Ciências Contábeis Bacharelado 2014

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                    SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
CAMPUS DO SERTÃO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

SANTANA DO IPANEMA – AL
2013
1

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
CAMPUS DO SERTÃO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

Projeto Político Pedagógico do Curso de Ciências
Contábeis, elaborado com o objetivo da sua oferta
pela Universidade Federal de Alagoas - Campus
Sertão, Unidade Santana do Ipanema, no contexto
da sua política de expansão, com base nas normas
educacionais.

SANTANA DO IPANEMA – AL
2013
2

Presidente da República Federativa do Brasil
Dilma Vana Rousseff Linhares
Ministro da Educação
Aloizio Mercadante
Secretário da Educação Superior
Luiz Cláudio Costa

Reitor
Eurico de Barros Lôbo Filho
Vice-Reitor
Rachel Rocha de Almeida Barros
Pró-Reitoria de Graduação
Amauri da Silva Barros
Pró-Reitoria Estudantil
Pedro Nelson Bonfim Gomes Ribeiro
Pró-Reitoria de Extensão
Eduardo Sarmento de Lyra
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação
Simoni Margareti Plentz Meneghetti
Pró-Reitoria de Gestão Institucional
Valmir de Albuquerque Pedrosa
Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas e do Trabalho
Sílvia Regina Cardeal

3

SUMÁRIO

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ................................................................................................ 7
LISTA DE QUADROS .............................................................................................................. 9
LISTA DE GRÁFICOS .............................................................................................................. 9
1. INTRODUÇÃO .................................................................................................................... 10
2. DADOS DA INSTITUIÇÃO ............................................................................................... 11
2.1 Histórico e Constituição da UFAL ..................................................................................... 11
2.2 Missão Institucional ............................................................................................................ 13
2.3 Área de Aabrangência ........................................................................................................ 14
2.3.1Inserção Regional ...................................................................................................... 14
2.3.2 Inserção Espacial ...................................................................................................... 14
2.4 Justificativa do Projeto Político Pedagógico do Curso ....................................................... 15
3. DADOS DO CURSO ........................................................................................................... 16
3.1 Regulamentação da Profissão ............................................................................................. 16
3.2 Objetivos do Curso ............................................................................................................. 19
3.3 Habilidades e Competências ............................................................................................... 20
3.4 Perfil do Egresso ................................................................................................................. 21
3.5 Formas de Acesso ao Curso ............................................................................................... 21
4. CORPO DO CURSO ............................................................................................................ 22
4.1 Colegiado do Curso de Ciências Contábeis ........................................................................ 22
4.2 Núcleo Docente Estruturante .............................................................................................. 23
4.3 Corpo Docente .................................................................................................................... 24
4.4 Corpo Técnico-Administrativo ........................................................................................... 25
5. PRINCÍPIOS NORTEADORES DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO
DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS .................................................................................................. 26
5.1 Princípios Pedagógicos do Curso ....................................................................................... 26
5.2 Metodologia ........................................................................................................................ 26
6. TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO – TIC’s ......................... 27
7. BASES PEDAGÓGICAS DA EDUCAÇÃO ...................................................................... 28
7.1 Contextualização e Integração entre Teoria e Prática ........................................................ 28
7.2 Interdisciplinaridade ........................................................................................................... 29
8. MATRIZ CURRICULAR .................................................................................................... 30
4

8.1 Integralização do Curso ...................................................................................................... 32
8.2 Estrutura Geral do Curso de Ciências Contábeis................................................................ 33
8.3 Ementas das Disciplinas ..................................................................................................... 36
8.4 Estágio Curricular ............................................................................................................... 78
8.5 Trabalho de Conclusão do Curso - TCC ............................................................................ 79
8.6 Atividades Complementares ............................................................................................... 80
9. ARTICULAÇÃO DO ENSINO COM EXTENSÃO, PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO81
10. POLÍTICAS DE INCLUSÃO ............................................................................................ 82
11. RECURSOS DE COMPLEMENTAÇÃO AO CURRÍCULO .......................................... 82
11.1 Salas de aula ..................................................................................................................... 82
11.2 Sala da Coordenação do Curso ......................................................................................... 82
11.3 Sala de Reuniões do Colegiado Acadêmico ..................................................................... 83
11.4 Sala dos Professores ......................................................................................................... 83
11.5 Recursos Audiovisuais e Multimídia................................................................................ 83
11.6 Anfiteatro .......................................................................................................................... 83
11.7 Laboratório de informática ............................................................................................... 84
11.8 Laboratório de práticas empresariais ................................................................................ 84
11.9 Sala da Empresa Júnior..................................................................................................... 84
11.10 Sala da representação estudantil ..................................................................................... 84
11.11 Biblioteca ........................................................................................................................ 85
11.12 Área de lazer e circulação ............................................................................................... 85
11.13 Serviços de Apoio ........................................................................................................... 85
12. AVALIAÇÃO .................................................................................................................... 85
12.1 Sistemas de Avaliação do Processo Ensino/Aprendizagem ............................................. 86
12.2 Sistema de Avaliação Institucional e do Funcionamento do Curso ................................. 88
12.3 Procedimentos Metodológicos da Avaliação Institucional e Autoavaliação do Curso .... 89
REFERÊNCIAS ....................................................................................................................... 90
APÊNDICE 1 ........................................................................................................................... 92

5

6

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
INSTITUIÇÃO MANTENEDORA:
Denominação: Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
Dependência: Administrativa Federal
INSTITUIÇÃO MANTIDA
Denominação: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Campus Sede
Endereço: Rodovia BR 101, Km 14 Campus A. C. Simões, Cidade Universitária, Maceió /AL
CEP: 57072-970.
Campus Arapiraca
Av. Manoel Severino Barbosa, s/n, Bom Sucesso, Arapiraca - AL, CEP:57309-005.
Campus Sertão
Rodovia AL 145, Km 3, nº 3849, Cidade Universitária, Delmiro Gouveia - AL.
Unidade Santana do Ipanema
Rua Prefeito Adeildo Nepomuceno Marques, 472, Monumento, Santana do Ipanema - AL,
CEP: 57500-000.
Nome do curso: Ciências Contábeis
Modalidade do curso: Bacharelado, Presencial
Título conferido: Bacharel em Ciências Contábeis
Data de Início: 2010.2
Nome da mantida: Universidade Federal de Alagoas – Campus Sertão – Unidade Santana do
Ipanema
Endereço de funcionamento do curso: Rua Prefeito Adeildo Nepomuceno Marques, 472,
Bairro Monumento, Santana do Ipanema –AL, CEP: 57500-000.
Ato de Criação: Resolução 46/2009 CONSUNI/UFAL de 06 de julho de 2009
Número de vagas oferecidas: 80 vagas/ano (40 vagas/turno)
Formas de acesso: O ingresso no curso de Ciências Contábeis é efetivado por meio de
processo seletivo, sendo a prova do ENEM o meio de seleção e a plataforma SISu/MEC
(Sistema de Seleção Unificada).
Turnos de funcionamento do curso: vespertino e noturno.
Carga horária total do curso (em horas): 3.580 horas
Carga horária máxima: 450 horas
Carga horária mínima: 300 horas
Duração do curso:
Vespertino - Mínima: 8 (oito) semestres/Máxima: 12 (doze) semestres
Noturno - Mínima: 8 (oito) semestres/ Máxima: 12 (doze) semestres
Regime acadêmico: Semestral
IDENTIFICAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO:
Nome: Patrícia Brandão Barbosa da Silva
Formação Acadêmica: Bacharel em Ciências Contábeis, Especialista em Gestão Pública e
Mestre em Economia Aplicada.
Tempo de Exercício na IES: 9 meses
Tempo de Exercício na função: 7 meses
7

COMPOSIÇÃO DO CURSO
COORDENAÇÃO DO CURSO
Prof.ª MSc. Patrícia Brandão Barbosa da Silva
VICE-COORDENAÇÃO DO CURSO
Prof.º MSc. Alcides José de Omena Neto
COLEGIADO DO CURSO
Docentes titulares
Prof.º MSc. Alcides José de Omena Neto
Prof.º Esp. Hélio Felipe Freitas de Almeida Silva
Prof.ª Dra. Lídia Maria Marinho da Pureza Ramirez
Prof.ª MSc. Maria do Socorro Coelho Bezerra
Prof.ª MSc. Patrícia Brandão Barbosa da Silva
Docentes suplentes
Prof.ª MSc. Natallya de Almeida Levino
Prof.ª Esp. Tatiana Frey Biehl Brandão
Representante Técnico Administrativo
Titular: Bennet Rosevelt Andrade de Souza
Suplente: Lara Aline Quintela Ramos
Representante Discente
Titular: Emerson Lima de Menezes
Suplente: Lucas Ferreira Damasceno
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
Prof.º MSc. Alcides José de Omena Neto
Prof.º Esp. Hélio Felipe Freitas de Almeida Silva
Prof.ª MSc. Maria do Socorro Coelho Bezerra
Prof.ª MSc. Natallya de Almeida Levino
Prof.ª MSc. Patrícia Brandão Barbosa da Silva
Prof.ª Esp. Tatiana Frey Biehl Brandão

8

LISTA DE QUADROS
Quadro 01: Gestão, Período e Reitores(as) da UFAL Gestão Período Reitor(a).....

10

Quadro 02 – Corpo Docente do Curso de Ciências Contábeis...................................

21

Quadro 03 – Professores de Outros Cursos da UFAL que Ministram Aulas no
22
Curso de Ciências Contábeis......................................................................................
Quadro 04 – Componentes Curriculares do curso de Ciências Contábeis................. 28
Quadro 05 - Organização das Disciplinas por Semestre............................................. 29
Quadro 06 – Disciplinas Eletivas do Curso de Ciências Contábeis...........................

31

LISTA DE GRÁFICOS
Gráfico 01 – Representação Gráfica da Carga-horária do Curso de Ciências
29
Contábeis.................................................................................................................

9

1. INTRODUÇÃO
A Universidade Federal de Alagoas – UFAL tem como missão formar continuamente
competências por meio da produção, multiplicação e recriação dos saberes coletivos e do
diálogo com a sociedade.
Dada a necessidade de atender a demanda por educação superior do interior alagoano,
a qual representa 68,5 % das matrículas no ensino médio, a UFAL, a partir de maio de
2004 iniciou estudos para a elaboração de seu projeto de interiorização/expansão.
Alicerçada nessa missão e impulsionada pela política de interiorização das instituições
federais de ensino, a UFAL estendeu a oferta da educação superior pública gratuita e de
qualidade à população do interior do estado de alagoas inaugurando no dia 15 de março de
2010, o Campus do Sertão com sede localizada na cidade de Delmiro Gouveia. A Unidade
Educacional de Santana do Ipanema integra o Campus do Sertão da UFAL desde 05 de agosto
de 2010, oferecendo, entre outros, o curso de graduação em Ciências Contábeis.
A Região Nordeste, em destaque o sertão alagoano, conforme dados do IBGE
apresenta uma realidade caracterizada pelas maiores disparidades nas taxas e indicadores que
definem a condição de vida das pessoas, como a baixa escolaridade e poucas alternativas
para a continuidade dos estudos, promovendo a evasão, principalmente, dos jovens que
completam o Ensino Médio, bem como a falta de profissionais qualificados que possam
contribuir efetivamente com o desenvolvimento local/regional.
No âmbito do programa de expansão da UFAL, o curso de graduação em Ciências
Contábeis do Campus do Sertão representa, juntamente com os outros cursos desse Campus,
uma experiência inovadora, que busca atender à necessidade de adoção de um projeto
acadêmico-administrativo diferenciado, racional, flexível e econômico em recursos humanos
e materiais, conforme exigem os novos tempos, sem sacrificar a qualidade face às novas
dinâmicas

do

conhecimento,

à

consideração

da

pluralidade

dos

saberes

e

da

interdisciplinaridade, objetivando a formação competente e cidadã dos seus alunos.
Além de representar novas perspectivas para formação acadêmica à população
interiorana do estado, o Curso de Ciências Contábeis insere-se como resposta a uma demanda
identificada no sertão alagoano, o qual carece de profissionais com competência para interagir
com a realidade local e regional de forma a contribuir para o desenvolvimento da sociedade e
das instituições e promover a superação dos desafios socioeconômicos da região que apesar
de carente, apresenta numerosas e variadas potencialidades.
10

A forte demanda, base natural e vocações econômicas sub-regionais alagoanas
embasaram o projeto que propôs inicialmente, três novos campi: Campus do Agreste –
sede em Arapiraca, com Unidades em Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa que se
constituiu na primeira etapa da interiorização e o Campus do Sertão – sede em Delmiro
Gouveia, com Unidade em Santana de Ipanema como a segunda etapa, em processo de
implantação.
Para construção do Projeto Político Pedagógico do curso de Ciências Contábeis do
Campus Sertão levou-se em consideração o perfil do profissional do curso de Ciências
Contábeis proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU) na Conferência das Nações
Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), pelo Conselho Federal de
Contabilidade (CFC) e pelo Conselho do Ensino Superior (CES), em conformidade com a Lei
nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 - Leis de Diretrizes e Base (LDB) e Resolução de nº 10,
de 16 de dezembro de 2004, do Conselho Nacional de Educação, a qual institui as Diretrizes
Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Ciências Contábeis, bacharelado, e dá
outras providências.
Assim sendo, a UFAL definiu padrões e procedimentos institucionais, estrutura e
projeto pedagógico como resposta aos desafios da contemporaneidade e suas exigências
contemplando:


conhecimento geral, comum a todos os cursos;



conhecimento compartilhado, intermediário, comum aos cursos de cada eixo de

formação;


conhecimento específico de cada profissão, alinhado à ciência universal,

considerando as particularidades locais e a inovação.

2. DADOS DA INSTITUIÇÃO

2.1 Histórico e Constituição da UFAL
A Universidade Federal de Alagoas – UFAL foi criada pela Lei Federal nº 3.867, de
25 de janeiro de 1961, a partir do agrupamento das então Faculdades de Direito (1933), de
Medicina (1951), de Filosofia (1952), de Economia (1954), de Engenharia (1955) e de
Odontologia (1957). Trata-se de instituição federal de educação superior, de caráter
11

pluridisciplinar de ensino, pesquisa e extensão, vinculada ao Ministério da Educação, mantida
pela União, com autonomia assegurada pela Constituição Brasileira, pela Legislação Nacional
correspondente e por seus Estatuto e Regimento Geral.
Sua sede está localizada na cidade de Maceió, Capital do Estado de Alagoas, no
Nordeste do Brasil. Desde a sua criação, em 1961, a UFAL teve doze gestões exercidas por
oito Reitores e duas Reitoras, conforme apresentados no Quadro 01.
Quadro 01: Gestão, Período e Reitores(as) da UFAL Gestão Período Reitor(a)
Gestão
Período
Reitor(a)
1ª gestão
1961 – 1971
Aristóteles Calazans Simões
2ª gestão
1971 – 1975
Nabuco Lopes Tavares da Costa Santos
3ª gestão
1975 – 1979
Manoel Machado Ramalho de Azevedo
4ª gestão
1979 – 1983
João Ferreira Azevedo
5ª gestão
1983 – 1987
Fernando Cardoso Gama
6ª gestão
1987 – 1991
Delza Leite Gitai Goes
7ª gestão
1991 – 1995
Fernando Cardoso Gama
8ª gestão
1995 – 1999
Rogério Moura Pinheiro
9ª gestão
1999 – 2003
Rogério Moura Pinheiro
10ª gestão
2003 – 2007
Ana Dayse Rezende Dorea
11ª gestão
2007 – 2011
Ana Dayse Rezende Dorea
12ª gestão
2011
Eurico Barros Lobo Filho
Fonte: PROGINST, 2012

As características de cada um desses períodos gerenciais, ao longo de sua existência de
pouco mais de cinco décadas (cinquenta e dois anos), são relacionadas a grandes
transformações internas, sejam acadêmicas, administrativas e/ou estruturais, que vieram
reforçar o compromisso da instituição com a produção e disseminação do conhecimento, com
a formação profissional e cidadã, enfim, com a sociedade regional e, alagoana em particular.
Assim é que:


Ao longo da década de 1960, a UFAL teve duas gestões, iniciais, do Reitor Aristóteles
Calazans Simões, voltadas, integral e bravamente, à criação de um Campus
Universitário, no então distante bairro do Tabuleiro do Martins, para realizar a
construção das instalações daquelas faculdades existentes - desarticuladas e distantes
entre si - mas também, para aí implantar, além das atividades acadêmicas de
graduação, as atividades pioneiras de assistência estudantil e culturais;



Nos anos 1970, as gestões promoveram a modernização institucional através da
reestruturação acadêmica e administrativa (criação de Centros, em substituição aos
Institutos e Faculdades), a criação de novos cursos e a ampliação e qualificação do
quadro docente;
12



Nos anos 1980, vigésimo ano de existência da UFAL, ainda uma instituição de
graduação, profissionalizante, as gestões se preocuparam em iniciar e organizar as
atividades de pesquisa e de extensão, além dos cursos de pós-graduação lato sensu,
então concebidos em enclaves, através de programas especiais e restritos à estrutura
departamental, assim como a criação do primeiro curso de Mestrado, em Letras, em
1987;



No final dos anos 1980, foi introduzido na instituição, o processo de consulta aos três
seguimentos de sua comunidade, visando à escolha democrática para o cargo de
Reitor, o que veio permitir a eleição da primeira Reitora - a professora Delza Leite
Góes Gitaí – cuja gestão (1987 a 1991) privilegiou a reestruturação do modelo de
ensino de graduação (Projeto Pedagógico Global - PPG), assim como a implantação
da pós-graduação stricto sensu (cursos de mestrado), a institucionalização da extensão,
a criação da iniciação científica local e a expansão da pesquisa;



Nos anos 1990 e início de 2000, as gestões promoveram a informatização da UFAL, a
expansão dos cursos de pós-graduação stricto sensu, a qualificação dos técnicos em
administração universitária, a busca do equilíbrio orçamentário-financeiro, o reforço
da capacitação docente e a implantação de cursos de graduação noturnos;



Ao longo da década de 2000, as duas gestões sucessivas (períodos de 2003-2007 e de
2007-2011) lograram expandir a UFAL no Campus A. C. Simões, na Capital (onde
esteve por 45 anos) e, para o interior, através da criação e implantação dos campi
Arapiraca (Agreste) e Delmiro Gouveia (Sertão) e de suas Unidades de Educação de
Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa, e, Santana do Ipanema, respectivamente;



A partir de 01 de dezembro de 2011 é inaugurada a décima segunda gestão (20112015) quando assumem a direção da UFAL o Reitor Eurico de Barros Lôbo Filho e a
Vice-Reitora Rachel Rocha.

2.2 Missão Institucional
A Universidade Federal de Alagoas tem por missão formar continuamente
competências por meio da produção, multiplicação e recriação dos saberes coletivos e do
diálogo com a sociedade.

13

2.3 Área de Abrangência
2.3.1Inserção Regional
Com uma extensão territorial de 27.767.661 km2, o Estado de Alagoas é composto por
102 municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Leste, Agreste e Sertão alagoano) e 13
microrregiões.
De acordo com o IBGE (Censo de 2010), apresentava população residente 3.120.922
habitantes, sendo 73,64% em meio urbano. A UFAL desenvolve atividades presenciais
através de seus campi e Unidades Educacionais em 06 dos 10 municípios mais populosos do
Estado: Maceió, Arapiraca, Palmeira dos Índios, Rio Largo, Penedo e Delmiro Gouveia.
O PIB per capta estadual era de R$ 6.728,00, em 2009, sendo o setor de serviços o
mais importante na composição do valor agregado da economia, com participação de 72 %.
Os restantes 28% eram distribuídos em atividades agrárias – tradicionalmente policultura no
Agreste, pecuária no Sertão e cana-de-açúcar na Zona da Mata - industriais - petróleo, gás
natural, açúcar, álcool e cimento Portland, além do turismo, fundado nas belezas naturais
locais que atraíram 538.773 visitantes, em 2010 (SEPLANDE-AL, 2011).
2.3.2 Inserção Espacial
A abrangência espacial da UFAL leva em consideração as demandas apresentadas pela
formação em nível superior e a divisão do Estado de Alagoas em suas meso e microrregiões.
Essa configuração espacial é complementada com uma oferta acadêmica que respeita as
características econômicas e sociais de cada localidade, estando as suas unidades instaladas
em cidades Polo, as quais são consideradas fomentadoras do desenvolvimento local.
O Estado de Alagoas está dividido em 15 Coordenações Regionais de Ensino (CRE’s).
Cada CRE, por sua vez, representa um conjunto de municípios e possui uma demanda em
potencial para a oferta de educação superior. Essa demanda é representada pelos alunos totais
matriculados no ensino médio e no supletivo.
Em 2011, havia 150.244 alunos matriculados no ensino médio. Desse total, 30,8% das
matrículas estão na capital e 69,2% no interior. São dados que justificam a forte expansão
recente da UFAL para o interior, além daquela produzida em seu campus na Capital.
A UFAL está presente em, pelo menos, um município de 11 dos 15 agrupamentos de
14

CRE’s. Além disso, estes municípios, geralmente sede das coordenações e a menos de 100Km
dos demais – Maceió, Arapiraca, Delmiro Gouveia, Palmeira dos Índios, Penedo, Viçosa,
Santana do Ipanema, Rio Largo - representam 55,12% do total das matrículas no ensino
médio no Estado, em 2011.
Isto significa dizer que a UFAL realiza cobertura universitária significante em relação
à demanda representada pelas matrículas no ensino médio de Alagoas, à exceção do seu
Litoral Norte, cujo projeto de campus para Porto Calvo se encontra em tramitação na
SESu//MEC.
2.4 Justificativa do Projeto Político Pedagógico do Curso
Vivemos um período em que a velocidade das mudanças faz dos nossos instrumentos
de compreensão do mundo insuficientes a cada instante e, portanto, necessitados de novos
conhecimentos técnicos e científicos.
A instituição educacional é, hoje, o celeiro de novas ideias e palco de debates, o elo
entre os atuais desafios e as respostas necessárias para desenvolver na sociedade a capacidade
de fazer questionamentos e o exercício da crítica, possibilitando o desenvolvimento de
soluções aos problemas e desafios vivenciados pelos indivíduos nos seus diferentes campos
de atividade.
Nesse contexto, o curso de Ciências Contábeis deve ser entendido como um canal de
integração do saber, fazer e pensar no sentido de atender as necessidades da sociedade em que
está inserido, ofertando uma educação superior apoiada no ensino, na pesquisa e na extensão e
pautada na aquisição de conhecimentos universais necessários ao comprometimento com a
coletividade, a formação e emancipação humana e focada no desenvolvimento regional.
A organização do curso se expressa através do seu projeto pedagógico, abrangendo o
perfil do formando, as competências e habilidades, os componentes curriculares, o estágio
curricular supervisionado, as atividades complementares, o trabalho de conclusão de curso, o
sistema de avaliação, além do regime acadêmico de oferta e de outros aspectos.

