Agroecologia - Bacharelado - 2014

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
CURSO DE AGROECOLOGIA

PROJETO POLÍTICO
PEDAGÓGICO

Rio Largo-AL
2014

1

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS – CECA

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM
AGROECOLOGIA

EQUIPE ELABORADORA:
Ana Paula do Nascimento Prata - Profª. Associada do CECA
Andrea Vasconcellos de Freitas - Profª. Adjunto do CECA
Luan Danilo Ferreira de Andrade Melo - Prof. Adjunto do CECA
Patrícia Muniz de Medeiros - Profª. Adjunto do CECA
Philipe Lima de Amorim - Prof. Adjunto do CECA
Rafael José Navas da Silva - Prof. Adjunto do CECA
Reinaldo de Alencar Paes - Prof. Associado do CECA
Themis de Jesus da Silva - Profª. Adjunto do CECA
Gabriela Maria Cota dos Santos - Representação Discente

Rio Largo – AL
2014

2

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS – CECA

Projeto pedagógico reformulado para
fins de atualização teórico-metodológica
e adequação às diretrizes curriculares
nacionais.
REITORA: Prof.ª Dr.ª Maria Valéria Costa Correia
VICE‐REITOR: Prof. Dr. José Vieira da Cruz
Pró-Reitora de Graduação: Prof.ª Dr.ª Sandra Regina Paz da Silva
Coordenadoria de Cursos de Graduação – CCG: Prof.ª Dr.ª Giana Raquel Rosa
Responsável pela Revisão do Projeto Pedagógico: Jorge Luiz Fireman Nogueira

CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS – CECA
DIRETOR: Gaus Silvestre de Andrade Lima
VICE‐DIRETORA: Rosa Cavalcante Lira
CURSO DE AGROECOLOGIA
COORDENADOR DO CURSO: Reinaldo de Alencar Paes
VICE-COORDENADOR DO CURSO: Rafael José Navas da Silva

Rio Largo – AL
2014

3

SUMÁRIO

1 APRESENTAÇÃO
1.1 CONTEXTUALIZAÇÃO REGIONAL
1.2 CONTEXTUALIZAÇÃO INSTITUCIONAL
1.3 CONTEXTUALIZAÇÃO DA AGROECOLOGIA
1.4 CONTEXTUALIZAÇÃO DA CRIAÇÃO DO CURSO DE
AGROECOLOGIA
1.5 CONTEXTUALIZAÇÃO DA MUDANÇA DE PPC AGROECOLOGIA

05
05
08
09
12

2 IDENTIFICAÇÃO
2.1 IDENTIFICAÇÃO INSTITUCIONAL
2.2 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

15
15
15

3. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
3.1 COLEGIADO
3.1.1 COLEGIADO – AGROECOLOGIA
3.2 COORDENADOR E VICE COORDENADOR DO CURSO
3.3 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE
3.3.1 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – AGROECOLOGIA
3.4 Quadro docente
3.5 Quadro Técnicos

17
17
18
19
19
20
21
23

4 PROPOSTA CURRICULAR DO CURSO
4.1 OBJETIVOS DO CURSO DE AGROECOLOGIA
4.2 HABILIDADES/COMPETÊNCIAS
4.3 PERFIL DO EGRESSO
4.4 CAMPO DE ATUAÇÃO
4.5 EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CURSO DE AGROECOLOGIA
4.6- EDUCAÇÃO PARA AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS (ERER) NO
CURSO DE AGROECOLOGIA
4.7 METODOLOGIA

24
24
24
25
26
26

5 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
5.1 COMPONENTES CURRICULARES
5.2 CONTEÚDO/MATRIZ CURRICULAR
5.3 ORDENAMENTO CURRICULAR
5.4 QUADRO DAS DICIPLINAS POR SEMESTRE
5.5 EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
5.6 DISCIPLINAS ELETIVAS
5.7 EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS ELETIVAS
5.8 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
5.9 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC
5.10 ATIVIDADES CURRICULARES COMPLEMENTARES (ACC)

31
31
32
37
38
43
112
113
127
131
136

6 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO
6.1 AÇÕES DE INCLUSÃO SOCIAL E ACESSIBILIDADE
6.2 INCLUSÃO E POLÍTICA DE COTAS

139
139
142

13

27
28

4

6.3 POLÍTICAS DE ASSISTÊNCIA AO DISCENTE
6.3.1- Tutoria de Nivelamento
6.3.2- Bolsa Permanência e Residência
6.3.3- Serviço de Apoio Pedagógico
6.3.4- Restaurante Universitário
6.4 INTERFACE DO CURSO DE GRADUAÇÃO COM A PÓSGRADUAÇÃO
6.5 INTERFACE DO CURSO COM A EXTENSÃO
6.6 ATIVIDADE DE EXTENSÃO

142
143
143
143
143
144

7 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICS

147

8 INFRAESTRUTURA

148

144
145

9 PROCESSOS E SISTEMAS DE AVALIAÇÃO DO CURSO DE 150
AGROECOLOGIA
9.1 AVALIAÇÃO NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM
150
9.1.1 Avaliação dos discentes
151
9.1.2 Avaliação dos Docentes
153
9.1.3 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
153
9.3 AUTOAVALIAÇÃO
154
9.3.1 COMISSÃO DE AUTOAVALIAÇÃO
155
REFÊRENCIAS

158

5

1 APRESENTAÇÃO
1.1 CONTEXTUALIZAÇÃO REGIONAL
Com uma extensão territorial de 27.767.661 km2, o Estado de Alagoas é
composto por 102 municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Leste, Agreste e
Sertão alagoano) e 13 microrregiões. De acordo com o Censo de 2010 do IBGE,
apresentava população residente 3.120.922 habitantes, sendo 73,64% em meio
urbano.
A inserção espacial da UFAL leva em consideração as demandas
apresentadas pela formação de profissionais em nível superior e a divisão do Estado
em suas meso e microrregiões. Essa configuração espacial é contemplada com uma
oferta acadêmica que respeita as características econômicas e sociais de cada
localidade, estando as suas unidades instaladas em cidades polo consideradas
fomentadoras do desenvolvimento local.
Com a interiorização, a UFAL realiza cobertura universitária significativa em
relação à demanda representada pelos egressos do Ensino Médio em Alagoas, à
exceção do seu litoral norte, cujo projeto de instalação do campus no município de
Porto Calvo se encontra em tramitação na SESu/MEC.
O PIB per capita estadual foi de R$ 6.728,00, em 2009, sendo o setor de
serviços o mais importante na composição do valor agregado da economia, com
participação de 72%. Os restantes 28% estão distribuídos em atividades agrárias –
caracterizadas por policultura no Agreste, pecuária no Sertão e cana-de-açúcar na
Zona da Mata, além do turismo, aproveitando o grande potencial da natureza do
litoral.
Nas últimas décadas esse cenário rural vem sendo modificado, com criação
de novos assentamentos rurais em todas as regiões do Estado, ampliando a
importância da agricultura familiar, bem como há alterações nas culturas de
importância econômica, como exemplo, o fumo, que vem apresentando redução na
área plantada, com inserção de novas culturas.
De modo geral, a agricultura familiar no Nordeste sempre foi a mais
significativa

do

país

em número de estabelecimentos. Em Alagoas

são

aproximadamente 115 mil estabelecimentos familiares, que ocupam 72% da mão de
obra no meio rural (EMATER, 2016).
Segundo Carvalho (2016) as unidades rurais familiares em Alagoas compõem

6

90,6% dos seus estabelecimentos. Por suas características, esse modelo tem a
capacidade de resposta imediata na produção de alimentos, na ocupação da mão de
obra rural, na geração de riqueza e distribuição da renda no campo, incorporando
práticas ambientais em direção a uma agricultura sustentável, incorporando práticas
agroecológicas de produção. Aliado a esses dados, nos últimos anos foram
assentadas 16.142 mil famílias em Alagoas, ocupando área de 149.519 mil hectares
(SAF/MDA, 2015). Atualmente a agricultura familiar ocupa 32% das terras agrícolas
do Estado e produz 24,5% da riqueza do campo, comprovando seu potencial de
geração de renda no campo (CARVALHO, 2016).
A agricultura familiar, predominantemente

baseada em policultura é

responsável por quase toda a produção de arroz, feijão, mandioca e milho de
Alagoas; por mais da metade da produção pecuária; e por quase toda a horticultura
e floricultura. Por isso, sua produção é a garantia da segurança alimentar,
atendendo ao mercado interno e evitando importações; abre espaços para a
agroindustrialização (derivados do leite, milho, coco, mandioca, etc.) e possibilita
exportações (fumo, flores, etc.) (CARVALHO, 2016).
Muitas unidades familiares se desenvolveram às margens da produção
sucroalcooleira e, em muitos casos em terras consideradas inapropriadas para seu
desenvolvimento, o que acabou resultando em baixa produtividade das culturas
(VERAS, 2011). Também a pecuária familiar em Alagoas apresenta diferenças em
suas características, tendo a pecuária bovina, em sua maioria, atuando como
reserva de valor, com predomínio de animais de baixo valor genético e criados em
pequenos espaços. A pecuária suína utiliza o resto de outras culturas para
alimentação e é realizada de forma extensiva, também servindo como reserva de
valor. Já a criação de aves, majoritariamente tem o objetivo de fornecer alimento
para família, comercializando apenas o excedente.
Outro dado para as condições atuais do campo em Alagoas é a dificuldade
dos agricultores em acessar as políticas públicas. Segundo dados do IBGE (2012)
apenas 12% dos agricultores familiares e não familiares obtiveram acesso a crédito
e cerca de 90% não possuem nenhum tipo de assistência técnica. Esses dados
reforçam a necessidade de intervenções no meio rural. A Secretaria do
Planejamento, Gestão e Patrimônio de Alagoas estabelece como propostas de
intervenção para a mudança no meio rural do Estado, ações de combate à pobreza
rural, a sustentabilidade dos sistemas de produção, por meio da ampliação de

7

assistência técnica e da certificação da produção orgânica, e a criação de canais de
comercialização, com agregação de valor aos produtos por meio da agro
industrialização.
Aliado a esses dados, em Alagoas a Mata Atlântica, antes uma área contínua
de 14.529 Km2, reduziu-se a apenas a 877 Km2, ou seja, 6,04% da floresta original
em forma de pequenas e esparsas manchas verdes (CARVALHO, 2015), havendo
necessidade de ações para conservação ambiental e uso sustentável dos recursos
naturais. No Estado também encontram-se áreas de caatinga e cerrado, além de
estuários, sendo de extrema importância a conservação desses ambientes. Algumas
dessas áreas estão enquadradas em Unidades de Proteção, apresentando
importância na conservação dos ambientes naturais, na geração de renda e
manutenção das famílias residentes nesses locais.
Todos esses dados reforçam a necessidade de formação de profissionais para
atuação nesse setor, buscando alternativas econômicas sustentáveis, associadas a
melhoria dos índices de desenvolvimento da população e preservação ambiental.
Nesse contexto, a formação do profissional em Agroecologia proporciona uma visão
holística, compreendendo o contexto histórico e selecionando as melhores práticas
de intervenção a partir da leitura da realidade sociocultural, dos agro ecossistemas e
dos ecossistemas naturais, propondo as melhores técnicas produtivas e de manejo
de recursos, segundo os princípios da agroecologia.

8

1.2 CONTEXTUALIZAÇÃO INSTITUCIONAL
A Universidade Federal de Alagoas - UFAL é Pessoa Jurídica de Direito
Público – Federal, com CNPJ: 24.464.109/0001-48, com sede à Avenida Lourival de
Melo Mota, S/N, Campus A. C. Simões, no Município de Maceió, no Estado de
Alagoas, CEP 57.072-970, além de uma Unidade Educacional (UE) em Rio Largo,
município da região metropolitana da Capital.
Foi criada pela Lei Federal nº 3.867, de 25 de janeiro de 1961, a partir do
agrupamento das então Faculdades de Direito (1933), Medicina (1951), Filosofia
(1952), Economia (1954), Engenharia (1955) e Odontologia (1957), como instituição
federal de educação superior, de caráter pluridisciplinar de ensino, pesquisa e
extensão, vinculada ao Ministério da Educação, mantida pela União, com autonomia
assegurada pela Constituição Brasileira, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional – Lei 9394/96 e por seus Estatuto e Regimento Geral.
Possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus A. C. Simões,
em Maceió, onde são ofertados 54 cursos de graduação. O processo de
interiorização, iniciado em 2006, expandiu sua atuação para o Agreste, com o
Campus de Arapiraca e com Unidades Educacionais em Palmeira dos Índios,
Penedo e Viçosa e a oferta de 23 cursos. Em 2010, chegou ao Sertão, instalando-se
em Delmiro Gouveia e uma Unidade Educacional em Santana do Ipanema e a oferta
de 08 cursos, todos presenciais.
Além dos cursos presenciais, há 11 ofertados na modalidade de Educação à
Distância, através do sistema Universidade Aberta do Brasil - UAB. A pós-graduação
contribui com 31 programas de Mestrado e 09 de Doutorado, além dos cursos de
especialização nas mais diferentes áreas do conhecimento.
A pesquisa vem crescendo anualmente com a participação de linhas e grupos
de pesquisa nas mais diferentes áreas do conhecimento. A extensão contribui com
diversos programas e, também, é uma atividade em constante expansão.
O ingresso dos estudantes na UFAL se efetiva por meio de processo seletivo
através do ENEM e da plataforma SISu/MEC (Sistema de Seleção Unificada).

9

1.3 CONTEXTUALIZAÇÃO DA AGROECOLOGIA
Esta abordagem ecológica da agricultura se iniciou após a Primeira Guerra
Mundial, quando surgiram preocupações com a qualidade dos alimentos consumidos
na Europa. Nessa época, as ideias da Revolução Industrial influenciavam o setor
criando modelos baseados na produção em série e sem diversificação. Com o
avanço da química industrial, surgiram os adubos sintéticos, agrotóxicos e sementes
melhoradas. Além disso, surgiram em várias partes do mundo movimentos que
visavam resgatar as bases naturais da atividade e tinham princípios semelhantes, e
passaram a ser conhecidos como agricultura orgânica.
Após os anos 1980, estes modelos alternativos de produção passaram a ser
conhecidos como Agroecologia, sendo uma nova disciplina científica que integra os
aspectos tecnológicos, econômicos e sociais (ALTIERI, 2002) e o estabelecimento
de novas formas de relações entre natureza e sociedade, trazendo uma visão
integrada e sustentável entre as áreas de produção e preservação, resgatando
também o valor social da agricultura.
Para Stephen Gliessman uma das primeiras ocasiões de cruzamento entre a
ecologia e a agronomia ocorreu no final dos anos 1920, com o desenvolvimento da
ecologia de cultivos, pois era interessante conhecer as condições ecológicas onde
os cultivos cresciam melhor. Nos anos 1930, foi proposto o termo agroecologia,
como sendo a ecologia aplicada à agricultura. Após a Segunda Guerra, com a
crescente mecanização e uso de insumos químicos, a junção das duas áreas ficou
mais restrita e no fim dos anos 1950, o conceito de ecossistema forneceu uma
estrutura básica para se examinar a agricultura a partir de uma perspectiva
ecológica. Somente a partir dos anos de 1970 é que cresceu o interesse em aplicar
a ecologia à agricultura. No início dos anos 1980, a agroecologia emergiu como uma
metodologia e estrutura conceitual para o estudo de agroecossistemas, tendo como
influência o estudo dos sistemas tradicionais de cultivos, em países em
desenvolvimento, que passaram a ser reconhecidos como exemplos importantes de
manejo de agroecossistemas, ecologicamente fundamentados.

10

Para Gliessman (2001, p. 56)
“a agroecologia é por um lado, o estudo de processos
econômicos e de agroecossistemas e por outro, é um agente para
as mudanças sociais e ecológicas complexas, que tenham
necessidade de ocorrer no futuro a fim de levar a agricultura para
uma base verdadeiramente sustentável”.
A agroecologia é definida como “a aplicação de conceitos e princípios
ecológicos no desenho e manejo de agroecossistemas sustentáveis” (GLIESSMAN,
2001, p. 54). Dois pontos são importantes nessa definição: o agroecossistema e a
sustentabilidade.
O agroecossistema é considerado como um local de produção agrícola,
compreendido como um ecossistema (GLIESSMAN, 2001). Essa definição
possibilita uma análise complexa do sistema de produção de alimentos, incluindo
todas as estruturas componentes de um ecossistema e suas relações. Assim, o
sistema agrícola é visto como um todo – o fluxo de energia, a ciclagem de nutrientes,
os mecanismos reguladores de população e a estabilidade do sistema.
A diversidade de um agroecossistema é considerada como estratégia-chave
para alcançar a sustentabilidade. A diversidade fortalece relações entre espécies
que, similar aos ecossistemas naturais, podem diminuir a dependência de insumos
externos. O conceito de diversidade é entendido como resultante da distribuição
espacial, funcional e temporal das espécies que compõem uma comunidade.
Assim, a agroecologia proporciona o conhecimento e a metodologia
necessários para desenvolver uma agricultura que é ambientalmente consciente,
altamente produtiva e economicamente viável. Também, valoriza o conhecimento
local e empírico dos agricultores, a socialização deste conhecimento e sua aplicação
na busca pela sustentabilidade.
Para se alcançar o desenho de sistemas sustentáveis de produção há
necessidade de uso de novas tecnologias para superar os fatores limitantes, sendo
necessário o conhecimento aprofundado da natureza e dos princípios que regulam
seu

funcionamento

(ALTIERI,

1999).

Assim,

a

agroecologia

considera

o

conhecimento e as habilidades dos agricultores na busca por restabelecer a
biodiversidade a fim de criar sinergismos úteis que dotem aos agroecossistemas a
capacidade de manter-se ou voltar a um estado inato de estabilidade natural.

11

O rendimento sustentável decorre do equilíbrio dos cultivos, solos, nutrientes,
luz solar, umidade e outros organismos coexistentes. O agroecossistema é sadio e
produtivo quando prevalece a condição de equilíbrio e bom crescimento, e quando
os cultivos são capazes de tolerar o estresse e as adversidades ambientais. Se a
causa das doenças, pragas e degradação do solo se atribuem a um desequilíbrio,
então será necessário o retorno ao equilíbrio.
Segundo Altieri (1999) o desenvolvimento é planejado como um processo
coevolucionista entre o sistema social e ambiental. O sistema social é repleto de
conhecimento, valores tecnológicos e organizacionais. Cada um destes sistemas se
relaciona com os outros e cada um exerce uma pressão seletiva na evolução dos
outros. Desta maneira, tudo se conecta ao mesmo tempo em que tudo se altera
constantemente. Essa perspectiva coevolucionista destaca que os sistemas
agrícolas devem ser considerados como sistemas integrais, que não são estáticos e
insere as pessoas e sua forma de pensar no processo. O conhecimento cultural e
experimental dos agricultores torna-se importante para o processo e coevolução
(ALTIERI, 1999).
Sevilla-Guzmán (1997, p. 107) complementa o conceito de Agroecologia,
sendo definida como o manejo ecológico dos recursos naturais através de formas de
ação social coletiva que apresentam alternativas à atual crise civilizatória. O autor
completa que
“mediante propostas participativas, desde o âmbito da produção à circulação
alternativa de seus produtos, pretendendo estabelecer formas de produção e
consumo que contribuam a enfrentar a deterioração ecológica e social gerada pelo
neoliberalismo atual. Sua estratégia tem uma natureza sistêmica, ao considerar a
propriedade, a organização comunitária e os demais marcos de relação das
sociedades rurais articulados em torno da dimensão local, onde se encontram os
sistemas de conhecimento portadores do potencial endógeno que permite
potencializar a biodiversidade ecológica e sociocultural. Tal diversidade é o ponto de
partida de suas agriculturas alternativas, desde as quais se pretende o desenho
participativo de métodos endógenos de melhora socioeconômica, para o
estabelecimento de dinâmicas de transformação para sociedades sustentáveis”.
A agroecologia respeita a diversidade ecológica e sociocultural e, assim,
outras formas de conhecimento, gerando um conhecimento holístico, sistêmico,
contextualizador, subjetivo e pluralista, nascido a partir das culturas locais (SEVILLA

12

GUZMÁN, 2001). O autor destaca ainda a necessidade de construção e
reconstrução do conhecimento local, como estratégia básica para processos de
transição agroecológica.
A perspectiva endógena proposta por Sevilla Guzmán não exclui a
abordagem exógena (externa à comunidade), mas adapta-a a lógica de organização
local, protegendo assim, as identidades socioculturais específicas. Também,
evidencia a necessidade de interação entre as ciências naturais e humanas para
viabilizar uma visão não fragmentada, mas sim, uma visão holística do sistema
produtivo. De acordo com Sevilla Guzmán (2001) a agroecologia precisa ser
compreendida de forma ampla, transcendendo os aspectos técnicos e incluindo a
diversidade sociocultural existente, alcançando uma dimensão referente à cultura e
ao modo de organização social. É considerada uma forma de desenvolvimento
endógeno, pois todas as ações são tomadas em conjunto e conformidade com a
população local, sendo esta que norteia os principais interesses e perspectivas.
Assim, a agroecologia não pode ser confundida com um estilo de agricultura
ou como um conjunto de práticas agrícolas ambientalmente sustentáveis.
1.4 CONTEXTUALIZAÇÃO DA CRIAÇÃO DO CURSO DE AGROECOLOGIA
A preocupação com a sustentabilidade ambiental vem ganhando força nos
últimos anos, com pressão tanto da sociedade civil, empresas e poder público. A
agricultura e pecuária são áreas apontadas como causadoras de grande impacto
ambiental, principalmente pelos desmatamentos, uso predatório dos recursos
ambientas e poluição com produtos químicos.
Com o surgimento da Revolução Verde ocorrida a partir da década de 1950,
os sistemas de produção de alimentos no mundo foram alterados, a partir da
adoção de tecnologias como mecanização, uso de agroquímicos, sementes
melhoradas e recentemente os organismos geneticamente modificados. Nesse
contexto, extensas áreas foram e vem sendo desmatadas para ampliação do cultivo
de commodities, acarretando danos ambientais e sociais. Nesse cenário, cada vez
mais vem ampliando a busca em estabelecer estilos de agricultura menos
agressivos ao meio ambiente, capazes de proteger os recursos naturais, que sejam
duráveis no tempo e que tenham como base as relações socioculturais existentes
no meio rural. Em diversos países, passaram a surgir as agriculturas alternativas,
com diferentes denominações: orgânica, biológica, natural, ecológica, biodinâmica,

13

permacultura, entre outras, cada uma delas seguindo determinadas filosofias,
princípios, tecnologias, normas e regras, segundo as correntes a que estavam
aderidas.
Neste ambiente de busca e construção de novos conhecimentos, nasceu a
Agroecologia, como um novo enfoque científico, capaz de dar suporte a uma
transição a estilos de agriculturas sustentáveis e, portanto, contribuir para o
estabelecimento de processos de desenvolvimento rural sustentável, impulsionando
uma mudança substancial no meio rural e na agricultura, numa perspectiva que
assegure a sustentabilidade socioambiental e econômica dos territórios rurais
(CAPORAL e COSTABEBER, 2000a).
A Agroecologia é entendida como um enfoque científico destinado a apoiar a
transição dos atuais modelos de desenvolvimento rural e de agricultura
convencionais para estilos de desenvolvimento rural e de agriculturas sustentáveis
(CAPORAL e COSTABEBER, 2000a; 2000b; 2001, 2002). A Agroecologia constitui
um enfoque teórico e metodológico que, lançando mão de diversas disciplinas
científicas pretende estudar a atividade agrária sob uma perspectiva ecológica.
Nesse cenário, nos últimos anos vem aumentando os incentivos e interesse à
inserção nesse tema, tanto no meio rural, em políticas públicas, quanto em
atividades técnico-científicas e a criação de cursos técnicos, tecnológicos,
bacharelado e pós-graduação em Agroecologia, contribuindo para a formação de
recursos humanos no Brasil, como já ocorre em outros países, como México,
Argentina e Espanha.
1.5 CONTEXTUALIZAÇÃO DA MUDANÇA DE PPC AGROECOLOGIA
Quando as atividades do curso de Agroecologia Bacharelado foram iniciadas,
bem como na formulação inicial do Projeto Pedagógico do Curso em 2013, a
Unidade Acadêmica não tinha em sua equipe docentes com experiência nessa área.
Destaca-se que atualmente a Unidade já possui docentes e pesquisadores que
atuam em áreas da Agroecologia, produzindo pesquisas, ministrando aulas e
projetos de extensão em temas abordados pela Agroecologia.
No início de 2016 com a ampliação do quadro docente específico para o curso
e com formação na área, houve a criação da Comissão de Auto Avaliação, bem
como a inserção dos novos docentes ao NDE e Colegiado, e a equipe passou a
discutir as

necessidades

de

alterações na

proposta

curricular,

buscando

14

proporcionar uma formação holística, necessária no campo de atuação do
agroecólogo e fundamentada em três alicerces: 1) conhecimento técnico sobre
práticas produtivas sustentáveis e processo de transição agroecológica, 2)
conhecimento

a

respeito

dos

processos

ecológicos

que

operam

nos

agroecossistemas, de maneira a entender os impactos da agricultura convencional e
selecionar as técnicas de manejo agroecológico mais adequadas para o contexto
local, e (3) formação sociopolítica, no sentido de interpretar o perfil socioeconômico
e os conflitos associados as populações humanas com as quais o agroecólogo irá
atuar, e considerar esses aspectos na seleção de estratégias de intervenção.
Assim, ampliando as discussões do grupo, os docentes organizaram em 2016,
o Encontro de Ensino Superior em Agroecologia, realizado no CECA com
participação das Instituições que já possuem bacharelados em Agroecologia
(UFSCar, UEPB e UFPB), havendo a troca de experiências e discussão da
adequação da matriz curricular do curso da UFAL, buscando atender as
necessidades de formação desse profissional.
Assim, o novo projeto pedagógico reflete uma nova abordagem para a
formação desse profissional, que será capaz de integrar diferentes saberes e
competências por meio da utilização de instrumentos teórico-metodológicos e
práticos em atividades relacionadas à sustentabilidade dos agroecossistemas, vista
como resultante da ação conjunta dos fatores ambientais e sócio- econômicos, que
são a base para um desenvolvimento sustentável. Essas condições são essenciais
para a formação interdisciplinar dentro do objetivo de contribuir para o
desenvolvimento e consolidação de atividades de ensino, pesquisa e extensão na
temática da sustentabilidade dos agro ecossistemas, a partir das inter-relações dos
fatores ambientais e socioeconômicos.

15

2 IDENTIFICAÇÃO
2.1 IDENTIFICAÇÃO INSTITUCIONAL
Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
Dependência: Administrativa Federal
Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código: 577
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço do Campus sede:
Campus A. C. Simões – Cidade Universitária Maceió /AL
Rodovia BR 101, Km 14, CEP: 57.072 - 970
Fone: (82) 3214-1100 (Central)
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br
UNIDADE ACADÊMICA: Centro de Ciências Agrárias - CECA
Endereço: BR 104, Km 85, s/n, Rio Largo – AL, CEP 57.100-000.
Fone: (082) 3261-1351, (082) 3261-2221.
Portal eletrônico: www.ceca.ufal.br
2.2 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
NOME DO CURSO: Agroecologia (Bacharelado)
Modalidade: Presencial
Título: Bacharel em Agroecologia
Portaria de Reconhecimento: Reconhecido, porém esperando a publicação da
portaria.
- DOCUMENTO DE AUTORIZAÇÃO E/OU RECONHECIMENTO:
Criação: em 07/10/2013, através da Resolução nº 63/2013. .

16

Reconhecimento pelo MEC: ____/____/______.
- TURNO: Integral
- CARGA HORÁRIA E DURAÇÃO resolução cne/ces 02/2007
Carga Horária do Curso de Agroecologia (60 min)
Carga Horária Total

4475

Carga Horária Semestral Mínima

297,6

Carga Horária Semestral Máxima

447,5

DURAÇÃO: Mínima – 10 semestres (Cinco anos)
Máxima – 15 semestres (Sete anos e seis meses)
- NUMERO DE VAGAS: 50 vagas/ano (25/semestre), normatizada pela Resolução
nº 32/2009-CONSUNI/UFAL ou pelo processo seletivo da Universidade Federal de
Alagoas.
- FORMA DE ACESSO:
A principal forma de aceso aos cursos da Universidade Federal de
Alagoas é através do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), sendo a entrada
no primeiro e no segundo semestres definida por ordem de classificação e
normatizada pela Resolução nº 32/2009-CONSUNI/UFAL, de 21 de maio de 2009,
ou pelos processos seletivos de reopção,

transferência

normatizados pela Universidade Federal de Alagoas.

ou

equivalência

17

3 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
3.1 COLEGIADO
De acordo com o Regimento Geral da Universidade Federal de Alagoas, em
seus artigos 25 e 26, o Colegiado de Curso de Graduação tem o objetivo de
coordenar

o

funcionamento

acadêmico

de

Curso

de

Graduação,

seu

desenvolvimento e avaliação permanente, sendo composto de:
I. 05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos
suplentes, que estejam no exercício da docência, eleitos em Consulta efetivada com
a comunidade acadêmica, para cumprirem mandato de 02 (dois) anos, admitida uma
única recondução;
II. 01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente,
escolhido em processo organizado pelo respectivo Centro ou Diretório Acadêmico,
para cumprir mandato de 01 (um) ano, admitida uma única recondução;
III. 01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo
suplente, escolhidos dentre os Técnicos da unidade acadêmica, eleito pelos seus
pares, para cumprir mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução.
O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu Suplente (Vice-Coordenador),
escolhidos pelos seus membros dentre os docentes que o integram.
São atribuições do Colegiado de Curso de Graduação:
I. Coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto
Pedagógico do Curso, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, no perfil do
profissional desejado, nas características e necessidades da área de conhecimento,
do mercado de trabalho e da sociedade;
II. Coordenar o processo de ensino e de aprendizagem, promovendo a
integração docente-discente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da ação
docente com os planos de ensino, com vistas à formação profissional planejada;
III. Coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos resultados
obtidos, executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as alterações que
se fizerem necessárias;
IV. Colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;
V. Exercer outras atribuições compatíveis.

18

3.1.1 COLEGIADO - AGROECOLOGIA
TITULARES

FUNÇÃO

TITULAÇÃO

Reinaldo de Alencar Paes

DOCENTE

Doutor

Rafael José Navas da Silva

DOCENTE

Doutor

Patrícia Muniz de Medeiros

DOCENTE

Doutora

Ana Paula do Nascimento Prata

DOCENTE

Doutora

Themis de Jesus da Silva

DOCENTE

Doutora

Vivianne Maria Padilha Barbosa

TÉCNICO EM ASSUNTOS
EDUCACIONAIS

Mestranda

Gabriela Maria Cota dos Santos

ESTUDANTE

Graduando

SUPLENTES

FUNÇÃO

TITULAÇÃO

Philipe Lima de Amorim

DOCENTE

Doutor

Andrea de Vasconcelos Freitas
Pinto

DOCENTE

Adriana Guimaraes Duarte

DOCENTE

Regla
Toujagues
la
Rosa
Massahud
Rafael Ricardo Vasconcelos da
Silva
Isabella Cardoso Pereira da Silva
Clinton Cristiano de Oliveira

DOCENTE
DOCENTE

Doutora
Doutora
Doutora
Doutor

TÉCNICO EM ASSUNTOS
EDUCACIONAIS

Graduada

ESTUDANTE

Graduando

19

3.2 COORDENADOR E VICE COORDENADOR DO CURSO
COORDENADOR DO CURSO
- Nome: Reinaldo Paes de Alencar
- Formação acadêmica: Eng. Agrônomo
- Titulação: Doutor
- Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
- Tempo de exercício na UFAL: 10 anos
- Tempo de exercício na função: 3 anos
- Atuação profissional na área: 22 anos
VICE COORDENADOR DO CURSO
- Nome: Rafael José Navas da Silva
- Formação acadêmica: Eng. Agrônomo
- Titulação: Doutor
- Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva
- Tempo de exercício na UFAL: 3 anos
- Tempo de exercício na função: 2 ano
- Atuação profissional na área: 10 anos
3.3 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE
De acordo com a resolução Nº 52/2012-CONSUNI/UFAL, de 05 de novembro
de 2012 que institui e normatiza os NDEs na UFAL.
O NDE é o órgão consultivo e propositivo em matéria acadêmica, de apoio e
assessoramento ao Colegiado, sendo formado por docentes da respectiva Unidade
Acadêmica para acompanhar e atuar no processo de concepção, consolidação,
avaliação e contínua atualização do Projeto Político Pedagógico do Curso.
O NDE terá as seguintes atribuições:
- Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
- Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de
ensino constantes no currículo;
- Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão,
oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e
consoantes com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso;
- Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
Graduação.

