Administração Bacharelado - 2022

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PPC ADM 2022 - vespertino e noturno.pdf
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                    SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
BACHARELADO

MACEIÓ – ALAGOAS
14 DE FEVEREIRO DE 2022

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO-BACHARELADO
PROJETO PEDAGÓGICO

MACEIÓ – ALAGOAS
14 DE FEVEREIRO DE 2022

EQUIPE RESPONSÁVEL
COLEGIADO DO CURSO
DOCENTES TITULARES
MADSON BRUNO DA SILVA MONTE (COORDENADOR)
CLAUDIA MARIA MILITO (VICE-COORDENADORA)
CARLOS EVERALDO SILVA DA COSTA
RODRIGO GAMEIRO GUIMARÃES
RODRIGO CÉSAR REIS DE OLIVEIRA
DOCENTES SUPLENTES
MILKA ALVES CORREIA BARBOSA
NILSON CIBÉRIO DE ARAÚJO LEÃO
NATALLYA DE ALMEIDA LEVINO
EDILSON DOS SANTOS SILVA
FELIPE FERNANDO PEREIRA DE SOUZA
REPRESENTANTE DOS TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS
TITULAR: ANTONIO BECKER DE VASCONCELOS LITRENTO
SUPLENTE: LIDIANE DA CONCEIÇÃO BARBOZA
REPRESENTANTE DOS DISCENTES
TITULAR: RUTH MARIA CORDEIRO DE FRANÇA CASADO
SUPLENTE: ELENILSON DA SILVA RODRIGUES
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE
ADRIANA ALVARENGA MARQUES
ANDERSON DE BARROS DANTAS
ANDREW BEHEREGARAI FINGER
MILKA ALVES CORREIA BARBOSA
NICHOLAS JOSEPH TAVARES DA CRUZ

APOIO EXECUTIVO DO CURSO
LUCIANA RODRIGUES DE GUSMÃO PACHECO
MONICA BERNARDO DOS SANTOS WANDERLEY
SHEYLA MATOS DE LIMA

DADOS DA INSTITUIÇÃO
MANTENEDORA:

Ministério da Educação (MEC)

MUNICÍPIO-SEDE:

Brasília - Distrito Federal (DF)

CNPJ:

00.394.445/0188-17

DEPENDÊNCIA:

Administrativa Federal

MANTIDA:

Universidade Federal de Alagoas (UFAL)

REITOR(A):

Prof. Dr. JosealdoTonholo

VICE-REITOR(A)

Profa
Dra Eliane Cavalcanti

CÓDIGO:

577

MUNICÍPIO-SEDE:

Maceió

ESTADO:

Alagoas

REGIÃO:

Nordeste

ENDEREÇO DO CAMPUS SEDE

Av. Lourival de Melo Mota, rodovia BR-104, km 14,
Campus A. C. Simões – Cidade Universitária, Maceió,
Alagoas. CEP: 57.072-970.

TELEFONE

(82) 3214 1100

PORTAL ELETRÔNICO:

www.ufal.edu.br

2

DADOS DO CURSO
NOME DO CURSO

Administração (Bacharelado)

TÍTULO CONFERIDO

Bacharel em Administração

CAMPUS

Aristóteles Calazans Simões – Cidade Universitária

UNIDADE ACADÊMICA

Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade FEAC

DIREÇÃO DA FEAC

Prof. Dr. Gustavo Madeiro da Silva

VICE-DIREÇÃO

Prof. Dr. Cid Olival Feitosa

ENDEREÇO

Av. Lourival de Melo Mota, rodovia BR-104, km 14 Cidade Universitária – Maceió, Alagoas - CEP: 57.072 970. Bloco 16.

TELEFONE

(82) 3214-1225

PORTAL ELETRÔNICO

http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/feac/graduacao/admi
nistracao

FORMA DE INGRESSO

Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM

AUTORIZAÇÃO DE
FUNCIONAMENTO

RESOLUÇÃO CONSUNI / UFAL N. 05 DE 06.05.1971

RECONHECIMENTO DO
CURSO

DECRETO N. 7.857, DE 11.06.1975

RENOVAÇÃO DE
RECONHECIMENTO

PORTARIA N. 211, DE 25.06.2020

CONCEITO DO CURSO

4 (SINAES -INEP- ENADE 2019)

TURNO DE FUNCIONAMENTO

Vespertino
Noturno

CARGA HORÁRIA TOTAL

3.000 horas
VESPERTINO

TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO
NOTURNO
VAGAS AUTORIZADAS

Duração mínima: 09 (nove) períodos
Duração máxima: 14 (quatorze) períodos
Duração mínima: 09 (nove) períodos
Duração máxima: 14 (quatorze) períodos

Vespertino: 50 vagas anuais
Noturno: 100 vagas anuais

3

CORPO DOCENTE DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO- BACHARELADO

NOME
1
2
3
4
5
6
7
8
9
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13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25

ADJARDO PEREIRA SILVA
ADRIANA ALVARENGA MARQUES
ANA PAULA LIMAMARQUES FERNANDES
ANDERSON DE BARROS DANTAS
ANDREW BEHEREGARAI FINGER
CARLOS ANDRÉ CARNEIRO
CARLOS EVERALDO DA COSTA
CLAUDIA MARIA MILITO
EDILSON DOS SANTOS SILVA
FELIPE FERNANDO PEREIRA SOUZA
GUSTAVO MADEIRO DA SILVA
IBSEN M. BITTENCOURT PINTO
JOSÉ CARLOS CARVALHO SILVEIRA
LUCIANA PEIXOTO SANTA RITA
MADSON BRUNO DA SILVA MONTE
MILKA ALVES CORREIA BARBOSA
NATALLYA DE ALMEIDA LEVINO
NILSON CIBÉRIO ARAÚJO LEÃO
NICHOLAS JOSEPH TAVARES CRUZ
PABLO VIANA DA SILVA
RODRIGO CÉSAR REIS DE OLIVEIRA
RODRIGO GAMEIRO GUIMARÃES
ROSIANE CHAGAS
SIMONE NUNES FERREIRA
WESLEY VIEIRA DA SILVA

TÍTULO

C.H.

Me
Dra
Dra
Dr
Dr
Dr
Dr
Dra
Dr
Me
Dr
Dr
Me
Dra
Dr
Dra
Dra
Dr
Dr
Dr
Dr
Dr
Dra
Me
Dr

40H
DE
DE
DE
DE
20H
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE

FUNÇÃO

C.H.

CORPO TÉCNICO
NOME

1 LIDIANE DA CONCEIÇÃO BARBOZA
Assistente em Administração 40H
2 ANTONIO BECKER DE VASCONCELOS LITRENTO Assistente em Administração 40H

4

“Educação não transforma o mundo. Educação
muda as pessoas. Pessoas transformam o
mundo.”
Paulo Freire

5

SUMÁRIO
CORPO DOCENTE DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO- BACHARELADO .......................... 4
CORPO TÉCNICO ............................................................................................................................. 4
1. INTRODUÇÃO AO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FEAC ......................................... 8
1.1 Justificativa do curso.................................................................................................................. 9
1.2 Histórico do curso ..................................................................................................................... 11
2. CONCEPÇÃO DO CURSO ...................................................................................................... 12
2.1 Objetivo do curso ...................................................................................................................... 12
2.1.1 Objetivos específicos .................................................................................................................. 12
2.2 Perfil e competências profissionais do egresso ....................................................................... 12
2.3 A profissão do Administrador ................................................................................................. 13
2.4 O campo de atuação profissional do Administrador............................................................. 14
2.5 Formas de ingresso no Curso .................................................................................................. 14
3. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ........................ 15
3.1 Colegiado do curso ................................................................................................................... 15
3.2 Núcleo Docente Estruturante (NDE) ...................................................................................... 15
3.3 Corpo docente do curso de Administração ............................................................................ 16
3.4 Corpo técnico do curso ............................................................................................................. 16
4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO .......................... 18
4.1 Aspectos gerais do currículo do curso .................................................................................... 18
4.2 Matriz curricular do curso ...................................................................................................... 19
4.2.1 Disciplinas por área de conhecimento do Curso ........................................................................ 20
4.2.2 Organização curricular por períodos .......................................................................................... 20
4.2.3 Disciplinas eletivas do curso ...................................................................................................... 21
4.2.4 Disciplinas com pré-requisito ..................................................................................................... 22
4.3 Ementas e bibliografias das disciplinas por período ............................................................. 22
4.3.1 Ementas e bibliografias das disciplinas do 1º. Período .............................................................. 22
4.3.2 Ementas e bibliografias das disciplinas do 2º. Período .............................................................. 24
4.3.3 Ementas e bibliografias das disciplinas do 3º. Período .............................................................. 26
4.3.4 Ementas e bibliografias das disciplinas do 4º. Período .............................................................. 27
4.3.5 Ementas e bibliografias das disciplinasdo 5º. Período ............................................................... 29
4.3.6 Ementas e bibliografias das disciplinasdo 6º. Período ............................................................... 30
4.3.7 Ementas e bibliografias das disciplinas do 7º. Período .............................................................. 31
4.3.8 Ementas e bibliografias das disciplinas do 8º. Período .............................................................. 32
4.3.9 Ementas e bibliografias das disciplinas do 9º. Período .............................................................. 34
4.3.10 Ementas e bibliografias das disciplinas eletivas ................................................................... 35
4.4 Outros aspectos educacionais .................................................................................................. 43
4.4.1 O uso do ambiente virtual de aprendizagem (AVA) no Curso de Administração ..................... 43
4.4.2 Educação em Direitos Humanos ................................................................................................ 43
4.4.3 Educação para as Relações Étnico Raciais ................................................................................. 43
4.4.4 Educação Ambiental ................................................................................................................... 44
4.4.5 Vinculação do curso com a pós-graduação ................................................................................ 44
4.5 Atividades Complementares do Curso ................................................................................... 44
4.6 Atividades curriculares de extensão (ACE´s) ........................................................................ 45
6

4.6.1 Programa de Extensão: Gestão, Organizações e Sociedade: interfaces e compartilhamento de
saberes .................................................................................................................................................. 47
4.7 Estágio supervisionado............................................................................................................. 51
4.7.1 Estágio não obrigatório............................................................................................................... 51
4.7.2 Estágio obrigatório ..................................................................................................................... 52
4.7.3 Convalidação de estágio aluno-funcionário ............................................................................... 53
4.7.4 Convalidação de estágio-aluno sócio-gerente ............................................................................ 53
4.8 Trabalho de conclusão de curso (TCC) .................................................................................. 54
4.9 Flexibilização curricular .......................................................................................................... 55
4.10 Articulação entre teoria e prática ........................................................................................... 55
4.11 Integração entre ensino, pesquisa e extensão ......................................................................... 56
5. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO ............................................... 58
6. METODOLOGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM ....................................................... 60
7. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM .................................................................................... 63
8. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO E
APRENDIZAGEM ............................................................................................................................ 65
9. OUTRAS AVALIAÇÕES .......................................................................................................... 66
10. APOIO AOS DISCENTES ........................................................................................................ 69
REFERÊNCIAS ................................................................................................................................. 71

