Engenharia de Computação - 2014

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                    Universidade Federal de Alagoas
Instituto de Computação

Curso de Engenharia de Computação
Projeto Pedagógico

Maceió, junho de 2014

Universidade Federal de Alagoas
Instituto de Computação

Curso de Engenharia de Computação
Projeto Pedagógico do Curso
Elaboração:
Equipe de professores e técnicos
administrativos
do
Instituto
de
Computação da Universidade Federal de
Alagoas

Coordenação do Projeto:
Fábio Cunha de Albuquerque

Atualização do Projeto:
Núcleo Docente Estruturante do Curso de
Engenharia de Computação do Instituto de
Computação da Universidade Federal de
Alagoas

Maceió, junho de 2014

3

Sumário
Identificação do Curso ...................................................................................................................................4
1. Introdução ..................................................................................................................................................7
2. Perfil do Egresso ......................................................................................................................................11
3. Habilidades/Competências/Atitudes ........................................................................................................12
4. Conteúdos/Matriz Curricular ...................................................................................................................14
4.1. Matriz Curricular ..................................................................................................................................16
5. Ordenamento Curricular ..........................................................................................................................18
5.1. Ementas das Disciplinas .......................................................................................................................25
5.2. Disciplinas Eletivas ..............................................................................................................................44
6. Estágio Supervisionado ...........................................................................................................................63
7. Trabalho de Conclusão de Curso .............................................................................................................64
8. Atividades Complementares ....................................................................................................................65
9. Avaliação .................................................................................................................................................67
9.1. Avaliação do Projeto Pedagógico .........................................................................................................67
9.2. Avaliação dos Docentes ........................................................................................................................68
9.2. Avaliação dos Discentes .......................................................................................................................68
9.4. Considerações Finais da Avaliação do Aprendizado...........................................................................69

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Identificação do Curso
Instituição Mantenedora:
Denominação: Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede: Brasília – Distrito Federal (DF)
Dependência: Administrativa Federal

Instituição Mantida:
Denominação: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Município-sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço: Av. Lourival Melo Mota, s/n, Cidade Universitária – Maceió/AL, CEP 57072-900.
Telefone: (82) 3214-1100
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br
Nome do Curso:

Engenharia de Computação

Título Ofertado:

Engenheiro de Computação

Reconhecimento: Portaria 40 12/12/2007 Publicação 29/12/2010

Endereço de funcionamento do curso:
Unidade: Instituto de Computação - UFAL
Município-sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço: Av. Lourival Melo Mota, s/n, Cidade Universitária – Maceió/AL, CEP 57072-900.
Telefone: (82) 3214-1401
Portal eletrônico: www.ic.ufal.br
5

Turnos:

Diurno.

Modalidade:

Presencial

Carga Horária:

3650 horas.

Duração:

Mínima: 10 semestres
Máxima: 14 semestres

Vagas:

60 anuais com duas entradas semestrais de 30 alunos.

Coordenador do Curso:
Nome: Fábio Cunha de Albuquerque
E-Mail: fabiocal@ic.ufal.br
Titulação: Mestrado
Formação Acadêmica: graduação em Engenharia Elétrica na UFES, mestrado na UFPB, Campina
Grande, PB, em Engenharia Elétrica na área de processamento da informação.
Regime de trabalho: Integral com dedicação exclusiva
Vínculo Empregatício: Estatutário
Data de Ingresso na UFAL: 26 de dezembro de 1989 – aproximadamente 24 anos
Experiência em coordenação de curso: 4 anos coordenação do curso de Ciência da Computação
3 anos coordenação do curso de Engenharia de Computação

Forma de Ingresso: O ingresso no curso de Engenharia de Computação é realizado por meio de
processo seletivo, sendo a prova do ENEM- normatizada pela Resolução
nº 32/2009-CONSUNI/UFAL, de 21 de maio de 2009 o meio de seleção
e a plataforma SISu/MEC (Sistema de Seleção Unificada) o meio de
inscrição, respeitados os critérios de cotas em vigor.

Perfil Profissional do Egresso: Engenheiro de Computação apto a ser um profissional
capacitado para especificar, conceber, desenvolver, integrar,
implementar, adaptar, produzir, implantar e supervisionar sistemas
computacionais para o exercício das profissões na área de projeto de
Sistemas Inteligentes, Embarcados, Móveis e de Automação e Controle.

Campo de Atuação: Análise, Projeto e Desenvolvimento de Sistemas Computacionais, nas
áreas de Sistemas Inteligentes, Embarcados, Móveis e de Automação e
Controle, assim como prestação de consultoria sobre tais sistemas,
incluindo aspectos de implantação destes, em instituições públicas ou
privadas, indústrias, comércio e serviços, centros de pesquisas, tanto no
âmbito local, regional, nacional ou internacional.

6

Objetivo do Curso: O Curso de Engenharia de Computação do Instituto de Computação da
UFAL tem como objetivo geral a formação de profissionais, Engenheiros
de Computação, capazes de atuar em áreas onde existem aplicações que
necessitem de uma forte integração entre as áreas de hardware e software.

Colegiado do Curso: As reuniões do colegiado ocorrem mensalmente, de preferência; caso
exista demanda para alguma análise, consulta ou necessidade de
deliberação por parte do colegiado, poderão ser convocadas e realizadas
reuniões extraordinárias.

Composição do Colegiado do Curso:
Docentes
Titular

Suplente

Davi Bibiano Brito

Fábio José Coutinho da Silva

Fábio Cunha de Albuquerque

André Lage Freitas

Joilson Batista de Almeida Rego

Baldoino Fonseca dos Santos Neto

Rodrigo José Sarmento Peixoto

Marcus de Melo Braga

Thiago Damasceno Cordeiro

Leandro Melo de Sales

Técnico-administrativo
Titular

Suplente

Marcelo de Gusmão

Laelson Batista Vilela

Discente
Titular

Suplente

Matheus Inacio Batista Santos

Luccas Augusto da Cunha Silva

7

1. Introdução
O Curso de Engenharia de Computação da UFAL, contempla as diretrizes de formação de
recursos humanos em Computação, estabelecidos pelo MEC/SESu, que especifica características próprias
de formação visando atender as necessidades da sociedade brasileira. Os cursos de Ciência da
Computação e Engenharia de Computação, segundo as diretrizes curriculares do MEC, têm como
objetivo a formação de recursos humanos para o desenvolvimento científico e tecnológico da área de
Computação.
De acordo com as recomendações encontradas nas diretrizes propostas pela Comissão de
Especialistas em Educação em Computação e Informática (CEEInf) do Ministério da Educação, o curso
de Engenharia de Computação possui as seguintes características:
1. São cursos cujos currículos possuem uma base teórica profunda em computação;
2. São cursos nos quais os alunos têm uma intensa atividade de estudos e exercícios extraclasse;
3. São cursos de formação tecnológica que visam o desenvolvimento tecnológico e, portanto,
pretendem ou devem estar cercados por um ambiente industrial/empresarial de computação;
4. São cursos em que a formação complementar visa conhecer um domínio de aplicação, fora da
área de computação, com vistas ao desenvolvimento de tecnologias (ferramentas) para a solução
dos problemas do domínio;
5. São cursos voltados não apenas para o mercado de trabalho imediato mas, principalmente, para
alavancar/transformar o mercado de trabalho, através da produção/geração de novas tecnologias;
6. São cursos em que os alunos são instados a participar dos projetos de pesquisas dos professores
na qualidade de alunos de iniciação científica;
7. São cursos em que seus professores estão engajados efetivamente na pesquisa
científica/tecnológica sendo, portanto, recomendável a inserção desses cursos em um ambiente de
pós-graduação e/ou de pesquisa na área;
8. São cursos recomendados para serem oferecidos no turno diurno;
9. São cursos de mercado de trabalho restrito;
10. São cursos em que os alunos devem ser estimulados a prosseguir estudos em nível de
mestrado e doutorado.
Os egressos desses cursos devem estar situados no estado da arte da Ciência e da Tecnologia da
Computação, de tal forma que possam continuar suas atividades na pesquisa, promovendo o
8

desenvolvimento científico, ou aplicando os conhecimentos científicos e promovendo o desenvolvimento
tecnológico do país.
Este projeto traz uma descrição do que se pretende como perfil do egresso conectado com
as principais competências e habilidades requeridas, refletindo uma matriz curricular apropriada e
condizente com tais pretensões. O projeto foi elaborado mantendo-se, principalmente, a coerência com as
Diretrizes Curriculares do MEC para o Curso de Engenharia de Computação.
O curso de Engenharia de Computação proposto tem por objetivo a formação teórica e
prática em engenharia computação, a fim de preparar adequadamente os seus alunos para atuar nos mais
diversos setores da Informática, conseguindo acompanhar suas evoluções, e também para ingressar em
programas de Pós-Graduação e Pesquisa.
A formação do aluno abrangerá a compreensão do campo científico da computação,
buscando a sua aplicação na solução de problemas da sociedade e no desenvolvimento de conhecimento e
tecnologias que permitam a evolução da computação.
O curso garantirá uma formação básica, habilitando os seus alunos a ganharem
competências e poder seguir com efetividade o curso nas matérias das áreas de conhecimento específicas
da computação de acordo com o perfil desejado pelo aluno. A formação abrangerá também o estudo dos
aspectos profissionais, éticos e sociais da engenharia de computação e de outras áreas do conhecimento,
como, por exemplo, matemática, física, administração, direito e outras, tal como recomendado nas
diretrizes propostas pela Comissão de Especialistas em Educação em Computação e Informática (CEEInf)
do Ministério da Educação, bem como a Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, que Institui
Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Engenharia.

Justificativa do Curso
Com crescente implantação da indústria de informática nas mais diversas áreas do processo
produtivo do desenvolvimento recente da Internet e nas áreas da indústria e da telecomunicação onde se
observa, cada vez mais, a existência de soluções que envolvem a integração hardware/software, surge à
necessidade de profissionais capazes de analisar e solucionar problemas específicos emergentes desta
área: os engenheiros de computação.
A equipe de professores do Instituto de Computação da UFAL, IC/UFAL, constatou a falta de
instituições, principalmente públicas, nesta região, que tivessem estrutura para ofertar cursos para
formação de profissionais para esta área de atuação. Assim, o IC/UFAL, já com experiência com o curso
9

de Ciência da Computação, e tendo em seu quadro professores com formação em engenharia e ciência da
computação, decidiu por encampar como projeto do instituto a criação do curso de Engenharia de
Computação.
O curso de Engenharia de Computação da UFAL foi criado em 2010, tendo iniciado suas
atividades no primeiro semestre de 2011. A proposta de criação foi motivada por demandas no setor de
computação para as aplicações industriais, na região metropolitana de Maceió e no estado de Alagoas.
Vale ressaltar que antes da criação deste curso, muitos interessados em atuar nesta área precisavam se
deslocar para estados vizinhos a fim de conseguir seu intento.
O curso de engenharia de computação permeia diversas áreas, desde a biologia até a engenharia
civil. Um profissional dessa área terá uma formação teórica e prática que o permita interagir eficazmente
com profissionais de outras áreas, com conhecimentos sólidos em hardware e software e base teórica
comum às engenharias, de maneira a enfrentar, analisar e solucionar problemas complexos em um
mercado de trabalho heterogêneo e em plena expansão. Isso evitará também que empresas e indústrias
busquem profissionais em outros estados ou que utilizem profissionais com formação semelhante mas
não tão especializados na função.

Forma de acesso ao Curso
O ingresso no curso de Engenharia de Computação é realizado por meio de processo seletivo,
sendo a prova do ENEM- normatizada pela Resolução nº 32/2009-CONSUNI/UFAL, de 21 de maio de
2009 o meio de seleção e a plataforma SISu/MEC (Sistema de Seleção Unificada) o meio de inscrição,
respeitados os critérios de cotas em vigor.
Periodicamente, editais de reopção, de transferência e de reingresso são publicados com vista a
preencher vagas consideradas ociosas otimizando assim, o uso dos recursos públicos; ocorre conforme
calendário acadêmico vigente.

10

Objetivos do Curso
O Curso de Engenharia de Computação do Instituto de Computação da UFAL tem como objetivo
geral a formação de profissionais, Engenheiros de Computação, capazes de atuar em áreas onde existem
aplicações que necessitem de uma forte integração entre as áreas de hardware e software.
O Curso objetiva, de uma forma mais específica, formar profissional capacitado a especificar, conceber,
desenvolver, integrar, implementar, adaptar, produzir, implantar e supervisionar sistemas computacionais,
em organizações locais, regionais, nacionais, e internacionais; capacidade de analisar de forma crítica
as questões relacionadas a inclusão social e étnico-racial. Além da formação específica na área de
engenharia de computação,

pretende-se que este profissional, adquira habilidades como:

autoaprendizado; trabalho em grupo; criatividade; capacidade empreendedora; capacidade de expressão
oral e escrita em português e línguas estrangeiras.

11

2. Perfil do Egresso
O Curso de Engenharia de Computação enfatiza uma formação profissional sólida, considerando
uma forte integração entre as áreas de software e hardware. Isso tudo, envolvendo conhecimentos em
Ciência da Computação, Eletrônica, Comunicações, Automação, Controle, Robótica e Sistemas
Embarcados, fortalecido por uma base em engenharia, como estabelecido pela Resolução CNE/CES 11,
de 11 de março de 2002, que Institui Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em
Engenharias, bem como nas recomendações encontradas nas diretrizes propostas pela Comissão de
Especialistas em Educação em Computação e Informática (CEEInf) do Ministério da Educação de 1999;
além de conhecimento na área de humanas e socioambiental. Com esta formação, o egresso do curso de
Engenharia de Computação possuirá conhecimento necessários à ser aplicado em: projeto de Sistemas
Computacionais Inteligentes, Embarcados, Móveis e de Automação e Controle, entre outras; implantação,
suporte e manutenção de plantas industriais; desenvolvimento de projetos pesquisas científicotecnológicas. Neste sentido, pretende-se que o egresso do curso seja um profissional capacitado para
especificar, conceber, desenvolver, integrar, implementar, adaptar, produzir, implantar e supervisionar
sistemas computacionais, em organizações locais, regionais,

nacionais, e também internacionais; o

mesmo se aplicando à área de pesquisa científico-tecnológicas.

12

3. Competências, Habilidades e Atitudes
Com base no perfil almejado para seu egresso, o Engenheiro de Computação deverá, dentre outras,
possuir as seguintes competências e habilidades:
1. especificar, conceber, desenvolver, integrar, implementar, adaptar, produzir, implantar e
supervisionar;
2. aplicar percepção espacial, raciocínio lógico e conhecimentos matemáticos, científicos,
tecnológicos e instrumentais na resolução de problemas de engenharia;
3. projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados, avaliando criticamente ordens de
grandeza e significância de resultados numéricos;
4. desenvolver e aplicar modelos matemáticos e físicos a partir de informações sistematizadas e fazer
análises críticas dos modelos empregados no estudo das questões de engenharia;
5. conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
6. planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia;
7. identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
8. desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
9. supervisionar e avaliar criticamente a operação e manutenção de sistemas e processos;
10. comunicar-se eficiente e sinteticamente nas formas escrita, oral e gráfica;
11. atuar em equipes multidisciplinares;
12. compreender e aplicar a ética e responsabilidades profissionais;
13. avaliar o impacto das atividades de engenharia no contexto social e ambiental;
14. avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia; e
15. assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
Quanto às competências profissionais específicas, o Engenheiro de Computação deve ser capaz de
fornecer respostas às necessidades dos setores que envolvam tecnologias para abordar Sistemas
Inteligentes, Embarcados, Móveis e de Automação e Controle. Neste sentido, estão envolvidas
competências, tais como:
1. automação, controle e monitoração de sistemas computacionais em geral;
2. concepção, desenvolvimento e manutenção de sistemas dedicados e embarcados de software e
hardware;
3. realização de cálculos matemáticos não-triviais obedecendo a restrições temporais;
4. comunicação segura, rápida e confiável entre sistemas computacionais;
13

5. análise e processamento de sinais de diferentes tipos;
6. comunicação humano-máquina;
7. desenvolvimento de sistemas distribuídos, aplicações multimídia e sistemas inteligentes;
8. extração e recuperação de informação relevante a partir de fontes de dados de diferentes mídias e
formatos;
9. desenvolvimento e integração de sistemas de automação e controle, embarcados e móveis.
Além das competências e habilidades mencionadas, pode-se citar mais:
a) Autoaprendizado. Trata-se de uma característica motivada pela rápida evolução da engenharia de
computação, levando o profissional dessa área a envolver-se num processo contínuo de
aprendizado, após a conclusão do seu curso. Assim sendo, é fundamental que o aluno adquira
desde cedo a capacidade de aprender a aprender. Ele precisará estar sempre aprendendo para
manter-se atualizado e competente. A habilidade em pesquisa enseja significativamente o
autoaprendizado. Esta habilidade é desenvolvida ao longo de todo o curso através de trabalhos de
pesquisa e desenvolvimento em diversas disciplinas, pela participação em projetos de pesquisa e
pela realização do trabalho de conclusão de curso;
b) Trabalho em grupo. Um indicador importante para motivar o desenvolvimento dessa habilidade é
que o desenvolvimento é quase sempre realizado em equipe, com profissionais desempenhando
diferentes funções. A habilidade de trabalhar em grupo é fundamental para o profissional da
engenharia da computação e é estimulada e desenvolvida durante o curso durante a realização de
projetos de pesquisa e trabalhos em disciplinas;
c) Criatividade. Análise de problemas e modelagem de soluções criativas com suas conseqüentes
implementações. A análise de um problema e a capacidade criativa de elaboração de um modelo
para a sua solução é uma habilidade essencial para um profissional de engenharia da computação.
Esta habilidade é introduzida desde o início do curso nas atividades de programação e é
desenvolvida mais amplamente, em diversas disciplinas e atividades curriculares.
d) Capacidade Empreendedora. Trata-se de uma habilidade importante para um profissional,
inclusive àqueles que não desejam ser empresários. Esta habilidade pode ser desenvolvida e visa
capacitar o profissional a assumir uma atitude pró-ativa, a desenvolver uma rede de relações e a
liderar projetos em suas atividades profissionais. Ela é introduzida no curso com a disciplina
Empreendedorismo. Além disso, ela é desenvolvida ao longo do curso através de atividades
práticas, nas quais os alunos são estimulados a apresentar e liderar projetos de sistemas.
Além destas habilidades, o aluno tem a oportunidade de aprimorar sua capacidade de expressão
oral e escrita, através da elaboração e apresentação de projetos em seminários e debates, e de vários
trabalhos escritos em provas dissertativas, trabalhos em grupo e relatórios individuais durante o
14

curso.
O aluno deve desenvolver também competência e desempenho em língua inglesa através de apoio
de disciplina de inglês instrumental e leitura de livros e artigos de engenharia da computação, escritos na
língua inglesa.