20

O NDE será composto por um mínimo de 05 (cinco) professores pertencentes
ao corpo docente do curso indicados pelo Colegiado do Curso, garantindo-se a
representatividade das diversas áreas de conhecimento, com posterior aprovação
pelo Conselho da Unidade Acadêmica ao qual o curso esteja vinculado. Os
membros integrantes do NDE serão designados em Portaria do Reitor.
Os membros do NDE devem ter mandato de, pelo menos, 03 (três) anos,
sendo adotadas estratégias de renovações parciais, de modo a assegurar a
continuidade no pensar pedagógico do curso.
O Coordenador do NDE será eleito pelo colegiado do curso, cabendo-lhe as
seguintes atribuições:
- Convocar e presidir as reuniões, com direito a voto, inclusive o de qualidade;
- Encaminhar as propostas do NDE;
- Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser tratada pelo NDE;
- Designar um representante do NDE para secretariar e lavrar as atas.
O NDE deverá reunir-se, ordinariamente, ao menos uma vez a cada bimestre
e, extraordinariamente, sempre que convocado pelo seu Coordenador, por dois
terços dos seus membros ou pelo Colegiado de Curso. As reuniões serão iniciadas
com a maioria simples de seus membros.
3.3.1 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - AGROECOLOGIA
O Núcleo Docente Estruturante – NDE foi criado considerando as orientações
contidas na Portaria MEC nº. 147/2007, de 02/02/2007, bem como a Resolução
CONAES nº. 01/2010 e o Parecer nº. 04/2010, de 17/06/2012, da Comissão
Nacional de Avaliação da Educação Superior – CONAES, que tratam de sua
normatização, princípios, criação e sua finalidade e, por fim, a resolução nº 52/2012CONSUNI/UFAL, de 05 de novembro de 2012, que institui o núcleo docente
estruturante (NDE) no âmbito dos cursos de graduação da UFAL. Assim sendo, o
NDE do Curso de agroecologia foi homologado em 31-03-2016, pela portaria de nº
1.387 e tem os seus membros titulares compostos pelos seguintes professores:
PROFESSOR

REG DE TRAB

TITULAÇÃO

Reinaldo de Alencar Paes

DE

Doutor

Adriana Guimaraes Duarte

DE

Doutora

Ana Paula do Nascimento Prata

DE

Doutora

21

Andrea de Vasconcelos Freitas Pinto

DE

Doutora

Patrícia Muniz de Medeiros

DE

Doutora

Rafael José Navas da Silva

DE

Doutor

Philipe Lima de Amorim

DE

Doutor

Themis de Jesus da Silva

DE

Doutora

3.4 Quadro docente
Corpo Docente do Curso de Agroecologia:
REG
DE TRAB

TITUL.

SIAPE

ADRIANA GUIMARAES DUARTE

40H/DE

Doutora

2533740

ALEXANDRE MARCIO TOLEDO

40H/DE

Doutor

1121397

ANA PAULA DO NASCIMENTO PRATA

40H/DE

Doutora

1517971

ANDREA DE VASCONCELOS FREITAS PINTO

40H/DE

Doutora

2269766

ANTÔNIO EUZEBIO GOULART SANTANA

40H/DE

Doutor

1119939

CARLOS FREDERICO LINS E SILVA BRANDAO

40H/DE

Doutor

2389169

CÍCERO LUIZ CALAZANS DE LIMA

40H/DE

Doutor

3120389

EDNA PEIXOTO DA ROCHA AMORIM

40H/DE

Doutor

1119045

ELTON LIMA SANTOS

40H/DE

Doutor

2555134

EMERSON CARLOS SOARES E SILVA

40H/DE

Doutor

1443279

EURICO EDUARDO PINTO DE LEMOS

40H/DE

Doutor

1120584

FABIO LUIZ FREGADOLLI

40H/DE

Doutor

1481985

GAUS SILVESTRE DE ANDRADE LIMA

40H/DE

Doutor

1369412

GILSON MOURA FILHO

40H/DE

Doutor

1120948

HENRIQUE FONSECA GOULART

40H/DE

Doutor

2149347

HUGO HENRIQUE COSTA DO NASCIMENTO

40H/DE

Doutor

2700913

IEDO TEODORO

40H/DE

Doutor

1206894

JAIR TENORIO CAVALCANTE

40H/DE

Doutor

2216214

JAKES HALAN DE QUEIROZ COSTA

40H/DE

Doutor

1119766

DOCENTES ESTATUTÁRIOS LOTADOS NO CECA

22

JOÃO MESSIAS DOS SANTOS

40H/DE

Doutor

2146355

JOSE GOMES CHAVES

40H/DE

Doutor

1181156

JOSE ROBERTO SANTOS

40H/DE

Doutor

1143201

JOSE TEODORICO DE ARAUJO FILHO

40H/DE

Doutor

1186114

JULIO ALVES CARDOSO FILHO

40H/DE

Doutor

1120953

LAURICIO ENDRES

40H/DE

Doutor

1347702

LIGIA SAMPAIO REIS

40H/DE

Doutora

1121198

LUAN DANILO FERREIRA DE ANDRADE MELO

40H/DE

Doutor

1995312

MARCELO JOSE DE MELO

40H/DE

Mestre

1120961

MARCOS ALEX DOS SANTOS

20H

Doutor

1293984

MARIANA OLIVEIRA BREDA

40H/DE

Doutora

2389433

MAURO WAGNER DE OLIVEIRA

40H/DE

Doutor

431137

PATRICIA MUNIZ DE MEDEIROS

40H/DE

Doutora

1861153

PEDRO ACCIOLY DE SÁ PEIXOTO NETO

40H/DE

Doutor

2379905

PHILIPE LIMA DE AMORIM

40H/DE

Doutor

2197272

RAFAEL JOSE NAVAS DA SILVA

40H/DE

Doutor

2269621

RAFAEL RICARDO VASCONCELOS DA SILVA

40H/DE

Doutor

2150648

REGLA TOUJAGUEZ LA ROSA MASSAHUD

40H/DE

Doutora

1976721

REINALDO DE ALENCAR PAES

40H/DE

Doutor

1219272

RENAN CANTALICE DE SOUZA

40H/DE

Doutor

2073816

RICARDO ARAUJO FERREIRA JUNIOR

40H/DE

Doutor

2149678

ROGER NICOLAS BEELEN

40H/DE

Doutor

1378607

ROSEANE CRISTINA PRÉDES TRINDADE

40H/DE

Doutora

2337920

SANDRO CORREIA DE HOLANDA

40H/DE

Doutor

1313856

SARAH JACQUELINE CAVALCANTI DA SILVA

40H/DE

Doutora

2149632

SOFIA PESSOA LIRA SOUZA

40H/DE

Doutoranda

2269527

THEMIS DE JESUS DA SILVA

40H/DE

Doutora

1364343

VANIA APARECIDA DE SÁ

40H/DE

Doutora

1913027

40H/DE

Doutora

1347716

REG

TITUL.

SIAPE

VILMA MARQUES FERREIRA
DOCENTES TEMPORÁRIOS

23

DE TRAB
ALICE MARIA NASCIMENTO DE ARAUJO

40H

Doutora

589945

ANA CAROLINE DE MELO MORAIS

40H

Doutoranda

3063109

JAQUELINE FIGUEREDO DE OLIVEIRA COSTA

40h

Doutora

2997483

LEILA CRUZ DA SILVA CALHEIROS

40H

Doutora

325036

MARIA JOSE DE HOLANDA LEITE

40H

Doutora

3013084

MAURICIO SILVA DE LIMA

40H

Doutor

3007246

Voluntário

Doutor

4217441

REG
DE TRAB

TITUL.

SIAPE

40H/DE

Doutor

2269099

40H

Mestre

2274277

Voluntário

Doutorando

6278796

REG
DE TRAB

TITUL.

SIAPE

VIVIANNE MARIA PADILHA BARBOSA

Estatutário

ESPECIALISTA

1033899

LÓDINO SERBIM UCHOA NETO

Estatutário

MESTRE

1467783

EMERSON LIMA DE MENEZES

Estatutário

Graduado

2352743

LUCAS DOS SANTOS MEDEIROS

Estatutário

MESTRE

2158042

EDJANE GONCALVES DE FREITAS
DOCENTES QUE NÃO ESTÃO MAIS NO CECA
GABRIEL PAES MARANGON
JOELMIR JOSÉ ALBUQUERQUE DE FARIAS
ROBERTO RAMOS SOBRINHO

3.4 QUADRO DE TÉCNICOS
TÉCNICOS ESTATUTÁRIOS LOTADOS NO
CECA

24

4 PROPOSTA CURRICULAR DO CURSO
4.1 OBJETIVOS DO CURSO DE AGROECOLOGIA
O objetivo geral do curso é formar profissionais com concreta aptidão aos
princípios da agroecologia, fundamentados na ética profissional e política, para
atender à crescente demanda por produtos agropecuários de qualidade e que sejam
produzidos com baixo impacto ambiental, com viabilidade econômica e justiça
social.
Os objetivo específico do curso são:
Prover uma formação interdisciplinar, alicerçada em sólidos conhecimentos das
ciências agrárias, humanas e biológicas;
Fornecer ampla formação científica aos egressos, no sentido de proporcionar,
para além da utilização de técnicas e conceitos agroecológicos já existentes, a
concepção e desenvolvimento de novas tecnologias e estratégias agroecológicas;
Formar profissionais que possam integrar o conhecimento acadêmico às
múltiplas formas de conhecimento local para propor estratégias de intervenção;
Capacitar os profissionais a desenvolver trabalhos pautados no diálogo com as
populações humanas envolvidas, de modo a possibilitar a participação das mesmas em
todas as etapas das atividades realizadas.
4.2 HABILIDADES/COMPETÊNCIAS
O agroecólogo possuirá competências para atuar no setor privado, público e
terceiro setor (ONGs, cooperativas e associações), principalmente nas seguintes
áreas:
- Assistência técnica rural;
- Sistemas agroecológicos de produção vegetal e animal;
- Elaboração e monitoramento de planos de transição agroecológica em
pequenas e grandes propriedades;
- Proposição de estratégias de desenvolvimento rural sustentável;
- Produção de insumos orgânicos;
- Certificação orgânica;
-

Armazenamento,

beneficiamento

e

processamento

de

produtos

agroecológicos de origem animal e vegetal;
- Pesquisa em agroecologia, contemplando a proposição de técnicas de

25

produção agroecológica e avaliação da adequabilidade de tais técnicas, dos pontos
de vista produtivo, ecológico e socioeconômico;
- Coordenação/atuação na avaliação de impactos ambientais;
- Elaboração, implantação e monitoramento de políticas públicas de
desenvolvimento rural sustentável;
- Administração e planejamento no meio rural;
- Economia Solidária, Associações e Cooperativas;
- Educação ambiental.
4.3 PERFIL DO EGRESSO
O agroecólogo formado pela UFAL possuirá ampla formação interdisciplinar,
pautada principalmente em três competências: (1) conhecimento técnico sobre
práticas produtivas sustentáveis e processo de transição agroecológica; (2)
conhecimento

a

respeito

dos

processos

ecológicos

que

operam

nos

agroecossistemas, de maneira a entender os impactos da agricultura convencional e
selecionar as técnicas de manejo agroecológico mais adequadas para o contexto
local, e (3) formação sociopolítica, no sentido de interpretar o perfil socioeconômico e
os conflitos associados as populações humanas com as quais o agroecólogo irá atuar,
e considerar esses aspectos na seleção de estratégias de intervenção.
Espera-se que o profissional de Agroecologia, formado pelo CECA/UFAL,
seja dotado de valores éticos, sociais, culturais e políticos, buscando melhorar as
condições sociais e econômicas do homem do campo, bem como garantir a
sustentabilidade do desenvolvimento rural com a produção de alimentos de
qualidade, acompanhando as necessidades dos produtores rurais e dos
consumidores.
O profissional egresso do curso Agroecologia deverá ser um profissional
capaz de integrar diferentes saberes e competências por meio da utilização de
instrumentos teórico- metodológicos e práticos em atividades relacionadas à
sustentabilidade dos agroecossistemas, vista como resultante da ação conjunta dos
fatores ambientais e socioeconômicos, que são a base para um desenvolvimento
sustentável. Essas condições são essenciais para a formação interdisciplinar dentro
do objetivo de contribuir para o desenvolvimento e consolidação de atividades de
ensino, pesquisa e extensão na temática da sustentabilidade dos agroecossistemas,
a partir das inter-relações dos fatores ambientais e socioeconômicos.

26

4.4 CAMPO DE ATUAÇÃO
O campo de atuação do agroecólogo é bastante vasto e engloba a interface
das ciências agrárias, humanas e biológicas. Assim, este pode participar das várias
etapas da produção sustentável de alimentos e outros produtos agropecuários, além
de avaliar o estado de conservação dos agroecossistemas e os impactos das
atividades antrópicas, selecionando as técnicas de manejo mais adequadas do
ponto de vista socioambiental e produtivo.
4.5 EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CURSO DE AGROECOLOGIA
Desde os anos de 1970, estamos envolvidos em transformações sem
precedentes nas esferas econômica, política, sociocultural e ambiental. Essas
transformações, configuradas pela reestruturação produtiva do processo capitalista,
encerradas no pensamento neoliberal e do processo de globalização, desestruturam
conquistas sociais importantes e tornam ainda mais evidentes quão frágeis são a
economia, a política e a organização social da maioria dos estados nacionais do
Planeta.
Resgata-se de Carvalho (2002), a ideia de que toda educação é ambiental,
pois se a Educação não vier acompanhada pela dimensão ambiental, “perde sua
essência e pouco pode contribuir para a continuidade da vida humana” (p. 36).
Assim, a Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, regulamentada pelo Decreto nº
4.281, de 25 de junho de 2002, dispõe especificamente sobre a Educação Ambiental
(EA) e institui a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), como componente
essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma
articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo. As DCNs de
Educação Ambiental (Resolução CNE/CP Nº2/2012) destacam que “o papel
transformador e emancipatório da Educação Ambiental torna-se cada vez mais
visível diante do atual contexto nacional e mundial em que a preocupação com as
mudanças climáticas, a degradação da natureza, a redução da biodiversidade, os
riscos socioambientais locais e globais, as necessidades planetárias evidenciam-se
na prática social”.
Isso posto, nota-se a necessidade de inserir no processo educativo do curso
de

agroecologia

interdisciplinaridade.

as
O

discussões
trabalho

de

educação

interdisciplinar

de

ambiental,
educação

na

visão

da

ambiental

se

27

caracteriza pela ampliação do espaço social e visa a disseminação crítica dos
conhecimentos socioambientais, culturais e políticos, articulando-os à realidade
local, nacional e global, com a formação cidadã e ética.
Busca-se superar a mera ideia de ecologizar o processo educativo, pois o
trabalho de educação ambiental não se limita ao acúmulo de conceitos de ecologia
ou ao trabalho com problemas ambientais, por isso, na maioria das suas disciplinas
se discutem as questões socioambientais, articulando com a formação do perfil
profissional do curso.
Isso posto, destaca-se ainda que a UFAL possui um Núcleo de Educação
Ambiental (NEA), ligado ao Centro de Educação, mas que está aberto a apoiar o
trabalho de educação ambiental em diversos cursos. O NEA desenvolve atividades
com o Coletivo Jovem, cursos de formação para professores e estudantes sobre
Educação Ambiental, curso de especialização em Educação Ambiental (2012).
4.6 EDUCAÇÃO PARA AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS (ERER) NO CURSO DE
AGROECOLOGIA
Além de cumprir com as exigências normativas educacionais brasileiras, a
proposta de uma Educação para as Relações Étnico-raciais (ERER), incorporada
aos currículos dos cursos de bacharelado desta instituição de ensino superior, por
meio dos Projetos Pedagógicos de Cursos (PPCs), estimula a integração entre
saberes étnicos constitutivos de nossa cultura brasileira (branco, indígena, negro e
cigano), em destaque a nossa cultura alagoana, além de possibilitar a produção de
novos conhecimentos científico, cultural, tecnológico e artístico, ou a revisão dos
conhecimentos existentes, de modo a promover condutas e políticas de formação
profissional que valorizem as diversidades étnico-raciais. Em decorrência dessa
proposta, referendar-se-á o compromisso firmado pela UFAL, dentre outros, de
aperfeiçoamento das políticas de ações afirmativas, dos cursos de graduação à pósgraduação, implementadas, oficialmente, desde 11 de novembro de 2003, por meio
da Resolução CONSUNI/UFAL nº 33, que aprovou o Programa Ações Afirmativas
para Afro-descendentes (PAAF) nesta instituição, com o empenho do Núcleo de
Estudos Afro-brasileiros (NEAB-UFAL), criado em 1981, inicialmente Centro de
Estudos Afro-brasileiros (CEAB), que atua tanto internamente à UFAL, com o papel
de promover cursos de formação/capacitação, debates, disponibilização de acervo
(documental e bibliográfico) para consulta e coordenação geral de editais sobre

28

ERER; quanto externamente, em parceria com outras instituições educacionais do
estado, do país e/ou outros países, e com os movimentos sociais.
4.7 METODOLOGIA
O Curso de Agroecologia visa a integração com os demais Cursos do CECA,
buscando envolvimento entre os discentes e os docentes. Por formar profissionais
que atuam na área das ciências agrárias, os cursos procuram uma adequação da
metodologia tendo uma estratégia de ação participativa, englobando o ensino, a
pesquisa e a extensão.
A metodologia definida para desenvolver as atividades do curso expressa
coerência com seus objetivos, com os princípios institucionais e com sua estrutura
curricular, estando comprometida com a interdisciplinaridade.
Os conteúdos abordados no curso são trabalhados através de aulas teóricas e
práticas. Nas aulas expositivas são utilizados recursos tecnológicos que auxiliam no
processo de ensino e aprendizagem, tais como: audiovisuais, como data-show, TV,
Internet e vídeo. Visando o desenvolvimento da habilidade técnica, humana e
conceitual, além da possibilidade de avaliar resultados obtidos são conduzidos
estudo de casos, atividade de aplicação dos conteúdos teóricos, a partir de
situações práticas. Também são realizados seminários, preparando o aluno para a
prática expositiva, sistematização de ideias, clareza ao discorrer sobre o assunto em
pauta e a dinâmica de grupo que visa o preparo dos alunos para a vivência
profissional, com estimulação do desenvolvimento da contextualização crítica,
tomada de decisões e liderança.
As práticas são realizadas através de visitas técnicas que são concretizadas
em visitas a empresas, propriedades rurais e instituições públicas, privadas e
terceiro setor, visando integrar teoria e prática, além de contribuir para o
estreitamento das relações entre instituição de ensino e as esferas sociais
relacionadas à área do curso, estabelecendo, dessa forma, uma visão sistêmica,
estratégica e suas aplicações na área do curso. Também são realizadas práticas em
laboratórios e campo, em que o curso utilizará laboratórios básicos e laboratórios
aplicados ao desenvolvimento das competências e habilidades práticas de suas
disciplinas. Esses laboratórios montados de forma a possibilitar um ensino de alto
nível e atualizado, colocando o aluno em contato com equipamentos regularmente
utilizados na realidade profissional. Dessa forma, o aluno, ao se formar, poderá

29

aplicar, em sua vida profissional, os conhecimentos úteis e importantes adquiridos
nas aulas práticas. As aulas de campo integram atividades de produção vegetal e
animal, envolvendo os discentes em todas as etapas, desde o plantio até a colheita
dos produtos, bem como as atividades de manejo animal. Essas serão
desenvolvidas nos setores existentes na Unidade e nas áreas experimentais
implantadas.
Com o objetivo de buscar a integração de turmas e avanço do conhecimento,
são realizados ciclos de palestras, trazendo assuntos novos e enriquecedores, além
de proporcionar aos alunos a prática de cerimonial e organização de eventos, já que
estes ciclos são elaborados pelos próprios alunos, sob a orientação do professor da
disciplina competente. Assim como palestras, metodologia utilizada após o professor
aprofundar determinado assunto, tendo o palestrante a finalidade de contribuir para
a integração dos aspectos teóricos com o mundo do trabalho.
Os alunos são incentivados a desenvolverem projetos culturais e sociais, sob
a coordenação de professores e colaboradores, abordando temas envolvendo às
relações étnico-raciais, como o as questões e temáticas relacionadas aos
afrodescendentes e indígenas, conforme a Lei 10.639/2003 e a Lei 11.645/2008 e da
Resolução CNE/CP 01/2004, fundamentada no Parecer CNE/CP 03/2004 que
dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Relações
Étnico Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e
Indígena.
Estas práticas apoiam-se em uma metodologia que busca uma interação entre
aluno – professor – conteúdo. Preza-se que o educando conheça os primeiros
passos do caminho para aprender a aprender. Os estudantes são encorajados a
definir seus próprios objetivos de aprendizagem e tomar a responsabilidade por
avaliar seus progressos pessoais. No entanto, o aluno é acompanhado e avaliado, e
essa avaliação inclui a habilidade de reconhecer necessidades educacionais
pessoais, desenvolver um método próprio de estudo, utilizar adequadamente uma
diversidade de recursos educacionais e avaliar criticamente os progressos obtidos. A
avaliação de rendimento do aluno segue a resolução da UFAL, CEPE 25/2005, de
26 de outubro de 2005, como segue:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

30

(d) Estágio Curricular Obrigatório.
(e) Atividades Complementares.

31

5 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
5.1 COMPONENTES CURRICULARES
O Estágio Obrigatório e o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), nas suas
diversas modalidades, complementam a formação do aluno dando ao mesmo a
oportunidade efetiva de observar como os mais diversos conhecimentos adquiridos
no curso são executados na prática.
A organização curricular do Curso é apresentada na Tabela 1, com as
atividades que compõem a formação do discente.
Tabela 1. Organização Curricular do Curso de Agroecologia
CURSO: AGROECOLOGIA
Componentes Curriculares

Horas-relógio
(60min)

%

Disciplinas Obrigatórias

3865

86,36

Disciplinas Eletivas

180

4,03

Atividades Complementares

150

3,36

Estágio Supervisionado Obrigatório

200

4,47

Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

80

1,78

Carga horária total

4475

100

Atividades curriculares de extensão *

447,5

10

* As atividades curriculares de extensão estão inseridas nas demais atividades do
curso, como Disciplinas, TCC e Atividades Complementares, buscando a integração
entre Ensino-Pesquisa-Extensão.

32

Podemos observar na Figura 1 a organização curricular do curso com suas
devidas percentagens.
Figura 1. Representação gráfica da proporção da carga horária do Curso de
Agroecologia/CECA/UFAL.

4,03

4,47 1,78

3,36

Disciplinas obrigatórias
Disciplinas
complementares
Disciplinas eletivas
Estágio Supervisionado
obrigatório
Trabalho de conclusão de
curso (TCC)

86,36

5.2 CONTEÚDO/MATRIZ CURRICULAR
A organização da matriz curricular permite hierarquizar os conhecimentos de
modo que os fundamentos sejam ministrados de forma sequencial e integrados. A
estrutura curricular não apresenta nenhuma certificação intermediária, mas enfatiza
a flexibilidade onde as disciplinas poderão sofrer alterações no seu ementário
semestre a semestre, no sentido de atualização de conteúdos.
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso tem por função atualizar
periodicamente o projeto pedagógico do curso e conduzir os trabalhos de
reestruturação curricular, para aprovação no Colegiado de Curso, sempre que
necessário.

Esse

é

o

órgão

consultivo

responsável

pela

concepção,

acompanhamento e revisão do Projeto Pedagógico do Curso de Agroecologia do
CECA/UFAL. O currículo do curso abrangerá uma sequência de disciplinas e
atividades ordenadas por matrículas semestrais, com aulas ministradas no período
diurno, em dois ciclos curriculares, eixo comum e eixo profissional. As disciplinas
serão estruturadas e distribuídas em dez períodos compreendidos de 100 dias

33

letivos cada um. As disciplinas eletivas serão ofertadas no horário, a partir do sexto
período, porém o aluno que apresentar interesse e disponibilidade, poderá se
matricular a partir do 2º período, no entanto este deve priorizar as disciplinas
obrigatórias do respectivo semestre que está cursando.
O Curso de Agroecologia está localizado no Eixo das Ciências Agrárias, com
as respectivas características gerais dos troncos de conhecimento:
• Flexibilidade curricular: possibilita mobilidade docente (atuação) e discente
(aquisição de conhecimentos do Tronco inicial e conhecimentos complementares).
• Tronco Profissionalizante: práticas, estágios e TCCs, preferencialmente com
intervenção na realidade local; competência aferida mediante monografia com banca
docente e defesa pública;
• Pesquisa e extensão: consideradas princípios pedagógicos, devem estar
obrigatoriamente presentes nas atividades curriculares dos troncos Intermediário e
Profissionalizante;
• Modalidade à distância: os projetos pedagógicos dos cursos poderão conter
até 20% de carga horária ministrada na modalidade à distância, segundo permite a
legislação em vigor.
Na matriz curricular do curso de Agroecologia ofertado pela UFAL - Centro de
Ciências Agrárias observa-se os fundamentos da estética da sensibilidade, política
da igualdade e a ética da identidade, como também os princípios específicos de
flexibilidade, autonomia, interdisciplinaridade e transversalidade.
A identidade supõe uma inserção no meio social que leva à definição de
vocações próprias, que se diversificam ao incorporar as necessidades locais e as
características dos alunos e a participação dos professores e das famílias no
desenho institucional.
A diversidade é necessária para contemplar as desigualdades nos pontos de
partida dos alunos, que requerem diferenças de tratamento como forma mais eficaz
de garantir um resultado comum nos pontos de chegada. Com a flexibilidade
procurar-se-á promover a adaptação às diferenças individuais, respeitar os diversos
ritmos de aprendizagem, integrar as diferenças locais e os contextos culturais.
A interdisciplinaridade baseia-se na interdependência, na interação e no
diálogo permanente entre os vários ramos do conhecimento, e deve buscar a
integração do conhecimento num todo harmônico e significativo. O princípio
pedagógico da contextualização permite à Universidade pensar o currículo de forma

34

flexível, com uma ampla rede de significações, e não apenas como um lugar de
transmissão do saber. O conteúdo de ensino deve provocar aprendizagens
significativas que mobilizem o aluno e estabeleçam entre ele e o objeto do
conhecimento uma relação de reciprocidade. A contextualização evoca, por isso,
áreas, âmbitos ou dimensões presentes na vida pessoal, social e cultural, e mobiliza
competências cognitivas já adquiridas.
Esses princípios pedagógicos visam contribuir para a formação da totalidade
humana em consonância com as novas demandas do mundo contemporâneo.
Também é observado como eixos estruturais na organização dos cursos, o
“aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a viver, aprender a ser”, eixos
encaminhados pela UNESCO que orientarão a seleção dos conteúdos significativos.
A interdisciplinaridade propicia o diálogo entre os vários campos do
conhecimento e a integração do saber. Visa superar uma organização curricular
tradicional, que coloca as disciplinas como realidades estanques, fragmentadas,
isoladas e dificulta a apropriação do conhecimento pelo aluno. A interdisciplinaridade
favorece uma visão contextualizada e uma percepção sistêmica da realidade,
permitindo uma compreensão mais abrangente do saber.
A interdisciplinaridade integra o saber, propiciando a compreensão da
relevância

e

do

significado

dos

problemas

estudados,

favorecendo,

consequentemente, os processos de intervenção e busca de soluções. Expressa
ainda a necessidade de reconstruir o pensamento em novas bases, recuperando
dimensões como a criatividade, a imaginação e a capacidade de lidar com a
incerteza. A interdisciplinaridade não significa uma justaposição de saberes, nem
implica uma comunicação reduzida entre as disciplinas. Envolve a elaboração de um
contexto mais geral, no qual as disciplinas em contato são modificadas, passando a
dependerem claramente uma das outras. Promove, portanto, intercâmbios mútuos e
recíprocas integrações entre as disciplinas.
O ensino baseado na interdisciplinaridade tem um grande poder estruturador,
pois, as definições, os contextos e os procedimentos que são estudados pelos
alunos são organizados em torno de unidades mais globais, que agregam estruturas
de conceitos e metodologias compartilhadas por várias disciplinas, capacitando os
alunos para enfrentar problemas que transcendem os limitem de uma disciplina
concreta e para detectar, analisar e solucionar novas questões. Além disso, a
interdisciplinaridade favorece a realização de transferência das aprendizagens já

35

adquiridas

em

outros

contextos

e

amplia

a

motivação

para

aprender.

Adicionalmente, as disciplinas do Curso estão inter-relacionadas e se integram em
função dos objetivos do Curso e do perfil do egresso.
A transversalidade busca a adequação do currículo às características dos
alunos e do ambiente socioeconômico e cultural, permitindo relacionar as atividades
curriculares com o cotidiano dos alunos e com o contexto social. Para atender a
esse princípio, buscou-se adequar o processo ensino-aprendizagem à realidade
local e regional, articulando as diferentes ações curriculares às características,
demandas e necessidades de cada contexto.
Desenvolveu-se estratégias para articular o processo de ensino à realidade
dos alunos, propiciando uma aprendizagem referida aos diferentes âmbitos e
dimensões da vida pessoal, social e cultural dos discentes. Nessa perspectiva, as
práticas curriculares implementadas no curso estão pautadas no conhecimento das
características dos alunos, buscando respeitar sua personalidade e sua identidade.
O princípio da transversalidade permitiu ainda pensar um currículo de forma
abrangente, com uma ampla rede de significações, e não apenas como um lugar de
transmissão e reprodução do saber. A transversalidade envolve o estabelecimento
de uma relação de reciprocidade entre o aluno e o objeto de conhecimento,
favorecendo uma aprendizagem significativa, uma vez que está baseada nos
diferentes âmbitos e dimensões da vida pessoal, social e cultural dos alunos.
A educação relativa às relações étnico-raciais, bem como o tratamento de
questões e temáticas relacionadas a afro descendentes e indígenas estão sendo
abordadas em disciplinas, como Sociologia Rural, Etonoecologia e Etnobiologia,
Fundamentos de Antropologia, História da Agricultura, e nas demais atividades
curriculares do curso, como projetos de pesquisa e extensão. Têm-se feito esforços
para a organização de palestras e visitas a comunidades remanescentes de
quilombos e conhecimento da realidade indígenas da região.
As inovações são sempre uma característica da Educação Superior, visto que
o conhecimento é dinâmico e reflete as mudanças que homens e sociedades
produzem em sua história. Nesse sentido, tais inovações são também acionadas
numa perspectiva de inclusão social de setores que exigem, por direito, o respeito às
suas demandas sociais. Considerando que a Educação é um dos mais importantes
espaços para garantir essa inclusão, a organização curricular do Curso Superior em
Agroecologia da Universidade Federal de Alagoas – Centro de Ciências Agrárias,

36

contempla também às exigências do Decreto Nº. 5.626, publicado no DOU de
23/12/2005, que Regulamenta a Lei Nº. 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe
sobre a disciplina de LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais e o art. 18 da Lei Nº.
10.098, de 19 de Dezembro de 2000, com carga horária de 60 horas, na condição
de Disciplina Eletiva. O cumprimento do referido Decreto visa garantir o direito à
educação das pessoas com deficiência auditiva, bem como instrumentalizar o futuro
profissional para atender esse público, que possam apresentar esta necessidade
especial, como cidadãos.
Assim, a Universidade Federal de Alagoas – Centro de Ciências Agrárias
reúne uma feliz combinação de fatores: a modernidade de sua proposta educacional
interdisciplinar, que valoriza a formação humanista, crítica e reflexiva; o
envolvimento da sua equipe docente, composta por doutores, mestres e
especialistas; e as instalações, que incluem salas de aula, biblioteca, laboratórios e
setores produtivos vegetal e animal, para a formação acadêmica do corpo discente.
Essa concepção exige de todos os colaboradores da Universidade a
necessidade de um olhar mais abrangente, uma visão de totalidade, um esforço de
distinguir para unir, e, no que diz respeito ao ensino, à articulação estreita dos
saberes e potencialidades, à necessidade do trabalho interdisciplinar; à relação
teoria e prática e a uma avaliação permanente. Estão inseridos nesse olhar os
valores éticos, políticos e estéticos. A organização didática, as formas de
convivência

acadêmica,

a

organização do

currículo

e

das

situações

de

aprendizagem e os procedimentos de avaliação devem estar coerentes com esses
valores que agregam a sensibilidade, a igualdade e a identidade.