7

1. INTRODUÇÃO AO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FEAC

Alagoas possui uma extensão territorial de 27.848,158 km2, formando fronteira com os estados
da Bahia, Pernambuco e Sergipe. Atualmente, o estado é composto por 102 municípios que são
distribuídos em 03 mesorregiões (Agreste, Leste e Sertão Alagoano) e em 13 microrregiões
(Arapiraca, Palmeira dos Índios, Traipu, Litoral Norte Alagoano, Maceió, Mata Alagoana, Penedo,
São Miguel dos Campos, Serrana dos Quilombos, Alagoana do Sertão do São Francisco, Batalha,
Santana do Ipanema e Serrana do Sertão Alagoano).
Segundo dados do IBGE1, a população de Alagoas estimada em 2020 foi de aproximadamente
3.351.543 de habitantes. Apresentou em 2010, uma densidade demográfica de 112, 33 habitantes por
km².
A microrregião de Maceió é formada por 10 municípios, que são: Barra de Santo Antônio,
Barra de São Miguel, Coqueiro Seco, Maceió, Marechal Deodoro, Paripueira, Pilar, Rio Largo, Santa
Luzia do Norte e Satuba. Na microrregião de Maceió a população estimada em 2020 é de 1.025.360
habitantes e nela se encontra o curso de Administração da Faculdade de Economia, Administração e
Contabilidade (FEAC/UFAL). Nela pode-se verificar a presença de 02 municípios com população
acima de 50 mil habitantes (Maceió e Rio Largo). Sendo que, Maceió apresentou em 2018 um PIB
per capita de R$ 22.126,34, enquanto Rio Largo, um PIB de R$ 14.045,95. Maceió mostra-se como
o município mais desenvolvido do estado de Alagoas, tendo seu IDH-m em 2010, o valor de 0,721.
Ao analisar a capital alagoana como concentradora das atividades econômicas do Estado,
verifica-se que o setor de serviços figura como o mais representativo na composição do valor
agregado da economia, alcançando o percentual de 49,11%, a construção civil é responsável por
16,64%, a indústria representa 6,37% e a agropecuária somente 0,28%, em 2019 (SEPLAG, 2019).
Tais dados demonstram a relevância de cursos de Administração neste contexto.
Com relação à educação, Maceió possui cerca de 31.445 alunos matriculados no ensino médio
segundo dados do Censo Escolar (INEP, 2015). Quanto ao ensino superior, o número de matrículas
em Alagoas saltou de 46.597, em 2007 para 101.389, em 2015. Em relação ao mercado de trabalho,
verifica-se que além do setor de serviços, Maceió conta com instituições públicas e instituições sem
fins lucrativos, 75 agências financeiras entre públicas e privadas, possui hospitais e clínicas nas áreas
de saúde e casas de repouso, além das instituições públicas nas esferas federal, estadual e municipal,

1

IBGE Estado. http://www.ibge.gov.br/estadosat/perfil.php?lang=&sigla=al

8

demonstrando uma grande quantidade de instituições no qual o administrador pode apresentar-se
como profissional atuante e de forte impacto para tomada de decisão.
O curso de bacharelado em Administração da Universidade Federal de Alagoas, Campus A.C.
Simões localizado na capital, tem formado ao longo de sua história profissionais capacitados e
preparados para atuar no mercado de trabalho alagoano, de forma geral, e especificamente na
microrregião de Maceió. Sendo um dos mais antigos do Estado, demonstra sua relevância
principalmente na formação de capital humano para abastecer os diferentes setores da economia
alagoana.
O curso de bacharelado em Administração deve apresentar características de formação geral,
para que o Administrador possa atuar em diversos setores e em diferentes ramos das cadeias
produtivas presentes na microrregião de Maceió e nas demais do Estado. A formação em um campo
específico pode limitar a atuação do Administrador em outros campos, sendo assim, o curso de
Administrador da FEAC apresenta formação geral com a finalidade de contribuir para o
desenvolvimento e aprimoramento do mercado, formando indivíduos altamente capacitados para
planejar, gerir, executar e tomar decisões em áreas diferentes de atuação, sendo agente transformador
de seu contexto.

1.1

Justificativa do curso
Mudanças ocorridas nas últimas décadas provenientes da globalização e das transformações
no modo de produção capitalista demandaram das universidades o estabelecimento de novas ações
institucionais capazes de contribuir efetivamente com o desenvolvimento no âmbito local, regional e
nacional. Diante disso, tem-se exigido a reorientação dos projetos pedagógicos de forma a se
conceber um ensino de qualidade conectado com o tempo e com o espaço.
Diante desse processo dinâmico e contínuo emergem desafios aos profissionais na área de
Administração, dentre eles, o desenvolvimento de pesquisas e modelos de gestão contemporâneos e
arquiteturas organizacionais voltados à inovação, ao aumento da competitividade e que respondam
de forma equilibrada aos anseios das organizações e da sociedade. Nesse cenário, o curso de
Administração da FEAC/UFAL vem sendo orientado por um projeto pedagógico vigente há mais de
dez anos, e, portanto, necessitando de uma adequação às demandas do contexto no qual está inserido.
Além disso, os dados apresentados anteriormente demonstram que o cenário socioeconômico
de Maceió evidencia a necessidade de preparar pessoas para atuarem no contexto gerencial. Sendo
assim, o Curso de Administração oportuniza espaços de formação nos quais habilidades e
competências sejam potencializadas, contribuindo assim para que novas organizações locais sejam
9

criadas, bem como ampliadas e/ou fortalecidas as já existentes, implicando diretamente na geração
de emprego e renda local.
O Curso de Administração da FEAC/UFAL se justifica também em virtude da necessidade
de:


profissionais com capacidade de inovar e propor soluções estratégicas frente às
dificuldades do contexto local;



profissionais com atitude proativa e capacidade de adaptação para enfrentar desafios
locais e regionais decorrentes do macro cenário socioeconômico e político;



profissionais com visão organizacional integrada, preparados para uma atuação
sinérgica com vistas ao desempenho gerencial.

O Curso de Administração da FEAC/UFAL propõe-se ainda a atuar como facilitador do
processo de indução de novos modelos de gestão nas organizações e da gestão das relações intra e
interorganizacionais. Em sua concepção, o curso orienta-se pela preocupação em direcionar o ensino,
a pesquisa e a extensão para qualificação de profissionais da administração dotados de pensamento
crítico, visão empreendedora e criativa e comprometidos com a melhoria das condições econômicosociais do contexto no qual estão inseridos.
Finalmente, é importante reconhecer que o curso de Administração pode fomentar a
construção de relações entre a universidade, a sociedade e o Estado que conduzam a processos de
mudanças com vistas a ampliar a competitividade das organizações contribuindo, ao mesmo tempo,
para o desenvolvimento local alagoano.
Visando o alcance destes objetivos, o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Administração
foi reformulado em relação ao PPC anterior que datava de 2006. Considerando-se a necessidade de
atualização do PPC frente ao cenário econômico e social apresentado, bem como, às mudanças
internas em relação às políticas educacionais nacionais e locais, várias alterações foram realizadas,
tais como:


Os objetivos do curso e perfil do egresso. O Curso era direcionado para o
Empreendedorismo, privilegiando a formação empreendedora, entretanto, com o passar dos
anos, fora adquirindo um caráter mais generalista. Não apenas isto, mas fora discutido que
uma formação mais abrangente privilegia o aluno na medida em que alarga suas
possibilidades de atuação, atendendo às diferentes demandas apresentadas no contexto.



Alteração na carga horário do curso, e, consequentemente, na das disciplinas. Algumas
tiveram suas horas reduzidas e outras, aumentadas. Algumas foram incorporadas a outras e

10

outras, substituídas. Poucas deixaram de ser obrigatórias para se tornarem eletivas e viceversa;


A curricularização da extensão foi contemplada na matriz curricular, alterando
significativamente a carga horária prática do curso e aumentando a inserção da comunidade
acadêmica na comunidade local.

1.2

Histórico do curso
A Universidade Federal de Alagoas teve sua criação em 25 de janeiro de 1961, fruto da
junção da antiga Faculdade de Economia e das Faculdades de Direito, Medicina, Filosofia,
Engenharia e Odontologia, ou seja, a Faculdade de Economia foi uma dentre as seis que
possibilitaram a criação da UFAL (PDU, FEAC, 2012). A Faculdade de Ciências Econômicas de
Alagoas, teve origem em 17 de fevereiro de 1954 com o curso de Ciências Econômicas reconhecido
através do Decreto nº 42.928, de 30.12.1957. A Faculdade se localizava na Rua João Pessoa, 418, no
andar superior do prédio da então Sociedade Perseverança e Auxílio, no centro de Maceió
(AZEVEDO, 1982). Em março de 1966, os órgãos colegiados da então Faculdade de Economia e
Administração, vinculados ao Instituto de Filosofia e Ciências Humanas aprovaram, pela Resolução
nº 02/1966, de15 de março de 1966, a criação do Curso Superior de Administração, mas foi através
da Resolução nº 05/1969, de 03 de maio de 1969, que foi aprovado o regulamento do Curso Superior
de Administração. Apesar de ofertadas 50 vagas, o curso ainda não veio a funcionar devido à
demanda de alunos se concentrarem no turno noturno. Assim, apenas em 23 de março de 1972 é que
o curso de Administração teve início. Sendo o primeiro e segundo anos, compartilhados com o curso
de Ciências Econômicas e de Contador, apenas no terceiro ano é que as disciplinas bifurcavam tendo
início àquelas do ciclo profissional de Administrador (UFAL, 1987).
Em 1974, a Faculdade de Economia e Administração tornou-se Centro de Ciências Sociais
Aplicadas abrigando, inicialmente, os cursos de Economia, Administração e Contabilidade. Em 1990
em discussões no Congresso Universitário foram levantadas as necessidades de elaboração de um
projeto de mudança, já fomentado na década anterior e que visava uma ampla reorganização
administrativa. Assim, em 2006 as mudanças foram concretizadas, e no tocante ao Curso de
Administração houve a transição do Centro de Ciências Sociais Aplicadas para a Faculdade de
Economia, Administração e Contabilidade – FEAC.

11

2. CONCEPÇÃO DO CURSO

Neste capítulo serão apresentados os objetivos do curso, o perfil e as competências
profissionais do egresso, a descrição da profissão do Administrador, seu campo de atuação e as
formas de ingresso no Curso. A concepção do curso segue a diretrizes curriculares nacionais
(Resolução CNE/CES Nº 5 de 14 de outubro de 2021) e considera as demandas e características do
ambiente econômico, político, cultural e social.

2.1

Objetivo do curso
Formar profissionais com pensamento crítico capazes de iniciar e desenvolver organizações
de forma ética e comprometida com o desenvolvimento sustentável.

2.1.1


Objetivos específicos
Desenvolver pessoas com competências técnicas e humanas para a gestão para a resolução
criativa de problemas organizacionais;



Fornecer conhecimentos por meio do ensino, pesquisa e extensão que favoreçam a
compreensão das questões econômicas, sociais, políticas e culturais de Alagoas destacando
suas implicações na tomada de decisão ética e sustentável;



Capacitar para o reconhecimento de oportunidades de empreender e para o enfrentamento dos
desafios que se colocam frente ao início de um novo negócio, e



Oportunizar o desenvolvimento de habilidades humanas e conceituais necessárias à gestão e
ao exercício da liderança.