4. Conteúdos/Matriz Curricular
O Curso de Engenharia da Computação tem a duração mínima de 5 anos e a máxima de 7 anos. O
seu currículo está estruturado em 10 semestres, onde os 4 primeiros destinam-se às disciplinas de
formação básica, os outros 3 semestres destinam-se à formação profissional e, por fim, os últimos 3
semestres são dedicados à formação específica em Engenharia de Computação. O curso conta com um
total de 3650 horas, correspondendo a 49 disciplinas obrigatórias (29401 horas/aula de 50 minutos – 2450
horas) e um mínimo de 900 horas/aula (750 horas) em disciplinas eletivas. O conteúdo da Formação
Básica em Computação é formado pelo conjunto de disciplinas obrigatórias. Este conjunto de disciplinas
obrigatórias visa garantir a competência mínima necessária a um profissional de engenharia da
computação de nível superior, com os conhecimentos básicos e alguns específicos das principais áreas da
engenharia da computação que o habilitam ao exercício da profissão.
A grade curricular apresenta, também, um segundo grupo de disciplinas destinadas à formação
profissional. Cada disciplina especializa uma ou mais competências contribuindo para o perfil do
profissional da engenharia de computação.
A matriz curricular apresenta um grupo de eletivas voltado para a formação específica em
engenharia da computação, sendo elas com ênfase em Sistemas Embarcados, Automação e Controle, e
Robótica.
Após a integralização dos conteúdos obrigatórios, exige-se a elaboração e apresentação de uma
monografia individual (Trabalho de Conclusão de Curso – TCC) com temática relacionada ao exercício
profissional e com o apoio de um professor-orientador. O TCC é previsto como atividade obrigatória,
tendo carga horária para integralização correspondente a 90 horas.
É facultada ao aluno, a possibilidade de cursar outras disciplinas eletivas ofertadas, bem com
realizar Atividades Complementares no decorrer do curso.
As Atividades Complementares devem ter uma carga horária de no mínimo 200 horas e podem ser
1

Sem considerar 90 horas do Trabalho de Conclusão de Curso

15

realizadas através do Estágio Supervisionado, abrangendo experiências práticas em ambiente profissional,
no interior da Universidade ou fora dela, ou através de outras atividades regulamentadas pelo
CONSUNI/UFAL e por Resoluções do Colegiado de Curso.
Desta forma, a carga horária mínima total do curso será composta por: 2940 horas/aula (2450
horas) de disciplinas obrigatórias; 900 horas/aula de 50 minutos (750 horas) de disciplinas eletivas; 90
horas de Trabalho de Conclusão de Curso, 160 horas de estágio obrigatório e 200 horas de atividades
complementares, perfazendo um total de 3650 horas, conforme a carga horária mínima recomendada a
um curso de engenharia que atualmente é de 3600 horas; de acordo com as diretrizes curriculares.
As horas/aula de disciplinas eletivas cursadas e/ou as atividades complementares realizadas que
ultrapassarem a carga horária total serão lançadas no histórico escolar do aluno, somando-se à sua
integralização curricular.
O Curso de Engenharia de Computação não visa apenas à formação de técnicos. A sua matriz
curricular apresenta disciplinas que possibilitam ao aluno, ingressar em grupos de ensino, pesquisa e
extensão, como também o habilitam ao ingresso em programas de pós-graduação. Desde o 4° semestre, o
aluno poderá inserir-se nos projetos de pesquisa e iniciação científica atualmente existentes no Instituto
de Computação ou participar de projetos externos ao Instituto.
As atividades de extensão quer seja através da realização de cursos para a comunidade interna e
externa, quer através de ações que demandem serviços de informatização, podem ser exercidas com a
participação do alunado desde o 3° semestre letivo.
Com relação à participação dos alunos nos programas de pós-graduação, convém ressaltar que a
maioria das atividades acadêmicas do nosso Curso de Mestrado em Modelagem Computacional de
Conhecimento, tais como seminários, palestras, minicursos e outros eventos, está sempre aberta para o
alunado da graduação, visando estimular os que se interessam pela carreira acadêmica. A matriz
curricular atual apresenta várias disciplinas que proporcionam um embasamento teórico matemático e
computacional, visando habilitar o aluno aos programas de pós-graduação em Ciência da Computação e
Engenharia de Computação atualmente existentes no país.

16

4.1. Matriz Curricular

17

O fluxograma da Matriz Curricular do Curso de Engenharia de Computação mostra a
relação existente entre os diversos grupos de disciplinas existentes, podendo até haver prérequisitos, quando for o caso.
Conforme a Portaria nº 4.059 do MEC, de 10 de dezembro de 2004, o docente
responsável pela disciplina, poderá dedicar até 20% da carga horária de sua disciplina em
atividades pedagógicas na modalidade a distância.

5. Ordenamento Curricular
O Ordenamento Curricular do Curso de Engenharia de Computação é formado pelas
disciplinas abaixo, relacionadas por semestre:

Disciplinas Obrigatórias
DISCIPLINAS 1º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
CÓDIGO

NOME DA DISCIPLINA
SEMANAL

1°

ECOM001
ECOM002
ECOM003
ECOM004
ECOM005
ECOM006

Inglês Instrumental
Programação 1
Matemática Discreta
Cálculo 1
Geometria Analítica
Introdução à Eng. da Computação
Carga Horária Total

4
4
4
4
4
4
24

SEMESTRAL

Teórica
40
40
40
40
40
40

Prática
20
20
20
20
20
20

Total
60
60
60
60
60
60
360

DISCIPLINAS 2º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
CÓDIGO

NOME DA DISCIPLINA
SEMANAL

2°

ECOM007
ECOM008
ECOM009
ECOM010
ECOM011
ECOM012
ECOM013

Lógica Aplicada à Computação
Estrutura de Dados
Física 1
Cálculo 2
Álgebra Linear
Circuitos Digitais
Desenho

4
4
4
4
4
2
4

Carga Horária Total

26

SEMESTRAL

Teórica
40
40
40
40
40
20
40

Prática
20
20
20
20
20
10
20

Total
60
60
60
60
60
30
60
390

DISCIPLINAS 3º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
CÓDIGO

NOME DA DISCIPLINA
SEMANAL

3°

ECOM014 Linguagens Formais, Autômatos e
Computabilidade
ECOM015 Projeto de Software
ECOM016 Física 2
ECOM017 Cálculo 3
ECOM018 Metodologia da Pesquisa e do Trabalho
Científico
ECOM019 Sistemas Digitais
ECOM020 Química Tecnológica
Carga Horária Total

SEMESTRAL

Prática
20

Total

4

Teórica
40

4
4
4
2

40
40
40
20

20
20
20
10

60
60
60
30

4
4

40
40

20
20

60
60

26

60

390

19

DISCIPLINAS 4º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
CÓDIGO

NOME DA DISCIPLINA
SEMANAL

4°

ECOM021
ECOM022
ECOM023
ECOM024
ECOM025
ECOM026
ECOM027

SEMESTRAL

Probabilidade e Estatística
Engenharia de Software
Física 3
Cálculo 4
Variáveis Complexas
Organização e Arquitetura de
Computadores
Física Experimental 3

4
4
4
4
4
4

Teórica
40
40
40
40
40
40

Prática
20
20
20
20
20
20

Total
60
60
60
60
60
60

2

10

20

30

Carga Horária Total

26

390

DISCIPLINAS 5º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
SEMESTRE

CÓDIGO

NOME DA DISCIPLINA
SEMANAL

5°

ECOM028
ECOM029
ECOM030
ECOM031
ECOM032
ECOM033
ECOM034

Projeto e Análise de Algoritmos
Circuitos Elétricos
Redes de Computadores
Sinais e Sistemas
Inteligência Artificial
Sistemas Operacionais
Teoria dos Grafos

4
4
4
6
4
4
2

Carga Horária Total

28

SEMESTRAL

Teórica
40
40
40
60
40
40
20

Prática
20
20
20
30
20
20
10

Total
60
60
60
90
60
60
30
420

DISCIPLINAS 6º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
SEMESTRE

6°

CÓDIGO

NOME DA DISCIPLINA
SEMANAL

ECOM035
ECOM036
ECOM037
ECOM038
ECOM039
ECOM040
--

Princípios de Comunicação
Eletrônica
Métodos Numéricos
Sistemas de Controle 1
Computador, Sociedade e Ética
Empreendedorismo
Disciplinas Eletivas

4
4
4
4
2
4
-

Carga Horária Total

22

SEMESTRAL

Teórica
40
40
40
40
20
40
-

Prática
20
20
20
20
10
20
-

Total
60
60
60
60
30
60
330

20

DISCIPLINAS 7º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
SEMESTRE

7o

CÓDIGO

NOME DA DISCIPLINA
SEMANAL

ECOM041
ECOM042
ECOM043
ECOM044
ECOM045
ECOM046
--

Sistemas de Controle 2
Banco de Dados
Microcontroladores e Aplicações
Instrumentação Eletrônica
Processamento Digital de Sinais
Noções de Direito
Disciplinas Eletivas

4
4
4
4
4
4
-

Carga Horária Total

24

SEMESTRAL

Teórica
40
40
40
40
40
40
-

Prática
20
20
20
20
20
20
-

Total
60
60
60
60
60
60
360

DISCIPLINAS 8º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
SEMESTRE

8o

CÓDIGO

NOME DA DISCIPLINA
SEMANAL

ECOM047
ECOM048
ECOM049
ECOM050
ECOM051
--

Sistemas Embarcados
Automação Industrial
Computação Gráfica e Proc. de Imagens
Robótica
Sistemas Distribuídos
Disciplinas Eletivas

4
4
4
4
4
-

Carga Horária Total

SEMESTRAL

Teórica
40
40
40
40
40
-

Prática
20
20
20
20
20
-

20

Total
60
60
60
60
60
300

DISCIPLINAS 9º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
SEMESTRE

9o

CÓDIGO

NOME DA DISCIPLINA
SEMANAL

---

Disciplinas Eletivas

-

Carga Horária Total

SEMESTRAL

Teórica
-

Prática
-

-

Total
-

DISCIPLINAS 10º SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
SEMESTRE

10o

CÓDIGO

NOME DA DISCIPLINA
SEMANAL

---

Disciplinas Eletivas
Carga Horária Total

-

SEMESTRAL

Teórica
-

Prática
-

Total
-

21

Representação gráfica do perfil de formação :
CURSO: Engenharia de Computação
Componentes
Horas- Horas-relógio (60min=1 Porcentagem
Curriculares
aula
hora)
(50min)
2450
67%
Disciplinas
2940
Obrigatórias
750
21%
Eletivas
900
160
4%
Estágio
192
Supervisionado
90
2%
Trabalho
de
108
Conclusão
de
Curso (TCC)
200
6%
Atividades
240
Complementares
3650
100%
Carga
horária
4380
total

Disciplinas Obrigatórias

2%

4%

6%

Disciplinas Eletivas

21%
TCC

67%

Estágio Supervisionado

Atividades
Complementares

22

Disciplinas Eletivas
DISCIPLINAS ELETIVAS
CÓDIGO

ECOM101
ECOM102
ECOM103
ECOM104
ECOM105
ECOM106
ECOM107
ECOM108
ECOM109
ECOM110
ECOM111
ECOM112
ECOM113
ECOM114
ECOM115
ECOM116
ECOM117
ECOM118
ECOM119
ECOM120
ECOM121
ECOM122
ECOM123
ECOM124
ECOM125
ECOM126
ECOM127
ECOM128
ECOM129
ECOM130

NOME DA DISCIPLINA

Métodos Formais
Programação Linear
Interface Harware-software
Sistemas de Tempo Real
Processamento Digital de Sinais
Estatística Computacional
Microcontroladores e Aplicações
Multimídia
Processamento de Imagens
Modelagem e Simulação
Análise Formal de Sistemas Complexos
Projeto de Sistemas Embarcados
Projeto de Automação e Controle
Análise de Sistemas – Engenharia de Requisitos
Arquitetura de Software
Gerência de Configurações e Mudanças
Computação Móvel e Sem Fio
Qualidade de Software
Redes de Petri
Técnicas de Reuso de Software
Fundamentos de Libras
Fundamentos de Matemática
Internet e Web
Banco de Dados 2
Teste de Software
Pesquisa Operacional
Redes de Computadores 2
Inteligência Artificial 2
Interação Homem-Máquina
Introdução à Administração

CH
SEMANAL

CH SEMESTRAL

2
2
4
2
4
2
2
2
2
2
4
4
4
2
2
2
2
2
2
2
4
4
2
2
4
4
2
2
2
4

30
30
60
30
60
30
30
30
30
30
60
60
60
30
30
30
30
30
30
30
45
60
30
30
60
60
30
30
30
60

23

DISCIPLINAS ELETIVAS – Tópicos Especiais
CÓDIGO

CH
SEMANAL

CH SEMESTRAL

-

-

ECOM214

Tópicos em Humanidades
Tópicos em Computação Científica
Tópicos em Computação Paralela
Tópicos em Banco de Dados
Tópicos em Software Básico
Tópicos em Engenharia de Software
Tópicos em Arquitetura de Computadores
Tópicos em Comunicação de Dados
Tópicos em Redes de Computadores
Tópicos em Inteligência Artificial
Tópicos Especiais em Computação
Tópicos Especiais em Engenharia
Tópicos em Modelagem Computacional de
Conhecimento
Tópicos Especiais em Programação

-

-

ECOM215

Tópicos em Informática na Educação

-

-

ECOM201
ECOM202
ECOM203
ECOM204
ECOM205
ECOM206
ECOM207
ECOM208
ECOM209
ECOM210
ECOM211
ECOM212
ECOM213

NOME DA DISCIPLINA

24

Metodologia
O curso tem sua estrutura curricular com 10 semestres dividido em 3 fases: formação
básica, profissional e específica. Na formação básica é apresentada uma bagagem teórica bem
forte, porém genérica, com alguma parte prática desta teoria, utilizando-se bastante a sala de
aula com aulas expositivas e alguns laboratórios como metodologia de ensino-aprendizagem.
A segunda fase, da formação profissional, as disciplinas tem um caráter mais
específica para a formação do aluno. Nesta, utiliza-se aulas expositivas teóricas mas com
maior teor de prática em laboratórios e trabalhos que envolvam a aplicabilidade prática da
teoria.
A principal característica da formação específica é a possibilidade de escolha, com
orientação de professores e colegiado de curso, de disciplinas eletivas que se enquadrem na
formação do aluno para o mercado de trabalho; uma escolha pessoal com a orientação devida.
Nesta fase, aulas expositivas, laboratórios com softwares e hardwares específicos
(matemáticos, simuladores, visualizadores, editores, de projetos etc.), trabalhos individuais e
em grupo, são procedimentos utilizados para a aquisição do conhecimento específico.
Em

todas

estas

fases

a

transversalidade

ocorre

devido

ao

caráter

de

multidisciplinaridade do processo ensino-aprendizagem no decorrer do curso. Formação como
em: educação ambiental, inclusão social, relações étnico-racial, respeito às diferenças, entre
outras, está fundamentada nesta transversalidade.

