Engenharia de Produção

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                    Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS DO SERTÃO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE
PRODUÇÃO

Delmiro Gouveia - Alagoas
Abril de 2014

1

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

2

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS DO SERTÃO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE
PRODUÇÃO

Projeto Político Pedagógico do Curso de
Graduação em Engenharia de Produção,
elaborado com o objetivo de sua oferta
pela Universidade Federal de Alagoas –
Campus do Sertão, no contexto de sua
política de expansão.

Delmiro Gouveia/Alagoas – Abril de 2014

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

ELABORAÇÃO DO PROJETO:
Profa. Dra. Aline da Silva Ramos Barboza
EQUIPE DE REVISÃO DO PROJETO:
Prof. Msc. Alexandre Nascimento de Lima
Prof. Msc. Dalgoberto Miquilino Pinho Júnior
Prof. Msc. Daniel Oliveira de Farias
Profa. Msc. Gléssia Silva de Lima
Prof. Msc. Wellinsílvio Costa dos Santos

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Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

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SUMÁRIO
1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
2. FORMA DE INGRESSO
3. PERFIL DO EGRESSO
4. CAMPO DE ATUAÇÃO
5. INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA

6

6. OBJETIVOS

9

7. COMPETÊNCIAS /HABILIDADES /ATITUDES

11

8. METODOLOGIA
9. TABELA DE CARGA HORÁRIA
10. COLEGIADO DO CURSO
11. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
12. CONTEÚDO/MATRIZ CURRICULAR

13

12.1. Estrutura Pedagógica

13

12.2 Normas Complementares

14

13. ORDENAMENTO CURRICULAR

17

13.1. Organização das disciplinas por semestre

17

13.2. Disciplinas Eletivas

19

13.3. Ementas

20

14. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

47

15. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC

48

16. ATIVIDADES COMPLEMENTARES

49

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16.1. Programas de Apoio

49

16.2. Relação do Curso de Engenharia Produção com a Extensão

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17. PRÉ-REQUISITOS E CO-REQUISITOS
18. AVALIAÇÃO

58

18.1. Sistema de Avaliação do processo ensino e aprendizagem
18. 2. Sistema de Avaliação do Projeto de Curso
19. CONDIÇÕES DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURSO
19.1. Infraestrutura de Docentes
19.2. Técnicos-administrativos
19.3. Recursos materiais
20. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
MANTENEDORA: Ministério da Educação (MEC)
CÓDIGO: 391
MUNICÍPIO-SEDE: Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
DEPENDÊNCIA: Administrativa Federal
MANTIDA: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
CÓDIGO: 577
MUNICÍPIO-SEDE: Maceió
ESTADO: Alagoas
REGIÃO: Nordeste
ENDEREÇO DO CAMPUS SEDE: Rodovia BR 101, Km 14 Campus A. C. Simões
– Cidade Universitária Maceió /AL - CEP: 57.072 - 970. Fone: (82) 3214 - 1100
(Central)
PORTAL ELETRÔNICO: www.ufal.edu.br
ATOS REGULATÓRIOS: Portarias de Credenciamento e/ou recredenciamento,
atos legais publicados em DO
EXEMPLO: Decreto Federal nº 3867, de 25/01/1961, publicado no DO de
27/01/1961
UNIDADE ACADÊMICA: Campus do Sertão
NOME DO CURSO: Engenharia de Produção
TÍTULO OFERTADO: Engenheiro de Produção
DOCUMENTO DE AUTORIZAÇÃO E/OU PORTARIA DE RECONHECIMENTO:
Parecer CNE/CES 204/2010 de 27/04/2011 com publicação no DOU de 28/04/2011
MODALIDADE: Presencial
ENDEREÇO DE FUNCIONAMENTO DO CURSO:
TURNO DE FUNCIONAMENTO: Matutino e Vespertino
NÚMERO DE VAGAS: 80 vagas/ano (40/semestre)
CARGA HORÁRIA TOTAL: 4.334 horas-aula (3.611 horas-relógio)
DURAÇÃO: Mínima – 10 semestres
Máxima – 15 semestres
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL:
MÍNIMA: 290 horas
Máxima: 430 horas

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2. FORMA DE INGRESSO
A principal forma de acesso aos cursos da Universidade Federal de Alagoas é
normatizada pela Resolução nº 32/2009-CONSUNI/UFAL, de 21 de maio de 2009,
que trata da adoção do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) como o
Processo Seletivo da Universidade Federal de Alagoas. Outras resoluções e
legislações nacionais normatizam as demais formas de ingresso no curso através
de transferência, reopção, matrícula de diplomados, Programa de EstudantesConvênio de Graduação etc, normalizadas pela Pró-reitoria de Graduação.

3. PERFIL GERAL DO EGRESSO:
O engenheiro de produção é o profissional capaz de responsabilizar-se por projeto,
modelagem, implantação, operação, manutenção e a melhoria de sistemas
produtivos integrados de bens e serviços, envolvendo homens, recursos
financeiros e materiais, tecnologia, informação e energia. Compete ainda,
especificar, prever e avaliar os resultados obtidos destes sistemas para a
sociedade e o meio ambiente, recorrendo a conhecimentos especializados da
matemática, física, ciências humanas e sociais, conjuntamente com os princípios e
métodos de análise e projeto da engenharia.

4. CAMPO DE ATUAÇÃO:
O Engenheiro de Produção pode atuar em diversos setores da economia sob a
temática da sustentabilidade e seus preceitos: social, cultural, político, econômico e
ecológico. Em tempo de globalização financeira e dos mercados, crescimento da
importância do setor de serviços e do potencial do agronegócio brasileiro,
surgimento de evidente preocupação e necessidade de utilização racional dos
recursos naturais, esse profissional será de fundamental importância para exercer
um papel de liderança no projeto, controle e organização de sistemas de produção
e de prestação de serviços que primam pelo desenvolvimento sustentável.

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5. INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA
O surgimento e a consolidação da Engenharia de Produção no país estão
intimamente ligados ao desenvolvimento da indústria e da economia brasileira o
que não é uma peculiaridade do caso brasileiro vez que algo semelhante ocorreu
em países como Estados Unidos e Grã-Bretanha. Além disso, dado o
desenvolvimento tardio da indústria brasileira, a evolução da Engenharia de
Produção no país seguiu os moldes do movimento observado nesses dois países.
As raízes da Engenharia de Produção datam antes de sua constituição como uma
nova disciplina no campo da Engenharia. A sua prática surgiu com a estruturação
de sistemas de produção na Revolução Industrial ao final do século XVIII. Nessa
época, fábricas na Inglaterra empregavam métodos de custeio, de estudo do
arranjo físico das maquinas e de programação da produção.
Contudo, o que marcou o desenvolvimento da Engenharia de Produção no Brasil
foi a instalação de empresas multinacionais que trouxeram no seu organograma
funções tipicamente desempenhadas por engenheiros industriais, tais como
tempos e métodos, planejamento e controle da produção, controle de qualidade,
por exemplo. Isto influenciou o mercado de trabalho que passou a demandar
profissionais que ainda não eram formados pelas faculdades e escolas de
engenharia da época.
Além da instalação das multinacionais, o crescimento das empresas nacionais e
estatais criou uma maior demanda por administradores e engenheiros industriais.
Isto culminou na criação da Escola de Administração de Empresas na Fundação
Getulio Vargas (FGV) no estado de São Paulo e do primeiro curso de
Administração de Empresas, em 1954. Quatro anos depois foi criado o primeiro
curso de graduação em Engenharia de Produção do país, na Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo (USP). Inicialmente, o curso era uma opção do curso
de Engenharia Mecânica. Posteriormente foi criado o curso de graduação em
Engenharia de Produção.
As atividades do engenheiro de produção têm se voltado para o processo de
organização e administração dos recursos na produção de bens e serviços. Desta
forma, o engenheiro de produção possui como característica principal a atuação na

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produção diretamente dita, ou seja, enquanto as outras engenharias trabalham na
fase de invenção dos produtos, dos processos e da tecnologia que serão
colocados em prática na produção, o engenheiro de produção entra em cena muito
mais para reduzir custos e melhorar a qualidade dos produtos, cuidar da
distribuição e da gestão dos processos produtivos de forma geral. Portanto,
atuando numa interface entre as áreas das engenharias e das ciências da
administração.
Vale ainda ressaltar que os setores de atuação do engenheiro de produção
mantém uma grande similaridade com as áreas da Engenharia de Produção
definidas pela Associação Brasileira de Engenharia de Produção - ABEPRO. São
elas: Gerência da Produção, Qualidade, Engenharia Econômica, Gestão
Econômica, Ergonomia e Segurança do Trabalho, Engenharia do Produto,
Pesquisa Operacional, Estratégia e Organizações, Gestão de Tecnologia, Sistemas
de Informação, Gestão Ambiental e Ensino de Engenharia de Produção.
Ressalta-se a importância para a sociedade brasileira da formação de engenheiros
de produção que possam atuar em diversos setores da economia sob a temática
da sustentabilidade e seus preceitos: social, cultural, político, econômico e
ecológico. Em tempo de globalização financeira e dos mercados, crescimento da
importância do setor de serviços e do potencial do agronegócio brasileiro,
surgimento de evidente preocupação e necessidade de utilização racional dos
recursos naturais, esse profissional será de fundamental importância para exercer
um papel de liderança no projeto, controle e organização de sistemas de produção
e de prestação de serviços que primam pelo desenvolvimento sustentável.
Neste contexto, vem se despontando pelos arranjos institucionais, como território
inserido nas mesorregiões dos Ministérios de Desenvolvimento Agrário, da
Integração

Nacional

e

Meio

Ambiente;

pela

implantação

das

novas

institucionalidades, a exemplo dos fóruns, comitês, formas associativas, sedes de
arranjos produtivos da apicultura, caprinovicultura, da piscicultura; pelo potencial
natural e beleza cênica; as juventudes e outros sujeitos que desejam participar do
desenvolvimento de seu lugar e não serem obrigados a se afastarem em busca de
uma formação profissional e consequentemente melhorar suas condições de vida.

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Destaca-se, a relevância histórica regional e nacional do município sede do
Campus do Sertão como palco de uma das experiências pioneiras da
industrialização rural conduzida pelo visionário Delmiro Gouveia. Assim o Campus
do Sertão, como vetor do desenvolvimento, enfatizará junto ao seu pólo as
vocações, as potencialidades e capacidades empreendedoras e as questões
referentes à gestão das micro e pequenas empresas, formas associativas, e a
sustentabilidade destas, considerando especialmente o contexto da Caatinga e os
gargalos no desenvolvimento das cadeias produtivas, justificando a importância da
oferta, neste local, de Cursos do Eixo de Tecnologia, como é o caso de Engenharia
de Produção.
Neste sentido o Projeto do Curso de Engenharia de Produção foi pensado com o
propósito de apresentar à comunidade acadêmica interna e externa o seu projeto
pedagógico, dotado de flexibilidade, capaz de ajustar-se à dinâmica do
desenvolvimento local e regional, enquanto proposta transformadora, que
possibilite a dinamização das ações de pesquisa, pós-graduação e extensão,
objetivando o atendimento às novas demandas da sociedade, do mercado no
contexto dos avanços decorrentes dos avanços do processo de desenvolvimento
socioeconômico e tecnológico, do Brasil, e em particular no alto Sertão Alagoano.
A UFAL, como resposta aos desafios da contemporaneidade, e com vistas a
contribuir efetivamente para alavancar o desenvolvimento desta região, ousou
definir novos padrões e procedimentos institucionais, nova estrutura e novos
projetos pedagógicos, quanto ao: conhecimento geral, comum a todos os cursos,
com abordagem da complexidade e da totalidade; conhecimento compartilhado,
intermediário,

comum

aos

vários

cursos

de

cada

eixo

de

formação;

conhecimento específico de cada profissão em constante dinamismo e inovação,
alinhado à ciência universal, mas considerando as particularidades locais.
O Campus do Sertão da UFAL na Cidade de Delmiro Gouveia tem grande
compromisso com o desenvolvimento educacional, cultural e econômico do Estado
de Alagoas. Para tanto, busca a consolidação de seu papel na integração e
transformação regional. Suas ações têm o propósito explícito de buscar o
desenvolvimento econômico e a qualidade de vida desta população, para tanto em
sua participação busca articular diversos setores sociais da região em torno de
eixos de desenvolvimento específico e, principalmente no reforço da educação,

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pois acredita ser este o principal agente propulsor de mudanças sociais,
tecnológicas e ambientais.
O principal elemento motivador para a elaboração do Projeto Pedagógico do Curso
de Graduação em Engenharia de Produção desta instituição foi a constatação e a
tomada de consciência, por parte da comunidade envolvida com o Curso, da
necessidade de um melhor planejamento do processo ensino-aprendizagem,
objetivando a qualidade do profissional e do cidadão que se pretende formar.
Acredita-se que a elaboração e construção do Projeto Pedagógico - enquanto
proposta de trabalho coletivamente assumida - pode contribuir para que o Curso
atinja seus objetivos, sintetizados na formação de profissionais de Engenharia de
Produção competentes, criativos, com visão crítica, bem como de cidadãos
cônscios de suas responsabilidades para com a sociedade.
Do ponto de vista da oferta de empregos e demanda por profissionais,
especialmente para engenheiros, a região do Nordeste nos próximos anos mostrase ao mesmo tempo atrativa para esta categoria profissional e necessita de maior
número de profissionais formados em engenharia.
Tais necessidades são idênticas a realidade nacional, segundo dados do Conselho
Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA) o déficit deste profissional no país
é superior a 20 mil, possibilitando ainda que os engenheiros formados na região
migrem em busca de empregos para outras regiões do país.

6. OBJETIVOS
Geral:


Definir uma política pedagógica para formação do Engenheiro de Produção,

da Universidade Federal de Alagoas, de modo a atender às demandas da
sociedade com as políticas de desenvolvimento nacional, onde a competição, com
base nos conhecimentos científicos e tecnológicos e a responsabilidade para um
desenvolvimento sustentável são parâmetros fundamentais.

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Específicos:


Conscientizar

o

discente

de

sua

condição

de

futuro

engenheiro,

experimentando, desde as primeiras disciplinas, a prática de participação em
atividades de extensão e/ou pesquisa que o envolva com a profissão vivenciando,
mesmo que de início timidamente, a realidade de mercado.


Definir estratégias de realização atualizada de ensino de graduação deste

Curso, objetivando formar profissional capaz de propor soluções que sejam não
apenas tecnicamente corretas, mas incorporando o seu pensar a visualização dos
problemas em sua totalidade, inseridos numa cadeia de causas e efeitos de
múltiplas dimensões, identificado com os conceitos de controle de qualidade,
desenvolvimento sustentável e domínio das novas técnicas disponíveis para
utilização em engenharia.


Propiciar aos discentes condições de se tornar, além de um profissional

qualificado, um cidadão com pleno conhecimento da realidade de seu país e das
medidas a serem adotadas na promoção do bem estar de nossa sociedade.

7. COMPETÊNCIAS / HABILIDADES/ ATITUDES
A formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos
requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais:
I - aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à
engenharia;
II - projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
III - conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
IV - planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de
engenharia;
V - identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
VI - desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;

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VI - supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
VII - avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
VIII - comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
IX - atuar em equipes multidisciplinares;
X - compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissional;
XI - avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental;
XII - avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
XIII - assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
A Associação Brasileira de Engenharia de Produção – ABEPRO, considerando as
definições do International Institute of Industrial Engineering – IIIE estabelece que
ao egresso do Curso de Engenharia de Produção compete o projeto, a
modelagem, a implantação, a operação, a manutenção e a melhoria de sistemas
produtivos integrados de bens e serviços, envolvendo homens, recursos
financeiros e materiais, tecnologia, informação e energia. Compete ainda,
especificar, prever e avaliar os resultados obtidos destes sistemas para a
sociedade e o meio ambiente, recorrendo a conhecimentos especializados da
matemática, física, ciências humanas e sociais, conjuntamente com os princípios e
métodos de análise e projeto da engenharia.
A estrutura do curso de Engenharia de Produção possibilita a versatilidade
profissional dos profissionais dessa área, em função das áreas abrangidas pelo
mesmo: Engenharia do Produto, Processos Produtivos, Gerência da Produção,
Qualidade,

Pesquisa Operacional, Engenharia

do Trabalho, Estratégia e

Organizações, Gestão Econômica.
Para efeito de regulamentação profissional o Sistema Confea/Crea estabelece a
Resolução n.o

1.010, de 22 de agosto de 2005, que dispõe sobre a

regulamentação da atribuição do título profissional, atividades, competências e
caracterização do âmbito de atuação.

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A atribuição de competências, para egressos de cursos que venham a registrar-se
no Crea, à respectiva Câmara Especializada do Crea, e em conformidade com as
disposições estabelecidas na Resolução n.o 1.010, de 22 de agosto de 2005 e na
Resolução n.o 1.016, de 26 de agosto de 2006, dependerá rigorosamente da
profundidade e da abrangência da capacitação de cada profissional em
decorrência da flexibilidade que caracteriza as Diretrizes Curriculares.