2.2

Perfil e competências profissionais do egresso
Considerando as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Administração expostas no
Projeto de Resolução CNE/CES Nº 438/2020, de 10 de julho de 2020, o curso de Administração da
UFAL, formará egressos capazes de:


reconhecer e definir problemas, equacionar soluções, pensar estrategicamente, introduzir
modificações no processo produtivo, atuar preventivamente, transferir e generalizar

12

conhecimentos e exercer, em diferentes graus de complexidade, o processo da tomada de
decisão;


desenvolver expressão e comunicação compatíveis com o exercício profissional, inclusive
nos processos de negociação e nas comunicações interpessoais ou intergrupais;



ter prontidão tecnológica e pensamento computacional;



refletir e atuar criticamente sobre a esfera da produção, compreendendo sua posição e função
na estrutura produtiva sob seu controle e gerenciamento;



desenvolver raciocínio lógico, crítico e analítico para operar com valores e formulações
matemáticas presentes nas relações formais e causais entre fenômenos produtivos,
administrativos e de controle, expressando-se de modo crítico e criativo diante dos diferentes
contextos organizacionais e sociais;



ter iniciativa, criatividade, determinação, vontade política e administrativa, vontade de
aprender, abertura às mudanças e consciência da qualidade e das implicações éticas do seu
exercício profissional;



transferir conhecimentos da vida e da experiência cotidianas para o ambiente de trabalho e
para seu campo de atuação profissional, em diferentes modelos organizacionais, revelando-se
um profissional adaptável;



elaborar, implementar e consolidar projetos em organizações; e



realizar consultoria em gestão e administração, pareceres e perícias administrativas,
gerenciais, organizacionais, estratégicas e operacionais.

2.3

A profissão do Administrador
Conforme a Lei nº. 4.769, de 09.09.1965 e o Regulamento aprovado pelo Decreto nº. 61.934,
de 1967, o Administrador é o profissional liberal ou não cujas atividades profissionais compreendem:


elaboração de pareceres, relatórios, planos, projetos, arbitragens e laudos;



realização de pesquisas, estudos, análises, interpretação, planejamento, implantação,
coordenação e controle dos trabalhos nos diferentes campos de atuação profissional;



o exercício de funções e cargos de Administrador do serviço público federal, estadual,
municipal, autárquico, sociedades de economia mista, empresas estatais, paraestatais e
privadas, em que fique expresso e declarado o título do cargo abrangido, e



o exercício de funções de chefia ou direção, intermediária ou superior assessoramento e
consultoria em órgãos ou seus compartimentos, de Administração Pública ou de entidades
privadas.
13

2.4

O campo de atuação profissional do Administrador
O profissional de Administração, liberal ou contratado, poderá atuar em organizações
privadas, públicas, autarquias, sociedades, empresas estatais e paraestatais. Em Maceió, como o setor
de serviços se configura como o mais significativo (49,11%), o profissional formado poderá
fortalecer ainda mais este setor atuando como gestor de empresa, consultor, empreendedor, dentre as
demais alternativas listadas abaixo. Sendo Alagoas um destino turístico, as oportunidades em
hotelaria, bar e restaurante também se configuram em oportunidades para o profissional da
Administração. Ramos (2018) apresenta o seguinte rol de atuação deste profissional: administrador
financeiro, de projetos, rural, hospitalar, de marketing, de gestão de pessoas, de hotelaria, judicial,
perito judicial, de justiça notarial, de condomínios, de imóveis, de obras, de facilities, em logística,
ambiental, executivo, escolar, público, da tecnologia da informação, de produção, de orçamento, de
organização e métodos, empreendedor, de patrimônios, de cooperativas, de consórcios, de comércio
exterior, industrial, de factoring, pesquisador, consultor, prisional, de serviços, de turismo, em
comunicação, no terceiro setor, de riscos, esportivo e tributário.

2.5

Formas de ingresso no Curso
O ingresso no curso de Administração é efetivado por meio de processo seletivo, sendo a
prova do ENEM o meio de seleção e a plataforma SISu/MEC (Sistema de Seleção Unificada) o meio
de inscrição, respeitados os critérios de cotas em vigor.
A UFAL poderá adotar outros processos de seleção, simplificados ou não, para o
preenchimento de vagas ociosas ou em casos de convênios firmados no interesse público, tais como,
aqueles que dizem respeito à formação de professores que atuam na rede pública de ensino e à
formação de gestores públicos. Em todos os casos, a igualdade de oportunidade de acesso é garantida
por meio de editais. A UFAL adota uma perspectiva de não produzir vaga ociosa, utilizando,
periodicamente, conforme o seu calendário acadêmico, editais de reopção e de transferência.

14

3. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

3.1

Colegiado do curso
De acordo como Regimento Geral da UFAL de 30/01/2006, Título II Capítulo V, Seção II,
Art. 25 e 26 e a Portaria N° 559 de 28 de junho de 2001, o Colegiado de Curso é um órgão
consultivo para os assuntos relacionados à política de ensino, pesquisa e extensão. O Colegiado é
formado por cinco professores do curso de Administração, um técnico-administrativo e um
representante discente. A renovação do Colegiado se dá a cada dois anos através de eleição. As
reuniões do Colegiado acontecem ordinariamente 2 (duas) vezes por semestre e extraordinariamente,
a partir da convocação da coordenação para analisar, tratar e deliberar sobre assuntos referentes às
mudanças internas vivenciadas pela Curso, pela FEAC e/ou pela UFAL.

3.2

Núcleo Docente Estruturante (NDE)
O Núcleo Docente Estruturante é um órgão consultivo e propositivo de apoio e
assessoramento ao Colegiado no que diz respeito aos assuntos acadêmicos, conforme expresso na
Resolução nº 52/2012-CONSUNI/UFAL, de 05 de novembro de 2012. O NDE é o responsável pelo
acompanhamento e atuação no processo de concepção, consolidação, avaliação e contínua
atualização do Projeto Pedagógico do Curso. São atribuições do NDE:
I.

Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;

II.

Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino
constantes no currículo;

III.

Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão,
oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e
consoantes com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso, e

IV.

Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
Graduação.

O NDE de Administração é composto pelos seguintes docentes:
Dra ADRIANA ALVARENGA MARQUES

Dr. ANDERSON DE BARROS DANTAS
Dr ANDREW BEHEREGARAI FINGER
Dra MILKA ALVES CORREIA BARBOSA
Dr NICHOLAS JOSEPH TAVARES CRUZ

15

3.3

Corpo docente do curso de Administração
O curso de Administração conta com 24 docentes efetivos, conforme quadro abaixo:

NOME E TITULAÇÃO

C. H.

GRADUAÇÃO

MESTRADO

Me ADJARDO PEREIRA SILVA

40

Economia

Administração

DraADRIANA A. MARQUES

DE

Administração

Administração

Dra ANA PAULA LIMA MARQUES
FERNANDES
DrANDERSON DE B. DANTAS

DE

Administração
Psicologia
Engenharia civil
Direito

Meteorologia

Engenharia civil

DE

Economia

Engenharia da produção

Engenharia da produção

Dr ANDREW B. FINGER

DE

Administração

Administração

Administração

Dr CARLOS ANDRÉ S. CARNEIRO

20

Administração

Dr CARLOS EVERALDO COSTA

DE

Administração

Administração

Administração

Dra CLAUDIA MARIA MILITO

DE

Engenharia elétrica

Administração

Engenharia da produção

DrEDILSON DOS SANTOS SILVA

DE

Administração

Administração

Administração

Me FELIPE FERNANDO P. SOUZA

DE

Engenharia da produção

Engenharia da produção

DrGUSTAVO MADEIR DA SILVA

DE

Administração

Administração

Administração

Dr IBSEN BITTENCOURT PINTO

DE

Educação

Administração

Me JOSÉ CARLOS C. SILVEIRA

DE

Administração
Turismo
Administração

Dra LUCIANA P. SANTA RITA

Administração

DrMADSON BRUNO S. MONTE

DE

Economia
Direito
Engenharia química

Administração

DE

Engenharia daprodução

Engenharia da produção

Dra MILKA ALVES C. BARBOSA

DE

Administração

Administração

Administração

Dra NATALLYA A. LEVINO

Engenharia da produção

Dr NILSON C. ARAÚJO LEÃO

DE

Administração
Economia
Administração

Engenharia da produção

DE

Engenharia da produção

Administração

DrNICHOLAS JOSEPH T. CRUZ

DE

Administração

Administração

Engenharia da produção

Dr PABLO VIANA DA SILVA

DE

Engenharia civil

Computação

Computação

DE

Administração

Administração

Administração

Dr RODRIGO G. GUIMARÃES

DE

Administração

Administração

Administração

Dra ROSIANE CHAGAS

DE

Administração

Administração

Administração

Me SIMONE NUNES FERREIRA

DE

Informática

Ciência da computação

Dr WESLEY VIEIRA DA SILVA

DE

Economia

Engenharia da produção

Dr

RODRIGO

CÉSAR

R.

DOUTORADO

Administração

Administração

OLIVEIRA

3.4

Engenharia da produção

Corpo técnico do curso
A secretaria dos cursos de graduação da FEAC atende aos três cursos (Economia, Administração
e Contabilidade) da Faculdade fornecendo apoio técnico aos docentes e discentes.
Fazem parte da secretaria dos cursos, 7 (sete) técnicos descritos a seguir:

16

NOME
ANGELISSE ROTONDARO DOS SANTOS

CARGO

Auxiliar em administração

ANTÔNIO BECKER LITRENTO

Assistente em administração

FRANCISCO CABRAL R. BARROS

Assistente em administração

KELLINE FERREIRA DE OLIVEIRA

Assistente em administração

LIDIANE DA CONCEIÇÃO BARBOZA

Assistente em administração

LUCIANO RIBEIRO DOS SANTOS

Assistente em administração

NADJA MARIA DO NASCIMENTO

Contínuo

17

4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

4.1

Aspectos gerais do currículo do curso
O Curso de Administração da FEAC é realizado em regime acadêmico semestral com
matrículas em disciplinas, algumas delas contendo pré-requisitos.

A carga horária mínima de

integralização curricular do curso é de 3.000(três mil) horas distribuídas em, no mínimo, 9 (nove)
períodos e, no máximo, em 14 (quatorze) períodos para ambos os turnos:diurno e noturno.Caso o
aluno realize algum trancamento de matrícula, o tempo do trancamento é computado para efeito de
integralização conforme Resolução CEPE nº 25, de 26 de outubro de 2005.
A carga horária total apresenta-se dividida o longo do curso em fixa, eletiva, flexível/
complementar, de estágio supervisionado obrigatório, de atividades de extensão e de trabalho de
conclusão de curso, que são especificados no quadro abaixo:

PARTE
OBRIGATÓRIA FIXA
OBRIGATÓRIA ELETIVA
OBRIGATÓRIA FLEXÍVEL/COMPLEMENTAR
ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO
ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
TOTAL

CARGA
HORÁRIA

PERCENTUAL

1944
216
150
300
300
90
3.000

64,8
7,2
5
10
10
3
100%

Considerando as diretrizes expostas na Resolução CNE/CES Nº 5 de 14 de outubro de 2021, na
organização curricular do curso são trabalhados conteúdos vinculados à realidade dentro de uma
perspectiva histórica e contextualizada. E as disciplinas são divididas em conteúdos voltados para a
formação básica, profissional, de estudos quantitativos e suas tecnologias e de formação
complementar.

18

4.2

Matriz curricular do curso
O quadro a seguir apresenta a divisão dos conteúdos de formação por disciplinas e as suas
respectivas cargas horárias.

