Engenharia Civil 2014

Arquivo
PPP_Eng_Civil_Sertao_Revisão_2014_ajustes_finais.pdf
Documento PDF (964.8KB)
                    Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS DO SERTÃO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL

Delmiro Gouveia - Alagoas
Março de 2014

1

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

2

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS DO SERTÃO

CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL
Projeto Político Pedagógico do Curso de
Graduação
em
Engenharia
Civil,
elaborado com o objetivo de sua oferta
pela Universidade Federal de Alagoas –
Campus do Sertão.

Delmiro Gouveia/Alagoas – Março de 2014

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

3

Identificação do curso
INSTITUIÇÃO MANTENEDORA: Ministério da Educação (MEC)
MUNICÍPIO - SEDE: Brasília - Distrito Federal
INSTITUIÇÃO: Universidade Federal de Alagoas
MUNICÍPIO - SEDE: Maceió
ESTADO: Alagoas
REGIÃO: Nordeste
ENDEREÇO DE FUNDIONAMENTO DO CURSO: Rodovia AL 145, Km 3, nº 3849,
Bairro Cidade Universitária - Delmiro Gouveia - AL
UNIDADE ACADÊMICA: Campus do Sertão
NOME DO CURSO: Engenharia Civil
TÍTULO OFERTADO: Bacharel em Engenheira Civil
DOCUMENTO DE AUTORIZAÇÃO E/OU RECONHECIMENTO:
Parecer CNE/CES 204/2010 de 27/04/2011 com publicação no DOU de 28/04/2011
DATA DE CRIAÇÃO: 15/03/2010
TURNO DE FUNCIONAMENTO: Matutino e Vespertino
NÚMERO DE VAGAS: 80 vagas por ano, sendo 40 por semestre.
CARGA HORÁRIA TOTAL: 4.200 horas
DURAÇÃO: Mínima – 10 semestres
Máxima – 15 semestres
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL:
MÍNIMA: 280 horas
MÁXIMA: 420 horas
FORMA DE INGRESSO
A primeira forma de acesso aos cursos da Universidade Federal de Alagoas é
normatizada pela Resolução nº 32/2009-CONSUNI/UFAL, de 21 de maio de 2009,
que trata da adoção do ENEM como o Processo Seletivo da Universidade Federal
de Alagoas. Outras resoluções e legislações nacionais normatizam as demais
formas de ingresso no curso através de transferência, reopção, matrícula de
diplomados, Programa de Estudantes-Convênio de Graduação etc. Todas essas
resoluções estão disponibilizadas no endereço eletrônico www.ufal.br, mais
especificamente na página da PROGRAD, em normas acadêmicas.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

4

PERFIL GERAL DO EGRESSO
O Curso de Graduação em Engenharia Civil propõe-se formar o engenheiro,
generalista, humanista, crítico e reflexivo, capacitado a absorver e desenvolver
novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e
resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais,
ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas
da sociedade.
CAMPO DE ATUAÇÃO
O engenheiro civil é o profissional capaz de se responsabilizar pelo planejamento,
projeto, construção e manutenção de obras civis (pontes, passarelas e viadutos,
portos, aeroportos, rodovias, barragens, sistemas de abastecimento de água e de
esgotamento sanitário etc). É o profissional formado para solucionar problemas em
conformidade com o bem-estar, segurança, funcionalidade e economia para a
sociedade. A atribuição de competências dependerá rigorosamente da profundidade
e abrangência da capacitação de cada profissional em decorrência da flexibilidade
que caracteriza as Diretrizes Curriculares, sempre respeitando as normas
estabelecidas pelo Sistema Confea/Crea.
EQUIPE DE ELABORAÇÃO E REVISÃO:
Profa. Dra. Aline da Silva Ramos Barboza
Profa. Msc. Viviane Regina Costa
Prof. Dr. Márcio André Araújo Cavalcante
Prof. Dr. Antonio Pedro de Oliveira Netto
Profa. MSc. Rafaela Faciola Coelho de Souza
Prof. MSc. Thiago Alberto da Silva Pereira
Prof. MSc. Karlisson André Nunes da Silva
Prof. Dr. Cícero Rita da Silva
Prof. Msc. Romildo Escarpini Filho
Prof. Msc. José Adeildo de Amorim
Profa. Msc. Bruna Rosa de Barros

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

5

SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA

7

2. OBJETIVOS

12

3. PERFIL DO EGRESSO

13

3.1. Representação Gráfica do perfil de formação

13

4. COMPETÊNCIAS /HABILIDADES /ATITUDES

15

5. CONTEÚDO/MATRIZ CURRICULAR

17

5.1. Estrutura Pedagógica

17

5.2 Normas Complementares

19

6. ORDENAMENTO CURRICULAR

20

6.1 Metodologia

20

6.2. Organização das disciplinas por semestre

20

6.3. Disciplinas Eletivas

23

6.4. Ementas

24

7. ESTÁGIO SUPERVISIONADO

66

8. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC

68

9. ATIVIDADES COMPLEMENTARES

70

10. PROGRAMAS DE APOIO AO DISCENTE

72

11. AVALIAÇÃO

78

12. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE

82

13. COLEGIADO DE CURSO

84

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

6

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

7

1. INTRODUÇÃO /JUSTIFICATIVA
O Curso de Engenharia Civil da UFAL vem, ao longo dos seus cinqüenta
anos de existência, evoluindo e se adequando de acordo com as novas concepções
necessárias para a formação de seus egressos. O intuito é que os mesmos estejam
aptos a atuarem de forma exitosa na sua vida profissional, após a conclusão do seu
curso, não se considerando, no entanto, que a formação esteja concluída, ela deve
ser permanentemente atualizada e adaptada aos novos conceitos, tecnologias e
necessidades.
O cenário mundial dos próximos anos no campo das engenharias estará
caracterizado por uma competição acirrada, onde os produtos e serviços primarão
pela qualidade, induzindo, logicamente, a competência como parâmetro fundamental
na gerência conceptiva ou executiva das empresas e órgãos governamentais.
O Brasil, para acompanhar este cenário, precisa desenvolver ações que
permitam aperfeiçoar toda política nas áreas de educação (em todos os níveis),
saúde, habitação e emprego. Não é possível mais conviver com um déficit
habitacional, um sistema de saúde precário e a pobreza cada vez mais gritante da
população tanto nacional, como principalmente a regional, sem

que se somem

esforços que estejam direcionados para melhorar o modelo vigente.
O profissional precisa estar consciente desta realidade. As empresas
precisam, junto às universidades, investirem em pesquisas, a fim de que o país
acompanhe

a

evolução

das

tecnologias,

desenvolvendo-se

e

tornando-se

competitivo. Não é concebível, por exemplo, que numa obra de construção civil o
desperdício possa chegar a 40% de material, por emprego de tecnologia
inadequada.
As atividades da Engenharia Civil, de concepção ou de execução,
poderão ter, cada vez mais, característica global, com o desenvolvimento e
competição de produtos mundiais.
Como o desenvolvimento tecnológico será cada vez mais dependente das
atividades de pesquisa e um volume sempre maior de conhecimentos científicos
estará à disposição das nações, será primordial que o governo e a sociedade se

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

8

empenhem ao máximo para apropriar e adaptar esses conhecimentos na solução de
parte dos problemas sócio-econômicos.
Do ponto de vista da sustentabilidade, as questões ambientais, no âmbito
da Engenharia Civil, ganham importância. Com mananciais cada vez mais poluídos,
escassez hídrica em todos os níveis, problemas relacionados à gestão de resíduos
sólidos urbanos e da construção civil, os profissionais de Engenharia Civil deverão
ter uma visão global do ambiente no qual estão inseridos, de forma a promover as
intervenções necessárias para garantir o bem estar das populações atuais e futuras.
Da mesma forma, as questões relacionadas à circulação e transportes ganham
importância, não só econômica, visando o escoamento de produção, mas também
ambientais, no planejamento dos transportes urbanos. Portanto, o engenheiro deve
estar consciente do seu importante papel na promoção do desenvolvimento, porém
com visão de que é possível gerar desenvolvimento sem degradar o meio ambiente
e que o engenheiro deve usar seu conhecimento técnico em harmonia com a
natureza.
A nova correlação de poder político e econômico que se articula no
mundo, que, com a formação de blocos regionais e as profundas transformações no
sistema produtivo, influenciarão sobremaneira o comportamento dos setores
produtivos nacionais e regionais, exigindo uma maior competência e eficácia do
engenheiro para converter em aplicações práticas os resultados de novas
descobertas científicas e tecnológicas.
Sendo diversas as subáreas da Engenharia Civil – materiais e construção
civil, estruturas, transportes e geotecnia, recursos hídricos, saneamento, etc. –
precisa-se dotar o profissional formado por esta IFES de conhecimentos básicos de
execução e concepção em todas essas subáreas, a fim de que o mesmo tenha mais
facilidade quando eleger, por vocação ou necessidade, sua especialização.
De acordo com a ABENGE, CONFEA e FABESP, foram identificadas as
principais características que as empresas têm adotado como referência para a
seleção, treinamento e desenvolvimento de seus engenheiros:
– Capacidade de utilização da informática como ferramenta usual e
rotineira;

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

9

– Boa comunicação oral e escrita, em pelo menos duas línguas;
– Sólida formação cultural e tecnológica;
– Participação em sistemas de educação continuada;
– Domínio das seguintes habilidades e posturas: criatividade e inserção
no

mundo;

capacidade

e

hábito

de

pesquisar;

exercício

e

desenvolvimento do senso crítico; capacidade de trabalhar em grupo e
liderar pessoas; e experiência em modelos avançados de gerência.
A região onde o Campus do Sertão está localizado, o Sertão alagoano, é
caracterizada como uma das localidades de menores índices de desenvolvimento
social e econômico do estado de Alagoas e do Brasil. Em pesquisa realizada pelo
PNUD, baseada nos censos de 1991, 2000 e 2010, o município de Delmiro Gouveia
ocupa a 3866ª posição no ranking de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) dos
municípios brasileiros, com índice de 0,612. Considerando que IDH é a referência
mundial para avaliar o desenvolvimento humano a longo prazo, o qual vai de 0 a 1,
feito a partir de três variáveis - vida longa e saudável, acesso ao conhecimento e um
padrão de vida decente - o baixo índice apresentado pelo município aponta para
realidades que necessitam de intervenções que contribuam na reversão do quadro
atual.
Esta realidade também está relatada nos resultados do IDEB (Índice de
Desenvolvimento da Educação Básica), criado em 2007, pelo Instituto Nacional de
Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), formulado para medir a
qualidade do aprendizado nacional e estabelecer metas para a melhoria do ensino.
O Ideb funciona como um indicador nacional que possibilita o monitoramento da
qualidade da Educação pela população por meio de dados concretos, com o qual a
sociedade pode se mobilizar em busca de melhorias. Dois componentes compõem o
cálculo deste índice: a taxa de rendimento escolar (aprovação - obtida a partir do
Censo Escolar, realizado anualmente) e as médias de desempenho nos exames
aplicados pelo Inep. Em Delmiro Gouveia, no ano de 2011, apenas os alunos da 8ª
série/9º ano da rede municipal de ensino atingiram a meta projetada para aquele
ano.
De acordo com o Programa de Expansão e de reestruturação da
Universidade Federal de Alagoas. Segunda etapa de interiorização: Campus do

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

10

Sertão - Sede Delmiro Gouveia e Polo Santana de Ipanema (2009), considerando-se
a regionalização estabelecida pela Secretaria de Estado de Educação de Alagoas,
os 25 municípios alagoanos sob influência do Campus do Sertão estão agrupados
em três Coordenadorias Regionais de Ensino – a 6ª, 8ª e 11ª, sediadas,
respectivamente, em Santana do Ipanema, Pão de Açúcar e Piranhas. A demanda
potencial por cursos de graduação universitária é representada por 28.853 alunos
matriculados no ensino médio.
Neste contexto, a Universidade Federal de Alagoas apresenta o Projeto
Pedagógico do Curso de Engenharia Civil em continuidade à sua política de
interiorização, implantado no Campus do Sertão em 2010.
Desde sua implantação o curso de Engenharia Civil tem contribuído com a
ampliação do acesso ao ensino de nível superior na região do sertão e do agreste
alagoanos, bem como dos estados que fazem fronteira com o estado: Pernambuco,
Bahia e Sergipe. O gráfico a seguir apresenta estes números, com destaque para as
cidades de Delmiro Gouveia e Arapiraca, como as cidades com maior número de
alunos residentes nestas.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

11

As atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas no curso tem
contribuído para o fortalecimento do perfil de formação do profissional desejado. Os
projetos de pesquisa apoiados por importantes unidades de fomento como CNPQ,
FAPEAL (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas) e pela própria
universidade tem despertado os alunos para a importância da continuidade
acadêmica em cursos de mestrado e doutorado. Os projetos de extensão,
financiados pela UFAL com bolsas para os estudantes tem sido uma importante
ferramenta de contribuição às escolas do município, nos quais grande tem sido os
esforços na oferta de atividades que levem o conhecimento adquirido em sala de
aula para fora dos muros da universidade com propostas de aulas, mini-cursos,
palestras, oficinas, cursos preparatórios para o ENEM, eventos, entre outras que se
estendem como uma mão amiga na troca e na produção do conhecimento.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

12

2. OBJETIVOS
Geral:
• Colocar em prática uma política pedagógica para formação do Engenheiro
Civil, da Universidade Federal de Alagoas, de modo a atender às demandas
da sociedade com as políticas de desenvolvimento nacional, onde a
competição, com base nos conhecimentos científicos e tecnológicos e a
responsabilidade para um desenvolvimento sustentável são parâmetros
fundamentais.
Específicos:
• Conscientizar

o

discente

de

sua

condição

de

futuro

engenheiro,

experimentado, desde as primeiras disciplinas, a prática de participação em
atividades de extensão e/ou pesquisa que o envolva com a profissão
vivenciando, mesmo que de início timidamente, a realidade de mercado.
• Definir estratégias de realização atualizada de ensino de graduação deste
Curso, objetivando formar profissional capaz de propor soluções que sejam
não apenas tecnicamente corretas, mas incorporando o seu pensar a
visualização dos problemas em sua totalidade, inseridos numa cadeia de
causas e efeitos de múltiplas dimensões, identificado com os conceitos de
controle de qualidade, desenvolvimento sustentável e domínio das novas
técnicas disponíveis para utilização em engenharia.
• Propiciar aos discentes condições de se tornar, além de um profissional
qualificado, um cidadão com pleno conhecimento da realidade de seu País e
das medidas a serem adotadas na promoção do bem-estar de nossa
sociedade.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

13

3. PERFIL DO EGRESSO
A formação do profissional do engenheiro tem início com o seu ingresso no
curso de bacharelado e após sua conclusão, contínua e sistemática por meio de
cursos de pós-graduação e programas de forma continuada, no exercício
profissional, entre outros.
O profissional deve estar em consonância com os princípios propostos para a
educação no século XXI: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a
conviver e aprender a ser, estimulando o desenvolvimento de suas competências em
um processo contínuo de inovação tecnológica e científica.
De acordo com o Ministério da Educação (MEC), por meio do Conselho
Nacional, o modelo de enquadramento das propostas de diretrizes curriculares, o
perfil traçado para o profissional egresso dos Cursos de Engenharia Civil é o
seguinte:
Perfil Comum: formação generalista, humanista, crítica e reflexiva,
capacidade para absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua
atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando
seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética
e humanista, em atendimento às demandas da sociedade.
Perfil Específico: compreensão dos elementos e processos concernentes ao
ambiente natural e ao construído, com base nos fundamentos filosóficos, teóricos e
metodológicos da Engenharia e a aplicação desse conhecimento na busca do
desenvolvimento social, domínio e permanente aprimoramento das abordagens
científicas pertinentes ao processo de produção e aplicação dos conhecimentos
adquiridos. Este egresso deverá possuir sólida formação para atuar como
profissional da ciência da engenharia. Por conseguinte, para obter o perfil desejado,
o projeto pedagógico deverá contemplar parâmetros de qualidade igualmente
rigorosos no que concerne à estrutura, duração e tipos de atividades curriculares,
bem como de abordagens propostas para a aquisição dos conhecimentos.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

14

3.1 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERFIL DE FORMAÇÃO
O curso de Engenharia Civil deverá ser integralizado no período de 5 anos, ao
longo dos quais será cumprida uma carga horária total de 4.328h. O tempo máximo
para a conclusão do curso será de 15 semestres. As disciplinas obrigatórias
correspondem a aproximadamente 84% do curso, e os demais componentes
curriculares tem a sua carga horária distribuída conforme a seguinte representação:

Componentes Curriculares
Disciplinas Obrigatórias
Disciplinas Eletivas Obrigatórias
Estágio Supervisionado
Trabalho de Conclusão de Curso
Atividades Complementares
Integralização Curricular

Carga horária
(Hora relógio)
3.016 h
150 h
160 h
70 h
210 h
3600h

Carga horária
(Hora-aula)
3.620 h
180 h
192 h
84 h
252 h
4.328 h

Percentual
(Aproximado)
83,70%
4,20%
4,40%
2,00%
5,70%
100 %

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

15

4. HABILIDADES/COMPETÊNCIAS/ATITUDES
O graduado em Engenharia Civil deverá apresentar conhecimentos para o
exercício das seguintes competências e habilidades:
Na área Cognitiva:
•

Ter competência para o exercício da multidisciplinaridade;

•

Propiciar recursos aplicativos significativos à produção do trabalho;

•

Estimular e acompanhar processos de mudanças significativas;

•

Definir objetivos a serem alcançados;

•

Saber transitar pelas diversas áreas do conhecimento fronteiriço das
engenharias, sabendo diferenciá-las.

Na área Humana:
•

Promover o bem-estar do homem e da mulher;

•

Estimular o aprendizado da autonomia e da responsabilidade em situações
experiênciais;

•

Favorecer a vivência de relações profissionais e interpessoais;

•

Vencer desafios;

•

Cultivar o bom humor e as relações duradouras;

•

Viver o presente, mas olhar o futuro.

Na área Psicomotora:
•

Ser capaz de assumir diferentes funções, revelando diversos valores;

•

Criar o seu próprio sistema de informação profissional;

•

Estar propenso ao aprendizado continuado;

•

Buscar novas oportunidades de aperfeiçoamento;

•

Tornar efetiva as ações previstas.

Na área Ética:
•

Manter comportamentos éticos;

• Gerar ações que contribuam para seu crescimento como profissional da
engenharia.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

16

O delineamento do perfil do egresso em Engenharia Civil significa efetivar
compromisso com as necessárias condições que possibilitem o desenvolvimento de
capacidades e competências através de toda gama de segmentos que compõe a
estrutura do Curso. O propósito é que se tenha uma boa estrutura administrativa e
pedagógica capaz de produzir uma fundamentação para lançar no mercado de
trabalho profissionais da Engenharia preparados na prática para discutir as questões
inerentes à sua área de atuação.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

17

5. CONTEÚDO / MATRIZ CURRICULAR
5.1.

ESTRUTURA PEDAGÓGICA
A proposta da matriz curricular foi estabelecida tomando-se como referência o

Projeto Político Pedagógico do Curso de Engenharia Civil do Campus Maceió, em
função do nível de excelência do mesmo, com base nas diretrizes principais do
projeto de interiorização da UFAL, tendo em vista o perfil do profissional que a
contemporaneidade exige e o desenvolvimento de competências e habilidades com
visão multidisciplinar, na medida em que articula vertical e horizontalmente as
disciplinas e suas diversas concepções voltadas para o desenvolvimento cientifico e
tecnológico do sertão Alagoano.
No projeto de expansão da UFAL, os cursos de graduação oferecidos no
interior constituem uma experiência inovadora, apresentando características distintas
daquelas dos cursos do Campus Maceió. Tal proposta se embasa na necessidade
de adoção de um projeto acadêmico-administrativo inovador, racional, flexível e
econômico em recursos humanos e materiais, mas sem sacrificar a qualidade nem
deixar de ser apropriado às novas condições de operação da instituição.
Assim, a UFAL definiu que os novos projetos pedagógicos estruturassem o
conhecimento considerando a seguinte sub-divisão:
•

conhecimento geral, comum a todos os cursos, com abordagem da
complexidade e da totalidade;

•

conhecimento compartilhado, intermediário, comum aos vários cursos de
cada eixo de formação;

•

conhecimento específico de cada profissão, em constante dinamismo e
inovação, alinhado à ciência universal, mas considerando as particularidades
locais.
Os cursos de graduação implantados nos Campi e Unidades de Ensino do

interior são agrupados em Eixos Temáticos. Esses Eixos Temáticos agrupam
classes de cursos que guardam identidades, atividades e formações disciplinares
comuns. O Curso de Engenharia Civil está localizado no Eixo da Tecnologia.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

18

O conteúdo curricular - contemplando na oferta semestralizada de disciplinas
-, é organizado mediante Troncos de conhecimento que definem estratos de
formação progressiva, iniciando-se com a formação geral e comum a todos os
cursos, a formação comum a cada Eixo e a formação específica e profissional, como
apresentado a seguir:
•

Tronco Inicial, de conteúdo geral, comum a todos os cursos;

•

Tronco Intermediário, de conteúdo comum aos cursos de cada Eixo Temático;

•

Tronco Profissionalizante, conteúdo específico da formação graduada.

Fonte: Programa de Expansão e de reestruturação da Universidade Federal de Alagoas.
Segunda etapa de interiorização: Campus do Sertão - Sede Delmiro Gouveia e Polo
Santana de Ipanema, 2009.

Características gerais dos Troncos de Conhecimento:
•

Flexibilidade curricular: possibilita mobilidade docente (atuação) e discente
(aquisição

de

conhecimentos

do

Tronco

inicial

e

conhecimentos

complementares - disciplinas dos variados Troncos -, entre as Unidades de
Ensino e os Campi do interior;
•

Tronco Profissionalizante: práticas, estágios e TCCs, preferencialmente com

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

19

intervenção na realidade local; competência aferida mediante monografia com
banca docente e defesa pública;
•

Pesquisa e extensão: consideradas princípios pedagógicos, devem estar
obrigatoriamente

presentes

nas

atividades

curriculares

dos

troncos

Intermediário e Profissionalizante;
•

Modalidade à distância: os projetos pedagógicos dos cursos poderão conter
até 20% de carga horária ministrada na modalidade à distância, segundo
permite a legislação em vigor.

5.2.

NORMAS COMPLEMENTARES

O regime acadêmico do curso está instituído e regulamentado no
Regimento Geral da UFAL e nas disposições complementares estabelecidas pelo
CONSUNI. Cabe, portanto, ao Colegiado do Curso de Engenharia Civil estabelecer,
atendendo às resoluções superiores, as normas que disciplinam:
• Programa de nivelamento;
• Programa de orientação acadêmica;
• Pré-requisitos de disciplinas;
• Estágio curricular supervisionado obrigatório;
• Trabalho de conclusão de curso;
• Carga Horária Referente à parte de Atividades Complementares;
• Avaliação das disciplinas ofertadas ao curso.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

20

6. ORDENAMENTO CURRICULAR
6.1. METODOLOGIA
Para o pleno desenvolvimento da formação do graduando em Engenharia
Civil, a metodologia utilizada pelo curso é composta por: aulas presenciais; aulas
práticas nos laboratórios especializados e salas de desenho; aulas de campo
através de visitas a obras e importantes instituições que permitam a visualização
prática do conteúdo visto em sala; e o desenvolvimento de projetos de pesquisa e
extensão nos quais os alunos possam ter sua formação passando pelo tripé que
sustenta a universidade (ensino, pesquisa, extensão).
Além destas atividades, básicas na formação de todo profissional, o curso
aplica um sistema de avaliação contínua para que o aluno possa atualizar-se
frequentemente, o qual possibilita a tomada de novas decisões para reversão das
dificuldades possivelmente detectadas tanto nos discentes quanto no quadro
docente.

6.2. ORGANIZAÇÃO DAS DISCIPLINAS POR SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
SEMESTRE

1º

CÓD.

DISCIPLINA
OBRIG.

SEMANAL

TEÓRICA

PRÁTICA

TOTAL

Sim

6

120

0

120

Sim

6

120

0

120

Lógica, Informática e Comunicação.