25

5.1. Ementas das Disciplinas

Disciplinas Obrigatórias
Código

Nome da Disciplina

ECOM001 Inglês Instrumental

CH

60

Ementa:
Estudo de textos específicos da área de computação visando compreensão. Aspectos gramaticais e morfológicos
pertinentes à compreensão. Desenvolvimento e ampliação das estratégias de leitura. Conscientização do
processo de leitura. Exploração de informações não-lineares, cognatos e contexto. Seletividade do tipo de
leitura (Skimming/Scanning). Levantamento de hipótese sobre texto (título e subtítulos). Abordagem de pontos
gramaticais problemáticos para leitura. Uso do dicionário como estratégia-suporte de leitura: tipos, recursos,
prática.

Bibliografia:
PINTO, Dilce. Compreensão Inteligente de Textos. Grasping the Meaning. Vol 1 e 2. Rio de Janeiro:LTC,
1991.
DUBIN, F. Reading by All Means. USA: Addison-Wesley, 1990.
EDIGER, A. Reading for Meaning. USA: Longman, 1989.
MICHAELIS. Dicionário Inglês-Português. São Paulo: Melhoramentos, 2003.

Código

Nome da Disciplina

ECOM002 Programação 1

CH

60

Ementa:
Resolução de problemas e desenvolvimento de algoritmos. Análise do problema. Estratégias de solução.
Representação e documentação. Programação de algoritmos usando uma linguagem de programação.
Estruturação de programas. Noções de tipos e estrutura elementares de dados. Conceito de recursão e sua
aplicação.

Bibliografia:
EVARISTO, Jaime. Aprendendo a Programar – Programando na Linguagem C. Rio de Janeiro: Book
Express, 2004.
ASCENCIO, Ana F. G. e Campos, Edilene A. V. Fundamentos de Programação de Computadores. Prentice
Hall, 2002.
FORBELLONE, André L.V. Ebesrpacher, Henri F. Lógica de programação - a construção de algoritmos e
estruturas de dados, 2a ed. São Paulo: Makron Books, 2000.
MIZRAHI, Victorine V. Treinamento em Linguagem C. Módulo 1. McGraw Hill, 1990.
MIZRAHI, Victorine V. Treinamento em Linguagem C. Módulo 2. McGraw Hill, 1990.

Código

Nome da Disciplina

CH

26

ECOM003 Matemática Discreta

60

Ementa:
Conjuntos e Funções. Construção Axiomática do Conjunto dos Números Naturais: Postulados de Peano.
Estruturas Algébricas: Anéis, Domínios de Integridade, Domínios Bem Ordenados, Construção Axiomática do
Conjunto dos Números Inteiros. Representação dos Números Inteiros: Sistemas de Numeração. Fatoração de
Números Inteiros: Máximo Divisor Comum, Números Primos. Aritmética Modular: Congruências, Anéis Zn,
Criptografia RSA. Noções da Teoria dos Grafos. Combinatória Elementar.

Bibliografia:
EVARISTO, Jaime. Introdução à Álgebra Abstrata. Maceió: EDUFAL, 2002.
ALBERTSON, M. O. Discrete Mathematic with Algorithms. USA: Wiley & Sons, 1998.
KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming, Volume 2. USA: Addison-Wesley, 1988.
GRAHAM, R.; KNUTH, D; PATASCHINK, O. Matemática Concreta. Rio de Janeiro: LTC, 1995.
SZWARCFILER, Jaime. L. Grafos e Algoritmos Computacionais. Campus, 1984.

Código

Nome da Disciplina

ECOM004 Cálculo 1

CH

60

Ementa:
Funções e gráficos. Limite e continuidade. A derivada e a derivação. Valores Extremos de funções. Técnicas de
construção de gráficos. A diferencial. Integração e a integral definida.

Bibliografia:
ÁVILA, Geraldo. Cálculo 1, Funções de uma Variável Real. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
STEWART, James. Cálculo 1. São Paulo: Thomson Learning, 2005.
SWOKOWSKI, Earl. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 1994.
GUIDORIZZI, Hamilton. Um Curso de Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
LEITHOLD, Louis. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Harbra, 1994.

Código

Nome da Disciplina

ECOM05 Geometria Analítica

CH

60

Ementa:
Geometria em Três Dimensões: Vetores. Produtos internos. Produtos vetoriais. Retas e planos. Cônicas e
quádricas. Espaços e subespaços euclidianos. Matrizes e Determinantes. Sistemas de equações lineares.

Bibliografia:
BOULOS, Paulo. Vetores e Geometria Analítica: Um Tratamento Vetorial. São Paulo: Makron Books,
2005.
REIS, Genésio. Geometria Analítica. Rio de Janeiro: LTC, 1996.

27

Código

Nome da Disciplina

ECOM006 Introdução a Engenharia de Computação

CH

60

Ementa:
Histórico da Engenharia. Atribuições do engenheiro de computação. Componentes básicos de um sistema de
computação. Linguagem de programação: conceituação e classificação. Noções de software básico: sistema
operacional, compilador, interpretador, montador, ligador e carregador. Representação interna dos dados e
sistema de numeração. Noções de sistemas embarcados e automação. Seminários.

Bibliografia:
CAPRON, Harriet L.; JOHNSON, J. A. Introdução a Informática. Prentice Hall Brasil, 2004.
SETZER, V. Introdução à Computação e à Construção de Algoritmos. São Paulo: McGraw-Hill, 1991.
FORBELLONE, André. Lógica de Programação. São Paulo: Makron Books, 2000.
BAZZO, W. A; PEREIRA, L. T. do V.. Introdução a Engenharia. Editora Universidade Federal de Santa
Catarina, 1993.

Código

Nome da Disciplina

ECOM007 Lógica Aplicada à Computação

CH

60

Ementa:
Histórico evolutivo. Fundamentos de Lógica. Lógica proposicional. Lógica de primeira ordem. Prova
Automática de Teoremas. Seminários em temas complementares.

Bibliografia:
CHANG, C.: LEE, R. Symbolic Logic and Mechanical Theorem Proving. Academic Press, 1973.
VAN, Dalen D. Logic and Structure. Second Edition. Springer-Verlag, 1989.
SOUZA, J. N. Lógica para Ciência da Computação. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2002.
ENDERTON, H. B. A Mathematical Introduction to Logic. USA: Academic Press, 1972.

Código

Nome da Disciplina

ECOM008 Estrutura de Dados

CH

60

Ementa:
Introdução à programação orientada a objetos. Classes containers: arrays, arrays ordenados, listas e suas
variantes (alocação dinâmica). Tipos abstratos de dados: pilha, fila, fila de prioridade, árvore, grafo. Notação de
ordem de complexidade. Algoritmos de busca e ordenação.

Bibliografia:
LAFORE, R. Aprenda em 24 horas – Estruturas de Dados e Algoritmos. Campus, 1999.
KRUSE, Robert L; RYBA, Alexander J. Data Structures and Program Design in C++. Prentice Hall, 1999.
LEISERSON, Charles; CORMEN, Thomas. Algoritmos: Teoria e Prática. Campus, Rio de Janeiro, 2002.

28

Código

Nome da Disciplina

ECOM009 Física 1

CH

60

Ementa:
Grandezas físicas. Vetores. Cinemática e dinâmica da partícula. Trabalho e energia. Dinâmica de um sistema de
partículas. Cinemática e dinâmica da rotação.

Bibliografia:
HALLIDAY, Resnick. Fundamentos de Física. Volume 1. Rio de Janeiro: LTC, 2001.

Código

Nome da Disciplina

ECOM010 Cálculo 2

CH

60

Ementa:
A integral indefinida. Logaritmos e exponenciais. Funções trigonométricas e funções trigonométricas inversas.
Funções hiperbólicas. Técnicas de integração. Aplicações da integração. Coordenadas polares. Integrais
impróprias. Fórmula de Taylor. Seqüências e séries infinitas.

Bibliografia:
ÁVILA, Geraldo. Cálculo 2, Funções de uma Variável Real. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
STEWART, James. Cálculo 2. São Paulo: Thomson Learning, 2005.
SWOKOWSKI, Earl. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 1994.
GUIDORIZZI, Hamilton. Um Curso de Cálculo, Rio de Janeiro: LTC, 2001.
LEITHOLD, Louis. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Harbra, 1994.

Código

Nome da Disciplina

ECOM011 Álgebra Linear

CH

60

Ementa:
Sistemas de Equações Lineares e Matrizes. Métodos de Gauss-Jordan. Espaços Vetoriais. Base e Dimensão.
Espaços com Produto Interno. Transformações lineares. Auto-valores e auto-vetores. Diagonalização de
operadores. Introdução à forma de Jordan. Produto interno. Tipos especiais de operadores lineares. Formas
lineares, bilineares e quadráticas. Aplicações.

Bibliografia:
CALLIOLI, Carlos. Álgebra Linear e Aplicações. São Paulo: Editora Atual, 1990.
STEINBRUCH, Alfredo. Álgebra Linear. São Paulo: Makron Books, 1987.

29

Código

Nome da Disciplina

ECOM012 Circuitos Digitais

CH

30

Ementa:
Sistemas Numéricos e Códigos. Portas Lógicas e Álgebra Booleana. Circuitos Combinacionais e Seqüenciais.
Aritmética Binária: Operações e Circuitos. Conversão digital-analógico e analógico-digital.

Bibliografia:
WAGNER, Flávio. Fundamentos de Circuitos Digitais. Porto Alegre: Sagra-Luzzatto, 2006.
TAUB, Hebert. Circuitos Digitais e Microprocessadores. São Paulo: McGraw Hill, 1984.
MALVINO, A. P. Eletrônica Digital: Princípios e Aplicações. São Paulo: McGraw-Hill, 1988.
TANENBAUM, A.S. Organização Estruturada de Computadores. Brasil: Prentice Hall, 2007.
STALLINGS, William. Arquitetura e Organização de Computadores. Brasil: Prentice Hall, 2002.

Código

Nome da Disciplina

ECOM013 Desenho

CH

60

Ementa:
Introdução. Objetivos: conceituação histórica. Noções de desenho geométrico e geometria descritiva. Normas
do desenho técnico. Escala. Cotagem e dimensionamento. Projeções ortogonais. Vistas principais, auxiliares e
secionais. Perspectiva. Noções de projeto por computador. Desenho de projetos complementares. Leitura e
integração de projetos.

Bibliografia:
PRINCIPE JÚNIOR, Alfredo dos Reis. Introdução Geometria Descrita. São Paulo: Ed. Nobel, v.1, 1998.
MACHADO, Ardevan. Geometria Descritiva. São Paulo: Ed. McGraw – Hill.
MONTENEGRO, Gildo A. A Perspectiva dos Profissionais. São Paulo: Ed. Edgard Blucher, 1998.

Código

Nome da Disciplina

ECOM014 Linguagens Formais, Autômatos e Computabilidade

CH

60

Ementa:
Alfabeto. Linguagens e operações com Linguagens. Gramáticas formais e autômatos. Tipos de Linguagens e a
Hierarquia de Chomsky. Autômatos Finitos e de Pilha. Contagem e enumerabilidade. Tese de Church-Turing .
Modelos de computação. Teoria das funções recursivas. Máquinas de Turing. Decidibilidade. Problema da
parada. Reducidibilidade. Complexidade computacional.

Bibliografia:
MENEZES, P. Linguagens Formais e Autômatos. São Paulo: Sagra-Luzzatto. 2005.
HOPCROFT, J. Introdução a Teoria dos Autômatos, Linguagens e Computação. Campus, 2001.
SIPSER, M. Introduction to the Theory of Computation. PSW Publishing Company, 1997.
DIVÉRIO, T ; MENEZES, P. B. Teoria da Computação. Sagra-Luzzatto, 2005.
LEWIS, H; PAPADIMITRIOU, C. Elements of the Theory of Computation. Prentice-Hall, 1981.

30

Código

Nome da Disciplina

ECOM015 Projeto de Software

CH

60

Ementa:
Fundamentos de abstração de dados, orientação a objetos, programação genérica e tratamento de exceções.
Fundamentos de uma determinada linguagem orientada a objetos, abstração, herança, polimorfismo. Aspectos
avançados: classes e instâncias, sobrecarga de operadores, templates, objetos função, iteradores e padrões de
projeto orientado a objetos.

Bibliografia:
STROUSTRUP, B. An Overview of the C++ Programming Language, in The Handbook of Object
Technology. CRC Press, Boca Raton, 1999.
STROUSTRUP, B. A Linguagem de Programação C++. 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2000.
DEITEL, D. Java Como Programar. 6ª ed. São Paulo: Pearson, 2005.
GAMMA, Erich; HELM, Richard; JOHNSON, Ralph; VLISSIDES, John M. Design Patterns: Elements of
Reusable Object-Oriented Software. Addison Wesley, 1995.

Código

Nome da Disciplina

ECOM016 Física 2

CH

60

Ementa:
Gravitação. Movimentos oscilatórios. Ondas. Mecânica dos Fluidos. Termodinâmica e Teoria Cinética dos
Gases.

Bibliografia:
HALLIDAY, Resnick. Fundamentos de Física. Volume 2. Rio de Janeiro: LTC, 2001.

Código

Nome da Disciplina

ECOM017 Cálculo 3

CH

60

Ementa:
Curvas parametrizadas. Comprimento de arco. Curvatura e Torsão. Triedro de Frenet. Funções de várias
variáveis. Limite e continuidade. Derivadas parciais. Aplicações diferenciáveis. Matriz Jacobiana. Derivadas
direcionais. Gradiente. Regra da Cadeia. Funções implícitas. Funções vetoriais. Teorema da função inversa.
Máximos e mínimos. Multiplicadores de Lagrange. Fórmula de Taylor.

Bibliografia:
ÁVILA, Geraldo. Cálculo 2, Funções de uma Variável Real. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
STEWART, James. Cálculo 2, Thomson Learning. São Paulo, 2005.
SWOKOWSKI, Earl. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 1994.
GUIDORIZZI, Hamilton. Um Curso de Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
LEITHOLD, Louis. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Harbra, 1994.

31

Código

Nome da Disciplina

ECOM018 Metodologia da Pesquisa e do Trabalho Científico

CH

30

Ementa:
Ciência e conhecimento científico. Diferença entre ciência e tecnologia. A pesquisa científica. Teorias
científicas e a validação da pesquisa. Metodologia geral da pesquisa. Tipos de pesquisa. Métodos
e técnicas de pesquisa. Problema e problemática - aprimoramento das hipóteses. Estudos exploratórios e
referencial teórico. Elaboração de um projeto de pesquisa e de um relatório de pesquisa. Ferramentas auxiliares.

Bibliografia:
CASTRO, C. M. A Prática da Pesquisa. Pearson, 2006.
VOLPATO, G. L. Ciência: da filosofia à publicação. Cultura Acadêmica, 2007
COSTA, Ana Rita. Orientações Metodológicas para Produção de Trabalhos Acadêmicos. Maceió: Edufal,
1997.
LAKATOS, E.M. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2001.

Código

Nome da Disciplina

ECOM019 Sistemas Digitais

CH

60

Ementa:
Metodologias de Desenvolvimento. Aplicação de circuitos seqüenciais. Análise e síntese de circuitos
seqüenciais. Modelos de circuitos seqüenciais síncronos e assíncronos. Diagramas de fluxo e tabelas de estados.
Circuitos seqüenciais com lógica programável. Conversores. Teorema da amostragem. Dispositivos de Lógica
programável. Máquinas de estados finitos. Linguagem de descrição de hardware. Hardware reconfigurável:
conceitos, configuração, ambientes de desenvolvimento, síntese. Controladores.

Bibliografia:
TOCCI, Ronald J. et al. Sistemas Digitais - Princípios e Aplicações, 10ª ed. Prentice Hall Brasil, 2003.
IDOETA, I.V., CAPUANO, F.G. Elementos de eletrônica digital. Livros Érica Ed. Ltda.
CARRO, Luigi. Projeto e Prototipação de Sistemas Digitais, 1ª ed. Editora UFRGS, 2001.
D’AMORE, Roberto. VHDL - Descrição e Síntese de Circuitos Digitais. LTC, 2005.
MAXFIELD, Clive. The Design Warrior's Guide to FPGAs, 1ª ed. Newnes (Elsevier), 2004.
WAKERLY, J.F.: DIGITAL DESIGN PRINCIPLES AND PRACTICES. 3rd edition, Prentice-Hall. 2000.
TAUB, H. Circuitos digitais e microprocessadores. Makron Books.

Código

ECOM020 Química Tecnológica

Nome da Disciplina

CH

60

32

Ementa:
Estequiometria: fórmulas químicas. Estrutura atômica. Tabela periódica. Ligação química. Química orgânica:
polímeros. Gases. Termodinâmica: equilíbrio químico. Equilíbrio heterogêneo, regras das fases. Equilíbrio
químico em soluções. Análise físico-químicas de água e esgoto. Eletroquímica: oxiredução, pilhas, eletrólise,
obtenção de matéria prima. Corrosão e proteção. Sólidos: sólidos metálicos, cerâmicas: cerâmicas brancas,
produtos estruturais de argilas, refratários, produtos especiais de cerâmica, esmalte e metais esmaltados, fornos.
Sólidos amorfos: vidros e vidros especiais. Materiais compósitos: percursores; cimento, cal, gesso.
Combustíveis; Tintas e Vernizes; Lubrificantes.