DISCIPLINA

Contabilidade
Economia
Metodologia científica
Projeto de TCC
Análise das organizações
Comportamento organizacional
Ética empresarial
Direto empresarial
Sustentabilidade organizacional
Tópicos especiais em tecnologia

C. H.
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54

Introdução à administração
Teorias Organizacionais
Análise das demonstrações contábeis
Gestão da inovação
Gestão de processos e estrutura
Gestão de custos
Gestão da produção
Gestão mercadológica 1
Gestão mercadológica 2
Gestão da cadeia de suprimentos 1
Gestão da cadeia de suprimentos 2
Gestão de pessoas 1
Gestão de pessoas 2
Gestão financeira 1
Gestão financeira 2
Sistemas de informação gerencial
Gestão da qualidade e da produtividade
Gestão pública
Estratégia organizacional
Empreendedorismo e gestão de peq. negócios
Pesquisa de mercado
Gestão de projetos

54
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54

Conteúdo e de
estudos
quantitativos e
suas tecnologias

Matemática
Estatística

54

Matemática financeira

54

Pesquisa operacional

54

Conteúdo de
formação
complementar

Eletivas

216

Conteúdos de
formação básica

Conteúdos de
formação
profissional

54

19

4.2.1

Disciplinas por área de conhecimento do Curso
O curso abrange as seguintes áreas de conhecimento, através das disciplinas aqui elencadas:

a) Métodos quantitativos aplicados-Matemática, Estatística e Pesquisa Operacional
b) Pesquisa –Metodologia Científica, Projeto de TCC.
c) Humana e Social – Análise das Organizações, Ética Empresarial, Direito Empresarial.
d) Organização – Introdução à Administração, Teorias Organizacionais, Gestão Pública.
e) Economia, Contabilidade e Finanças- Economia, Contabilidade, Análise das Demonstrações
Contábeis, Matemática Financeira, Gestão de Custos, Gestão Financeira 1 e 2.
f) Pessoas- Comportamento Organizacional, Gestão de Pessoas 1 e 2.
g) Logística e Produção - Gestão de Processos e Estrutura, Gestão da Produção, Gestão da
Cadeia de Suprimentos 1 e 2, Gestão da Qualidade e da Produtividade, Gestão de Projetos.
h) Estratégia e Empreendedorismo –Gestão da Inovação, Estratégia Organizacional,
Empreendedorismo e Gestão de Pequenos Negócios.
i) Marketing -Gestão Mercadológica 1 e 2 e Pesquisa de Mercado.

4.2.2

Organização curricular por períodos
Segue o ordenamento curricular com as cargas horárias das disciplinas.
1º PERÍODO
INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO
MATEMÁTICA
CONTABILIDADE
METODOLOGIA CIENTÍFICA
DIREITO EMPRESARIAL
2º PERÍODO
TEORIAS ORGANIZACIONAIS
ECONOMIA
ESTATÍSTICA
ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
TÓPICOS ESPECIAIS EM TECNOLOGIA
3º PERÍODO
ANÁLISE DAS ORGANIZAÇÕES
GESTÃO DE PROCESSOS E ESTRUTURA
MATEMÁTICA FINANCEIRA
ÉTICA EMPRESARIAL
ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO

54
54
54
54
54
270 horas
54
54
54
54
54
270 horas
54
54
54
54
60
276 horas

4º PERÍODO
GESTÃO DE CUSTOS
COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL
GESTÃO DA PRODUÇÃO
SUSTENTABILIDADE ORGANIZACIONAL
ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO

54
54
54
54
60
276 horas
20

5º PERÍODO
GESTÃO MERCADOLÓGICA 1
GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS 1
GESTÃO DE PESSOAS 1
GESTÃO FINANCEIRA 1
ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO
6º PERÍODO
GESTÃO MERCADOLÓGICA 2
GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS 2
GESTÃO DE PESSOAS 2
GESTÃO FINANCEIRA 2
ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO
7º PERÍODO
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL
PESQUISA OPERACIONAL
PESQUISA DE MERCADO
ELETIVA 1
ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO
8º PERÍODO
GESTÃO DA QUALIDADE E DA PRODUTIVIDADE
PROJETO DE TCC
GESTÃO PÚBLICA
ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL
GESTÃO DA INOVAÇÃO
9º PERÍODO
EMPREENDEDORISMO E GESTÃO DE PEQUENOS NEGÓCIOS
GESTÃO DE PROJETOS
ELETIVA 2
ELETIVA 3
ELETIVA 4

4.2.3

54
54
54
54
60
276 horas
54
54
54
54
60
276 horas
54
54
54
54
60
276 horas
54
54
54
54
54
270 horas
54
54
54
54
54
270 horas

Disciplinas eletivas do curso
Segue o quadro com as disciplinas eletivas, além destas, novas disciplinas eletivas poderão

ser inseridas na matriz curricular, à critério do Colegiado do Curso visando sua atualização e
flexibilidade.

DISCIPLINA
GESTÃO DE SERVIÇOS
GESTÃO DO CONHECIMENTO

C.H.
54
54

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL
APRENDIZAGEM ORGANIZ.
JOGOS DE EMPRESAS
NEGÓCIOS SOCIAIS

54
54
54
54

DISCIPLINA
GESTÃO DO TERCEIRO SETOR
GESTÃO
DE
MARKETING
NO
FUTEBOL
COMÉRCIO EXTERIOR
GESTÃO DO AGRONEGÓCIO
CONSULTORIA ORGANIZACIONAL
GOVERNANÇA
E
REDES
INTERORGANIZACIONAIS

C.H
54
54
54
54
54
54

21

COMPETITIVIDADE E
DESENVOLVIMENTO
ORÇAMENTO EMPRESARIAL E
PÚBLICO
GOVERNANÇA NA ADMNISTRAÇÃO
PÚBLICA
POLÍTICAS PÚBLICAS

54

DIREITO AMBIENTAL

54

DIREITO TRIBUTÁRIO

54

DIREITO ADMINISTRATIVO
MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS

54
54

54
54
54

EMPREENDEDORISMO
TECNOLÓGICO
ECOSSISTEMAS DE SERVIÇO E VALOR
ORGANIZACIONAL
GOVERNANÇA DE TECNOLOGIA DA
INFORMAÇÃO
ADOÇÃO E GESTÃO DE
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO
MARKETING DIGITAL E MÍDIAS
SOCIAIS
COMPORTAMENTO DO
CONSUMIDOR
LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS

54
54
54
54
54
54
54

O Colegiado do Curso poderá adotar o conceito de disciplina livre, na qual o aluno que
cursou disciplina em outras áreas do conhecimento poderá solicitar o aproveitamento de apenas uma
delas, justificando a importância desta à formação, caberá ao Colegiado avaliar sua pertinência ou
não.

4.2.4

Disciplinas com pré-requisito
Segue o quadro com as disciplinas com pré-requisito e os respectivos períodos de suas

ofertas.

4.3

PER.
2°
6°
5°

DISCIPLINA
ANÁLISE DAS DEMONST. CONTÁBEIS
GESTÃO MERCADOLÓGICA 2
GESTÃO FINANCEIRA 1

6°
6°
7°
9°

GESTÃO FINANCEIRA 2
GESTÃO DE PESSOAS 2
PESQUISA OPERACIONAL
EMPREENDEDORISMO E GEST. PEQ. NEG.

PRÉ-REQUISITO
CONTABILIDADE
GESTÃO MERCADOLÓGICA 1
MATEMÁTICA FINANCEIRA
ANÁLISE DAS DEMONST.CONTÁBEIS
GESTÃO FINANCEIRA 1
GESTÃO DE PESSOAS 1
MATEMÁTICA
PESQUISA DE MERCADO
GESTÃO FINANCEIRA 2

Ementas e bibliografias das disciplinas por período
4.3.1

Ementas e bibliografias das disciplinas do 1º. Período

CH: 54 horas
INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO
Ementa: Sociedade das organizações e o processo de empresarização. Tipologias organizacionais. Conceitos
introdutórios à administração; Processo Administrativo. Áreas Funcionais. Percussores do pensamento administrativo
e antecedentes históricos; Bases das Organizações burocráticas; Teorias Clássicas; Escola de Relações Humanas.
Bibliografia básica:
HALL, Richard H. Organizações: estruturas, processos e resultados. Pearson, 2004
MAXIMIANO, A.C. Amaru. Introdução à administração. S. Paulo: Atlas, 1986.
MINTZBERG, Henry. Criando organizações eficazes: estruturas em cinco configurações. São Paulo: Atlas, 2003.

22

MORGAN, Gareth. Imagens da organização. São Paulo: Atlas, 1996.
MOTTA, Fernando C. P., VASCONCELOS, Isabela F. F. G. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2004.
RAMOS, Guerreiro. A nova ciência das organizações. Rio de Janeiro: FGV, 1989.
SOBRAL F.; PECY, A. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2008.
Bibliografia complementar:
CAMPOS, Edmundo (Org.). Sociologia da burocracia. Rio de Janeiro: Zahar, 1978. p. 15-28.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 8. ed. Totalmente rev. e atual. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2011. xxviii, 606 p.
HUBERMAN, Leo. História da riqueza do homem. 1986.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Fundamentos de administração: manual compacto para as disciplinas
TGA e introdução administração. 2.ed. S o Paulo: Atlas, 2007. xvii, 267 p.
MOTTA, Fernando C. Prestes. O que é burocracia. 16. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.
VIEIRA, M.M.F. et al. Teoria geral da administração. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2012.
CH: 54 horas
MATEMÁTICA
Ementa: Funções e seus gráficos. Limite e continuidade. Derivação e diferenciação. Máximos e mínimos. Integrais
indefinidas, definidas e suas aplicações.
Bibliografia básica:
HOFFMANN, Laurence D.; BRADLEY, Gerald L; SOBECKI, Dave; PRICE, Michael; BIASI, Ronaldo Sérgio de
(Trad.). Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 11. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos
Editora S. A.,2015.
IEZZI, Gelson; MURAKAMI, Carlos. Fundamentos de matemática elementar: conjuntos e funções. 9. ed. São
Paulo: Atual, 2013.
MORETTIN, Pedro A.; BUSSAB, Wilton de Oliveira; HAZZAN, Samuel. Cálculo: funções de uma e várias
variáveis. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2010.
MUROLO, Afrânio Carlos. Matemática aplicada à administração, economia e contabilidade. 2. ed. São Paulo:
CENGAGE Learning, 2013.
SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros da. Matemática para os cursos
de economia, administração e ciências contábeis. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Bibliografia complementar:
EDWARDS Jr., C.H. e PENNEY, D.E. Cálculo com Geometria Analítica. Rio de Janeiro, Prentice-Hall do Brasil,
1997.
FLEMMING, D.M. e GONÇALVES, M.B. Cálculo A: funções, limites, derivação, integração. São Paulo, Makron
Books, 1992.
GOLDSTEIN, Larry Joel; LAY, David C; SCHNEIDER, David I.; ASMAR, Nakhle H. Matemática aplicada:
economia, administração e contabilidade. 12. ed. Porto Alegre: Bookman, 2012. xiv, 639 p.
JACQUES, Ian. Matemática para economia e administração. 6. ed. São Paulo: Pearson, 2010
SIMMONS, G.F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo. McGraw-Hill. 1987.
CH: 54 horas
CONTABILIDADE
Ementa: Informações Contábeis: usuários e finalidade. O patrimônio: conceito, aspectos, situação patrimonial e
representação gráfica. Fatos contábeis. Procedimentos contábeis básicos. Classificação das contas e noção de planos
de contas. Mecanismo do débito e do crédito. Registro de operações mais comuns. Conceitos, classificação e
reconhecimentos de provisões, reservas, depreciação, amortização e exaustão. Noções de apuração de resultado,
balancete de verificação, balanço patrimonial e demonstração de resultado.
Bibliografia básica:
IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARTINS, Eliseu. Contabilidade introdutória. 11. Ed - São Paulo: Atlas, 2011.
MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 11. Ed - São Paulo: Atlas, 2015. NEVES, Silvério das; VICECONTI,
Paulo Eduardo Vilchez. Contabilidade Básica. 17 ed. São Paulo: Saraiva, 2017. PADOVESE, Clóvis Luiz. Manual
de Contabilidade Básica. 10. Ed – São Paulo: Atlas, 2014.
23

Bibliografia complementar:
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Curso de Contabilidade Introdutória em IFRS e CFC. São Paulo: Atlas, 2014.
SILVA, César Augusto Tibúrcio; RODRIGUES, Fernanda Fernandes.Contabilidade Básica. Volume I. São Paulo:
Atlas, 2015.