Sim

6

120

0

120

Seminário Integrador 1

Sim

Sociedade, Natureza e Desenvolvimento:
Relações Locais e Globais.
Produção do Conhecimento: Ciência e não
Ciência

Total do Semestre

2º

3

2

20

20

40

20

380

20

400

Introdução a Computação

Sim

3

30

30

60

Ética e Exercício Profissional

Sim

2

-

40

40

Estatística e Probabilidade

Sim

3

20

40

60

Elementos de Cálculo

Sim

4

-

80

80

Geometria Analítica

Sim

3

-

60

60

Expressão Gráfica

Sim

3

40

20

60

Seminário Integrador 2

Sim

2

20

20

40

Total do Semestre
Elementos de Cálculo II

20

110

290

400

Sim

4

60

-

60

Álgebra Linear

Sim

4

60

-

60

Física I

Sim

4

60

-

60

Laboratório 1 de Física

Sim

2

-

30

30

Expressão Gráfica II

Sim

4

40

20

60

Cálculo Numérico

Sim

4

30

30

60

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

Química Tecnológica

Sim

Laboratório de Química

Sim

2

-

30

30

Sim

28
4

310
60

110
-

420
60

Total do semestre
Elementos de Cálculo III

4

21

Sim

4

60

-

60

4

40

20

60

Fenômenos de Transporte I

Sim

4

40

20

60

Ciência e Tecnologia dos Materiais

Sim

4

40

20

60

Laboratório de Materiais

Sim

2

-

30

30

Topografia

Sim

4

40

20

60

26

280

110

390

4

60

-

60

Sim

Física III

Sim

4

60

-

60

Materiais de Construção

Sim

4

40

20

60

Teoria das Estruturas I

Sim

4

40

20

60

Geologia de Engenharia e Ambiental
Laboratório de Geologia de Engenharia e
Ambiental
Fenômenos Transporte II
Laboratório 2 de Física

Sim

2

30

-

30

Elementos de Mecânica dos Sólidos II

Sim

2

-

30

30

Sim
Sim

4
2

40
-

20
30

60
30

26

270

120

390

4

40

20

60

Sim

Hidráulica

Sim

4

60

-

60

Laboratório de Hidráulica
Eletrotécnica
Arquitetura e Conforto Ambiental

Sim
Sim
Sim

2
4
2

40
20

30
20
10

30
60
30

Economia para Engenharia
Mecânica dos Solos I
Laboratório de Solos I

Sim
Sim
Sim

2
4
2

30
60
-

30

30
60
30

Total do semestre

24

250

110

360

Elementos de Mecânica dos Sólidos III
Hidrologia
Sistemas de Abastecimento de Água

Sim
Sim
Sim

4
4
4

40
40
40

20
20
20

60
60
60

Instalações Elétricas Prediais

Sim

4

40

20

60

Mecânica dos Solos II

Sim

4

60

-

60

Laboratório Solos II

Sim

2

-

30

30

Tecnologia da Construção Civil I

Sim

4

40

20

60

Disciplina Eletiva

Sim

2

Total do semestre

8

9

60

Sim

Total do semestre

7

-

Elementos de Mecânica dos Sólidos

Elementos de Cálculo IV

6

60

Física II

Total do semestre

5

4

30

28

260

130

420

Teoria Estruturas II
Estruturas de Concreto I
Estruturas de Aço
Instalações Hidráulicas e Sanitárias

Sim
Sim
Sim
Sim

4
4
4
4

40
40
40
40

20
20
20
20

60
60
60
60

Sistemas de Esgotamento Sanitário e Pluvial
Tecnologia da Construção Civil II
Disciplina Eletiva
Total do semestre
Estruturas de Concreto II
Estruturas de Madeira
Fundações I
Gestão de Resíduos Sólidos
Direito e Legislação do Engenheiro

Sim
Sim
Sim

4
4
2
26
4
2
4
4
2

40
40

20
20

240
40
20
40
40
30

120
20
10
20
20
-

60
60
30
390
60
30
60
60
30

30
15

15

215

85

Administração
Estradas
Disciplina Eletiva
Total do semestre

Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim

2
2
4
24

30
30
60
360

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

10

22

Fundações II

Sim

2

20

10

30

Pavimentação
Gerência e Empreendimentos na Construção
Civil
Planejamento de Transportes
Controle Ambiental
Engenharia de Segurança do Trabalho
Disciplina Eletiva
Total do semestre

Sim

2

30

-

30

Sim

4

40

20

60

Sim
Sim
Sim
Sim

2
2
2
4
18

15
20
15

15
10
15

140

70

30
30
30
60
270

Total de Disciplinas

3.800

Estagio Supervisionado

Sim

192

Trabalho de Conclusão de Curso

Sim

84

Atividades Complementares

Sim
TOTAL GERAL

252
4.328

Obs.: A carga horária acima descrita é calculada em hora-aula de 50 minutos cada. Considerando a carga horária em hora relógio (hora
cheia), o total do curso equivale a 3.606 h.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

23

6.3. DISCIPLINAS ELETIVAS
Além das disciplinas obrigatórias, a matriz curricular prevê o desenvolvimento de
carga horária em disciplinas eletivas, de modo a dar flexibilidade ao aluno para
construir uma base de conteúdos específicos de seu interesse.

CÓDIGO

DISCIPLINA
Física IV

CARGA HORÁRIA
TÉÓRICA

PRÁTICA

TOTAL

60

-

60

Estruturas de Concreto Protendido

40

20

60

Elementos Especiais de Concreto Armado

40

20

60

Pontes de Concreto

40

20

60

Análise e Projeto de Estruturas de Materiais Compósitos

20

10

30

Introdução à Mecânica das Rochas

20

10

30

Alvenaria Estrutural

40

20

60

Estruturas de Contenção e Obras Marítimas

40

20

60

Análise Matricial de Estruturas

20

10

30

Projeto de Edifícios em Concreto Armado

20

40

60

Estruturas de Aço em Perfis Formados a Frio

20

10

30

Estruturas Mistas de Aço-Concreto

20

10

30

Tópicos Complementares em Estruturas de Aço e Madeira

20

10

30

Concreto Pré-moldado

40

20

60

Modelos Constitutivos

60

-

60

Placas e Cascas

40

20

60

Projetos de Estruturas em Aço e Madeira

20

40

60

Introdução ao Método dos Elementos Finitos

40

20

60

Planejamento e Gestão da Produção na Construção Civil

20

40

60

Conforto Luminoso

30

-

30

Conforto Térmico

30

-

30

Modelagem de Sistemas Hídricos

20

10

30

Ferrovias

20

10

30

Infra-estrutura e Drenagem de Estradas

20

10

30

Manutenção de Equipamentos

20

10

30

Geoprocessamento

20

10

30

Gestão de Recursos Hídricos

20

10

30

Introdução ao Cabeamento Estruturado

20

10

30

Eficiência Energética

30

-

30

Proteção contra Descargas Atmosféricas

20

10

30

Aeroportos e Vias

30

-

30

Sensoriamento Remoto aplicado à Engenharia

40

20

60

Águas Subterrâneas

20

10

30

Tópicos Especiais em Engenharia 1

20

10

30

Tópicos Especiais em Engenharia 2

40

20

60

Extensão em Engenharia

20

10

30

Introdução à Propriedade Intelectual

20

10

30

Libras

60

-

60

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

24

6.4. EMENTAS
SOCIEDADE, NATUREZA E DESENVOLVIMENTO: RELAÇÕES LOCAIS E GLOBAIS.
Ementa
Reflexão crítica sobre a realidade, tendo como base o conhecimento do mundo a partir de
um contexto local e sua inserção global, através de abordagem interdisciplinar sobre
sociedade, seu funcionamento, reprodução, manifestações diversas e suas relações com a
cultura, economia, política e natureza.
Conteúdo Programático
Sociedade, cultura e política. Ciência, tecnologia e processos produtivos. Relações
sociedade-natureza e a questão ambiental. Desenvolvimento e subdesenvolvimento.
Princípios ecológicos, sociais e econômicos básicos na construção de novos paradigmas
de desenvolvimento. O global e o local: identidade, integração, rupturas e diferenças.
Bibliografia Básica
HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 1998.
LIRA, F. Alagoas: formação da riqueza e da pobreza. Maceió: Edufal, 2008.
SORJ, B. A nova sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.
SANTOS, L. G. Politizar as novas tecnologias. Editora 34, 2003.
Bibliografia Complementar
DIEGUES, A. C. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo: Annablume/Hucitec,
USP, 2002.
GONÇALVES, C. W. Paixão da Terra: ensaios críticos de ecologia e geografia. Rio de
Janeiro: Pesquisadores associados em Ciências Sociais, 1984.
RIBEIRO, D. O povo brasileiro. São Paulo: Cia das Letras, 2006.
SACHS, I. Estratégias de transição para o século XXI - desenvolvimento e meio
ambiente. São Paulo: Studio Nobel, 1993.
PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO: CIÊNCIA E NÃO-CIÊNCIA
Ementa
Instrução e discussão sobre ciência e seus instrumentos, procedimentos e métodos
científicos, mas também sobre expressões do conhecimento tradicional, populares e
locais, para o reconhecimento de um diálogo de saberes e a internalização de novos
paradigmas.
Conteúdo Programático
Conhecimento, ação, estratégias. Materiais, métodos, conceitos, leis, modelos, e
paradigmas. Epistemologia e crítica da ciência. A complexidade básica. Método cientifico:
observação, experimentação e formulação de modelos. A crise do modelo disciplinar da
ciência clássica e os novos desafios/necessidades para a compreensão do mundo atual: a
demanda de uma ciência da complexidade. A integração do conhecimento e a construção
interdisciplinar. A recriação/revalorização/integração: saberes próprios de outra natureza.
O diálogo de saberes. Conhecimento empírico e tradicional: observação do contexto,
acumulação e transmissão do conhecimento. Os mitos. As complementaridades dos
saberes.
Bibliografia Básica
BOMBASSARO, Luiz Carlos. As fronteiras da epistemologia: Como se produz o
conhecimento. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 1992.
DUTRA, Luís H. de A. Introdução à teoria da ciência. Florianópolis: Editora da UFSC,
1998.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Científica: teoria da ciência e
iniciação à pesquisa. 21 ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
REALE, Gionanni, ANTISERI, Dario. História da Filosofia. São Paulo: Paulos, 2003. (3

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

25

volumes).
CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2004.
Bibliografia Complementar
ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith, GEWANDSZNAJDER, Fernando. O Método nas
ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2 ed. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2004.
CHALMERS, A. F. O que é ciência, afinal?. Trad. de Raul Fiker. São Paulo: Brasiliense,
1993. 225p.
COMTE, Auguste. Discurso sobre o espírito positivo. Trad. de José Arthur Giannotti.
2.ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983. (Coleção os pensadores).
DESCARTES, René. Discurso do método. Trad. De Maria E. Galvão. São Paulo: Martins
Fontes, 2003.
HUME. David. Investigação sobre o Entendimento Humano. Lisboa: Edições 70, s/d.
KANT. Immanuel. Crítica da Razão Pura. São Paulo: Abril Cultural, 1983 (Coleção Os
Pensadores).
KUHN, Thomas S. A Estrutura das Revoluções Científicas. Trad. de Beatriz V. Boeira e
Nelson Boeira. 5 ed. São Paulo: Perspectiva, 1967.
LAKATOS, Imre. O Falseamento e a Metodologia dos Programas de Pesquisa
Científica. In:
MILL, John Stuart. A Lógica das ciências morais. Trad. de Alexandre Braga Massella.
São Paulo: Iluminuras, 1999.
PLATÃO. A República. Trad. de Carlos Alberto Nunes. 3 ed. Belém: Editora universitária,
2001. Livro VII ( O Mito da Carverna).
POPPER, Karl R. A Lógica da Pesquisa Científica. Trad. de Leonidas Hegenberg e
Octanny S. da Mota. São Paulo: Cultrix, s/d.
SCHLICK, M. Positivismo e Realismo. Trad. Baraúna, L. J. SP. Abril Cultural, 1975.
(Coleção Os Pensadores)
GAARDER, Jostein. O Mundo de Sofia: romance da história da filosofia. Trad. João
Zanha Jr. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
LÓGICA, INFORMÁTICA E COMUNICAÇÃO.
Ementa
Oferta de instrumentos básicos requeridos pelo cursar da graduação universitária,
fundamentalmente, usos da linguagem, indução e dedução, novas tecnologias de
comunicação, usos do computador e da internet, expressão escrita, análise, interpretação
e crítica textual.
Conteúdo Programático
Uso da linguagem. Falácias não formais. Definição. Introdução à dedução. Introdução à
indução. Desenvolvimento de projetos utilizando o computador. O papel da internet na sala
de aula. Explorando a WWW. Desenvolvimento de páginas na WEB para a aprendizagem.
Comunicando-se pela internet.
Bibliografia Básica
COPI, Irving M. Introdução à Lógica. São Paulo: Mestre Jou Editora, 1981.
FURASTÉ, Pedro A. Normas Técnicas para o trabalho científico: elaboração e
formatação. 14 ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
LÉVY, Pierre. A conexão planetária: o mercado, o ciberespaço, a consciência. São
Paulo: Ed. 34, 2001.
MANZANO, José A. N. G. Broffice.org 2.0: Guia Prático de Aplicação. São Paulo: Editora
Érica, 2007.
NAVEGA, Sergio. Pensamento Crítico e Argumentação Sólida. São Paulo: Editora
Intelliwise, 2005.
VANOYNE, Francis. Usos da Linguagem: Problemas e Técnicas na Produção Oral e
Escrita. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

26

Bibliografia Complementar
CASTELLS, Manuel. A Galáxia da Internet: Reflexões sobre a Internet, os negócios e
a sociedade. Jorge Zahar Editor, Rio de Janeiro, 2003.
JOHNSON, Steven. Cultura da interface: como o computador transforma nossa
maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane Price. Sistemas de Informação. 4a. ed. São
Paulo: LTC, 1999.
SOUZA, João Nunes de. Lógica Para Ciência da Computação. 7ª ed. São Paulo:
Campus, 2002.
BASTOS, Cleverson L. e KELLER, Vicente. Aprendendo Lógica. Petrópolis: Vozes, 2000.
SEMINÁRIO INTEGRADOR I
Conteúdo integrador das disciplinas do semestre letivo com estabelecimento de relações
entre os conteúdos teóricos abordados e atividades práticas de tecnologia.
Desenvolvimento de competências e estratégias para a prática profissional. Elaboração e
execução de atividades práticas e desenvolvimento de recursos didáticos: trabalhos de
campo, construção de recursos didáticos, elaboração de textos, vídeos.
BIBLIOGRAFIA
Todas as especificadas nas disciplinas do período.
INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO - 3h semanais
Ementa
Estudo de componentes básicos de um sistema de computação. Introdução à organização
dos computadores: Arquitetura, Sistemas Operacionais e Compiladores. Algoritmos
Estruturados e Estruturas de Dados. Linguagens de Programação: Teoria e Prática em
Laboratório.
Bibliografia Básica
FARRER, H.; BECKER, C.G.; FARIA, E.C.; MATOS, H. F.; SANTOS, M.A.; MAIA, M. L.
Algoritmos Estruturados. Guanabara Koogan. 3ª ed. Rio de Janeiro, 1999.
FORBELLONE, A.L.V.; Eberspacher, H.F. Lógica de Programação. Makron Books. 3ª ed.
São Paulo, 2005.
LOPES A.; GARCIA G. Introdução à Programação - 500 Algoritmos Resolvidos. Elsevier
Editora Ltda., 2002
MONTEIRO, M. A. Introdução à Organização de Computadores. 5ª ed. LTC, Rio de
Janeiro, 2007.
TANENBAUM, A. S. Organização Estruturada de Computadores. 5ª ed. Prentice Hall,
São Paulo, 2007.
Bibliografia Complementar
GUIMARÃES, A. M., LAGES, N. A. C. Algoritmos e Estruturas de Dados. LTC, Rio de
Janeiro, 2008.
HOLLOWAY, J. P. Introdução à Programação para Engenharia: Resolvendo Problemas
com Algoritmos. LTC, Rio de Janeiro, 2006.
ÉTICA E EXERCÍCIO PROFISSIONAL – 2 h semanais
Ementa
Estudo de fundamentos de ética e sociabilidade humana. Valores e princípios éticos na
cultura organizacional e na cadeia produtiva. Conduta. Obrigações e responsabilidade.
Cidadania e organização profissional. Controle do exercício profissional. Legislação
profissional. Codificação ética da profissão. Normas de responsabilidade social: ISO
26000, SA 8000. Modelo participativo de gestão. Atuação dos sindicatos.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

27

Bibliografia Básica
CAMARGO, MARCULINO. Fundamentos de Ética Geral e Profissional. 2ª edição.
Editora Vozes, 2001.
BAZZO, W. A., PEREIRA, L. T. V. Introdução à Engenharia: Conceitos, Ferramentas e
Comportamentos. 2ª edição. Editora da UFSC, 2009.
ROBERT HENRY SROUR. Ética Empresarial. 3ª edição. Editora Elsevier – Campus,
2008.
HOLTZAPPLE, MARK T. Introdução à Engenharia. Editora LTC, 2006.
RAMOS FILHO, JOSE DE MIRANDA; ANTONIO PIOVEZAN, DORVINO. Introdução dos
Profissionais do Sistema Confea/crea Ao Mercado de Trabalho. Editora Insular,
2008.
Bibliografia Complementar
AMOEDO, SEBASTIÃO. Ética do Trabalho: na Era da Pós-qualidade. 2ª edição. Editora
Qualitymark, 2007.
MASIERO, P. C. Ética em Computação. Editora Edusp, 2000.
NARDI, HENRIQUE CAETANO. Ética, trabalho e subjetividade. Editora da UFRGS,
2006.
LEISINGER, KLAUS M. Ética Empresarial: Responsabilidade Global e Gerenciamento
Moderno. Editora Vozes, 2001.
INÁCIO, JOSÉ REGINALDO. Ética, Sindicalismo e Poder. Editora Crisalida, 2005.
ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 3h semanais
Ementa
Estudo da estatística Descritiva. Cálculo das Probabilidades. Variáveis Aleatórias,
Discretas e Contínuas. Função de Probabilidade. Esperanças Matemáticas e Variância.
Modelos Probabilísticos. Estimação de Parâmetros. Intervalos de Confiança. Testes de
Hipóteses. Testes de Aderência.
Bibliografia Básica
FARIAS, A. A., SOARES, J. F., CÉSAR, C. C., Introdução à Estatística. 2ª Edição, Rio de
Janeiro, Editora LTC, 2008.
FONSECA, J. S., MARTINS, G. A., Curso de Estatística. 6ª Edição, São Paulo, Editora
Atlas S.A, 2009.
TRIOLA, M. F., Introdução à Estatística. 10ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C.; RUBELE, N. F., Estatística Aplicada e
Probabilidade para Engenheiros. 4ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
BUENO, F., Estatística para Processos Produtivos. 1 ed. Visual Books, 2010.
Bibliografia Complementar
LAPPONI, J. C. Estatística usando Excel. 4ª ed. Campus.
BUSSAB, W. O. e MORETTIN, P. A., Estatística Básica, 6ª edição, Editora Saraiva, 2010.
DEVORE, J. L., Probabilidade e Estatística: para Engenharia e Ciências. 1ª ed. São
Paulo: Editora Cengage Learning, 2007.
FIELD, A. Descobrindo a estatística usando SPSS. Artmed, 2009..
LARSON, R.; FARBER, B. Estatística Aplicada. Person, 2008.
BISQUERRA, R.; SARRIERA, J.; MATINEZ, F. Introdução à estatística enfoque
informático com o pacote estatístico SPSS. Bookman, 2004.
atística Básica, 6ª edição, Editora Saraiva, 2010.
WALPOLE, R. E.; MYERS, R. H. Probabilidade e Estatística para Engenharia e
Ciências, 8ª Edição. Editora Pearson, 2009.

ELEMENTOS DE CÁLCULO - 4h semanais
Ementa:
Estudo de funções e gráficos. Limite e continuidade. A derivada e a derivação. Valores

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

28

extremos de funções. Técnicas de construção de gráficos. A diferencial. Integração e a
integral definida. Cálculo de áreas e volumes.
Bibliografia Básica
MEDEIROS, Valéria; et al. Pré Cálculo. 2ª ed. São Paulo: Cengage Learning, 2006.
STEWART, J., Cálculo. Vol. 1, 6ª edição – São Paulo: Editora Cengage Thomson
Learning, 2009.
LEITHOLD, L., O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 1, 3ª edição – São Paulo:
Editora Harbra, 1994.
GIORDANO, W. H e THOMAS, G. B., Cálculo. Vol. 1, 11ª edição – São Paulo: Editora
Pearson Education, 2008.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo, Volume 1. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
HOFFMAN, L. D.; BRADLEY, G. Cálculo – Um Curso Moderno e suas Aplicações. 10ª
edição, LTC, 2010.
Bibliografia Complementar
FLEMMING, D. M. e GONCALVES M. B., Cálculo A - Funções, limite, derivação e
integração. 6ª edição, Editora Pearson, 2007.
ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. Volume 1, 8ª Edição. Bookman, 2007.
CONNALLY, E. Funções para modelar variações uma preparação para o Cálculo. 3ª
edição, LTC, 2009.
GEOMETRIA ANALÍTICA – 3h semanais
Ementa
Estudo de vetores no IR2 e no IR3, sistema cartesiano de coordenadas, produtos de
vetores, estudo da reta e do plano, posição relativa de retas e planos, ângulos e distâncias,
cônicas e superfícies.
Bibliografia Básica
STEINBRUCH, A., Geometria Analítica. Makron Books, São Paulo, 1987.
BOULOS, P. e CAMARGO, I., Geometria Analítica: um tratamento vetorial. Makron Books
– Grupo Pearson, 2005.
BOULOS, P. e CAMARGO, I., Introdução à Geometria Analítica no Espaço. Makron
Books, São Paulo, 1997.
WINTERLE, P., Geometria Analítica. Makron Books, São Paulo, 2000.
LORETO, A. C. C. e JUNIOR, A. P. L., Vetores e Geometria Analítica. 3ª edição, Editora
LTCE, 2010.
Bibliografia Complementar
VENTURI, J., Álgebra Vetorial e Geometria Analítica. Editora Unificado, Curitiba, 2000.
RIGHETTO, A. Vetores e Geometria Analítica. IBEC, São Paulo, 1982.
LIMA, R. B., Elementos de Geometria Analítica. Companhia Editora Nacional, São
Paulo, 1976.
BARSOTTI, L., Geometria Analítica e Vetores. Artes Gráficas e Editora Unificado,
Curitiba, 1984.
EXPRESSÃO GRÁFICA - 3h semanais
Ementa
Sistemas de Projeção. Método Mongeano. Projeção ortogonal do Ponto, Reta e Plano.
Pertinência. Traços de Reta e de Plano. Rebatimento. Sombra nas Projeções Ortogonais.
Projeções oblíquas e axonométricas. Normas do desenho técnico. Escala. Cotagem e
dimensionamento. Vistas principais, auxiliares e seccionais.
Bibliografia Básica:
SILVA, A.; RIBEIRO, C. T.; DIAS, J. Desenho Técnico Moderno. 4ª edição, Editora LTC,
2006.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

29

MONTENEGRO, GILDO A. Geometria Descritiva, vol.1, Editora Edgard Blucher, 1991. 4ª
reimpressão em 2009.
LEAKE, JAMES; BORGERSON, JACOB. Manual de Desenho Técnico para Engenharia.
Editora LTC, 2010.
MONTENEGRO, GILDO A. Desenho Arquitetônico, 4ª edição, Editora Edgard Blucher,
2001. 7ª reimpressão em 2010.
FORSETH, KEVIN. Projetos em Arquitetura. 2ª edição, Editora Hemus, 2004.
Bibliografia Complementar
CARVALHO, BENJAMIN DE A. Desenho geométrico. Editora Ao Livro Técnico, 1993.
MONTENEGRO, GILDO A. A Perspectiva dos Profissionais, 2ª edição, Editora Edgard
Blucher, 2010.
PRÍNCIPE JR., Alfredo dos Reis. Noções de geometria descritiva. Vol.1, 1ª edição.
Editora Nobel, 2004.
RICCA, GUILHERME. Geometria Descritiva. 2ª edição, Editora Fundação Calouste
Gulbenkian, 2000.
MAGUIRE, D.; SIMMONS, C. Desenho Técnico: Problemas e Soluções Gerais de
Desenhos. 1ª edição. Editora Hemus, 2004.

SEMINÁRIO INTEGRADOR 2 – 2h semanais
Ementa
Conteúdo integrador das disciplinas do semestre letivo com estabelecimento de relações
entre os conteúdos teóricos abordados e atividades práticas de tecnologia.
Desenvolvimento de competências e estratégias para a prática profissional. Elaboração e
execução de atividades práticas e desenvolvimento de recursos didáticos: trabalhos de
campo, construção de recursos didáticos, elaboração de textos, vídeos.
Bibliografia Básica
Todas as bibliografias especificadas nas disciplinas do semestre.
Bibliografia Complementar
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5ª edição. Editora Atlas, 2010.
SAMPIERI, ROBERTO HERNANDEZ; COLLADO, CARLOS F.; LUCIO, PILAR B.
Metodologia de Pesquisa. 3ª Edição. Editora MC Graw Hill, 2006.
BARBIER, RENÉ. A Pesquisa-Ação. Volume 3. 1ª edição. Editora Líber Livro, 2006.
DIONNE, HUGUES. Pesquisa-Ação para o Desenvolvimento Local. 1ª edição. Editora
Líber Livro, 2007.
THIOLLENT, MICHEL. Metodologia da Pesquisa-Ação. 18ª edição. Editora Cortez, 2008.

ÁLGEBRA LINEAR - 4 h semanais
Ementa
Matrizes. Determinantes. Sistemas de Equações Lineares. Espaços Vetoriais. Espaços
Vetoriais Euclidianos. Transformações Lineares. Vetores Próprios e Valores Próprios.
Formas Quadráticas.
Bibliografia Básica
ANTON, H.; RORRES, C., Álgebra Linear com aplicações. 8ª ed. Porto Alegre:
Bookman, 2011.
STRANG, G. Álgebra Linear e suas Aplicações. 1ª ed. São Paulo: Cengage Learning,
2010.
BOLDRINI, COSTA, FIGUEIREDO, WETZLER. Álgebra Linear. 3ª ed. Harbra, 1986.
STEINBRUCH, A. e WINTERLE, P., Introdução a Álgebra Linear. 1ª ed. Makron Books
Grupo Pearson, 1990.
LAY, D. C. Álgebra Linear e suas Aplicações. 2 ed. Rio de Janeiro:LTC, 1999.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

30

Bibliografia Complementar
STEINBRUCH, P. W. A., Álgebra Linear. 2ª ed. Makron Books, 1987.
LIPSHUTZ, S., Álgebra Linear. 3ª ed. Makron Books (Grupo Pearson), 2004.
LEON, S. Álgebra Linear com Aplicações, 4ª Edição. Editora LTC, 1999.
KOLMAN, B.; HILL, D. Introdução à Álgebra Linear com aplicações. 8ª edição. LTC,
2006.