Bibliografia:
BRADY, J. E; HUMISTON, G. E. Química Geral. Volumes 1 e 2. Editora LTC.
O´CONNOR, R. Introdução à Química. Editora Harbra.
VAN VLACK, L. H. Princípios de Ciência e Tecnologia dos materiais. Editora Campus, 1994.
SHREVE, R. N; BRINK JR, J. A. Eindústria de Processos Químicos. Editora Guanabara Koogan, 1977.

Código

Nome da Disciplina

ECOM021 Probabilidade e Estatística

CH

60

Ementa:
Análise exploratória. Probabilidade. Distribuição discreta e contínua de variáveis aleatórias. Valor esperado e
variância. Inferência estatística: estimação de parâmetros e teste de hipóteses. Tópicos especiais. Utilização de
ferramentas computacionais.

Bibliografia:
MAGALHÃES, M.T; LIMA, A.C. Noções de Probabilidade e Estatística. 6ª ed.. São Paulo: EDUSP, 2004.
BUSSAB, W; MORETTIN, P. Estatística Básica. 5ª ed.. São Paulo: Saraiva, 2004.
YATES, R.D; GOODMAN, D.J. Probability and Stochastic Processes: A Friendly Introduction for
Electrical and Computer Engineers. New York: John Wiley & Sons, 2002.
DEKKING, F. M.; KRAAIKAMP, C.; LOPUHAÄ, H. P. & Meester, L. E. A Modern Introduction to
Probability and Statistics: Understanding Why and How. Springer, 2005.
MAGALHÃES, M. N. Probabilidade e Variáveis Aleatórias. IME-USP, 2004.
VERZANI, J. Using R for Introductory Statistics. Chapman & Hall/CRC, 2004.
LAPPONI, J.C. Estatística Usando Excel. 2ª ed.. São Paulo: Lapponi, 2000.
DALGAARD, P. Introductory Statistics with R. Springer, 2002.

Código

Nome da Disciplina

CH

33

ECOM022 Engenharia de Software

60

Ementa:
Fases do desenvolvimento de software. Modelos de processos de software. Requisitos de especificação de
software. Técnicas de levantamento de dados. Planejamento e projeto de software. Gerenciamento de projetos.
Modelos de sistema. Testes de software.

Bibliografia:
SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de Software. São Paulo: Prentice-Hall, 2003.
PRESSMAN, Roger. Software Engineering: A practitioner’s Approach. McGraw-Hill, 2004.

Código

Nome da Disciplina

ECOM023 Física 3

CH

60

Ementa:
Princípios de eletrostática e do magnetismo. Campo gravitacional, elétrico e magnético. Potencial gravitacional,
elétrico e magnético. Introdução ao meio contínuo. Corrente elétrica: condutores, resistores e capacitores. Força
eletromotriz. Circuitos de corrente contínua. Corrente alternada.

Bibliografia:
HALLIDAY, Resnick. Fundamentos de Física. Volumes 3 e 4 . Rio de Janeiro: LTC, 2001.

Código

Nome da Disciplina

ECOM024 Cálculo 4

CH

60

Ementa:
Integrais múltiplas. Integrais de Linha. Campos vetoriais conservativos. Mudança de variáveis em integrais
múltiplas. Superfícies parametrizadas. Integrais de superfície. Teorema de Green. Teorema de Gauss. Teorema
de Stoke. Equações diferenciais de primeira e segunda ordem. Métodos elementares de solução. Equações
diferenciais lineares.

Bibliografia:
ÁVILA, Geraldo. Cálculo 2, Funções de uma Variável Real. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
STEWART, James. Cálculo 2, Thomson Learning. São Paulo, 2005.
SWOKOWSKI, Earl. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 1994.
GUIDORIZZI, Hamilton. Um Curso de Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
LEITHOLD, Louis. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Harbra, 1994.
Código

ECOM025 Variáveis Complexas

Nome da Disciplina

CH

60
34

Ementa:
Números Complexos. Funções analíticas complexas. Representação conforme. Integração complexa. Método
dos Resíduos. Funções harmônicas. Expansão em série de potências. A função Gamma. A fórmula de Stirling.

Bibliografia:
ÁVILA, G. Variáveis Complexas e Aplicações. LTC Editora, Ed. 3. 2000.
SOARES, Marcio G.: Cálculo em Uma Variável Complexa. Rio de Janeiro: Instituto de Matemática Pura
Aplicada, (Coleção Matemática Universitária), 2001.
AHLFORS, V.: Complex Analysis. 3 rd Ed., McGraw-Hill,1979.

Código

Nome da Disciplina

CH

ECOM026 Organização e Arquitetura de Computadores

60

Ementa:
Organização básica de computadores: processador, memória, entrada-saída. Organização interna do
processador.

Hierarquia

de

memória.

Dispositivos

de

E/S.

Barramentos.

Microarquiteturas

e

microprogramação. Arquitetura do conjunto de instruções. Linguagem de máquina e de montagem.
Arquiteturas não-convencionais.

Bibliografia:
TANENBAUM, A.S. Organização Estruturada de Computadores. Brasil: Prentice Hall, 2007.
STALLINGS, William. Arquitetura e Organização de Computadores. Brasil: Prentice Hall, 2010.
WEBER, Raul. Fundamentos de Arquitetura de Computadores. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 2001.
MURDOCCA, Miles. Computer Organization and Architecture. Ie-Wiley, 2007.
HENNESSY, John. Arquitetura de Computadores: uma Abordagem Quantitativa. Rio de Janeiro Campus,
2003.
Código

Nome da Disciplina

ECOM027 Física Experimental 3

CH

30

Ementa:
Laboratório de Eletricidade e Magnetismo.

Bibliografia:
HALLIDAY, Resnick. Fundamentos de Física. Volume 3. Rio de Janeiro: LTC, 2001.

Código

Nome da Disciplina

ECOM028 Projeto e Análise de Algoritmos

CH

60

Ementa:
Projeto de Algoritmos. Recursividade. Análise de complexidade de algoritmos. Apresentação de problemas de
otimização. Programação dinâmica. Problemas NP-completos. Algoritmos especiais.

35

Bibliografia:
CORMEN, T. H.; LEISERSON, C. E.; RIVEST, R. L.; STEIN, C. Introduction to Algorithms. 2ª ed..
Cambridge: MIT Press, 2001.
CORMEN, Leiserson; RIVEST. Algotirmos: Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
PARBERRY, I. Problems on Algorithms. USA: Prentice Hall, 1995.
SZWARCFITER, J. Estruturas de Dados e seus Algoritmos. Rio de Janeiro: LTC, 1994.

Código

Nome da Disciplina

ECOM029 Circuitos Elétricos

CH

60

Ementa:
Elementos de circuitos lineares. Lei de Ohm. Leis de Kirchoff. Métodos de análise. Teoremas. Circuitos de
primeira ordem. Excitação senoidal. Fasores. Análise em regime permanente C.A.. Potência em regime
permanente C.A. Sintese de Circuitos.

Bibliografia:
JOHNSON, D.E. Fundamentos de análise de circuitos elétricos. Prentice Hall, 1994.
HAYT, W.H. Análise de circuitos em engenharia. McGraw-Hill, 1975.
BURIAN , Yaro. Circuitos Elétricos. São Paulo: Prenntice Hall, 2006.
NILSSON, James W.; RIEDEL, Susan A.. Circuitos Elétricos. 6 edição. Livros Técnicos e Científicos Editora
Ltda, 2003.

Código

Nome da Disciplina

ECOM030 Redes de Computadores

CH

60

Ementa:
Conceitos de redes de computadores. Comunicação de dados. Arquitetura de redes de computadores. Protocolos
de baixo nível. Protocolos de alto nível. Redes locais de computadores. Redes de longa distância. Noções de
interconexão de redes de computadores.

Bibliografia:
KUROSE, James F. Redes de Computadores e a Internet:Uma Abordagem Top-down. 3ª ed.. Pearson
Education, 2006.
TANEMBAUM, Andrew. Redes de Computadores. 4a ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
PETERSON, Larry. Computer Networks: a Systems Approach. USA: Morgan Kaufmann, 2003.
Código

ECOM031 Sinais e Sistemas

Nome da Disciplina

CH

90
36

Ementa:
Sinais e Sistemas em tempo contínuo. Sistemas lineares e invariantes no tempo contínuo. Função de
transferência de tempo contínuo. Convolução. Aplicações da Transformada de Laplace.

Domínio da

frequëncia. Diagramas de Bode. Noções de projeto de filtros. Série e Transformada de Fourier.

Bibliografia:
HAYKIN, Simon; VEEN, Barry. Sinais e Sistemas, Porto Alegre: Bookman, 2001.
LATHI, B.P. Sinais e Sistemas Lineares. Bookman, 2006.
HSU, Hwei. Sinais e Sistemas. Bookman, 2004.
OPPENHEIM, A.V.; WILSKY, A.S. ; NAWAB, S.H.; Signals and Systems, 2a. ed. Prentice-Hall, 1996.

Código

Nome da Disciplina

ECOM032 Inteligência Artificial

CH

60

Ementa:
Aspectos históricos e conceituação da inteligência artificial. Resolução de problemas via busca. Representação
do conhecimento e raciocínio. Sistemas especialistas. Aquisição de conhecimento e aprendizagem automática.
Raciocínio baseado em casos. Tratamento de incerteza. Seminários em temas complementares.

Bibliografia:
LUGER, George. Inteligência Artificial: Estruturas e Estratégias para a Solução. Porto Alegre: Bookman,
2004.
RUSSELL, Stuart; NORVIG, Peter. Inteligência Artificial. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
RICH, Elaine; KNIGHT, Kevin. Inteligência artificial. 2ª ed. São Paulo: Makron Books, 1994.

Código

Nome da Disciplina

ECOM033 Sistemas Operacionais

CH

60

Ementa:
Conceitos básicos. Evolução dos sistemas operacionais. Estrutura e funções dos sistemas operacionais.
Gerenciamento de processos. Gerência de memória. Gerenciamento de entrada/saída. Sistemas de arquivos.
Estudos de caso de sistemas operacionais.

Bibliografia:
TANENBAUM, Andrew. Sistemas Operacionais Modernos. São Paulo: Prentice-Hall, 2003.
SILBERSCHATZ, Abraham. Fundamentos de Sistemas Operacionais. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
DEITEL, C. Sistemas Operacionais. São Paulo: Prentice-Hall, 2005.
TANENBAUM, Andrew S.; WOODHULL, Albert S. Operating systems: Design and Implementation. 3ª
ed.. Upper Saddle River: Prentice-Hall, 2006.

Código

Nome da Disciplina

CH

37

ECOM034 Teoria dos Grafos

30

Ementa:
Introdução à teoria dos grafos. Noções básicas: grafos orientados, não-orientados, bipartidos. Percursos em
grafos. Casamentos. Subgrafos, hipergrafos, matróides e cliques. Árvores e árvores geradoras. Conectividade.
Problemas de caminhos. Estabilidade e número cromático. Grafos planares. Circuitos eulerianos e
hamiltonianos. Grafos sem circuitos. Redes. Fluxos em redes.

Bibliografia:
SZWARCFITER, Jayme. Grafos e Algoritmos Computacionais. Rio de Janeiro: Campus, 1984.
NETTO, Paulo B. Grafos: Teoria, Modelos e Algoritmos. São Paulo: Edgard Blucher, 1996.

Código

Nome da Disciplina

ECOM035 Princípios de Comunicação

CH

60

Ementa:
Sinais analógicos e digitais. Iintrodução a processos estocásticos. Ruídos em sistemas. Transmissão de sinais
em sistemas lineares. Modulação e demodulação em banda base. Codificação de linha. Modulação e
demodulação em banda passante. Análise de enlaces. Introdução à teoria da informação.

Bibliografia:
LATHI, B. P. Modern Digital and Analog Communication Systems - Oxford USA Trade, 1998.
HAYKIN, S. Introdução aos sistemas de comunicação - 2ª ed., Ed. Bookman, 2008
PROAKIS, John G.; SALEHI, Masoud . Communication Systems Engineering - 2ª edição, Prentice Hall.
Código

Nome da Disciplina

ECOM036 Eletrônica

CH

60

Ementa:
Diodos. Diodo zener. Circuitos com diodos. Transistores: tipos, princípios de operação, características e
polarização. Circuitos amplificadores e de chaveamento com transistores. Aplicações lineares e de
chaveamento. Modelos de pequenos sinais. Amplificadores. Tiristores: tipos e características. Circuitos com
tiristores. Dispositivos opto-eletrônicos. Amplificador operacional. Circuitos com amplificadores operacionais.
Fontes de alimentação.

Bibliografia:
SEDRA, A. D.; SMITH, K. C.. Microeletronica. Makron. 1999.
BOYLESTAD, Robert L ; NASHELSKY Louis. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos. 8ªed.,
Prentice Hall, 2004.
CATHEY, Jimmie F. Dispositivos Eletrônicos e Circuitos Eletrônicos. Bookman, 2003.
BOGAT, Theodore F. Dispositivos e Circuitos Eletrônicos, 3ª ed. Makron Books, 2001.

Código

Nome da Disciplina

CH

38

ECOM037 Métodos Numéricos

60

Ementa:
Aritmética computacional. Solução numérica de equações não-lineares. Solução numérica de sistemas de
equações lineares. Álgebra linear computacional. Aproximação de funções. Derivação e integração numéricas.

Bibliografia:
RUGGIERO, Márcia. Cálculo Numérico: Aspectos Teóricos e Computacionais. São Paulo: Makron Books,
1996.
KINCAID, D.; CHENEY, W. Numerical Analysis: Mathematics of Scientific Computing. USA: BrooksCole, 2002.
CLÁUDIO, Dalcidio M.; MARINS, Jussara M. Cálculo numérico computacional: teoria e prática. São
Paulo: Atlas, 2000.
SPERANDIO, Décio; MENDES, João Teixeira; SILVA, Luiz Henry M. Cálculo Numérico: Características
Matemáticas e Computacionais dos Métodos Numéricos. Prentice Hall, 2006.
PRESS, William H.; TEUKOLSKY, Saul A.; VETTERLING, William T.; FLANNERY, Brian P. Numerical
Recipes in C. Cambridge University, 1996.

Código

Nome da Disciplina

ECOM038 Sistemas de Controle 1

CH

60

Ementa:
Introdução aos Sistemas de Controle. Modelagem por diagrama de blocos. Noções de Malha Aberta e Malha
Fechada. Estabilidade de sistemas representados por função de transferência. Critério de estabilidade de RouthHurwitz. Lugar Geométrico das Raízes (LGR). Projeto de compensadores baseados no LGR. Métodos da
resposta em freqüência. Diagramas de Bode e de Nyquist. Projeto de compensadores baseados nos métodos de
resposta em freqüência. Conceitos de Margem de fase e ganho. Estruturas particulares de compensação. Projeto
de compensadores de estrutura fixa: Controladores P, PI, PD e PID.

Bibliografia:
OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 4ª ed.. Prentice-Hall do Brasil, 2003.
DORF, Richard C. e BISHOP, Robert H. Sistemas de Controle Modernos. 10a edição. LTC, 2009.
NISE, N. S. Engenharia de Sistemas de Controle. 6ª edição. Wiley 2011.
KUO, B. C.e GOLNARAGHI, F. Automatic Control Systems. 9ª edição, Wiley, 2009.

Código

Nome da Disciplina

ECOM039 Computador, Sociedade e Ética

CH

30

Ementa:
A informatização e suas conseqüências econômicas. A informatização e o aspecto educacional. Efeitos
políticos. Impactos sociais. Informatização e privacidade. Informática e desenvolvimento econômico e social. O
Impacto da automação e a questão do trabalho. Inclusão digital. Questões da atualidade e considerações sobre o
futuro.

39

Bibliografia:
DYSON, Esther. A Nova Sociedade Digital. Rio de Janeiro: Campus, 1988.
FERNANDES, Aguinaldo. Gerencia Estratégica da Tecnologia da Informação. Rio de Janeiro: LTC, 1992.
NEGROPONTE, Nicholas. A Vida Digital. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

Código

Nome da Disciplina

ECOM040 Empreendedorismo

CH

60

Ementa:
O Empreendimento e o Empreendedor. Características do Empreendedor. Plano de Negócios Simplificado.
Teoria Visionária. Estudos de Viabilidade. Análise de Mercado. Fundamentos de Marketing. Criatividade.
Planejamento Financeiro. Fontes de financiamento, incubadoras Conceitos Básicos de Legislação Empresarial.
Depoimentos de Empreendedores. Simulação Empresarial. Análise dos Planos de Negócios.