37

5.3 ORDENAMENTO CURRICULAR
O ordenamento curricular previsto para o Curso de Agroecologia contempla
os ciclos básico, intermediário, profissionalizante e pode ser visualizado nos
quadros abaixo. O pré-requisito dentro do sistema seriado é controlado pelo
fluxograma do curso, mas também haverá pré-requisito por disciplinas. O prérequisito do sistema seriado funciona da seguinte forma: o semestre anterior é
sempre co-requisito do subsequente, podendo funcionar concomitantemente em até
50% da carga horária das disciplinas. Portanto, são mecanismos de controle de
requisitos:
1.

O aluno que perder mais de 50%, em carga horária das disciplinas

do semestre em curso fica retido e deverá se matricular nas disciplinas que foi
reprovado;
2.

O aluno que perder, deixar de cursar, trancar por mais de uma vez

uma disciplina fica retido até cumpri-la.
As disciplinas estabelecidas como pré-requisitos controlam o fluxo curricular
impedindo a matrícula do aluno sem ter cursado e aprovado na disciplina prérequisito.

38

5.4 QUADRO DAS DICIPLINAS POR SEMESTRE
Quadro das disciplinas do curso de Agroecologia por semestre.
1º PERÍODO

BOTÂNICA

C.H.
Teórica
50

C.H.
Prática
25

C.H.
Semanal
5

C.H.
Total
75

AECO002

SOCIOLOGIA RURAL

50

10

4

60

--

AECO003

INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS
AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
INFORMÁTICA APLICADA A
CIÊNCIAS AGRÁRIAS
FUNDAMENTOS DA
MATEMÁTICA

40

20

4

60

--

30

30

4

60

--

50

10

4

60

--

QUÍMICA GERAL

60

15

5

75

--

TOTAL

280

110

26

390

--

C.H.
Prática
25

C.H.
Semanal
4

C.H.
Total
60

Prérequisitos
--

Código

Disciplinas

AECO001

AECO004
AECO005
AECO006

Pré-requisitos
--

2º PERÍODO

AECO007

DESENHO TÉCNICO

C.H.
Teórica
35

AECO008

BIOQUÍMICA

50

25

5

75

AECO006

AECO009

FUNDAMENTOS DA FISICA

50

10

4

60

--

AECO011

MICROBIOLOGIA GERAL

40

20

4

60

--

AECO012

METODOLOGIA DA
PESQUISA
HISTÓRIA DA
AGRICULTURA
FUNDAMENTOS DE
ECOLOGIA
TOTAL

40

20

4

60

--

30

--

2

30

--

40

5

3

45

--

285

105

26

390

--

Código

AECO013
AGEC014

Disciplinas

39

3º PERÍODO
C.H.
Teórica
30

C.H.
Prática
30

C.H.
Semanal
4

C.H.
Total
60

Prérequisitos

AGROMETEOROLOGIA E
CLIMATOLOGIA

40

20

4

60

--

AECO025

FISIOLOGIA VEGETAL

40

20

4

60

AECO001

AGEC026

CIÊNCIAS DO AMBIENTE E
MANEJO AGRÁRIO DE
RECURSOS NATURAIS

45

15

4

60

--

Código

Disciplinas

AECO010

TOPOGRAFIA

AECO015

AECO007

AECO027

FUNDAMENTOS DA CIÊNCIA
DO SOLO

45

15

4

60

--

AECO029

INSTALAÇÕES RURAIS

50

10

4

60

AECO007

AECO030

ECOLOGIA GERAL

50

10

4

60

--

TOTAL

255

105

28

420

--

4º PERÍODO
Código

Disciplinas

C.H.
Teórica

C.H.
Prática

C.H.
Semanal

C.H.
Total

Prérequisitos

AGEC031

SEGURANÇA NO
TRABALHO RURAL

45

15

4

60

--

AECO032

GENÉTICA GERAL

60

15

5

75

--

AECO033

ESTATÍSTICA GERAL

50

10

4

60

AECO004

AECO034

FÍSICA E CLASSIFICAÇÃO
DO SOLO

40

20

4

60

AECO027

AECO035

FITOPATOLOGIA

40

20

4

60

AECO011

AECO036

ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE
IMPACTOS AMBIENTAIS

40

20

4

60

--

AECO037

ZOOLOGIA APLICADA

40

20

4

60

--

TOTAL

315

120

29

435

40

5º PERÍODO
Disciplinas

C.H.
Teórica

C.H.
Prática

C.H.
Semanal

C.H.
Total

Prérequisitos

AECO039

EXTENSÃO RURAL

40

20

4

60

--

AECO040

ENTOMOLOGIA

40

20

4

60

AECO037

AECO041

FERTILIDADE DO SOLO E
NUTRIÇÃO DE PLANTAS

40

20

4

60

AECO034

AECO042

MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA

40

20

4

60

Código

-AECO030

AECO043

ECOLOGIA DE
AGROECOSSISTEMAS

40

20

4

60

AECO045

HORTICULTURA GERAL

40

20

4

60

--

AECO046

MELHORAMENTO VEGETAL

40

20

4

60

AECO032

AECO047

PRODUÇÃO E TECNOLOGIA
DE SEMENTES

40

20

4

60

AECO025

320

160

32

480

TOTAL

6º PERÍODO
Código

Disciplinas

AECO048

FITOSSOCIOLOGIA E MANEJO
DE PLANTAS DANINHAS
COOPERATIVISMO,
ASSOCIATIVISMO E ECONOMIA
SOLIDÁRIA
CONTROLE ECOLÓGICO DE
PRAGAS
NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO
ANIMAL
OLERICULTURA
AGROECOLÓGICA 1

AECO049
AECO050
AECO051
AECO052

C.H.
C.H.
C.H.
Teórica Prática Semanal

C.H.
Total

Prérequisitos

40

20

4

60

AECO025

40

20

4

60

--

40

20

4

60

AECO040

40

20

4

60

--

40

20

4

60

AECO045

AECO053

TCC 1

15

15

2

30

--

AECO059

CULTURAS ANUAIS I

40

20

4

60

--

AECO

ELETIVA 1
255

135

26

390

--

TOTAL

41

7º PERÍODO
Código

Disciplinas

C.H.
Teórica

C.H.
Prática

C.H.
Semanal

C.H.
Total

Prérequisitos

AECO055

CULTURAS ANUAIS 2

40

20

4

60

--

40

20

4

60

AECO035

40

20

4

60

AECO002

40

20

4

60

AECO045

25

15

2

40

--

40

20

4

60

AECO045

30

30

4

60

AECO051

40

20

4

60

--

295

165

30

460

--

AECO057
AECO058
AECO060
AECO061
AECO062
AECO063

MANEJO AGROECOLOGICO
DE DOENÇAS
FUNDAMENTO DE
ANTROPOLOGIA
OLERICULTURA
AGROECOLÓGICA 2
POLÍTICAS PÚBLICAS E
DESENVOLVIMENTO RURAL
PLANTAS MEDICINAIS E
AROMÁTICAS
AVICULTURA e
SUINOCULTURA

AECO064

FORRAGICULTURA

AECO

ELETIVA 2
TOTAL

8º PERÍODO
C.H.
Teórica

C.H.
Prática

C.H.
Semanal

C.H.
Total

LEGISLAÇÃO AGRÍCOLA,
AGRÁRIA E AMBIENTAL
FRUTICULTURA
AGROECOLÓGICA
ETNOBIOOGIA E
ETNOECOLOGIA

35

10

3

60

--

40

20

4

60

AECO045

40

20

4

60

AECO068

CAPRINOVINOCULTURA

40

20

4

60

AECO069

SILVICULTURA

40

20

4

60

AECO070

AQUICULTURA

40

20

4

60

AECO071

USO DA ÁGUA EM
AGROECOSSISTEMA

45

15

4

60

AECO072

SEMINÁRIO 2

15

15

2

30

AECO053

AECO

ELETIVA 3
295

140

33

450

--

Código
AECO065
AECO066
AECO067

Disciplinas

TOTAL

Prérequisitos

AECO030
AECO051

AECO051

42

9º PERÍODO
Código
AECO073
AECO074
AECO075
AECO076
AECO077
AECO078
AECO079
AECO080

Disciplinas
TRANSIÇÃO
AGROECOLOGICA
ADM. E PLANEJAMEN.
AGROECOLÓGICO
BOVINOCULTURA
AGROECOLÓGICA
PROCESSAMENTO DE
PRODUTOS
AGROECOLÓGICOS
ELABORAÇÃO E ANÁLISE
DE PROJETO
SISTEMAS
AGROFLORESTAIS
CERTIFIC. DE P.
ORGÂNICOS
APICULTURA
MELIPONICULTURA
TOTAL

C.H.
Teórica

C.H.
Prática

C.H.
Total

Prérequisitos

20

C.H.
Semanal
4

40

60

--

50

10

4

60

--

40

20

4

60

AECO051

30

30

4

60

AECO010

50

10

4

60

--

50

10

4

60

--

20

10

2

30

AECO049

50

10

4

60

--

330

120

30

450

--

C.H.
Total
200

Prérequisitos
--

10º PERÍODO
Disciplinas

Estagio Supervisionado Obrigatório

C.H.
Teórica
--

C.H.
C.H.
Prática Semanal
---

Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

--

--

--

80

--

Atividades Complementares

--

--

--

150

--

430

--

TOTAL

OBS. -

As disciplinas eletivas podem possuir Carga Horárias diferentes, portanto o
aluno devera cursar um número de disciplinas que atinja pelo menos a
Carga Horária mínima exigida que é de 180 horas.

43

5.5 EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
Disciplina: BOTÂNICA GERAL
Código: AECO001
1º Período
Carga Horária 75
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Morfologia e classificação dos órgãos vegetativos e reprodutivos das
Fanerógamas. Introdução as Gimnospermas. Sistemática, origem, mecanismos de
polinização, fecundação e classificação das Angiospermas. Nomenclatura
botânica. Descrição, herborização e identificação das principais famílias com
interesse econômico e ecológico.
Bibliografia básica:
RAVEN, P. H.; EVERT, R. F.; EICHORN, S. E. Biologia Vegetal. 7ªed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2007, 906p.
NULTSCH, W. Botânica Geral. 10ª ed. Porto Alegre: ArtMed, 2000, 489p.
SOUZA, V. C.; LORENZI, H.. Botânica sistemática: guia ilustrado para
identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado
em APG II. 2. ed. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum de Estudos da Flora,
2008. 704 p.
Bibliografia Complementar:
ESAU, K. Anatomia das plantas com sementes. São Paulo: Edgard Blücher,
1974. 293 p.
JUDD, W.S.; CAMPBELL, C.S.; KELLOGG, E.A. & STEVENS, P.F. 2009.
Sistemática Vegetal: um enfoque filogenético. 3. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.

44

Disciplina: SOCIOLOGIA RURAL
Código: AECO002
1º Período
Carga Horária 60
Pré-requisito: Não possui
Ementa: O campo das ciências sociais. Sociedade, natureza e cultura. Histórico
da construção social da agricultura e ocupação do território brasileiro. A questão
agrária no Brasil. A questão indígena, remanescentes de quilombos, povos
tradicionais e assentamentos de reforma agrária. A constituição dos sujeitos
sociais no campo no processo de desenvolvimento no espaço agrário. Questões
contemporâneas sobre agricultura e sociedade.
Bibliografia básica:
BERTRAND, Alvin Lee. Sociologia rural: uma
contemporânea. São Paulo: Atlas, 1973. 511 p.

analise

da

vida

rural

DIAS, R. Fundamentos de Sociologia Geral. São Paulo, Alinea, 1997.
MARTINS, Carlos B. (Carlos Benedito). O que é sociologia. São Paulo:
Brasiliense, c1982. 98 p.
Bibliografia Complementar:
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Sociologia geral. 7. ed.
rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 1999. 373 p.
LUSTOSA, Maria das Graças Osório P. Reforma agrária à brasileira: política
social e pobreza. São Paulo: Cortez, 2012. 317 p.
MARTINS, José de Souza. Introdução crítica à sociologia rural. São Paulo, SP:
Hucitec, 1981. 224 p.
MENDRAS, Henri; LINDOSO, Maria José da Silveira. Sociedades camponesas.
Rio de Janeiro: Zahar, 1978. 265 p.

45

Disciplina: INTRODUÇÃO À CIÊNCIAS AGRÁRIAS Código: AECO003
E AMBIENTAIS
1º Período
Carga Horária 60
Pré-requisito: Não possui
Ementa: Apresentação do Regimento da UFAL e do CECA. Manual do aluno
(direitos, deveres, sistema de avaliação). Evolução do pensamento
agroecológico. Aspectos históricos e epistemológicos. A sustentabilidade
agrícola e os impactos dos sistemas convencionais de produção. Aplicação
dos elementos de ecologia aos agroecossistemas. Aspectos socioculturais das
comunidades: dimensão social, econômica e energética. Agroecossistemas:
determinantes, recursos e processos. Manejo de agroecossistemas. Principais
campos de atuação do agroecólogo. Ética profissional.

Bibliografia básica:
ALTIERI, Miguel A. Agroecologia: a dinâmica produtiva
sustentável. 4. ed. Porto Alegre: UFRGS, 2004. 110 p.

da

agricultura

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Promulgada em 5
de outubro de 1988. Brasília: Senado Federal, Subsecretária de Edições
Técnicas, 2004, 436p.
EMBRAPA AGROBIOLOGIA. Agroecologia: princípios e técnicas para uma
agricultura orgânica sustentável. Brasilia, DF: Embrapa Informação Tecnológica,
2005. 517 p.
JACOB, Luciana Buainain. Agroecologia na universidade: entre vozes e
silenciamentos. Curitíba, PR: Appris, 2016. 207 p.
ZAMBERLAM, Jurandir; FRONCHETI, Alceu. Agroecologia: caminho de
preservação do agricultor e do meio ambiente. Petropolis, RJ: Vozes, 2012. 196
p.
Bibliografia Complementar:
BOFF, Leonardo. Sustentabilidade: o que é - o que não é. 4 .ed. Petrópolis:
Vozes, 2016. 200 p.

46

Disciplina:
INFORMÁTICA
APLICADA
A Código: AECO004
CIÊNCIAS AGRÁRIAS
1º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Introdução (considerações sobre a necessidade e a importância da
informática na agropecuária) e conceitos básicos; sistemas operacionais;
processadores de texto; planilhas eletrônicas; banco de dados; redes de
computadores e internet; informática na propriedade rural.
Bibliografia básica:
LOPES, M. A.. Introdução à agroinformática - CECA/UFAL, Maceió, EDUFAL,
2005.
NORTON, P. Introdução à informática - Makron Books, Rio de Janeiro,1997.
Bibliografia Complementar:
ALCADE LANCHARRO, Eduardo. Informática básica. São Paulo: Makron
Books,1991. 269 p.

47

Disciplina: FUNDAMENTOS DA MATEMÁTICA
Código: AECO005
1º Período
Carga Horária 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Revisão de Álgebra e Aritmética elementares. Revisão de Trigonometria.
Introdução às Funções: elementares, trigonométricas, exponenciais e
logarítmicas. Introdução à Álgebra Linear. Introdução à Geometria Analítica.
Introdução ao Cálculo Diferencial e Integral, apresentando seus conceitos e
possíveis aplicações.
Bibliografia básica:
FERREIRA, R.S. Matemática Aplicada às Ciências Agrárias: Análise de
dados e Modelos. Viçosa: UFV, 1999.
HALLETT, D. H. Cálculo e Aplicações. São Paulo: Edgar Blucher, 1999.
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra,
c 1994. 2 v.
STEWART, James; CASTRO, Helena Maria Ávila de (Trad.). Cálculo. 4. ed. São
Paulo: Cengage Learning, 2017.
VALLADARES, Renato José da Costa. Cálculo e aplicações I: funções reais. Rio
de Janeiro: Ciência Moderna 2008, 604 p.
Bibliografia Complementar:
ÁVILA, G.S.S. Cálculo 1: Funções de uma variável. 4ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 2004.
GONÇALVES, Mirian Buss; FLEMMING, Diva Marilia. Cálculo B: funções de
várias variáveis, integrais múltiplas, integrais curvilíneas e de superfície. 2. ed.
São Paulo: Person Prentice Hall, 2007. 435 p.
LARSON, R.; EDWARDS, B.H. Cálculo com Aplicações. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 2005.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. 2ed. Tradução:
Parques, A.; Paques, O.T.W.; José Filho, S.A. V. I. São Paulo: Editora Harbra,
1994.

48

Disciplina: QUÍMICA GERAL
Código: AECO006
1º Período
Carga Horária: 75
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Revisão de alguns fundamentos teóricos da química geral. Apresentação
dos fundamentos dos métodos titulométricos e espectrofotométricos da análise
química. Fundamentos de química orgânica (alcanos, alquenos, alquinos,
compostos aromáticos, haletos orgânicos, alcoóis, éteres, aldeídos, cetonas,
ácidos carboxílicos e seus derivados). Elementos básicos necessários para
execução de análise de interesse agropecuário.
Bibliografia básica:
ATKINS, P. W.; JONES, L. Princípios de Química: questionando a vida moderna e
o meio ambiente. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
BRAATHEN, Per Christian. Cálculo estequiométrico: sem mistério, pensando em
MOL . Viçosa, MG: Autor, 2011. 156 p.
HARRIS, D.C. Análise química quantitativa. 6ª. ed. Rio de Janeiro: LCT, 2008.
876p.
Bibliografia Complementar:
ARAÚJO, Júlio Maria de Andrade. Química de alimentos: teoria e prática. 4. ed.
Viçosa, MG: Editora FGV, 2008. 596 p.
MAHAN, B. M.; MYERS, R., J. Química: Um curso universitário. 4ª. ed. São Paulo:
Edgard Blucher Ltda. 1995. 582 p.

49

Disciplina: DESENHO TÉCNICO
Código: AECO007
2º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Materiais de desenho. Normas técnicas. Caligrafia técnica, linhas e
escalas. Vistos ortográficos. Perspectiva axonométrica. Noções de desenho
arquitetônico. Interpretação e elaboração de desenho técnico arquitetônico e
topográfico.

Bibliografia básica:
CAMBIAGHI, Silvana. Desenho universal: métodos e técnicas para arquitetos e
urbanistas. 2. ed. São Paulo: SENAC, 2007. 269 p.
MAGUIRE, D. E.; SIMMONS, C. H. Desenho técnico: problemas e soluções gerais
de desenho. São Paulo: Hemus, 2004. 257 p.
SILVA, Arlindo; RIBEIRO, Carlos Tavares; DIAS, João; SOUSA, Luís. Desenho
técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, c2006. xvii, 475 p.
WONG, W.. Princípios de forma e desenho. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
352p.
Bibliografia Complementar:
FRENCH, T. E. Desenho Técnico. Ed. Globo S. A., 1969.
RIBEIRO, Claudia Pimentel Bueno do Valle; PAPAZOGLOU, Rosarita Steil.
Desenho técnico para engenharias. Curibita: Juruá, 2017. 196 p.

50

Disciplina: BIOQUÍMICA
Código: AECO008
2º Período
Carga Horária: 75
Pré-requisito: AECO006 - QUÍMICA GERAL
Ementa: Estrutura e função das macromoléculas (proteínas, enzimas e coenzimas, carboidratos, lipídeos, vitaminas e ácidos nucleicos). Metabolismo de
carboidratos, fermentação, degradação de ácidos graxos, metabolismo de
compostos nitrogenados. Biossíntese de Carboidratos, lipídeos, aminoácidos.

Bibliografia básica:
BERG, Jeremy M.; STRYER, Lubert; TYMOCZKO, John L. Bioquímica. 7° Edição.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
LEHNINGER, A. Princípios de Bioquímica. 5ª ed. Editora Sarvier, São Paulo, 2013,
il.; 1400 p.
VOET, Donald; VOET, Judith G; RODRIGUES, Jaqueline Josi Samá; PRATT,
Charlotte W. Fundamentos de bioquímica: a vida em nível molecular. Porto
Alegre: Artmed, 2008, 1241 p.
Bibliografia Complementar:
CISTERNAS, J. R.; MONTE, Osmar; MONTOR, Wagner R. Fundamentos
teóricos e práticos em bioquímica. São Paulo, SP: Atheneu, 2011. 254 p.
ISHII-IWAMOTO, EL. BRACHT, A. (org.). Métodos de laboratório em
bioquímica. Barueri, SP: Manole, 2003. 439 p.
NELSON, D. L; N., D.L.; COX, MICHAEL M. Princípios de bioquímica de
Lehninger. 5. ed. São Paulo: Sarvier, 2011. 1273 p.

51

Disciplina: FUNDAMENTOS DA FÍSICA
Código: AECO009
2º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Introdução à Física Aplicada às Ciências Agrárias; Biossegurança e
radiação; Emissão e absorção de luz; A Termodinâmica e suas aplicações para as
Ciências Agrárias; Introdução a hidrodinâmica e hidrostática; Luz, lentes e
microscópios; A irradiação na conservação de produtos vegetais e animais.

Bibliografia básica:
CARUSO, F; OGURI, V. Física moderna: exercícios resolvidos. Rio de Janeiro,
RJ: Elsevier, c2009. 219 p.
SERWAY, R.A. e JEWETT JR, J.W. Princípios de Física. 3ª Edição. V.1,2,3 e
4. São Paulo: Thomson. 2004.
TIPLER, P.A. Física para Cientistas e Engenheiros. 6. ed. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2009. 3 v.
Bibliografia Complementar:
CAMBRAIA, J.; RIBEIRO, M.; OLIVEIRA, J.A.; PACHECO, S. Introdução à
Biofísica. 2º. ed. Viçosa: UFV, 2005.174p.
DURÁN, J. E. R. Biofísica Fundamentos e Aplicações. São Paulo, Pearson
Prentice. Hall, 2003.
HALLIDAY, D; RESNICK, R; WALKER, J. Fundamentos de física. 10. ed. Rio de
Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2009.- 4 v
LIBARDI, P. L. Dinâmica da água no solo. 1. ed. São Paulo: EDUSP, 2005.
OKUNO, E.; CALDAS, I.L.; CHOW, C. Física para ciências biológicas e
biomédicas. HARPER & Row do Brasil, São Paulo, 1982. 490 p.

52

Disciplina: MICROBIOLOGIA GERAL
Código: AECO011
2º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Histórico, abrangência e desenvolvimento da Microbiologia.
Caracterização e classificação dos microrganismos. Morfologia e ultra-estrutura
dos microrganismos. Nutrição e cultivo de microrganismos. Metabolismo
microbiano. Utilização de energia. Crescimento e regulação do metabolismo.
Controle de microrganismos. Genética microbiana. Microrganismos e engenharia
genética. Vírus. Fungos.
Bibliografia básica:
LACAZ-RUIZ, Rogério. Manual prático de microbiologia básica. São Paulo:
EDUSP, 2000 129 p.
MADIGAN, Michael T.; MARTINKO, John M.; PARKER, Jack. Microbiologia de
Brock. 10. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2004
PELCZAR, M. J. J.; CAAN, E. C. S; KRIEG, N. R. Microbiologia. São Paulo:
Makron Books, vol. I. 2017, 2º ed. 524p.
TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R; CASE, Christine L. Microbiologia. 8.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 894 p.
Bibliografia Complementar:
CARDOSO, Elke J.B.N; TSAI, Siu M.; NEVES, Maria Cristina P. Microbiologia do
solo. Campinas, SP: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 1992. 360 p.
MANUAL de métodos empregados em estudos de microbiologia agrícola.
Brasilia , DF: EMBRAPA, 1994. 542p.

53

Disciplina: METODOLOGIA DA PESQUISA
Código: AECO012
2º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: O conceito de ciência. O conhecimento científico. Relações entre ciência,
tecnologia e sociedade. Planejamento da pesquisa científica. A importância do
projeto de pesquisa. Estrutura básica do projeto de pesquisa.
Bibliografia básica:
ANDRADE, M.M. Introdução à metodologia do trabalho científico. 7. ed. São
Paulo: Atlas, 2010. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT).
PEREIRA, J. M. Manual de metodologia da pesquisa científica, São Paulo:
Atlas, 2010.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia científica: ciência e
conhecimento científico, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis. 6ª
ed. São Paulo: Atlas, 2011.
Bibliografia Complementar:
MARTINS, G.A. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 3.
ed. São Paulo: Atlas, 2002.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos,
resumos, resenhas. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2004.

54

Disciplina: HISTÓRIA DA AGRICULTURA Código: AECO013
2º Período
Carga Horária: 30
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Os primórdios da agricultura. A agricultura na Antiguidade e na Idade
Média. A agricultura brasileira no Período Imperial e o processo da modernização
agrícola no Brasil. Agricultura no Estado de Alagoas.
Bibliografia básica:
ABRAMOVAY, Ricardo. Paradigmas do capitalismo agrário em questão. 3. ed.
São Paulo: UNESP, 2007. 294 p.(4)
IANNI, Octavio. Origens agrárias do Estado brasileiro. São Paulo: Brasiliense,
2004. 255 p.(8)
MAZOYER, Marcel; ROUDART, Laurence. História das agriculturas do mundo:
do neolítico à crise contemporânea. São Paulo: Editora UNESP, 2009. 567 p.
(8, 1998:4)
Bibliografia Complementar:
BOFF, Leonardo. Sustentabilidade: o que é - o que não é. 4 .ed. Petrópolis:
Vozes, 2016. 200 p.
CASTRO, A. C. Mundo rural e tempo presente. Organizadores : COSTA, L. F.
C. ; MOREIRA, R. J. ; BRUNO, R. Rio de Janeiro: Mauad, 1999. 352 p.
VEIGA, José Eli da. Para entender o desenvolvimento sustentável. São Paulo:
Editora 34, 2015. 231 p.

55

Disciplina: FUNDAMENTOS DE ECOLOGIA
Código: AECO014
2º Período
Carga Horária: 45
Pré-requisito(s): Não possui
Introdução. Ecologia evolutiva: evolução e adaptação. Níveis de organização
biológica: indivíduo, população e comunidade. Condições, recursos e nicho
ecológico. Interações biológicas. Ecologia trófica: fluxo de energia e ciclagem de
nutrientes, produtividade dos ecossistemas, cadeias tróficas. Ecologia de
populações: estratégias de vida e tabelas de vida. Ecologia de comunidades:
dinâmica dos ecossistemas. Sucessão ecológica. Biomas brasileiros e as
principais formações florestais. Causas e consequências da fragmentação de
habitat. Conservação da biodiversidade.
Bibliografia básica:
- TOWNSEND, Colin R; BEGON, Michael; HARPER, John L. Fundamentos em
ecologia. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
- BEGON, Michael; HARPER, J; TOWNSEND, Colin R. Ecologia: de indivíduos a
ecossistemas. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
- RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2003.
- ODUM, Eugene Pleasants; BARRETT, Gary W. Fundamentos de ecologia. São
Paulo: CENGAGE.2007.
Bibliografia Complementar:
- BEGON, Michael; HARPER, J; TOWNSEND, Colin R. Ecologia: de indivíduos a
ecossistemas. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
- DAJOZ, Roger. Princípios de ecologia. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.
- PRIMACK, Richard B; RODRIGUES, Efraim. Biologia da conservação. Londrina:
Ed. Planta, 2001.
- Biocenoses e ecossistemas terrestres.Biogeocenoses. Ciclos biogeoquímicos.
Cadeias alimentares BRASIL Ministerio do Meio

56

Disciplina: TOPOGRAFIA
Código: AECO010
3º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito: AECO007 DESENHO TÉCNICO
Ementa: Métodos expeditos e regulares de levantamento planimétrico.
Nivelamento geométrico e trigonométrico. Desenho de plantas. Locação de
curvas circulares. Divisão de terras. Locação de terraços. Locação de taipas.
Levantamento
de
perfis
longitudinais.
Levantamento
taqueométrico.
Levantamento de bacias hidrográficas e de bacias hidráulicas.
Bibliografia básica:
COMASTRI, J.A. Topografia: Altimetria. Viçosa: Imprensa Universitária, 1999.
Editora UFV, 200 p.
BORGES, A. C. Topografia. São Paulo: Edgard Bluscher, 2007. 232p. Vol.2.
BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de topografia. 3. ed. São Paulo: E.
Blucher, c1975. 192 p.
CASACA, João Martins; MATOS, João Luís de; DIAS, José Miguel Baio.
Topografia geral. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.. 208 p.
DAIBERT, João Dalton. Topografia: técnicas e práticas de campo. 2. ed. São
Paulo: Erica, Saraiva, 2014. 120 p.
DUARTE, P. A. Cartografia temática. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1991. 145p.
SILVA, Irineu da; SEGANTINE, Paulo Cesar Lima. Topografia para engenharia:
teoria e prática de geomática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. 412 p..
Bibliografia Complementar:
DUARTE, Paulo Araújo. Fundamentos de cartografia. Florianópolis: Ed. da UFSC,
1994. 148p.
JACK, McCormac. Topografia. 5 ed. LTC. 2006.
LOCH, Carlos. Monitoramento global integrado de propriedades rurais: (a
nível municipal, utilizando técnicas de sensoramento remoto). Florianópolis, SC:
Ed. da UFSC, 1990. 136p.

57

Disciplina: AGROMETEOROLOGIA E CLIMATOLOGIA Código: AECO015
3º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Meteorologia e Climatologia. Aspectos meteorológicos dos movimentos
da terra. Processos físicos, químicos e dinâmicos da atmosfera terrestre.
Bibliografia básica:
BARRY, Roger G.; CHORLEY, Richard J. Atmosfera, tempo e clima. 9. ed. -. Porto
Alegre: Bookman, 2013, 512 p.
MENDONÇA, Francisco; DANNI-OLIVEIRA, Inês Moresco. Climatologia: noções
básicas e climas do Brasil. São Paulo: Oficina de Textos, 2007. 206 p.
OMETO,J.C. Bioclimatologia Vegetal. Agronômica Ceres, São Paulo, 1981.
440p.
REICHARDT, K.
Processos de transferência no sistema solo-plantaatmosfera. Campinas: Fundação Cargill, 1985. 466p.
STEINKE, Ercília Torres. Climatologia fácil. São Paulo: Oficina de Textos, 2012.
144 p.
VIANELLO, R.L., ALVES, A.R. Meteorologia Básica e Aplicações. Viçosa:
Imprensa Universitária, 1991. 449p.
Bibliografia Complementar:
MOTA, F.S. Meteorologia agrícola. São Paulo: Nobel, 1986. 376p.
PEREIRA, A.R.; ANGELOCCI, L.R.; SENTELHAS, P.C. Agrometeorologia:
Fundamentos e Aplicações Práticas. Editora Agropecuária, Guaíba, RS, 2002.
436p.

58

Disciplina: FISIOLOGIA VEGETAL
Código: AECO025
3º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO001 BOTÂNICA
Ementa: Funções da planta. Fotossíntese. Respiração. Nutrição mineral.
Assimilação do nitrogênio. Relações hídricas. Transporte de solutos orgânicos.
Desenvolvimento vegetativo. Desenvolvimento reprodutivo. Dormência e
germinação. Senescência e abscisão. Fisiologia ambiental. A planta sob
condições adversas. Água, absorção e circulação, nutrição mineral, fixação do
carbono; crescimento e desenvolvimento, fatores endógenos e exógenos;
reprodução.
Bibliografia básica:
KERBAUY, G.B. Fisiologia vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2004. 452p.
RAVEN, P.H.; EVERT, R.F.; EICHHORN, S.E. Biologia vegetal, 6a ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 906p.
TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed,
2004. 719p.
Bibliografia Complementar:
LARCHER, W. Ecofisiologia vegetal. São Carlos: Rima,
2004. 531p.
MARENCO, R.A.; LOPES, N.F. Fisiologia vegetal: fotossíntese, respiração,
relações hídricas, nutrição mineral. Viçosa: UFV, 2005. 451p.