ZILL, D. G.; CULLEN, M. R. Matemática Avançada para Engenharia, 3ª Edição,
Volume 2 - Álgebra Linear e Cálculo Vetorial. Editora Bookman, 2009.
ELEMENTOS DE CÁLCULO 2 - 4 h semanais
Ementa
A Integral indefinida. Logaritmos e exponenciais; Funções trigonométricas e funções
trigonométricas inversas. Funções hiperbólicas. Técnicas de integração. Aplicações da
integral. Coordenadas polares. Integrais impróprias. Fórmula de Taylor. Seqüências e
séries infinitas.
Bibliografia Básica
STEWART, J. Cálculo. Vol. 1, 6ª edição – São Paulo: Editora Cengage Thomson
Learning, 2009.
STEWART, J. Cálculo. Vol. 2, 6ª edição – São Paulo: Editora Cengage Thomson
Learning, 2009.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 1, 3ª edição – São Paulo:
Editora Harbra, 1994.
GIORDANO, W. H e THOMAS, G. B., Cálculo. Vol. 1, 11ª edição – São Paulo: Editora
Pearson Education, 2008.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo, Volume 2. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
ISBN 978-85-2161-280-3.
HOFFMAN, L. D.; BRADLEY, G. Cálculo – Um Curso Moderno e suas Aplicações. 10ª
edição, LTC, 2010.
Bibliografia Complementar
FLEMMING, D. M.; GONCALVES M. B., Cálculo A - Funções, limite, derivação e
integração. 6ª edição, Editora Pearson, 2007.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. Volume 1, 2ª Edição. Makron
Books, São Paulo, 1994.
ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. Volume 1, 8ª Edição. Bookman, 2007.
BOYCE, W.; DIPRIMA, R. Equações diferenciais Elementares e Problemas de Valores
de Contorno. 9ª edição. LTC, 2010.

ZILL, D. G.; CULLEN, M. R. Matemática Avançada para Engenharia, 3ª Edição,
Volume 1 - Equações diferenciais elementares e transformada de Laplace.
Editora Bookman, 2009.
ZILL, D. G.; CULLEN, M. R. Matemática Avançada para Engenharia, 3ª Edição,
Volume 2 - Álgebra Linear e Cálculo Vetorial. Editora Bookman, 2009.
EXPRESSAO GRÁFICA II - 4 h semanais
Ementa
Noções de projeto por computador. Desenho arquitetônico. Levantamento métrico.
Desenho de projetos complementares. Leitura e integração de projetos.
Bibliografia Básica
MONTENEGRO, GILDO A. Desenho Arquitetônico, 4ª edição, Editora Edgard Blucher,
2001. 7ª reimpressão em 2010.
CHING, FRANCIS D. K. Representação Gráfica em Arquitetura. 5ª edição, 2011.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

31

DAGOSTINO, FRANK. Desenho Arquitetônico Contemporâneo. 1ª edição. Editora
Hemus, 2004.
SARAPKA, ELAINE MARIA et al. Desenho Arquitetônico Básico. 1ª edição. Editora
PINI, 2010.
FARRELLY, LORRAINE. Técnicas de Representação em Arquitetura. 1ª edição.
Editora Bookman, 2011.
Bibliografia Complementar
FORSETH, KEVIN. Projetos em Arquitetura. 2ª edição, Editora Hemus, 2004.
MONTENEGRO, G. A. Desenho de Projeto. Editora Edgard Blücher, 2007.
LEAKE, JAMES; BORGERSON, JACOB. Manual de Desenho Técnico para Engenharia.
Editora LTC, 2010.

FÍSICA I - 4 h semanais
Ementa
Grandezas físicas. Vetores. Cinemática e dinâmica da partícula. Trabalho e energia.
Dinâmica de um sistema de partículas. Cinemática e dinâmica da rotação. Equilíbrio.
Bibliografia Básica
HALLIDAY, D.; RESNICK, R. e WALKER, J., Fundamentos de Física. Vol. 1, 8ª edição,
Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009.
TIPLER, P. A. e MOSCA, G., Física para Cientistas e Engenheiros. Vol.1, 6ª edição, Rio
de Janeiro: Editora LTC, 2009.
YOUNG, H. D. e FREEDMAN, R. A., Física. Vol. 1, 12ª edição – São Paulo: Editora
Pearson, 2008.
Bibliografia Complementar
ALONSO, M. e FINN, E. J., Física. Volume 1. Editora Brasil, 1999.

LABORATÓRIO DE FÍSICA 1 - 2 h semanais
Ementa
Medidas e Erros. Gráficos. Cinemática e Dinâmica. Queda livre. Colisões. Conservação de
Momento Linear.
Bibliografia Básica
PIACENTINI J. J., et al., Introdução ao Laboratório de Física. 3ª Edição. Editora UFSC.
2008.
DOMICIANO, J. B. e JURAITIS, K. R., Guia de laboratório de Física Geral 1. Editora
Eduel. 2009. ISBN 13: 9788572164825.
HALLIDAY, D., RESNICK, R. e WALK, J., Fundamentos de Física. Vol. 1, 8ª edição – Rio
de Janeiro: Editora LTC, 2008.
Bibliografia Complementar
HELLMEISTER, MARIA CRISTINA. Física laboratório. Instituto de Física – Ufal.
MASSON, T.J., SILVA, G.T., Manual de Física Experimental. Editora Plêiade Ltda - São
Paulo - 2006.

TOPOGRAFIA – 3h semanais
Ementa
Características geométricas da Terra. Medidas topográficas. Erros e compensações.
Instrumentos topográficos. Orientação das plantas topográficas e processos topométricos
dos levantamentos. Levantamentos clássicos e especiais. Sistema de coordenadas
geocêntricas. Medida de área. Noções gerais de Fotogrametria e Fotointerpretação.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

32

Técnicas de utilização de instrumentos topográficos. Aspectos práticos dos levantamentos
topográficos. Realização de trabalhos de campo.
Bibliografia Básica
BORGES, A. C. Topografia aplicada a engenharia civil. São Paulo: Editora Edgard
Blücher Ltda, 2ed. , 2002. vol. 1.
BORGES, A. C. Topografia aplicada a engenharia civil. São Paulo: Editora Edgard
Blücher Ltda, 2ed. , 2002. vol. 2.
BORGES, A. C. Exercícios de Topografia. 3ª ed. Sao Paulo: Editora Edgard Blücher
Ltda, 1975.
ESPARTEL, L. Curso de topografia. Editora globo, 1982.
MCCORMAC, J. Topografia. 5. ed. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2007.
Bibliografia Complementar
GARCIA, G. J. & MARCHETTI, D. Princípios de fotogrametria e fotointerpretação. 5a
edição. Editora nobel, 1989.
COMASTRI, J. A. Topografia Aplicada: medição, divisão e demarcação. Viçosa: Editora
UFV, 2002.
COMASTRI, J. A. Topografia: altimetria. 3ª. ed. Viçosa: Editora UFV, 1999.
SANTOS, A. A. Geodésia: geodésia elementar e princípio de posicionamento global (gps).
Editora universitária, ufpe, 2001.
LOCH, C. & CORDINI, J.. Topografia Contemporânea: planimetria. Editora da ufsc,
1995.

ELEMENTOS DE CÁLCULO III - 4 h semanais
Eenta
Curvas Parametrizadas. Comprimento de Arco. Curvatura e Torsão. Triedro de Frenet.
Funções de varias variáveis. Limite e continuidade. Derivadas parciais. Aplicações
diferenciáveis. Matriz Jacobiana. Derivadas direcionais. Gradiente. Regra da cadeia.
Funções implícitas. Funções vetoriais. Teorema da função inversa. Máximos e mínimos.
Multiplicadores de Lagrange. Formula de Taylor.
Bibliografia Básica
STEWART, J., Cálculo. Vol. 2, 6ª edição – São Paulo: Editora Cengage Thomson
Learning, 2009.
LEITHOLD, L., O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 2, 3ª edição – São Paulo:
Editora Harbra, 1994.
GIORDANO, W. H e THOMAS, G. B., Cálculo. Vol. 2, 11ª edição – São Paulo: Editora
Pearson Education, 2008.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo, Volume 3. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
HOFFMAN, L. D.; BRADLEY, G. Cálculo – Um Curso Moderno e suas Aplicações. 10ª
edição, LTC, 2010.
Bibliografia Complementar
FLEMMING, D. M. e GONCALVES M. B., Cálculo B - Funções de Várias Variáveis,
Integrais Múltiplas, Integrais Curvilíneas e de Superfície. 2ª edição, Editora Pearson,
2007.
ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. Volume 2, 8ª Edição. Bookman, 2007.

CÁLCULO NUMÉRICO - 4 h semanais
Ementa
Sistemas numéricos e erros. Raízes de funções a uma variável. Solução de sistemas de
equações lineares. Autovalores e autovetores. Interpolação e aproximação. Integração
numérica. Diferenciação numérica.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

33

Bibliografia Básica

Canale, Raymond P.; Chapra, Steven C. Métodos Numéricos para Engenharia, 12ª
Edição. Editora Mcgraw-hill interamericana, 2008.
RUGGIERO, Márcia A. e LOPES, Vera Lúcia da Rocha. Cálculo Numérico – Aspectos
Teóricos e Computacionais. Márcia A. Gomes Ruggiero & Vera Lúcia da Rocha
Lopes, 2ª Edição – 1997Editora: MAKRON Books do Brasil-São Paulo – SP.
BARROSO, Leônidas Conceição. Cálculo Numérico (com aplicações). Leônidas
Conceição Barroso, Magali Maria de Araújo Barroso, Frederico Ferreira Campos Filho,
Márcio Luiz Bunte de Carvalho & Miriam Lourenço Maia, 2ª Edição – 1987Editora:
HARBRA, São Paulo – SP.
Bibliografia Complementar:
CAMPOS, F. F. Algoritmos Numéricos. Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. 2ª Ed.
Rio de Janeiro, 2007.
BURDEN, R.L.; FAIRES, J.D. Análise Numérica. Pioneira Thomson Learning. 5ed. 2003.
CUNHA, Cristina. Métodos Numéricos para as Engenharias e Ciências Aplicadas.
Cristina Cunha, 1993, Editora: UNICAMP, Campinas – SP.
MATLAB 5 – Versão do Estudante – Guia do Usuário (download), 1999, Editora:
MAKRON Books do Brasil, São Paulo;
MATLAB for Engineers (download). Autores: Adrian Biran & Moshe Breiner, 1999 - 2nd
edition Editora: Addison-Wesley.
FARRER, HArry. Algoritmos Estruturados. Autores: Harry Farrer, Christiano Gonçalves
Becker, Eduardo Chaves Faria, Helton Fábio de Matos, Marcos Augusto dos Santos &
Miriam Lourenço Maia, 2ª Edição – 1989, Editora: Guanabara Koogan-Rio de Janeiro.

FÍSICA II - 4 h semanais
Ementa
Gravitação. Movimentos oscilatórios. Ondas. Mecânica dos Fluidos. Termodinâmica e
Teoria Cinética dos Gases.
Bibliografia Básica
HALLIDAY, D.; RESNICK, R. e WALKER, J., Fundamentos de Física. Vol. 2, 8ª edição,
Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009.
TIPLER, P. A. e MOSCA, G., Física para Cientistas e Engenheiros. Vol.1, 6ª edição, Rio
de Janeiro: Editora LTC, 2009.
YOUNG, H. D. e FREEDMAN, R. A., Física. Vol. 2, 12ª edição – São Paulo: Editora
Pearson, 2008.
Bibliografia Complementar
ALONSO, M. e FINN, E. J., Física. Volume 2. Editora Brasil, 1999.

ELEMENTOS DE MECÂNICA DOS SÓLIDOS – 4 h semanais
Ementa
Objetivos da mecânica dos sólidos rígidos e deformáveis. Estática dos pontos materiais.
Estática dos corpos rígidos. Características geométricas dos corpos.
Bibliografia Básica
VIERO, E. Isostática Passo a Passo - Sistemas Estruturais Em Engenharia e Arquitetura.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

34

Editora: Educs. 3ª ed, Caxias do Sul, 2011.
ALMEIDA, M. C. F. Estruturas Isostáticas. Oficina de Textos. 1ª ed. São Paulo, 2011.
ANDRÉ, J. C.; MAZZILLI, C. E. N.; BUCALEM, M. L.; CIFÚ, S. Lições em Mecânica das
Estruturas. Oficina de Textos. 1ª ed. São Paulo, 2011.
JOHNSTON, E. RUSSELL, Jr.; DEWOLF, J. T.; BEER, F. P. Mecânica Dos Materiais.
Bookman. 5ª ed. São Paulo, 2011.
HIBBELER, R. C. Estática - Mecânica Para Engenharia. Pearson Education - Br. 12ª ed.
São Paulo, 2011.
HIBBELER, R. C. Resistência de Materiais. Pearson Education - Br. 7ª ed. São Paulo,
2010.
MARTHA, L. F. Análise de Estruturas - Conceitos e Métodos Básicos.
Campus/Elsevier. Rio de Janeiro, 2010.
MERIAM , J. L. Mecânica para Engenharia Estática. Ltc. 6ª ed. São Paulo, 2009.
UGURAL A. Mecânica dos Materiais. LTC. 1ª ed. 2009.
LEET, K. M.; UANG, C.; GILBERT, A. M. Fundamentos da Análise Estrutural. McGraw
Hill. 3ª ed. São Paulo, 2009.
Bibliografia Complementar
BOTELHO, M. H. C. Resistência dos Materiais. Edgard Blücher. 1ª ed. São Paulo, 2008.
SORIANO, H. L. Estática das estruturas. Ciência Moderna. Rio de Janeiro, 2007.
MARGARIDO, A. F. Fundamentos das estruturas. Zigurate. São Paulo, 2007.
SORIANO, H. L. Análise de estruturas: formulação matricial e implementação
computacional. Ciência Moderna. Rio de Janeiro, 2005.
WILLIAM F.R.; LEROY D.S., DON H.M. Mecânica dos Materiais. LCT. 5ª ed. Rio de
Janeiro, 2003.
GERE, J. M. Mecânica dos Materiais. Thomson. 1ª ed. São Paulo, 2003.
CRAIG JÚNIOR, R. R. Mecânica dos materiais. LTC. 2. ed. Rio de Janeiro, 2003.

QUÍMICA TECNOLÓGICA – 4 h semanais
Ementa
Estequiometria: fórmulas químicas. Estrutura atômica. Tabela periódica. Ligação química.
Química orgânica: polímeros. Gases. Termodinâmica: equilíbrio químico. Equilíbrio
heterogêneo, regras das fases. Equilíbrio químico em soluções. Análise físico-químicas de
água e esgoto. Eletroquímica: oxi-redução, pilhas, eletrólise, obtenção de matéria prima.
Corrosão e proteção. Sólidos: sólidos metálicos, cerâmicas: cerâmicas brancas, produtos
estruturais de argilas, refratários, produtos especiais de cerâmica, esmalte e metais
esmaltados, fornos. Sólidos amorfos: vidros e vidros especiais. Materiais compósitos:
percursores; cimento, cal, gesso. Combustíveis; Tintas e Vernizes; Lubrificantes.
Bibliografia Básica
BRADY, J E. e HUMISTON G. E., Química Geral. 2ª Edição – Rio de Janeiro, Volumes 1
e 2. Livros Técnicos e Científicos, 1986.
BROWN, L. S. e HOLME, T. A., Química Geral Aplicada à Engenharia, Editora Cengage
Learning, 2009.
MAIA, D. J. e BIANCHI, J. C A., Química Geral – Fundamentos, Editora Pearson, São
Paulo, 2007.
RUSSELL, J. B., Química Geral. 2 ª Edição – São Paulo, Volumes 1 e 2. Editora Makron
Books, São Paulo, 2004.
SHREVE, R. N. & BRINK Jr, J. A., Indústria de Processos Químicos. Editora Guanabara
Koogan, Rio de janeiro, 1977.
Bibliografia Complementar
VAN VLACK, L. H., Princípios de Ciência e Tecnologia dos Materiais. Editora
Campus,Rio de Janeiro, 1994.
MAHAN, B. M. e MEYERS, R. J., Química – Um curso universitário. 4ª Edição, São Paulo,

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

35

Edgard Blücher Ltda, 2003.

LABORATÓRIO DE QUÍMICA – 2 h semanais
Ementa
Introdução ao laboratório de química. Reações químicas. Estequiometria. Equilíbrio
químico. Preparo de soluções ácido-base. Eletroquímica. Corrosão.
Bibliografia Básica
POSTMA, J. M., ROBERTS Jr, J. L., HOLLENBERG, J. L., Química no Laboratório, 5ª
Edição, Editora Manole, 2009.
MAIA, D., Práticas de Química para Engenharias, Editora Alínea e Átomo, 2009.
CHRISPINO, A., Manual De Química Experimental, 1ª Edição, Editora Alínea e Átomo,
2010.
Bibliografia Complementar
Notas de aula e apostilas.

ARQUITETURA E CONFORTO AMBIENTAL - 2 h semanais
Ementa
Arquitetura e espaço arquitetônico. Historia da arquitetura e arquitetura alagoana.
Tendências da arquitetura contemporânea. Projeto arquitetônico-zoneamento. Noções de
clima: o clima de Maceió. Noções de ventilação e iluminação. Como projetar para o
nordeste do Brasil. Legislação municipal/código de edificações. Lei de
acessibilidade.Projeto de ambientes isolados. Projeto de residência unifamiliar,
Construções sustentáveis. Diretrizes para projetos sustentáveis. Noções de Higiene (ruído;
tratamento de água). Noções de um edifício multifamiliar com especificações de materiais.
Bibliografia Básica
PEREIRA, JOSÉ RAMÓN ALONSO. Introdução à História da Arquitetura: Das origens
ao século XXI. 1ª edição. Editora Bookman, 2010.
BROWN, G.Z.; DEKAY, MARK. Sol, Vento & Luz: Estratégias para o Projeto de
Arquitetura. 2ª Edição. Editora Bookman, 2004.
CHING, FRANCIS D. K. Arquitetura - Forma Espaço e Ordem. 2a edição, Editora
Martins Fontes, 2008.
BITTENCOURT, L.S.; CÂNDIDO, M.C. Introdução à ventilação natural. 3ª edição.
Editora Edufal, 2008.
NEUFERT, ERNST; NEUFERT, PETER. Arte de Projetar em Arquitetura. 17ª edição.
Editora Gustavo Gili, 2004.
Bibliografia Complementar
FARRELLY, LORRAINE. Fundamentos de Arquitetura. 1ª edição. Editora Bookman,
2011.
COSTA, ENNIO CRUZ DA. Arquitetura Ecológica: condicionamento térmico natural.
Editora Edgard Blücher, 1982. 5ª reimpressão em 2010.
MONTENEGRO, GILDO A. Ventilação e Cobertas. Editora Edgard Blucher, 1984.
CORBELLA, Oscar; YANNAS, S. Em Busca de uma Arquitetura Sustentável para os
Trópicos. 2ª Edição, Editora Reven, 2009.
GIEDION, SIGFRIED. Espaço, tempo e arquitetura - o desenvolvimento de uma nova
tradição. Editora Martins Fontes, 2005.

ELEMENTOS DE CÁLCULO IV - 4 h semanais
Ementa
Integrais múltiplas. Integrais de linha. Campos vetoriais conservativos. Mudança de

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

36

variáveis em integrais múltiplas. Superfícies parametrizadas. Integrais de superfície.
Teorema de Green. Teorema de Gauss. Teorema de Stoke. Equações diferenciais de
primeira e segunda ordem. Métodos elementares de solução. Equações diferenciais
lineares.
Bibliografia Básica
STEWART, J., Cálculo. Vol. 2, 6ª edição – São Paulo: Editora Cengage Thomson
Learning, 2009.
LEITHOLD, L., O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 2, 3ª edição – São Paulo:
Editora Harbra, 1994.
GIORDANO, W. H e THOMAS, G. B., Cálculo. Vol. 2, 11ª edição – São Paulo: Editora
Pearson Education, 2008.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo, Volume 4. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
HOFFMAN, L. D.; BRADLEY, G. Cálculo – Um Curso Moderno e suas Aplicações. 10ª
edição, LTC, 2010.
Bibliografia Complementar
FLEMMING, D. M. e GONCALVES M. B., Cálculo B - Funções de Várias Variáveis,
Integrais Múltiplas, Integrais Curvilíneas e de Superfície. 2ª edição, Editora Pearson,
2007. ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. Volume 1, 8ª Edição. Bookman,
2007.

FENÔMENOS DE TRANSPORTE I - 4 h semanais
Ementa
Definição, conceito e mecanismo de fenômenos de transporte. Conceitos fundamentais e
análise dimensional. Estática dos fluídos. Equações fundamentais para o movimento dos
fluidos. Formulações integral e diferencial para o volume de controle - as equações de
Navier-Stokes. Camada limite. Semelhança. Escoamento interno de fluidos
incompressíveis.
Bibliografia Básica
FOX, R. W.; MCDONALD, A. T.; PRITCHARD, P. J. Introdução à Mecânica dos Fluídos.
7ª Edição. Editora LTC, 2010.
KREITH, F.; BOHN, M. S. Princípios da Transmissão de Calor. Editora Cengage, 2003.
BIRD, R. B., LIGHTFOOT, E. N.; STEWART, W. E.; Fenômenos de Transporte, 2ª
Edição. Editora LTC, 2004.
INCROPERA, F. P.; DEWITT, D. P.; Bergman, T. L.; LAVINE, A. S. Fundamentos de
Transferência de Calor e Massa, 6ª Edição. Editora LTC, 2008.
FILHO, W. B. Fenômenos de Transporte para Engenharia, 1ª Edição. Editora LTC,
2006.
Bibliografia Complementar
ROMA, W. N. L. Fenômenos de Transporte para Engenharia. 2ª Edição. Editora Rima,
2005.
BRUNETTI, F. Mecânica dos Fluidos. 1ª Edição. Editora Pearson, 2008.
CANEDO, E. L. Fenômenos de Transporte. 1ª Edição. Editora LTC, 2010.

FÍSICA 3 – 4 h semanais
Ementa
Princípios de eletrostática e do magnetismo. Campo gravitacional, elétrico e magnético.
Potencial gravitacional, elétrico e magnético. Introdução ao meio contínuo. Corrente
elétrica: condutores, resistores e capacitores. Força eletromotriz. Circuitos de corrente
contínua. Corrente alternada.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

37

Bibliografia Básica
HALLIDAY, D.; RESNICK, R. e WALKER, J., Fundamentos de Física. Vol. 3, 8ª edição,
Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009.
TIPLER, P. A. e MOSCA, G., Física para Cientistas e Engenheiros. Vol.2, 6ª edição, Rio
de Janeiro: Editora LTC, 2009.
YOUNG, H. D. e FREEDMAN, R. A. Física. Vol. 3, 12ª edição – São Paulo: Editora
Pearson, 2008.
Bibliografia Complementar
ALONSO, M. e FINN, E. J. Física. Volume 3. Editora Brasil, 1999.

LABORATÓRIO 2 DE FÍSICA - 2 h semanais
Ementa
Experimentos envolvendo os conteúdos de Eletricidade e Magnetismo
Bibliografia Básica
HALLIDAY, D., RESNICK, R. e WALK, J., Fundamentos de Física. Vol. 3, 8ª edição – Rio
de Janeiro: Editora LTC, 2008.
Bibliografia Complementar
Curt E. Hennies (coord.), Problemas Experimentais em Física, 2ª ed., vol. I, Ed.
UNICAMP, Campinas, 1988.
Luís A. M. Ramos, Física Experimental. Ed. Mercado Aberto, Porto Alegre, 1984.
Francisco Catelli, Física Experimental, 2ª ed., vol. II, Ed. da UCS, Caxias do Sul, 1985.

GEOLOGIA DE ENGENHARIA E AMBIENTAL – 2 h semanais
Ementa
Caracterização dos processos, elementos e aspectos geológicos relacionados a projetos
de engenharia e ao meio ambiente. Identificação e classificação de materiais naturais.
Elementos geológicos aplicados a projetos específicos da geotecnia e dos materiais de
construção. Técnicas de investigação geológica para concepção e execução de projetos
de engenharia.
Bibliografia Básica:
FLEURY, J. M. 1995.Curso de Geologia Básica.Ed. Aplicada.
OLIVEIRA, A.M, dos S. & De Brito, S. N. A. Editores. 1998. Geologia de Engenharia.
ABGE. CNPq.FAPESP.
CORNEJO, C.; BARTORELLI; A. MINERAIS E PEDRAS PRECIOSAS DO BRASIL.
Editora SOLARIS, 2010.
SANTOS, A. R. GEOLOGIA DE ENGENHARIA: CONCEITOS, MÉTODO E PRÁTICA, 2ª
Edição. Editora o Nome da Rosa, 2009.
GOMES, C. B. Geologia USP — 50 anos. Editora Edusp, 2007.
Bibliografia Complementar
NEVES, B. B. B. Glossário de Geotectônica. Editora: Oficina de Textos, 2011.

