Educação Física Licenciatura

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                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
CENTRO DE EDUCAÇÃO

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA –
LICENCIATURA

MACEIÓ
JANEIRO DE 2006

O Centro de Educação, a partir de sua
declaração de princípios e das linhas prioritárias
de ação que elege, assume como missão intervir
na realidade educacional do Estado de Alagoas,
no intuito de contribuir para uma ação educativa
institucional pública, gratuita, inclusiva e de
qualidade, mediante a formação inicial e
continuada de educadores/as, articulando as
dimensões de ensino, pesquisa e extensão.

EQUIPE RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO
Profa. Dra. Patrícia Cavalcanti Ayres Montenegro
Profa. Esp. Maria Elizabete de Andrade Silva
Profa. Ms. Marta de Moura Costa
Prof. Dr. Eduardo Luiz Lopes Montenegro
Prof. Ms. Amândio Aristides Rihan Geraldes
Profa. Dra. Neiza de Lourdes Frederico Fumes
Prof. Esp. Francisco de Assis Farias
Prof. Ms. Antônio Passos Lima Filho
Prof. Ms. Alexandre Magno Câncio Bulhões
Prof. Esp. Carlos Alberto de Barros Lima
Profa. Ms. Maria do Socorro Menezes Dantas
Prof. Ms. Verter Paes Cavalcante
Prof. Ms. Eriberto Lessa Moura

IDENTIFICAÇÃO DOS CURSOS
LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA.
IES DE ORIGEM
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
UNIDADE
CENTRO DE EDUCAÇÃO – CEDU
PROPONENTE
COLEGIADO
COLEGIADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA
VINCULADO
ANO DE CRIAÇÃO DO 1974
CURSO
DOCUMENTO
DE PORTARIA nº 858/79 DE 31/08/1979
RECONHECIMENTO
Publicação no DOU 04/09/1979
DO CURSO
Aut. Res. CCEP.02/78
Resolução de 23/03/2006
TURNO
DIURNO
ANO DO CURRÍCULO 2006
CARGA
HORÁRIA 3.200hs
FIXA
CARGA
HORÁRIA 200hs
FLEXÍVEL
CARGA
HORÁRIA 120hs
ELETIVA
OBRIGATÓRIA
DURAÇÃO MÉDIA
Mínima de 08 semestres
Máxima de 14 semestres
CARGA
HORÁRIA 500hs
MÁX. POR PERÍODO
CARGA
HORÁRIA 180Hs
MÍN. POR PERÍODO
VAGAS
NO 30 Alunos por semestre
VESTIBULAR
PERFIL
O licenciado em Educação Física deverá ser formado para
esclarecer e intervir, profissional e academicamente no contexto
específico e histórico-cultural em ambientes escolares, a partir de
conhecimentos de natureza técnica, científica e cultural. Para o
desenvolvimento deste perfil profissional, o curso oferecerá
possibilidades de apropriação de conhecimentos por meio de
ensino, pesquisa e extensão, permitindo ao licenciado articular os
saberes que definem sua identidade profissional a partir de uma
atitude crítico-reflexiva.
TITULO OBTIDO
Licenciado em Educação Física

CAMPO DE ATUAÇÃO

O egresso do Curso de Licenciatura Plena em Educação Física
estará legalmente habilitado para atuar no campo de trabalho
escolar (educação infantil, ensino fundamental, ensino médio,
educação de adultos), na construção e participação de projetos
educacionais.

APRESENTAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA UFAL
O compromisso social e político com a qualidade acadêmica nos confronta
com constantes desafios. Na última década, a realidade econômica, política e
social, que vivenciamos em nosso país, tem exigido o esforço coletivo no sentido
de re-ordenar nosso olhar para a instituição educacional, obrigando-nos a refletir
sobre a realidade atual, planejando os caminhos que podemos percorrer, em
busca da realidade almejada. Em decorrência do exposto, deflagrou-se na UFAL, o
processo de reflexão sobre o modelo acadêmico vigente. Em conseqüência desta
reflexão, surgem as novas proposições educacionais.
Nós, professores de Educação Física da UFAL, analisando o curso que
oferecemos, desde 1974, nesta instituição, a demanda da sociedade e o potencial
de nossa clientela até o momento, entendemos que o curso de licenciatura nesta
área responde aos anseios da nossa sociedade. Desta forma, atendendo a
legislação vigente, buscamos reformular o projeto pedagógico do curso,
atualizando a estruturação curricular às novas exigências, buscando valorizar
fundamentalmente a formação para a docência, sob a perspectiva da trilogia onde
se estrutura o espírito universitário: o ensino, a pesquisa e a extensão. Sendo
assim, vimos apresentar o fruto de nossas discussões, sobre a proposta de
reformulação curricular de nosso curso, à luz do que está estabelecido nos
documentos orientadores e reguladores que dão suporte a sua estruturação.
I - INTRODUÇÃO
Muitos especialistas da educação, incluindo os da Educação Física, têm se
dedicado ao tema da formação acadêmico-profissional, principalmente nestes
últimos dez anos, a partir das mudanças estabelecidas com a promulgação da
nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n. 9.394, de
20/12/1996).

Nas três últimas décadas, a área de atuação do profissional de Educação
Física tem se ampliado rapidamente. Tem sido notável e crescente, o interesse,
demonstrado por todos os segmentos sociais e escalões etários, em relação aos
benefícios advindos da prática das atividades físicas, seja na perspectiva da
promoção da saúde, educação ou lazer. Nossa satisfação ao acompanhar o
interesse por esta área nos faz lembrar e exige a necessidade de voltar nossos
olhares para a instância de formação de nossos profissionais. Fazendo parte de
uma instituição formadora, devemos estar em constante diálogo com os diferentes
setores da sociedade, escutando seus anseios e buscando atender as suas
necessidades. Neste intuito, temos buscado refletir e avaliar, de forma
permanente, o nosso trabalho como formadores de futuros profissionais da
Educação Física.
Ao tempo em que, participamos do debate nacional sobre as diretrizes
curriculares para os cursos de graduação, especialmente no que concerne à
formação do Profissional da Educação Física, temos buscado atender às
necessidades regionais e locais, não só da comunidade acadêmica, mas também,
da sociedade alagoana, para as quais, nós e nossos alunos devemos atender.
Entendemos, que a identidade profissional é múltipla, perpassando pela
identidade da formação e da instituição a qual o estudante/profissional se filiou, em
busca da legitimação de seu fazer. Estas instâncias produzem e reproduzem as
representações do papel deste profissional, resultando na legitimação ou negação
da sua imagem perante a sociedade. Portanto, a formação em Educação Física,
seja no que diz respeito ao profissional que atua no campo não formal, como o que
atuará no sistema educacional, deve ser acompanhada da busca das identidades
e legitimação profissional específica, em todas as suas instâncias, desde a
estruturação dos cursos de formação e aperfeiçoamento, como também, por suas
intenções em projetos de pesquisa e de intervenção social. Para atingir tais
objetivos, em uma sociedade em constante evolução, devemos definir nossas
metas, caminhos e espaços de intervenção, e isto, implica naturalmente em reordenamentos na estruturação da instituição, mais particularmente da unidade
formadora (curso) e dos seus agentes.
A Universidade Federal de Alagoas (UFAL), assim como a formação
universitária brasileira em geral, passa por um momento muito oportuno de novas
demandas, reflexões e mudanças. O Governo Federal, ao viabilizar as propostas
de mudanças na formação acadêmico-profissional e, ainda, preocupado com a
crise de qualidade por que passa a educação básica, acelera a sua participação,
atendendo as demandas do Poder Legislativo em relação às ações que visam a
redefinição do perfil educacional brasileiro1.
Desde sua implantação, em março de 1974, o curso de Educação Física,
ofertado pela Universidade Federal de Alagoas, tem sido referencial em nosso
Estado, tendo habilitado mais de 800 professores. Objetivando cumprir nossos
papéis, no sentido de manter a posição de destaque de nossa Universidade e, em
1

A nova LDB decorreu da própria reforma da Constituição. Se há alterações na
Constituição, obviamente espera-se mudanças nas leis orgânicas; mudando-se a LDB, espera-se
mudanças nas diretrizes dos diferentes níveis de ensino do sistema educacional. Cabe a um outro
órgão específico de Estado, o Conselho Nacional de Educação-CNE, desencadear legal e
institucionalmente as reformas decorrentes.

concordância com os objetivos institucionais da UFAL, descritos em seu estatuto,
O
no artigo 2 em seus incisos II, IV e V:
II - formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos
para a inserção em setores profissionais e para a participação no
desenvolvimento da sociedade brasileira, colaborando na sua
formação contínua;
IV - promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos, e
técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o
saber por meio do ensino, de publicações ou de outras formas de
comunicação;
V - estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em
particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à
comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade;
Ao longo dos últimos anos, acompanhando os debates travados no campo
acadêmico-científico de nossa área, temos refletido sobre uma nova demanda que
se apresenta no mercado de trabalho para o profissional de Educação Física.
Entendemos ser necessária uma formação específica para a atuação desse
profissional tanto no campo formal de ensino como no campo não-formal,
compreendido hoje como as academias e clubes de atividades físicas, os hotéis,
colônias de lazer, hospitais, condomínios, empresas, etc., por isso propomos que,
além da modernização do Curso de Licenciatura em Educação Física, ora
existente, a UFAL possa ofertar uma segunda habilitação: o Curso de Graduação
em Educação Física, habilitando o bacharel para o exercício profissional no
espaço não-formal de ensino. Acreditamos com isto que a UFAL atenderá num
âmbito maior, as necessidades sociais apresentadas pela nossa realidade local,
com uma população carente de orientação para a melhoria de qualidade de vida.

1. BREVE HISTÓRICO
A formação do profissional de Educação Física estruturou-se, no Brasil
desde o início do século passado, tendo sido, influenciada pela Instituição Militar, a
criação dos três primeiros cursos em nosso País. A ampliação do número de
Instituições formadoras iniciou-se a partir da década de 30 do século XX, quando
foi criada a primeira Escola de Educação Física e Desportos (EEFD), na
Universidade de São Paulo.
Inicialmente, as escolas de Educação Física brasileiras eram, em sua
maioria, representadas por Instituições Públicas Militares que objetivavam a
formação de professores de Educação Física, absorvidos pelas escolas e/ou pelo
ambiente desportivo. Na década de 40, período em que a formação dos
professores na área estava fortemente associada ao desenvolvimento dos
desportos, observou-se o primeiro aumento significativo das escolas de Educação
Física. Mais uma vez, desta feita nas décadas de 60 e 70, observou-se um

aumento considerável na criação de novos cursos. Enquanto, no início dos anos
60, registravam-se em torno de 10 cursos de formação superior, ao final da década
de 70 existiam mais de 90 cursos em funcionamento. Este crescimento explosivo
pode ser explicado pela entrada em cena da iniciativa privada e pela ampliação da
Rede Pública. Nesse contexto, destacou-se como fator determinante o fato da
Educação Física tornar-se componente curricular, culminando com a publicação do
Parecer nº 894/69 do CFE e a resolução do CFE nº 69/69 que fixou o currículo
mínimo, a duração e a estrutura curricular mínima dos cursos superiores de
graduação em Educação Física. Este modelo, ampliado pelo Parecer do CFE nº
672/69, propunha a formação em Educação Física sob duas perspectivas: a
licenciatura plena e a formação do técnico desportivo (habilitação obtida
simultaneamente à licenciatura, com acréscimo de mais duas matérias
desportivas). Em decorrência destas mudanças, bem como, devido à ampliação e
diversificação do mercado de trabalho, antes concentrado na educação escolar e
no emergente campo profissional esportivo, surgiram diversos encontros de
debates entre especialistas da área (1979-1984) que, mais tarde culminou com um
anteprojeto encaminhado ao Conselho Federal de Educação, propondo a
superação da concepção de currículo mínimo em favor da autonomia e da
flexibilidade das Instituições de Ensino Superior (IES) na elaboração de seu
próprio currículo e com liberdade para ajustar-se, numa visão mais realista, às
peculiaridades regionais, ao contexto institucional e às características, interesses e
necessidades das comunidades discente e docente inseridas no processo escolar.
Até 1987, a formação superior em Educação Física pautou-se em um
currículo, denominado de mínimo, implantado em 1961 pela Lei 4.024 (Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional), antes desta época, a aprovação dos
currículos era feita por decreto presidencial. A partir de 1987, o governo apresenta
uma nova proposta para a formação em Educação Física, através da Resolução nº
03/87 do Conselho Federal de Educação. Esta alteração foi precedida por um
longo debate nacional e procurou alterar a formação, no sentido de propiciar um
maior equilíbrio entre os conhecimentos tratados ao longo do curso. Para tanto, o
espaço das chamadas ciências sociais e humanas no currículo foi ampliado,
superando assim, o espaço acanhado que ocupavam, anteriormente, estas
disciplinas, no currículo mínimo em relação às ciências naturais (TAFFAREL,
1993).
A Resolução nº CFE 03/87 ampliou a formação do professor de Educação
Física, a medida em que passa a lhe conferir o título de Bacharel e/ou Licenciado
(Art. 1º). No que diz respeito aos referenciais curriculares, a Resolução nº 03/87 é
reconhecida como um importante avanço por ter assegurado a autonomia e a
flexibilidade para que as Instituições de Ensino Superior pudessem estabelecer
seus marcos conceituais, os perfis profissionais desejados, bem como, elaborar as
ementas, fixar carga horária para cada disciplina e definir nomenclaturas,
enriquecendo o currículo pleno, sem desrespeitar as peculiaridades regionais.
Devido a esta resolução, além da revisão dos clássicos cursos de
licenciatura, puderam ser criados os cursos de bacharelados em diversas áreas, à
exemplo: de Esportes, de Treinamento Desportivo, de Lazer e Recreação, dentre
outros.

