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                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
MEMORIAL DESCRITIVO PARA RECONHECIMENTO DE SABERES E COMPETÊNCIAS – PCCTAE
(RSC-PCCTAE)
IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE
Nome: Miguel Rodrigues dos Santos
SIAPE: 140387
Cargo: Psicólogo área
Classe/Nível: E - 019
Unidade de Lotação: PROGEP
Função/Cargo (se houver): Não há
Nível de RSC-PCCTAE pleiteado: RSC – VI 75%
APRESENTAÇÃO
Antes de ingressar na Universidade Federal de Alagoas (UFAL), sempre fui movido pela dedicação e
pelo compromisso com os estudos, ob ve duas graduações. A primeira, no curso de Tecnologia Industrial
do Açúcar de Cana (UFAL, 1977); a segunda, em Psicologia (Bacharelado, Licenciatura e Formação de
Psicólogo), no Centro Universitário de Estudos Superiores de Maceió (CESMAC, 1980), tendo concluído
ambos os cursos de forma simultânea.
Antes de terminar a graduação em Psicologia, fui admi do em 1º de junho de 1978, após obter
resultado expressivo em processo sele vo, para a função de Tecnólogo no Programa Nacional de
Melhoramento da Cana-de-Açúcar (Planalsucar). A ins tuição desenvolvia suas a vidades por meio de
três eixos principais: pesquisa, ensino e extensão. Ao ser ex nto o referido programa em 30 de dezembro
de 1990, par cipei efe vamente dessas três linhas de atuação, transferindo conhecimentos para
empresas, indústrias e ins tuição agrotécnica. Tais transferências ocorreram por meio de prá cas
pedagógicas, treinamentos e ações de Recursos Humanos (focadas em mo vação, relações interpessoais,
trabalho em equipe, liderança e chefia) e em projetos de cursos de capacitação. Além disso, atuei na
seleção e ministrei cursos e palestras para novos servidores de usinas e des larias, desenvolvi pesquisas
em minha área de atuação e coordenei, ministrei e par cipei de eventos — a vidades que evidenciam os
saberes e as competências adquiridos no período que antecedeu minha absorção defini va pela UFAL.
Diante do exposto, os conhecimentos acadêmicos somados às experiências ob das no
Planalsucar/Rio Largo, proporcionaram-me o enquadramento que cuminou com a mudança do cargo de
Tecnologista para o de Psicólogo nível NS-03-15, conforme a Portaria nº 0112 (homologação defini va do
pessoal técnico-administra vo do Campus Rio Largo, para a UFAL), assinada pela então Reitora, Professora
Delsa Leite Gomes Gitai, em 1º de janeiro de 1991.
A par r de 1995 fui transferido para o Departamento de Recursos Humanos (DRH) na Reitoria, no
cargo de Psicólogo voltado para a organização in tucional quanto aos desempenhos: desenvolvendo e
aplicando os conhecimentos inerentes a projetos e programas de capacitação, mediando

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desentendimentos e problemas de comunicação entre servidores, cuidando da saúde emocional,
previnindo o estrese tornando e promovendo um ambiente corpora vo saudável. Ainda atualizar estudos
em comportamento para manter o equilibrio do bem-estar dos servidores com as metas da ins uição,
como também mediando conflitos por meio de apoio a saúde mental. O DRH era vinculado a Pró-Reitoria
de Administração – PROAD.
Continuando, a PROAD após a sua extinção em 1998 passou a ser denominada de Pró-Reitoria de
Desenvolvimento de Recursos Humanos – PRODERH. Mais uma vez, sua denominação foi reformulada em
sua estrutura, mudando sua nomeclatura, atualmente, a gestão voltada para os servidores de competências
correlatas foi consolidada na denominação de Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas e do Trabalho – PROGEP,
consequentemente o DRH acompanhou mudando também a sua sigla para DAP-Departamento de
Administração de Pessoal.
