar:
BERG, J. M.; TYMOCZKO, J. L.; STRYER, L. Bioquímica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2014.
MARZZOCO, A.; TORRES, B. B. Bioquímica básica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.
ALBERTS, et al., Biologia molecular da célula. – 4ª ed. – São Paulo: Artmed. 2004.
GRIFFITHS, A. J. F.; SUZUKI, D. J.; MILLER, J. H.; LEWONTIN, R. C. Introdução à genética. 7ª ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan. 2002.
COPPER, G. M. & HAUSMAN, R. E. A célula – uma abordagem molecular. – 3 a ed. – Porto Alegre:
Artmed. 2007
Disciplina: Estatística
Código:
CH Teórica: 54 h
Carga Horária (CH): 72 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Probabilidade. Delineamento amostral e experimental. Estatística descritiva. Testes de
Hipótese. Análise de Variância. Correlação e Regressão.
Bibliografia Básica:
FREUND, John E. Estatística aplicada: economia, administração e contabilidade. 11. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2006. 536 p.
LARSON, Ron; FARBER, Betsy. Estatística aplicada. 4. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil,
2010. xiv, 637 p.
BOLFARINE, Heleno; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Elementos de amostragem. São Paulo: Edgard
Blucher, 2005. 269 p.
Bibliografia Complementar:
VIEIRA, S. Introdução à Bioestatística. 4.ed., 2008.
DÍAZ, F R. Bioestatística. São Paulo: Ed. Thomson. 2007.
MORETTIN, L G. 2000. Estatística Básica. São Paulo: Ed. Pearson, 2000.
Hairston NG. Ecological Experiments. Purpose, Design, and Execution. Cambridge, Cambridge
University Press, 1996.
Gotelli, N.J.; Ellison, A.M. 2011. Princípios de estatística em Ecologia. Artmed Editora.
4º PERÍODO
Disciplina: Malacologia
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Biologia, ecologia e sistemática do Filo Molusca com ênfase em grupos de interesse
comercial; Importância para pesca e aquicultura.
Bibliografia Básica
BRUSCA, R. C.; BRUSCA, G.J. Invertebrados. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2007.
MENEZES, A. Aquicultura na prática: peixes, camarões, ostras, mexilhões e sururus.4 ed. Vila
Velha: Hoper. 2005. 107p.
RIBEIRO-COSTA, C.S.; ROCHA, R.M. Invertebrados: Manual de aulas práticas. 2ª ed. Ribeirão Preto:
Holos. 2006.
Bibliografia Complementar
GOSLING, E. Bivalve Molluscs: Biology, EcologyandCulture. BlackwellPublishingLimited. 2002.
MÜLLER, A.C.P. e LANA, P.C. Manual de identificação de moluscos bivalves da família dos
teredinídeos encontrados no litoral brasileiro. Curitiba: Editora da UFPR, 2004. 146 p.
PEREIRA, A.M.L., COSTA-FILHO, G.S., LEGAT, A.P., LEGAT, J.F.A. e ROUTLEDGE, E.A.B. A criação de
ostras para a aquicultura familiar. Embrapa Meio-Norte. Teresina. 2007. 28p.
RIOS, E. SeashellsofBrazil. Rio Grande: Editora da FURG. 1994. 481p.
RUPERT, E.E.; FOX, R.S.; BARNES, R.D. Zoologia dos invertebrados: Uma abordagem funcionalevolutiva. 7ª ed. São Paulo: Roca. 2005.
SIMONE, L.R. Land and Freshwater Molluscs of Brazil. São Paulo: FAPESP/Editora Bernardi. 2006.
390p.
Disciplina: Ictiologia
Código:
CH Teórica: 50 h
Carga Horária (CH): 72 h
CH Prática: 22 h
Ementa: Origem e ecologia dos "peixes": Agnatas, Chondrichthyes e Osteichthyes. Suas Ordens e
principais Famílias alvo de cultivo, pesca e ameaçadas de extinção. Morfologia interna e externa,
reprodução, comportamento, idade e crescimento das principais Famílias de interesse econômico e
ecológico.
Bibliografia Básica:
Benedito, E.(Org.). Biologia e ecologia dos vertebrados. Rio de Janeiro, RJ: Roca, 2015.
Orr, R. T. Biologia dos vertebrados. 5. ed. São Paulo: Roca, 1986.
Pough, F.; Harvey; J.; Christine M. &Heiser, J.B. A vida dos vertebrados. 3. ed. São Paulo: Atheneu,
2003. .
Bibliografia Complementar:
Garcia Jr., J.; Mendes, L.F.; Sampaio, C.L.S.; Nobrega, M.F. & Lins, J.E. Biodiversidade marinha da
Bacia Potiguar/RN: Peixes da Plataforma Continental. 1. ed. Rio de Janeiro: Museu Nacional, 2015.
v. 1.
Lins, J.E.; Nobrega, M.F.; Garcia Jr, J.; Sampaio, C.L.S.; Dario, F.; Fischer, L.G. & M.M. Mincarone.
Biodiversidade marinha da Bacia Potiguar/RN: Peixes do Talude Continental. 1. ed. Rio de Janeiro:
Museu Nacional, 2015. v. 1.
N, J.S. Fishesofthe world.4. ed. New York: J. Wiley, 2006.
Disciplina: Geologia dos Ambientes Aquáticos
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Introdução à geologia. Tectônicas de placas. Minerais e rochas: intemperismo e petrografia
sedimentar. Ambientes: fluvial, lacustre e estuário. Praias. Plataformas continentais. Taludes. Platôs
marginais. Mapas geológicos. Introdução a Geomorfologia de Bacias Hidrográficas. Introdução à
Física e Fertilidade de solos.
Bibliografia Básica:
TEIXEIRA, W. FAIRCHILD, R. T., TOLEDO, M.C.M., TAIOLI, F. 2009. Decifrando a Terra. 2ª ed. Editora
Nacional, São Paulo, 624p.
LEINZ, V.; AMARAL, S. E. Geologia geral. 2003. 14˚ edição. Companhia Editora Nacional, São Paulo.
399p.
KENITIRO, S. Geologia sedimentar. 2003. 1˚ edição. Edgard Blücher, São Paulo. 400p.
Bibliografia Complementar:
CHRISTOFOLETTI, A. Geomorfologia. 2000. 2ª ed. São Paulo: Edgard Blücher. 188 p.
POPP, J.H. Geologia geral.1999. 5ª ed. Rio de Janeiro. LTC, 376 p.
LIMA, V. C; LIMA, M. R. E MELO, V. F.1998. O solo no meio ambiente: abordagem para professores
do ensino fundamental e médio e alunos do ensino médio. Universidade Federal do Paraná.
Departamento de Solos e Engenharia Agrícola. Curitiba, 2007, 130p.
GUERRA, A.J.T.; CUNHA, S.B. Geomorfologia e meio ambiente. 2ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.
372 p.
SCHMIEGELOW, J. M. M. O planeta azul. Uma introdução às ciências marinhas. 2004. Interciência,
Rio de Janeiro. 202 p.
Disciplina: Mecânica Aplicada à Engenharia de Pesca
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Força resultante. Esforço cortante. Esforço normal. Momento fletor. Tensão x deformação.
Centro de gravidade. Equilíbrio de um corpo. Máquinas simples. Materiais. Propriedades dos
materiais. Elementos de máquinas. Elementos de transmissão.
Bibliografia Básica:
BEER, F.P., JOHNSTON, R.E. e EISENBERG, E.R. Mecânica vetorial para engenheiros. Vol. Estática. 9ª
Ed. São Paulo: McGraw-Hill. 2012.
HIBBELER, R.C. Estática - Mecânica para Engenharia. 12ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall. 2011.
MERIAM, J.L. e KRAIGE, L.G. Mecânica para Engenharia - Estática. 7ª ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros
Técnicos e Científicos. 2016.
Bibliografia Complementar:
FRANÇA, L.N.F. e MATSUMURA, A.Z. Mecânica Geral. 3ª Ed. São Paulo: Edgard Blucher. 2011.
SHAMES, I.H. Estática – Mecânica para Engenharia. 4ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall. 2002.
BORESI, A. P. e SCHMIDT, R. J. Estática. São Paulo: Cengage Learning. 2003.
KAMINSKI, P.C. Mecânica Geral para Engenheiros. 1ª ed. São Paulo: Edgard Blücher. 2000.
GIACAGLIA, G.E.O. Mecânica Geral. São Paulo: Livraria Nobel. 1976.
Disciplina: Limnologia Abiótica
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Introdução à Limnologia. A água como meio circum-ambiente. Origem e morfometria de
ambientes límnicos. Ambientes lóticos e lênticos. Sistemas fluviais brasileiros. Propriedades físicas
e químicas dos corpos límnicos. Distribuição da luz e do calor. Temperatura e densidade. Dinâmica
do oxigênio dissolvido: DBO e DQO. Carbono inorgânico e pH. Sistema tampão.
Bibliografia Básica:
BICUDO, D. de C. & CARLOS E. de M. 2007. Amostragem em Limnologia. São Carlos: Rima. 3551p.
ESTEVES, F. DE A. 2011. Fundamentos de Limnologia. 3 Ed. Rio de Janeiro: Interciência. 790p.
TUNDISI, J.G. & TUNDISI, T.M. 2008. Limnologia. São Paulo: Oficina de textos. 631p.
Bibliografia Complementar:
BRIGANTE, J. & ESPINDOLA, E. L. G. 2003. Limnologia Fluvial – Um estudo no Rio Mogi-Guaçu. São
Carlos: Rima. 255p.
MACHADO, C.J.S. 2004. Gestão de águas doce. Rio de Janeiro: Interciência. 372p.
VINATEA, L. A. 2004. Princípios químicos de qualidade da água em aqüicultura: uma revisão para
peixes e camarões. 2. ed.Florianópolis , SC: Editora da UFSC. 231 p.
WETZEL, R. G. 2001. Limnology: Lake and River Ecosystems. San Diego, California: Academic Press,
3 Ed. 850p.
WETZEL R. G. & LIKENS, G. E. 2000. Limnological Analyses. New York: Springer, 3 Ed. 429 p.
Disciplina: Introdução à Aquicultura
Código:
CH Teórica: 18 h
Carga Horária (CH): 36 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Histórico da Aquicultura. Conceitos básicos. Aquicultura no Brasil e no mundo. Espécies
cultivadas, métodos e sistemas utilizados. Classificação dos cultivos. Sistemas de produção. O
ambiente aquático de cultivo. Cultivo de algas. Cultivo de moluscos. Cultivo de crustáceos. Cultivo
de peixes e outras espécies.
Bibliografia Básica:
BALDISSEROTTO, B; GOMES, L. Espécies Nativas Para a Piscicultura No Brasil. Edt. UFSM. 2010.
NELSON MAURÍCIO LOPERA BARREIRO et al. Produção de Organismos Aquáticos Uma Visão Geral
No Brasil e No Mundo. Edt. Agrolivros. 2011.
MENEZES, A. Aquicultura na prática: peixes, camarões, ostras, mexilhões [e] sururus. Vila Velha,
ES: Hoper, 2005. 107 p.
Bibliografia Complementar:
TIDWELL, JAMES H. AquacultureProduction Systems. Edt. John Wiley Professional. 2012.
KUBITZA, F. Qualidade da água No Cultivo de Peixes e Camarões. Edt. Acqua Supre. 2003.
RODRIGUES, A. P. O. Piscicultura de Água Doce: Multiplicando Conhecimentos. Edt. Embrapa.
2013.
TUCKER, J W. Marine fish culture. Boston: Kluwer Academic Publishers, c1998. ISBN 0-412-071517.
Perspectivas para o desenvolvimento da carcinicultura no Nordeste brasileiro. Fortaleza, CE:
Banco do Nordeste do Brasil, 2005. 131 p.
Disciplina: ACE III – Aquicultura
Código:
CH Teórica: 20 h
Carga Horária (CH): 90 h
CH Prática: 70 h
Ementa: Estudo de viabilidade técnica e econômica. Seleção de áreas para cultivo. Instalações para
aquicultura. Sistemas de produção. Construção das unidades produtivas. Preparação para o cultivo.
Recepção, aclimatação e povoamento de formas jovens. Monitoramento da qualidade da água.
Manejo da alimentação. Manejo da saúde dos animais cultivados. Despesca e comercialização.
Bibliografia Básica
RODRIGUES A. P. O. Piscicultura de Água Doce: Multiplicando Conhecimentos. Edt. Embrapa 2013.
LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em
ciências humanas. Porto Alegre: Artmed; Belo Horizonte, MG: Ed. da UFMG, 1999.
BALDISSEROTTO, B; GOMES, L. Espécies Nativas Para a Piscicultura No Brasil. Edt. UFSM. 2010.
Bibliografia Complementar
ACCIOLY M.C. 2003. Manuais de Maricultura. Cultivo de Algas. Disponível para download em:
http://www.mpa.gov.br/index.php/publicidade/publicacoes.
MORAES, J.H.C. Ranários e ranicultura. Rio de Janeiro: EMATER. Disponível em:
http://www.espacodoagricultor.rj.gov.br/pdf/criacoes/RANICULTURA.pdf.
PINTO, J. 2005. Manejo Comunitário de Camarões. Manaus, AM. IBAMA. 26 p.
FELIPE EDUARDO ARAÚJO DE CARVALHOI; ANGELO BRÁS FERNANDES CALLOU. Extensão pesqueira
e desenvolvimento local: a experiência da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca no Estado
de Pernambuco, 2003-2006. vol.9 no.1 Interações (Campo Grande), 2008.
ALEJANDRO FLORES NAVA e RUI DONIZETE TEIXEIRA. A importância da extensão técnica na
aquicultura da América Latina. Panorama da Aquicultura. Ed. 145, 2014.
OLIVEIRA, Lucia Lippi. Cultura é patrimônio: um guia. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2008. 191 p.
DOWBOR, Ladislau. O que é poder local. 2. ed. São Paulo: Brasiliense, 2008. 94p.
5º PERÍODO
Disciplina: Meteorologia Física e Sinóptica
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Introdução à Meteorologia: disciplinas, ramos e aplicações. Considerações sobre a forma e
os movimentos da Terra. Composição e estrutura vertical da atmosfera. Radiação e temperatura.
Efeito estufa, camada de ozônio e aquecimento global. Pressão e Umidade atmosférica.
Temperatura do ar. Chuvas e Nuvens – tipos e formação. Circulação geral da atmosfera. Ventos.
Massas de ar e sistemas frontais. Nevoeiros. Circulação oceânica, clima, eventos climáticos de
grande escala e suas implicações para a pesca. Marés. Climatologia do Brasil.
Bibliografia Básica
BLUESTEIN, H. B. Synoptio-Dynamic Meteorology at Midlatitudes. Oxford: Oxford University Press,
1992.
DJURIC, D. Weather Analysis - Chapter I, New Jersey: Prentice-Hall Inc., 1994.
TALJAARD, J.J. 1972. Synoptic Meteorology of the Southern Hemisphere. Meteor. Monog., 13,
139-213.
Bibliografia Complementar
CAMPOS, E.J.D. Estudos de circulação oceânica no Atlântico tropical e na região oeste do
Atlântico subtropical sul. 1995. Tese de livre docência. Instituto Oceanográfico da USP. 114p.
DJURIC, D. WeatherAnalysis - Chapter I, New Jersey: Prentice-Hall Inc., 1994.
KLYASHTORIN, L. B. Climate change and long-term fluctuations of commercial catches: the
possibility of forecasting.FAO FisheriesTechnicalPaper. No. 410. Roma, FAO. 2001. 86p.
PEREIRA, N. Meteorologia, climatologia e interação oceano-atmosfera. Notas de aula. Rio Grande,
2009. 100p.
PICKARD. G.L. Oceanografia física descritiva. 2ª Edição com a colaboração de Relações Públicas da
Marinha. Rio de Janeiro, Brasil, 1974. 180p.
TALJAARD, J.J. 1972. Synoptic Meteorology of the Southern Hemisphere. Meteor. Monog., 13,
139-213.
Artigos científicos
Disciplina: Engenharia para Aquicultura
Código:
CH Teórica: 52 h
Carga Horária (CH): 72 h
CH Prática: 20 h
Ementa: Conhecimento de solos, hidráulica e construção em alvenaria e em concreto. Seleção de
área para cultivo. Conceitos básicos sobre as diversas instalações para aquicultura e a elaboração
de seus projetos executivos. Projetos hidráulicos: quantidade, captação, distribuição, drenagem e
armazenamento de água. Dimensionamento e construção de viveiros de solo e concreto, estruturas
de alvenaria e concreto, laboratórios e pequenas barragens.
Bibliografia Básica:
BAZZO W. A.; PEREIRA L. T. V. Introdução à Engenharia: Conceitos, Ferramentas e
Comportamentos. Edt. UFSC. 2006.
AZEVEDO NETO, J. M.; ALVAREZ, G. A. - Manual de Hidráulica. São Paulo: Editora EdigardBlucher,
8ª Ed. 669p. 1998.
FABRÍCIO, H. Manual do Engenheiro Civil. São Paulo: Ed. Hermus, 3 vols., 1982.
Bibliografia Complementar:
MATOS, Joao Luis de et al., Topografia geral. Rio de Janeiro, RJ. Editora: LTC, 2013.
OLIVEIRA, P. N. Engenharia para Aquicultura. 361p. 2013.
OLIVEIRA, M. A. Engenharia para Aquicultura. D & F gráfica e Editora Ltda. 1ª Ed. Vol. 1, 241p.
2005.
PETRUCCT, E.G.R. Materiais de Construção. Ed. Globo, Porto Alegre, 222 p. 1968.
MOLLE, F. & CADIER E. Manuel do pequeno açude. Recife: SUDENE, 1992. 523p.
Disciplina: Microbiologia do Pescado
Código:
CH Teórica: 45 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 09 h
Ementa: Introdução à microbiologia. Classificação microbiana. Estrutura e reprodução de bactérias,
vírus, fungos e protozoários. Nutrição e crescimento microbiano. Fatores que afetam a
multiplicação microbiana. Utilização dos microrganismos na fermentação. Microrganismos
indicadores na qualidade da água. Microbiota natural do pescado. Alterações do pescado por
microrganismos. Alterações microbianas em pescado processado. Microrganismos causadores de
infecções e intoxicações alimentares vinculadas ao pescado. Testes bacteriológico para o pescado.
Bibliografia Básica:
Microrganismos em Alimentos 8. 2015. INTERNATIONAL COMMISSION ON MICROBIOLOGICAL
SPECIFICATIONS FOR FOODS. Edicão5 Editora Blucher.
GONÇALVES, A. A. 2011. Tecnologia do Pescado: Ciência, tecnologia, inovação e legislação. Editora
Atheneu.
FJAY, J. M. 2005. Microbiologia de Alimentos. 6a edição. 711 p. Artmed editora.
Bibliografia Complementar:
TORTORA, G.; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Microbiologia. Porto Alegre. 10 ed. Artmed, 2012.
VIEIRA, R. H. S. F. 2003. Microbiologia, higiene e qualidade do pescado: Teoria e prática. Livraria
Varela.
STEPHEN, J. F. Microbiologia da Segurança dos Alimentos. 2013. 2a edição. 436 p. 607 p. Artmed
editora.
BON, E. P. S. Enzimas em Biotecnologia - Produção, Aplicação e Mercado. 2008. 1a Edição. 506 p.
Atheneu.
PELCZAR, M. J.; CHAN E. C. S.; KRIEG, N. R. 1997. Microbiologia. 2a edição. Volume 1 e 2. Editora
Pearson Book.
Disciplina: Carcinologia
Código:
CH Teórica: 27 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 27 h
Ementa: Conceito e importância da Carcinologia. Morfologia externa e interna. Classificação geral
dos crustáceos. Grupos de valor comercial: identificação, biologia, ciclo de vida, distribuição e
importância para a pesca e aquicultura.
Bibliografia Básica:
BRUSCA, R. C.; BRUSCA, G. J. 2007. Invertebrados. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 968 p.
FRANSOZO, A.; NEGREIROS-FRANSOZO, M. L. 2016. Zoologia dos Invertebrados. RIO DE JANEIRO:
ROCA. 661 P.
MELO, G.A.S. 2003. Manual de identificação dos CrustaceaDecapoda de água doce no Brasil. São
Paulo: Edições Loyola, 2003. 429 p.
Bibliografia Complementar:
CALADO, T. C. dos S. 2003. Crustáceos do complexo estuário-lagunarMundaú/Manguaba Alagoas. Maceió: FAPEAL. 116 p.
HELD, C.; KOENEMANN, S.; SCHUBART, C. 2011. Phylogeography and population genetics in
Crustacea. Boca Raton, FL: CRC Press. 385 p.
MARTIN, J.W.; CRANDALL, K.A.; FELDER, D.L. (Eds.) 2009. Decapod crustacean phylogenetics. Boca
Raton: CRC Press. 616 p.
RIBEIRO-COSTA, C. S.; ROCHA, R. M. da. 2006. Invertebrados: manual de aulas práticas. 2.
ed.Ribeirão Preto: Holos. 271 p,
RUPPERT, E. E; FOX, R. S.; BARNES, R. D. 2005. Zoologia dos invertebrados: uma abordagem
funcional-evolutiva. 7. ed. Rio de Janeiro: Roca. 1145 p.
Disciplina: Fisioecologia de Animais Aquáticos
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Integração organismo/ambiente. Líquidos corpóreos. Relações térmicas. Respiração.
Fisiologia respiratória dos vertebrados mergulhadores. Mecanismos de alimentação. Estímulos
alimentares. Digestão. Pigmentos e cores. Metabolismo respiratório, exigências calóricas e nutrição.
Água e equilíbrio osmótico. Regulação iônica. Excreção. Sistema nervoso e hormonal. Órgãos
sensoriais. Aplicação da fisiologia para a pesca e aquicultura.
Bibliografia Básica:
SCHMIDT-NIELSEN, K. 2002. Fisiologia Animal - Adaptação e Meio Ambiente. 5a Edição. Editora
Santos. 600p.
ECKERT, R.; RANDALL, D.& AUGUSTINE, G. 2000. Fisiologia Animal. 1a edição, Editora Guanabara
Koogan.
CURTIS, H. 1977. Biologia. 2a edição, Editora Guanabara Koogan.
Bibliografia Complementar:
CUNNINGHAM, J. G. 2004. Tratado de Fisiologia Veterinária. 3ª edição. Editora Guanabara Koogan.
HICKMAN JR., C. P.; ROBERTS, L. S. & LARSON, A. 2004. Princípios Integrados de Zoologia. 11ª
edição. Editora Guanabara Koogan.
BEGON, M., HARPER, J.L., TOWNSEND C. R. Ecologia – de indivíduos a ecossistemas. 4ª ed. São
Paulo: Editora Artmed, 2007.
ESTEVES, F. E. 1998. Fundamentos de Limnologia. 2ªed. Editora Interciência, Rio de Janeiro, 574p.
SILBERNAGL, S. & DESPOPOULOS A. 2003. Fisiologia: Texto e Atlas. 5a Edição. Editora Artmed.
Disciplina: Limnologia Biótica
Código:
CH Teórica: 24 h
Carga Horária (CH): 36 h
CH Prática: 12 h
Ementa: Origem e natureza da biota límnica. Compartimentos limnéticos. Ciclagem dos nutrientes.
Composição e distribuição do fitoplâncton. Produtividade e produção primária. Composição e
distribuição do zooplâncton. Composição e distribuição do macrozoobentos. Macrófitas aquáticas.
Teia trófica nos ecossistemas dulciaquícolas.
Bibliografia Básica:
BICUDO, D. de C. & CARLOS E. de M. 2007. Amostragem em Limnologia. São Carlos: Rima. 3551p.
ESTEVES, F. DE A. 2011. Fundamentos de Limnologia. 3 Ed. Rio de Janeiro: Interciência. 790p.
TUNDISI, J.G. & TUNDISI, T.M. 2008. Limnologia. São Paulo: Oficina de textos. 631p.
Bibliografia Complementar:
BRIGANTE, J. & ESPINDOLA, E. L. G. 2003. Limnologia Fluvial – Um estudo no Rio Mogi-Guaçu. São
Carlos:Rima. 255p.
MACHADO, C.J.S. 2004. Gestão de águas doce. Rio de Janeiro: Interciência. 372p.
VINATEA, L. A. 2004. Princípios químicos de qualidade da água em aqüicultura: uma revisão para
peixes e camarões. 2. ed.Florianópolis , SC: Editora da UFSC. 231 p.