59

Disciplina: CIÊNCIAS DO AMBIENTE E MANEJO Código: AECO026
AGRÁRIO DE RECURSOS NATURAIS
3º período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Conceitos preliminares. Bases teóricas da recuperação e manejo de
ecossistemas. Técnicas de recuperação de ecossistemas aquáticos e terrestres.
Ecotecnologia. Manejo de Ecossistemas. Recuperação de áreas degradadas.
Bibliografia básica:
DIBLASI FILHO, I. Ecologia geral. Rio de Janeiro, RJ: Ciência Moderna, 2007.
ODUM, E. P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan: Interamericana,
1988.
BEGON, Michael,; HARPER, J.; TOWNSEND, Colin R. Ecologia: de indivíduos a
ecossistemas. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 740 p.
Bibliografia Complementar:
GUREVITCH, J.S.M.; SCHEINER E.G. A.F. Ecologia vegetal. Porto Alegre:
Artmed Editora S.A. 2009.
PRIMAVESI, A. Agroecologia: ecosfera, tecnosfera e agricultura. São Paulo:
Nobel. 1997.
MILLER, G.T. Ciência ambiental. São Paulo: Cengage Learning, 2007. 123 p.

60

Disciplina: FUNDAMENTOS DA CIÊNCIA DO SOLO
Código: AECO027
3º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Introdução ao estudo de geologia e mineralogia. Intemperismo e
formação dos solos. Matéria orgânica do solo.
Bibliografia básica:
KIEHL, Edmar José. Manual de edafologia: relações solo-planta. São Paulo:
Agronomica Ceres, 1979. 262 p. (18)
OLIVEIRA, João Bertoldo de. Pedologia aplicada. 3. ed. Piracicaba, [SP]:
FEALQ, 2008. 592 p. (5)
RESENDE, M., CURI, N., REZENDE, S.B., CORRÊA, G.F. Pedologia:
base para distinção de ambientes. 5. ed. Lavras, MG: UFLA, 2007. 322 p.
SCHNEIDER, Paulo; KLAMT, Egon; GIASSON, Elvio. Morfologia do solo:
subsídios para a caracterização e interpretação de soloa a campo. Guaíba:
Agrolivros, 2007. 66 p. (10)
Bibliografia Complementar:
JACOMINE, P.K.T., CAVALCANTI, A.C., PESSOA, S.C.C., SILVEIRA, C.O. da.
Levantamento exploratório-reconhecimento de solos do Estado de Alagoas.
Recife: EMBRAPA, Centro de Pesquisas Pedológicas, 1975. 532p. (Boletim
técnico, 35).
PINTO, O.C.B. Noções de geologia geral. Viçosa, Imprensa Universitária,1985.
134p.
SIQUEIRA, J. O.; Brasil. Biotecnologia do solo: fundamentos e perspectivas.
Brasília, DF: MEC: ABEAS, 1988. 235p. (7)
VIEIRA, Lucio Salgado. Manual da ciência do solo. São Paulo: Agronômica Ceres,
1975, 464p.

61

Disciplina: INSTALAÇÕES RURAIS
Código: AECO029
3º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO007 DESENHO TÉCNICO
Ementa: Interpretação de desenho técnico arquitetônico e topográfico,
conhecimento sobre materiais de construção, elaboração e dimensionamento de
projetos construtivos relacionados a edificações rurais e instalações agropecuárias
para gado de corte e leite, ovinos, caprinos, suinos, aves e outras; construções de
pequenas barragens de terra e viveiros para psicultura.

Bibliografia básica:
FABICHAK, I. Pequenas construções rurais. São Paulo: Nobel, 1983. 130 p.
LAZZARINI NETO, S.. Instalações e benfeitorias. 2. ed. Viçosa, MG: Aprenda
Fácil Editora, 2000. 110 p.
PEREIRA, M.F. Construções rurais. 4. ed. São Paulo: Nobel, 1976.
RIBEIRO, Carmen Couto; PINTO, Joana Darc Silva; STARLING, Tadeu. Materiais
de construção civil. 4. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG; 2013. 112 p.
Bibliografia Complementar:
BAÊTA, F.C.; SOUSA, C.F. Ambiência em edificações rurais: conforto animal.
Viçosa, MG: 2.ed UFV - Universidade Federal de Viçosa, 2012. 269 p.
BAUER, L.A. F. Materiais de construção. 3º edição. Rio de Janeiro. LTC –Livros
Técnicos e Científicos, Vol. 1 e 2.1987.
MARTHA, Luiz Fernando. Análise de estruturas: conceitos e métodos básicos. 2.
ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017. 569 p.

62

Disciplina: ECOLOGIA GERAL
Código: AECO030
3º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Introdução e conceitos relacionados à ecologia. Recursos e condições.
Organismos: evolução e adaptação. Histórias de vida. Estrutura e dinâmica de
populações. Interações intraespecíficas. Genética de populações. Interações
interespecíficas. Estrutura de comunidades. Sucessão ecológica. Diversidade.
Matéria e energia nos ecossistemas. Padrões de teias alimentares. Paisagem e
ecologia regional. Biomas e ecossistemas brasileiros. Biologia da conservação.
Influência antrópica nos processos ecológicos.

Bibliografia básica:
BEGON, M.; HARPER, J; TOWNSEND, C.R. 2008. Ecologia: de indivíduos a
ecossistemas. 4. ed. Porto Alegre: Artmed.
EMBRAPA AGROBIOLOGIA. Agroecologia: princípios e técnicas para uma
agricultura orgânica sustentável. Brasilia, DF: Embrapa Informação Tecnológica,
2005. 517 p.
GUREVITCH, J.; SCHEINER, S.M.; FOX, G.A. Ecologia vegetal. 2. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2009.
PINTO-COELHO, R. M. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2009,
252 p.
Bibliografia Complementar:
FERRY, Luc.; JANOWITZER, Rejane (Trad). A nova ordem ecológica: a árvore,
o animal e o homem. Rio de janeiro: DIFIEL, 2009. 250 p.
PRIMACK, R.B; RODRIGUES, E. 2001. Biologia da conservação. Londrina: Ed.
Planta.
RICKLEFS, R.E. 2010. A economia da natureza. 6. ed. São Paulo: Guanabara
Koogan.

63

Disciplina: SEGURANÇA. DO TRABALHO
Código: AECO031
4º período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Introdução à segurança, higiene e medicina do trabalho. PPRA –
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. CIPA – Comissão Interna de
Prevenção de Acidentes. Equipamentos de Proteção. Classificação e controle dos
riscos no trabalho. Doenças do trabalho. Ergonomia. Proteção e prevenção de
incêndios. Emergências. Legislação pertinente.
Bibliografia básica:
CAMPOS, A. CIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidentes: uma nova
abordagem. 23ª ed. São Paulo, SP: Editora Senac, 2015. 416 p.
SALIBA, T. M. Manual Prático de Higiene Ocupacional e PPRA. 8ª ed. São
Paulo, SP: LTr, 2017.
SALIBA, T. M. Manual prático de avaliação e controle de poeira e outros
particulados - PPRA. 6ª ed. São Paulo: LTr, 2016. 128 p.
Bibliografia Complementar:
BALBINOTI, Jonas Raul. Direito individual e segurança do trabalho para
vigilantes. Editora Intersaberes. (Ebook)

64

Disciplina: GENÉTICA GERAL
Código: AECO032
4º Período
Carga Horária: 75
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Genética e sua importância. Células e cromossomos. Mitose e meiose.
Gametogênese e fertilização. Herança monofatorial. Dois ou mais pares de alelos.
Interação gênica. Probabilidade e teste de proporções genéticas. Determinação do
sexo. Herança relacionada ao sexo. Ligação gênica e mapas cromossômicos.
Bases químicas da herança. Mutação. Alelismo múltiplo. Alterações
cromossômicas estruturais. Variações numéricas dos cromossomos. Herança
citoplasmática. Genética de populações. Genética quantitativa.
Bibliografia básica:
BURNS, George W.,; BOTTINO, Paul J. Genética. 6. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2016. 381 p.
OTTO, P. G. Genética básica para veterinária. 4 ª edição. São Paulo: Roca.
2006. 284 p.
PIERCE, Benjamin A. Genética: um enfoque conceitual. 5. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2017. 759 p.
PIERCE, Benjamin A. Genética essencial: conceitos e conexões. Rio de janeiro:
Guanabara Koogan, 2012. xv, 505 p.
RAMALHO, M. A P.; SANTOS, J. B. & PINTO, C. A. B. P. Genética na
Agropecuária. 5ª edição. Editora UFLA. Minas Gerais. 2012. 565 p.
SNUSTAD, P. e SIMMONS, M. J. Fundamentos de Genética. 2ª edição. Editora
Guanabara Koogan. Rio de Janeiro. 2001. 756 p.
Bibliografia Complementar:
GARDNER, E. J., SNUSTAD, D. P. Genética. 7ª edição. Editora Guanabara
Koogan. 2003. 497 p.
LEHNINGER, A. L.; COX, N.; KAY Y. Princípios de Bioquímica. 5ª edição.
Editora Sarvier. São Paulo. 2011. 1273 p.
LEVINE, R. P. Genética. 2ª. ed. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1977. 235 p.
RAMALHO, M. A P.; SANTOS, J. B. & PINTO, C. A. B. P. Genética na
Agropecuária. 3ª edição. Editora UFLA. Minas Gerais. 1997. 359 p.
VIANA, J. M. S.; CRUZ, C, D.; BARROS; E. G. Genética - Volume 1 Fundamentos. 2ª edição. Editora UFV. 2003. 330 p.

65

Disciplina: ESTATÍSTICA GERAL
Código: AECO033
4º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO005 FUNDAMENTOS DA MATEMÁTICA
Ementa: Conceitos inicias. População amostra. Variáveis. Estatística descritiva.
Tabelas. Gráficos. Distribuição de frequências para variáveis contínuas e
discretas. Medidas de posição: média aritmética, moda, mediana. Separatrizes.
Medidas de dispersão. Probabilidade. Distribuição Binomial, distribuição de
Poisson, distribuição Normal. Correlação e regressão linear simples.

Bibliografia básica:
BUSSAB, W. O.; MORETIM, P. A. Estatística Básica. 8 . ed. São Paulo:
Saraiva, 2017.
FERREIRA, P.V. 2000. Estatística Experimental Aplicada à Agronomia. 2. ed.
rev. e ampliada. Maceió: EDUFAL, 604 p.
VIEIRA, SONIA. Estatística básica. São Paulo, SP: CENGAGE Learning, 2012,
176 p.
TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística: atualização da tecnologia. 11. ed. Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2013.
Bibliografia Complementar:
MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística básica. 6. ed. Makron Books, Pearson
Education do Brasil, 2010, 540 p.
VIEIRA, S. 2016. Introdução à Bioestatística. Campos, 2ª Edição, Rio de
Janeiro.

66

Disciplina: FÍSICA E CLASSIFICAÇÃO DO SOLO
Código: AECO034
4º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO027 FUNDAMENTOS DA CIÊNCIA DO SOLO
Ementa: Propriedades físicas e microbiológicas dos solos. Classificação e
geografia dos solos. Solos e ambientes agrícolas.
Bibliografia básica:
AVANÇOS em ciência do solo: a física do solo na produção agrícola e qualidade
ambiental. São Cristóvão, SE: Universidade Federal de Sergipe, 2009. 209 p.
EMBRAPA. Sistema Brasileiro
EMBRAPA/CNPS, 2006. 412p.

de

Classificação

de

Solos.

Brasília:

TRINDADE, Tiago Pinto da et al. Compactação dos solos: fundamentos teóricos
e práticos. Viçosa, MG: 2008. 95 p.
Bibliografia Complementar:
KIEHL, E.J. Manual de edafologia: Relações solo-planta. São Paulo: Ceres,
1979. 264p.
REICHARDT, Klaus; FUNDAÇÃO CARGILL. Processos de transferência no
sistema solo-planta-atmosfera. 4a ed., rev. e ampl. [Campinas, SP]: Fundação
Cargill, 1985.. vii, 445p.

67

Disciplina: FITOPATOLOGIA
Código: AECO035
4º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO011 MICROBIOLOGIA GERAL
Ementa: Histórico, princípios, conceitos e métodos em fitopatologia.
Características gerais e controle de doenças.

Bibliografia básica:
ALFENAS, A. C.; MAFIA, R G. ( Eds.) Métodos em Fitopatologia. Viçosa.
Ed., ufv, 2007. 382p.
MIZUBUTI, Eduardo Seiti G; MAFFIA, Luiz Antônio. Introdução à fitopatologia.
Viçosa, MG: Editora Universidade Federal de Viçosa, 2006. 190 p.
ZAMBOLIM, L.; VALE, F.X.R. DO; COSTA, H. Controle integrado das
doenças de hortaliças. Viçosa: UFV, 1997. 122p.
Bibliografia Complementar:
ALFENAS, A.C.; MAFIA, R. G. (Eds.). Métodos em fitopatologia. Viçosa: Ed.
UFV, 2007. 382p.
Brown (Orgs.). Manaus: Norma Editora, 2016. 251 p. Disponível online.
http://docentes.esalq.usp.br/sbn/ferbro/FerrazBrown2016.pdf
GALLI, Ferdinando. Manual de fitopatologia. 2. ed. Agronômica Ceres, 1978. 2
v.

68

Disciplina: ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE IMPACTOS Código: AECO036
AMBIENTAIS
4º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Formulação de cenários ambientais e estimativas de impactos
ambientais: conceitos, modelos, ferramentas e métodos utilizados. Estudos
ambientais: EIA/RIMA, RCA/PCA, PRAD e PTRF. Licenciamentos ambientais:
licença prévia, de implantação e de operação. Aspectos legais, conceituação,
caracterização e avaliação de áreas degradadas.

Bibliografia básica:
BARCELOS, Valdo Hermes de Lima. Educação ambiental: sobre princípios,
metodologias e atitudes . 4. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012. 119 p.
MILLER, G. Tyler. Ciência ambiental. São Paulo: Cengage Learning, 2007. 125
p.
Bibliografia Complementar:
LOPES, I.V. et al. Gestão Ambiental no Brasil. Ed. Fundação Getúlio Vargas,
RJ, 1996.
SANCHEZ, L. E. Avaliação de Impacto Ambiental. 2ª ed. Editora Oficina de
Textos, 2013.

69

Disciplina: ZOOLOGIA APLICADA
Código: AECO037
4º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Introdução à Zoologia; Classificação e nomenclatura zoológica;
Morfologia e sistemática dos principais grupos; Caracterização e importância dos
grandes: Filos Porífera, Cnidária, Platyhelminthes, Nematóda, Molusca, Annelida,
Arthropoda, Echinodermata, Chordata: subfilos Vertebrata.
Bibliografia básica:
GARCIA, Flávio Roberto Mello. Zoologia agrícola: Manejo ecológico de
pragas. Porto Alegre: Rígel, 1999. 248 p.
HICKMAN, JR. C.P.; ROBERTS, L.S.; KEEN, S. L.; EISENHOUR, D. J.;
LARSON, A.; I’ANSON, H. Princípios Integrados de Zoologia. 16ª ed.
Guanabara Koogan. Rio de Janeiro. 2016. 937 p.
KARDONG, Kenneth V. Vertebrados: anatomia comparada, função e
evolução. 5ª ed. Editora Roca. 2011. 788 p.
POUGH, F. Harvey; JANIS, Christine M; HEISER, John B. A vida dos
vertebrados. 4. ed. São Paulo: Atheneu, c2008. 684 p. 51p.
Bibliografia Complementar:
HICKMAN, JR. C.P.; ROBERTS, L.S.; KEEN, S. L.; EISENHOUR, D. J.;
LARSON, A.; I’ANSON, H. Princípios Integrados de Zoologia. 15ª ed.
Guanabara Koogan. Rio de Janeiro. 2013. 951 p.
POUGH F.H. JANIS C.M.& HEISER J.B. A vida dos vertebrados. 4ª edição São
Paulo: Atheneu, 2008, 750p.
STORE, T. I.; et al. Zoologia Geral. 6ª ed. Companhia Editora Nacional. Zoologia
- Periódicos. FUNDAÇÃO ZOOBOTÂNICA DO RIO GRANDE DO SUL. Iheringia.
Série zoologia. Porto Alegre, RS: Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul.
1984. 816 p.

70

Disciplina: EXTENSÃO RURAL
Código: AECO039
5º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Elementos históricos e conceituais da prática de extensão rural.
Teoria da comunicação. Comunicação e agricultura. Mobilização e
organização social. Métodos, técnicas e recursos audiovisuais. Planejamento
em extensão rural.

Bibliografia básica:
FREIRE, P. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.
93p.
ZUIN, Luis Fernando Soares. Produção de alimentos tradicionais: extensão
rural. São Paulo: Idéias & Letras, 2008. 219 p.
Bibliografia Complementar:
SILVA FILHO, Manoel Marques da. A extensão rural em meio século: a
experiência do Rio Grande do Norte. Natal, RN: Emater-RN, 2005. 164 p.
VERDUM, Ricardo; ARAÚJO, André Luis de O. Experiências de assistência
técnica e extensão rural junto aos povos indígenas: o desafio da
interculturalidade . Brasília, DF: MDA/NEAD, 2010. 332 p.

71

Disciplina: ENTOMOLOGIA
Código: AECO040
5º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO037 ZOOLOGIA
Ementa: Importância e diversidade dos insetos. Nomenclatura zoológica. Estudo
das principais ordens de importância. Morfologia externa e interna de insetos.
Sistema sensorial e comportamento. Reprodução e desenvolvimento. Insetos e
plantas. Sociedade de insetos. Predação, parasitismo e defesa em insetos.
Coleta, matança, montagem e conservação de insetos. Métodos de controle de
insetos praga. Acarologia.
Bibliografia básica:
GALLO, D. Entomologia agrícola. FEALQ, São Paulo,3ªed., 2002. 920p.
MORAES, G.J. & FLECHTMANN, C.H.W. Manual de Acarologia: Acarologia
Básica e Ácaros de Plantas Cultivadas no Brasil. Ribeirão Preto. Ed. Holos, 2008.
308p.
PARRA, J.R.P., et al. Controle biológico no Brasil: parasitoides e predadores. Ed.
Manole, 2002. 609p.
Bibliografia Complementar:
ALTIERI, M. A.; SILVA, E. N.; NICHOLLS, C. I. O Papel da Biodiversidade no
Manejo de Pragas. Ribeirão Preto. Ed. Holos, 2003. 226p.
ATHIÉ, I.; PAULA, D. C. 2002. Insetos de grãos armazenados: Aspectos
biológicos e identificação. Ed. Varela editora e livraria Ltda, São Paulo. 2a.
Edição, 2002.
BUSOLI, A.C. et al. (eds.).Tópicos em Entomologia Agrícola - IV, Jaboticabal:
Ed. Multipress,2011. 250p.
GULLAN, P.J. &CRANSTON, P.S. Os insetos: Um resumo de entomologia.
São Paulo, Roca, 3ª ed., 2007. 440p.
VILELA, E.F. & DELLA LUCIA, T.M.C (ed.). Feromônios de Insetos:
Biologia, Química e Aplicação. 2a Ed. Ribeirão Preto: Holos. 2001.

72

Disciplina: FERTILIDADE DO SOLO E Código: AECO041
NUTRIÇÃO DE PLANTAS
5º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO034 FÍSICA E CLASSIFICAÇÃO DO SOLO
Ementa: Visão geral sobre a fertilidade do solo. Elementos essenciais às plantas.
Transporte de nutrientes no solo. Reação do solo. Correção da acidez. Matéria
orgânica. Nitrogênio. Fósforo. Potássio. Enxofre. Micronutrientes. Avaliação da
fertilidade do solo e recomendação de adubação. Aspectos econômicos e
implicações ecológicas do uso de corretivos e de fertilizantes.
Bibliografia básica:
MALAVOLTA, Euripedes. ABC da análise de solos e folhas: amostragem,
interpretação e sugestões de adubação. São Paulo: Agronômica Ceres, 1992
124 p.
MELO,. F. A .F. de.; SOBRINHO, M..C.B.; ARZOLLA, S.; SILVEIRA, R.I.; NETO,
A.C.; KIEHL, J.C. Fertilidade do Solo, Piracicaba, São Paulo.1984, 399.
PINHEIRO, Sebastião; BARRETO, Solon Barrozo. "MB-4": agricultura sustentável,
trofobiose e biofertilizantes. 4. ed. S.l: Fundação Juquira Candiru, 1996. 273 p.
RAIJ, B.van. Fertilidade do Solo e Adubação. São Paulo, Piracicaba, Ceres,
POTAFOS, 1991. 343p.
Bibliografia Complementar:
KERBAUY, G.B. Fisiologia vegetal. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan
S.A., 2004. 452p.
KIEHL, E.J. Fertilizantes orgânicos. Piracicaba, Ceres, 1985. 492p.
LARCHER, W. Ecofisiologia Vegetal. São Carlos: Rima, 2004. 531p.
MALAVOLTA, E. Elementos de nutrição mineral de plantas. São Paulo, Ceres,
1980. 251p.
PRADO, C. H. B. A; CASALI, C. A. Fisiologia vegetal: Práticas em relações
hídricas, fotossíntese e nutrição mineral. São Paulo: Manole, 2006, 466 p.
www.esalq.usp.br/scientia - Revista Scientia Agrícola.
www.sbcs.org.br - Revista Brasileira de Ciência do Solo (RBCS)
www.potafos.org

73

Disciplina: MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA
Código: AECO042
5º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Tratores agrícolas. Capacidade operacional. Máquinas e técnicas
utilizadas no preparo do solo. Distribuição de insumos e sua aplicação à
agroecologia. Plantio e cultivo. Máquinas utilizadas na colheita. Determinação do
custo operacional dos conjuntos mecanizados. Planejamento e uso de sistemas
mecanizados. Tratorização/tração animal. Elementos básicos de mecânica.
Mecanismos de transmissão de potência. Lubrificação e lubrificantes. Motores de
combustão interna.

Bibliografia básica:
MIKALHER, Luiz G. Manual de Mecanização Agrícola. São Paulo, Ed.
Agronômica Ceres 1974. 301p.
PORTELLA, JOSÉ ANTONIO. Semeadoras para plantio direto. Viçosa, MG:
Aprenda Fácil Editora, 2001. 249 p.
SILVEIRA, Gastão Moraes, Os Cuidados com o Trator, Editora Aprenda
Fácil, 2001, vol. 1, 312p.
Bibliografia Complementar:
SAAD, Odilon, Máquinas e Técnicas de Preparo Inicial do Solo, 4.ed.
São Paulo: Nobel, 1984. 99p.
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL. Tratorista Agrícola:
manutenção/Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, administração Regional
de Goiás, 60p. 1998.
SILVEIRA, G. M. Máquinas para plantio e condução das culturas. Viçosa, MG:
Aprenda Fácil, 2001. 334 p.

74

Disciplina: ECOLOGIA DE AGROECOSSISTEMAS
Código: AECO043
5º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO030 ECOLOGIA GERAL
Ementa: Conceitos e princípios ecológicos para o desenho e manejo de
agroecossistemas sustentáveis. Manejo ecológico do solo e da água. Interações
biológicas e sua aplicação para a agricultura sustentável. Aspectos ecológicos do
manejo de pragas e doenças. Ecologia química e plantas cultivadas. Relações
entre ecossistemas naturais e agroecossistemas. Ecologia reprodutiva e
agroecossistemas. Agrobiodiversidade. Melhoramento genético participativo.

Bibliografia básica:
BEGON, Michael,; HARPER, J.; TOWNSEND, Colin R. Ecologia: de indivíduos a
ecossistemas. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 740 p.
DIBLASI FILHO, Italo. Ecologia geral. Rio de Janeiro, RJ: Ciencia Moderna,2007,
650 p.
PINTO-COELHO, Ricardo Motta. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre:
Artmed, 2009, 252 p.
Bibliografia Complementar:
GRISI, Breno Machado. Glossário de ecologia e ciências ambientais. 2 .ed.
rev. e amp. João Pessoa, PB: UFPB, 2000. 200 p.
TOWNSEND, Colin R.; BEGON, Michael; HARPER, John L. Fundamentos em
ecologia. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 576p.

75

Disciplina: HORTICULTURA GERAL
Código: AECO045
5º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Conceitos de horticultura e dos ramos que a compõem. Estudos da
fisiologia e das técnicas aplicadas à propagação ao manejo e a pós-colheita das
plantas hortícolas (frutas, hortaliças e plantas ornamentais). Planejamento e
execução de pomares, hortas e jardins.
Bibliografia básica:
FILGUEIRA, F.A.R. Manual de olericultura: agrotecnologia moderna na
produção e comercialização. 3ª ed. Viçosa: UFV. 2008
PEREIRA NETO, João Tinôco. Manual de compostagem: processo de baixo
custo. Viçosa, MG: UFV, 2014. 81p.
SALIM SIMÃO. Tratado de Fruticultura. Piracicaba: FEALQ, 1998.
SIQUEIRA, D. L. de; PEREIRA, W. E. Planejamento e implantação de pomar.
Viçosa: Aprenda Fácil, 2000. 171p.
SOUZA, Caetano Marciano de. Adubação verde e rotação de culturas. Viçosa,
MG: Ed. UFV, 2012. 108 p.
Bibliografia Complementar:
BORÉM, Aluízio. Melhoramento de hortaliças. Viçosa, MG: UFV, 2016. 464 p.
PATOLOGIA pós-colheita: frutas, olerícolas e ornamentais tropicais. Brasília, DF:
Embrapa Informação Tecnológica, 2006. 855 p.
RIECHMANN, Jorge,; RESENBUSCH, Ricardo (Trad). Cultivos e alimentos
transgênicos: um guia crítico. Petrópolis: Editora Vozes, 2002. 284 p.
ENDEREÇOS ÚTEIS NA INTERNET:
www.ideral.al.gov.br
www.ufpel.tche.br/sbfruti;
www.todafruta.com.br;
www.fpn.com.br;
www.integracao.gov.br

76

Disciplina: MELHORAMENTO VEGETAL
Código: AECO046
5º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO032 GENÉTICA GERAL
Ementa: Conceitos, importância e objetivos do melhoramento vegetal. Evolução
das espécies cultivadas. Variabilidade genética e conservação dos recursos
genéticos. Sistemas reprodutivos de espécies cultivadas. Heterose e endogamia.
Caracterização dos métodos de melhoramento de plantas. Melhoramento
Participativo. Introdução a Biotecnologia.

Bibliografia básica:
BORÉM, A. Melhoramento de plantas. 2. ed. Viçosa, MG: UFV, 2017. 435 p.
BUENO, L. C. de S.; MENDES, A. N. G.; CARVALHO, S. P. de. Melhoramento
genético de plantas: princípios e procedimentos. Lavras: UFLA, 2001.
FERREIRA, Paulo Vanderlei. Melhoramento de plantas. Maceió: EDUFAL,
2006. 9 v.
Bibliografia Complementar:
BORÉM, A. Melhoramento de espécies cultivadas. Editora UFV, Viçosa,
MG. 1999. 817 p.
BRAMMER, Sandra Patussi; IORCZESKI, Edson Jair. Atualização em
técnicas celulares e moleculares aplicadas ao melhoramento genético
vegetal. 1. ed. Passo Fundo, RS: Embrapa - CNPT, 2002. 404 p.
BRUCKNER, C. H. Melhoramento de fruteiras tropicais. Editora UFV,
Viçosa, MG. 2008. 422 p.
PINTO, Ronald Jose Barth. Introdução ao melhoramento genético de
plantas. Maringá: EDUEM, 1995. 275p.
RONZELLI JÚNIOR, Pedro. Melhoramento genético de plantas. Curitiba:
Graffice Editora Gráfica, 1996.

77

Disciplina: PRODUÇÃO E TECNOLOGIA DE Código: AECO047
SEMENTES
5º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO025 FISIOLOGIA VEGETAL
Ementa: Conceitos de propagação sexuada e assexuada. Importância da
semente e das sementes crioulas. Formação, Maturação, Germinação,
Dormência, Produção, colheita, beneficiamento e Armazenamento de sementes.
Finalidades da análise de sementes. Regras para Análise de Sementes. Teste de
germinação. Determinação do grau de umidade em sementes. Determinações
adicionais em análise de sementes. Teste de tetrazólio. Testes de vigor.
Legislação aplicada a produção de sementes. Formação e importância dos
bancos de sementes crioulas. Produção de sementes e manutenção de
variedades na agricultura familiar.
Bibliografia básica:
BRASIL; INSTITUTO CENTRO DE ENSINO TECNOLÓGICO. Produtor de
sementes. Fortaleza, CE: Edições Demócrito Rocha, 2004. 64 p. (Cadernos
tecnológicos).
ESAU, Katherine. Anatomia das plantas com sementes. São Paulo: Edgard
Blücher, c1974.. 293 p.
FERREIRA, A. G.; BORGHETTI, F. Germinação do básico ao aplicado. Ed.
Artmed. Porto Alegre, 2004. 323p.
MARCOS FILHO, J. Fisiologia de sementes de plantas cultivadas.
Piracicaba: FEALQ. 2005. 495p.
MACHADO, J. C. Patologia de sementes: fundamentos e aplicações.
Brasília.MEC/ESAL/FAEP. 1988, 106p.
TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2013.
918p.
Bibliografia Complementar:
ALBERTS, Bruce. Biologia molecular da célula. 6. ed. Porto Alegre: Artmed,
2017, 1427 p.
PAIVA, Haroldo Nogueira de; GONÇALVES, Wantuelfer. Produção de mudas.
Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2001. 128 p.
RAVEN, Peter H.; EVERT, Ray Franklin.; EICHHORN, Susan E. Biologia vegetal.
6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001, 906 p.

78

Disciplina: FITOSSOCIOLOGIA E MANEJO DE Código: AECO048
PLANTAS DANINHAS
6º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO025 FISIOLOGIA VEGETAL
Ementa: Aspectos biológicos de plantas daninhas. Interferência das plantas
daninhas nos agroecossistemas. Métodos de análise da composição de plantas
daninhas. Métodos alternativos de manejo de plantas daninhas.
Bibliografia básica:
LORENZI, Harri. Plantas daninhas do Brasil: terrestres, aquáticas, parasitas e
tóxicas. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2008. 640p.
LORENZI, Harri. Manual de identificação e controle de plantas daninhas:
plantio direto e convencional. 6. ed. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum de
Estudos da Flora, 2006. 339p.
TÓPICOS em manejo de plantas daninhas. Viçosa, MG: Universidade Federal de
Viçosa, 2013. 367p.
Bibliografia Complementar:
DEUBER, Robert. Ciência das plantas daninhas: fundamentos. 2. ed.
Jaboticabal: FUNEP, 1992. iv, 431p.
SILVA,A.A; SILVA J.F (Eds.). Tópicos em manejo de plantas daninhas.,
1a Ed., Viçosa, Editora UFV, 2007,367p.

79

Disciplina: COOPERATIVISMO, ASSOCIATIVISMO E Código: AECO049
ECONOMIA SOLIDÁRIA
6º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Definição e importância das formas organizativas. Abordagens e
princípios de funcionamento sobre associativismo, cooperativismo e economia
solidária, suas origens e diferenças. Tipos de organizações sociais e produtivas e
princípios para sua gestão. Organizações Civis – atuação e tipos. Cooperativismo,
Associativismo e Economia solidária: histórico, organizações existentes,
princípios, características, e formas existentes. Legislações pertinentes ao terceiro
setor e sua relação com o meio rural. Formas organizativas no Estado de Alagoas.
Estudos de casos.
Bibliografia básica:
BEATRIZ, Marilene Zazula. Economia solidária: os caminhos da autonomia
coletiva. Curitiba, PR: Juruá, 2012. 179 p.
ORTEGA, A. C.; FILHO ALMEIDA, N. Desenvolvimento territorial, segurança
alimentar e economia solidária. Campinas, SP: Alínea, 2007. 303 p.
RICCIARDI, L.; LEMOS, R. J. de. Cooperativa, a empresa do século XXI: como
os países em desenvolvimento podem chegar a desenvolvidos. São Paulo:
LTR, 2000.
RIOS, G. Sá L. Que é cooperativismo. São Paulo: Brasiliense, 2007. 74p.
Bibliografia Complementar:
BRAGA, M. J.; REIS, B. dos S. Agronegócio cooperativo: reestruturação e
estratégias. Viçosa, MG: 2005. 305 p.
FREIRE, P. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977. 93p.