15

3. DADOS DO CURSO

3.1 Regulamentação da Profissão
O exercício da profissão de Contador foi regulamentado através do Decreto-Lei 9.295
de 27 de maio de 1946, o qual criou o Conselho Federal de Contabilidade e definiu as
atribuições do contador.
O art. 25 deste decreto, De acordo com o art. 2º da Resolução CFC nº 560 de 28 de
outubro de 1983, o contabilista pode exercer as suas atividades na condição de profissional
liberal ou autônomo, de empregado regido pela CLT, de servidor público, de militar, de sócio
de qualquer tipo de sociedade, de diretor ou de conselheiro de quaisquer entidades, ou, em
qualquer outra situação jurídica definida pela legislação, exercendo qualquer tipo de função.
Essas funções poderão ser as de analista, assessor, assistente, auditor, interno e externo,
conselheiro, consultor, controlador de arrecadação, controller, educador, escritor ou articulista
técnico, escriturador contábil ou fiscal, executor subordinado, fiscal de tributos, legislador,
organizador, perito, pesquisador, planejador, professor ou conferencista, redator, revisor.
Nesta resolução também são explicitadas as atribuições privativas dos profissionais da
contabilidade:
1) avaliação de acervos patrimoniais e verificação de haveres e obrigações, para
quaisquer finalidades, inclusive de natureza fiscal;
2) avaliação dos fundos de comércio;
3) apuração do valor patrimonial de participações, quotas ou ações;
4) reavaliações e medição dos efeitos das variações do poder aquisitivo da moeda
sobre o patrimônio e o resultado periódico de quaisquer entidades;
5) apuração de haveres e avaliação de direitos e obrigações, do acervo patrimonial de
quaisquer entidades, em vista de liquidação, fusão, cisão, expropriação no interesse público,
transformação ou incorporação dessas entidades, bem como em razão de entrada, retirada,
exclusão ou falecimento de sócios, quotistas ou acionistas;
6) concepção dos planos de determinação das taxas de depreciação e exaustão dos
bens materiais e dos de amortização dos valores imateriais, inclusive de valores diferidos;
7) implantação e aplicação dos planos de depreciação, amortização e diferimento, bem
como de correções monetárias e reavaliações;
8) regulações judiciais ou extrajudiciais, de avarias grossas ou comuns;
16

9) escrituração regular, oficial ou não, de todos os fatos relativos aos patrimônios e às
variações patrimoniais das entidades, por quaisquer métodos, técnicas ou processos;
10) classificação dos fatos para registros contábeis, por qualquer processo, inclusive
computação eletrônica, e respectiva validação dos registros e demonstrações;
11) abertura e encerramento de escritas contábeis;
12) execução dos serviços de escrituração em todas as modalidades específicas,
conhecidas por denominações que informam sobre o ramo de atividade, como contabilidade
bancária, contabilidade comercial, contabilidade de condomínio, contabilidade industrial,
contabilidade imobiliária, contabilidade macroeconômica, contabilidade de seguros,
contabilidade de serviços, contabilidade pública, contabilidade hospitalar, contabilidade
agrícola, contabilidade pastoril, contabilidade das entidades de fins ideais, contabilidade de
transportes, e outras;
13) controle de formalização, guarda, manutenção ou destruição de livros e outros
meios de registro contábil, bem como dos documentos relativos à vida patrimonial;
14) elaboração de balancetes e de demonstrações do movimento por contas ou grupos
de contas, de forma analítica ou sintética;
15) levantamento de balanços de qualquer tipo ou natureza e para quaisquer
finalidades, como balanços patrimoniais, balanços de resultados, balanços de resultados
acumulados, balanços de origens e aplicações de recursos, balanços de fundos, balanços
financeiros, balanços de capitais, e outros;
16) tradução, em moeda nacional, das demonstrações contábeis originalmente em
moeda estrangeira e vice-versa;
17) integração de balanços, inclusive consolidações, também de subsidiárias do
exterior;
18) apuração, cálculo e registro de custos, em qualquer sistema ou concepção: custeio
por absorção global, total ou parcial; custeio direto, marginal ou variável; custeio por centro
de responsabilidade com valores reais, normalizados ou padronizados, históricos ou
projetados, com registros em partidas dobradas ou simples, fichas, mapas, planilhas, folhas
simples ou formulários contínuos, com processamento manual, mecânico, computadorizado
ou outro qualquer, para todas as finalidades, desde a avaliação de estoques até a tomada de
decisão sobre a forma mais econômica sobre como, onde, quando e o que produzir e vender;
19) análise de custos e despesas, em qualquer modalidade, em relação a quaisquer
funções como a produção, administração, distribuição, transporte, comercialização,
17

exportação, publicidade, e outras, bem como a análise com vistas à racionalização das
operações e do uso de equipamentos e materiais, e ainda a otimização do resultado diante do
grau de ocupação ou do volume de operações;
20) controle, avaliação e estudo da gestão econômica, financeira e patrimonial das
empresas e demais entidades;
21) análise de custos com vistas ao estabelecimento dos preços de venda de
mercadorias, produtos ou serviços, bem como de tarifas nos serviços públicos, e a
comprovação dos reflexos dos aumentos de custos nos preços de venda, diante de órgãos
governamentais;
22) análise de balanços;
23) análise do comportamento das receitas;
24) avaliação do desempenho das entidades e exame das causas de insolvência ou
incapacidade de geração de resultado;
25) estudo sobre a destinação do resultado e cálculo do lucro por ação ou outra
unidade de capital investido;
26) determinação de capacidade econômico-financeira das entidades, inclusive nos
conflitos trabalhistas e de tarifa;
27) elaboração de orçamentos de qualquer tipo, tais como econômicos, financeiros,
patrimoniais e de investimentos;
28) programação orçamentária e financeira, e acompanhamento da execução de
orçamentos-programa, tanto na parte física quanto na monetária;
29) análise das variações orçamentárias;
30) conciliações de contas;
31) organização dos processos de prestação de contas das entidades e órgãos da
administração pública federal, estadual, municipal, dos territórios federais e do Distrito
Federal, das autarquias, sociedades de economia mista, empresas públicas e fundações de
direito público, a serem julgadas pelos Tribunais, Conselhos de Contas ou órgãos similares;
32) revisões de balanços, contas ou quaisquer demonstrações ou registros contábeis;
33) auditoria interna e operacional;
34) auditoria externa independente;
35) perícias contábeis, judiciais e extrajudiciais;
36) fiscalização tributária que requeira exame ou interpretação de peças contábeis de
qualquer natureza;
18

37) organização dos serviços contábeis quanto à concepção, planejamento e estrutura
material, bem como o estabelecimento de fluxogramas de processamento, cronogramas,
organogramas, modelos de formulários e similares;
38) planificação das contas, com a descrição das suas funções e do funcionamento dos
serviços contábeis;
39) organização e operação dos sistemas de controle interno;
40) organização e operação dos sistemas de controle patrimonial, inclusive quanto à
existência e localização física dos bens;
41) organização e operação dos sistemas de controle de materiais, matérias-primas,
mercadorias e produtos semifabricados e prontos, bem como dos serviços em andamento;
42) assistência aos conselhos fiscais das entidades, notadamente das sociedades por
ações;
43) assistência aos comissários nas concordatas, aos síndicos nas falências, e aos
liquidantes de qualquer massa ou acervo patrimonial;
44) magistério das disciplinas compreendidas na Contabilidade, em qualquer nível de
ensino, inclusive no de pós-graduação;
45) participação em bancas de exame e em comissões julgadoras de concursos, onde
sejam aferidos conhecimentos relativos à Contabilidade;
46) estabelecimento dos princípios e normas técnicas de Contabilidade;
47) declaração de Imposto de Renda, pessoa jurídica;
48) demais atividades inerentes às Ciências Contábeis e suas aplicações.

3.2 Objetivos do Curso
O curso de graduação em Ciências Contábeis da Universidade Federal de Alagoas tem
como objetivos:


Assegurar um ensino que promova a formação de profissionais com capacidade
crítico-analítica acerca dos fenômenos que afetam o patrimônio das pessoas físicas
e jurídicas e que agem de acordo com princípios legais, éticos e científicos no
cumprimento de suas responsabilidades perante a sociedade.



Criar condições para que o graduando de Ciências Contábeis esteja capacitado a
compreender as questões científicas, técnicas, socioeconômicas e financeiras no
cenário nacional e internacional nos diferentes modelos organizacionais;
19



Promover o entendimento das responsabilidades funcionais que envolvam
apurações, auditorias, perícias e arbitragens, noções de atividades atuariais e de
quantificação de informações financeiras, patrimoniais e governamentais com
plena utilização de inovações tecnológicas;

3.3 Habilidades e Competências
O Bacharel em Ciências Contábeis deve exercer o planejamento, controle, tomada de
decisão e mensuração patrimonial de pessoas físicas e de entidades jurídicas públicas e/ou
privadas, com ou sem finalidade lucrativa. Nos termos Resolução CNE/CES n.º 10, de 16 de
dezembro de 2004, o curso de Ciências Contábeis deve ministrar conteúdos que proporcionem
as seguintes competências e habilidades inerentes à de um contador em seu campo de atuação:


utilizar adequadamente a terminologia e a linguagem das Ciências Contábeis e
Atuariais;



demonstrar visão sistêmica e interdisciplinar da atividade contábil;



elaborar pareceres e relatórios que contribuam para o desempenho eficiente e
eficaz de seus usuários, quaisquer que sejam os modelos organizacionais;



aplicar adequadamente a legislação inerente às funções contábeis;



desenvolver, com motivação e por meio de permanente articulação, a liderança
entre equipes multidisciplinares para a captação de insumos necessários aos
controles técnicos, à geração e disseminação de informações contábeis, com
reconhecido nível de precisão;



exercer suas responsabilidades com o expressivo domínio das funções contábeis,
incluindo noções de atividades atuariais e de quantificações de informações
financeiras, patrimoniais e governamentais, que viabilizem aos agentes
econômicos e aos administradores de qualquer segmento produtivo ou institucional
o pleno cumprimento de seus encargos quanto ao gerenciamento, aos controles e à
prestação de contas de sua gestão perante à sociedade, gerando também
informações para a tomada de decisão, organização de atitudes e construção de
valores orientados para a cidadania;



desenvolver, analisar e implantar sistemas de informação contábil e de controle
gerencial, revelando capacidade crítico-analítica para avaliar as implicações
organizacionais com a tecnologia da informação;
20



exercer com ética e proficiência as atribuições e prerrogativas que lhe são
prescritas através da legislação específica, revelando domínios adequados aos
diferentes modelos organizacionais.

3.4 Perfil do Egresso
O egresso de Ciências Contábeis deverá ter capacidade para atuar no mercado público
e privado, em âmbito nacional e internacional, adotar uma postura ética, consciente de sua
função social e de sua responsabilidade jurídica, aplicando os embasamentos teóricos e
práticos consoantes os Princípios da Ciência Contábil.
O egresso de Ciências Contábeis estará apto a atuar em atividades de análise e
interpretação dos fatos que afetam o patrimônio das entidades, em atividades de natureza
gerencial, auditorias, perícias contábeis, arbitragens, com observância das normas e padrões
nacionais e internacionais aplicados à contabilidade e áreas afins, das peculiaridades inerentes
às organizações governamentais e não governamentais.
Face às diversidades de habilidades que o curso propõe, permitirá que o profissional
desenvolva competências intelectuais que o torne apto às mudanças, refletindo a
heterogeneidade das demandas sociais.

3.5 Formas de Acesso ao Curso
O ingresso no curso de Ciências Contábeis é efetivado por meio de processo seletivo,
sendo a prova do ENEM o meio de seleção e a plataforma SISu/MEC (Sistema de Seleção
Unificada) o meio de inscrição, respeitados os critérios de cotas em vigor. A UFAL poderá
adotar outros processos de seleção, simplificados ou não, para o preenchimento de vagas
ociosas ou em casos de convênios firmados no interesse público. Dentre outros, aqueles que
dizem respeito à formação de professores que atuam na rede pública de ensino e à formação
de gestores públicos. Em todos os casos, a igualdade de oportunidade de acesso é garantida
por meio de editais.
A UFAL adota uma perspectiva de não produzir nenhuma vaga ociosa, utilizando,
periodicamente, conforme o seu calendário acadêmico, editais de reopção, de transferência e
de reingresso. Essa ação também se inscreve no sentido de possibilitar transferências internas,
visando à superação da formação precoce ao oferecer ao aluno a oportunidade de repensar os
21

caminhos do amadurecimento acadêmico que impactam na sua formação profissional.
4. CORPO DO CURSO

4.1 Colegiado do Curso de Ciências Contábeis
Os procedimentos a serem observados para composição do Colegiado de Cursos de
Graduação na UFAL e suas atribuições estão estabelecidos nos arts. 25 e 26 de seu Regimento
Geral como segue:
Art. 25. O Colegiado de Curso de Graduação é órgão vinculado à Unidade Acadêmica,
com o objetivo de coordenar o funcionamento acadêmico de Curso de Graduação, seu
desenvolvimento e avaliação permanente, sendo composto de:
I. 05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos suplentes,
que estejam no exercício da docência, eleitos em Consulta efetivada com a comunidade
acadêmica, para cumprirem mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução;
II. 01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente, escolhido em
processo organizado pelo respectivo Centro ou Diretório Acadêmico, para cumprir mandato
de 01 (um) ano, admitida uma única recondução;
III. 01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo
suplente, escolhidos dentre os Técnicos da unidade acadêmica, eleito pelos seus pares, para
cumprir mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução.
Parágrafo Único – O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu Suplente, escolhidos
pelos seus membros dentre os docentes que o integram.
Art. 26. São atribuições do Colegiado de Curso de Graduação:
I. coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto Pedagógico do
Curso, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, no perfil do profissional desejado, nas
características e necessidades da área de conhecimento, do mercado de trabalho e da
sociedade;
II. coordenar o processo de ensino e de aprendizagem, promovendo a integração
docente- discente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da ação docente com os planos
de ensino, com vistas à formação profissional planejada;
III. coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos resultados obtidos,
executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as alterações que se fizerem
22

necessárias;
IV. colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;
V. exercer outras atribuições compatíveis.

4.2 Núcleo Docente Estruturante
O Núcleo Docente Estruturante – NDE do Curso de Graduação em Ciências Contábeis
constitui-se no órgão consultivo responsável pela concepção, avaliação, consolidação e
contínua atualização do Projeto Político Pedagógico do Curso de Graduação em Ciências
Contábeis.
Os Professores que integram o NDE de Ciências Contábeis no Campus do Sertão são:
 Alcides José Omena Neto. Bacharel em Ciências Contábeis pelo Centro de

Estudos Superiores de Maceió (1982). Mestre em Desenvolvimento e Meio
Ambiente pela REDE PRODEMA/Universidade Federal de Alagoas (2007).
Regime de Dedicação Exclusiva na IES. Pertence ao NDE desde abril de 2013.
 Hélio Felipe Freitas de Almeida Silva. Bacharel em Ciências Contábeis pela

Universidade Federal de Alagoas (2005) e Especialização em MBA em
Controladoria e Auditoria (2009) e Especialização em Finanças Empresariais
(2009). Regime de Dedicação Exclusiva na IES. Pertence ao NDE desde abril
de 2013.
 Maria

do Socorro Coelho Bezerra. Bacharel em Ciências Contábeis pela

Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (2007). Especialização
em Tecnologia da Gestão Pública e Responsabilidade Fiscal pela Escola
Superior Aberta do Brasil (2009). Mestrado em Ciências Contábeis pela
Universidade Federal de Pernambuco (2012). Regime de Dedicação Exclusiva
na IES. Pertence ao NDE desde abril de 2013.
 Natallya

de Almeida Levino. Bacharel em Ciências Econômicas pela

Universidade Federal de Alagoas (2007). Bacharel em Administração com
habilitação em Comércio Exterior pela Faculdade de Alagoas (2007). Mestre
23

em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Pernambuco (2009).
Doutoranda em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de
Pernambuco. Regime de Dedicação Exclusiva na IES. Pertence ao NDE desde
junho de 2013.
 Patrícia

Brandão Barbosa da Silva. Bacharel em Ciências Contábeis pela

Universidade Federal de Alagoas (2007). Especialização em Gestão Pública
pela Universidade Federal de Alagoas (2010). Mestre em Economia Aplicada
pela Universidade Federal de Alagoas (2013). Regime de Dedicação Exclusiva
na IES. Pertence ao NDE desde abril de 2013.
 Tatiana Frey Biehl Brandão. Bacharel em Ciências Contábeis pela Universidade

Federal de Alagoas (2005). Especialização em Auditoria e Perícia Contábil
(2007). Regime de Dedicação Exclusiva na IES. Pertence ao NDE desde abril
de 2013.

4.3 Corpo Docente
O Curso de Ciências Contábeis da Unidade de Santana do Ipanema está em processo
de implantação tanto do seu PPP quanto do seu quadro de docentes e técnicos. Atualmente o
curso conta com 09 (nove) professores e tem projeto de ampliação por meio de futuros
concursos públicos, tal como rege a lei, a depender da disponibilidade orçamentária e
autorização do Ministério da Educação.
O Quadro 02, abaixo, resume a titulação, a área de conhecimento e o regime de
trabalho de cada docente do curso.
Quadro 02 – Corpo docente do curso de Ciências Contábeis
DOCENTE

TITULAÇÃO

Hélio Felipe Freitas de Almeida Silva

Especialização

Isabel Cristina Pereira de Oliveira

Doutorado

José Francisco Oliveira de Amorim

Mestrado

Lídia Maria Marinho da Pureza Ramires

Doutorado

Maria do Socorro Coelho Bezerra

Mestrado

ÁREA DE
CONHECIMENTO
Contabilidade e Direito
Tributário
Sociedade, Natureza e
Desenvolvimento
Economia e Gestão
Comunicação: lógica,
técnicas e tecnologias
Contabilidade Financeira e
Gerencial

REGIME DE
TRABALHO
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
24

Natallya de Almeida Levino

Mestrado

Estratégias e Organização

Patrícia Brandão Barbosa da Silva

Mestrado

Contabilidade Pública e de
Instituições Financeiras

Priscila Emanuele Falcão de
Oliveira Menezes

Mestrado

Direito Público e Privado

Tatiana Frey Biehl Brandão

Especialização

Gestão econômica e
financeira

Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva

Atualmente, o Curso de Ciências Contábeis da Unidade de Santana do Ipanema conta
com 02 (dois) docentes doutores (22%), 05 (cinco) docentes mestres (56%) e 02 (dois)
docentes especialistas (22%). Para integralização da matriz, o Curso conta também com a
participação de professores de outros cursos da UFAL (Quadro 03) além de professores
substitutos e temporários.
Quadro 03 – Professores de outros cursos da UFAL que ministram aulas no curso de Ciências Contábeis
ÁREA DE
REGIME DE
DOCENTE
TITULAÇÃO
CONHECIMENTO
TRABALHO
Contabilidade Social e
Dedicação
Alcides José de Omena Neto
Mestrado
Economia do setor
Exclusiva
Público
Economia Pública e
Dedicação
Hérmani Magalhães Olivense do Carmo
Mestrado
Empreendedorismo
Exclusiva
Dedicação
Lucas Maciel Muniz
Mestrado
Métodos quantitativos
Exclusiva
Desenvolvimento e
Dedicação
Luciano Celso Brandão Guerreiro Barbosa
Doutorado
Meio Ambiente
Exclusiva

4.4 Corpo Técnico-Administrativo
Assim como o corpo docente, o corpo técnico-administrativo do Campus Sertão
encontra-se em implantação. Acerca deste item, estabelece o Regimento Geral da UFAL:
Art. 85. Integram o corpo Técnico-Administrativo da Universidade os servidores que
exerçam funções de apoio técnico, administrativo e operacional necessárias ao
desenvolvimento das atividades levadas a efeito pela Instituição.
Art. 86. O regime jurídico a que são submetidos os servidores técnicos
administrativos, seu ingresso, nomeação, posse, regime de trabalho, promoção, acesso,
aposentadoria e dispensa são definidos pela legislação em vigor, pelas disposições do Estatuto
da Universidade e deste Regimento Geral e dos atos normativos baixados pelo Conselho
Universitário.
Art. 87. Os servidores técnicos- administrativos são lotados nas Unidades Acadêmicas,
nos órgãos de assessoramento e nos órgãos de apoio.
25

5. PRINCÍPIOS NORTEADORES DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO
CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

5.1 Princípios Pedagógicos do Curso
A UFAL como um todo e o curso de Ciências Contábeis em particular, consciente de
seu fundamental papel como agente de transformação do sertão alagoano, embasa suas
estratégias e ações nos seguintes princípios:
 Respeito à liberdade de aprender, ensinar, pesquisar, preservar e divulgar a cultura, o

pensamento, a arte e o saber;
 Pluralidade de ideias, concepções pedagógicas e autonomia didático-científica;
 Indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão;
 Busca pela excelência acadêmica;
 Autonomia administrativa e de gestão financeira e patrimonial;
 Ética em todos os setores com estrita observância da legalidade, impessoalidade,

moralidade, publicidade e eficiência;
 Transformação social por meio da promoção do desenvolvimento sustentável e

ambientalmente responsável;
 Humanização, Justiça social, dignidade e direitos fundamentais da pessoa;
 Diálogo e Transparência;
 Democracia e Politização;
 Engajamento e Criticidade;

5.2 Metodologia
O curso de Ciências Contábeis do Campus Sertão tem como base o incentivo a
aplicação de metodologias de ensino/aprendizagem que promovam a construção do saber
crítico. Dessa forma, as disciplinas práticas, teóricas e teórico-práticas devem fornecer
subsídios para construção de um novo conceito ou consolidação de um conceito objeto do
estudo, com espaço para construção coletiva e participativa, conforme prevê o Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI) da UFAL:
A articulação entre teoria e prática é compreendida como um princípio de
aprendizagem que se afasta da lógica positivista de produção do
26

conhecimento e possibilita o envolvimento dos alunos em problemas reais,
tomando contato com seus diferentes aspectos e influenciando soluções.
Desta forma, possibilita ao aluno sair da simples condição de mero receptor
de informações para tornar-se sujeito da produção desse conhecimento, cuja
prática implica em ação reflexiva atuação consciente e delimitação de planos
de ação visando a determinados resultados. Deste modo, a prática constitui
uma das dimensões para a produção de conhecimentos, um exercício através
da qual este aluno poderá teorizar e analisar sob a orientação de princípios
teóricos e metodológicos o seu objeto de estudo.

6. TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO – TIC’s
A Unidade Educacional Santana do Ipanema, atendendo o que dispõe a portaria
4.059 de 10 de dezembro de 2004, que prevê em seu art. 1° que as instituições de ensino
superior poderão introduzir na organização pedagógica e curricular de seus cursos superiores
a oferta de disciplinas na modalidade semipresencial, conta com um laboratório de
informática com computadores conectados à internet e disponíveis para uso.
A UFAL ainda disponibiliza o Sistema para Criação de Ambientes – SICAM no
Moodle, o qual possibilita aos docentes da UFAL a criação de ambientes nesta plataforma
para que disciplinas de cursos presenciais sejam desenvolvidas através de atividades
semipresenciais.
Os acadêmicos de Ciências Contábeis contam com a disciplina Lógica, Informática e
Comunicação compondo o Tronco Inicial, a qual introduz o aluno ao uso de tecnologias da
informação e uso de computador e internet. Além dessa disciplina outras sete abordam o uso
de tecnologias:
 Sistemas de Informação Gerencial (2° Período)
 Matemática Financeira (4° Período)
 Sistemas de Informação Contábil (6° período)
 Laboratório Contábil I (7° período)
 Laboratório Contábil II (8° período)
 Economia do Meio Ambiente (8° período)
 Análise de Investimentos (8° período)
27

Essas disciplinas, com exceção de Sistemas de Informação Gerencial e Economia do
Meio Ambiente, possuem 20 horas práticas no ordenamento curricular, o que contribui para
aplicação de seus conteúdos com auxílio de softwares específicos. Todavia, existe uma
política pedagógica na Unidade Santana de Ipanema que prima pelo uso das Tecnologias da
Informação e Comunicação (TIC’s) como instrumento de apoio necessário ao processo de
aprendizagem de seus discentes. Deste modo, as demais disciplinas que compõem o Curso de
Bacharelado em Ciências Contábeis detém a premissa de utilizar-se das TIC’s quando
pertinente, sendo estas consideradas instrumentos educativos de auxílio e importantes para o
processo de aprendizagem de conteúdo curricular e de desenvolvimento do senso analítico e
crítico dos discentes.

7. BASES PEDAGÓGICAS DA EDUCAÇÃO

7.1 Contextualização e Integração entre Teoria e Prática

As duas últimas décadas foram marcadas pela ocorrência ou fortalecimento de
diversos eventos econômicos que evidenciaram o papel do profissional contabilista como a
pessoa responsável pela transparência e esclarecimento de cada fato que tenha impactado o
patrimônio de entidades privadas, de entidades públicas e até mesmo das pessoas físicas.
Neste contexto, as instituições de ensino superior devem estar preparadas para atender
à demanda de formação de profissionais de nível superior com visão que alie o conhecimento
da realidade das entidades a uma base técnica, que lhe permita propor criticamente soluções,
através da criação e/ou desenvolvimento de novas técnicas ou sistemas organizacionais,
compatíveis com o estágio de inserção do País na dinâmica da economia contemporânea.
Como forma de promover essa interação entre a necessidade de aquisição de
conhecimentos e vivências dos discentes com as práticas das entidades para consolidação do
conteúdo teórico abordado em sala de aula ou laboratório, o curso de Ciências Contábeis
realiza visitas técnicas, articula a realização dos estágios curriculares ou extra curriculares,
essenciais para a captação do conhecimento prático nas organizações, os quais contribuem
fortemente para que o discente perceba a realidade do mercado de trabalho da área, as
competências pessoais e profissionais trabalhadas pelas organizações.
Também nessa concepção de teoria e prática, vale ressaltar que o Seminário Integrador
28

são formas de trabalhar a teoria e a prática de modo veemente e multidisciplinar, uma vez que
consolida o trabalho em equipe e a ampla discussão de problemas locais e regionais sob a
ótica do pensar estratégico, do pensar para ação.