8. METODODLOGIA

A metodologia definida para desenvolver as atividades do Curso expressa
coerência com os objetivos do curso, com os princípios institucionais e com sua
estrutura curricular. Está comprometida com a interdisciplinaridade, com o
desenvolvimento do espírito científico e com a formação dos sujeitos autônomos e
cidadãos.
A instituição assume assim seu papel de mediador e busca articular tais trocas,
pois reconhece o educando como um o agente principal de sua própria
aprendizagem, sendo capaz de construir satisfatoriamente seu aprendizado
quando participa ativamente do processo. Assim, o curso de graduação visa à
qualificação e competência do egresso, adotando para tal, métodos de ensino e
aprendizagem diversificados e criativos. Sendo assim, no Curso, as seguintes
metodologias são empregadas:
Seminários: Metodologia utilizada como uma forma de avaliação, preparando o
aluno para a prática expositiva, sistematização de ideias, clareza ao discorrer sobre
o assunto em pauta. Auxilia na Comunicação e Expressão Oral;
Palestras: Metodologia utilizada após o professor aprofundar determinado assunto,
tendo o palestrante a finalidade de contribuir para a integração dos aspectos
teóricos com o mundo do trabalho;
Ciclo de Palestras: Metodologia utilizada na busca de integração de turmas e
avanço do conhecimento, trazendo assuntos novos e enriquecedores, além de
proporcionar aos alunos a prática de cerimonial e organização de eventos, já que
estes ciclos são elaborados pelos próprios alunos, sob a orientação do professor

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

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da disciplina competente;
Dinâmicas de Grupo: Metodologia que visa ao preparo dos alunos para a vivência
profissional, com estimulação do desenvolvimento da contextualização crítica,
tomada de decisões e liderança. Ativa a criatividade, iniciativa, o trabalho em
equipe e a habilidade em negociação;
Práticas em Laboratórios: O curso utilizará laboratórios básicos e laboratórios
aplicados ao desenvolvimento das competências e habilidades práticas de suas
disciplinas. Esses laboratórios serão montados de forma a possibilitar um ensino
de alto nível e atualizado, colocando o aluno em contato com equipamentos
regularmente utilizados na realidade profissional. Dessa forma, o aluno, ao se
formar, poderá aplicar, em sua vida profissional, os conhecimentos úteis e
importantes adquiridos nas aulas práticas;
Visitas Técnicas: Realização de visitas a empresas, órgãos e instituições visando
a integrar teoria e prática, além de contribuir para o estreitamento das relações
entre instituição de ensino e as esferas sociais relacionadas a área do curso,
estabelecendo, dessa forma, uma visão sistêmica, estratégica e suas aplicações
na área do curso; Estudo de Casos: Atividade de aplicação dos conteúdos
teóricos, a partir de situações práticas, visando ao desenvolvimento da habilidade
técnica, humana e conceitual, além da possibilidade de avaliar resultados obtidos;
Projetos Culturais: Projetos desenvolvidos pelos alunos, em prol da sociedade
regional a serem desenvolvidos durante a implantação do curso, pelo coordenador,
em conjunto com as demais turmas da escola e instituições correlatas;
Aulas Expositivas: Método tradicional de exposição de conteúdos, porém com a
utilização de recursos tecnológicos que auxilia no processo de ensino e
aprendizagem, tais como: audiovisuais, tais como, data-show, TV, Internet e vídeo.

Estas práticas apoiam-se numa metodologia que busca uma interação entre aluno
– professor – conteúdo. Preza-se que o educando conheça os primeiros passos do
caminho para aprender a aprender. Os estudantes são encorajados a definir seus
próprios objetivos de aprendizagem e tomar a responsabilidade por avaliar seus
progressos pessoais. No entanto, o aluno é acompanhado e avaliado, e essa
avaliação inclui a habilidade de reconhecer necessidades educacionais pessoais,
desenvolver um método próprio de estudo, utilizar adequadamente uma
diversidade de recursos educacionais e avaliar criticamente os progressos obtidos.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

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A avaliação de rendimento do aluno segue a resolução da UFAL, CEPE 25/2005,
de 26 de outubro de 2005, como segue:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
(d) Estágio Curricular Obrigatório.
Onde cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que possível, aos
conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de mais de 01
(um) instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas práticas, além
de outras opções como provas orais, seminários, experiências clínicas, estudos de
caso, atividades práticas em qualquer campo utilizado no processo de
aprendizagem.
Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais dos
instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva,
calculada considerando-se a média das avaliações programadas e efetivadas pela
disciplina.
Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma das 02
(duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a ser
reavaliado naquela em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a
maior nota.
A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética, apurada até
centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das Avaliações
Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou superior a
5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova Final (PF).
A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina ministrada e será
realizada no término do semestre letivo, em época posterior às reavaliações,
conforme o Calendário Acadêmico da UFAL.

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Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em cada
disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e
cinco décimos).
O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada da Nota Final (NF)
das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da Prova Final (PF), com
peso 4 (quatro).

9. TABELA DE CARGA HORÁRIA
CURSO: Engenharia de Produção
Componentes
Horas-aula
Horas-relógio
Curriculares
(50min)
(60min=1 hora)
Disciplinas Obrigatórias
3710
3091
Disciplinas Eletivas
120
100
Estágio Supervisionado
192
160
Atividades
240
200
Complementares
Trabalho de Conclusão de
72
60
Curso (TCC)
Carga horária total
4334
3611

Percentual
(Aproximado)
85%
3%
4%
6%
2%
100%

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Atividades
Complementares
6%

Disciplina
Obrigatória

Estágio
Supervisionado 4%

Disciplina Eletiva

TCC 2%
TCC

Eletiva 3%

Estágio
Supervisionado
Atividades
Complementares

Disciplinas
Obrigatórias; 85%

Figura 1 – Gráfico relativo de carga horária

10. COLEGIADO DO CURSO
De acordo com o Regimento Geral da Universidade Federal de Lagoas, em seus
artigos 25 e 26, o Colegiado de Curso de Graduação tem o objetivo de coordenar o
funcionamento acadêmico de Curso de Graduação, seu desenvolvimento e
avaliação permanente, sendo composto de:
I. 05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos
suplentes, que estejam no exercício da docência, eleitos em Consulta efetivada
com a comunidade acadêmica, para cumprirem mandato de 02 (dois) anos,
admitida uma única recondução;
II. 01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente, escolhido
em processo organizado pelo respectivo Centro ou Diretório Acadêmico, para
cumprir mandato de 01 (um) ano, admitida uma única recondução;

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

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III. 01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo
suplente, escolhidos dentre os Técnicos da unidade acadêmica, eleito pelos seus
pares, para cumprir mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução.
O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu Suplente (Vice-Coordenador),
escolhidos pelos seus membros dentre os docentes que o integram.
26. São atribuições do Colegiado de Curso de Graduação:
I. coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto Pedagógico
do Curso, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, no perfil do profissional
desejado, nas características e necessidades da área de conhecimento, do
mercado de trabalho e da sociedade;
II. coordenar o processo de ensino e de aprendizagem, promovendo a integração
docente-discente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da ação docente com
os planos de ensino, com vistas à formação profissional planejada;
III. coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos resultados obtidos,
executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as alterações que se
fizerem necessárias;
IV. colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;
V. exercer outras atribuições compatíveis.

11. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)
É um grupo formado por 5 (cinco) docentes, escolhido pelo Colegiado entre os
docentes que ministram aulas do curso, com mandato de 3 (três) anos, possui
atribuições acadêmicas de acompanhamento, do processo de concepção,
consolidação e atualização contínua do Projeto Político-Pedagógico do Curso.
Na seleção dos professores participantes procura-se docentes com liderança
acadêmica, conhecimento na área de engenharia, atuação no ensino, pesquisa e
extensão, bem como conhecimento de regulação educacional.

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O Coordenador do Curso é também o Coordenador do NDE

12. CONTEÚDO/MATRIZ CURRICULAR
12. 1. ESTRUTURA PEDAGÓGICA
A proposta da matriz curricular foi estabelecida tomando-se como referência o
Projeto Político Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção da Universidade
Federal de Juiz de Fora e as discussões da Comissão de Graduação da ABEPRO,
com base nas diretrizes principais do projeto de interiorização da UFAL, tendo em
vista o perfil do profissional que a contemporaneidade exige e o desenvolvimento
de competências e habilidades com visão multidisciplinar, na medida em que
articula vertical e horizontalmente as disciplinas e suas diversas concepções
voltadas para o desenvolvimento cientifico e tecnológico do sertão alagoano e do
setor produtivo daquela região.
No projeto de expansão da UFAL, os cursos de graduação oferecidos no interior
constituem uma experiência inovadora, apresentando características distintas
daquelas dos cursos do Campus Maceió. Tal proposta se embasa na necessidade
de adoção de um projeto acadêmico-administrativo inovador, racional, flexível e
econômico em recursos humanos e materiais, mas sem sacrificar a qualidade nem
deixar de ser apropriado às novas condições de operação da instituição.
Os cursos de graduação implantados nos Campi e Pólos do interior são agrupados
em Eixos Temáticos. Esses Eixos Temáticos agrupam classes de cursos que
guardam identidades, atividades e formações disciplinares comuns. O Curso de
Engenharia de Produção está localizado no Eixo da Tecnologia.
Características gerais dos Troncos de Conhecimento:


Flexibilidade curricular: possibilita mobilidade docente (atuação) e

discente (aquisição de conhecimentos do Tronco inicial e conhecimentos
complementares- disciplinas dos variados Troncos - entre os Pólos e Campi do
interior;

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção



16

Tronco Profissionalizante: práticas, estágios e TCCs, preferencialmente

com intervenção na realidade local; competência aferida mediante monografia com
banca docente e defesa pública;


Pesquisa e extensão: consideradas princípios pedagógicos, devem estar

obrigatoriamente presentes nas atividades curriculares dos troncos Intermediário e
Profissionalizante;


Modalidade à distância: os projetos pedagógicos dos cursos poderão

conter até 20% de carga horária ministrada na modalidade à distância, segundo
permite a legislação em vigor.
Na matriz curricular do curso de Engenharia de Produção ofertado pela UFALCampus Sertão observa-se os fundamentos da estética da sensibilidade, política
da igualdade e a ética da identidade, como também os princípios específicos de
flexibilidade, autonomia, interdisciplinaridade e transversalidade.
A identidade supõe uma inserção no meio social que leva à definição de vocações
próprias, que se diversificam ao incorporar as necessidades locais e as
características dos alunos e a participação dos professores e das famílias no
desenho institucional.
A diversidade é necessária para contemplar as desigualdades nos pontos de
partida dos alunos, que requerem diferenças de tratamento como forma mais eficaz
de garantir um resultado comum nos pontos de chegada. Com a flexibilidade
procurar-se-á promover a adaptação às diferenças individuais, respeitar os
diversos ritmos de aprendizagem, integrar as diferenças locais e os contextos
culturais.
A interdisciplinaridade baseia-se na interdependência, na interação e no diálogo
permanente entre os vários ramos do conhecimento, e deve buscar a integração do
conhecimento num todo harmônico e significativo. O princípio pedagógico da
contextualização permite à Universidade pensar o currículo de forma flexível, com
uma ampla rede de significações, e não apenas como um lugar de transmissão do
saber. O conteúdo de ensino deve provocar aprendizagens significativas que
mobilizem o aluno e estabeleçam entre ele e o objeto do conhecimento uma
relação de reciprocidade. A contextualização evoca, por isso, áreas, âmbitos ou

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

17

dimensões presentes na vida pessoal, social e cultural, e mobiliza competências
cognitivas já adquiridas.
Esses princípios pedagógicos visam contribuir para a formação da totalidade
humana em consonância com as novas demandas do mundo contemporâneo.
Também é observado como eixos estruturais na organização dos cursos, o
“aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a viver, aprender a ser“, eixos
encaminhados

pela

UNESCO

que

orientarão

a

seleção

dos

conteúdos

significativos.
A interdisciplinaridade propicia o diálogo entre os vários campos do conhecimento
e a integração do saber. Visa superar uma organização curricular tradicional, que
coloca as disciplinas como realidades estanques, fragmentadas, isoladas e dificulta
a apropriação do conhecimento pelo aluno. A interdisciplinaridade favorece uma
visão contextualizada e uma percepção sistêmica da realidade, permitindo uma
compreensão mais abrangente do saber.
A interdisciplinaridade integra o saber, propiciando a compreensão da relevância e
do significado dos problemas estudados, favorecendo, consequentemente, os
processos de intervenção e busca de soluções. Expressa ainda a necessidade de
reconstruir o pensamento em novas bases, recuperando dimensões como a
criatividade, a imaginação e a capacidade de lidar com a incerteza. A
interdisciplinaridade não significa uma justaposição de saberes, nem implica uma
comunicação reduzida entre as disciplinas. Envolve a elaboração de um contexto
mais geral, no qual as disciplinas em contato são modificadas, passando a
dependerem claramente uma das outras. Promove, portanto, intercâmbios mútuos
e recíprocas integrações entre as disciplinas.
O ensino baseado na interdisciplinaridade tem um grande poder estruturador, pois,
as definições, os contextos e os procedimentos que são estudados pelos alunos
são organizados em torno de unidades mais globais, que agregam estruturas de
conceitos e metodologias compartilhadas por várias disciplinas, capacitando os
alunos para enfrentar problemas que transcendem os limitem de uma disciplina
concreta e para detectar, analisar e solucionar novas questões. Além disso, a
interdisciplinaridade favorece a realização de transferência das aprendizagens já
adquiridas

em

outros

contextos

e

amplia

a

motivação

para

aprender.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

18

Adicionalmente, as disciplinas do Curso estão interrelacionadas e se integram em
função dos objetivos do Curso e do perfil do egresso.
A transversalidade busca a adequação do currículo às características dos alunos
e do ambiente socioeconômico e cultural, permitindo relacionar as atividades
curriculares com o cotidiano dos alunos e com o contexto social. Para atender a
esse princípio, buscou-se adequar o processo ensino-aprendizagem à realidade
local e regional, articulando as diferentes ações curriculares às características,
demandas e necessidades de cada contexto.
Desenvolveu-se estratégias para articular o processo de ensino à realidade dos
alunos, propiciando uma aprendizagem referida aos diferentes âmbitos e
dimensões da vida pessoal, social e cultural dos discentes. Nessa perspectiva, as
práticas curriculares implementadas no curso estão pautadas no conhecimento das
características dos alunos, buscando respeitar sua personalidade e sua identidade.
O princípio da transversalidade permitiu ainda pensar um currículo de forma
abrangente, com uma ampla rede de significações, e não apenas como um lugar
de

transmissão

e

reprodução

do

saber.

A

transversalidade

envolve

o

estabelecimento de uma relação de reciprocidade entre o aluno e o objeto de
conhecimento, favorecendo uma aprendizagem significativa, uma vez que está
baseada nos diferentes âmbitos e dimensões da vida pessoal, social e cultural dos
alunos.
A educação relativa às relações étnico-raciais, bem como o tratamento de
questões e temáticas relacionadas a afro descendentes e indígenas estão
sendo abordadas em algumas disciplinas e atividades curriculares do curso (Ética
e Exercício Profissional, Seminário Integrador, por exemplo), sendo ministradas de
forma interdisciplinar e transdisciplinar. Têm-se feito esforços para a organização
de palestras e visitas a povoados quilombolas e tribos indígenas da região, com o
apoio do Centro Acadêmico de Engenharia de Produção.
As inovações são sempre uma característica da Educação Superior, visto que o
conhecimento é dinâmico e reflete as mudanças que homens e sociedades
produzem em sua história. Nesse sentido, tais inovações são também acionadas
numa perspectiva de inclusão social de setores que exigem, por direito, o respeito

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

19

às suas demandas sociais. Considerando que a Educação é um dos mais
importantes espaços para garantir essa inclusão, a organização curricular do Curso
Superior em Engenharia de Produção da Universidade Federal de Alagoas Campus do Sertão, contempla também às exigências do Decreto Nº. 5.626,
publicado no DOU de 23/12/2005, que Regulamenta a Lei Nº. 10.436, de 24 de
abril de 2002, que dispõe sobre a disciplina de LIBRAS – Língua Brasileira de
Sinais e o art. 18 da Lei Nº. 10.098, de 19 de Dezembro de 2000, com carga
horária de 60 horas, na condição de Disciplina Eletiva. O cumprimento do referido
Decreto visa garantir o direito à educação das pessoas com deficiência auditiva,
bem como instrumentalizar o futuro profissional Tecnólogo em Segurança no
Trabalho para atender clientes e/ou familiares, que possam apresentar esta
necessidade especial, como cidadãos.
Assim, a Universidade Federal de Alagoas – Campus do Sertão, reúne uma feliz
combinação

de

fatores:

a

modernidade

de

sua

proposta

educacional

interdisciplinar, que valoriza a formação humanista, crítica e reflexiva; o
envolvimento da sua equipe docente, composta por doutores, mestres e
especialistas; e as avançadas instalações, que incluem salas de aula amplas, além
de biblioteca e laboratórios para a formação acadêmica do corpo discente.
Essa concepção exige de todos os colaboradores da Universidade a necessidade
de um olhar mais abrangente, uma visão de totalidade, um esforço de distinguir
para unir, e, no que diz respeito ao ensino, à articulação estreita dos saberes e
potencialidades, à necessidade do trabalho interdisciplinar; à relação teoria e
prática e a uma avaliação permanente.
Estão inseridos nesse olhar os valores éticos, políticos e estéticos. A organização
didática, as formas de convivência acadêmica, a organização do currículo e das
situações de aprendizagem e os procedimentos de avaliação que devem estar
coerentes com esses valores que agregam a sensibilidade, a igualdade e a
identidade.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

20

12. 2. NORMAS COMPLEMENTARES
O regime acadêmico do curso está instituído e regulamentado no Regimento Geral
da UFAL e nas disposições complementares estabelecidas pelo CONSUNI. Cabe,
portanto, ao Colegiado do Curso de Engenharia de Produção estabelecer,
atendendo às resoluções superiores, as normas que disciplinam:


Programa de nivelamento;



Programa de orientação acadêmica;



Pré-requisitos de disciplinas;



Estágio curricular supervisionado obrigatório;



Trabalho de conclusão de curso;



Carga Horária Referente à Parte Flexível;



Avaliação das disciplinas ofertadas ao curso.

13. ORDENAMENTO CURRICULAR
13.1. ORGANIZAÇÃO DAS DISCIPLINAS POR SEMESTRE.
Período

1

Código

Disciplina

Obrigatória

Semanal

Teórica

Sim

6

120

0

120

Produção do conhecimento: ciência
e não-ciência

Sim

6

120

0

120

Lógica, informática e comunicação.

Sim

6

120

0

120

Seminário integrador 1

Sim

Sociedade, natureza e
desenvolvimento: relações locais e
globais.