Bibliografia:
DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luisa. São Paulo: Cultura, 1999.
DOLABELA, Fernando. Oficina do Empreendedor, São Paulo: Cultura, 1999.
DORNELAS, J.C.A. Empreendedorismo Transformando Idéias Em Negócios. 2ª ed. Campus, 2005.
DORNELAS, J.C.A. Empreendedorismo na Prática. 1ª Edição. Editora Campus, 2008.
SALIM, César. Construindo Planos de Negócios. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
COVEY, Sthephen. Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes. São Paulo: Best Seller, 2002.
CARLZON, Jan. A Hora da Verdade. Rio de Janeiro: Sextante, 2003.

Código

Nome da Disciplina

ECOM038 Sistemas de Controle 2

CH

60

Ementa:
Representação de sistemas no espaço de estado contínuos. Resposta no tempo de sistemas lineares e invariantes
no tempo. Transformações no espaço de estado, formas canônicas e diagonalização da matriz de estado.
Equações de estado. Solução das equações de estado. Funções de transferência a partir da representação de
sistemas lineares contínuos e discretos no espaço de estado. Propriedades Qualitativas de sistemas: estabilidade,
controlabilidade e observabilidade. Projeto de Controladores e Observadores no Espaço de Estados. Controle
digital de sistemas: conceitos de sinais contínuos, discretos e amostrados. Teoria de amostragem. Função de
transferência pulsada. Discretização de Sistemas. Controladores digitais.

40

Bibliografia:
Básica:
OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 4ª ed.. Prentice-Hall do Brasil, 2003.
DORF, Richard C. e BISHOP, Robert H. Sistemas de Controle Modernos. 10a edição. LTC, 2009.
NISE, N. S. Engenharia de Sistemas de Controle. 6ª edição. Wiley 2011.
KUO, B. C.e GOLNARAGHI, F. Automatic Control Systems. 9ª edição, Wiley, 2009.

Complementar:
FRANKLIN, G. F., POWELL, J. D. and NAEINI, A. E. Feedback Control of Dynamic Systems, Pearson, 6th
Edition, 2010.
CHEN, L C. T., Linear Control Theory and Design, Oxford, 14th Edition, 2012.
KAILATH, T., Linear Systems, 1980.

Código

Nome da Disciplina

CH

ECOM042 Banco de Dados

60

Ementa:
Métodos de acesso primário e secundário. Arquitetura de banco de dados e modelos de dados. Projeto
conceitual: modelo entidade-relacionamento. Projeto lógico. Modelo relacional. Estudos de casos em SGBDS.
Transações, concorrência, recuperação, segurança e integridade em banco de dados. Linguagem SQL.

Bibliografia:
NAVATHE, S; ELMASRI, R. E. Sistemas de Banco de Dados. Brasil: Addison Wesley, 2005.
SILBERSCHATZ, Abraham. Sistemas de Banco de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 2006.
DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Banco de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
SETZER, Valdemar. Banco de Dados. São Paulo: Edgard Blucher, 2005.
HEUSER, C.A. Projeto de Banco de Dados. Porto Alegre: Sagra-Luzzatto, 2004.

Código

Nome da Disciplina

CH

ECOM043 Microcontroladores e Aplicações

60

Ementa:
Introdução.

Exemplos

de

Microarquitetura.

Blocos

funcionais

do

processador.

Microinstruções.

Microprogramas. Arquitetura, conjunto de instruções, periféricos. Programação em linguagem assembly.
Aplicações de microprocessador e microcontrolador. Famílias de microprocessadores e microcontroladores.
Aplicações.

Bibliografia:
TANENBAUM, A.S. Organização Estruturada de Computadores. Brasil: Prentice Hall, 2007.
STALLINGS, William. Arquitetura e Organização de Computadores. Brasil: Prentice Hall, 2010.
Manuais de Fabricantes de Microprocessadores e Microcontroladores.
Código

Nome da Disciplina

CH

41

ECOM044 Instrumentação Eletrônica

60

Ementa:
Introdução a sistemas de medição. Análise generalizada e estatística de instrumentos. Análise dinâmica e
espectral de instrumentos. Sinais modulados e aleatórios. Circuitos de sistemas de medição. Sensores,
Atuadores e Condicionadores de sinal.

Bibliografia:
AGUIRRE, L. A. Fundamentos de Instrumentação, 1ª Edição, Ed. Pearson Education do Brasil, 2013.
BALBINOT, A., BRUSAMARELLO, V. J., Instrumentação e Fundamentos de Medidas, Ed. LTC, Vol. 1 e
2, 2007.
Código

Nome da Disciplina

ECOM045 Processamento Digital de Sinais

CH

60

Ementa:
Introdução. Sinais, sistemas e processamento de sinais. Sinais determinísticos. Sinais no tempo discreto.
Transformada Z. Análise espectral de sinais e sistemas. Transformada Discreta de Fourier. Sinais aleatórios.
Amostragem de sinais. Filtros digitais. Análise de PDS com ferramenta computacional.

Bibliografia:
OPPENHEIM, Alan V.; SCHAFER, Ronald W. Discrete-Time Signal Processing. Prentice Hall Press.
OPPENHEIM, Alan V.; SCHAFER, Ronald W. Digital Signal Processing. Prentice Hall Press.
PROAKIS, John G.; MANOLAKIS, Dimitris G. Digital Signal Processing : Principles, Algorithms, and
Applications. Prentice Hall Press.

Código

Nome da Disciplina

ECOM046 Noções de Direito

CH

60

Ementa:
Noções gerais de direito e de direito civil. Direito comercial – noções gerais, títulos de crédito, sociedades
comerciais. Propriedade industrial e direito autoral. Direito do trabalho – conceitos de empregado e
empregador, duração do trabalho, remuneração. Justiça do trabalho. Direito tributário – sujeitos ativo e passivo
da obrigação tributária, tributos. Direito administrativo – atos administrativos, concorrência pública. Legislação
específica.

Bibliografia:
NADER, Paulo. Introdução ao Estudo do Direito. Rio de Janeiro: Companhia Forense, 2006.
MACHADO, Hugo. Introdução ao Estudo do Direito. São Paulo: Atlas, 2004.
COELHO, Luiz. Aulas de Introdução ao Direito. São Paulo: Manole, 2004.
GROPPALI, Alessandro. Introdução ao Estudo do Direito. São Paulo: Âmbito Cultural, 2003.
POLETTI, Ronaldo. Introdução ao Direito. Campo Grande: Saraiva, 1996.

42

Código

Nome da Disciplina

ECOM047 Sistemas Embarcados

CH

60

Ementa:
Definição do conceito de software embarcado e Sistemas Operacionais de Tempo Real. Abstração de hardware,
administração de recursos e ambiente multitarefas. Ambientes de desenvolvimento. Plataformas de hardware
para sistemas embarcados. Plataformas de software para sistemas embarcados. Aplicações.

Bibliografia:
NOERGAARD, T. Embedded Systems Architecture: A Comprehensive Guide for Engineers and
Programmers. Newnes, 2005.
BERGER, A.; BERGER, A.S. Embedded Systems Design: An Introduction to Processes, Tools and
Techniques. Newnes; 2001.

Código

Nome da Disciplina

ECOM048 Automação Industrial

CH

60

Ementa:
Introdução aos Sistemas de Produção Automatizados. Sensores e atuadores industriais. Comandos baseados em
lógica de contatos. Computadores industriais: arquitetura, programação. Introdução aos Controladores Lógicos
Programáveis (CLPs). Redes de comunicação de dados em sistemas de automação industrial. Sistemas
supervisórios e Interfaces Homem-Máquina (IHM). Acionamento Hidráulico. Circuitos hidráulicos
fundamentais. Acionamento Pneumático. Circuitos pneumáticos.

Bibliografia:
Básica:
BOLLMANN, A. Fundamentos da Automação Industrial Pneutrônica. São Paulo: ABHP, 1998.
DE NEGRI, V. J. Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos para Controle e Automação: Parte I – Princípios
Gerais da Hidráulica e Pneumática. Florianópolis; Parte III – Sistemas Hidráulicos para Controle.
Florianópolis, 2001 (Apostila).

Complementar:
LINSINGEN, I. von. Fundamentos de Sistemas Hidráulicos. Florianópolis: EDUFSC, 2001.
STRINGER, J. Hydraulic Systems Analysis, an Introduction. New York: The Macmillan Press, 1976.

Código

Nome da Disciplina

ECOM049 Computação Gráfica e Processamento de Imagens

CH

60

Ementa:
Transformações Geométricas 2D e 3D. Modelagem. Visualização. Iluminação. Realidade virtual. Ferramentas e
Ambientes de Software. Imagens e processamento digital. Digitalização e visualização de imagens.
Transferência e armazenamento de imagens. Processamento de imagens. Análise espectral. Filtragem digital.
Técnicas de restauração de imagens. Morfologia e segmentação. Extração de características. Classificação de
imagens.

43

Bibliografia:
GOMES, Jonas e Cruz Velho. Fundamentos da Computação Gráfica. Rio de Janeiro: IMPA, 2003.
WATT, Alan. 3D Computer Graphics. USA: Addison Wesley, 1999.
HEARN, Donald. Computer Graphics with Open GL, NJ: Pearson Education, 2004.
BORGES, José Antonio. Introdução às técnicas de computação gráfica 3D. Rio de Janeiro: SBC, 1988.
ANGEL, Edward. Interactive computer graphics: a top-down approach with OpenGL. 3rd ed. Reading.
MA: Addison-Wesley, 2003.
AMES, A.L.; NADEAU, D.R.; MORELAND, J.L. VRML 2.0 sourcebook. 2. ed. New York: Wiley, 1997.
BARRETT, H. H.; MYERS, K. J. Foundations of Image Science. Wiley-Interscience, 2004.
JAIN, A. K. Fundamentals of Digital Image Processing. Prentice-Hall International Editions, 1989.
RICHARDS, J. A.; JIA, X. Remote Sensing Digital Image Analysis. Springer, 1999.

Código

Nome da Disciplina

ECOM050 Robótica

CH

60

Ementa:
Representação matemática de posição e orientação. Modelagem cinemática de robôs. Cinemática diferencial e
estática. Modelagem de obstáculos e planejamento de tarefas. Geração de trajetórias. Controle cinemático de
robôs. Visão Robótica.

Bibliografia:
CRAIG, J. J. Introduction to Robotics - Mechanics and Control, Addison-Wesley, 1986.
YOSHIKAWA, T. Foundations of Robotics - Analysis and Control, MIT Press, 1990.
SCHILLING, R. J., Fundamentals of Robotic – Analysis and Control. Prentice Hall, 1990.
LAUMOND, J. P. Robot Motion Planning and Control, Summer School on Image and Robotics, 2000.
MURPHY, R. R. Introduction to AI Robotics, MIT Press, 2000.
BORENSTEIN, J.; EVERETT, H. R.; LIQIANG, F. Navigating Mobile Robots: Systems and Techniques, A.
K. Peters, 1996.

Código

ECOM051 Sistemas Distribuídos

Nome da Disciplina

CH

60

Ementa:
Caracterização de sistemas de computação distribuída. Modelos de sistemas distribuídos. Processos em sistemas
distribuídos. Objetos distribuídos. Sincronização e coordenação. Serviços de sistemas distribuídos. Segurança
em sistemas distribuídos. Novos modelos de sistemas distribuídos. Algoritmos distribuídos. Replicação e
tolerância a falhas.

Bibliografia:
COULOURIS, G. Dollimore J. Distributed Systems: Concepts and Design. USA: Addison Wesley, 2005.
TANENBAUM, A. Steen M. Distributed Systems: Principles and Paradigms. USA: Prentice Hall, 2002.

44

45

5.2 Disciplinas Eletivas – ementas predefinidas
Código

Nome da Disciplina

ECOM101 Métodos Formais

CH

30

Ementa:
Introdução ao desenvolvimento formal de software (motivação, ciclo de desenvolvimento, verificação versus
validação, classificação de métodos). Formalismo no desenvolvimento de software. Notações para
especificação formal. Modelagem, verificação e validação de sistemas de software. Estudos de casos.

Bibliografia:
BJORNER, D. Formal Specification and Software Development. Prentice Hall, NJ, 1982.
CLARKE, Jr., Edmund M.; Model Checking. Cambridge, MA: MIT Press, 1999.
EHRING, H. Fundamentals of Algebraic Specification 1: Equations and Initial Semantics. SpringerVerlag, USA, 1985.
EHRING, H. Fundamentals of Algebraic Specification 2: Module Specification and Constraints. SpringerVerlag, 1990.
Código

Nome da Disciplina

ECOM102 Programação Linear

CH

30

Ementa:
Formulação de modelos de programação linear. Solução gráfica. Método simplex. Geometria do método
simplex. Algoritmo simplex revisado. Dualidade. Análise de sensibilidade e interpretação econômica. Fluxos
em redes.

Bibliografia:
GOLDBARD, M. C.; LUNA, H. P. L. Otimização Combinatória e Programação Linear: Modelos e
Algoritmos. Rio de Janeiro: Campus, 2005.
PRADO, Darci Santos do. Programação Linear. Série Pesquisa Operacional Volume I. Belo Horizonte:
Editora DG, 2003.
Código

Nome da Disciplina

ECOM103 Interface Harware-software

CH

30

Ementa:
Dispositivos de entrada e saída. Mecanismos de tratamento de entrada-saída. Interfaces de hardware para
sistemas periféricos. Conceitos do kernel do sistema operacional. Drivers de dispositivos.

Bibliografia:
STALLINGS, William. Arquitetura e organização de computadores. Brasil: Prentice Hall, 2010.
COBERT, Jonathan; RUBINI, Alessandro; KROAH-HARTMAN, Greg. Linux Device Drivers. USA:
O'Reilly, 2005.
BOVET, Daniel; CESATI, Marco. Understanding the Linux Kernel. USA: O'Reilly, 2005.

46

Código

Nome da Disciplina

ECOM104 Sistemas de Tempo Real

CH

30

Ementa:
Introdução. Modelo de processos. Concorrência. Comunicação e sincronização de processos. Deadlocks.
Tolerância a falhas. Algoritmos de escalonamento de processos para sistemas em tempo real. Modelagem de
sistemas em tempo real. Sistemas operacionais para sistemas em tempo real. Linguagens de programação para
sistemas em tempo real. Sistemas Embarcados.

Bibliografia:
KOPETZ, Hermann. Real Time Systems: Designs Principles for Distributed Embedded Applications.
Springer International Series in Engineering and Computer Science, 1997.
ARI, Ben. Principles of Concurrent and Distributed Programming. Addison Wesley, 2 edition; 2006
TANENBAUM, Andrew. Modern Operating Systems. 2nd Edition.Prentice Hall, 2001.
Código

Nome da Disciplina

ECOM105 Laboratório de Química

CH

30

Ementa:
Introdução ao laboratório de química. Reações químicas. Estequiometria.
Equilíbrio químico. Preparo de soluções ácido-base. Eletroquímica. Corrosão.

Bibliografia:
Notas de aula.
Código

Nome da Disciplina

ECOM106 Estatística Computacional

CH

30

Ementa:
Introdução à estatística computacional. Método de substituição. Métodos de máxima verossimilhança,
inferência bayesiana e de otimização não linear. Ensaios monte carlo. Plataformas computacionais.

Bibliografia:
GIVENS, G.H.; HOETING, J.A. Computational Statistics. 4ª ed. Wiley, New York, 2006.
GENTLE, J.E.; HARDLE, W.; MORI, Y. (Eds). Handbook of Computional Statistics: Concepts and
Methods. 1ª ed., Springer. New York, 2004.
FRERY, A.C.; CRIBARI-NETO, F. Elementos de Estatística Computacional usando Plataformas de
Software Livre Gratuito, IMPA, Rio de Janeiro, 2005.
DALGAARD, P. Introductory Statistics with R, Springer, New York, 2002.
MAMDONALD, J. ; BRANN, J. Data Analysis and Graphics with R: an Example-based Approach.
Cambridge, 2003.

Código

Nome da Disciplina

ECOM107 Conceitos de Linguagens de Programação

CH

60
47

Ementa:
Fundamentos da análise de linguagens de programação. Nomes, ligação, checagem de tipos e escopos. Tipos de
dados. Expressões, atribuição e estruturas de controle. Subprogramas. Programação: estruturada, funcional,
lógica, orientada a objetos, outras.

Bibliografia:
SEBESTA, Robert. Conceitos de Linguagens de Programação. Porto Alegre: Bookman, 2000.
PRATT, T. Programming Languages: Design and Implementation. USA: Prentice Hall, 1996.
Código

Nome da Disciplina

ECOM108 Multimídia

CH

30

Ementa:
Introdução. Tecnologias e aplicações multimídia. Mídias Discretas e Contínuas. Técnicas de Compactação e
Compressão. Hardware e software para multimídia. Representação e Processamento de Áudio - Música e Voz,
Imagem e Vídeo. Multimídia na Internet. Sistemas Multimídia e Hipermídia. Linguagens de autoria multimídia
(XML, SMIL, NCL). Ergonomia de interfaces multimídia. Ferramentas de desenvolvimento. Gerência de
produto multimídia. Infra-estrutura de Redes para Aplicações Multimídia Distribuídas. Direções do futuro Tendências.