CH: 54 horas
METODOLOGIA CIENTÍFICA
Ementa: Ciência e conhecimento científico. A investigação científica: lógica, linguagem e método. Projeto de
pesquisa. Relatórios de pesquisa. Normas de elaboração e apresentação do trabalho acadêmico.
Bibliografia básica:
CASTRO, Cláudio de Moura. A prática da pesquisa. 2ed. São Paulo: Pearson Education, 2016
GUEDES, E.M. Curso de Metodologia Científica. Curitiba: HD Livros Editora, 2000.
MARCONI, Marina de Andrade e LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos da metodologia científica. 7. ed.São
Paulo: Atlas, 2015.
Bibliografia complementar:
COOPER, Donald R.; SCHINDLER, Pámela S. Métodos de pesquisa em administração. 12. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2016.
DIEHL, A.A. Pesquisa em ciências sociais aplicadas: métodos e técnicas. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004.
FLICK, U. Introdução à metodologia de pesquisa: um guia para iniciantes. Porto Alegre: Penso, 2013.
GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002
LAVILLE, C.; DIONE, J. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porto
Alegre: Artmed, 1999.
VERGARA, S. C. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
CH: 54 horas
DIREITO EMPRESARIAL
Ementa: Teoria Geral da Empresa. Empresa. Empresário. Estabelecimento. Registro da Empresa. Espécies
Societárias. Importância das Sociedades Limitadas e Sociedades Anônimas. Dissolução e Liquidação
Bibliografia básica:
COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de direito comercial: direito de empresa. 19. ed. São Paulo: Saraiva, 2015.
TOMAZETTE, Marlon. Curso de direito empresarial. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2014
Bibliografia complementar:
MAMEDE, Gladston. Manual do Direito empresarial. 16. ed. São Paulo: Atlas, 2022.
MARTINS, A. C e RICUPERO, M S. Nova Lei da Recuperação Judicial. Editora Almedina Brasil.2021.
MARIANI, Irineu. Contratos empresariais. Porto Alegre: Liv. do Advogado, 2007
PEREIRA, Cristiano Padial. Dissolução parcial de sociedades limitadas – retirada e exclusão de sócio. 1 ed.
Editora Almedina Brasil.2021.
ROQUE, Pâmela Romeu. Estudos aplicados ao direito comercial. 7 ed. Editora Almedina Brasil.2022.

4.3.2

Ementas e bibliografias das disciplinas do 2º. Período

CH: 54 horas
TEORIAS ORGANIZACIONAIS
Ementa: Fundamentos teóricos da administração. Processos decisórios nas organizações. Estrutural-funcionalismo;
Teoria de sistemas e perspectiva sociotécnica. Teoria da contingência. Teorias ambientais: Ecologia organizacional,
abordagem econômica, institucional e redes.
Bibliografia básica:
MOTTA, Fernando C. P., VASCONCELOS, Isabela F. F. G. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2004.
VIEIRA, M.M.F. et al. Teoria geral da administração. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2012.
MOTTA, P. Teoria das organizações: evolução e crítica. 2.ed. São Paulo: Pioneira, 2001.
24

Bibliografia complementar:
AKTOUF, Omar. A administração entre a tradição e a renovação. São Paulo: Atlas, 1996.
CLEGG, S.; HARDY, C.; NORD, W. Handbook de estudos organizacionais. (Orgs). SP: Atlas, 1999. Vol. I e II.
ETZIONI, Amitai. Organizações modernas. São Paulo: Pioneira, 1980.
MORGAN, Gareth. Imagens da Organização. São Paulo: Atlas, 1996.
RAMOS, Guerreiro. A nova ciência das organizações. Rio de Janeiro: FGV, 1989.

CH: 54 horas
ECONOMIA
Ementa:Fundamentos básicos da ciência econômica. Abrangência e limitações da economia. Caracterização e
funcionamento do sistema econômico. O mecanismo de mercado: oferta, procura e equilíbrio. Elasticidade. Teoria da
Firma. Noções de estrutura de mercado. Moeda e sistema financeiro. Agregados macroeconômicos. Desemprego.
Inflação
Bibliografia básica:
MANKIW, Gregory. Introdução à Economia: princípios de micro e macroeconomia. 2ª ed., Rio de Janeiro:
Campus. 2001.
PINHO, Diva B.; VASCONCELOS, M. Antonio S. (org.) Manual de Economia. 5ª ed., São Paulo: Saraiva. 5ª ed.,
2006.
ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à Economia. 20ª ed. São Paulo: Atlas. 2003.
TROSTER, Roberto; MOCHÓN, Francisco. Introdução à Economia. São Paulo: Makron, 2004
CH: 54 horas
ESTATÍSTICA
Ementa:Tabulação e análise de conjunto de dados. Medidas de tendência central, dispersão e demais
posicionamentos. Probabilidade e suas distribuições. Diferenças estatísticas significativas de estimadores.
Associações estatisticamente significativas em variáveis, considerando modelos matemáticos lineares.
Bibliografia básica:
LARSON, Ron. Estatística aplicada. 4. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
MORETTIN, Pedro A.; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Estatística básica. 9. ed. São Paulo: Saraiva, 2017.
TRIOLA, Mario F.; FLORES, Vera Regina Lima de Farias e (Trad). Introdução à estatística. 12. ed. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 2017.
Bibliografia complementar:
ANDERSON, David R.; SWEENEY, Dennis J.; WILLIAMS, Thomas A. Estatística aplicada à administração e
economia. 2. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.
DOANE, David P.; SEWARD, Lori Welte; KIRA, Elisabeti. Estatística aplicada à administração e à economia.
São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 2008.
LOUZADA, Francisco et al. (..). Controle estatístico de processos: uma abordagem prática para cursos de
engenharia e administração. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
SWEENEY, Dennis J; WILLIAMS, Thomas Arthur; ANDERSON, David Ray. Estatística aplicada à
administração e economia. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2014.
CH: 54 horas
ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Ementa:Demonstrações financeiras: composições e análise. Análise vertical e horizontal. Índices econômicos e
financeiros. Modelos de previsão de insolvência. Análise do ciclo operacional, financeiro e econômico. Valor
presente líquido e outras regras de análise de investimentos.
Bibliografia básica:
DA SILVA, J. P. Análise Financeira das Empresas. 13 ed. São Paulo: CENGAGE, 2017.
MARION, José Carlos. Análise das Demonstrações Contábeis: Contabilidade Empresarial. 7. ed.. São Paulo:
Atlas, 2012.
MARTINS, Eliseu; MIRANDA, Gilberto José; DINIZ, Josedilton Alves. Análise didática das demonstrações
contábeis. São Paulo: Atlas, 2014.
Bibliografia complementar:
MATARAZZO, Dante Carmine. Análise financeira de balanços: abordagem gerencial. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010
25

CH: 54 horas
TÓPICOS ESPECIAIS EM TECNOLOGIA
Ementa:Análise e discussão das tecnologias contemporâneas nas organizações e no mercado.

4.3.3

Ementas e bibliografias das disciplinas do 3º. Período

CH: 54 horas
ANÁLISE DAS ORGANIZAÇÕES
Ementa: Poder, conflito e controle nas organizações; trabalho e suas transformações nas organizações; cultura
brasileira (cultura afro-brasileira e indígena, comunidade, preconceito e solidariedade) organizações e
desenvolvimento no pensamento sociológico brasileiro; a tradição brasileira nos estudos organizacionais.
Bibliografia básica:
CHANLAT, Jean François (org). O indivíduo e a Organização. Paris, Eska, 2007:
MOTTA, Fernando C. Prestes; CALDAS, Miguel P. Cultura Organizacional e Cultura Brasileira. São Paulo:
Atlas, 1997.
CARVALHO, Cristina A. e VIEIRA, Marcelo M. F. O poder nas organizações. São Paulo: Thomson Learning,
2007.
Bibliografia complementar:
PAGÈS, Max e outros. O Poder das Organizações. São Paulo: Atlas, 1987.
CLEGG, S.; HARDY, C.; NORD, W. Handbook de estudos organizacionais. (Orgs). SP: Atlas, 1999. Vol. I e II.
RAMOS, Guerreiro. A nova ciência das organizações. Rio de Janeiro: FGV, 1989.
DIAS, Reinaldo. Sociologia das Organizações. São Paulo: Atlas, 2012.
CH: 54 horas
GESTÃO DE PROCESSOS E ESTRUTURA
Ementa:Características e tipologia das organizações. Novas configurações organizacionais e administrativas.
Dimensões da análise das organizações. A organização e seu ambiente. A estrutura organizacional e sua
representação. Descentralização e delegação. Simplificação e organização de processos. Rotinas. Fluxogramas.
Instrumentos de levantamento de dados e análise de formulários. Manuais. Regimentos. Arranjos físicos de
ambientes organizacionais.
Bibliografia básica:
ARAÚJO, Luis Cesar G de. Organização, Sistemas e Métodos e as Tecnologias de Gestão Organizacional. Vol.
1. 2ª. ed. São Paulo: Ed. Atlas, 2006.
BARBARA, SAULO. Gestão por processos. Ed. Qualitmark, 2006.
OLIVEIRA, D. P. R. Sistemas, organização e métodos. São Paulo: Atlas, 2005.
SORDI, JOSE OSVALDO DE. Gestão Por Processos:- Uma abordagem da Moderna Administração. Atlas, 2005.
Bibliografia complementar:
BALLESTERO-ALVAREZ, M.E. Manual de Organização Sistemas e Métodos, 3a Ed. São Paulo: Atlas, 2006.
CURY, A. Organização e Métodos: uma visão holística. 8 ed. São Paulo: Atlas, 2013.
HALL, Richard H. Organizações: estruturas, processos e resultados. Pearson, 2004.
MINTZBERG, H. Criando organizações eficazes: estruturas em cinco configurações. 2. ed. S o Paulo: Atlas,
2011.
VASCONCELOS; HEMSLEY. Estruturas das organizações. São Paulo: Pioneira, 2000.