WETZEL, R. G. 2001. Limnology: Lake and River Ecosystems. San Diego, California: Academic Press, 3
Ed. 850p.
WETZEL R. G. & LIKENS, G. E. 2000. Limnological Analyses. New York: Springer, 3 Ed. 429 p.
Disciplina: Nutrição para Aquicultura
Código:
Carga Horária (CH): 54 h
CH Teórica: 36 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Anatomia e fisiologia digestiva de peixes e camarões. Energia, proteína e aminoácidos.
Lipídios. Carboidratos e fibra. Vitaminas e minerais. Exigências nutricionais. Ingredientes utilizados na
fabricação de ração para peixes e camarões. Formulação de ração balanceada. Planta de fabricação
de ração. Controle de qualidade das rações. Estratégias de alimentação.
BibliografiaBásica:
GODDARD, S. 1996. Feed Management in Intensive Aquaculture. New York: Chapman & Hall. XI, 194
p.
HALVER, J.E. and HARDY, R.W. 2002. Fish Nutrition. San Diego: Academic Press. III edição, 824 p.
LEHNINGER, A.L., NELSON, D.L., COX, M.M. 2014. Princípios de Bioquímica de Lehninger. Artmed. 6ª
Edição.
Bibliografia Complementar:
MOYSES, C.D., SCHULTE, P.M. 2010. Princípios de fisiologia animal. Artmed. 2ª Edição.
FRIAS, J.R.G. 2008. Tecnologia de alimentos: princípios e aplicações. Nobel. 9ª Edição.
MENEZES, A. 2005. Aquicultura na Prática: Peixes, Camarões, Ostras, Mexilhões e Sururus. Vila
Velha, ES. Hoper, 107 p.
CHAMPE, P.C., FERRIER, D.R. and HARVEY, R.A. 2006. Bioquímica Ilustrada. Porto Alegre: Artmed, 3
edição. X, 533 p.
CONN, E.E. and STUMPF, P.K. 1980. Introdução à Bioquímica. São Paulo: Edgar Blucher. 525p.
Disciplina: ACE IV – Tecnologia do Pescado
Código:
CH Teórica: 27 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 27 h
Ementa: Capacitação de pequenos produtores (pescadores, marisqueiras, aquicultores); e alunos das
escolas municipais. Reconhecimento das características do pescado como matéria-prima. Higiene,
manuseio, conservação e beneficiamento do pescado. Aproveitamento integral do pescado:
Processamento de peixes, crustáceos, moluscos; carne mecanicamente separada; embutidos;
concentrados proteicos de pescado, hidrolisados proteicos de pescado, silagem de pescado, óleo de
pescado, farinha de pescado. Curtimento de peles de peixes. Confecção de peças artesanais a partir
de escamas e couro de peixe.
Bibliografia básica:
GONÇALVES, A. A. 2011. Tecnologia do Pescado: Ciência, tecnologia, inovação e legislação. Editora
Atheneu.
GALVÃO, J. ANTUNES; OETERRER, M. 2014. Qualidade e Processamento de Pescado. Volume 1,
Editora: Elsevier.
BOSCOLO, W. R.; FEIDEN, A. 2007. Industrialização de Tilápias. Paraná: GFM Gráfica e Editora.
CALLOU, A. B. F.; SANTOS, M. S. T. Extensão rural - extensão pesqueira: estratégias de comunicação
para o desenvolvimento. 2. ed. Recife: FASA, 2014. 691 p.
CENTRO DE PESQUISA E EXTENSÃO PESQUEIRA DO NORDESTE (BRASIL). Boletim técnico-científico do
CEPENE. Tamandaré, PE: Centro de Pesquisa e ExtensãoPesqueira do Nordeste, 1993.
Bibliografia Complementar:
OGAWA, M. Manual de Pesca. São Paulo: Livraria Varella, 1999.
SEBRAE – Manual de Apoio (Curso de aperfeiçoamento). Boas práticas de fabricação, controle
integrado de pragas, limpeza e sanitização. Série Qualidade e Segurança.
VIEIRA, R. H. S. F. 2003. Microbiologia, higiene e qualidade do pescado: Teoria e prática. Livraria
Varela.
COUTINHO, M. K. ; ASSAD, L. T., NORMANDE, A. C. L.; BRANDÃO, T. B. C. A. Cada Lata: A Extração do
Sururu na Lagoa Mundaú – Alagoas. 1ª Edição, Brasília-DF,2014.
MARTINEZ, S. A.; HELLEBRANDT. Mulheres na atividade pesqueira. Editora daUniversidade Estadual
do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, Campos dos Goytacazes,2009.
6º PERÍODO
Disciplina: Oceanografia Abiótica
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Introdução à ciência oceanográfica. Origem e composição química das águas oceânicas.
Distribuição da salinidade. Distribuição da luz e calor. Temperatura e densidade – termoclina e
picnoclina. Gases dissolvidos. Interação oceano-atmosfera. Circulação oceânica. Ondas e marés.
Bibliografia Básica:
GARRISON, T. 2017. Fundamentos de oceanografia. 2.ed. São Paulo: CENGAGE Learning. 451 p.
MADUREIRA, L. Saint-Pastous. 2006. O ambiente oceanográfico da plataforma continental e do
talude na região sudeste-sul do Brasil. São Paulo: EDUSP. 466 p.
SCHMIEGELOW, J. M. M. 2004. O planeta azul: uma introdução às ciências marinhas. Rio de
Janeiro: Interciência. 202 p.
Bibliografia Complementar:
CORREIA, M. D.; SOVIERZOSKI, H. H. 2009. Ecossistemas costeiros de Alagoas - Brasil. Rio de
Janeiro: Technical Books. 144 p.
KRUG, L. C. (Org.) 2015. Introdução às ciências do mar. Pelotas, RS: Editora Textos. 601 p.
LEVINTON, J. S. 2009. Marine biology: function, biodiversity, ecology. 3rd. ed. New York: Oxford
University Press. 588 p.
MCLACHLAN, A; BROWN, A.C. 2006. The ecology of sandy shores. 2nd ed. Amsterdam; Boston:
Elsevier. 373 p.
MCLUSKY, D. S.; ELLIOTT, M. 2004. The estuarine ecosystem: ecology, threats, and management.
3rd ed. Oxford: New York: Oxford University Press. 214 p.
Disciplina: Algicultura
Código:
CH Teórica: 24 h
Carga Horária (CH): 36 h
CH Prática: 12 h
Ementa: Cultivo de micro e macroalgas: panorama no Brasil e no mundo; seleção de espécies;
reprodução, nutrição e manejo; técnicas de produção em laboratório e técnicas de produção em
massa; cadeia produtiva e principais aplicabilidades dos produtos e subprodutos.
Bibliografia Básica
GRAHAM, Linda E.; WILCOX, Lee W. Algae. 2. ed. San Francisco, CA: Benjamim Cummings, 2009.
xviii, 616 p.
ESTEVES, F. A. Fundamentos de Limnologia. 3º ed. Rio de Janeiro: Interciência – FINEP, 2011. 790 p.
TAVARES, L.H.S. e ROCHA, O. Produção de Plâncton - Fitoplâncton e Zooplâncton - para
alimentação de organismos aquáticos. São Carlos: RiMa. 2003. 106 p.
Bibliografia Complementar
ACCIOLY M.C. 2003. Manuais de Maricultura. Cultivo de Algas. Disponível para download em:
http://www.mpa.gov.br/index.php/publicidade/publicacoes
GRAHAM, L.; WILCOX, E., LEE W. 2009. Algae. Pearson/Benjamin Cummings.
HOEK, C.; MANN, D. G.; JAHNS, H. M. Algae: an introduction to phycology. Cambridge: Cambridge
University, 1995. 623 p.
McHUGH, D. J. A Guide to Seaweed Industry. FAO Fisheries Techical Paper n. 441. Roma: FAO,
2003. 105 p. (disponível na Internet)
LEE, Robert Edward. Phycology.4rd ed. New York: Cambridge University Press, 2008..x,547p.
LOURENÇO, S. O. Cultivo de Microalgas Marinhas - princípios e aplicações. São Carlos: RiMa, 2006.
POLI, C. R. et al. (orgs.). Aquicultura: Experiências brasileiras. Florianópolis: Multitarefa, 2003. 456
p.
VALENTI, W. Aquicultura no Brasil: Bases para um desenvolvimento sustentável. Jaboticabal :
UNESP, 2000.
VINATEA, L. Fundamentos de aquicultura. Florianópolis: EDUFSC, 2004.
Disciplina: Larvicultura de Organismos Aquáticos
Código:
CH Teórica: 48 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 06 h
Ementa: Importância da larvicultura. Seleção de área. Design, setores e infraestrutura. Alimentação
dos reprodutores. Indução à desova. Desinfecção de ovos, larvas e pós-larvas. Desenvolvimento
embrionário. Alimento vivo. Alimentação larval. Cultivo larval de peixes, crustáceos e moluscos. .
Bibliografia Básica:
PANDIAN, T.J. 2016. Reproduction and Development in Crustacea (reproduction and Development
in Aquatic Invertebrates). CRC Press.
MOYSES, C.D., SCHULTE, P.M. 2010. Princípios de fisiologia animal. Artmed. 2ª Edição.
RODRIGUES A. P. O. Piscicultura de Água Doce: Multiplicando Conhecimentos. Edt. Embrapa 2013.
Bibliografia Complementar:
KUBITZA, F. Qualidade da água No Cultivo de Peixes e Camarões. Edt. Acqua Supre. 2003.
NELSON MAURÍCIO LOPERA BARREIRO et al. Produção de Organismos Aquáticos Uma Visão Geral
No Brasil e No Mundo. Edt. Agrolivros. 2011.
BEAZ PALEO, J. D., Ingeniería de laacuicultura marina: Instalacionesentierra. Madrid:
ObservatorioEspañol de Acuicultura, 2007. 465 p. (http://www.fundacionoesa.es/publicaciones/).
ROBERTO MARTINS FIGUEIREDO. Programa de Redução de Patógenos Padrões e Procedimentos
Operacionais de Sanitização. Edt. Manole. 1999.
TIDWELL, JAMES H. Aquaculture Production Systems. Edt. John Wiley Professional. 2012.
Disciplina: Instalações Pesqueiras
Código:
CH Teórica: 45 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 09 h
Ementa: Instalações pesqueiras: aspectos conceituais. Unidades de Apoio à Cadeia Produtiva:
Terminais Pesqueiros Públicos - TPP, Centros Integrados da Pesca Artesanal e da Aquicultura –
CIPAR, Unidades de Recepção de Pescados – URP, Unidades de Beneficiamento de Pescados – UBP e
Unidades de Comercialização de Pescados – UCP. Noções sobre disposição e arranjo (layout) de
instalações pesqueiras. Elaboração de fluxograma operacional e dimensionamento de unidades de
processamento de pescado. Instalações frigoríficas: refrigeração e equipamentos frigoríficos.
Tratamento de efluente do processamento de pescado. Elementos legais para implantação de
unidades de processamento de pescado. Higiene e sanidade na indústria pesqueira.
Bibliografia Básica:
GONÇALVES, A. A. 2011. Tecnologia do Pescado: Ciência, tecnologia, inovação e legislação. Editora
Atheneu.
Gava, Altanir Jaime. Tecnologia de Alimentos: Princípio e Conservação. 2008. Ed Nobel, SP.
GALVÃO, J. ANTUNES; OETERRER, M. 2014. Volume 1, Editora: Elsevier
Bibliografia Complementar:
SEBRAE – Manual de Apoio (Curso de aperfeiçoamento). Boas práticas de fabricação, controle
integrado de pragas, limpeza e sanitização. Série Qualidade e Segurança.
BRASIL, 2007. Manual de procedimentos para implantação de estabelecimento industrial de
pescado: produtos frescos e congelados. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –
Brasília: MAPA: SEAP/PR.
FIGUEIREDO, R. Martins. SSOP. Padrões e procedimentos operacionais de sanitização. Coleção
Higiene dos Alimentos, v 1. São Paulo, 1999.
MARTINS, W. S., 2011. Inquérito exploratório referente à geração, transporte e descarte de
resíduos em indústria de pesca do Brasil. Dissertação apresentada para obtenção de título de
Mestre em Ciências. Área de concentração: Ciência e Tecnologia de Alimentos. Piracicaba. Escola
Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”.
AVIZ, A., 2006. As empresas pesqueiras de Icoarací – Pará: Algumas considerações. Amazonia: Ci.
&Desenv., Belém, v. 2, n. 3, jul./dez.
Disciplina: Dinâmica Populacional
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Populações, Unidades populacionais, Os processos da população: crescimento,
mortalidade, recrutamento e estratégias populacionais. Manejo de populações e recursos
pesqueiros. Análise quantitativa em aquicultura.
Bibliografia Básica:
FONTELES-FILHO, A. A. 2011. Oceanografia, Biologia e Dinâmica Populacional de Recursos
Pesqueiros. Fortaleza: Imprensa Oficial do Ceará. 296p.
VAZZOLER, A. E. A. M. 1996. Biologia da reprodução de peixes teleósteos: teoria e prática.
Maringá: Editora da UniversidadeEstadual de Maringá. 169p.
KING, M. (1995) Fisheries Biology, Assessment and Management. Fishing News Books, 341p.
Bibliografia Complementar:
DAJOZ, R. 2005. Princípios de Ecologia. 7ª ed. São Paulo: Editora Artmed, 519p.
ODUM, E. 1988. Ecologia. 1ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 434p.
RICKLEFS, R. E. 2003. A economia da natureza. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 503p.
BEVERTON, R.J.H.; HOLT, S.J. 1957. On the Dinamics of the Exploited Fish Population. U.K. Min.
Agric. Fish., Fish Invest.
GULLAND, J.A. 1969. Manual of Methods of Fish Stock Assessment. Rome: FAO. Part 1: Fish
population analyses. 118p.
Disciplina: Atividade Pesqueira
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 36 h
CH Prática: 0 h
Introdução à atividade pesqueira - conceito, subdivisões, características e importância. Histórico e
desenvolvimento da pesca no Brasil e no Mundo. Panorama da pesca no Brasil e no Mundo.
Principais modalidades de pesca. Principais recursos pesqueiros. Aspectos da pesca brasileira
(Generalidades e características do setor pesqueiro. Estrutura Produtiva. Pesca artesanal e industrial.
Tecnologia do setor pesqueiro. Frota pesqueira nacional. Mercados nacional e externo: Produtos
exportados e importados. Potencialidades do setor. Alternativas e perspectivas de desenvolvimento.
Bibliografia Básica
DIAS-NETO, J.,Diagnóstico da pesca no Brasil, Brasília, IBAMA, 1996, 165p.
GABRIEL, O.; LANGE, K.; DAHM, E.; WENDT, T. Fish Catching Methods of the World. 4th ed. Blackwell
Publishing Ltd, 2005.
JENNINGS, S., M. J. KEISER & J.D. REYNOLDS, 2001. Fishing gears and techniques. In Marine Fisheries
Ecology. Blackwell Science. pp 90-111
OLIVEIRA, G. M. Pesca e aquicultura no Brasil: produção e balança comercial. Brasília: IBAMA. 2005.
BibliografiaComplementar
FAO.
State
of
Fisheries
and
Aquaculture
of
the
World.Doc.
Bianual.
http://www.fao.org/fishery/sofia/en
FAO, Código de conduta para la pesca responsible, Roma, FAO, 1995, 46p.
Fishing Operations, FAO Technical Guidelines for Responsable Fisheries, No. 1, Rome, FAO, 1996,
26p.
LEITE, A.M.; PEREIRA, E.; NASCIMENTO, R.; 1991 Manual de Tecnologia de Pesca. SEP – Secretaria de
Estado das Pescas/ EPP – Escola Portuguesa de Pesca, fevereiro. 316p.
NÉDÉLEC, C., PRADO, J. 1990 Definition and classification of fishing gear categories. FAO Fisheries
Technical Paper. No. 222, Revision 1. Rome, FAO, 92p.
SEAP, sem data. O diagnóstico da pesca extrativa no Brasil. 18p.
http://200.198.202.145/seap/html/diagnostico.htm Acesso em 02/04/2007.
Disciplina: Piscicultura Continental
Código:
CH Teórica: 48 h
Carga Horária (CH): 72 h
CH Prática: 24 h
Ementa: Panorama da piscicultura mundial e brasileira. Principais espécies cultivadas, métodos e
sistemas utilizados. Reprodução e manejo reprodutivo de espécies migradoras e lênticas. Produção
de larvas e juvenis de espécies comerciais. Manejo de solo e água em viveiros de piscicultura. Os
sistemas produtivos em viveiros, tanques, tanques-rede e integrados. Técnicas de estocagem,
manejo alimentar, despesca e transporte. Sanidade e medidas de biossegurança. Boas práticas de
cultivo. Planejamento e controle da produção.
Bibliografia Básica:
BALDISSEROTTO, B; GOMES, L. Espécies Nativas Para a Piscicultura No Brasil. Edt. UFSM. 2010.
KUBITZA, F. Tilápia: Tecnologia e Planejamento Na Produção Comercial. Edt. Acqua Supre. 2011.
RODRIGUES A. P. O. Piscicultura de Água Doce: Multiplicando Conhecimentos. Edt. Embrapa 2013.
Bibliografia Complementar:
KUBITZA, F. Qualidade da água No Cultivo de Peixes e Camarões. Edt. Acqua Supre. 2003.
NELSON MAURÍCIO LOPERA BARREIRO et al. Produção de Organismos Aquáticos Uma Visão Geral
No Brasil e No Mundo. Edt. Agrolivros. 2011.
ROBERTO MARTINS FIGUEIREDO. Programa de Redução de Patógenos Padrões e Procedimentos
Operacionais de Sanitização. Edt. Manole. 1999.
GARUTTI, V. Piscicultura ecológica. São Paulo: UNESP, 2003. 332 p.
SAMPAIO, A. R. Piscicultura. 2. ed. rev. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2004. 72 p.
Disciplina: ACE V - Pesca, Pescadores e Desenvolvimento
Código:
CH Teórica: 27 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 27 h
Ementa: Educação básica aplicada à pesca. Educação e responsabilidade ambiental na pesca.
Sensibilização ambiental. Elementos de marinharia. Trabalho embarcado e segurança. Cursos e
progressão do trabalho embarcado. Noções de localização e deslocamento. Coordenadas
geográficas. Uso de equipamento mecânicos e eletrônicos
Bibliografia básica:
DIAS, Reinaldo. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. São Paulo:
Atlas,2006. 196 p. ISBN 852244269X (broch.).
DOWBOR, Ladislau. O que é poder local. 2. ed. São Paulo: Brasiliense, 2008. 94p.
MARRUL FILHO, SIMÃO. Crise e sustentabilidade no uso dos Recursos Pesqueiros. Brasília:IBAMA,
2003. 148p.
PAIVA, M.P. 2004. Administração pesqueira no Brasil. Rio de Janeiro: Interciência 177p.
RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo: Atlas, 1999. 3ª ed.334
p.
Bibliografia Complementar:
CARVALHO, Felipe Eduardo Araújo; CALLOU, Angelo Brás Fernandes. Extensão pesqueira e
desenvolvimento local: a experiência da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca no Estado de
Pernambuco, 2003-2006. Campo Grande: Interações, 2008. v.9 n.1.
FAO. Código de conduta para la pesca responsable. Roma: FAO, 1995. 46p.
FAO. Increasing the contribution of small-scale fisheries to poverty alleviation and foodsecurity.
FAO Technical Guidelines for Responsible Fisheries. No. 10. Rome: FAO, 2005. 79 pp.
NAVA, Alejandro Flores; TEIXEIRA, Rui Donizete. A importância da extensão técnica na
aquicultura da América Latina. Panorama da aquicultura. 145ª ed. 2014.
PINELLO, D.; GEE, J.; DIMECH, M. Handbook for fisheries socio-economic sample survey – principles
and practice. FAO FisheriesandAquacultureTechnicalPaper, No. 613. Rome: FAO,2017.
RIBEIRO, Maria Auxiliadora Teixeira. Sentidos da pesca e a pesca dos sentidos: a perspectiva
psicossocial para a compreensão do sumiço dos peixes da pesca de curral em Ipioca-Maceió-AL.
Maceió: EDUFAL, 2011.2005. 352p.
7º PERÍODO
Disciplina: Oceanografia Biótica
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Caracteres gerais do ambiente marinho. Domínios bêntico e pelágico. Dinâmica de
nutrientes no ecossistema marinho. Produtividade nos oceanos. Bentos, nécton e plâncton. Relações
ecossistêmicas no ambiente marinho.
Bibliografia Básica
CASTRO, P.; HUBER, M. E. 2012. Biologia marinha. 8. ed. Porto Alegre: AMGH Ed. 461 p.
GARRISON, T. 2017. Fundamentos de oceanografia. 2.ed. São Paulo: CENGAGE Learning. 451 p.
PEREIRA, R.C.; Soares-Gomes, A. (org.). 2009. Biologia marinha. 2. ed. rev. ampl. Rio de Janeiro:
Interciência. 631 p.
Bibliografia Complementar
CORREIA, M. D.; SOVIERZOSKI, H. H. 2009. Ecossistemas costeiros de Alagoas - Brasil. Rio de Janeiro:
Technical Books. 144 p.
KRUG, L. C. (Org.) 2015. Introdução às ciências do mar. Pelotas, RS: Editora Textos. 601 p.
LEVINTON, J. S. 2009. Marine biology: function, biodiversity, ecology. 3rd. ed. New York: Oxford
University Press. 588 p.
MCLACHLAN, A; BROWN, A.C. 2006. The ecology of sandy shores. 2nd ed. Amsterdam; Boston:
Elsevier. 373 p.
MCLUSKY, D. S.; ELLIOTT, M. 2004. The estuarine ecosystem: ecology, threats, and management.
3rd ed. Oxford: New York: Oxford University Press. 214 p.
Disciplina: Legislação aplicada à Engenharia de Pesca
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Estudo dos problemas econômicos, sociais, legais e políticos relacionados à administração
da pesca e da aquicultura, tanto em escala nacional como internacional; Legislação Pesqueira (Lei
Geral da Pesca); Legislação Aquícola; Licenças Ambientais; Cultivos e criatórios e sua legislação.
Bibliografia Básica
FONTELES FILHO, A.A. Administração dos recursos da pesca e da aquicultura. Fortaleza: Edições
UFC, 1983. 181fOrganisation for Economic Co-operation and Development;
FAO Fisheries and Aquaculture Department; Workshop on the Challenges and Opportunies of
Fisheries Globalisation. (2007).
Globalisation and fisheries: proceedings of an OECD-FAO workshop. Paris, France: OECD, c2007. 345
p
PAIVA, M.P. Administração pesqueira no Brasil. Rio de Janeiro: Interciência, 2004.
177 p.
BibliografiaComplementar
Hunter, J. et al., The dynamics of tuna movements: an evaluation of past and future research. FAO
Fisheries Technical Paper (277), Rome, 1986, 78p.
FAO, Responsible Fish Utilization, FAO Technical Guidelines for Responsible Fisheries, No. 7, Rome,
FAO, 1998, 33p.
FAO, Fisheries management, FAO Technical Guidelines for Responsible Fisheries, No. 4, Rome, FAO,
1997, 82p.
FAO, Código de conduta para la pesca responsible, Roma, FAO, 1995, 46p.
Disciplina: Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto
Código:
CH Teórica: 30 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 24 h
Ementa: Fundamentos teórico-conceituais e metodológicos inerentes à tecnologia utilizada no
geoprocessamento. Cartografia digital, sensoriamento remoto e sistema de informação geográfica.
Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto: aplicações em Engenharia de Pesca.
Bibliografia Básica
FITZ, P. R. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de Textos. 2008. 160p.
FLORENZANO, T. G. Iniciação em Sensoriamento Remoto: Imagens para Estudos Ambientais. 2ª ed.
São Paulo: Contexto, 2007.
ROSA, R. Introdução ao Sensoriamento Remoto. 7ª Ed. São Paulo: Ed. EDUFU, 2009. 262p.
BibliografiaComplementar
ARANOFF, S. Geographic information systems: a management perspective. Canadá: WDL
Publications.Otawa, 1991.
BURROUGH, P. A. Principles of geographical information systems for land resources assessment.
Oxford: Oxford Universitypress. 1992.
NOVO, E. M. L. M. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. 2ª ed. São José dos Campos, São
Paulo: Edgard Blücher, 1992.