7.2 Interdisciplinaridade

A Matriz Curricular do curso de Ciências Contábeis, de regime seriado semestral,
segue a proposta de expansão da Universidade Federal de Alagoas, a qual é composta por três
troncos:
Tronco Inicial: tronco comum a todos os cursos do projeto da expansão da UFAL, é
ofertado no 1º semestre e proporciona ao discente uma visão geral sobre ciência, o mundo e
suas realidades, conhecimento científico e ferramentas lógicas para lidar com o conhecimento
na era da informação e o Seminário Integrador I que se propõe à integração e aplicação dos
conteúdos das áreas de conhecimento do período.
Tronco Intermediário: compreende as disciplinas comuns aos cursos do Eixo da
Gestão do Campus do Agreste, do Sertão e respectivos polos. É oferecido no 2º semestre do
curso. Proporciona ao aluno uma visão integradora de disciplinas que fundamentam o seu
conhecimento sobre organizações, sistemas de informação para uso organizacional, utilização
da informação contábil nas empresas contemporâneas e técnicas quantitativas para raciocínio
lógico e tomada de decisão. O Seminário Integrador II interliga estas áreas de conhecimento.
Tronco Profissionalizante: ofertado do terceiro ao oitavo semestre, compreende as
disciplinas com o enfoque profissional às diferentes áreas de atuação do Bacharel em Ciências
Contábeis.
Além disso, ao longo dos períodos do curso os alunos têm a oportunidade de
participar, de palestras, simpósios, congressos, seminários, visitas técnicas e aulas didáticas
que resgatem conteúdos de outras disciplinas e áreas, as quais culminam com a totalização do
saber na área.
Considerando a necessidade de se operacionalizar a indissociabilidade das atividades
de ensino, pesquisa e extensão, a UFAL se propõe inovadora sob o ponto de vista acadêmico
e pedagógico por introduzir na sua concepção, como atividade curricular, a contemplação de
cargas horárias nos Seminários Integradores e nas Disciplinas Eletivas, em um percentual
mínimo obrigatório para integralização dos currículos pleno.
29

8. MATRIZ CURRICULAR
A matriz curricular do curso de Ciências Contábeis está estruturada com a finalidade
de proporcionar conhecimento quanto ao cenário econômico e financeiro, nacional e
internacional das sociedades e organizações além do conhecimento das normas e padrões
internacionais de contabilidade, em conformidade com a Resolução CNE/CES no. 10 de 16 de
dezembro de 2004 e com a formação exigida pela Organização Mundial do Comércio (OMC).
Consoante as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Ciências
Contábeis, os conteúdos contemplados na Matriz Curricular distribuem-se nos seguintes
campos interligados de formação: Conteúdos de Formação Básica, Conteúdos de Formação
Profissional e Conteúdos de Formação Teórico-Prática.
As disciplinas obrigatórias estão distribuídas entre os conteúdos de Formação Básica,
de Formação Profissional e de Formação Teórico-Prática, totalizando 2.960 (duas mil,
novecentos e sessenta) horas-aula, enquanto a parte eletiva totaliza 180 (cento e oitenta)
horas-aula. Conforme Portaria nº. 4.059, de 10 de dezembro de 2004 do MEC, até 20% (vinte
por cento) desse total poderá ser desenvolvido, por cada uma das disciplinas, na modalidade
semipresencial.
O Conteúdo de Formação Básica objetiva os estudos relacionados com outras áreas do
saber como suporte elementar e essencial à formação do profissional Contábil, sobretudo
Administração, Economia, Direito, Matemática e Estatística com abordagens em Métodos
Quantitativos aplicados à Ciência Contábil.
No Conteúdo de Formação Profissional passa-se aos estudos específicos voltados às
Teorias da Contabilidade, incluindo as noções das atividades atuariais e de quantificações de
informações financeiras, patrimoniais, governamentais e não governamentais, planejamento
tributário, auditorias, gestão de custos, informações gerenciais, perícias, arbitragens e
controladoria, com suas aplicações peculiares ao setor público e privado.
Além de toda a estrutura conceitual-teórica, deverá o discente realizar atividades de
cunho teórico-prático, no qual aplicará os conhecimentos adquiridos em sala de aula,
aproximando-se do ambiente do mercado de trabalho.
Os Conteúdos de Formação Teórico-Prática envolvem o Estágio Curricular
Supervisionado, Atividades Complementares, Estudos Independentes, Conteúdos Eletivos,
Prática em Laboratório de Informática utilizando softwares atualizados para a Contabilidade.
O Trabalho de Conclusão do Curso, de caráter obrigatório, tem carga horária de 240
30

(duzentos e quarenta) horas-aula, devendo ser apresentado ao final do curso. As Atividades
Complementares totalizam 200 (duzentas) horas-aula, podendo ser distribuídas em atividades
ao longo do curso.
A Matriz Curricular do curso de Ciências Contábeis de regime seriado semestral segue
a proposta de expansão da Universidade Federal de Alagoas, a qual é composta pelos troncos
inicial, intermediário e profissionalizante. Os semestres apresentam as seguintes
características:
1º semestre: proporciona ao discente uma visão geral sobre ciência, o mundo e suas
realidades, conhecimento científico e ferramentas lógicas para lidar com o conhecimento na
era da informação e o Seminário Integrador I que se propõe à integração e aplicação dos
conteúdos das áreas de conhecimento do período.
2º semestre: Proporciona ao aluno uma visão integradora de disciplinas que
fundamentam o seu conhecimento sobre organizações, sistemas de informação para uso
organizacional, utilização da informação contábil nas empresas contemporâneas e técnicas
quantitativas para raciocínio lógico e tomada de decisão. O Seminário Integrador II interliga
estas áreas de conhecimento.
3º semestre: o discente inicia o módulo específico do curso de Ciências Contábeis.
Aprofundam-se as técnicas de registro e elaboração de demonstrações contábeis, sendo
introduzido às Normas da Profissão e às Escolas do Pensamento Contábil, além de noções de
Direito e Metodologia Científica.
4º semestre: este período terá o enfoque quantitativo privilegiado. Serão ofertadas
disciplinas para formação básica, como: Matemática Financeira, Introdução às Ciências
Atuariais e Direito Administrativo. A Pesquisa Aplicada a Contabilidade inicia o processo de
construção do Trabalho de Conclusão do Curso.
5º semestre: o discente começa a estudar técnicas mais avançadas da ciência contábil,
além de ser introduzido no Direito Tributário e Contabilidade de Custos. É dado início à
separação da abordagem público/ privado.
6º semestre: diminui-se nesse momento o enfoque na elaboração de demonstrações,
privilegiando a leitura e análise crítica das mesmas. A partir desse instante já é permitido ao
aluno a opção por uma disciplina eletiva que preferir. Haverá uma consolidação da discussão
de sistemas gerenciais, enfocando a contabilidade. O Seminário Integrador III procura
interligar os temas estudados.
31

7º semestre: disciplinas como Controladoria e Administração Financeira e
Orçamentária deverão trabalhar o conhecimento multidisciplinar dos discentes. Será
aprofundado o conhecimento específico através de Teoria da Contabilidade. Laboratório
Contábil I procura gerar um ambiente semelhante ao que os futuros profissionais deverão
encontrar no mercado.
8º período: é dada a oportunidade de aprofundamento do conhecimento específico,
através da opção de duas disciplinas eletivas. Serão finalizadas discussões com enfoques no
público e privado.
A aplicação desses conteúdos na formação acadêmica do aluno do curso de Ciências
Contábeis é evidenciada na descrição do ordenamento curricular e nas ementas de cada
disciplina. A presença de alguns pré-requisitos necessários para o cumprimento da dinâmica
do Curso estão explicitados no Apêndice 1.

8.1 Integralização do Curso
O curso de Ciências Contábeis deverá ser integralizado no período de 04 (quatro) anos
(8 semestres), ao longo dos quais será cumprida uma carga horária total de 3.580h/a. O tempo
máximo para a conclusão do curso será de 12 semestres. As disciplinas obrigatórias
correspondem a aproximadamente 82,68% do curso, e os demais componentes curriculares
têm a sua carga horária distribuída conforme a seguinte representação:

Quadro 04 – Componentes Curriculares do curso de Ciências Contábeis

Componentes Curriculares
Disciplinas Obrigatórias
Disciplinas Eletivas
Trabalho de Conclusão de Curso
Atividades Complementares (Acadêmico/ científico/
culturais)
Integralização Curricular

Carga
Horas-relógio
Horária
(60min =1hora)
50min
2.960 h/a
2.466,67h
180 h/a
150h
288h
240h
240h

200h

Percentual
(aproximado)
82,68%
5,03%
6,70%
5,59%
3.580h/a

32

Gráfico 01 – Representação Gráfica da carga-horária do curso de Ciências Contábeis

8.2 Estrutura Geral do Curso de Ciências Contábeis

As disciplinas do curso de Ciências Contábeis estão distribuídas ao longo dos
semestres, conforme demonstrado Quadro 05 abaixo:

Quadro 05 - Organização das Disciplinas por Semestre

Período

1º

2o

Carga Horária

Disciplina

Obrigatória

Sociedade, natureza e desenvolvimento: relações
locais e globais

Sim

6

120

0

120

Produção do conhecimento: ciência e não ciência

Sim

6

120

0

120

Lógica, informática e comunicação

Sim

6

120

0

120

Seminário integrador I
Total do semestre

Sim

2
20

20
380

20
20

40
400

Introdução às Ciências Econômicas

Sim

3

60

0

60

Noções de Administração

Sim

3

60

0

60

Sistemas de Informação Gerencial

Sim

3

60

0

60

Informação Contábil para Gestão

Sim

3

60

0

60

Matemática I

Sim

3

60

0

60

Estatística I

Sim

3

60

0

60

Seminário Integrador II
Total do Semestre

Sim

2
20

20
380

20
20

40
400

Semanal Teórica Prática Semestral

33

3º

4

o

História do Pensamento Contábil

Sim

3

60

0

60

Contabilidade Introdutória

Sim

4

40

40

80

Instituições de Direito Público e Privado

Sim

3

60

0

60

Metodologia Científica

Sim

3

60

0

60

Português Instrumental

Sim

3

60

0

60

Normas da Profissão Contábil
Total do semestre

Sim

3
19

60
340

0
40

60
380

Legislação Social, Previdenciária e Trabalhista

Sim

4

40

40

80

Matemática Financeira

Sim

3

20

40

60

Contabilidade Intermediária

Sim

4

40

40

80

Pesquisa aplicada à contabilidade

Sim

3

40

20

60

Introdução às Ciências Atuariais

Sim

3

40

20

60

Direito Administrativo

Sim

3

60

0

60

20

220

180

400

Total do semestre

5º

Contabilidade Pública

Sim

4

40

40

80

Análise das Demonstrações Contábeis

Sim

4

40

40

80

Direito Tributário

Sim

3

60

0

60

Contabilidade Avançada

Sim

5

60

40

100

Contabilidade de Custos

Sim

4

40

40

80

20

240

160

400

Total do semestre

6o

Perícia Contábil

Sim

3

40

20

60

Auditoria Contábil

Sim

3

40

20

60

Análise de Custos

Sim

3

40

20

60

Contabilidade Tributária

Sim

3

40

20

60

Sistemas de Informação Contábil

Sim

3

20

40

60

Eletiva

Sim

3

60

0

60

Seminário Integrador III

Sim

2
20

20
280

20
120

40
400

Controladoria

Sim

3

40

20

60

Administração Financeira e Orçamentária

Sim

3

40

20

60

Contabilidade Gerencial

Sim

3

40

20

60

Laboratório Contábil I

Sim

4

20

60

80

Teoria da Contabilidade

Sim

3

60

0

60

Auditoria Pública

Sim

4

60

20

80

20

260

140

400

Total do semestre

7

o

Total do semestre

8º

Controladoria Pública

Sim

4

40

40

80

Laboratório Contábil II

Sim

4

20

60

80

Orçamento Empresarial

Sim

4

20

60

80

Eletiva

Sim

3

60

0

60

Eletiva

Sim

3

60

0

60
34

Total do semestre
Carga Horária Total

18

200

160

360
3.140

Total: de disciplinas + estágio supervisionado
Atividades Complementares

200

Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

240

Carga Horária de Integralização Curricular (CHIC)

3.580

As disciplinas eletivas são ofertadas no 6º (sexto) e no 8º (oitavo) semestre do curso,
correspondem a aproximadamente 5,03% da carga-horária total do curso, e são de livre
escolha do aluno. As disciplinas eletivas que são ofertadas pelo curso de Ciências Contábeis
estão elencadas no Quadro 06.
Quadro 06 – Disciplinas Eletivas do curso de Ciências Contábeis

DISCIPLINAS ELETIVAS
Período

Disciplina

Carga Horária
Semanal Teórica Prática Semestral

6º

Contabilidade Rural

3

60

0

60

6º

Contabilometria

3

60

0

60

6º

Economia Brasileira Contemporânea

3

60

0

60

6º

Gestão de Recursos Materiais e Patrimoniais

3

60

0

60

6º

Direito Civil Aplicado

3

60

0

60

6º

Empreendedorismo e Administração de Pequenos
Negócios

3

60

0

60

6º

Planejamento, Orçamento Participativo e Gestão
Municipal

3

60

0

60

8º

Contabilidade Internacional

3

60

0

60

8º

Contabilidade Ambiental

3

60

0

60

8º

Contabilidade do Terceiro Setor

3

60

0

60

8º

Contabilidade de Instituições Financeiras

3

60

0

60

8º

Contabilidade de Hotelaria e Restaurantes

3

60

0

60

8º

Contabilidade da Construção Civil

3

60

0

60

8º

Planejamento Tributário

3

60

0

60

8º

Libras

3

60

0

60

8º

Economia do Meio Ambiente

3

60

0

60

8º

Economia do Setor Público

3

60

0

60

8º

Análise de Investimentos

3

60

0

60

8º

Inglês Instrumental

3

60

0

60

8º

Formação Econômica do Brasil

3

60

0

60
35

8.3 Ementas das Disciplinas
1º PERÍODO
SOCIEDADE, NATUREZA E DESENVOLVIMENTO: RELAÇÕES LOCAIS E
GLOBAIS.
Ementa
Reflexão crítica sobre a realidade, tendo como base o conhecimento do mundo a partir de um
contexto local e sua inserção global, através de abordagem interdisciplinar sobre sociedade,
seu funcionamento, reprodução, manifestações diversas e suas relações com a cultura,
economia, política e natureza.
Conteúdo Programático
Sociedade, cultura e política. Ciência, tecnologia e processos produtivos. Relações sociedadenatureza e a questão ambiental. Desenvolvimento e subdesenvolvimento. Princípios
ecológicos, sociais e econômicos básicos na construção de novos paradigmas de
desenvolvimento. O global e o local: identidade, integração, rupturas e diferenças.
Referências Básicas
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 11. ed. Rio de Janeiro: DP&A,
2011.
LIRA, F. Alagoas: formação da riqueza e da pobreza. Maceió: Edufal, 2008.
SANTOS, Laymert G. dos. Politizar as novas tecnologias: o impacto sócio-técnico da
informação digital e genética. Rio de Janeiro: Ed. 34, 2003.
SEN, A. Desenvolvimento como liberdade. São Paulo: Companhia de Bolso, 2010.
SORJ, Bernardo. A nova sociedade brasileira. 3. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.
Referências Complementares
DIEGUES, A. C. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo: Annablume/Hucitec,
USP, 2002.
GONÇALVES, C. W. Paixão da Terra: ensaios críticos de ecologia e geografia. Rio de
Janeiro: Pesquisadores associados em Ciências Sociais, 1984.
POLANYI, K. A grande transformação: as origens da nossa época. Rio de Janeiro: Campus,
2011.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo:
Companhia de bolso, 2012.
SACHS, I. Estratégias de transição para o século XXI - desenvolvimento e meio ambiente.
São Paulo: Studio Nobel, 1993.
PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO: CIÊNCIA E NÃO-CIÊNCIA
Ementa
36

Instrução e discussão sobre ciência e seus instrumentos, procedimentos e métodos científicos,
mas também sobre expressões do conhecimento tradicional, populares e locais, para o
reconhecimento de um diálogo de saberes e a internalização de novos paradigmas.
Conteúdo Programático
Conhecimento, ação, estratégias. Materiais, métodos, conceitos, leis, modelos, e paradigmas.
Epistemologia e crítica da ciência. A complexidade básica. Método científico: observação,
experimentação e formulação de modelos. A crise do modelo disciplinar da ciência clássica e
os novos desafios/necessidades para a compreensão do mundo atual: a demanda de uma
ciência da complexidade. A integração do conhecimento e a construção interdisciplinar. A
recriação/revalorização/integração: saberes próprios de outra natureza. O diálogo de saberes.
Conhecimento empírico e tradicional: observação do contexto, acumulação e transmissão do
conhecimento. Os mitos. As complementaridades dos saberes.
Referências Básicas
BOMBASSARO, Luiz Carlos. As fronteiras da epistemologia: Como se produz o
conhecimento. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 1992.
DUTRA, Luís H. de A. Introdução à teoria da ciência. Florianópolis: Editora da UFSC,
1998.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da filosofia. 3. ed. São Paulo: Paulus, 2007.
CHAUÍ, Marilena de Souza. Convite à filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática, 2004.
Referências Complementares
BUNGE, Mario. La Ciência, su Método y su Filosofia. Buenos Aires: Ediciones Siglo
Veinte, 1980.
FRENCH, Steven. Ciência: conceitos-chave em Filosofia. Porto Alegre: Artmed, 2009.
KELLER, Albert. Teoría General Del Conocimiento. Barcelona: Herder Barcelona, 1988.
KNELLER, George. F. A Ciência como atividade humana. Rio de Janeiro: Zahar; São
Paulo: EDUSP, 1980.
POPPER, Karl R. A Lógica da Pesquisa Científica. São Paulo: Cultrix, 1972.
WEBER, Max. Ciência e Política: duas vocações. 3. ed. São Paulo: Martin Claret, 2011.
LÓGICA, INFORMÁTICA E COMUNICAÇÃO
Ementa
Oferta de instrumentos básicos requeridos pelo cursar da graduação universitária,
fundamentalmente, usos da linguagem, indução e dedução, novas tecnologias de
comunicação, usos do computador e da internet, expressão escrita, análise, interpretação e
crítica textual.
Conteúdo Programático
Uso da linguagem. Falácias não formais. Definição. Introdução à dedução. Introdução à
indução. Desenvolvimento de projetos utilizando o computador. O papel da internet na sala de
aula. Explorando a WWW. Desenvolvimento de páginas na WEB para a aprendizagem.
Comunicando-se pela internet.
Referências Básicas
37

CASTELLS, Manuel. A galáxia da internet: reflexões sobre a Internet, os negócios e a
sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
COPI, Irving M. Introdução à Lógica. 3. ed. Mestre Jou Editora, 1981.
NORTON, Peter. Introdução à Informática. São Paulo: Pearsons Makron Books, 1997.
VANOYNE, Francis. Usos da Linguagem: Problemas e Técnicas na Produção Oral e Escrita.
12. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
Referências Complementares
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 11. ed. Rio de Janeiro: DP&A,
2011.
KELLER, Vicente; BASTOS, Cleverson L. Aprendendo Lógica. 20. ed. Petrópolis: Vozes,
2011.
MANZANO, José Augusto Navarro Garcia. BrOffice.org 2.0: guia prático de aplicação. São
Paulo: Érica, 2011.
SEMINÁRIO INTEGRADOR I
Ementa
Discussão interdisciplinar, em escala real, sobre uma base local; integração e aplicação dos
conteúdos, atividades e de avaliação dos progressos discentes do tronco inicial.
Conteúdo Programático
Conteúdo temático definido semestralmente pelo colegiado do Tronco Inicial.
Referências Básicas
Contempla todas as referências bibliográficas utilizadas pelas disciplinas do tronco inicial,
além das específicas que o projeto necessitar.
2º PERÍODO
INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS ECONÔMICAS
Ementa
A disciplina tem por finalidade introduzir conceitos da ciência econômica, a intenção é
ingressar os discentes nos principais eixos teóricos do curso, unidos aos elementos
características da microeconomia e macroeconomia.
Conteúdo Programático
Fundamentos, abrangência e limitações da ciência econômica. Sistemas econômicos e fatores
de produção. A economia de mercado, tipos, origens e destino dos fatores produtivos. O
mecanismo de mercado: demanda, oferta e equilíbrio. Elasticidades. Teoria da firma e teoria
da produção, noções de estrutura de mercado e regulação concorrencial.
Bibliografia Básica
CANO, Wilson. Introdução à Economia: Uma abordagem crítica. São Paulo: UNESP,
1998.
MENDES, Judas Tadeu Grassi. Economia: Fundamentos e Aplicações. São Paulo, 2004.
ROSSETTI, Jose Paschoal. Introdução à economia. 20. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
38

VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de. Economia: Micro e Macro. 3. ed. São
Paulo: Atlas, 2002.
VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; ENRIQUEZ GARCIA, Manuel.
Fundamentos de economia. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2004.
Bibliografia Complementar
MANKIW, N. Gregory. Introdução à economia. 5. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010.
838p.
PINHO, Diva Benevides; VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de (org.). Manual de
introdução à economia. São Paulo: Saraiva, 2006.. xvii, 397 p.
TROSTER, Roberto Luis; MOCHON MORCILLO, Francisco. Introdução à economia.
Makron Books, c1994. 404 p.
NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO
Ementa
A disciplina tem por objetivo apresentar conceitos e contribuições das teorias da
administração, a finalidade é apresentar aos alunos conceitos e noções da administração,
evidenciando a participação dessas teorias para a formação do mercado.
Conteúdo Programático
O papel e a importância da teoria geral da administração. Antecedentes históricos e
contribuições da teoria da teoria geral da administração. Abordagem clássica da
administração. Abordagem humanística da administração. Abordagem neoclássica.
Bibliografia Básica
ARAÚJO, Luis César G. de. Teoria geral da administração: aplicação e resultados nas
empresas brasileiras. São Paulo: Atlas, 2003.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 8. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2011.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria geral da administração: da revolução
urbana à revolução digital. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
MOTTA, Fernando C. Prestes. Teoria geral da administração. 3. ed. Thomson, 2006.
Bibliografia Complementar
CHIAVENATO, I. Administração: teoria, processo e prática. São Paulo: Atlas, 2005.
HANDBOOK de estudos organizacionais: modelos de análise e novas questões em
estudos organizacionais. São Paulo: Atlas, 1999.
SANTOS, Reginaldo Souza (Org.) Administração política como campo do conhecimento.
São Paulo: Mandacaru, 2004.
STONER, James. A. F. Administração. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL
Ementa
Estudo dos sistemas de informação computacionais e sua importância dentro das organizações e
a mudança de paradigma com a evolução tecnológica.
Conteúdos Programáticos
39

Conceitos básicos de sistemas de informação: dado, informação e conhecimento. Arquitetura
básica de sistema e informação. Infra-estrutura de tecnologia da informação. Sistema de apoio à
tomada de decisão. Sistemas de informações gerenciais. Sistemas de informações geográficas.
Da informação para o conhecimento: gerenciamento do conhecimento.
Referências Básicas
AUDY, Jorge Luis Nicolás; BRODBECK, Ângela Freitag. Sistemas de informação:
planejamento e alinhamento estratégico nas organizações. Porto Alegre: Bookman, 2003.
BATISTA, Emerson de Oliveira. Sistemas de informação: o uso consciente da tecnologia
para o gerenciamento. São Paulo: Saraiva, 2006.
BIO, Sergio Rodrigues. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 2008.
GONÇALVES, Rosana C. de M. Grillo; RICCIO, Edson Luiz. Sistemas de informação:
ênfase em controladoria e contabilidade. São Paulo: Atlas, 2009.
LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane Price. Sistemas de informação gerenciais. 9. ed.
São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.
Referências Complementares
GORDON, Judith R. Sistemas de Informação: uma abordagem gerencial. 3. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2006.
MARAKAS, George; O’BRIEN, James. Administração de Sistemas de Informação. 15. ed.
São Paulo: Mcgraw-hill Interamericana, 2013.
MATTOS, Antonio Carlos M. Sistemas de Informação: uma visão executiva. 2. ed. São
Paulo: Saraiva, 2010.
OLIVEIRA, Djalma de P. R. de. Sistemas de Informações Gerenciais. 15. ed. São Paulo:
Atlas, 2012.
PHILLIPS, Amy; BALTZAN, Paige. Sistemas de Informação. Porto Alegre: Bookman,
2012.
INFORMAÇÃO CONTÁBIL PARA GESTÃO
Ementa
Reflexão crítica sobre a informação contábil. Estudo dos procedimentos aplicados à gestão.
Conteúdo Programático
Contabilidade: conceitos, objeto, objetivos. Informação Contábil: conceitos, tipos e usuários.
O patrimônio: conceito, aspectos, situação patrimonial e representação gráfica. Fatos
Contábeis. Procedimentos contábeis básicos. Livros da Escrituração. Débito e Crédito.
Contas: Ativo, Passivo e Patrimônio Líquido. Plano de Contas. As variações do Patrimônio
Líquido. Receitas e Despesas. Noções das operações típicas de uma empresa. Balancete de
Verificação. Noções de Demonstrações Contábeis: Balanço Patrimonial e Demonstração de
Resultado do Exercício.
Referências Básicas
IUDÍCIBUS, Sérgio de (Coord.). Contabilidade introdutória. 11. ed. São Paulo: Atlas,
2010.
IUDÍCIBUS, Sérgio de; et. al. Manual de contabilidade societária: aplicável a todas as
sociedades. São Paulo: Atlas, 2010.
MARION, José Carlos. Contabilidade básica – livro texto. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2009.
40