Total do semestre

2

Carga Horária
Prática

Semestral

2

0

40

40

20

360

40

400

30

30

60

Introdução à Computação

Sim

3

Ética e Exercício Profissional

Sim

2

-

40

40

Estatística e Probabilidade

Sim

3

20

40

60

Elementos de Cálculo

Sim

4

-

80

80

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

21

Geometria Analítica

Sim

3

-

60

60

Expressão Gráfica

Sim

3

40

20

60

Seminário Integrador 2

Sim

2

20

20

40

20

110

290

400

Total do semestre

3

Elementos de Cálculo 2

Sim

4

60

-

60

Álgebra Linear

Sim

4

60

-

60

Física 1

Sim

4

60

-

60

Laboratório 1 de Física

Sim

2

-

30

30

Expressão Gráfica 2

Sim

4

40

20

60

Cálculo Numérico

Sim

4

30

30

60

Química Tecnológica

Sim

4

60

-

60

Laboratório de Química

Sim

2

-

30

30

28

310

110

420

Total do semestre

4

Elementos de Cálculo 3

Sim

4

60

-

60

Física 2

Sim

4

60

-

60

Elementos de Mecânica dos Sólidos

Sim

4

40

20

60

Fenômenos de Transporte

Sim

4

40

20

60

Ciência e Tecnologia dos Materiais

Sim

4

40

20

60

Laboratório de Materiais

Sim

2

-

30

30

22

240

90

330

Total do semestre

5

6

Elementos de Cálculo 4

Sim

4

60

-

60

Física 3

Sim

4

60

-

60

Laboratório 2 de Física

Sim

2

-

30

30

Sistemas de Informação em
Engenharia de Produção 1

Sim

4

40

20

60

Resistência dos Materiais
Engenharia Econômica

Sim

4

40

20

60

Sim

4

60

-

60

4
26

40

20

60

300

90

390

Fenômenos de Transferência
Total do semestre

Sim

Sistemas de Informação em
Engenharia de Produção 2

Sim

4

40

20

60

Pesquisa Operacional

Sim

4

40

20

60

Modelagem e Simulação

Sim

4

40

20

60

Gestão Ambiental

Sim

4

60

-

Microeconomia

Sim

4

20

60
60

Empreendedorismo

Sim

4
2

40
60

-

60

30

-

30

26

310

80

390

Ergonomia
Total do semestre

7

Engenharia do Produto 1

Sim

4

40

20

60

Processos Produtivos
Organização do Trabalho e
Produção

Sim

4

40

20

60

60

-

60

Controle de Qualidade

Sim

4

60

-

60

Automação da Produção

Sim

4

60

-

Contabilidade de Custos

Sim

4
2

60

-

60
60

30

-

30

26

350

40

390

4

40
60

20
-

60

4

-

60

Eletrotécnica
Total do semestre
Planejamento e Controle da
Produção

8

Sim

Sim

Sim

Sim

4

Planejamento Estratégico

Sim

Sistemas de Gestão da Qualidade

Sim

4

60

Planejamento Empresarial

Sim

4

60

-

60

Gestão Financeira 1

Sim

4

60

-

60

Engenharia do Produto 2

Sim

4

40

20

60

Carga Eletiva

Sim

2

30

-

30

60

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

22

26

350

40

390

4

40

20

60

Projeto de Fábrica e Layout

Sim

4

40

Sim

4

60

20
-

60

Gestão Financeira 2
Noções de Direito

Sim

2

30

-

30

Administração

Sim

4

60

-

60

Engenharia de Métodos

Sim

4

60

-

60

Processos Industriais

Sim

4

60

-

60

4
22

60
290

40

60
450

Sim

4

30

-

30

Estagio Supervisionado

Sim

10

-

Sim

2

30

160
-

160

Marketing
Análise de Decisões e Riscos

Sim

4

60

-

60

Gestão da Manutenção Industrial

Sim

4

60

-

60

Gerenciamento de Projetos

Sim

4
2

60

-

30

-

60
30

22

150

160

430

Total do semestre

9

Logística e Cadeia de Suprimentos

Sim

Carga Eletiva
Total do semestre
Engenharia de Segurança do
Trabalho

10

Carga Eletiva
Total do semestre

Sim

Sim

60

30

Total de Carga Horária

3.989

Total: ----------disciplinas + estágio supervisionado

4.149

Atividades Complementares
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
Carga Horária de Integralização Curricular (CHIC)

200
60
4.249

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

23

13.2 DISCIPLINAS ELETIVAS
No de
Odem

Código.

Disciplina

Carga Horária
Semanal

Teórica

Prática

Semestral

1

Sistemas integrados de gestão

3

60

-

60

2

Engenharia de métodos

3

60

-

60
30

3

Gestão da inovação tecnológica

2

30

-

4

Planejamento e gestão da produção na construção civil

3

60

-

60

5

Projeto de Negócios

2

10

20

30
60

6

Introdução a confiabilidade de sistemas

3

60

-

7

Processo de fabricação

2

30

-

30

8

Gestão de Recursos Hídricos

3

60

-

60

9

Gestão de Resíduos Sólidos

3

60

-

60

10

Metrologia

2

30

-

30

3

60

-

60

11

Equações Diferenciais

12

Sensoriamento remoto aplicado à engenharia

2

20

10

30

13

Libras

3

60

-

60

14

Elementos de Topografia

3

60

-

60

15

Física 4

3

60

-

60

16

Água Subterrânea

3

60

-

60

17

Aeroportos e vias

2

30

-

30

13.3. EMENTAS
Disciplinas Obrigatórias
SOCIEDADE, NATUREZA E DESENVOLVIMENTO: RELAÇÕES LOCAIS E
GLOBAIS.
Ementa: Reflexão crítica sobre a realidade, tendo como base o conhecimento do
mundo a partir de um contexto local e sua inserção global, através de abordagem
interdisciplinar sobre sociedade, seu funcionamento, reprodução, manifestações
diversas e suas relações com a cultura, economia, política e natureza.
Conteúdo Programático:
Sociedade, cultura e política. Ciência, tecnologia e processos produtivos. Relações
sociedade-natureza e a questão ambiental. Desenvolvimento e subdesenvolvimento.
Princípios ecológicos, sociais e econômicos básicos na construção de novos
paradigmas de desenvolvimento. O global e o local: identidade, integração, rupturas e
diferenças.
Bibliografia Básica:
HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 1998.
LIRA, F. Alagoas: formação da riqueza e da pobreza. Maceió: Edufal, 2008.
SORJ, B. A nova sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.
SANTOS, L. G. Politizar as novas tecnologias. Editora 34, 2003.
Bibliografia Complementar:

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

24

DIEGUES, A. C. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo:
Annablume/Hucitec, USP, 2002.
GONÇALVES, C. W. Paixão da Terra: ensaios críticos de ecologia e geografia. Rio de
Janeiro: Pesquisadores associados em Ciências Sociais, 1984.
RIBEIRO, D. O povo brasileiro. São Paulo: Cia das Letras, 2006.
SACHS, I. Estratégias de transição para o século XXI - desenvolvimento e meio
ambiente. São Paulo: Studio Nobel, 1993.

PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO: CIÊNCIA E NÃO-CIÊNCIA
Ementa: Instrução e discussão sobre ciência e seus instrumentos, procedimentos e
métodos científicos, mas também sobre expressões do conhecimento tradicional,
populares e locais, para o reconhecimento de um diálogo de saberes e a
internalização de novos paradigmas.
Conteúdo Programático:
Conhecimento, ação, estratégias. Materiais, métodos, conceitos, leis, modelos, e
paradigmas. Epistemologia e crítica da ciência. A complexidade básica. Método
cientifico: observação, experimentação e formulação de modelos. A crise do modelo
disciplinar da ciência clássica e os novos desafios/necessidades para a compreensão
do mundo atual: a demanda de uma ciência da complexidade. A integração do
conhecimento e a construção interdisciplinar. A recriação/revalorização/integração:
saberes próprios de outra natureza. O diálogo de saberes. Conhecimento empírico e
tradicional: observação do contexto, acumulação e transmissão do conhecimento. Os
mitos. As complementaridades dos saberes.
Bibliografia Básica:
BOMBASSARO, Luiz Carlos. As fronteiras da epistemologia: Como se produz o
conhecimento. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 1992.
DUTRA, Luís H. de A. Introdução à teoria da ciência. Florianópolis: Editora da
UFSC, 1998.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Científica: teoria da ciência e
iniciação à pesquisa. 21 ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
REALE, Gionanni, ANTISERI, Dario. História da Filosofia. São Paulo: Paulos, 2003.
(3 volumes).
CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2004.
Bibliografia Complementar:
ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith, GEWANDSZNAJDER, Fernando. O Método nas
ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2 ed. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2004.
CHALMERS, A. F. O que é ciência, afinal?. Trad. de Raul Fiker. São Paulo:
Brasiliense, 1993. 225p.
COMTE, Auguste. Discurso sobre o espírito positivo. Trad. de José Arthur
Giannotti. 2.ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983. (Coleção os pensadores).
DESCARTES, René. Discurso do método. Trad. De Maria E. Galvão. São Paulo:
Martins Fontes, 2003.
HUME. David. Investigação sobre o Entendimento Humano. Lisboa: Edições 70,
s/d.
KANT. Immanuel. Crítica da Razão Pura. São Paulo: Abril Cultural, 1983 (Coleção Os
Pensadores).

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

25

KUHN, Thomas S. A Estrutura das Revoluções Científicas. Trad. de Beatriz V.
Boeira e Nelson Boeira. 5 ed. São Paulo: Perspectiva, 1967.
LAKATOS, Imre. O Falseamento e a Metodologia dos Programas de Pesquisa
Científica. In:
MILL, John Stuart. A Lógica das ciências morais. Trad. de Alexandre Braga
Massella. São Paulo: Iluminuras, 1999.
PLATÃO. A República. Trad. de Carlos Alberto Nunes. 3 ed. Belém: Editora
universitária, 2001. Livro VII ( O Mito da Carverna).
POPPER, Karl R. A Lógica da Pesquisa Científica. Trad. de Leonidas Hegenberg e
Octanny S. da Mota. São Paulo: Cultrix, s/d.
SCHLICK, M. Positivismo e Realismo. Trad. Baraúna, L. J. SP. Abril Cultural, 1975.
(Coleção Os Pensadores)
JOSTEIN, Gaarder. O mundo de Sofia.
LÓGICA, INFORMÁTICA E COMUNICAÇÃO.
Ementa: Oferta de instrumentos básicos requeridos pelo cursar da graduação
universitária, fundamentalmente, usos da linguagem, indução e dedução, novas
tecnologias de comunicação, usos do computador e da internet, expressão escrita,
análise, interpretação e crítica textual.
Conteúdo Programático:
Uso da linguagem. Falácias não formais. Definição. Introdução à dedução. Introdução
à indução. Desenvolvimento de projetos utilizando o computador. O papel da internet
na sala de aula. Explorando a WWW. Desenvolvimento de páginas na WEB para a
aprendizagem. Comunicando-se pela internet.
Bibliografia Básica:
COPI, Irving M. Introdução à Lógica. São Paulo: Mestre Jou Editora, 1981.
FURASTÉ, Pedro A. Normas Técnicas para o trabalho científico: elaboração e
formatação. 14 ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
LÉVY, Pierre. A conexão planetária: o mercado, o ciberespaço, a consciência. São
Paulo: Ed. 34, 2001.
MANZANO, José A. N. G. Broffice.org 2.0: Guia Prático de Aplicação. São Paulo:
Editora Érica, 2007.
NAVEGA, Sergio. Pensamento Crítico e Argumentação Sólida. São Paulo: Editora
Intelliwise, 2005.
VANOYNE, Francis. Usos da Linguagem: Problemas e Técnicas na Produção Oral e
Escrita. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
Bibliografia Complementar:
CASTELLS, Manuel. A Galáxia da Internet: Reflexões sobre a Internet, os negócios e
a sociedade, Jorge Zahar Editor, Rio de Janeiro, 2003.
JOHNSON, Steven. Cultura da interface: como o computador transforma nossa
maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane Price. Sistemas de Informação. 4a. ed. São
Paulo: LTC, 1999.
SOUZA, João Nunes de. Lógica Para Ciência da Computação. 7ª ed. São Paulo:
Campus, 2002.
BASTOS, Cleverson L. e KELLER, Vicente. Aprendendo Lógica. Petrópolis: Vozes,
2000.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

26

SEMINÁRIO INTEGRADOR 1
Conteúdo integrador das disciplinas do semestre letivo com estabelecimento de
relações entre os conteúdos teóricos abordados e atividades práticas de tecnologia.
Desenvolvimento de competências e estratégias para a prática profissional.
Elaboração e execução de atividades práticas e desenvolvimento de recursos
didáticos: trabalhos de campo, construção de recursos didáticos, elaboração de textos,
vídeos.
Bibliografia:
Todas as especificadas nas disciplinas do período.
INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO
Ementa: Estudo de componentes básicos de um sistema de computação. Introdução
à organização dos computadores: Arquitetura, Sistemas Operacionais e Compiladores.
Algoritmos Estruturados e Estruturas de Dados. Linguagens de Programação: Teoria e
Prática em Laboratório.
Bibliografia Básica:
FORBELLONE, A. Lógica de Programação. Makron Books, São Paulo, 2000.
FARRER, H.; BECKER, C.G.; FARIA, E.C.; MATOS, H.F.; SANTOS, M.A.; MAIA, M.L.
(1999).Algoritmos Estruturados. Guanabara Koogan. 3 ed. Rio de Janeiro.
MONTEIRO, M. A. Introdução à Organização de Computadores. 5 ed. LTC, Rio de Janeiro,
2007.
TANENBAUM, A. S. Organização Estruturada de Computadores. 5 ed. Prentice Hall, São
Paulo,2007.

Bibliografia Complementar:
EVARISTO, J, CRESPO, S. Aprendendo a Programar: Programando Linguagem
Algorítmica Executável.
Setzer, V. Introdução à Computação e à Construção de Algoritmos. McGraw-Hill,
São Paulo,1991.
KNUTH, D.. Art of Computer Programming, Volume 1: Fundamental Algorithms.
3a. Edição. Editora Addison-Wesley Professional. 1997.
ÉTICA E EXERCÍCIO PROFISSIONAL
Ementa: Estudo de fundamentos de ética e sociabilidade humana. Valores e
princípios éticos na cultura organizacional e na cadeia produtiva. Conduta. Obrigações
e responsabilidade. Cidadania e organização profissional. Controle do exercício
profissional. Legislação profissional. Codificação ética da profissão. Normas de
responsabilidade social: ISO 26000, SA 8000. Modelo participativo de gestão. Atuação
dos sindicatos.
Bibliografia Básica:
BAZZO, W. A.; PEREIRA, L. T. V. Introdução à Engenharia: conceitos, ferramentas
e comportamentos. 1. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2006.
BATALHA, M. O. Introdução à engenharia de produção. Rio de Janeiro: Campus,
2008.
OLIVEIRA NETTO, A. A; TAVARES, W. R. Introdução à Engenharia de Produção,
2006.
CAMARGO, Marculino. Fundamentos de Ética Geral e Profissional. Ed. Vozes,
2001.
LEISINGER, Klaus M. Ética Empresarial: responsabilidade global e
gerenciamento moderno.
Petrópolis,
Rio
de
Janeiro:
Vozes,
2001.
SCHAFF, A. A Sociedade Informática. 4. ed. Brasiliense, 1995.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

27

Bibliografia Complementar:
AMOEDO, Sebastião. Ética do trabalho, na era da pós-qualidade. Ed. Qualitymark,
2007.
INÁCIO, José Reginaldo. Ética, Sindicalismo e Poder. Ed. Crisalida, 2005.
MASIERO, P. C. Ética em computação. EDUSP. ISBN: 8531405750
QUERALTO, Ramon. Etica, tecnologia y valores en la sociedad global. El caballo
de troya al reves. Coleção: Ventana Abierta. Ed. Tecnos, 2003.
NARDI, Henrique Caetano. Ética, trabalho e subjetividade. Ed. UFRGS, 2006.
ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE
Ementa: Estudo da estatística Descritiva. Cálculo das Probabilidades. Variáveis
Aleatórias, Discretas e Contínuas. Função de Probabilidade. Esperanças Matemáticas
e Variância. Modelos Probabilísticos. Estimação de Parâmetros. Intervalos de
Confiança. Testes de Hipóteses. Testes de Aderência.
Bibliografia:
TRIOLA, M. F. Introdução à Estatística. 10ª ed. LTC, 2008.
MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C.; RUBELE, N. F. Estatística Aplicada e
Probabilidade para Engenheiros. 4ª ed. LTC, 2009.
DEVORE, J. L. Probabilidade e Estatística: para Engenharia e Ciências. 1ª ed. São
Paulo: Cengage Learning, 2007.
SOARES, José F.; FARIAS, Alfredo A.; CESAR, Cibele C. Introdução à Estatística
Básica. Livros Técnicos e Científicos Editora. 1991.
FONSECA, J. S. da., MARTINS, G. de A. Curso de estatística. São Paulo: Atlas,
1995.
LAPPONI, Juan Carlos. Estatística usando excel. São Paulo: Editora Campus, 2005.
ELEMENTOS DE CÁLCULO
Ementa: Estudo de funções e gráficos. Limite e continuidade. A derivada e a
derivação. Valores extremos de funções. Técnicas de construção de gráficos. A
diferencial. Integração e a integral definida. Cálculo de áreas e volumes.
Bibliografia:
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. 2ª Edição. Makron Books.
São Paulo, 1994.
STEWART, J. Cálculo. Vol. 1. 4ª Edição. Pioneira Thomson Learning. São Paulo,
2005.
THOMAS, G. B.; FINNEY, R.; WEIR, M. D. & GIORDANO, F. R. Cálculo – Vol. 1. 11ª
Edição. Prentice-Hall, 2002.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 1, 3ª edição – São Paulo:
Editora Harbra, 1994.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo, Volume 1. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
GEOMETRIA ANALÍTICA
Ementa: Estudo de vetores no IR2 e no IR3, sistema cartesiano de coordenadas,
produtos de vetores, estudo da reta e do plano, posição relativa de retas e planos,
ângulos e distâncias, cônicas e superfícies.
Bibliografia:
STEINBRUSH, A. & WINTERLE, P. Geometria Analítica. 2ª edição. São Paulo:
Makron Books, 1987.
CAMARGO, I. & BOULOS, P. Geometria Analítica: um Tratamento Vetorial. 3ª
edição. São Paulo: Makron Books, 2005.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

28

SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. 2ª Edição. Makron Books.
São Paulo, 1994.
VENTURI, J. Álgebra Vetorial e Geometria Analítica. Editora Unificado,
Curitiba, 2000.
RIGHETTO, A. Vetores e Geometria Analítica. IBEC, São Paulo, 1982.
EXPRESSÃO GRÁFICA
Ementa: Sistemas de Projeção. Método Mongeano. Projeção ortogonal do Ponto,
Reta e Plano. Pertinência. Traços de Reta e de Plano. Rebatimento. Sombra nas
Projeções Ortogonais. Projeções oblíquas e axonométricas. Normas do desenho
técnico. Escala. Cotagem e dimensionamento. Vistas principais, auxiliares e
seccionais.
Bibliografia:
CARVALHO, Benjamim de A. Desenho geométrico. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,
1993.
MACHADO, Ardevan. Geometria descritiva. São Paulo: Projeto, 1986.
PRÍNCIPE JR., Alfredo dos Reis. Noções de geometria descritiva (2v). São Paulo:
Nobel, 1992.
PUTUNOKI, José Carlos. Elementos de geometria e desenho geométrico. São
Paulo: Scipione, 1989.
RICCA, Guilherme. Geometria descritiva – método de Monge. Lisboa: Fundação
Calouste Gulbenkian, 1992.
MONTENEGRO, Gildo. A. Desenho Arquitetônico. Edgard Blucher, 2001.
MONTENEGRO, Gildo A. A Perspectiva dos Profissionais, Ed. Edgard Blucher,
São Paulo, 1998.
SEMINÁRIO INTEGRADOR 2
Ementa: Conteúdo integrador das disciplinas do semestre letivo com estabelecimento
de relações entre os conteúdos teóricos abordados e atividades práticas de tecnologia.
Desenvolvimento de competências e estratégias para a prática profissional.
Elaboração e execução de atividades práticas e desenvolvimento de recursos
didáticos: trabalhos de campo, construção de recursos didáticos, elaboração de textos,
vídeos.
Bibliografia:
Todas as especificadas nas disciplinas do período.
ÁLGEBRA LINEAR
Ementa: Matrizes. Determinantes. Sistemas de Equações Lineares. Espaços
Vetoriais. Espaços Vetoriais Euclidianos. Transformações Lineares. Vetores Próprios
e Valores Próprios. Formas Quadráticas.
Bibliografia:
STEINBRUCH, Alfredo & WINTERLE, Paulo – Álgebra Linear. MAKRON Books.
BOLDRINI/COSTA/FIGUEIREDO/WETZLER – Álgebra Linear.
ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra Linear com aplicações. 8ª ed. Bookman, 2011.
STRANG, G. Álgebra Linear e suas Aplicações. 1ª ed. Cengage Learning, 2010.
ELEMENTOS DE CÁLCULO 2
Ementa: A Integral indefinida. Logaritmos e exponenciais; Funções trigonométricas e
funções trigonométricas inversas. Funções hiperbólicas. Técnicas de integração.
Aplicações da integral. Coordenadas polares. Integrais impróprias. Fórmula de Taylor.
Sequências e séries infinitas.