CH: 54 horas
MATEMÁTICA FINANCEIRA
Ementa:Juros simples. Juros compostos. Descontos simples e descontos compostos. Taxas de juros. Equivalência de
capitais a juros compostos. Série de pagamentos. Sistemas de amortização de empréstimos e financiamentos.
Princípios de análise de investimentos: risco,retorno, método de avaliação do valor presente líquido (VPL), método
de avaliação da taxa interna de retorno (TIR); Taxa interna de retorno modificada (TIRM),payback.
Bibliografia básica:
ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 13 ed. São Paulo: Atlas, 2016.

26

CASTELO BRANCO, Anísio Costa. Matemática financeira aplicada: método algébrico, HP-12C, Microsoft
Excel®. 4. Ed., rev. E ampl. São Paulo: Cengage Learning, 2015.
FARO, Clovis de,; LACHTERMACHER, Gerson. Introdução à matemática financeira. Rio de Janeiro: FGV, 2012
Bibliografia complementar:
BROM, Luiz Guilherme; BALIAN, Jose Eduardo Amato. Análise de investimentos e capital de giro: conceitos e
aplicações. São Paulo: Saraiva, 2007.
FARO, Clovis de. Fundamentos da matemática financeira: uma introdução ao cálculo financeiro e à análise de
investimentos de risco. São Paulo: Saraiva, 2006.
MISSAGIA, Luiz Roberto; VELTER, Francisco. Aprendendo matemática financeira: teoria e mais de 350
questões com gabarito. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.
SAMANEZ, Carlos Patricio. Matemática financeira. 5.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
SOUZA, Alceu,; CLEMENTE, Ademir. Decisões financeiras e análise de investimentos: fundamentos, técnicas e
aplicações. 6. Ed. São Paulo: Atlas, 2008.
SILVA, André Luiz Carvalhal da. Matemática financeira aplicada. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática financeira objetiva e aplicada. 10 ed. São Paulo: Saraiva, 2017.
CH: 54 horas
ÉTICA EMPRESARIAL
Ementa:Conceito e objetivos. Perspectiva histórica dos estudos em ética empresarial. Ética e responsabilidade social
nas empresas. Implicações éticas das decisões. Conduta ética. Desafios éticos. Código de ética do administrador.
Bibliografia básica:
CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO. Código de ética dos profissionais de Administração. Brasília:
CFA, 2018.
QUEIROZ, A.; ASHLEY, P. A. (Coord). Ética e responsabilidade social nos negócios. 2. Ed. SP: Saraiva, 2005.
SROUR, Robert Henry. Ética empresarial. 4. Ed. Rio de janeiro: Elsevier, 2013.
Código de ética do administrador.
Bibliografia complementar:
MATOS, Francisco Gomes de. Ética na gestão empresarial. 3. Ed. São Paulo: Saraiva, 2017
MATTAR, João; ANTUNES, Maria Thereza Pompa (Org). Filosofia e ética. São Paulo: Pearson, 2014
SROUR, Robert Henry. Poder, cultura e ética nas organizações. 3. Ed. Rio de Janeiro: Campus, 2012.

4.3.4

Ementas e bibliografias das disciplinas do 4º. Período

CH: 54 horas
GESTÃO DE CUSTOS
Ementa: Conceito, terminologia e classificação dos custos. A contabilidade de custos como base para a
modernização e competitividade da empresa. Composição do custo de produtos e serviços. Formação dos custos.
Métodos de Custeamento: análise da relação custo-volume-lucro. Custeio por Absorção. Custeio Variável, ABC,
Custeio Padrão. Ponto de equilíbrio contábil, financeiro e econômico.
Bibliografia básica:
MARTINS, E. Contabilidade de Custos. São Paulo: ed. Atlas, 2010.
MEGLIORINI, E. Custos: análise e gestão. 3. Ed. São Paulo: Pearson, 2012.
HORNGREN, C. T.; DATAR, S. M.; FOSTER, M. Contabilidade de Custos. Volumes 1 e 2. São Paulo: Prentice
Hall Brasil, 2004.
Bibliografia complementar:
LEONE, George. Curso de Contabilidade de Custos. São Paulo: Ed. Atlas, 2010. BERNARDI, Luiz Antonio.
Política e formação de preços. São Paulo: Ed. Atlas, 2002.
CH: 54 horas
COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL
Ementa: O comportamento humano no trabalho. Variáveis individuais, grupais e organizacionais que afetam a
produtividade e satisfação no trabalho. Aspectos éticos no comportamento organizacional.
Bibliografia básica:

27

ROBBINS, Stephen P.; JUDGE, Timothy A.; SOBRAL, Filipe. GOMES, Rita de Cássia (Trad.). Comportamento
organizacional: teoria e prática no contexto brasileiro. 14. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.
Bibliografia complementar:
BLOCK, Peter. Comportamento organizacional: desenvolvendo organizações eficazes. M. Books, 2004
COHEN, Allan R; FINK, Stephen L. Comportamento organizacional: conceitos e estudos de casos. Rio de Janeiro:
Elsevier, Campus, 2003.
HOLLENBECK, John R. Comportamento organizacional: criando vantagem competitiva. 2. ed. São Paulo:
Saraiva, 2009.
NEWSTROM, John W. Comportamento organizacional: o comportamento humano no trabalho. 12. ed. São Paulo:
McGraw-Hill, c2008
SOTO, Eduardo. Comportamento organizacional: o impacto das emoções. Pioneira Thomson Learning, 2002
CH: 54 horas
GESTÃO DA PRODUÇÃO
Ementa:Conceituação, origens e evolução da administração da produção.Transformação da matéria-prima e a
administração do sistema de produção. Planejamento e controle da produção. Gestão da capacidade produtiva.
Organização da produção. Sistemas de informação para PCP, ERP e fluxo de informações. Inovação e novas
tecnologias de produção e em gestão da produção
Bibliografia básica:
CHASE, R. B.; DAVIS, M.; AQUILANO, N. J. Fundamentos da administração da produção. Porto Alegre:
Bookman Companhia Ed, 2000
CORREA, Henrique L. Administração da produção e operações: manufatura e serviços. São Paulo: Atlas, 2005.
SLACK, N.; CHAMBERS, S. Administração da produção. São Paulo: Atlas, 1999.
MARTINS, Petrônio Garcia; LAUGENI, Fernando Piero. Administração da produção. 2. ed. São Paulo: Saraiva,
2005
GAITHER, N. ; FRAZIER. G. Administração da produção e operações. São Paulo: Pioneira, 2004.
KRAJEWSKI, L. J.; RITZMAN, L. P. Administração da produção e operações. São Paulo: Prentice Hall Brasil,
2003.
LAMMING, R.; OWN, S.; JONES, P. Administração da produção e operações um enfoque estratégico. São
Paulo: Campus, 2005.
SCHEMENNER, Roger. Administração de operações em serviços. São Paulo: Futura, 2004.
MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. 2. ed. São Paulo: CENGAGE Learning,
2008
BROWN, Steve; RIECHE, Adriana (Trad.). Administração da produção e operações: um enfoque estratégico na
manufatura e nos serviços. Rio de Janeiro: Elsevier: 2006.
CH: 54 horas
SUSTENTABILIDADE ORGANIZACIONAL
Ementa: Conceitos, práticas e estratégias integradas de gestão organizacional sustentável. Os desafios das questões
sociais, ambientais e econômicas para a atuação das organizações.
Bibliografia básica:
ALMEIDA, Fernando. Os desafios da sustentabilidade: uma ruptura urgente. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
DIAS, Reinaldo. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2017.
SACHS, Ignacy. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. Org. de Paula YoneStroh. RJ: Garamond, 2002.
Bibliografia complementar:
BLIACHERIS, Marcos Weiss; FERREIRA, Maria Augusta Soares de Oliveira (Coord). Sustentabilidade na
administração pública. Belo Horizonte, MG: Forum, 2012.
DUNKE, E. ANAZCO, J. PAUL, N. Central de negócios. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011
EDWARDS, Brian; ESPASANDIN, Cláudia Ardións (trad.). O guia básico para a sustentabilidade. Barcelona,
Espanha: Gustavo Gili, c2008.
SAVITZ, Andrew W. A empresa sustentável. Rio de Janeiro: 2007.
VAN BELLEN, Hans M.. Indicadores de sustentabilidade: 2ed. Rio de Janeiro: FGV, 2007.

28

4.3.5

Ementas e bibliografias das disciplinasdo 5º. Período

CH: 54 horas
GESTÃO MERCADOLÓGICA 1
Ementa:O Marketing no mundo contemporâneo. Estratégias e planos de marketing. Coleta de informações e
previsão de demanda. Pesquisa de marketing. Criação de relações de longo prazo baseadas em fidelidade. Análise dos
mercados consumidores e organizacionais. Segmentação de mercado e seleção de mercados-alvo. Criação de Brand
Equity. Posicionamento da marca. Dinâmica competitiva.
Bibliografia básica:
KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. 12. Ed. Ed. São Paulo: Pearson, 2016.
Bibliografia complementar:
BOONE, Louis E.; KURTZ, David L. Marketing contemporâneo. 12.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
CHURCHILL JR.; Gilbert A.; PETER, J. Paul. Marketing: criando valor para o cliente. 3. Ed. São Paulo: Saraiva,
2013.
MITSURU, HiguchiYanaze. Gestão de marketing e comunicação: avanços e aplicações. 2. Ed. São Paulo: Saraiva,
2011.
CH: 54 horas
GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS 1
Ementa:Conceitos e objetivos da gestão cadeia de suprimentos. Administração de materiais e sua interface com
outras áreas. Previsão de demanda. Dimensionamento de estoques. Sistemas de controle e avaliação de estoques.
Armazenamento e movimentação de materiais. Gestão de compras. Medidas de desempenho na gestão de recursos
materiais.
Bibliografia básica:
ARNOLD, J. R. T. Administração de materiais: uma introdução. São Paulo: Atlas, 2011.
BALLOU, R. H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: Logística empresarial. Porto Alegre: Bookman, 2006.
MARTINS, P. ALT, P. R. C. Administração de materiais e recursos patrimoniais. 3. Ed. São Paulo: Saraiva,
2014.
Bibliografia complementar:
CHOPRA, Sunil,; MEINDL, Peter,; NASCIMENTO, Sérgio (Trad). Gestão da cadeia de suprimentos: estratégia,
planejamento e operações. 6. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2016
CORREA, H.L. Gestão de Redes de Suprimento. Editora Atlas. São Paulo, 2010.
DIAS, M. A. P. Administração de materiais: princípios, conceitos e gestão. 6. Ed. São Paulo: Atlas, 2010.
GONÇALVES, P. S. Administração de materiais. 5. Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
PIRES, S R. I. Gestão da cadeia de suprimentos: conceitos, estratégias, práticas e casos. 3. ed. São Paulo: Atlas,
2016
CH: 54 horas
GESTÃO DE PESSOAS 1
Ementa:O ambiente de negócios, a organização e as pessoas. Evolução e estágio atual da gestão de pessoas no
Brasil. Desafios competitivos na área de gestão de pessoas. A gestão de pessoas e a cultura brasileira. Perfil
profissional do gestor de pessoas. A legislação trabalhista e a gestão de pessoas. Modelos de gestão de pessoas.
Gestão estratégica de pessoas. Recrutamento e seleção. Planejamento de cargos e carreira.
Bibliografia básica:
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos na organização. São Paulo:
Manole, 2014.
VERGARA, Sylvia Constant. Gestão de pessoas. 3.ed. São Paulo: Ed.Atlas, 2003.
Bibliografia complementar:
BOHLANDER, G. SNELL, S.Administração de recursos humanos. São Paulo: Cengage, 2014
CRIVELARO, Rafael. Dinâmica das relações interpessoais. São Paulo: Alínea, 2005.
DECENZO, David A. Administração e Recursos Humanos. Rio de Janeiro: Ltc, 2001.
MILKOVICH, George T.Administração de recursos humanos. São Paulo: Ed. Atlas, 2000.
SUCESSO, Edina Bom. Relações interpessoais e qualidade de vida no trabalho. São Paulo: Qualitymark, 2002.