Entretanto, os cursos (02) de Especialização em Adminstração de Recursos Humanos, e o de Saúde
Pública em Administração Hospitalar (ambos lato sensu), como também um de qualificação em Mestrado
Profissional Pesquisa em Saúde (stricto sensu), contribuiram inegavelmente para a melhoria de meus
conhecimentos e desempenho profissional, consequentemente repassados e aplicados para o local de
trabalho. Atualmente estou atuando em equipe no projeto de pesquisa para a coordenação de Relações
Públicas (RP) da UFAL.
Até esta data (2026), permaneço na PROGEP, considero-me um dos servidores técnicos que
participou efetivamente da evolução e das reformulações, que durante décadas acompanhei a trajetória e a
história da área de Recursos Humanos da eminente e próspera Universidade. Tais evidências científicas
correspondem a saberes e competências, dentro das três linhas, no sentido nobre de qualidade em ensino ,
pesquisa e extenção culminando com grau maior de satisfação para o seu quadro de servidores.
TRAJETÓRIA PROFISSIONAL
Meu ingresso na Universidade Federal de Alagoas (UFAL) se deu por meio da ex nção do IAA/
Planalsucar (Programa Nacional de Melhoramento da Cana-de-Açúcar) via processo de absorção
ins tucional e alocação de todo pessoal em 30 dezembro de 1990, distribuidos para as dependencias e
setores da UFAL. A par r de 1º de janeiro de 1991, fui enquadrado de Tecnologista para o cargo de
Psicólogo nível NS-03-15. Inicialmente exerci minhas a vidades no atual Campus de Engenharias e
Ciências Agrárias (CECA), na an ga Divisão de Treinamento e Transferência de Tecnologia (an go setor do
Planalsucar/Rio Largo).
A par r de 1995 por conta das minhas a vidades vinculadas a recursos humanos, bem-estar e à
saúde mental do servidor, fui transferido para a Divisão de Desenvolvimento de Pessoal (DIDEP)
subordinado ao Departamento de Recursos Humanos (DRH) da Reitoria. A par r de então, a minha
trajetória profissional tem sido desenvolvida nesse campo de atuação, acompanhando a ampliação das
demandas ins tucionais relacionadas a atendimentos psicológicos de comportamentos inadequados,

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coordenação e par cipação em cursos, atuação como membro de comissões e de organização de eventos,
criar e es mular mudanças na organização para adequá-la à nova consciência adquirida a formação e o
desenvolvimento de pessoal em Recursos Humanos, confeccionar pareceres técnicos de processos sobre
avalição de desempenho, acompanhamento de servidores em estágio probatório, coordenação e
administração de eventos e de comunicação. No entanto, na sequência, ampliei minha participação em
atividades que demandavam articulação do DRH com os demais seguimentos da Instituição sob a diretriz
da extinta Pró-Reitoria de Administração – PROAD, em recursos humanos.
Em 1998 a PROAD passou a ser denominada de Pró-Reitoria de Desenvolvimento de Recursos
Humanos – PRODERH. Entretanto, houve elevado desenvolvido de minhas atividades de conhecimentos
atualizados em consonância a evolução tecnológico, no sentido de inovação e/ou adaptação técnicas de
desenvolvimento de pessoal. Os resultados obtidos levaram melhores desempenhos dos servidores nas
suas unidades de trabalho, consequentemente refletida na grandeza da Instituição no sentido amplo de
qualidade de vida.
Tais evidências não só demonstram a evolução da trajetória construída, mas também representam
contribuições que ultrapassam o escopo das minhas atribuições estritas do cargo. Elas fundamentam o
reconhecimento deste Memorial Descri vo, visto que, somadas à minha trajetória profissional aplicada à
realidade da UFAL, contribuíram diretamente para o desenvolvimento de dinâmicas de projetos,
processos comportamentais, designações, promoção da saúde, defesa da va, acompanhamento e
prevenção de agravos e qualidade de vida no trabalho, proporcionando, consequentemente, o melhor
desempenho dos servidores da UFAL. Ações propositadas que tanto desempenhei, sinto-me lisongiado ao
olhar para trás e reviver a minha jornada na Universidade de inúmeros saberes é testemunhar uma
história de imensa dedicação, constante apendizado e profundas realizções. Mais do que um ciclo de
trabalho, esta jornada representou um espaço de construção cole va e de busca incessante pelo
conhecimnto com muita dedicação, dignidade e al vez, que tanto me orgulha no labor profissional na
UFAL.