O relator do Parecer CNE/CES 0138/2002 Éfrem Maranhão, revisando o
caminho legal percorrido por esta formação adverte que,
“Mesmo com esse reconhecido avanço, e com a
possibilidade de diferenciar a formação profissional em Educação
Física, a indefinição quanto ao tipo e à especificidade de formação
permanece em muitos cursos de graduação, na medida em que a
formação em Licenciatura Plena tem sido, ao longo dos anos, o
locus de uma formação única e generalista para atender à
diversidade de campos de intervenção acadêmico-profissional.
Esta indefinição, em grande medida, deve-se ao fato da Resolução
no 03/87 ter possibilitado a proposição de projetos curriculares que
objetivavam a formação do licenciado, a formação do bacharel ou
a formação concomitante de ambos. Ao licenciado, concebido
numa perspectiva ampliada, assegurou-se a possibilidade de
atuação em qualquer campo de intervenção acadêmicoprofissional, enquanto ao bacharel coube a atuação nos diferentes
espaços de intervenção acadêmico-profissional não-escolar” (p. 2).
Esta resolução representou uma tentativa para corrigir o modelo curricular
denominado: “três em um”, característico da formação generalista, ou seja,
tentando fazer frente às crescentes exigências dos diversos setores da sociedade,
as escolas de formação, utilizando-se da mesma carga horária de um curso de
licenciatura, tentam formar, além do professor, um profissional com conhecimentos
especializados para outras práticas. Daí o nome de “professor de Educação Física
com formação generalista”, profissional que acreditamos, não temos conseguido
preparar para atuar, com plenitude, desenvoltura e efetividade, nas duas áreas.
Esta polêmica arrasta-se na comunidade profissional até o início da revisão
do ensino superior proposta nas novas diretrizes curriculares para este fim
o
(Parecer CNE/CES n 776/97) apontando para a necessidade de uma avaliação
mais global das reformulações curriculares no âmbito do ensino superior.
Coube às Comissões de Especialistas vinculadas à Secretaria de Ensino
Superior do Ministério da Educação (MEC/SESu) sistematizar, debater e definir as
propostas de Diretrizes Curriculares encaminhas ao Conselho Nacional de
Educação para análise de mérito e decisões cabíveis.
Logo após o encaminhamento da proposta de Diretrizes Curriculares para
os Cursos de Graduação em Educação Física, o Conselho Nacional de Educação
decidiu sobre a nova política e a concepção de organização e de formação dos
profissionais de educação, ao aprovar a Resolução sobre os Institutos Superiores
de Educação (Resolução CNE/CP no 01/1999) e o Parecer sobre as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em
nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. (Parecer CNE/CP no
009/2001).
A nova concepção e a proposta de organização para a Formação de
Professores da Educação Básica atingiram, substancialmente, a tradição da
formação do professor e do profissional de Educação Física, na medida em que na

esfera dos cursos de Licenciatura em Educação Física, a concepção de formação
do profissional passou a pautar-se na atual política de concepção de organização
e de formação dos profissionais de educação adotada pelo Conselho Federal de
Educação ao aprovar a Resolução sobre os Institutos Superiores de Educação –
Resolução n.º CNE/CP 001/1999 e o Parecer sobre as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em Nível
Superior, curso de Licenciatura, Graduação Plena, Parecer CNE/CP n.º 009/2001
pondo por terra as diretrizes encaminhadas pelo CONFEF, resultando em novo
ciclo de debates e proposições .
Esta nova concepção de organização e orientação acerca das diretrizes
curriculares para os cursos de formação em Licenciatura em Educação Básica
propõe a formação de um professor que articule os saberes que definem sua
identidade profissional, a saber: os conhecimentos dos conteúdos de formação
específicos, pedagógicos e integradores para que possa refletir sobre sua prática
profissional e intervir, a partir desta prática, melhorando-a de forma coletiva
sempre na direção de facilitar as aprendizagens dos seus alunos. Esta formação
proposta com essa nova legislação deve garantir terminalidade e integralidade
própria em relação ao Bacharelado, constituindo-se, assim em um projeto
específico.
Entendemos que, a Educação Física é um campo de intervenção
profissional abrangente, que por meio das diferentes manifestações e expressões
das atividades físicas (movimento, da motricidade humana) pode prestar variados
e importantes serviços à sociedade, não só no ambiente escolar, mas também fora
deste, permitindo, quando bem orientada, o favorecimento da socialização,
exercício da cidadania, desenvolvimento da consciência corporal, das
potencialidades físicas, da promoção da saúde e da qualidade de vida.

II - PERFIL DO EGRESSO
O licenciado em Educação Física deverá ser formado para esclarecer e
intervir, profissional e academicamente no contexto específico e histórico-cultural
em ambientes educacionais, a partir de conhecimentos de natureza técnica,
científica e cultural da área que tem como objeto de estudo e de aplicação o
movimento humano, com foco nas diferentes formas e modalidades do exercício
físico, da ginástica, do jogo, do esporte, das lutas/arte marcial, da dança. A
finalidade é possibilitar à escolares o acesso a este acervo cultural, compreendido
como direito inalienável de todo(a) cidadão(ã) e como importante patrimônio
histórico da humanidade e do processo de construção da individualidade humana.
O percurso de formação do licenciado em Educação Física qualifica-o para
o trabalho em instituições educativas, escolares e não escolares, tanto no âmbito
do ensino, como professor da educação básica, quanto em outras dimensões do
trabalho educacional. Faz parte dessa formação profissional a experiência
investigativa bem como de reflexão acerca de aspectos políticos e culturais da
ação educativa.

Para o desenvolvimento deste perfil profissional, o curso oferecerá
possibilidades de apropriação de conhecimentos por meio de ensino, pesquisa e
extensão, permitindo ao licenciado articular os saberes que definem sua
identidade profissional a partir de uma atitude crítico-reflexiva.

III – HABILIDADES/COMPETÊNCIAS/ATITUDES

3.1. Campo de Atuação Profissional
Para uma efetiva aplicação profissional dos conhecimentos, adquiridos ao
longo do curso, o aluno egresso deverá intervir crítica e pedagogicamente numa
perspectiva emancipadora. Além disso, deverá estar apto a desenvolver as
competências adquiridas que comprovem suas potencialidades para:
Compreender e dominar o processo de intervenção profissional no campo
educacional e nas suas relações com o contexto social no qual está inserido;
Resolver problemas concretos da prática docente e da dinâmica das instituições
educacionais, zelando pela aprendizagem e pelo desenvolvimento de seus alunos;
Considerar as características, os interesses e as necessidades do alunado no
planejamento, na aplicação e na avaliação de sua intervenção;
Sistematizar e socializar a reflexão sobre a sua prática profissional;
Compreender as implicações sócio-culturais, políticas, econômicas e ambientais
inerentes à sua intervenção profissional;
Demonstrar capacidade de lidar autonomamente com a literatura pertinente e
atualizada e com os diversos tipos de produção do conhecimento afins;
Demonstrar domínio da docência, clareza e objetividade de comunicação verbal
e não-verbal, desenvoltura na prática docente, de modo a conduzir suas atividades
em consonância com os ideais educacionais e preceitos da instituição;
Ter argumentos para justificar teoricamente sua prática profissional, bem como
balizar sua intervenção profissional à luz das teorias educacionais mais atuais;
Contribuir na construção de saberes coletivos sobre seus alunos, a escola e a
educação.

IV – HABILITAÇÕES E ÊNFASES
Caberá ao licenciado em Educação Física: coordenar, planejar, programar,
supervisionar, dirigir, organizar, avaliar e executar trabalhos, programas, planos e
projetos, relacionados com a componente escolar educação física. Além disso,
deve o licenciado realizar treinamentos especializados, participar de equipes

multidisciplinares e interdisciplinares e prestar serviços de consultoria e
assessoria, relacionados com a Educação Física na educação básica.
A aquisição das competências e das habilidades requeridas na formação do
Licenciado em Educação Física deverá ocorrer a partir de experiências de
docência, em que toda a sistematização teórica deve ser articulada com as
situações de intervenção acadêmico-profissional e que estas sejam balizadas por
posicionamentos reflexivos que tenham consistência e coerência conceitual. As
competências não podem ser adquiridas apenas no plano teórico, nem no
estritamente instrumental. É imprescindível, portanto, que haja coerência entre a
formação oferecida, as exigências práticas esperadas do futuro profissional e as
necessidades de formação, de ampliação e de enriquecimento cultural das
pessoas.
Sendo assim, a visão de competência não pode ser compreendida e nem
reduzida às dimensões do fazer, do saber fazer ou do saber intervir. O pressuposto
dessas diretrizes identifica-se com uma concepção de currículo compreendido
como processo de formação da competência humana histórica. Sendo assim,
competência é, sobretudo, a condição de refazer permanentemente nossa relação
com a sociedade e a natureza, usando como instrumento o conhecimento inovador
de perspectiva emancipadora.

V – CONTEÚDOS/MATRIZ CURRICULAR

5.1 – Eixos norteadores do Curso de Licenciatura em Educação Física
Acreditamos que a Educação Física escolar possibilita aos alunos a
vivência sistematizada de conhecimentos/habilidades da cultura corporal, balizada
por uma postura reflexiva, no sentido da aquisição de uma autonomia necessária à
uma prática intencional, que considere o lúdico e os processos sóciocomunicativos na perspectiva do lazer, da formação cultural e da qualidade de
vida. Assim, o professor de Educação Física na escola deverá trabalhar na
perspectiva de proporcionar vivências motoras que viabilizem a apropriação e a
reflexão sobre os fundamentos técnicos e sócio-culturais que os caracterizam. O
professor deve ainda ser capaz de identificar e estruturar o currículo escolar para a
educação física levando em conta os interesses e necessidades do alunado e os
objetivos específicos da educação básica.
O CEDU, que tem como meta prioritária a qualificação dos profissionais da
educação do estado de Alagoas, abriga hoje dois cursos de Educação Física,
formando o bacharel e o licenciado, este último tendo em seu projeto políticopedagógico balizado nos três eixos que estruturam o ensino superior, a saber, o
ensino, a pesquisa e a extensão, voltados para a formação docente no processo
de ensino-aprendizagem dos conteúdos escolares na educação básica.
Com este intuito, organizamos um eixo norteador das ações no âmbito do
ensino, da pesquisa e da extensão que tem seu foco no conhecimento dos

princípios e valores da educação e da cultura corporal no nordeste brasileiro, e em
seus processos de apropriação, ampliando o espaço de construção e reflexão
coletivas do conhecimento sobre educação, a saúde e a cultura.
•

O Ensino

Buscando atender às orientações do MEC para a educação infantil, ensino
fundamental e médio, prescritas nas Diretrizes Curriculares Nacionais, o CEDU
propõe formar um profissional da educação capaz de atender, a partir de uma
sólida e ampla formação cultural, dentro do âmbito específico de sua área de
atuação, aos objetivos dos diferentes níveis de ensino e às características do
desenvolvimento psicomotor e afetivo do educando, incluindo em sua formação
conhecimentos relativos à educação de alunos com necessidades especiais,
educação de jovens e adultos e comunidades indígenas.
•

A Pesquisa
O eixo norteador das pesquisas no âmbito do Curso de Licenciatura em
Educação Física se estruturou a partir de três núcleos que estão diretamente
relacionados aos eixos de pesquisa do CEDU:
a) estudo da produção acadêmica identificada com o Pensamento da
Educação Física Brasileira e com a Epistemologia da Profissão Docente;
b) estudo da realidade escolar, em sua diversidade, a partir da análise
diagnóstica da comunidade escolar, da prática docente e das
possibilidades de intervenção;
c) Análise do conhecimento e especificidade da Educação Física no ciclo
de educação básica.
•

A Extensão
As atividades de extensão serão norteadas pelos seguintes princípios:
• As intervenções devem promover a integração entre ensino-pesquisaextensão, visando a elaboração e a execução de projetos de
desenvolvimento dos conteúdos curriculares através do uso de tecnologias
de informação e comunicação, de metodologias, estratégias e materiais de
apoio inovadores;
• Visar o desenvolvimento de hábitos de colaboração e de trabalho em
equipe;
• Visar o exercício de atividades de enriquecimento cultural, e
principalmente, o resgate da cultura regional;
• Visar a compreensão do papel social da escola.

As atividades de extensão se realizarão em dois níveis de aplicação:
a) em grandes projetos interdisciplinares promovidos pela UFAL. Projetos estes
norteados por grandes linhas de intervenção estabelecidas pelo CEDU; ou
b) através de atividades práticas nas próprias disciplinas do curso com o
acompanhamento dos respectivos professores.

5.2. ESTRUTURAÇÃO DO CURSO
O currículo do Curso de Licenciatura em Educação Física, originalmente
ofertado pelo Departamento de Educação Física da Universidade Federal de
Alagoas (UFAL), foi elaborado segundo as normas do Conselho Federal de
Educação, em consonância com as Diretrizes Curriculares da área. O currículo
deste curso volta-se, essencialmente, à formação de professores, apresentandose, portanto, imbuído dos princípios pedagógicos que norteiam a organização dos
conhecimentos/conteúdos e as atividades/vivências em ensino, pesquisa e
extensão que estruturam o conjunto de práticas pedagógicas necessárias à
formação do professor de Educação Física.
Para garantir essa especificidade na formação docente o Curso de
Licenciatura em Educação Física - Graduação Plena – da UFAL terá a duração
mínima de 08 semestres letivos e máxima de 14 semestres letivos
compreendendo uma carga horária mínima de 3.200 horas/aula, organizado em
projeto pedagógico próprio que leva em conta as diretrizes curriculares que
orientam a formação do professor, as que orientam a formação específica em
Educação Física e as diretrizes orientadoras do ensino básico; o campo de
atuação do egresso, bem como os objetivos do projeto institucional e as condições
de oferta da UFAL.
O projeto acadêmico do Curso de Licenciatura em Educação Física
constitui-se em um todo orgânico de maneira a garantir que a estrutura curricular
assegure a qualidade da prática docente (o saber, o saber pensar e o saber
intervir), assim como o caráter integrador dos conteúdos entre si e destes com a
realidade sócio-econômica-cultural em que está inserido o curso.

5.2.1. Conteúdos Curriculares
O currículo pleno proposto para o Curso de Licenciatura em Educação
Física foi estruturado para garantir as seguintes dimensões da formação: a)
conhecimentos básicos à compreensão crítica do ser humano, da escola e
do contexto sócio-cultural, prevista nas Diretrizes específicas da Educação
Física (Resolução 07/2004) e os conteúdos curriculares de natureza científicocultural previstos nas diretrizes para os cursos de licenciatura (Resolução CNE/CP
01/2002) e na Resolução 32/2005 do C.E.P.E./UFAL e os conhecimentos
específicos da área de atuação (Resolução CNE/CP 01/2002) que, na
Resolução nº 07/2004 apresenta-se como conhecimentos Identificadores da área;
b) os conhecimentos que compõem a abordagem pedagógica da docência
(Resolução 01/2002 CNE/CP) e da prática pedagógica propriamente dita, e c)
atividades de natureza acadêmico-científico-culturais previstas nas resoluções
01/2002 e 02/2002 do CNE/CP, da COESP/SESU 07/2004 e reguladas na UFAL
pelas Resoluções do C.E.P.E/UFAL nº 022/90 e nº 32/2005.

a.1) Conhecimentos básicos à compreensão crítica do homem, da escola e
do contexto sócio-cultural:
Esta etapa da formação é guiada pelo critério da orientação científica, da
integração teoria e prática e do conhecimento sobre o homem, a cultura e a
sociedade. Isto possibilitará uma formação abrangente para a competência
profissional de um trabalho com seres humanos em contextos histórico-sociaiseducacionais específicos, promovendo um contínuo diálogo entre as áreas de
conhecimento científico e a especificidade da Educação Física escolar.
A Resolução nº 02/2002 CNE/CP propõe a estruturação de 1.800 horas
para estes conteúdos curriculares de natureza científico-cultural. Estes
conhecimentos aparecem distribuídos em dois grandes blocos de
conhecimentos na Resolução n. 07/2004, a formação ampliada e a
específica, cada uma delas abordando diferentes dimensões destes
conhecimentos. A Formação Ampliada preocupa-se com:
•Aspectos da relação ser humano-sociedade (filosófico,
psicológico, antropológico, cultural, social e histórico)
•Aspectos da produção Científico-Tecnológica na área de
formação;
•Aspectos dos conhecimentos sobre o Corpo Humano e seu
desenvolvimento (bioquímico, físico, e genético)

a.2) Conhecimentos específicos da área de atuação
A Formação Específica preocupa-se com o estudo das distintas
manifestações clássicas e emergentes da cultura do movimento, identificadas com
a tradição da Educação Física e do Esporte escolar. Ela é constituída por duas
dimensões, a saber:
•Dimensão Técnico-instrumental da formação docente
(conhecimentos sobre a organização e gestão do trabalho
escolar)
•Dimensão Pedagógica e Cultural do Movimento humano
(diferentes manifestações da cultura do movimento nas suas
formas de jogos, esportes, ginásticas, danças e lutas)

b) Conhecimentos que compõem a abordagem pedagógica da docência
(01/2002CNE/CP) e da prática pedagógica propriamente dita

Estes conhecimentos formam um conjunto de competências específicas
para o planejamento, execução, orientação e avaliação das ações do professor de
Educação Física em instituições educacionais. Serão desenvolvidos por meio de
projetos Integradores propostos por diferentes núcleos temáticos do currículo
(disciplinas de aplicação e aprofundamento). Tais projetos constituem-se em
espaços de integração teoria-prática do currículo e em instrumentos de
aproximação gradativa do aluno à realidade social, econômica e pedagógica do
trabalho educativo, resultante da ação coletiva, fruto do projeto acadêmico da
UFAL
A prática pedagógica será vivenciada ao longo do curso, iniciando-se no
primeiro ano, em espaços educativos escolares, garantindo a inserção do aluno no
contexto profissional e totalizando 800 horas (400hs de práticas pedagógicas
distribuídas nas disciplinas de aplicação pedagógica – dimensão cultural do
movimento humano) e 400 de estágios supervisionados, conforme o Parecer
CNE/CP 9/2001.
c) Outras Atividades de natureza acadêmico-científico-culturais
São estudos independentes previstos na Resolução 01/2002 e 02/2002 do
CNE/CP para aproveitar conhecimentos adquiridos pelo aluno em estudos e
práticas que, embora sejam parte da estrutura curricular, podem ser desenvolvidos
em atividades independentes do conjunto de disciplinas previstas para a
integralização curricular como atividades complementares ou parte flexível
(Resolução CEPE/UFAL 022/90).
As atividades complementares serão incrementadas durante todo o curso e
a UFAL, em seu estatuto, regulará os mecanismos de aproveitamento de
conhecimentos, adquiridos pelo estudante, através de estudos e práticas
independentes presenciais e/ou à distância.
Podem ser reconhecidos:
•Monitorias e Estágios;
•Programas de Iniciação Científica;
•Programas de Extensão;
•Estudos Complementares;
•Disciplinas avulsas * (línguas estrangeiras, técnicas de redação, práticas
desportivas, etc.).
•Cursos realizados em outras áreas afins.
* - Como disciplinas avulsas, para a parte flexível dos currículos, pode ser
considerada qualquer disciplina ofertada pela UFAL para outro curso a exemplo
das citadas acima. A UFAL oferece a seu alunado através do NEFD (Núcleo de
Educação Física e Desportos), a disciplina Educação Física (Parecer 376/97 do
CNE), que constitui-se no ensino de várias modalidades de práticas desportivas
para o aprimoramento das habilidades físico-motoras do seu alunado, incentivo à
prática desportiva e melhoria da qualidade de vida.