80

Disciplina:
CONTROLE
AGROECOLÓGICO
DE Código: AECO050
PRAGAS
6º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO040 ENTOMOLOGIA
Ementa: Bases ecológicas para o estudo dos insetos. Equilíbrio ambiental e
surtos populacionais. Conceito e tipos de pragas. Histórico e evolução do manejo
de pragas. Bases teóricas para o manejo de pragas. Princípios da Agroecologia
para o manejo de pragas. Manejo Ecológico de Pragas (MEP). Planejamento e
Implantação do MEP em sistemas Agroecológicos.

Bibliografia básica:
ATHIÉ, I; DE PAULA, D.C. Insetos de Grãos Armazenados: Aspectos
biológicos e identificação. 2 ed. São Paulo: Livraria Varela. 2002. 244 p.
GALLO, D. (Ed.). Entomologia agrícola. FEALQ, São Paulo. 3 Ed. 2002, 920p.
PARRA, J.R.P.; BOTELHO, P.S.M.; CORRÊA-FERREIRA, B.S.; BENTO, J.M.S.
Controle biológico no Brasil parasitóides e predadores. São Paulo: Manole,
2002. 609p.
Bibliografia Complementar:
FERREIRA, J.M.S.; WARWICK, D.R.N.; SIQUEIRA, L.A (eds.). A cultura do
coqueiro no Brasil. EMBRAPA. Brasília-DF. 2 ed. 1998.292 p.
SALIM, S. Tratado de Fruticultura. FEALQ, Piracicaba,.1998. 760 p.
VILELA, E.F. & DELLA LUCIA, T.M.C (ed.). Feromônios de Insetos: Biologia,
Química e Aplicação. 2a Ed. Ribeirão Preto: Holos. 2001.

81

Disciplina: NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO ANIMAL
Código: AECO051
6º Período
Carga Horária: 45
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Alimentos e animais. Análise bromatológica de alimentos orgânicos.
Processamento e qualidade de alimentos. Princípios da nutrição. Minerais e
vitaminas. Desordens nutricionais. Plantas tóxicas. Aditivos da ração.
Bibliografia básica:
BERTECHINI, A. G. Nutrição de monogástricos. Lavras/MG. Ed. UFLA. 2006.
301p.
LANA, Rogério de Paula; UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA. Nutrição e
alimentação animal: (mitos e realidades). 2. ed., rev. Viçosa, MG: UFV, 2007..
344 p.
PENTEADO, Silvio Roberto. Criação animal orgânica: procedimentos para a
conversão orgânica. 2. ed. Campinas: Via Orgânica, 2010. 184 p.
SILVA, D.J.; QUEIROZ, A.C. Análise de Alimentos: métodos químicos e
biológicos. Viçosa: UFV, 2004.
Bibliografia Complementar:
ANDRIGUETTO, J.M. Normas e padrões de nutrição e alimentação. Curitiba.
Nutrição Editora Publicitária Ltda. 2001.
BERCHIELLI, T.T.; PIRES, A. V.; OLIVEIRA, S. G. Nutrição de ruminantes.
FUNEP: Jaboticabal –SP, 583p. 2011.

82

Disciplina: OLERICULTURA AGROECOLÓGICA 1
Código: AECO052
6º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO045 HORTICULTURA GERAL
Ementa: Importância econômica e alimentar; situação atual e perspectivas para o
cultivo das hortaliças; insumos agroecológicos.
Classificação botânica e
comercial, variedades, exigências de clima e solo, plantio, manejo agroecológico,
colheita e comercialização das apiáceas (cenoura, coentro e salsa), das
brassicáceas (couves e repolho), das chicoriáceas (alface), das curcubitáceas
(abóboras, melancia, melão, chuchu e maxixe).
Bibliografia básica:
BORÉM, Aluízio. Cenoura: do plantio à colheita . Viçosa, MG: UFV, 2016. 179 p.
FILGUEIRA, F. A. R. Novo Manual de Olericultura: agrotecnologia moderna na
produção e comercialização de hortaliças. 3 ed. Viçosa: UFV. 2008.
GUIMARÃES, Marcelo de Almeida (Editor). Produção de melancia. Viçosa, MG:
UFV, 2013. 144 p.
Bibliografia Complementar:
DOUGLAS, J.S. Hidroponia, cultura sem terra. São Paulo: Nobel, 2010. 112p.
NICK, Carlos; BORÉM, Aluízio, (Ed.). Pimentão: do plantio à colheita. Viçosa,
MG: UFV, c2016. 204 p.
SGANZERLA, Edilio. Nova agricultura: a fascinante arte de cultivar com os
plásticos . 5. ed. Esteio: Ed. Agropecuária, 1997. 341p.

83

Disciplina: TCC 1
Código: AECO053
6º Período
Carga Horária: 30
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Regimento e Normas do TCC. Aspectos teóricos e metodológicos de
pesquisa necessários à elaboração de projeto de pesquisa. Desenvolvimento e
elaboração de um pré-projeto e de um projeto de pesquisa realizado em
conjunto com o professor orientador do TCC, envolvendo temas abrangidos
pelo curso. Apresentação do projeto de pesquisa.
Bibliografia básica:
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia científica: ciência e
conhecimento científico, métodos científicos, teoria, hipóteses e
variáveis. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2011.
MARTINS, G. A. Manual para elaboração
dissertações. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

de

monografias

e

MATIAS-PEREIRA, J. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica.
São Paulo: Atlas, 2007.
Bibliografia Complementar:
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho
científico: elaboração de trabalhos na graduação. 10. ed. São Paulo, SP:
Atlas, 2010. 58 p.

84

Disciplina: CULTURAS ANUAIS 1
Código: AECO059
6º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Cultura da mandioca, batata-doce, inhame, taro, cana de açucar e
algodão. Histórico, origem e importância. Botânica. Clima. Solo. Cultivares.
Plantio. Nutrição e adubação. Plantas invasoras. Pragas e doenças Rotação e
consórcio. Irrigação. Colheita e secagem. Beneficiamento e armazenamento.
Bibliografia básica:
ALENCAR, L. M. C. Cartilha do produtor rural: manejo da cultura do inhame :
novas tecnologias. Maceió: SEBRAE/AL, 2000. 31 p.
CONCEIÇÃO, Antonio José da. A mandioca. 3. ed. São Paulo: Nobel, 1986.
382 p.
PEREIRA NETO, João Tinôco. Manual de compostagem: processo de baixo
custo. Viçosa, MG: UFV, 2014. 81p.
PRODUTOR de cana-de-açúcar. 2. ed. Fortaleza, CE: Ministério da Ciência e
Tecnologia, 2004. 64 p. (Cadernos tecnológicos).
RIECHMANN, Jorge,; RESENBUSCH, Ricardo (Trad). Cultivos e alimentos
transgênicos: um guia crítico. Petrópolis: Editora Vozes, 2002. 284 p.
SOUZA, Caetano Marciano de. Adubação
culturas. Viçosa, MG: Ed. UFV, 2012. 108 p.

verde

e

rotação

de

SILVA, Odilon Reny Ribeiro Ferreira da. Algodão em pluma. Brasilia, DF:
Embrapa Informação Tecnológica, 2009. 44 p. (Coleção Agroindústria Familiar)
Bibliografia Complementar:
ALTIERI, Miguel A. Agroecologia: a dinâmica produtiva da agricultura
sustentável. 4. ed. Porto Alegre: UFRGS, 2004. 110 p.
ALVES, A.A.C. & SILVA, A.F. Cultivo da mandioca para a região semi-árida.
Sistemas de Produção. 12ISSN 1678-8796. Versão Eletrônica. Jan/2003.
Disponível em: www.embrapa.gov.br/sistemasde produção.
BARRERA, Paulo. Batata-doce: uma das doze mais importantes culturas do
mundo. São Paulo: Ícone, 1986. 91p.
ORLANDO FILHO, J. (Coord). Nutrição e adubação da cana-de-açúcar no
Brasil. São Paulo: IAA/PLANALSUCAR, 1983. 368p.
PEIXOTO NETO, P. A.; LOPES FILHO, J.; CAETANO, L.C.; ALENCAR, L.M.C.
& LEMOS, E.E.P. Inhame. O Nordeste Fértil. Maceió: EDUFAL, 2000. 88p.

85

SANTOS, F.; BORÉM, A.; CALDAS, C. Cana-de-açúcar: Bioenergia, açúcar e
etanol: Tecnologias e perspectivas. 2. ed. Viçosa, MG: Os editores, 2010. 637
p.
SGANZERLA, Edilio. Nova agricultura: a fascinante arte de cultivar com os
plásticos . 5. ed. Esteio: Ed. Agropecuária, 1997. 341p.
SILVA, J.B.C.; LOPES, C.A.; MAGALHÃES, J.S. Cultura da Batata-doce.
Sistemas de Produção. 6 ISSN 1678. Versão Eletrônica. Dez/2004. Disponível
em: www.embrapa.gov.br/sistemasdeprodução .
SOARES, K.T.; MELO, A.S.; MATIAS, E.C. Cultura da batata-doce (Ipomea
batatas (L.) Lam.). Disponível em: www.emepa.org.br/bata_doce

86

Disciplina: CULTURAS ANUAIS 2
Código: AECO055
7º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Cultivo de amendoim, arroz, feijão, soja, milho e sorgo. Histórico,
origem e importância. Botânica. Clima. Solo. Cultivares. Plantio. Nutrição e
adubação. Plantas invasoras. Rotação e consórcio. Irrigação. Colheita e
secagem. Beneficiamento e armazenamento.
Bibliografia básica:
BRASIL; INSTITUTO CENTRO DE ENSINO TECNOLÓGICO. Produtor de
arroz. Fortaleza, CE: Edições Demócrito Rocha, 2004. 56 p.
ECOFISIOLOGIA de cultivos anuais: trigo, milho, soja, arroz e mandioca. São
Paulo, SP: Nobel, c1999. 126 p.
O AGRONEGÓCIO do amendoim no Brasil. Campina Grande, PB: EMBRAPA,
2005. 451 p.
VIEIRA, Clibas; PAULA JUNIOR, Trazildo Jose de; BORÉM, Aluízio. Feijão. 2.
ed. Viçosa, MG: Universidade Federal de Viçosa, 2013. 600p.
VIEIRA, Clibas. O feijão em cultivos consorciados. Viçosa, MG: Ed. da UFV,
1985. 134p.
YOKOYAMA, L.P.; STONE, L.F. (Eds). Cultura do feijoeiro no Brasil:
características de produção. Santo Antônio de Goiás: Embrapa – CNPAF,
2000. 75p.
Bibliografia Complementar:
DOURADO NETO, Durval. Produção de feijão. Guaíba, RS: Agropecuária,
2000. 386 p.
PEREIRA NETO, João Tinôco. Manual de compostagem: processo de baixo
custo. Viçosa, MG: UFV, 2014. 81p.
PORTES, T.A. Produção de feijão nos sistemas consorciados. Goiânia:
Embrapa – CNPAF, 1996. 50p. (Documentos, 71).
VIEIRA, Clibas. Cultura do feijão. Viçosa, MG: UFV, 1978. 146 p.

87

Disciplina: MANEJO AGROECOLÓGICO DE DOENÇAS Código: AECO057
7º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO035 FITOPATOLOGIA
Ementa: Princípios, conceitos e métodos alternativos de controle doenças de
plantas cultivadas. Características gerais dos agentes microbianos de controle.
Metodos de controle de patógenos do solo, espermofesra, filoplano e pós-colheita.
Integração do controle alternativo com outros métodos de controle de doenças de
plantas.

Bibliografia básica:
BETTIOL, W.
(COORD.) Controle biológico de doenças de plantas.
Jaguariúna: EMBRAPA/CNPMA, 1991. 388p.
BERGAMIN FILHO, A.; KIMATI, H.; AMORIM, L. (eds.) Manual de Fitopatologia:
princípios e conceitos. São Paulo: Agronômica Ceres, 1995. 919 p.
ZAMBOLIM, L.; VALE, F. X. R do; COSTA, H. Controle integrado de doenças
de hortaliças. Viçosa: UFV, 1997. 122p.
Bibliografia Complementar:
CONTROLE biológico de doenças de plantas. Jaguariuna, S.P.: EMBRAPA,
CNPDA, 1991. xi, 388p.
PATOLOGIA pós-colheita: frutas, olerícolas e ornamentais tropicais. Brasília, DF:
Embrapa Informação Tecnológica, 2006. 855 p.

88

Disciplina: FUNDAMENTOS DE ANTROPOLOGIA
Código: AECO058
7º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO002 SOCIOLOGIA RURAL
Ementa: O humano como ser biológico e cultural. A evolução humana como
processo biocultural. Ramos da antropologia. Conceito de cultura. Histórico do
pensamento antropológico. Etnocentrismo e relativismo cultural: conceitos e
críticas. Antropologia e o meio rural. O trabalho de campo e a observação
participativa. Métodos de coleta e análise de dados.

Bibliografia básica:
LARAIA, R.B. Cultura: um conceito antropológico. 1986. 24ª Edição, Zahar.
LEVY, Pierre. A inteligência coletiva: por uma antropologia do ciberespaço. 5.
ed. Sao Paulo: Loyola, 2007. 212 p.
MORAN, Emilio F. Adaptabilidade humana: uma introdução à antropologia
ecológica. 2. ed. bras. rev. e ampl. São Paulo: EDUSP: Editora SENAC São
Paulo, 2010. 503 p.
SCHADEN, Egon. Aculturação indígena: ensaio sobre fatores e tendências da
mudança cultural de tribos índias em contacto com o mundo dos brancos. São
Paulo: Pioneira: EDUSP, 1969. xiv, 333p.
Bibliografia Complementar:
RIBEIRO, Darcy. As Américas e a civilização: formação histórica e causas do
desenvolvimento desigual dos povos americanos. 4.ed. Petrópolis: Vozes, 1983.
580p.

89

Disciplina: OLERICULTURA AGROECOLÓGICA 2
Código: AECO060
7º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO045 HORTICULTURA GERAL
Ementa: Importância econômica e alimentar; situação atual e perspectivas para o
cultivo das hortaliças; insumos agroecológicos. Classificação botânica e comercial,
variedades, exigências de clima e solo, plantio, manejo agroecológico, colheita e
comercialização das solanáceas (tomate, pimentão, pimenta e batata) e das
aliáceas (alho, cebola e cebolinha).
Bibliografia básica:
FILGUEIRA, F. A. R. Novo Manual de Olericultura: agrotecnologia moderna na
produção e comercialização de hortaliças. 3 ed. Viçosa: UFV. 2008.
MARANCA, Guido. Tomate: variedades, cultivo,
comercialização. 3. ed. -. São Paulo: Nobel, 1988. 158 p.

pragas

e

doenças,

NICK, Carlos; BORÉM, Aluízio, (Edit.). Batata: do plantio à colheita. Viçosa, MG:
Editora UFV, 2017. 221 p.
Bibliografia Complementar:
FONTES, PCR; SILVA, DJH da (2002). Produção de tomate de mesa. Viçosa,
MG: Aprenda Fácil, 193p
INSTITUTO CAPIXABA DE PESQUISA, ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO
RURAL. Cultivo orgânico de alho, cenoura, baroa, beterraba e batatadoce. [coordenação técnica] Jacimar Luis de Souza ; produção Patrícia Resende..
Viçosa, MG: Centro de Produções Técnicas, 2009. 256 p. (Agricultura Orgânica).
PRODUÇÃO orgânica de batata: potencialidades e desafios. Londrina, PR:
IAPAR, 2009. 249 p.

90

Disciplina:
POLÍTICAS
PÚBLICAS
E Código: AECO061
DESENVOLVIMENTO RURAL
7º Período
Carga Horária: 40
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Esta disciplina tem como objetivo a compreensão do desenvolvimento
das políticas públicas como ação governamental e como objeto de análise nas
ciências agrárias. Buscar-se-á apresentar os conceitos básicos necessários ao
entendimento das políticas públicas nos regimes democráticos, bem como
explorar algumas noções de Estado, Governo e cidadania. Além disso, será
abordado o papel do Estado frente às demandas do cidadão e a concepção e
implementação de políticas públicas.
Bibliografia básica:
LUSTOSA, Maria das Graças Osório P. Reforma agrária à brasileira: política
social e pobreza. São Paulo: Cortez, 2012. 317 p.
MATTOS, L. Marco referencial em agroecologia. Empresa Brasileira de
Pesquisa Agropecuária. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2006.
70p.
SAMBUICHI, R. H. R. Políticas agroambientais e sustentabilidade: desafios,
oportunidades e lições aprendidas. Brasília, DF: IPEA, 2014. 273 p.
SOUZA, Celina. Políticas públicas: uma revisão da literatura. Sociologias,
Porto
Alegre,
n.
16,
Dec.
2006.
Disponível
em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S151745222006000200003&lng=en&nrm=iso>.

91

Disciplina: PLANTAS MEDICINAIS E AROMÁTICAS
Código: AECO062
7º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO045 HORTICULTURA GERAL
Ementa: Histórico do uso de plantas medicinais e aromáticas. Principais
espécies. Princípios ativos. Cultivo: propagação, tratos culturais, colheita,
secagem, armazenamento e comercialização. Formas de preparo e cuidados na
utilização de plantas medicinais.

Bibliografia básica:
BRASIL; INSTITUTO CENTRO DE ENSINO TECNOLÓGICO. Produtor de plantas
meedicinais. Fortaleza, CE: Edições Demócrito Rocha, 2004. 48 p.
CASTRO, Luiz Osório de; CHEMALE, Vera Maria. Plantas medicinais,
condimentares e aromáticas: descrição e cultivo. Guaíba: Agropecuária, 1995. 195
p.
CONSERVAÇÃO e uso sustentável de plantas medicinais e aromáticas: maytenus
spp., espinheira-santa . Brasília, DF: IBAMA, 2004. 203 p.
RIBEIRO, Paulo Guilherme Ferreira; DINIZ, Rui Cépil. Plantas aromáticas e
medicinais: cultivo e utilização. Londrina, PR: Instituto Agronômico do Paraná IAPAR, 2008. 218 p.
Bibliografia Complementar:
CORRÊA JÚNIOR, Cirino; SCHEFFER, Marianne Christina; CHAU MING, Lin.
Cultivo agroecológico de plantas medicinais, aromáticas e condimentares.
Curitiba, PR: EMATER., 2006. 75 p.
CORRÊA JÚNIOR, Cirino; GRAÇA, Luiz Roberto; SCHEFFER, Marianne Christina
(Org). Complexo agroindustrial das plantas medicinais, aromáticas e
condimentares no Estado do Paraná: diagnóstico e perspectivas . Curitiba, PR:
EMATER - PR, 2004. 272 p.

92

Disciplina: AVICULTURA E SUINOCULTURA
Código: AECO063
7º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO051 NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO ANIMAL
Ementa: Análise de conjuntura e suinocultura. Desenvolvimento pré-natal.
Desenvolvimento pós-natal. Sistemas de produção de suínos. Reprodução e
manejo de suínos. Melhoramento genético dos suínos. Planejamento da criação
de suínos. Controle sanitário em suinocultura. Manejo e tratamento de dejetos de
suínos. Importância económica e social da avicultura. Raças de maior interesse
económico. Anatomia e fisiologia da galinha. Técnica de criação de frangos de
corte, poecleiras. matrizes e outras aves. Alimentação das aves. Profilaxia das
principais doenças. Instalações e ambiência. Planejamento da empresa avícola.

Bibliografia básica:
CAVALCANTE, S.S. Produção de suínos. Campinas: Instituto Campineiro de
Ensino Agrícola, 1987. 453p.
TAVERNARI, Fernando de Castro; VIEIRA, Rodolfo Alves; SILVA, Edney
Pereira. Criação de frango e galinha caipira : sistema alternativo de criação de
aves. 4.ed. Viçosa, AL: Aprenda Fácil, 2014. 310 p.
Bibliografia Complementar:
CAVALCANTI, S. S. Produção de suínos. Campinas. SP.Instituto Campineiro de
Ensino Agrícola, 1984, 453 p.
CRIAÇÃO de codornas para produção de ovos e carne. Viçosa: Aprenda Fácil,
2003. 289p.
EMBRAPA SUÍNOS E AVES. Gestão ambiental na suinocultura. 1. ed. Brasília ,
DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2007. 302 p.
GODINHO, José Ferraz. Suinocultura: tecnologia moderada formação e
manejo de pastagens. 2. ed. São Paulo: Nobel, 1995. 263 p.
MALAVAZZI, G.. Avicultura: manual prático. Nobel, 1999. 156 p.

93

Disciplina: FORRAGICULTURA
Código: AECO064
7º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Botânica das Gramíneas e Leguminosas. Composição Química e
Valor Nutritivo das Plantas Forrageiras. Principais Plantas Forrageiras. Fisiologia
das Plantas Forrageiras. Formação, Recuperação e Manejo de Pastagens Nativas
e Exóticas. Manejo de Capineiras e Banco Proteíco. Conservação de Forragem.
Ensilagem. Fenação e Amonização.

Bibliografia básica:
ALBERTI GÓMEZ, J.C. Revolução Forrageira. Guaíba,RS: Agropecuaria, 1998.
96 p.
FONSECA, D.M; MARTUSCELLO, J.A. Plantas Forrageiras. Viçosa: Editora
UFV,2011. 537 p.
PRIMAVESI, Ana. Manejo ecológico de pastagens, 1984, Nobel.
Bibliografia Complementar:
MELADO, Jurandir. Formação e manejo de pastagem ecológica. Jurandir
Melado. Viçosa, MG: Centro de Produções Técnicas, 1999. 70 p.

94

Disciplina: LEGISLAÇÃO AGRÍCOLA, AGRÁRIA E Código: AECO065
AMBIENTAL
8º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Introdução ao direito ambiental. Breve histórico do direito ambiental;
instrumentos da política ambiental. Princípios jurídicos aplicáveis e tutela
jurisdicional ambiental; tutela constitucional, administrativa, civil e penal do meio
ambiente. Tutela administrativa do meio ambiente. Operadores do direito
ambiental. A função socioambiental da propriedade. Os direitos humanos e o meio
ambiente.
Bibliografia básica:
COELHO, José Fernando Lutz. Contratos Agrários – Uma visão Neo-Agrarista.
Curitiba: Juruá, 2006.
MARQUES, B.F.; MARQUES, C.R.S. Direito agrário Brasileiro. 11. ed. São
Paulo : Atlas, 2015.
MUKAI, Toshio. O novo código florestal: anotações à lei 12.651, de 25 de maio
de 2012, com as alterações da Lei 12.727, de 17 de outubro de 2012. Rio de
Janeiro: Forense, 2013. 162 p.
OPTIZ, Sílvia C. B.; OPITZ, Oswaldo. Curso completo de direito agrário. 8. ed.
São Paulo: Saraiva, 2014. 488 p.
Bibliografia Complementar:
FIORILLO, Celso Antonio Pacheco. Curso de direito ambiental brasileiro.
14.ed. São Paulo: Saraiva, 2017.
POLÍZIO JÚNIOR, Vladimir. Novo Código Florestal Comentado - 3° Edição.
(Ebook)
SILVA, J.A. Direito ambiental constitucional. 9. ed. São Paulo: Editora
Malheiros, 2015.

95

Disciplina: FRUTICULTURA AGROECOLÓGICA
Código: AECO066
8º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO045 HORTICULTURA GERAL
Ementa: Estudo do cultivo agroecológico das principais plantas frutíferas
de importância econômica para o Brasil, principalmente de interesse para o
Nordeste (culturas do abacaxi, banana, coco, citros, maracujá e mamão). Estudo
do mercado, controle de qualidade e comercialização das frutas frescas e
processadas.

Bibliografia básica:
ARAÚJO FILHO, Geraldo Correia.; SEABRA FILHO, Marconi.; CASTRO,
Francisco de Assis.; BRASIL MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA;
INSTITUTO CENTRO DE ENSINO TECNOLÓGICO. Produtor de citros.
Fortaleza, CE: Edições Demócrito Rocha, 2004. 64 p.
ARAÚJO FILHO, Geraldo Correia. BRASIL; INSTITUTO CENTRO DE ENSINO
TECNOLÓGICO. Produtor de mamão. Geraldo Correia de Araújo Filho.
Fortaleza, CE: Edições Demócrito Rocha, 2004. 72 p.
ARAÚJO FILHO, Geraldo Correia.; BRASIL; INSTITUTO CENTRO DE ENSINO
TECNOLÓGICO. Produtor de maracujá. Fortaleza, CE: Edições Demócrito
Rocha, 2004. 48 p.
CASTRO, P. R. C.; KLUGE, R. A. Ecofisiologia de fruteiras tropicais:
abacaxizeiro, maracujazeiro, mangueira, bananeira e cacaueiro. São Paulo:
Nobel, 1997. 111 p.
KOLLER, O.C.; MANICA, I. (Ed). Citricultura: 1. Laranja : tecnologia de
produção, pós-colheita, industrialização e comercialização. Porto Alegre, RS:
Cinco Continentes, 2006. 396 p.
SALOMÃO, L. C. C.; SIQUEIRA, D. L. de.; SANTOS, D. dos.; BORBA, A. N..
Cultivo do mamoeiro. Viçosa: UFV, 2007. 74 p.
SEABRA FILHO, Marconi.; ARAÚJO FILHO, Geraldo Correia.; CASTRO,
Francisco de Assis.; BRASIL; INSTITUTO CENTRO DE ENSINO
TECNOLÓGICO. Produtor de bananas. Fortaleza, CE: Edições Demócrito
Rocha, 2004. 64 p.

96

Bibliografia Complementar:
ALVES, E. J. A cultura da banana: aspectos técnicos, socioeconômicos e
agroindustriais. 2. ed. rev. Brasília, DF: Embrapa, 1999 585 p.
FONTES, H. R.; RIBEIRO, F. E.; FERNANDES, M. F. Coco: produção: aspectos
técnicos. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2003. 106 p.
GALÁN SAÚCO, Victor. Frutas: produção em ambiente protegido : abacaxi,
banana, carambola, cherimólia, goiaba, lichia, mamão, manga, maracujá, nêspera.
Porto Alegre, RS: Cinco continentes, 2002. 81p.
LIMA, A.de A.; CUNHA, M.A.P. da. Maracujá: produção e qualidade na
passicultura. Cruz das Almas: EMBRAPA Mandioca e Fruticultura, 2004. 396p.
SALIM SIMÃO. Tratado de Fruticultura. Piracicaba: FEALQ, 1998.
SOUZA, L. F. da S.; CABRAL, R. S. Abacaxi irrigado em condições
semiáridas. Bahia: Embrapa Mandioca e Fruticultura, 2001. 108 p.

97

Disciplina: ETNOBIOLOGIA E ETNOECOLOGIA
Código: AECO067
8º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO030 ECOLOGIA GERAL
Ementa:
Introdução
à
etnobotânica,
etnozoologia,
etnoecologia
e
etnofarmacologia. Etnobiologia histórica e paleoetnobiologia. Etnobiologia médica.
Etnobiologia urbana. Percepção e classificação de plantas, animais, solos e
paisagens. Domesticação de plantas, animais e paisagens. Manejo e conservação
de recursos naturais. Plantas alimentícias não convencionais. Conhecimento
tradicional. Aprendizado social sobre recursos naturais. Etnobiologia evolutiva.
Hipóteses e teorias na pesquisa etnobiológica. Métodos de coleta e análise de
dados. Retorno das pesquisas etnobiológicas e etnoecológicas e repartição de
benefícios.

Bibliografia básica:
BEGON, Michael,; HARPER, J.; TOWNSEND, Colin R. Ecologia: de indivíduos a
ecossistemas. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 740 p.
MARQUES, JOSÉ GERALDO WANDERLEY; NÚCLEO DE APOIO À PESQUISA
SOBRE POPULAÇÕES HUMANAS E ÁREAS ÚMIDAS BRASILEIRAS USP. Pescando pescadores: etnoecologia abrangente no Baixo São Francisco
alagoano. São Paulo: NUPAUB-USP, 1995. 292 p.
Bibliografia Complementar:
CAMPOS, Marilena Altenfelder de Arruda. Cruzando saberes: etnoecologia e
caça no Rio Cuieiras . 1. ed. Manaus, AM: Instituto de Pesquisas Ecológicas, São
Paulo, SP: ANNABLUME, 2011. 99 p.
SEMINÁRIO DE ETNOBIOLOGIA E ETNOECOLOGIA DO SUDESTE, 2, 2003.
Botucatu. Direitos de recursos tradicionais: formas de proteção e repartição de
benefícios. Botucatu, SP: UNESP, 2005.

98

Disciplina: CAPRINOVINOCULTURA
Código: AECO068
8º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO051 NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO ANIMAL
Ementa: Aspectos gerais da criação de caprinos e ovinos e sua importância para
o Nordeste, Brasil e Mundo. Raças, classificação descritiva pelo tipo de sistemas e
fases da criação. Provas zootécnicas, melhoramento genético. Manejo da criação.
Anatomia e fisiologia de glândula mamária e fatores que influenciam a produção
de leite.

Bibliografia básica:
CHAPAVAL, Lea; CHAPAVAL, Lea. Manual do produtor de cabras leiteiras.
Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2011. 214 p.
CHAPAVAL, L. Manual do produtor de cabras leiteiras. Viçosa, MG: Aprenda
Fácil, 2006. 214 p.
PENTEADO, Silvio Roberto. Criação animal orgânica: procedimentos para a
conversão orgânica. 2. ed. Campinas: Via Orgânica, 2010. 184 p.
RIBEIRO, S.D.A. Caprinocultura: criação racional de caprinos. São Paulo:
Nobel S.A..1998, 318p.
Bibliografia Complementar:
DIAGNÓSTICO da cadeia produtiva da ovinocaprinocultura no Estado de Alagoas.
Maceió, AL: SEBRAE/AL, 2005. 28 p.
JARDIM, W.R., Criação de Caprinos, São Paulo: Nobel, 11 ed., 1984.
JARDIM, W.R., Os Ovinos, São Paulo: Nobel, 4 ed., 1987.

99

Disciplina: SILVICULTURA
Código: AECO069
8º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Conceito e importância da silvicultura. Ecologia de ecossistemas
florestais. Noções de dendrologia, dendrometria e inventário fitossociológico.
Sucessão florestal e classificação ecológica para reflorestamento. Escolha de
espécies para plantio e principais usos. Planejamento de viveiros e produção de
mudas florestais. Implantação de povoamentos florestais. Agrossilvicultura.
Fomento florestal. Noções de política e legislação florestal.

Bibliografia básica:
CARVALHO, P.E.R. Espécies arbóreas brasileiras. 1. ed. Colombo, PR:
EMBRAPA, 2003. 3v.
HIGMAN, Sophie; NARDELLI, Aurea Maria Brandi (Trad.). Manual do manejo
florestal sustentável. Viçosa, MG: UFV, 2015. 398 p.
LORENZI, H. Árvores Brasileiras: Manual de Identificação e Cultivo de
Plantas Arbóreas Nativas do Brasil. Nova Odessa, SP: Editora Plantarum, 2008.
Bibliografia Complementar:
REZENDE, José Luiz Pereira de,; OLIVEIRA, Antonio Donizette de. Análise
econômica e social de projetos florestais. 3. ed. Viçosa, MG: UFV, 2013. 385 p.
SISTEMAS agrossilvipastoris na América do Sul: desafios e potencialidades. Juiz
de Fora [MG]: EMBRAPA Gado de Leite, 2007. 362 p.

100

Disciplina: AQUICULTURA
Código: AECO070
8º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO051 NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO ANIMAL
Ementa: Histórico da piscicultura e carcinicultura no Brasil e no mundo. Noções
de limnologia. Noções de anatomia e fisiologia dos peixes e crustáceos. Sistemas
de cultivos sustentáveis. Espécies potenciais para cultivo intensivo. Reprodução,
nutrição e alimentação de peixes e camarões.
Bibliografia básica:
BALDISSEROTTO, B.; GOMES, L.C. Espécies nativas para piscicultura no
Brasil. Santa Maria: Ed. da UFSM, 2010.
LOGATO, P. V.R. Nutrição e alimentação de peixes de água doce. Viçosa, MG:
Aprenda Fácil, 2012. 128 p.
MENEZES, A. Aquicultura na prática: peixes, camarões, ostras, mexilhões e
sururus. 4. ed., rev., ampl. e atual. Vila Velha, ES: Hoper, 2009. 143 p.
Bibliografia Complementar:
BARBIERI JÚNIOR, Roberto Carlos; OSTRENSKY,
marinhos: engorda. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2002. 2v.

Antônio.