EXPERIÊNCIAS RELACIONADAS AOS REQUISITOS DO DECRETO
Para cada requisito abaixo, informe o critério específico u lizado, o item correspondente, a a vidade
desenvolvida, os resultados alcançados e o(s) documento(s) comprobatório(s). Deve-se apagar os
requisitos não u lizados.
REQUISITO I – Par cipação em grupos de trabalho, comissões, comitês, núcleos, representações ou
similares.

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Item 1 – Exercício de mandato como membro de conselhos superiores e conselhos de unidades e órgãos
colegiados da Instituição Federal. Por ano 03 pontos.
Eleito como membro representante dos Técnicos-Administra vos no Conselho Superior Universitário –
CONSUNI, como primeiro suplente, atuei no período de 06/12/1999 a 05/12/2004 (05 anos), tendo atuado
a vamente na ausência de um dos tulares afastados para o doutorado. Entre as principais atribuições do
conselho, além de planejamento, polí ca e julgamentos, entre outras, a norma zação foi, nesse período, o
assunto que mais exigiu par cularmente minha atuação. Considera-se um grande passo na contribuição
ins tucional, pela importância da reforma norma va, a conclusão e a aprovação do Novo Estatuto da
UFAL. Comprovante: Declaração
Item 3 – Participação como membro de núcleos, representações, grupos de trabalho ou similares, comissões ou
comitês previstos no âmbito da administração pública, regularmente instituidos. Por designação 03 pontos.
Designado:
- Portaria Nº167/9-GR, de 01 desetembro de 1995 – compor como representante do nível superior, a
Comissão Permanente do Pessoal Técnico Administra vo – CPPTA.
- Portaria Nº 137/GR de 02 de julho de 1996 - para compor a Comissão de Estudos de Necessidades de Pessoal
desta Universidade.
- Portaria Nº 189/GR de 08 de agosto de 1996 - para compor a Comissão para Elaboração de Programa de
Saúde do Trabalhador desta Universidade.
- Portaria Nº273/98 – DRH, 15 de abril de 1998 (Proc.146/98-39) compor Comissão do Programa de
Dimensionamento dos Recuros Humanos Técnico Administra vos desta universidade.
- Portaria Nº 80 de 18 de fevereiro de 2000 - para compor a Comissão Responsável pela Discussão do Processo de
Avaliação de Desempenho dos servidores Técnicos-Administrativos da UFAL.
As par cipações em comissões demonstram atuações efe vas por Portarias: representante do
Nível Superior na Comissão Permanente do Pessoal Técnico-Administra vo–CPPTA (acompanhamento e
supervisão da execução da polí ca interna do técnico da Universidade); estudo de necessidade de pessoal
e de número de vagas específicas para o quadro da Ins tuição por concurso público; elaboração do
programa de saúde do trabalhador que envolve saúde mental, inovação, prevenção e qualidade de vida;
programa de dimensionamento dos recursos humanos e estudo do perfil profissional dos técnicos
administra vos; responsável pela discussão do processo de avaliação de desempenho: acompanhamento
em estágio probatório, além das etapas e orientações aos servidores avaliados da Ins tuição. Essas
a vidades contribuíram para o fortalecimento da gestão universitária e para o aprimoramento de
procedimentos relacionados ao desenvolvimento e acompanhamento dos servidores da Universidade.
Contribuições ins tucionais essas, designadas formalmente e comprovadas em Portarias da UFAL.

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Item 4 – Par cipação como defensor da vo ou como membro de equipe designada em processos de
apuração de materialidade e responsabilidade, como sindicância, processo administra vo disciplinar e
tomada de contas especial. Por designação 03 pontos.
Designado:
- Portaria Nº 082/95 – DRH, de 17 de agosto de 1995- cons tuir a Comissão de Sindicância incubida de
apurar as irregularidades citadas na comunicação interna Nº 003/310, de 04 de janeiro de 1995.