29

CH: 54 horas
GESTÃO FINANCEIRA 1
Ementa:Visão geral e funções da administração financeira. Informação e demonstrações financeiras. Administração
do circulante. Planejamento financeiro. Decisões de investimentos e financiamentos de capital. Análise de risco e
retorno.
Bibliografia básica:
ASSAF NETO, Alexandre. Mercado financeiro. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
GITMAN, L. J. Princípios de administração financeira. 10. ed. São Paulo: Pearson, 2004.
ROSS, S. A.; WESTERFIELD, Randolph.; JAFFE, Jeffrey F. Administração financeira. São Paulo: Atlas, 2011.
Bibliografia complementar:
SAUNDERS, Anthony. Administração de instituições financeiras. SãoPaulo: Atlas, 2007.
LEMES JÚNIOR, Antônio Barbosa; RIGO, Claudio Miessa; CHEROBIM, Ana Paula MussiSzabo. Administração
financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras. 2. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Campus, 2005.
BRIGHAM, Eugene F.; EHRHARDT, Michael C. Administração financeira: teoria e prática. São Paulo:
CENGAGE Learning, 2008.
MEGLIORINI, E. VALLIM, M. A. Administração Financeira: uma abordagem brasileira. São Paulo, Pearson
prentice Hall, 2009.
ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e análise de balanços. São Paulo: Atlas, 2006.

4.3.6

Ementas e bibliografias das disciplinasdo 6º. Período

CH: 54 horas
GESTÃO MERCADOLÓGICA 2
Ementa:Estratégia de produto. Serviços. Estratégias de determinação de preços. Canais integrados de marketing.
Gerenciamento de varejo, atacado e logística. Comunicação integrada de marketing. Comunicação de massa.
Gerenciamento das comunicações pessoais. Introdução de novos produtos no mercado. Exploração do mercado
global. Marketing holístico.
Bibliografia básica:
KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. 12. Ed. Ed. São Paulo: Pearson, 2016.
Bibliografia complementar:
BOONE, Louis E.; KURTZ, David L. Marketing contemporâneo. 12.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
CHURCHILL JR.; G. A.; PETER, J. Paul. Marketing: criando valor para o cliente. 3. Ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
MITSURU, Higuchi Y. Gestão de marketing e comunicação: avanços e aplicações. 2. Ed. São Paulo: Saraiva,
2011.

CH: 54 horas
GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS 2
Ementa:Conceitos e estratégias da gestão dos fluxos e sistemas logísticos. Planejamento da integração das operações
da cadeia de suprimentos. Canais de distribuição e distribuição física. Nível de serviço ao cliente. Característica dos
diferentes tipos de modais e gestão multimodal. Logística reversa e a sustentabilidade na cadeia de suprimentos.
Bibliografia básica:
ARBACHE, Fernando Saba. Gestão de logística, distribuição e trade marketing. 3. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2006.
BALLOU, R. H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: Logística empresarial. Porto Alegre: Bookman, 2006.
BOWERSOX, Donald J.; CLOSS, David J.; COOPER, M. Bixby. Gestão logística de cadeias de suprimentos.
Porto Alegre: Bookman, 2006
CHASE, R. B.; JACOBS, F. Administração de Operações e da Cadeia de Suprimentos. Mc Graw Hill, 2012.
CHING, Hong Yuh. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada: Supplychain. 4. ed. São Paulo: Atlas,
2010
CHOPRA, Sunil,; MEINDL, Peter,; NASCIMENTO, Sérgio (Trad). Gestão da cadeia de suprimentos: estratégia,
planejamento e operações. 6. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2016
CORREA, H.L. Gestão de Redes de Suprimento. Editora Atlas. São Paulo, 2010.
PIRES, S. R. I. Gestão da cadeia de suprimentos: conceitos, estratégias, práticas e casos. 3. ed. SP: Atlas, 2016.

30

CH: 54 horas
GESTÃO DE PESSOAS 2
Ementa: Gestão de pessoas e planejamento estratégico. Treinamento e desenvolvimento de pessoas. Gerenciamento
do desempenho.
Remuneração estratégica. Gestão de competências. Qualidade de vida no trabalho.
Responsabilidade social da gestão de pessoas. Tendências da gestão de pessoas.
Bibliografia básica:
CHIAVENATO, Idalberto . Gestão de pessoas. São Paulo: Atlas, 2004.
Bibliografia complementar:
CHIAVENATO, Idalberto. Remuneração, benefícios e relações de trabalho. São Paulo:Atlas, 2003.
CHIAVENATO, Idalberto. Desempenho humano nas empresas: como desenhar cargos e avaliar o desempenho.
São Paulo: Atlas, 2001.
CRIVELARO, Rafael. Dinâmica das relações interpessoais. São Paulo: Alínea, 2005.
DECENZO, David A. Administração e Recursos Humanos. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
FIDELIS, Gilson José. Gestão de pessoas. São Paulo: Érica, 2006.
CH: 54 horas
GESTÃO FINANCEIRA 2
Ementa:Estratégia financeira das empresas: orçamento de capital, estrutura de capital e dividendos. Risco e custo de
capital. Alavancagem. Custo de oportunidade. Remuneração do capital próprio. Fontes de financiamento de longo
prazo. Governança corporativa. Finanças internacionais. Fusões, aquisições e falências.
Bibliografia básica:
ROSS, S. A., WESTERFIELD, R. W.; JAFFE, J. F. Administração financeira: Corporate Finance, SP: Atlas, 2007.
HOJI, M. Administração financeira: uma abordagem prática. São Paulo: Ed. Atlas, 2003.
BRIGHAM, E. F.; EHRHARDT, M. C. Administração financeira: teoria e prática. SP: CENGAGE Learning, 2008.
Bibliografia complementar:
BRIGHAM, E. F.; HOUSTON, J. F. Fundamentos da moderna administração financeira. Rio de Janeiro:
Campus, 1999.
GITMAN, L. J. Princípios de administração financeira. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2005.
LEMES JÚNIOR, Antônio Barbosa; RIGO, Claudio Miessa; CHEROBIM, Ana Paula MussiSzabo. Administração
financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras. 2. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Campus, 2005.
CARMONA, Charles Ulises de Montreuil. Finanças corporativas emercados. São Paulo: Atlas, 2009.
FERREIRA, José Antonio S. Finanças corporativas: conceitos eaplicações. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.

4.3.7

Ementas e bibliografias das disciplinas do 7º. Período

CH: 54 horas
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL
Ementa:Informação gerencial. Tipos e usos de informação. Os vários sistemas de informação gerencial.
Gerenciamento dos sistemas. Administração estratégica da informação. Tecnologia da informação: uso,
desenvolvimento de ambientes; Aplicação nas diversas áreas da empresa para obtenção de vantagens competitivas
Bibliografiabásica:
LAUDON, Kenneth C. & LAUDON, Jane Price. Sistemas de Informação Gerenciais. 11ed. São
Paulo:Pearson/Prentice Hall. 2011.
TURBAN, Efraim; RAINER, R. Kelly; POTTER, Richard E. Introdução a sistemas de informação: uma
abordagem gerencial. São Paulo: Elsevier, 2007.
Bibliografia complementar:
STAIR, R. M.; REYNOLDS, George W. Princípios de sistemas de informação. São Paulo: Cengage Learning,
2016.
SORDI, José Osvaldo de. Administração da informação: fundamentos e práticas para uma nova gestão do
conhecimento. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2015.
PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Alexandre Barbosa de (Org). Fundamentos de sistemas de informação. Rio de
Janeiro: ELSEVIER, Campus, 2014

31

CH: 54 horas
PESQUISA OPERACIONAL
Ementa:Elementos de um problema de pesquisa operacional. Modelagem matemática. Programação linear. Análise
de sensibilidade e avaliação econômica. Casos especiais de programação linear. Problemas em rede. Programação por
metas. Teoria das filas.
Bibliografia básica:
TAHA, H. A. Pesquisa operacional. 8. Ed. São Paulo: Pearson, 2013.
HILLIER, F. S.; LIEBERMAN, G.J. Introdução à Pesquisa Operacional. 9. Ed. Porto Alegre: Bookman, 2010.
LACHTERMACHER, G. Pesquisa operacional: na tomada de decisões. 5. Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
Bibliografia complementar:
ANDRADE, E. L. Introdução à pesquisa operacional: métodos e modelos para análise de decisões. 3. Ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2015. MOREIRA, D. A. Pesquisa Operacional: um curso introdutório. 2. Ed. São Paulo: Cengage
Learning, 2010.
CH: 54 horas
PESQUISA DE MERCADO
Ementa: Natureza e objetivo da pesquisa de mercado. Processos de pesquisa de mercado. Tipos de pesquisa de
mercado. Concepção e prática de pesquisa de mercado.
Bibliografia básica:
MALHOTRA, N. K. Pesquisa de marketing. 6ª ed, Pearson, 2012.
HAIR, Joseph F.; COSTA, Francisco Araujo da, (Trad.). Fundamentos de pesquisa de marketing. 3. Ed. Porto
Alegre: AMGH Editora, 2014;
AAKER, D. A.; KUMAR, V.; DAY, G. S. Pesquisa de marketing. Atlas, 2001
Bibliografia complementar:
AAKER, D. A. et al. Marketing research. New York: John Wiley, 2010.
ALMEIDA, A. C. Como são feitas as pesquisas eleitorais e de opinião. Rio: FGV, 2002.
MCDANIEL, Carl D.; GATES, Roger H. Pesquisa de marketing. São Paulo: CENGAGE Learning, 2008
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE PESQUISA – ABEP. Código de ética
ICC/ESOMAR para pesquisa de mercado e pesquisa social. São Paulo: ABEP, s.d.
Disponível em:
<http://www.abep.org>.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE PESQUISA – ABEP. Critério de classificação econômica
Brasil – 2008. São Paulo: ABEP, 2008. Disponível em: <http://www.abep.org&gt

4.3.8

Ementas e bibliografias das disciplinas do 8º. Período

CH: 54 horas
GESTÃO DA QUALIDADE E DA PRODUTIVIDADE
Ementa:Conceitos de qualidade. Evolução histórica. Ferramentas da gestão da qualidade. Programas de melhoria da
qualidade e produtividade. Inspeção por amostragem. Controle estatístico de qualidade. Qualidade em serviços.
Sistemas de gestão de qualidade e normas técnicas
Bibliografia básica:
PALADINI, E. P. Gestão da qualidade: teoria e prática. 3. Ed. São Paulo: Atlas, 2012.
SILVA, D. L.; LOBO, R. N. Gestão da qualidade: diretrizes, ferramentas, métodos e normatização. SP: Érica, 2017.
TOLEDO, J. C.; MENDES, G. H. S. Qualidade: gestão e métodos. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
Bibliografia complementar:
FITZSIMMONS, J. A.; FITZSIMMONS, M. J. Administração de serviços: operações, estratégia e tecnologia da
informação. 7. Ed. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2014
LOUZADA, F. Et al. Controle estatístico de processos: uma abordagem prática para cursos de engenharia e
administração. Rio de Janeiro, LTC, 2013.
ROBLES JUNIOR, A. Custos da qualidade: aspectos econômicos da gestão da qualidade e da gestão ambiental. 2.
Ed. São Paulo: Atlas, 2003.