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29

Bibliografia:
STEWART, J. Cálculo. Vol. 1, 5ª edição. Editora Thomson Learning, 2006.
STEWART, J. Cálculo. Vol. 2, 5ª edição. Editora Thomson Learning, 2006.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 1, 3ª edição. Editora Harbra,
1994.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 2, 3ª edição. Editora Harbra,
1994.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo. Volume 2. 5 ed. LTC, 2001.
EXPRESSAO GRÁFICA 2
Ementa: Noções de projeto por computador. Desenho arquitetônico. Levantamento
métrico. Desenho de projetos complementares. Leitura e integração de projetos.
Bibliografia:
PRINCIPE JÚNIOR, Alfredo dos Reis – Introdução Geometria Descrita. Ed. Nobel,
v.1, São Paulo, 1998.
MACHADO, Ardevan – Geometria Descritiva. Ed. McGraw – Hill, São Paulo.
MONTENEGRO, Gildo A. – A Perspectiva dos Profissionais. Ed. Edgard Blucher,
São Paulo, 1998.
FORSETH, Kevin – Projetos em Arquitetura. Ed. Hemus, São Paulo.
FÍSICA 1
Ementa: Grandezas físicas. Vetores. Cinemática e dinâmica da partícula. Trabalho e
energia. Dinâmica de um sistema de partículas. Cinemática e dinâmica da rotação.
Equilíbrio.
Bibliografia:
ALONSO, M.; FINN, E.J. Física. 1999. Editora Pearson Brasil.
RESNICK, R.; HALLIDAY, D.; WALKER, J. Fundamentos da Física 1. 8a edição –
2008. LTC.
TIPLER, P. A. Física 1. 4a edição – 2000. Livros Técnicos e Científicos.
YOUNG, H.; Freedman, R. Física. Vol. 1, 12ª edição. Editora Pearson Education.
LABORATÓRIO 1 DE FÍSICA
Ementa: Medidas e Erros. Gráficos. Cinemática e Dinâmica. Queda livre. Colisões.
Conservação de Momento Linear.
Bibliografia:
Profª. MARIA CRISTINA HELLMEISTER. Física laboratório. Instituto de Física –
Ufal.
JOÃO. J. PIACENTINI, BARTIRA C. S. GRANDI, MÁRCIA P. HOFMANN, FLAVIO R.
R DE LIMA E ERIKA ZIMMERMANN. Introdução ao Laboratório de Física. 2ª
Edição Revisada. Editora UFSC.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

30

DOMICIANO, JOAO BAPTISTA | JURAITIS, KLEMENSAS RIMGAUDAS. Guia de
laboratório de Física Geral 1. Editora Eduel. ISBN 13: 9788572164825.
ELEMENTOS DE CÁLCULO 3
Ementa: Curvas Parametrizadas. Comprimento de Arco. Curvatura e Torsão. Triedro
de Frenet. Funções de varias variáveis. Limite e continuidade. Derivadas parciais.
Aplicações diferenciáveis. Matriz Jacobiana. Derivadas direcionais. Gradiente. Regra
da cadeia. Funções implícitas. Funções vetoriais. Teorema da função inversa.
Máximos e mínimos. Multiplicadores de Lagrange. Formula de Taylor.
Bibliografia:
STEWART, J. Cálculo. Vol. 2, 5ª edição. Editora Thomson Learning, 2006.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 2, 3ª edição. Editora Harbra,
1994.
GIORDANO, W. H.; Thomas, G. B. Cálculo. Vol. 2, 11ª edição. Editora Pearson
Education.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. Volume 2, 2ª. Edição.
Makron Books, 1994.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo, Volume 3. 5 ed. LTC, 2001.
CÁLCULO NUMÉRICO
Ementa: Sistemas numéricos e erros. Raízes de funções a uma variável. Solução de
sistemas de equações lineares. Autovalores e autovetores. Interpolação e
aproximação. Integração numérica. Diferenciação numérica.
Bibliografia Básica:
RUGGIERO, M. A. G; LOPES, V. L. R. Cálculo Numérico – Aspectos Teóricos e
Computacionais. 2a Edição – 1997 Editora: MAKRON Books do Brasil-São Paulo –
SP.
BARROSO, L. C; BARROSO, M. M. A; CAMPOS FILHO, F. F; CARVALHO, M. L. B;
MAIA, M. L. Cálculo Numérico (com aplicações). 2a Edição – 1987, Editora:
HARBRA, São Paulo – SP.
DIEGUEZ, J. P. P. Métodos Numéricos Computacionais para a Engenharia Volumes I e II., 1992, Editora: Interciência, Rio de Janeiro – RJ.
CUNHA, C. Métodos Numéricos para as Engenharias e Ciências Aplicadas. 1993,
Editora: UNICAMP, Campinas – SP.
Bibliografia Complementar:
PACITTI, T.; CYRIL, P. A. Programação e Métodos Computacionais. 2a Edição - 2a
Reimpressão – 1983, Editora: Livros Técnicos e Científicos – LTC, Rio de Janeiro –
RJ.
LINDFIELD, G.; PENNY, J. Numerical Methods Using MATLAB (download), 1999 2nd edition, Editora: Ellis Horwood-New York.
BIRAN, A.; BREINER, M. MATLAB for Engineers (download). 1999 - 2nd edition
Editora: Addison-Wesley ISBN: 0201360438.
CHARLES F.; VAN Loan. Introduction to Scientific Computing (download), 1999 2nd edition, Editora: Prentice Hall-New Jersey,ISBN: 0139491570.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

31

FARRER, H.; BECKER, C. G.; FARIA, E. C.; MATOS, H. F.; SANTOS, M. A.; MAIA,
M. L. Algoritmos Estruturados. 2a Edição – 1989, Editora: Guanabara Koogan-Rio
de Janeiro, ISBN 85-226-0331-6.
MATLAB 5 – Versão do Estudante – Guia do Usuário (download), 1999, Editora:
MAKRON Books do Brasil, São Paulo-ISBN: 85-346-1058-4.
FÍSICA 2
Ementa: Gravitação. Movimentos oscilatórios. Ondas. Mecânica dos Fluidos.
Termodinâmica e Teoria Cinética dos Gases.
Bibliografia:
Halliday, Davi; Resnick, Robert e Walk, Jearl. Fundamentos de Física. Vol. 2, 8ª
edição – Rio de Janeiro: Editora LTC, 2008;
Tipler, Paul; A. / Mosca, Gene. Física para Cientistas e Engenheiros. VOL.1, 6ª
edição – Rio de Janeiro : Editora LTC, 2009
Young, Hugh e Freedman, Roger. Física. Vol. 2, 12ª edição – São Paulo: Editora
Pearson Education.
Marcelo Alonso & Edward J. Finn. FISICA. Volume 2, 1999. Editora Brasil. ISBN
8478290273
QUÍMICA TECNOLÓGICA
Ementa: Estequiometria: fórmulas químicas. Estrutura atômica. Tabela periódica.
Ligação química. Química orgânica: polímeros. Gases. Termodinâmica: equilíbrio
químico. Equilíbrio heterogêneo, regras das fases. Equilíbrio químico em soluções.
Análise físico-químicas de água e esgoto. Eletroquímica: oxi-redução, pilhas,
eletrólise, obtenção de matéria prima. Corrosão e proteção. Sólidos: sólidos metálicos,
cerâmicas: cerâmicas brancas, produtos estruturais de argilas, refratários, produtos
especiais de cerâmica, esmalte e metais esmaltados, fornos. Sólidos amorfos: vidros e
vidros especiais. Materiais compósitos: percursores; cimento, cal, gesso.
Combustíveis; Tintas e Vernizes; Lubrificantes.
Bibliografia:
James E. Brady e Gerard E. Humiston. Química Geral. 2ª Edição – Rio de Janeiro,
volumes 1 e 2. Livros Técnicos e Científicos, 1986.
Lawrence H. Van Vlack. Princípios de Ciência e Tecnologia dos Materiais. Editora
Campus, Rio de Janeiro, 1994.
R. Norris Shreve & Joseph A. Brink Jr. Indústria de Processos Químicos. Editora
Guanabara Koogan, Rio de janeiro, 1977.
Daltamir Justino Maia & J. C de A. Bianchi. Química Geral - Fundamentos. Editora
Pearson, São Paulo, 2007.
John B. Russell. Química Geral. 2 ª Edição – São Paulo, volumes 1 e 2. Editora
Makron Books, São Paulo, 1994.
LABORATÓRIO DE QUÍMICA
Ementa: Introdução ao laboratório de química. Reações químicas. Estequiometria.
Equilíbrio químico. Preparo de soluções ácido-base. Eletroquímica. Corrosão.

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32

Bibliografia:
Apostila de Experimentos do Departamento de Química da UFMS;
Apostila de Química Geral I do CEFET Química - Unidade RJ;
Apostila de Química dos Materiais da Faculdade de Engenharia Civil da PUC
Campinas;
Manual de Práticas Laboratoriais da Disciplina de Química Geral da Universidade
Paranaense.
ELEMENTOS DE MECÂNICA DOS SÓLIDOS
Ementa: Objetivos da mecânica dos sólidos rígidos e deformáveis. Estática dos
pontos materiais. Estática dos corpos rígidos. Características geométricas dos corpos.
Bibliografia:
BEER, F. P. & JOHNSTON JR, E. R. (1994) Mecânica Vetorial para Engenheiros –
Estática. 5a edição revisada. MAKRON Books. São Paulo.
SÜSSEKIND, J. C. (1984) Curso de Análise Estrutural – Volume 1 – Estruturas
Isostáticas (Capítulos I, II, III, IV e V). 8a Edição Editora Globo. Porto Alegre
CAMPANARI, F. A. (1985) Teoria das Estruturas – Volumes 1. Editora Guanabara
Dois. Rio de Janeiro.
FONSECA, A. (1976) Curso de Mecânica – Volume II – Estática (Título 1). 3a Edição
(reimpressão). Livros Técnicos e Científicos. Rio de Janeiro.
GORFIN, B. & OLIVEIRA, M. M. (1983) Estruturas Isostáticas. 3a Edição
(reimpressão). Livros Técnicos e Científicos. Rio de Janeiro.
POLILLO, A. (1973) Mecânica das Estruturas – Volume I. Editora Científica. Rio de
Janeiro.
RICARDO, O. G. S. (1978) Teoria das Estruturas. Editora da USP & Editora
McGraw-Hill do Brasil. São Paulo.
ROCHA, A. M. (1973) Teoria e Prática das Estruturas – Volume 1 – Isostática. 1a
Edição. Editora Científica. Rio de Janeiro.
VASCONCELOS, A. C. (1991) Estruturas Arquitetônicas – Apreciação Intuitiva das
Formas Estruturais. Studio Nobel. São Paulo.
CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS
Ementa: Introdução ao estudo dos materiais usados na construção civil. Estruturas
dos materiais. Normas técnicas. Materiais cerâmicos. Vidros. Polímeros. Madeiras.
Tintas e vernizes. Materiais betuminosos e impermeabilizantes. Materiais metálicos:
materiais não ferrosos, produtos siderúrgicos, aço para concreto armado e protendido.
Aglomerantes: cal, gesso e cimento. Agregados: miúdos e graúdos.
Bibliografia:
ABNT – Normas diversas referentes aos materiais de construção.
ALVES, José Dafico. Materiais de construção. Porto Alegre. Nobel, 1974.
BAUER, L. A . F. Materiais de construção. v1 e 2. São Paulo.Livros Técnicos e
científicos, 1999.
HELENE, Paulo & TERZIAN, P. Manual de dosagem e controle do concreto. São
Paulo. PINI, 1992.
MEHTA, P. K. & MONTEIRO, P. J. Concreto: propriedades estrutura e materiais.
São Paulo. PINI, 1994.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

33

NEVILLE, A. M. Propriedades do concreto. Trad. Salvador E. Giammuso. São
Paulo. PINI, 1996.
PETRUCCI, E. G. R. Materiais de construção. Porto Alegre. Globo, 1975.
VAN VLACK, L. Princípios de ciências dos materiais. São Paulo. Edgard Blucher,
1970.
LABORATÓRIO DE MATERIAIS
Ementa: Ensaio de caracterização do aço: tração e dobramento. Materiais cerâmicos:
resistência à compressão e elementos geométricos de blocos cerâmicos, absorção de
água de telhas cerâmicas. Agregados: granulometria, determinação de massa unitária
e especifica, inchamento do agregado miúdo, índice de forma, abrasão. Aglomerantes:
gesso e cal. Cimentos: tempo de pega (início e fim), finura, expansibilidade e
resistência à compressão.
Bibliografia:
ABNT – Normas diversas referentes aos materiais de construção.
ALVES, José Dafico. Materiais de construção. Porto Alegre. Nobel, 1974.
BAUER, L. A . F. Materiais de construção. v1 e 2. São Paulo.Livros Técnicos e
científicos, 1999.
HELENE, Paulo & TERZIAN, P. Manual de dosagem e controle do concreto. São
Paulo. PINI, 1992.
MEHTA, P. K. & MONTEIRO, P. J. Concreto: propriedades estrutura e materiais.
São Paulo. PINI, 1994.
NEVILLE, A. M. Propriedades do concreto. Trad. Salvador E. Giammuso. São
Paulo. PINI, 1996.
PETRUCCI, E. G. R. Materiais de construção. Porto Alegre. Globo, 1975.
VAN VLACK, L. Princípios de ciências dos materiais. São Paulo. Edgard Blucher,
1970.
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
Ementa: Definição, conceito e mecanismo de fenômenos de transporte. Conceitos
fundamentais e análise dimensional. Estática dos fluídos. Equações fundamentais
para o movimento dos fluidos. Formulações integral e diferencial para o volume de
controle - as equações de Navier-Stokes. Camada limite. Semelhança. Escoamento
interno de fluidos incompressíveis.
Bibliografia:
Robert W. Fox e Alan T. McDonald. Introdução à mecânica dos fluidos. Guanabara
Koogan, 4a. edição (1995)
Franco Brunetti. Mecânica dos fluidos. Pearson Prentice Hall, 2ª. edição revisada
(2008)
Leigthon E. Sissom e Donald R. Pitts. Fenômenos de transporte. Guanabara Dois.,
1979.
Victor L. Streeter e E. Benjamin wylie. Mecânica dos Fluidos. McGraw-Hill do Brasil,
7a. edição (1982).
R. Biron Bird, Warren E. Stewart and Edwin N. Lightfoot, John Wiley & Sons.
Transport Phenomena. 1960.
ELEMENTOS DE CÁLCULO 4

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

34

Ementa: Integrais múltiplas. Integrais de linha. Campos vetoriais conservativos.
Mudança de variáveis em integrais múltiplas. Superfícies parametrizadas. Integrais de
superfície. Teorema de Green. Teorema de Gauss. Teorema de Stoke. Equações
diferenciais de primeira e segunda ordem. Métodos elementares de solução.
Equações diferenciais lineares.
Bibliografia:
BOYCE, William E. & DIPRIMA. Equações Diferenciais Elementares e Problemas
de Valores de Contorno. Guanabara Dois.
STEWART, J. Cálculo. Vol. 2, 5ª edição. Editora Thomson Learning, 2006.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 2, 3ª edição. Editora Harbra,
1994.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. Volume 2, 2ª Edição.
Makron Books, 1994.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo, Volume 3. 5 ed. LTC, 2001.
FÍSICA 3
Ementa: Princípios de eletrostática e do magnetismo. Campo gravitacional, elétrico e
magnético. Potencial gravitacional, elétrico e magnético. Introdução ao meio contínuo.
Corrente elétrica: condutores, resistores e capacitores. Força eletromotriz. Circuitos de
corrente contínua. Corrente alternada.
Bibliografia:
Halliday, Davi; Resnick, Robert e Walk, Jearl. Fundamentos de Física. Vol. 3, 8ª
edição – Rio de Janeiro: Editora LTC, 2008;
Tipler, Paul; A. / Mosca, Gene. Física para Cientistas e Engenheiros. VOL.2, 6ª
edição – Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009
Young, Hugh e Freedman, Roger. Física. Vol. 1, 12ª edição – São Paulo: Editora
Pearson Education.
Marcelo Alonso & Edward J. Finn. FISICA. Volume 3 1999. Editora Brasil. ISBN
8478290273
LABORATÓRIO 2 DE FÍSICA
Ementa: Experimentos envolvendo os conteúdos de Eletricidade e Magnetismo.
Bibliografia:
Curt E. Hennies. Problemas Experimentais em Física. 2ª ed., vol. I (Ed. UNICAMP,
Campinas, 1988)
Luís A. M. Ramos. Física Experimental. Ed. Mercado Aberto, Porto Alegre, 1984.
Francisco Catelli. Física Experimental. 2ª ed., vol. II EdUCS, Caxias do Sul, 1985.
Halliday, Davi; Resnick, Robert e Walk, Jearl. Fundamentos de Física. Vol. 3, 8ª
edição – Rio de Janeiro: Editora LTC, 2008
ENGENHARIA ECONÔMICA
Ementa: Matemática financeira. Juros, amortizações, modelos de financiamento de
bens e serviços. Análise de projetos. Ponto de vista privado e social. Método CustoBenefício. Método da Taxa Interna de Retorno (TIR). Considerações sobre a realidade
econômica brasileira.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