- Portaria Nº 538 de 27 de julho de 1999 – compor a Comissão de Sindicância, encaregado, promover a
averiguação das denúncias con das no O cio Nº 83/99 – PRODERH.
- Processo Nº 23065.011268/2003-79 - PRODERH de 09 de maio de 2004, nomeado por unanimidade pela
Comissão de Processo Administra vo Disciplinar como Defensor Da vo, primorando pelo controditório e a
ampla defesa do servidor ques onado.
- Portaria Nº 001 de 02 de janeiro de 2006 – compor a Comissão de Processo Administra vo Disciplinar,
com rito sumário, encarregado de promover a averiguação das denúncias con das no Proc. Nº
011630/2004-92, possivelmente pra cados pelo servidor analisado, conforme os Ar gos 132, 140 e 143,
da Lei Nº 8.112/90.
As participações em comissões por designações via portarias demonstram atuações como membro
de equipe, na condição da minha formação em comportamento humano na organização e em recursos
humanos, em processos administrativos disciplinares de conteúdo complexo e de diversos assuntos como:
apurar irregularidades, averiguações de denúncias; ainda fui Defensor Dativo, aprimorando pelo
contraditório e tantos outros processos diferentes ou de igual conteúdo contemplados.
REQUISITO II – Par cipação e atuação em projetos ins tucionais, gestão, ensino, pesquisa, extensão,
inovação ou assistência especializada.
Item 6 – Par cipação em a vidades de produção ou reformulação de material acessível, ou técnico de
referência (manuais, roteiros técnicos). Por projeto 3 pontos.
Coordenação de a vidades de cursos:
- Curso de Legislação. Carga horária de 158h, período de 02 de agosto a 20 de dezembro de 2007.
Promoção : PROGEP/UFAL. Instrutores involvidos: 08.
- Curso Noções de Administração Pública e Ro nas Administra vas. Carga horária de 120h, período de 27
de julho a 23 de novembro de 2009. Promoção: PROGEP/UFAL. Instrutores envolvidos: 11.
- Curso Qualidade de Vida e Planejamento Financeiro. Carga horária de 18h, período de 20 de setembro a
25 de outubro de 2010. Promoção: PROGEP/UFAL. Intrutor envolvido: 01.

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- Curso Prá co de Informá ca: Dicas e Aplicações. Carga horária 40h, período de 28 de setembro a 09 de
dezembro de 2010. Promoção: PROGEP/UFAL. Instrutor envolvido: 01.
- Curso Desenvolvimento de Equipe (turma 1) – Turno Matu no. Carga horária de 40h, período de 12 de
abril a 17 de maio de 2011. Promoção: PROGEP/UFAL. Instrutor envolvido: 01.
- Curso de Atualização de Português. Carga horária 40h, período de11 de junho a 11 de julho de 2013.
Promoção: PROGEP/UFAL.Instrutor envolvido: 01.
Projetos de capacitação envolvem nível que define metas, obje vos, cronograma, os recursos
essenciais, partes interessadas e perfil dos par cipantes. Entretanto, as execuções dos cursos permi ram
aplicar conhecimentos técnicos e administra vos em projetos de extensão e ações ins tucionais,
conduzidos por instrutores especializados em temas: desenvolvimento de equipes, normas
organizacionais, sindicância e processo administra vo disciplinar, plano de carreira, noções de
administração pública, atendimento ao público, sistemas de promoção da saúde, inclusão e qualidade de
vida, internet e dicas de informá ca, relacionamento interpessoal, aspectos relevantes do acordo
ortográfico; além desses temas, mais de dezenas de projetos de cursos foram coordenados por mim e não
citados, somente esses dentro da perspec va de análise da comissão. Os projetos foram conduzidos pela
nossa equipe, que contribuiu para a execução e organização de interesse Ins tucional. Tais conhecimentos
específicos enriqueceram e contemplaram os atores envolvidos em saberes e competências,
principalmente os servidores par cipantes da Universidade.
Item 9 – Par cipação em programas de formação con nuada e/ou ações de desenvolvimento de
competências, desde que não u lizada para fins de aceleração da promoção na carreira (carga horária
mínima de dez horas). Por capacitação 01 ponto.