VI – ORDENAMENTO CURRICULAR
6.1 - GRADE CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA UFAL/ 2005
DISTRIBUIÇÃO DOS CONHECIMENTOS POR ÁREA PARA A LICENCIATURA – LEGISLAÇÃO
Resoluções nº 02/2002do CNE/CP, nº 07/2004 do CNE/CES e nº 32/C.E.P.E/UFAL.
ÁREAS
NÚCLEOS DE
DISCIPLINAS
CH
CONHECIMENTO
Bases Histórico-filosóficas da Educação Física
80
Resolução
Bases Sociológicas aplicadas à Educação Física
02/2002
60
Educação Física e Promoção da Saúde
40
Bases da Anatomia Humana
80
Cinesiologia Humana
80
Bases da Fisiologia Humana
80
Conhecimentos
Testes, Medidas e Avaliação Física em Educação 40
Física
específicos de área de
Crescimento e Desenvolvimento Humano
80
atuação
Psicomotricidade
40
Conteúdos
Desenvolvimento e Aprendizagem
80
curriculares de
Organização do Trabalho Acadêmico
60
natureza
Técnicas de Informática e de Comunicação
80
científicoProjeto Integrado III, V e VI
120
cultural
Socorros Urgentes
40
(1.800hs)
Política e Organização da Educação Básica no
80
Brasil
Profissão Docente
60
Conhecimentos Básicos à
Planejamento, Currículo e Avaliação em
80
compreensão crítica de
Educação Física
escola e do contexto
Projetos Pedagógicos, Organização e Gestão do
80
sócio-cultural
Trabalho Escolar
Projetos Integradores I, II, IV, e VII
160
Pesquisa Educacional
60
Metodologia do Ensino da Dança na Educação
60
Física
Metodologia do Ensino de Jogos e Brincadeiras
80
na Educação Física
Conhecimentos que
Núcleos de
Metodologia de Ensino da Ginástica Geral
60
práticas
compõem a abordagem
Metodologia do Ensino dos Esportes Coletivos I
160
pedagógicas
pedagógica da docência e
Metodologia do Ensino dos Esportes Individuais I
160
prática pedagógica.
Metodologia do Ensino dos Esportes Coletivos II
160
(400hs práticas
Metodologia do Ensino dos Esportes Individuais II 160
+ 400 estágio)
Metodologia do Ensino das Atividades Físicas
60
Adaptadas
LIBRAS
60
Estágio Supervisionado I, II, III, IV
400
Eletivas
120
Outras
TCC
40
atividades
Estudos Complementares
200
acadêmicoAprofundamento e
científicoEstudos Independentes
culturais
(200hs)

6.2 - Disciplinas Eletivas
Para integralização da carga horária total do currículo o aluno deve cumprir
uma carga horária mínima de 120hs em disciplinas eletivas que se propõem a
aprofundar os conhecimentos específicos para a atuação profissional em
educação básica. Este aprofundamento deve estabelecer condições para:
• Inserção do aluno no contexto dos espaços educativos;
• Investigação sobre o ensino e a aprendizagem do conteúdo específico da
Educação Física curricular na educação básica;
• Reflexão crítica sobre o fazer pedagógico;
• Intervenção nas instituições educacionais escolares por meio de projetos
específicos;
As disciplinas eletivas ofertadas pelo Curso de Licenciatura em Educação
Física da UFAL formam dois núcleos de complementação/aprofundamento de
práticas pedagógicas, à saber: 1) formação profissional para o magistério no
ensino fundamental, e 2) formação profissional para o magistério no ensino médio.
O conjunto de disciplinas que compõem o aprofundamento de conhecimentos
do Curso de Licenciatura em Educação Física pode ser ampliado por novas
demandas, tendo as propostas que serem encaminhadas ao colegiado para sua
aprovação, levando-se em conta o perfil do egresso proposto no Projeto
Pedagógico do Curso.
CÓDIGO
EDFL019

EDFL013

DISCIPLINAS ELETIVAS
Temas Atuais em Educação Física, Esporte e Lazer
História da Educação Física e Esportes
Tópicos Especiais no Ensino da Capoeira
Tópicos Especiais em Natação
Tópicos Especiais em Atletismo
Tópicos Especiais em Handebol
Tópicos Especiais em Basquetebol
Tópicos Especiais em Voleibol
Tópicos Especiais em Futebol
Metodologia do Treinamento Físico
Análise Epistemológica da Educação Física
Educação Física
Fundamentos da Sexualidade Humana
Danças Folclóricas
Tópicos Especiais em Jogos e brincadeiras
Expressão Corporal
Ludicidade
Desenvolvimento Neuro-Motor e Distúrbios de
Aprendizagem
Fisiologia do exercício
Atividades Físico-Esportivas, Nutrição e Metabolismo
Tópicos Especiais em Lutas
Tópicos Especiais em Ginástica
Tópicos Avançados em Atividade Física Adaptada
Atividades Físicas para Populações Especiais
Organização de eventos Lúdico-esportivos na Escola
Cultura e Educação Indígena

NÚCLEOS
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
1e2
1e2
1
1
1
1
1
1

CH
40
40
40
40
40
40
40
40
40
80
40
40
40
40
40
40
40
40

1e2
1e2
2
1e2
1e2
1e2
1e2
1e2

80
40
40
40
40
40
40
40

Cultura Popular

1e2

40

DISTRIBUIÇÃO DA CARHA HORÁRIA DO CURSO
Disciplinas Obrigatórias
Aprofundamento de estudos
Trabalho de Conclusão de Curso
Disciplinas eletivas
Complementação de Estudos
Total C/h para Integralização Curricular Obrigatória

2.840
360
40
120
200
3.200h

VII - FLUXOGRAMA DAS DISCIPLINAS
7.1 - DISTRIBUIÇÃO DAS DISCIPLINAS POR SEMESTRE LETIVO
HABILITAÇÃO: LICENCIATURA-DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO BÁSICA

Código
EDFL 001
EDFL 002
EDFL 003
EDFL 004
EDFL 005
EDFL 006

Código
EDFL 007
EDFL011
EDFL009
EDFL 010
EDFL 008
EDFL 012

1º Semestre
Habilitação: Licenciatura -Docência na Educação Básica
Disciplina
Ch. Semanal Ch. Teórica Ch. Prática Ch. Total
Organização do Trabalho Acadêmico
04h
60h
60h
---Profissão Docente
04h
60h
60h
---Projetos Integradores I
----40h
40h
Fundamentos histórico-Filosóficos da Educação
04h
80h
---80h
Física
Anatomia Humana aplicada à Educação Física
04h
40h
40h
80h
Técnicas de Informática e de Comunicação na
04h
40h
40h
80h
Educação
Total
400
2º Semestre
Habilitação: Licenciatura-Docência na Educação Básica
Disciplina
Ch. Semanal Ch. Teórica Ch. Prática Ch. Total
Política e Organização da Educação Básica no
04h
80h
80h
---Brasil
Crescimento e Desenvolvimento Humano
04h
60h
20h
80h
Bases Sociológicas Aplicadas à Educação
03h
60h
--60h
Física
Bases da Fisiologia Humana
04h
60h
20H
80h
Projetos Integradores II
----40h
40h
Socorros de Urgência
02h
20h
20h
40h
Total
380

3º Semestre
Habilitação: Licenciatura - Docência na Educação Básica
Código
Disciplina
Ch. Semanal Ch. Teórica Ch. Prática Ch. Total
Desenvolvimento
e
Aprendizagem
04h
60h
20h
80h
EDFL014
Projetos
Integradores
III
----40h
40h
EDFL020
04h
60h
20h
80h
EDFL015 Cinesiologia Humana

EDFL016
EDFL017
EDFL018

Metodologia do Ensino dos Jogos e
Brincadeiras na Educação Física
Metodologia do Ensino da Dança na Educação
Física
Psicomotricidade
Total

04h

40h

40h

80h

03h

30h

30h

60h

02h

20h

20h

40h
380

4º Semestre
Habilitação: Licenciatura - Docência na Educação Básica
Código
Disciplina
Ch. Sema-nal Ch. Teórica Ch. Prática Ch. Total
04h
40h
40h
80h
EDFL024 Planejamento, Currículo e Avaliação da
Aprendizagem em Educação Física
02h
20h
20h
40h
EDFL021 Educação Física e Promoção de Saúde
EDFL022

Metodologia de Ensino da Ginástica Geral

03h

20h

40h

60h

EDFL023

Metodologia de Ensino do Desporto Coletivo I

08h

80h

80h

160

EDFL025

Proj. Integrador IV

02h

---

40h

40h

Total

380

5º Semestre
Habilitação: Licenciatura -Docência na Educação Básica
Código
Disciplina
Ch. Semanal Ch. Teórica Ch. Prática Ch. Total
Estágio Supervisionado I
05h
20h
80h
100h
EDF
Projetos Pedagógicos, Organização e Gestão
04h
80h
---80h
EDF
do Trabalho Escolar em Educação Física
Projetos Integradores V
----40hs
40hs
EDF
Metodologia do Ensino dos Esportes Coletivos
08h
80h
80h
160h
EDF
II
Metodologia do Ensino das Atividades Físicas
03h
40h
20H
60h
EDF
Adaptadas
Total
440
6º Semestre
Habilitação: Licenciatura - Docência na Educação Básica
Código
Disciplina
Ch. Semanal Ch. Teórica Ch. Prática Ch. Total
Estágio Supervisionado II
05h
20h
80h
100h
EDF
Projetos Integradores VI
----40h
40h
EDF
Pesquisa Educacional
03h
40h
20h
60h
EDF
EDF
EDF

Metodologia
do
Ensino
dos
Esportes
Individuais I
Testes, Medidas e Avaliação em Educação
Física
Total

08h

80h

80h

160h

02h

20h

20h

40h
400

7º Semestre
Habilitação: Licenciatura - Docência na Educação Básica
Código
Disciplina
Ch. Semanal Ch. Teórica Ch. Prática Ch. Total
Estágio Supervisionado III
05h
20
80h
100h
EDF
08h
80h
80h
160h
Metodologia do Ensino dos Esportes Individuais
EDF
II

EDF
EDF
EDF

Projeto Integrador VII (Seminário de Projetos de
Pesquisa)
Libras
Eletiva
Total

02h

---

40h

40h

03h
02h

------

60h
----

60h
40h
400

8º Semestre
Habilitação: Licenciatura - Docência na Educação Básica
Código
Disciplina
Ch. Semanal Ch. Teórica Ch. Prática Ch. Total
Estágio Supervisionado IV
05h
20
80h
100h
EDF
Eletiva
02h
------40h
EDF
TCC
--------------Eletiva
02h
------40h
EDF
Total
180h

VIII - Estágio Supervisionado em Educação Física
Será obrigatório o estágio curricular supervisionado. Para o Curso de
Licenciatura em Educação Física, Graduação Plena, a carga horária mínima é de
400 horas e deve favorecer a inserção do aluno no contexto profissional e estar
distribuído ao longo do curso conforme resolução 01/99 CES/CNE e Parecer
27/2001 CNE/CP.
8.1 - A Organização do Estágio Supervisionado
O Estágio Supervisionado no Curso de Educação Física da UFAL segue a
normatização dada pelo Centro de Educação-CEDU e o Colegiado do Curso de
Licenciatura em Educação Física que estabeleceu as seguintes normas para seu
funcionamento:
1 – O estágio supervisionado no Curso de Educação Física corresponde ao
estágio curricular obrigatório que o aluno deve cumprir ao longo dos 04 (quatro)
últimos semestres letivos para a sua integralização curricular;
2 – O estágio supervisionado deve ser coordenado pelo professor coordenador da
disciplina e executado por um grupo de professores representantes dos núcleos de
aprofundamento existentes no currículo, a saber: 1) educação infantil/ensino
fundamental e, 2) ensino médio;
3 – Os campos de estágios devem garantir o diagnóstico da realidade escolar e a
aplicação de conhecimentos na área escolar prevista no Perfil Profissional do
Projeto do Curso.
4 - A carga horária do estágio curricular, dividida entre os diferentes níveis da
educação escolar, prevista no Projeto Pedagógico do Curso em 04 (quatro)
diferentes momentos de vivência docente, deverá ter como campo preferencial de
estágio a escola pública alagoana, previsto em documento do Fórum das
Licenciaturas (UFAL, 1990)

5 – Para a aprovação no Estágio Supervisionado o aluno deverá obter 75% de
presença às atividades desenvolvidas na disciplina, que inclui visitas para
diagnóstico das instituições, a elaboração do plano de trabalho, sua execução em
docência compartilhada e sua avaliação com a entrega de relatórios, sob a
orientação dos professores responsáveis da disciplina que acompanhará os alunos
no campo de estágio.