PONZONI, Flávio Jorge; ZULLO JUNIOR, Jurandir; LAMPARELLI, Rubens Augusto Camargo. Calibração
absoluta de sensores orbitais: conceituação, principais procedimentos e aplicação. São Jose dos
Campos, SP: Parêntese, 2007. 65p.
RUDORFF, Bernardo F. T; SHIMABUKURO, YosioEdemir; CEBALLOS, Juan C. (Org.). O sensor MODIS e
suas aplicações ambientais no Brasil. São José dos Campos, SP: Parêntese, 2007 423 p.
Disciplina: Enfermidades na aquicultura
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Considerações gerais sobre sanidade em aquicultura. Definição, classificação e evolução
histórica das principais enfermidades no panorama brasileiro. Boas práticas aquícolas. Profilaxia,
diagnóstico e tratamento em cultivos.
Bibliografia Básica
ARANA, L.V. Princípios químicos de qualidade da água em aquicultura: uma revisão para peixes e
camarões. 2. ed. Florianópolis: UFSC. 2004. 231 p.
HICKMAN, C.P., ROBERTS, L.S. e LARSON, A. Princípios integrados de zoologia. 11. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 2004. 846 p.
MOYES, C.D. e SCHULTE, P.M. Princípios de fisiologia animal. 2. ed. Porto Alegre: Artmed. 2010. 756
p.
RANZANI-PAIVA, M.J.T, TAKEMOTO, R.M. e LIZAMA, M.A.P. (Orgs). Sanidade de organismos
aquáticos. São Paulo: Varela. 2004. 426 p.
Bibliografia Complementar
CYRINO, J.E.P.; URBINATI, E.C.; FRACALOSSI, D.M.; CASTAGNOLLI, N. Tópicos especiais em
piscicultura de água doce tropical intensiva. São Paulo: TecArt. 2004.
FIGUEIREDO, R.M. Programa de redução de patógenos padrões e procedimentos operacionais de
sanitização. Manole. 1999.
KUBITZA, F. Principais parasitoses e doenças dos peixes cultivados.New York: Others Press. 2004.
NOGA, E.J. Fish disease: diagnosis and treatment. 2. ed. Ames: Wiley-Blackwell. 2010. 519 p.
PAVANELLII, G.C., EIRAS J.C. e TAKEMOTO, R.M. Doenças de peixes.3 ed. Maringa: Eduem. 2008.
SILVA-SOUZA, A.T. (Org). Sanidade de organismos aquáticos no Brasil.Maringa: ABRAPOA. 2006.
346p.
SINDERMANN, C.J. Principal diseases of marine fish and shellfish. 2 ed. Vol. 2. Diseases of marine
shellfish. Academic Press. Inc. 1990. 516 p.
Disciplina: Tecnologia de Aparelhos de Pesca
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Aparelhos de pesca – histórico e desenvolvimento. Características, classificação e
propriedades dos materiais utilizados. Descrição e classificação dos aparelhos de pesca: redes de
cerco e arrasto, redes de emalhar, armadilhas, dragas, aparelhos de linha e anzol. Confecção de
aparelhos de captura para águas interiores e marítimas: redes de arrasto, tarrafas e redes de emalhar
– cortes e reparos. Confecção de espinhel longline. Cálculos relacionados.
Bibliografia Básica
ANDRÉS, A.F. 1995 Cómo Pescar enel mar. Editorial Hispano Europea, S.A. Barcelona, España. 210 p.
GABRIEL, O.; LANGE, K.; DAHM, E.; WENDT, T. Fish Catching Methods of the World. 4th ed. Blackwell
Publishing Ltd, 2005.
JENNINGS, S., M. J. KEISER & J.D. REYNOLDS, 2001. Fishing gears and techniques. In Marine Fisheries
Ecology. Blackwell Science. pp 90-111
Bibliografia Complementar
FAO, 1990 Guia prático do pescador. Editamar, EdicõesMaritimas, Lda. Coord. J. Prado & P. Y.
Dremiere. Trads.: A.M. Leite. Lisboa-Portugal. ISBN - 972 - 95458 - 0 – 4. 195p.
LEITE, A.M.; PEREIRA, E.; NASCIMENTO, R.; 1991 Manual de Tecnologia de Pesca. SEP – Secretaria de
Estado das Pescas/ EPP – Escola Portuguesa de Pesca, fevereiro. 316p.
LINHARES, J. T. M. Características técnicas das redes de emalhar utilizadas no litoral de
Pernambuco. Monografia apresentada ao Departamento de Pesca da Universidade Federal Rural de
Pernambuco para obtenção do grau de Engenheiro de Pesca. Recife, 1996, 53p.
NÉDÉLEC, C., PRADO, J. 1990 Definition and classification of fishing gear categories. FAO
FisheriesTechnicalPaper. No. 222, Revision1. Rome, FAO, 92p.
OKONSKI, S. L.; MARTINE, L. W. Materiales Didactives para la Capacitacionen Tecnologia de Artes y
Metodos de Pesca. México: PNUI – FAO, 1977.
UENO, F.; MESQUITA, J. X.; PALUDO, M. L. B. Catálogos das Redes de Arrasto e Cerco Utilizadas pela
Frota Industrial nas Regiões Norte, Sudeste e Sul do Brasil. Brasília: SUDEPE/PDP, 1985.
Disciplina: Tecnologia e Inspeção do Pescado
Código:
CH Teórica: 60 h
Carga Horária (CH):
72 h
CH Prática: 12 h
Ementa: Reconhecimento das características do pescado como matéria-prima, estrutura muscular
do pescado, composição química, transformações e ocorrências no post mortem no pescado,
controle de qualidade, boas práticas de fabricação e sistema APPCC na indústria do pescado.
Legislação. Fraudes no pescado. Rastreabilidade da cadeia produtiva do pescado.
Bibliografia Básica
GONÇALVES, A. A. 2011. Tecnologia do Pescado: Ciência, tecnologia, inovação e legislação.
Editora Atheneu.
GAVA, Altanir Jaime. Tecnologia de Alimentos: Princípio e Conservação. 2008. Ed Nobel,
SP.GALVÃO, J. ANTUNES; OETERRER, M. 2014. Qualidade e Processamento de Pescado. Volume 1,
Editora: Elsevier.
Bibliografia Complementar
SEBRAE – Manual de Apoio (Curso de aperfeiçoamento). Boas práticas de fabricação, controle
integrado de pragas, limpeza e sanitização. Série Qualidade e Segurança Alimentar. 2001.
MACHADO, Z. Luna. Tecnologia de recursos pesqueiros. Recife, MINTER, SUDENE, 1994.
FIGUEIREDO, R. Martins. SSOP. Padrões e procedimentos operacionais de sanitização. Coleção
Higiene dos Alimentos, v 1. São Paulo, 1999.
NEVES, A. R.; DE QUEIROZ, A. C.; SILVA, D. J. Análise de Alimentos: métodos químicos e biológicos.
3ª. Ed. Viçosa: Editora UFV, 2002.
OGAWA, M. Manual de Pesca. São Paulo: Livraria Varella, 1999.
Disciplina: Piscicultura Marinha
Código:
CH Teórica: 28 h
Carga Horária (CH): 36 h
CH Prática: 08 h
Ementa: Panorama da piscicultura marinha mundial e brasileira. Principais espécies cultivadas,
métodos e sistemas utilizados. Reprodução e manejo reprodutivo das principais espécies produzidas.
Produção de larvas e juvenis de espécies comerciais. Etapas e técnicas de cultivo.
Bibliografia Básica
TUCKER, J. W. Marine fishculture. Boston: Kluwer Academic Publishers, c 1998.
BALDISSEROTTO, B; GOMES, L. Espécies Nativas Para a Piscicultura No Brasil. Edt. UFSM. 2010.
CERQUEIRA, V.R., 2004. Cultivo de peixes marinhos.In: C.R. Poli; A.T.B. Poli; E. R. Andreatta, E.
Beltrame; (org.). Aquicultura: Experiências Brasileiras, p. 369-406. Florianópolis: Multitarefa Editora
Ltda.
Bibliografia Complementar
KUBITZA, F. Qualidade da água No Cultivo de Peixes e Camarões. Edt. Acqua Supre. 2003.
BEAZ PALEO, J. D., Ingeniería de laAcuicultura Marina: Instalaciones de pecesenel mar. Madrid:
ObservatorioEspañol de Acuicultura, 2008. 465 p. (http://www.fundacionoesa.es/publicaciones/).
BEAZ PALEO, J. D., Ingeniería de laacuicultura marina: Instalacionesentierra. Madrid:
ObservatorioEspañol de Acuicultura, 2007. 465 p. (http://www.fundacionoesa.es/publicaciones/).
ROBERTO MARTINS FIGUEIREDO. Programa de Redução de Patógenos Padrões e Procedimentos
Operacionais de Sanitização. Edt. Manole. 1999.
TIDWELL, JAMES H. Aquaculture Production Systems. Edt. John Wiley Professional. 2012.
Disciplina: ACE VI – Educação ambiental
Código:
CH Teórica: 12 h
Carga Horária (CH): 36 h
CH Prática: 24 h
Ementa:Principais problemas ambientais que afetam os ecossistemas terrestres e aquáticos.
Problemas ambientais que desequilibram as comunidades de organismos aquáticos. Problemas
ambientais que prejudicam as populações humanas que sobrevivem da pesca artesanal.
Bibliografia Básica
BRASIL, A. M. Equilíbrio Ambiental e Resíduos na Sociedade Moderna. 3 Ed. São Paulo: FAARTE
Editora, 2007.
OLIVEIRA, M. V. Princípio Básicos de Saneamento do Meio. São Paulo. Editora SENAC São Paulo,
2003.
PIMENTEL, F.; LUCIANO, S.; MCGRATH, D. Fazendo Educação Ambiental: o mundo da várzea.
Santarém, Pará: Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, 2001.
ALVES-MAZZOTTI, A. J.; GEWANDSZNAJDER, F. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa
quantitativa e qualitativa. 2. ed. São Paulo: Pioneira, 1999.
Bibliografia Complementar
GRÜN, M. Ética e educação ambiental: a conexão necessária. Campinas, SP: Papirus, 1996.
TRISTÃO, M.; FRANCO, M. I. G. A função social da educação ambiental nas práticas colaborativas:
participação e engajamento. Cadernos CEDES, v.29, n.77, p.63-79, 2009.
DIAS, G. F. Educação ambiental: princípios e práticas. São Paulo: Gaia, 2010.
PELICIONI, M. C. F. Educação ambiental em diferentes espaços. São Paulo: Signus, 2007. PHILIPPI
JUNIOR, A.; PELICIONI, M. C. F. Educação Ambiental e Sustentabilidade. São Paulo: Manole, 2004.
LAYRARGUES, Philippe Pomier. Identidades da educação ambiental brasileira. Ministério do Meio
Ambiente. Diretoria de Educação Ambiental. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2004.
8º PERÍODO
Disciplina: Máquinas e Motores
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Motores: hidráulicos, elétricos e de combustão interna; ciclos, entropia,. Mecanismos de
transmissão e geração de energia. Compressores. Equipamentos de convés. Bombas hidráulicas.
Aeradores: eficiência e dimensionamento. Turbinas, refrigeração, propriedades de água, fluidos em
escoamento.
Bibliografia Básica
NASSEH, J. Manual de Construção de Barcos, 2ª Ed. Editora Booklook, 2002.
WICKERT, J. Introdução à Engenharia Mecânica, 2ª Ed. Editora Thomson Learning, 2007.
POTTER, M.C., SCOTT, E.P., Termodinâmica, Editora Thomson Learning, 2006.
Bibliografia Complementar
CZEKAJ, D. Aplicaciones de laingeniería 3. Maquinaria hidráulica em embarcacionespesqueras
pequenas. FAO Doc.Téc. Pesca, (296):187 p. 1988
GIACOSA, D. Motores endotérmicos. Madrid, Ed. Dossat, 3 ed. 1986. 757 p.
PENIDO FILHO, PAULO. Os Motores a combustão interna. Belo Horizonte. Ed. Lemi, 1983. 699 p.
Racine Hidráulica. Manual de hidráulica básica. Porto alegre, 1983. 323p.
MWM Motores Marítimos. Projetos de instalações de propulsão marítima (Deptº. Técnico). São
Paulo. 32 p.
Disciplina: Malacocultura
Código:
CH Teórica: 24 h
Carga Horária (CH): 36 h
CH Prática: 12 h
Ementa: Grupos cultivados: bivalves, gastrópodes e cefalópodes. Panorama no Brasil e no mundo,
sistemas de cultivo, larvicultura, obtenção de sementes e paralarvas, manejo e engorda, nutrição,
sanidade, cadeia produtiva, aspectos legais.
Bibliografia Básica
BRUSCA, R. C.; BRUSCA, G.J. Invertebrados. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2007.
MENEZES, A. Aquicultura na prática: peixes, camarões, ostras, mexilhões e sururus.4 ed. Vila Velha:
Hoper. 2005. 107p.
RIBEIRO-COSTA, C.S.; ROCHA, R.M. Invertebrados: Manual de aulas práticas. 2ª ed. Ribeirão Preto:
Holos. 2006. 271p.
Bibliografia Complementar
GOSLING, E. Bivalve Molluscs: Biology, EcologyandCulture.BlackwellPublishingLimited. 2002.
MANZONI, G.C. Ostras: aspectos bioecológicos e técnicas de cultivo. Itajaí: Univali. 2001.
PEREIRA, A.M.L., COSTA-FILHO, G.S., LEGAT, A.P., LEGAT, J.F.A. e ROUTLEDGE, E.A.B. A criação de
ostras para a aquicultura familiar. Embrapa Meio-Norte. Teresina. 2007. 28p.
RUPERT, E.E.; FOX, R.S.; BARNES, R.D. Zoologia dos invertebrados: Uma abordagem funcionalevolutiva. 7ª ed. São Paulo: Roca. 2005.
SOUZA, A.P.C. e ALMEIDA, B.C.P. Dossiê Técnico. Criação de polvo em cativeiro. IEL. Bahia. 2013.
27p.
Disciplina: Poluição Aquática
Código:
CH Teórica: 32 h
Carga Horária (CH): 36 h
CH Prática: 04 h
Ementa: Introdução. Poluição inorgânica. Metais, biomagnificação. Poluição orgânica: Petróleo,
nutrientes, POPs e biocumulação. Contaminação e dispersão de organismos: bioinvasão florações
nocivas. Impactos da Poluição. Ecotoxicologia e aplicação na Engª de Pesca.
Bibliografia Básica
NETO, J. A. B.; WALLNER-KERSANACH, M. & PATCHINEELAM, S. M. 2008. Poluição Marinha. Rio de
Janeiro. Editora Interciência. 412p.
VALENTI, W. C. 2000. Aquicultura no Brasil: Bases para um desenvolvimento sustentável. Brasília:
CNPq/Ministério da Ciência e Tecnologia.
BRAGA, B.; HESPANHOL, I.; CONEJO, J. G. L. et al. 2005. Introdução à Engenharia Ambiental. 2ª ed.
New Jersey: Pearson / Prentice Hall.
Bibliografia Complementar
CAETANO, P.; MANCUSO, S. Reuso de água São Paulo. São Paulo: Manole, 2002.
ESTEVES, F. E. 1998. Fundamentos de Limnologia. 2ªed. Editora Interciência, Rio de Janeiro, 574p.
PACHECO, E. B.M. A. V.; BONELLI C. M. C. Meio Ambiente, Poluição e Reciclagem. São Paulo: Edgard
Blucher, 2005.
CARVALHO, A. R.; OLIVEIRA, M. V. C. Princípios Básicos do Saneamento do Meio Ambiente. 8ª ed.
São Paulo: SENAC, 2007.
Disciplina: Beneficiamento e Industrialização do Pescado
Código:
CH Teórica: 45 h
Carga Horária (CH): 72 h
CH Prática: 27 h
Ementa: Aproveitamento integral do pescado: Processamento de peixes, crustáceos, moluscos,
répteis, anfíbios e algas. Métodos de conservação e beneficiamento do pescado. Defumação, salga,
enlatamento, fermentação de produtos pesqueiros. Processamento do pescado. Aproveitamento de
subprodutos do pescado. Carne mecanicamente separada, embutidos, concentrados proteicos de
pescado, hidrolisados proteicos de pescado, silagem de pescado, óleo de pescado, farinha de
pescado. Curtimento de peles de peixes.
Bibliografia Básica
GONÇALVES, A. A. 2011. Tecnologia do Pescado: Ciência, tecnologia, inovação e legislação. Editora
Atheneu.
GAVA, Altanir Jaime. Tecnologia de Alimentos: Princípio e Conservação. 2008. Ed Nobel, SP.
GALVÃO, J. ANTUNES; OETERRER, M. 2014. Volume 1, Editora: Elsevier.
Bibliografia Complementar
OGAWA, M. Manual de Pesca. São Paulo: Livraria Varella, 1999.
BOSCOLO, W. R.; FEIDEN, A. Industrialização de Tilápias. Paraná: GFM Gráfica e Editora. 2007.
OETTERER, M. Industrialização do pescado cultivado. 200p. 2002.
MACHADO, Zeneudo Luna. Tecnologia de Recursos Pesqueiros. Roteiro para aulas Práticas. UFRPE.
Recife, PE. 1996.
MACHADO, Zeneudo Luna. Tecnologia de Recursos Pesqueiros. SUDENE. Recife, PE. 1984.
Disciplina: Avaliação de Estoques
Código:
CH Teórica: 54 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 0 h
Ementa: Introdução à Avaliação de Mananciais - Os estoques pesqueiros e o objetivo fundamental
da avaliação de estoques pesqueiros. Esforço de pesca e abundância. Estimação da Mortalidade –
natural e por pesca. Seletividade das artes de pesca. Métodos de população virtual. Modelos de
projeção e recrutamento. Estimação da captura máxima sustentável. Programas de computadores.
BibliografiaBásica
KING, M. Fisheries biology, assessment and management. Massachussets: Fishing News Books,
second edition 1995. 382 p.
QUINN, T.J.; DERISO, R.B. Quantitative fish Dynamics. Oxford Press University. 1999. 542 p.
WALTERS, C.J.; MARTELI, S.J.D. Fisheries ecology and management. Princeton: Princeton University
Press, 2004. 399p.
BibliografiaComplementar
BEGG., G.A., FRIEDLAND, K., PEARCE, J.B. Stock identification and its role in stock assessment and
fisheries management: an overview. FisheriesResearch 43 (1999): 1-8.
FONTELES FILHO, A.A. Recursos Pesqueiros- Biologia e Dinâmica Populacional. Fortaleza:
ImprensaOficialdoCeará, 1989.
GAYANILO, F.C.; SPARRE, P.; PAULY, D. The FAO/ ICLARM Stock assessment tools (FISAT). User´s
guide FAO Comuterized Information Series (Fisheries) n.8, Rome: FAO, 1994.
HILBORN, R. & WALTERS, C.J. Quantitative Fisheries Stock Assessment, Choice, Dynamics and
Uncertainty. Chapman &Hall , ITP, 1992.
SPARRE, P.; URSIN, E.; VENEMA, S.C. Introdução à Avaliação de Mananciais de Peixes Tropicais. FAO
306/1 Ver.2. Parte I- Manual. 1996.
Disciplina: Aquicultura Especial
Código:
CH Teórica: 24 h
Carga Horária (CH): 36 h
CH Prática: 12 h
Ementa: Ranicultura e cultivo de répteis: panorama no Brasil e no mundo, biologia das espécies de
interesse comercial, sistemas de cultivo, obtenção de reprodutores, manejo e engorda, nutrição,
sanidade, cadeia produtiva, aspectos legais.
Bibliografia Básica:
HICKMAN, C.P., ROBERTS, L.S. e LARSON, A. Princípios integrados de zoologia. 11. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 2004. 846 p.
MOYES, C.D. e SCHULTE, P.M. Princípios de fisiologia animal. 2. ed. Porto Alegre: Artmed. 2010. 756
p.
Bibliografia Complementar:
ANDRADE, P.C.M. (org). Criação e Manejo de Quelônios no Amazonas. 2ª ed. Manaus:
IBAMA/ProVarzea. 2007. Disponível em: http://pedepincha.com.br/sites/default/files/livro%20Cria
%A7%A3%20e2OManejo%%20de
%20Quelonio%20no%Amazonas%20Provarzea.pdf.
AVEIRO, A.V.D. Criação de jacaré em cativeiro. Dossiê técnico. Brasilia: SBRT. 2012. Disponível em:
http://respostatecnica.org.br/dossie-tecnico/downloadsDT/NTY5Ng==
BRUSCA, R.C. e BRUSCA, G.J. Invertebrados. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2006. 968p
CRIBB, A. Y. Manual técnico de ranicultura. Brasília: Embrapa, 2013. 73 p.
LIMA, S.L. e AGOSTINHO, C.A. A tecnologia de Criação de Rãs. 2 ed. Viçosa: Imprensa Universitária
UFV. 1995. 168p.
MORAES, J.H.C. Ranários e ranicultura. Rio de Janeiro: EMATER. Disponível em:
http://www.espacodoagricultor.rj.gov.br/pdf/criacoes/RANICULTURA.pdf
Disciplina: Segurança do Trabalho
Código:
CH Teórica: 32 h
Carga Horária (CH): 36 h
CH Prática: 04 h
Ementa: Introdução à Segurança do trabalho. Estatística de acidentes do trabalho. Inspeções de
segurança. Investigação de acidentes do trabalho. Serviço Especializado em Engenharia de Segurança
e em Medicina do Trabalho (SESMT). Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA).
Equipamentos de Proteção Individual (EPI). Segurança no transporte, movimentação e manuseio de
materiais. Proteção em máquinas e equipamentos. Condições sanitárias e conforto nos locais de
trabalho. Norma Regulamentadora – NR31. Riscos inerentes à profissão de Engenheiro de Pesca.
Ergonomia.
Bibliografia Básica
BREVIGLIERO, E.; POSSEBON, J; SPINELLI, R. Higiene Ocupacional – Agentes Físicos, Químicos e
Biológicos. Ed. SENAC, 2008.
CIENFUEGOS, F. Segurança no laboratório. Ed. Interciência, 269 p., 2001.
EQUIPE ATLAS. Segurança e medicina do trabalho. 63ª edição. São Paulo: Atlas.
2009.
Bibliografia Complementar
SANTIAGO, J. A. S. Riscos ocupacionais inseridos em laboratórios de produção de pós-larvas de
camarão marinho. Monografia de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho.
Fortaleza. 2008.
CARDELLA, B. Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes: Uma Abordagem Holística. Ed.
Atlas, 1999 (1ª. Edição) – 7ª. Tiragem.
Tuffi M Saliba,.; Sofia C. Reis Saliba. Legislação de Segurança, Acidente do Trabalho e Sáude do
Trabalhador. Editora Atlas, 4ª. Edição2007.
Jose da Cunha Tavares; Armando Campos; Valter Lima. Prevenção e Controle de Riscos em
Máquinas Equipamentos e Instalações. Editora Senac São Paulo.
Jose da Cunha Tavares. Tópicos de Administração Aplicada a Segurança do Trabalho. Editora Senac
São Paulo 8ª Ed. 2008.
Disciplina: Genética Aplicada à Engenharia de Pesca
Código:
CH Teórica: 42 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 12 h
Ementa: Aspectos gerais de genética de organismos aquáticos. Genética clássica (Leis da Herança);
Mecanismos de determinação sexual em peixes: produção de monossexos e esterelização.
Alterações Cromossômicas e suas perspectivas voltadas a aquicultura. Hibridação, poliploidia e
reversão sexual. Genética molecular (material genético, sua localização, transmissão e função);
Mutações e danos a organismos aquaticos; Fontes de Variabilidade genética. Estrutura genética em
populações aquáticas. Marcadores moleculares. Conservação e preservação da variação genética em
organismos aquáticos. Bases da engenharia genética. Engenharia genética para a aquicultura.
Introdução de espécies e sua implicação na aquicultura. Aspectos importantes para a conservação
das espécies que são criadas em cativeiro, reintrodução de indivíduos e novas pespectivas com vistas
genéticas.
Bibliografia Básica
GARDNER, E. J. , SNUSTAD, D. P.1986. Genética. 7ª edição. Editora Interamericana.
GRIFFITHS, A J. F.; GELBART, W. M. 2001. Genética Moderna. Editora Guanabara Koogan. Rio de
Janeiro.
MICKLOS, D. A.; FREYER, G. A.; CROTTY, D. A. 2005. A Ciência do DNA. 2ª edição. Artmed Editora.
Porto Alegre.