Par cipação por curso:
- Psicologia Jurídica. Período: 19 de outubro a 08 de dezembro de 2001. Carga horária 48h. Promoção:
OAB/AL, ESA, IPM, CRP e GAP/AL.
- Formação em Coaching, Mentoring e Holomentoring com focos em Life, Seif & Professional Coaching do
Sistema ISOR. Período: 26 a 28 de agosto de 2010. Carga horária 28 h. Promoção: Ins tuto Holos de
Qualidade/BH.
- Gestão por Competência. Período: 19 a 22 de março de 2012. Carga horária: 30h. Promoção:
PROGEP/UFAL.
- Perícia Psicológica. Carga horária: 40 h. Período: 06 a 10 de agosto de 2012. Peomoção: PROGEP/UFAL.
- Elaboração de Projetos. Carga horária: 20h. Período: 25 de setembro a 09 de outubro de 2013.
Promoção: PROGEP/UFAL.

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- Gestão de Conflitos na Administração Pública. Carga horária: 32h. Período: de 03 a 27 de outubro de
2016. Promoção: PROGEP/UFAL.
Par cipei em vários cursos de capacitação, dentre esses apresentados todos contribuiram para o
bom desempenho profissioanal. Seguem os que me tornou ou contribuíram como profissional em
constante evolução, com sólida capacitação voltada para a alta performance e agilidade na administração
pública. Desenvolvi competências estratratégicas por meio de formações em Gestão por Competência,
Elaboração de Projetos e Gestão de Conflitos, o que me permi u o mizar processos ins tucionais e
liderar fluxos de trabalho com maior celeridade. Adicionalmente, minha exper se em Psicologia Jurídica,
Perícia Psicológica e Formação em Coaching potencializa minha capacidade de conduzir mediações e gerir
o saber humano de forma humanizada, técnica e alinhada aos obje vos da Universidade.
Item 11 – Par cipação em capacitação, forum, oficina, workshop e congresso com carga horária mínima
de dez horas vinculada aos interesses da ins tuição Federal de Ensino. Por evento 01 ponto.
Par cipação por evento:
- Seminário de Recursos Humanos das Ins tuições Federais de Ensino Superior. Período: 24 e 25 de agosto
de 1998. Carga horária: 16h. Promoção: ANDIFES/UFAL.
- Seminário de Mul plicadores da Desburocra zação – 2002. Período de 20 a 22 de novembro de 2002.
Carga horária: 24h. Promoção: Previdência Social/AL.
- V Congresso Alagoano de Gestão de Pessoas. Período: 25 a 26 de setembro de 2008. Carga horária: 20h.
Promoção: ABRH/AL
- Encontro Sul-Americano de Recursos Humanos – ESARH. A Integração entre Gerações no Mundo
Corpora vo. Período: 18 a 21 de maio de 2010 em Gramado/RS. Carga horária: 25h. Promoção: Racional
Consultoria e FUNDATEC.
Par cipei em muitos eventos qualificados, entretanto para o bom acolhimento e análise, cito
alguns que me proporcionaram conhecimentos para o bom desenvolvimento Ins tucional: Seminário de
Recursos Humanos das Ins tuições Federais de Ensino Superior, V Congresso Alagoano de Gestão de
Pessoas, ainda par cipei do Encontro Sul-Americano de Recursos Humanos-ESARH (integração entre
Gerações no Mundo Corpora vo). A par cipação nesses eventos finalís cos desempenhou um papel
crucial no meu aperfeiçoamento técnico e comportamental, ampliando e acumulando saberes e
competênias.
REQUISITO VI – Produção, prospecção e difusão do conhecimento cien fico ou técnico.
Item 4 – Conclusão do curso de educação formal superior ao exigido para o ingresso no cargo de que é
titular e que não seja utilizado para percepção de Incentivo à Qualificação – IQ. Por curso 15 pontos.

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Especialização:
- Em Saúde Pública e Administração Hospitalar, concluido em 07/03/1992 (850h), onde adquiri e
aprimorei meus conhecimentos, principalmente em Recursos Humanos na área da Saúde e como
aprimorar a trabalhar mul profissionalmente.