IX – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC
9.1 – A organização do Trabalho de Conclusão de Curso

O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC consiste em uma atividade
acadêmica obrigatória a integralização curricular podendo ser apresentada ao
colegiado do curso sob a forma de monografia, artigo cientifico com publicação em
revista ou livro, ou ainda pesquisa concluída apresentada em congresso regional,
nacional ou internacional da categoria. Qualquer uma das formas de apresentação
da produção científica do aluno deverá obrigatoriamente abranger uma das áreas
temáticas abordadas na graduação, envolvendo preferencialmente uma ou mais
disciplinas do curso.
Através do trabalho de Conclusão de Curso – TCC o aluno deverá
demonstrar
conhecimento
compatível
com
a
habilitação
adquirida,
aprofundamento temático e conhecimento da bibliografia especializada, bem
como, aprimorada capacidade de interpretação, visão crítica e aplicação da ciência
enfocada sendo capaz de fazer a interlocução com as áreas afins. Não será aceito
como TCC a pesquisa bibliográfica, este deve se constituir como uma pesquisa de
campo e/ou experimental, individual e orientada prioritariamente por um docente
da Universidade Federal de Alagoas - UFAL, devendo ser avaliada pelo comitê de
ética da UFAL, conforme a sua natureza e apresentada a uma comissão
designada pelo colegiado para a sua avaliação.
Poderão ser orientadores de TCC, os docentes da UFAL ou externos a ela
obedecendo aos critérios pré-estabelecidos na regulamentação do TCC aprovada
pelo Colegiado.
O cumprimento desta atividade deverá ser realizado de acordo com os
seguintes procedimentos:
A Escolha do professor orientador; confirmação da orientação através da
entrega do termo de compromisso de orientação (assinado pelo professor
orientador); elaboração do calendário e horário a ser cumprido pelo orientando
conforme cronograma publicado pelo Colegiado do Curso; Elaboração e
apresentação do anteprojeto de pesquisa ao professor da disciplina; entrega da
ficha de acompanhamento do orientador; Qualificação do trabalho; Defesa pública
da monografia; publicação ou apresentação em encontro científico da área.
X – ATIVIDADES COMPLEMENTARES

10.1 - O Estágio Curricular não Obrigatório (formação em serviço)
O estágio curricular não obrigatório corresponde, no Curso de Licenciatura
em Educação Física da Ufal, a uma das possibilidades de formação na parte
flexível do currículo, estabelecida pelo CEPE (Resolução 022/90) como atividades
do grupo II e segue a legislação nacional própria .
O aluno estará apto a desenvolver este estágio a partir do 5º período
(Resolução 041/97, 27/2000 e 32/2000 do CEPE), ou a critério do Colegiado, nos
casos em que, o aluno do fluxo individual, já tenha cursado as disciplinas de
aplicação necessárias ao domínio das competências requeridas no campo do
estágio. Esta autorização só deve ser realizada após análise do currículo do aluno,
observando os critérios estabelecidos nas resoluções acima citadas e o
cumprimento das disciplinas necessárias ao estágio.
O Colegiado do Curso, através da sua coordenação de estágio, deverá abrir
o processo de seleção dos candidatos, selecionar e acompanhar o estágio dos
alunos através de visitas às instituições credenciadas e dos relatórios
encaminhados por esta. Após a análise deste relatório o Colegiado realizará o
aproveitamento da carga horária do estágio para a parte flexível do currículo do
aluno, segundo os critérios estabelecidos em resolução para este fim (Resolução
01/93-CCEF/UFAL).

XI - EMENTAS E RESPECTIVAS BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS
11.1. CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA, GRADUAÇÃO
PLENA

º

1 período
Disciplina: Organização do Trabalho Acadêmico
Carga Horária: 60 horas
Ementa: A pesquisa como ensino. Procedimentos de Estudo na Universidade. A documentação
como método de uso pessoal. Leitura, análise e interpretação de textos. Uso de Biblioteca e o
acesso à informação. Pesquisa bibliográfica e procedimentos característicos dos trabalhos
acadêmicos.

Bibliografia Básica:
BASTOS, Lília da Rocha et alli. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses,
dissertações e monografias. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995.
CALAZANS, Julieta (org.). Iniciação científica: construindo o pensamento crítico. São Paulo: Cortez,
1999.
CARVALHO, Maria Cecília M. de (org.). Construindo o saber: metodologia científica, fundamentos e
técnicas. 10ª Edição. Campinas/SP: Papirus, 1999.
COSTA, Ana Rita F. et alli. Orientações metodológicas para produção de trabalhos acadêmicos. 4ª
Edição. Maceió: EDUFAL, 2000.
FLEGNER, Attila & DIAS, João C. Pesquisa e metodologia: manual completo de pesquisa e redação.
Rio de janeiro: s.e., 1995 .
MAYS, C. P. N. Pesquisa qualitativa na atenção à saúde. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.
SANTOS, Izequias E. dos. Textos selecionados de métodos e técnicas da pesquisa científica. 2ª
Edição. Rio de Janeiro: IMPETUS, 2000.

Disciplina: Projetos Integradores I
Carga Horária: 40 horas
Ementa: Elemento integrador das disciplinas ofertadas para o primeiro semestre letivo estruturado a
partir de atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade da Licenciatura em
Educação Física. (Enfoque: leitura da realidade do campo profissional)
Bibliografia Básica:
A bibliografia será definida de acordo com os temas e questões propostos.
Disciplina: Profissão Docente
Carga Horária: 60 horas
Ementa: A constituição histórica do trabalho docente. A natureza do trabalho docente. Trabalho
docente e questões de gênero. A autonomia do trabalho docente. A proletarização do trabalho
docente. Papel do Estado e a profissão docente. A formação e a ação política do docente no Brasil.
A escola como locus do trabalho docente. Profissão docente e legislação.
Bibliografia Básica:
CHARLOT, B. Formação dos professores e relação com o saber. Porto Alegre: ARTMED, 2005.
COSTA, M. V. Trabalho docente e profissionalismo. Porto alegre: Sulina, 1996.
ESTRELA, M. T. (Org.) Viver e construir a profissão docente. Porto, Portugal: Porto, 1997.
LESSARD, C. e TARDIF, M. O trabalho docente. SP: Vozes, 2005.
NÓVOA, António (Org.) Vidas de professores. Porto, Portugal: Porto, 1992.

Disciplina: Bases Histórico-filosóficas Aplicadas à Educação Física
Carga Horária: 80 horas
Ementa: Estudo das principais teorias da Educação Física, sua filiação epistemológica e suas
implicações para a prática pedagógica. Estudo da evolução histórica da Educação Física e da
formação da consciência corporal do homem, focalizando os valores sócio-ético-políticos e culturais
do corpo que permaneceram e prevaleceram na sociedade contemporânea.

Bibliografia Básica:
GADOTTI, Moacir. História das idéias pedagógicas.6ª ed. São Paulo: Ática, 1998.
HABERMAS, J. O discurso filosófico da modernidade. Lisboa: D. Quixote, 1970.
MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da percepção. São Paulo: Martins e Fontes, 1994.
OZMON, H. A. & CRAVER, S. M. Fundamentos filosóficos da educação. 6ª ed. Porto Alegre: Artmed,
2004.
GOELLNER, Silvana Vilodre (org). Inezil Penna Marinho: coletânea de textos. Porto Alegre:
Universidade do Rio Grande do Sul, Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte, 2005.
FARIA JUNIOR, Alfredo Gomes et all (org). Uma introdução à Educação Física. Niterói, Rio de
Janeiro: Corpus, 1999.
SOARES, Carmem L. Raízes européias e Brasil. Campinas. SP: Autores Associados. 1994
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
APLLE, M. (1989). Educação e poder. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989.
BERCITO, Sonia de Deus. Ser forte para fazer a nação forte: a educação física no Brasil (19321945). São Paulo, 1991. 244 p. (Dissertação de Mestrado-USP).
CASTELLANI FILHO, Lino. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. Campinas, SP:
Papirus, 1988. 225 p.
CAVALCANTI, Verter Paes. História e historiografia: a produção da educação física brasileira na
década de 80. in: ENCONTRO DE HISTÓRIA DO ESPORTE, LAZER E EDUCAÇÃO FÍSICA, 5,
1997. Maceió: UFAL/ETFAL, 1997. p. 284-293.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir. 14ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1987.
Disciplina: Bases da Anatomia Humana
Carga Horária: 80 horas
Ementa: Nomenclatura anatômica e sua identificação: músculos, ossos, articulações, sistemas e
órgãos; Estudo descritivo dos sistemas orgânicos: ênfase especial no aparelho locomotor e nos
sistemas circulatório, respiratório, endócrino, digestivo e nervoso.
Bibliografia Básica:
D’ANGELO, J.G. & Fattini, C.A. Anatomia básica dos sistemas orgânicos. São Paulo: Atheneu, 2000.
BLANDINE ET Alli. Anatomia para o movimento. Vol I e II. São Paulo: Manole, 1998.
FERNER ET Alli. Atlas de anatomia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.
MOORE, Keith. Anatomia aplicada. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.
PALASTANGA, NIGEL; FIELD, DEREK; SOAMES, ROGER. Anatomia e movimento humano:
estrutura e função. São Paulo: Manole, 2000.
Disciplina: Técnicas de Informática e de Comunicação na educação
Carga Horária: 80 horas
Ementa: Introdução ao uso do microcomputador: conceitos básicos (computador e informática);
Hardware: definição e partes do computador; Software: definição, sistema operacional; Internet:
definição, história, conceitos iniciais, ferramentas (e-mail ), uso da internet para o estudante de
graduação(sites importantes, tais como o do cnpq, do mec, dentre outros), busca na internet,
ferramentas que podem auxiliar na educação (fórum, chats, grupos de discussão); Editores de
textos.
Bibliografia Básica:
AZEVEDO, L. Informática para Concursos.Vest-Com, 2002.
FERNANDES, N. L.. Professores e computadores: Navegar é preciso. Mediação, 2004.
PETITTO, S. Projetos de trabalhos em informática: Desenvolvendo competências. São Paulo:
Papirus, 2003.
HAHN, Harley & STOUT, Rick. Dominando a Internet. São Paulo: Makron Books, 1995.

º

2 período
Disciplina: Política e Organização da Educação Básica no Brasil
Carga Horária: 80horas
Ementa: A Educação escolar brasileira no contexto das transformações da sociedade
contemporânea. Análise histórico-crítica das políticas educacionais, das reformas de ensino e dos
planos e diretrizes para a educação escolar brasileira. Estudo da estrutura e da organização do
sistema de ensino brasileiro em seus aspectos legais, organizacionais, pedagógicos, curriculares,
administrativos e financeiros, considerando, sobretudo a LDB (Lei 9.394/96) e a legislação
complementar pertinente.
Bibliografia Básica:
AGUIAR, M. Â. A formação do profissional da educação no contexto da reforma educacional
brasileira. In: FERREIRA, Naura Syria Carapeto(org.). Supervisão educacional para uma escola de
qualidade. 2ª ed. – são Paulo: Cortez, 2000.
BRASIL. Lei de diretrizes e bases da educação nacional: (Lei 9.394/96) / apresentação Carlos
Roberto Jamil Cury. 4ª ed.- Rio de Janeiro: DP & A, 2001.
BRASIL. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Brasília. Presidência da República.2003.
BRASIL. Plano Nacional de Educação. Brasília. Senado Federal, UNESCO, 2001.
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica. Brasília. Conselho Nacional de
Educação.2001.
Bibliografia complementar:
BRZEZINSKI, I. (Org.) LDB interpretada:diversos olhares se entrecruzam. São Paulo:Cortez, 2000.
FÁVERO, O. (Org.) A educação nas constituintes brasileiras (1823-1988). 2ª ed. Campinas, SP:
autores Associados, 2001.
LIBÂNEO, J. C. OLIVEIRA, J. F. de; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação Escolar: políticas, estrutura e
organização. 2º ed., São Paulo: Cortez, 2005.
VERÇOSA, E. de G. (org.).Caminhos da Educação da Colônia aos Tempos Atuais. Maceió/São
Paulo, Catavento: 2001.
Disciplina: Projetos Integradores II
Carga Horária: 40horas
Ementa: Elemento integrador das disciplinas ofertadas para o segundo semestre letivo estruturado a
partir de atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade da Educação Física.
(Enfoque: leitura sociológica das diferentes abordagens da Educação Física na sociedade)
Bibliografia Básica:
A bibliografia será definida de acordo com os temas e questões propostos.

Disciplina: Bases Sociológicas Aplicadas à Educação Física
Carga Horária: 60horas

Ementa:
Análise da estrutura social: reprodução social e transmissão de conhecimento; O impacto das
revoluções tecnológicas nos processos civilizatórios: o papel da escola e da Educação Física
escolar. A relação da escola com a sociedade e com o Estado. O corpo na sociedade moderna: O
fenômeno das atividades corporais na modernidade.
Bibliografia Básica:
ARON, R. As etapas do pensamento sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 1995.
DEMO, P. Educação e desenvolvimento. Campinas/SP: 1999.
DURKHEIM, E. Educação e sociologia. Lisboa/Portugal: edições 70, s/d.
GIROUX, H. A. Os professores como intelectuais: rumo a uma pedagogia crítica da aprendizagem.
Trad. Daniel Bueno. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
GUARESCHI, P. A. Sociologia da prática social. 3ª ed. Petrópolis/RJ, 2003.
BRUHNS, H.T. Conversando sobre o corpo. Campinas: Papirus, 1995.
BETTI, Mauro. Educação Física e sociedade. São Paulo: Editora Movimento, 1991.
182 p.
SILVA, S.A. & SILVA, I. Valores em educação: o problema da compreensão e da operacionalização
dos valores na prática educativa. 4ª ed. Petrópolis/RJ, 1998.
Disciplina: Bases da Fisiologia Humana
Carga Horária: 80horas
Ementa: Estudo da unidade e do sistema neuromuscular; do sistema nervoso central; do sistema
cárdio-circulatório; dos líquidos corporais e a função dos rins do sistema respiratório; do sistema
digestivo e metabólico; da temperatura corporal e dos fenômenos e modificações fisiológicas que
ocorrem no organismo causadas pela atividade física.
Bibliografia Básica:
AIRES, M. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
ASTRAND, P.O.; Rodahl, K. Tratado de fisiologia do exercício. São Paulo: Interamericana, 1980.
GUYTON A. C. Fisiologia humana. Rio de Janeiro: Interamericana 1992;
SCHAUF, CL et alli. Fisiologia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993.
SINGI G. Fisiologia Dinâmica. São Paulo: Editora Atheneu, 2001;

Disciplina: Crescimento e Desenvolvimento Humano
Carga Horária: 80horas
Ementa: Estudo do desenvolvimento humano: princípios e conceitos, mecanismos e variáveis
influentes. Diferentes perspectivas teóricas para a compreensão do crescimento e desenvolvimento
humano. A relação do exercício com o crescimento e o desenvolvimento humano. Atividades físicas
apropriadas para cada faixa etária, em função das diversas características peculiares do ser
humano.

Bibliografia Básica:
ARANTAGY, L. R.; Toledo Filho, Silvio de A. Fundamentos biológicos da educação. São Paulo:
Manole, 1985.
ECKERT, H. M. Desenvolvimento motor. São Paulo:Manole, 1993.
Guedes & Guedes. Crescimento, composição corporal e desempenho motor de crianças e
adolescentes. São Paulo: Clr Balieiro, 1997.
LA TAILLE, YVES DE. PIAGET, VYGOTSKY, WALLON. Teorias psicogenéticas em discussão. São
Paulo: Summus, 1992.
MATSUDO, V.K.R. Testes em ciência do esporte. 5. ed. São Paulo: Gráficos Burti, 1995.
MUSSEN, P. H. et al. Desenvolvimento e personalidade da criança. São Paulo: HARBRA, 1995.
JOBIM E SOUZA, Solange. Re-significando a psicologia do desenvolvimento: uma contribuição
à pesquisa da infância. In: KRAMER, Sônia; LEITE, Maria Isabel (Org). Infância: fios e desafios
da pesquisa. Campinas, SP: Papirus, 1998.
Disciplina: Socorros Urgentes
Carga Horária: 40horas
Ementa: Reconhecimento da situação de emergência, prioridades e condutas a serem tomadas.
Prevenção de acidentes. Primeiros socorros em lesões mais freqüentes e naquelas relacionadas às
práticas de atividades físicas. Atuação do Professor de Educação Física como educador na prática
de primeiro socorrista.
Bibliografia Básica:
GOMES, A. M. Emergência. São Paulo/USP; EPU, 1994.
MISSIANO, F. Guia para situações de emergência. São Paulo: Cultrix, 1997.
SANTOS, R. R. & CANETTI, M. D. Manual de socorros de emergência. Rio de Janeiro: Atheneu,
1999.
NOVAES, J. da S; NOVAES, G. da S. Manual de primeiros socorros para Educação Física. Rio de
Janeiro: Editora Sprint, 1994.
VIANA, M. S. O. Socorros de emergência: guia básico. Rio de Janeiro: Atheneu, 1999.