LEHNINGER, A. L. ; COX , N.; KAY Y. Lehninger Princípios de Bioquímica. 2006. 4ª edição. Editora
Sarvier (Almed). São Paulo.
RAMALHO, M. A P.;SANTOS, J. B. & PINTO, C. A. B. P. 2008. Genética na Agropecuária. 4ª edição
Editora UFLA. Minas Gerais.
Bibliografia Complementar
PIERCE, BENJANMIN. 2004 A. Genética - Um Enfoque Conceitual - 3ª Ed. Editora Guanabara Koogan.
Rio de Janeiro.
GRIFFITHS, A. J.; LEWONTIN, R. C.; WESSLER, S. R.; CARROLL S. B. 2006. Introdução a Genética. 8ª
edição. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro.
SNUSTAD, P. & SIMMONS, M. J. 2008. Fundamentos de Genética. 4ª edição. Editora Guanabara
Koogan. Rio de Janeiro.
BURNS, G. W. 1991. Genética. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro.
BROWN, T. A. 1999. Genética – Um Enfoque Molecular. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro.
Disciplina: Economia Pesqueira
Código:
Carga Horária (CH): 54 h
CH Teórica: 36 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Introdução à economia: conceito, ramos a aplicações. Noções de Economia Ambiental. Princípios
econômicos. Introdução à economia de mercados. As Características inerentes aos recursos pesqueiros.
Características gerais da economia da pesca. A demanda e a oferta de produtos pesqueiros. As bases
econômicas da administração pesqueira. A propriedade e o acesso ao uso dos recursos pesqueiros.
Otimização econômica dos recursos pesqueiros. Custos e esforços de pesca. Teoria econômica da regulação
da pesca - aplicação de incentivos, créditos e subsídios. Modelos econômicos da indústria pesqueira.
Organização e administração da produção pesqueira. Captura ótima e extração máxima sustentável.
Macroeconomia pesqueira e Comércio exterior. Análise Econômica da Pesca no Nordeste.
Bibliografia Básica
PAIVA, M.P. 2004 Administração pesqueira no Brasil. Rio de Janeiro: Interciência 177p.
DIAS-NETO, J.,Diagnóstico da pesca no Brasil, Brasília, IBAMA, 1996, 165p.
OLIVEIRA, G. M. Pesca e aquicultura no Brasil: produção e balança comercial. Brasília: IBAMA. 2005.
Bibliografia Complementar
RIBEMBOIM, Jacques. Economia da Pesca Sustentável no Brasil. Recife: Editora Bagaço, 2010.
COCHRANE, K. 2005 Guíadel administrador Pesquero - Medidas de ordenación y suaplicación. FAO
DOCUMENTO TÉCNICO DE PESCA 424 Organización de LasNaciones Unidas para la Agricultura y
laAlimentación. Roma, 2005.
MATTOS, S.M.G. 2007 Contribuição dos modelos bio-econômicos para a gestão participativa e o
ordenamento da pesca artesanal e de pequena escala. Revista Brasileira de Engenharia de Pesca.
Nacional / editores José Milton Barbosa, Haroldo Gomes Barroso. São Luís, Ed. UEMA, 2007. V.2. N.2:
114p : il.
PINHE, D.B. Manual de Economia. São Paulo: Saraiva, 1991.
SOFIA/FAO, 2016. El estado mundial de la pesca y laacuicultura. Departamento de Pesca e
Aquicultura da FAO - ORGANIZACIÓN DE LAS NACIONES UNIDAS PARA LA AGRICULTURA Y LA
ALIMENTACIÓN. Roma, 2016. 218p.
9º PERÍODO
Disciplina: Navegação
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Princípios de navegação e marinharia. Cartas náuticas. Manobras. Sinais e balizamentos.
Instrumentos náuticos. Segurança. RIPEAM. Navegação costeira: estimada e eletrônica. Aspectos
legais: regramento nacional e internacional.
Bibliografia Básica
BARROS, G.L.M. Navegar é fácil. 12ª ed. Rio de Janeiro: Editora Catau. 655p. 2006.
DUARTE, P.A. Fundamentos de cartografia.2. ed. rev. e ampl. Florianópolis, SC: Ed. da UFSC,
2002..208 p.
GABRIEL, O.; LANGE, K.; DAHM, E.; WENDT, T. Fish Catching Methods of the World. 4th ed. Blackwell
Publishing Ltd, 2005.
BibliografiaComplementar
BOWDITCH, N. The american
practical
navigator:
an
epítome
of
navigation.
USA,NationalImageryandMappingAgency, Ml. 1995.
CASTRO E SILVA, R.Arte naval moderna. 9ª ed – Damaia, Portugal: Editorial de Marinha, 1979.
FONSECA, M.M. Arte Naval. 7ª ed. – Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 2005.
JOLY, F. A cartografia.10.ed. Campinas, SP: Papirus, 2007.
MANSO, J. A. GPS: uma abordagem prática. 2. ed. rev. e ampl. Recife: Bagaço, 2003.
MARINHA DO BRASIL. Curso preliminar de Aquaviário. DPC, 4ª ed. Rio de Janeiro, 2002.
MIGUENS, A.P. Navegação: A ciência e a arte, V II Navegação astronômica e derrotas. Brasil,
Diretoria de Hidrografia e Navegação. Marinha do Brasil; RJ. 1998.
MIGUENS, A.P. Navegação: A Ciência e A Arte Vol I, DHN, Marinha do Brasil. Disponível em: www.
marmil.br/dhn/dhn/index.html
Disciplina: Avaliação de Impactos Ambientais
Código:
CH Teórica: 30 h
Carga Horária (CH): 36 h
CH Prática: 06 h
Ementa: Legislação; impactos ambientais associados ao turismo náutico, pesca, aquicultura e
beneficiamento de pescado; avaliação de impactos ambientais; conservação e recuperação dos
mananciais.
Bibliografia Básica
Administração dos recursos hídricos. Hidrologia aplicada. Controle humano das condições
hidrológicas GESTÃO de águas doces. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. xv, 372 p.
MANCUSO, P.C.S. & SANTOS, H.F. Tratamento de água: processos, operações, instalações e
equipamento. Barueri: Manole, 2003.
TAUK, S.M.; GOBBI, N. & FOWLER, H.G. Aspectos sociais e socioeconômicos do impacto provocado
pelo homem no meio ambiente. Ecologia social. Análise ambiental: uma visão multidisciplinar. 2. ed.
São Paulo: Ed. da UNESP,1995.
Bibliografia Complementar
MACHADO, C.J.S. 2004. Gestão de águas doce. Rio de Janeiro: Interciência. 372p.
BAPTISTA NETO, J. A.; WALLNER-KERSANACH, M.; PATCHINEELAM, S.M. (Org). Poluição marinha. Rio
de Janeiro, RJ: Interciência, 2008.
VINATEA ARANA, L. Princípios químicos de qualidade da água em aquicultura: uma revisão para
peixes e camarões. 2. ed. Florianópolis , SC: Editora da UFSC, 2004. 231 p.
SWARBROOKE, J. Turismo sustentável: conceitos e impacto ambiental. 3. ed. São Paulo: Aleph,
2002. 1 v.
Disciplina: Extensão Pesqueira
Código:
CH Teórica: 24 h
Carga Horária (CH): 36 h
CH Prática: 12 h
Ementa: Abordagem do fenômeno rural-urbano e definição do rural como campo de estudo.
Agricultura familiar. A questão agrária no Brasil; difusão de tecnologias agropecuárias, extensão rural
e assistência técnica: conceitos e modelos. A comunicação profissional: o discurso, a redação de
notícias, a pesquisa participante, o planejamento de atividades de assistência técnica.
Bibliografia Básica
BORDENAVE, J.D. Que é comunicação rural. S.P., Brasiliense, 1983. Coleção: Primeiros Passos, nº 101.
CALLOU, Angelo Brás Fernandes; TAIK SANTOS, Maria Salett; GEHLEN, Vitória Régia Fernandes (Orgs.).
Comunicação, gênero e cultura em comunidades pesqueiras contemporâneas. Recife: FASA, 2009.
CALLOU, Angelo Brás Fernandes. A voz do mar: construção simbólica da realidade dos pescadores
brasileiros pela missão do cruzador “José Bonifácio” (1919-19240). Tese de doutoramento. São
Paulo, Escola de Comunicações e Artes da USP, 1994, 353 p.
Bibliografia Complementar
SANTANDER, Felipe. O extensionista. S.P., Hucitec, 1987.
SILVA, José Geraldo. A faina, a festa e o rito: uma etnografia histórica sobre as gentes do mar (sécs.
XVII ao XIX). Campinas, SP : Papirus. 2001.
FREIRE, Paulo. Extensão ou comunicação? Rio de Janeiro : Paz e Terra, 1983.
PRORENDA/GTZ. (Org.). Extensão pesqueira: desafios contemporâneos. Recife : Bagaço, 2003
RAMALHO, Cristiano W. N. Ah esse povo do mar! Um estudo sobre trabalho e pertencimento na
pesca artesanal pernambucana. São Paulo: Polis, 2006.
Disciplina: Ordenamento Pesqueiro
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 36 h
CH Prática: 0 h
Ementa: Aspectos conceituais e práticos da administração, manejo, gestão e ordenamento
pesqueiro.
Bibliografia Básica
COSTA, A. L. 2007. Nas redes da pesca artesanal. Brasília: Ibama. 308p.
DIAS-NETO, J. Gestão do uso dos recursos pesqueiros marinhos no Brasil. Brasília: IBAMA, 2003
MARRUL-FILHO, S. Crise e sustentabilidade no uso dos recursos pesqueiros. Brasília: IBAMA, 2003.
Bibliografia Complementar
FONTELES FILHO, A.A. 1989. Recursos Pesqueiros- Biologia e Dinâmica Populacional, Imprensa
Oficial do Ceará. 296 p.
ABDALLAH, P.R. 1998 Atividade Pesqueira No Brasil: Política E Evolução. Tese apresentada à Escola
Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Universidade de São Paulo. Área de Concentração: Economia
Aplicada PIRACICABA Estado de São Paulo Outubro 1998.
COCHRANE, K. L. 2005 Guía Del administrador pesquero. Medidas de ordenación y suaplicación. FAO
documento técnico de pesca. No. 424. Roma, FAO. 231 P.
PAIVA, M.P. 1986 Fundamentos da Administração pesqueira.Editerra Brasília 157p.
PAIVA, M.P. Administração Pesqueira no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2005.
SOFIA/FAO. El estado mundial de la pesca y laacuicultura. Departamento de Pesca e Aquicultura da
FAO - ORGANIZACIÓN DE LAS NACIONES UNIDAS PARA LA AGRICULTURA Y LA ALIMENTACIÓN. Roma.
Documento bianual.
Disciplina: Gestão Empresarial e Marketing
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 36 h
CH Prática: 0 h
Ementa: Definição, característica e contexto do empreendedorismo. A atuação empreendedora.
Novos mercados e novos profissionais na área de negócios. Criatividade e sucesso em
agronegócios. Plano de negócios. Evolução do conceito de marketing. Sistemas de marketing.
Comportamento do consumidor de pescados. Conceito e componentes de um sistema de
marketing. Marketing verde. Marketing azul.
Bibliografia Básica
KWASNICKA, E.L. 2004. Introdução à administração. São Paulo: Atlas. XI. 337 p.
AIDAR, M.M. 2007. Empreendedorismo. São Paulo: Thomson, XVII. 145 p.
KOTLER, P., JKELLER, K.L. 2006. Administração de marketing. Pearson Prentice Hall. XXII. 750 p.
Bibliografia Complementar
MARTINELLI, D.P., JOYAL, A. 2004. Desenvolvimento local e o papel das pequenas e médias
empresas. Barueri, SP: Manole. 314 p.
GONÇALVES, A.A. (Ed.). 2011. Tecnologia do pescado: ciência, tecnologia, inovação e legislação.
São Paulo, SP. Atheneu, XVI. 608 p.
JOLLY, C.M., CLONTS, H.A. 2007. Economics of aquaculture. New York. 319 p.
FARAH, O.E., CAVALCANTI, M., MARCONDES, L.P. 2008. Empreendorismo estratégico: criação e
gestão de pequenas empresas. São Paulo: Cengage Learning. 251 p.
BIZZOTTO, C.E.N. 2008. Plano de negócios para empreendimentos inovadores. São Paulo: Atlas.
147 p.
Disciplina: Tecnologia de Captura
Código:
CH Teórica: 36 h
Carga Horária (CH): 54 h
CH Prática: 18 h
Ementa: Características e classificação dos materiais utilizados. Classificação dos aparelhos de pesca
Confecção de aparelhos de captura: redes principais, auxiliares e outras para águas interiores e
marítimas. Confecção de espinhel longline. Embarcação pesqueira: princípios gerais, elementos de
marinharia, navegabilidade, dimensionamento, construção e comportamento. Barcos pesqueiros
para pesca interior e marítima. Armação de barcos.
Bibliografia Básica
ANDRÉS, A.F. 1995 Cómo Pescar enel mar. Editorial Hispano Europea, S.A. Barcelona, España. 210 p.
GABRIEL, O.; LANGE, K.; DAHM, E.; WENDT, T. Fish Catching Methods of the World. 4th ed.
Blackwell Publishing Ltd, 2005.
JENNINGS, S., M. J. KEISER & J.D. REYNOLDS, 2001. Fishing gears and techniques. In Marine
Fisheries Ecology. Blackwell Science. pp 90-111
Bibliografia Complementar
FAO, 1990 Guia prático do pescador. Editamar, EdicõesMaritimas, Lda. Coord. J. Prado & P. Y.
Dremiere. Trads.: A.M. Leite. Lisboa-Portugal. ISBN - 972 - 95458 - 0 – 4. 195p.
LEITE, A.M.; PEREIRA, E.; NASCIMENTO, R.; 1991 Manual de Tecnologia de Pesca. SEP – Secretaria
de Estado das Pescas/ EPP – Escola Portuguesa de Pesca, fevereiro. 316p.
LINHARES, J. T. M. Características técnicas das redes de emalhar utilizadas no litoral de
Pernambuco. Monografia apresentada ao Departamento de Pesca da Universidade Federal Rural de
Pernambuco para obtenção do grau de Engenheiro de Pesca. Recife, 1996, 53p.
NÉDÉLEC, C., PRADO, J. 1990 Definition and classification of fishing gear categories. FAO
FisheriesTechnicalPaper. No. 222, Revision1. Rome, FAO, 92p.
UENO, F.; MESQUITA, J. X.; PALUDO, M. L. B. Catálogos das Redes de Arrasto e Cerco Utilizadas
pela Frota Industrial nas Regiões Norte, Sudeste e Sul do Brasil. Brasília: SUDEPE/PDP, 1985.
OKONSKI, S. L.; MARTINE, L. W. MaterialesDidactives para laCapacitacionen Tecnologia de Artes y
Metodos de Pesca. México: PNUI – FAO, 1977.
Disciplina: Elaboração de Projetos
Código:
CH Teórica: 26 h
Carga Horária (CH): 36 h
CH Prática: 10 h
Ementa: Construção de projetos aquícolas: generalidades e importância; Aspectos legais na
construção de projetos; Avaliações econômicas e ambientais na elaboração de projetos; Estudo de
Caso.
Bibliografía Básica
BUARQUE, Cristovam. Avaliação econômica de projetos. Rio de Janeiro: Campus, 1984.
BRUCE, Andy e LANGDON, Ken. Como Gerenciar Projetos: São Paulo: PUBLIFOLHA, 2009.
RABEQUINI, Roque Jr. e CARVALHO, Marly Monteiro de. Fundamentos em Gestão de Projetos:
Construindo competências para gerenciar projetos. São Paulo: Atlas, 2011.
Bibliografia Complementar
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 184p.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação à
pesquisa. 27. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. 182 p.
KERZNER Harold. Gestão de Projetos. São Paulo: Bookman, 2006.
MENEZES, Luiz César de Moura. Gestão de Projetos. São Paulo: Atlas, 2009.
SABBAG, Paulo Yazigi. Gerenciamento de Projetos e Empreendedorismo. São Paulo: Saraiva, 2009.
Disciplina: Carcinicultura
Código:
CH Teórica: 56 h
Carga Horária (CH): 72 h
CH Prática: 16 h
Ementa: Histórico da carcinicultura mundial e nacional. Estatística da carcinicultura mundial e
nacional. Sistemas de produção de camarão. Preparação de viveiro. Aclimatação e povoamento de
pós-larvas. Alimentação dos camarões cultivados. Análise presuntiva da saúde dos animais.
Qualidade da água. Despesca. Sistemas bioflocos e mixotrófico.
Bibliografia Básica
BNB. 2005. Perspectivas para o Desenvolvimento da Carcinicultura no Nordeste do Brasil.
Fortaleza, CE. Documentos do ETENE 02. 131 p.
PINTO, J. 2005. Manejo Comunitário de Camarões. Manaus, AM. IBAMA. 26 p.
NRC. 2011. Nutrient Requirements of Fish and Shrimp. Editora: NationalAcademic Press.
Bibliografia Complementar
ARANA, L.V. 2004. Princípios Químicos de Qualidade da Água em Aquicultura: uma Revisão para
Peixes e Camarões. Florianópolis, SC: Editora da UFSC. II edição, 231 p.
GODDARD, S. 1996. Feed Management in Intensive Aquaculture. New York: Chapman & Hall. XI,
194 p.
MENEZES, A. 2005. Aquicultura na Prática: Peixes, Camarões, Ostras, Mexilhões e Sururus. Vila
Velha, ES. Hoper, 107 p.
ALMEIDA, E.O. 2014. Desempenho Zootécnico do Curimatã Pacu em Sistema de Policultivo com
Camarão Canela. Penedo, AL. 32 p.
NEW, M.B. 2002. Farming Freshwater Prawns: A Manual for the Culture of the Giant River Prawn
(Macrobrachiumrosenbergii). FAO Fisheries Technical Paper - 428. Roma. 219 p.
(http://www.fao.org/3/a-y4100e.pdf).
OKONSKI, S. L.; MARTINE, L. W. Materiales Didactives para la Capacitacion en Tecnologia de Artes
y Metodos de Pesca. México: PNUI – FAO, 1977.
Disciplina: ACE VII - Integração Técnico-Científica
Código:
CH Teórica: 12 h
Carga Horária (CH): 72 h
CH Prática: 60 h
Ementa: Integração de conteúdo das quatro grandes áreas da Engenharia de Pesca: Aquicultura,
Tecnologia da Pesca, Tecnologia do Pescado e Meio Ambiente em um evento técnico científico.
Bibliografia Básica:
CESCA, Cleuza G. Gimenes. Organização de eventos: manual para planejamento e execução. 10.
ed.São Paulo: Summus, 2008. 195 p.
DIAZ BORDENAVE, J. E. O que é comunicação. São Paulo: Brasiliense, 2008.
VANOYE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. 12. ed. São
Paulo: Martins Fontes, 2003.
Bibliografia Complementar:
GIACAGLIA, Maria Cecília. Organização de eventos: teoria e prática. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2003. 256 p.
MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 4. ed. Barueri: Manole, 2007.
xxviii, 161 p.
ZANELLA, Luiz Carlos. Manual de organização de eventos: planejamento e operacionalização. São
Paulo: Atlas, 2011. xii, 340 p.
ZITTA, Carmem; GONÇALVES, Carmem Lúcia Alves. Organização de eventos: da ideia à realidade. 3.
ed. Brasília: Senac Distrito Federal, 2011.
HAYASHI, M. C. P. I.; GUIMARÃES, V. A. L. A comunicação da ciência em eventos científicos na visão
de pesquisadores. Em Questão, Porto Alegre, v. 22, n. 3, p.161-183, set/dez. 2016.
EMENTAS DAS DISCIPLINAS ELETIVAS
Disciplina: Ecossistema Manguezal
Semestre: 3º
Carga horária:
36 h
Código: ENGP048
Pré-requisito:
Ementa: Introdução ao ecossistema manguezal: histórico de pesquisa, definição, dinâmica,
abordagem interdisciplinar. Fluxo de energia e ciclo da matéria. Principais comunidades. Influência
dos parâmetros abióticos sobre as comunidades. Usos e impactos antrópicos.
BibliografiaBásica:
LEVINTON, J.S. Marine biology: function, biodiversity and ecology. New York: Oxford University
Press, 1995.
McLUSKY, D.S. The estuarine ecosystem. London: Blackie: 1989.
DAY Jr., J.W., HALL, C.A.S., KEMP, W.M.; YÁÑEZ-ARANCIBIA, A. Estuarine ecology. New York: WileyInterciencePublication,John Wiley & Sons, 1989.
BibliografiaComplementar:
BEGON, M., HARPER, J.L., TOWNSEND C. R. Ecologia – de indivíduosaecossistemas. 4ª ed. São Paulo:
Editora Artmed, 2007.
BARROS, H. M.; ESQUINAZI-LEÇA, E.; MACEDO, S.J.; LIMA, T. Gerenciamento Participativo de
Estuários e Manguezais. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2000.
DAJOZ, R. Princípios de Ecologia. 7ª ed. São Paulo: Editora Artmed, 2005.
ODUM, E. Ecologia. 1ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988.
RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
Disciplina: Aquaponia
Semestre: 7º
Carga horária:
36 h
Código:
Pré-requisito:
Ementa: Histórico da Aquaponia. Design do cultivo. Infraestrutura utilizada na Aquaponia. Sistema de
recirculação da água. Peixes, plantas e bactérias. Sistema integrado. Manejo e monitoramento.
Colheita e comercialização.
Bibliografia Básica:
BOND, C.E. (1996). Biology of fish. 2 ed. Orlando: Saunders College Publishing. 750 p.
OLIVEIRA, E.C. (2003). Introdução à biologia vegetal. 2 ed. São Paulo: EDUSP. 226 p.
HARVEY, R.A., CHAMPE, P.C., FISHER, B.D. (2008). Microbiologia ilustrada. 2 ed. Porto Alegre:
Artmed. 436 p.
BibliografiaComplementar:
FAO. (2014). Small-scale aquaponic food production: integrated fish and plant farming. FAO
Fisheries and Aquaculture Technical Paper 589. http://www.fao.org/3/a-i4021e.pdf.
AKO, H. (2014). How to Build and Operate a Simple Small-to-Large Scale Aquaponics System. CTSA
Publication #161. 10 p.
http://www.ctsa.org/files/publications/CTSA_aquaponicsHowTo.pdf
CARLSSON, D. (2013). Aquaponic Systems: potentials on a northern latitude. Mid Sweden
University, Department of Ecotechnology and Sustainable Building Engineering. 35 p.
https://www.diva-portal.org/smash/get/diva2:633765/FULLTEXT01.pdf
FAO. (2004). Agro-acuicultura integrada: manual básico. FAO Documento Técnico de Pesca 407.
http://www.fao.org/3/a-y1187s.pdf
GUTIÉRREZ, M.E.M. (2012). Sistemas de recirculaciónacuapónicos. Informador Técnico (Colombia).
Edición 76, p 123 – 129.
https://dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/4364577.pdf
Disciplina: Ecologia e Conservação de Peixes
Semestre: 7º
Carga horária:
36 h
Código:
Pré-requisito:
Ementa: Ambientes recifais: definição e caracterização; Peixes recifais: características, biologia e
pesca; Peixes Neotropicais características, biologia e pesca; Ecologia trófica: principais categorias e
guildas; Metodologias não destrutivas de estudo Comportamentos; Usos e Conservação: pesca,
turismo e pesquisa.
Bibliografia Básica:
Benedito, E.(Org.). Biologia e ecologia dos vertebrados. Rio de Janeiro, RJ: Roca, 2015. 228 p.
Orr, R. T. Biologia dos vertebrados. 5. ed. São Paulo: Roca, 1986. 508 p.
Pough, F.; Harvey; J.; Christine M. &Heiser, J.B. A vida dos vertebrados. 3. ed. São Paulo: Atheneu,
2003. 699 p.
Bibliografia Complementar:
Garcia Jr., J.; Mendes, L.F.; Sampaio, C.L.S.; Nobrega, M.F. & Lins, J.E. Bio diversidade marinha da
Bacia Potiguar/RN: Peixes da Plataforma Continental. 1. ed. Rio de Janeiro: Museu Nacional, 2015.
v. 1. 217p
Lins, J.E.; Nobrega, M.F.; Garcia Jr, J.; Sampaio, C.L.S.; Dario, F.; Fischer, L.G. & M.M. Mincarone.
Biodiversidade marinha da Bacia Potiguar/RN: Peixes do Talude Continental. 1. ed. Rio de Janeiro:
Museu Nacional, 2015. v. 1. 218p.