Bibliografia:
VAUGHAN, T. Multimedia Making it Work. McGraw-Hill, 2001.
PAULA FILHO, W. de P. Multimídia: Conceitos e Aplicações. LTC Editora, 2000.
BUFORD, J. F. K. Multimedia Systems. Addison- Wesley, 1994.
DAN, A., SITARA, D. Multimedia Servers: Applications, Environments, and Design. Morgan Kaufmman,
1999.
KUO, Franklin F. Multimedia Communications: Protocols & Applications. Prentice Hall, 1997.
HALSALL, F. Multimedia Communications: Applications, Networks, Protocols, and Standards. AddisonWesley Publishing, 2000.
STEINMETZ, Ralf; NAHRSTEDT, Klara. Multimedia Fundamentals, Volume I: Media Coding and Content
Processing. 2nd Edition. Prentice Hall, 2002.

Código

Nome da Disciplina

ECOM109 Gestão de Resíduos Sólidos

CH

60

Ementa:
Origem e produção de lixo. Classificação, composição e caracterização dos resíduos sólidos. Limpeza pública:
manejo de resíduos, planejamento e legislação. Coleta seletiva e reciclagem. Processos de tratamento e/ou
destinação final. Seleção de áreas. Resíduos de construção e demolição, de indústrias, e de serviços de saúde.
Generalidades sobre construção civil e meio ambiente. Impacto ambiental das construções, geração de resíduos
de construção e demolição (RCD), materiais não renováveis. Soluções de engenharia: Redução do consumo de
materiais, desperdícios/novas tecnologias, reutilização, reciclagem e ciclo de vida. Tecnologias limpas.
Resolução CONAMA 307. Projeto de gerenciamento de Resíduos de construção e demolição. Utilização de
resíduos: estudo de casos, aspectos técnicos, ambientais e normalização.

48

Bibliografia:
AMORIM, V.P. (1996) - Resíduos Sólidos Urbanos. Roteiro Editoral LTDA. Legislação Brasileira de Resíduos
Sólidos a Ambiental Correlata, Volume II, Legislação Federal; Brasília, 1999.
LIMA, J.L. (2000) - Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos no Brasil. ABES, Paraíba.
LIMA, L.M.Q. (1995) - Lixo: Tratamento e biorremediação. Hemus Editora LTDA.
MASSUNARI, I.S. (2000) - Pesquisa e seleção de áreas para aterro sanitário. Ed. 54, 17-22p.
Normas Técnicas - Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT: NBR 10004 - NBR 10007 - NBR 1183
- NBR 1264 - NBR 12980 - NBR 9190 - NBR 12980 – NBR 8419 - NBR 12808 - NBR 12809 - NBR
12810 – NBR 8419 - NBR 8849 - NBR 9690 -NBR 10157 - NBR 10703 - NBR 7229 - NBR 7211.
PHILIP JÚNIOR, A. org. (1982) - Saneamento do Meio. FUNACENTRO. Universidade de São Paulo.
PROSAB - Programa de Pesquisa em Saneamento Básico. Manual prático de compostagem de biossólidos. Rio
de Janeiro, ABES, 1999.
PROSAB - Programa de Pesquisa em Saneamento Básico. Resíduos Sólidos do saneamento: Processamento,
reciclagem e destinação final. Rio de Janeiro, ABES, 2001.
PROSAB - Programa de Pesquisa em Saneamento Básico. Resíduos Sólidos do saneamento: Metodologias e
Téc. de minimização, reciclagem e reutilização de resíduos sólidos urbanos. Rio de Janeiro, ABES, 1999.
PROSAB - Programa de Pesquisa em Saneamento Básico. Resíduos Sólidos do saneamento: Resíduos Sólidos
Provenientes de coletas especiais: eliminação e valorização. Rio de Janeiro, ABES, 2001.
Código

Nome da Disciplina

ECOM110 Modelagem e Simulação

CH

30

Ementa:
Introdução à simulação. Propriedades e classificação dos modelos de simulação. Geração de números
aleatórios. Noções básicas em teoria dos números. Geração e teste. Distribuições clássicas contínuas e discretas.
Simulação de sistemas discretos e de sistemas contínuos. Verificação e validação de modelos. Técnicas
estatísticas para análise de dados e de resultados de modelos de simulação. Simulação de sistemas simples de
filas. Simulação de sistemas de computação.

Bibliografia:
LAW, Averill M.. Simulation Modeling and Analysis. Mcgraw-Hill, 2006.
JAIN, R.. The Art of Computer Systems Performance Analysis: Techniques for Experimental Design,
Measurement, Simulation, and Modeling. John Wiley, 1991.
Código

Nome da Disciplina

ECOM111 Análise Formal de Sistemas Complexos

CH

60

Ementa:
Modelos formais, Lógica temporal. Checadores de modelo. Problemas associados a sistemas complexos e
estratégias para resoluções.

Bibliografia:
CHRISTEL, Baier; JOOST-PIETER, Katoen. Principles of Model Checking. London: The MIT Press, 2008.
CLARKE, Edmund; GRUMBERG, Orna; PELED, Doron. Model Checking. London: The MIT Press, 1999.

Código

Nome da Disciplina

CH

49

ECOM112 Gerência de Projetos

60

Ementa:
Ciclo de vida e organização de projetos. Gestão da integração. Gestão do escopo. Gestão do tempo. Gestão de
custos. Gestão de qualidade. Gestão de recursos humanos. Gestão de comunicações. Gestão de riscos. Gestão de
aquisições. Software para gestão de projetos.

Bibliografia:
PMI INSTITUTE. Um Guia do Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento de Projetos. Pennsylvania,
EUA: Project Management Institute, 2004.
HELDMAN, K. Gerência de Projetos: Guia Para o Exame Oficial do PMI. São Paulo: Campus, 2005.
PRADO, D. S. Gerenciamento de Projetos nas Organizações. Belo Horizonte: EDGerencial, 1999.
DINSMORE, C. Como se Tornar Um Profissional em Gerenciamento de Projetos. Rio de Janeiro:
Qualitymark,, 2005.

Código

Nome da Disciplina

ECOM113 Compiladores

CH

60

Ementa:
Processadores de linguagem: compilador e interpretador. Introdução à compilação. Fases da compilação.
Ambigüidade. Relações sobre gramáticas. Análise léxica.

Análise sintática ascendente e descendente.

Ferramentas para análise léxica e sintática. Tabelas de símbolos. Análise semântica e geração de código.
Introdução à otimização de código.

Bibliografia:
PRICE, A. M. Implementação de Linguagens de Programação: Compiladores. Sagra Luzzato, 2001.
AHO, Sethi Ullman. Compiladores: Princípios, Técnicas e Ferramentas. Rio de Janeiro: LTC, 1986.
SETZER, Valdemar. A Construção de um Compilador. Rio de Janeiro: Campus, 1986.

Código

Nome da Disciplina

ECOM114 Análise de Sistemas – Engenharia de Requisitos

CH

30

Ementa:
Análise orientada a objetos. Técnicas de elicitação e especificação de requisitos. Documentação de requisitos de
software utilizando UML. Técnicas de validação de requisitos. Modelos para especificação de sistemas de
software.

50

Bibliografia:
SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de Software. São Paulo: Prentice-Hall, 2003.
PRESSMAN, Roger. Software Engineering: A practitioner’s Approach. McGraw-Hill, 2004.
HULL, E.; JACKSON, K.,Dick, J. Requirements Engineering. SpringerVerlag, 2004.
SOMMERVILLE, Ian; SAWYER, P. Requirements Engineering: A Good Practice Guide. John Wiley &
Sons, 1997.
CHISTEL, M.G.; KANG, K.C. Issues in Requirements Elicitation. Software Engineering Institute, Technical
Report CMU/SEI-92-Tr-12, Pittsburgh, PA.Carnegie Mellon University, Sep, 1992.
SCHNEIDER, G.; WINTERS, J. Applying Use Cases- A practical guide. Addison-Wesley, 1998.

Código

Nome da Disciplina

ECOM115 Arquitetura de Software

CH

30

Ementa:
Iintrodução sobre arquitetura de software e definição dos conceitos. Estilos arquiteturais e arquiteturas de
referência. Visões arquiteturais. Documentação de arquiteturas. Desenvolvimento centrado na arquitetura.
Avaliação de arquiteturas de software.

Bibliografia:
BASS, Len. CLEMENTS, Paul and KAZMAN, Rick. Software Architecture in Practice. Addison-Wesley
Professional, 1st edition 1997.
FOWLER, Martin. Patterns of Enterprise Application Architecture. Addison-Wesley Professional, 2002.
CLEMENTS, Paul. Felix Bachmann, Len Bass, David Garlan, James Ivers, Reed Little, Robert Nord, Judith
Stafford. Documenting Software Architecture: Views and Beyond. Addison Wesley Professional,2002.
Código

Nome da Disciplina

ECOM116 Gerência de Configurações e Mudanças

CH

30

Ementa:
Introdução à gerência de configuração e mudanças, sua importância, sua função no processo de
desenvolvimento de software. Procedimentos de check-in e check-out. Papéis na GC. Controle de Mudanças
(RCMs). Padrões em Gerência de Configuração. Ferramentas de apoio. Processos para controle de mudanças.
Processos para gestão de ambiente.

Bibliografia:
BAYS, M.E. Software Release Methodology. Prentice Hall, 1999.
Configuration Management Today. http://cmtoday.com

Código

Nome da Disciplina

ECOM117 Computação Móvel e Sem Fio

CH

30

Ementa:
Equipamentos móveis. Sistemas Operacionais para ambiente móvel. Linguagens para ambiente móvel.
Restrições e limitações em ambientes móveis. Transmissão de dados sem fio. Aplicações.

51

Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Computação Móvel e Sem Fio a ser adotado pelo
professor responsável pela disciplina.
Código

Nome da Disciplina

ECOM118 Qualidade de Software

CH

30

Ementa:
O histórico e o conceito de qualidade. O conceito de qualidade de software. Métricas de qualidade de software.
Normas de qualidade de software. Técnicas de garantia da qualidade de software. Teste de software: conceitos,
tipos e aplicação no contexto da qualidade. Modelos de melhoria do processo de software. Planejamento de
sistemas de qualidade de software. Padrões: ISO, SEI, CMMi, MPS-BR.

Bibliografia:
WEBER, Kival. Qualidade de Software: Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Makron-Books, 2001.
KOCIANSKI, André. Qualidade de Software. São Paulo: Novatec, 2006.
BARTIE, Alexandre. Garantia da Qualidade de Software. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
SILVA, Ivan. Qualidade em Software. São Paulo: Alta Books, 2005.
Código

Nome da Disciplina

ECOM119 Redes de Petri

CH

30

Ementa:
Introdução à Modelagem de Sistemas e Redes de Petri. Redes de Petri Lugar Transição. Redes de Petri
Coloridas. Redes de Petri Coloridas Temporizadas. Redes de Petri Coloridas Hierárquicas. Análise de
Propriedades. Ferramentas para edição e análise de redes de Petri. Aplicações com redes de Petri.

Bibliografia:
JENSEN, Kurt; KRISTENSEN, Lars M. Coloured Petri Nets: Modelling and Validation of Concurrent
Systems. Springer, 2009.
MURATA, T. Petri net: properties, analysis and application. Proceedings of the IEEE 77(4):541-580, 1989.
JENSEN, Kurt; KRISTENSEN, Lars Michael; WELLS, Lisa. Coloured Petri Nets and CPN Tools for
Modelling and Validation of Concurrent Systems. International Journal on Software Tools for
Technology Transfer. Springer, 2007.

Código

Nome da Disciplina

ECOM120 Técnicas de Reuso de Software

CH

30

52

Ementa:
Engenharia de Software baseada em reuso de software, Conceitos básicos de Desenvolvimento Baseado em
Componentes. Desenvolvimento Baseado em Componentes, Utilização de Frameworks no desenvolvimento
baseado em componentes, Reuso de componentes baseado na abordagem de Linha de Produto de Software,
Reuso de projetos de software mediante utilização de Padrões de Projeto. Processos de desenvolvimento para
Reuso de Software x Processos de desenvolvimento com Reuso de Software.

Bibliografia:
SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de Software. São Paulo: Prentice-Hall, 2003.
PRESSMAN, Roger. Engenharia de Software. São Paulo: McGraw-Hill, 2002.
CHEESMAN, John; DANIELS, John. UML Components: A Simple Process for Specifying ComponentBased Software, Addison Wesley, 2001.
FAYAD, Mohamed E.; JOHNSON, Ralph E.; SCHMIDT, Douglas C.. Building Application Frameworks:
Object-Oriented Foundations of Framework Design, John Wiley and Sons, 1999.
CLEMENTS, Paul; NORTHROP, Linda. Software Product Lines: Practices and Patterns, Addison Wesley,
2001.

Código

Nome da Disciplina

ECOM121 Fundamentos de Libras

CH

45

Ementa:
Estudo dos fundamentos da Língua Brasileira de Sinais (Libras), com noções práticas de sinais e interpretação,
destinado às práticas pedagógicas na educação inclusiva.

Bibliografia:
BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro: UFRJ,
Departamento de Lingüística e Filologia, 1995.
COUTINHO, Denise. Libras e Língua Portuguesa: semelhanças e diferenças. João Pessoa Editor: Arpoador,
2000.
FELIPE, Tanya A. Libras em contexto: curso básico, livro do estudante cursista. Brasília: Programa
nacional de apoio à educação dos surdos, MEC; SEESP; 2001.
LOPES FILHO, Otacílio (org.). Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 1997.
QUADROS, Ronice M., KARNOPP, Lodernir Becker. Línguas de sinais brasileira: estudos lingüísticos.
Porto Alegre: Artmed, 2004.
SACKS, Oliver W. Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia das Letras ,
1998
SALLES, Heloisa M. M. Lima et al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para prática
pedagógica. 2 v.: Programa nacional de apoio à educação dos surdos. Brasília: MEC, SEESP, 2005.

53

Código

Nome da Disciplina

ECOM122 Fundamentos de Matemática

CH

60

Ementa:
Noções de lógica, conjuntos e técnicas de demonstração. Propriedades básicas dos números reais: operações,
produtos notáveis e fatoração, potências e raízes, relação de ordem, valor absoluto, o eixo real. Funções reais:
gráfico de uma função, funções limitadas, funções crescentes e decrescentes, funções pares e ímpares, funções
limitadas. Função linear: equações e inequações do primeiro grau. Função quadrática: equações e inequações do
segundo grau. Funções polinomiais. Funções trigonométricas. Funções exponenciais. Funções logarítmicas.

Bibliografia:
DO CARMO, M. P. Trigonometria e Números Complexos. Coleção do Professor de Matemática. SBM,
2005.
LIMA, E. L.; CARVALHO, P. C.; WAGNER, E. & MORGADO, A. C. A Matemática do Ensino Médio.
Vol. 1 e Vol. 3. Coleção do Professor de Matemática. SBM, 2004.
LIMA, E. L.; CARVALHO, P. C.; WAGNER, E. & MORGADO, A. C. Temas e Problemas Elemenatres.
Coleção do Professor de Matemática. SBM, 2006.
Código

Nome da Disciplina

ECOM123 Internet e Web

CH

30

Ementa:
Histórico de Internet e Web. Arquitetura básica de um ambiente Web. Noções de HTML e XML.

Bibliografia:
COMER, D. E. Interligação em Redes com TCP/IP. Vol. 1, 5edn. Campus.
FOROUZAN, B. A. (2006). Data Communications and Networking. 4 edn. Mc-Graw Hill.
KUROSE, J. & Ross, K. (2006). Redes de Computadores e a Internet: Uma Abordagem Top-down. 3
edn. Addison-Wesley.
TANENBAUM, A. S. (2003). Redes de Computadores. 4 edn. Campus.
WORLD WIDE WEB CONSORTIUM (2006). URL: http://www.w3c.org
Código

Nome da Disciplina

CH

ECOM124 Banco de Dados 2
Ementa:

30

Integração de bases de dados. Data Warehouse. Noções de banco de dados distribuído. Noções de banco de
dados orientado a objeto.

54

Bibliografia:
NAVATHE, S.; ELMASRI, R.E. Sistemas de Banco de Dados. Brasil: Addison Wesley, 2005.
SILBERSCHATZ, Abraham. Sistemas de Banco de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 2006.
DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Banco de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
SETZER, Valdemar. Banco de Dados. São Paulo: Edgard Blucher, 2005.

Código

Nome da Disciplina

CH

ECOM125 Teste de Software

60

Ementa:
Esta disciplina, aborda o tema da identificação e remoção de falhas em sistemas de software utilizando
estratégias

de

teste

automatizado.

São

abordados

os

seguintes

tópicos:

(1) fundamentos de teste de software; (2) planejamento dos testes; (3) teste caixa preta; (4) teste caixa branca;
(5) teste caixa cinza (baseados na arquitetura); (6) ferramentas para apoio e automação de teste. A metodologia
utilizada terá um caráter teórico-prático, com esposição de conceitos teóricos e exemplos reais, seguidos por
aulas práticas com exercícios de fixação.