- Em Administração/Recursos Humanos, concluído em 20/10/1993 (420h). A Psico-Sociologia das
Organizações, Avaliação de Desempenho, Comunicações e Desenvolvimento Organizacional, contribuiram
bastante para colocar em prá ca profissionalmente no labor do dia a dia entre os colaboradores. Ambos
cursos proporcionaram-me conhecimentos inerentes as minhas atuações, corroborando o
desenvolvimento de todos e do ambiente mais intera vo.
Item 14 – Par cipação em a vidade de ou apoio à formação ins tucional (expositor, facilitador,
colaborador). Por evento 03 pontos.
Atuação como facilitador:
- Atuei como facilitador nas Oficinas PROGEP/UFAL, realizadas no período de 24 de outubro a 21 de
dezembro de 2006. Carga horária: 02h (duas horas) com o tema: Atribuições de Coordenação e Avaliação
do Processo dos Cursos de Capacitação/Recondução de Servidores com Desempenho de A vidades
Inadequadas.
Item 15 – Atuação formalmente autorizada como instrutor, tutor, palestrante, autor de conteudo técnico
ou orientador em ação forma va estruturada de interesse ins tucional, prevista em plano ou programa
de desenvolvimento de pessoas. Por curso 4,5 pontos.
Atuação como instrutor:
- Ministrei aulas de Relações Humanas no Curso de Técnicas de Arquivo/Organização de Arquivos
Convencionais. Promoção: DIDEP/DRH, PROAD, DP/CHLA. Período: 18 de novembro a 19 de dezembro de
1996. Carga horária: 14horas.
DEMONSTRAÇÃO DOS SABERES E DAS COMPETÊNCIAS
A análise retrospectiva da minha trajetória profissional na Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
permite evidenciar que o saber por mim construído ao longo de décadas não se limitou à reprodução
mecânica de atribuições regulamentares. Pelo contrário, caracteriza-se como um saber não instituído e
cumulativo, resultante da aplicação contínua da Psicologia Organizacional e do Trabalho na complexa
dinâmica da gestão universitária. Essa vivência gerou uma fusão indissociável entre a ciência psicológica e a
práxis administrativa, preenchendo com excelência os requisitos de complexidade, liderança institucional e
maturidade profissional que são inerentes ao nível de Reconhecimento de Saberes e Competências (RSCPCCTAE) pleiteado.

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O impacto da minha atuação institucional reflete-se diretamente na estruturação orgânica e na
preservação da memória administrativa da UFAL. Tendo acompanhado e subsidiado tecnicamente a
evolução da gestão de pessoas desde a antiga estrutura do DRH até a consolidação da atual Pró-Reitoria de
Gestão de Pessoas e do Trabalho (PROGEP), atuei como um agente facilitador na transição de modelos
meramente burocráticos de departamento de pessoal para uma visão verdadeiramente estratégica de
recursos humanos. Além dessa modernização de processos, o impacto de natureza político-institucional
consolidou-se em minha participação no Conselho Superior, onde colaborei ativamente na reforma
normativa que culminou na aprovação do Novo Estatuto da UFAL. Essa intervenção gerou um impacto
perene e estrutural, conferindo à universidade um arcabouço regulatório moderno, democrático e
plenamente alinhado às demandas contemporâneas da educação superior.
A inovação das práticas desenvolvidas expressa-se na superação das fronteiras tradicionais da
psicologia para a introdução de metodologias preventivas e integrativas em gestão pública. Em uma época
em que o bem-estar no serviço público era abordado de forma reativa, inovei ao integrar comissões
pioneiras, tais como a Comissão de Estudos de Necessidades de Pessoal, a Comissão para a Elaboração de
Programa de Saúde do Trabalador e a Comissão do Programa de Dimensionamento dos Recursos Humanos
Técnico-Administrativos. A principal inovação consistiu em introduzir a escuta qualificada e o planejamento
focado na saúde emocional como variáveis críticas e mensuráveis de gestão. Da mesma forma, ao liderar as
discussões sobre o Processo de Avaliação de Desempenho dos Servidores Técnico-Administrativos, propus
uma abordagem humanizada que transformou a avaliação — antes percebida como um instrumento
meramente punitivo ou cartorial — em uma ferramenta de diagnóstico psicossocial, crescimento na carreira
e valorização real do trabalhador.