N, J.S. Fishes of the world. 4. ed. New York: J. Wiley, c2006
Sampaio, C.L.S., Nottingham, M.C., 2008. Guia para identificação de peixes ornamentais: espécies
marinhas, 1th ed. IBAMA, Brasília -DF.
Froese, R. & D. Pauly. (Edit.). 2018. FishBase. World Wide Web electronic publication.
www.fishbase.org, version (02/2018).
Z.M.A.N. Leão ; Ferreira, B. P. ; Sampaio, C. L. S. ; Olavo, G. ; Mendes, L. F. ; Neves, E. G.
Monitoramento dos Recifes e Ecossistemas Coralinos. In: A. Turra & M. R. Denadai. (Org.).
Protocolos para o Monitoramento de Habitats Bentônicos Costeiros. IO-USP, 2015, v. 1, p. 155-179.
Disciplina: Navegação 2
Semestre: 7º
Carga horária:
36 h
Código: ENGP051
Pré-requisito:
Ementa: Astronomia náutica; sólidos celestiais e esfera celeste; sistemas de coordenadas; medidas
de tempo; instrumentos para Navegação astronômica; cálculos dos elementos representativos da
reta de altura; determinação isolada de latitude.
Bibliografia Básica:
BARROS, G.L.M. Navegação Astronômica, Fundamentos e Prática. Rio de Janeiro: Edições Marítimas,
1997.
BARROS, G.L.M. Navegando pelo Sol. Rio de Janeiro: Edições Marítimas, 1997.
FIGUEIREDO, G.S. Navegação Astronômica. Rio de Janeiro: Apostila do Centro de Instrução Almirante
Graça Aranha, 1981.
Bibliografia Complementar:
BRASIL, Ministério da marinha. DHN. Catálogo de cartas náutica e publicações. Rio de Janeiro: DHN,
1985.
BRASIL, Ministério da marinha. DHN. Manual de navegação. Marinha do Brasil, 1977.
DPC. Manual do tripulante. Rio de Janeiro: Ministério da Marinha, 1972.
ESCOLA NAVAL, Navegação astronômica. Ed. Atlas, 1977.
GOMES, G.R.C. A Prática da Navegação. Rio de Janeiro: Sindicato Nacional dos Oficiais de Naútica da
Marinha Mercante, 1984.
MANSO, J. A GPS. Uma abordagem prática. Recife: Ed. Bagaço, 1998.
MIGUENS, A P. Navegação: a ciência e a arte. DHN. 1996. Vol.1. Navegação costeira estimada e em
águas restritas.
Disciplina: Sociologia Geral
Semestre: 7º
Carga horária:
36 h
Código: ENGP054
Pré-requisito:
Ementa: Elementos dos sistemas sociais, globais e parciais. Instituições sociais. Mudança social e
planejamento, Formas de organização, Movimento dos pescadores artesanais.
Bibliografia Básica:
DIEGUES, A. C. Pesca Construindo Sociedades. São Paulo: NUPAUB-USP, 2004.
MARTINS, J. S. A militarização da questão agrária no Brasil. Petrópolis: Vozes. 1984
NAVARRO, Z. Desenvolvimento rural no Brasil: os limites do passado e os caminhos do futuro. In:
Estudos Avançados, vol. 15, n. 43, set./dez. 2001.
Bibliografia Complementar:
DIEGUES, A. C. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo: Annablume/Hucitec, USP, 2002.
GONÇALVES, C. W. Paixão da terra: ensaios críticos de Ecologia e Geografia. Rio de Janeiro:
Pesquisadores Associados em Ciências Sociais, 1984.
SACHS, I. Estratégias de transição para o século XXI: desenvolvimento e meio ambiente. São Paulo:
Studio Nobel, 1993.
SIDERSKY, P. Sobre a especificidade do pequeno produtor. Rio de Janeiro: AS-PTA, 1991 (Textos para
debate, nº 36).
STEDILE, J. P. História e natureza das Ligas Camponesas. São Paulo: Expressão Popular. 2002.
Disciplina: Dificuldades de Aprendizagem
Semestre: 1º
Carga horária:
36 h
Código:
Pré-requisito:
Ementa: Estudo das Dificuldades da Aprendizagem (Dislexia, Discalculia e o Transtorno do Déficit de
Atenção e Hiperatividade – TDAH), dos Transtornos Globais do Desenvolvimento (Autismo e a
Síndrome de Asperger), das deficiências sensoriais (deficiência física, deficiência visual e baixa visão,
deficiência intelectual), Síndrome de Down e Altas Habilidades e Superdotação. Discussão dos
diferentes perfis de aprendizagem e identificação precoce das dificuldades e dos transtornos.
Abordagem sobre as teorias psicológicas de B. F. Skinner e Lev Vygotsky para a intervenção
pedagógica. Análise das políticas públicas da Educação Inclusiva no Brasil. Atuação dos educadores
frente às Dificuldades e Transtornos de Aprendizagem na educação básica/no ensino superior.
Bibliografia Básica:
DONVAN, John. Outra sintonia: a história do autismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
MUSZKAT, Mauro; MIRANDA, Monica Carolina; RIZZUTTI, Sueli. Transtorno do Déficit de Atenção e
Hiperatividade. São Paulo: Cortez, 2012.
ROTTA, NewraTellechea; BRIDI FILHO, César Augusto; BRIDI, Fabiane Romano de Souza (Orgs.).
Neurologia e Aprendizagem: abordagem multidisciplinar. Porto Alegre: ArtMed, 2016.
VIGOTSKI, Lev Semionovitch. A defectologia e o estudo do desenvolvimento e da educação da criança
anormal. In: Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 37, n. 4, p. 861-870, dez. 2011.
Bibliografia Complementar:
BRASIL. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Documento
pelo grupo de trabalho nomeado pela Portaria Ministerial no 555, de 5 de junho de 2007, prorrogada
pela Portaria no 948, de 09 de outubro de 2008. Disponível em:
<portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/política.pdf>. Acesso em: 10 abr. 2016.
BRASIL. Constituição Federal do Brasil de 1988. Disponível em: <www.senado.gov.br/con1988>.
Acesso em: 12 abr. 2016.
BRASIL. Educação Especial Legislação. 1997. Disponível em: <www.mec.gov.br>. Acesso em: 15
abr.2016
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei no. 9.394, de 20 de dezembro de 1996.
D.O.U. de dezembro de 1996.
BUENO, J. G. Educação inclusiva: princípios e desafios. In: Revista Mediação, n. 1, p. 22-28, 1999.
BUENO, J. G. A inclusão de alunos diferentes nas classes comuns do ensino regular. In: Temas sobre
Desenvolvimento. São Paulo, v. 9, n. 54, p. 21-27, 2001.
ONU. Declaração de Salamanca: princípios, política e prática em educação especial. 1994.
Disponível em:<www.direitoshumanos.usp.br>. Acesso em: 26 abr. 2016.
Disciplina: Linguagem Brasileira de Sinais – LIBRAS
Semestre: 3º
Carga horária:
36 h
Código: ENGP058
Pré-requisito:
Ementa: Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), de seu histórico, estrutura gramatical,
expressões manuais, gestuais e do seu papel para a comunidade surda. Caracterização e reflexão
sobre o uso e a importância da LIBRAS em sala de aula. Atendimento aos Surdos e Deficientes
Auditivos através da Língua de Sinais e outras formas de comunicação, em diversas situações,
garantindo a inclusão social.
Bibliografia Básica:
CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue
da língua de sinais brasileira. 3. ed. São Paulo: USP, 2008. V.1.
FERREIRA, Lucinda. Por uma gramática de línguas de sinais. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Tempo
Brasileiro, 2010.
GESSER, Audrei. Libras, que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da
realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.
QUADROS, Ronice Muller; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de Sinais Estudos linguísticos. Porto
Alegre: Artmed 2004.
Bibliografia Complementar:
BRASIL. Lei nº 10.436 de 24 de Abril de 2002. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Poder
Legislativo, Brasília, DF. 2002
BRASIL. Decreto nº 5626 de 22 de Dezembro de 2005. Diário Oficial da República Federativa do
Brasil. Poder Legislativo, Brasília, DF. 2005
FELIPE, Tanya; MONTEIRO, Myrna. LIBRAS em Contexto: Curso Básico: Livro do Professor. 4. ed. Rio
de Janeiro: LIBRAS Editora Gráfica, 2005
QUADROS, Ronice Müller de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: ARTMED,
1997.
STROBEL, Karin. As imagens do outro sobre a cultura surda. 2. ed. Florianópolis: Editora da UFSC,
2009.
Disciplina: Ecologia de peixes estuarinos
Semestre: 3º
Carga horária:
36 h
Código: ENGP060
Pré-requisito:
Ementa: Ecologia, morfologia, hábitos alimentares, reprodução e ciclo de vida de peixes estuarinos.
Ênfase em grupos de valor ecológico e comercial. Diferentes metodologias de estudo de alimentação,
maturação sexual, crescimento e idade.
Bibliografia Básica:
ARAÚJO, M. E. Peixes estuarinos do Nordeste Brasileiro: guia ilustrado. Fortaleza: Edições: UFC.
2004.
CARVALHO-FILHO, A. Peixes, Costa Brasileira,3 ª ed. São Paulo: Ed. Melro.1999.
MARRUL FILHO, Simão BRASIL. Crise e sustentabilidade no uso dos recursos pesqueiros. IBAMA,
2003. 147 p.
Bibliografia Complementar:
BARLETTA, M.; CORRÊA, M.F.M. Guia para identificação de peixes. Paraná: Ed. UFPR. 1992.
LOWE-McCONNEL, R.H. Estudos ecológicos de comunidades de peixes tropicais. S. Paulo, EDUSP.
1999.
NELSON, Joseph S. Fishes of the world. 4ª ed. New York: J. Wiley, 2006.
VAZZOLER, A.E.A.M. Biologia da reprodução de peixes Teleósteos: Teoria e prática. Maringá,
EDUEM, SBI. 1996.
ZAVALA-CAMIN, L.A. Introduçãoaos estudos sobre alimentação natural em peixes. Maringá, EDUEM.
1996.
Disciplina: Animais peçonhentos e venenosos
Semestre: 3º
Carga horária:
36 h
Código: ENGP062
Pré-requisito:
Ementa: Introdução à Zoologia, com enfoque aos grupos de interesse médico. Principais
características dos invertebrados e vertebrados peçonhentos ou venenosos; Prevenção de acidentes
e primeiros socorros. Equipamentos de proteção. Métodos de coleta e preservação dos animais.
Informação ambiental sobre a importância desses animais no ambiente e sua conservação.
Bibliografia Básica:
AUTO, H.J.F. 2005. Animais Peçonhentos. Maceió: EDUFAL, 118p.
BRUSCA, R.C & BRUSCA, G.J. 2006. Invertebrados. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro.
POUGH, F. H. 2003. A vida dos Vertebrados. Atheneu, São Paulo
Bibliografia Complementar:
FREITAS, M.A. & SILVA, T.F.S. 2006. Animais Venenosos e Peçonhentos no Brasil. USEB. 156p.
HADDAD Jr V. 2000. Atlas de animais aquáticos perigososdo Brasil: guia médico de identificação e
tratamento. 1ª ed.Editora Roca, 145p.
HADDAD Jr V. 2003. Animais aquáticos de importância médica no Brasil. RevSocBrasMed Trop.
36(5):591-7.
HADDAD Jr, V. 2008. Animais Aquáticos Potencialmente Perigosos do Brasil. ROCA, 268p.
RUPPERT, E. E.; FOX, R. S. & BARNES. R. D. 2006. Zoologia dos Invertebrados. 6ª ed. Editora Roca,
São Paulo.
SZPILMAN, M. 1998. Seres Marinhos Perigosos: guia prático de identificação, prevenção e
tratamento.Rio de Janeiro.
Disciplina: Educação Ambiental
Semestre: 3º
Carga horária:
36 h
Código: ENGP063
Pré-requisito:
Ementa: Metodologias em Educação Ambiental, educação ambiental como eixo do desenvolvimento
sustentável. Educação Ambiental Formal e Não Formal. Ética e Valores ambientais e práticas sociais.
Elaboração de Projetos e Atividades em Educação Ambiental ou Pesquisa em Educação Ambiental.
Bibliografia Básica:
ANDRADE, M. C. A Terra e o Homem do Nordeste. São Paulo: Ed. Cortez, 2005.
BARBIERI, J.C. 2000. Desenvolvimento e Meio Ambiente: as Estratégias de Mudanças da Agenda 21.
Petrópolis: Vozes, 156 p.
CALLOU, A.B.F e SANTOS, M.S.T. 2003. Extensão Pesqueira e Gestão no Desenvolvimento Local. In:
Pro-renda Rural – PE (Org.) Extensão Pesqueira: desafios contemporâneos. Recife: Bagaço.
Bibliografia Complementar:
BEGON, M. & Harper, J. 2006. Fundamentos em Ecologia. 2ª ed. São Paulo. Artmed.
DAJOZ, R. 2005. Princípios da Ecologia. 7ª ed. São Paulo. Artemed.
DAWKINS, R. O Gene Egoísta. 1ª ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 2001.
LEBOURIAU, M. L. S. 1994. História Ecológica da Terra. 2ª ed. São Paulo. Edgar Blücher. 296p.
RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
Disciplina: Noções de Matemática Básica
Semestre: 1º
Carga horária:
36 h
Código: ENGP064
Pré-requisito:
Ementa:Aplicação dos conceitos e princípios básicos da matemática do ensino fundamental.
Familiarizar o aluno com a linguagem da matemática básica.
Bibliografia Básica:
BOULOS, P. Introdução ao Cálculo. Ed. Edgard Blucher, 1999.
FERREIRA, R. S. Matemática aplicada às ciências agrárias: análise de dados e modelos. Viçosa. Ed.
UFV, 2005.
IEZZI, G., HAZZAN, S. Fundamentos de Matemática Elementar Vol. 1. São Paulo: Atual Editora, 2001.
Bibliografia Complementar:
ANTON, H. Cálculo: um novo horizonte. 8ª ed.v.1 Bookman, 2007;
IEZZI, G., HAZZAN, S. Fundamentos de Matemática Elementar Vol. 3. São Paulo: Atual, 2001.
IEZZI, G., HAZZAN, S. Fundamentos de Matemática Elementar Vol. 6. São Paulo: Atual, 2001.
AXLER, S. Pré-Cálculo - Uma Preparação para o Cálculo. 2ª ed.v.1 LCT, 2016
HOFFMANN. Cálculo - Um Curso Moderno e suas Aplicações. 1ª ed. LTC 2015
Disciplina: Redação e Apresentação de Trabalhos Científicos
Semestre: 1º
Carga horária:
36 h
Código: ENGP065
Pré-requisito:
Ementa:A pesquisa científica em Engenharia de Pesca. Tipos de trabalhos científicos. Plágio. Normas
técnicas para a elaboração de documentos científicos, monografias e relatórios de estágio. Redação de
trabalhos científicos. Apresentação dos resultados da pesquisa.
Bibliografia Básica:
KELLER, C.B. V. Introdução à Metodologia Científica. Col. Aprendendo a Aprender. Petrópolis: Editora
Vozes, 2000.
LAKATOS, E.M. E MARCONI, M. Metodologia do Trabalho Científico. 4ª ed. São Paulo: Ed. Atlas, 1992.
RUDIO, F.V. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. 24ª ed. Petrópolis: Editora Vozes, 1999.
Bibliografia Complementar:
ALVES-MAZZOTTI, A. J.; GEWANDSZNAJDER, F. O Método das Ciências Naturais e Sociais. São Paulo:
Editora Pioneira, 1998.
BAPTISTA, M. N. E CAMPOS, D. C. Metodologias de Pesquisa em Ciências: Análises Quantitativa e
Qualitativa. Editora: LTC; Edição: 2ª (2016).
MARCONI, M.A. E LAKATOS, E. M. Fundamentos de Metodologia Científica. Editora: Atlas; Edição: 8ª
(2017).
POPPER, K. A Lógica da Pesquisa Científica. Editora: Cultrix; Edição: 2ª (2013).
SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. Editora: Cortez; Edição: 24ª (2016).
Disciplina: Ecologia de Campo
Semestre: 3º
Carga horária:
36 h
Código: ENGP066
Pré-requisito:
Ementa: Técnicas de estudo através da coleta de material em campo. Fundamentos de coleta e
conservação. Segurança e planejamento de coletas. Métodos não destrutivos no estudo de
comunidades.
Bibliografia Básica:
DAJOZ, R. Princípios de Ecologia. 7ª ed. São Paulo: Editora Artmed, 2005.
ODUM, E. Ecologia. 1ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988.
RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
Bibliografia Complementar:
BEGON, M.; HARPER, J. Fundamentos em ecologia. 2a ed. São Paulo, Artmed. 2006.
CAPRA, F. A teia da vida: uma nova compreensão científica dos sistemas vivos. Rio de
Janeiro, Cultrix. 1997.
PRIMACK, R. B. & RODRIGUES, E. Biologia da conservação. São Paulo: Efraim
Rodrigues. 2008.
STORER, T. L.; USINGER, R. L. & STEBBINS, R. C. Zoologia geral. 6ª ed. São Paulo,
Companhia Editora Nacional. 2002.
TAUK, Samia Maria; GOBBI, Nivar; FOWLER, Harold Gordon. Análise ambiental: uma visão
multidisciplinar. 2. 6º ed. São Paulo: Ed. UNESP, 1995. 206 p.
Disciplina: Biogeografia
Semestre: 3º
Carga horária:
36 h
Código: ENGP069
Pré-requisito:
Ementa:Analisar criticamente o caráter interdisciplinar da Biogeografia e compreender os padrões e
processos relacionado à distribuição da biodiversidade. Compreendo as relações entre a história e a
geomorfologia da Terra, a os processos determinantes e limitantes da distribuição geográfica de
espécies e grupos filogenéticos. Para isso serão abordados análises computacionais de confecção de
mapas de distribuição, análises cladísticas computacionais, seminários e elaboração de relatório em
forma de artigo científico.
Bibliografia Básica:
AMORIN, D. S. 2002. Fundamentos de Sistemática Filogenética. Ribeirão Preto: Holos Editora. 156 pp.
COX, C. B., MOORE, P. D. 2010. Biogeography: an ecological and evolutionary approach. Eighth
Edition. New York: Willey. 506 pp.
LOMOLINO, M. V.; BRETT, R. R.; WHITTAKER, R. J.; BROWN, J. H. 2010. Biogeography. Fourth Edition.
Sunderland: Sinauer Associates, 878 pp.
BibliografiaComplementar:
BEGON, M.; TOWNSEND, C. R. & HARPER, J. Ecologia – de indivíduosaecossistemas. 4ª ed. – São Paulo:
Artmed. 2007.
CARVALHO, C. J. B.; ALMEIDA, E. A. B. 2011. Biogeografia da América do Sul. Padrões e Processos. São
Paulo: Roca. 328 pp.
HICKMAN, C. P.; ROBERTS, L. S. & LARSON, A. Princípios integrados de zoologia. 11a
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
LOMOLINO, M. V.; SAX, D. F.; BROWN, J. H. 2004. Foundations of Biogeography: Classic Papers with
Commentaries. Chicago: UniversityOf Chicago Press, 1328 pp.
PAPAVERO, N. Fundamentos práticos de taxonomia zoológica. 2a ed. São Paulo,
Universidade Estadual Paulista. 1994.
Disciplina: Fundamentos do Mergulho Livre
Semestre: 3º
Carga horária:
36h
Código: ENGP
Pré-requisito:
Ementa: História do mergulho e suas aplicações na Engenharia de Pesca. Ambientes aquáticos naturais
e artificiais. Equipamentos básicos e de segurança. Fisiologia do mergulho. Planejamento de mergulho.
Bibliografia Básica:
ECKERT, R.; RANDALL, D., AUGUSTINE, G. Fisiologia Animal. 1ª edição, Rio de Janeiro: Editora
Guanabara Koogan. 2000.
HADDAD Jr, V. 2008. Animais Aquáticos Potencialmente Perigosos do Brasil. ROCA, 268p.
MOYES, C.D. e SCHULTE, P.M. Princípios de fisiologia animal. 2. ed. Porto Alegre: Artmed. 2010. 756 p.
Bibliografia Complementar:
Material disponibilizado gratuitamente em sites da internet (NAUI, DAN)
HADDAD Jr V. 2003. Animais aquáticos de importância médica no Brasil. RevSocBrasMed Trop.
36(5):591-7.
SZPILMAN, M. 1998. Seres Marinhos Perigosos: guia prático de identificação, prevenção e
tratamento.Rio de Janeiro.
RUPPERT, E. E.; FOX, R. S. & BARNES. R. D. 2006. Zoologia dos Invertebrados. 6ª ed. Editora Roca, São
Paulo.
SCHIMDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. – 5ª Ed. – São Paulo.
Disciplina: Sistemas de Recirculação em Aquicultura
Semestre: 6º
Carga horária:
36h
Código: ENGP
Pré-requisito:
Ementa: Conceito de sistemas de recirculação de água em aquicultura. Setores de aplicação.
Componentes do sistema. Dimensionamento. Monitoramento e operação.
Bibliografia Básica
MENEZES, A. Aquicultura na prática: peixes, camarões, ostras, mexilhões e sururus. Vila Velha, ES:
Hoper, 2005. 107 p.
TIMMONS, M. B. et al. Sistemas de recirculación para la acuicultura. Santiago: Fundación Chile, 2002.
747p.
VINATEA ARANA, L. Princípios químicos de qualidade da água em aquicultura: uma revisão para
peixes e camarões. 2. ed. Florianópolis, SC: Editora da UFSC, 2004. 231 p.
WHEATON, F. W. Acuacultura: Diseño y Construcción de Sistemas. Tradução de Víctor Gendrop F.
Primera edición em español. México: A.G.T. Editor, 1982. Título original: Aquacultural Engineering.
Bibliografia Complementar:
LOSORDO, T. M.; MASSER, M. P.; RAKOCY, J. Recirculating Aquaculture Tank Production Systems: A
Review of Component Options. Southern Regional Aquaculture Center Publication, Stoneville, n. 453,
abr. 1999.
MASSER, M. P.; RAKOCY, J.; LOSORDO, T. M. Recirculating Aquaculture Tank Production Systems:
Management of Recirculating Systems. Southern Regional Aquaculture Center Publication, Stoneville,
n. 452, mar. 1999.
MERINO, G. E. Biofiltración em Acuicultura. In: Curso Tecnología de Recirculación para El Cultivo de
Moluscos. Coquimbo, Chile: Universidad Católica de Norte, 2005. p. 28-32
PILLAY, T. V. R; KUTTY, M. N. Aquaculture: principles and practices. 2nd ed. Oxford, UK; Ames, Iowa:
Blackwell Publishing, 2005. xvi, 624 p.
SILVA-SOUZA, Â. T. Sanidade de organismos aquáticos no Brasil. Maringá, PR: ABRAPOA, 2006. 387 p.
Disciplina: Ecologia Acústica Aplicada à Pesca e Aquicultura
Semestre: 6º
Carga horária:
36h
Código: ENGP
Pré-requisito:
Ementa: Introdução e aplicação da ecologia acústica, Características dos sons e fontes sonoras, Acústica
na comunicação animal, Ferramentas utilizadas na Ecologia acústica, Acústica passiva aplicada em
ambientes aquáticos, Acústica aplicada à recursos pesqueiros e aquicultura, Acústica ativa, Utilização de
programas para analises, Desenho experimental, coletas de campo e analises.
Bibliografia Básica
BAS, Y.; BAS, D.; JULIEN, J.-F. Tadarida: A Toolbox for Animal Detection on Acoustic Recordings. Journal
of Open Research Software, v. 5, 2017. ISSN 10.5334/jors.154.
BLUMSTEIN, D. T. et al. Acoustic monitoring in terrestrial environments using microphone arrays:
Applications, technological considerations and prospectus. Journal of Applied Ecology, v. 48, n. 3, p.
758-767, 2011. ISSN 10.1111/j.1365-2664.2011.01993.x.
BORMPOUDAKIS, D.; SUEUR, J.; PANTIS, J. D. Spatial heterogeneity of ambient sound at the habitat
type level: Ecological implications and applications. Landscape Ecology, v. 28, n. 3, p. 495-506, 2013.
ISSN 10.1007/s10980-013-9849-1.
BRITO, L. A. P. F. D. A utilização de mapas acústicos como ferramenta de identificação do excesso de
ruído em áreas urbanas. Engenharia Sanitária e Ambiental, n. 0, p. 1095-1107, 2017. ISSN
10.1590/s1413-41522017152589.