______. Contabilidade empresarial. 16. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
PADOVEZE, Clovis Luis. Manual de contabilidade básica: contabilidade introdutória e
intermediária – texto e exercícios. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
Referências Complementares
ABREU, Ari Ferreira de. Fundamentos de contabilidade utilizando o Excel. São Paulo:
Saraiva, 2006.
CRUZ, June Alisson Westarb; ANDRICH, Emir Guimarães; SCHIER, Carlos Ubiratan da
Costa. Contabilidade introdutória descomplicada. 5. ed. Curitiba: Juruá, 2012.
MÜLLER, Aderbal Nicolas. Contabilidade básica: fundamentos essenciais. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2007.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade básica fácil. 27. ed. São Paulo: Saraiva, 2011.
MATEMÁTICA I
Ementa
Estudo dos conceitos teóricos, metodológicos e básicos de Matemática. Aprofundamento das
concepções de conjunto, relação e função. Análise e reflexão das técnicas de contagem,
matrizes, determinantes e sistemas Lineares.
Conteúdo Programático
Conceitos básicos de Matemática. Conjunto, Relação, Função, Indução Matemática, Técnicas
de Contagem, Matrizes, Determinantes e Sistemas Lineares.
Referências Básicas
GOLDSTEIN, Larry Joel; LAY, David C; SCHNEIDER, David I.; ASMAR, Nakhle. H.
Matemática aplicada: economia, administração e contabilidade. 12. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2012.
HARIKI, Seiji; ABDOUNUR, Oscar João. Matemática aplicada: administração, economia e
contabilidade. São Paulo: Saraiva, 1999.
HOFFMANN, Laurence D.; BRADLEY, Gerald L. Cálculo: um curso moderno e suas
aplicações. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
Referências Complementares
BARROSO, Leonidas Conceição; BARROSO, Magali Maria de Araujo; CAMPOS, Frederico
Ferreira. Cálculo numérico: (com aplicações). 2. ed. São Paulo: Harbra, 1987.
CHIANG, Alpha C.; WAINWRIGHT, Kevin. Matemática para economistas. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2006.
SIMON, Carl; BLUME, Lawrence. Matemática para economistas. Porto Alegre: Bookman,
2004.
ESTATÍSTICA I
Ementa
Estudo dos conceitos básicos de estatística. Conceitos básicos de estatística. Estatística
Descritiva. Introdução à probabilidade. Distribuições discretas de probabilidade.
41

Conteúdo Programático
Variáveis e gráficos, séries estatísticas, distribuição de freqüência, medidas de dispersão,
desvio médio, desvio padrão, coeficiente de variabilidade.
Referências Básicas
ANDERSON, David R.; SWEENEY, Dennis. J.; WILLIAMS, Thomas. Estatística aplicada
à Administração e Economia. 8. ed. São Paulo: Thomson Pioneira, 2003.
FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de estatística. 6. ed.
São Paulo: Atlas, 1996.
FREUND, John E. Estatística aplicada: economia, administração e contabilidade. 11. ed.
Porto Alegre: Bookman, 2006.
HOFFMANN, Rodolfo. Estatística para economistas. 4. ed. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2006.
MORETTIN, Pedro Alberto; BUSSAB, Wilton O. Estatística Básica. 7. ed. São Paulo:
Saraiva, 2011.
Referências Complementares
LARSON, Ron. Estatística aplicada. 4. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
MARTINS, Gilberto de Andrade.; DONAIRE, Denis. Princípios de estatística. 4. ed. São
Paulo: Atlas, 1990.
TRIOLA, M. F. Introdução à estatística. 10. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos Editora S. A., 2008.
SEMINÁRIO INTEGRADOR II
Ementa
Discussão de temáticas específicas, interdisciplinares de interesse do eixo gerencial,
envolvendo a integração e aplicação dos conteúdos e atividades das disciplinas do período.
Referências Básicas
Contempla toda bibliografia utilizada pelas disciplinas do Eixo e mais a bibliografia definida
pelos temas a serem trabalhados.
3º PERÍODO
HISTÓRIA DO PENSAMENTO CONTÁBIL
Ementa
Conhecer a evolução histórica da contabilidade, as influências exercidas pela necessidade da
sociedade no pensamento contábil; discutir a situação atual e perspectivas do pensamento na
ciência contábil.
Conteúdo Programático
Evolução do pensamento contábil: gênese da contabilidade e evolução do pensamento
contábil; aspectos científicos da contabilidade; campo de estudo e aplicação da contabilidade;
metodologias e processos contábeis; avanço da pesquisa e aplicação em contabilidade. Escola
e doutrinas da contabilidade: Escolas europeia e americana; o Brasil no contexto das duas
42

escolas; as principais doutrinas (controlista, contista, personalista, reditualista, aziendalista,
patrimonialista e neopatrimonialista). Os pensadores da contabilidade. Evolução histórica dos
princípios fundamentais de contabilidade.
Referências Básicas
SCHMIDT, Paulo; SANTOS, José Luiz dos. História da Contabilidade: foco na evolução
das escolas do pensamento contábil. São Paulo: Atlas, 2008.
SCHMIDT, Paulo; SANTOS, José Luiz dos. História da contabilidade: foco nos grandes
pensadores. São Paulo: Atlas, 2008.
SILVA, Antonio Carlos Ribeiro da; MARTINS, Wilson Thomé Sardinha. História do
pensamento contábil: com ênfase na história da contabilidade brasileira. Curitiba: Juruá,
2006.
Referências Complementares
IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos; FARIA, Ana Cristina de. Introdução à
teoria da contabilidade: para o nível de graduação. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
SÁ, Antonio Lopes de. História geral e das doutrinas da contabilidade. São Paulo: Atlas,
1997.
SCHMIDT, Paulo; SANTOS, José Luiz dos. História do pensamento contábil. São Paulo:
Atlas, 2006.
CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA
Ementa
Discutir aspectos específicos das demonstrações contábeis mais usuais, além de assuntos
específicos que requeiram tratamento especial, consolidando aprendizados adquiridos ao
cursar Informação Contábil para Gestão.
Conteúdo Programático
Elaboração do Balanço Patrimonial e da Demonstração de Resultados do Exercício.
Investimentos: classificação e avaliação dos grupamentos contábeis. Participações
societárias: avaliação pelo método do custo e pelo método de equivalência patrimonial. Ativo
imobilizado: métodos de depreciação, baixa do imobilizado. Ativo Intangível. Despesas e
gastos pré-operacionais. Debêntures. Receitas e custos diferidos. Patrimônio Líquido.
Referências Básicas
CRUZ, June Alisson Westarb; ANDRICH, Emir Guimarães; SCHIER, Carlos Ubiratan da
Costa. Contabilidade introdutória descomplicada. 5. ed. Curitiba: Juruá, 2012.
IUDÍCIBUS, Sérgio de (Coord). Contabilidade introdutória. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de contabilidade básica: contabilidade introdutória e
intermediária: texto e exercícios. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
SILVA, Cesar Augusto Tibúrcio; TRISTÃO, Gilberto. Contabilidade básica. 4. ed. São
Paulo: Atlas, 2009.
Referências Complementares
IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos. Curso de contabilidade para não
contadores: para as áreas de administração, economia, direito, engenharia. 6. ed. São Paulo:
43

Atlas, 2007.
MÜLLER, Aderbal Nicolas. Contabilidade básica: fundamentos essenciais. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2007.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade básica fácil. 27. ed. São Paulo: Saraiva, 2011.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade geral fácil. 8. ed. São Paulo: Saraiva, 2012.
INSTITUIÇÕES DO DIREITO PÚBLICO E PRIVADO
Ementa
Conhecer e compreender os diversos ramos do Direito Público e Privado e a sua
aplicabilidade no funcionamento das organizações.
Conteúdo Programático
Introdução ao Estudo do Direito; Noções de Direito Público: Direito Constitucional,
Administrativo, Internacional, Penal, Tributário e Processual. Noções de Direito Privado:
Civil, Comercial e Trabalhista. Direito do Consumidor.
Referências Básicas
BRANCATO, Ricardo Teixeira. Instituições de direito público e de direito privado. 14. ed.
São Paulo, SP: Saraiva, 2011.
FUHRER, Maximilianus Claudio Americo; MILARÉ, Édis. Manual de direito público e
privado. 18. ed. São Paulo: RT, 2011.
GARCIA, Leonardo de Medeiros. Direito do consumidor - lei nº. 8.078/1990: dicas para
realização de provas de concursos artigo por artigo, com questões. 6. ed. Salvador:
JusPodivm, 2012.
LENZA, Pedro. Direito constitucional esquematizado. 15. ed. São Paulo: Saraiva, 2011.
MARTINS, Sergio Pinto. Instituições de direito público e privado. 12. ed. São Paulo: Atlas,
2012.
Referências Complementares
DIDIER JR., Fredie. Curso de direito processual civil: introdução ao direito processual civil
e processo de conhecimento. 14. ed. Salvador: JusPodivm, 2012.
DOWER, Nelson Godoy Bassil. Instituições de direito público e privado. 13. ed. São
Paulo: Saraiva, 2005.
MASSON, Cleber. Direito penal: esquematizado. 5. ed. São Paulo: Editora Método, 2011.
MIRANDA, Robinson Nicácio de. Direito ambiental. 3. ed. São Paulo: Rideel, 2011.
PINHO, Ruy Rebello; NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Instituições de direito publico e
privado: introdução ao estudo do direito e noções de ética profissional. 24 ed. São Paulo:
Atlas, 2004.
METODOLOGIA CIENTÍFICA
Ementa
Compreender os processos e procedimentos metodológicos básicos necessários à produção de
trabalhos técnicos e científicos de acordo com as normas vigentes.
Conteúdo Programático
Construção do Conhecimento; A Filosofia e o Pensamento Contábil. Conceitos fundamentais
– Métodos – Técnicas - Modalidades de pesquisa - Pesquisa científica – Conceito - Campo de
aplicação da pesquisa - Fases / Etapas - Ética na pesquisa - Tipologia da pesquisa. Produção
44

de textos e trabalhos técnico-científicos – Fichamento – Paper – Resumo – Resenha –
Esquema - Artigo científico - Comunicação científica - Ensaio científico - Relatório de
pesquisa. Normas da ABNT.
Referências Básicas
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia
científica. 6. ed. São Paulo: Person Prentice Hall, 2007.
FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas técnicas para o trabalho científico: com explicitação
das normas da ABNT. 15. ed. Porto Alegre: [s.n.], 2011.
PAIXÃO, Lira; et al. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisas,
teses e dissertações. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia
científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa:
planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração,
análise e interpretação de dados. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
MARION, José Carlos; DIAS, Reinaldo; TRALDI, Maria Cristina. Monografia para os
cursos de administração, contabilidade e economia. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Referências Complementares
COSTA, Ana Rita Firmino; et al. Orientações metodológicas para produção de trabalhos
acadêmicos. 8. ed. Maceió: EDUFAL, 2010.
MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português instrumental: de
acordo com as atuais normas da ABNT. 29. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARTINS, Gilberto de Andrade; LINTZ, Alexandre. Guia para elaboração de
monografias e trabalhos de conclusão de curso. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARTINS, Gilberto de Andrade; THEÓPHILO, Carlos Renato. Metodologia da
investigação científica para ciências sociais aplicadas. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
SILVA, Antonio Carlos Ribeiro da; SILVA, Antonio Carlos Ribeiro da. Metodologia da
pesquisa aplicada à contabilidade: orientações de estudos, projetos, artigos, relatórios,
monografias, dissertações, teses. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
PORTUGUÊS INSTRUMENTAL
Ementa
Desenvolver a capacidade de comunicação através do estudo gramatical e da produção
textual aplicado ao ambiente dos negócios.
Conteúdo Programático
Leitura, análise e produção textual. O texto e sua dimensão: relações internas e externas.
Habilidade básica de produção textual: Objetividade, clareza, condição, precisão. Tipo de
textos: o relatório (linguagem e estrutura, componentes discursivos, apresentação). Estudo e
prática da norma culta e escrita: ortografia e acentuação; concordância regência: colocação
pronominal.
Referências Básicas
FERREIRA, Lucinda. Por uma gramática de línguas de sinais. 2. ed. Rio de Janeiro:
Tempo Brasileiro, 2010.
45

KASPARI, Adalberto J. Correspondência empresarial. 6. ed. Porto Alegre: Edita, 2002.
MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português instrumental: de
acordo com as atuais normas da ABNT. 29. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2010.
MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
OLIVEIRA, José Paulo Moreira de; MOTTA, Carlos Alberto Paula. Como escrever textos
técnicos. São Paulo: CENGAGE Learning, 2011.
VANOYE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. 12.
ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
Referências Complementares
BELTRÃO, Odacir; BELTRÃO, Mariúsa. Correspondência - linguagem e comunicação:
oficial, empresarial e particular. 24. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
FAULSTICH, Enilde L. de J. Como ler, entender e redigir um texto. 23. ed. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2011.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário Aurélio da língua portuguesa. 5. ed.
Curitiba, PR: Positivo, 2010.
GUIMARÃES, Elisa. A articulação do texto. São Paulo: Ática, 1995.
NORMAS DA PROFISSÃO CONTÁBIL
Ementa
Analisar os aspectos éticos, legais e profissionais do contabilista propiciando conhecimento
da legislação da profissão contábil quanto à habilitação, prerrogativas e fiscalização
profissional; desenvolver a consciência ética mediante o conhecimento dos direitos, deveres e
proibições estabelecidos no Código de Ética; estimular a participação política, a
responsabilidade e a valorização do profissional no mercado de trabalho diante das novas
tendências.
Conteúdo Programático
Princípios Fundamentais de Contabilidade: entidade, continuidade, oportunidade, registro
pelo valor original, atualização monetária, competência e prudência. Conceitos – Ética –
Moral – Valores - Juízos de Apreciação - Bases Filosóficas. Ética Geral, Empresarial e
Profissional - Conflitos éticos - Principais problemas éticos nas empresas - Tomada de
decisão baseada em princípios éticos - Relação entre ética e lucro - Fundamentos da ética
profissional. Código de ética profissional do contabilista – Sigilo – Concorrência - Deveres e
proibições - Contrato de Prestação de Serviços - Honorários Profissionais - Independência
profissional. Processos, Infrações e Penalidades - Atos ilícitos - Processos administrativos Critérios para aplicação de penalidades. Responsabilidade Civil, Criminal, Fiscal e Social Código Civil - Código Penal. Legislação do Exercício Profissional - Regulamentação
profissional (NBCT-P’s) - Prerrogativas do profissional contábil - Registro e Fiscalização da
profissão.
Referências Básicas
BLANCHARD, Kenneth H. O poder da administração ética. 7. ed. São Paulo: Record,
2004.
CAMARGO, Marculino. Fundamentos de ética geral e profissional. Petrópolis: Vozes,
1999.
CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Resolução CFC n.º 803 de 10 de
outubro de 1996. Aprova o Código de Ética Profissional do Contador. Disponível em: <
46

http://www2.cfc.org.br/sisweb/sre/detalhes_sre.aspx?Codigo=1996/000803> Acesso em: 22
set. 2013.
FUNDAÇÃO INSTITUTO DE PESQUISAS CONTÁBEIS, ATUÁRIAIS E
FINANCEIRAS. Ética geral e profissional em contabilidade. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1997.
SÁ, Antônio Lopes de. Ética profissional. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
Referências Complementares
AMOEDO, Sebastião. Ética do trabalho: na era pós-qualidade. 2. ed. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2007.
CHIAVENATO, Júlio José. Ética globalizada & sociedade de consumo. 2. ed. São Paulo:
Moderna, 2010.
HORTAL, Augusto. Ética das profissões. São Paulo: Loyola, 2006.
INÁCIO, José Reginaldo. Ética, sindicalismo e poder: os fins justificam os meios? Belo
Horizonte: Crisálida, 2005.
QUEIROZ, Adele. Ética e responsabilidade social nos negócios. 2. ed. São Paulo: Saraiva,
2005.
4º PERÍODO
LEGISLAÇÃO SOCIAL, PREVIDENCIÁRIA E TRABALHISTA
Ementa
Conhecer e compreender as normas trabalhistas e previdenciárias que regulam as relações
individuais e coletivas de trabalho, bem como os princípios, regras e instituições ligadas a
estas relações sociais.
Conteúdo Programático
Direitos e deveres do empregado e do empregador. Contrato de trabalho. Diretos dos
trabalhadores urbanos e rurais. Assistência judiciária. Organização sindical. Previdência
social brasileira: inscrição, manutenção e perda da qualidade de segurado. Prescrição legal.
Referências Básicas
LAZZARI, João Batista. CASTRO, Carlos Alberto Pereira de. Manual de direito
previdenciário. 15. ed. São Paulo: Forense, 2013.
MARTINS, Sérgio Pinto. Comentários à CLT. 16. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
MARTINS, Sérgio Pinto. Direito da seguridade social: custeio da seguridade social,
benefícios, acidente de trabalho, assistência social, saúde. 32. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
ROMAR, Carla Tereza Martins; LENZA, Pedro (Coord.). Direito do trabalho
esquematizado. São Paulo: Saraiva, 2013.
ZAINAGHI, Domingos Savio. Curso de legislação social. 12. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
Referências Complementares
DELGADO, Maurício Godinho. Curso de direito do trabalho. 12. ed. São Paulo: LTR,
2013.
IBRAHIM, Fábio Zambitte. A previdência social no estado contemporâneo. São Paulo:
Impetus, 2011.
OLIVEIRA, Aristeu de; OLIVEIRA, Aristeu de. Manual do terceiro setor e instituições
religiosas: trabalhista, previdenciária, contábil e fiscal. 3. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2011.
PAES, José Eduardo Sabo. Fundações, associações e entidades de interesse social: aspectos
jurídicos, administrativos, contábeis, trabalhista e tributários. 7. ed. Rio de Janeiro: Forense,
47

2010.
PAULO, Vicente; ALEXANDRINO, Marcelo. Manual de direito do trabalho. 17. ed. São
Paulo: Método, 2013.
MATEMÁTICA FINANCEIRA
Ementa
Aplicar os princípios básicos do cálculo financeiro, para tomada de decisão envolvendo fluxos
financeiros. Proporcionar ainda a compreensão dos conceitos de séries de pagamentos,
correção monetária e inflação, sistemas de amortização e análise de investimentos.
Conteúdo Programático
Juros simples e compostos; descontos; séries de pagamento; correção monetária e inflação;
sistemas de amortização; análise de investimentos.
Referências Básicas
ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 11. ed. São Paulo:
Atlas, 2009.
BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens. Matemática financeira: Com HP 12C e Excel. 5.
ed. São Paulo: Atlas, 2008.
FERREIRA, Roberto G. Matemática financeira aplicada: mercado de capitais,
administração financeira, finanças pessoais. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
FRANCISCO, Walter de. Matemática financeira. 7. ed. Atlas, 1991.
MATHIAS, Washington Franco; GOMES, José Maria. Matemática financeira. 6. ed. São
Paulo: Atlas, 2009.
Referências Complementares
CRESPO, Antônio Arnot. Matemática financeira fácil. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2010.
GIMENES, Cristiano Marchi. Matemática financeira: com HP 12C e Excel: uma
abordagem descomplicada. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
MISSAGIA, Luiz Roberto; VELTER, Francisco. Aprendendo matemática financeira. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2006.
SAMANEZ, Carlos Patricio. Matemática financeira. 5. ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2010.
SILVA, André Luiz Carvalhal da. Matemática financeira aplicada. 3. ed. São Paulo: Atlas,
2010.
CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA
Ementa
Elaboração das principais demonstrações contábeis, discutir e entender as informações
geradas pelas mesmas.
Conteúdo Programático
Demonstração de Lucros e Prejuízos Acumulados. Demonstração das Mutações do
Patrimônio Líquido. Demonstração dos Fluxos de Caixa. Demonstração do Valor Adicionado.
Notas Explicativas. Demonstração do Resultado Abrangente.
48

Referências Básicas
IUDÍCIBUS, Sérgio de; et. al. Manual de contabilidade societária: aplicável a todas as
sociedades. São Paulo: Atlas, 2010.
MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. 16. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
SANTOS, Ariovaldo dos. Demonstração do valor adicionado: como elaborar e analisar a
DVA. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
HOOG, Wilson Alberto Zappa. Lei das sociedades anônimas: com ênfase em temas
destacados e anotada nos demais temas. 3. ed. Curitiba: Juruá, 2010.
Referências Complementar
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Manual Prático de Interpretação Contábil da Lei
Societária. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Contabilidade Intermediária. 4. ed. São Paulo: Atlas,
2013.
SANTOS, José Luiz; et al. Manual de práticas contábeis: aspectos societários e tributários.
2. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
SANTOS, José Luiz; SCHMIDT, Paulo. Contabilidade Societária. 4. ed. São Paulo: Atlas,
2011.
WEYGANDT, Jerry; KIESO, Donald; KIMMEL, Paul D. Contabilidade financeira. 3. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2005.
INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS ATUARIAIS
Ementa
Discussão das relações entre as ciências atuariais e contábeis, o impacto social e econômico
dos entes atuariais na sociedade contemporânea.
Conteúdo Programático
Atuária: ciência, carreira, evolução e aplicações. Principais conceitos atuariais. Matemática
Atuarial. Estatística na Ciência Atuarial. Risco. Fundos de Pensão: modalidades e natureza de
planos de benefícios, ativo total de um plano de benefícios, reservas, demonstrações contábeis
das companhias patrocinadoras de fundos de pensão. Seguros: caracterização das atividades
de seguros, demonstrações contábeis das companhias seguradoras, exemplo de registro de
transação de seguros. Relacionamento da ciência atuarial com a ciência contábil.
Referências Básicas
AZEVEDO, Gustavo H. W. de. Seguros, matemática atuarial e financeira: uma abordagem
introdutória. São Paulo: Saraiva, 2008.
CHAN, Betty Lilian; MARTINS, Gilberto de Andrade; SILVA, Fabiana Lopes da.
Fundamentos da previdência complementar: da atuária à contabilidade. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 2010.
RODRIGUES, José Angelo. Gestão de risco atuarial. São Paulo: Saraiva, 2008
SOUZA, Silney de. Seguros: contabilidade, atuária e auditoria. 2. ed. São Paulo: Saraiva,
2010.
Referências Complementares
FIGUEIREDO, Sandra. Contabilidade de Seguros. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
LUCCAS FILHO, Olívio. Seguros: fundamentos, formação de preço, provisões e funções
biométricas. São Paulo: Atlas, 2011.
49

MARTINS, Sérgio Pinto. Comentários a Lei 8.212/91: custeio da seguridade social. São
Paulo: Atlas, 2013.
PARAKESVOUPOLOS, Alexandre; MOURAD, Nabil Ahmad. IFRS 4 – Introdução à
Contabilidade Internacional de Seguros. São Paulo: Saraiva, 2009.
PARIZATTO, João Roberto. Seguro: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Edipa, 2010.
DIREITO ADMINISTRATIVO
Ementa
Criação de um ambiente de geração do conhecimento onde se possa entender o papel do
estado nas relações intervencionistas e a operacionalização da gestão pública.
Conteúdo Programático
Direito administrativo: conceito, objeto e fontes. Princípios constitucionais do Direito
Administrativo Brasileiro. Organização da administração pública: administração direta e
indireta. Atos administrativos: conceito, requisitos, elementos, pressupostos e classificação.
Licitação: conceito, finalidades, princípios, objeto, tipos, modalidades, obrigatoriedade,
procedimento, revogação, anulação, dispensa e inexigibilidade. Contratos administrativos.
Agentes públicos, servidores públicos e bens públicos.
Referências Básicas
CUNHA JÚNIOR, Dirley da. Curso de direito administrativo. 10. ed. Salvador: JusPodivm,
2011.
DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito administrativo. 25. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
MEDAUAR, Odete. Direito administrativo moderno. 16. ed. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2012.
MEIRELLES, Hely Lopes; et al. Direito administrativo brasileiro. 37. ed. São Paulo:
Malheiros, 2011.
MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de direito administrativo. 30. ed. São Paulo:
Malheiros, 2013.
Referências Complementares
CARVALHO FILHO, José dos Santos. Manual de direito administrativo. 26. ed. São
Paulo: Atlas, 2013.
COUTO, Reinaldo. Curso Prático de Processo Administrativo: disciplinar e sindicância.
São Paulo: Atlas, 2012.
PAGLIARO, Antonio; COSTA JUNIOR, Paulo José da. Dos crimes contra a administração
pública. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO. Licitações e contratos: orientações e jurisprudência
do TCU. Brasília: TCU, 2010. Disponível em: <http://portal2.tcu.gov.br/portal/pls/portal/
docs/2057620.PDF> Acesso em: 24 set. 2013.
PESQUISA APLICADA À CONTABILIDADE
Ementa
Elaboração de Projeto de Pesquisa, desenvolvido individualmente pelo aluno, com orientação
e acompanhamento de professor da área de contabilidade no intuito de gerar conhecimento
sobre tópicos contemporâneos da ciência contábil, além da prática de elaboração de trabalhos
científicos.
50