Bibliografia:
BEIZER, B. Software Testing Techniques. International Thomson Computer Press, 2a ed, 1990.
BINDER, R. Testing OO Systems. Addison Wesley, 2000.
MARTINS, E. Verificação e Validação de Software. Notas de Curso, 2005.
J.MYERS, G. The Art of Software Testing. John Wiley & Sons, 1979.
PRESSMAN, Roger. Software Engineering. A Practitiner’s Approach. 4ª edição, 1997.
SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de Software. São Paulo: Prentice-Hall, 2003.
Código

ECOM126 Pesquisa Operacional

Nome da Disciplina

CH

60

Ementa:
Objetivos da Pesquisa Operacional. Programação Linear. Modelagem. Método Simplex. Problema de Alocação
de Recursos. Dualidade. Avaliação Ótima de Recursos. Análise de Sensibilidade do Modelo de Programação
Linear. Problema de Transporte. Análise de Sensibilidade do Modelo de Transporte. Problema de Designação.

Bibliografia:
GOLDBARD, M. C.; LUNA, H. P. L. Otimização Combinatória e Programação Linear: Modelos e
Algoritmos. Campus, Rio de Janeiro, 2005.
PRADO, Darci Santos do. Programação Linear. Série Pesquisa Operacional Volume I. Belo Horizonte:
Editora DG, 2003.
ARENALES, M.; ARMENTANO, V.; MORABITO, R.; YANASSE, H. Pesquisa operacional para cursos de
engenharia. Editora Campus, 2007.
LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa operacional na tomada de decisões. 3. ed.; Editora Campus, 2006.

55

Código

Nome da Disciplina

ECOM127 Redes de Computadores 2

CH

30

Ementa:
Redes Multimídia. Redes de Alta Velocidade. Redes sem Fio. Mobilidade. Segurança de redes. Gerenciamento
de redes.

Bibliografia:
KUROSE, James F. Redes de Computadores e a Internet: Uma Abordagem Top-down. 3ª ed.. Pearson
Education, 2006.
TANEMBAUM, Andrew. Redes de Computadores. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
SCHILLER, Jochen. Mobile Communications. USA: Addison Wesley, 2003.
Código

Nome da Disciplina

ECOM128 Inteligência Artificial 2

CH

60

Ementa:
Visão geral e evolução da Inteligência Artificial Distribuída (IAD). Principais abordagens da IAD. Resolução
distribuída de problemas. Agentes inteligentes. Sistemas multiagentes. Introdução à computação neural e
evolucionária.

Bibliografia:
REZENDE, S. O. Sistemas Inteligentes: Fundamentos e Aplicações. Manole, 2005.
WOOLDRIDGE, M. An Introduction to MultiAgent Systems. John Wiley & Sons, 2002.
FERBER, J. Multi-Agent Systems: An Introduction to Distributed Artificial Intelligence. Addison-Wesley,
1999.
WEISS, G. Multiagent Systems: A Modern Approach to Distributed Artificial Intelligence. MIT Press,
1999.
LUGER, G. F. Inteligência Artificial: Estruturas e Estratégias para a Solução de Problemas Complexos.
4ª ed.. Porto Alegre: Bookman, 2004.
RICH, E.; KNIGHT, K. Inteligência Artificial. São Paulo: McGraw-Hill, 1988.
RUSSELL, Stuart; NORVIG, Peter. Inteligência Artificial. Rio de Janeiro: Campus, 2004.

Código

Nome da Disciplina

ECOM129 Interação Homem-Máquina

CH

30

Ementa:
Os conceitos e fundamentos de interação e interface homem-máquina (IHM). Técnicas de concepção da
interação. Análise de tarefas. Teste de usabilidade e ferramentas de avaliação de interfaces. Persona.

56

Bibliografia:
KRUG, S. Don’t Make Me Think! A Common Sense Approach to Web Usability. 2 ª ed. Idianapolis: New
Riders, 2005.
DUMAS, J. S.; REDISH, J. C.. A Practical Guide to Usability Testing. Ed. ver.. Intellect, Bristol, 1999.
HACKOS, J. T.; REDISH, J. C. User and Task Analysis for Interface Design. New York: John Wiley &
Sons, 1998.
PRUITT, J.; ADLIN, T. The Persona Lifecycle: Keeping People in Mind Throughout Product Design. San
Francisco: Morgan Kaufmann, 2006.
Código

Nome da Disciplina

ECOM130 Introdução à Administração

CH

60

Ementa:
Espírito Empreendedor, Escolha do Negócio, Conjuntura Econômica, Planejamento Estratégico, Organização
da Empresa, Marketing, Operações, Gestão de Pessoas, Motivação e Liderança, Contabilidade e Finanças para
Empreendedores, Noções de Gestão de Projetos, Planejamento e Implantação do Negócio.

Bibliografia:
MAXIMINIANO, Antonio César. Administração para Empreendedores. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2006.
MAXIMINIANO, A. C. Introdução à Administração. São Paulo: Atlas, 2004.
FIALHO, Francisco. Empreendedorismo na Era do Conhecimento. Florianópolis: Visual Books, 2006.
SALIM, César. Construindo Planos de Negócios. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.

Código

Nome da Disciplina

CH

ECOM131 Paradigmas de Linguagens de Programação

30

Ementa:
Programação: estruturada, funcional, lógica, orientada a objetos, outras.

Bibliografia:
SEBESTA, Robert. Conceitos de Linguagens de Programação. Porto Alegre: Bookman, 2000.
PRATT, T. Programming Languages: Design and Implementation. USA: Prentice Hall, 1996.

Código

Nome da Disciplina

ECOM132 Sistemas de Eventos Discretos

CH

60

Ementa:
Introdução a Sistemas de Eventos Discretos (SEDs). Modelagem de SEDs: Autômatos e Redes de Petri. Redes
interpretadas. Redes de alto nível. Redes de Petri e a representação no tempo. Metodologia de projeto de
sistemas de controle para SEDs. Teoria de Controle Supervisório. Aplicações.

57

Bibliografia:
CARROL, J., D. Long. Theory of Finite Automata. Prentice-Hall International Editions, 1989.
HOPCROFT, J. E., ULLMANN, J. D. Introduction to Automata Theory, Languages and Computation.
Addison - Wesley, USA, 1979.
DAVID, R., ALLA, H. Petri Nets and Grafcet: Tools for Modeling Discrete-Event Systems. Englewood
Cliffs, N.J. : Prentice Hall, 1992.
CARDOSO, Janette, VALLETE, Robert. Redes de Petri. Editora da UFSC, 1997.
ARNOLD, A. Finite Transition Systems. Prentice Hall, 1994.

Código

Nome da Disciplina

ECOM133 Controle Ambiental

CH

60

Ementa:
A evolução da consciência ambiental no Brasil e no mundo e seus efeitos na política do meio ambiente.
Aspectos legais, políticos e administrativos envolvidos no processo de licenciamento ambiental. Fatores
ambientais e socioeconômicos na avaliação dos impactos ambientais, dentro de uma perspectiva de
desenvolvimento sustentável. Análise crítica dos métodos e técnicas de avaliação de impactos ambientais e
instrumentalização para o uso prático dos mesmos. Limitações e possibilidades do EIA-RIMA enquanto
instrumento de política e ordenamento territorial.

Bibliografia:
CASTELLANO, E.G;CHAUDHRY, F.H. Desenvolvimento sustentado: problemas e estratégias. São
Carlos-SP: Publicações EESC-USP, (2000).
HOGAN,. D.; VIEIRA, P. (orgs.). Dilemas socioambientais e desenvolvimento sustentavel. Campinas:
Editora da UNICAMP, 1992
MARTINE, G. (org.). População, meio ambiente e desenvolvimento: verdades e contradições. Campinas:
Editora da UNICAMP, 1993.
TAUK-TORNISIELO, S.M.; GOBBI, N.; FOWLER, H. G. (orgs.). Análise ambiental: uma visão
multidisciplinar. São Paulo: UNESP, 1995.

Código

Nome da Disciplina

ECOM134 Eficiência Energética

CH

30

Ementa:
Panorama atual do setor elétrico brasileiro. Conservação de energia – PROCEL. Gerenciamento de energia.
Medidas para redução do consumo de energia. Tarifas e preços. Metodologia para otimização energética.
Auditoria energética ou Diagnósticos energéticos. Análise de contas de energia elétrica e análise das tarifas.
Cálculo de economia de energia em diversos usos finais: iluminação, ar condicionado, motores, refrigeração,
computadores, aquecimento, etc. Análise econômica em conservação de energia. Softwares de simulação de
eficientização energética de ambientes e estudo de caso.

Bibliografia:
Notas de aula.

58

Código

Nome da Disciplina

ECOM135 Introdução à Filosofia

CH

45

Ementa:
Identificando a filosofia como o trabalho do conceito, introduzir a filosofia a partir da gênese do pensamento:
do mítico ao racional. A filosofia como explicação da realidade. Apontando para os grandes problemas
filosóficos: o problema do ser, o problema do conhecimento, o problema da vida, assim como o
desenvolvimento da filosofia na história, com o aparecimento de problemas e disciplinas filosóficas. O lugar da
filosofia na atual sociedade.

Bibliografia:
ABRANTES, Paulo. Imagens da natureza, imagens de ciência. Campinas – SP Editora Papirus, 1998.
BORNHEIM, Gerd A. Introducao ao filosofar; o pensamento filosofico em bases existenciais. 7. ed. Porto
Alegre: Globo, 1986.
CARRILHO, M.M. O que é filosofia? Lisboa: Editora Difusão Cultural, 1994.
CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Editora Ática, 1995.
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. O que é filosofia? Rio de Janeiro: 34, 2001.
DIAS, M.C. O que é filosofia? Ouro Preto: Editora UFOP, 1996.
FOLSCHEID, D. & WUNENBURGER, J.J. Metodologia filosófica. São Paulo: Ed. Martins Fontes, 1997.
HOLLIS, M Filosofia - um convite. São Paulo: Editora Loyola, 1996.
HOOYKAS, R. A religião e o desenvolvimento da ciência moderna. Brasília: Editora da UnB, 1988.
OLIVEIRA, Manfredo Araújo de. A filosofia na crise da modernidade. São Paulo: Loyola, 1990. (Coleção
filosofia).
OLIVEIRA, Manfredo Araújo de. Sobre a fundamentação. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1993.
PASCAL, I. A arte de pensar. São Paulo: Editora M.Fontes, 1995.

Código

Nome da Disciplina

CH

ECOM136 História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena

45

Ementa:
História da África e dos africanos no Brasil. História indígena e indigenismo no Brasil. Relações étnico-raciais
no Brasil. Culturas afro-brasileiras e indígenas.

59

Bibliografia:
Básica:
CHIAVENATO, J. J. O Negro no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1988.
RANGER, T. O. História Geral da África. São Paulo: África/Unesco, 1991. V.7.
CARDOSO, C. F. S. Agricultura, Escravidão e Capitalismo. Rio De Janeiro:Petrópolis, 1982.
FREYRE, Gilberto. Casa Grande & Senzala. São Paulo: Editora Vozes, 2000.
CUNHA, Manuela Carneiro da. História dos Índios no Brasil (org.). SP: Companhia das Letras, 1992.

Complementar:
REIS, J. J. Escravidão e Invenção de Liberdade. São Paulo: Brasiliense, 1988.
RODRIGUES, N. Os Africanos no Brasil. São Paulo: Companhia Editora Nacional.
SILVA, Aracy Lopes & GRUPIONI, Luís Donisete Benzi. A Temática Indígena na Escola. Novos Subsídios
para Professores de 1° e 2° Graus. Brasília,MEC/MARI/UNESCO, 1995

Código

Nome da Disciplina

ECOM137 Projeto de Sistemas Embarcados

CH

30

Ementa:
Introdução. Prototipação de hardware (FPGAs, ASICs). Prototipação de software. Co-simulação de hardware e
software. Testes. Projeto de um sistema embutido.

Bibliografia:
BALL, Stuart R. Debugging Embedded Microprocessor Systems. Newnes, 1998.
VALVANO, Johnatan W. Embedded Microprocessor Systems. Brooks/Cole Pub, 2000.
BARROS, E. Cavalcante, S.; LIMA M. E.; VALDERRAMA, C. Hardware/Software Co-design: Projetando
Hardware e Software Concorrentemente. Livro da Escola de Computação SBC, 2000.
OLDFIELD J.; DORF C. Field Programmable Gate Arrays: Reconfigurable Logic for Rapid Prototyping
and Implementation of Digital Systems. John Wiley & Sons, Inc., 1995.

Código

Nome da Disciplina

ECOM138 Projeto de Sistemas de Controle

CH

30

Ementa:
Aplicação da teoria de Sistemas de Controle aplicada a sistemas reais.

60

Bibliografia:
Básica:
OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 4ª ed.. Prentice-Hall do Brasil, 2003.
DORF, Richard C. e BISHOP, Robert H. Sistemas de Controle Modernos. 10a edição. LTC, 2009.
NISE, N. S. Engenharia de Sistemas de Controle. 6ª edição. Wiley 2011.
KUO, B. C.e GOLNARAGHI, F. Automatic Control Systems. 9ª edição, Wiley, 2009.

Complementar:
FRANKLIN, G. F., POWELL, J. D. and NAEINI, A. E. Feedback Control of Dynamic Systems, Pearson, 6th
Edition, 2010.
CHEN, L C. T., Linear Control Theory and Design, Oxford, 14th Edition, 2012.
KAILATH, T., Linear Systems, 1980.
ASTRÖM, Karl J.; MURRAY, Richard M. Feedback Systems, Princeton University Press, 1st Edition, 2008.

Código

Nome da Disciplina

ECOM139 Projeto de Sistemas de Automação

CH

30

Ementa:
Aplicação da teoria de Automação aplicada a sistemas reais.

Bibliografia:
Básica:
BOLLMANN, A. Fundamentos da Automação Industrial Pneutrônica. São Paulo: ABHP, 1998.
DE NEGRI, V. J. Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos para Controle e Automação: Parte I – Princípios
Gerais da Hidráulica e Pneumática. Florianópolis; Parte III – Sistemas Hidráulicos para Controle.
Florianópolis, 2001 (Apostila).

Complementar:
LINSINGEN, I. von. Fundamentos de Sistemas Hidráulicos. Florianópolis: EDUFSC, 2001.
STRINGER, J. Hydraulic Systems Analysis, an Introduction. New York: The Macmillan Press, 1976.

Código

Nome da Disciplina

ECOM140 Projeto de Sistemas Robóticos

CH

30

Ementa:
Aplicação da teoria de Sistemas Robóticos aplicada a sistemas reais.

Bibliografia:
CRAIG, J. J. Introduction to Robotics - Mechanics and Control, Addison-Wesley, 1986.
YOSHIKAWA, T. Foundations of Robotics - Analysis and Control, MIT Press, 1990.
SCHILLING, R. J., Fundamentals of Robotic – Analysis and Control. Prentice Hall, 1990.
LAUMOND, J. P. Robot Motion Planning and Control, Summer School on Image and Robotics, 2000.
MURPHY, R. R. Introduction to AI Robotics, MIT Press, 2000.
BORENSTEIN, J.; EVERETT, H. R.; LIQIANG, F. Navigating Mobile Robots: Systems and Techniques, A.
K. Peters, 1996.

61

62

Disciplinas Eletivas –Tópicos
Código

Nome da Disciplina

ECOM201 Tópicos em Humanidades

CH

-

Ementa:
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da área.

Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Humanidades a ser adotado pelo professor responsável
pela disciplina.

Código

Nome da Disciplina

ECOM202 Tópicos em Computação Científica

CH

-

Ementa:
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da área.

Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Computação Científica a ser adotado pelo professor
responsável pela disciplina.

Código

Nome da Disciplina

ECOM203 Tópicos em Computação Paralela

CH

-

Ementa:
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da área.

Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Computação Paralela a ser adotado pelo professor
responsável pela disciplina.

Código

Nome da Disciplina

ECOM204 Tópicos em Bancos de Dados

CH

-

Ementa:
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da área.

Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Bancos de Dados

a ser adotado pelo professor

responsável pela disciplina.

Código

Nome da Disciplina

ECOM205 Tópicos em Software Básico

CH

63

Ementa:
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da área.

Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Software Básico a ser adotado pelo professor responsável
pela disciplina.

Código

Nome da Disciplina

ECOM206 Tópicos em Engenharia de Software

CH

-

Ementa:
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da área.

Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Engenharia de Software a ser adotado pelo professor
responsável pela disciplina.

Código

Nome da Disciplina

ECOM207 Tópicos em Arquitetura de Computadores

CH

-

Ementa:
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da área.

Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Arquitetura de Computadores a ser adotado pelo professor
responsável pela disciplina.

Código

Nome da Disciplina

ECOM208 Tópicos em Comunicação de Dados

CH

-

Ementa:
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da área.

Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Comunicação de Dados a ser adotado pelo professor
responsável pela disciplina.

Código

Nome da Disciplina

ECOM209 Tópicos em Redes de Computadores

CH

-

Ementa:
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da área.

64

Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Redes de Computadores a ser adotado pelo professor
responsável pela disciplina.