Bibliografia Complementar:
DUMYAHN, S. L.; PIJANOWSKI, B. C. Soundscape conservation. Landscape Ecology, v. 26, n. 9, p. 13271344, 2011. ISSN 10.1007/s10980-011-9635-x.
FARINA, A. et al. Low cost (audio) recording (LCR) for advancing soundscape ecology towards the
conservation of sonic complexity and biodiversity in natural and urban landscapes. Urban Ecosystems,
v. 17, n. 4, p. 923-944, 2014. ISSN 10.1007/s11252-014-0365-0.
FRANCIS, C. D.; BARBER, J. R. A framework for understanding noise impacts on wildlife: An urgent
conservation priority. Frontiers in Ecology and the Environment, v. 11, n. 6, p. 305-313, 2013. ISSN
10.1890/120183.
HEFFNER, H. E.; HEFFNER, R. S. The Evolution of Mammalian Sound Localization. Acoustic Today, v. 12,
n. 1, p. 20-35, 2016. ISSN 09628436.
HEIM, O. et al. The importance of Landscape elements for bat activity and species richness in
agricultural areas. PLoS ONE, v. 10, n. 7, p. 1-13, 2015. ISSN 10.1371/journal.pone.0134443.
LYNCH, E. et al. The use of on-animal acoustical recording devices for studying animal behavior.
Ecology and Evolution, v. 3, n. 7, p. 2030-2037, 2013. ISSN 10.1002/ece3.608.
MARQUES, T. A. et al. Estimating animal population density using passive acoustics. Biological
Reviews, v. 88, n. 2, p. 287-309, 2013. ISSN arXiv:1011.1669v3.
12. CONTEÚDOS CURRICULARES
O Curso de Engenharia de Pesca da UFAL teve sua inserção curricular em
2006, quando foi implementado seu currículo pleno, respeitando toda a legislação e
normatização pertinente vigente. Diante da necessidade de adequação à realidade
atual e de adequação à novas propostas curriculares o Projeto Pedagógico do Curso de
Engenharia de Pesca foi reformulado e atualizado. No presente Projeto é apresentada
uma proposta de reformulação curricular para contemplar novos componentes
curriculares conforme a Resolução CNE/CP nº 02/2012 que define formas de
implementação das Políticas Nacionais de Educação Ambiental nos currículos dos
cursos superiores (implementada através do Decreto n. 4.281, de 25 de junho de 2002,
que regulamenta a Lei no 9.795, de 27 de abril de 1999); a Resolução CNE/CP 01/2004,
fundamentada no Parecer CNE/CP 03/2004 que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação de Relações Étnica Racial e para o Ensino de História e
Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, e a efetivação da Educação em Direitos
Humanos na UFAL mediante Resolução CNE/CP n. 01/2012.
Assim, o PPC trata as temáticas de modo transversal, ou seja, por meio de
temas, e como conteúdo específico de disciplinas obrigatórias e eletivas. Dentre as
disciplinas obrigatórias que abrangem discussões dentro das ciências humanas e
sociais, nas quais os temas relacionados às questões Étnico Raciais e Educação em
direitos são contemplados, destacam-se: Economia Pesqueira que aborda
principalmente as características gerais da economia da pesca, e modelos econômicos
da indústria pesqueira de organização e administração da produção pesqueira e
cooperativas de pesca, Extensão Pesqueira, com enfoque principal na agricultura
familiar, e abordagens na questão agrária no Brasil; difusão de tecnologias
agropecuárias, extensão rural e assistência técnica, Fundamentos de Sociologia Rural
que aborda elementos dos sistemas sociais, globais e parciais; instituições sociais;
mudança social e planejamento; formas de organização, e movimento dos pescadores
artesanais, Ética que tem como tema central a ética nas relações humanas, na
profissão, a ética e a discriminação social e racial, direitos humanos e a dignidade
humana.
Até próximo do início do século XXI, a conservação dos recursos naturais era
entendida pela maior parte da sociedade, como uma questão defendida apenas por
ecologistas radicais que estavam preocupados, única e exclusivamente, com a
natureza sem considerar o desenvolvimento como um todo. Nesse contexto, o tema
era tratado sempre como um obstáculo ao desenvolvimento econômico, gerando
distanciamento e interpretações equivocadas em alguns cursos de Engenharias.
Atualmente uma das grandes preocupações mundiais é a conservação do
meio ambiente e consequentemente da qualidade de vida, sendo os recursos hídricos
e a segurança alimentar considerados prioritários para o desenvolvimento social e
econômico.
Devido as principais atividades desenvolvidas na Engenharia de Pesca estarem
intimamente relacionadas aos usos dos recursos naturais, a Educação Ambiental (EA)
deve ser uma atividade vivenciada sistematicamente ao longo da formação
profissional.
Entende-se que toda educação é ambiental, pois se o ensino não estiver
conectado com a dimensão natural, a qualidade de vida de todos é afetada,
comprometendo todas as atividades sociais e econômicas.
Assim, a Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, regulamentada pelo Decreto nº
4.281, de 25 de junho de 2002, dispõe especificamente sobre a Educação Ambiental
(EA) e instituindo a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), como elemento
essencial e permanente da EA, necessitando estar presente, de forma articulada, em
todos os níveis e modalidades do processo educativo.
As Diretrizes Curriculares Nacionais de Educação Ambiental (Resolução
CNE/CP Nº2/2012) destacam que “o papel transformador e emancipatório da
Educação Ambiental se torna cada vez mais visível diante do atual contexto nacional e
mundial em que a preocupação com as mudanças climáticas, a degradação da
natureza, a redução da biodiversidade, os riscos socioambientais locais e globais, as
necessidades planetárias evidenciam-se na prática social”.
Desta forma, nota-se a necessidade de inserir no processo educativo do curso
de Bacharelado em Engenharia de Pesca as discussões de EA, no contexto da
interdisciplinaridade. O trabalho interdisciplinar de EA se caracteriza pelo aumento do
espaço social e visa a disseminação crítica dos conhecimentos socioambientais,
culturais e políticos, articulando-os à realidade local, nacional e global, com a formação
cidadã e ética.
Busca-se, também, superar a ideia simplista e superficial de “ecologizar” o
processo educativo, pois o trabalho de EA não é restrito ao acúmulo de conceitos de
ecologia ou reconhecer os problemas ambientais, por isso, as disciplinas, tanto
obrigatórias quanto eletivas, discutem as questões socioambientais, articulando com a
formação do perfil profissional do curso, tais como Ecologia Geral, com enfoque no
princípio e conceitos de ecossistemas; populações, comunidades; habitat, nicho
ecológico; simbiose; cadeias alimentares; produção primária e secundária;
biodiversidade e conservação; aquicultura ecológica; preservação permanente;
Botânica Aquática que aborda a preservação do fitoplâncton (conjunto dos organismos
aquáticos microscópicos que têm capacidade fotossintética e que vivem dispersos
flutuando na coluna de água); Limnologia aborda a poluição e eutrofização do
ambiente aquático; Instalações Pesqueiras aborda o tratamento de efluente do
processamento de pescado; Poluição Aquática que enfoca a poluição orgânica e
inorgânica e efeitos sobre os organismos aquáticos; Beneficiamento e Industrialização
do Pescado aborda o aproveitamento do resíduo do pescado com a finalidade de
produzir novos produtos e minimizar os danos ambientais. Dentre as disciplinas
eletivas, Educação ambiental que evidências metodologias em educação ambiental
como eixo do desenvolvimento sustentável; Ética e Valores ambientais e práticas
sociais; Elaboração de Projetos e Pesquisa em Educação Ambiental.
Além dessas disciplinas, uma Atividade Curricular de Extensão (ACE VI –
Educação Ambiental) de carga horária de 36 h semestrais, tendo como temática
central a EA e diversos projetos de extensão coordenados por professores do curso, os
quais, tratam de questões pertinentes a essa temática (Projetos: Observando os Rios;
A Natureza na Roda; Tubarões e Arraias de Alagoas; Semana de Engenharia de Pesca e
outras atividades que podem ser vistas no Apêndice 01.
O Engenheiro de Pesca egresso da UFAL, Unidade Educacional Penedo, terá
diversas oportunidades de desenvolver e participar de atividades de EA no âmbito dos
projetos de extensão, disciplinas e ACEs. Devido a sua localização estratégica, as
margens do rio São Francisco, próximo de produtores aquícolas e do maior porto
pesqueiro do Estado de Alagoas as atividades de extensão já estão inseridas no
primeiro período do curso de Engenharia de Pesca, para que o discente possa, desde
seu primeiro contato com a matriz curricular, conhecer os desafios, oportunidades e
perceber a relação profissional e sua responsabilidade com o meio ambiente.
Destacamos, ainda, que a UFAL possui um Núcleo de Educação Ambiental
(NEA), vinculado ao Centro de Educação, mas que está aberto a apoiar os trabalhos de
EA em diversos cursos. O NEA desenvolve atividades com o Coletivo Jovem, cursos de
formação para professores e estudantes sobre EA, além do curso de especialização em
Educação Ambiental (2012).
Dentre as disciplinas obrigatórias que abrangem discussões dentro das
ciências do meio ambiente, com relação em educação ambiental, destacam-se as
disciplinas obrigatórias Ecologia Geral, com enfoque no princípio e conceitos de
ecossistemas; populações, comunidades; habitat, nicho ecológico; simbiose; cadeias
alimentares; produção primária e secundária; biodiversidade e conservação;
aquicultura ecológica; preservação permanente; Botânica Aquática, que aborda
aspectos ecológicos e biológicos do fitoplâncton (conjunto dos organismos aquáticos
microscópicos que têm capacidade fotossintética e que vivem dispersos flutuando na
coluna de água); Zoologia Aquática, trata de aspectos da conservação, biologia e
importância ecológica e econômica dos animais aquáticos e interações com usos
humanos, Limnologia, que aborda a poluição e eutrofização dos ambientes aquáticos
continentais; Instalações Pesqueiras e Engenharia Sanitária aborda o tratamento de
efluente do processamento de pescado; Poluição Aquática que enfoca a poluição
orgânica e inorgânica e efeitos sobre os organismos aquáticos; Beneficiamento e
Industrialização do Pescado aborda o aproveitamento do resíduo do pescado com a
finalidade de produzir novos produtos e minimizar os danos ambientais. Dentre as
disciplinas eletivas, destacamos aquelas com metodologias em educação ambiental
como eixo do desenvolvimento sustentável; Ética e Valores ambientais e práticas
sociais; Elaboração de Projetos e Pesquisa em Educação Ambiental.
As referidas temáticas são ainda abordadas de forma efetiva no âmbito dos
projetos de pesquisa e extensão desenvolvidos pelos professores do curso em parceria
com professores de outros cursos da própria instituição e de instituições parceiras,
ONGs, Associações comunitárias e órgãos de gestão pública.
Embora o componente curricular “Língua Brasileira de Sinais – Libras” não seja
obrigatório em cursos de bacharelado (art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de
2000), o Art. 3º do Decreto n. 5.626 de 22 de dezembro de 2005- Regulamenta a Lei n.
10.436, de 24 de abril de 2002 que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais,
estimulando os professores do curso a participarem de cursos de capacitação em
Libras, o curso de Engenharia de Pesca da UFAL oferta a disciplina eletiva Linguagem
Brasileira de Sinais – LIBRAS na perspectiva dialógica e funcional, oferecendo
conteúdos teóricos que abordam o sujeito surdo, sua língua, comunidade e cultura,
desmitificando alguns conceitos e pré-conceitos sobre o povo surdo e sua
comunicação.
Os conteúdos práticos visam favorecer o status linguístico da Língua Brasileira
de Sinais e fornecer aos estudantes um conhecimento básico do idioma. As discussões
apresentadas nas aulas visam garantir ao futuro Engenheiro de Pesca, conhecimentos
acerca da singularidade linguística manifestada pelos surdos. No quadro de servidores
efetivos contam com professor de Libras e Tradutor/Intérprete de Libras/Língua
Portuguesa. A disciplina no curso busca fomentar em seus estudantes, experiências
práticas no uso da Libras no espaço acadêmico e na comunidade surda, através de
monitoria para a disciplina Libras, palestras, cursos e atividades de campo.
O curso também oferece Tradutor/Intérprete de Língua Brasileira de
Sinais/Língua Portuguesa, profissional que está disponível para atender todos os
cursos, prestando serviço de tradução e interpretação, quando solicitado, por ação do
Núcleo de Acessibilidade (NAC) do Campus Arapiraca.
13. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
O Estágio supervisionado é uma atividade curricular regulamentada pela
Resolução n° 71/2006 – CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006; e pela Lei n°
11.788, de 25 de setembro de 2008. Estágio é ato educativo escolar supervisionado,
desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho
produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de
educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e
dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de
jovens e adultos. O Estágio curricular supervisionado para o Curso de Engenharia de
Pesca é concebido como conteúdo curricular obrigatório, segundo o Art. 8 da
Resolução N°5 da CNE/CES, de 2 de fevereiro de 2006.
O Estágio Supervisionado pode ser de caráter Obrigatório e Não-Obrigatório.
O Estágio Supervisionado Obrigatório é uma atividade que compõe a matriz curricular
do curso, como item que integraliza a estrutura curricular. O Estágio Supervisionado
Não-Obrigatório é uma atividade opcional à formação profissional, integrando o
conjunto de possibilidades previstas para as atividades complementares.
No curso de Engenharia de Pesca, a carga horária total mínima do Estágio
Supervisionado Obrigatório é de 200 horas, conforme Normativa Interna nº 02/2018
(Apêndice 02). O estágio Supervisionado Obrigatório deverá ser realizado a partir do 7º
semestre letivo do curso. Já o Estágio Supervisionado Não-Obrigatório poderá ser
realizado a partir do 3° semestre letivo do curso, não podendo ultrapassar 30 (trinta)
horas semanais, devendo compatibilizar-se com as atividades acadêmicas e com o
horário das disciplinas curriculares do curso em que o estagiário estiver matriculado. O
período mínimo de Estágio Supervisionado Não-Obrigatório será de 01 (um) semestre,
podendo ser prorrogado, a critério da Coordenação de Estágio, por, no máximo, 03
(três), não podendo exceder a 04 (quatro) semestres consecutivos, na mesma
instituição. Todo Estágio deverá ser acompanhando por um Professor Orientador
Supervisor, e regulamentado pelo Colegiado do Curso.
O seguro de acidentes pessoais em favor do estagiário é obrigatório. No caso
de Estágio Supervisionado Obrigatório, o pagamento do seguro será providenciado
pela UFAL ou pela Instituição Concedente. Já no caso de Estágio Supervisionado NãoObrigatório, o pagamento do seguro será providenciado pela instituição concedente.
O Estágio Supervisionado deverá ser solicitado pelo aluno ao Coordenador de
Estágio no período de matrícula do semestre letivo. Inicialmente, deverá ser verificado
se a empresa/instituição/laboratório está conveniada com a UFAL. Caso negativo
deverá ser celebrado convênio entre a UFAL, utilizando o “formulário de formalização
de convênio”. Formalizado o convênio, deverá ser entregue ao Coordenador de Estágio
o “formulário de aceite de estágio”, no qual a concedente apresenta a sua aceitação
ao estágio solicitado pelo aluno, informando o período de estágio, a carga horária, a
modalidade Obrigatório ou Não-Obrigatória, se disponibilizará seguro, o nome do
supervisor, e as atividades do estagiário. Juntamente, o aluno deverá apresentar o
“Plano de Estágio”, assinado e carimbado pelo Professor Orientador, com as atividades
a serem desenvolvidas, as contribuições esperadas, a justificativa, o suporte teórico
para a solução de problemas, a forma de acompanhamento pelo Orientador e
Supervisor e o cronograma de atividades. Com o aceite de estágio e o plano de estágio
apresentado pelo aluno, o Coordenador de Estágio preparará o Termo de
Compromisso de Estágio (TCE), que deverá ser assinado pelo estagiário, pelo
representante da Instituição Concedente e da UFAL, em conformidade com o convênio
firmado. Também entregará ao Coordenador do Curso a “Autorização de Estágio”,
para a matrícula do aluno no Sistema Acadêmico.
Ao final do período de estágio, o aluno deverá apresentar o “Relatório de
Estágio” aprovado e assinado pelo Professor Orientador e Supervisor; e o Professor
Orientador e Supervisor deverá preencher a ficha de “avaliação de estágio”. Assim, o
aluno estagiário completará todo processo da atividade de Estágio Obrigatório.
Todos os formulários estão disponíveis no site de Curso de Engenharia de
Pesca (http://www.ufal.edu.br/arapiraca/graduacao/engenharia-de-pesca), na sessão
documentos da Coordenação de Estágio.
14. TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO (TCC)
O Trabalho de Conclusão de Curso está institucionalizado através da
Resolução Nº 25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005 que em seu Art. 18 afirma: O
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório em todos
os Projetos Pedagógicos dos Cursos da UFAL.
O TCC não se constitui como disciplina, não tendo, portanto, carga horária fixa
semanal, sendo sua carga horária total prevista no PPC e computada para a
integralização do Curso.
Nesta perspectiva, cada PPC toma a para si a responsabilidade de definir a
forma de realização e acompanhamento, incluindo sua apresentação e avaliação do
TCC, estabelecendo normas próprias.
Para que o aluno receba o título de Bacharel em Engenharia de Pesca é
necessário a integralização da carga horária mínima do curso com a apresentação de
um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), com 54 horas destinadas à elaboração do
trabalho escrito, centrado em determinada área teórico-prática ou de formação
profissional, como atividade de síntese e integração de conhecimentos, contendo
obrigatoriamente, critérios, procedimentos e mecanismos de avaliação, além das
diretrizes técnicas relacionadas com a execução. O TCC pode ser desenvolvido pelo
graduando a partir do 7º semestre, sendo devidamente acompanhado por um
orientador.
O TCC tem por finalidade estimular a curiosidade e o espírito crítico do
acadêmico, fundamentais para o desenvolvimento da ciência. A elaboração do
trabalho de conclusão de curso assim como todo o procedimento para a sua avaliação
é regulamentada pela Normativa Interna N° 01/2018 (Apêndice 03). O TCC apresenta
quatro modalidades: monografia científica, monografia técnica, artigo científico e
plano de negócio.
15. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As atividades complementares são componentes curriculares que possibilitam
o reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos, competências e
atitudes do aluno, inclusive de habilidades adquiridas fora do ambiente formal de
ensino. De acordo com a resolução nº 56/95 CEPE de 18 de julho de 1995, a carga
horária complementar/flexível, poderá ser desenvolvida em atividades de pesquisa,
ensino, extensão e representação estudantil, ou em pelo menos 02 (duas) dessas
atividades. Ainda de acordo com a resolução que regulamenta a parte flexível do
currículo pleno dos cursos de graduação da UFAL, a carga horária (187h), ou 5% do
total das partes fixas (disciplinas obrigatórias, disciplina eletiva, TCC e ESO), deverá ser
vivenciada durante o período de integralização do curso.
No curso de Engenharia de Pesca da Unidade Educacional Penedo serão
consideradas complementares as seguintes atividades desenvolvidas durante o seu
curso de graduação: Participação em programas de iniciação científica (PIBIC), estágios
curriculares não obrigatórios (resolução nº 71/2006 - CONSUNI/UFAL), programa de
monitoria (resolução nº 55/2008 - CONSUNI – UFAL), disciplinas ofertadas em outros
cursos, mergulho científico, embarques, programa de extensão universitária, ações de
caráter cultural ou comunitário, grupos de estudo, participação em congressos,
seminários, workshops, palestras, cursos, minicursos e outras atividades que
eventualmente surgirem, submetidas à avaliação pelo colegiado do curso e aprovadas
pelo fato de agregar conhecimentos, habilidades e competências no âmbito da
profissão do Engenheiro de Pesca.
Para o aproveitamento dessas atividades o aluno deve submeter cópia dos
documentos comprobatórios das atividades desenvolvidas ao Colegiado do Curso. O
aproveitamento será feito com equivalência de 1:1 (cada 1 hora de atividade
desenvolvida, comprovada e aprovada equivale a 1 hora de atividade complementar
inserida no currículo flexível do aluno).
16. ATIVIDADES DE EXTENSÃO
A Política Nacional de Extensão foi elaborada pelo Fórum de Pró-Reitores de
Extensão – FORPROEX e proposta em 2012, com o objetivo principal de fortalecimento
contínuo da Extensão Universitária no Brasil. Desse documento surge a necessidade de
reformular, regulamentar e certificar as ações de extensão nas universidades públicas.
Desta forma a UFAL através da Resolução nº 65/2014-CONSUNI/UFAL, estabelece a
atualização das Diretrizes Gerais das Atividades de Extensão no Âmbito da UFAL, que
visa assegurar, no mínimo, 10% do total de carga horária curricular exigidas para a
graduação em programas e projetos de extensão universitária, orientando sua ação,
prioritariamente, para áreas de grande pertinência social.
De acordo com a Política Nacional de Extensão:
“...a extensão é um processo interdisciplinar, educativo,
cultural, científico e político que promove a interação
transformadora entre Universidade e outros setores da
sociedade. ”
Neste sentido, a interação dialógica é de extrema importância para se fazer
cumprir o papel social das universidades públicas e para que as mesmas funcionem
como instrumento de transformação social.
Em consonância com estas questões e em cumprimento à resolução citada
acima, o Curso de Engenharia de Pesca da UFAL estabelece a curricularização da
extensão através da inserção de Atividades Curriculares de Extensão – ACE’s, as quais
representam 10% da carga horária total dos componentes curriculares obrigatórios do
curso, totalizando 432 horas.
As ACE’s, assim como as atividades extensionistas extracurriculares
desenvolvidas, se encaixam nos objetivos do Programa de Extensão do curso.
A carga horária correspondente é ofertada em 7 ACE’s obrigatórias que são
desenvolvidas por meio de diferentes intervenções e ações de extensão, tais como:
eventos, cursos, projetos e produtos acadêmicos. As Atividades Curriculares de
Extensão propostas neste Projeto Pedagógico são as que seguem abaixo. Outras
informações a respeito destas ACE’s tais como modalidade, objetivos, público-alvo e
metodologia se encontram no item 9.2.4.1 Programa de Extensão do Curso de
Bacharelado em Engenharia de Pesca, deste documento.
ACE I - O fazer extensionista
Conteúdo/Temática: Introdução à prática extensionista, propostas metodológicas
teórico-práticas.
No âmbito Acadêmico: Apresentação das metodologias utilizadas na prática da
extensão universitária. Exemplos de intervenção.
No âmbito da comunidade: Apesar de não se propor a executar nenhuma ação direta
nas comunidades, esta ACE é necessária a formação extensionista dos discentes,
servindo de base e preparando os mesmos para o desenvolvimento de ações futuras
de forma mais independente. Após a formação, os discentes acompanharão
organizações socioprodutivas da pesca, aquicultura e agricultura familiar, no que se
refere à formação associativista, cooperativista e de acesso a mercados, com foco na
Economia Solidária, nos Saberes e Práticas Agroecológicas e nos processos coletivos de
organização
comunitária.
ACE II - Exatas para quê?
Conteúdo/Temática: Conteúdos de Matemática, Química e Física aplicados ao curso
de Engenharia de Pesca.
No âmbito Acadêmico: No âmbito acadêmico inicialmente e uma vez já aprofundados
os conhecimentos em Física, Química e Matemática, será proposta uma Feira de
Ciências onde serão expostos diferentes tipos de experimentos sobre as Ciências
Naturais.
No âmbito da comunidade: O curso de Engenharia de Pesca da Unidade Penedo tem
com um dos grandes potenciais a possibilidade de desenvolver na prática, conteúdos
voltados para a área de exatas. Desta forma, irá aplicar estes conteúdos na elaboração
dos experimentos em conjunto com estudantes do ensino básico.
ACE III – Aquicultura
Conteúdo/Temática:
Suporte técnico e administrativo a micro e pequenos
produtores.
No âmbito Acadêmico: Aplicação do conhecimento adquirido nas disciplinas:
Engenharia para Aquicultura, Nutrição para Aquicultura, Piscicultura, Malacocultura e
Carcinicultura.
No âmbito da comunidade: Melhoria do processo produtivo, redução dos riscos,
mitigação dos impactos ambientais, atendimento à legislação, e ganhos
socioeconômicos.
ACE IV - Tecnologia do Pescado
Conteúdo/Temática:
Capacitação
em
beneficiamento
do
pescado.