3º período
Disciplina: Desenvolvimento e Aprendizagem
Carga Horária: 80hs

Ementa: Estudo dos processos psicológicos do desenvolvimento humano e da aprendizagem na
adolescência e na fase adulta, relacionando-os com as diversas concepções de homem e de mundo,
identificando a influência das diferentes teorias psicológicas na educação, numa perspectiva
histórica. Relação entre situações concretas do cotidiano do adolescente e do adulto com as
concepções teóricas de aprendizagem estudadas, considerando os fundamentos psicológicos do
desenvolvimento nos aspectos biológico, cognitivo, afetivo e social na adolescência e na fase adulta
através das principais teorias da Psicologia do Desenvolvimento.

Bibliografia Básica:
ABERASTURY, A. e KNOBEL, M. Adolescência Normal. Porto Alegre: Editora Artes Médicas,1981.
BECKER, Fernando. Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos. Educação e Realidade.
Porto Alegre, 19 (1): 89-96, jan./jun. 1993.
BEE, Helen. A Criança em Desenvolvimento. São Paulo: Harbra, 1988.
BIAGGIO, Ângela M. Brasil. Psicologia do Desenvolvimento. Petrópolis: Vozes, 1988.
CAPRA, Fritjof., O Ponto de Mutação. São Paulo: Editora Cultrix, 1982
CASTRO, Amélia Domingues de. Piaget e a Didática: ensaios. São Paulo, Saraiva,
ERIKSON, Erik H. Infância e Sociedade. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1976.
FERREIRA, M. G. Psicologia Educacional: Análise Crítica. São Paulo, 1987.
GALLANTIN, Judith - Adolescência e Individualidade - São Paulo: Harbra, 1978.
GOULART, Irís Barbosa - Psicologia da Educação: Fundamentos Teóricos e aplicações à Prática
Pedagógica - Petrópolis: Vozes, 1987.
HENRIQUES, Maria Helena et alii - Adolescentes de Hoje, Pais do Amanhã: Brasil - HURLOCK, E.
B. - Desenvolvimento do Adolescente - São Paulo: McGraw-Hill, 1979.
INHELDER, B. e PIAGET, J. Da Lógica da Criança à Lógica do Adolescente: Ensaio sobre a
Construção das Estruturas Operatórias Formais. São Paulo: Livraria Pioneira Editores, 1976.
KAPLAN, Helen Singer - Enciclopédia Básica de Educação Sexual - Rio de Janeiro: Record, 1979.
KLEIN, Melanie - Psicanálise da Criança - São Paulo: Editora Mestre Jou, 1975.
LIBÂNEO, J. C. - Psicologia Social: O Homem em Movimento - São Paulo: Brasiliense, 1984.
Disciplina: Cinesiologia Humana
Carga Horária: 80hs

Ementa. Estudo dos diversos movimentos do corpo humano com ênfase na estrutura e
funções das articulações e grupos musculares.Estudo do movimento humano, numa
perspectiva teórica prática, da ludomotricidade, ergomotricidade e exercícios atléticos
desportivos.
Bibliografia Básica:
LEHMKUHL, L. Don; SMITH, Laura K. Cinesiologia clínica. São Paulo: SP. Editora Manole,
1989.466 p.
THOMPSON, W. Clen; FLOYD, R. T. Manual de cinesiologia Estrutural. São Paulo: SP.
Editora Manole, 1977. 232 p.
McARDLE, Willian D; KATCH, Frank I; KATCH, Victor L. Fisiologia do Exercício – Energia,
Nutrição e Desempenho Humano. Rio de Janeiro: RJ. Ed. Guanabara, 1998.
POWERS, SK; HOWLEY, ET. Fisiologia do Exercício. Teoria e Aplicação ao
Condicionamento e Desempenho. Rio de janeiro: MANOLE, 1996.
GARRETT, W; KIRKENDALL, D.T. A Ciência do Exercício e dos Esportes. Porto Alegre:
Artmed, 2003.
Disciplina: Projetos Integradores III
Carga Horária: 40horas
Ementa: Análise e aplicação das teorias mais relevantes da aprendizagem e controle motor;

conceitos e aplicações. O movimento humano e suas relações com a educação motora;
Análise dos aspectos biomecânicos do movimento em sua aplicação para diferentes faixas
etárias.

Bibliografia Básica:
MAGILL, R. Aprendizagem motora: conceitos e aplicações. São Paulo: Ed. Bllucher, 1984.
SCHMIDT, R. Aprendizagem e performance motora: dos princípios à prática. São Paulo: Movimento,
1993.
SCHMIDT, R. & WRISBERG, C. A. Aprendizagem e perfomance motora: uma abordagem
baseada no problema. 2ª ed. Porto Alegre. Artmed, 2001.
PETERSEN, et all. A contribuição das pesquisas em aprendizagemj motora para o ensino da
Educação Física. In: As ciências do desporto e a prática desportiva. Porto: Universidade do Porto,
1991.
ENOKA, R. Bases neuromecânicas do movimento humano. 2 Ed. São Paulo: Manole, 2000.
KNUDSON, DV; MORRISON, CS. Análise qualitative do movimento. São Paulo: Manole, 2001.

Disciplina: Metodologias de Ensino nos Jogos e Brincadeiras na Educação Física
Carga Horária: 80horas
Ementa: Estrutura, natureza e significados do jogo: distinção e relações entre jogo e esporte. O jogo
no processo de formação do indivíduo. Classificações do jogo. O jogo e as brincadeiras como
procedimento de ensino e como conhecimento. O jogo do ponto de vista da antropologia e da
psicologia. O jogo na cultura indígena; Aspectos metodológicos do jogo e das brincadeiras na
Educação. Ensino e prática dos jogos e brincadeiras, considerando os princípios sócio-educativos
para diferentes populações (pessoas com necessidades especiais).
Bibliografia Básica:
BROUGÈRE. G. Brinquedo e cultura. São Paulo: Cortez, 1997.
BROUGÈRE. G. Jogo e educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
CHATEAU, J. O jogo e a criança. São Paulo: Summus, 1987.
FREIRE, J. B. Jogo: entre o riso e o choro. Campinas/SP: Autores Associados, 2002.
HUIZINGA, J. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. São Paulo: Perspectiva, 1980.
PIAGET, J. A formação do símbolo na criança. Rio de Janeiro: Pioneira, 1979.
ROSAMILHA, N. Psicologia do jogo e aprendizagem infantil. São Paulo: Pioneira, 1979.
KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo: Cortez, 1997.
LOPES, Maria da G. Jogos na educação: criar, fazer, jogar. São Paulo: Cortez, 1999.
KISHIMOTO, Tizuko M. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo: Cortez, 1996.

Disciplina: Metodologias de Ensino na Dança
Carga Horária: 60horas
Ementa: Dança como forma de manifestação cultural e linguagem corporal. Ritmos e as
possibilidades de movimentos utilizados pela cultura corporal e suas adaptações a população escolar
(diferentes grupos). Expressão corporal. Fundamentos básicos da dança: As manifestações
populares regionais (folguedos e danças folclóricas nordestinas) :Origens e características.

Bibliografia Básica:
ARTAXO, I. Monteiro, G. de A. Ritmo e Movimento. Guarulhos, SP.2003.
BARRETO, D. Dança: ensino, sentidos e possibilidades na escola. Campinas/SP: Autores
Associados, 2004.
CLARO, E. Método dança – educação física: uma reflexão sobre consciência corporal e profissional.
São Paulo: Robe Editorial, 1995.
DANTAS, M. Dança: o enigma do movimento. Porto Alegre: Editora Universidade/UFRGS, 1999.
GORGATTI, M. G.; COSTA, R. F. Atividade física adaptada. São Paulo: Manole, 2005.
MARQUES, I. A. Dançando na Escola. São Paulo : Cortez, 2003.
Disciplina: Psicomotricidade
Carga Horária: 40horas
Ementa: concepção histórica e conceitual das diferentes abordagens; características do
desenvolvimento infantil; os elementos psicomotores e a observação psicomotora; psicomotricidade
na Educação Física; técnicas e recursos da intervenção Psicomotora.
Bibliografia Básica:
COONOLLYU, K. Desenvolvimento motor: passado, presente e futuro. Revista Paulista de
Educação Física, supl. 3:6.15. 2000.
De MARCO, A. Pensando a educação motora. São Paulo: Papirus, 1995.
FONSECA, Vitor da. Manual de observação psicomotora: significação psiconeurológica dos
fatores psicomotores. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
LAPIERRE, A. & AUCOUTURIER, A. A simbologia do movimento: Psicomotricidade e
educação.Curitiba, PR:Filosofart Editora, 2004.
PIAGET, J. O nascimento da inteligência na criança. Rio de Janeiro, Zahar, 1978.
Le BOULCH, J. A educação pelo movimento: a psicocinética na idade escolar. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1983.
LOURENÇO, O. M. (1992). Psicologia do desenvolvimento moral. Coimbra, Almeidina.
ELKONIN, D. B. Psicologia do jogo. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

4º período
Disciplina: Planejamento, Currículo e Avaliação em Educação Física
Carga Horária: 80horas
Ementa:
Planejamento de Ensino. Objetivos e Conteúdos de Ensino. Métodos e Metodologias de ensino
aplicados à educação física. Concepções de currículo. Princípios curriculares e o trato do
conhecimento. Relações e distinções entre projeto pedagógico, currículo e programas de ensino.
Análise de propostas curriculares para o ensino da educação física na educação básica. Avaliação
do ensino-aprendizagem. Estilos de interação professor-aluno.

Bibliografia Básica:
BENTO, J. O. Planejamento e avaliação em educação física. Lisboa/Portugal: Livros Horizonte,
2003.
Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte (Org.). Educação física escolar frente à LDB e aos PCNs:
profissionais analisam renovações, modismos e interesses. Ijuí: Sedigraf, 1997.
MASETTO, Marcos T. Técnicas para o desenvolvimento da aprendizagem em aula. In: MASETTO,
M. T. Competência pedagógica do professor universitário. São Paulo: Summus, 2003. pp 85-139.
MOREIRA, A. F.B. & SILVA, Tomaz T. Território contestado: currículo e os novos mapas políticos e
culturais. Petrópolis: Vozes, 1995.
MOREIRA, A. F.B.; Silva, T. T. (Org). Currículo, cultura e sociedade. São Paulo: Cortez, 1995.
FREITAS, Luiz Carlos. Crítica da organização do trabalho pedagógico e da didática.
Campinas: Papirus, 1995.
LIMA, Adriana de O. Avaliação escolar: julgamento ou construção? Petrópolis, RJ: Vozes, 1994
Disciplina: Metodologias de Ensino na Ginástica Geral
Carga Horária: 60horas
Ementa: Objetivos e funções da ginástica. Mudanças e transformações históricas. Estudo das
correntes européias da ginástica que influenciaram a educação física brasileira: vivências das formas
básicas de sistematização da ginástica escolar: com aparelhos (GR) , em aparelhos (GO) e a
ginástica na perspectiva da saúde; experiências metodológicas e de prática de ensino.
Bibliografia Básica:
AYOUB, E. Ginástica geral e educação física escolar.Campinas/SP: Editora Unicamp, 2003.
SOARES, C. Educação física: raízes européias e Brasil. 3ª ed. Campinas/SP: Autores Associados,
2004.
FARIA JUNIOR, Alfredo Gomes et all (org). Uma introdução à Educação Física. Niterói, Rio de
Janeiro: Corpus, 1999.
FREIRE, J. Battista & SCAGLIA A. José . Educação como prática corporal. São Paulo: Scipione,
2003.

GORGATTI, M. G.; COSTA, R. F. Atividade física adaptada. São Paulo: Manole, 2005.
PICCOLO, V. L. N (org) Pedagogia dos esportes. Campinas, SP: Papirus, 1999

Disciplina: Metodologias de Ensino do Desporto Coletivo I
Carga Horária: 160 horas
Ementa: Abordagem teórico-prático dos procedimentos inerentes ao processo de ensinoaprendizagem-treinamento e organização de eventos aplicados à iniciação esportiva no basquetebol
e ao handebol

Bibliografia Básica:
ARNO E; SPATE D; SCHUBERT R; ROTH K. Manual de handebol - Treinamento de Base Para
Crianças e Adolescentes/ - tradução Pablo Juan Greco - São Paulo: Phorte Editora, 2002.
ASSIS, S. Reinventando o esporte: possibilidade da prática pedagógica. Campinas/SP: Autores
Associados, 2001.
DARIDO, S.; RANGEL, I. C. A. (org.) Educação física na escola: implicações para a prática
pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.

GORGATTI, M. G.; COSTA, R. F. Atividade física adaptada. São Paulo: Manole, 2005.
HEINZ A.:;LUDWIG, Rotherberg, Ensino dos jogos esportivos. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico,1974.

SOLER, R. Jogos cooperativos para a educação infantil. Rio de janeiro: Sprint, 2003.
STÖCKER, G. Basquetebol - sua prática na escola e no lazer. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,
1983
Disciplina: Educação Física e Promoção da Saúde
Carga Horária: 40 horas
Ementa: Estudo das diferentes dimensões da saúde e qualidade de vida e das investigações e
evidências, que relacionam a prática de atividade física a estes dois construtos, considerando
aspectos pessoais, ambientais, sociais, econômicos, entre outros.
Bibliografia Básica:
BARBANTI, Valdir José. Aptidão física: um convite a saúde. São Paulo: Manole, 1990.
GUYTON, Arthur C. Fisiologia humana e mecanismos de doenças. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1993.
LOVISOLO, Hugo. Atividade física, educação e saúde. Rio de Janeiro: Sprint, 2000.
MENESTRINA, E. Educação física e saúde. 3ª ed. (Revista e ampliada). Ijuí: Editora Inijuí, 2005
POLLOCK, Michael; WILMORE, Jack H. Exercícios na saúde e na doença – avaliação e prescrição
para prevenção e reabilitação. Rio de Janeiro: Medsi, 1993.
SHARKEY, Brian J. Condicionamento físico e saúde. Porto Alegre: Artmed, 1993.
Disciplina: Projetos Integradores IV
Carga Horária: 40horas
Ementa: Elemento integrador das disciplinas ofertadas para o segundo semestre letivo estruturado a
partir de atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade da Educação Física.
(Enfoque: leitura sociológica das diferentes abordagens da Educação Física na sociedade)
Bibliografia Básica:
A bibliografia será definida de acordo com os temas e questões propostos.

5º período
Disciplina: Projetos Pedagógicos, Organização e Gestão do Trabalho Escolar
Carga Horária: 80horas
Ementa: Planejamento e gestão do trabalho escolar: Noções básicas sobre planejamento e
avaliação no trabalho escolar.

Bibliografia Básica:
COLOMBO, S. S. e Col. Gestão educacional: uma nova visão. Porto Alegre: Artmed, 2004. GANDIN,
Danilo. Planejamento como prática educativa. 11ª ed. São Paulo: edições Loyola, 2000. LÜCK,
Heloísa. Metodologia de projetos. 2ª ed. Petrópolis/RJ: Editora Vozes, 2003.
OLIVEIRA, Djalma de P. R. Planejamento estratégico: conceitos, metodologias e práticas. 20ª ed.
São Paulo: Editora Atlas, 2004.
OLIVEIRA, M. A. M. (org.) Gestão educacional: novos olhares, novas abordagens. Petrópolis/RJ,
2005.
VEIGA, Ilma Passos (org). Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível.
Campinas- SP: Papirus, 1995.