LABORATÓRIO DE GEOLOGIA DE ENGENHARIA E AMBIENTAL – 2 h semanais
Ementa
Caracterização dos processos geológicos-ambientais in situ (campo) e/ou laboratórios.
Identificação e classificação (Streicksen) dos materiais naturais. Análise geológica aplicada
a projetos da engenharia e mais especificamente na geotecnia, nas ciências dos materiais
e nas intervenções ambientais. Técnicas de investigação geológica para execução de
obras civis ou outras intervenções ambientais.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

38

Bibliografia Básica
FLEURY, J. M. 1995.Curso de Geologia Básica.Ed. Aplicada.
OLIVEIRA, A.M, dos S. & De Brito, S. N. A. Editores. 1998. Geologia de Engenharia.
ABGE. CNPq.FAPESP.
CORNEJO, C.; BARTORELLI; A. MINERAIS E PEDRAS PRECIOSAS DO BRASIL.
Editora SOLARIS, 2010.
SANTOS, A. R. GEOLOGIA DE ENGENHARIA: CONCEITOS, MÉTODO E PRÁTICA, 2ª
Edição. Editora o Nome da Rosa, 2009.
GOMES, C. B. Geologia USP — 50 anos. Editora Edusp, 2007.
Bibliografia Complementar
NEVES, B. B. B. Glossário de Geotectônica. Editora: Oficina de Textos, 2011.

TEORIA DAS ESTRUTURAS I - 4 h semanais
Ementa
Morfologia das estruturas. Noções de estaticidade. Ações. Esforços internos solicitantes.
Introdução à análise estrutural. Análise de estruturas reticuladas isostáticas.
Bibliografia Básica
VIERO, E. Isostática Passo a Passo - Sistemas Estruturais Em Engenharia e
Arquitetura. Editora: Educs. 3ª ed, Caxias do Sul, 2011.
ALMEIDA, M. C. F. Estruturas Isostáticas. Oficina de Textos. 1ª ed. São Paulo, 2011.
ANDRÉ, J. C.; MAZZILLI, C. E. N.; BUCALEM, M. L.; CIFÚ, S. Lições em Mecânica das
Estruturas. Oficina de Textos. 1ª ed. São Paulo, 2011.
JOHNSTON, E. RUSSELL, Jr.; DEWOLF, J. T.; BEER, F. P. Mecânica Dos Materiais.
Bookman. 5ª ed. São Paulo, 2011.
HIBBELER, R. C. Estática - Mecânica Para Engenharia. Pearson Education - Br. 12ª ed.
São Paulo, 2011.
HIBBELER, R. C. Resistência de Materiais. Pearson Education - Br. 7ª ed. São Paulo,
2010.
MARTHA, L. F. Análise de Estruturas - Conceitos e Métodos Básicos.
Campus/Elsevier. Rio de Janeiro, 2010.
MERIAM , J. L. Mecânica para Engenharia Estática. Ltc. 6ª ed. São Paulo, 2009.
UGURAL A. Mecânica dos Materiais. LTC. 1ª ed. 2009.
LEET, K. M.; UANG, C.; GILBERT, A. M. Fundamentos da Análise Estrutural. McGraw
Hill. 3ª ed. São Paulo, 2009.
Bibliografia Complementar:
BOTELHO, M. H. C. Resistência dos Materiais. Edgard Blücher. 1ª ed. São Paulo, 2008.
SORIANO, H. L. Estática das estruturas. Ciência Moderna. Rio de Janeiro, 2007.
MARGARIDO, A. F. Fundamentos das estruturas. Zigurate. São Paulo, 2007.
SORIANO, H. L. Análise de estruturas: formulação matricial e implementação
computacional. Ciência Moderna. Rio de Janeiro, 2005.
WILLIAM F.R.; LEROY D.S., DON H.M. Mecânica dos Materiais. LCT. 5ª ed. Rio de
Janeiro, 2003.
GERE, J. M. Mecânica dos Materiais. Thomson. 1ª ed. São Paulo, 2003.
CRAIG JÚNIOR, R. R. Mecânica dos materiais. LTC. 2. ed. Rio de Janeiro, 2003.

ECONOMIA PARA ENGENHARIA - 2 h semanais
Ementa
Matemática financeira. Juros, amortizações, modelos de financiamento de bens e serviços.
Análise de projetos. Ponto de vista privado e social. Método Custo-Benefício. Método da
Taxa Interna de Retorno (TIR). Considerações sobre a realidade econômica brasileira

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

39

Bibliografia Básica
FURTADO. C. Formação econômica do Brasil. Edição comemorativa. Editora
Companhia das Letras, 2009.
VASCONCELOS, M. A. S.; GARCIA, M. E. 3ª edição. Fundamentos de economia.
Editora Saraiva, 2008.
HUBBARD, R. GLENN; O’BRIEN, ANTHONY. Introdução à Economia Atualizada. 2ª
Edição. Editora Bookman, 2010.
CÔRTES, JOSÉ GUILHERME PINHEIRO. Introdução À Economia da Engenharia.
Editora Cengage Learning, 2011.
MANKIW, N. GREGORY. Introdução à Economia. Tradução da 5ª edição norteamericana. Editora Cengage Learning, 2010.
Bibliografia Complementar
BRUE, STANLEY L. História Do Pensamento Econômico. Editora Thomson Pioneira,
2004.
FIGUEIREDO, P. H. P. A regulação do serviço público concedido. Editora Síntese,
1999.
FRIEDMAN, M. Teoria de los precios. Editora Alianza Universidad, 1990.
MOCHÓN, FRANCISCO. Economia: Teoria e política. 5ª Edição. Editora MC Graw Hill,
2006.

ELETROTÉCNICA – 4 h semanais
Ementa
A Eletricidade no Brasil - Matriz Energética Nacional – O Sistema Elétrico Brasileiro Circuitos Elétricos de Corrente Contínua e de Corrente Alternada - Medidas Elétricas
Básicas – Potência em Circuitos Elétricos – Circuitos Elétricos Trifásicos – Aspectos
básicos de Transformadores.
Bibliografia Básica
CAPUANO, F. G.; MARINO, M. A. M. Laboratório de Eletricidade e Eletrônica, 24ª
Edição. Editora Érica, 1998.
EDMINISTER, J. A.; NAHVI, M. Circuitos Elétricos - Coleção Schaum, 4ª Edição. Editora
Bookman, 2005.
DORF, R. C.; SVOBODA, J. A. Introdução aos Circuitos Elétricos, 7ª Edição. Editora
LTC, 2008.
SAY, M. G. Eletricidade Geral: Eletrotécnica, 13ª Edição. Editora Hemus, 2004.
MARKUS, O. Circuitos Elétricos - Corrente Contínua e Corrente Alternada - Teoria e
Exercícios, 8ª Edição. Editora Érica, 2001.
Bibliografia Complementar
FALCONE, B. Curso de Eletrotécnica: Correntes Contínuas. Editora Hemus, 2002.
FALCONE, B. Curso de Eletrotécnica: Correntes Alternadas e Elementos de Eletrônica.
Editora Hemus, 2002.
SAY, M. G. Eletricidade Geral: Fundamentos, 13ª Edição. Editora Hemus, 2004.
NAVY, U. S. Curso Completo de Eletricidade Básica, Editora Hemus, 2002.
MEIRELES, V. C. Circuitos Elétricos, 4ª Edição. Editora LTC, 2007.

FENOMENOS DE TRANSPORTE 2 – 2 h semanais
Ementa
Fundamentos da transferência de calor, equação de Fourier, relações experimentais.
Fundamentos da transferência de massa: equação de Fick, relações experimentais para
convecção. Fundamentos de radiação. Fundamentos da transferência de massa: equação
de Fick e relações experimentais.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

40

Bibliografia Básica
FOX, R. W.; MCDONALD, A. T.; PRITCHARD, P. J. Introdução à Mecânica dos Fluídos,
7ª Edição. Editora LTC, 2010.
KREITH, F.; BOHN, M. S. Princípios da Transmissão de Calor. Editora Cengage, 2003.
BIRD, R. B., LIGHTFOOT, E. N.; STEWART, W. E. Fenômenos de Transporte, 2ª
Edição. Editora LTC, 2004.
INCROPERA, F. P.; DEWITT, D. P.; Bergman, T. L.; LAVINE, A. S. Fundamentos de
Transferência de Calor e Massa, 6ª Edição. Editora LTC, 2008.
FILHO, W. B. Fenômenos de Transporte para Engenharia, 1ª Edição. Editora LTC,
2006.
Bibliografia Complementar
ROMA, W. N. L. Fenômenos de Transporte para Engenharia. 2ª Edição. Editora Rima,
2005.
BRUNETTI, F. Mecânica dos Fluidos. 1ª Edição. Editora Pearson, 2008.
CANEDO, E. L. Fenômenos de Transporte. 1ª Edição. Editora LTC, 2010.

HIDRÁULICA - 4 h semanais
Ementa
Introdução. Revisão de alguns conceitos da mecânica dos fluidos. Teoria e aplicações
sobre o funcionamento de orifícios, bocais e vertedouros. Cálculo dos condutos forçados.
Perdas lineares e localizadas. Temas diversos a respeito dos condutos forçados.
Hidráulica dos sistemas de recalques. Golpe de Aríete. Meios para atenuar os efeitos do
golpe de Aríete. Movimentos uniforme e gradualmente variado. Movimento bruscamente
variado. Curva de remanso.
Bibliografia Básica
NETTO, A. J. M.; FERNANDEZ, M. F.; ARAUJO, R.; ITO, A. E. Manual de Hidráulica, 8ª
Edição, Editora Edgard Blucher.
FOX, R. W.; MCDONALD, A. T.; PRITCHARD, P. J. Introdução à Mecânica dos Fluídos,
7ª Edição. Editora LTC, 2010.
BAPTISTA, M.; LARA, M. Fundamentos de Engenharia Hidráulica, 3ª Edição. Editora
UFMG, 2010.
OLIVEIRA, L. A.; LOPES, A. G. Mecânica dos Fluidos, 3ª Edição. Editora ETEP, 2010.
PORTO, R. M. Hidráulica Básica, 4ª Edição. Editora EDUSP, 2006.
Bibliografia Complementar
SANTOS, S. L. Bombas e Instalações Hidráulicas. Editora Lcte, 2007.
BISTAFA, S. R. Mecânica dos Fluidos - Noções e Aplicações, 1ª Edição. Editora Edgard
Blucher, 2010.
MUNSON, B. R.; YOUNG, D. F.; OKIISHI, T. H. Fundamentos da Mecânica dos Fluidos,
4ª Edição. Editora Edgard Blucher, 2004.

LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA – 2h
Ementa
Ensaios Hidrostáticos. Determinação de vazão em condutos fechados e canais abertos.
Determinação de Perdas de Carga Localizadas e Distribuídas. Determinação de Curvas
Características de Bombas Hidráulicas. Ensaios de Canais Hidráulicos: ressaltos
hidráulicos; medição de profundidades normais de escoamento; curvas de remanso;
vertedores.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

41

Bibliografia Básica
BRUNETTI, F. Mecânica dos Fluidos. 1ª Edição. Editora Pearson, 2008.
BONADIMAN, H.. Hidrostática e Calor: Integração, Experimento, Teoria, Cotidiano. 3ª
Edição. Editora Unijuí, 2004.
PORTO, R. M. Hidráulica Básica, 4ª Edição. Editora EDUSP, 2006.
Bibliografia Complementar
SANTOS, S. L. Bombas e Instalações Hidráulicas. Editora Lcte, 2007.
BISTAFA, S. R. Mecânica dos Fluidos - Noções e Aplicações, 1ª Edição. Editora Edgard
Blucher, 2010.

CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS – 4 h semanais
Ementa
Introdução ao estudo dos materiais usados na construção civil. Estruturas dos materiais.
Normas técnicas. Materiais cerâmicos. Vidros. Polímeros. Madeiras. Tintas e vernizes.
Materiais betuminosos e impermeabilizantes. Materiais metálicos: materiais não ferrosos,
produtos siderúrgicos, aço para concreto armado e protendido. Aglomerantes: cal, gesso e
cimento. Agregados: miúdos e graúdos.
Bibliografia Básica
ALVES, J. D. Materiais de Construção. 7ª. Edição. Editora UFG, 1999.
BAUER, L. A. F. Materiais de Construção. 5ª. Edição. Volumes 1 e 2. Editora LTC, 1994.
ISAIA, G. C. Materiais de Construção Civil e Princípios de Ciência e Engenharia de
Materiais. 2ª. Edição. Volumes 1 e 2. IBRACON, 2010.
VAN VLACK, L. H. Princípios de Ciências dos Materiais. 5ª. Edição. Editora Campus,
2004.
Complementar:
ABNT. Normas Técnicas diversas.
BERTOLINI, L. Materiais de Construção. 1ª Edição. Editora Oficina de Textos. 2010.

LABORATÓRIO DE MATERIAIS - 2 h semanais
Ementa
Ensaio de caracterização do aço: tração e dobramento. Materiais cerâmicos: resistência à
compressão e elementos geométricos de blocos cerâmicos, absorção de água de telhas
cerâmicas. Agregados: granulometria, determinação de massa unitária e especifica,
inchamento do agregado miúdo ,índice de forma, abrasão. Aglomerantes: gesso e cal.
Cimentos: tempo de pega (início e fim), finura, expansibilidade e resistência à compressão.
Bibliografia Básica:
ABNT. Normas Técnicas diversas.

ELEMENTOS DE MECÂNICA DOS SÓLIDOS II - 4 h semanais
Ementa
Análise de tensões e de deformações. Relações constitutivas. Energia especifica de
deformação. Tração e compressão. Torção.
Bibliografia Básica
VIERO, E. Isostática Passo a Passo - Sistemas Estruturais Em Engenharia e
Arquitetura. Editora: Educs. 3ª ed, Caxias do Sul, 2011.
ALMEIDA, M. C. F. Estruturas Isostáticas. Oficina de Textos. 1ª ed. São Paulo, 2011.
ANDRÉ, J. C.; MAZZILLI, C. E. N.; BUCALEM, M. L.; CIFÚ, S. Lições em Mecânica das

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

42

Estruturas. Oficina de Textos. 1ª ed. São Paulo, 2011.
JOHNSTON, E. RUSSELL, Jr.; DEWOLF, J. T.; BEER, F. P. Mecânica Dos Materiais.
Bookman. 5ª ed. São Paulo, 2011.
HIBBELER, R. C. Estática - Mecânica Para Engenharia. Pearson Education - Br. 12ª ed.
São Paulo, 2011.
HIBBELER, R. C. Resistência de Materiais. Pearson Education - Br. 7ª ed. São Paulo,
2010.
MARTHA, L. F. Análise de Estruturas - Conceitos e Métodos Básicos.
Campus/Elsevier. Rio de Janeiro, 2010.
MERIAM , J. L. Mecânica para Engenharia Estática. Ltc. 6ª ed. São Paulo, 2009.
UGURAL A. Mecânica dos Materiais. LTC. 1ª ed. 2009.
LEET, K. M.; UANG, C.; GILBERT, A. M. Fundamentos da Análise Estrutural. McGraw
Hill. 3ª ed. São Paulo, 2009.
Bibliografia Complementar
BOTELHO, M. H. C. Resistência dos Materiais. Edgard Blücher. 1ª ed. São Paulo, 2008.
SORIANO, H. L. Estática das estruturas. Ciência Moderna. Rio de Janeiro, 2007.
MARGARIDO, A. F. Fundamentos das estruturas. Zigurate. São Paulo, 2007.
SORIANO, H. L. Análise de estruturas: formulação matricial e implementação
computacional. Ciência Moderna. Rio de Janeiro, 2005.
WILLIAM F.R.; LEROY D.S., DON H.M. Mecânica dos Materiais. LCT. 5ª ed. Rio de
Janeiro, 2003.
GERE, J. M. Mecânica dos Materiais. Thomson. 1ª ed. São Paulo, 2003.
CRAIG JÚNIOR, R. R. Mecânica dos materiais. LTC. 2. ed. Rio de Janeiro, 2003.

HIDROLOGIA - 4 h semanais
Ementa
Introdução. Ciclo hidrológico. Bacia hidrográfica. Elementos de hidrometeorologia.
Elementos de estatística. Precipitação. Interceptação. Evaporação e evapotranspiração.
Águas subterrâneas. Infiltração. Fundamentos do escoamento. Escoamento superficial.
Escoamento em rios e canais. Aquisição de dados hidrológicos. Vazão máxima.
Regularização de vazão.
Bibliografia Básica
GARCEZ, L. N.; ALVAREZ, G. A. Hidrologia, 2ª Edição. Editora Edgard Blucher, 1988.
PINTO, N. L. S.; HOLTZ, A. C. T.; MARTINS, J. A.; GOMIDE,
F. L. S. Hidrologia básica. Editora Edgard Blucher, 1976.
GRIBBIN, J. E. Introdução à Hidráulica, Hidrologia e Gestão de Águas Pluviais,
Tradução da 3ª Edição Norte-Americana. Editora Cengage, 2008.
MEDEIROS, S. S.; GHEYI, H. R.; GALVÃO, C. O.; PAZ, V. P. S. Recursos Hídricos em
Regiões Áridas e Semiáridas. Editora do INSA, 2011.
Bibliografia Complementar
TUCCI, C.E.M. Hidrologia, Ciência e aplicação. Editora da UFRGS e ABRH. 1993.
CIRILO, J. A. et al. O Uso Sustentável de Recursos Hídricos. Editora EDUFPE, 2007.
CAMPOS, J.N.B; STUDART, T.M.C. Hidrologia de Reservatórios: A Construção de uma
Teoria. ASTEF/Expressão Gráfica Editora, 2006.
CANHOLI, A. P. Drenagem Urbana e Controle de Enchentes. Editora Oficina de Textos,
2005.

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO – 4h semanais
Ementa
Argamassas convencionais: resistência à compressão, tração diametral, consistência e
resistência de aderência. Argamassas especiais, Concreto: propriedades de concreto

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

43

fresco e endurecido, dosagem experimental, produção, controle tecnológico, adições e
aditivos, concretos especiais e durabilidade.
Bibliografia Básica
ALVES, J. D. Materiais de Construção. 7ª. Edição. Editora UFG, 1999.
BAUER, L. A. F. Materiais de Construção. 5ª. Edição. Volumes 1 e 2. Editora LTC, 1994.
ISAIA, G. C. Materiais de Construção Civil e Princípios de Ciência e Engenharia de
Materiais. 2ª. Edição. Volumes 1 e 2. IBRACON, 2010.
MEHTA, P. K.; MONTEIRO, P. J. Concreto – Microestrutura, propriedades e materiais. 3ª
Edição. IBRACON, 2008.
Bibliografia Complementar
ABNT. Normas Técnicas diversas.
BERTOLINI, L. Materiais de Construção. 1ª Edição. Editora Oficina de Textos. 2010.

ELEMENTOS DE MECÂNICA DOS SÓLIDOS III - 4 h semanais
Ementa
Flexão transversal reta. Flexão oblíqua. Flexão composta. Métodos de energia.
Instabilidade elástica.
Bibliografia Básica
VIERO, E. Isostática Passo a Passo - Sistemas Estruturais Em Engenharia e
Arquitetura. Editora: Educs. 3ª ed, Caxias do Sul, 2011.
ALMEIDA, M. C. F. Estruturas Isostáticas. Oficina de Textos. 1ª ed. São Paulo, 2011.
ANDRÉ, J. C.; MAZZILLI, C. E. N.; BUCALEM, M. L.; CIFÚ, S. Lições em Mecânica das
Estruturas. Oficina de Textos. 1ª ed. São Paulo, 2011.
JOHNSTON, E. RUSSELL, Jr.; DEWOLF, J. T.; BEER, F. P. Mecânica Dos Materiais.
Bookman. 5ª ed. São Paulo, 2011.
HIBBELER, R. C. Estática - Mecânica Para Engenharia. Pearson Education - Br. 12ª ed.
São Paulo, 2011.
HIBBELER, R. C. Resistência de Materiais. Pearson Education - Br. 7ª ed. São Paulo,
2010.
MARTHA, L. F. Análise de Estruturas - Conceitos e Métodos Básicos. Campus/Elsevier.
Rio de Janeiro, 2010.
MERIAM , J. L. Mecânica para Engenharia Estática. Ltc. 6ª ed. São Paulo, 2009.
UGURAL A. Mecânica dos Materiais. LTC. 1ª ed. 2009.
LEET, K. M.; UANG, C.; GILBERT, A. M. Fundamentos da Análise Estrutural. McGraw
Hill. 3ª ed. São Paulo, 2009.
Bibliografia Complementar
BOTELHO, M. H. C. Resistência dos Materiais. Edgard Blücher. 1ª ed. São Paulo, 2008.
SORIANO, H. L. Estática das estruturas. Ciência Moderna. Rio de Janeiro, 2007.
MARGARIDO, A. F. Fundamentos das estruturas. Zigurate. São Paulo, 2007.
SORIANO, H. L. Análise de estruturas: formulação matricial e implementação
computacional. Ciência Moderna. Rio de Janeiro, 2005.
WILLIAM F.R.; LEROY D.S., DON H.M. Mecânica dos Materiais. LCT. 5ª ed. Rio de
Janeiro, 2003.
GERE, J. M. Mecânica dos Materiais. Thomson. 1ª ed. São Paulo, 2003.
CRAIG JÚNIOR, R. R. Mecânica dos materiais. LTC. 2. ed. Rio de Janeiro, 2003.

MECÂNICA DOS SOLOS I - 4 h semanais
Ementa
Introdução à mecânica dos solos. Noções de Amostragem e Sondagens. Formação dos

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

44

solos. Índices físicos. Granulometria. Limites de consistência. Estrutura dos solos.
Classificação dos solos. Compactação dos solos. Tensões nos solos. Permeabilidade dos
solos. Fluxo permanente unidimensional e bidimensional.
Bibliografia Básica
CRAIG, R.F. Mecânica dos Solos, 7ª Edição. Editora LTC, 2007.
DAS, B.M. Fundamentos de Engenharia Geotecnica. Editora Thomson Pioneira, 2011.
PINTO, C. S. Curso Básico de Mecânica dos Solos, 2ª Edição. Editora Oficina de
Textos, 2002.
NOGUEIRA, J. B. Mecânica dos solos – Ensaios de laboratório. Seção de Publicações
da EESC-USP, São Carlos, 1995.
EHRLICH, M.; BECKER, L. Muros e Taludes de Solo Reforçado. Editora Oficina de
Textos, 2009.
Bibliografia Complementar
MARQUES, E.; ALMEIDA, M. Aterros Sobre Solos Moles. Editora Oficina de Textos,
2010.
MARCHETTI, O. Muros de Arrimo. Editora Edgard Blücher, 2008.
BOSCOV, M. E. G. Geotecnia Ambiental. Editora Oficina de Textos, 2008.
ORTIGÃO, J.A.R. Introdução à mecânica dos solos dos estados críticos. Livros
Técnicos e Científicos Ltda, 1993.

LABORATÓRIO DE MECÂNICA DOS SOLOS I – 2 h semanais
Ementa
Caracterização dos Solos. Compactação. Controle de
Permeabilidade. Infiltração.

Compactação.

CBR.

Bibliografia Básica
CRAIG, R.F. Mecânica dos Solos, 7ª Edição. Editora LTC, 2007.
DAS, B.M. Fundamentos de Engenharia Geotecnica. Editora Thomson Pioneira, 2011.
PINTO, C. S. Curso Básico de Mecânica dos Solos, 2ª Edição. Editora Oficina de
Textos, 2002.
NOGUEIRA, J. B. Mecânica dos solos – Ensaios de laboratório. Seção de Publicações
da EESC-USP, São Carlos, 1995.
EHRLICH, M.; BECKER, L. Muros e Taludes de Solo Reforçado. Editora Oficina de
Textos, 2009.
Bibliografia Complementar
MARQUES, E.; ALMEIDA, M. Aterros Sobre Solos Moles. Editora Oficina de Textos,
2010.
MARCHETTI, O. Muros de Arrimo. Editora Edgard Blücher, 2008.
BOSCOV, M. E. G. Geotecnia Ambiental. Editora Oficina de Textos, 2008.
ORTIGÃO, J.A.R. Introdução à mecânica dos solos dos estados críticos. Livros
Técnicos e Científicos Ltda, 1993.

SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA - 4 h semanais
Ementa
Evolução dos sistemas de abastecimento de água. Situação atual do abastecimento de
água. Água e saúde. Qualidade de água. Padrões de qualidade. Controle e vigilância da
qualidade de água. Abastecimento de água rural. Concepção de sistemas de
abastecimento de água. Estudos preliminares para a elaboração de projetos. Consumo de
água. Captação de águas superficiais e subterrâneas. Adutoras. Estações elevatórias.
Reservatórios de distribuição de água. Redes de distribuição de água. Manutenção e
operação de sistemas. Controle e redução de perdas. Ligações prediais e medidores.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

45

Tratamento de água: coagulação; sedimentação; filtração; desinfecção.
Bibliografia Básica
VON SPERLING, M. Introdução à Qualidade das Águas e ao Tratamento de Esgotos,
6ª Reimpressão. Editora UFMG, 2011.
MACINTYRE, A. J. Bombas e Instalações de Bombeamento, 2ª Edição. Editora LTC,
1997.
ALVES, C. Tratamento de Águas de Abastecimento, 3ª Edição. Editora Publindústria,
2010.
GONÇALVES, V. G.; GIAMPÁ, C. E. Q. Águas Subterrâneas e Poços Tubulares
Profundos, 1ª Edição. Editora Signus, 2006.
TSUTIYA, M. T. Abastecimento de Água, 3ª edição, Departamento de Engenharia
Hidráulica e Sanitária da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, 2006.
Bibliografia Complementar
GOMES, H. P. Sistemas de Abastecimento de Água - Dimensionamento Econômico,
3ª Edição. Editora UFPB, 2009.
GOMES, H. P.; GARCIA, R. P.; REY, P. L. I. Abastecimento de Água: O Estado da Arte
e Técnicas Avançadas. Editora UFPB, 2007.
SANTOS, S. L. Bombas e Instalações Hidráulicas. Editora Lcte, 2007.
COELHO, A. C. Micromedição em Sistemas de Abastecimento de Água, 1ª Edição.
Editora UFPB, 2009.
BEZERRA, S. T. M. Macromedição – DTA – Documento Técnico de Apoio n° D2, 3ª
Edição Revisada e Ampliada. Editora UFPB, 2009.

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS – 4 h semanais
Ementa
Instalações Elétricas de Baixa Tensão: Projeto, Dimensionamento e Orçamentação –
Materiais Elétricos Utilizados em Instalações elétricas de BT – Conservação de Energia Cálculo de Demanda – Noções de Subestações Abaixadoras/Elevadoras de Tensão –
Projeto Luminotécnico - Proteção contra Descargas Atmosféricas - Noções Básicas de
Aterramento.
Bibliografia Básica
LIMA FILHO, D. L. Projetos de Instalações Elétricas Prediais, 12ª Edição. Editora Érica,
2011.
COTRIM, A. A. M. B. Instalações Elétricas - 5ª Edição. Editora Pearson, 2009.
CAVALIN, G.; CERVELIN, S. Instalações Elétricas Prediais, 21ª Edição.Editora Érica,
2011.
CREDER, H. Instalações Elétricas, 15ª Edição. Editora LTC, 2007.
NISKIER, J.; MACINTYRE, A. J. Instalações Elétricas, 5ª Edição. Editora LTC, 2008.
Bibliografia Complementar
NISKIER, J. Manual de Instalações Elétricas. Editora LTC, 2005.
CRUZ, E. C. A.; ANICETO, L. A. Instalações Elétricas - Fundamentos, Prática e
Projetos em Instalações Residenciais e Comerciais. Editora Érica, 2011.
NERY, N. Instalações Elétricas - Princípios e Aplicações. Editora Érica, 2011.
PRUDENTE, F. Automação Predial e Residencial – Uma Introdução. Editora LTC, 2011.
CARVALHO JUNIOR, R. Instalações Elétricas e o Projeto de Arquitetura - 3ª Edição
Revista. Editora Edgard Blucher, 2011.

ESTRUTURAS DE AÇO - 4 h semanais
Ementa

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

46

Estruturas de Aço: Aspectos Gerais e Campo de Aplicação das Estruturas de Aço.
Processo de Fabricação do Aço. Propriedades dos Aços Disponíveis no Mercado.
Diagrama Tensão-Deformação. Métodos de Dimensionamento e Normas em Vigor. Ações
e Segurança: Método dos Estados Limites. Dimensionamento e Verificação de Barras
tracionadas, comprimidas, fletidas, flexotracionadas e flexocomprimidas. Dimensionamento
e Verificação de Ligações Parafusadas e Soldadas. Noções sobre Projetos Estruturais em
Aço.
Bibliografia Básica
NBR 6123 - Forças Devidas ao Vento. Autor: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRAS DE
NORMAS TÉCNICAS – ABNT (1986) .
NBR 8800 – Projeto e Execução de Estruturas de Aço de Edifícios.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRAS DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT (1986).
BELLEI, I. Edifícios Industriais em Aço. Autor: 2a Edição – 1999. Editora PINI
Construções em Aço. Autores: SÁLES, J.J., et al. Apostila da Escola de Engenharia de
São Carlos da Universidade de São Paulo, 1995.
PFEIL, W.; PFEIL, M. Estruturas de aço: Dimensionamento prático. 8ª ed. Rio de
Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora, 2009.
SOUZA, A. S. Dimensionamento de Elementos estruturais em Aço Segundo a NBR
8800:2008. São Carlos: EduFSCar, 2010. 109p, Série Apontamentos.
SALES, J., MUNAIAR, J., MALITE, M., GONÇALVES, R.M. Segurança nas Estruturas Teoria e Exemplos. São Carlos: Livrarias EDUSP, 2005.

ESTRUTURAS DE CONCRETO I - 4 h semanais
Ementa
Concreto Armado e seus Constituintes. Conceitos Básicos do Projeto Estrutural. Estudo da
Flexão Simples. Estudo do Cisalhamento. Ancoragem e Emendas das Barras de Armação.
Detalhamento das Armaduras de Vigas.
Bibliografia Básica
ABNT. Normas diversas.
FUSCO, P. B. Tecnologia do Concreto Estrutural. 1ª Edição. Editora PINI, 2008.
CARVALHO, R. S. Cálculo e Detalhamento de Estruturas Usuais de Concreto. 3ª
Edição. Editora Edufscar, 2009.
ADÃO, F. X.; HEMERLY, A. C. Concreto Armado: Novo Milênio – Cálculo Prático e
Econômico. 2ª Edição. Editora PINI, 2010.
BOTELHO, M. H. C. Concreto Armado Eu Te Amo. Volumes 1 e 2. 6ª Edição. Editora
Edgar Blüncher, 2010.
Bibliografia Complementar
WIGHT, J. K.; MACGREGOR, J. G. Reinforced Concrete: Mechanics and Design. 5th
Edition. Editora Prentice Hall, 2008.
WANG, C.-K.; SALMON, C. G. Reinforced concrete design. 6th Edition. Editor Winley,
1998.
INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS - 4 h semanais
Ementa
Perspectivas das instalações prediais no Brasil. Materiais empregados. Instalações
prediais: de água fria, de água quente, de esgotos sanitários, de águas pluviais e de gás.
Instalações contra incêndio e pânico. Instalações para deficientes físicos. Instalações para
piscinas e saunas.
Bibliografia Básica
VIANA, M. R. Instalações Hidráulicas Prediais, 3ª Edição. Editora ABES, 2004.
CREDER, H. Instalações Hidráulicas e Sanitárias, 6ª Edição. Editora LTC, 2006.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

47

MACINTYRE, A. J. Instalações Hidráulicas Prediais e Industriais, 4ª Edição. Editora
LTC, 2010.
MACINTYRE, A. J. Manual de Instalações Hidráulicas e Sanitárias. Editora LTC, 1990.
RIBEIRO JR, G. A.; BOTELHO, M. H. Instalações Hidráulicas Prediais, 3ª Edição.
Editora Edgard Blucher, 2010.
Bibliografia Complementar
MELO, V. O.; AZEVEDO NETTO, J. M. Instalações Prediais Hidráulico-Sanitárias, 4ª
Edição. Editora Edgard Blucher, 1988.
CARVALHO JUNIOR, R. Instalações Hidráulicas e o Projeto de Arquitetura - 4ª Edição.
Editora Edgard Blucher, 2011.
NUVOLARI, A. Esgoto Sanitário, 1º Edição. Editora Edgard Blucher, 2003.
LABORATÓRIO DE MECÂNICA DOS SOLOS II – 2 h semanais
Ementa
Ensaios de Adensamento. Ensaios de Resistência.Aplicações Práticas.
Bibliografia Básica
CRAIG, R.F. Mecânica dos Solos, 7ª Edição. Editora LTC, 2007.
DAS, B.M. Fundamentos de Engenharia Geotecnica. Editora Thomson Pioneira, 2011.
PINTO, C. S. Curso Básico de Mecânica dos Solos, 2ª Edição. Editora Oficina de
Textos, 2002.
NOGUEIRA, J. B. Mecânica dos solos – Ensaios de laboratório. Seção de Publicações
da EESC-USP, São Carlos, 1995.
EHRLICH, M.; BECKER, L. Muros e Taludes de Solo Reforçado. Editora Oficina de
Textos, 2009.
Bibliografia Complementar
MARQUES, E.; ALMEIDA, M. Aterros Sobre Solos Moles. Editora Oficina de Textos,
2010.
MARCHETTI, O. Muros de Arrimo. Editora Edgard Blücher, 2008.
BOSCOV, M. E. G. Geotecnia Ambiental. Editora Oficina de Textos, 2008.
ORTIGÃO, J.A.R. Introdução à mecânica dos solos dos estados críticos. Livros
Técnicos e Científicos Ltda, 1993.
MECÂNICA DOS SOLOS 2 - 4 h semanais
Ementa
Consolidação dos solos. Resistência ao cisalhamento dos solos. Estabilidade de taludes.
Empuxos de terra.
Bibliografia Básica
CRAIG, R.F. Mecânica dos Solos, 7ª Edição. Editora LTC, 2007.
DAS, B.M. Fundamentos de Engenharia Geotecnica. Editora Thomson Pioneira, 2011.
PINTO, C. S. Curso Básico de Mecânica dos Solos, 2ª Edição. Editora Oficina de
Textos, 2002.
NOGUEIRA, J. B. Mecânica dos solos – Ensaios de laboratório. Seção de Publicações
da EESC-USP, São Carlos, 1995.
EHRLICH, M.; BECKER, L. Muros e Taludes de Solo Reforçado. Editora Oficina de
Textos, 2009.
Bibliografia Complementar
MARQUES, E.; ALMEIDA, M. Aterros Sobre Solos Moles. Editora Oficina de Textos,
2010.
MARCHETTI, O. Muros de Arrimo. Editora Edgard Blücher, 2008.
BOSCOV, M. E. G. Geotecnia Ambiental. Editora Oficina de Textos, 2008.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

48

ORTIGÃO, J.A.R. Introdução à mecânica dos solos dos estados críticos. Livros
Técnicos e Científicos Ltda, 1993.
SISTEMAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO E PLUVIAL - 4 h semanais
Ementa
Evolução dos Sistemas de esgotos. Situação atual do esgotamento sanitário e da
drenagem pluvial. Doenças associadas com esgotos. Caracterização dos esgotos. Cargas
poluidoras. Tipos de sistemas de esgotos. Saneamento no meio rural. Concepção de
sistemas de esgotos. Vazões de esgotos. Projeto de redes coletoras de esgoto sanitário.
Interceptores de esgoto. Sifões invertidos. Emissários. Elevatórias. Ligações prediais.
Operação e manutenção dos sistemas de esgotos. Enchentes urbanas. Precipitações
máximas. Microdrenagem. Projeto de galerias de águas pluviais. Tratamento de esgotos:
níveis e processos de tratamento; tratamento preliminar; sistemas anaeróbios; lagoas de
estabilização; lodos ativados; sistemas aeróbios com biofilme; Reuso de efluentes
tratados; disposição no solo.
Bibliografia Básica
CREDER, H. Instalações Hidráulicas e Sanitárias, 6ª Edição. Editora LTC, 2006.
VON SPERLING, M. Introdução à Qualidade das Águas e ao Tratamento de Esgotos,
6ª Reimpressão. Editora UFMG, 2011.
PORTO, R. M. Hidráulica Básica, 4ª Edição. Editora EDUSP, 2006.
NUVOLARI, A. Esgoto Sanitário, 1º Edição. Editora Edgard Blucher, 2003.
Bibliografia Complementar
CAMPOS, J. Tratamento de Esgotos Sanitários por Processo Anaeróbio e
Disposição Controlada no Solo. ABES, 1999.
TEORIA DAS ESTRUTURAS 2 - 4 h semanais
Ementa
Método das forças. Método dos deslocamentos. Noções de análise matricial.
Bibliografia Básica
VIERO, E. Isostática Passo a Passo - Sistemas Estruturais Em Engenharia e
Arquitetura. Editora: Educs. 3ª ed, Caxias do Sul, 2011.
ALMEIDA, M. C. F. Estruturas Isostáticas. Oficina de Textos. 1ª ed. São Paulo, 2011.
ANDRÉ, J. C.; MAZZILLI, C. E. N.; BUCALEM, M. L.; CIFÚ, S. Lições em Mecânica das
Estruturas. Oficina de Textos. 1ª ed. São Paulo, 2011.
JOHNSTON, E. RUSSELL, Jr.; DEWOLF, J. T.; BEER, F. P. Mecânica Dos Materiais.
Bookman. 5ª ed. São Paulo, 2011.
HIBBELER, R. C. Estática - Mecânica Para Engenharia. Pearson Education - Br. 12ª ed.
São Paulo, 2011.
HIBBELER, R. C. Resistência de Materiais. Pearson Education - Br. 7ª ed. São Paulo,
2010.
MARTHA, L. F. Análise de Estruturas - Conceitos e Métodos Básicos.
Campus/Elsevier. Rio de Janeiro, 2010.
MERIAM , J. L. Mecânica para Engenharia Estática. Ltc. 6ª ed. São Paulo, 2009.
UGURAL A. Mecânica dos Materiais. LTC. 1ª ed. 2009.
LEET, K. M.; UANG, C.; GILBERT, A. M. Fundamentos da Análise Estrutural. McGraw
Hill. 3ª ed. São Paulo, 2009.
Bibliografia Complementar:
BOTELHO, M. H. C. Resistência dos Materiais. Edgard Blücher. 1ª ed. São Paulo, 2008.
SORIANO, H. L. Estática das estruturas. Ciência Moderna. Rio de Janeiro, 2007.
MARGARIDO, A. F. Fundamentos das estruturas. Zigurate. São Paulo, 2007.
SORIANO, H. L. Análise de estruturas: formulação matricial e implementação

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

49

computacional. Ciência Moderna. Rio de Janeiro, 2005.
WILLIAM F.R.; LEROY D.S., DON H.M. Mecânica dos Materiais. LCT. 5ª ed. Rio de
Janeiro, 2003.
GERE, J. M. Mecânica dos Materiais. Thomson. 1ª ed. São Paulo, 2003.
CRAIG JÚNIOR, R. R. Mecânica dos materiais. LTC. 2. ed. Rio de Janeiro, 2003.
ESTRADAS - 2 h semanais
Ementa
Estabelecimento e utilização das estradas. Viabilidade dos transportes. Escolha do melhor
traçado. Projeto geométrico de rodovias, ferrovias e aeroportos. Interseções. Projeto de
Terraplenagem. Drenagem superficial e subterrânea. Capacidade de rodovias. Construção
de aterros. Impactos ambientais de rodovias e ferrovias. Introdução à superestrutura
ferroviária. Via permanente. Características geométricas da via férrea. Capacidade de
ferrovias.
Bibliografia Básica
FILHO, Glauco Pontes. Estradas de rodagem, projeto geométrico. São Paulo, 1998.
CEDERGREN, Harry R. Drenagem dos pavimentos de rodovias e aeródromos. Rio
de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. MT – DNER, Instituto de
Pesquisas Rodoviárias, 1980.
SENÇO, Wlastermiler de. Estradas de rodagem, projeto. São Paulo, Universidade de
São Paulo – Escola Politécnica.
SENÇO, Wlastermiler de. Terraplenagem. São Paulo, Universidade de São Paulo Editora Grêmio Politécnico.
SENÇO, Wlastermiler de. Manual de técnicas de pavimentação. São Paulo, Editora Pini
Ltda. Vol. I, 1997.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA, Márcio de Souza S. de. Aterros sobre solos moles. Rio de Janeiro, 1996.
SANTANA, Humberto. Manual de pré-misturados a frio. Rio de Janeiro. Editora
Guanabara Dois S.A., 1992.
FRAENKEL, Benjamim B. Engenharia rodoviária. Rio de Janeiro. Guanabara Dois S.A.,
1980.
SOUZA, Murillo Lopes de. Pavimentação rodoviária. Rio de Janeiro. Editora Livros
Técnicos e Científicos Ltda, Vol. I, 1980.
BR PETROBRÁS. Manual de serviços de pavimentação.
DOMINGUES, Felippe Augusto Aranha. Manual para identificação de defeitos de
revestimentos asfálticos de pavimentos. São Paulo.
BAUER, Luiz Alfredo Falcão. Materiais de construção. São Paulo, Livros Técnicos e
Científicos, Vol I e II, 5a Edição, 1994.
ESTRUTURAS DE CONCRETO 2 – 4 h semanais
Ementa
Estudo da flexão composta e oblíqua. Estudos dos pilares e das paredes estruturais.
Estudo da torção e da flexo-torção. Estudo das lajes de concreto armado. Estados limites
de utilização. Elementos do projeto estrutural.
Bibliografia Básica
ABNT. Normas diversas.
FUSCO, P. B. Tecnologia do Concreto Estrutural. 1ª Edição. Editora PINI, 2008.
CARVALHO, R. S. Cálculo e Detalhamento de Estruturas Usuais de Concreto. 3ª
Edição.Editora Edufscar, 2009.
ADÃO, F. X.; HEMERLY, A. C. Concreto Armado: Novo Milênio – Cálculo Prático e
Econômico. 2ª Edição. Editora PINI, 2010.
BOTELHO, M. H. C. Concreto Armado Eu Te Amo. Volumes 1 e 2. 6ª Edição. Editora
Edgar Blüncher, 2010.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

50

Bibliografia Complementar
WIGHT, J. K.; MACGREGOR, J. G. Reinforced Concrete: Mechanics and Design. 5th
Edition. Editora Prentice Hall, 2008.
WANG, C.-K.; SALMON, C. G. Reinforced concrete design. 6th Edition. Editor Winley,
1998.
ESTRUTURAS DE MADEIRA - 2 h semanais
Ementa
Estruturas de Madeira: Aspectos Gerais e Campo de Aplicação das Estruturas de Madeira.
Propriedades Físicas e Mecânicas da Madeira. Ações e Segurança: Método dos Estados
Limites. Dimensionamento e Verificação de Barras tracionadas, comprimidas, fletidas,
flexotracionadas e flexocomprimidas. Dimensionamento e Verificação de Ligações por
Entalhe e com Conectores. Noções sobre Projetos Estruturais em Madeira.
Bibliografia Básica
CEDERGREN, Harry R. Drenagem dos pavimentos de rodovias e aeródromos. Rio de
Janeiro, Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. MT – DNER, Instituto de Pesquisas
Rodoviárias, 1980.
SENÇO, Wlastermiler de. Manual de técnicas de pavimentação. São Paulo, Editora Pini
Ltda. Vol. I, 1997.
ASOUZA, Murillo Lopes de. Pavimentação rodoviária. Rio de Janeiro. Editora Livros
Técnicos e Científicos Ltda, Vol. I, 1980.
FUNDAÇÕES 1 - 4 h semanais
Ementa
Investigações geotécnicas para o projeto de fundações. Determinação dos parâmetros
geotécnicos. Tipos de fundações. Capacidade de carga de fundações superficiais e
profundas. Propagação e distribuição de tensões. Recalques de fundações superficiais e
profundas. Provas de carga. Atividades de campo.
Bibliografia Básica
VELLOSO, D. A.; LOPES, F. R. Fundações - Volume Completo. Editora: Oficina de
Textos, 2011.
HACHICH, W.; FALCONI, F.F.; SAES, J.L.; FROTA, R.G.Q.; CARVALHO, C.S.; NIYAMA,
S. Fundações: Teoria e Prática, 2ª Edição. Editora Pini, 1998.
GUSMÃO FILHO, J. A. Fundações, do Conhecimento Geológico à Prática da
Engenharia. Editora da UFPE, 1998.
CINTRA, J. C. A.; AOKI, N.; ALBIERO, J. H. Tensão Admissível em Fundações Diretas.
Editora Rima, 2003.
VELLOSO, D. A.; ALONSO, U. R. Previsão, Controle e Desempenho de Fundações.
ABMS/NRSP, 2000.
REBELLO, Y. C. P. Fundações - Guia Prático de Projeto, Execução e Dimensionamento.
Editora Zigurate, 2008.
ALONSO, U. R. Exercícios de Fundações, 2ª Edição. Editora Edgard Blucher, 2010.
CINTRA, J. C. A.; AOKI, N. Projeto de Fundações em Solos Colapsíveis. Serviço
Gráfico da EESC-USP, 2009.
CINTRA, J. C. A.; AOKI, N. Fundações por Estacas. Editora Oficina de Textos, 2010
CINTRA, J. C. A.; AOKI, N. Carga Admissível em Fundações Profundas. Serviço
Gráfico da EESC-USP, São Carlos, 1999.
Bibliografia Complementar
JOPPERT JR, I. Fundações e Contenções de Edifícios - Qualidade Total na Gestão do
Projeto e Execução. Editora Pini, 2007.
Especificações de Produtos e Procedimentos ABEF (Engenharia de Fundações e
Geotecnia), 3ª Edição. Editora Pini & ABEF, 2004.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

51

BOTELHO, M. H. C.; CARVALHO, L. F. M. 4 Edifícios x 5 Locais de Implantação = 20
Soluções de Fundações. Editora Blucher, 2007.
SCHNAID, F.; MILITITSKY, J.; CONSOLI, N. C. Patologia das Fundações. Editora
Oficina de Textos, 2008.
SILVEIRA, J. F. A. Instrumentação e Comportamento de Fundações de Barragens de
Concreto. Editora Oficina de Textos, 2003.
SCHNAID, F. Ensaios de Campo e suas Aplicações à Engenharia de Fundações.
Editora: Oficina de Textos, 2000.
GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - 4 h semanais
Ementa
Origem e produção de lixo. Classificação, composição e caracterização dos resíduos
sólidos. Limpeza pública: manejo de resíduos, planejamento e legislação. Coleta seletiva e
reciclagem. Processos de tratamento e/ou destinação final. Seleção de áreas. Resíduos de
construção e demolição, de indústrias, e de serviços de saúde. Generalidades sobre
construção civil e meio ambiente. Impacto ambiental das construções, geração de resíduos
de construção e demolição (RCD), materiais não renováveis. Soluções de engenharia:
Redução do consumo de materiais, desperdícios/novas tecnologias, reutilização,
reciclagem e ciclo de vida. Tecnologias limpas. Resolução CONAMA 307. Projeto de
gerenciamento de Resíduos de construção e demolição. Utilização de resíduos: estudo de
casos,aspectos técnicos, ambientais e normalização.
Bibliografia Básica
LIMA, L. M. Q. Lixo: Tratamento e Biorremediação, 3ª Edição. Editora Hemus, 2004.
CAIXETA-FILHO, J. V.; BARTHOLOMEU, D. B. Logística Ambiental de Resíduos
Sólidos. Editora Atlas, 2011.
MARQUES NETO, J. C. Gestão dos Resíduos de Construção e Demolição no Brasil.
Editora Rima, 2005.
RIBEIRO, D. V. Resíduos Sólidos - Problema ou Oportunidade? Editora Interciencia,
2009.
Bibliografia Complementar
JACOBI, P. Gestão Compartilhada dos Resíduos Sólidos no Brasil - Inovação com
Inclusão Social. Editora Annablume, 2006.
PROSAB. Manual prático de compostagem de biossólidos. ABES, 1999.
PROSAB. Resíduos Sólidos do saneamento: Processamento, reciclagem e destinação
final. ABES, 2001.
PROSAB. Resíduos Sólidos do saneamento: Metodologias e Técnicas de minimização,
reciclagem e reutilização de resíduos sólidos urbanos. ABES, 1999.
PROSAB. Resíduos Sólidos do saneamento: Resíduos Sólidos Provenientes de coletas
especiais: eliminação e valorização. ABES, 2001.
PLANEJAMENTO DE TRANSPORTES - 2 h semanais
Ementa
Generalidades sobre transporte aéreos, marítimos, fluviais e lacustres. Transportes
ferroviários e rodoviários. Generalidades sobre transportes públicos: tipos de ônibus,
linhas, dimensionamentos de tarifa e frota. Identificação e tratamento de pontos críticos
nas vias urbanas: sinalização viária, estacionamento, capacidade de via.
Bibliografia Básica
Alexander T. Wells e Ed. D. Airport Planning & Management,. Third Edition, Editora Mc
Graw Hill – 1996.
Antônio Clóvis “Coca” Pinto Ferraz e Issac Guillermo Espinosa Torres. Transporte
Público Urbano,2ª Edição,Rima Editora , Ano 2004.
Transportation and Traffic Engineering Hnadbook, Institute os Transportation
Engineers,Second Edition,Editora Prentice Hall, Ano 1998.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