No âmbito Acadêmico: As ações serão elaboradas pelos alunos com a supervisão do
professor (a) da área de tecnologia do pescado, em seguidas serão ofertados para o
público alvo (pescadores, marisqueiras, aquicultores e alunos das escolas municipais).
No âmbito da comunidade: Capacitação de pequenos produtores (pescadores,
marisqueiras, aquicultores); e alunos das escolas municipais, carentes de informações
em conservação e aproveitamento integral do pescado, através de reuniões, palestras,
e cursos, incentivando-os a participar das atividades que serão desenvolvidas no
âmbito do projeto, visando a divulgação da importância da inserção do pescado na
alimentação; bem como da integração dos produtores nos elos da cadeia do setor
pesqueiro, de modo a garantir-lhes um aumento de renda e de oportunidades de
trabalho. Com estes cursos e palestras, espera-se estar contribuindo para a melhoria
da qualidade em produtos e serviços e adequação das soluções tecnológicas
socioambiental e cultural da população do Município de Penedo e adjacências.
ACE V - Pesca, pescadores e Desenvolvimento
Conteúdo/Temática: Capacitação para a pesca artesanal e esportiva: educação
ambiental para a pesca sustentável, noções de navegação, ascensão técnica e
econômica na pesca e no trabalho embarcado, segurança no mar e manutenção de
embarcações e equipamentos.
No âmbito Acadêmico: Realização de ações efetivas através de parcerias e
atendimento às demandas sociais circunvizinhas.
No âmbito da comunidade: Contribuir na elaboração das demandas locais de
capacitação e educação.
ACE VI - Educação Ambiental
Conteúdo/Temática: Introdução à Educação Ambiental, objetivos e ações. Palestras,
oficinas e ações pontuais de Educação Ambiental
No âmbito Acadêmico: Os alunos terão suporte teórico em sala de aula para a
preparação das palestras, oficinas e ações ambientais. Posteriormente, estas
atividades serão realizadas em escolas de comunidades ribeirinhas, locais públicos da
comunidade ou no ambiente do entorno da comunidade.
No âmbito da comunidade: Sensibilizar a comunidade sobre os problemas ambientais,
conscientizá-las e estimulá-las a buscar soluções sanar tais problemas.
ACE VII – Integração
Conteúdo/Temática: Integração de conteúdo das 4 grandes áreas da Engenharia de
Pesca: Aquicultura, Tecnologia da Pesca, Tecnologia do Pescado e Meio Ambiente.
No âmbito Acadêmico: Através da organização de um evento, os alunos terão a
oportunidade de divulgar trabalhos desenvolvidos na academia e discutir diferentes
temáticas pertinentes a sua profissão tanto com os seus pares quanto com
representantes da sociedade civil. A atividade deverá contar com a participação ativa
não somente dos alunos matriculados como também dos representantes discentes do
Centro Acadêmico do curso.
No âmbito da comunidade: Evento aberto à toda a sociedade com o objetivo de
apresentar e discutir temas pertinentes a profissão o Engenheiro de Pesca e à
realidade
local.
Através do desenvolvimento destas ACE’s espera-se atender aos princípios
norteadores do fazer extensionista: interação dialógica, interdisciplinaridade e
indissociabilidade entre ensino-pesquisa-extensão.
17. TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TIC)
A implantação de plataforma de ensino e a capacitação dos docentes da UFAL
para o uso das ferramentas da Tecnologia da Informação e da Comunicação têm sido
pontos estruturantes para a transformação das aulas tradicionais, levando a
universidade para um novo patamar de interação e facilitando a acessibilidade e a
melhor integração de docentes e discentes às atividades acadêmicas.
Para essa consolidação a UFAL está se comprometendo com duas ações
básicas preponderantes: a) a substituição dos seus sistemas informatizados
acadêmicos e administrativos; b) reestruturação da rede lógica, em especial o
aumento de velocidade e o alcance da rede, permitindo salas de aula verdadeiramente
eletrônicas. Está, portanto, atenta a novas tendências e desafios para a sociedade em
um mundo contemporâneo e buscando sempre novas práticas pedagógicas.
O uso das TICs, por parte dos estudantes com necessidades educacionais
favorece não só o aprendizado, mas a participação, com autonomia, na vida
acadêmica. Assim, a UFAL possui o Núcleo de Assistência Educacional – NAE – visando
promover e facilitar a acessibilidade pedagógica, metodológica de informação e
comunicação conforme previstas na Política de Acessibilidade. Desta forma, os
docentes são incentivados a buscar junto a esses núcleos orientações sobre o uso
devido dessas tecnologias.
A implantação de plataforma de ensino e a capacitação dos docentes da UFAL
para o uso das ferramentas da Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC) têm
sido pontos estruturantes para a transformação das aulas tradicionais, levando a
universidade para um novo patamar de interação e facilitando a acessibilidade e a
melhor integração de docentes e discentes às atividades acadêmicas.
O Curso de Engenharia de Pesca faz uso de diversos instrumentos e suportes
de acesso às Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). Em relação à utilização
de sistemas, o Curso de Engenharia de Pesca tem o suporte do Módulo Acadêmico –
SIEWEB, um sistema integrado de gestão acadêmica disponível em toda a UFAL. O
sistema provê integração entre docentes e discentes, em relação às disciplinas e
avaliações. Também existe uma comunicação entre as partes, com avisos importantes
e aplicação de questionários. São disponibilizados projetores multimídia em todas as
salas de aulas e laboratórios.
Além das ferramentas citadas, no curso de Engenharia de Pesca são utilizadas
ferramentas cotidianas de trabalho do professor e do aluno, como: software, redes
sociais, Portal do curso, blog, dentre outros recursos, assim como o laboratório de
Informática.
18. AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL
18.1. AVALIAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM
A avaliação do processo ensino-aprendizagem insere-se na própria dinâmica
curricular. A avaliação é, portanto, uma atitude de responsabilidade da instituição, dos
professores e dos alunos acerca do processo formativo. A avaliação que aqui se propõe
não é uma atividade puramente mecanicista técnica, ela deve ser processual e
formativa; e, manter coerência com todos os aspectos do planejamento e execução do
Projeto Pedagógico do curso.
A avaliação da aprendizagem considera os aspectos legais determinados na
Lei de DBEN, no que concerne à aferição quantitativa do percentual de 75% de
presença às atividades de ensino previstas pela carga horária de cada disciplina e no
total da carga horária do curso e qualitativa em relação ao total de pontos obtidos pelo
aluno em cada disciplina.
No plano interno, a avaliação da aprendizagem atende ao Art. 9º. da
Resolução 25/05 – CEPE que determina que o regime de aprovação do aluno em cada
disciplina será efetivado mediante a apuração da frequência às atividades didáticas e
do rendimento escolar.
Neste entendimento, o Art. 10 afirma que: “Será considerado reprovado por
falta o aluno que não comparecer a mais de 25% (vinte e cinco por cento) das
atividades didáticas realizadas no semestre letivo”.
Parágrafo Único - O abono, compensação de faltas ou dispensa de frequência,
só será permitido nos casos especiais previstos nos termos do Decreto-Lei nº 1.044
(21/10/1969), Decreto-Lei nº 6.202 (17/04/1975) e no Regimento Geral da UFAL.
A mesma resolução apresenta um capítulo detalhando como se efetiva a
apuração do rendimento escolar.
Art. 11 - A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
§ 1o – Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive prova final,
após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e oito) horas, das notas
obtidas pelo aluno em avaliações anteriores.
§ 2o - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de avaliação e, no
prazo de 02 (dois) dias úteis após a divulgação de cada resultado, poderá solicitar
revisão da correção de sua avaliação, por uma comissão de professores designada pelo
Colegiado do Curso.
Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio Curricular
Obrigatório, quando previsto no PPC.
Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que possível, aos
conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de mais de 01 (um)
instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas práticas, além de outras
opções como provas orais, seminários, experiências clínicas, estudos de caso,
atividades práticas em qualquer campo utilizado no processo de aprendizagem.
§ 1o - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais dos
instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva,
calculada considerando-se a média das avaliações programadas e efetivadas pela
disciplina.
§ 2o - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma das 02
(duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a ser reavaliado
naquela em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a maior.
Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética, apurada
até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
§ 1o - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
§ 2o - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das Avaliações
Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou
superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova Final (PF).
Parágrafo Único - A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina
ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em época posterior às
reavaliações, conforme o Calendário Acadêmico da UFAL.
Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em cada
disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e
cinco décimos).
Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada da
Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da Prova Final
(PF), com peso 4 (quatro).
Art. 17 - Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo comparecido à
Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de doença, devendo requerêla ao respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas após a
realização da prova.
Parágrafo Único - A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05 (cinco) dias
após a realização da primeira chamada, onde prevalecerá o mesmo critério disposto
no Parágrafo único do Art. 16.
Ao nível do PPC do curso de Engenharia de Pesca a avaliação da aprendizagem
é condizente com a concepção de ensino aprendizagem que norteia a metodologia
adotada para a consecução da proposta curricular, de forma a fortalecer a perspectiva
da formação integral dos alunos respeitando a diversidade e a pluralidade das suas
formas de manifestação e participação nas atividades acadêmicas, sem se distanciar,
entretanto, das determinações legais e institucionais. De um modo geral, a avaliação
terá duas funções básicas: Função diagnóstica – visa determinar a presença ou
ausência de conhecimentos e habilidades, providências para estabelecimentos de
novos objetivos, retomada de objetivos não atingidos, elaboração de diferentes
estratégias de reforço, sondagem, projeção e retrospecção de situação de
desenvolvimento do aluno, dando-lhe elementos para verificar o que aprendeu e
como aprendeu. Função formativa – localiza deficiências na organização do ensinoaprendizagem, de modo a possibilitar reformulações no mesmo, e assegurar o alcance
dos objetivos. Para que a avaliação tenha o caráter formativo, trabalhar-se-á seleção
dos objetivos e conteúdo das disciplinas, desenvolvendo o caráter multidisciplinar e
interdisciplinar sempre buscando a participação dos alunos.
Regime Acadêmico Semestral
A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
· Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
· Prova Final (PF), quando for o caso;
· TCC - Trabalho de Conclusão de Curso.
18.2. AVALIAÇÃO DO CURSO
As ações visando à avaliação dos cursos se orientam pelas normatizações
oriundas da Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior – CONAES. A avaliação
permanente do Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Pesca é importante
para aferir o sucesso do currículo do curso, bem como, para certificar-se de alterações
futuras que venham a melhorar este projeto, o qual é dinâmico e deve passar por
constantes avaliações, essas por sua vez, procuram atender o disposto no artigo 3º,
Inciso VIII, da Lei nº. 10861, de 14/04/2004.
O processo de autoavaliação é realizado previamente pelo Núcleo Docente
Estruturante – NDE do Curso, que realiza análise, acompanhamento e consolidação do
PPC. Posteriormente o referido processo é acompanhado pela Comissão de
Autoavaliação – CAA da Unidade de Ensino, formada por docentes de diferentes cursos
lotados na Unidade, a qual juntamente com a Comissão Própria de Avaliação – UFAL
CPA articula os procedimentos de implementação das autoavaliações.
O curso também é avaliado pela sociedade através da ação/intervenção
docente/discente expressa na produção e nas atividades concretizadas no âmbito da
extensão universitária em parceria com indústrias alagoanas e estágios curriculares
não obrigatórios. O roteiro proposto pelo INEP/MEC para avaliação das condições de
ensino também serve de instrumento para avaliação, sendo o mesmo constituído
pelos seguintes tópicos:
1. Organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto do curso,
atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;
2. Corpo docente formação profissional, condições de trabalho, atuação e
desempenho acadêmico e profissional;
3. Infraestrutura: instalações gerais, biblioteca, instalações e laboratórios específicos.
A avaliação do desempenho docente é efetivada pelos alunos/disciplinas
fazendo uso de formulário próprio (Apêndice 04) e de acordo com o processo de
avaliação institucional.
18.3. AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO
O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Engenharia de Pesca será avaliado
anualmente, em paralelo a autoavaliação do curso, que será conduzida pela
Coordenação do NDE.
Durante o início da autoavaliação anual do curso, o PPC será utilizado como
referência para a construção do checklist da autoavaliação, e posteriormente, para
uma avaliação crítica das não-conformidades apresentadas, e que deverão ser
incorporadas nas atualizações posteriores do PPC.
O PPC do Curso de Engenharia de Pesca será atualizado sempre que
necessário devendo o mesmo ser proposto pela Coordenação do NDE e aprovado no
Colegiado do Curso.
Em relação ao NDE, há um acompanhamento permanente da implementação
e desenvolvimento do PPC de forma a garantir a melhor qualidade educativa em todas
as suas etapas. Através de reuniões periódicas os seus membros avaliam a pertinência
das disciplinas, seu ordenamento, a atualização da bibliografia referenciada e as
condições de realização de práticas e estágios supervisionados, de modo a ter
condições concretas de intervir sempre que necessária no sentido do aperfeiçoamento
do PPC.
19. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
19.1 COLEGIADO DO CURSO
O colegiado do Curso de Engenharia de Pesca atende a todos os requisitos dos
artigos 25 e 26 do Regimento Geral da UFAL. As reuniões são convocadas pelo
coordenador (a), sendo as reuniões ordinárias mensalmente, e as reuniões
extraordinárias excepcionalmente. Participam das reuniões: Professores titulares,
suplentes, outros docentes, representantes dos técnicos-administrativos e
representantes dos discentes. As atas são devidamente lidas, aprovadas, assinadas e
arquivadas.
O Colegiado do Curso é regido pela normativa interna n°01 de setembro de
2014 do curso de Bacharelado em Engenharia de Pesca (Apêndice 05).
De acordo com a Portaria 111 de 17 de maio de 2019, o colegiado do Curso de
Engenharia de Engenharia de Pesca é composto atualmente pelos membros:
PROFESSORES TITULARES
Prof. Dr. Luciano Jorge Amorim Leite (Coordenador)
Prof. Dr. Diogo Bessa Neves Spanghero (Vice-coordenador)
Profa. Dra. Juliett de Fátima Xavier da Silva
Profa. Dra. Livia Maria Omena da Silva
Prof. Dr. Petrônio Alves Coelho Filho
PROFESSORES SUPLENTES
Prof. Dr. Claudio Luís Santos Sampaio
REPRESENTANTES DOS TÉCNICOS-ADMINISTRATIVOS:
Titular: Alexandre Muniz Siqueira de Souza
Suplente: Emanuel Junior Pereira da Silva
REPRESENTANTES DOS DISCENTES:
Titular: Lucas Rafael da Graça Dantas
Suplente: Joseilza dos Santos do Espírito Santo
19.2 Coordenação do Colegiado do Curso
O colegiado do curso de Bacharelado em Engenharia de Pesca da UE Penedo é
coordenado pelo Prof. Dr. Luciano Jorge Amorim Leite. O professor é Engenheiro de
Pesca pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, Mestre em Ciências Marinhas
Tropicais pela Universidade Federal do Ceará e Doutor em Aquicultura pela
Universidad de Chile. É docente efetivo da UE Penedo desde 2015, sendo professor
adjunto em regime de dedicação exclusiva. O professor é membro do colegiado desde
2017. Foi Coordenador do NDE entre 2018 e 2019. E Coordenador de Estágio
Supervisionado entre 2015 e 2019.
19.3 Coordenação de Estágio Supervisionado
Os estágios supervisionados são coordenados pela Profa. Dra. Juliett de
Fátima Xavier da Silva, que é Engenheira de Pesca, Mestre em Recursos Pesqueiros e
Aquicultura e Doutora em Ciências Biológicas. É docente efetiva da UE Penedo desde
2013. Além disto, possui experiência profissional de 5 anos em cultivo intensivo de
tilápia em viveiros e em tanque-rede.
19.4 Coordenação de Trabalho de Conclusão de Curso
O Coordenador de TCC é o professor Dr. Iru Menezes Guimarães, Engenheiro
de Pesca, Mestre e Doutor em Recursos Pesqueiros e Aquicultura. É docente da UE
Penedo, efetivado em 2019.
19.5 Coordenação de Monitoria
O processo seletivo e acompanhamento das atividades e desempenho dos
monitores são coordenados pela Profa. Dra. Aucéia Matos, que é Licenciada em
História e em Geografia, Mestre em Economia Rural e Regional e Doutora em
Geografia. Docente efetiva da UE Penedo desde 2015.
19.6 Coordenação de Extensão
Uma vez implementada a curricularização da extensão no curso de
Engenharia de Pesca, se fez necessário a criação de uma Coordenação de Extensão
para dar suporte aos Docentes e acompanhar e avaliar o Programa de Extensão do
curso e as Atividades Curriculares de Extensão. Esta coordenação é exercida pelo Prof.
Dr. Alfredo Leandro Borie Mojica, graduado em Biologia Marinha com revalidação de
diploma em Engenharia de Pesca, Mestre em Ciências Pesqueiras nos Trópicos e
Doutor em Recursos Pesqueiros e Aquicultura. É docente da UE Penedo, efetivado em
2019.
19.7 Núcleo Docente Estruturante (NDE)
Em atendimento à Portaria 147/2007, ao Parecer CONAES 04/2010 e a
Resolução CONAES 01/2010 a UFAL instituiu, através da Resolução 52/2012 no âmbito
de seus cursos de graduação os Núcleos Docentes Estruturantes – NDE – em
conformidade com as especificações legais.
Neste sentido, os NDE são compostos pelo mínimo de cinco (05) membros,
todos docentes com titulação de pós-graduação stricto sensu e formação na área do
curso. Considera-se, igualmente, a afinidade da produção científica com o eixo do
curso e sua dedicação ao mesmo.
De acordo com a RESOLUÇÃO Nº 52/2012-CONSUNI/UFAL, de 05 de
novembro de 2012, que institui o Núcleo Docente Estruturante (NDE), no âmbito dos
cursos de graduação, este é um órgão consultivo e propositivo em matéria acadêmica,
de apoio e assessoramento ao Colegiado, sendo formado por docentes da respectiva
Unidade Acadêmica para acompanhar e atuar no processo de concepção,
consolidação, avaliação e contínua atualização do Projeto Político Pedagógico do
Curso. Dentre as atribuições do NDE destaca-se:
I. Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
II. Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de
ensino constantes no currículo;
III. Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão,
oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e
consoantes com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso;
IV. Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
Graduação.
De forma complementar a resolução citada, o NDE da Engenharia de Pesca
possui instrumento específico de regulamentação representado pela Normativa
Interna n°03/2018 de 03 de julho de 2018 (Apêndice 06)
De acordo com a Portaria Nº 260 de 20 de agosto de 2019, o NDE do Curso de
Engenharia de Pesca para o triênio 2019-2022 é composto atualmente pelos
professores:
Profa. Dra. Taciana Kramer de Oliveira Pinto – Coordenadora
Prof. Dr. Cláudio Luís Santos Sampaio
Prof. Dr. Alexandre Ricardo Oliveira
Prof. Dr. Diogo Bessa Neves Spanghero
Prof. Dr. Igor da Mata Ribeiro Pimentel de Oliveira
Em relação ao regime de trabalho do NDE, tanto a instrução normativa do PPC
quanto a resolução da UFAL preveem a ocorrência de reuniões bimestrais.
19.7.1 Coordenação do Núcleo Docente Estruturante
A coordenação do NDE para o triênio de 2019/2022 é exercida pela Profa Dra.
Taciana Kramer de Oliveira Pinto, a qual é Engenheira de Pesca pela Universidade
Federal Rural de Pernambuco, Mestre em Biologia Animal pela Universidade Federal
de Pernambuco e Doutora em Oceanografia Biológica pela Fundação Universidade
Federal do Rio Grande. É professora Associada III, sendo docente lotada na UE Penedo
desde 2006 em regime de dedicação exclusiva. Durante este tempo a professora de
todas as gestões de colegiado até 2018, estando na coordenação por 4 vezes, duas
como coordenadora e duas como vice-coordenadora, além de compor o NDE durante
o período de 2012 a 2014.
19.8 Corpo Docente e Técnico Administrativo
Quadro 03: Corpo docente do curso de Bacharelado em Engenharia de Pesca.
Docente
Guilherme Ramos Demétrio Ferreira
C.H.
40
40
40
40
40
40
40
40
40
40
40
40
Titulação
Mestre
Doutor
Doutor
Doutor
Mestre
Doutor
Doutor
Doutor
Doutor
Doutor
Doutor
Doutor
Igor Da Mata Ribeiro Pimentel de Oliveira
Iru Menezes Guimarães
José Eduardo Milton de Santana
José Pereira Leão Neto
Juliett De Fátima Xavier da Silva
Lívia Maria Omena da Silva
Luciano Jorge Amorim Leite
Milena Dutra da Silva
40
40
40
40
40
40
40
40
Doutor
Doutor
Doutor
Doutor
Doutor
Mestre
Doutor
Doutor
Adriana Carla de Oliveira Lopes
Alexandre Ricardo de Oliveira
Alfredo Borie Mojica
Ana Paula de Almeida Portela da Silva
André Almeida Silva
Andréa Carla Guimarães de Paiva
Auceia Matos Dourado
Camila Souza Porto
Cláudio Luís Santos Sampaio
Diógenes Meneses dos Santos
Diogo Bessa Neves Spanghero
E-mail institucional
adriana.lopes@penedo.ufal.br
alexandre.oliveira@penedo.ufal.br
Alfredo.mojica@penedo.ufal.br
ana.silva@penedo.ufal.br
andre.almeida@arapiraca.ufal.br
andrea.paiva@penedo.ufal.br
auceia.dourado@penedo.ufal.br
camila.porto@penedo.ufal.br
claudio.sampaio@penedo.ufal.br
diogenes.santos@penedo.ufal.br
diogo.spanghero@penedo.ufal.br
guilherme.ferreira@penedo.ufal.b
r
igor.oliveira@penedo.ufal.br
iru.guimaraes@penedo.ufal.br
eduardo.santana@penedo.ufal.br
jose.neto@penedo.ufal.br
juliett.silva@penedo.ufal.br
livia.silva@penedo.ufal.br
luciano.amorim@penedo.ufal.br
milena.silva@penedo.ufal.br
petronio.filho@penedo.ufal.br
40
Doutor
taciana@penedo.ufal.br
40
Doutor
uedson.jacobina@penedo.ufal.br
40
Doutor
Quadro 04: Corpo Técnico-Administrativo que dá suporte ao Curso de Bacharelado em
Engenharia de Pesca
Petrônio Alves Coelho Filho
Taciana Kramer de Oliveira Pinto
Uedson Pereira Jacobina
Nome
Edjames Alves Santos
Eliúde Maria da Silva
Heloisa de Carvalho Matos
Marinalva dos Santos Silva
Emanuel Júnior Pereira da Silva
José Anderson Silva de Freitas
Alexandre Muniz
Joelma Trajano
José Moysés Ferreira
Alex Pereira de Melo
Carlos Rafael Araújo
Setor
Biblioteca
Biblioteca
Laboratório Didático Multiusuário
Laboratório Didático Multiusuário
Laboratório Didático Multiusuário
Laboratório Didático Multiusuário
Laboratório Didático Multiusuário
Núcleo de Assistência Estudantil
Técnico em Assuntos Educacionais
Técnico em Assuntos Educacionais
Laboratório de Informática
20. POLÍTICAS DE APOIO
20.1. DOCENTES E TÉCNICOS
Com a promulgação da Constituição Federal de 1988, o Estado Brasileiro
passou a ter uma nova configuração, privilegiando os deveres sociais e repercutindo
prontamente na Administração Pública. Entre seus princípios - legalidade,
impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência -, este último, traduzido no
aperfeiçoamento da prestação do serviço público de qualidade, diz respeito
diretamente às ações institucionais das IFES, para o apoio ao seu quadro de pessoal.
Desta feita, a UFAL, produtora e disseminadora do conhecimento e do
desenvolvimento econômico e social no estado de Alagoas, precisa abraçá-lo e
materializá-lo em suas ações cotidianas.
Considerando a previsão legal expressa na Lei 5707/06, que dispõe sobre a
Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da Administração Pública
Federal, a UFAL ajusta seu PDI a este novo paradigma, tendo como objetivo, sem
prejuízo de outros, o desenvolvimento permanente do seu servidor.
A UFAL considera o desenvolvimento do servidor como uma atividade
essencial para a melhoria de seu desempenho profissional, bem como de seu
crescimento pessoal. Realizando ações de desenvolvimento, a Política de Gestão de
Pessoas busca, principalmente, melhorar a qualidade dos serviços prestados ao
cidadão e orienta-se pelo alinhamento da competência do servidor com os objetivos
da instituição, pela divulgação e gerenciamento das ações de capacitação e pela
racionalização e efetividade dos gastos com treinamentos.