35

Bibliografia Básica:
KUHNEN, O. L. BAUER, V. R. Matemática financeira aplicada e análise de
investimentos. São Paulo: Atlas, 2001.
HIRSCHFELD, H. Engenharia Econômica e Análise de Custos. 7 ed. São Paulo:
ATLAS, 2000.
NEWNAN, Donald G.; LAVELLE, Jerome P. Fundamentos de Engenharia
Econômica. RIO DE JANEIRO. LTC, 2000.
FRANCISCO LESSA, C. e CASTRO, A. B. Introdução à Economia. Rio de Janeiro:
Forense.
Bibliografia Complementar:
BNDES (2000). O caso da privatização da infra-estrutura nacional. BNDES. Rio de
Janeiro.
Campos, R.(1990). O século esquisito. Editora Topbooks.
Figueiredo, P.H.P. 1999. A regulação do serviço público concedido. Editora
Síntese. Porto Alegre, pp.47-48.
Friedman, M. (1962). Teoria de los precios. Editora Altaya.
Furtado. C (1998). Formação econômica do Brasil. Companhia Editora Nacional
Pinheiro, A.C. 1996. O setor Privado na infra-estrutra brasileira. Revista do
BNDES. Volume 3. No 5, p.87-104. Rio de Janeiro
Samuelson, P.A. (1969) Introdução à análise econômica. Editora AGIR
Silva, D.D., Pruski, F.F (2000). Gestão de recursos hídricos. Ministério do Meio
Ambiente.
Stiglitz, J. (1993) Principles of macro-economics. Stanford University
Vasconcelos, M.A.S., Garcia, M.E. (1998) Fundamentos de economia. Editora
Saraiva
Wessels, W. (1998). Economia. Editora Saraiva.
ELETROTÉCNICA
Ementa: A Eletricidade no Brasil. Matriz Energética Nacional. O Sistema Elétrico
Brasileiro. Circuitos Elétricos de Corrente Alternada. Circuitos Elétricos Trifásicos.
Aspectos básicos de Transformadores.
Bibliografia:
John O’Malley. Análise de Circuitos. Ed. McGraw Hill.
Joseph A. Edminister. Circuitos Elétricos. Ed. McGraw Hill.
Miguel Magaldi. Noções de Eletrotécnica. Ed. Reper.
Clarence V. Christie. Elementos de eletrotécnica. Ed. Globo.
Kerchner & Corcoran. Circuitos de Corrente Alternada. Ed. Globo.
FENOMENOS DE TRANSFERÊNCIA
Ementa: Fundamentos da transferência de calor, equação de Fourier, relações
experimentais. Fundamentos da transferência de massa: equação de Fick, relações
experimentais para convecção. Fundamentos de radiação. Fundamentos da
transferência de massa: equação de Fick e relações experimentais.
Bibliografia:

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

36

Robert W. Fox e Alan T. McDonald. Introdução à mecânica dos fluidos. Guanabara
Koogan, 4a. edição (1995)
Frank kreith. Princípios da Transmissão de Calor. Editora Edgard Blucher Ltda., 3a.
edição.
Leigthon E. Sissom e Donald R. Pitts. Fenômenos de transporte. Guanabara Dois.,
1979.
Jack Philep Holman. Transferência de calor. McGraw-Hill do Brasil, 1983.
Kamal R. Ismail. Fenômenos de Transferência-Experiência de Laboratório. Editora
Campos Ltda. (1982).
R. Biron Bird, Warren E. Stewart and Edwin N. Lightfoot, John Wiley & Sons.
Transport Phenomena. 1960.
RESISTENCIA DOS MATERIAIS
Ementa: Ações. Esforços internos solicitantes. Análise de tensões e de deformações.
Relações constitutivas. Energia especifica de deformação. Tração e compressão.
Torção. Flexão. Instabilidade elástica.
Bibliografia:
BEER, F. P. & JOHNSTON JR, E. R. (1994) Mecânica Vetorial para Engenheiros –
Estática. 5a edição revisada. MAKRON Books. São Paulo.
SÜSSEKIND, J. C. (1984) Curso de Análise Estrutural – Volume 1 – Estruturas
Isostáticas. 8a Edição Editora Globo. Porto Alegre
CAMPANARI, F. A. (1985) Teoria das Estruturas – Volumes 1. Editora Guanabara
Dois. Rio de Janeiro.
FONSECA, A. (1976) Curso de Mecânica – Volume II – Estática (Título 1). 3a Edição
(reimpressão). Livros Técnicos e Científicos. Rio de Janeiro.
GORFIN, B. & OLIVEIRA, M. M. (1983) Estruturas Isostáticas. 3a Edição
(reimpressão). Livros Técnicos e Científicos. Rio de Janeiro.
POLILLO, A. (1973) Mecânica das Estruturas – Volume I. Editora Científica. Rio de
Janeiro.
RICARDO, O. G. S. (1978) Teoria das Estruturas. Editora da USP & Editora
McGraw-Hill do Brasil. São Paulo.
ROCHA, A. M. (1973) Teoria e Prática das Estruturas – Volume 1 – Isostática. 1a
Edição. Editora Científica. Rio de Janeiro.
VASCONCELOS, A. C. (1991) Estruturas Arquitetônicas – Apreciação Intuitiva
das Formas Estruturais. Studio Nobel. São Paulo.
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇAO 1
Ementa: Conceituação e classificação de sistemas. Sistemas de informação em
Engenharia de Produção. Banco de Dados para sistemas de produção. Aplicações de
sistemas de informação na Engenharia de Produção.
Bibliografia:
LAUDON, K. C.; LAUDON, J. P. Sistemas de Informação. 4ª ed. Rio de Janeiro:
LTC, 1999.
CRUZ, Tadeu. Sistemas de Informações Gerenciais. 3ª. Edição 2003, 5ª.
Reimpressão 2009. São Paulo: Editora Atlas, 2009.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

37

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇAO 2
Ementa: Estruturação, gerenciamento e manutenção de sistemas de informação na
engenharia de produção. Planejamento, segurança e gestão de projetos de sistemas
de informação na produção. Tendências e novas tecnologias da informação aplicadas
a gestão das operações. Comercio eletrônico.
Bibliografia:
LAUDON, K. C.; LAUDON, J. P. Sistemas de Informação. 4ª ed. Rio de Janeiro:
LTC, 1999.
CRUZ, Tadeu. Sistemas de Informações Gerenciais. 3ª. Edição 2003, 5ª.
Reimpressão 2009. São Paulo: Editora Atlas, 2009.
PESQUISA OPERACIONAL
Ementa: Conceitos e aplicações básicas de Programação Linear. Pesquisa
Operacional para Engenharia de Produção. Conceitos de modelagem e otimização de
sistemas de produção (bens e serviços). Teoria de filas aplicados à logística e cadeia
de suprimentos.
Bibliografia:
HILLIER, F. S; LIEBERMAN, G.J. Introdução à pesquisa operacional Ed. Campus,
1988.
ANDRADE, E. L. Introdução à pesquisa operacional. 1ª Edição. Rio de Janeiro:
LTC, 1990
ARENALES, M. et al. Pesquisa Operacional para Cursos de Engenharia. Elsevier,
2007.
MUROLO, A. C. Pesquisa Operacional. Atlas, 4ª ed, 2010.
MODELAGEM E SIMULAÇÃO
Ementa: Processos estocásticos aplicados à Engenharia de Produção. Modelos
probabilísticos de simulação em Engenharia de Produção. Teoria da decisão e teoria
dos jogos para estratégias de produção. Simulação em Engenharia de Produção.
Bibliografia:
SOUZA, A. C. Z., PINHEIRO, C. A. M. Introdução a Modelagem, Análise e
Simulação. 1ª ed, 2008.
CHWIF, L., MEDINA, A. C. Modelagem e Simulação de Eventos Discretos. 3ª ed,
2010.
GARCIA, C. Modelagem e Simulação de Processos Industriais. Edusp, 2ª ed,
2006.
MICROECONOMIA
Ementa: Teoria do consumidor: restrição orçamentária; preferências e escolha do
consumidor; teoria da firma: função produção, custo de produção e maximização de
lucros; mercados: concorrência perfeita, concorrência monopolista e oligopólio.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

38

Bibliografia:
VASCONCELLOS, Marco Antônio Sandoval de e OLIVEIRA, Roberto Guena de.
Manual de microeconomia. São Paulo: Atlas, 2000. 317p.
PINDYCK, ROBERT S.; RUBINFELD, DANIEL, L. Microeconomia. 5 ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2002. 711 p.
CUNHA, Fleury Cardoso da. Microeconomia: teoria, questões e exercícios. São
Paulo: Makron Books, 2000. 308p.
EMPREENDEDORISMO
Ementa: Histórico e conceituação geral. Processos de Investigação, entendimento e
internalização da ação empreendedora: auto-conhecimento, perfil empreendedor,
criatividade, desenvolvimento da visão e identificação de oportunidades, validação de
uma idéia. Plano de negócios.
Bibliografia:
DRUCKER, Peter. Inovação e espírito empreendedor. Pioneira, 1999.
DORNELAS, José Carlos de Assis. Empreendedorismo. transformando idéias em
negócios. 2ª edição. Rio de Janeiro. Editora Campus, 2005.
SALIM, C.S., Hochman, N., Ramal, A.C., Ramal, S.A. Construindo Planos de
negócios. Rio de Janeiro. Editora Campus, 2003.
GAITHER, Norman; FRAZIER, Greg. Administração da produção e operação. 8ª
ed. São Paulo: THOMSON, 2002. 598 p.
ERGONOMIA
Ementa: Histórico, conceito e campo de aplicação da ergonomia. Normas técnicas.
Fisiologia do trabalho, sistema humano, ritmos biológicos e aspectos energéticos do
organismo. Biomecânica. Psicologia do trabalho, cognição e inteligência no trabalho.
Efeitos do ambiente no desempenho humano. Antropometria. Concepção de postos
de trabalho. Análise ergonômica.
Bibliografia:
IDA, Itiro. Ergonomia: Projeto e produção. São Paulo: Edgard Blucher, 1997.
PIZA, Fábio Toledo. Conhecendo e Eliminando Riscos no Trabalho. São Paulo:
2006. 100p.
ODONE, I. et al., Ambiente de trabalho. São Paulo: HUCITEC, 1986.
WISNER, Alain. Por Dentro do Trabalho: Ergonomia: Método e Técnicas. São
Paulo: FTD, 1987.
WISNER, Alain. A Inteligência no Trabalho: textos selecionados de ergonomia.
São Paulo, 1993.
ENGENHARIA DO PRODUTO 1
Ementa: Conceituação, metodologias de projeto, processos e formas de
representação do projeto. Ciclo de vida do produto; Planejamento e administração de
projetos. Qualidade e Desenvolvimento de Projetos em equipe. Visão geral do
detalhamento do projeto; Construção de protótipos; Testes de desempenho.
Bibliografia:

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

39

FILHO, N. C., FÁVERO, J. S., CASTRO, J. E. E. Gerência de Projetos/ Engenharia.
BAXTER, M. Projeto de Produto: Guia Prático pra o Desenvolvimento de Novos
Produtos. Editora Edgard Blücher, São Paulo, 1998.
PORTERFIELD, James T.; PORTER, Michael. Estratégia Competitiva. 2ª ed. São
Paulo: Campus, 2002. 409 p.
SLACK, Nigel; CHAMBERS, Stuart HARLAND, Christine. Administração da
Produção. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2002. 747 p.
PROCESSOS PRODUTIVOS
Ementa: Processos produtivos discretos e contínuos de produtos (bens e serviços).
Tecnologia de processo para transformação de materiais, informações e
consumidores. Automação, Operação e Integração nos processos produtivos.
Racionalização de processos. Processos por projeto, por lotes de produção em
massa. Serviços profissionais.
Bibliografia:
AGOSTINHO, O.L, VILELLA, R.C. & BUTTON, S.T. 2004. Processos de Fabricação e
Planejamento de Processos. 2ª Ed.Campinas, UNICAMP.
SLACK, N & outros, 1997. Administração da Produção. 3ª ed. São Paulo, Atlas.
DANTAS, A.L.O.1992. Tecnologia de Materiais e Processos. 2ª Ed. Rio de Janeiro,
Escola Naval.
SILVA, S. D. 2002.
CNC: Programação de Comandos Numéricos
Computadorizados.1ª Ed. São Paulo, Erica.Editora.
ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO E PRODUÇÃO
Ementa: Modelos de organização do trabalho. Princípios sócio-técnicos de
planejamento do trabalho. Trabalho em grupo. Relações de fronteira. Organização por
processos. Metodologia da sociotecnologia moderna. Paralelização, segmentação e
sistemas de apoio. Arranjo funcional. Manufatura celular. Sistema Just in time e
sistema Toyota de produção.
Bibliografia:
OLIVEIRA, D.P.R. de. Sistemas Organizacionais & Métodos - Uma abordagem
gerencial. Editora Atlas, São Paulo, 2004.
CORRÊA, L.H., CORRÊA,C.A. Administração de Produção e Operações. Editora
Atlas, São Paulo, 2004.
D’ASCENÇÃO, L.C.M. Organização, Sistemas e Métodos. Editora Atlas, São Paulo,
2001.
Fleury, Afonso & Vargas, Nilton. Organização do Trabalho. Atlas. SP. 1983
CONTROLE DE QUALIDADE
Ementa: Fundamentos do controle estatístico de processos. Ferramentas estatísticas
de controle da qualidade. Gráficos de controle. Capacidade de processo. Avaliação de
sistemas de medição. Inspeção da qualidade.
Bibliografia:
KUME, H. Métodos estatísticos para melhoria da qualidade. São Paulo: Gente,

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

40

1993.
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Planos de amostragem, v. 1 e 2.
São Paulo: ABNT,1977
JURAN J. M. Controle da Qualidade. Vol. VI, S.P., Makron Books, 1998.
LOURENÇO, RUY. Controle Estatístico da Qualidade. Rio de Janeiro, Livro Técnico
S.A., 1994
AUTOMAÇÃO DA PRODUÇAO
Ementa: Automação de processos produtivos discretos contínuos. Automação
comercial e bancária. Robótica. Redes de computadores. Sistemas flexíveis de
manufatura. Sistemas flexíveis de automação. Concepção, operação e gestão da
operação em sistemas automatizados.
Bibliografia:
SANTOS, Paulo R. & SANTOS, Winderson E. Automação e Controle Discreto. São
Paulo: Érica, 2001.
CASTRUCCI, Plínio de Lauro & MORAES, Cícero Couto. Engenharia de Automação
Industrial. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
CONTABILIDADE DE CUSTOS
Ementa: ntrodução à contabilidade. Análise das demonstrações contábeis.
Classificação de custos Conceito de custos industriais. Custeio por absorção e
custeio variável. Métodos de custeio. Custeio baseado em atividades.
Bibliografia:
HORGREN, Charles T., FOSTER, George, DATAR, Srikant M. Contabilidade de
Custos. São Paulo: LTC, 2000.
HANSEN, DON R., MOWEN, MARYANNE M. Gestão de Custos. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2001.
BORNIA, ANTONIO C. Análise gerencial de custos. Porto Alegre: Bookman, 2002.
BACKER & JACOBSEN. Contabilidade de Custos: Um enfoque de administração
de empresas. São Paulo: McGraw Hill, 1978.
PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO
Ementa: Sistemas de produção. Tipos e requisitos, ferramentas e metodologias do
planejamento da produção. Previsão de demanda, planejamento e controle de
capacidade, de estoque e redes de suprimentos. MRP. Just-in-time. Sistemas de
controle e supervisão.
Bibliografia:
BRITO, R. G. F. A. Planejamento Programação e Controle da Produção. ed. 2. São
Paulo: Instituto IMAN, 2000.
CORREA, H. L.; GIANESI, I. G. N. CAON, M. Planejamento, Programação e
Controle da Produção. Atlas, 2001.
CORREA, Henrique Luiz. Planejamento, programação e controle da produção
MRp II/ERRP: conceitos, uso e implantação. Colaboração de Irineu G. N Gianesi e
Mauro Caon. ed. 2. São Paulo: Atlas, 1999.
RUSSOMANO, Victor H. Planejamento e Controle da Produção. Pioneira, 2000.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