52

Benjamim Fraenkel. Engenharia Rodoviária. 2ª Edição, Editora Guanabara Dois, Ano
1997.
TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL 1 - 4 h semanais
Ementa
Fases de construção: métodos, características gerais, produtividade, materiais,
dificuldades, inovações. Instalação do canteiro. Dimensionamento de equipamentos.
Locação da obra. Escavações. Fundações. Estrutura de concreto armado. Alvenaria/
argamassas. Lages de teto, cobertura. Revestimentos. Instalações elétricas e hidrosanitárias. Impermeabilização. Pinturas. Acabamentos. Cobertas. Especificação,
quantificação e orçamentação dos projetos: arquitetônico, instalações, estrutural e de
impermeabilização. BDI.
Bibliografia Básicas
ABNT. Normas diversas.
AZEREDO, H. A. O edifício até sua cobertura. 2ª Edição. Editora Edgard Blücher, 1997.
AZEREDO, H. A. O edifício e seu acabamento. 2ª Edição. Editora Edgard Blücher, 2004.
GUEDES, M. F. Caderno de encargos. 5ª Edição. Editora PINI, 2009.
YAZIGI, W. A técnica de edificar. 10ª Edição. Editora PINI, 2010.
ADMINISTRAÇÃO – 2 horas semanais
Ementa
O aparecimento da administração. A administração como função social e arte liberal. As
dimensões da administração. A finalidade e os objetivos de uma empresa. A teoria da
empresa. O que as entidades sem fins lucrativos estão ensinando às empresas. O governo
das corporações. Impactos e problemas sociais. Os novos paradigmas da administração.
A informação que um executivo necessita hoje em dia. A administração por objetivos e
controle. Como escolher o pessoal-regras básicas. A administração da empresa familiar.
Estratégias empreendedoras. O novo empreendimento de risco. A empresa
empreendedora.
Bibliografia Básica
HALPIN, Daniel W. Administração da Construção Civil. 2ª edição. Editora LTC, 2004.
BESSANT, JOHN; TIDD, JOE. Inovação e Empreendedorismo. Editora Bookman, 2009.
CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 8ª edição. Editora
Elsevier – Campus, 2011.
KOONTZ, HAROLD; WEIHRICH, HEINZ; CANNICE, MARK V. Administração Uma
perspectiva global e empresarial. 13ª Edição. Editora MC Graw Hill, 2009.
LONGENECKER, Justin et al. Administração de pequenas empresas. Editora Makron
Books, 1997.
Bibliografia Complementar
SALIM, C.S.; SILVA, N.C. Introdução ao Empreendedorismo. Editora Campus, 2009.
CHIAVENATO, I. Gestão de Pessoas. 3ª edição. Editora Elsevier – Campus, 2008.
LONGENECKER, J. G.; MOORE, C. W.; PETTY, J.W.; PALICH, L.E. Administração de
Pequenas Empresas. Tradução da 13ª edição norte-americana. Editora: Cengage
Learning, 2007.
BOHLANDER, GEORGE; SNELL, SCOTT. Administração de Recursos Humanos.
Tradução da 14ª edição norte-americana. Editora: Cengage Learning, 2010.
DIREITO E LEGISLAÇÃO DO ENGENHEIRO – 2 h semanais
Ementa
Bases do direito. Direito constitucional. Direito administrativo. Direito civil. Direito do
trabalho. Introdução ao direito de propriedade e de construir. Considerações sobre
proteção ambiental. Regulamentação profissional. Licitação.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

53

Bibliografia Básica
HORTA, RAUL MACHADO. Direito Constitucional. 5ª edição. Editora Del Rey, 2010.
MOREIRA NETO, DIOGO DE FIGUEIREDO. Curso de Direito Administrativo. 15ª
edição. Editora Forense, 2009.
MARTINS, SERGIO PINTO. Direito do Trabalho. 27ª edição. Editora Atlas, 2011.
MACHADO, P. A. L. Direito ambiental brasileiro. 15ª edição. Editora Malheiros, 2007.
BITTENCOURT, SIDNEY. Curso Básico de Licitação. 3ª edição. Editora Lex, 2011.
Bibliografia Complementar
CUNHA, SERGIO SERVULO DA. Fundamentos de Direito Constitucional. Editora
Saraiva, 2004.
BITTAR, C.A. Teoria Geral do Direito Civil. 2ª edição. Editora Forense, 2007.
MORAES, RODRIGO JORGE. As Leis Federais mais Importantes de Proteção ao Meio
Ambiente. Editora: Renovar, 2005.
MADEIRA, JOSE MARIA PINHEIRO. Lei de Licitação e Contratos Administrativos.
Editora: Freitas Bastos, 2009.
MEIRELLES, HELY LOPES. Direito de Construir. Editora Malheiros, 2011.
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO – 2 h semanais
Ementa
Aspectos humanos sociais e econômicos da segurança do trabalho. Aspectos gerais do
acidente do trabalho. Segurança na construção civil. As normas regulamentadoras. Riscos
ambientais. Proteção contra incêndio. Projeto de combate a incêndio e pânico. Mapa de
riscos. PCMAT.
Bibliografia Básica
Segurança e Medicina do Trabalho, Portaria 3214/78 do Ministério do Trabalho
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7678: Segurança na
Execução de Obras e Serviços de Construção
FREIRE, José de Mendonça. Instrumentos e Ferramentas Manuais. Rio de
Janeiro/RJ: LTC Livros Técnicos e Científicos Editora S.A, 1994
ROUSSELET, Edisson da Silva. A Segurança na Obra: Manual Técnico de
Segurança do Trabalho em Edificações Prediais, SICOMRJ/SENAI – DN/CBIC,
Rio de Janeiro, 1986
SAMPAIO, José Carlos de Arruda. Programa de Condições e Meio Ambiente do
Trabalho na Indústria da Construção. São Paulo/SP: SindusCon/SP, Editora
PINI – 1998
Bibliografia Complementar
Curso de Engenharia de Segurança do Trabalho, Ministério do Trabalho /
FUNDACENTRO, Autores Diversos, 6 Volumes – 1981
HIRSCHFELD, Henrique. A Construção Civil e a Qualidade. São Paulo: Editora Atlas
S.A, 1996.
PACHECO JR., Waldemar. Qualidade na Segurança e Higiene do Trabalho. São
Paulo/SP: Editora Atlas S.A, 1996
FUNDAÇÕES 2 – 2 h semanais
Ementa
Escolha do tipo de fundação. Aspectos construtivos. Dimensionamento de fundações
superficiais: blocos, sapatas isoladas e corridas e radier. Dimensionamento de fundações
profundas: estacas, tubulões e blocos de coroamento. Elementos de projetos de
fundações.
Bibliografia Básica
VELLOSO, D. A.; LOPES, F. R. Fundações - Volume Completo. Editora: Oficina de

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

54

Textos, 2011.
HACHICH, W.; FALCONI, F.F.; SAES, J.L.; FROTA, R.G.Q.; CARVALHO, C.S.; NIYAMA,
S. Fundações: Teoria e Prática, 2ª Edição. Editora Pini, 1998.
GUSMÃO FILHO, J. A. Fundações, do Conhecimento Geológico à Prática da
Engenharia. Editora da UFPE, 1998.
CINTRA, J. C. A.; AOKI, N.; ALBIERO, J. H. Tensão Admissível em Fundações Diretas.
Editora Rima, 2003.
VELLOSO, D. A.; ALONSO, U. R. Previsão, Controle e Desempenho de Fundações.
ABMS/NRSP, 2000.
REBELLO, Y. C. P. Fundações - Guia Prático de Projeto, Execução e Dimensionamento.
Editora Zigurate, 2008.
ALONSO, U. R. Exercícios de Fundações, 2ª Edição. Editora Edgard Blucher, 2010.
CINTRA, J. C. A.; AOKI, N. Projeto de Fundações em Solos Colapsíveis. Serviço
Gráfico da EESC-USP, 2009.
CINTRA, J. C. A.; AOKI, N. Fundações por Estacas. Editora Oficina de Textos, 2010
CINTRA, J. C. A.; AOKI, N. Carga Admissível em Fundações Profundas. Serviço
Gráfico da EESC-USP, São Carlos, 1999.
Bibliografia Complementar
JOPPERT JR, I. Fundações e Contenções de Edifícios - Qualidade Total na Gestão do
Projeto e Execução. Editora Pini, 2007.
Especificações de Produtos e Procedimentos ABEF (Engenharia de Fundações e
Geotecnia), 3ª Edição. Editora Pini & ABEF, 2004.
BOTELHO, M. H. C.; CARVALHO, L. F. M. 4 Edifícios x 5 Locais de Implantação = 20
Soluções de Fundações. Editora Blucher, 2007.
SCHNAID, F.; MILITITSKY, J.; CONSOLI, N. C. Patologia das Fundações. Editora
Oficina de Textos, 2008.
SILVEIRA, J. F. A. Instrumentação e Comportamento de Fundações de Barragens de
Concreto. Editora Oficina de Textos, 2003.
SCHNAID, F. Ensaios de Campo e suas Aplicações à Engenharia de Fundações.
Editora: Oficina de Textos, 2000.
PAVIMENTAÇÃO - 2 h semanais
Ementa
Introdução ao estudo dos pavimentos. Materiais de construção utilizados em
pavimentação. Drenagem dos pavimentos. Superestrutura: componentes. Pavimentos:
concepção estrutural, camadas constituintes, escolha de materiais, dosagem e
dimensionamento, construção, controle e recuperação. Construção e manutenção de vias
e pátios rodoviários.
Bibliografia Básica
BR
PETROBRÁS.
Manual
de
serviços
de
pavimentação.
DOMINGUES, Felippe Augusto Aranha. Manual para identificação de defeitos de
revestimentos asfálticos de pavimentos. São Paulo.
Bibliografia Complementar
SENCO, WLASTERMILER. Manual de Técnicas de Pavimentação Vol. 1. 2ª edição.
Editora PINI, 2008.
José Tadeu Balbo. Pavimentação Asfáltica. Editora Oficina de Textos, 2007.
José Tadeu Balbo. Pavimentos de Concreto. Editora Oficina de Textos, 2009.
Bibliografia Complementar
CEDERGREN, Harry R. Drenagem dos pavimentos de rodovias e aeródromos. Rio
de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. MT – DNER, Instituto de
Pesquisas Rodoviárias, 1980.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

55

SENÇO, Wlastermiler de. Manual de técnicas de pavimentação. São Paulo, Editora
Pini Ltda. Vol. I, 1997.
ASOUZA, Murillo Lopes de. Pavimentação rodoviária. Rio de Janeiro. Editora Livros
Técnicos e Científicos Ltda, Vol. I, 1980.
TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL 2 - 4 h semanais
Ementa
Controle do desperdício. Racionalização e industrialização da construção civil. Sistemas
construtivos racionalizados e industrializados. Patologia de edificações: diagnóstico,
recuperação e manutenção. Patologia de fundações, concreto armado, pinturas, pisos,
revestimentos, madeiras. Umidade, fissuração de estruturas e alvenarias.
Bibliografia Básica
ÁVILA, A. V.; JUNGLES, A. E. Gerenciamento na construção Civil. Chapecó/SC: Argos,
2006.
DIAS, Paulo R. V. Engenharia de custos: uma metodologia de orçamentação para
obras civis. 5ª ed. Itaperuna, RJ: Hoffmann, 2005.
LIMMER, Carl V. Planejamento, orçamentação e controle de projetos e obras. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 1997.
SILVA, Mozart B. da. Manual de BDI. São Paulo: Editora Edgard Blücher, 2005.
OLIVEIRA, Otávio J. (Org.). Gestão da Qualidade: tópicos avançados. São Paulo – SP:
Pioneira Thomson Learning, 2004.
Bibliografia Complementar
MARANHÃO, Mauriti. ISO série 9000 (versão 2000): manual de implementação. 8 ª ed.
Rio de Janeiro – RJ: Qualitymark Ed., 2006.
SOUZA, U. E. L. Projeto e implantação do canteiro. São Paulo: O nome da rosa, 2000.
BERNARDES, M. M. E B. Planejamento e controle da produção para empresas de
construção civil. Rio de Janeiro/RJ: Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 2003.
SOUZA, U. E. L. de; FRANCO, L. S. Definição do layout de canteiros de obras. São
Paulo: EPUSP, 1997. 16 p. -- (Boletim Técnico da Escola Politécnica da USP,
Departamento de Engenharia de Construção, BT/PCC/177).
FERREIRA, E. de A. M.; FRANCO, L. S. Metodologia para elaboração do projeto do
canteiro de obras de edifícios. São Paulo: EPUSP, 1998. 19 p. -- (Boletim Técnico da
Escola Politécnica da USP, Departamento de Engenharia de Construção Civil,
BT/PCC/210).

CONTROLE AMBIENTAL – 2 h semanais
Ementa
A evolução da consciência ambiental no Brasil e no mundo e seus efeitos na política do
meio ambiente. Aspectos legais, políticos e administrativos envolvidos no processo de
licenciamento ambiental. Fatores ambientais e socio-econômicos na avaliação dos
impactos ambientais, dentro de uma perspectiva de desenvolvimento sustentável. Análise
crítica dos métodos e técnicas de avaliação de impactos ambientais e instrumentalização
para o uso prático dos mesmos. Limitações e possibilidades do EIA-RIMA enquanto
instrumento de política e ordenamento territorial.
Bibliografia Básica
BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. PRENTICE HALL BRASIL, 2006.
GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. (ORGS.) Impactos ambientais urbanos no Brasil.
Bertrand Brasil, 2001.
TRENNEPOHL, C.; TRENNEPOHL, T. D. Licenciamento Ambiental, 4ª Edição. Editora
IMPETUS, 2011.
VERDUM, R.; MEDEIROS, R. M. V. Rima - Relatório de Impacto Ambiental, 5ª Edição.
Editora UFRGS, 2006.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

56

Sanchez, L. E. Avaliação de Impacto Ambiental. Editora Oficina de Textos, 2006.
Bibliografia Complementar
PHILIPPI JR, A.; ROMÉRO, M. A.; Bruna, G. C. Curso de Gestão Ambiental - Coleção
Ambiental. Editora MANOLE, 2004.
FIORILLO, C. A. P.; MORITA, D. M.; FERREIRA, P. Licenciamento Ambiental. Editora
Saraiva, 2011.
CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. Avaliação e Perícia Ambiental, 5ª Edição. Editora
Bertrand Brasil, 2004.

GERÊNCIA E EMP. NA CONSTRUÇÃO CIVIL – 4 h semanais
Ementa
Setor público, setor privado, recursos humanos. Projeto de viabilidade, estudo de mercado,
estudo financeiro e cálculo de preços de custos e venda. Parceria. Licitações. Setor de
pessoal, setor financeiro, setor de compras e setor de materiais.
Bibliografia Básica
IBAPE/SP. Engenharia de Avaliações: Novos Textos De Referencia Para
Engenheiros. 1 ª ed. São Paulo – SP: Editora PINI, 2007.
ABUNAHMAN, Sergio Antonio. Curso básico de engenharia legal e de avaliações. 4 ª
ed. São Paulo – SP: PINI, 2008.
DANTAS, Rubens Alves. Engenharia de Avaliações.2 ª ed. São Paulo – SP: Editora PINI,
2005.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Normas diversas.

AEROPORTOS E VIAS - 2 h semanais
Ementa
Noções básicas sobre vias. Estudos sobre Interseções em nível não semaforizadas em
vias Urbanas. Estudos sobre Interseções em Níveis diferentes. Noções sobre Sinalização
de vias Urbanas. Identificação e tratamento de pontos críticos em vias urbanas. A
segurança e o conforto do Pedestre nas Áreas Urbanas. O Planejamento dos Transportes.
Estudos Sobre estacionamentos.
Bibliografia Básica
Airport Planning & Management.Alexander T. Wells e Ed. D. Third Edition Editora Mc
Graw Hill – 1996.
Transporte Público Urbano Antônio Clóvis “Coca” Pinto Ferraz e Issac Guillermo Espinosa
Torres 2ª Edição, Rima Editora , Ano 2004.
Transportation and Traffic Engineering Hnadbook ,Institute os Transportation Engineers
,Second Edition, Editora Prentice Hall, Ano 1998.
Engenharia Rodoviária, Benjamim Fraenkel, 2ª Edição ,Editora Guanabara Dois, Ano
1997.
ÁGUAS SUBTERRÂNEAS – 2 h semanais
Ementa
Introdução: Conceitos básicos. Importância das águas subterrâneas. A água subterrânea
e o ciclo hidrológico. Caracterização hidrodinâmica dos aquíferos. Parâmetros
Hidrogeológicos. Lei de Darcy. Hidráulica de poços. Fontes e tipos de contaminação.
Mecanismos de transporte de contaminantes. Métodos de controle e remediação. Gestão
das Águas Subterrâneas
Bibliografia Básica
CAICEDO, N. L. (1993). Águas Subterrâneas. Hidrologia: ciência e aplicação.
Organizado por Carlos E. M. Tucci. 2ª Edição. Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS:
ABRH.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

57

CIRILO, J. A. & CABRAL, J. P..1989. Modelos de água subterrânea. In: Métodos
Numéricos em Recursos Hídricos. ABRH. Vol.I. P302-380.
CIRILO, J. A..1997. Programação não linear aplicada a Recursos Hídricos. In:
Técnicas Quantitativas para o Gerenciamento de Recursos Hídricos. Organizador: Rubem
La Laina Porto.p.305-359.
COTA, S. D. S.. 2000. Modelagem da contaminação de aqüíferos livres por NAPLs
residuais na zona insaturada. Tese (Doutor em Engenharia) – Programa de Pós
Graduação em Engenharia de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental, Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.
DOMENICO, P.A. e F.W. SCHWARTZ. 1997. Physical and Chemical Hydrogeology, 2ª
edição, John Wiley & Sons.
FEITOSA,F. A. C. & MANOEL FILHO, J..1997. Hidrogeologia: conceitos e aplicações.
Fortaleza: CPRM. 389p.:il
FETTER JR, C. W..1980. Aplied Hydrogeology. Charles E.. Merrill Publishing Company.
A. Bell & Howell Company. Columbus, Ohio. 488p.
FREEZE, R.A. e J.A. CHERRY, Groundwater, Prentice-Hall, 1979.
REBOUÇAS, A. C. 1999. Águas subterrâneas. In: Águas Doces no Brasil – Capital
Ecológico, Uso e Conservação. Organização e Coordenação Científica: REBOUÇAS,
A.C.; BRAGA, B. & TUNDISI, J. G.. P. 117-151.
ALVENARIA ESTRUTURAL – 4 h semanais
Ementa
Introdução, modulação, concepção e ações atuantes, distribuição de ações verticais e
horizontais, paredes, tensões admissíveis, dimensionamentos, aspectos construtivos e
controle de qualidade da alvenaria estrutural.
Bibliografia Básica
SÁNCHEZ FILHO, Emil de Souza. Alvenaria Estrutural - Novas tendências técnicas e
de Mercado. Editora Interciência. Rio de Janeiro. 2002.
RAMALHO, Márcio A.; CORRÊA, Márcio R. S. Projeto de edifícios de alvenaria
estrutural. PINI. São Paulo, 2003, 200p.
PRUDÊNCIO Jr., Luiz R.; OLIVEIRA, Alexandre L.; BEDIN, Carlos, A. Alvenaria
estrutural de blocos de concreto. Gráfica e editora Palloti:ABCP, Florianópolis. 2002-1118
COÊLHO, Ronaldo S. A. Alvenaria Estrutural. UEMA. São Luiz. 1998
LORDSLEEM Jr., Alberto C. Execução e inspeção de alvenaria racionalizada. O nome
da rosa editora ltda. São Paulo. 2001
GOMES, Nelson S. A resistência das paredes de alvenaria. EPUSP. São Paulo. 1983.
Dissertação de mestrado
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Bloco vazado de concreto simples
para alvenaria com função estrutural – NBR 7186. Rio de Janeiro. 1982
_________. Prismas de blocos de concreto simples para alvenaria estrutural preparo e
ensaio à compressão – NBR 8215. Rio de Janeiro. 1983
_________. Ensaio à compressão simples de paredes de alvenaria estrutural – NBR
8949. Rio de Janeiro. 1983
_________. Blocos vazados de concreto simples para alvenaria sem função estrutural –
NBR 7173. Rio de Janeiro. 1982
__________. Cálculo de alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto. NB 1228. Rio
de Janeiro. 1989
_________. Execução e controle de obras em alvenaria estrutural de blocos vazados de
concreto – NBR 8798. Rio de Janeiro. 1985.
ANÁLISE E PROJETO DE ESTRUTURAS DE MATERIAIS COMPÓSITOS – 2 h
semanais
Ementa
Materiais Compósitos – Definição, constituintes, tipos e fabricação. Propriedades
Mecânicas e Higrotérmicas. Análise de uma lâmina. Mecanismos e critérios de falha.
Teoria da laminação. Projeto de estruturas laminadas.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

58

BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
ANÁLISE MATRICIAL DE ESTRUTURAS – 2 h semanais
Ementa
Conceitos básicos. Matrizes de rigidez e de flexibilidade. Formulação matricial do método
dos deslocamentos. Algoritmos para solução de sistemas de equações lineares.
Implementação computacional para estruturas reticulares.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
CONCRETO PRÉ-MOLDADO – 4 h semanais
Ementa
Introdução: definições, industrialização das construções, tipos de concreto pré-moldado,
vantagens e desvantagens; aceno histórico, situação atual e perspectivas; produção:
execução de elementos, transporte e montagem; projeto: princípios de recomendações
gerais, formas dos elementos, tolerâncias e folgas. Ligações: princípios e recomendações
gerais para o projeto e execução, tipologia. Aplicações: componentes, edifícios de um
pavimento, edifícios de múltiplos pavimentos e coberturas.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
CONFORTO LUMINOSO – 2 h semanais
Ementa
Luz: Conceitos Introdutórios. Cor. Visão. Grandezas Fotométricas. Propriedades ópticas
dos materiais. Fontes de luz artificial. Luminárias. Métodos de cálculo. Projeto
luminotécnico. Conforto visual. Clima e iluminação natural. Fontes de luz natural.
Iluminação lateral e zenital. Métodos de cálculo simplificados. Métodos de cálculo
avançado. Sistemas integrados com iluminação artificial. Aplicação
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
CONFORTO TÉRMICO – 2 h semanais
Ementa
Clima e conforto ambiental. Conforto térmico nos trópicos. Ventilação natural. Geometria
solar. Orientação de fachadas. Protetores solares.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA – 2 h semanais
Ementa
Panorama atual do setor elétrico brasileiro. Conservação de energia – PROCEL.
Gerenciamento de energia. Medidas para redução do consumo de energia. Tarifas e
preços. Metodologia para otimização energética. Auditoria energética ou Diagnósticos
energéticos. Análise de contas de energia elétrica e análise das tarifas. Cálculo de
economia de energia em diversos usos finais: iluminação, ar condicionado, motores,
refrigeração, computadores, aquecimento, etc. Análise econômica em conservação de
energia. Softwares de simulação de eficientização energética de ambientes e estudo de
caso.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
ELEMENTOS ESPECIAIS DE CONCRETO ARMADO - 4 h semanais
Ementa
Reservatórios retangulares e cilíndricos: enterrados, de superfície e elevados. Escadas.
Lajes especiais. Estruturas de arrimo. Peças estruturais com regiões D.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

59

BIBLIOGRAFIA:
SÜSSEKIND, J. C. “Curso de Concreto”, Volumes 1 e 2. Editora Globo, 1980.
FUSCO, P. B. “Técnica de Armar as Estruturas de Concreto”, Editora PINI Ltda, 1995.
NBR-6118 – “Projeto e Execução de Obras de Concreto Armado”, ABNT, 1978.
NBR-8681 – “Ações e Segurança nas Estruturas”, ABNT, 1984.
NBR-6120 – “Cargas para o Cálculo de Estruturas de Edificações, ABNT, 1980”.
NBR-7480 – “Barras e Fios Destinados a Armaduras de Concreto Armado”, ABNT, 1996.
MACGREGOR, J. G. “Reinforced Concrete-Mechanics and Design, 3st.Ed., Prentice-Hall,
1997.
CEB-FIP Model Code 90 – Comité Euro-International du Béton – 1990.
BILLINGTON, D. P. “Thin Shell Concrete Structures”, Second Edition, McGraw-Hill Book
Company, 1982.
MOLITERNO, A. “Caderno de Muros de Arrimo”, Editora Edgard Blücher Ltda., 1980.
MANNING, G. P. “Reservoirs and Tanks”, Concrete Publications Limited, London, 1967.
ROCHA, A. M. “Novo Curso Prático de Concreto Armado”, Volumes 3 e 4, 1979.
ESTRUTURAS DE AÇO EM PERFIS FORMADOS A FRIO – 2 h semanais
Ementa
Considerações gerais sobre os perfis estruturais formados a frio. Comportamento dos
elementos esbeltos. Normas e critérios de cálculo. Dimensionamento de barras
tracionadas, comprimidas, fletidas e flexocomprimidas. Dimensionamento de ligações.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
ESTRUTURAS DE CONCRETO PROTENDIDO – 4 h semanais
Ementa
Sistemas de Protensão. Perdas de protensão. Dimensionamento e verificação de seções.
Disposição das armaduras ativas e passivas.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO E OBRAS MARÍTIMAS – 4 h semanais
Ementa
Pressões num maciço terroso. Noções básicas de estabilidade de taludes. Empuxo de
terras. Muros de arrimo. Cortinas de estacas. Noções de dinâmica costeira. Obras de
proteção costeira. Obras portuárias.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
ESTRUTURAS MISTAS DE AÇO-CONCRETO – 2 h semanais
Ementa
Considerações gerais Comportamento misto; Ligação resistente a cisalhamento entre aço
e concreto; Vigas mistas; Pilares mistos; Lajes mistas; Ligações mistas. Noções sobre a
segurança das estruturas mistas em situação de incêndio. Métodos simplificados de
dimensionamento.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
FERROVIAS – 2 h semanais
Ementa
História das ferrovias Brasileira.Classificação das Linhas. Via Permanente – InfraEstrutura: Constituição (Cortes, Aterros, Lastros, Sub–Lastros); Super–Estrutura:
Constituição (Trilhos ,aparelhos, equipamentos, material rodante). Projeto Geométrico:
Curvas (raios superelevação e superlargura). Declividades, velocidades, veículos
ferroviários, etc. Ocorrências ferroviárias e suas causas (acidentes com descarrilamento
com ou sem tombamento). Projetos, dimensionamento e construção da Infra-Estrutura

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

60

ferroviária .
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
FÍSICA 4 – 4 h semanais (eletiva)
Ementa
Campo eletromagnético. Equações de Maxwell. Movimento ondulatório. Óptica
Geométrica e Ondulatória. Efeito Doppler. Noções de Teoria Relativística. Noções de
Mecânica Quântica.
BIBLIOGRAFIA:

Básica:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R. e WALKER, J., Fundamentos de Física. Vol. 4, 8ª edição,
Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009.
TIPLER, P. A. e MOSCA, G., Física para Cientistas e Engenheiros. Vol.2, 6ª edição, Rio
de Janeiro: Editora LTC, 2009.
YOUNG, H. D. e FREEDMAN, R. A., Física. Vol. 4, 12ª edição – São Paulo: Editora
Pearson, 2008.