Disciplina: Projetos Integradores V
Carga Horária: 40horas
Ementa: Elemento integrador das disciplinas ofertadas para o quinto semestre letivo estruturado a
partir de atividades interdisciplinares que ressaltem as adaptações da prescrição de atividades
físicas para diferentes grupos com necessidades especiais.
Bibliografia Básica:

GORGATTI, M. G.; COSTA, R. F. Atividade física adaptada. São Paulo: Manole, 2005.
E outras bibliografias definidas de acordo com os temas e questões propostos

Disciplina: Educação Física Adaptada
Carga Horária: 40horas
Ementa: Análise da realidade das pessoas portadoras de necessidades especiais: aspectos
históricos, legais, filosóficos e político-sociais. Principais tipos de deficiências e suas características:
física, auditiva, mental e visual. Programas e metodologias de ensino adaptados às atividades físicoesportivas para pessoas portadoras de necessidades especiais. Experiências de prática de ensino.
Bibliografia Básica:

HURTADO: J. G. G. M. Educação física pré-escolar e escolar. 5ª ed. Porto Alegre: Edita,
1996.
CASTRO, E.M. Atividade física adaptada. SP, Ribeirão Preto: Tecmedd, 2005.
GOMEDIO, M. Educação física para la integracion de niños con necesidades educativas
especiales: programa de actividadad física para niños de 6 a 12 años. Madrid: Gymnos,
2000.
GORGATTI, M. G.; COSTA, R. F. Atividade física adaptada. São Paulo: Manole, 2005.
SHERRIL, Claudine. Adapted Physical Activity, recreation and sport: crossdisciplinary and
th
lifespan. 5 ed. Boston: WCB/McGraw-Hill, 1998.

Disciplina: Metodologias de Ensino do Desporto Coletivo II
Carga Horária: 160 horas
Ementa: Abordagem teórico-prático dos procedimentos inerentes ao processo de ensinoaprendizagem-treinamento e organização de eventos aplicados à iniciação esportiva no Voleibol,
Futsal e Futebol.

Bibliografia Básica:
BARBANTI, V. J. Treinamento físico: bases científicas. São Paulo: Clr. Balieiro, 1988.
BOJIKIAN, João C. M. Ensinando Voleibol. Ed. 02, Guarulhos, SP; Phorte Editra Ltda., 2003
BIZZOCCHI, Cacá. O Voleibol de alto nivel: da Iniciação à Competição. São Paulo: Fazendo Arte,
2000.
DANTAS, E. H. Martins. A prática da preparação física. Rio de Janeiro: Shape, 1995.
DURRWACHTER, Gerhard. Voleibol - Treinar jogando. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1994
FREIRE, João B. Pedagogia do futebol. Londrina: NP Editora, 1998.

GORGATTI, M. G.; COSTA, R. F. Atividade física adaptada. São Paulo: Manole, 2005.
SOLER, R. Jogos cooperativos para a educação infantil. Rio de janeiro: Sprint, 2003.

Disciplina: Estágio supervisionado I
Carga Horária: 100horas
Ementa: Levantamento das formas de sistematização do ensino da educação física na escola, tendo
como referência o que propõem as Diretrizes Curriculares para os diferentes níveis de escolaridade.
Co-participação no ensino da educação física na educação infantil; Elaboração de relatório de
campo.
Bibliografia Básica:
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Introdução aos parâmetros curriculares nacionais.
Brasília: MEC/SEF, 1998.
BURIOLLA, M.A.F. Estágio supervisionado. São Paulo: Cortez, 1995.
Carvalho, A.M.D. (Org.). A formação do professor e a prática de ensino. São Paulo: Pioneira, 1988.
Conselho Nacional de Educação. Diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil – Parecer
CEB 22/98 e Resolução CEB 01/99. Brasília: CNE, 1999.
DARIDO, S. & RANGEL, I. C. A. (org.) Educação física na escola: implicações para a prática
pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
FREITAS, Luiz Carlos. Crítica da organização do trabalho pedagógico e da didática. Campinas:
Papirus, 1995.
PICONEZ, Stela C. Bertholo (Org.). A prática de ensino e o estágio supervisionado. Campinas:
Papirus, 1991.
ARRIBAS, T. L.. A educação física de 3 a 8 anos. 7ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2002.

6º período
Disciplina: Pesquisa Educacional
Carga Horária: 60horas
Ementa: Estudo dos processos de construção do conhecimento científico; terminologias e conceitos
básicos na pesquisa educacional; etapas do planejamento e execução da pesquisa educacional;
orientação das normas técnicas e metodológicas na elaboração da pesquisa científica.

Bibliografia Básica:
ANDRÉ, Marli Eliza D. A. Etnografia da prática escolar. Campinas: Papirus, 1995.
LUDKE, Menga. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.
SEVERINO, Antônio J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 1996.
Bibliografia Complementar:
COSTA, Sérgio Francisco. Introdução à estatística. São Paulo: Harbra, 1998.
ECO, Humberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1988.
GAMBOA, Silvio A. Sánchez. Epistemologia da pesquisa em educação.Universidade Estadual de
Campinas: UNICAMP - SP, (Doutorado) 1990.
RICHARDSON, R. Pesquisa social. São Paulo: Editora Atlas, 1999. 3ª ed.

Disciplina: Testes, Medidas e Avaliação em Educação Física
Carga Horária: 40 horas
EMENTA: Estudo dos conceitos, relações e distinções sobre medidas e avaliação das atividades
motoras; princípios, modalidades e funções da avaliação motora; estudo das técnicas e instrumentos
de medidas e avaliação das atividades motoras - critérios de seleção, testes para medida e
avaliação das capacidades físico-esportivas (testes biométricos, de proficiência motora e de
determinação indireta das capacidades físicas de base), interpretação dos dados e planejamento de
atividades físico-esportivas na escola.
Bibliografia:
CARNAVAL, P. E. Medidas e avaliação em ciência do esporte. Rio de Janeiro: Sprint, 1995.
FARINATTI, Paulo e MONTEIRO, Walace. Fisiologia e avaliação funcional. Rio de Janeiro: Sprint,
1999
KISS, M. A. P. D. M. Avaliação em educação física. São Paulo: Manole, 1983.

Disciplina: Metodologias de Ensino do Desporto Individual I
Carga Horária: 160 horas
Ementa: Estudo teórico-prático dos elementos constitutivos dos esportes aquáticos (natação, polo
aquático e nado sincronizado); aspectos históricos, provas e seus fundamentos técnicos e
normativos para sua aplicação na escola. Experiências metodológicas e de prática de ensino.
Bibliografia Básica:
GAROFF, R. C. G. O ensino da natação. São Paulo: Manole, 1990

GORGATTI, M. G.; COSTA, R. F. Atividade física adaptada. São Paulo: Manole, 2005.
PALMER, M. A. Ciência do ensino da natação. São Paulo: Manole, 1990
QUEIROZ, C. A. Recreação aquática. Rio de Janeiro: Sprint, 1998
SANTOS, C. A. Natação: ensino e aprendizagem. Rio de Janeiro: Sprint, 1996
Regras oficiais das modalidades esportivas. Rio de Janeiro: Sprint.
VELASCOS, C. G. Natação segundo a psicomotricidade. Rio de Janeiro, Sprint, 1994
Disciplina: Estágio Supervisionado II
Carga Horária: 100horas

Ementa: Participação no processo de planejamento, avaliação e operacionalização do ensino da
educação física em turmas do Ensino Fundamental – 1ª a 4ª série; Elaboração de relatório de
campo.
Bibliografia Básica:
BURIOLLA, M.A.F. Estágio supervisionado. São Paulo: Cortez, 1995.
Carvalho, A.M.D. (Org.). A formação do professor e a prática de ensino. São Paulo: Pioneira, 1988.
CHEN, Jie-Qi et alli. Utilizando as competências das crianças. Projeto Spectrum. Vol I. Porto Alegre:
Artmed, 2001.
DARIDO, S. & RANGEL, I. C. A. (org.) Educação física na escola: implicações para a prática
pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
FARIA JÚNIOR, A.G. et alli. A prática do ensino em educação física. Rio de Janeiro: Guanabara,
1987.
FREITAS, Luiz Carlos. Crítica da organização do trabalho pedagógico e da didática. Campinas:
Papirus, 1995.
PICONEZ, Stela C. Bertholo (Org.). A prática de ensino e o estágio supervisionado. Campinas:
Papirus, 1991.
SOLER, R. Jogos cooperativos para a educação infantil. Rio de janeiro: Sprint, 2003.

Disciplina: Projetos Integradores VI
Carga Horária: 40horas
Ementa: Elemento integrador das disciplinas ofertadas para o sexto semestre letivo estruturado a
partir de atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade da Educação Física.
(Enfoque: Análise e aplicação do desporto escolar a partir das teorias do treinamento desportivo)
Bibliografia Básica:
FOX, Edward L. & MATHEWS, Donald K. Bases fisiológicas da Educação Física e dos
desportos. Rio de Janeiro: Editora Interamericana, 1983.
E bibliografia definida a partir dos temas e questões propostos.

7º período
Disciplina: Teoria e Prática dos Esportes Individuais II
Carga Horária: 160 horas
Ementa: Estudo teórico-prático dos elementos constitutivos do Judô e Atletismo, aspectos
históricos, fundamentos, técnicas, táticas, normas para sua aplicação na escola. Experiências
metodológicas e de prática de ensino.

Bibliografia Básica:
BAPTISTA, C. E. dos S. Judô na escola e competição. Sprint, 1999.
BRUTCHER, A. Judô. Rio de janeiro: Sprint, 2003.
Confederação Brasileira de Atletismo: Regras oficiais de atletismo. 2004/2005. Rio de janeiro: Sprint,
2004.
Confederação Brasileira de Judô. Regras oficiais de judô. 2004/2005. Rio de janeiro: Sprint, 2003.
FRANCHINNI, E. Judô. São Paulo: Manole, 2001.
_____________. Judô: desempenho competitivo. São Paulo: Manole, 2004.
FERNANDES, J. L. Atletismo: lançamentos e arremessos. São Paulo: EPU, 2003.
_______________. Atletismo: saltos. São Paulo: EPU, 2001.
_______________. Atletismo: corridas. São Paulo: EPU, 2001.

GORGATTI, M. G.; COSTA, R. F. Atividade física adaptada. São Paulo: Manole, 2005.
MATHIESEN, S. Q. Atletismo se aprende na escola. São Paulo: EPU, 2005.
Disciplina: Projetos Integradores VII (Seminário de Projetos de Pesquisa)
Carga Horária: 40horas
Ementa:

Seminários com temáticas variadas que serão definidas em função das áreas de
conhecimento eleitas pela comunidade discente como objeto de estudo para a elaboração
do Trabalho de Conclusão de Curso. A intenção é dar um sentido dinâmico e atual aos
temas gerais ligados à Educação Física Escolar. O levantamento de interesses será a
partir de consulta direta juntos aos grupos interessados. Para cada tema oferecido será
desenvolvido estudo correlato em função da dinâmica do conhecimento científico nas
áreas de aprofundamento.
Bibliografia Básica:
A bibliografia será definida de acordo com os temas e questões propostos.

Disciplina: Libras
Carga Horária: 40horas

Ementa: Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), da sua estrutura gramatical, de
expressões manuais, gestuais e do seu papel para a comunidade surda.
.
Bibliografia:
FERREIRA BRITO, L. Por uma gramática das línguas de sinais. Rio de Janeiro, Tempo
Brasileiro, 1995.
GOES, M. C. R. Linguagem, surdez e educação. Campinas, Autores Associados, 1996.
QUADROS, R. M. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais. BRASÍLIA,
SEESP/MEC, 2004.
SACKS, O. Vendo vozes: uma jornada pelo mundo dos surdos. Rio de Janeiro, Imago,
1990.
Disciplina: Estágio Supervisionado III
Carga Horária: 100horas
Ementa: Participação no processo de planejamento, avaliação e operacionalização do ensino da
educação física numa turma do Ensino Fundamental – 5ª a 8ª série; Docência compartilhada;
Elaboração de relatório de campo.

Bibliografia Básica:
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Introdução aos parâmetros curriculares nacionais.
Brasília: MEC/SEF, 1998.
BURIOLLA, M.A.F. Estágio supervisionado. São Paulo: Cortez, 1995.
Carvalho, A.M.D. (Org.). A formação do professor e a prática de ensino. São Paulo: Pioneira, 1988.
CHEN, Jie-Qi et alli. Utilizando as competências das crianças. Projeto Spectrum. Vol I. Porto Alegre:
Artmed, 2001.
Conselho Nacional de Educação. Diretrizes curriculares nacionais para o ensino fundamental –
Parecer CEB 04/98 e Resolução CEB 02/98. Brasília: CNE, 1998.
DARIDO, S. & RANGEL, I. C. A. (org.) Educação física na escola: implicações para a prática
pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
FARIA JÚNIOR, A.G. et alli. A prática do ensino em educação física. Rio de Janeiro: Guanabara,
1987.
FREITAS, Luiz Carlos. Crítica da organização do trabalho pedagógico e da didática. Campinas:
Papirus, 1995.
HURTADO: J. G. G. M. Educação física pré-escolar e escolar. 5ª ed. Porto Alegre: Edita, 1996.
PICONEZ, Stela C. Bertholo (Org.). A prática de ensino e o estágio supervisionado. Campinas:
Papirus, 1991.

Disciplina: Projetos Integradores VII
Carga Horária: 40horas
Ementa: Elemento integrador das disciplinas ofertadas para o sétimo semestre letivo estruturado a
partir de atividades que integrem ensino-pesquisa-extensão com a especificidade da Educação
Física. (Enfoque na análise da produção científica da área, organização de eventos científicos,
contribuição nos projetos de extensão da UFAL-monitorias)
Bibliografia Básica:
A bibliografia será definida de acordo com os temas e questões propostos.

8º período
Disciplina: Estágio Supervisionado IV
Carga Horária: 100horas
Ementa: Participação no processo de planejamento, avaliação e operacionalização do ensino da
educação física no Ensino Médio (docência compartilhada); Elaboração de relatório de campo.

Bibliografia Básica:
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Introdução aos parâmetros curriculares nacionais.
Brasília: MEC/SEF, 1998.
BURIOLLA, M.A.F. Estágio supervisionado. São Paulo: Cortez, 1995.
Carvalho, A.M.D. (Org.). A formação do professor e a prática de ensino. São Paulo: Pioneira, 1988.
CHEN, Jie-Qi et alli. Utilizando as competências das crianças. Projeto Spectrum. Vol I. Porto Alegre:
Artmed, 2001.
Conselho Nacional de Educação. Diretrizes curriculares nacionais para o ensino médio – Parecer
CEB 15/98 e Resolução CEB 03/98. Brasília: CNE, 1999.
DARIDO, S. & RANGEL, I. C. A. (org.) Educação física na escola: implicações para a prática
pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
RAMOS, G. N. S. (org.) Estágios em educação física: experiências de ação e reflexão. São
Carlos/SP: EdUFSC, 2001.
FARIA JÚNIOR, A.G. et alli. A prática do ensino em educação física. Rio de Janeiro: Guanabara,
1987.
FREITAS, Luiz Carlos. Crítica da organização do trabalho pedagógico e da didática. Campinas:
Papirus, 1995.
HILDEBRANDT, H.. Textos pedagógicos sobre o ensino da educação física. Col. Educação Física.
2ª ed. Ijuí/RS: Editora Unijuí, 2004.
PICONEZ, S. C. B. (Org.). A prática de ensino e o estágio supervisionado. Campinas: Papirus, 1991.