41

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
Ementa: Estratégias. Planejamento: ferramentas e técnicas. Métodos de
planejamento: alternativas, custos, limites. Formulação de estratégias: uso de
cenários; Planejamento de contingências e alternativas de ação. Limites e críticas dos
métodos de planejamento estratégico. Gestão da rotina.
Bibliografia:
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceito,
metodologia e prática. 18 ed. - São Paulo: Atlas, 2002.
COSTA, Elizeu Arantes da. Gestão estratégica Fácil. São Paulo: Saraiva, 2004
FISCHMANN, Adalberto Américo., ALMEIDA, Martinho Isnard R. de; ALMEIDA,
Martinho Isnard Ribeiro de. Planejamento Estratégico na Prática. 2ª ed. São Paulo:
Atlas, 1991.
SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE
Ementa: Histórico e conceitos básicos. Controle de Qualidade. Evolução dos sistemas
de qualidade. Sistemas e modelos de gestão da qualidade. Certificação das
organizações. Sistemas de gestão integrados.
Bibliografia:
ROTONDARO, R. Seis Sigma: Estratégia Gerencial para a Melhoria de Processo,
Produtos e Serviços. Atlas, 2002.
MARSHALL Junior. Gestão da Qualidade. 2. ed.rev atual. Rio de Janeiro: Editora
FGV Management, 2003.
O'HANLON, Tim. Auditoria de qualidade: com base na ISO 9001: 2000:
Conformidade agregando valor. São Paulo: Saraiva, 2005.
PLANEJAMENTO EMPRESARIAL
Ementa: Localização industrial: requisitos físicos internacionais, nacionais, regionais e
locais. Análise de mercado e investimentos. Processos industriais: requisitos
ambientais, regionais e urbanos. Plano industrial: requisitos processuais e condições
ambientais do trabalho e fluxograma de produção. Gestão de conhecimento na
empresa. Propriedade intelectual.
Bibliografia:
MOREIRA, Daniel. Os Benefícios da Produtividade Industrial. Pioneira, 1994.
OHNO, Taiichi. O Sistema Toyota de Produção: além da produção em larga
escala. Bookman, 1997
SLACK, Nigel e outros. Administração da Produção. Atlas, 1997.
STEVENSON, Willian. Administração das Operações de Produção. LTC, 2001.
GESTÃO AMBIENTAL
Ementa: Biodiversidade. Desenvolvimento Sustentável. Base legal e institucional.
Histórico, Teoria e Métodos de Auditoria Ambiental. As Normas Ambientais e Série
ISSO 14.000

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

42

Bibliografia:
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques. Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo:
Cortez, 2002.
DIAS, R. Gestão Ambiental: Responsabilidade Social e Sustentabilidade. São
Paulo: Atlas, 2006.
ABDALLA, M. L. A. Qualidade e Gestão Ambiental. 4ª ed. São Paulo: Juarez de
Oliveira, 2004.
CARLOS, B. J. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e
instrumentos. São Paulo: SARAIVA, 2006.
VALLE, Eyer Cyro. Como se preparar para as normas ISO 14000. São Paulo:
Pioneira, 1995.
VITERBO Jr. Enio. Sistema integrado da gestão ambiental. São Paulo: Aquariana,
1999.
GESTÃO FINANCEIRA 1
Ementa: Introdução à macroeconomia. Equivalência de capitais. Função financeira
nas empresas. Financiamento do capital de giro. Controle e administração de
estoques e duplicatas. Planejamento e controle financeiro. Tributos. Matemática
Financeira.
Bibliografia:
GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. São Paulo, SP:
Pearson Educations/Addison Wesley, 2004
SAMANEZ, Carlos Patrício. Matemática Financeira: Aplicações à Análise de
Investimentos. 4a. ed. São Paulo: Pearson, 2006.
EHRLICH, Pierre Jacques. Engenharia Econômica. Editora Atlas.
ENGENHARIA DO PRODUTO 2
Ementa: Produtos como estratégia empresarial. Pesquisa de Mercado. Projeto do
produto (bens ou serviços). Planejamento e Projeto de Fabricação. Analise de
viabilidade técnica. Integração Pesquisa, Desenvolvimento e Produção. Inovação
tecnológica. Patentes.
Bibliografia:
BAXTER, Mike. Projeto de Produto. 2ª ed. São Paulo: Edgard Blucher,1998
ROZENFELD, Henrique. Gestão de desenvolvimento de produtos. SÃO PAULO:
SARAIVA, 2006.
PORTERFIELD, James T.; PORTER, Michael. Estratégia Competitiva. 2ª ed. São
Paulo: Campus, 2002.
SLACK, Nigel; CHAMBERS, Stuart HARLAND, Christine. Administração da
Produção. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2002
GESTÃO FINANCEIRA 2
Ementa: Planejamento e controle financeiro. Valor do Dinheiro no tempo.
Investimento: orçamento de capital e custo de capital. Financiamento de atividades
empresariais. Financiamento a longo prazo. Alavancagem e estrutura de capital.
Amortização.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

43

Bibliografia:
GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. São Paulo, SP:
Pearson Educations/Addison Wesley, 2004
SAMANEZ, Carlos Patrício. Matemática Financeira: Aplicações à Análise de
Investimentos. 4a. ed. São Paulo: Pearson, 2006.
EHRLICH, Pierre Jacques. Engenharia Econômica. Editora Atlas.
LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS
Ementa: Histórico e conceitos de Logística e Cadeias de Suprimentos. Hierarquia de
decisões e estratégias em Logística e Cadeias de Suprimentos. Indicadores logísticos.
Sistemas de estoque e armazenagem. Projeto, planejamento, operação e manutenção
de redes de suprimento. Sistemas de informação em Logística e Cadeias de
Abastecimento.
Bibliografia:
FIGUEIREDO, Kleber Fossati; FLEURY, Paulo Fernando; WANKE, Peter. Logística
e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: Planejamento do Fluxo de
Produtos e dos Recursos. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2003. 483 p.
CHOPRA, S.; MEINDL, P. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: estratégia,
planejamento e operação. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2003. 465 p.
BALLOU, R. H. Logística Empresarial: Transportes, Administração de Materiais e
Distribuição Física. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 1993. 388 p.
PIRES, S. R. Gestão da Cadeia de Suprimento (Supply Chain Management). 2ª
ed. São Paulo: Atlas, 2009. 309 p.
KRAJEWSKI, L. P. R.; L. J. Administração da Produção e Operações. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2005. 431 p.
PROJETO DE FÁBRICA E LEIAUTE
Ementa: Estratégia de produção e objetivos de desempenho.Instalações industriais.
Planejamento do arranjo físico e dos fluxos internos complexos: aspectos e conteúdo.
Programação da implementação de um projeto industrial. Manutenção de plantas
industriais. Segurança.
Bibliografia:
MÜTHER, R. Planejamento do Layout: Sistema SLP. São Paulo, Edgard Blücher,
1978.
MAXIMIANO, A. C. A. Administração de Projetos: Como Transformar Idéias em
Resultados. São Paulo: Atlas, 1997.
FILHO, N. C., FÁVERO, J. S., CASTRO, J. E. E. Gerência de Projetos/ Engenharia.
BAXTER, M. Projeto de Produto: Guia Prático pra o desenvolvimento de Novos
Produtos. Editora Edgard Blücher, São Paulo, 1998.
GURGEL, F. A. C. Administração dos Fluxos de Materiais e Produtos. São Paulo:
Atlas, 1996.
CROSS, N. Engineering Design Methods: Strategies for Product Design. Editora
Wiley, Chichester, 2000.
ADMINISTRAÇÃO

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

44

Ementa: O aparecimento da administração. A administração como função social e
arte liberal. As dimensões da administração. A finalidade e os objetivos de uma
empresa. A teoria da empresa. O que as entidades sem fins lucrativos estão
ensinando às empresas. O governo das corporações. Impactos e problemas sociais.
Os novos paradigmas da administração. A informação que um executivo necessita
hoje em dia. A administração por objetivos e controle. Como escolher o pessoal-regras
básicas. A administração da empresa familiar. Estratégias empreendedoras. O novo
empreendimento de risco. A empresa empreendedora.
Bibliografia:
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. Rio de
Janeiro, Editora Campus Ltda, 5ª ed., 1999;
LONGENECKER, Justin et alii. Administração de pequenas empresas. São Paulo,
Makron Books, 1997;
DRUCKER, Peter. Inovação e espírito empreendedor: Prática e Princípios.
Pioneira, 1999.
NOÇÕES DE DIREITO
Ementa: Bases do direito. Direito constitucional. Direito administrativo. Direito civil.
Direito do trabalho. Introdução ao direito de propriedade e de construir. Considerações
sobre proteção ambiental. Licitação.
Bibliografia:
RUSSOMANO, Mozart Victor. Consolidação das Leis do Trabalho Anotada. São
Paulo: FORENSE, 2003.
CONSTITUIÇÃO Federal. 34ª ed. Distrito Federal: SARAIVA, 2007. 137 p.
MARTINS, S. P. Direito do Trabalho. 25ª ed. São Paulo: ATLAS, 2009. 876 p.
OLIVEIRA NETTO, A. A; TAVARES, W. R. Introdução à Engenharia de Produção.
2006.
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO
Ementa: Aspectos humanos sociais e econômicos da segurança do trabalho.
Aspectos gerais do acidente do trabalho. Segurança na construção civil. As normas
regulamentadoras. Riscos ambientais. Proteção contra incêndio. Projeto de combate a
incêndio e pânico. Mapa de riscos. PCMAT.
Bibliografia:
FREIRE, José de Mendonça. Instrumentos e Ferramentas Manuais. LTC Livros
Técnicos e Científicos Editora S.A, Rio de Janeiro, 1994
ROUSSELET, Edisson da Silva. A Segurança na Obra – Manual Técnico de
Segurança do Trabalho em Edificações Prediais. SICOMRJ/SENAI – DN/CBIC,
Rio de Janeiro, 1986.
SAMPAIO, José Carlos de Arruda. Programa de Condições e Meio Ambiente do
Trabalho na Indústria da Construção. SindusCon/SP, Editora PINI – 1998.
Curso de Engenharia de Segurança do Trabalho, Ministério do Trabalho /
FUNDACENTRO, Autores Diversos, 6 Volumes – 1981
HIRSCHFELD, Henrique. A Construção Civil e a Qualidade. Editora Atlas S.A, São

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

45

Paulo, 1996
PACHECO JR., Waldemar. Qualidade na Segurança e Higiene do Trabalho.
Editora Atlas S.A, São Paulo, 1996.
Segurança e Medicina do Trabalho, Portaria 3214/78 do Ministério do Trabalho
ABNT – NBR 7678, Segurança na Execução de Obras e Serviços de Construção
MARKETING
Ementa: Mercado alvo. Estratégias de segmentação. Ações de marketing. Plano de
marketing. Previsão de vendas. Comercialização do Produto. Matriz produto –
mercado.
Bibliografia:
KOTLER,
Philip. Administração de Marketing: Análise, Implementação e
Controle. ed. 4., São Paulo: Atlas, 1994.
KOTLER, Philip. Administração de Marketing. Prentice Hall, 2000.
ROSENFELD, Henrique. Gestão de Desenvolvimento de Produtos. Saraiva, 2006.
GRUENWALD, George. Como Desenvolver e Lançar um Produto Novo no
Mercado. Makron Books, 1994
ANÁLISE DE DECISÕES E RISCOS
Ementa: Certeza, Risco e Incerteza. Investimento de capital. Avaliação de
alternativas. Investimento do projeto. Tomada de decisão sobre risco.
Bibliografia:
KERZNER, H. Gestão de Projetos: As melhores Práticas. Bookman; 2002.
O’BRIEN, James A. Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era da
internet. Tradução da 11ª edição americana. 2ed. São Paulo: Saraiva, 2004.
BUARQUE, Cristovan. Avaliação econômica de projetos. Rio de Janeiro: Campus,
1984.
SAMANEZ, Carlos Patrício. (2006) Matemática Financeira: Aplicações à Análise de
Investimentos. 4a. ed. São Paulo: Pearson.
ENGENHARIA DE MÉTODOS
Ementa: Introdução e objetivos. Processo de projeto. Projeto de método (estudo de
movimentos). Técnicas de registro e análise. Economia de movimentos. Técnicas de
medida do trabalho: estudo de tempos, amostragem do trabalho, tempos prédeterminados, avaliação. Ritmo. Tempo padrão.
Bibliografia:
BARNES, R. M. Estudo de Movimentos e de Tempos. São Paulo: Ed Blücher, 1977
CONTADOR, José Celso. Gestão de Operações. São Paulo: Ed Blücher, 1997
SLACK, Niegel et al. Administração da Produção. São Paulo: Ed Atlas, 2002
COUTO, Hudson A. Ergonomia Aplicada ao Trabalho. Vol. 1, 1996.
SILVA, A.V.; COIMBRA, R.R. Manual de Tempos & Métodos. São Paulo: Hemus.
PROCESSOS INDUSTRIAIS
Ementa:

Conceitos de produção e processos industriais.

Refino

do

Petróleo

e

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

46

Petroquímica. Processamento de materiais poliméricos. Indústrias de Fibras, adesivos,
tintas e borracha. Fabricação de metais, ligas e vidros. Produção de Cimento, massas
cerâmicas. Indústria de Celulose e Têxtil. Processo de Produção industrial de
biodiesel. Produção de álcool e a açúcar. Indústria de Alimentos. Processamento de
Pescados. Embalagens Indústrias.
Bibliografia:
Lee, J D. Química Inorgânica Não Concisa. 5ª ed. Inglesa. Edgard Blucher 1999
Austin, G T. Shereves’ s Chemical process industries. McGrawill 5ª ed. 1984
Shriver, D F et all. Processos Industriais. Makron Books. SP 2000.
GRAEDEL, Thomas E.; HOWARDAGRENVILLE, Jennifer A. Greening the industrial
facility: perspectives, approaches, and tools. New York: Springer, c2005.
SHREVE, R. N.; BRINK JR., J. A.; Indústrias de Processos Químicos. São Paulo: LTC,
4a. ed., 1997. 717p.
MANO, E. B.; MENDES, L. C. Introdução aos Polímeros . 2ª. Edição, Edgard Blucher
Ltda., 1999.
MACINTYRE, A. J. Equipamentos Industriais e de Processo, LTC, 3ª Edição, 2005.
GESTÃO DA MANUTENÇÃO INDUSTRIAL
Ementa: Evolução da Função Manutenção. Organização da Manutenção:
Planejamento, Controle e Melhoria. Técnicas Administrativas. Manutenção centrada
na confiabilidade. Manutenção Produtiva Total Sistemas de Informação Ligados à
Manutenção. Fator Humano da Manutenção.
Bibliografia:
SOUZA, Valdir Cardoso de. Organização e Gerência da Manutenção. 1. ed. São
Paulo: All Print, 2005.
SIQUEIRA, I. P. Manutenção centrada na confiabilidade: manual de implementação.
Qualitymark, 2005.
PINTO, Alan Kardec; NASCIF, Júlio Aquino. Manutenção: função estratégica. 2. ed.
Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001.
TAKAHASHI, Yoshikazu; e TACASHI, Osada, TPM MPT. Manutenção Produtiva Total.
São Paulo: IMAN, 2º Ed. 2000
XENOS, H. G. Gerenciando a Manutenção Produtiva. EDG, 1998.
AMARAL, A. L. O. Equipamentos Mecânicos: Análise de Falhas e Solução de
Problemas. Rio de Janeiro: QualityMark, 2002.
MONCHY, F. A função manutenção. Ebras/Durban,1989
PIAZZA, G. Introdução à Engenharia da Confiabilidade. EDUCS, 2000
GERENCIAMENTO DE PROJETOS
Ementa: Definição de Projeto. Contexto e Evolução do Gerenciamento de Projetos.
As área de conhecimento e os processos de gerenciamento do PMBoK: iniciais, de
planejamento, de execução, de controle e de encerramento. Ciclo de Vida dos
Projetos. Pratica da gerência em motivação de equipes e a gestão de pessoas. Estilos
de negociação e tratamento de conflitos no projeto. Administração do tempo e
reuniões.
Bibliografia:
DINSMORE, Paul Campbell. Gerência e Programas de Projetos.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

47

DINSMORE, Paul Campbell.Transformando estratégias empresariais em resultados
através da Gerencia de projetos .
CASAROTTO Fº, Nelson & Favero, Jose Severino & Castro, Joa. Gerência de
Projetos/engenharia Simultânea
RICHARD L. Daft . Teorias e Projetos das Organizações.
MAXIMINIANO. Antonio Cesar Amaru. Administração de Projetos. 3ª Edição. São
Paulo: Atlas, 2009
PMI. PMBOK. PMI, 5ª Edição, 2013.
Bibliografia Complementar:
HELDMAN, K. Gerência de Projetos: Fundamentos. Ed. Campus, 2005.
KEELLING, Ralph. Gestão de Projetos: uma abordagem global. São Paulo, Saraiva,
2006.
KERZNER, H. Project Management - A Systems Approach to Planning, Scheduling,
and Controlling. Seventh Edition, John Wiley & Sons, 2001.
VARGAS. Ricardo. Gestão de Projetos. 6ª Edição. São Paulo: Brasport, 2009
Bueno, Guilherme. Ms project 2010 & gestão de projetos, 2ª Ed. SP: Pearson, 2011.
Disciplinas Eletivas
SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO
Ementa: Origem e Evolução dos Sistemas de Gestão. Sistema básico de
Informações Gerenciais. Integração de Sistemas. Implantação dos Sistemas
Integrados de Gestão. ERP (Enterprise Resource Planning). Estratégia e ERP.
Bibliografia:
FRIEDMAN, Thomas L. O Mundo é Plano. Objetiva, 2005
HABERKON, Gestão Empresarial com ERP. Microsiga Software, 2003
COSTA, Luis S., e CAULLIRAUX, Heitor, M. Manufatura Integrada por
Computador. Editora Campus, 1995.
REZENDE, Denis A. e Abreu, Aline F. Tecnologia da Informação. Atlas, 2003
TURBAN, Efrain e outros. Tecnologia da Informação para Gestão. Bookman, 2004
GESTÃO DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA
Ementa: Conceitos básicos. O processo de inovação tecnológica. A inovação
organizacional. O processo de produção e transferência do conhecimento.
Estratégias de inovação. A relação universidade-empresa. Avaliação de tecnologias e
de mercados para novas tecnologias. Apropriação dos ganhos com inovação.
Estratégias de financiamento para a inovação. Alianças. Formas organizacionais para
a inovação.