Complementar:
ALONSO, M. e FINN, E. J., Física. Volume 4. Editora Brasil, 1999.
GEOPROCESSAMENTO – 2 h semanais
Ementa
Bases conceituais e teóricas sobre os sistemas de informações geográficas (SIG).
Métodos de abstração, conversão e estruturação nesse sistema computacional. Potencial
das técnicas de Geoprocessamento para a representação de fenômenos e modelos
ambientais relacionados a diversos campos de estudo. Instrumentalização de técnicas do
Geoprocessamento para diversas aplicações levando em consideração os componentes
do espaço geográfico.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS - 2 h semanais
Ementa
Introdução; Aspectos Legais; Instrumentos de Gestão: Outorga, Cobrança,
Enquadramento, Plano de Bacia Hidrográfica; Recursos hídricos no Brasil:
Disponibilidades e demandas de água. Modelos de Gestão de Recursos Hídricos.
BIBLIOGRAFIA:
BARTH, F. T.; POMPEU, C.T. FILL, H. D.; TUCCI, C. E. M.; KELMAN, J; BRAGA JR. B.
P. F. 1987. Modelos para gerenciamento de recursos hídricos. São Paulo: Editora Nobel.
526 p
CAMPOS, N. & STUDART, T. 2001. Gestão das águas: princípios e práticas. Organizado
por Nilson Campos e Ticiana Studart. – Porto Alegre: ABRH. 197p
GOLDBARG, M. C.; LUNA, H. P. L. 2000. Otimização combinatória e programação linear:
modelos e algoritmos. Rio de Janeiro: Editora Campus. 649 p.
POMPEU, C. T. 1976. Regime jurídico da polícia das águas públicas: polícia da qualidade.
São Paulo: CETESB. 149 p.
SETTI, A. A.; LIMA, J. E. F. W.; CHAVES, A. G. M. & PEREIRA, I. de C..2001. Introdução
ao gerenciamento de recursos hídricos. 3ª edição. Brasília: Agência Nacional de Energia
Elétrica; Agência Nacional de Águas. 328p.
SILVA, D. D. da; PRUSKI, F. F. 2000. Gestão de Recursos Hídricos: aspectos legais,
econômicos e Sociais. Brasília, DF: Secretaria de Recursos Hídricos; Viçosa, MG:
Universidade Federal de Viçosa; Porto Alegre: Associação Brasileira de Recursos
Hídricos. 659 p. :il.
THAME, A. C. DE M. 2000. A cobrança pelo uso da água. São Paulo: IQUAL, Instituto de
Qualificação e Editoração LTDA. 256 p.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

61

INFRA-ESTRUTURA E DRENAGEM DE ESTRADAS – 2 h semanais
Ementa
Terraplenagem, serviços preliminares, marcação de cortes e de aterros. Execução de
Terraplenagem, desmatamento, destocamento, cortes, empréstimos aterros, rip-rap,
enrocamentos e depósitos. Planejamento da Terraplenagem, relocações, controles e
medições. Estabilização. Macro e Micro Drenagem (superficial e profunda. Bueiros, valas,
valetas, drenos e interceptadores). Dados para projetos e orçamentos, locação e
construção de bueiros, e pontilhões.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
INTRODUÇÃO À MECÂNICA DAS ROCHAS – 2 h semanais
Ementa
Sistema de classificação de maciços rochosos. Estado de tensão–elipsóide de
deformação. Caracterização do comportamento ruptural e dúctil das rochas. Geometria e
critérios para falhas, dobras e foliações. Padrões de fraturamento. Padrões de
descontinuidades.Planos de acampamento. Atitudes de estruturas. Índices físicos das
rochas-propriedades geotécnicas. Impactos resultantes das solicitações em obras e as
estruturas em maciços rochosos.Técnicas de escavação e exploração-desmonte de
rochas.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
INTRODUÇÃO AO CABEAMENTO ESTRUTURADO – 2 h semanais
Ementa
Conceitos básicos sobre acústica. Parâmetros elétricos envolvidos. Tipos de cabos
utilizados. CONCEITOS BÁSICOS SOBRE ACÚSTICA, Conceitos básicos de ótica.
Interferências entre circuitos. Equipamentos ativos. Projeto, execução e operação do
sistema.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
INTRODUÇÃO AO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS – 4 h semanais
Ementa
Problemas de valor inicial e de contorno: equações diferenciais de Laplace e de Poisson e
problemas de elasticidade plana. Formulação fraca e forte do método dos resíduos
ponderados. Métodos variacionais. Método dos elementos finitos.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS – 2 h semanais
Ementa
Fundamentos da manutenção (preventiva, corretiva e preditiva). Oficina de manutenção.
Metalurgia básica dos ferrosos e dos não ferrosos. Solda elétrica e oxiacetilênica.
Lubrificação. Equipamentos de construção civil. Turbinas, Bombas Hidráulicas: descrição,
seleção e instalação. Cuidados básicos com a proteção de equipamentos elétricos.
Conceitos de segurança contra incêndio e pânico.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
MODELAGEM DE SISTEMAS HÍDRICOS – 2 h semanais
Ementa
Modelagem dos sistemas hídricos (bacia hidrográfica, rios e canais, drenagem urbana,
águas subterrâneas), modelos de qualidade da água. Técnicas de otimização dos
parâmetros, definição e simulação de cenários. Aspectos práticos da modelagem.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

62

BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
MODELOS CONSTITUTIVOS – 4 h semanais
Ementa
Introdução. Propriedades mecânicas dos materiais. Relações constitutivas para estado
uniaxial de tensões: conceitos de elasticidade linear e não linear, plasticidade e
viscosidade. Modelos reológicos. Relações constitutivas para estado multiaxial de
tensões: elasticidade, teoria da plasticidade e critérios de resistência.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
PLACAS E CASCAS – 4 h semanais
Ementa
Introdução às placas no regime elástico. A equação de Lagrange. Placas retangulares,
circulares e anelares. Placas ortótropas. Comportamento na ruptura. Cascas:
generalidades. Cascas de revolução. Teoria de membrana e de flexão. Cascas de
translação.
BIBLIOGRAFIA:
Timoshenko, S.P.and Woinowsky-Krieger, S. “Theory of Plates and Shells” Second
Edition, Mc Graw Hill 1959.
Billington, David P.; “Thin Shell Concrete Structures”. Second Edition, Mc Graw Hill 1982
Zagotis, D. “Introdução à Teoria de Placas e Cascas, Escola Politécnica De São Paulo,
1973.
Dym, C.L. and Shames I. H., “Solid Mechanics: A Variational Approach” Mc GrawHill,1973.
Cook, R. D. and Young, W. C., “Advanced Mechanis of Materials” Macmillan Publishing
Company 1985.
Ghali, A. and Neville, A. M. “Structural Analysis: A Unified Classical and Matrix Approach”,
Third Edition, E & FN SPON, 1989.
PLANEJAMENTO E GESTÃO DA PRODUÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL – 4h
Semanais
Ementa
Organização empresarial. Formulação do projeto: condicionantes e metodologia.
Contratação de obras e serviços. Planejamento e controle da construção: técnicas,
cronogramas, viabilidade, planejamento integrado de execução, análise de desempenho.
Licitações e contratos.
BIBLIOGRAFIA:
LIMMER, Carl V. Planejamento, orçamentação e controle de projetos e obras. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 1997.
CIMINI, Remo. Planejar para construir. São Paulo: Pini, 1987.
GEHBAUER, Fritz. Planejamento e gestão de obras. Curitiba: CEFET-PR, 2002.
PONTES DE CONCRETO – 4 h semanais
Ementa
Introdução ao estudo de pontes, Elementos para a elaboração de um projeto,
Considerações sobre construções de pontes, Ações nas pontes, Superestrutura das
pontes, Lajes, Mesoestrutura das pontes.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
PROJETO DE EDIFÍCIOS EM CONCRETO ARMADO – 4 h semanais
Ementa
Metodologias empregadas nos projetos estruturais de edifícios. Concepção estrutural.
Partes constituintes de um edifício de concreto armado. Lançamento da estrutura.
Detalhamento de peças e da estrutura. Apresentação dos projetos. Desenvolvimento de

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

63

um projeto de edifício de concreto armado.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
PROJETOS DE ESTRUTURAS EM AÇO E MADEIRA – 4 h semanais
Ementa
Galpões e coberturas em estruturas de aço: tipos e aplicações. Coberturas em estruturas
de madeira: tipos e aplicações. Contraventamentos em estruturas de aço e madeira. Ação
do vento em galpões e coberturas. Projeto de galpões e coberturas em estruturas de aço
e madeira. Noções sobre o projeto de edifícios de andares múltiplos em estruturas de aço.
Noções sobre o projeto de estruturas metálicas espaciais. Noções sobre o projeto de
estruturas de aço em situação de incêndio.
BIBLIOGRAFIA:
Curso Básico de Estruturas de Aço - Notas de Aula
Autor: Luciano Barbosa dos Santos
Departamento de Engenharia Estrutural da Universidade Federal de Alagoas
Curso Básico de Estruturas de Madeira - Notas de Aula
Autor: Luciano Barbosa dos Santos
Departamento de Engenharia Estrutural da Universidade Federal de Alagoas
Ações Devidas ao Vento nas Edificações - Notas de Aula
Autor: Luciano Barbosa dos Santos
Departamento de Engenharia Estrutural da Universidade Federal de Alagoas
NBR 6123 - Forças Devidas ao Vento
Autor: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRAS DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT (1986)
NBR 8800 – Projeto e Execução de Estruturas de Aço de Edifícios
Autor: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRAS DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT (1986)
NBR 7190 – Projeto de Estruturas de Madeira
Autor: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRAS DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT (1997)
Construções em Aço
Autores: SÁLES, J.J., et al. Apostila da Escola de Engenharia de São Carlos da
Universidade de São Paulo. (1995)
Ação do Vento nas Edificações
Autores: SÁLES, J.J., et al. Apostila da Escola de Engenharia de São Carlos da
Universidade de São Paulo. (1995)
Edifícios Industriais em Aço
Autor: BELLEI, I. 2a Edição – 1999. Editora: PINI
Estruturas Metálicas: Projeto
Autor: Arthur Ferreira dos Santos. Editora: MAKRON Books do Brasil
Caderno de Projeto de Telhados em Estruturas de Madeira
Autor: Antônio Moliterno. Editora: Edgard Blucher
PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS – 2 h semanais
Ementa
Histórico, formação das descargas atmosféricas, avaliação do fenômeno, efeitos dos raios
em seres vivos e estruturas, métodos de proteção: Franklin, Gaiola de Faraday e
eletrogemétrico; desenvolvimento de um SPDA - Sistema de Proteção contra Descarga
Atmosférica.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
TÓPICOS COMPLEMENTARES EM ESTRUTURAS DE AÇO E MADEIRA – 2 h
semanais
Ementa
Lajes e Vedações em estruturas de aço. Segurança e proteção contra incêndios.
Corrosão em estruturas de aço. Fabricação, transporte e montagem de estruturas de aço.
Pontes em estruturas de aço e madeira. Fôrmas e cimbramentos. Estruturas em madeira

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

64

laminada colada.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
SENSORIAMENTO REMOTO APLICADO À ENGENHARIA – 4 h semanais
Ementa
Reconhecimento em imagens de satélite e fotografias aéreas dos alvos espectrais (solos,
rochas, reservatórios, sites de barragens e estradas) terrestres, como suporte aos projetos
de engenharia e ambiental e na gestão e planejamento regional.
BIBLIOGRAFIA:
Loch, C. & Lapolli, E.M.1989.Elementos básicos da fotogrametria e sua utilização prática.
Ed. da UFSC. Serie didática.
Lillesand, T. M &Ralph, W. K 1994. Remote sensing and image interpretation. John Wiley
& Sons, Inc.
Loch, C.1989.Noções básicas para a interpretação de imagens aéreas, bem como
algumas de suas aplicações nos campos profissionais.Ed. da UFSC. Serie didática.
Novo, E. M. L 1989. Sensoriamento remoto - princípios e aplicações.
Oliveira, A.M, dos S. & De Brito, S. N. A. Editores. 1998. Geologia de Engenharia. ABGE.
CNPq.FAPESP.
Richards, J. A. 1995. Remote sensing digital image analysis-an introduction. SpringerVerlag.
Ricci, M. & Petri. S. 1965 - Princípios de aerofotogrametria e interpretação geológica.
TÓPICOS ESPECIAIS EM ENGENHARIA 1 – 2h semanais
Ementa
Ementa flexível, de acordo com a demanda e disponibilidade de professor habilitado,
necessitando aprovação pelo colegiado do curso.
BIBLIOGRAFIA:
Bibliografia flexível, necessitando aprovação pelo colegiado do curso.
TÓPICOS ESPECIAIS EM ENGENHARIA 2 – 4h semanais
Ementa
Ementa flexível, de acordo com a demanda e disponibilidade de professor habilitado,
necessitando aprovação pelo colegiado do curso.
BIBLIOGRAFIA:
Bibliografia flexível, necessitando aprovação pelo colegiado do curso.
EXTENSÃO EM ENGENHARIA – 2h semanais
Ementa
Desenvolvimento de atividades extensionistas de engenharia voltadas ao atendimento de
demandas da comunidade local, como forma de aplicação e trocas de conhecimentos
adquiridos.
BIBLIOGRAFIA:
Bibliografia flexível, necessitando aprovação pelo colegiado do curso.
INTRODUÇÃO À PROPRIEDADE INTELECTUAL – 2h semanais
Ementa
Inovação Tecnológica: conceitos e importância no desenvolvimento econômico.
Propriedade Intelectual PI: conceitos, patentes, marcas, desenho industrial, software,
indicações geográficas, cultivares. Patentes: legislação, histórico, estrutura, tramitação no
INPI, depósitos em outros países – PCT, período de graça, extinção do privilégio. O papel
dos NIT nas ICTs. Informação Tecnológica.
BIBLIOGRAFIA:
BÁSICA:
BARROS, C. E. C. Manual de Direito da Propriedade Intelectual. Editora Evocati, 2007.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

65

PIMENTEL, L. O. FÓRUM NACIONAL DE GESTORES DE INOVAÇÃO E
TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA. Manual básico de acordos de parceria de PD&I:
aspectos Jurídicos. Editora EDIPUCRS, 2010.
WORLD INTELLECTUAL PROPERTY ORGANIZATION. World intellectual Property
indicators. Disponível em:
http://www.wipo.int/export/sites/www/ipstats/en/statistics/patents/pdf/941_2010.pdf
Leis vigentes sobre PI.
Site do INPI: www.inpi.gov.br
Site do WIPO: www.wipo.int
COMPLEMENTAR:
MATTOS, J. F.; STOFFEL, H. R.;, TEIXEIRA, R. A. Mobilização Empresarial pela
Inovação: cartilha: gestão da inovação, 2010.
SANTOS, MARLI ELIZABETH RITTER; TOLEDO, PATRICIA TAVARES MAGALHÃES;
LOTUFO, ALENCAR. Transferência de Tecnologia: estratégias para a estruturação e
gestão de Núcleos de Inovação Tecnológica. Campinas, SP: Komedi, 2009.
LIBRAS - 3 horas semanais
Ementa
Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), da sua estrutura gramatical, de
expressões manuais, gestuais e do seu papel para a comunidade surda.
Bibliografia Básica
SANTANA, Ana Paula. Surdez e Linguagem: Aspectos e Implicações Neurolinguísticas.
São Paulo: Plexus, 2007.
QUADROS, Ronice Muller de. Educação de Surdos: a aquisição de Linguagem. Porto
Alegre: Artmed, 1997.
FERREIRA BRITO, L. Por uma gramática das línguas de sinais. Rio de Janeiro, Tempo
Brasileiro, 1995.
QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de Sinais
Brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
SKLIAR, Carlos. A Surdez: um olhar sobre as diferenças. 3ª Ed. Porto Alegre: Editora
Mediação, 1998.
Bibliografia Complementar
SACKS, O. Vendo vozes: uma jornada pelo mundo dos surdos. Rio de Janeiro, Imago,
1990.
CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Valkíria Duarte; MAURICIO, Aline Cristina.
Novo Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilingue da Língua Brasileira de Sinais.
Volumes I e II. São Paulo: Edusp, 2009.
FELIPE, Tanya; MONTEIRO, Myrna. LIBRAS em Contexto: Curso Básico: Livro do
aluno. 5ª Ed. Brasília: MEC/SEESP, 2007.
GOES, M. C. R. Linguagem, surdez e educação. Campinas, Autores Associados, 1996.
STRNADOVÁ, Vera. Como é ser surdo. Petrópolis: Editora Arara Azul, 2000.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

66

7. ESTÁGIO SUPERVISIONADO
O estágio curricular deve propiciar a complementação do ensino e da
aprendizagem, através de atividades práticas, pela participação em situações reais
de vida e de trabalho na área de formação do estudante, realizadas na comunidade
em geral ou junto às pessoas jurídicas de direito público ou privado, sob
responsabilidade e coordenação da Instituição de Ensino. (Lei nº 11.788/2008).
O estágio possui regulamentação aprovada pelo colegiado do curso de
Engenharia Civil, de acordo com a Resolução nº 71/2006-CONSUNI/UFAL, de 18
de dezembro de 2006, com texto que se preocupa com o discente no seu exercício,
tratando-se de questões como: acompanhamento, orientação, desenvolvimento e
campos que podem atuar. Além disso, o regulamento traz os critérios para firmar
convênios com empresas, conforme pode ser visto em seguida.
Os estágios podem ser classificados em dois: obrigatório e nãoobrigatório. O estágio não-obrigatório poderá ser iniciado quando o aluno tiver
integralizado o 4º (quarto) período letivo, tendo duração máxima 6 (seis) meses,
podendo ser renovado após aprovação pelo Coordenador de Estágio, mediante
rendimento escolar superior a 70% das disciplinas cursadas no semestre e análise
das avaliações bimestrais apresentadas pela Instituição Concedente do Estágio.
No estágio não-obrigatório, deverá ser apresentado, obrigatoriamente,
relatório trimestral de atividades por parte do estagiário. A avalição do estágio nãoobrigatório será avaliado mediante a análise das atividades descritas desses
(destes) relatório e relatório final escrito, de acordo com o modelo disponibilizado
pela PROGRAD. Cabe ao orientador do estágio emitir parecer (“APROVADO” ou
“REPROVADO”), emitido a cada período de estágio, para computação da carga
como atividade complementar.
O estágio obrigatório é considerado como atividade curricular do curso e
poderá ser realizado a partir do 8º semestre letivo, mediante pedido por escrito da
Instituição Cedente do estágio. O estagio obrigatório deve totalizar no mínimo 160
horas, podendo ser ininterruptos ou não. O aluno deverá entregar um relatório das
atividades desempenhadas no estágio obrigatório a cada 6 meses de estágio, ou
ao final do mesmo quando o período for inferior aos 6 meses.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

67

O rendimento do estágio obrigatório será avaliado pelo professor
orientador do estágio, mediante nota, de 0 (zero) a 10 (dez), pela análise dos
relatórios entregues pelo estagiário com descrição das atividades desenvolvidas e
da(s) ficha(s) de avaliação preenchida(s) pelo supervisor de estágio da Instituição
Cedente. Onde será considerado aprovado o aluno que obtiver nota final superior a
7,0 (sete vírgula zero), sendo permitida uma nova chance de avaliação, desde que
cumpra a carga horária mínima exigida de estágio novamente.
As Instituições Concedentes devem formalizar convênio com a UFAL
através de preenchimento de formulário disponibilizado pela PROGRAD. As
empresas conveniadas poderão solicitar estagiário(s) por escrito conforme formulário
fornecido pela UFAL. Em seguida a Instituição Cedente deve apresentar,
obrigatoriamente, o Plano de Atividades do estagiário em comum acordo com o
estagiário, para aprovação pela Coordenação de Estágios quando do preenchimento
do formulário de autorização de estágio, ressaltando que cabe ao Coordenador
verificar se atividades a ser realizada no estágio possui caráter estreito com um dos
campos de atuação do Engenheiro Civil. As atividades deverão constar no contrato
firmado entre o aluno e a Instituição Concedente, devendo ser impresso em três
vias.
O acompanhamento do estagiário nas dependências da Instituição
Cedente deve ser feita pelo supervisor, o qual irá delegar atividades e relatar
qualquer problema relacionado ao estagiário, bem como cabe ao orientador de
estágio cobrar os relatórios (trimestrais e o semestral) e avaliar o aproveitamento a
partir destes relatórios e contato com o estagiário e o supervisor.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

68

8. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC
Desenvolvido pelo aluno graduando, a partir do 9º (nono) semestre do
curso, devidamente acompanhado por um orientador, visa elaborar monografia
sobre um tema da Engenharia Civil. O Trabalho de Conclusão de Curso (que terá
uma carga horária de 84 horas) deve exigir do aluno demonstração de sua
capacidade criativa e habilidade na aplicação dos aspectos técnicos e práticos do
curso. A matrícula no TCC dar-se-á na coordenação do curso, através de um
formulário onde conste título da monografia e nome do orientador, não tendo número
limitado de vagas, não sendo necessária a realização de sua matrícula específica no
Sistema Acadêmico, conforme Estatuto e Regimento Geral da UFAL. No início do 9º
(nono) semestre, o aluno deve providenciar junto à coordenação do curso, o
preenchimento de formulário específico indicando título e orientador do TCC. Até o
final deste semestre, o aluno deve entregar um Plano de Trabalho de Conclusão de
Curso ao supervisor do TCC, que será indicado pelo colegiado do curso entre os
professores do curso. O supervisor do TCC se encarregará de formar uma banca
examinadora e definir a data e o local da sua apresentação. A banca examinadora
deve ser composta pelo orientador e mais dois professores do curso, de preferência
com conhecimentos e atuação em áreas afins, que, após a apresentação do plano
de trabalho, emite opinião quanto a sua viabilidade e mérito, aprovando com ou sem
ressalvas, ou recomendado alterações mais profundas a serem efetivadas e
apresentadas no começo do próximo semestre. O Plano de Trabalho de Conclusão
de Curso deve seguir o Padrão UFAL de Normalização e contemplar as seguintes
partes, comuns a todo trabalho acadêmico na sua fase de proposta: Título,
Justificativa, Objetivos, Metodologia, Cronograma e Bibliografia.
Ao final do 10o (décimo) semestre, a monografia deve ser entregue ao
supervisor do TCC, que se encarregará de formar uma banca examinadora e definir
a data e o local da sua defesa. A banca examinadora deve ser composta pelo
orientador e dois outros componentes com conhecimentos e atuação em áreas afins,
podendo estes não pertencer ao quadro de professores da UFAL. O Trabalho de
Conclusão de Curso deve seguir o Padrão UFAL de Normalização e contemplar as
seguintes partes, comuns a todo trabalho acadêmico na sua fase final: Título,
Resumo, Justificativa, Objetivos, Revisão Bibliográfica, Metodologia, Resultados e

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

69

Discussão, Conclusões e Referências Bibliográficas. A avaliação do TCC será
realizada através de 01 (uma) única nota, dada após a defesa da monografia, sendo
considerada a nota mínima 7,0 (sete), conforme Estatuto e Regimento Geral da
UFAL, computada como a média aritmética das notas dos membros da banca.
Conforme Estatuto e Regimento Geral da UFAL, caso o discente não consiga
entregar o TCC até o final do semestre letivo em que cumprir todas as outras
exigências da matriz curricular, deverá realizar matrícula-vínculo no início de cada
semestre letivo subsequente, até a entrega do TCC ou quando atingir o prazo
máximo para a integralização do seu curso, quando então esse discente será
desligado.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