•DISCIPLINAS ELETIVAS
Disciplina: História da Educação Física e Esportes
Carga Horária: 40horas
Ementa: Análise historiográfica do pensamento na Educação Física e nos esportes no Brasil. Estudo
da Educação Física e dos esportes face às políticas governamentais. Estudo da estruturação das
Instituições formadoras dos profissionais em Educação Física e esportes. Estudo da categoria
profissional, seu processo organizativo, suas entidades, suas formas de luta: análise e perspectiva.
Bibliografia Básica:
ELIAS, N. Dunning, Erick. Em busca da excitação. Lisboa: Difel, 1992.
Lovisolo, H. Educação física: a arte da mediação. Rio de Janeiro: Sprint, 1995.
Parlebas, P. Perspectivas para una educación física moderna. Andalucia: Unisport Andalucia, 1987.
Prost, A. & Vincent, G. História da vida privada. V. 5. São Paulo: Cia. das Letras, 1992.
Soares, C. L. Educação física – raízes européias e Brasil. São Paulo: Autores Associados, 1994.

Disciplina: Temas Atuais em Educação Física, Esporte e Lazer
Carga Horária: 40horas
Ementa:
Estes seminários destinam-se a criação do hábito sistemático de leitura especializada e debates por
parte dos graduandos. Os Seminários deverão privilegiar temas gerais sobre as questões
educacionais, do movimento da saúde, do esporte, do lazer, da estética e outros afins. A dinâmica
dos Seminários compreenderá as definições temáticas, recursos de levantamento bibliográfico
convencionais e informatizados, aplicação das técnicas de leitura documental e analítica,
desenvolvimento de painéis de debates e apresentação final de uma resenha crítica.

Bibliografia Básica:
A bibliografia será definida de acordo com os temas e questões propostos.

Disciplina: Organização de Eventos lúdico-esportivos na escola
Carga Horária: 40horas
Ementa: Planejamento de eventos esportivos e educacionais: conceitos, teorias clássicas e

princípios gerais. Modelos e tipos de eventos em educação física, esporte e lazer: tipos,
estrutura organizacional. Modelos e técnicas de organização de eventos físico-esportivos:
como criar, como planejar, como comercializar e como gerir (estudo de casos).
Bibliografia Básica:
CAPINUSSU, M. J. Competições esportivas: organizações e esquemas. São Paulo: Ibrasa, 1981.
CERTEAU, M. de. Cultura no plural. Campinas: Papirus, 1994.
KAST, F. & ROSENZWEYG, J. Organização e administração: um enfoque sistêmico. São Paulo:
Pioneira, s/d.
MELO NETO, F. P. Administração e marketing. Rio de Janeiro: Sprint, 1998.
REZENDE, J. R. Organização e administração no esporte. Rio de Janeiro: Sprint, 2000.

Disciplina: Expressão Corporal
Carga Horária: 40horas
Ementa: Desenvolvimento de vivências que promovam a educação das sensações, através de
exercícios de sensibilização, de compreensão e significação do desenho do corpo no espaço, para
expressão corporal, e as implicações anatomofisiológicas.
Bibliografia Básica:
BARRETO, D. Dança: ensino, sentidos e possibilidades na escola. Campinas,/SP: Autores
associados, 2004.
GARCIA, R. L. (org.) et alli. O corpo que fala dentro e fora da escola. Rio de janeiro: DP & A, 2002.
GONÇALVES, M. A. Sentir, pensar, agir: corporeidade e educação. 5ª ed. Campinas/SP: Papirus,
1994.
HASELBACH, B. Dança, improvisação e movimento. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1988.
RENAUD, C. P. Linguagem do silêncio: expressão corporal.São Paulo: Summus, 1990.
Disciplina: Ludicidade
Carga Horária: 40horas
EMENTA: Estudo do jogo como recurso pedagógico; das técnicas de aplicação e resgate histórico
dos jogos e brincadeiras populares regionais como elementos constituintes do conteúdo da
educação física na escola. Reações psicossociais do jogo – fundamentos e vivências: tensão,
excitação, solidariedade, moral.

Bibliografia Básica:
AFONSO, J. Aprendizagem por meio da ludicidade. Rio de janeiro: Sprint, 2005.
BRUHNS, H. T. O corpo e o lúdico. Campinas/SP: Autores Associados, 2002.
MARCELINO, N. C. Lúdico, educação e educação física. Inijuí: Ijuí, 2003.
PASSOS, N. C. et alli. Os jogos e o lúdico na aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2003.
Bibliografia complementar:
CHÂTEAU, Jean. O jogo e a criança. São Paulo: Summus, 1987.
BROUGÉRE, Gilles. Brinquedo e cultura. São Paulo: Cortez, 1997.
ROCHA, José Maria Tenório. Repensando o folclore nordestino: verificando a sua aplicabilidade na
sala de aula. Maceió, 1990 (mímeo).
Disciplina: Desenvolvimento Neuro-Motor e Distúrbios de Aprendizagem
Carga Horária: 40horas
Ementa: Estudo dos conceitos e aplicações das teorias psicogenéticas na educação de crianças e
adolescentes e estudo de síndromes causadas por lesões em estruturas neurais envolvidas na
cognição e no movimento.
Bibliografia Básica:
CASTORINA, José A . et alli. Piaget e Vygotsky: novas contribuições para o debate. São Paulo:
Ática, 1996.
LA TAILLE, Yves de. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo:
Summus, 1992.
LÚRIA, A . R. Pensamento e Linguagem: as últimas conferências de Lúria. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1990.
LURIA, A.R. Desenvolvimento cognitivo: seus fundamentos culturais e sociais. São Paulo: Ícone,
1990.
OLIVEIRA, Marta K. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento - um processo sócio-histórico. São
Paulo: Scipione, 1997.
PIAGET, J. Problemas de psicologia genética: o tempo e o desenvolvimento intelectual da criança e
os estágios de desenvolvimento intelectual da criança e do adolescente. Coleção os pensadores.
São Paulo: Abril, 1978.
VAYER, P. A dinâmica da ação educativa para as crianças inadaptadas. São Paulo: Manole, 1997.

Disciplina: Danças folclóricas
Carga Horária: 40horas
Ementa: Proporcionar ao aluno do curso de Educação Física, informações gerais a cerca do
Folclore Brasileiro e da cultura local através do seu estudo teórico e prático e sua aplicabilidade nas
aulas de Educação Física.
Bibliografia Básica:
ARAÚJO, A. M. Folclore Nacional I. Martins Fontes, 2002.
_____________. Folclore Nacional II. Martins Fontes, 2002.
_____________. Folclore Nacional III. Martins Fontes, 2002.
LIMA, R. T. A ciência do Folclore. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
CASCUDO, L. C. Dicionário do folclore brasileiro. Rio de janeiro: Global Editora, 2000.
MEGALE, N. B. Folclore brasileiro. Petrópolis/RJ: Vozes, 1999.
RIBEIRO, P. S. Folclore: aplicação pedagógica. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
Disciplina: Atividades Físico-Esportivas, Nutrição e Metabolismo
Carga Horária: 40horas

Ementa: Fatores limitantes do rendimento físico-esportivo e a ajuda ergogênica da nutrição aplicada.
Classificação das atividades físico-esportivas quanto as características técnicas e as implicações
metabólicas (substrato energético). Estrutura básica dos nutrientes. Natureza e fontes dos
nutrientes. Aplicabilidade da pirâmide dos alimentos. Controle e equilíbrio ponderal. Programas de
controle alimentar.
Bibliografia Básica:
LANCHA, L. & HEBERT, A. Nutrição e metabolismo aplicado à atividade. Rio de Janeiro: Atheneu,
2002.
HIRSCHBUCH, M. D. & CARVALHO, J. Nutrição esportiva. São Paulo: Manole, 2002.
MANGMAN, R. & BURKE, L. Nutrição esportiva. Atheneu, 2004.
MCARDLE, W & Katzh, F.J. Fisiologia do exercício, energia, nutrição e desempenho humano. São
Paulo: Guanabara Koogan, 1992.
RODRIGUES, Y. T. Adolescente, esporte e nutrição. Rio de Janeiro: Atheneu, 1984.
SETTINERI, L. I. C. Nutrição e atividade física. Rio de Janeiro: Atheneu, 1987.
TRAPEGUI, J. Nutrição, metabolismo e suplementação da atividade. Atheneu, 2004.
Disciplina: Cultura Popular
Carga Horária: 40horas
EMENTA: EMENTA: Aspectos constitutivos da cultura popular; conceito de tradição; implicações da
cultura contemporânea na manutenção da tradição; aspectos da cultura local e tradição do nordeste
brasileiro.
Bibliografia Básica:
GUIMARÃES, J. G. M. Folclore na escola. São Paulo: Manole,2001.
ROCHA, José Maria Tenório. Repensando o folclore nordestino: verificando a sua aplicabilidade na
sala de aula. Maceió, 1990 (mímeo).
SANTA-ANA NERY, F. J. Folclore Brasileiro. Recife: Editora Massagena, 1992.
Disciplina: Cultura e Educação Indígena
Carga Horária: 40horas
EMENTA: Estudo da diversidade étnica, lingüística e cultural indígena, como base para a formulação
de ações educativas consistentes. Análise das práticas socio-culturais para a formação adequada
destinada à educação escolar nas comunidades indígenas.
Bibliografia Básica:
BRASIL. Diretrizes para a política nacional de educação escolar indígena. Povos indígenas no Brasil
- 1991/1995. Instituto socio-ambiental, 1996.
APPLE, MICHAEL W. A presença ausente da raça nas reformas educacionais.In: MOREIRA,
Antônio F. B.. Ênfases e omissões no currículo.Campinas, SP: Papirus, 2001.
Bibliografia Complementar:
PNUD/IPEA. Relatório sobre o desenvolvimento humano no Brasil. Rio de Janeiro: IPEA: Brasília,
PNUD, 1996.
WERTHEIN, Jorge & BORDENAVE, Juan Diaz (Org.). Educação rural no terceiro mundo experiências e novas alternativas. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.
GEERTZ, Cliford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.
ALVES, Nilda & VILLARDI, Raquel (org.). Múltiplas leituras da nova LDB. Rio de Janeiro: Dunya
Editora., 1997.

Disciplina: Análise Epistemológica da Educação Física
Carga Horária: 40horas
Ementa: Estudo da dinâmica histórica e critérios normativos de construção de uma disciplina
científica; embates na formação e afirmação de um campo científico; especialistas brasileiros que
pensam a transformação da educação física em uma disciplina científica, com objeto, problemas,
teorias e metodologias próprias da área; narrativas que pensam a área como um espaço de
formação de interventores no âmbito da saúde, da educação, do lazer e do esporte de alta
performance; debate internacional designado como epistemológico na área.
Bibliografia Básica:
BACHELARD, Gaston. A formação do espírito científico: contribuições para uma psicanálise do
conhecimento. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996.
KUNZ, E. & HILDEBRANDT-STRAMANN, R. (orgs.) Intercâmbios científicos internacionais em
educação física e esportes.Ijuí: Editora Inijuí, 2004.
MACHADO, N. J. Epistemologia e didática, 2ª Ed. São Paulo: Cortez, 1996.
PEREIRA, J. C. R. Análise de dados qualitativos: estratégias metodológicas para as ciências da
saúde, humanas e sociais. 3ª ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2004.
BUNGE, M. Epistemologia: curso de atualização. São Paulo: EDSUP, 1980.
Disciplina: Tópicos Especiais em Lutas
Carga Horária: 40horas
Ementa: : As temáticas a serem desenvolvidas em Tópicos Especiais em Lutas serão definidas em
função dos interesses dominantes levantados junto à comunidade de docentes e discentes dos dois
tipos. A intenção é dar um sentido dinâmico e atual aos temas gerais dos tópicos, conforme
denominados na grade curricular. O levantamento de interesses será feito semestralmente a partir
de consulta direta juntos aos grupos interessados. Para cada tema oferecido será desenvolvido e
arquivado a respectiva ementa e programa. Os temas gerais propostos para os Tópicos Especiais
poderão ser suprimidos, assim como novos temas poderão ser agregados em função da dinâmica do
conhecimento e do mercado de trabalho nas áreas de aprofundamento.
Bibliografia Básica:
A bibliografia será definida de acordo com os temas e questões propostos.

Disciplina: Tópicos Especiais em Jogos e Brincadeiras Populares
Carga Horária: 40horas
Ementa: As temáticas a serem desenvolvidas em Tópicos Especiais em Jogos e Brincadeiras
Populares serão definidas em função dos interesses dominantes levantados junto à comunidade de
docentes e discentes dos dois tipos. A intenção é dar um sentido dinâmico e atual aos temas gerais
dos tópicos, conforme denominados na grade curricular. O levantamento de interesses será feito
semestralmente a partir de consulta direta juntos aos grupos interessados. Para cada tema oferecido
será desenvolvido e arquivado a respectiva ementa e programa. Os temas gerais propostos para os
Tópicos Especiais poderão ser suprimidos, assim como novos temas poderão ser agregados em
função da dinâmica do conhecimento e do mercado de trabalho nas áreas de aprofundamento.
Bibliografia Básica:
A bibliografia será definida de acordo com os temas e questões propostos.

Disciplina: Tópicos Especiais em Handebol
Carga Horária: 40horas
Ementa: Estudo e aplicação das técnicas e táticas do handebol no planejamento, organização e
execução de programas de treinamento, visando a preparação global de equipes.
Bibliografia Básica:
ROTHI, Klaus; EHRET, Arno; SPATE, Dietrich; SCHUBERT, Renate. Manual de Handebol. São
Paulo: Phorte,
HANDEBOL – Regras oficias/ CBHb/ 2005/2009.
MARTINI, Kael. O handebol: técnica, tática e metodologia. Publicações Europa América.
SANTOS, Ana Lúcia Padrão dos. Manual de mini Handebol . 121 páginas. Phorte. São Paulo, .
SANTOS, Rogério dos. Handebol- 1000 exercícios (3ªed.). Rio de janeiro: Sprint, 2001.

Disciplina: Tópicos Especiais em Basquetebol
Carga Horária: 40horas
Ementa: Estudo e aplicação das técnicas e táticas do basquetebol no planejamento, organização e
execução de programas de treinamento, visando a preparação global de equipes
Bibliografia Básica:
DAILTO, Moacir. Basquetebol: Metodologia do Ensino.
BASQUETEBOL – regras oficiais/ CBB. 1998/2000.
ALMEIDA, Marcos Bezerra de. Basquetebol: 1000 exercícios. Rio de janeiro: Sprint, 1999.
ALMEIDA, Marcos Bezerra de Basquetebol iniciação. Rio de janeiro: Sprint, 1998.
CARVALHO, Oto Morávia de Caderno Técnico-Didático BASQUETEBOL. Brasília: MEC, 1980.

Disciplina: Tópicos Especiais em Atletismo
Carga Horária: 40horas
Ementa: Estudo e aplicação das técnicas e táticas do Atletismo no planejamento, organização e
execução de programas de treinamento, visando a preparação global de equipes
Bibliografia Básica:
FERNANDES, J. Luis. Atletismo - corridas. São Paulo: EPU, 1978.
FERNANDES J. Luis. Atletismo – arremessos. São Paulo: EPU, 1978.
DIAGRAM GROUP Atletismo: provas de pista e campo. São Paulo; Tecnoprint, 1979.
KIRSCH, August; KOCH, Karl; ORO, Ubirajara (rev.) Antologia do atletismo. Rio de janeiro: Ao Livro
Técnico, 1984.
LAIGRET, Fabrice. O Atletismo. Lisboa: Lisboa, 2000.
MCNAB, Tom Atletismo: saltos e lançamentos. Porto: Talus, 1979.
MEC - Ministérico da Educação e Cultura - DEFD Caderno técnico didático de atletismo. Brasília:
MEC, 1977.