Camarões

SANTOS, Elton Lima. Alimentos alternativos para peixes tropicais:
melhoramento a eficiência da utilização dos diversos alimentos em rações
para peixes. Maceió, AL: Novas edições acadêmicas, 2017.

101

Disciplina: USO DA ÁGUA EM AGROECOSSISTEMA
Código: AECO071
8º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Disponibilidade de água no solo. Necessidade de água para as
plantas. Fisiologia e manejo de culturas irrigadas. Métodos de manejo da
irrigação. Fertirrigação e quimigação.
Bibliografia básica:
BRANDÃO, Viviane dos Santos. Infiltração da água no solo. 3. ed. Viçosa, MG:
Editora Universidade Federal de Viçosa, 2006. 120 p.
OLITTA, Antonio Fernando Lordelo. Os Métodos de irrigação. São Paulo: Nobel,
1987. 267 p.
PRUSKI, Fernando Falco. Conservação de solo e água: práticas mecânicas para
o controle da erosão hídrica. 2. ed. Viçosa, MG: Editora Universidade Federal de
Viçosa, 2009. 279 p.
REICHARDT, K A água na produção agrícola, McGrow- Hill., 1º ed., São Paulo,
1978,119p.
Salassier Bernardo, Antonio Alves Soares, Everardo Chartuni Mantovani, Manual
de Irrigação, 8ª ed., Viçosa – UFV, Imp. Univ., 2006.
Bibliografia Complementar:
KLAR, A E., Irrigação, frequência e quantidade de aplicação, São Paulo –
editora Nobel, 1991.
PRIETO MARTINEZ, Herminia Emilia. Manual prático de hidroponia. Viçosa, MG:
Aprenda Fácil, 2006 271 p.
SHOLTO DOUGLAS, James; MARCOS, Zilmar Ziller. Hidroponia: cultura sem
terra. São Paulo: Nobel, 1987, 144 p.

102

Disciplina: SEMINÁRIO 2
Código: AECO072
8º Período
Carga Horária: 30
Pré-requisito(s): AECO053 TCC 1
Ementa: Desenvolvimento e finalização do trabalho iniciado na disciplina de
Trabalho de Conclusão de Curso I, conforme cronograma previamente aprovado.
Redação de monografia de caráter científico e/ou tecnológico. Apresentação do
trabalho.
Bibliografia básica:
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia científica: ciência e
conhecimento científico, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis.
6ª ed. São Paulo: Atlas, 2011.
MARTINS, G.A. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 3.
ed. São Paulo: Atlas, 2002.
MATIAS-PEREIRA, J. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica. São
Paulo: Atlas, 2007.
Bibliografia Complementar:
MEDEIROS, J.B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos,
resenhas. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2004.

103

Disciplina: TRANSIÇÃO AGROECOLOGICA
Código: AECO073
9º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Bases científicas e metodológicas para a promoção da transição à
agriculturas sustentáveis. Processos e níveis de transição nas formas de manejo
dos agroecossistemas. Aspectos sociais da transição.

Bibliografia básica:
ALTIERI, Miguel A. Agroecologia: a dinâmica produtiva da agricultura
sustentável. 4. ed. Porto Alegre: UFRGS, 2004. 110 p.
GLIESSMAN, Stephen R. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura
sustentável. 3. ed. Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 2005. 653 p.
HAVERROTH, Célio; WIZNIEWSKY, José Geraldo. A transição agroecológica na
agricultura familiar. Curitíba, PR: Appris, 2016, 226 p.
Bibliografia Complementar:
BEGON, Michael,; HARPER, J.; TOWNSEND, Colin R. Ecologia: de indivíduos a
ecossistemas. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 740 p.
KHATOUNIAN, C. A. A reconstrução ecológica da agricultura. Botucatu:
Agroecológica, 2001. 348p.

104

Disciplina: ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO Código: AECO074
AGROECOLÓGICO
9º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Características do setor agropecuário e agroecológico. Teoria da
produção. Fatores que afetam os resultados econômicos. Capitais e custos.
Planejamento agroecológico das propriedades. Avaliação de propriedades
agrícolas. Administração dos recursos naturais. Empreendedorismo.
Bibliografia básica:
AIDAR, A. C. Kfouri (Org.). Administração Rural. FGV, São Paulo, 1995
ANTUNES, L. M. Manual de administração rural: custos de produção. Guaíba:
Agropecuária, 1996. 212 p.
BORDENAVE, J. E. D. O que é Comunicação Rural? São Paulo: Brasiliense,
1988, 103p.
JAKUBASZKO, Richard. Marketing rural: como se comunicar com o homem que
fala com Deus. 2. ed. Viçosa, MG: UFV, 2006. 204 p.
SANTOS, Gilberto Jose dos.; MARION, José Carlos,; SEGATTI, Sonia; SANTOS,
Gilberto Jose dos; MARION, José Carlos. Administração de custos na
agropecuaria. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 154 p.
SILVA, Roni Antonio Garcia da. Administração rural: teoria e prática . 3. ed., rev. e
ampl. Curitiba: Juruá, 2013. 230 p.
Bibliografia Complementar:
CAMPONHOLA, Clayton; SILVA, José Graziano da. O
brasileiro. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2004.

novo

rural

MAXIMIANO, A. C. A. Introdução à administração. 8. ed. São Paulo: Atlas,
2017, 419 p.

105

Disciplina: BOVINOCULTURA AGROECOLÓGICA
Código: AECO075
9º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO051 NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO ANIMAL
Ementa: Enfoque sistêmico sobre a criação agroecológica de Bovinos. Principais
raças. Sistemas de exploração. Instalações e equipamentos. Manejo produtivo,
reprodutivo, alimentar e sanitário. Melhoramento genético. Produção,
comercialização e tipificação de Carcaça.
Bibliografia básica:
LAZZARINE NETO, S.. Cria e recria. 3. ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2000.
120p.
LAZZARINI NETO, S. Engorda a pasto. 3. ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 1994.
114 p.
PENTEADO, Silvio Roberto. Criação animal orgânica: procedimentos para a
conversão orgânica. 2. ed. Campinas: Via Orgânica, 2010. 184 p.
Bibliografia Complementar:
CARVALHO, M. M.; ALVIM, M. J.; CARNEIRO, J. C. (Eds.) Sistemas
agroflorestais pecuários: opções de sustentabilidade para áreas tropicais e
subtropicais. Juiz de Fora: EMBRAPA gado de Leite; Brasília: FAO, 2001.
LAZZARINI NETO, S. Saúde de rebanhos de corte. 2. ed. Viçosa, MG: 2001.
Aprenda Fácil, 132 p.
PEREIRA, J.C. Vacas leiteiras: aspectos práticos da alimentação. Viçosa:
Aprenda Fácil, 2000. 198p.

106

Disciplina:
PROCESSAMENTO
DE
PRODUTOS Código: AECO076
AGROECOLÓGICOS
9º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO011 MICROBIOLOGIA GERAL
Ementa: Tecnologia de transformação e conservação de produtos agroecológicos
de uso alimentar, tais como carnes, laticínios e produtos de origem vegetal.
Classificação,
terminologia,
composição,
microbiologia,
bioquímica
e
fermentações. Padronização. Beneficiamento, equipamentos, processos
industriais, subprodutos, higiene, controle de qualidade, conservação,
armazenamento.
Bibliografia básica:
BEHMER, M. L. A. Tecnologia do leite: leite, queijo, manteiga, caseína,
iogurte, sorvetes e instalações - produção, industrialização e análise. 1984.
320p.
FELLOWS, P. Tecnologia do processamento de alimentos: princípios e
pratica. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 602p.
FRANCO, Bernadette Dora Gombossy de Melo; LANDGRAF,
Microbiologia dos alimentos. São Paulo, SP: Atheneu, 1996. 182 p.

Mariza.

Bibliografia Complementar:
ORDOÑEZ PEREDA, Juan A. (Colab.). Tecnologia de alimentos. Porto Alegre,
RS: Artmed, 2005.

107

Disciplina: ELABORAÇÃO E ANÁLISE DE PROJETOS Código: AECO077
9º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Elaboração de projetos de desenvolvimento agrícola, com
inclusão dos condicionantes inerentes à capacidade de uso dos recursos
naturais, ecologicamente equilibrados e economicamente viáveis.
Bibliografia básica:
BARBOSA, F. A.; SOUZA, R. C. Administração de fazendas de bovinos: leite e
corte. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2007. 342 p.
HOFFMANN, R. Administração da empresa agrícola, 7. ed. São Paulo:
Pioneira, 1992. 325 p.
KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. 3. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2017. 778 p.
Bibliografia Complementar:
SANTOS, G.J.; MARION, J.C.; SEGATTI, S. Administração de custos na
agropecuária. Ed. Atlas. 3. ed. São Paulo. 2002.

108

Disciplina: SISTEMAS AGROFLORESTAIS
Código: AECO078
9º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Histórico dos sistemas agroflorestais (SAF’s) no Brasil e no mundo.
Fundamentos sociais, ecológicos e econômicos dos SAF’s. Classificação e
principais modelos de SAF’s. Planejamento de SAF’s. Métodos e técnicas de
Implantação, manejo e monitoramento de SAF’s.
Bibliografia básica:
CARVALHO, M. M.; ALVIM, M. J.; CARNEIRO, J. C. (Eds.) Sistemas
agroflorestais pecuários: opções de sustentabilidade para áreas tropicais e
subtropicais. Juiz de Fora: EMBRAPA gado de Leite; Brasília: FAO, 2001.
CARVALHO, P.E.R. Espécies arbóreas brasileiras. 1. ed. Colombo, PR:
EMBRAPA, 2003.
PRIMAVESI, A. Agroecologia: ecosfera, tecnosfera e agricultura. São Paulo:
Nobel. 1997.
Bibliografia Complementar:
BERTONI, J.; LOMBARDI, NETO, F. Conservação do Solo. Piracicaba, Livro
ceres, 2010.
FRANÇA, J.N. (Org.). Agricultura familiar e reforma agrária em Alagoas:
alguns elementos. Maceió: EDUFAL, 2011.
FERNANDES, E.N; PACULIO, D.S; CASTRO, C.R. et al. Sistemas
agrossilvipastoris na América do sul: desafios e potencialidades. EMBRAPA,
2007, 362p.

109

Disciplina:
CERTIFICAÇÃO
DE
PRODUTOS Código: AECO079
ORGÂNICOS
9º Período
Carga Horária: 30
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: A disciplina visa a aplicação das normativas estabelecidas pela
legislação brasileira e internacional para a certificação de produtos orgânicos.
Propõem a compreensão das normas, legislação e procedimentos para obtenção
da certificação orgânica de produtos de origem vegetal e animal, bem como de
produtos processados. Compreende o processo de realização de auditorias para
obtenção da certificação, bem como os tipos de certificação existentes. Principais
conceitos de Certificação e Estudo comparado das legislações de produtos
orgânicos (Brasileira, Européia, Americana, Demeter, IFOAM).

Bibliografia básica:
DECRETO Nº 6.323, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2007. Regulamenta a Lei no
10.831, de 23 de dezembro de 2003, que dispõe sobre a agricultura orgânica, e
dá outras providências.
DECRETO Nº 7.048 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2009. Dá nova redação ao art.
115 do Decreto no 6.323, de 27 de dezembro de 2007, que regulamenta a Lei no
10.831, de 23 de dezembro de 2003, que dispõe sobre a agricultura orgânica.
IN de produção orgânica.
LEI Nº 10.831, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2003. Diário Oficial, Brasília-DF.
Dispõe sobre a agricultura orgânica e dá outras providências.
PENTEADO, Silvio Roberto. Certificação agrícola: selo ambiental e orgânico. 2.
ed. Campinas, SP: Edição do Autor, 2010. 216 p.

110

Disciplina: APICULTURA MELIPONICULTURA
Código: AECO080
9º Período
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Situação apícola no mundo, no Brasil e em especial na região nordeste.
Aspectos básicos da biologia da abelha Apis mellifera. Organização e estrutura da
colônia. Regulação das atividades na colônia. Planejamento e manejo de apiários.
Principais produtos apícolas explorados e sua comercialização. Aspectos da
polinização de culturas e de ecossistemas naturais. Noções básicas de
polinização dirigida com abelhas.
Bibliografia básica:
COSTA, P. S. C. Manual prático de criação de abelhas. Viçosa –MG: Aprenda
Fácil, 2005.
LANDIM, C. C. Abelhas: morfologia e função de sistemas. São Paulo, SP:
UNESP, 2008. 407 p.
PEREIRA, F. de M.; VILELA, S. L. de O. Estudo da cadeia produtiva do mel do
estado de Alagoas. Maceió: SEBRAE, 2003. 53 p.
SCHIRMER, L. R. Abelhas Ecológicas. São Paulo: Nobel, 1986.
Bibliografia Complementar:
COSTA, L.S.A; NASCIMENTO, J. L.S. Manejo racional de abelhas
africanizadas e de meliponíneos no Nordeste do Brasil. Fortaleza: Banco do
Nordeste do Brasil, 2011. 385 p.
MILFONT, M. de O.; FREITAS, B. M.; ALVES, J. E. Pólen apícola: Manejo para
a Produção de Pólen no Brasil. 1. ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil Editora, 2011.
v. 3000. 102p.
PEREIRA, F.M., REGO, M.T. L., VILELA, S.L.O. & CAMARGO, R.C.R. Produção
de Mel. Embrapa Meio-Norte. Sistema de Produção. Versão Eletrônica Jul/2017 http://www.cpamn.embrapa.br

111

5.6 DISCIPLINAS ELETIVAS

Disciplinas eletivas do curso de Agroecologia – atuação com os demais cursos do
CECA e outros da UFAL
Eletivas
Código
AECO054
AECO056
AECO081

Disciplinas Eletivas
MANEJO E CONSERVAÇÃO DE SOLOS EM
AGROECOSSISTEMAS
PRODUÇÃO E USO DE INSUMOS
AGROECOLÓGICOS
ECOLOGIA DAS INTERAÇÕES ENTRE PLANTAS E
INSETOS

C.H.

C.H.

Pré-requisitos

Semanal
4

60

--

4

60

--

4

60

--

AECO082

INGLÊS INSTRUMENTAL

4

60

---

AECO083

LIBRAS

4

60

---

AECO084

ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL

4

60

---

AECO085

A CULTURA DO BAMBU

4

60

---

AECO086

EQUIDEOCULTURA

4

60

--

AECO087

EMPREENDEDORISMO

4

60

---

AECO088

ETOLOGIA E BEM ESTAR ANIMAL

4

60

---

AECO089

HIDRÁULICA

4

60

---

AECO090

HIDROLOGIA

4

60

---

AECO091

FLORICULTURA E PAISAGISMO

4

60

---

AECO092

MOVIMENTOS SOCIAIS

4

60

--

AECO093

SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL

4

60

---

112

5.7 EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS ELETIVAS
Disciplina: MANEJO E CONSERVAÇÃO DE SOLOS EM Código: AECO054
AGROECOSSISTEMAS
ELETIVA
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Agroecossistemas, características dos solos tropicais, saúde do solo,
manejo da matéria orgânica do solo, teoria da trofobiose, práticas
conservacionistas do solo.

Bibliografia básica:
GLIESSMAN, S. R. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura
sustentável. Porto Alegre: Editora da Universidade – UFRGS, 2000. 653p.
KIEHL, E..J. Manual de edafologia. Ceres, São Paulo, 1979, 268p. RESENDE,
M. Pedologia. Imprensa Universitária, Viçosa, 1994, 100p.
PRIMAVESI, A. Manejo ecológico do solo: a agricultura em regiões tropicais.
São Paulo: Nobel, 2002.
TRINDADE, Tiago Pinto da et al. Compactação dos solos: fundamentos teóricos e
práticos. Viçosa, MG: 2008. 95 p.
Bibliografia Complementar:
BERTONI, J. & LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. Livro ceres. 2010,
368 p.
GALETI, Paulo Anestar. Práticas de controle à erosão. Campinas: Instituto
Campineiro de Ensino Agrícola, c1985. 278 p.
HENIN, S; GRAS, R; MONNIER, G. Os solos agrícolas. Rio de Janeiro: Forense
Universitária; Rio de Janeiro: EDUSP, 1976. 327p.
MOREIRA, F.M.S. & SIQUEIRA, J.O. Microbiologia e Bioquímica do Solo.
Editora UFLA, Lavras. 2002.

113

Disciplina:

PRODUÇÃO
AGROECOLÓGICOS

E

USO

DE

INSUMOS

Código: AECO056

ELETIVA
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Estudo dos fatores que favorecem e limitam a autonomia da
propriedade; Transição agroecológica; Racionalização do uso de insumos;
Controlesnaturais e biológicos de insetos e microrganismos; Processamento e uso
de insumos Agroecológicos; Substratos; Biofertilizantes; Compostagens;Farinhas
de rocha, Caldas; Extratos de planta; Defensivos químicos e biológicos.

Bibliografia básica:
ARAÚJO, J. F., SANTOS, C. D. A.S.M. DOS & LOPES, R. DE C., Manejo
ecológico do solo e da água. Cartilha agroecológia, v.3, Centro de
Agroecologia, Energias Renováveis e Desenvolvimento Sustentável - Salvador:
EDUNEB, 2014. 40p. il.
BERTONI, J. & LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. Livro ceres. 1985,
368 p.
BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Instrução Normativa
n° 46, de 6 outubro de 2011. Diário oficial [da] República Federativa do Brasil.
Brasília, DF, 07 out. 2011. Seção 1.
BURG, I. C.; MAYER, P. H. Alternativas ecológicas para prevenção e controle de
pragas e doenças. Grafit Gráfica Editora Ltda., Francisco Beltrão,
PR, 2000. 153p.
CHABOUSSOU, F. Plantas Doentes pelo Uso de Agrotóxicos: A teoria da
Trofobiose. Porto Alegre: L&PM, 1999.
Bibliografia Complementar:
CHAVES, J.C.D.; CALEGARI, A. Adubação verde e rotação de culturas. Informe
Agropecuário, Belo Horizonte, v.22, n.212, p. 53-60. 2001.
GUERREIRO, C.P.V. Diferentes métodos de adubação verde. Agroecologia Hoje,
Botucatu, n. 14, p. 12-17. 2002.
PRIMAVESI, A. Manejo ecológico do solo: a agricultura em regiões tropicais. São
Paulo: Nobel, 2002
RICCI, M. S. F. Manual de vermicompostagem. Porto Velho, RO: Embrapa CPAFRondonia,
23
p.
1996.
Disponível
em
http://www.cpafro.embrapa.br/portal/publicacao/286

114

Disciplina: ECOLOGIA DAS INTERAÇÕES Código: AECO081
ENTRE PLANTAS E INSETOS
ELETIVA
Carga Horária: 60
Pré-requisito: Não possui
Ementa: Reprodução de plantas e insetos. Desenvolvimento pós-embrionário de
insetos. Fisiologia de insetos e de plantas. Comunicação química entre insetos.
Técnicas de isolamento e identificação de substâncias voláteis de plantas e
insetos. Os semioquímicos no manejo integrado de pragas.
Bibliografia básica:
GALLO, D. (Ed.). Entomologia agrícola. 3 ed. Piracicaba: FEALQ, 2002.
KLEBER DEL-CLARO & HELENA MAURA TOREZAN-SILINGARDI. Ecologia
das Interações Plantas-Animais: Uma Abordagem Ecológico-Evolutiva. 1 ed:
University of Saint Louis, 2011.
WRATTEN, S.D.; EDWARDS, P.E. Ecologia das interações entre insetos e
plantas: Coleção temas de biologia. E.P.U./EDUSP, Editora Universitária de São
Paulo. 1981.
Bibliografia Complementar:
BERTI-FILHO, E. Controle Biológico dos Insetos. ESALQ/USP, 1995. 72p.
(Apostila).
LEITE, L.G.; BATISTA FILHO, A.; ALMEIDA, J.E.M. de; ALVES, S.B. Produção
de fungos entomopatogênicos. Ribeirão Preto: A.S.Pinto, 2003.

115

Disciplina: INGLÊS INSTRUMENTAL
Código: AECO082
ELETIVA
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Técnica de leitura e compreensão de textos científicos: o uso do
dicionário e formação de palavras, técnicas de anotação. O uso de conectivos de
estruturas, o uso de conectivos de parágrafos.
Bibliografia básica:
MARTIN, E A. (Ed.)(2003). Dictionary of Law. 5. ed. Oxford : Oxford University
Press.
HEWINGS, M. (2000). Advanced Grammar in Use: a self study reference and
practice book for advanced learners of English. Cambridge University Press.
MURPHY, R. (1998). English Grammar in Use: a self study reference and
practice book for intermediate students. 2. ed. Cambridge : Cambridge
University Press.
Bibliografia Complementar:
EVARISTO, S; et al. Inglês instrumental: estratégias de leitura. Teresina: Halley
S. A. Gráfica e Editora, 1996.
MARTIN, E A. Dictionary of Law. 5. ed. Oxford : Oxford University Press, 2003

116

Disciplina: LIBRAS
Código: AECO083
ELETIVA
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Estudo dos fundamentos da Língua Brasileira de Sinais com noções
práticas de sinais e interpretação, destinado às práticas pedagógicas na educação
inclusiva.

Bibliografia básica:
BRITO, L. F. Por uma gramática de língua de sinais. Rio De Janeiro: Tempo
Brasileiro: UFRJ, Departamento de Linguística e Filologia, 1995.
BRASÍLIA: Programa Nacional De Apoio À Educação De Surdos, MEC, SEESP,
2001.
COUTNHO, D. Libras e língua portuguesa: semelhanças e diferenças. João
Pessoa Editor: Arpoador, 2000.

Bibliografia Complementar:
CAPOVILLA,
Fernando
César
(Ed);
RAPHAEL,
Walkiria
Duarte
(Ed.). Enciclopédia da língua de sinais brasileira: o mundo do surdo em Libras .
São Paulo: Edusp, 2011.
LACERDA, Cristina B. F. de. Intérprete de libras: em atuação na educação
infantil e no ensino fundamental . 8. ed. Porto Alegre, RS: Mediação, 2017. 95 p.

117

Disciplina:
ESTATÍSTICA Código: AECO038
EXPERIMENTAL
ELETIVA
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): AECO021 ESTATÍSTICA GERAL
Ementa: Introdução à estatística experimental. Análise de variância e
testes de hipóteses. Delineamentos experimentais: inteiramente
casualizado, blocos casualizados e quadrado latino. Correlação e
regressão polinomial na análise de variância. Experimentos fatoriais e
em parcelas subdivididas. Análise conjunta de experimentos. Testes
não paramétricos. Uso de aplicativos computacionais de estatística na
pesquisa em agroecologia.
Bibliografia básica:
BANZATTO, D. A. e KRONKA, S. N. Experimentação agrícola. 4. ed.
Jaboticabal: FUNEP. 2006. 237 p.
FERREIRA, P.V. 2000. Estatística Experimental Aplicada à
Agronomia. 2. ed. rev. e ampliada. Maceió: EDUFAL, 604 p.
VIEIRA, SONIA. Estatística básica. São Paulo, SP: CENGAGE
Learning, 2012, 176 p.
TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística: atualização da
tecnologia. 11. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos
Editora S. A., 2013.
Bibliografia Complementar:
VIEIRA, S. 2016. Introdução à Bioestatística. Campos, 2ª Edição,
Rio de Janeiro

118

Disciplina: A CULTURA DO BAMBU
Código: AECO085
ELETIVA
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: O bambu é uma planta de rápido crescimento e grande rusticidade que
possui um enorme número de usos e que apresenta um mercado potencial de
grande valor agregado. Este curso pretende trazer ao aluno aspectos relativos aos
aspectos ecológicos, usos, importância econômica e cultivo das principais
espécies de bambu cultivados no Brasil e no mundo.
Bibliografia básica:
CULTIVO y uso del bambu en el neotropico: Planting & using bamboo in the
neotropics. Costa Rica: Universidade de Costa Rica, 1998. 86 p.
RIBEIRO, ADRIANA SANTOS. Carvão de bambu como fonte energética e
outras aplicações. Edições Instituto do Bambu. Maceió, 2005.
DANTAS, ANDERSON BARROS; MILITO, CLÁUDIA MARIA; LUSTOSA, MARIA
CECÍLIA JUNQUEIRA; TONHOLO, JOSEALDO. O uso do bambu na
construção do desenvolvimento sustentável. Ed. Instituto do Bambu. Maceió,
2005.
Bibliografia Complementar:
SALGADO, ANTÔNIO LUIZ DE BARROS. Bambu com sal: aqui e agora, lá e
então. 1 ed. Campinas: Amaro Comunicação, 2014.

119

Disciplina: EQUIDEOCULTURA
Código: AECO086
ELETIVA
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Origem e domesticação. Importância econômica. Exterior e raças.
Sistemas de criação: doma, adestramento, alimentação, equipamentos,
instalações e manejo. Reprodução e melhoramento genético. Principais doenças.
Comercialização.
Bibliografia básica:
FRAPE, D. L. Nutrição & alimentação de equinos. 3. ed. São Paulo: Roca,
2008,602 p.
GUILHON, P. Doma racional interativa. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2003. 207p.
TOLEDO, A. Cavalos - Como Corrigir Aprumos, Ferrar e Cuidar dos Cascos.
Editora Aprenda Fácil. 2ª edição, 211p. 2012.
Bibliografia Complementar:
FRAPE, David L. Nutrição & alimentação de eqüinos. 3. ed. São Paulo: Roca,
2008. 602 p.
MEYER, H. Alimentação de Cavalos. Livraria Varela. São Paulo. 1995.
WALTER, Gabriele Brigitte (Edit). Equoterapia: fundamentos científicos. São
Paulo: Atheneu, 2013. 226 p.

120

Disciplina: EMPREENDEDORISMO
Código: AECO087
ELETIVA
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Investigação, entendimento
e
internalização
da
ação
empreendedora.
Autoconhecimento.
Perfil
empreendedor.
Criatividade.
Desenvolvimento da visão e identificação de oportunidades. Validação de uma
idéia. Construção de um plano de negócios e negociação.
Bibliografia básica:
HOFFMANN, R. Administração da empresa agrícola, 7. ed. São Paulo:
Pioneira, 1992. 325 p.
SANTOS, G.J.; MARION, J.C.; SEGATTI, S. Administração de custos na
agropecuária. Ed. Atlas. 3. ed. São Paulo. 2002.
KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. 3. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2017. 778 p.
Bibliografia Complementar:
ANTUNES, I.E. Manual de administração rural: custos de produção. Guaíba:
Agropecuária. 196p. 1999.

121

Disciplina: ETOLOGIA E BEM ESTAR ANIMAL
Código: AECO088
ELETIVA
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Noções básicas de comportamento animal, fatores ambientais que
alteram o comportamento dos animais domésticos, comportamento social, instinto
e aprendizagem. Motivação, estímulos e comunicação. Hormônios e o
desenvolvimento do comportamento. O bem estar dos animais de produção e
companhia. Manejo e ambiência para o bem estar. Questões científicas, éticas e
morais da utilização dos animais.
Bibliografia básica:
BROOM, D. M.; FRASER, A. F. Comportamento e bem-estar de animais
domésticos. 4. ed. Barueri, SP: Manole, 2010. 438 p.
LORENZ, K. Os fundamentos da etologia. São Paulo: Ed. da UNESP 1995. 466
p.
PENTEADO, Silvio Roberto. Criação animal orgânica: procedimentos para a
conversão orgânica. 2. ed. Campinas: Via Orgânica, 2010. 184 p.
Bibliografia Complementar:
CARTHY, J. D. Comportamento animal. EPU/USP. São Paulo. 1980. 79p.
DEAG, J. M. O comportamento social dos animais. EPU/EDUSP. São Paulo.
1981.116p.

122

Disciplina: HIDRÁULICA
Código: AECO089
ELETIVA
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Introdução. Hidrometria em condutos abertos. Hidrometria em condutos
forçados. Escoamento em condutos forçados sob regime permanente.
Escoamento de fluidos não newtonianos. Redes de condutos. Instalações de
recalque. Escoamento em canais em regime permanente e uniforme.
Bibliografia básica:
AZEVEDO NETTO, J.M.de; ALVAREZ, G.A. Manual de hidráulica. 8 ed. v. 1.
Edgard Blücher Ltda. 2015.
DAKER, A. Hidráulica aplicada à agricultura: A água na agricultura. . 6 ed. v.
1. Livraria Freitas Bastos S.A. 1983.
DAKER, Alberto. A água na agricultura: manual de hidráulica agrícola . 5. ed. Rio
de janeiro: Freitas Bastos, 1976.
Bibliografia Complementar:
BARACUHY, J.G.V. Técnicas agrícolas: para a contenção de solo e água.
Campina Grande, PB: Impressos Adilson, 2007.
PIRES, F.R. Práticas mecânicas de conservação do solo e da água., Viçosa,
2006. 216p.

123

Disciplina: HIDROLOGIA
Código: AECO090
ELETIVA
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Introdução. Bacia hidrográfica. Precipitação. Evaporação e
evapotranspiração. Infiltração da água no solo. Escoamento superficial.
Estudo da vazão de cursos d'água. Água subterrânea. Transporte de
sedimentos.Estudos teóricos e aplicados acerca do uso e reuso das águas para a
produção vegetal-animal, na perspectiva da ecologia e da Economia.
Bibliografia básica:
BRANDÃO, V.S. Infiltração da água no solo. 3. ed. Viçosa: UFV, 2006.
BARACUHY, J.G.V. Técnicas agrícolas: para a contenção de solo e água.
Campina Grande, PB: Impressos Adilson, 2007.
SOUSA PINTO, Nelson L. de et al. Hidrologia básica. São Paulo: Edgard Blücher
Ltda. 1976.
Bibliografia Complementar:
BRASIL. Gerenciamento de recursos hídricos. Brasília: Secretaria de Recursos
Hídricos, 1998.
PIRES, F.R. Práticas mecânicas de conservação do solo e da água., Viçosa,
2006. 216p.

124

Disciplina: FLORICULTURA E PAISAGISMO
Código: AECO091
ELETIVA
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Aspectos econômicos e perspectivas do mercado de flores.
Planejamento da produção comercial em floricultura. Fisiologia e manejo da póscolheita de flores cortadas. Conceituação do paisagismo. Histórico e evolução dos
jardins (como paisagens construídas) nas grandes civilizações. Evolução da
Paisagem no Brasil. Elementos para o planejamento e projetos paisagísticos:
ruas, praças, parques, áreas verdes e zoneamentos rurais e urbanos, projetos
conservacionistas. Estudo e compreensão do espaço urbano e suas associações
com o meio ambiente e o homem. Aplicação da vegetação no paisagismo

Bibliografia básica:
BARBOSA, Antonio Carlos da Silva. Paisagismo, jardinagem & plantas
ornamentais. 6. ed. São Paulo, SP: Iglu, 2000. 231p.
BARRA, Eduardo. Paisagens úteis: escritos sobre paisagismo. São Paulo:
SENAC, Mandarim, 2006. 139 p.
SANTOS, M. Coutinho. Manual de jardinagem e paisagismo. 3. ed. Rio de
janeiro: Livraria Freitas Bastos, 1978. 433 p.
Bibliografia Complementar:
MALAMUT, Marcos. Paisagismo: projetando espaços livres. Lauro de Freitas,
BA: Livro.com, 2011. 148p.

125

Disciplina: MOVIMENTOS SOCIAIS
Código: AECO092
ELETIVA
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: As teorias sobre classes e a estrutura de classes na sociedade
brasileira. Direitos Sociais e a emergência dos sujeitos coletivos. Movimentos
Sociais em suas relações de classe, gênero e étnicas. A Educação Popular e sua
contribuição na constituição e fortalecimento dos Movimentos Sociais e das
ONGs. Importância e significado do Terceiro Setor.
Bibliografia básica:
FERREIRA, Ruth Vasconcelos Lopes. Desafios e perspectivas: partidos políticos
X movimentos sociais. 1997. 122 p.
GRZYBOWSKI, Candido.; FEDERAÇÃO DE ORGÃOS PARA ASSISTENCIA
SOCIAL E EDUCAÇÃO. Caminhos e descaminhos dos movimentos sociais
no campo. 2a ed. Petrópolis, RJ: Vozes; Rio de Janeiro: FASE, 1990. 90p.
MOISÉS, José Álvaro. Contradições urbanas e movimentos sociais. 3. ed. Rio
de Janeiro: Centro de Estudos de Cultura Contemporânea: Paz e Terra, 1985.
86p.
Bibliografia Complementar:
PINTO, João Batista Moreira. Direito e novos movimentos sociais. São Paulo:
Academica, 1992. 94p.
MOVIMENTOS sociais no início do século XXI: antigos e novos atores sociais. 2.
ed. Petrópolis: Vozes, 2004 143 p.