Bibliografia:
BARBIERI, José C. Produção e Transferência de Tecnologia. São Paulo: Ática,
1990.
NEVES, Eurico. Inovar sem risco. Lisboa: Editorial Presença, 1997.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

48

REIS, Dálcio. Gestão da Inovação Tecnológica: As relações universidadeempresa. São Paulo: Manole, 2003.
REIS, Dálcio et al (2001) Tecnologia, Estratégia para a Competitividade. São
Paulo: Nobel, 2001.
PROJETO DE NEGÓCIOS
Ementa: Elaborar um plano de negócios aplicando todos os conhecimentos
acumulados ao longo do curso juntamente com professores e alunos dos demais
cursos do campus.
Bibliografia:
MINTZBERG, H. Criando organizações eficazes. São Paulo, Atlas, 2003.
SANTOS, S.ª & Campos, H.J. Criando seu próprio negócio: como desenvolver o
potencial empreendedor. Brasília, SEBRAE, 1996.
BIRCH, Paul; CLEGG, Brian. Criatividade nos negócios: um guia para
empresários, gerentes e administradores de empresas. São Paulo: Clio, 1995.
INTRODUÇÃO A CONFIABILIDADE DE SISTEMAS
Ementa: Cálculo da confiabilidade; Diagrama de blocos; Função de confiabilidade;
Sistema em série, Sistema em paralelo; Medidas de importância; Redundância;
Confiabilidade de projetos; Modelos de falha; Taxa de falha; Lei de sobrevivência de
equipamentos; Modelos para a taxa de falha; Atributos de confiabilidade;
Disponibilidade; Manutenabilidade; MTTF, MTBF e MTTR; Teste de manutenção de
sistemas; Sistemas com componentes reparáveis; Sistemas com componentes não
reparáveis; Confiabilidade de sistemas de segurança; Falhas de modo comum;
Confiabilidade humana.
Bibliografia:
MONCHY, F. A função manutenção. Ebras/Durban,1989
TAKAHASHI, Y.; OSADA, T. Manutenção produtiva total (MPT). 1993
XENOS, Harilaus G. Gerenciando a Manutenção Produtiva. EDG, 1998
PIAZZA, Gilberto. Introdução à Engenharia da Confiabilidade. EDUCS, 2000
SIQUEIRA, Iony Patriota de. Manutenção centrada na confiabilidade: manual de
implementação. Qualitymark, 2005.
PROCESSO DE FABRICAÇÃO
Ementa: Introdução à metalurgia extrativa do ferro, do alumínio e do cobre;
Conformação mecânica (laminação, forjamento, trefilação e extrusão); Fundição
(incluindo classificação e seleção dos aços e dos ferros fundidos); Soldagem.
Metalurgia do pó.
Bibliografia:
ALTAN, T.; OH, S.; GEGEL, H. Conformação de Metais: Fundamentos e
Aplicações. EESC/USP,1999.
CETLINC, P. R.; HELMAN, H. Fundamentos da Conformação Mecânica dos
Metais. Guanabara Dois
GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

49

Ementa: Introdução; Aspectos Legais; Instrumentos de Gestão: Outorga, Cobrança,
Enquadramento, Plano de Bacia Hidrográfica; Recursos hídricos no Brasil:
Disponibilidades e demandas de água. Modelos de Gestão de Recursos Hídricos.
Bibliografia:
BARTH, F. T.; POMPEU, C.T. FILL, H. D.; TUCCI, C. E. M.; KELMAN, J; BRAGA JR.
B. P. F. 1987. Modelos para gerenciamento de recursos hídricos. São Paulo:
Editora Nobel. 526 p
CAMPOS, N. & STUDART, T. 2001. Gestão das águas: princípios e práticas.
Organizado por Nilson Campos e Ticiana Studart. – Porto Alegre: ABRH. 197p
GOLDBARG, M. C.; LUNA, H. P. L. 2000. Otimização combinatória e programação
linear: modelos e algoritmos. Rio de Janeiro: Editora Campus. 649 p.
POMPEU, C. T. 1976. Regime jurídico da polícia das águas públicas: polícia da
qualidade. São Paulo: CETESB. 149 p.
SETTI, A. A.; LIMA, J. E. F. W.; CHAVES, A. G. M. & PEREIRA, I. de C..2001.
Introdução ao gerenciamento de recursos hídricos. 3ª edição. Brasília: Agência
Nacional de Energia Elétrica; Agência Nacional de Águas. 328p.
SILVA, D. D. da; PRUSKI, F. F. 2000. Gestão de Recursos Hídricos: aspectos
legais, econômicos e Sociais. Brasília, DF: Secretaria de Recursos Hídricos;
Viçosa, MG: Universidade Federal de Viçosa; Porto Alegre: Associação Brasileira de
Recursos Hídricos. 659 p. :il.
THAME, A. C. DE M. 2000. A cobrança pelo uso da água. São Paulo: IQUAL,
Instituto de Qualificação e Editoração LTDA. 256 p.
PLANEJAMENTO E GESTÃO DA PRODUÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL
Ementa: Organização empresarial. Formulação do projeto: condicionantes e
metodologia. Contratação de obras e serviços. Planejamento e controle da
construção: técnicas, cronogramas, viabilidade, planejamento integrado de execução,
análise de desempenho. Licitações e contratos.
Bibliografia:
LIMMER, Carl V. Planejamento, orçamentação e controle de projetos e obras.
Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 1997.
CIMINI, Remo. Planejar para construir. São Paulo: Pini, 1987.
GEHBAUER, Fritz. Planejamento e gestão de obras. Curitiba: CEFET-PR, 2002.
GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS
Ementa: Origem e produção de lixo. Classificação, composição e caracterização dos
resíduos sólidos. Limpeza pública: manejo de resíduos, planejamento e legislação. Coleta
seletiva e reciclagem. Processos de tratamento e/ou destinação final. Seleção de áreas.
Resíduos de construção e demolição, de indústrias, e de serviços de saúde. Generalidades
sobre construção civil e meio ambiente. Impacto ambiental das construções, geração de
resíduos de construção e demolição (RCD), materiais não renováveis. Soluções de
engenharia: Redução do consumo de materiais, desperdícios/novas tecnologias, reutilização,
reciclagem e ciclo de vida. Tecnologias limpas. Resolução CONAMA 307. Projeto de
gerenciamento de Resíduos de construção e demolição. Utilização de resíduos: estudo de
casos,aspectos técnicos, ambientais e normalização.
Bibliografia:

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

50

AMORIM, V.P. (1996) Resíduos Sólidos Urbanos. Roteiro Editoral LTDA.
Legislação Brasileira de Resíduos Sólidos a Ambiental Correlata, Volume II, Legislação
Federal; Brasília, 1999.
LIMA, J.L. (2000) Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos no Brasil. ABES, Paraíba.
LIMA, L.M.Q. (1995) - Lixo: Tratamento e biorremediação. Hemus Editora LTDA.
MASSUNARI, I.S. (2000) - Pesquisa e seleção de áreas para aterro sanitário. Ed. 54, 1722p.
Normas Técnicas - Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT: NBR 10004 - NBR
10007 - NBR 1183 - NBR 1264 - NBR 12980 - NBR 9190 - NBR 12980 – NBR 8419 - NBR
12808 - NBR 12809 - NBR 12810 - NBR 8419 - NBR 8849 - NBR 9690 -NBR 10157 - NBR
10703 - NBR 7229 - NBR 7211.
PHILIP JÚNIOR, A. org. (1982) - Saneamento do Meio. FUNACENTRO. Universidade de São
Paulo.
PROSAB - Programa de Pesquisa em Saneamento Básico. Manual prático de compostagem
de biossólidos. Rio de Janeiro, ABES, 1999.
PROSAB - Programa de Pesquisa em Saneamento Básico. Resíduos Sólidos do
saneamento: Processamento, reciclagem e destinação final. Rio de Janeiro, ABES, 2001.
PROSAB - Programa de Pesquisa em Saneamento Básico. Resíduos Sólidos do
saneamento: Metodologias e Técnicas de minimização, reciclagem e reutilização de resíduos
sólidos urbanos. Rio de Janeiro, ABES, 1999.
PROSAB - Programa de Pesquisa em Saneamento Básico. Resíduos Sólidos do
saneamento: Resíduos Sólidos Provenientes de coletas especiais: eliminação e valorização.
Rio de Janeiro, ABES, 2001.

METROLOGIA
Ementa: Sistema de unidades. Padrões de medida. Características dos sistemas de
medição. Valores medidos. Instrumentos de medição. Calibração. Ajustes e
tolerâncias. Incertezas. Normalização. Confiabilidade. Qualidade.
Bibliografia:
LIRA, F. A. Metrologia na Indústria. 3ª ed. São Paulo: Érica, 2004
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS
Ementa: Equações diferenciais ordinárias. Métodos de soluções explícitas. Equações
diferenciais lineares de ordem superior. O método da variação dos parâmetros.
Transformada de Laplace. O método de Laplace para resolução de equações
diferenciais. Solução de equações diferenciais ordinárias por séries - Equações de
Legendre e Bessel. Equações diferenciais parciais Clássicas: Equação da onda,
equação do calor e equação de Laplace. Solução de equações diferenciais ordinárias
por séries. Série de Fourier.
Bibliografia:
BOYCE, W. E; DIPRIMA, R. C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas
de Valores de Contorno. 3a. Edição, Editora Guanabara Dois, Rio de Janeiro.
SENSORIAMENTO REMOTO APLICADO À ENGENHARIA
Ementa: Reconhecimento em imagens de satélite e fotografias aéreas dos alvos
espectrais (solos, rochas, reservatórios, sites de barragens e estradas) terrestres,
como suporte aos projetos de engenharia e ambiental e na gestão e planejamento

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

51

regional.
Bibliografia:
Loch, C. & Lapolli, E.M.1989. Elementos básicos da fotogrametria e sua
utilização prática. Ed. da UFSC. Serie didática.
Lillesand, T. M &Ralph, W. K 1994. Remote sensing and image interpretation.
John Wiley & Sons, Inc.
Loch, C.1989. Noções básicas para a interpretação de imagens aéreas, bem
como algumas de suas aplicações nos campos profissionais.Ed. da UFSC. Serie
didática.
Novo, E. M. L 1989. Sensoriamento remoto - princípios e aplicações.
Oliveira, A.M, dos S. & De Brito, S. N. A. Editores. 1998. Geologia de Engenharia.
ABGE. CNPq.FAPESP.
Richards, J. A. 1995. Remote sensing digital image analysis-an introduction.
Springer-Verlag.
Ricci, M. & Petri. S. 1965 - Princípios de aerofotogrametria e interpretação
geológica.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

2

14. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
O estágio deve propiciar a complementação do ensino e da aprendizagem, através
de atividades práticas, pela participação em situações reais de vida e de trabalho
na área de formação do estudante, realizadas na comunidade em geral ou junto às
pessoas jurídicas de direito público ou privado, sob responsabilidade e
coordenação da Instituição de Ensino. (Lei nº 11788/2008).
Os estágios curriculares classificam-se como obrigatório e não obrigatório,
oficializados através de parcerias com empresas vinculadas à engenharia por meio
de convênios registrados, devendo os mesmos ser planejados, executados,
acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos, programas e
calendários escolares.
O Estágio Obrigatório segue Resolução 71/2006-CONSUNI e apresenta uma carga
horária mínima de 192 horas.
As especificidades relativos ao estágio curricular supervisionado dos alunos de
Engenharia de Produção estão definidos na Resolução 01/14 aprovada pelo
Colegiado do Curso (anexa).

15. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC

Desenvolvido pelo aluno graduando, a partir do 9o (nono) semestre do curso,
devidamente acompanhado por um orientador, visa elaborar monografia sobre um
tema da Engenharia de Produção.
As especificidades relativos ao Trabalho de Conclusão de Curso dos Engenharia
de Produção estão definidos na Resolução 02/14 aprovada pelo Colegiado do
Curso (anexa).

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

3

16. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As atividades complementares são práticas acadêmicas de múltiplos formatos,
obrigatórias, que podem ser realizadas dentro ou fora da Universidade, desde que
reconhecidas e aprovadas pelo Curso, como úteis à formação do aluno. Essas
práticas se distinguem das disciplinas que compõem o currículo pleno (atividades
obrigatórias) de cada curso.
As atividades complementares têm como finalidade complementar a formação do
aluno, ampliar o seu conhecimento teórico-prático, fomentar a prática de trabalhos
interdisciplinares e entre grupos, estimular as atividades de caráter solidário e
incentivar a tomada de iniciativa e o espírito empreendedor dos alunos.
Estas atividades incluem:


Participação em palestras, seminários, congressos, conferências, ciclo de

debates, oficinas, mesas redondas, jornadas, fóruns, etc. promovidos pela própria
instituição ou outros órgãos e entidades externas sobre temas específicos para o
Curso de Engenharia de Produção, desde que ligadas à prática de extensão,
monitoria ou iniciação científica;


Organização de eventos institucionais e acadêmicos, no Campus do Sertão;



Participação em Grupos de Iniciação Científica orientados por professor do

Curso de Engenharia de Produção;


Participação em Programas/Projetos de Pesquisa ou Extensão internos ou

externos;


Participação em grupos de pesquisa orientados por professor do Campus do

Sertão;


Realização de pesquisa científica sob orientação de professor do Campus

do Sertão;


Atividade de monitoria em disciplinas ofertadas pelo Campus do Sertão;

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção



4

Matrícula – em caráter de enriquecimento curricular – em disciplinas de

outros cursos ofertados pelo Campus do Sertão (disciplinas isoladas), com
comprovação efetiva de aproveitamento de frequência e notas.
As definições quanto ao que os docentes podem aproveitar como carga horária
flexível estão na Resolução 03/14 aprovada pelo Colegiado do Curso (anexa).

16.1. PROGRAMAS DE APOIO
Os Programas de Apoio visam estimular o aluno a vivenciar o curso desde o seu
ingresso e ao longo de sua permanência, seja através de grupos de pesquisa, de
aprimoramento do conhecimento ou de qualquer outro meio. É necessário
conscientizar o aluno de que ele é parte integrante da estrutura do curso e que a
sua melhoria reflete também na melhoria da Engenharia de Produção e da UFAL.
16.1.1.

Curso de Nivelamento

O curso de nivelamento para os alunos recém ingressos no curso de Engenharia
de Produção da UFAL tem como objetivo promover uma melhoria no desempenho
acadêmico dos mesmos. Seus objetivos imediatos consistem em:


Promover a integração destes alunos entre si e com os demais do corpo

discente, com os docentes do curso, de forma a incentivá-los a participar das
várias atividades desenvolvidas pela Universidade;


Mostrar a estrutura acadêmica e administrativa da Universidade;



Apresentar informações sobre a matriz curricular do curso, Colegiado do

Curso, Centro Acadêmico, Empresa Júnior de Engenharia de Proução, Civil e
Arquitetura, PET e Programas de iniciação científica da UFAL;


Avaliar e complementar os conhecimentos destes alunos nas matérias

matemática e física;


Enfatizar a importância das matérias básicas para a formação profissional.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

5

16.1.2. Programa de Orientação Acadêmica – PROA
Como proposta de implantação futura, O Programa de Orientação Acadêmica do
curso de Engenharia da Produção da UFAL tem como objetivo promover uma
melhoria no desempenho acadêmico dos alunos através de um processo de
acompanhamento

e

orientação

exercido

por

professores

selecionados,

denominados Orientadores Acadêmicos. Seus objetivos imediatos consistem em:

Proporcionar uma melhor integração do discente iniciante ao curso e ao
ambiente universitário;

Conscientizar o discente da importância das disciplinas básicas para sua
formação e para compreensão dos conteúdos das disciplinas profissionalizantes;


Orientar o aluno na escolha de disciplinas e nos modos de estudá-las;


las;

Detectar eventuais deficiências acadêmicas dos discentes e procurar corrigi-


Acompanhar o desempenho do aluno em todas as disciplinas cursadas
durante o período da orientação acadêmica;


Reduzir o índice de reprovação e a evasão, freqüentes no início do curso;



Garantir a melhoria na qualidade do curso.

16.1.3. Monitoria
O programa institucional de monitoria é coordenado pela Pró-Reitoria de
Graduação - PROGRAD, cuja principal finalidade é possibilitar ao aluno o
desenvolvimento de atividades de ensino-aprendizagem em determinada disciplina
supervisionada por um professor orientador, tendo os seguintes objetivos:


Assessorar o professor nas atividades docentes;



Possibilitar a interação entre docentes e discentes;



Proporcionar ao monitor uma visão globalizada da disciplina a partir do

aprofundamento, questionamento e sedimentação de seus conhecimentos;

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção



6

Desenvolver habilidades didático-pedagógicas e uma visão crítica sobre a

metodologia do ensino;


Envolver o estudante em trabalho de pesquisa associado ao ensino.

Para submissão ao Programa o aluno deverá estar de acordo com a Resolução Nº
055/2008 – CONSUNI, de 10 de novembro de 2008.
Estando apto a se inscrever para o processo seletivo, o aluno candidato estará
sendo submetido à prova escrita; prova prática, se a disciplina assim o exigir;
exame do histórico escolar com ênfase no estudo da disciplina e análise dos dados
referentes às suas atividades discentes constantes no histórico escolar.
No final do período de monitoria o aluno recebe um Certificado do exercício de
monitoria assinado pelo Pró-Reitor Estudantil.

16.1.4. Programa de Capacitação Discente – PEC
O PEC (implementa futura) é concebido como um programa que visa congregar os
alunos envolvidos em atividades de Iniciação Científica nas mais diversas áreas da
Engenharia de Produção, e propiciar um ambiente de interação e conseqüente
transferência de informações entre os mesmos. A filosofia adotada no PEC baseiase na garantia de ampla formação científica e acadêmica aos seus integrantes,
incentivando-os a participarem de diversas atividades científico-acadêmicas, bem
como de eventos científicos de âmbito regional, nacional e internacional. Desta
forma,

busca-se

um

aprimoramento

profissional

e

uma

condução

ao

desenvolvimento de estudos em programas de pós-graduação. Um outro aspecto
que norteia o programa fundamenta-se na preocupação em desenvolver nos seus
membros um espírito crítico em relação à profissão e à própria vida em sociedade,
conscientizando-os do papel que possuem como vetores de desenvolvimento do
País.
Diretrizes
O PEC é regido por algumas diretrizes básicas que buscam melhor enquadrar seus
integrantes na filosofia deste programa, das quais se pode destacar: o estímulo à
interação entre as pesquisas desenvolvidas pelos membros, no intuito de propiciar-

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

7

lhes uma ampla formação com noções básicas em todas as áreas de pesquisa
existentes no Curso; formação multidisciplinar de seus integrantes; divulgação da
Iniciação Científica, ressaltando sua importância para os alunos do Curso e
encorajando-os a participarem de atividades de pesquisa desde os primeiros anos
de suas vidas acadêmicas; participação dos membros em eventos de caráter
científico; publicação de trabalhos técnicos em congressos e periódicos
especializados, o que enaltece os nomes do PEC, do Curso e o da UFAL; dentre
outras.
Estrutura Organizacional
Para seguir as diretrizes do PEC e alcançar os objetivos para os quais este é
concebido, dispõe-se de uma estrutura organizacional que visa subdividir as
diversas atividades, descritas na seção 3, em coordenadorias de acordo com o
escopo das mesmas. Cada uma destas coordenadorias é gerenciada por um
membro, sendo subordinadas de maneira hierárquica pelo Coordenador Discente,
pelo Coordenador Docente e pelo Conselho do Programa, respectivamente. A
estrutura organizacional, em forma de organograma está representada na Figura 2.