Disciplina: Tópicos Especiais em Futebol
Carga Horária: 40horas
Ementa: Contextualização histórico-social do futebol. O futebol como fenômeno cultural corporal do
brasileiro. Estudo e aplicação das técnicas e táticas do futebol no planejamento, organização e
execução de programas de treinamento, visando à preparação global de equipes.
Bibliografia Básica:
FREIRE, J.B. Pedagogia do futebol. Rio de Janeiro: Ney Pereira, 1998.
MATSUDO, V. K. R. Detecção de talentos. In: GHORAYEB, N.; NETO, T.L.B. O exercício:
preparação fisiológica, avaliação médica, aspectos especiais e preventivos. São Paulo:
Atheneu.1999.
SOARES, A J. G. Malandragem no gramado. O declínio de uma identidade. (Dissertação de
Mestrado) Rio de Janeiro: Universidade Gama Filho. 1990
TOLEDO, L. H. Torcidas Organizadas de Futebol. Campinas, São Paulo: Editora Autores
Associados.

Disciplina: Tópicos Especiais em Ginástica
Carga Horária: 40horas
Ementa: Estudo das práticas corporais que enfatizam a suavidade, o relaxamento, os valores de
equilíbrio, harmonia. Práticas que levam a uma visão holística do homem, com ações que promovam
a consciência corporal.
Bibliografia Básica:
DANTAS, Estélio Henrique. Flexibilidade, alongamento e flexionamento. Rio de janeiro; Editora
Shape,1989.
GIDDENS, Anthony. A transformação da intimidade. Sexualidade, amor e erotismo nas sociedades
modernas. São Paulo:Unesp,1993.
LACERDA, Yara. ATIVIDADES CORPORAIS. O Alternativo e o Suave na Educação Física Rio de
Janeiro: Sprint Editora, 1995.
TROTTE, Francisco. Fundamentos básicos da biodança. Rio de Janeiro: IBERJ, 1983.

Disciplina: Tópicos Especiais em Voleibol
Carga Horária: 40horas
Ementa: Estudo e aplicação das técnicas e táticas do Voleibol no planejamento, organização e
execução de programas de treinamento, visando a preparação global de equipes.
Bibliografia Básica:
A bibliografia será definida de acordo com os temas e questões propostos.

Disciplina: Fisiologia do Exercício
Carga Horária: 80 hs
Ementa. Estudo dos fenômenos fisiológicos ocorrentes no organismo como efeito do exercício
crônico; relações com treinamento, meio ambiente, estado nutricional, crescimento,
desenvolvimento, envelhecimento e saúde.
Bibliografia Básica:
McARDLE, Willian D; KATCH, Frank I; KATCH, Victor L. Fisiologia do Exercício – Energia, Nutrição
e Desempenho Humano. Rio de Janeiro: RJ. Ed. Guanabara, 1998.
POWERS, SK; HOWLEY, ET. Fisiologia do Exercício. Teoria e Aplicação ao Condicionamento e
Desempenho. Rio de janeiro: MANOLE, 1996.
WILMORE, J; COSTILL, DL. Fisiologia do Esporte e do Exercício. Rio de janeiro: Manole, 2001.
GARRETT, W; KIRKENDALL, D.T. A Ciência do Exercício e dos Esportes. Porto Alegre: Artmed,
2003.
Material Apostilado (fornecido pelo professor).

Disciplina: Fundamentos da sexualidade humana
Carga Horária: 40horas
Ementa: Promover a troca de conhecimentos, reflexões e discussões com a finalidade de
sistematizar a ação pedagógica no âmbito escolar e não escolar, concernentes a questões de
afetividade e sexualidade.
Bibliografia Básica: ANDRADE-SILVA, M. C; SERAPIÃO, J.J; JURBERGUE, P. Sexologia
fundamentos para uma visão interdisciplinar. Rio de Janeiro:Gama Filho, 1997.
BRASIL. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL. Parâmetros curriculares nacionais: 3 4
ciclos:apresentação dos temas transversais. Brasília:MEC/SEF, 1998.
CAVALCANTI, R.C. Saúde sexual e reprodutiva – ensinando a ensinar. São Paulo, 1997.
TIBA, I. Adolescência: o despertar do sexo- um guia para entender o desenvolvimento sexual e
afetivo nas novas gerações. São Paulo: Jente, 1994.
RIBEIRO, M. Sexo sem mistério. Rio de Janeiro: Saraiva, 1996.
SUPLICY, Marta. Conversando sobre sexo. Rio de Janeiro. Petrópolis: vozes, 1983.
_____________ . Sexo para adolescentes: amor, puberdade, masturbação, homosexualidade,
anticoncepção, DST/AIDS, e drogas. São Paulo:FTD, 1998.
VITIELLO,N. Quem educa o educador: um manual para jovens, pais e educadores. São Paulo: IGLU,
1997.

Disciplina: Metodologia do Treinamento Físico
Carga Horária: 80 horas
Ementa.
Evolução do treinamento físico, bases gerais do treinamento e condicionamento físico, musculação
e suas conseqüências; programas e planejamento do treinamento desportivo, métodos de
treinamento, as principais qualidades físicas para as diferentes atividades e esportes, os princípios
científicos, Planejamento, diagnóstico, prognóstico, execução e acompanhamento. A periodização.
Bibliografia Básica:
DANTAS, E. H. A prática da preparação Física. Rio de Janeiro. 6ª ed. Rio de Janeiro: Shape editora,
2004.

TUBINO, M. J. G. ; MOREIRA, S. B. Metodologia científica do treinamento despotivo. 13ª Ed. Rio de
Janeiro: Shape editora, 2003.
WIENECK, J. Treinamento Ideal. 9ª Ed. São Paulo: Manole, 1999.
BARBANTI, V. Treinamento físico: bases científicas. 3ª Ed. São Paulo, 2001.
FLECK, SJ; KRAEMER, WJ. Fundamentos do Treinamento de Força Muscular (2a. ed.). Porto
Alegre: Artmed, 1999.

Disciplina: Atividades Físicas para populações Especiais (hipertensos, cardiopatas, obesos,
gestantes, idosos,diabético)
Carga Horária:
Ementa. Estuda as relações entre os diferentes tipos de atividades físicas e os processos de
intervenção que se voltam ao desenvolvimento da aptidão física e para a saúde de grupos
especiais.
Bibliografia Básica:
American College of Sports Medicine. Guia para teste de esforço e prescrição de exercício/Colégio
Americano de Medicina Esportiva (3.ed.). Rio de Janeiro:Medsi,1987.195p.
American College of Sports Medicine. Manual para teste de esforço e prescrição de exercício ( 4ª
ed.). Rio de Janeiro: REVINTER ,1996 . 431p.
Blair, Steven N. Prova de esforço e prescrição de exercício. Rio de Janeiro: REVINTER ,1994. 431p.
Katch, Frank I. McArdle, William D. Nutrição, exercício e saúde. Rio de Janeiro: Medsi,1996, 657 p.
Nahas, Markus Vinicius. Atividade física, saúde e qualidade de vida: conceitos e sugestões para um
estilo de vida ativo. Londrina: Midiograf, 2001. 238p.
Nieman, David C. Exercício e saúde. São Paulo: Manole,1999. 316 p.
Silva, Osni Jacó da. Exercícios em situações especiais II:gravidez, distúrbios do colesterol e
triglicerídeos, doença coronariana, doença renal crônica, AIDS. Florianópolis: Ed. da UFSC,2000
.143p .

Disciplina: Tópicos Avançados em Atividade Física Adaptada
Carga Horária: 40horas
Ementa: As temáticas a serem desenvolvidas em Tópicos Avançados em Atividade Física Adaptada
serão definidas em função dos interesses dominantes levantados entre os discentes e o(s)
docente(s). A intenção é dar um sentido dinâmico e atual aos temas gerais dos tópicos, além de
aprofundar temáticas abordadas na disciplina Atividade Física Adaptada. O estudo de caso poderá
ser privilegiado nas dinâmicas e o levantamento de interesses será feito semestralmente a partir de
consulta direta juntos aos grupos interessados. Para cada tema oferecido será desenvolvido e
arquivado a respectiva ementa e programa. Os temas gerais propostos para os Tópicos Especiais
poderão ser suprimidos, assim como novos temas poderão ser agregados em função da dinâmica do
conhecimento e do mercado de trabalho nas áreas de aprofundamento.
Bibliografia Básica:
A bibliografia será definida de acordo com os temas e questões propostos.

Disciplina: Tópicos Especiais em Natação
Carga Horária: 40 horas

Ementa: Estudo dos fundamentos técnico-táticos da natação a nível de treinamento no âmbito
educacional - formal - nas diferentes formas de manifestação e faixas etárias, fases e níveis do
rendimento esportivo.
Bibliografia Básica:
ANDRIES. Natação: treinamento fundamental. São Paulo: Manole, 2002.
CORRÊA, Célia R. F. Natação para adultos (inclui vídeo). Rio de Janeiro: Sprint, 2002.
MACHADO, David C. Natação: teoria e prática. Rio de Janeiro: Sprint, 1995
MAGLISCHO, Ernest W. Nadando ainda mais rápido.São Paulo: Manole, 1999
PALMER, M. A. Ciência do ensino da natação. São Paulo: Manole, 1990
PLATONOV, Vladimir N. Treinamento Desportivo para nadadores de alto nível. São Paulo: Phorte,
2005
Regras oficiais das modalidades esportivas. Natação. Rio de Janeiro: Sprint.
Disciplina: Tópicos Especiais no ensino da Capoeira
Carga Horária: 40horas
Ementa: introdução ao aprendizado da capoeira, através de seus elementos básicos, preparação
corporal, golpes, canto, instrumentos e seus toques e o jogo: conhecimento do processo histórico de
desenvolvimento.
Bibliografia Básica:
BRUHNS, H. T. Futebol, carnaval e capoeira. São Paulo: Papirus, 2000.
CAPOEIRA, N. Capoeira, galo cantou. Atheneu, 1984.
CAPOEIRA, N. & LADD, A. Little capoeira book. Oxford/USA: Pub Group West, 2003.
SILVA, J. M. F. A linguagem do corpo na capoeira. Rio de janeiro: Sprint, 2004.

Disciplina: Educação Física
Carga Horária: 40horas
Ementa: aprendizado de práticas esportivas oferecidas à comunidade universitária, através dos
fundamentos dos esportes, noções de treinamento e orientação para os cuidados com a saúde.
Bibliografia Básica:
A bibliografia será de acordo com a modalidade esportiva ofertada.

X – ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO
A implantação e o desenvolvimento do projeto pedagógico do Curso de
Licenciatura em Educação Física serão acompanhados e permanentemente
avaliados institucionalmente pelo seu colegiado e pelos órgãos competentes na
UFAL, a fim de permitir os ajustes que se fizerem necessários a sua
contextualização e aperfeiçoamento.
A avaliação deverá basear-se no domínio dos conteúdos e das
experiências, com vistas a garantir a qualidade da formação acadêmicoprofissional, no sentido da consecução das competências político-sociais, éticomorais, técnico-profissionais e científicas.

As metodologias e critérios empregados para o acompanhamento e
avaliação do processo ensino-aprendizagem e do próprio projeto pedagógico do
curso deverão estar em consonância com o sistema de avaliação e o contexto
curricular estabelecido pela legislação adotada pela PROGRAD/UFAL.
O estímulo aos estudos independentes, estágios e formação em serviço é
positiva. Entretanto, requerem várias medidas e cuidados para que possam
funcionar a contento. Os estudos independentes exigem bibliotecas com espaço
físico e computadores para atender um grande número de estudantes, além de
acesso a bancos de dados e acervo bibliográfico atualizado. Temos que considerar
ainda que a maioria de nossos alunos tem dificuldade para ler em outros idiomas.
A bibliografia nacional, embora tenha crescido e melhorado nos últimos anos,
ainda é insuficiente em várias áreas. Soma-se a isto, o fato dos materiais
instrucionais e a manutenção dos espaços físicos destinados a essa formação
terem custo elevado. Assim, para que se estabeleça uma cultura acadêmica
centrada na autonomia do estudante, são necessárias profundas mudanças nas
instituições de ensino e na mentalidade dos alunos.
No que se refere aos estágios e a formação em serviço, existem algumas
dificuldades a serem superadas a partir da avaliação. Por um lado, é necessário
que exista um bom sistema de acompanhamento dos estágios (obrigatório e não
obrigatório) através de orientação, supervisão e avaliação nos campos de estágios
por parte da instituição formadora(PROGRAD/UFAL). Por outro lado, os estágios
devem ser realizados em locais que possuam estrutura adequada e profissional
formado com experiência reconhecida na área em questão. Isto se faz necessário
para evitar que os estudantes sejam utilizados como mão-de-obra barata ou
realizem seus estágios sem o devido apoio da sua instituição educacional.
Portanto, se faz necessário que os estágios (obrigatório e não obrigatório) ocorram
em instituições credenciadas e seja regulado conforme a legislação em vigor. Os
locais dos estágios eleitos pelo Colegiado do curso, bem como os requisitos
necessários para a sua realização devem ser avaliados permanentemente por este
órgão.

XI – BIBLIOGRAFIA
LEIS E DOCUMENTOS

BRASIL. Lei de diretrizes e bases da educação nacional: (Lei 9.394/96) /
apresentação Carlos Roberto Jamil Cury. 4ª ed.- Rio de Janeiro: DP & A, 2001.
BRASIL. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Brasília. Presidência da
República.2003.
BRASIL. Plano Nacional de Educação. Brasília. Senado Federal, UNESCO, 2001.
MEC/SESU/DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DO ENSINO SUPERIOR
.COORDENAÇÃO DAS COMISSÕES DE ESPECIALISTAS DE ENSINO.
Documento Norteador Para Comissões De Verificação Para Autorização E
Reconhecimento De Cursos De Licenciaturas . Brasília, 2001.

CEPE/UFAL. Resolução Nº 32/2005. Estabelece os componentes curriculares
comuns para os cursos de formação de professores da Ufal, a partir do ano letivo
de 2006. Maceió, 14 de dezembro de 2005.
BRASIL. Decreto nº 5.626 de 2005. Implantação do ensino de língua de sinais –
LIBRAS em todos os cursos de formação de professores. Presidência da
República: 22 de dezembro de 2005.

PARECERES
Parecer CNE/CP nº 9, aprovado em 8 de maio de 2001
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível
superior, curso de licenciatura, de graduação plena
Homologado em 17/01/2002, publicado no DOU em 18/01/2002
Parecer CNE/CP nº 21, aprovado em 6 de agosto de 2001
Duração e carga horária dos cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível
superior, curso de licenciatura, de graduação plena
Não homologado por ter sido retificado pelo Parece CNE/CES 28/2001
Parecer CNE/CP nº 27, aprovado em 02 de outubro de 2001
Dá nova redação ao item 3.6, alínea c, do Parecer CNE/CP 9/2001, que dispõe sobre as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior,
curso de licenciatura, de graduação plena
Homologado em 17/01/2002, publicado no DOU em 18/01/2002
Parecer CNE/CP nº 28, aprovado em outubro de 2001
Dá nova redação ao Parecer CNE/CP 21/2001, que estabelece a duração e a carga horária dos
cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura,
de graduação plena
Homologado em 17/01/2002, publicado no DOU em 18/01/2002
Parecer CNE/CES 583/01, aprovado em 4 de abril de 2001
Orientações gerais do CNE para as diretrizes curriculares Nacionais do Curso de Graduação em
Educação Física
Parecer CNE/CES nº 138, aprovado em 03 de abril de 2002
Homologado em 25/4/2002 e publicado no DOU em 26/4/02
Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Educação Física
RESOLUÇÕES
Resolução CNE/CP nº 1, aprovada em 18 de fevereiro de 2002
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em
nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena.
DOU de 9 de abril de 2002. Seção 1, p. 31. Republicada por ter saído com incorreção do original
no DOU de 4 de março de 2002. Seção 1, p. 8.
Resolução CNE/CP nº 2, aprovada em 18 de fevereiro de 2002
Institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação
de professores da Educação Básica em nível superior
DOU de 4 de março de 2002. Seção 1, p. 9.
                
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