126

Disciplina: SEGURANÇA ALIMENTAR E Código: AECO193
NUTRICIONAL
ELETIVA
Carga Horária: 60
Pré-requisito(s): Não possui
Ementa: Marco Histórico e legal da segurança alimentar no Brasil e no mundo.
Indicadores de insegurança alimentar e estratégias de prevenção e controle.
Soberania alimentar e preservação do ecossistema. A gestão pública da
segurança alimentar e nutricional.
Bibliografia básica:
CARMO, M.S.
(Re)Estruturação do sistema agroalimentar no Brasil: a
diversificação da demanda e a flexibilidade da oferta. São Paulo: IEA, 1996.256p.
BRASIL. Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional Lei nº 11.369, de 15
de
setembro
de
2006
Disponível
em:
<
https://www.planalto.gov.br/consea/static/eventos
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de
Atenção Básica. Política nacional de alimentação e nutrição / Ministério da Saúde,
Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – 2. ed. rev. –
Brasília:
Ministério
da
Saúde,
2003.
Disponível
em<
http://dtr2004.saude.gov.br/nutricao/documentos/pnan.pdf
Bibliografia Complementar:
BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Alimentação e Nutrição. 2ª ed.,
Brasília,
2003.
Disponível
em:
http://dtr2004.saude.gov.br/nutricao/documentos/pnan.pdf Acesso em: 06 mar.
2008.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM/n. 154 de 24 de janeiro de 2008. Cria
Núcleos de Apoio à Saúde da Família – NASF. Disponível em:
http://saude.gov.br/saúdedafamília Acesso em: 06 mar. 2008.

127

5.8 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
A Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, define o “estágio como o ato
educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa
à preparação para o trabalho produtivo do estudante”. A Resolução 71/2006 do
CONSUNI trata sobre o estágio na Universidade Federal de Alagoas (UFAL).
Na UFAL os estágios curriculares supervisionados são regulamentados a
partir da Lei do Estágio em conjunto com a Resolução nº 71/2006-CONSUNI/UFAL,
de 18 de dezembro de 2006, ficando definido como componente curricular, presente
nos cursos de graduação.
O estágio curricular supervisionado para o curso de agroecologia poderá ser
realizado em duas etapas, uma obrigatória e outra não obrigatória, constituindo,
alternativamente, uma atividade acadêmica de treinamento e qualificação
profissional, de caráter integrador, que visa complementar o processo de
aprendizagem teórico-prático, conforme as exigências da Lei de Diretrizes e Bases
da Educação - Lei 9394/96 - Art. 43, inciso II e com as Diretrizes Curriculares
Nacionais do Curso de Graduação em Agroecologia. Além dessas, o estágio deve
atender ao que preconiza a Resolução nº 71/2006-CONSUNI/UFAL (disponível em:
http://www.ufal.edu.br/estudante/graduacao/normas/documentos/resolucoes
/resolucao_71_2006_consuni), e, em consonância com a Legislação Federal sobre
Estágio

(Lei

11.788,

de

25/09/2008,

disponível

em:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11788.htm).
O estágio tem por objetivo, proporcionar ao aluno a oportunidade de aplicar
os seus conhecimentos acadêmicos em situações da prática profissional,
possibilitando-lhe o exercício de atitudes em situações vivenciadas e a aquisição
de uma visão crítica de sua área de atuação profissional.
O

Estágio

Obrigatório

no

Curso

de

Graduação

em

Agroecologia

(CECA/UFAL) terá uma jornada de trabalho de no máximo 12 (doze) horas
semanais, compatível com o horário escolar, com uma duração de no mínimo 200
horas, na grade curricular está prevista para o décimo período, porém como o
curso é integral, o aluno querendo antecipar poderá iniciar o estágio a partir do 6º
semestre, sendo esta a que ficará efetivada para a integralização do currículo,
mesmo que o estudante tenha realizado mais horas. Contudo, pode o aluno
requerer a utilização das horas que ultrapassarem esse valor para efeitos de carga
complementar. Para se habilitar a esta condição, o aluno deverá indicar em seu

128

Plano de Estágio ou Relatório, depositando-o na Coordenação do Curso, através
do Coordenador de Estágios. No caso do aluno solicitar o início do estágio
obrigatório em períodos anteriores, caberá ao colegiado do curso, após análise,
validar ou não a proposta.
O Termo de Compromisso de Estágio (TCE) obrigatório é, geralmente,
preenchido pelo orientador do aluno ou pelo coordenador de estágio, conforme
modelo

de

minuta,

disponível

em

http://www.ufal.edu.br/estudante/o-

estudante/estagios/documentos/minuta-de-termo-de-compromisso-de-estagio-combolsa/view.
O Colegiado do Curso escolherá, dentre os professores do curso, um
Coordenador e o V ice-Coordenador

de

Estágio,

a

quem

caberá

o

acompanhamento das atividades de estágio no âmbito do Curso, conforme consta
na Resolução nº 71/2006 CONSUNI/UFAL.
As atividades realizadas pelo estagiário deverão estar vinculadas às
disciplinas ofertadas no curso e/ou relacionadas de acordo com o proposto no
Projeto Político Pedagógico do Curso de Agroecologia.
O estágio supervisionado obedecerá a um plano de atividades elaborado
pelo orientador e o aluno e entregue ao Coordenador de Estágio. Após a conclusão
deste, o aluno deverá elaborar um relatório final, onde registrará as atividades e
ações vivenciadas na instituição ou órgão onde permaneceu, conforme norma de
elaboração aprovada pelo Colegiado do Curso.
O relatório final deverá ser aprovado pelo orientador e pelo coordenador, de
modo a atender a legislação do MEC (CNE/CES Nº 4/2008).
•

Diretrizes Curriculares do Curso, Lei nº 11.788, de 25 de setembro de

2008 e a Resolução 71/2006 do CONSUNI,

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01

PROGRAD/Fórum dos Colegiados.
O Estágio não obrigatório é atividade opcional integrante do conjunto de
possibilidades previstas para as atividades complementares e depende da
solicitação das entidades conveniadas devidamente encaminhada e aprovada pelo
Coordenador do Estágio do curso. A carga horária será de no máximo 30 horas
semanais, desde que não haja prejuízo nas atividades acadêmicas obrigatórias.
O Termo de Compromisso de Estágio não obrigatório é preenchido pela
Gerência de Estágios após recebermos os formulários de solicitação e de
autorização de estágios, preenchidos e assinados. Os formulários estão

129

disponíveis em http://www.ufal.edu.br/estudante/o-estudante/estagios/formularios.
Nos períodos de férias escolares, a jornada de trabalho será de no máximo
40 horas semanais estabelecidas entre o estagiário e a parte concedente, com
interveniência da UFAL.

O Estágio Não obrigatório poderá, respeitadas as

regulamentações específicas, ser transformado em Estágio Obrigatório, mediante
parecer favorável do Colegiado de Curso.
A UFAL vem firmando convênios com instituições públicas e privadas, com a
finalidade de garantir campo de estágio para os alunos. A lista de empresas
conveniadas, atualizada mensalmente, pode ser obtida através do endereço
http://www.ufal.edu.br/estudante/o-estudante/estagios/documentos/relacaoempresas-conveniadas/view
CONDIÇÕES DE EXEQUIBILIDADE
As atividades do Estágio serão desenvolvidas em:
•

Setores Didáticos da UFAL desde que seja constatada a vinculação com

o ensino do Curso de Agroecologia; Empresas públicas, privadas ligadas do setor
Agroecológico;
•

Órgãos públicos e privados em geral que atuam no setor Agroecológico;

•

Profissionais liberais habilitados;

•

Órgãos similares em outras IES.

Desde que devidamente registrados em seus respectivos conselhos de
fiscalização profissional, cadastrados e/ou conveniados de acordo com a legislação
vigente, sob a supervisão de um funcionário da empresa (supervisor) e de um
professor da UFAL (orientador).
Vale ressalva que todas as instituições ou profissionais deverão estar
conveniados de acordo com as normas da UFAL, sob a supervisão de um
funcionário da empresa e orientação de um professor da UFAL. As atividades de
Estágio Obrigatório também poderão ser desenvolvidas nas dependências da
UFAL sob a orientação e supervisão. No caso de Estágio Obrigatório, estas
atividades poderão ser desenvolvidas a partir do sexto (6º) semestre, quando o
aluno tiver cumprido cerca de 2/3 da carga horária total.
A matrícula do aluno em estágio supervisionado será realizada a partir do 6º
semestre sendo gerenciada como componente da matriz curricular. Para isso o
aluno deverá solicitar junto à coordenação de estágio o seu cadastro junto à
gerência de estágios da Universidade (Gerência de estágios - UFAL/PROGRAD).

130

A

estruturação

do

estágio,

formaliza-se

através

de

atividades

compreendendo as seguintes etapas:
- Apresentação de termo de compromisso- o estágio só será valido a
partir do preenchimento e assinatura do Termo de Compromisso de Estágio (TCE),
celebrado entre o estudante, o docente orientador e a instituição concedente de
estágio. Esse termo é um documento institucional, contendo os dados gerais do
estágio em questão, o número da apólice de seguros que o discente tem direito,
disponibilizado, anualmente, pela Gerência de Estágio (GEST).
- Elaboração do plano de trabalho - o estágio deve estar no contexto da
formação acadêmica e ser apresentado para registro na Coordenação de Estágio
e/ou Colegiado do Curso de Agroecologia, devidamente aprovado por um docente
supervisor.
- Desenvolvimento das ações programadas - o estágio deve ressaltar o
lado da qualidade formal, no aprimoramento das condições instrumentais do
exercício profissional.
- Avaliação final do estágio - deverá ser apresentado um relatório completo
das atividades a coordenação de estágio e ao Colegiado do curso, avaliado e
assinado pelos supervisores.
Para o Estágio Não-Obrigatório será permitido, após análises da solicitação
pelo colegiado, que as atividades sejam desenvolvidas a partir do quarto (4º)
semestre, quando o aluno tenha cumprido 1/3 das disciplinas obrigatórias e apenas
nas áreas das disciplinas cursadas.
O Estágio Curricular Supervisionado Não Obrigatório é atividade opcional
integrante

do

conjunto

de

possibilidades

previstas

para

as

atividades

complementares. A carga horária será de no máximo 20 horas semanais, desde
que não haja prejuízo nas atividades acadêmicas obrigatórias. Nos períodos de
férias escolares poderão ocorrer atividades de estágios não obrigatórios, sendo a
jornada de trabalho estabelecida entre o estagiário e a parte concedente, com
interveniência da UFAL, de no máximo 40 horas semanais, através da
Coordenação de Estágios Curriculares do curso.
O Estágio Não-Obrigatório poderá, respeitada a Resolução nº 71/2006CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006, ser transformado em Estágio
Obrigatório, mediante parecer favorável do Colegiado de Curso.

131

5.9 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC
O Colegiado do Curso de Agroecologia, no uso de suas atribuições legais e
regimentais, passa a regulamentar os procedimentos de elaboração, apresentação e
avaliação dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) dos alunos do curso,
atendendo à Resolução nº 25/2005 do CEPE/UFAL, instrução normativa nº 02
PROGRAD e Projeto Pedagógico do Curso, conforme as seguintes disposições:
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º. O Trabalho de Conclusão de Curso é um componente obrigatório que expõe
o resultado de um estudo mais detalhado sobre uma temática de interesse vinculada
ao Curso. Sua elaboração e o desenvolvimento do Projeto que o antecede devem
obedecer ao disposto neste, respeitando os demais atos normativos editados pela
Universidade Federal de Alagoas
DA NATUREZA DO TCC
Art. 2°. O Trabalho de Conclusão de Curso é um componente curricular obrigatório,
com carga horária total de 80 horas/aula, não se constituindo como disciplina, nem
tendo carga horária fixa semanal.
§ 1. O TCC consistirá de um trabalho acadêmico inédito/original, centrado em
determinada área teórico-prática ou de formação profissional, como atividade de
síntese e integração de conhecimento e consolidação das técnicas de pesquisa.
Deverá ser elaborado individualmente pelo aluno ou, excepcionalmente, poderá ser
um trabalho coletivo, mediante especificações das estratégias e metas de trabalho
de cada integrante e apresentação de exposição de motivos que passarão pelo
aceite do orientador e pela coordenação do TCC.
§ 2. Este poderá ser elaborado nas modalidades: Monografia, baseada em revisão
bibliográfica, artigo científico, extensão, manuais, trabalho técnico, pesquisa de
opinião, cabendo ao orientador a escolha da modalidade. Casos que não se
enquadram serão avaliados pelo colegiado do curso.
I. Qualquer tipo de violação de direitos autorais, em qualquer fase da
elaboração do TCC, desqualificará o mesmo e consequentemente, o(a)
aluno(a) será considerado reprovado.
II. A desqualificação do TCC por violação dos direitos autorais ou por fraude
poderá ocorrer a qualquer momento por indicação do orientador, pela

132

Comissão de TCC ou pela banca examinadora.
III. O(a) aluno(a) deverá apresentar o TERMO DE RESPONSABILIDADE E DE
ISENÇÃO DE PLÁGIO (modelo em anexo), na entrega do projeto de TCC, da
versão do TCC entregue para avaliação pela Banca Examinadora e/ou na
versão final do TCC.
DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA
Art. 3: O TCC terá um coordenador e um vice coordenador, que deverão ser
Docentes do Curso e serão indicados pelo Colegiado do Curso, com mandato de
dois anos letivos, com direito a uma prorrogação.
DA MATRÍCULA
Art. 4. O aluno requererá cadastramento do projeto de TCC a partir do início do 6º
(sexto) semestre e no máximo até o início do 9° (nono) semestre obedecendo aos
seguintes procedimentos:
§ 1. Entrega na Coordenação do TCC: formulário de cadastro (modelo em anexo),
projeto de TCC e carta e aceite de orientação (modelo em anexo).
§ 2. Encaminhamento no prazo máximo de 30 dias a partir do início de cada
semestre letivo, a coordenação do TCC.
§ 3. Os alunos que pretendam desenvolver o TCC no exterior ou em instituição
conveniada, dentro dos programas de intercâmbio institucional, deverão apresentar
proposta de trabalho para prévia aprovação pela Coordenação.
DA ORIENTAÇÃO
Art. 5. A coordenação de TCC do curso deverá fixar no início de cada semestre a
lista dos professores disponíveis para orientação e suas respectivas áreas de
atuação e interesse.
Art. 6. A orientação deverá ser realizada por um membro docente do quadro de
professores do curso de Agroecologia. Em caso excepcional, está poderá ser feita
por docentes e/ou pesquisadores de outros centros ou instituições, da mesma área
ou de áreas afins, desde que credenciados pelo Colegiado do curso.
§ 1. Cada professor poderá orientar simultaneamente, no máximo, quatro alunos.
Esse número poderá ser alterado de acordo com a atualização semestral de suas
atividades, desde que aprovado pelo colegiado do curso.

133

§ 2. A mudança de professor orientador só poderá ser realizada mediante
requerimento do aluno ou do orientador, com ciência de ambos e aprovado pelo
Colegiado do Curso.
§ 3. O aval do orientador será requisito obrigatório para o aceite do projeto de TCC.
§ 4 O aluno(a) poderá, de comum acordo com seu orientador e mediante aprovação
prévia do Colegiado do Curso de Agroecologia, solicitar a colaboração de um (uma)
coorientador(a) não vinculado ao Centro de Ciências Agrárias ou mesmo à UFAL,
desde que credenciados pelo Colegiado do curso (modelo em anexo).
DA COMPOSIÇÃO DA BANCA EXAMINADORA E TRABALHO FINAL DO TCC
Art. 7. A banca examinadora deverá ser composta por pelo menos três professores
titulares e um suplente, escolhidos entre os professores pertencentes à área de
interesse do trabalho, sendo o orientador membro nato e presidente da referida
banca.
§ 1. O segundo membro titular da banca examinadora deverá pertencer ao quadro
efetivo de docentes do curso de agroecologia do CECA/UFAL.
§ 2. Os professores orientadores deverão encaminhar a sugestão dos nomes dos
membros das bancas, bem como o nome do aluno e o título de seu TCC (modelo em
anexo), pelo menos quinze dias antes da data da defesa, para a Coordenação de
TCC.
§ 3. A defesa do TCC terá duração de 30 a 40 minutos, com apresentação e
arguição públicas, perante a banca examinadora. Esta deverá ocorrer do primeiro
até o último dia do término do semestre letivo, não sendo permitida a defesa fora
deste período.
§ 4. Após a apresentação do TCC cada membro da banca examinadora terá até 30
minutos para arguição.
§ 5. Após a apresentação do TCC e arguição, cada examinador dará uma nota e
será calculada a média (aritmética). O candidato com média maior ou igual a 7,0
será considerado aprovado.
§ 6. Será considerado reprovado o aluno que obtiver nota inferior a 7,0 (sete),
devendo no caso de entendimento da Banca Examinadora:
I. Atendidas as sugestões e metas estabelecidas pela da Banca Examinadora,
o aluno poderá solicitar uma nova defesa pública do TCC no prazo máximo de
60 (sessenta) dias, a contar da data da primeira defesa.

134

II. O aluno deverá ser submetido a uma nova defesa após elaboração e
desenvolvimento de um novo projeto TCC.
III. Na segunda defesa pública, o aluno deverá estar atento ao prazo máximo
de integralização do curso e poderá ser atribuída ao aluno a condição de
aprovação ou reprovação, previstas no § 4 e § 5.
§ 7. A avaliação final do TCC pela banca examinadora será baseada nos seguintes
critérios (modelo em anexo):
I. Estrutura do trabalho;
II. Inter-relação entre as partes do trabalho;
III. Seleção do conteúdo em relação ao tema;
IV. Organização do conteúdo;
V. Clareza de expressão;
VI. Utilização de linguagem científica;
VII. Apresentação gráfica.
§ 8. A avaliação da Banca Examinadora é soberana, não sendo passível de recurso
para revisão de nota em caso de reprovação, neste caso o aluno só poderá
reapresentar o TCC no período seguinte.
§ 9. Após a conclusão da apresentação/defesa do TCC, a ata de apresentação
(modelo em anexo) deverá ser entregue na Coordenação do TCC, devidamente
preenchida e assinada.
§ 10 O (A) aluno(a), em comum acordo com o orientador, deverá entregar Termo de
Compromisso de Entrega de TCC (modelo em anexo), devidamente assinado por
ambos, e a versão final do TCC junto à Coordenação do Curso.
§ 11. A versão final (duas copias em CD ou DVD) deverá ser entregue no prazo
máximo de 30 (trinta) dias após a defesa. O modelo das páginas pré-textuais e
textuais deve seguir as orientações do Padrão UFAL de Normalização,
disponibilizado

no

site

da

Biblioteca

Central

(http://www.sibi.ufal.br/Padrao_Ufal_de_Normatizacao.pdf).
§ 12. A nota final do TCC somente será lançada no sistema acadêmico após a
efetiva entrega da ATA (3 vias), da versão final do TCC corrigido e assinado pela
banca (duas copias em CD ou DVD) com a versão corrigida do TCC a Coordenação
do TCC. Esta nota só será colocada no sistema pelo coordenador do TCC, durante o
semestre letivo, não devendo ser inserida no sistema fora deste período.

135

§ 12. O lançamento da nota final do TCC antes da entrega da versão final só será
permitido em casos excepcionais, mediante solicitação escrita e comprovação
documental da excepcionalidade, direcionadas à Colegiado do Curso, que avaliará a
solicitação e emitirá parecer conclusivo.
Parágrafo Único: Em conformidade ao Estatuto e Regimento Geral da UFAL, caso o
aluno não consiga entregar o TCC até o final do semestre letivo em que cumprir
todas as outras exigências da matriz curricular, deverá realizar matrícula-vínculo no
início de cada semestre letivo subsequente, até a entrega do TCC ou quando atingir
o prazo máximo para a integralização do seu curso. Caso o discente não cumpra os
prazos e as exigências legais será desligado do Curso.
DAS ATRIBUIÇÕES DA COORDENAÇÃO DE TCC E DO CURSO DE
AGROECOLOGIA
Art. 8. Compete à Coordenação do TCC do Curso de Agroecologia:
§ 1.

Realizar o cadastramento dos dados do TCC, o gerenciamento das

apresentações de TCC, a organização de documentação própria para as sessões de
defesa do TCC, bem como a inserção da nota do TCC no sistema de
acompanhamento do (a) aluno (a);
§ 2. Mediar o contato inicial entre orientador (a) e orientando (a), fornecendo
informações acerca do acompanhamento e/ou orientações;
§ 3. Emitir declarações de orientação e avaliação para os integrantes da banca
examinadora;
Art. 9 Compete à Coordenação do Curso de Agroecologia:
§ 1. Submeter à aprovação do Colegiado do Curso os cronogramas de cadastro do
Projeto e da Defesa do TCC, para afixação em local público;
§ 2. Realizar o cadastramento dos dados do TCC, a organização de documentação
juntamente com o coordenador de TCC para as sessões de defesa do TCC, bem
como a inserção da nota do TCC no sistema de acompanhamento do (a) aluno (a).
§ 3. Acompanhar e avaliar periodicamente as atividades docentes e discentes,
conforme cronogramas de projeto e defesa do TCC.
§ 4. Emitir declarações de orientação e avaliação para os integrantes da banca
examinadora.
§ 5. Acompanhar a observância dos prazos estabelecidos nos cronogramas e aplicar
medidas cabíveis no caso de descumprimento, através de advertência e orientações.

136

DAS ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR/ORIENTADOR
Art. 10. Compete ao Professor/orientador do TCC:
§ 1. Orientar o(s) aluno(s) na elaboração do TCC em todas as suas fases, do projeto
de pesquisa até a defesa e entrega da versão final da monografia.
§ 2. Realizar reuniões periódicas de orientação com os orientados
§ 3. Participar das reuniões com o Coordenador do TCC quando solicitado.
§ 4. Participar da banca de avaliação final.
§ 5. Orientar o aluno na aplicação de conteúdos e normas técnicas para a
elaboração do TCC, conforme metodologia da pesquisa científica.
§ 6. Efetuar a revisão dos documentos e componentes do TCC, e autorizar os alunos
a fazerem as apresentações previstas e a entrega de toda a documentação
solicitada.
§ 7. Acompanhar as atividades de TCC desenvolvidas nas empresas ou em
organizações fora da UFAL, quando for o caso.
§ 8. Indicar, se necessário, o co-orientador.
DAS ATRIBUIÇÕES DO ALUNO
Art. 11. Compete ao aluno:
§ 1. Elaborar e apresentar o projeto de TCC em conformidade com este
Regulamento.
§ 2. Requerer a sua matrícula na Divisão de Registros Acadêmicos nos períodos de
matrícula estabelecidos no Calendário Letivo da unidade.
§ 3. Participar das reuniões periódicas de orientação com o Professor Orientador do
TCC.
§ 4. Seguir as recomendações do Professor Orientador concernentes ao TCC.
§ 5. Participar das reuniões periódicas com o Professor Responsável pelo TCC.
§ 6. Entregar ao Coordenador de TCC a monografia corrigida (de acordo com as
recomendações da banca examinadora) na versões digitais (Art.7º § 11), incluindo
arquivos de resultados experimentais, tais como: planilhas, gráficos, softwares,
dentre outros, assim como o Termo de responsabilidade e de isenção de plágio
(modelo em anexo).
§ 7. Tomar ciência e cumprir os prazos estabelecidos pela Coordenação de Curso.
§ 8. Respeitar os direitos autorais sobre artigos técnicos, artigos científicos, textos de

137

livros, sítios da Internet, entre outros, evitando todas as formas e tipos de plágio
acadêmico.
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
Art.12. Quando o TCC for realizado em parceria com empresas ou outras
organizações, deverá ser formado termo de compromisso próprio, definindo as
atribuições, direitos e deveres das partes envolvidas, inclusive a autorização da
divulgação do nome da empresa na publicação do trabalho.
Art. 13. Alterações nas presentes normas só poderão ocorrer com a aprovação do
Colegiado do Curso.
Art. 14. Caberá ao Colegiado do Curso decidir sobre os casos omissos e recursos
interpostos em decorrência da presente Resolução.
Art. 15. Esta resolução entra em vigor após aprovação do Colegiado do Curso.
5.10 ATIVIDADES CURRICULARES COMPLEMENTARES (ACC)
As

Atividades

Curriculares

Complementares

(ACC)

devem

ser

desempenhadas pelos estudantes do curso de Agroecologia da UFAL no intuito de
fornecer flexibilidade na formação discente, sendo este o responsável por decidir
sobre parte da sua formação. Além disso, as ACCs contemplam o artigo 3º da Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9.394/1996, que trata da valorização da
experiência extraclasse.
As ACCs também poderão ser importantes para que o discente complete as
atividades de extensão, que devem atingir pelo menos 10% dos créditos curriculares
nestas atividades, segundo meta 12.7 do Plano Nacional de Educação 2014/2024.
Desse modo, a carga horária mínima de ACCs que os discentes devem
contemplar é de 150 horas. No entanto, caso o mesmo não haja atingido os 10% de
créditos curriculares em atividades de extensão, os ACCs poderão ter carga horária
ampliada até que o supracitado percentual tenha sido atingido.
As ACCs consideradas para o curso de Agroecologia serão as seguintes:
-Participação em projetos de ensino, pesquisa ou extensão;
-Monitoria em componentes curriculares;
-Iniciação científica ou em outra modalidade (docência, tecnológica, extensão
etc.);
-Estágio não obrigatório;

138

-Participação em eventos, palestras, cursos e minicursos na área de
agroecologia ou áreas afins;
-Participação em grupos de estudo, workshops e oficinas de cunho técnicocientífico;
-Apresentação de painel ou comunicação oral em evento técnico-científico
(cada apresentação corresponderá a 10h);
-Publicação de resumo em anais de evento técnico-científico (cada resumo
corresponderá a 10h);
-Publicação de resumo expandido ou artigo em anais de evento técnicocientífico (cada resumo corresponderá a 20h);
-Publicação

de

artigo

em

revista

científica

indexada

(cada

artigo

corresponderá a 40 h);
-Curso de idiomas ou informática (com aproveitamento);
-Participação na organização de evento técnico-científico na área de
agroecologia ou áreas afins;
- Participação em entidades estudantis, Colegiado de curso, Conselho da
Unidade Acadêmica e Conselhos Superiores;
- Outras atividades técnico-científicas não contempladas nesta listagem
podem ser aproveitadas como ACC desde que aprovadas pelo Colegiado do
Curso
CEPE/UFAL, o aluno deverá dividir a sua carga horária complementar em
pelo menos 3 (três) atividades entre as listadas anteriormente. Além disso, uma
carga horária mínima de 100 horas/relógio de atividades complementares deve ser
destinada a atividades de extensão, que estarão designadas, juntamente com as
demais atividades do curso.
Em casos de alunos que não atinjam uma carga horária mínima de 398
horas/relógio de extensão, considerando as cargas horárias de todos os
componentes curriculares e extracurriculares, estes devem integralizar o restante
da carga horária como atividades complementares, mesmo excedendo o total de
horas inicialmente destinadas às mesmas.
Assim, os alunos deverão abrir processo destinado ao colegiado, anexando
comprovantes relativos às atividades complementares. Desse modo, o colegiado
deverá deferir o processo para que as atividades complementares sejam incluídas
na carga horária total dos alunos.

139

140

6 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO
6.1 AÇÕES DE INCLUSÃO SOCIAL E ACESSIBILIDADE
A UFAL possui um núcleo de estudos (Núcleo de Acessibilidade - NAC)
voltado para o entendimento das necessidades postas para o seu corpo social, no
sentido de promoção de acessibilidade e de atendimento diferenciado aos
portadores de necessidades especiais em atenção à Política de Acessibilidade
adotada pelo MEC e à legislação pertinente.
Assim, o Núcleo de Acessibilidade foi criado em outubro de 2013 e desde
então tem consolidado suas ações na Instituição, e, de acordo com a Lei
13.146/2015 visa “assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício
dos direitos e das liberdades fundamentais da pessoa com deficiência, visando à sua
inclusão social e cidadania”.
Em 17 de fevereiro de 2017 foi inaugurada a sua nova sede, no Centro de
Interesse Comunitário (CIC), com 3 salas, as quais são utilizadas para reuniões com
estudantes, professores, coordenadores e familiares, bem como há a produção de
materiais demandados por discentes com deficiência atendidos.
Atualmente, o NAC conta com uma coordenação, um revisor em Braille, 12
bolsistas de apoio ao estudante com deficiência (selecionados por edital específico)
e um psicólogo clínico.
O próprio dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado
especial, haja vista a forma atual de identificação dos alunos: a auto declaração.
Assim, professores e estudantes com deficiência, precisam solicitar atendimento
educacional especializado e, este ocorre continuamente e de acordo com as suas
necessidades. O NAC ainda disponibiliza o empréstimo de equipamentos de
acessibilidade, como livros e máquina para escrita em Braile, por exemplo. Os
acompanhamentos são avaliados ao final de cada semestre por professores dos
estudantes com deficiência e pelos próprios estudantes, com a finalidade de
aperfeiçoar os serviços oferecidos.
Além deste acompanhamento, o NAC tem investido na formação da
comunidade universitária com a proposição de projetos, cursos e oficinas
(Tecnologia Assistiva - Deficiência Visual e Deficiência Física, Estratégias de
Ensino do Surdo cego, Práticas Inclusivas na Educação Superior, Sextas Inclusivas,
entre outros).

141

Por outro lado, a UFAL tem investido na capacitação técnica de seus
servidores para o estabelecimento de competências para diagnóstico, planejamento
e execução de ações voltadas para essas necessidades. Ao esforço para o
atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, se junta, agora, o cuidado de
fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política de Acessibilidade, qual
sejam

a

acessibilidade:

pedagógica,

metodológica,

de

informação

e

de

comunicação. A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para o art.
59 da Lei 9394/96, que afirma: “Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos
com necessidades especiais: I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e
organização específicos, para atender às suas necessidades”. Neste sentido, a Nota
Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de 21 de março de 2013, orienta os
sistemas de ensino no sentido de sua implantação. Em especial, recomenda que os
“PPC contemplem orientações no sentido da adoção de parâmetros individualizados
e flexíveis de avaliação pedagógica, valorizando os pequenos progressos de cada
estudante em relação a si mesmo e ao grupo em que está inserido”.
Para tal atendimento a UFAL assume o compromisso de prestar atendimento
especializado aos alunos portadores de deficiência auditiva, visual, visual e auditiva
e cognitiva sempre que for diagnosticada sua necessidade. Procura-se, desta forma,
não apenas facilitar o acesso, mas estar sensível às demandas de caráter
pedagógico e metodológico de forma a permitir sua permanência produtiva no
desenvolvimento do curso. À luz do Decreto Nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004 –
Regulamenta a Lei n. 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de
atendimento às pessoas que especifica, e a Lei n. 10.098, de 19 de dezembro de
2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da
acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e
dá outras providências.
A partir de 2016, o NAC ainda tem atuado na intermediação com os diferentes
órgãos da UFAL, principalmente junto à SINFRA, PROGRAD e PROEST, para a
minimização de possíveis barreiras (físicas e acadêmicas) à permanência do
estudante com deficiência, como preconiza a Lei 10.098/2000, que estabelece
normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas
portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. Aqui, merece destaque a
construção de calçadas táteis, rampas de acesso aos prédios, corrimãos,

142

adaptações de banheiros e salas de aula, entre outras obras necessárias à
permanência dos estudantes e professores com deficiência na universidade.
Com relação ao atendimento de discentes com Transtorno do Espectro
Autista, conforme disposto na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012, incluso no
instrumento de avaliação dos cursos de graduação do INEP de junho de 2015, a
Universidade Federal de Alagoas, nesse momento fomenta estudos e debates no
intuito de constituir uma política institucional que explicite ações neste âmbito e que
fundamente os cursos de graduação desta instituição em metodologias e ações
atitudinais que visem a inclusão de pessoas com este transtorno. Os discentes com
transtorno do espectro autista também são atendidos pelo NAC.
Para ampliar o número de estudantes acompanhados, está em andamento
visita às coordenações do curso para a distribuição de materiais de divulgação do
NAC, bem como a elaboração de campanha institucional para difundir o Núcleo nas
redes sociais, pela Assessoria de Comunicação (ASCOM).
O curso de Agroecologia deverá assegurar condições para acesso e
permanência

do

estudante

na

universidade,

propiciando-lhe

experiências

importantes para o desenvolvimento de habilidades/competências, estabilidade e
integração na vivência acadêmica. Na UFAL prioriza-se a equidade no atendimento
aos discentes, entretanto deve-se estar atento as particularidades e necessidades
especiais
Dessa forma, seguindo os Referenciais de Acessibilidade na Educação
Superior de julho de 2013, e ainda o decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005.
Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua
Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de
2000. O presente curso oferece a disciplina de Libras como eletiva podendo ser
cursada já partir do 2º semestre do curso.
Quanto a acessibilidade, a UFAL tem projetado e adaptado seus prédios com
a devida observância a este aspecto, os quais são munidos de rampas e elevadores
para acessibilidade e banheiros adaptados para portadores de necessidades
especiais.
Ações

de

extensão

também

são

realizadas,

com

campanhas

de

esclarecimento e informação sobre a inclusão social de pessoas com algum tipo de
deficiência.