O PDI da UFAL compõe-se de eixos integrados: Dimensionamento das
Necessidades Institucionais de Pessoal, Capacitação, Avaliação de Desempenho e
Qualidade de Vida no Trabalho, recortados por diretrizes e princípios, muitos deles,
diretamente relacionados à atividade docente.
No que concerne ao dimensionamento das necessidades institucionais, diz
respeito à otimização dos Recursos Humanos, a fim de garantir o cumprimento dos
objetivos institucionais. A capacitação, por seu turno, atua em duas frentes: por um
lado, melhorar o desempenho do servidor e por outro, assegurar um quadro mais
confiante, motivado e consequentemente, mais satisfeito. A capacitação é realizada
em diferentes momentos e modalidades: Iniciação ao serviço público, formação geral,
educação formal, gestão, inter-relação entre os ambientes e formação específica.
Outra ação voltada para o servidor é a avaliação de desempenho que objetiva
redimensionar as ações desenvolvidas pelos servidores no exercício do cargo e auferir
seu desempenho, deixando-o ciente de suas fragilidades e potencialidades e
oferecendo subsídios para a organização do plano de capacitação.
No plano social, o Programa de Qualidade de Vida no Trabalho (PQVT),
promove ações embasadas na Política de Atenção à Saúde do Servidor (PASS),
baseadas no conceito de prevenção de doenças como garantia de condições mais
justas de trabalho, valorizando o servidor e garantindo o pleno exercício de suas
funções.
Dentre as políticas de apoio ao servidor, uma se destaca por ter como
enfoque o docente: o Programa de Formação Continuada em Docência do Ensino
Superior (PROFORD), que consiste em um plano de capacitação contemplando desde
os docentes recém-empossados, até aqueles com mais tempo na Instituição. O
objetivo é incentivá-los à reflexão sobre suas práticas, estabelecendo uma intersecção
entre ensino, pesquisa e extensão, dentro de dois enfoques: a prática docente e a
atuação destes profissionais na gestão acadêmica e institucional.
Esta Política de Apoio ao Docente consolidada é objeto contínuo de avaliação,
a fim de garantir a satisfação do professor e o respeito ao Princípio Constitucional da
Eficiência, do qual nenhuma Instituição de Ensino Superior pode se furtar.
20.2. DISCENTES
As políticas de apoio aos discentes se fundamentam no PDI/UFAL e nos
princípios e diretrizes estabelecidos pelo Plano Nacional de Assistência Estudantil –
PNAES, que objetiva viabilizar a igualdade de oportunidades entre todos os estudantes
e contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico, a partir de medidas que
buscam combater situações de repetência e evasão (Decreto nº 7.234, de 19 de julho
de 2010). Apoia, prioritariamente, a permanência de estudantes em situação de
vulnerabilidade e risco social matriculados em cursos de graduação presencial das
Instituições Federais de Ensino Superior–IFES. Sua instância de discussão e resolução é
o Fórum Nacional de Pró-reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis–FONAPRACE,
realizado anualmente e no qual a UFAL tem assento. Na ocasião são feitos diagnósticos
e reflexões sobre a realidade estudantil nas IFES e se estabelecem as diretrizes e linhas
de ação das Pró-Reitorias em nível nacional.
De acordo com o PDI/UFAL as políticas discentes da instituição vão além do
PNAES, pois trabalham também com a perspectiva de universalidade no atendimento
dos estudantes que frequentam o espaço universitário. Assim, podem ser
identificadas:
- Apoio pedagógico - buscam reforçar e/ou orientar o desenvolvimento acadêmico;
apoio ao acesso às tecnologias de informação e línguas estrangeiras, com a oferta de
cursos para capacitação básica na área. Atenção aos discentes como forma de orientá-
los na sua formação acadêmica e/ou encaminhá-los/as a profissionais específicos para
atendimento através da observação das expressões da questão social. Articulação com
as Coordenações de Curso sobre dificuldades pedagógicas desses alunos e
planejamento para superação das mesmas. Ex.: PAINTER, Monitoria, Tutoria.
- Estímulo à permanência - atendimento às expressões da questão social que
produzem impactos negativos na subjetividade dos estudantes e que comprometem
seu desempenho acadêmico; atendimento psicossocial realizado por profissionais
qualificados, com vistas ao equilíbrio pessoal para a melhoria do desempenho
acadêmico; atendimento do estudante na área da saúde através da assistência médico
odontológica; fomento à prática de atividades física e de esporte; promoção de
atividades relacionadas à arte e cultura no espaço universitário; implementação de
bolsas institucionais que visam ao aprimoramento acadêmico. Ex.: Bolsa Permanência
(Pró-Graduando).
- Apoio financeiro - disponibilização de bolsa institucional a fim de incentivar os
talentos e potenciais dos estudantes de graduação, mediante sua participação em
projetos de assuntos de interesse institucional, de pesquisa e/ou de extensão
universitária que contribuam para sua formação acadêmica; disponibilização de bolsas
aos discentes em situação de risco e vulnerabilidade social, prioritariamente, a fim de
ser provida uma condição favorável aos estudos, bem como ser uma fonte motivadora
para ampliação do conhecimento, intercâmbio cultural, residência e restaurante
universitário. Ex.: PIBID, PIBIC, PET.
- Organização estudantil – ação desenvolvida por intermédio de projetos e ações
esportivos, culturais e acadêmico-científicos quer sejam promovidos pela universidade
quer sejam promovidos pelos estudantes. Alguns espaços físicos são reservados para
as atividades dos centros acadêmicos, vindo a colaborar com a ampliação dos espaços
de discussão e diálogo que contribuam para a formação política dos estudantes. Ex.:
Centros Acadêmicos, DCE.
Plano de acompanhamento do assistido – proporciona uma maior segurança
para o aluno quanto à sua possibilidade de sucesso na instituição, evitando assim um
aumento da retenção e/ou da evasão. Evita também a acomodação do mesmo ao
longo do curso. Busca a reorientação e a preparação para a saída dos mesmos,
diminuindo a ansiedade entre a academia e o mercado de trabalho. Ex.: Estágios.
O Curso de Engenharia de Pesca estimula a participação efetiva dos
graduandos através de programas de apoio que visam estimular o aluno a vivenciar o
curso desde o seu ingresso ao longo de sua permanência, por meio de implementação
de bolsas institucionais que visam ao aprimoramento acadêmico, grupos de pesquisa,
de aperfeiçoamento do conhecimento, de estágios em laboratórios especializados e
em empresas, organização estudantil mediante centro acadêmico ou de outras formas.
É necessário conscientizar o aluno de que ele é parte integrante da estrutura do curso
e que a sua melhoria reflete também no curso de Engenharia de Pesca da UFAL.
20.2.1. CURSOS DE NIVELAMENTO
O curso de nivelamento para os alunos recém-ingressos no curso de
Engenharia de Pesca da UFAL, tem como objetivo promover uma melhoria no
desempenho acadêmico dos mesmos. Seus objetivos imediatos consistem em:
● Promover a integração destes alunos entre si, e com os demais do corpo discente,
com os docentes do curso, de forma a incentivá-los a participar das várias atividades
desenvolvidas pela Universidade;
● Avaliar e complementar os conhecimentos destes alunos nas disciplinas de
matemática, química e física;
● Enfatizar a importância das disciplinas básicas para a formação profissional.
20.2.2. MONITORIA
O programa institucional de monitoria é coordenado pela Pró-reitora
Estudantil (PROEST), cuja principal finalidade é possibilitar ao aluno o desenvolvimento
de atividades de ensino-aprendizagem em determinada disciplina supervisionada por
um professor orientador, tendo os seguintes objetivos:
● Assessorar o professor nas atividades docentes;
● Possibilitar a interação entre docentes e discentes;
● Proporcionar ao monitor uma visão globalizada da disciplina a partir do
aprofundamento, questionamento e sedimentação de seus conhecimentos;
● Desenvolver habilidades didático-pedagógicas e uma visão crítica sobre a
metodologia do ensino;
● Envolver o estudante em trabalho de pesquisa associado ao ensino.
Uma vez que o aluno se encontra apto a inscrever-se para o processo seletivo,
este candidato deverá atender às seguintes condições: submissão à prova escrita e
prova prática, se a disciplina assim o exigir; exame do histórico escolar com ênfase no
estudo da disciplina; e análise dos dados referentes às suas atividades discentes
constantes no histórico escolar.
No final do período de monitoria o aluno recebe um Certificado do exercício
assinado pelo Pró-Reitor Estudantil.
A Unidade Educacional Pendo conta com uma Coordenação Geral de
Monitoria e uma Coordenação de Monitoria por curso.
O Curso de Engenharia de Pesca possui 4 cotas semestrais de bolsas de
Monitoria e um número ilimitado de cotas sem bolsa. Nos últimos dois anos o curso
contou com uma média de 13,6 alunos monitores e 17 professores orientadores em
16,8 disciplinas obrigatórias da Matriz Curricular (Figura 02).
Alguns critérios tais como índice de reprovação e carga horária de atividades
práticas, são levados em consideração para distribuição das cotas de bolsa. A figura 03
apresenta as disciplinas que foram contempladas com as cotas de bolsa no período de
2017.1 a 2019.2
Os resultados dos trabalhos desenvolvidos pelos monitores, sob supervisão
dos seus orientadores, são submetidos ao Seminário Interno de Monitorias da UFAL
para apresentação e avaliação. Neste mesmo período 20 monitores tiveram seus
trabalhos aprovados e apresentados no Seminário, sendo 8 escolhidos para
apresentação oral.
Figura 2: Número de disciplinas com oferta de vaga de monitoria com ou sem bolsa,
número de inscritos e número de alunos monitores aprovados durante o período de
2017.1 a 2019.2 no curso de Engenharia de Pesca da Unidade Educacional Penedo.
Figura 3: Número de bolsas por disciplina no período de 2017.1 a 2019.2 no curso de
Engenharia de Pesca da Unidade Educacional Penedo.
20.2.3. PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL (PET)
Criado e implantado em 1979 pela Coordenação de Aperfeiçoamento de
Pessoal de Nível Superior (CAPES), o Programa de Educação Tutorial - PET é um
programa acadêmico direcionado a alunos regularmente matriculados em cursos de
graduação. Eles são selecionados pelas IES que participam do PET e se organizam em
grupos, recebendo orientação acadêmica de Professores-Tutores. O PET tem como
objetivo envolver os estudantes que dele participam num processo de formação
integral, propiciando-lhes uma compreensão abrangente e aprofundada em suas áreas
de estudos. As atividades desenvolvidas pelo programa visam a melhoria do ensino de
graduação; a formação acadêmica ampla do aluno; a interdisciplinaridade; a atuação
coletiva; o planejamento e a execução em grupos sob tutoria, com base em um
programa diversificado de atividades acadêmicas.
O PET Conexões de Saberes Penedo iniciou suas atividades em 2010, através
da aprovação no Edital No 9 do Programa de Educação Tutorial PET 2010 –
MEC/SESu/SECAD, publicado no Diário Oficial da União, 02/08/2010. Desde sua
implantação, dois tutores ambos professores do Curso de Engenharia de Pesca,
dividiram a supervisão das atividades. O PET- Conexão de Saberes Penedo tem como
objetivo auxiliar a qualificação de alunos de graduação da Unidade de Educacional
Penedo para a carreira profissional através de atividades de ensino, pesquisa e
extensão, formando profissionais capazes de colocar em pratica competências
direcionadas ao desenvolvimento dos diversos setores de atuação, que tenham como
foco principal a região do Baixo São Francisco, melhorando a qualidade de vida a
população da região. A diretriz básica do Programa é favorecer ao aluno petiano
experiências formais e não formais de educação, visando uma formação mais
humanitária e realista da sociedade, com valores que dignifiquem as relações sociais.
Desde sua implantação, 17 alunos do curso de Engenharia de Pesca já foram
petianos, participando de diversas atividades que norteiam os objetivos do Programa e
do Grupo. O sucesso dos egressos é latente, visto que após a participação no Grupo, a
grande maioria seguiu para a formação em diversos Programas de Pós-Graduação,
tendo alguns já obtido o Doutorado.
Assim, o PET Conexões de Saberes Penedo contribui de forma incisiva na
formação dos alunos do Curso de Engenharia de Pesca.
20.2.4. EMPRESA JÚNIOR
Com relação à Empresa Júnior (EJ) Aqua Jr, esta tem como objetivo prestar
serviços relativos à Engenharia de Pesca, dando oportunidade aos estudantes e
professores, aprimorarem e aplicarem os conhecimentos adquiridos e desenvolvidos
na Universidade Federal de Alagoas. Além disso, é preocupação constante dos que
fazem a EJ, formar agentes de transformação visando gerar profissionais melhor
qualificados, elevando o nome da Universidade Federal de Alagoas, através da
satisfação da sociedade e, desta forma, atender com eficiência os clientes internos e
externos. Os alunos membros da EJ tem a oportunidade de colocar em prática toda a
teoria aprendida em sala de aula, participando da elaboração de projetos em todas as
áreas do curso, além de aprender a negociar contratos com clientes e administrar
diariamente uma empresa. Alunos da graduação podem participar da empresa desde o
primeiro ano acadêmico, atuando nos contatos com clientes, organização de eventos e
processos administrativos, bem como, participar de equipes de projetos para obter
noção do desenvolvimento dos trabalhos. À medida que o estudante avança no curso
de graduação, aplica os conhecimentos adquiridos nas disciplinas na elaboração de
projetos e análises técnicas e, com isso, obtém-se prática, desenvoltura, experiência e
motivação para se aperfeiçoar na área de estudo. Destaca-se ainda, a participação
desses em feiras expositoras em nível nacional.
21. LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS
Laboratório de Ecologia Bentônica (LEB) - Profa. Dra. Taciana Kramer. Desenvolve
pesquisas voltadas para o monitoramento/avaliação da qualidade e conservação dos
ambientes aquáticos utilizando comunidades biológicas. Estuda ainda as interações
ecológicas entre os animais bentônicos e espécies cultiváveis/alvo da pesca.
Laboratório de Carcinologia e Carcinicultura (LABCARCI) - Prof. Dr. Petrônio Coelho
Filho r Prof. Dr. Iru Menezes Guimarães. Laboratório voltado para estudos da biologia,
ecologia, pesca e taxonomia de crustáceos marinhos, estuarinos e de água doce.
Laboratório de Investigação e Manejo da Pesca (IMAP) - Prof. Dr. Igor da Mata
Oliveira e prof. Dr. Alfredo Leandro Borie Mojica. Desenvolvem estudos nas áreas de
Pesca e Recursos Pesqueiros (Estatística, Tecnologia, Investigação, Avaliação, Extensão
e Ordenamento Pesqueiro e Etnoecologia).
Laboratório de Inovação em Aquacultura (IN-AQUA) - Prof. Dr. Luciano Amorim e
Prof. Dr. Diogo Spanghero. Desenvolvem pesquisas voltadas para o cultivo de peixes e
camarões em sistema de viveiros escavados, tanques-rede e em tanques de
recirculação. Além de trabalho de Assistência Técnica a micro, pequenos e médios
produtores.
Laboratório de Pesquisas em Estuários e Manguezais (LAPEM) - Prof. Dr. Alexandre
Oliveira. Desenvolve pesquisas voltadas ao monitoramento do Ecossistema Manguezal
(Fitossociologia e Etnoecologia) e estudos sobre a ecologia e dinâmica populacional
(alimentação, reprodução e pesca) de crustáceos (siris e caranguejos) marinhos e
estuarinos.
Laboratório de Tecnologia do Pescado (LATEPE) - Profa. Dra. Juliett de Fátima Xavier
da Silva. Desenvolve pesquisas com tecnologias tradicionais do pescado; enzimologia
aplicada a organismos aquáticos com ênfase em caracterização e aplicações de
proteases de organismos aquáticos; fisiologia digestiva de espécies relevantes para
aquicultura e emprego de proteases na extração de moléculas bioativas a partir de
resíduos da indústria pesqueira.
Laboratório de Ictiologia e Conservação (LIC) - Prof. Dr. Cláudio Sampaio. Trabalha a
prevenção de acidentes nas atividades pesqueiras, interação negativa de predadores
(tartarugas e lontras) com a pesca, além da biologia de espécies ameaçadas de
extinção, distribuição, comportamento e alimentação de peixes marinhos.
Laboratório de Ictiologia Estuarina (LIE) - Profa. Dra. Andréa Paiva. Desenvolvem
estudos voltados a distribuição, alimentação e reprodução de peixes estuarinos, alvos
de intensa pesca artesanal e de grande interesse para a aquicultura
Laboratório Didático Multidisciplinar (LADIM) – O Laboratório Didático
Multidisciplinar conta com 04 técnicos de nível médio: 2 técnicas de laboratório em
Biologia, ambas com titulação de Doutor, 1 técnico em Agropecuário com título de
Mestre e 1 técnico de laboratório de Química, também com título de Mestre, além de
1 técnico de nível superior, Biólogo com título de Mestre.
É o laboratório de maior acesso, sendo utilizado ativamente pelos cursos de
Engenharia de Pesca e Ciências Biológicas. O Curso de Engenharia de Pesca aborda
aulas práticas nas áreas de Ciências Biológicas, Ciências do Meio Ambiente e Ciências
da Engenharia de Pesca. O Laboratório está localizado na parte térrea da Unidade e
oferece total acessibilidade para pessoas com deficiência. O laboratório possui 20m 2, e
comporta somente 15 alunos por vez, sendo necessário o revezamento de turmas na
sua utilização. Estão à disposição dos docentes e discentes equipamentos, reagentes e
vidrarias para aulas práticas. O Laboratório possui normas de segurança e utilização
aprovadas em reunião de Unidade. Quanto aos equipamentos de segurança possui
chuveiro e lava olhos.
Laboratórios de Informática – O curso pode contar com dois Laboratórios de
Informática, um com 20 e outro com 15 computadores. Os Laboratórios são
coordenados por um técnico em Tecnologia da Informação com graduação em Ciência
da Computação e Especialização em Rede de Computadores.
São compartilhados com outros cursos da Unidade e utilizado em turnos alternados. O
mais utilizado pelos alunos da Engenharia de Pesca está localizado no prédio principal
da Unidade e possui 25m2 equipado com 20 computadores de mesa. A relação entre
equipamentos e usuários chega ao máximo de 2 discentes por máquina, dependendo
do tamanho da turma. O Laboratório está localizado na parte térrea da Unidade e
oferece total acessibilidade para pessoas com deficiência. A velocidade atual do link de
dados que serve a Unidade é de 100mb.
Entidades parceiras com o Curso de Engenharia de Pesca
No âmbito de formar profissionais capacitados e atualizados com os saberes de
piscicultura, carcinicultura, boas práticas de manejo aquícola e sanidade de
organismos aquáticos, a Universidade Federal de Alagoas efetuou um ACORDO DE
COOPERAÇÃO TÉCNICA com o Centro Integrado de Recursos Pesqueiros e Aquicultura
de Betume - 4ª/CIB conjuntamente com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales
do São Francisco e do Parnaíba – CODEVASF, objetivando proporcionar a utilização das
instalações do referido Centro para atividades de ensino, pesquisa e extensão dos
cursos de Graduação e Pós-Graduação da UFAL, em especial do Curso de Engenharia
de Pesca.
23. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BOVO, M.C, 2004. Interdisciplinaridade e Transversalidade como dimensões da ação
pedagógica. Revista Urutágua, 7: 1-11.
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tratamento excepcional para os alunos portadores das afecções que indica. p.
Diário Oficial da União.
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de gestação o regime de exercícios domiciliares instituído pelo Decreto-lei nº
1.044, de 1969, e dá outras providências. p. Diário Oficial da União.
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ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras
providências. p. 1. Diário Oficial da União.
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e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de
deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. p. 2. Diário
Oficial da União.
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9.795, de 27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação
Ambiental, e dá outras providências. p. 13. Diário Oficial da União.
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Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências. p. Diário Oficial da União.
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Avaliação da Educação Superior – SINAES e dá outras providências. p. 3. Diário
Oficial da União.
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no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais -
Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000. p. 28. Diário
Oficial da União.
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as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administração pública
federal direta, autárquica e fundacional, e regulamenta dispositivos da Lei no
8.112, de 11 de dezembro de 1990. p. 3. Diário Oficial da União.
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estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho –
CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei no
9.394, de 20 de dezembro de 1996. p. 3. Diário Oficial da União.
BRASIL. (2010). DECRETO Nº 7.234, DE 19 DE JULHO DE 2010. Dispõe sobre o Programa
Nacional de Assistência Estudantil - PNAES. p. 5. Diário Oficial da União.
BRASIL. (2011). DECRETO Nº 7.611, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2011. Dispõe sobre a
educação especial, o atendimento educacional especializado e dá outras
providências. p. 12. Diário Oficial da União.
BRASIL. (2012). DECRETO Nº 7.824, DE 11 DE OUTUBRO DE 2012. Regulamenta a Lei
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universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível
médio. p. Diário Oficial da União. Seção 1.
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normas referentes à implantação e implementação do regime acadêmico seriado
anual quanto à organização e funcionamento dos cursos de graduação da
Universidade Federal de Alagoas.
CEPE/UFAL. (2006). RESOLUÇÃO Nº 25/2005 - CEPE, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005.
Institui e regulamenta o funcionamento do Regime Acadêmico Semestral nos
Cursos de Graduação da UFAL, a partir do ano letivo de 2006.
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profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia. p. Diário Oficial da União.
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CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA. (1983). RESOLUÇÃO Nº 279, DE
15 DE JUNHO DE 1983. Discrimina as atividades profissionais do Engenheiro de
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CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA. (2005). RESOLUÇÃO Nº 1.010,
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títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito de
atuação dos profissionais inseridos no Sistema Confea/Crea, para efeito de
fiscalização do exercício profissional. pp. 191-192. Diário Oficial da União. Seção
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CONSUNI/UFAL. (2003). RESOLUÇÃO Nº 33/2003 - CONSUNI, DE 06 DE NOVEMBRO DE
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ensino superior na Ufal.
CONSUNI/UFAL. (2005). RESOLUÇÃO Nº 20/2005 DE 01 DE AGOSTO DE 2005. Aprova a
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CONSUNI/UFAL. (2006). RESOLUÇÃO Nº 71/2006 - CONSUNI/UFAL, DE 18 DE
DEZEMBRO DE 2006. Disciplina os estágios curriculares dos cursos de graduação
da ufal.
CONSUNI/UFAL. (2008). RESOLUÇÃO Nº 55/2008 – CONSUNI/UFAL, DE 10 DE
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da UFAL.
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CONSUNI/UFAL. (2012). RESOLUÇÃO Nº 52/2012-CONSUNI/UFAL, DE 05 DE
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dos cursos de graduação.
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o funcionamento de campus fora de sede da Universidade Federal de Alagoas. p.
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. (2007). PARECER CNE/CES Nº 8/2007. Dispõe sobre carga
horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos
de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. p. 11. Diário Oficial da
União. Seção 1.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. (2007). RESOLUÇÃO Nº 2, DE 18 de JUNHO DE 2007.
Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e
duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. p.
23. Diário Oficial da União. Seção 1. .
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. (2007). PORTARIA Nº 147, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2007.
Dispõe sobre a complementação da instrução dos pedidos de autorização de
cursos de graduação em direito e medicina.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. (2010). PARECER CONAES Nº 04, DE 17 DE JUNHO DE
2010. Sobre o Núcleo Docente Estruturante - NDE.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. (2010). RESOLUÇÃO Nº 01, DE 17 JUNHO DE 2010.
Normatiza o Núcleo Docente Estruturante e dá outras providências.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. (2012). RESOLUÇÃO Nº 2, DE 15 DE JUNHO DE 2012.
Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental. p. 70.
Diário Oficial da União. Seção 1.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. (2012). RESOLUÇÃO Nº 1, DE 30 DE MAIO DE 2012.
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. (2002). RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 11, DE 11 DE MARÇO DE
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Curso de Engenharia de Pesca, Campus Arapiraca, Unidade de Ensino
Penedo/UFAL. p. Boletim de Pessoal.
UFAL. (2017). PORTARIA Nº 1.466, DE 18 DE AGOSTO DE 2017. Designar os docentes
para compor o Núcleo Docente Estruturante (NDE), do Curso de Engenharia de Pesca Arapiraca/UFAL.