Conteúdo Programático
Estruturação de um projeto de pesquisa. Tipologias de pesquisas aplicáveis à contabilidade.
Elementos de um projeto.
Referências Básicas
BASTOS, Lídia da Rocha; et al. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de
pesquisas, teses e dissertações. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
LOPES, Jorge. et al. Didática e pesquisa aplicadas ao ensino da contabilidade: guia de
atividades. São Paulo: Atlas, 2010.
SILVA, Antonio Carlos Ribeiro da. Metodologia da pesquisa aplicada à contabilidade:
orientações de estudos, projetos, artigos, relatórios, monografias, dissertações, teses. 3. ed.
São Paulo: Atlas, 2010.
Referências Complementares
BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de
pesquisa: propostas metodológicas. 20. ed. Petrópolis: Vozes, 2010.
BEUREN, Ilse Maria (Org.). Como elaborar trabalhos monográficos em contabilidade:
teoria e prática. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
CASTRO, Cláudio de Moura. A prática da pesquisa. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2006.
MARION, José Carlos; DIAS, Reinaldo; TRALDI, Maria Cristina. Monografia para os
cursos de administração, contabilidade e economia. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Manual para elaboração de monografias e dissertações.
3. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Estudo de caso: uma estratégia de pesquisa. 2. ed. São
Paulo: Atlas, 2008.
OLIVEIRA, Antônio Benedito Silva; et al. Método e técnicas de pesquisa em
contabilidade. São Paulo: Saraiva, 2003.
YIN, Robert K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 4. ed. Porto Alegre: Bookman,
2010.
5º PERÍODO
CONTABILIDADE PÚBLICA
Ementa
Compreensão da organização da área governamental, bem como dos instrumentos e
mecanismos contábeis das entidades públicas. Estudo da prática contábil no setor público, por
meio de aprendizado teórico-prático.
Conteúdo Programático
Lei de Responsabilidade Fiscal; Orçamento público; créditos adicionais; patrimônio público;
normas brasileiras de contabilidade aplicadas ao setor público; plano de contas e escrituração
contábil; Demonstrações Contábeis na área Pública, funções básicas do SIAFI.
Referências Básicas
ARAÚJO, Inaldo da Paixão Santos; ARRUDA, Daniel Gomes. Contabilidade pública: da
teoria à prática. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
CASTRO, Domingos Poubel de; GARCIA, Leice Maria. Contabilidade pública no
51

Governo Federal: guia para reformulação do ensino e implantação da lógica do SIAFI nos
governos municipais e estaduais com utilização do Excel. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
GIACOMONI, James. Orçamento público. 15. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
KOHAMA, Heilio. Balanços públicos: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000.
KOHAMA, Heilio. Contabilidade pública: teoria e prática. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Referências Complementares
ANDRADE, Nilton de A. Contabilidade púbica na gestão municipal. 3. ed. São Paulo:
Atlas, 2007.
CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Normas Brasileiras de Contabilidade
Aplicadas ao Setor Público. Brasília: CFC, 2008.
JUND, Sérgio. Administração, orçamento e contabilidade pública: teoria e 850 questões.
3. ed. Campus, 2008.
BEZERRA FILHO, João Eudes. Contabilidade pública: teoria, técnica de elaboração de
balanços e 500 questões. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
SLOMSKI, Valmor. Manual de contabilidade pública: um enfoque na contabilidade
municipal. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Ementa
Aplicação dos critérios da análise de balanço para o desenvolvimento de raciocínio lógico os
quais contribuirão para a formação e emissão de juízos críticos sobre a situação econômica e
financeira das empresas.
Conteúdo Programático
Estrutura das demonstrações contábeis no Brasil; Ajustes das Demonstrações Contábeis para
Fins de Análise; Análise Vertical e Horizontal; Índices-padrão; Análise EconômicoFinanceira; Alavancagem financeira, operacional e total.
Referências Básicas
ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e análise de balanços - um enfoque econômicofinanceiro: comércio e serviços, indústrias, bancos comerciais e múltiplos. 10. ed. São Paulo:
Atlas, 2012.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Análise de balanços. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
MARION, José Carlos. Análise das demonstrações contábeis: contabilidade empresarial. 7.
ed. São Paulo: Atlas, 2012.
MATARAZZO, Dante C. Análise financeira de balanços: abordagem gerencial. 7. ed. São
Paulo: Atlas, 2010.
REIS, Arnaldo Carlos de Rezende. Demonstrações contábeis: estrutura e análise. 3. ed. São
Paulo: Saraiva, 2009.
Referências Complementares
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
IUDÍCIBUS, Sérgio de; et. al. Manual de contabilidade societária: aplicável a todas as
sociedades. São Paulo: Atlas, 2010.
KÜSTER, Edison; KÜSTER, Fabiane Christina. Administração e financiamento do capital
de giro. 3. ed. Curitiba: Juruá, 2010.
MORANTE, Antonio Salvador. Análise das demonstrações financeiras: aspectos contábeis
da demonstração de resultado e do balanço patrimonial. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
52

SILVA, José Pereira da. Análise financeira das empresas. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2012.

DIREITO TRIBUTÁRIO
Ementas
Conhecimento e compreensão da relação entre o Fisco e o Contribuinte, os princípios básicos
e normas que regem o direito e a legislação tributária e complementar, o orçamento, os
tributos, as obrigações, a estrutura e o funcionamento da administração pública fiscal, bem
como o ilícito e o contencioso tributário.
Conteúdo Programático
Aspectos legais do Direito Tributário; Competência Tributária; Receitas Públicas e Tributos;
Normas Gerais de Direito tributário; Ilícito Tributário; Contencioso Tributário.
Referências Básicas
DENARI, Zelmo. Curso de direito tributário. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário. 32. ed. São Paulo: Malheiros,
2011.
MACHADO SEGUNDO, Hugo de Brito. Código tributário nacional: anotações à
Constituição, ao Código tributário nacional e às leis complementares 87/1996 e 116/2003.
2. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
Referências Complementares
BALEEIRO, Aliomar. Direito tributário brasileiro. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2010.
BRASIL. [LEIS ETC.]. Código tributário nacional e Constituição Federal. 40. ed. São
Paulo: Saraiva, 2011.
CASSONE, Vittorio. Direito tributário: fundamentos constitucionais da tributação,
definição de tributos e suas espécies, conceito e classificação dos impostos, doutrina,
prática e jurisprudência. 22. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
MARTINS, Yves Granda da Silva; et al. Curso de Direito Tributário. 13. ed. São Paulo:
Saraiva, 2011.
MESSA, Ana Flávia. Direito tributário e financeiro. 5. ed. São Paulo: Rideel, 2011.
TAVOLARO, Agostinho Toffoli; et al. Curso de direito tributário. 13. ed. São Paulo:
Saraiva, 2011.
CONTABILIDADE AVANÇADA
Ementa
Estudo para conduzir o futuro profissional a um contato mais amplo com os conceitos
contábeis aplicados a grandes corporações e grupos empresariais, nacionais e internacionais,
mediante estudo e análise dos aspectos mais avançados da Contabilidade.
Conteúdo Programático
Redução do valor recuperável dos ativos. Consolidação das Demonstrações Contábeis.
Ajustes a Valor Presente. Correção Integral. Diferimento Tributário. Incentivos Fiscais.
Ganhos e Perdas de Capital. Juros Sobre o Capital Próprio. Extinção de Sociedades.
53

Reavaliação de Ativos.
Referências Básicas
HOOG, Wilson Alberto Zappa. Lei das sociedades anônimas: com ênfase em temas
destacados e anotada nos demais temas. 3. ed. Curitiba: Juruá, 2010.
IUDÍCIBUS, Sérgio de; et. al. Manual de contabilidade societária: aplicável a todas as
sociedades. São Paulo: Atlas, 2010.
MARTELANC, Roy; PASIN, Rodrigo Maimone; PEREIRA, Fernando. Avaliação de
empresas: um guia para fusões & aquisições e private equity. São Paulo: Pearson Education,
2010.
PEREZ JUNIOR, José Hernandez; OLIVEIRA, Luís Martins de. Contabilidade avançada:
texto e testes com as respostas. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2012
VICECONTI, Paulo Eduardo Vilchez; NEVES, Silvério das. Contabilidade avançada e
análise das demonstrações financeiras. 16. ed. São Paulo: Saraiva, 2011.
Referências Complementares
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. IFRS na prática. São Paulo: Atlas, 2012.
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Contabilidade Avançada. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
FABRETTI, Láudio Camargo. Fusões, aquisições, participações e outros instrumentos de
gestão de negócios: tratamento jurídico, tributário e contábil. São Paulo: Atlas, 2005.
RABELO, Gabriel; ROSA, Luciano. Contabilidade Avançada Facilitada para Concursos.
São Paulo: Método, 2011.
SANTOS, José Luiz dos; SCHMIDT, Paulo; FERNANDES, Luciane Alves. Contabilidade
Avançada: aspectos societários e tributários. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
CONTABILIDADE DE CUSTOS
Ementa
Aplicação dos conceitos de custos para fins de avaliação, controle dos estoques e
conhecimento dos instrumentos dos sistemas de custo com objetivo de servir de base para a
tomada de decisão.
Conteúdo Programático
Custos: conceitos e objetivos. Terminologia e classificação dos custos. Elementos dos custos.
Formação dos Custos. Sistemas de Acumulação de Custos. Métodos de Custeio: Absorção,
Variável e Total. Critérios de Alocação dos CIF’s: Departamentalização, ABC.
Referências Básicas
CREPALDI, Silvio Aparecido. Curso básico de contabilidade de custos. 5. ed. São Paulo:
Atlas, 2010.
DUTRA, René Gomes. Custos: uma abordagem prática. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MAHER, Michael. Contabilidade de custos: criando valor para a administração. São Paulo:
Atlas, 2001.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
SANTOS, Joel José dos. Contabilidade e análise de custos. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
Referências Complementares
HORNGREN, Charles Thomas; DATAR, Srikant M.; FOSTER, George. Contabilidade de
custos: uma abordagem gerencial. 11. ed. São Paulo: Pearson, 2004.
54

___________; SUNDEM, Gary L; STRATTON, William O. Contabilidade gerencial. 12.
ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004
LEONE, George Sebastião Guerra. Custos: planejamento, implantação e controle. 3. ed. São
Paulo: Atlas, 2000.
___________; LEONE, Rodrigo José Guerra. Curso de contabilidade de custos. 4. ed. São
Paulo: Atlas, 2010.
NEVES, Silvério das; VICECONTI, Paulo Eduardo Vilchez. Contabilidade de custos: um
enfoque direto e objetivo. 10 ed. São Paulo: Frase, 2010.
6º PERÍODO
PERÍCIA CONTÁBIL
Ementa
Desenvolvimento de conhecimentos teóricos e práticos das atividades de Perito Contábil,
Árbitro e Avaliador, como funções inerentes ao profissional de Ciências Contábeis.
Conteúdo Programático
Fundamentos: origem, evolução, conceitos, objetivos e finalidades. O perfil profissional do
perito. Responsabilidades social, civil e criminal do perito. Normas de Perícia Contábil.
Planejamento da Perícia. Procedimentos e Técnicas Periciais. Classificação da Perícia:
Judicial, Extrajudicial e Arbitral. Papel de Trabalho Pericial. Perito-Contador e PeritoAssistente. Honorários Periciais. Principais Aplicações da Perícia Contábil. Laudo Pericial.
Legislação aplicável à perícia. Processualística da prova pericial. Mediação e Arbitragem.
Referências Básicas
ALBERTO, Valder Luiz Palombo. Perícia contábil. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Resoluções do CFC. Brasília: CFC, 2013.
ORNELAS, Martinho Maurício Gomes de. Pericia contábil. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
SÁ, Antonio Lopes de. Perícia contábil. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
Referências Complementares
CRUZ, Wellington do Carmo; Perícia contábil & lides fiscais municipais: com ênfase no
ISS e nos conselhos de contribuintes. Curitiba: Juruá, 2008.
HOOG, Wilson Alberto Zappa. Perdas, danos e lucros cessantes em perícias judiciais. 4.
ed. Curitiba: Juruá, 2012.
__________. Prova pericial contábil: teoria e prática. 9. ed. Curitiba: Juruá, 2011.
MAGALHAES, Antonio de Deus Farias; LUNKES, Irtes Cristina. Perícia contábil nos
processos civil e trabalhista: o valor informacional da contabilidade para o sistema
judiciário. São Paulo: Atlas, 2008.
PIRES, Antônio Amaral. Laudo pericial contábil na decisão judicial. 3. ed. Curitiba: Juruá,
2010.
AUDITORIA CONTÁBIL
Ementa
Compreensão das normas e conceitos teóricos para o desempenho da atividade de auditoria
contábil, indispensáveis à formação profissional do auditor, bem como a auditoria contábil
55

dos elementos patrimoniais e de resultado, aplicando procedimentos em extensão,
profundidade e oportunidade adequadas.
Conteúdo Programático
Conceitos básicos de auditoria; Normas técnicas e profissionais de auditoria (NBC-T e NBCP); Planejamento de auditoria; Seleção da amostra e avaliação de risco; Controle interno;
Papéis de trabalho; Pareceres de auditoria; Auditoria das contas patrimoniais; Auditoria das
contas de resultados; Relatórios de auditoria; Revisão pelos pares.
Referências Básicas
ATTIE, William. Auditoria: conceitos e aplicações. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e completo. 8. ed. São Paulo:
Atlas, 2012.
CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Resoluções do CFC. Brasília: CFC, 2013.
HOOG, Wilson Alberto Zappa; CARLIN, Everson Luiz Breda. Manual de auditoria
contábil: teoria e prática. 5. ed. Curitiba: Juruá, 2012.
OLIVEIRA, Luís M. de; PEREZ JUNIOR, José H. Auditoria de demonstrações contábeis:
testes, casos práticos e exercícios. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
Referências Complementares
ANDRADE FILHO, Edmar Oliveira. Auditoria de impostos e contribuições: IRPJ, CSLL,
PIS/PASEP, COFINS, ICMS, IPI, ISS. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
ARAÚJO, Inaldo da Paixão Santos; ARRUDA, Daniel Gomes; BARRETTO, Pedro
Humberto Teixeira. Auditoria contábil: enfoque teórico, normativo e prático. São Paulo:
Saraiva, 2008.
ATTIE, William. Auditoria interna. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
CREPALDI, Silvio Aparecido. Auditoria contábil: teoria e prática. 8. ed. São Paulo: Atlas,
2012.
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL
Ementa
Compreensão das características e do funcionamento do Sistema de Informações Contábeis
(SIC) como parte do Sistema de Informações Econômico-Financeiras (SIEF), e o seu papel
dentro da Estrutura de Sistemas de Informação da empresa. Utiliza-se como base a visão de
Controladoria e o papel estratégico da informação para as organizações.
Conteúdo Programático
Sistemas de informações contábeis (SIC): importância, papel, influência das novas
tecnologias e novos paradigmas. Elementos e características. Ciclos transacionais dos SIC:
ciclos de receita, gastos, produção e recursos humanos. Controle interno. Auditoria interna e
de sistemas. Utilização de software de contabilidade e ERP.
Referências Básicas
ANTHONY, Robert Newton; GOVINDARAJAN, Vijay. Sistemas de controle gerencial.
12. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2008.
BIO, Sergio Rodrigues. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 2008.
GONÇALVES, Rosana C. de M. Grillo; RICCIO, Edson Luiz. Sistemas de informação:
56

ênfase em controladoria e contabilidade. São Paulo: Atlas, 2009.
PADOVEZE, Clovis Luis. Sistemas de informações contábeis: fundamentos e análise. 6.
ed. São Paulo: Atlas, 2009.
PADOVEZE, Clovis Luis. Contabilidade gerencial: um enfoque em sistema de informação
contábil. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Referências Complementares
CORNACHIONE JUNIOR, Edgard B. Sistemas integrados de gestão: uma abordagem da
tecnologia da informação aplicada à gestão econômica (GECON). São Paulo: Atlas, 2001.
CATELLI, Armando (Coord.). Controladoria: uma abordagem da gestão econômica GECON. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
MAGALHÃES, Antonio de Deus Farias; LUNKES, Irtes Cristina. Sistemas contábeis. São
Paulo: Atlas, 2000.
MOSCOVE, Stephen A.; SIMKIN, Mark G.; BAGRANOFF, Nancy A. Sistemas de
informações contábeis. São Paulo: Atlas, 2002.
LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane Price. Sistemas de informação gerenciais. 9. ed.
São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.
ANÁLISE DE CUSTOS
Ementa
Desenvolvimento de conhecimentos da análise dos fatores que afetam os custos da empresa.
Conteúdo Programático
Custeio variável e por absorção. Contribuição marginal. Relação Custo/Volume/Lucro.
Fixação de preços de venda pela relação CVL. Custos Padrão. Curva de Aprendizagem.
Implantação de sistemas de custo.
Referências Básicas
JIAMBALVO, James. Contabilidade gerencial. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
LEONE, George Sebastião Guerra. Custos: planejamento, implantação e controle. 3. ed. São
Paulo: Atlas, 2000.
MARTINS, Eliseu. Contabilidade de custos. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
SANTOS, Joel José dos. Contabilidade e análise de custos. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
Referências Complementares
ASSEF, Roberto. Guia prático de formação de preços: aspectos mercadológicos,
tributários e financeiros. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
BORNIA, Antonio Cezar. Análise gerencial de custos: aplicação em empresas modernas. 3.
ed. São Paulo: Atlas, 2010.
BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens. Gestão de custos e formação de preços: com
aplicações na calculadora HP 12C e Excel. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
CREPALDI, Silvio Aparecido. Curso básico de contabilidade de custos. 5. ed. São Paulo:
Atlas, 2010.
DUBOIS, Alexy; KULPA, Luciana; SOUZA, Luiz Eurico de. Gestão de custos e formação
de preços: conceitos, modelos e instrumentos: abordagem do capital de giro de margem de
competitividade. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
WERNKE, Rodney. Análise de custos e preços de venda: ênfase em aplicações e casos
nacionais. São Paulo: Saraiva, 2006.
57

CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA
Ementa
Discussão sobre principais tributos que impactam as operações mercantis, regimes de
tributação e registro contábil destes eventos.
Conteúdo Programático
Tributos indiretos: IPI, ICMS, ISS, legislação e contabilização; Tributos Diretos: Escrituração
do Contribuinte. Provisões. Tributos e Multas por Infrações Fiscais. Contribuições
Parafiscais. Avaliações financeiras. Despesas de conservação de Bens e Instalações. Juros
sobre o Capital Próprio. Arrendamento Mercantil. Operações de Caráter Cultural e Artístico.
Variações Monetárias. Lucro Presumido. Lucro Arbitrado. Simples.
Referências Básicas
FABRETTI, Laudio Camargo. Código tributário nacional comentado. 8. ed. São Paulo:
Atlas, 2009.
__________. Direito tributário aplicado: impostos e contribuições das empresas. 2. ed. São
Paulo: Atlas, 2009.
__________. Prática tributária da micro, pequena e média empresa: legislações tributária
e empresarial simples nacional e lei de falência e recuperação de empresas n. 11.101/05. 7. ed.
São Paulo: Atlas, 2011.
OLIVEIRA, Luís Martins de. Manual de contabilidade tributária: textos e testes com as
respostas. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
Referências Complementares
CHAVES, Franscisco Coutinho; MUNIZ, Érika Gadêlha. Contabilidade tributária na
prática. São Paulo: Atlas, 2010.
FABRETTI, Láudio Camargo. Contabilidade tributária. 12. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
PÊGAS, Paulo Henrique. Manual de contabilidade tributária. 7. ed. Rio de Janeiro: Freitas
Bastos, 2011.
SEMINÁRIO INTEGRADOR III
Ementa
Discussão de temáticas específicas, interdisciplinares de interesse do eixo gerencial,
envolvendo a integração e aplicação dos conteúdos e atividades das disciplinas do período.
Referências Básicas
Contempla toda bibliografia utilizada pelas disciplinas do Eixo e mais a bibliografia definida
pelos temas a serem trabalhados.
7º PERÍODO
CONTROLADORIA
Ementa
Compreensão do processo de gerenciamento das empresas por meio das funções da
controladoria, planejamento, avaliação de desempenho e ferramentas de gestão empresarial.
58