143

6.2 INCLUSÃO E POLÍTICA DE COTAS
Desde 1999 a UFAL preocupa-se com a questão da inclusão, tendo
aprovado em 2003 a Resolução 33 – COSUNI, posteriormente modificada pelo
Decreto 7.824, de 11 de outubro de 2012 que dispõe sobre a política de ingresso
nas IFES. Ainda, a Resolução 54/2012 – CONSUNI institucionaliza a reserva de
vagas/cotas no processo seletivo de ingresso nos cursos de graduação da UFAL.
Essa política de cotas adotada atualmente pela UFAL reserva 50% (cinquenta
por cento) das vagas de cada curso e turno ofertados pela UFAL para os alunos
egressos das escolas públicas de Ensino Médio. Destas, 50% (cinquenta por cento)
das vagas foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou
inferior a 1,5 salário mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per capita e 50%
(cinquenta por cento) foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias com
renda igual ou superior a 1,5 salário mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per
capita. Nos dois grupos que surgem depois de aplicada a divisão socioeconômica,
serão reservadas vagas por curso e turno, na proporção igual à de Pretos, Pardos e
Indígenas (PPI) do Estado de Alagoas, segundo o último censo do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, que corresponde a 67,22%
(sessenta e sete vírgulas vinte e dois por cento).
6.3 POLÍTICAS DE ASSISTÊNCIA AO DISCENTE
A UFAL dispõe de vários programas de atendimento ao discente, com apoio
de órgãos de fomento bem como de recursos próprios, visando facilitar a
inserção do aluno no ambiente universitário, além de proporcionar condições
básicas de acesso à educação. Entre tais programas podemos destacar os de
monitoria, tutoria de nivelamento, bolsa permanência e residência e serviço de
apoio pedagógico.
6.3.1 Tutoria de Nivelamento
Este programa tem como finalidade ofertar aulas de nivelamento sobre
conteúdos de ensino médio para alunos ingressantes e é voltado principalmente
para alunos dos primeiros períodos, bem como para aqueles que irão iniciar apenas
no semestre seguinte.
O objetivo principal é o de revisar os conteúdos do ensino médio, de forma a
possibilitar um melhor aproveitamento das disciplinas afins que o aluno irá cursar no

144

decorrer da graduação. Com isso se vislumbra diminuir os índices

de

reprovação em disciplinas de graduação e reduzir a evasão nos cursos.
6.3.2 Serviço de Apoio Pedagógico
Trata-se de uma ferramenta de assessoria ao corpo docente e discente da
instituição, visando auxiliar no que se refere às dificuldades e problemas
vivenciados pela comunidade acadêmica, especialmente com relação aos aspectos
pedagógicos (relação professor-aluno, dificuldades de aprendizagem, prática
educativa, processo de avaliação). O objetivo é contribuir para a melhoria da
qualidade do ensino oferecido pela instituição e o serviço é prestado por uma
equipe de Técnicos em assuntos educacionais do Campus Rio Largo e da Próreitoria de graduação.
Também, durante a primeira semana do ingresso dos discentes, o
Colegiado do curso realizará atividades de recepção para os calouros, onde serão
apresentados procedimentos e informações que facilitam a familiarização do
discente com a UFAL, como visita aos laboratórios onde são desenvolvidas
atividades relativas ao curso, modalidades de bolsas de pesquisa, extensão e
assistência estudantil, serviço de apoio pedagógico, sistema de funcionamento da
biblioteca, sistema utilizado para efetuar matrícula, trancamento e acompanhamento
do semestre letivo, apresentação da formação e projetos em andamento pelos
docentes do colegiado, apresentação de palestra pelo representante do Centro
Acadêmico – CA e outras.
6.3.3 Bolsa Permanência e Residência
Tais bolsas são financiadas pelo Ministério da Educação e pela UFAL, no
âmbito do PNAES (Programa Nacional de Assistência Estudantil) e o público-alvo
se constitui dos alunos em situação de vulnerabilidade. A primeira refere-se ao
apoio financeiro a estudantes matriculados em curso de graduação presencial na
UFAL e que estejam efetivamente frequentando as atividades acadêmicas,
estudantes estes que são selecionados conforme critério socioeconômico. A
segunda visa proporcionar ao estudante uma moradia.
6.3.4 Restaurante Universitário
O restaurante universitário é uma necessidade fundamental e seu

145

funcionamento contribui para a permanência do estudante, viabilizando o
desempenho de atividades acadêmicas e culturais em turnos diferentes do curso
ao qual o estudante está vinculado. No âmbito do Campus Rio Largo, existe um
restaurante

universitário

próprios

sendo

todos

os

alunos

que

possuem

vulnerabilidade social comprovada, ou que possuem alguma atividade acadêmica
comprovada em que necessite permanecer no horário da manhã e da tarde na
universidade são isentos de pagamento para almoçar, além também dos estudantes
que recebem bolsa de PIBIC, PIBITI ou PIBIP- ação.
6.4 INTERFACE DO CURSO DE GRADUAÇÃO COM A PÓS-GRADUAÇÃO
 Participação dos alunos de graduação nas atividades da pós-graduação e dos
pós- graduandos nas atividades da graduação;
 Inserção dos alunos de graduação e pós-graduação nos mesmos grupos e
projetos de pesquisa;
 Envolvimento dos pós-graduandos na atividade de docência da graduação
(estágio docência) e nas bancas de Trabalho de Conclusão de Curso.
 Envolvimento dos alunos da graduação em monitoria, tutoria e pesquisa;
 Disseminação e divulgação da produção científica e de extensão da
graduação e pós- graduação nos meios disponíveis pelo curso.
6.5 INTERFACE DO CURSO COM A EXTENSÃO
 Participação dos alunos de graduação em projetos e programas de extensão da
Unidade acadêmica e da Pró-Reitoria de Extensão;
 Participação dos alunos no Programa de Extensão da Unidade Acadêmica
CECA que visa atender as demandas e necessidades da agricultura familiar e
movimentos sociais do campo, os Arranjos Produtivos Locais, e os médios e
grandes produtores;
 Participação dos alunos nos programas da Secretaria da Agricultura do Estado
de Alagoas;
 Participação dos alunos em ações junto aos assentamentos da reforma agrária
no Estado de Alagoas;
 Participação dos alunos nos Programas de Difusão de Tecnologia da
EMBRAPA;
 Participação dos alunos nas atividades de difusão de tecnologia dos Órgãos e

146

Entidades públicas municipais, federais e estaduais;
 Participação dos alunos nas atividades de difusão de tecnologia dos Órgãos e
Entidades privadas (SEBRAE, SENAI, entre outras);
 Participação dos alunos na socialização do conhecimento e saber nos Territórios
da Cidadania do Estado de Alagoas.
 Participação dos alunos nas atividades das Incubadoras Tecnológicas.

6.6 ATIVIDADE DE EXTENSÃO
A extensão universitária é entendida como prática acadêmica que a torna um
parâmetro de articulação com o ensino e a pesquisa, desdobrando-se em
processos educativo, cultural e científico que se constituem como um conjunto de
ações sistemáticas e interativas, as quais viabilizam a relação transformadora
entre Universidade e Sociedade. Neste sentido a Universidade deve ser
participativa em nível de comunidades e das políticas de governo e de Estado para
o setor agropecuário, tanto na área de desenvolvimento rural quanto na educação
agrícola. Essa participação contribui para a solução dos problemas comunitários e
retro-alimenta a pesquisa e o processo educacional.
Esta atividade é gerenciada pela Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da
UFAL, que além de atender as demandas da sociedade, tem como competência
propor programas e ações de extensão, viabilizando sua execução. A PROEX é
assessorada pelo Comitê Assessor de Extensão que tem por finalidade articular e
fomentar ações de extensão no âmbito de cada Unidade Acadêmica e nos grupos
ligados à sociedade, bem como acompanhar e supervisionar a Extensão
Universitária, como prática acadêmica na UFAL.
A unidade acadêmica CECA por meio de sua Coordenação de Extensão
desenvolve e apoia ações de extensão em termos de projetos, programas, cursos
e eventos.
Para o curso de agroecologia a carga horária mínima de extensão deve ser
de 447,5 horas relógio. As atividades consideradas como extensão seguirão a cartilha
“Guia para Curricularização da Extensão na UFAL”, produzida pela Pró-Reitoria de
Extensão.
A extensão será viabilizada e contabilizada no currículo discente pelas seguintes vias:
1) Carga horária em disciplinas obrigatórias

147

2) Carga horária em disciplinas eletivas
3) Com estágio obrigatório (caso estes sejam voltados para atividades de extensão).
4) Com TCC (caso estes sejam voltados para atividades de extensão).
5) Pelas Atividades Curriculares Complementares (ACC)

148

7 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICS
A implantação de plataforma de ensino e a capacitação dos docentes da
UFAL para o uso das ferramentas da Tecnologia da Informação e da Comunicação
têm sido pontos estruturantes para a transformação das aulas tradicionais, levando a
universidade para um novo patamar de interação e facilitando a acessibilidade e a
melhor integração de docentes e discentes às atividades acadêmicas.
Para essa consolidação a UFAL está se comprometendo com duas ações
básicas preponderantes:
a)

a

substituição

dos

seus

sistemas

informatizados

acadêmicos

e

administrativos;
b) reestruturação da rede lógica, em especial o aumento de velocidade e o
alcance da rede, permitindo salas de aula verdadeiramente eletrônicas.
Está, portanto, atenta a novas tendências e desafios para a sociedade em um
mundo contemporâneo e buscando sempre novas práticas pedagógicas.
As ferramentas de Tecnologia da Informação e da Comunicação estão
disponibilizadas por meio de Ambientes Virtuais de Aprendizagem, a Plataforma
Moodle, para aulas na modalidade a Distância e ou semi presencias não
ultrapassando os 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso, conforme
orienta a Portaria MEC Nº 4.059, de 10 de dezembro de 2004.
O uso das TICs, por parte dos estudantes com necessidades educacionais
favorece não só o aprendizado, mas a participação, com autonomia, na vida
acadêmica. Assim, a UFAL possui o Núcleo de Assistência Educacional – NAE –
visando promover e facilitar a acessibilidade pedagógica, metodológica de
informação e comunicação conforme previstas na Política de Acessibilidade. Desta
forma, os docentes são incentivados a buscar junto a esses núcleos orientações
sobre o uso devido dessas tecnologias.
O Curso de Agroecologia, sendo presencial, não utiliza o referido na
Resolução, no que se refere a destinar os 20% (vinte por cento) da sua carga horária
total, porém utiliza a Tecnologia da Informação e comunicação como ferramenta de
trabalho do professor e do aluno, como: software, redes sociais, Portal do curso,
blog, dentre outros recursos, assim como o laboratório de Informática.

149

8 INFRAESTRUTURA
Lista-se, abaixo, a infraestrutura atual do CECA que será utilizada e a
demanda para o funcionamento do curso:
Salas de aula:


Estrutura atual: o CECA dispõe de 35 salas de aula, utilizadas também pelos
demais cursos da Unidade;



Estrutura demandada: Aquisição de novas instalações para salas de aulas
teóricas e práticas.

Laboratórios:
 Estrutura atual: Laboratório de Solos e de Nutrição; Laboratório de Fisiologia

Vegetal; Laboratório de Sementes; Laboratório de Sistemática Vegetal;
Laboratório de Entomologia; Laboratório de Fitopatologia; Laboratório de
Informática;

Laboratório

de

Biotecnologia;

Laboratório

de

Microbiologia;

Laboratório de Virologia; Laboratório de Química Agrícola; Laboratório de
Apicultura; Laboratório de Melhoramento Vegetal; Laboratório de Processamento
de Alimentos; Laboratório de Geologia Ambiental; Laboratório de Irrigação e
Hidrologia; Laboratório de Biologia e Manejo de Plantas Daninhas. Laboratório de
Ecologia

e

Comportamento

de

Artrópodes

(LECOM);

Laboratório

de

Agroecologia; Laboratório de Aquicultura.
 Estrutura demandada: Laboratório de Topografia; Laboratório de Silvicultura e

Dendrologia; Laboratório de Biometria; Laboratório de comportamento animal;
Laboratório de Nutrição Animal; Laboratório de Anatomia Animal; Laboratório de
Ecologia e Comportamento de Insetos; Laboratório de Bioenergia; Laboratório de
Herbologia.

150

Estrutura de campo:


Estrutura atual: casas de vegetação (quatro); área experimental disponível
(30 ha);



Estação climatológica; Estação Ecológica (Decreto Federal s/n de 28.05.01)
e Área de Proteção Ambiental (Lei nº5.907/1997) de Murici/CECA/UFAL;



Estrutura demandada: área para produção orgânica de hortaliças e
culturas anuais; área para implantação de agroflorestas; espaço para
produção de adubos orgânicos; e infraestrutura para produção de animais de
grande porte.



AUDITÓRIOS, BIBLIOTECA, RU, HORTA E SETORES

151

9 PROCESSOS E SISTEMAS DE AVALIAÇÃO DO CURSO DE AGROECOLOGIA
A avaliação está idealizada como um fator de gestão que possibilita correções,
reorientar práticas pedagógicas, refletir sobre os projetos pedagógicos, delimitar os
obstáculos administrativos e se processa no âmbito do curso pela avaliação do
processo ensino-aprendizagem e pelo acompanhamento do Projeto Pedagógico.
A avaliação é um mecanismo que visa contribuir para as respostas dadas às
demandas da sociedade e da comunidade científica e deve ser entendida como um
processo amplo e co-participativo, respeitando os critérios estabelecidos no
regulamento geral dos cursos de graduação. Ela ultrapassa a concepção de
avaliação da aprendizagem e deve ser conectada ao PPC como dado que interfira
consistentemente na ação pedagógica do curso, de maneira que garanta a
flexibilização curricular e que permita a adequação do desenvolvimento acadêmico à
realidade na qual se insere a UFAL. A avaliação requer, por parte de todos os atores
envolvidos com o processo educacional, uma permanente analise do Projeto
Pedagógico em relação aos fins pré-constituídos, às metas e às ações definidas.
Assim, a avaliação deve ser percebida como movimento de reflexão sobre os
constitutivos do processo de ensino-aprendizagem, do plano político-pedagógico e
das atividades curriculares.
Os mecanismos a serem utilizados permitirão uma avaliação institucional e
acadêmica (ensino-aprendizagem) em consonância com as normas vigentes, de
maneira a permitir diagnósticos durante todo o processo de implementação do
projeto. Serão utilizadas estratégias que possam estimular a discussão ampla do
mesmo mediante um conjunto de questionamentos previamente ordenados, visando
à detecção e a consequente correção de possíveis falhas.
Possui o objetivo de identificar, inferir, investigar e analisar o desenvolvimento
dos discentes, docentes, do curso e do Projeto Pedagógico do Curso, confirmando
se a construção do conhecimento ocorreu de forma teórico-prática.

9.1 AVALIAÇÃO NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM
A avaliação do processo ensino-aprendizagem é de responsabilidade conjunta
da Instituição, dos docentes e discentes. É considerada uma das etapas do processo

152

ensino e aprendizagem e deve estar de acordo com as metodologias de trabalho
adotadas pelos professores, e também atender as normas definidas pela
Universidade. Não é uma atividade puramente técnica, deve ser processual,
formativa e manter conexão com todos os aspectos do planejamento e execução do
Projeto Pedagógico do Curso.
9.1.1. Avaliação dos discentes
O Processo de Avaliação de Aprendizagem na Universidade Federal de
Alagoas está regulamentado pelo Estatuto, conforme Portaria n° 4.067, de 29 de
dezembro de 2003, no capítulo III, no Art. 35, no Parágrafo único - O Regimento
Geral que disporá sobre as formas de avaliação. O Regimento Geral da UFAL, seção
III, Art. 41, foi regulamentado pela Resolução n° 25/2005 – CEPE, de 26 de outubro
de 2005, no Art. 11, compreendendo a frequência e aproveitamento nos estudos, os
quais deverão ser atingidos conjuntamente.
Quanto à frequência o Art. 10 afirma que: “Será considerado reprovado por
falta o aluno que não comparecer a mais de 25% (vinte e cinco por cento) das
atividades didáticas realizadas no semestre letivo. O abono, compensação de faltas
ou dispensa de frequência (Parágrafo Único), só será permitido nos casos especiais
previstos nos termos do Decreto-Lei n o 1.044 (21/10/1969), Decreto-Lei n o 6.202
(17/04/1975) e no Regimento Geral da UFAL.
A mesma resolução, apresenta a apuração do rendimento escolar no Art. 11.
A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre
letivo;
(b) Reavaliação e Prova Final, quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
§ 1o - Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive prova
final, após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e oito) horas, das
notas obtidas pelo aluno em avaliações anteriores.
§ 2o - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de avaliação
e, no prazo de 02 (dois) dias úteis após a divulgação de cada resultado, poderá
solicitar revisão da correção de sua avaliação, por uma comissão de professores
designada pelo Colegiado do Curso.
Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio

153

Curricular Obrigatório.
Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que
possível, aos conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de
mais de 01 (um) instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas
práticas, além de outras opções como provas orais, seminários, experiências
clínicas, estudos de caso, atividades práticas em qualquer campo utilizado no
processo de aprendizagem.
§ 1o - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais
dos instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB)
respectiva, calculada considerando-se a média das avaliações programadas e
efetivadas pela disciplina.
§ 2o - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em
uma das 02 (duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a
ser reavaliado naquela em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste caso,
a maior.
Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética,
apurada até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
§ 1o - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF)
das Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
§ 2o - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual
ou superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova Final
(PF).
Parágrafo Único - A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina
ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em época posterior às
reavaliações, conforme o Calendário Acadêmico da UFAL.
Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF),
em cada disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco
inteiros e cinco décimos).
Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a média
ponderada da Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da
nota da Prova Final (PF), com peso 4 (quatro).
Art. 17 - Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo

154

comparecido à Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de doença,
devendo requerê-la ao respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48 (quarenta e
oito) horas após a realização da prova.
Parágrafo Único - A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05
(cinco) dias após a realização da primeira chamada, onde prevalecerá o mesmo
critério disposto no Parágrafo único do Art. 16.
Buscando o máximo de representatividade, o sistema não utilizará amostra de
alunos e sim toda a população. Considerando que a avaliação deve ser contínua
e constante e a necessidade de alunos e professores perceberem a importância e
os objetivos de uma avaliação voltada para a melhoria do processo ensinoaprendizagem, propõem-se a realização de palestras sobre avaliação, como início
do processo e durante sua implementação.
9.1.2 Avaliação dos Docentes
A avaliação dos professores e do processo de ensino aprendizagem se dará
da seguinte forma:
- Pelos alunos da disciplina através de instrumento específico (Comissão de
autoavaliação do Curso),
- Pelo número de faltas do professor nas atividades pedagógicas e
administrativas,
- Pelo acompanhamento do seu plano de aula,
- Pelo cumprimento do calendário acadêmico;
9.1.3 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
Ao nível do PPC do curso a avaliação da aprendizagem é condizente com a
concepção de ensino aprendizagem que norteia a metodologia adotada para a
consecução da proposta curricular, de forma a fortalecer a perspectiva da formação
integral dos alunos respeitando a diversidade e a pluralidade das suas formas de
manifestação e participação nas atividades acadêmicas, sem se distanciar,
entretanto, das determinações legais e institucionais.
A avaliação do Projeto Pedagógico do Curso é de extrema importância e deve
ser feita de forma constante, tendo como objetivo averiguar o desempenho do
mesmo e verificar a necessidade de futuras modificações que visem a melhoria do
Projeto, que tem como principal característica ser dinâmico.

155

A Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior (CONAES) normatiza
as avalições dos cursos, e se expressa de diferentes formas.
Assim, o processo de avaliação do PPC do Curso de Agroecologia será
realizado pelo colegiado do curso e pelo NDE, tomando como instrumento base os
relatórios da Comissão de Autoavaliação e os relatórios acadêmicos relativos à
evasão, retenção e aproveitamento escolar dos discentes.
A Comissão de Autoavaliação elaborará os seus relatórios tomando como
base os questionários realizados, que abordarão vários aspectos: docência
(assiduidade e pontualidade, relacionamento interpessoal, desempenho), disciplinas
(objetivos, conteúdo, metodologia e avaliação, bibliografia utilizada e carga horária),
discência (preparo prévio, desempenho e interesse, assiduidade e pontualidade) e
infraestrutura (biblioteca, salas, restaurante, laboratórios e transporte). Com base nos
resultados a Comissão terá uma ampla visão da realidade do curso e levará os
mesmos ao NDE que, como já mencionado pode, se necessário propor mudanças,
atualizações readequações do PPC. Os resultados serão apresentados em formato
de relatórios e divulgados para a comunidade acadêmica.
A avaliação do projeto pedagógico será feita considerando-se os objetivos,
habilidades e competências previstas a partir de um diagnóstico preliminar que
deverá ser elaborado pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE). Assim, a gestão do
Curso será participativa, destacando-se o papel e as definições de políticas,
diretrizes e ações, bem como da avaliação, entendida como um processo contínuo
que garante a articulação entre os conteúdos e as práticas pedagógicas.
9.3 AUTOAVALIAÇÃO
A autoavaliação está idealizada como um fator de gestão que possibilita
correções, reorientar práticas pedagógicas, refletir sobre os projetos pedagógicos,
delimitar os obstáculos administrativos e se processa no âmbito do curso pelo
acompanhamento do PPC e pela avaliação do processo ensino-aprendizagem.
A autoavaliação é um mecanismo que visa contribuir para as respostas
dadas às demandas da sociedade e da comunidade científica e deve ser entendida
como um processo amplo e co-participativo, respeitando os critérios estabelecidos
no regulamento geral do curso de agroecologia. Ela ultrapassa a concepção de
avaliação da aprendizagem e deve ser conectada ao PPC como dado que interfira

156

consistentemente na ação pedagógica do curso, de maneira que garanta a
flexibilização curricular e que permita a adequação do desenvolvimento acadêmico
à realidade na qual se insere a UFAL.
A autoavaliação requer, por parte de todos os atores envolvidos com o
processo educacional, uma permanente analise avaliativa do Projeto Pedagógico
em relação aos fins pré-constituídos, às metas e às ações definidas. Assim, a
autoavaliação deve ser percebida como movimento de reflexão sobre os
constitutivos do processo de ensino-aprendizagem, do plano político-pedagógico e
das atividades curriculares.
Os mecanismos a serem utilizados permitirão uma autoavaliação institucional
e acadêmica (ensino-aprendizagem) em consonância com as normas vigentes, de
maneira a permitir diagnósticos durante todo o processo de implementação do
projeto. Serão utilizadas estratégias que possam estimular a discussão ampla do
mesmo mediante um conjunto de questionamentos previamente ordenados,
visando à detecção e a consequente correção de possíveis falhas.
9.3.1 COMISSÃO DE AUTOAVALIAÇÃO
O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) instituiu a
criação de comissões internas de autoavaliação. Respeitando essas orientações o
CONSUNI – UFAL afere através da RESOLUÇÃO Nº 52/2013, que aprovou a
reformulação do REGIMENTO INTERNO da COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO
INSTITUCIONAL da Universidade Federal de Alagoas - CPA/UFAL.
O instrumento elaborado pela comissão do ICS teve formato digital, ancorado
na plataforma Google Forms5. Foram elaborados formulários específicos para
docentes, técnicos e discentes. Esses formulários são anônimos, mas foram
configurados para não receber respostas múltiplas. Desse modo, o formulário solicita
que o respondente esteja logado na plataforma.
O formulário para docentes foi construído para a avaliação e autoavaliação
das atividades exercidas e infraestrutura do ICS. Os docentes avaliaram as
atividades, estímulos e promoção de atividades de cunho didático pedagógico
realizadas pelo Instituto. Além disso, avaliaram o atendimento na secretaria,
coordenação de curso e disponibilidade dos colegiados. A infraestrutura, o acesso à
informação e a segurança também foram avaliados. O docente autoavalia sua
dedicação às atividades administrativas, de ensino, pesquisa e extensão, o

157

cumprimento de prazos, sua pontualidade e assiduidade, bem como satisfação em
fazer parte o ICS.
No formulário específico para técnicos há perguntas que pautam se há
orientações por parte da chefia e se as atividades desenvolvidas são de
competência de seu cargo. Esses servidores avaliam se há estrutura e
equipamentos para o desenvolvimento de suas atividades e se os canais de
comunicação são eficientes. Os técnicos também autoavaliam seu atendimento,
dedicação e iniciativa para a realização de suas atividades, bem como o
cumprimento

de

prazos

e

satisfação

em

relação

as funções

que

vem

desempenhando.
O formulário para discentes é composto da seleção de disciplinas cursadas. A
partir dessa seleção o aluno responde a um formulário específico para cada
disciplina. Esse formulário consiste em apontar a disponibilização da ementa da
disciplina e a coerência do plano de curso. Em seguida os alunos avaliam o curso
em relação ao cumprimento das atividades propostas, didática empregada, utilização
e disponibilização de recursos de T&I, assiduidade e pontualidade do docente. O
discente também realiza a autoavaliação de seu desempenho em cada disciplina
cursada, pontuando seu empenho e dedicação as atividades propostas.
Após a avaliação de cada disciplina cursada no semestre o discente avalia o
Instituto,

sua

infraestrutura,

canais

de

comunicação

e

atendimento

nas

coordenações de curso e secretarias. O discente também autoavalia sua utilização
da infraestrutura disponível e engajamento em atividades extracurriculares de
pesquisa e extensão, por exemplo.
Os formulários são disponibilizados ao final de cada semestre na página
institucional do sistema acadêmico de discentes e docentes. Há ainda a divulgação
do formulário na página do Instituto e na aba que contém informações sobre a CAA
(http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/ics/institucional/comissao-deautoavaliacao-doics-caa ).
Além da Comissão Própria de Avaliação institucional da Universidade Federal
de Alagoas - CPA/UFAL, a unidade acadêmica Centro de Ciências Agrárias – CECA,
onde o curso de agroecologia está inserido, também possui uma Comissões de
Autoavaliação (CAA). Essa CAA do CECA possui o mesmo objetivo da CPA/UFAL,
só que se encontra mais próxima ao curso, pois realiza uma autoavaliação apenas
dos cursos pertencentes ao CECA, gerando dados mais específicos.

158

O colegiado do curso de agroecologia por sua vez, criou uma comissão de
autoavaliação do curso (CAC), que realizará o acompanhamento permanente da
implementação e desenvolvimento do PPC visando garantir a qualidade em todas
as suas etapas. Para realizar o processo avaliativo serão aplicados questionários na
comunidade acadêmica, realização de reuniões com representantes dos discentes e
eventos que visem reunir outros cursos de Agroecologia de diferentes IES para
discussão do PPC. Os questionários servirão para que a Comissão avalie de forma
constante o curso e a aplicação do PCC, bem como a necessidade de mudanças,
readequações ou atualizações do mesmo.
A comissão de autoavaliação do curso (CAC) tem como objetivos Específicos:
- Fornecer ao NDE e ao Colegiado, subsídios para análise de problemas
referentes ao desenvolvimento das disciplinas e atividades do curso;
- Apresentar ao NDE e Coordenação do Curso parâmetros para análise e
adequação do PPC;
- Informar ao professor sobre o desenvolvimento da disciplina que ministra e
se preciso informar da necessidade de adequação dos conteúdos e metodologia
utilizada;
- Sensibilizar o professor a respeito da necessidade de avaliar continuamente
o processo ensino-aprendizagem.
A CAC do curso de agroecologia deverá também realizar uma autoavaliação
quanto ao:
- Índice de retenção dos alunos;
- Tempo de inserção do aluno no mercado;
- Desvio funcional do aluno;
- Mesas redondas anuais com alunos, professores e representantes da
sociedade;
- Número de projetos de extensão registrados na Unidade Administrativa;
- Número de pesquisas registradas na Unidade Administrativa;
- Número de alunos envolvidos em projeto de pesquisa e em projeto de
extensão;
- Tempo médio de permanência do aluno no curso.

159

REFÊRENCIAS

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Montevideo: Nordan-Comunidad, 1999. 325p.
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de 11 de abril de 1984.
BRASIL. Ministério da Educação, Conselho Nacional de Educação/ Câmara de
Educação Superior Resolução Nº 2, de 18 de junho de 2007. Diário Oficial da
República Federativa do Brasil, Brasília DF, 19 jun. 2007.
BRASIL. Ministério da Educação, Conselho Nacional de Educação/ Câmara de
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BRASIL. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Superior, Departamento
de Políticas de Ensino Superior, Coordenação das Comissões de Especialistas de
Ensino. Portaria Nº. 146, de 10 de março de 1998.
BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Agrário. Secretaria da Agricultura Familiar.
Disponível em: << htp://www.mda.gov.br/sitemda/secretaria/saf/programas>>.
Acesso em 15 d e Março de 2015.
CAPORAL, F. R.; COSTABEBER, J. A. Agroecologia e desenvolvimento rural
sustentável: perspectivas para uma nova Extensão Rural. Agroecologia e
Desenvolvimento Rural Sustentável, v.1, n.1, p.16-37, jan./mar. 2000a.
CAPORAL, F. R.; COSTABEBER, J. A. Agroecologia e desenvolvimento rural
sustentável: perspectivas para uma nova Extensão Rural. In: ETGES, V. E. (org.).
Desenvolvimento rural: potencialidades em questão. Santa Cruz do Sul: EDUSC,
2001. p.19-52.
CAPORAL, F. R.; COSTABEBER, J. A. Agroecologia e sustentabilidade. Base
conceptual para uma nova Extensão Rural. In: WORLD CONGRESS OF RURAL
SOCIOLOGY, 10., Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: IRSA, 2000b.
CAPORAL, F. R.; COSTABEBER, J. A. Agroecologia: enfoque científico e
estratégico para apoiar o desenvolvimento rural sustentável (texto provisório para
discussão). Porto Alegre: EMATER/RSASCAR, 2002. (Série Programa de Formação
Técnico-Social da EMATER/RS. Sustentabilidade e Cidadania, texto 5).
Carvalho, Cícero Péricles. Formação Histórica de Alagoas. Maceió: EDUFAL, 2016,
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GLIESSMAN, S.R. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura sustentável.
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160

SEPLAG - Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio. Estudo
sobre a Agricultura Familiar em Alagoas/Alagoas. Secretaria de Estado do
Planejamento, Gestão e Patrimônio. – Maceió: SEPLAG, 2016. 56p.
SEVILLA-GUZMÁM, E. Uma estratégia de sustentabilidade a partir da agroecologia.
Agroecologia e Desenvolvimento Rural Sustentavel, Porto Alegre, v.2, n.1, p. 35-45,
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Superior. Parecer CNE/CES Nº: 306/2004, de 7 de outubro de 2004.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Conselho Coordenador de Ensino e
Pesquisa da Universidade Federal de Alagoas. Resolução nº. 13/CCEP/74, de 24 de
setembro de 1974.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Conselho de Ensino, Pesquisa e
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VERAS, Edmilson Correia. Agricultura familiar em Alagoas: elementos para
discussão. In: VERAS, Edmilson Correia; AMARAL, Maria Virgínia Borges (Org.).
Capital x Trabalho no Campo: questão agrária, agricultura familiar e trabalho no
setor sucroenergético. Maceió: EDUFAL, 2011.
                
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