A qualificação dos serviços prestados na instituição deu-se pelo binômio do acompanhamento
institucional contínuo e da promoção da Qualidade de Vida no Trabalho (QVT). Minhas competências
técnicas em comportamento humano permitiram estruturar programas de atenção em saúde emocional
que reduziram progressivamente o absenteísmo, mediaram conflitos interpessoais crônicos nos setores e
promoveram o desenvolvimento de competências comportamentais tanto nos servidores da base quanto no
corpo gestor. Esse amadurecimento dos processos internos garantiu que os servidores técnicos da
universidade atuassem em ambientes psicologicamente mais saudáveis e organizados, o que se refletiu de
forma direta na ponta final da prestação de serviços públicos, resultando em um atendimento mais eficiente,
humanizado e qualificado para a comunidade acadêmica e para a sociedade alagoana.
Por fim, as contribuições para o fortalecimento da administração pública e a garantia dos princípios
constitucionais da legalidade, da impessoalidade e da justiça materializaram-se em minha firme atuação em
instâncias correcionais e de representação de classe. Minha atuação como Defensor Dativo, nomeado por
unanimidade em Comissões de Processo Administrativo Disciplinar (PAD), bem como a participação em
diversas Comissões de Sindicância incumbidas de apurar irregularidades internas, demonstram um elevado
nível de saber ético, técnico e jurídico-comportamental. Nessas oportunidades, garanti o equilíbrio rigoroso
entre a necessária apuração dos fatos e a garantia irrestrita do direito constitucional ao contraditório e à

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ampla defesa dos servidores questionados, resguardando a integridade jurídica da UFAL.
Complementarmente, a atuação como representante do nível superior na Comissão Permanente do Pessoal
Técnico-Administrativo (CPPTA), atual Comissão Interna de Supervisão (CIS), fortaleceu a governança, a
transparência e a valorização da carreira pública federal, consolidando um legado que justifica plenamente
a concessão do RSC.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
As experiências apresentadas neste Memorial refletem minha trajetória profissional e evidenciam os
conhecimentos, habilidades e competências desenvolvidas ao longo do exercício do cargo. As a vidades
descritas contribuíram para o fortalecimento das ações ins tucionais, a melhoria dos serviços prestados e
o desenvolvimento da Universidade, estando devidamente comprovadas pela documentação anexada
para fins de análise do presente requerimento de Reconhecimento de Saberes e Competências – RSCPCCTAE. Em suma, os saberes expressos neste Memorial não decorrem unicamente de tulos acadêmicos
formais, mas sim da fusão entre a ciência psicológica e a práxis administra va na alta gestão
universitária. Minha trajetória atesta a posse de competências de alta complexidade, liderança
ins tucional e compromisso é co, plenamente compa veis e convergentes com os parâmetros de
concessão do nível de RSC-PCCTAE aqui postulado.
TERMO DE RESPONSABILIDADE
Declaro, para os devidos fins, que as informações e a documentação apresentadas neste Memorial
Descri vo são verdadeiros, autên cos e correspondem à minha trajetória profissional, responsabilizandome administra va, civil e penalmente por sua veracidade, nos termos da legislação vigente.
Declaro estar ciente de que cada a vidade desenvolvida somente poderá ser u lizada uma única vez para
fins de pontuação no processo de Reconhecimento de Saberes e Competências – RSC-PCCTAE, sendo
vedada sua u lização concomitante para atendimento de mais de um critério específico. Declaro,
ainda, estar ciente de que este Memorial Descri vo deverá ser disponibilizado na forma prevista na
legislação aplicável, observado o disposto na Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018 (Lei Geral de
Proteção de Dados Pessoais – LGPD), responsabilizando-me pelas informações e pelos dados pessoais nele
constantes.
Maceió-AL, 22/09/2026
_______________________________
Assinatura

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