Conselho
oooo
Coordenador Docente
Coordenador Discente
Documentação

Infra-Estrutura

Finanças

Eventos

Divulgação
Site
Mural

Figura 2 – Estrutura Organizacional do PEC.
Critérios de Participação
Para ingresso no PEC, o aluno não se submete a qualquer processo seletivo,
exigindo-se estar regularmente matriculado no Curso e vinculado a um projeto de
pesquisa devidamente institucionalizado, com orientação de um(a) docente da
UFAL. Desta forma, ao ingressar neste programa os alunos passam por um
período de adaptação de três meses antes de sua efetivação como membro. Nesta

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

8

fase, estes têm suas atividades científico-acadêmicas acompanhadas pelos
membros efetivos do PEC, que os orientam no sentido de promover uma melhor
integração com todos os membros.
Formas de Atuação
Incentivando seus membros a participarem de eventos de caráter científico e à
publicação de trabalhos em periódicos e congressos, visando fomentar a formação
científico-acadêmica, como também a divulgação do PEC, do Curso e da UFAL.
Tal estímulo é propiciado por meio da integração entre os membros, onde os mais
experientes ressaltam a importância destas atividades, além de exporem os
conhecimentos adquiridos. Desta maneira, o programa busca montar um quadro de
integrantes com a formação curricular ampla, o que facilita o ingresso dos
membros em programas de pós-graduação.
O Programa manterá uma página eletrônica com o objetivo de divulgar os eventos
e as atividades desenvolvidas pelo mesmo e os principais acontecimentos
científicos do País disponibilizam um espaço para a consulta de materiais
relacionados às pesquisas e às disciplinas do Curso. Além de manter atualizado
um mural de exposição de textos de caráter científico, o qual também serve de
meio de comunicação com os demais alunos da Instituição.

16.1.5. Programa de Extensão AÇÕES
O Programa AÇÕES (Aperfeiçoando Cursos e Originando Elos Socioambientais)
trata-se de um Programa Institucional de Extensão do Eixo da Tecnologia. O
mesmo foi criado através da Pró-Reitoria de Extensão e demais Pró-Reitorias
Acadêmicas (PROGRAD/PROPEP/PROEST), mediante a “Chamada para Apoio
aos Programas de Extensão Institucionalizados das Unidades Acadêmicas nº
01/2010”.
Esta chamada objetivou criar, institucionalizar e apoiar programas de extensão em
todas as unidades acadêmicas do campus sede (Campus A. C. Simões) e em
todos seus dois campi fora de sede (Campus Arapiraca e Campus do Sertão). A
mesma foi baseada no fato de que universidade assume seu compromisso
socioambiental mediada pelas ações de extensão, as quais devem se integrar às
atividades de ensino e à investigação científica. Com isso, consegue-se contribuir

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

9

para melhoria das condições de vida da sociedade, bem como promover uma
maior absorção dos conhecimentos adquiridos na academia. Desta forma, trata-se
de uma via de mão dupla, onde o saber acadêmico é enriquecido pela atuação nas
demandas da realidade local.
Nesse sentido, esta Chamada teve como objetivos específicos: potencializar e
ampliar a qualidade das ações de ensino e pesquisa; estimular o desenvolvimento
social e espírito crítico dos estudantes, bem como a atuação profissional pautada
na cidadania e função social da educação superior; contribuir para aumentar o
contato direto dos estudantes com realidades concretas e da troca de saberes
acadêmicos e populares; e dotar as Unidades Acadêmicas de melhores condições
de gestão de suas atividades acadêmicas de extensão.
Baseando-se nesta Chamada, docentes do Eixo da Tecnologia submeteram a
proposta de criação do Programa AÇÕES, o qual foi aprovado e institucionalizado
em junho de 2010. Este Programa visa aperfeiçoar o ensino da Engenharia Civil e
da Engenharia de Produção do Campus do Sertão, estabelecendo elos com a
sociedade sertaneja. Para tanto, promovem-se cursos, eventos de extensão,
projetos de pesquisa-ação e prestação de serviços de engenharia à comunidade.
Por se tratar de um programa de extensão, as atividades do Programa AÇÕES
buscam atuar de modo articulado entre si, envolvendo a sociedade de forma
participativa em todo o processo de construção do conhecimento. Além disso, tem
viabilizado a integração da tríade ensino-pesquisa-extensão, mediante, por
exemplo, a inserção de ações extensionistas em atividades de disciplinas de
graduação. Com isso, visa-se relacionar o aprendizado advindo na comunidade
com os conhecimentos adquiridos em sala, bem como inserir a investigação
científica no processo de ensino-aprendizagem. Desta maneira, o Programa
AÇÕES tem ampliado a reflexão acerca da necessidade de promoção de
atividades de extensão articuladas entre si, e, principalmente, que interajam com o
ensino e a pesquisa.
16.1.6. Programa de Educação Tutorial – PET
O Programa de Educação Tutorial (PET) é um programa acadêmico do MEC, o
qual é direcionado a alunos regularmente matriculados em cursos de graduação,
os quais são selecionados a participarem do Programa e se organizam em grupos,
recebendo orientação acadêmica de Professores-Tutores. O PET tem como

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

10

objetivo inserir o aluno em uma dinâmica de desenvolvimento de atividades
extracurriculares, baseadas na tríade ensino-pesquisa-extensão, visando à
complementação da formação acadêmica. Igualmente, possui como foco contribuir
para a melhoria do ensino da graduação, mediante o planejamento e execução de
diversas atividades interdisciplinares.
O PET foi criado em 1979 pela Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de
Nível Superior (CAPES), sendo denominado inicialmente de Programa Especial de
Treinamento. Em 1999, sua gestão foi transferida para a Secretaria de Educação
Superior do Ministério da Educação e Cultura (SESu/MEC). Atualmente, o
programa é regido pela Lei Federal 11.180 de 23 de setembro de 2005 e por
portarias específicas do MEC. O Programa é avaliado através de uma Comissão
de Avaliação Local e uma Comissão de Avaliação do MEC/SESu.
Em 2010, o MEC, por intermédio da SESu e da Secretaria de Educação
Continuada, Alfabetização e Diversidade – SECAD, lançou o Edital no 09/2010 que
tratou da criação de novos grupos, no âmbito do Programa de Educação Tutorial.
Como algumas das inovações desse edital, encontra-se a possibilidade de aceite
de propostas de novos grupos PETs que possuam um caráter interdisciplinar ou
por área de conhecimento, bem como a reserva de um lote específico (lote A) para
grupos destinados aos campi fora de sede das Universidades Federais, criados no
âmbito dos programas de expansão da rede de Instituições Federais de Ensino
Superior (IFES).
Baseando-se neste edital, docentes do Eixo da Tecnologia do Campus do
Sertão/UFAL elaboraram e submeteram a proposta de criação de um grupo PET
que envolvesse os dois primeiros cursos deste Eixo: Engenharia Civil e Engenharia
de Produção. Igualmente, essa proposta foi fundamentada nas diretrizes e nos
projetos que já vinham sendo realizadas dentro do Programa de Extensão AÇÕES.
Nesse cenário surge o PET ENGENHARIAS/MEC/SESu do Campus do Sertão, o
qual foi aprovado através deste Edital em novembro de 2010 e implantado em
dezembro de 2010.
Assim, o PET ENGENHARIAS, formado pelos cursos de Engenharia Civil e
Engenharia de Produção, tem como objetivo desenvolver ações integradas de
ensino, pesquisa e extensão, de modo a enriquecer a formação acadêmica e
cidadã dos graduandos dos cursos das Engenharias do Campus do Sertão da
UFAL. Busca ainda atender eminentes demandas socioambientais da região

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

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sertaneja do Estado de Alagoas, dentro de uma atuação pautada pela ética,
cidadania e função social da educação superior.
Fundamentando-se nos trabalhos desenvolvidos dentro do Programa AÇÕES, a
proposta deste grupo PET é continuar e melhorar seu trabalho, através de
atividades alinhadas com as diretrizes institucionais, mantendo-se sempre atento
para o fato de que a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão é o
caminho certo para que as ações produzam os efeitos mais reais e benéficos nas
engenharias, e por consequência, na sociedade. Nestes termos, o PET
ENGENHARIAS, desde sua implantação, vem se empenhando na participação e
promoção de diversas atividades extracurriculares, visando atingir plenamente os
objetivos primordiais do programa.

16.2. RELAÇÃO ENTRE O CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E A
EXTENSÃO
Entre as atividades de extensão desenvolvidas no âmbito do curso de Engenharia
Civil, no Campus A.C. Simões, destaca-se o AÇÕES (mencionado anteriormente) e
outros projetos que foram desenvolvidos desde o início do curso.
Todos os professores e alunos do curso de Engenharia de Produção são,
permanentemente, estimulados a participar do programa, com algumas atividades
sendo conduzidas sob a coordenação do programa PEC.

17. PRÉ-REQUISITOS E CO-REQUISITOS
As definições quanto às disciplinas consideradas pré-requisitos e co-requisitos na
Resolução 04/14 aprovada pelo Colegiado do Curso (anexa).

17. AVALIAÇÃO
17.1. Sistema de Avaliação do processo ensino e aprendizagem
As observações abaixo contribuem no embasamento e compreensão daquilo que
se pretende obter ao se avaliar.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

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“Avaliar pressupõe um projeto norteador de professores e alunos na direção da
consecução de objetivos claramente explicitados, dentro de uma determinada
matriz epistemológica.”
“A avaliação é, indubitavelmente, a maior evidenciadora do plano pedagógico que
está em curso. A forma como ela é praticada pode revelar os vínculos
remanescentes como um modelo de ensino que teoricamente é negado. Se tais
vínculos persistirem, notadamente nessa prática permeada de relações de poder,
poderão comprometer a vitalidade do projeto.”
No Curso de Engenhara de Produção a avaliação é considerada um processo, e é
percebida como uma condição que torna mais dinâmica a ação do curso pela qual
se procura identificar, aferir, investigar e analisar o desenvolvimento do discente,
do professor e do curso, confirmando se a construção do conhecimento ocorreu de
forma teórica e prática. É uma das formas como o curso pode verificar o alcance
dos seus objetivos na medida em que tem fundamentos filosóficos, psicológicos e
pedagógicos apoiados no dinamismo, continuidade, integração, progressividade,
abrangência, cooperação e versatilidade, procurando desenvolver as seguintes
funções atribuídas para a avaliação:


Função diagnóstica - visa determinar a presença ou ausência de

conhecimento e habilidades, providências para estabelecimentos de novos
objetivos, retomada de objetivos não atingidos, elaboração de diferentes
estratégias de reforço, sondagem, projeção e retrospecção de situação de
desenvolvimento do discente, dando-lhe elementos para verificar o que aprendeu e
como aprendeu;


Função formativa - localiza deficiências na organização do ensino-

aprendizagem, de modo a possibilitar reformulações no mesmo e assegurar o
alcance dos objetivos. Para que a avaliação tenha o caráter formativo, trabalha-se
a seleção dos objetivos e conteúdos das disciplinas, desenvolvendo o caráter
multidisciplinar e interdisciplinar sempre buscando a participação dos discentes. No
curso procura-se saber o que avaliar e como usar os resultados, e para tanto
estabelece critérios e objetivos dessa avaliação e os instrumentos que servirão
como meio para esse fim.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

13

Nessa perspectiva, a avaliação alicerça sempre o seu alvo na formação de um
profissional eficiente, consciente e responsável. A operacionalização da avaliação
ocorrerá conforme resolução no 25/2005 do CEPE/UFAL.
O objetivo geral do processo de avaliação das disciplinas é de contribuir para o
acompanhamento das atividades de ensino e gestão, oferecendo subsídios para a
tomada de decisão, o redirecionamento das ações, a otimização e a excelência dos
processos e resultados do Curso de Engenharia de Produção do Campus do
Sertão, além de incentivar a formação de uma cultura avaliativa.

Localmente, no âmbito do Curso de Engenharia de Produção, a avaliação das
disciplinas deve ocorrer de duas formas. Na primeira delas, qualquer aluno,
individualmente ou em grupo, através de uma representação do Centro Acadêmico
de Engenharia de Produção (CAEC) junto ao Colegiado do Curso, pode ao longo
do período letivo manifestar qualquer situação de anormalidade, requerendo uma
posição do Colegiado do Curso. Em reunião do Colegiado são tomadas as
providências cabíveis no sentido de resolver internamente o problema ou recorrer
à(s) instância(s) competente(s).
Uma segunda forma de avaliação das disciplinas pelo corpo discente acontece ao
término do período letivo. Este processo é feito através da internet com o acesso
individual dos alunos ao questionário de avaliação das disciplinas matriculadas
durante todo o período letivo. O questionário de avaliação consiste de questões de
múltipla escolha, tendo ainda um espaço para a manifestação de comentários,
reclamações e sugestões. A efetivação desta forma de avaliação na plataforma
atual só é possível com o encaminhamento de informações da base de dados do
Sistema Acadêmico da UFAL.
Além dessas formas de avaliação das disciplinas pelo corpo discente, ao término
de cada período letivo faz-se o levantamento de indicadores de desempenho dos
alunos em todas as disciplinas e turmas, identificando-se o número de alunos
matriculados, que realizaram trancamento, reprovados por falta, reprovados por
média, reprovados na prova final, aprovados por média e aprovados na prova final.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

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A elaboração do atual Projeto Político Pedagógico teve como base a construção do
perfil do egresso descrito ao longo do presente PPC, que será avaliada de forma
sistemática e continuada, envolvendo todos os atores da vida acadêmica. O
processo de avaliação será conduzido pelo Colegiado do Curso a partir de
demandas identificadas por qualquer um dos atores desse processo.

17. 2. Sistema de Avaliação do Projeto de Curso
A Lei de Diretrizes e Bases do Ensino, LDBEN, no seu art. 24, inciso V, considera o
processo de construção do conhecimento contínuo e progressivo, devendo a
avaliação a ele se adequar. A aprendizagem, nesse sentido, comporta elementos
de ordem subjetiva e objetiva e, portanto, deve privilegiar os aspectos qualitativos
sobre os quantitativos.
A avaliação do projeto do curso tem, como função central, de obter informações
sobre os avanços e as dificuldades de cada aluno, de modo a permitir ao professor
planejar e replanejar o processo de ensino-aprendizagem. Como tal, deve ser
instrumento

de

estímulo

e

promoção

da

aprendizagem,

cabendo

ao

professor interpretar qualitativamente o conhecimento construído pelo aluno,
considerando que esse conhecimento abrange as áreas cognitiva, afetiva e social.
Ao final da formatura da primeira turma (prevista para janeiro de 2015), o Curso
fará uma primeira avaliação e revisão do projeto com vistas à engrandecer a
formação do futuro profissional engenheiro, de modo a potencializar suas
habilidades e a expandir seus conhecimentos, destacando sempre uma formação
voltada para as necessidades da sociedade.
Após análise dos dados coletados, cabe ao NDE propor alterações no Projeto
Político-Pedagógico do Curso e/ou estrutura curricular pela avaliação constante do
mesmo e a adequação do perfil profissional do egresso do curso, indicar formas de
incentivo ao desenvolvimento de atividades de oriundas de necessidades da
graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas
pública relativas à área do conhecimento, propor outros procedimentos e critérios
para a autoavaliação do curso, convidar consultores ad hoc para auxiliar nas

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

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discussões do projeto e levantar dificuldades na atuação do corpo docente do
curso, que interfiram na formação do perfil profissional do egresso.

18. CONDIÇÕES DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURSO
18.1. Infraestrutura de Docentes

Atualmente, o curso é atendido por 18 (dezoito) professores efetivos, contando
com professores comuns no Eixo de Tecnologia e alguns que atendem somente o
Curso, com formação em muitas áreas, devido à diversidade das disciplinas do
curso. Conta, também, com professores substitutos, que variam em quantidade, de
acordo com a necessidade de atendimento de disciplinas e substituição de
professores licenciados devido à aperfeiçoamentos.

18.2. Técnicos-administrativos
O Campus do Sertão conta com uma equipe de técnicos-administrativos para dar
completo apoio à Comunidade Acadêmica nas mais diversas necessidades, como
comprovação de matrícula, boletim acadêmico, pedidos de reopção de curso,
trancamento de matrícula, etc.
O curso conta também com técnicos específicos de laboratório que apoiam os
docentes na aplicação de aulas práticas dos laboratórios de ensino e na condução
de experimentos relacionados à pesquisa e extensão.

18.3. Recursos materiais
O curso conta com as salas de aulas oferecidas pelo Campus do Sertão, em
comum com os outros cursos, além de 1 (uma) sala de pranchetas, para auxiliar

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Produção

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nas aulas de Expressão Gráfica, e 2 (dois) laboratórios de Informática, além de
laboratórios específicos, como seguem:


Laboratório de Saneamento Ambiental;



Laboratório de Hidráulica;



Laboratório de Química;



Laboratório de Materiais de Construção;



Laboratório de Fenômenos de Transporte;



Laboratório de Física;



Laboratório de Automação (aguardando implementação).

Atualmente, alguns desses laboratórios estão funcionando em conjunto no mesmo
local, em função da otimização de espaços em vista da expansão ainda existente
do espaço do Campus. Futuras instalações estão previstas para o atendimento
destes e demais laboratórios.

11. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
FURLANETTO, E. L.; MALZAC NETO, H. G.; & Neves, C. P. . Engenharia de
Produção no Brasil: reflexões acerca da atualização dos currículos dos Cursos de
Engenharia. Revista Gestão Industrial. Universidade Tecnológica Federal do
Paraná – UTFPR, Campus Ponta Grossa – Paraná – Brasil. ISSN 1808-0448/
V.02.N. 04: P.38-50,2006.
MEC/CNE/CES. Diretrizes Curriculares para os Cursos em Engenharia. Resolução
CNE/CES. Brasília, 11 de março de 2002.
RENOVAÇÃO DO RECONHECIMENTO DO CURSO DEGRADUAÇÃO EM
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MECÂNICA DA ESCOLA DE ENGENHARIA DE
SÃO CARLOS – USP, Curso de Engenharia Produção Mecânica - CoC-EPM. 15
de janeiro de 2001.
                
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