Código

Nome da Disciplina

ECOM210 Tópicos em Inteligência Artificial

CH

-

Ementa:
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da área.

Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Inteligência Artificial a ser adotado pelo professor
responsável pela disciplina.

Código

Nome da Disciplina

ECOM211 Tópicos Especiais em Computação

CH

-

Ementa:
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da área.

Bibliografia:
A bibliografia será definida em função dos temas especiais em Computação a ser adotado pelo professor
responsável pela disciplina.

Código

Nome da Disciplina

ECOM212 Tópicos Especiais em Engenharia

CH

-

Ementa:
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da área.

Bibliografia:
A bibliografia será definida em função dos temas especiais em Engenharia a ser adotado pelo professor
responsável pela disciplina.

Código

Nome da Disciplina

ECOM213 Tópicos em Modelagem Computacional de Conhecimento

CH

-

Ementa:
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da área.

Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema sobre Modelagem Computacional de Conhecimento a ser
adotado pelo professor responsável pela disciplina.

65

Código

Nome da Disciplina

ECOM214 Tópicos Especiais em Programação

CH

-

Ementa:
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da área.

Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema em Programação a ser adotado pelo professor responsável pela
disciplina.

Código

Nome da Disciplina

ECOM215 Tópicos em Informática na Educação

CH

-

Ementa:
Os tópicos serão definidos pelo professor ao ministrar a disciplina, enfocando os principais temas atuais da área.

Bibliografia:
A bibliografia será definida em função do tema em Informática na Educação a ser adotado pelo professor
responsável pela disciplina.

66

6. Estágio Supervisionado
O Estágio Supervisionado do Curso de Engenharia de Computação, obrigatório,
segundo a Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, que Institui Diretrizes
Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Engenharia, cuja carga horária mínima
do estágio curricular deverá atingir 160 (cento e sessenta) horas, tem por objetivo a
articulação dos conhecimentos teóricos e o exercício da profissão em seu sentido mais amplo,
promovendo atividades voltadas para a formação de profissionais de computação com
conhecimento das diversas realidades do mercado, quer seja nas aplicações de caráter
científico, quer nas de cunho empresarial.
O Estágio Supervisionado é coordenado pela Coordenação de Estágio do curso. Pode
ser realizado ao longo do curso, após o 3° (terceiro) semestre letivo. Durante o Estágio, os
alunos deverão desenvolver atividades práticas que permitam sedimentar os conhecimentos
acumulados nas diversas disciplinas já cursadas e entrar em contato com a realidade local,
conhecendo suas dificuldades e necessidades de aprimoramento.
Os estágios supervisionados deverão ter acompanhamento de um professor do
Instituto de Computação, responsável pela evolução do aluno nas suas atividades práticas,
suprindo-lhe com a orientação e apoio necessários ao seu bom desempenho durante todo o
estágio.
O Estágio Supervisionado poderá ser remunerado ou não, e em instituições de ensino
e pesquisa ou em empresas privadas, desde que haja nelas um profissional da área que possa
ser responsável pelas atividades dirigidas do aluno, que possa orientá-lo e avaliá-lo ao final do
estágio. O Estágio Supervisionado deverá cumprir as normatizações legais vigentes no país.

67

7. Trabalho de Conclusão de Curso
A conclusão do curso dependerá da elaboração individual de uma monografia final,
denominada TCC – Trabalho de Conclusão do Curso, apresentada a uma banca examinadora,
sob a coordenação do Colegiado do Curso de Engenharia de Computação, na forma como
dispõe a Resolução n.º 01-IC, de 10.08.2006. O TCC não constitui disciplina apesar de contar
com uma carga horária obrigatória de 90 horas para a integralização curricular.
A monografia representa o trabalho final de curso previsto no Regimento Geral da
Universidade, sendo obrigatória a sua entrega por escrito e a respectiva apresentação
individual perante uma banca examinadora formada por no mínimo 02 (dois) professores que
não participaram da orientação do trabalho. Os TCCs serão normatizados pelas resoluções da
Universidade e por resoluções do Colegiado de Curso.
O TCC tem como finalidade desenvolver a capacidade crítica e a produção criativa do
aluno, demonstrando os conhecimentos adquiridos no decorrer do curso. Para tanto, além do
auxílio de um orientador o aluno contará na estrutura curricular com uma disciplina de
Metodologia da Pesquisa e Trabalho Científico, visando auxiliá-lo na elaboração da
monografia.

68

8. Atividades Complementares
As atividades complementares devem ser desenvolvidas ao longo do curso, dentro da
carga horária prevista, segundo programação individual de cada aluno.
Ao final do Curso, a Coordenação cadastrará as atividades individuais dos alunos,
definindo a carga horária correspondente a cada atividade, considerando-se, dentre outras e
todas vinculadas a áreas de interesse do curso: pesquisa, extensão, monitoria, eventos
culturais, científicos e estudantis (congressos, seminários, encontros, conferências, palestras,
cursos), núcleos temáticos, temas interdisciplinares, disciplinas extracurriculares ministradas
fora do curso ou por outras instituições, se forem compatíveis com a formação do Profissional
em Engenharia de Computação.
A Parte Complementar do Curso de Engenharia de Computação do Instituto de
Computação da UFAL com carga horária mínima de 200 (duzentas) horas, poderá ser
composta da seguinte forma:
Desdobramento dos Grupos de Atividades
Resolução CEPE n.º 113/95
GRUPO 1

Monitoria.

Até 100 horas por ano completo e no total.

Disciplinas isoladas, de outros cursos.

Total da carga horária da disciplina, até o total de 120 horas.
Local
5 horas por dia sem
10 horas por dia com trabalho
trabalho

GRUPO 2

Participação em eventos: seminários,
congressos,
conferências,
encontros
estudantis, cursos de atualização.

Até 50 horas por ano e até 150 horas no total.
Fora da cidade
10 horas por dia sem
20 horas por dia com trabalho.
trabalho.
Até 50 horas por ano e até 150 horas no total.

Núcleos temáticos.

GRUPO 3

GRUPO 4

Até 150 horas no total.

Atividades de extensão.

Até 100 horas por ano e 150 horas no total.

Estágios extracurriculares.

Até 100 horas por ano e 150 horas no total.

Atividades de pesquisa e iniciação científica.

Até 100 horas por ano e 150 horas no total.

Trabalhos publicados.

30 horas para cada.

Administração e representação em entidades
estudantis.
Até 50 horas por ano e 100 horas no total.
Representação em colegiados da UFAL.

Até 50 horas por ano e 100 horas no total.

As atividades devem ser pertinentes e úteis à formação do Engenheiro de Computação
e admitidas pelo Colegiado do Curso, observada a interdisciplinaridade.
69

Os documentos comprobatórios devem ser visados pelo Coordenador do Curso, com a
respectiva computação da carga horária.
Será ainda fomentada a participação em pesquisa e extensão na área de computação ou
afim e realizadas de modo interligado com o ensino, visando atender à formação fundamental
e prática do Engenheiro de Computação, com a devida valoração como atividade
complementar.

Apoio ao Discente
O Curso de Engenharia de Computação, tomando como base os programas
institucionais de apoio estudantil conduzidos pelas Pró-Reitoria Estudantil – PROEST e PróReitoria de Extensão – PROEX, além de iniciativas do próprio curso de Engenharia de
Computação e do Instituto de Computação, vem a incentivar atividades de estímulo à vida
acadêmica através de:


Programa de Monitoria (bolsistas e voluntários);



Programa de Extensão (bolsistas e voluntários);



Programa de Bolsa-Permanência (bolsista, possivelmente permanecerá com a bolsa
até a conclusão do curso);



Programas que contribuam para melhoria do desempenho de estudantes com
vulnerabilidade socioeconômica, a fim de assegurar sua presença na instituição;



Participação discente em eventos promovidos pelo curso/Instituto de Computação, por
meio de palestras, seminários, olimpíadas etc.;



Sala de Estudo;



Espaço para o Centro Acadêmico;



Empresa Júnior, e



Auxílio financeiro (via PROEST) para participação discente em eventos acadêmico e
profissionais.

70

9. Avaliação
9.1. Avaliação do Projeto Pedagógico
A avaliação permanente deste Projeto Pedagógico a ser implantado com a presente
proposta é de importância fundamental para aferir o sucesso do currículo proposto para o
Curso, como também para se certificar da necessidade de alterações futuras que venham
aprimorar o Projeto, tendo em vista o seu caráter dinâmico e a necessidade de adaptar-se às
constantes avaliações que terá que enfrentar. O NDE – Núcleo Docente Estruturante – do
curso é a instância que tem a competência para esta avaliação e possível adaptação do projeto
pedagógico.
Seguindo a orientação dos Conselhos Superiores da UFAL, deverão ser inseridos
mecanismos que possibilitem uma avaliação institucional e uma avaliação do seu desempenho
acadêmico – ensino e aprendizagem – de acordo com as normas vigentes na Instituição,
possibilitando a realização de uma análise diagnóstica e formativa, durante todo o processo de
implantação do atual Projeto Pedagógico.
Tal processo de avaliação deverá utilizar estratégias e táticas que possibilitem uma
discussão ampla, visando detectar as deficiências que porventura existam.
As atividades de extensão universitária, realizadas no âmbito do Curso, em parceria
com órgãos públicos ou empresas privadas, serão também avaliadas, através de instrumentos
adequados, inclusive nos estágios curriculares obrigatórios.
Também será adotado para fins de avaliação do Projeto Pedagógico do curso, o roteiro
proposto pelo INEP/MEC para as condições de ensino, através de alguns dos seguintes
tópicos:
1. Organização Didático-pedagógica: Administração Acadêmica, Projeto do Curso,
Atividades Acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;
2. Corpo Docente: Formação Profissional, Condições de Trabalho, Atuação e
Desempenho Acadêmico e Profissional;
3. Infraestrutura: Instalações Gerais, Biblioteca, Instalações e Laboratórios Específicos.

71

9.2. Avaliação dos Docentes
A avaliação do desempenho docente será efetivada pelos alunos/disciplinas através de
formulário próprio e obedecendo aos critérios do processo de avaliação Institucional.

9.3. Avaliação dos Discentes
A verificação de aprendizagem será realizada pela freqüência e pelo aproveitamento
nos estudos, os quais deverão ser atingidos conjuntamente. Essa verificação será aplicada
segundo as resoluções vigentes na Instituição. O Processo de Avaliação de Aprendizagem na
Universidade Federal de Alagoas está regulamentado pela Resolução n° 25/2005 – CEPE, de
26 de outubro de 2005, que no Art. 11 define que a mesma se dará nas seguintes modalidades:
Avaliação Bimestral (AB):
A nota de cada bimestre AB será o resultado de mais de um instrumento de avaliação,
envolvendo provas escritas e/ou práticas, além de outras opções como: provas orais,
seminários, resumos, "papers", resenhas, etc. a critério do professor. Em cada bimestre, o
aluno que tiver perdido um ou mais dos instrumentos de avaliação previstos terá sua nota na
AB específica através da média calculada do total dos pontos obtidos pelo número de
avaliações programadas e efetivada pela disciplina.
Reavaliação:
Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma das duas
AB’s terá direito, no final do semestre letivo, de ser reavaliado naquela em que obteve a
menor pontuação, prevalecendo, neste caso a nota da Reavaliação.
Nota Final das Avaliações Bimestrais (NF):
Será a média aritmética, apurada até centésimos, das notas obtidas nas 2 (duas) AB’s.
Será considerado APROVADO, livre da Prova Final (PF), o aluno que alcançar NF igual ou
superior a 7,00 (sete); e, estará automaticamente REPROVADO o aluno cuja NF for inferior a
5,00 (cinco).

72

Prova Final (PF):
O aluno que obtiver NF igual ou superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete) prestará
Prova Final.

9.4. Considerações Finais da Avaliação do Aprendizado
É indispensável que a avaliação seja entendida como um processo amplo de
aprendizagem, envolvendo assim a responsabilidades do professor e a do aluno. Assim, a
avaliação aqui proposta se deve pautar também em questões de avaliação comportamental,
avaliação humanista, avaliação cognitivista e avaliação no modelo sociocultural.
O aluno também será avaliado nas suas atividades de Iniciação Científica, e
monitorias, visando garantir um maior aproveitamento. O Colegiado acompanhará, ainda, o
desempenho dos alunos no ENADE e nas seleções para os programas de pós-graduação
através do POSCOMP que é um dos principais programas de seleção de pós-graduação do
país, na área.
As correntes considerações se garantirão com o empenho da instituição em prover
infraestrutura básica para seu funcionamento como: espaço físico, laboratórios para práticas
em disciplinas, pesquisas e extensões, conteúdo bibliográfico, e em acompanhamento destas
necessidades no percurso do curso, considerando a sua dinâmica.

Tecnologias da Informação e da Comunicação – TIC’s
Na operacionalização do curso de Engenharia de Computação do IC/UFAL está
previsto a utilização de um conjunto de recursos tecnológicos, de uma forma integrada, que
são as TIC´s, Tecnologias da Informação e Comunicação. Estas são vistas como
potencializadoras no processo de ensino-aprendizagem.
Os recursos da Internet e Web formam uma ampla rede, proporcionando a utilização
de e-mail, fóruns, chat, grupo online, câmera web, comunidades virtuais, documentação
virtual, entre outras possibilidades, além da utilização de Ambiente Virtual de Aprendizagem,
as AVA´s, em disciplinas tanto na fase de formação básica quanto profissional e específica.

73

Além dos recursos ligados á Internet e Web, outros laboratórios também estão
atrelados ao curso: laboratório de computação, de informática básica e programação, de uso
geral; laboratório de circuitos digitais e sistemas digitais; laboratório de circuitos elétricos e
eletrônica; laboratórios de controle, automação e robótica.

Perfil do corpo docente e técnico pedagógico
Hoje, o curso conta com aproximadamente 26 professores, cada um atuando em área
específica da matriz curricular do curso, todos com regime de trabalho em tempo integral e
dedicação exclusiva. Destes 26 professores, 19 possuem doutorado (73 % do total), e 7
possuem mestrado.
Além do corpo docente, o curso conta um corpo técnico-administrativo e pedagógico
do Instituto de Computação, bem como o auxílio e consultoria da equipe de pedagogia da
Pró-reitoria de Graduação de UFAL.

Núcleo Docente Estruturante - NDE
Na Universidade Federal de Alagoas a Resolução Nº 52/2012-Consuni/UFAL, de 05
de novembro de 2012, instituiu o Núcleo Docente Estruturante (NDE) no âmbito dos Cursos
de graduação.
Segundo a resolução, na seu Art. 2º, o NDE é o órgão consultivo e propositivo
em matéria acadêmica, de apoio e assessoramento ao Colegiado, sendo formado por
docentes da
respectiva Unidade Acadêmica para acompanhar e atuar no processo de concepção,
consolidação,
avaliação e contínua atualização do Projeto Político Pedagógico do Curso.
No Art. 3º descreve as seguintes atribuições do NDE:
I. Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
II. Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino
constantes
no currículo;
III. Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de
necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e consoantes com as políticas
públicas relativas à área de conhecimento do curso;
74

IV. Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação.

Com relação a forma de acompanhamento do NDE, o Art. 8º cita que - O NDE
deverá reunir-se, ordinariamente, ao menos uma vez a cada bimestre e, extraordinariamente,
sempre que convocado pelo seu Coordenador, por dois terços dos seus membros ou pelo
Colegiado de Curso.

Membros integrantes do NDE
- Portaria de designação do Reitor, 492 de 16 de maio de 2014(triênio 04/2014 – 03/2017).
Nome: Alcino Dall’Igna Júnior
Titulação máxima: Mestrado
Regime de trabalho: Integral com dedicação exclusiva
Vínculo Empregatício: Estatutário
Nome: Aydano Pamponet Machado
Titulação máxima: Doutorado
Regime de trabalho: Integral com dedicação exclusiva
Vínculo Empregatício: Estatutário
Nome: Davi Bibiano Brito
Titulação máxima: Doutorado
Regime de trabalho: Integral com dedicação exclusiva
Vínculo Empregatício: Estatutário
Nome: Fábio Cunha de Albuquerque - Coordenador
Titulação máxima: Mestrado
Regime de trabalho: Integral com dedicação exclusiva
Vínculo Empregatício: Estatutário
Nome: Joilson Batista de Almeida Rego
Titulação máxima: Mestrado
Regime de trabalho: Integral com dedicação exclusiva
Vínculo Empregatício: Estatutário

Nome: Olival de Gusmão Freitas Júnior
Titulação máxima: Doutorado
Regime de trabalho: Integral com dedicação exclusiva
Vínculo Empregatício: Estatutário

Nome: Rodrigo José Sarmento Peixoto
Titulação máxima: Mestrado
75

Regime de trabalho: Integral com dedicação exclusiva
Vínculo Empregatício: Estatutário
Nome: Thiago Damasceno Cordeiro - Vice-Coordenador
Titulação máxima: Mestrado
Regime de trabalho: Integral com dedicação exclusiva
Vínculo Empregatício: Estatutário

76
                
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