Conteúdo Programático
Contextualização: função da controladoria, ambiente, função do controller; Planejamento:
conceitos, tipos (estratégico e operacional), Etapas de implementação, acompanhamento da
execução; Gestão e Controladoria: processo decisório, plano estratégico, sistema de avaliação
do desempenho, modelo de gestão; Avaliação de Desempenho: aspectos introdutórios, tipos
de indicadores, administração por centros de responsabilidade, modelos de avaliação do
desempenho; Ferramentas de Gestão: EVA, Balanced Scorecard, Benchmarking, ABC.
Referências Básicas
CATELLI, Armando (Coord.). Controladoria: uma abordagem da gestão econômica GECON. 2. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2011.
KAPLAN, Robert S.; NORTON, David P. A estratégia em ação: balanced scorecard. Rio
de Janeiro: Campus, 1997.
NASCIMENTO, Auster Moreira; REGINATO, Luciane. Um enfoque na eficácia
organizacional. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2013.
PADOVEZE, Clovis Luis. Controladoria básica. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010.
SCHMIDT, Paulo; SANTOS, José Luiz dos. Fundamentos de controladoria. São Paulo:
Atlas, 2006.
Referências Complementares
ANTHONY, Robert Newton; GOVINDARAJAN, Vijay. Sistemas de controle gerencial.
12. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2008.
GONÇALVES, Rosana C. de M. Grillo; RICCIO, Edson Luiz. Sistemas de informação:
ênfase em controladoria e contabilidade. São Paulo: Atlas, 2009.
OLIVEIRA, Luis Martins de; PEREZ JUNIOR, José Hernandes; SILVA, Carlos Alberto dos
Santos. Controladoria estratégica: textos e casos práticos com solução. São Paulo: Atlas,
2013.
PADOVEZE, Clovis Luis. Controladoria avançada. São Paulo: Cengage Learning, 2010.
ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA
Ementa
Discussão das relações entre a contabilidade e a gestão financeira, conduzindo para o
entendimento das principais técnicas utilizadas na análise e decisão da utilização dos recursos
financeiros das entidades.
Conteúdo Programático
Ambiente Financeiro. Fundamentos da Administração Financeira. Principais conceitos de
valor e fluxo de caixa. Ferramentas de análise e gestão financeira. Gerenciamento do capital
de giro. Planejamento financeiro de curto e longo prazo. Estrutura de Capital de Empresas.
Fundamentos de Risco e Retorno. Custo de Capital. Fontes de Financiamento de Curto e
Longo Prazo. Modelo de Precificação de Ativos de Capital – CAPM.
Referências Básicas
GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. 12. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2010.
HELFERT, Erich A. Técnicas de análise financeira: um guia prático para medir o
desempenho dos negócios. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2000.
HOJI, Masakazu. Administração financeira e orçamentária: matemática financeira
59

aplicada, estratégias financeiras, orçamento empresarial. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
LEMES JÚNIOR, Antônio Barbosa; RIGO, Cláudio Miessa; CHEROBIM, Ana Paula Mussi
Szabo. Administração financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras. 3. ed. Rio
de Janeiro: Campus, 2010.
WERNKE, Rodney. Gestão Financeira: ênfase em aplicações e casos nacionais. São Paulo:
Saraiva, 2010.
Referências Complementares
ASSAF NETO, Alexandre; SILVA, César Augusto Tibúrcio. Administração do capital de
giro. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
BERK, Jonathan B.; DEMARZO, Peter M. Finanças empresariais: essencial. Porto Alegre:
Bookman, 2010.
WESTON, F. Fred; BRIGHAM, Eugene F. Fundamentos da administração financeira.
10. ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 2004.
GROPPELLI, Angelico A. Administração financeira. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2010
ROSS, Stephen A.; WESTERFIELD, Randolph W.; JAFFE, Jeffrey F. Administração
financeira. São Paulo: Atlas, 1995.
CONTABILIDADE GERENCIAL
Ementa
Capacitação do aluno com uma visão global e integrada da Contabilidade Gerencial em
relação aos outros ramos da Contabilidade, permitindo avaliar o importante papel que a
informação contábil exerce na gestão das empresas.
Conteúdo Programático
Contabilidade por Responsabilidade: Centros de Custos, Centros de Lucros e Centros de
Investimentos. Custo de Oportunidade. Preço de Transferência. Estrutura da Cadeia de
Valores. Custeio do Ciclo de Vida do Produto. Custo Meta. Formação do Preço de Venda.
Métodos de Avaliação de Desempenho Gerencial.
Referências Básicas
ATKINSON, Anthony A.; et al. Contabilidade gerencial. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2000.
GARRISON, Ray H; NOREEN, Eric W.; BREWER, Peter C. Contabilidade gerencial. 11.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
HORNGREN, Charles T.; SUNDEM, Gary L.; STRATTON, William O. Contabilidade
gerencial. 12. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004.
JIAMBALVO, James. Contabilidade gerencial. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
PADOVEZE, Clovis Luis. Contabilidade gerencial: um enfoque em sistema de informação
contábil. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Referências Complementares
CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade gerencial: teoria e prática. 6. ed. São Paulo:
Atlas, 2012.
KÜSTER, Edison; KÜSTER, Fabiane Christina. Administração e financiamento do capital
de giro. 3. ed. Curitiba: Juruá, 2010.
MAHER, Michael. Contabilidade de custos: criando valor para a administração. São Paulo:
Atlas, 2001.
SARTORI, Eloi. Gestão de preços: estratégia e flexibilidade de preços, fidelização de
60

clientes e aumento de rentabilidade. São Paulo: Atlas, 2004.
WARREN, Carl S. Contabilidade gerencial. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001.
WERNKE, Rodney. Gestão Financeira: ênfase em aplicações e casos nacionais. São Paulo:
Saraiva, 2010.
LABORATÓRIO CONTÁBIL I
Ementa
Desenvolvimento de estudos concernentes à prática da gestão profissional contábil
contemporânea.
Conteúdo Programático
Estudo de viabilidade econômica e financeira de empreendimentos. Custeio Variável.
Margem de Contribuição. Ponto de Equilíbrio. Cálculo de Preço de Venda de Produtos. Tipos
de sociedades e suas particularidades e características frente ao Código Civil Brasileiro.
Processo de Abertura (simples e normal) e Encerramento de Sociedades nos órgãos
competentes.
Referências Básicas
DAMODARAN, Aswath. Finanças corporativas: teoria e prática. 2. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2004.
FABRETTI, Láudio Camargo. Fusões, aquisições, participações e outros instrumentos de
gestão de negócios: tratamento jurídico, tributário e contábil. São Paulo: Atlas, 2005.
FABRETTI, Laudio Camargo. Prática tributária da micro, pequena e média empresa:
legislações tributária e empresarial simples nacional e lei de falência e recuperação de
empresas n. 11.101/05.7. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
GARRISON, Ray H.; NOREEN, Eric W.; BREWER, Peter C. Contabilidade gerencial. 11.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
MAMEDE, Gladston. Manual de direito empresarial. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
RUSSO, Luiz R. R. Como alterar contratos sociais: manual de alteração contratual e
adequação ao novo código civil. São Paulo: Atlas, 2004.
Referências Complementares
ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 11. ed. São Paulo:
Atlas, 2009.
BARROS, Sidney Ferro. Entendendo a contabilidade: um guia básico para iniciantes e nãocontadores. 2. ed. São Paulo: Thomson, 2004.
IUDÍCIBUS, Sérgio de; et. al. Manual de contabilidade societária: aplicável a todas as
sociedades. São Paulo: Atlas, 2010.
MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. 16. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade geral fácil. 8. ed. São Paulo: Saraiva, 2012.
TEORIA DA CONTABILIDADE
Ementa
Compreensão dos aspectos teóricos relativos aos critérios de avaliação de ativo, passivo,
patrimônio líquido, realização da despesa, compreensão e aplicação dos princípios e das
Normas Brasileiras de Contabilidade. Proporcionar, ainda, uma visão holística do pensamento
contábil.
61

Conteúdo Programático
Enfoques à teoria da contabilidade. A função social da contabilidade: conflito distributivo e
informação contábil. Modelos de Mensuração de Ativos, Passivos, Receitas, Despesas,
Ganhos e Perdas; Concepções Científicas sobre Produção de Conhecimento em
Contabilidade.
Referências Básicas
HENDRIKSEN, Eldon S.; BREDA, Michael F. Van. Teoria da contabilidade. São Paulo:
Atlas, 2010.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Teoria da contabilidade. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
LOPES, Alexsandro Broedel; MARTINS, Eliseu. Teoria da contabilidade: uma nova
abordagem. São Paulo: Atlas, 2005.
NEPOMUCENO, Valério; NEPOMUCENO, Valério. Teoria da contabilidade: uma
abordagem histórico-cultural. Curitiba: Juruá, 2011.
NIYAMA, Jorge Katsumi; SILVA, Cesar Augusto Tibúrcio. Teoria da contabilidade. 2. ed.
São Paulo: Atlas, 2011.
Referências Complementares
IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos; FARIA, Ana Cristina de. Introdução à
teoria da contabilidade: para o nível de graduação. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
IUDÍCIBUS, Sergio de; LOPES, Alexsandro Broedel. Teoria avançada da contabilidade.
2. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
GLAUTIER, M. W. E.; UNDERDOWN, B. Accounting Theory and Practice. Prentice
Hall, 7. ed. 2001.
KAM, Vernon. Accounting Theory. John Wiley & Sons. 2. ed. 1990.
SÁ, Antonio Lopes de. Teoria da contabilidade. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
SCHMIDT, Paulo; SANTOS, José Luiz dos. História do pensamento contábil. São Paulo:
Atlas, 2006.
AUDITORIA PÚBLICA
Ementa
Aplicação dos conhecimentos obtidos em Auditoria Contábil nas peças contábeis produzidas
no setor público.
Conteúdo Programático
Conceitos e aplicações da Auditoria Governamental; Auditoria do Orçamento Público;
Auditoria Financeira e Patrimonial; Auditoria das Variações Patrimoniais; Auditoria
Operacional.
Referências Básicas
CASTRO, Domingos Poubel de. Auditoria, contabilidade e controle interno no setor
público: integração das áreas do ciclo de gestão: contabilidade, orçamento e auditoria e
organização dos controles internos, como suporte à governança corporativa. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2011.
LIMA, Diana Vaz de; CASTRO, Róbison Gonçalves de. Fundamentos da auditoria
governamental e empresarial. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
ROCHA, Arlindo Carvalho; QUINTIERE, Marcelo de Miranda Ribeiro. Auditoria
62

governamental: uma abordagem metodológica da auditoria de gestão. Curitiba: Juruá, 2009.
CARVALHO, José Carlos Oliveira de. Auditoria geral e pública: teoria e questões
comentadas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
PETER, Maria da Glória Arrais; MACHADO, Marcus Vinicius Veras. Manual de auditoria
governamental. São Paulo: Atlas, 2009.
Referências Complementares
ANDRADE, Nilton de Aquino; AGUILAR, Adélia Martins de; MORAIS, Eduardo Martins
de; PEREIRA, Robison Carlos Miranda; FONSECA, Viviani Rocha (Org.). Planejamento
governamental para municípios: plano plurianual, lei de diretrizes orçamentárias e lei
orçamentária anual. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
ARCOVERDE, Alcides Jung; SZÉLICA, Aldemir Amauri (Coord.). Manual nacional de
auditoria governamental (vol. 1, 2 e 3). Curitiba: Tribunal de Contas do Estado do Paraná,
1999.
CASTRO, Domingos Poubel de. Auditoria, contabilidade e controle interno no setor
público. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
CHAVES, Renato S. Auditoria e controladoria no setor público: fortalecimento nos
controles internos – com jurisprudência do TCU. Curitiba: Juruá, 2009.
VICCARI JUNIOR, Adauto et al. Comentários à Lei 4.320: normas gerais de direito
financeiro, orçamentos e balanços da união, dos estados, dos municípios e do distrito federal.
5. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
8º PERÍODO
CONTROLADORIA PÚBLICA
Ementa
Compreensão do processo de gestão das entidades públicas por meio das funções da
controladoria, planejamento, avaliação de desempenho e de sistemas de informação.
Conteúdo Programático
Estrutura e organização da Controladoria Governamental. Estrutura do órgão de controle
contábil. O sistema entidade governamental. Modelo e processo de gestão governamental.
Sistema de informação de Controladoria e Contabilidade governamental. Sistema de Controle
Interno Integrado e Controladoria. Análise e avaliação de programas e resultados
governamentais. Medidas de desempenho. Governo eletrônico: SIAFI, SIAFEM, bolsa
eletrônica de compras. Controladoria aplicada: gestão e controle de almoxarifados, gestão e
controle de convênios e fundos especiais, gestão e controle de custos governamentais, gestão
e controle dos bens permanentes, administração de serviços de conservação e manutenção,
relatórios de gestão.
Referências Básicas
BOTELHO, Milton Mendes. Manual de controle interno – teoria & prática: um enfoque
na administração pública municipal. Curitiba: Juruá, 2003.
PEIXE, Blênio César Severo. Finanças públicas - controladoria governamental: em busca
do atendimento da Lei de Responsabilidade Fiscal. Curitiba: Juruá, 2002.
PISCITELLI, Roberto Bocaccio; TIMBO, Maria Zulene Farias. Contabilidade pública: uma
abordagem da administração financeira pública. 12. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
SLOMSKI, Valmor. Controladoria e governança na gestão pública. São Paulo: Atlas,
2009.
63

SLOMSKI, Valmor. Governança corporativa e governança na gestão pública. São Paulo:
Atlas, 2008.
Referências Complementares
REIS, Heraldo da Costa. Contabilidade e gestão governamental: estudos especiais. Rio de
Janeiro: IBAM, 2004.
CASTRO, Domingos Poubel de. Auditoria, contabilidade e controle interno no setor
público. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO. Instrumento de
avaliação da gestão pública. Brasília: MPOG, 2001
ANTHONY, Robert Newton; GOVINDARAJAN, Vijay. Sistemas de controle gerencial.
12. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2008.
BESANKO, David A.; et al. A economia da estratégia. 5. ed. Porto Alegre: Bookman,
2012.
ORÇAMENTO EMPRESARIAL
Ementa
Desenvolvimento de conhecimentos das principais técnicas quantitativas e qualitativas
aplicáveis na projeção de demonstrações contábeis.
Conteúdo Programático
Planejamento e previsão nas empresas. Sistema orçamentário. Elaboração do orçamento: de
vendas, produção, materiais diretos e mão-de-obra direta, custo indireto de fabricação,
estoque final de produtos acabados, despesas de vendas e administrativas.
Referências Básicas
BERNARDI, Luiz Antonio. Manual de plano de negócios: fundamentos, processos e
estruturação. São Paulo: Atlas, 2006.
FREZATTI, Fábio. Orçamento empresarial: planejamento e controle gerencial. 5. ed. São
Paulo: Atlas, 2009.
HOJI, Masakazu. Administração financeira e orçamentária: matemática financeira
aplicada, estratégias financeiras, orçamento empresarial. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2010
MOREIRA, José Carlos. Orçamento empresarial: manual de elaboração. 5. ed. São Paulo:
Atlas, 2010.
WELSCH, Glenn A. Orçamento empresarial. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1983.
Referências Complementares
BUARQUE, Cristovam. Avaliação econômica de projetos: uma apresentação didática. Rio
de Janeiro: Campus, 1984.
FITZSIMMONS, James A; FITZSIMMONS, Mona J. Administração de serviços:
operações, estratégia e tecnologia da informação. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2005
GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. 12. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2010.
SANVICENTE, Antonio Zoratto; SANTOS, Celso da Costa. Orçamento na administração
de empresas: planejamento e controle. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
STONER, James Arthur Finch; FREEMAN, R. Edward. Administração. 5. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 1999.
64

LABORATÓRIO CONTÁBIL II
Ementa
Desenvolvimento de estudos concernentes à prática da gestão profissional contábil
contemporânea.
Conteúdo Programático
Admissão de Pessoal. Rotinas de Departamento de Pessoal. Elaboração de Folhas de
Pagamentos. Rescisão de Contratos de Trabalho. Processo manual e informatizado. Processo
informatizado de Prática Contábil e Fiscal. Lançamentos Contábeis de empresa com apuração
dos tributos (Comércio e Serviços). Apuração dos Resultados e Elaboração das
Demonstrações Financeiras.
Referências Básicas
CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos: fundamentos básicos. 7.
ed. São Paulo: Manole, 2009.
FABRETTI, Laudio Camargo. Prática tributária da micro, pequena e média empresa:
legislações tributária e empresarial simples nacional e lei de falência e recuperação de
empresas n. 11.101/05. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
LONGENECKER, Justin Gooderl; et al. Administração de pequenas empresas. São Paulo:
Thomson Learning, 2007.
GARRISON, Ray H; NOREEN, Eric W.; BREWER, Peter C. Contabilidade gerencial. 11.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
MAMEDE, Gladston. Manual de direito empresarial. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
RUSSO, Luiz R. R. Como alterar contratos sociais: manual de alteração contratual e
adequação ao novo código civil. São Paulo: Atlas, 2004.
Referências Complementares
BATISTA, Emerson de Oliveira. Sistemas de informação: o uso consciente da tecnologia
para o gerenciamento. Saraiva, 2006.
PALETTA, Marco Antônio. Vamos abrir uma pequena empresa: um guia prático para
abertura de novos negócios. 2. ed. Campinas, SP: Alínea, 2010.
VALERIANO, Dalton L; VALERIANO, Dalton L. Moderno gerenciamento de projetos.
São Paulo: Pearson Education : Prentice Hall, 2005.
WERNKE, Rodney. Análise de custos e preços de venda: ênfase em aplicações e casos
nacionais. São Paulo: Saraiva, 2006.
DISCIPLINAS ELETIVAS
CONTABILIDADE RURAL
Ementa
Compreensão da economia do agronegócio e do funcionamento das empresas; entender a
importância e aplicação dos procedimentos contábeis para apuração de custos, despesas,
receitas e resultado das atividades agrícola, pecuária e agroindustrial.
Conteúdo Programático
Economia do Agronegócio; Procedimentos Contábeis; Inventário e Demonstrações Contábeis.
65

Referências Básicas
CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade rural: uma abordagem decisorial. 7. ed. São
Paulo: Atlas, 2012.
MARION, José Carlos. Contabilidade rural: contabilidade agrícola, contabilidade da
pecuária, imposto de renda pessoa jurídica. 13. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2012.
MARION, José Carlos; SEGATTI, Sonia. Contabilidade da pecuária. 10. ed. São Paulo:
Atlas, 2012.
OLIVEIRA, Neuza Corte de; OLIVEIRA, Neuza Corte de. Contabilidade do agronegócio:
teoria e prática. 2. ed. Curibita: Juruá, 2010.
SANTOS, Gilberto Jose dos; MARION, Jose Carlos; SEGATTI, Sonia. Administração de
custos na agropecuária. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
Referências Complementares
ARAÚJO, Massilon. Fundamentos de agronegócios. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
BATALHA, Mário Otávio. Gestão do agronegócio: textos selecionados. São Carlos:
EdUFSCar, 2009.
CALLADO, Antônio André Cunha (Org.). Agronegócio. São Paulo: Atlas, 2011.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. Intercâmbio
comercial do agronegócio: principais mercados de destino. Rio de Janeiro: IBGE, 2010.
NEVES, Marcos Fava; NEVES, Evaristo M.; ZYLBERSZTAJN, Decio. Agronegócio do
Brasil. São Paulo: Saraiva, 2005.
CONTABILOMETRIA
Ementa
Apresentação e discussão de ferramentas quantitativas de apoio ao processo decisório.
Conteúdo Programático
Introdução à pesquisa operacional. Modelos determinísticos de apoio à decisão. Modelos
probabilísticos de apoio à decisão. Aplicação de softwares para resolução de problemas de
pesquisa operacional.
Referências Básicas
ANDRADE, Eduardo Leopoldino de. Introdução à pesquisa operacional: métodos e
modelos para análise de decisões. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
CORRAR, Luiz J.; THEÓPHILO, Carlos Renato (Coord.). Pesquisa operacional para
decisão em contabilidade e administração: contabilometria. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa operacional: na tomada de decisões. 4. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2009.
LEVINE, David M.; et al. Estatística: teoria e aplicações usando o Microsoft Excel em
português. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
SILVA, Ermes Medeiros da. Pesquisa operacional: para os cursos de administração e
engenharia - programação linear, simulação. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Referências Complementares
CORRAR, Luiz J.; PAULO, Edilson; DIAS FILHO, José Maria. Análise Multivariada: para
os cursos de Administração, Ciências Contábeis e Economia. São Paulo: Atlas, 2011.
HOFFMANN, Rodolfo; VIEIRA, Sonia. Análise de regressão: uma introdução à
66

econometria. 2 .ed. São Paulo: Hucitec, 1987.
LATTIN, James; CARROL, J. Douglas; GREEN, Paul E. Análise de dados multivariados.
São Paulo: Cengage Learning, 2011.
STEVENSON, William J. Estatística aplicada à administração. São Paulo: Harbra, 1986.
GESTÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS
Ementa
Discussão dos métodos de gestão de materiais e suas relações com a contabilidade.
Conteúdo Programático
Conceitos, funções e objetivos da administração de material. Normalização. Especificação.
Classificação de materiais. Qualidade. Análise de valor. Compras. Cadastro de fornecedores.
Seleção de fontes de fornecimento. Negociação e diligenciamento. Armazenagem. Recepção
de materiais. Estocagem e equipamentos de movimentação. Inventários. Gestão de estoques.
Classificação ABC. Características e variáveis para a situação ideal de compras. Sistemas
tradicionais de gestão de estoques. O uso de previsões. Estoques de reserva. Lote e prazo
econômicos. Informações gerenciais em gestão de materiais. Segurança dos bens
patrimoniais.
Referências Básicas
CHING, Hong Yuh. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada: Supply chain. 4.
ed. São Paulo: Atlas, 2010.
DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais: uma abordagem logística. 5. ed. São
Paulo: Atlas, 2010.
DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais: princípios, conceitos e gestão. 6. ed.
São Paulo: Atlas, 2010.
FRANCISCHINI, Paulino; GURGEL, Floriano do Amaral. Administração de materiais e
do patrimônio. São Paulo: Cengage Learning, 2002.
GONÇALVES, Paulo Sérgio. Administração de materiais. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2010.
Referências Complementares
ARNOLD, J. R. Tony. Administração de materiais: uma introdução. São Paulo: Atlas,
1999.
BALLOU, Ronaldo H. Logística empresarial: transportes, administração de materiais,
distribuição física.
VIANA, João José. Administração de materiais: um enfoque prático. São Paulo: Atlas,
1999.
PARENTE, Juracy. Varejo no Brasil: gestão e estratégia. São Paulo: Atlas, 2010.
POZO, Hamilton. Administração de recursos materiais e patrimoniais: uma abordagem
logística. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
ECONOMIA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA
Ementa
Discussão sobre a economia brasileira, em seus principais aspectos, desde
a
industrialização restringida e o processo de substituições de importações (1929-1955) à
reestruturação produtiva a partir dos anos 1990 e seu desempenho atual e perspectivas.
67

Referências Básicas
ABREU, Marcelo de Paiva (Org.). A ordem do progresso: cem anos de política econômica
republicana, 1889-1989. Rio de Janeiro: Elsevier, Campus, 1990.
GIAMBIAGI, Fabio; et al. Economia brasileira contemporânea: 1945-2010. 2. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2011.
LACERDA, Antônio Corrêa de; RÊGO, José Márcio; MARQUES, Rosa Maria (Org.).
Economia brasileira. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2008.
GREMAUD, Amaury Patrick; VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; TONETO
JÚNIOR, Rudinei. Economia brasileira contemporânea. 7. ed. Atlas, 2007.
REGO, José Márcio; MARQUES, Rosa Maria. Formação econômica do Brasil. São Paulo:
Saraiva, 2011.
Referências Complementares
BIELSCHOWSKY, Ricardo. Pensamento econômico brasileiro: o ciclo ideológico do
desenvolvimentismo. 5. ed. Rio de Janeiro: Contraponto, 2004.
KON, Anita. Planejamento no Brasil II. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 2010.
MINDLIN, Betty. Planejamento no Brasil. 5. ed. São Paulo: Perspectiva, 1997.
PAULO NETTO, José; BRAZ, Marcelo; NETTO, José Paulo. Economia política: uma
introdução crítica. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
EMPREENDEDORISMO E ADMINISTRAÇÃO DE PEQUENOS NEGÓCIOS
Ementa
Discussão sobre os princípios básicos de empreendedorismo, inclusive empreendedorismo
social, e de gestão de pequenos negócios. Análise e aplicação destes princípios na fundação e
operacionalização de uma pequena e/ou média empresa.
Referências Básicas
ASSEF, Roberto. Guia prático de formação de preços: aspectos mercadológicos,
tributários e financeiros. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
BARON, Robert A. Empreendedorismo: uma visão do processo. São Paulo: Cengage
Learning, 2007.
DOLABELA, Fernando. O segredo de Luísa. Rio de Janeiro: Sextante, 2008.
LONGENECKER, Justin Gooderl; et al. Administração de pequenas empresas. São Paulo:
Thomson Learning, 2007.
PALETTA, Marco Antônio. Vamos abrir uma pequena empresa: um guia prático para
abertura de novos negócios. 2. ed. Campinas: Alínea, 2010.
Referências Complementares
BERNARDI, Luiz Antonio. Manual de plano de negócios: fundamentos, processos e
estruturação. São Paulo: Atlas, 2006.
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo na prática: mitos e verdades do
empreendedor de sucesso. Rio de Janeiro: Campus, 2007.
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo corporativo: como ser empreendedor,
inovar e se diferenciar na sua empresa. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
DRUCKER, Peter Ferdinand. Inovação e espírito empreendedor (enterpreneurship):
prática e princípios. São Paulo: Cengage Learning, 1986.
FABRETTI, Laudio Camargo. Prática tributária da micro, pequena e média empresa:
legislações tributária e empresarial simples nacional e lei de falência e recuperação de
68

empresas n. 11.101/05. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2011.

PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO PARTICIPATIVO E GESTÃO MUNICIPAL
Ementa
Estudo dos fundamentos teóricos e técnicas do planejamento, orçamento participativo e
gestão municipal, com ênfase no caso brasileiro, análise situacional do município e
definição de visão estratégica municipal.
Referências Básicas
ANDRADE, Nilton de Aquino (Org.). Planejamento governamental para municípios:
plano plurianual, lei de diretrizes orçamentárias e lei orçamentária anual. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 2008.
NASCIMENTO, Edson Ronaldo. Gestão pública. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2010
SÁNCHEZ, Félix. Orçamento participativo: teoria e prática. São Paulo: Cortez, 2002.
SANTOS, Clezio Saldanha dos. Introdução à gestão pública. São Paulo: Saraiva, 2008.
Referências Complementares
BOBBIO, Norberto; NOGUEIRA, Marco Aurélio. Estado, governo, sociedade: para uma
teoria geral da política. 11. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2011.
FEIJÓ, Carmem Aparecida; RAMOS, Roberto Luis Olinto (Org.). Contabilidade social: a
nova referência de contas nacionais do Brasil. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
SLOMSKI, Valmor. Controladoria e governança na gestão pública. São Paulo: Atlas,
2009.
DIREITO CIVIL APLICADO
Ementa
Estudo das implicações do direito civil brasileiro nas ciências contábeis, enfocando o direito
das empresas e responsabilidade civil do prestador de serviços.
Conteúdo Programático
Pessoas jurídicas de direito privado. Empresário. Sociedades. Capital Social. Contrato Social.
Aplicações do Código de Defesa do Consumidor à prestação de serviços contábeis.
Referências Básicas
COMETTI, Marcelo Tadeu. Direito comercial: direito de empresas. 3. ed. São Paulo:
Saraiva, 2011.
DINIZ, Maria Helena. Curso de direito civil brasileiro. 17. ed. São Paulo: Saraiva, 2011.
LAZZARINI, Marilena (Coord.). Direitos do consumidor de A a Z. São Paulo: Globo,
2001.
LOUREIRO, Luiz Guilherme. Curso completo de direito civil. 3. ed. São Paulo: Método,
2010.
Referências Complementares
FAZZIO JUNIOR, Waldo; MORAES, Alexandre de (Coord). Direito comercial:
69

empresário, sociedades, títulos de crédito, contratos, recuperações, falência. 7. ed. São Paulo:
Atlas, 2008.
FAZZIO JÚNIOR, Waldo. Manual de direito comercial. 13. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito civil: brasileiro. 9. ed. São Paulo: Saraiva, 2011.
RUSSO, Luiz R. R. Como alterar contratos sociais: manual de alteração contratual e
adequação ao novo código civil. São Paulo: Atlas, 2004.
CONTABILIDADE INTERNACIONAL
Ementa
Discussão dos principais aspectos da harmonização contábil internacional, seus organismos
regulamentadores e as diferenças relevantes entre os padrões nacionais e internacionais.
Conteúdo Programático
Aspectos Introdutórios; Harmonização Contábil Internacional; Organismos Contábeis
Internacionais; Práticas de Governança Corporativa; Demonstrações Contábeis em Ambiente
internacional.
Referências Básicas
CARVALHO, Luiz Nelson Guedes; LEMES, Sirlei; COSTA, Fabio Moraes da.
Contabilidade internacional: aplicação das IFRS 2005. São Paulo: Atlas, 2008.
ERNST & YOUNG; FUNDAÇÃO INSTITUTO DE PESQUISAS CONTÁBEIS,
ATUARIAIS E FINANCEIRAS. Manual de normas internacionais de contabilidade:
IFRS versus normas brasileiras. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MOURAD, Nabil Ahmad. IFRS 8 - segmentos operacionais: contabilidade internacional intenational financial reporting standards (IFRS). São Paulo: Atlas, 2009.
NIYAMA, Jorge Katsumi. Contabilidade internacional. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
SANTOS, José Luiz dos; SCHMIDT, Paulo; FERNANDES, Luciane Alves. Contabilidade
internacional: equivalência patrimonial. São Paulo: Atlas, 2006.
Referências Complementares
LEMES, Sirlei, CARVALHO, Luiz Nelson Guedes. Contabilidade Internacional para
graduação: textos, estudos de caso e questões de múltipla escolha. São Paulo: Atlas, 2010.
OLIVEIRA, Alexandre Martins Silva de; et al. Contabilidade internacional: gestão de
riscos, governança corporativa, contabilização de derivativos. São Paulo: Atlas, 2008.
SANTOS, José Luiz dos; FERNANDES, Luciane Alves; SCHMIDT, Paulo. Contabilidade
Internacional Avançada. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
WEFFORT, Elionor Farah Jreige. O Brasil e a harmonização contábil internacional:
influências dos sistemas jurídicos e educacional, da cultura e do mercado. São Paulo: Atlas,
2005.
CONTABILIDADE AMBIENTAL
Ementa
Discussão das contribuições que a informação contábil pode fornecer para o desenvolvimento
de negócios ambientalmente sustentáveis e rentáveis para os investidores.
Conteúdo Programático
70

Contabilidade ambiental: nacional, gerencial e financeira. Ativos, Passivos e Gastos
ambientais: conceitos, contabilização e evidenciação. Características qualitativas da
informação contábil aplicável aos fatos ambientais. Balanço social. Gestão ambiental.
Referências Básicas
BRAGA, Célia. Contabilidade ambiental: ferramenta para a gestão da sustentabilidade. São
Paulo: Atlas, 2007.
FERREIRA, Aracéli C. de S. Contabilidade ambiental: uma informação para o
desenvolvimento sustentável. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2006.
RIBEIRO, Maísa de Souza. Contabilidade Ambiental. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2010.
SILVA, Benedito Gonçalves da. Contabilidade ambiental sob a ótica da contabilidade
financeira. Curitiba: Juruá, 2009.
TINOCO, João Eduardo Prudêncio; KRAEMER, Maria Elizabeth Pereira. Contabilidade e
gestão ambiental. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
Referências Complementares
CARVALHO, Gardênia M. B. Contabilidade ambiental: teoria e prática. 2. ed. Curitiba:
Juruá, 2008.
FERREIRA, Aracéli Cristina de Sousa; SIQUEIRA, José Ricardo Maia; GOMES, Mônica
Zaidan. Contabilidade ambiental e relatórios sociais. São Paulo: Atlas, 2009.
MIRANDA, Robinson Nicácio de. Direito ambiental. 3. ed. São Paulo: Rideel, 2011.
SANTOS, Rozely Ferreira dos. Planejamento ambiental: teoria e prática. São Paulo: Oficina
de Textos, 2004.
SAVITZ, Andrew W. A empresa sustentável: o verdadeiro sucesso e o lucro com
responsabilidade social e ambiental. Rio de Janeiro: Campus, 2007.
CONTABILIDADE DO TERCEIRO SETOR
Ementa
Compreensão do funcionamento das entidades de interesse social, denominadas associações,
fundações, organizações sociais, bem como da gestão contábil e prestação de contas,
benefícios e obrigações.
Conteúdo Programático
Entidades de Interesse Social; Funcionamento das Entidades de Interesse Social; Gestão
Contábil; Demonstrações Contábeis; Prestação de Contas.
Referências Básicas
PAES, José Eduardo Sabo. Fundações, associações e entidades de interesse social:
aspectos jurídicos, administrativos, contábeis, trabalhistas e tributários. 7. ed. Rio de Janeiro:
Forense, 2010.
CABRAL, Eloisa Helena de Souza. Terceiro setor: gestão e controle social. São Paulo:
Saraiva, 2007.
OLAK, Paulo Arnaldo; NASCIMENTO, Diogo Toledo do. Contabilidade para entidades
sem fins lucrativos (terceiro setor). 3. ed. São Paulo, Atlas, 2010.
OLIVEIRA, Aristeu de. Manual do terceiro setor e instituições religiosas: trabalhista,
previdenciária, contábil e fiscal. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
SLOMSKI, Valmor. Controladoria e governança na gestão pública. São Paulo: Atlas,
71

2009.
Referências Complementares
ARAUJO, Osório C. Contabilidade para organizações do terceiro setor. São Paulo: Atlas,
2005.
CASTRO, Domingos Poubel de. Auditoria, contabilidade e controle interno no setor
público. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Manual de procedimentos contábeis
para fundações e entidades de interesse social. 2. ed. Brasília: CFC, 2008.
FRANÇA, José Antônio de et al. Manual de procedimentos contábeis e prestação de
contas das entidades de interesse social. 2. ed. Brasília: CFC, 2004.
PIMENTA, Solange Maria. Terceiro setor: dilemas e polêmicas. São Paulo: Editora Saraiva,
2006.
SLOMSKI, Valmor. Mensuração do Resultado Econômico em Entidades Públicas: uma
proposta. 1996. Dissertação (Mestrado) - FEA/USP, São Paulo.
CONTABILIDADE DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS
Ementa
Compreensão do Sistema Financeiro Nacional, suas operações, habilitando o profissional a ter
uma visão sistêmica das operações e documentação contábil obrigatória.
Conteúdo Programático
Sistema financeiro nacional; estrutura e funcionamento do COSIF; operações de crédito;
operações com arrendamento mercantil na visão do arrendador; operações com títulos e
valores mobiliários; operações com derivativos; operações passivas; demonstrações contábeis
obrigatórias.
Referências Básicas
ASSAF NETO, Alexandre. Mercado financeiro. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e análise de balanços - um enfoque econômicofinanceiro: comércio e serviços, indústrias, bancos comerciais e múltiplos. 10. ed. São Paulo:
Atlas, 2012.
IUDÍCIBUS, Sérgio de; et. al. Manual de contabilidade societária: aplicável a todas as
sociedades. São Paulo: Atlas, 2010.
NIYAMA, Jorge Katsumi; GOMES, Amaro Luiz de Oliveira. Contabilidade de instituições
financeiras. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
FUNDAÇÃO INSTITUTO DE PESQUISAS CONTÁBEIS, ATUÁRIAIS E
FINANCEIRAS. Ética geral e profissional em contabilidade. 2. ed. São Paulo: Atlas,
1997.
Referências Complementares
ABRÃO, Carlos Henrique. Cédula de crédito bancário: dinheiro magnético. 2. ed. São
Paulo: Atlas, 2011.
FAZZIO JUNIOR, Waldo. Cartão de crédito, cheque e direito do consumidor: legislação,
doutrina e jurisprudência. São Paulo: Atlas, 2010.
JANTALIA, Fabiano. Juros Bancários. São Paulo: Atlas, 2012.
MOURAD, Nabil Ahmad; PARASKEVOPOULOS, Alexandre. IFRS Normas
72

Internacionais de Contabilidade para Bancos. São Paulo: Atlas, 2010.
SALOMÃO NETO, Eduardo. Direito Bancário. São Paulo: Atlas, 2005.

CONTABILIDADE DE HOTELARIA E RESTAURANTES
Ementa
Discussão e aprendizagem dos aspectos contábeis que envolvem as operações comerciais em
entidades de hotelaria e restaurantes.
Conteúdo Programático
O campo de aplicação da contabilidade hoteleira e de restaurantes. A organização destas
entidades. Principais operações nestas organizações. O plano de contas. Escrituração das
principais transações. Os relatórios contábeis. Aspectos gerenciais.
Referências Básicas
DENCKER, Ada de Freitas Maneti; et al. Planejamento e gestão em turismo e
hospitalidade. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.
LUNKES, Rogério João. Manual de contabilidade hoteleira: aspectos normativos,
contabilidade, custos, análise das demonstrações contábeis, legislação fiscal e tributária,
orçamento, gestão. São Paulo: Atlas, 2004.
POWERS, Tom; BARROWS, Clayton W. Administração no setor de hospitalidade:
turismo, hotelaria, restaurante. São Paulo: Atlas, 2004.
ZANELLA, Luiz Carlos. Administração de custos em hotelaria. 4. ed. Caxias do Sul:
Educs, 2010.
Referências Complementares
BOEGER, Marcelo Assad; YAMASHITA, Ana Paula. Gestão financeira para meios de
hospedagem. São Paulo: Atlas. 2005.
CAON, Mauro. Gestão estratégica para serviços de hotelaria. São Paulo: Atlas, 2008.
POZO, Hamilton. Gestão de materiais e logística em turismo. São Paulo: Atlas, 2009.
LAGE, Beatriz Helena Gelas; MILONE, Paulo Cesar. Economia do turismo. 7. ed. São
Paulo: Atlas, 2009.
CONTABILIDADE DA CONSTRUÇÃO CIVIL
Ementa
Discussão e aprendizagem dos aspectos contábeis que envolvem as operações comerciais em
entidades de hotelaria e restaurantes.
Conteúdo Programático
O campo de aplicação da Contabilidade da construção civil. A organização da empresa das
empresas construtoras e imobiliárias. Principais operações nas empresas de construção civil e
imobiliária. O plano de contas. Escrituração das principais transações. Aspectos gerenciais.
Referências Básicas
ANTONIO, Paulo Joaquim. Manual de contabilidade e tributos de construtoras e
imobiliárias. São Paulo: Atlas, 2003.
73

COSTA, Magnus Amaral da. Contabilidade da construção civil e atividade imobiliária.
2. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
OLIVEIRA, Aristeu de. Construção civil: procedimentos de arrecadação junto ao INSS. São
Paulo: Atlas, 2002.
SCHERRER, Alberto Manoel. Contabilidade Imobiliária: abordagem sistêmica, gerencial e
fiscal. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
Referências Complementares
CORDEIRO FILHO, Antonio. Empreendedorismo no mercado imobiliário habitacional.
São Paulo: Atlas, 2008.
FIGUEIREDO, Ivanildo. Direito Imobiliário. São Paulo: Atlas, 2010.
MATOS E SILVA, Bruno. Compra de Imóveis: aspectos jurídicos, cautelas devidas e
análise de risco. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2013.
PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO
Ementa
Aplicação dos conceitos de planejamento dentro dos aspectos tributários que impactam as
entidades, distinguindo mecanismos de elisão da prática da evasão.
Conteúdo Programático
Economia de impostos envolvendo planejamento tributário de tributos federais, estaduais e
municipais. Racionalização de procedimentos fiscais. Aplicação de planejamento tributário a
atividades especifica. Discussões sobre relevantes e controvertidas questões tributárias.
Referências Básicas
BORGES, Humberto Bonavides. Planejamento tributário: IPI, ICMS, ISS e IR. 11. ed. São
Paulo: Atlas, 2011.
BORGES, Humberto Bonavides. Gerência de impostos: IPI, ICMS, ISS e IR. 7. ed. São
Paulo: Atlas, 2011.
BRASIL. [LEIS ETC.]. Código tributário nacional e Constituição Federal 2011. 40. ed.
São Paulo: Saraiva, 2011.
CHAVES, Franscisco Coutinho. Planejamento tributário na prática: gestão tributária
aplicada. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
YOUNG, Lúcia Helena Briski. Planejamento tributário: fusão, cisão e incorporação. 7. ed.
Curitiba: Juruá, 2011.
Referências Complementares
ANDRADE FILHO, Edmar Oliveira. Auditoria de impostos e contribuições: IRPJ, CSLL,
PIS/PASEP, COFINS, ICMS, IPI, ISS. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
FABRETTI, Laudio Camargo. Prática tributária da micro, pequena e média empresa:
legislações tributária e empresarial simples nacional e lei de falência e recuperação de
empresas n. 11.101/05. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
OLIVEIRA, Luís Martins de. Manual de contabilidade tributária: textos e testes com as
respostas. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
PINTO, João Roberto Domingues. Imposto de renda: contribuições administradas pela
secretaria da receita federal e sistema simples. 21. ed. Brasília: CFC, 2013. Disponível em:
<http://www.crcmg.org.br/arquivos/destaques/Livro_IR_2013.pdf> Acesso em 24 set. 2013.
74

LIBRAS
Ementa
Estudo dos fundamentos da Língua Brasileira de Sinais com noções práticas de sinais e
interpretação, destinado às práticas pedagógicas na educação inclusiva.
Referências Básicas
BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro: UFRJ, Departamento de Linguística e Filologia, 1995.
COUTNHO, Denise. Libras e Língua Portuguesa: semelhanças e diferenças. João Pessoa
Editor: Arpoador, 2000.
FELIPE, Tanya A. Libras em contexto: curso básico, livro do estudante cursista. Brasília:
Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos, MEC, SEESP, 2001.
QUADROS, Ronice M., KARNOPP, Lodernir Becker. Línguas de sinais brasileira: estudos
linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
Referências Complementares
LOPES FILHO, Otacílio (org.) Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 1997.
SACKS, Oliver W. Vendo Vozes: uma viagem a mundo dos surdos. São Paulo: Companhia
das Letras, 1998.
SALLES, Heloísa M. M. Lima; et al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos
para uma prática. 2 v. Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos. Brasília: MEC,
SEESP, 2005.
ECONOMIA DO MEIO AMBIENTE
Ementa
Aprofundar a discussão sobre meio ambiente e desenvolvimento socioeconômico,
enfatizando aspectos diretamente relacionados à realidade brasileira. Análise das vertentes
teórica-metodológica da Economia e Meio Ambiente (Economia Ambiental e Economia
Ecológica) e de aspectos do setor industrial, da política ambiental e das relações
internacionais.
Referências Básicas
BARBIERI, José Carlos. Desenvolvimento e meio ambiente: as estratégias de mudanças da
agenda 21. Petrópolis: Vozes, 2011.
MAY, Peter H. (Org.). Economia do meio ambiente: teoria e prática. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2010.
MOTTA, Ronaldo Serôa da. Economia ambiental. Rio de Janeiro: FGV, 2006.
MOURA, Luiz Antonio Abdalla de. Economia ambiental: gestão de custos e investimentos.
4. ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2011.
Referências Complementares
PORTILHO, Fátima. Sustentabilidade ambiental, consumo e cidadania. São Paulo:
Cortez, 2005
PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. A globalização da natureza e a natureza da
globalização. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006.
SAVITZ, Andrew W. A empresa sustentável: o verdadeiro sucesso e o lucro com
75

responsabilidade social e ambiental. Rio de Janeiro: 2007.
SOUZA, Luiz Eduardo Simões de (Org). Economia e sustentabilidade. São Paulo: LCTE,
2008.
ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO
Ementa
Reflexão crítica sobre o papel do setor público em uma economia de mercado,
identificando quais as funções o governo, teoricamente, deve exercer e comparando estas
atribuições com a realidade brasileira. Estudo da Teoria das Finanças Públicas e sua
aplicabilidade no Brasil, a partir dos anos 1980, com ênfase em temas que recentemente
tem gerado controvérsias no País: Sistema Tributário Brasileiro, crise na previdência social,
descentralização do sistema federativo, bem como os relacionados à reforma do Estado,
ajuste fiscal, privatização, Estado regulador, parceria público-privada entre outros).
Referências Básicas
BIDERMAN, Ciro; ARVATE, Paulo (Org.). Economia do setor público no Brasil. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2005.
GIAMBIAGI, Fabio; ALÉM, Ana Claúdia. Finanças públicas: teoria e prática no Brasil. 4.
ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
SILVA, Fernando Antonio Rezende da. Finanças públicas. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2001.
RIANI, Flávio. Economia do setor público: uma abordagem introdutória. 5 ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2009.
Referências Complementares
GIACOMONI, James. Orçamento público. 15. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
PEIXE, Blênio César Severo. Finanças públicas: controladoria governamental: em busca do
atendimento da lei de responsabilidade fiscal. Curitiba: Juruá, 2002.
PEREIRA, José Matias. Finanças públicas: a política orçamentária no Brasil. 5. ed. São
Paulo: Atlas, 2010.
ANÁLISE DE INVESTIMENTOS
Ementa
Métodos de Avaliação de Investimentos; Os Índices de Rentabilidade: ROE x ROI; Os
Índices Intermediários: payback simples; Os Índices Financeiros: payback atualizado, valor
atual líquido (VAL), taxa interna de retorno (TIR) e índice de lucratividade; Incerteza e
Projetos de Investimentos: risco e taxa de atualização, análise de sensibilidade; Avaliação de
uma empresa.
Referências Básicas:
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
CALÔBA, Guilherme Marques. Análise de investimentos: tomada de decisão em projetos
industriais. São Paulo: Atlas, 2002.
CASAROTTO FILHO, Nelson; KOPTTKE, Bruno Hartmut. Análise de investimentos:
matemática financeira, engenharia econômica, tomada de decisão, estratégia empresarial. 11.
ed. São Paulo: Atlas, 2010.
SILVA, José Pereira da. Análise financeira das empresas. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
76

SOUZA, Alceu; CLEMENTE, Ademir. Decisões financeiras e análise de investimentos:
fundamentos, técnicas e aplicações. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
Referências Complementares:
BERK, Jonathan B.; DEMARZO, Peter M. Finanças empresariais: essencial. Porto Alegre:
Bookman, 2010.
DAMODARAN, Aswath. Finanças corporativas: teoria e prática. 2. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2004.
MARTELANC, Roy; PASIN, Rodrigo Maimone; PEREIRA, Fernando. Avaliação de
empresas: um guia para fusões & aquisições e private equity. São Paulo: Pearson Education,
2010.
MATARAZZO, Dante C. Análise financeira de balanços: abordagem gerencial. 7. ed. São
Paulo: Atlas, 2010.
SCHMIDT, Paulo; SCHMIDT, Paulo. Fundamentos da avaliação de empresas: foco no
método de fluxo de caixa descontado - teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2005.
INGLÊS INSTRUMENTAL
Ementa
Aspectos gramaticais e morfológicos pertinentes à compreensão da língua inglesa: estratégias
de leitura. Textos sobre assuntos gerais e específicos da área de informação.
Conteúdo Programático
Formas verbais simples, verbos auxiliares, caso genitivo, preposições, advérbios e adjetivos,
conceito de leitura, níveis de leitura (compreensão geral, compreensão dos pontos principais,
compreensão detalhada), estratégias de leitura (evidências tipográficas, cognatos e falsos
cognatos, palavras repetidas), prediction, introdução verbs groups, skimming/scanning,
inferências, sufixos e prefixos, marcadores de discurso, referência contextual.
Referências Básicas
DIAS, Reinildes. Reading critically in english. Belo Horizonte: EdUFMG, 1996.
DUBIN, F.; OLSHTAIN, E. Reading by all means. Addison-Wesley, Publishing Company,
1990.
YORKEY, Richard. Study skills for students English. 2. ed. New York: McGrawiHill,
1982.
ZOZZOLI, Rita. Leitura na sala de aula de língua estrangeira: o papel da gramática.
Relatório de Pesquisa do Programa de Pós-Doutorado em Linguística Aplicada do Instituto de
Estudos da Linguagem (IEL). Campinas: 1991/1992.
ZUKOWSKI, Faust; et al. In context – reading skills for intermediate students of english
as a secund language. New York: CBS College Publishing, 1982.
FORMAÇÃO ECONÔMICA DO BRASIL
Ementa
Discussão sobre a trajetória evolutiva da economia brasileira, desde o início do processo da
colonização portuguesa até a década de 1920.
Bibliografia Básica
77

FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. 34ª. Ed. São Paulo: Companhia das
Letras, 2007.26
GORENDER, Jacob. O escravismo colonial. São Paulo: Ática,1978.
MELLO, João Manuel Cardoso de. O Capitalismo Tardio. São Paulo: Brasiliense, 1986.
MENDONÇA, Marina Gusmão de; PIRES, Marcos Cordeiro. Formação Econômica do
Brasil. São Paulo: Thomson, 2002.
JÚNIOR, Caio Prado. História Econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1988.
Bibliografia Complementar
NOVAIS, Fernando. Portugal e Brasil na crise do antigo sistema colonial (1777-1808).São
Paulo: HUCITEC, 1989.

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC
Ementa
Desenvolvimento de pesquisa obedecendo a etapas de construção e elaboração, tipologias de
pesquisas aplicadas às ciências sociais e normas da ABNT.
Referências Básicas
BEUREN, Ilse Maria (Org.). Como elaborar trabalhos monográficos em contabilidade:
teoria e prática. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
MARION, José Carlos; DIAS, Reinaldo; TRALDI, Maria Cristina. Monografia para os
cursos de administração, contabilidade e economia. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Manual para elaboração de monografias e dissertações.
3. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
MARTINS, Gilberto de Andrade; LINTZ, Alexandre. Guia para elaboração de
monografias e trabalhos de conclusão de curso. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
SILVA, Antonio Carlos Ribeiro da. Metodologia da pesquisa aplicada à contabilidade:
orientações de estudos, projetos, artigos, relatórios, monografias, dissertações, teses. 3. ed.
São Paulo: Atlas, 2010.
Referências Complementares
BASTOS, Lilia da Rocha. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa,
teses, dissertações e monografias. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
CORRAR, Luiz J; THEÓPHILO, Carlos Renato (Coord.). Pesquisa operacional para
decisão em contabilidade e administração: contabilometria. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2005.
FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas técnicas para o trabalho científico: com explicitação das
normas da ABNT. 15. ed. Porto Alegre: [s.n.], 2011.
VIEIRA, Sonia. Como escrever uma tese. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
8.4 Estágio Curricular
78

O Estágio Curricular, conforme preceitua o art. 7º Resolução CNE/CES n.º 10, de 16
de dezembro de 2004 é um componente curricular direcionado para a consolidação dos
desempenhos profissionais desejados, inerentes ao perfil do formando.
No curso de Ciências Contábeis trata-se de atividade de natureza não obrigatória cuja
realização objetiva promover o contato do aluno com empresas/instituições públicas e/ou
privadas em geral, oportunizando a aplicação dos conhecimentos teóricos adquiridos ao longo
do curso.

8.5 Trabalho de Conclusão do Curso - TCC
O Trabalho de Conclusão de Curso, componente curricular obrigatório do curso de
Ciências Contábeis conforme estabelecido no art. 18 da Resolução n.º 25 de 26 de outubro de
2005 do CEPE, será realizado, preferencialmente, ao longo do último ano do curso, centrado
em área de formação profissional, como atividade de síntese e integração de conhecimento e
consolidação das técnicas de pesquisa, assumindo a seguinte conformação:


Como não se constitui como disciplina, o TCC não tem, portanto, carga horária
fixa semanal. Entretanto, sua carga horária total de 240 horas deverá ser
computada para integralização do curso;



A matrícula no TCC será obrigatória a partir do 7º período do curso para os alunos
do fluxo padrão, não tendo número limitado de vagas;



A avaliação do TCC abrangerá o trabalho escrito e a defesa oral, sendo
considerada para aprovação a nota mínima 7,0 (sete), nas condições previstas neste
PPP e na Resolução de TCC do curso;



Caso o aluno não consiga entregar a versão final do trabalho até a data estipulada
pela Coordenação de TCC, deverá realizar matrícula-vínculo no início do semestre
letivo subsequente, até a entrega do TCC ou quando atingir o prazo máximo para
integralização de seu curso, quando então será desligado.