70

9. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As atividades complementares são componentes curriculares obrigatórios,
constituídas por atividades não previstas no desenvolvimento do currículo do curso
de Engenharia Civil, desde que adequada à formação acadêmica e ao
aprimoramento pessoal e profissional do aluno, vinculadas ao ensino, à pesquisa ou
à extensão. São executadas de forma flexível, cuja proposta principal é estimular a
prática de estudos independentes, visando o aumento da autonomia profissional e
intelectual dos alunos.
Os conteúdos trabalhados de forma diversificada que permitem
enriquecer o conhecimento propiciado pelo curso de Engenharia Civil devem
complementar a formação profissional, cultural e cívica do aluno pela realização de
atividades extracurriculares obrigatórias, presenciais ou à distância; contribuir para
que a formação do futuro egresso seja generalista, crítica e reflexiva; auxiliar o aluno
na identificação e resolução de problemas e novas situações; incentivar o aluno na
participação de projetos, ações sociais, e procedimentos de investigação científica.
Além disso, compartilhar o conhecimento e a vivência acadêmica com as
comunidades externas e internas.
As atividades contemplam um leque de alternativas, no que diz respeito à
cursos de extensão, projetos de pesquisa, monitorias, participação e organização de
eventos acadêmicos, entre outras atividades de cunho pedagógicos que sejam de
interesse do aluno. Essas atividades devem ser realizadas em dias e horários
convenientes aos alunos, e poderão ter relação direta ou indireta com o curso. As
horas dispendidas às atividades complementares deverão ser registradas ao final do
curso, com cumprimento total de 210 horas, onde devem ser obrigatoriamente
comprovadas. Caso contrário, o aluno não poderá requerer o diploma de graduação
de conclusão de curso. Os pontos devem ser acumulados, ao longo do curso, nas
modalidades de atividades complementares elencadas abaixo:

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

Atividades
Pesquisa
Extensão
Monitoria
Eventos
Participação
Apresentação
Organização
PET
Empresa Junior
Cursos Extras - em áreas de atuação do curso
Exemplos: Auto Cad
HP
Orçamento
Software
Língua Estrangeira
Palestra
Ciclo de palestra
Seminário
Fórum
Mesa redonda
Colóquio
Estágio Não Obrigatório

71

Carga Horária Aproveitada
160 h
160 h
130 h
60 h
6 h (por dia de evento)
2 h (por trabalho apresentado - limite de 3 trabalhos por evento)
20 h (por evento, desde que a carga horária não esteja especificada)
160 h
160 h
60 h

Carga horária comprovada

Carga horária comprovada

100 h

Casos específicos de atividades não contempladas na lista anterior, serão
avaliadas pela coordenação. Os prazos para abertura de processo pelo aluno e para
avaliação pela coordenação serão previstos no calendário acadêmico.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

72

10. PROGRAM AS DE APOIO AO DISCENTE
Os Programas de Apoio visam estimular o aluno a vivenciar o curso desde
o seu ingresso e ao longo de sua permanência, seja através de grupos de pesquisa,
de aprimoramento do conhecimento ou de qualquer outro meio. É necessário
conscientizar o aluno de que ele é parte integrante da estrutura do curso e que a sua
melhoria reflete também na melhoria da Engenharia Civil e da UFAL.
As atividades desenvolvidas em cada programa integram a política de
inclusão do curso de Engenharia Civil, a qual preza por um acompanhamento
contínuo na formação do aluno, possibilitando minimizar as primeiras dificuldades no
ingresso no curso superior e também aquelas encontradas ao longo da formação
acadêmica.
10.1. Curso de Nivelamento
O curso de nivelamento para os alunos recém ingressos no curso de
Engenharia Civil da UFAL tem como objetivo promover uma melhoria no
desempenho acadêmico dos mesmos. Seus objetivos imediatos consistem em:
• Promover a integração destes alunos entre si e com os demais do
corpo discente, com os docentes do curso, de forma a incentivá-los a
participar das várias atividades desenvolvidas pela Universidade;
• Mostrar a estrutura acadêmica e administrativa da Universidade;
• Apresentar informações sobre a matriz curricular do curso, Colegiado
do Curso, Centro Acadêmico, Empresa Júnior de Engenharia Civil, PET
e Programas de iniciação científica da UFAL;
• Avaliar e complementar os conhecimentos destes alunos nas matérias
matemática e física;
• Enfatizar a importância das matérias básicas para a formação
profissional.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

73

10.2. Programa de Orientação Acadêmica – PROA
Como uma proposta de implantação futura, o Programa de Orientação
Acadêmica do curso de Engenharia Civil da UFAL tem como objetivo promover uma
melhoria no desempenho acadêmico dos alunos através de um processo de
acompanhamento e orientação exercido por professores selecionados, denominados
ORIENTADORES ACADÊMICOS. Seus objetivos imediatos consistem em:
• Proporcionar uma melhor integração do discente iniciante ao curso e
ao ambiente universitário;
• Conscientizar o discente da importância das disciplinas básicas para
sua formação e para compreensão dos conteúdos das disciplinas
profissionalizantes;
• Orientar o aluno na escolha de disciplinas e nos modos de estudá-las;
• Detectar eventuais deficiências acadêmicas dos discentes e procurar
corrigi-las;
• Acompanhar o desempenho do aluno em todas as disciplinas cursadas
durante o período da orientação acadêmica;
• Reduzir o índice de reprovação e a evasão, frequentes no início do
curso;
• Garantir a melhoria na qualidade do curso.
10.3. Monitoria
O programa institucional de monitoria é coordenado pela Pró-Reitoria de
Graduação - PROGRAD, cuja principal finalidade é possibilitar ao aluno o
desenvolvimento de atividades de ensino-aprendizagem em determinada disciplina
supervisionada por um professor orientador, tendo os seguintes objetivos:
• Assessorar o professor nas atividades docentes;
• Possibilitar a interação entre docentes e discentes;
• Proporcionar ao monitor uma visão globalizada da disciplina a partir do
aprofundamento,
conhecimentos;

questionamento

e

sedimentação

de

seus

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

74

• Desenvolver habilidades didático-pedagógicas e uma visão crítica
sobre a metodologia do ensino;
• Envolver o estudante em trabalho de pesquisa associado ao ensino.
Para submissão ao Programa o aluno deverá estar de acordo com a
Resolução Nº 055/2008 – CONSUNI, de 10 de novembro de 2008.
Estando apto a se inscrever para o processo seletivo, o aluno candidato
será submetido à prova escrita; prova prática, se a disciplina assim o exigir; exame
do histórico escolar com ênfase no estudo da disciplina e análise dos dados
referentes às suas atividades discentes constantes no histórico escolar.
No final do período de monitoria o aluno recebe um Certificado do
exercício de monitoria assinado pelo Pró-Reitor Estudantil.
10.4. Programa de Capacitação Discente – PEC
Como uma proposta futura de implantação, tem-se o PEC, o qual se trata
de um programa que visa congregar os alunos envolvidos em atividades de Iniciação
Científica nas mais diversas áreas da Engenharia Civil, e propiciar um ambiente de
interação e conseqüente transferência de informações entre os mesmos. A filosofia
adotada no PEC baseia-se na garantia de ampla formação científica e acadêmica
aos seus integrantes, incentivando-os a participarem de diversas atividades
científico-acadêmicas, bem como de eventos científicos de âmbito regional, nacional
e internacional. Desta forma, busca-se um aprimoramento profissional e uma
condução ao desenvolvimento de estudos em programas de pós-graduação. Outro
aspecto que norteia o programa fundamenta-se na preocupação em desenvolver
nos seus membros um espírito crítico em relação à profissão e à própria vida em
sociedade,

conscientizando-os

do

papel

que

possuem

como

vetores

de

desenvolvimento do País.
10.5 Programa de Extensão AÇÕES
O Programa AÇÕES (sigla de Aperfeiçoando Cursos e Originando Elos
Socioambientais) trata-se de um Programa Institucional de Extensão do Eixo da
tecnologia. O mesmo foi criado através da Pró-Reitoria de Extensão e demais PróReitorias Acadêmicas (PROGRAD/PROPEP/PROEST), mediante a “Chamada para

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

75

Apoio aos Programas de Extensão Institucionalizados das Unidades Acadêmicas nº
01/2010”.
Esta chamada objetivou criar, institucionalizar e apoiar programas de extensão
em todas as unidades acadêmicas do campus sede (Campus A. C. Simões) e em
todos seus dois campi fora de sede (Campus Arapiraca e Campus do Sertão). A
mesma foi baseada no fato de que universidade assume seu compromisso
socioambiental mediada pelas ações de extensão, as quais devem se integrar às
atividades de ensino e à investigação científica. Com isso, consegue-se contribuir
para melhoria das condições de vida da sociedade, bem como promover uma maior
absorção dos conhecimentos adquiridos na academia. Desta forma, trata-se de uma
via de mão dupla, onde o saber acadêmico é enriquecido pela atuação nas
demandas da realidade local.
Nesse sentido, esta Chamada teve como objetivos específicos: potencializar e
ampliar a qualidade das ações de ensino e pesquisa; estimular o desenvolvimento
social e espírito crítico dos estudantes, bem como a atuação profissional pautada na
cidadania e função social da educação superior; contribuir para aumentar o contato
direto dos estudantes com realidades concretas e da troca de saberes acadêmicos e
populares; e dotar as Unidades Acadêmicas de melhores condições de gestão de
suas atividades acadêmicas de extensão.
Baseando-se nesta Chamada, docentes do Eixo da tecnologia submeteram a
proposta de criação do Programa AÇÕES, o qual foi aprovado e institucionalizado
em junho de 2010. Este Programa visa aperfeiçoar o ensino da Engenharia Civil e
da Engenharia de Produção do Campus do Sertão, estabelecendo elos com a
sociedade sertaneja. Para tanto, promovem-se cursos, eventos de extensão,
projetos de pesquisa-ação e prestação de serviços de engenharia à comunidade.
Por se tratar de um programa de extensão, as atividades do Programa AÇÕES
buscam atuar de modo articulado entre si, envolvendo a sociedade de forma
participativa em todo o processo de construção do conhecimento. Além disso, tem
viabilizado a integração da tríade ensino-pesquisa-extensão, mediante, por exemplo,
a inserção de ações extensionistas em atividades de disciplinas de graduação. Com
isso,

visa-se

relacionar

o

aprendizado

advindo

na

comunidade

com

os

conhecimentos adquiridos em sala, bem como inserir a investigação científica no
processo de ensino-aprendizagem. Desta maneira, o Programa AÇÕES tem

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

76

ampliado a reflexão acerca da necessidade de promoção de atividades de extensão
articuladas entre si, e, principalmente, que interajam com o ensino e a pesquisa.

10.6 Programa de Educação Tutorial – PET
O Programa de Educação Tutorial (PET) é um programa acadêmico do MEC, o
qual é direcionado a alunos regularmente matriculados em cursos de graduação, os
quais são selecionados a participarem do Programa e se organizam em grupos,
recebendo orientação acadêmica de Professores-Tutores. O PET tem como objetivo
inserir o aluno em uma dinâmica de desenvolvimento de atividades extracurriculares,
baseadas na tríade ensino-pesquisa-extensão, visando à complementação da
formação acadêmica. Igualmente, possui como foco contribuir para a melhoria do
ensino da graduação, mediante o planejamento e execução de diversas atividades
interdisciplinares.
O PET foi criado em 1979 pela Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal
de Nível Superior (CAPES), sendo denominado inicialmente de Programa Especial
de Treinamento. Em 1999, sua gestão foi transferida para a Secretaria de Educação
Superior do Ministério da Educação e Cultura (SESu/MEC). Atualmente, o programa
é regido pela Lei Federal 11.180 de 23 de setembro de 2005 e por portarias
específicas do MEC. O Programa é avaliado através de uma Comissão de Avaliação
Local e uma Comissão de Avaliação do MEC/SESu.
Em 2010, o MEC, por intermédio da SESu e da Secretaria de Educação
Continuada, Alfabetização e Diversidade – SECAD, lançou o Edital no 09/2010 que
tratou da criação de novos grupos, no âmbito do Programa de Educação Tutorial.
Como algumas das inovações desse edital, encontra-se a possibilidade de aceite de
propostas de novos grupos PETs que possuam um caráter interdisciplinar ou por
área de conhecimento, bem como a reserva de um lote específico (lote A) para
grupos destinados aos campi fora de sede das Universidades Federais, criados no
âmbito dos programas de expansão da rede de Instituições Federais de Ensino
Superior (IFES).
Baseando-se neste edital, docentes do Eixo da Tecnologia do Campus do
Sertão/UFAL elaboraram e submeteram a proposta de criação de um grupo PET que
envolvesse os dois primeiros cursos deste Eixo: Engenharia Civil e Engenharia de
Produção. Igualmente, essa proposta foi fundamentada nas diretrizes e nos projetos

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

77

que já vinham sendo realizadas dentro do Programa de Extensão AÇÕES. Nesse
cenário surge o PET ENGENHARIAS/MEC/SESu do Campus do Sertão, o qual foi
aprovado através deste Edital em novembro de 2010 e implantado em dezembro de
2010.
Assim, o PET ENGENHARIAS, formado pelos cursos de Engenharia Civil e
Engenharia de Produção, tem como objetivo desenvolver ações integradas de
ensino, pesquisa e extensão, de modo a enriquecer a formação acadêmica e cidadã
dos graduandos dos cursos das Engenharias do Campus do Sertão da UFAL. Busca
ainda atender eminentes demandas socioambientais da região sertaneja do Estado
de Alagoas, dentro de uma atuação pautada pela ética, cidadania e função social da
educação superior.
Fundamentando-se nos trabalhos desenvolvidos dentro do Programa AÇÕES, a
proposta deste grupo PET é continuar e melhorar seu trabalho, através de atividades
alinhadas com as diretrizes institucionais, mantendo-se sempre atento para o fato de
que a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão é o caminho certo para
que as ações produzam os efeitos mais reais e benéficos nas engenharias, e por
consequência, na sociedade. Nestes termos, o PET ENGENHARIAS, desde sua
implantação, vem se empenhando na participação e promoção de diversas
atividades extracurriculares, visando atingir plenamente os objetivos primordiais do
programa.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

78

11. AVALIAÇÃO
As observações abaixo contribuíram no embasamento e compreensão
daquilo que se pretende obter ao se avaliar.
“Avaliar pressupõe um projeto norteador de professores e alunos na
direção da consecução de objetivos claramente explicitados, dentro de uma
determinada matriz epistemológica.”
“A avaliação é, indubitavelmente, a maior evidenciadora do plano
pedagógico que está em curso. A forma como ela é praticada pode revelar os
vínculos remanescentes como um modelo de ensino que teoricamente é negado. Se
tais vínculos persistirem, notadamente nessa prática permeada de relações de
poder, poderão comprometer a vitalidade do projeto.”
No Curso de Engenhara Civil a avaliação é considerada um processo, e é
percebida como uma condição que torna mais dinâmica a ação do curso pela qual
se procura identificar, aferir, investigar e analisar o desenvolvimento do discente, do
professor e do curso, confirmando se a construção do conhecimento ocorreu de
forma teórica e prática. É uma das formas como o curso pode verificar o alcance dos
seus objetivos na medida em que tem fundamentos filosóficos, psicológicos e
pedagógicos apoiados no dinamismo, continuidade, integração, progressividade,
abrangência, cooperação e versatilidade, procurando desenvolver as seguintes
funções atribuídas para a avaliação:
• Função diagnóstica - visa determinar a presença ou ausência de
conhecimento e habilidades, providências para estabelecimentos de
novos objetivos, retomada de objetivos não atingidos, elaboração de
diferentes estratégias de reforço, sondagem, projeção e retrospecção
de situação de desenvolvimento do discente, dando-lhe elementos
para verificar o que aprendeu e como aprendeu.
• Função formativa - localiza deficiências na organização do ensinoaprendizagem, de modo a possibilitar reformulações no mesmo e
assegurar o alcance dos objetivos. Para que a avaliação tenha o
caráter formativo, trabalha-se a seleção dos objetivos e conteúdos das

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

79

disciplinas, desenvolvendo o caráter multidisciplinar e interdisciplinar
sempre buscando a participação dos discentes. No curso procura-se
saber o que avaliar e como usar os resultados, e para tanto estabelece
critérios e objetivos dessa avaliação e os instrumentos que servirão
como meio para esse fim.
Nessa perspectiva, a avaliação alicerça sempre o seu alvo na formação
de um profissional eficiente, consciente e responsável. A operacionalização da
avaliação ocorrerá conforme resolução no 25/2005 do CEPE/UFAL.
O objetivo geral do processo de avaliação das disciplinas é de contribuir
para o acompanhamento das atividades de ensino e gestão, oferecendo subsídios
para a tomada de decisão, o redirecionamento das ações, a otimização e a
excelência dos processos e resultados do Curso de Engenharia Civil do Campus do
Sertão, além de incentivar a formação de uma cultura avaliativa.
Localmente, no âmbito do Curso de Engenharia Civil, a avaliação das
disciplinas deve ocorrer de duas formas. Na primeira delas, qualquer aluno,
individualmente ou em grupo, através de uma representação do Centro Acadêmico
de Engenharia Civil (CAEC) junto ao Colegiado do Curso, pode ao longo do período
letivo manifestar qualquer situação de anormalidade, requerendo uma posição do
Colegiado do Curso. Em reunião do Colegiado são tomadas as providências
cabíveis no sentido de resolver internamente o problema ou recorrer à(s) instância(s)
competente(s).
Uma segunda forma de avaliação das disciplinas pelo corpo discente
acontece ao término do período letivo. Este processo é feito através da internet com
o acesso individual dos alunos ao questionário de avaliação das disciplinas
matriculadas durante todo o período letivo. O questionário de avaliação consiste de
questões de múltipla escolha, tendo ainda um espaço para a manifestação de
comentários, reclamações e sugestões. A efetivação desta forma de avaliação na
plataforma atual só é possível com o encaminhamento de informações da base de
dados do Sistema Acadêmico da UFAL.
Além dessas formas de avaliação das disciplinas pelo corpo discente, ao
término de cada período letivo faz-se o levantamento de indicadores de

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

80

desempenho dos alunos em todas as disciplinas e turmas, identificando-se o número
de alunos matriculados, que realizaram trancamento, reprovados por falta,
reprovados por média, reprovados na prova final, aprovados por média e aprovados
na prova final.
A elaboração do atual Projeto Político Pedagógico teve como base a
construção do perfil do egresso descrito ao longo do presente PPP, que será
avaliada de forma sistemática e continuada, envolvendo todos os atores da vida
acadêmica. O processo de avaliação será conduzido pelo Colegiado do Curso a
partir de demandas identificadas por qualquer um dos atores desse processo.
De acordo com a Resolução Nº 25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de
2005, a qual institui e regulamenta o funcionamento do Regime Acadêmico
Semestral nos Cursos de Graduação da UFAL, a partir do ano letivo de 2006, o
regime de aprovação do aluno em cada disciplina será efetivado mediante a
apuração: (i) da frequência às atividades didáticas; e (ii) do rendimento escolar. Será
considerado reprovado por falta o aluno que não comparecer a mais de 25% (vinte e
cinco por cento) das atividades didáticas realizadas no semestre letivo. A avaliação
do rendimento escolar se dará através de: (i) Avaliação Bimestral (AB), em número
de 02 (duas) por semestre letivo; (ii) Prova Final (PF), quando for o caso; (iii)
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser
limitada, sempre que possível, aos conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre
e será resultante de mais de 01 (um) instrumento de avaliação, tais como: provas
escritas e provas práticas, além de outras opções como provas orais, seminários,
estudos de caso, atividades práticas em qualquer campo utilizado no processo de
aprendizagem.
A proposta da avaliação é que os alunos possam passar por experiências
diversas que possibilitem uma aproximação entre a teoria e o exercício prático da
profissão, a transversalidade nos conhecimentos adquiridos em cada disciplina e
uma análise crítica dos temas abordados ao logo do curso. Por isso, acredita-se que
os instrumentos de avaliação devem, sempre que possível, adotar formatos que
possibilitem o alcance desta proposta.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

81

11.1. Avaliação do Projeto Pedagógico
Este projeto, ora descrito e apresentado, corresponde à primeira proposta
do curso de Engenharia Civil para o Campus do Sertão. Ela corresponde aos
objetivos iniciais constantes do Programa de Expansão e de reestruturação da
Universidade Federal de Alagoas. Segunda etapa de interiorização: Campus do
Sertão - Sede Delmiro Gouveia e Polo Santana de Ipanema (2009). A estrutura
curricular, as ementas e bibliografias pensadas inicialmente e aplicadas atualmente,
apontam possibilidades de alterações futuras, visando a adequação do perfil do
egresso às condições próprias da região do sertão alagoano. Estes ajustes e
alterações são próprios de um amadurecimento após os primeiros cinco anos de
implantação e formação das primeiras turmas.
De acordo com a RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, de 18 de Fevereiro de
2002, a qual Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de
Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de
graduação plena, a avaliação é parte integrante do processo de formação, que
possibilita o diagnóstico de lacunas e a aferição dos resultados alcançados,
consideradas as competências a serem constituídas e a identificação das mudanças
de percurso eventualmente necessárias.
Posto isso, o Colegiado do curso juntamente com o NDE (Núcleo Docente
Estruturante), ao final da conclusão do curso da primeira turma (iniciada no ano de
2010), fará uma primeira avaliação e revisão desta proposta com vistas à
engrandecer a formação do futuro profissional engenheiro, de modo a potencializar
suas habilidades e a expandir seus conhecimentos, destacando sempre uma
formação voltada para as necessidades da sociedade.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

82

12. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
A Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES), na
resolução nº 01, de 17 de junho de 2010, a qual normatiza o Núcleo Docente
Estruturante, descreve no artigo primeiro: o Núcleo Docente Estruturante (NDE) de
um curso de graduação constitui-se de um grupo de docentes, com atribuições
acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação
e contínua atualização do projeto pedagógico do curso e que este deve ser
constituído por membros do corpo docente do curso, que exerçam liderança
acadêmica no âmbito do mesmo, percebida na produção de conhecimentos na área,
no desenvolvimento do ensino, e em outras dimensões entendidas como
importantes pela instituição, e que atuem sobre o desenvolvimento do curso.
O NDE do curso de Engenharia Civil é composto pelos docentes:
•

Profa. MSc. Viviane Regina Costa

•

Prof. Dr. Márcio André Araújo Cavalcante

•

Prof. Dr. Antonio Pedro de Oliveira Netto

•

Profa. MSc. Rafaela Faciola Coelho de Souza

•

Prof. MSc. Thiago Alberto da Silva Pereira

•

Prof. MSc. Karlisson André Nunes da Silva

Ainda de acordo com a resolução nº 01, de 17 de junho de 2010
(CONAES), são atribuições do Núcleo Docente Estruturante, entre outras:
•

contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do
curso;

•

zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes
atividades de ensino constantes no currículo;

•

indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de
pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de
exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas
públicas relativas à área de conhecimento do curso;

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

•

83

zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para
os Cursos de Graduação.

Postas estas atribuições e em atendimento a esta resolução que
normatiza as atividades do Núcleo Docente Estruturante, o NDE do curso de
Engenharia Civil tem dedicado sua atuação sobretudo nas questões que direcionam
a formação do aluno. Entre estas destacam-se: (i) regulamentação do Trabalho Final
de Conclusão de Curso; (ii) regulamentação do Estágio Supervisionado e
acompanhamento

das

atividades

desenvolvidas

pelos

estagiários;

(iii)

regulamentação das Atividades Complementares; (iv) revisão do Projeto Político
Pedagógico; e (v) avaliação interna e externa do curso.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

84

13. COLEGIADO DO CURSO
O Colegiado do Curso de Engenharia Civil é composto por 5 (cinco)
docentes, 1 (um) técnico-administrativo e 1 (um) discente, todos com suplência,
perfazendo um número total de 14 (quatorze) integrantes.
A dinâmica de funcionamento do colegiado é caracterizada por reuniões
mensais ou a cada dois meses, uma vez que como o Curso de Engenharia Civil e
Engenharia de Produção formam, no Campus do Sertão, o Eixo da Tecnologia, e a
maioria dos professores leciona nos dois cursos, muitas decisões precisam ser
tomadas em conjunto, alternando, portanto, reuniões de Colegiado e de Eixo.
O Colegiado preza pelo bom andamento do curso, pelo rápido
atendimento às questões relacionadas à vida acadêmica dos discentes e dos
docentes e pela participação nas decisões do Campus através da indicação de seus
componentes para composição de comissões, núcleos, e do conselho.
Em trabalho conjunto com o NDE, o colegiado concentra seus esforços
para aumentar a qualidade do curso a partir de novas propostas pedagógicas que
consolidem de forma superior a formação do futuro engenheiro civil. Entre as
propostas estão o incentivo aos discentes para intercâmbio no exterior, realização de
eventos anualmente, oferta de cursos e palestras e apoio aos projetos de pesquisa e
extensão.

Docentes Titulares:
- Profa. MSc. Viviane Regina Costa - Coordenadora
- Profa. MSc. Rafaela Faciola Coelho de Souza
- Prof. Dr. Márcio André Araújo Cavalcante
- Prof. MSc. Thiago Alberto da Silva Pereira
- Prof. MSc. Karlisson André Nunes da Silva

Docentes Suplentes:
- Profa. MSc. Alexandre Nascimento de Lima
- Profa. MSc. Dalgoberto Miquilino Pinho Junior
- Prof. Dr. Antônio Pedro de Oliveira Netto

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

- Profa. MSc. Rodrigo Fernandes de Moura Melo
- Profa. MSc. Wellinsílvio Costa dos Santos
Técnico Titular:
- Marcel Silva Garrido
Técnico Suplente:
- Mayna lais Tenório de Araújo
Discente Titular:
- Karmem Julya Miron Batista
Discente Suplente:
- Larissa Costa Chaves

85
                
Logo do chatbot Mundaú