Somente serão aceitos pelo Colegiado do Curso de Ciências Contábeis os Trabalhos de
Conclusão de Curso desenvolvidos na modalidade de monografia. A temática da monografia
deverá estar relacionada ao exercício profissional do bacharelado em Ciências Contábeis e
seguir as normas definidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para
elaboração de trabalhos técnico-científicos.
79

O TCC deverá ser elaborado e defendido individualmente e será avaliado por uma
banca examinadora composta pelo professor orientador (presidente) e mais dois professores
(membros efetivos), que emitirão a nota final do trabalho, mediante defesa oral pública.
O curso de Bacharelado em Ciências Contábeis terá uma Coordenação de Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC), sendo composta por coordenador e vice-coordenador, eleita pelo
Colegiado de Curso. Serão normatizadas pelo Colegiado, sob forma de Resolução, as
atribuições da Coordenação de TCC e as regras a serem seguidas no TCC.
O TCC será acompanhado por um professor orientador e supervisionado pelo
coordenador de TCC, professor designado especialmente para essa função, a quem compete
ainda o encaminhamento de todos os procedimentos necessários para o adequado
desenvolvimento do trabalho pelo aluno.

8.6 Atividades Complementares
As atividades complementares, de natureza obrigatória, totalizam 200 horas e têm a
finalidade de enriquecer o processo de ensino-aprendizagem, privilegiando a complementação
da formação social e profissional. Conforme Resolução CEPE/UFAL nº. 113 de 13 de
novembro de 1995, as atividades complementares são classificadas em quatro grupos a seguir
especificados:
GRUPO 1 - ATIVIDADES DE ENSINO. Compreende as seguintes atividades:


Disciplinas oferecidas pela UFAL e por outras instituições de ensino ou de
regulamentação e supervisão do exercício profissional desde que em cursos
reconhecidos;



Disciplinas cursadas em cursos de graduação reconhecidos que não estejam
previstos neste projeto;



Estudos desenvolvidos em cursos sequenciais ou em cursos de pós-graduação;



Monitoria.

GRUPO 2 - ATIVIDADES DE EXTENSÃO. Compreende as seguintes atividades:


Conhecimentos e competências adquiridas fora do ambiente acadêmico, incluindo
atividades independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade,
sobretudo, com o mundo do trabalho e com as ações de extensão junto à
comunidade;



Programas da instituição com relação à comunidade;
80



Participação em programas de governo;



Participação em jornadas, simpósios, congressos, seminários, encontros, palestras,
conferências, debates, mesas redondas, fóruns e outros;



Participação em Empresas Júnior e/ou em estágios curriculares não-obrigatórios.

GRUPO 3 - ATIVIDADES DE PESQUISA. Compreende as seguintes atividades:


Participação em Programa de Iniciação Científica;



Participação em Programas Especiais de Treinamento (PET);



Participação em Núcleos Temáticos de Pesquisa;



Participação em outras atividades de pesquisa.

GRUPO 4 - ATIVIDADES DE REPRESENTAÇÃO ESTUDANTIL. Compreende
as seguintes atividades:


Participação em Entidades Estudantis;



Participação no Colegiado do Curso;

A carga horária relativa às Atividades Complementares deverá, preferencialmente, ser
distribuída ao longo do Curso e não poderá ser preenchida com um só tipo de atividade, sendo
permitida a integralização de até 50% da carga horária mínima exigida em cada atividade
apresentada.
Para comprovação de integralização das horas exige-se o/a certificado/declaração
emitido/a pela entidade promotora da atividade com timbre, informação do número no
Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, endereço e telefone, especificação clara e objetiva da
carga-horária total desprendida pelo aluno para conclusão da atividade e assinatura do
representante legal da instituição.
As atividades desenvolvidas que tenham relação com minorias, atividades ambientais
e relações étnico-raciais serão computadas efetivamente desprendidas pelo aluno na atividade.
Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado de Ciências Contábeis do Campus
Sertão.

9. ARTICULAÇÃO DO ENSINO COM EXTENSÃO, PESQUISA E PÓSGRADUAÇÃO

A articulação entre ensino, pesquisa e extensão pressupõe um projeto de formação
cujas atividades curriculares transcendem a tradição das disciplinas. A defesa da prática como
81

parte inerente, integrante e constituinte do questionamento sistemático, crítico e criativo e, da
pesquisa como atitude cotidiana, como principio cientifico e educativo, deve estar presente na
própria concepção de prática educativa. A capacidade de contemplar o processo de produção
do conhecimento por meio da dimensão investigativa (pesquisa) e da abertura ao meio externo
à Universidade (extensão), oferece uma nova referência para a dinâmica da relação professoraluno e possibilita o desenho de um novo contexto para o processo de ensino/aprendizagem.
10. POLÍTICAS DE INCLUSÃO
O curso de Ciências Contábeis de Santana do Ipanema está utilizando, provisoriamente,
duas instalações: uma para a parte administrativa e outra para a parte acadêmica. As
instalações possuem rampa de acesso para possíveis portadores de deficiência física. Para a
instalação própria já estão previstas as adequações necessárias para deficientes físicos e
visuais (rampas, banheiros adaptados e calçadas com sinalização para deficientes visuais).
11. RECURSOS DE COMPLEMENTAÇÃO AO CURRÍCULO

Para a consecução dos objetivos desse Projeto Político Pedagógico o curso de Ciências
Contábeis prevê a implantação da seguinte infraestrutura:
11.1 Salas de aula
O curso de Ciências Contábeis contará com 12 (doze) salas de aula climatizadas e com
isolamento acústico, com capacidade para 60 (sessenta) pessoas cada. Todas as salas
possuirão carteiras com braço flexível, mesa e cadeira para professor, quadro branco, cortinas,
mural para avisos, data-show, tela para projeção e Internet Wi-fi.
11.2 Sala da Coordenação do Curso
Com vistas à realização de atividades administrativas, a coordenação do curso terá a
disposição 01 (uma) sala climatizada e com isolamento acústico, contando com 02 (dois)
birôs com cadeiras tipo digitador, 02 (dois) computadores com acesso à Internet, 01 (um)
mural para avisos, 01 (uma) impressora multifuncional (com copiadora e scanner) em rede, 01
82

(um) aparelho telefônico com fax, 02 (dois) armários (sendo 01 para arquivo), 01 (uma) mesa
redonda com 04 (quatro) cadeiras estofadas e 01 (um) suporte para água mineral. Na antesala,
estará localizada a mesa da secretária da coordenação, com 01 (uma) cadeira tipo digitador,
01 (um) computador com acesso à Internet, 01 (um) aparelho telefônico e 2 (duas) cadeiras
estofadas.

11.3 Sala de Reuniões do Colegiado Acadêmico

Para as deliberações do colegiado acadêmico e outras reuniões com terceiros, prevê-se
uma sala climatizada e com isolamento acústico com capacidade para 20 (vinte) pessoas,
contando com mesa de madeira e cadeiras estofadas, ponto de acesso à Internet e tela de
projeção.

11.4 Sala dos Professores
Os professores serão alocados em sala climatizada e com isolamento acústico,
contando com divisórias móveis (de 2,20 m de altura e porta), 01 (uma) impressora
multifuncional (com copiadora e scanner) em rede, 01 (um) aparelho telefônico com fax, 02
(dois) murais para aviso e 01 (um) suporte para água mineral. Cada professor terá à
disposição 01 (um) birô com cadeira tipo digitador, 02 (duas) cadeiras estofadas, 01(um)
armário e 01(um) microcomputador com acesso à Internet. Na antesala, estará localizada a
mesa da secretária do curso, com 01 (uma) cadeira tipo digitador, 01 (um) computador com
acesso à Internet, 01 (um) aparelho telefônico e 02 (duas) cadeiras estofadas.
11.5 Recursos Audiovisuais e Multimídia
Para auxílio no desenvolvimento das atividades didáticas, os professores do curso
terão à disposição 03 (três) TVs de 29 polegadas (com suporte móvel), 03 (três) aparelhos de
DVD, 02 (dois) aparelhos de som com CD, 04 (quatro) notebooks e 04 (quatro) data-shows.
11.6 Anfiteatro
Para a realização de encontros, simpósios, seminários, palestras e outros eventos
83

congêneres, prevê-se um anfiteatro climatizado com capacidade para 120 (cento e vinte)
pessoas, contando com sistema de som (caixas acústicas, microfone, amplificador e mesa de
som), 01 (uma) tela para projeção e 01 (uma) mesa retangular com 06 (seis) cadeiras
estofadas.
11.7 Laboratório de informática
Para a realização de suas atividades acadêmicas, os discentes do curso terão à
disposição um laboratório climatizado com capacidade para 80 (oitenta) pessoas, contando
com 40 (quarenta) computadores ligados em rede à Internet e 01 (uma) impressora também
ligada em rede. O laboratório funcionará em período integral e os discentes terão o apoio de
01 (um) aluno monitor em cada turno.
11.8 Laboratório de práticas empresariais
Como ferramenta de apoio didático, os discentes e docentes terão à disposição um
laboratório de práticas empresariais climatizado, equipado com 01 (um) data-show, 01(uma)
tela para projeção, 01 (um) quadro branco, 01(um) microcomputador, 01 (uma) impressora
ligada em rede e 01 (um) armário com duas portas. A sala contará ainda com 08 (oito) baias.
Cada baia contará com 01 (uma) mesa redonda com 05 (cinco) cadeiras estofadas, 01 (uma)
mesa retangular, 01 (uma) cadeira tipo digitador e 01 (um) computador com acesso à internet.
11.9 Sala da Empresa Júnior
Para a realização das atividades da Empresa Júnior projeta-se uma sala climatizada
contendo 01 (um) birô com cadeira tipo digitador, 01 (uma) mesa redonda com 04 (quatro)
cadeiras estofadas, 01 (um) computador com acesso à internet, 01 (uma) impressora
multifuncional, 01 (um) aparelho telefônico com fax, 01 (um) armário com duas portas, 01
(um) mural para avisos e 01 (um) suporte para água mineral.
11.10 Sala da representação estudantil
Para auxílio nas atividades de representação discente, prevê-se uma sala climatizada
84

contendo 01 (uma) mesa com 04 (quatro) cadeiras estofadas e 01 (um) computador em rede.
11.11 Biblioteca
Para o bom e pleno desenvolvimento das atividades acadêmicas do Curso de Ciências
Contábeis,

prevê-se

uma

biblioteca

com

sistema

de

empréstimo

automatizado,

disponibilizando um acervo de aproximadamente 6.000 volumes (entre obras de referência e
de empréstimo) em área adequadamente climatizada, contando com uma área individual e 04
(quatro) salas de estudos em grupo com capacidade para 08 (oito) pessoas, bem como um
conjunto de 06 (seis) computadores com acesso à internet e de utilização exclusiva para fins
de pesquisa em bases de dados técnico-científicas (com destaque para os serviços
disponibilizados pela CAPES), bancos de dados de bibliotecas universitárias e similares. A
referida biblioteca oferecerá o serviço de Comutação Bibliográfica – Comut, permitindo ao
usuário a obtenção de cópias de artigos e teses existentes em outras bibliotecas do país.
Destaca-se que a biblioteca deve possuir assinatura das principais revistas nacionais e
internacionais da área de Ciências Contábeis e funcionar em período integral.
11.12 Área de lazer e circulação
Nas dependências da Unidade de Ensino, os discentes terão acesso a lanchonetes.
Além disso, projeta-se um ginásio poliesportivo destinado a trabalhos de socialização e
prática de esportes.
11.13 Serviços de Apoio
É importante registrar que os serviços de apoio existentes ainda estão em fase de
consolidação e implantação. Já se pode pontuar a existência do serviço de apoio ao discente
que presta todo tipo de atendimento ao estudante, sobretudo no que diz respeito a parte
funcional da vida acadêmica. Além desse serviço de apoio, existe a própria organização
estudantil, em forma de Centros Acadêmicos, que contribuem com a formação política e
democrática dos alunos, promoção de eventos culturais e científicos.
12. AVALIAÇÃO
85

12.1 Sistemas de Avaliação do Processo Ensino/Aprendizagem
A avaliação do processo de ensino/aprendizagem tem o objetivo de identificar
fragilidades, promover o raciocínio crítico e melhorias contínuas. Dessa forma a avaliação é
um processo contínuo e deve envolver análises quantitativas e qualitativas, não sendo tratada
apenas como um instrumento somativo, punitivo e classificatório.
Considerando que o processo de avaliação envolve desde a relação aluno-professor até
a Autoavaliação do discente e Autoavaliação do próprio professor sobre sua prática
(conteúdos, procedimentos, metodologias, recursos didáticos e outros), são realizadas diversas
ações para a avaliação do processo de ensino/aprendizagem, as quais são explicitadas a seguir.
A Comissão de Autoavaliação (CAA), em parceria com a Comissão Própria de
Avaliação (CPA), realiza avaliação semestral dos docentes pelos discentes, envolvendo os
aspectos inerentes ao processo de ensino/aprendizagem. Os resultados são obtidos por
disciplina, publicados no mural do Colegiado do Curso e no Relatório Anual da CAA. A
partir desta ação também são obtidos resultados quanto a Autoavaliação da atuação por
disciplina dos docentes e discentes.
Os aspectos avaliados semestralmente pelos discentes são:
Quanto ao Docente
1. Demonstrou segurança na exposição dos conteúdos, expondo-os com clareza e
destacando aplicações e aspectos importantes da matéria.
2. Enriqueceu as aulas com resultados de pesquisa, material atualizado, visitas
técnicas, demonstrações práticas e/ou participação de palestrantes externos.
3. Desenvolveu as aulas com objetividade, utilizando recursos e procedimentos
apropriados.
4. Incentivou a participação dos alunos, analisando o seu questionamento crítico e
suas contribuições.
5. Exigiu raciocínio crítico construtivo dos alunos.
6. Estabeleceu um bom relacionamento com os alunos, mostrando-se disponível para
atendê-los sempre que possível.
7. Apresentou aos alunos os procedimentos e critérios de avaliação, logo nas primeiras
aulas.
86

8. Buscou cumprir os procedimentos e critérios de avaliação, alterando-os somente
quando devidamente justificado.
9. Utilizou instrumentos (avaliações, trabalhos etc) de avaliação compatíveis com os
conhecimentos, habilidades e atitudes desenvolvidas em sala de aula.
10. Discutiu com os alunos os resultados das avaliações, esclarecendo as dúvidas.
Quanto ao planejamento da disciplina
1. Os conteúdos a serem abordados durante a disciplina foram apresentados no início
do semestre.
2. A totalidade dos conteúdos previstos para a disciplina foi desenvolvida.
3. Os objetivos de aprendizagem da disciplina foram alcançados.
4. A disciplina contribuiu como desenvolvimento da capacidade intelectual do aluno,
não se restringindo à memorização.
5. A carga horária total da disciplina foi cumprida e bem aproveitada.
6. A disciplina incluiu exercícios, trabalhos práticos e/ou de laboratório ou outros.
7. Estou satisfeito com o que aprendi na disciplina.
Quanto à Autoavaliação


Dediquei à disciplina todo esforço e energia de que sou capaz.

Monitoria e tutoria são ações que contribuem com o processo de ensino/aprendizagem
e resultaram de avaliações dos processos de ensino/aprendizagem a nível institucional. Dessa
forma os discentes do curso de Ciências Contábeis contam com o apoio de monitores e
tutores, principalmente em disciplinas do ciclo básico. Os monitores e tutores são discentes
que já concluíram as disciplinas das quais são monitores ou tutores e que passaram por
seleção através de edital interno da UFAL. Deve-se ressaltar que estes discentes realizam suas
atividades sob a orientação de docente(s).
Ao longo de cada semestre letivo, a verificação de aprendizagem pode abranger
provas, trabalhos e exercícios práticos, seminários, relatórios, projetos, e/ou outros
relacionados com a matéria lecionada por cada professor. Em consonância com a Resolução
CEPE n.º 25 de 26 de outubro de 2005, a avaliação de desempenho do discente em cada
unidade será feita atribuindo-se uma nota de 0 (zero) a 10 (dez) pontos, considerada até duas
casas decimais. Salienta-se que será atribuída nota zero ao estudante que usar de meios ilícitos
87

durante a realização de exames de verificação de aprendizagem ou quando da elaboração de
trabalhos escolares, sem prejuízo da aplicação das demais sanções cabíveis.
Atendidas a frequência mínima às aulas e às demais atividades programadas para cada
disciplina e/ou atividade curricular, será considerado aprovado o estudante que i) alcançar
Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete), ii) alcançar média
final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco décimos), após a realização da Prova Final
(PF), em cada disciplina.
Por sua vez, será considerado automaticamente reprovado o aluno que i) frequentar
cargahorária inferior a 75% (setenta e cinco por cento) daquela programada para a disciplina
e/ou atividade em que estiver matriculado, ii) cuja Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais
for inferior a 5,00 (cinco), iii) não alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros
e cinco décimos), após a realização da Prova Final (PF).
12.2 Sistema de Avaliação Institucional e do Funcionamento do Curso
A avaliação do curso é executada conforme as diretrizes estabelecidas pela Comissão
Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES). Dessa forma inclui a avaliação do
desempenho dos estudantes através do ENADE, avaliação externa, realizada por comissões
externas designadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio
Teixeira (INEP) e a autoavaliação, conduzida pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) em
parceria com a Comissão de Auto Avaliação (CAA).
As avaliações necessitam ser vistas como ponto de partida e de chegada. Ponto de
chegada porque visualizamos o resultado de um esforço empreendido e de partida, porque é a
partir delas que efetuamos novos trabalhos e reavaliamos estratégias de ação. Trata-se de um
processo contínuo, gerando ações corretivas e/ou preventivas.
A avaliação institucional e autoavaliação do curso é realizada em parceria com as
instâncias superiores da Instituição e está baseada nas dez dimensões descritas pelo SINAES
(SINAES, 2009), são elas:
1. Missão e o plano de desenvolvimento institucional;
2. O ensino (graduação e pós-graduação), a pesquisa, a extensão e as respectivas
normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção
acadêmica, para as bolsas de pesquisa, de monitoria e demais modalidades;
3. A responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se refere
88

à sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à
defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural;
4. A comunicação com a sociedade;
5. As políticas de pessoal, de carreira do corpo docente e corpo técnico-administrativo,
seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas condições de trabalho;
6. Organização e gestão da instituição especialmente o funcionamento e
representatividade dos colegiados, sua independência e autonomia na relação com a
mantenedora, e a participação dos segmentos da comunidade universitária nos processos
decisórios;
7. Infraestrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos de
informação e de comunicação;
8. Planejamento e avaliação, especialmente em relação aos processos, resultados e
eficácia da Auto Avaliação institucional;
9. Políticas de atendimento aos estudantes e
10. Sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade
dos compromissos na oferta da educação superior.
Todos participam deste processo: discentes, docentes, técnicos e chefias imediatas.
12.3 Procedimentos Metodológicos da Avaliação Institucional e Autoavaliação do Curso
Para atingir os propósitos da avaliação são utilizados procedimentos quantitativos, os
quais são importantes, mas não suficientes, de modo que são também utilizadas metodologias
qualitativas de forma combinada. Dessa maneira é realizado balanço crítico contribuindo com
a identificação das potencialidades e carências setoriais ou necessidades em geral, e gerando
indicadores para futuros planejamentos internos.
Resolução da UFAL define os representantes da comunidade acadêmica, bem como da
comunidade civil e científica externa na composição da CPA e da CAA. Estas duas comissões
realizam suas atividades em parceria.
A CPA disponibiliza questionários a serem aplicados para avaliação institucional pelos
docentes, avaliação da infraestrutura e das metodologias de ensino/aprendizagem pelos
discentes. Cabe a CAA realizar ainda um balanço crítico quanto aos resultados obtidos a partir
da aplicação dos questionários. Esse mecanismo integrado de avaliação CPA/CAA visa o
envolvimento dos professores do curso no processo de Auto Avaliação institucional e do
curso, que passam a conhecer melhor os discentes e resultados que contribuem para aprimorar
89

suas metodologias de ensino/aprendizagem.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei no 10.436, de
24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei
no 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03
/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm> Acesso em: 25 set. 2013.
BRASIL. Lei n.º 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm>
Acesso em: 25 set. 2013.
CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Resolução n.º 560 de 28 de outubro de
1983. Dispõe sobre as prerrogativas profissionais de que trata o artigo 25 do Decreto-lei nº
9.295, de 27 de maio de 1946. Disponível em: <www.cfc.org.br/sisweb/sre/docs/
RES_560.doc> Acesso em: 25 set. 2013.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Portaria 4.059, de 10 de dezembro de 2004. Disponível
em: <http://portal.mec.gov.br/sesu/arquivos/pdf/nova/acs_portaria4059.pdf> Disponível em:
25 set. 2013.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Resolução CNE/CES 10, de 16 de dezembro de 2004.
Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Ciências
Contábeis, bacharelado, e dá outras providências. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br
/cne/arquivos/pdf/rces10_04.pdf> Disponível em: 25 set. 2013.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALGOAS. Resolução CEPE n.º 113 de 13 de novembro
de 1995. Estabelece normas para o funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos
cursos de graduação. Disponível em: <http://www.ufal.edu.br/estudante/graduacao/
legislacao/normas/documentos/resolucoes/resolucao_113_95_cepe> Acesso em: 25 set. 2013.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALGOAS. Resolução CEPE n.º 25 de 26 de outubro de
2005. Institui e regulamenta o funcionamento do Regime Acadêmico Semestral nos Cursos de
Graduação da UFAL, a partir do ano letivo de 2006. Disponível em: < http://www.ufal.edu.br/
estudante/graduacao/legislacao/normas/documentos/resolucoes/resolucao_25_2005_CEPE>
Acesso em: 25 set. 2013.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALGOAS. Resolução n.º 32 de 21 de maio de 2009.
Dispõe sobre a participação da UFAL no novo sistema de seleção para acesso aos cursos de
graduação baseado no exame nacional do Ensino Médio (Enem). Disponível em:
<http://www.ufal.edu.br/transparencia/conselhos-superiores/consuni/resolucoes/diversas/
graduacao/resolucao-consuni-no-32-2009/view> Acesso em: 25 set. 2013.

90

91

APÊNDICE 1

Disciplina

3º Período
C.H.

Pré.Req.

História do
Pensamento
Contábil

60

Contabilidade
Introdutória

80

Instituições de
Direito Público e
Privado

60

Metodologia
Científica

60

Português
Instrumental

60

-

Normas da
Profissão Contábil

60

-

-

Informação Contábil
para Gestão

-

Disciplina

4º Período
C.H.

Pré.Req.

Disciplina

Legislação Social,
Previdenciária e
Trabalhista.

80

Instituições de Direito
Contabilidade Pública
Público e Privado

Matemática
Financeira

60

Matemática I

Contabilidade
Intermediaria

80

5º Período
C.H.

Pré.Req.

80

Contabilidade
Introdutória

Análise das Demonstrações
Contábeis

80

Contabilidade
Intermediária

Contabilidade
Introdutória

Direito Tributário

60

Instituições de Direito
Público e Privado

60

Metodologia
Científica

Contabilidade Avançada

100

Contabilidade
Intermediária

Introdução às
Ciências Atuariais

60

Matemática I

Contabilidade de Custos

80

Contabilidade
Intermediária

Direito
Administrativo

60

Instituições de Direito
Público e Privado

-

-

Produção do
Pesquisa Aplicada à
conhecimento: ciência e
Contabilidade
não ciência

-

9
2

Disciplina

6º Período
C.H.

Pré.Req.

Disciplina

7º Período
C.H.

Pré.Req.

Controladoria Pública

80

Auditoria Pública

Laboratório Contábil II

80

Laboratório Contábil I
Administração
Financeira e
Orçamentária

Pré.Req.

Perícia Contábil

60

Contabilidade Avançada

Controladoria

60

Auditoria Contábil

60

Contabilidade Avançada

Administração
Financeira e
Orçamentária

60

Análise de Custos

60

Contabilidade de Custos

Contabilidade Gerencial

60

Análise de Custos

Orçamento Empresarial

80

Contabilidade
Tributária

60

Direito Tributário e
Contabilidade
Intermediária

Laboratório Contábil I

80

Contabilidade
Tributária

Eletiva

60

-

Sistemas de
Informação
Contábil

60

Sistemas de Informação
Gerencial

Teoria da Contabilidade

60

Contabilidade
Avançada

Eletiva

60

-

Eletiva

60

-

Auditoria Pública

80

Contabilidade Pública

-

-

Seminário
Integrador III

40

-

-

-

-

-

-

Análise de Custos

Disciplina

8º Período
C.H.

-

9
3
                
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