32

CH: 54 horas
PROJETO DE TCC
Ementa: Elaboração de projeto de pesquisa. Instrumentos de coleta e análise de dados. Relatórios de pesquisa.
Bibliografia básica:
CASTRO, Cláudio M. A prática da pesquisa. 2ed. São Paulo: Pearson Education, 2016.
CASTRO, Cláudio. M. Como redigir e apresentar um trabalho científico. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011
MARCONI, Marina de Andrade e LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos da metodologia científica. 7. Ed.São
Paulo: Atlas, 2015.
Bibliografia complementar:
COOPER, Donald R.; SCHINDLER, Pamela S. Métodos de pesquisa em administração. 12. Ed. Porto Alegre:
Bookman, 2016.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 7. Ed. São Paulo: Atlas, 2010.
HAIR, J. F. Júnior et al. Fundamentos de métodos de pesquisa em administração. Porto Alegre: Bookman, 2016.
CH: 54 horas
GESTÃO PÚBLICA
Ementa:Organização pública. Planejamento e orçamento público. O processo decisório aplicado aos problemas
públicos
Bibliografia básica:
BRESSER-PEREIRA, Luiz Carlos; SPINK, Peter. Reforma do Estado e Administração Pública Gerencial. 7ª Ed.
Rio de Janeiro: FGV, 2006.
COSTA, Frederico L. Da. Reforma do Estado e Contexto Brasileiro: crítica do paradigma gerencialista. Rio de
Janeiro: FVG, 2010.
MATIAS-PEREIRA, José. Curso de Administração Pública: foco nas instituições e ações governamentais. São
Paulo: Atlas, 2008.
PAULA, Ana Paula Paes de. Por uma nova Gestão Pública. Rio de Janeiro: FGV, 2005
CH: 54 horas
ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL
Ementa:Modelos conceituais de estratégia empresarial. Análise do ambiente externo. Estrutura industrial e fontes de
dados para análise industrial. Análise dos competidores. Sistema de inteligência sobre concorrentes. Análise de
portfólio. Avaliação dos recursos competitivos. Definição de objetivos e metas de ação empresarial. Estratégias
corporativas, empresariais e funcionais. Estratégias emergentes e ferramentas estratégicas
Bibliografia básica:
ANSOFF, H. Igor. Estratégia empresarial. São Paulo: McGraw-Hill, 1977.
______. Administração estratégica. São Paulo: Atlas, 1983.
CERTO, Samuel C. J. & PETER, Paul. Administração estratégica: planejamento e implantação da estratégia. São
Paulo: Makron Books, 2005.
GAJ, Luis. Tornando a administração estratégica possível. São Paulo: McGraw-Hill, 1990.
GHEMAWAT, Pankaj. A Estratégia e o Cenário dos Negócios. Chs. 1,2.
FERNANDES, Bruno H. R.; BERTON, Luiz H. Administração estratégica: da competência empreendedora à
avaliação de desempenho. São Paulo: Saraiva, 2006.
HITT, Michael A., IRELAND, R. Duane e Hoskisson, ROBERT E. Administração estratégica. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2014.
KIM, W. Chan e MAUBORGNE, Renée. A estratégia do oceano azul. 16. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
OLIVEIRA, Djalma P. R. de. Planejamento Estratégico: conceitos, metodologia, práticas. São Paulo: Atlas, 2007.
PORTER, Michel E. Competição: estratégias competitivas essenciais. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
PRAHALAD, C.K. & HAMEL, Garry. Competindo pelo futuro: estratégias inovadoras para obter o controle de seu
setor e criar os mercados de amanhã. 8. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1995.
PORTER, Michael E. Estratégia competitiva: técnicas para análise de indústrias e da concorrência. 2. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2004.
CH: 54 horas
GESTÃO DA INOVAÇÃO
Ementa: Conceitos e paradigmas de inovação. Tipos e inovação. Empresas inovadoras versus empresas tradicionais.

33

Inovação nos setores público e privado. Pesquisas em Inovação. Gestão e Processo de Inovação. Inovação e
competitividade.
Bibliografia básica:
TIDD, Joe; BESSANT, John. Gestão da inovação. 5. Ed. Porto Alegre: Bookman, 2013.
TIGRE, Bastos. Gestão da inovação: a economia da tecnologia no Brasil. 2. Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
Bibliografia complementar:
CHRISTENSEN, Clayton M; ANTHONY, Scott D.; ROTH, Erik A. O futuro da inovação: usando as teorias da
inovação para prever mudanças no mercado. Rio de Janeiro: Elsevier, c2007
FIGUEIREDO, Paulo N. Gestão da inovação: conceitos, métricas e experiências de empresas no Brasil. 2. Ed. Rio
de janeiro: LTC, 2015.
FLEURY, Afonso. Aprendizagem e inovação organizacional. São Paulo: Atlas, 2004.
PETROSKI, Henry. Inovação: da ideia ao produto. São Paulo: Blucher, 2008.
PREDEBON, José. Inovação no varejo. São Paulo: Atlas, 2005.
RODRIGUEZ Y RODRIGUEZ, Martius Vicente (Org). Gestão do conhecimento e inovação nas empresas. Rio de
Janeiro: Qualitymark, 2013
TRÍAS DE BES, Fernando; KOTLER, Philip. A bíblia da inovação: princípios fundamentais para levar a cultura da
inovação contínua às organizações. São Paulo: Leya, 2011

4.3.9

Ementas e bibliografias das disciplinas do 9º. Período

CH: 54 horas
EMPREENDEDORISMO E GESTÃO DE PEQUENOS NEGÓCIOS
Ementa:Empreender e a atividade empreendedora. Necessidade do mercado e oportunidades.
Ciclo
de
vida
das
organizações.
Características
organizacionais
e
empreendedoras.
Franquias. A micro e a pequena empresa e sua função no sistema econômico. Estrutura
organizacional para a micro e a pequena empresa. Plano de negócios.
Bibliografia básica:
DEGEN, R. J. O empreendedor: fundamentos da iniciativa privada. Mcgraw-hill, 1989.
ARON, R.A.; SHANE, S.A. Empreendedorismo: uma visão do processo. São Paulo: Thomson, 2007.
HISRICH, R. D.; PETERS, M. P.; SHEPHERD, D. A. Empreendedorismo. Porto Alegre: Bookman, 2009.
Bibliografia complementar:
BESSANT, J.; TIDD, J. Inovação e empreendedorismo. Porto Alegre: Bookman, 2009.
CRUZ, N. J. T. Construção de um programa de capacitação de empreendedores individuais. 2018. 429 f. Tese
(Doutorado em engenharia de produção) – Centro Tecnológico – Universidade Federal de Santa Catarina,
2018.DOLABELA, F. O segredo de Luísa. São Paulo: Cultura, 1999. SANTOS, P. C. F. Uma escala para identificar
potencial empreendedor. 2008. 364 f. Tese (Doutorado em engenharia de produção) – Centro Tecnológico –
Universidade Federal de Santa Catarina, 2008.
DRUCKER, P. Inovação e espírito empreendedor. São Paulo: Pioneira, 1991.
LEITE, E. F. Empreendedorismo, inovação, incubação de empresa e a lei de inovação. Recife: Bagaço, 2006.
CH: 54 horas
GESTÃO DE PROJETOS
Ementa:Conceito de projetos. Planejamento do projeto. Fases do projeto. Elaboração e Análise de projetos. Estudo
de viabilidade de projetos.
Bibliografia básica:
CANDIDO, Roberto; GNOATTO, Almir Antônio; CALDANA, Cleber Gomes; SETTI, Dalmarino. Gerenciamento
de projetos. Curitiba: Aymará: UTFPR, 2012.
DUFFY, Mary Grace. Gestão de projetos: arregimente os recursos, estabeleça prazos, monitore o orçamento, gere
relatórios. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, Campus, 2006.
GIDO, Jack. Gestão de projetos. São Paulo: Cengace Learning, 2013.
KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2017.
KEELLING, Ralph. Gestão de projetos: uma abordagem global. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
LUCK, H.. Metodologia de projetos: uma ferramenta de planejamento e gestão. 4. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.
34

MENEZES, Luiz Cesar de Moura. Gestão de projetos. São Paulo: Atlas, 2007.
PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. Um guia do conhecimento em gerenciamento de projetos: guia PMBOK.
4. ed. Newton Square: Project Management Institute, 2008.
VALERIANO, D. M.Moderno gerenciamento de projetos. São Paulo: Prentice Hall, 2005.
___________. Gerência em projetos: pesquisa, desenvolvimento e engenharia. São Paulo, SP: Makron Books, 1998.

4.3.10

Ementas e bibliografias das disciplinas eletivas

CH: 54 horas
GESTÃO DE SERVIÇOS
Ementa: Introdução à gestão de serviços e o papel dos serviços na economia. A natureza dos serviços. A importância
da experiência do cliente em serviços. Inovação, estratégia e posicionamento em serviços. O composto
mercadológico em serviços. Gestão do relacionamento com o cliente de serviços. Recuperação e melhoria da
qualidade dos serviços
Bibliografia básica:
FITZSIMMONS, J. A; FITZSIMMONS, Mona J. Administração de serviços. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2005
LOVELOCK, Christopher H; LOVELOCK, Christopher H; WRIGHT, Lauren. Serviços. São Paulo: Saraiva, 2001
SCHMITT, Bernd. Gestão da experiência do cliente. Porto Alegre: Bookman, 2004.
Bibliografia complementar:
GRONROOS, C.Marketing. Rio de Janeiro: Elsevier, Campus, 2004;
HOFFMAN, K. D; BATESON, J.; IKEDA, A.; CAMPOMAR, M. C; FERNANDES, B.R. (Trad.). Princípios de
marketing de serviços. 3.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010.
CH: 54 horas
GESTÃO DO CONHECIMENTO
Ementa: Diferentes visões sobre a gestão de conhecimento. Criação e conversão do conhecimento nas organizações.
Inteligência competitiva e vantagem competitiva. Capital intelectual. Aprendizagem e inovação nas organizações. O
papel da tecnologia da informação nos processos de gestão do conhecimento. Barreiras organizacionais para a
integração e uso do conhecimento.
Bibliografia básica:
CHOO, Chun Wei. A organização do conhecimento.2. ed. São Paulo: SENAC, 2006.
DAVENPORT, T ; H., PRUSAK, L. Conhecimento empresarial Rio de Janeiro: Campus, 1998.
EDVINSSON, L.; MALONE, M. Capital intelectual.São Paulo: Makron Books, 1998.
HAMEL, Gary; PRAHALD, C. K. Competindo pelo futuro. Rio de Janeiro: Campus, 1995.
O’BRIEN. J., MARAKAS, G. Administração de sistemas de informação. 15ed. Porto Alegre: AMGH, 2013.
SENGE, P. M. A quinta disciplina. São Paulo: Best Seller, 2001.
SVEIBY, K. E. A nova riqueza das organizações. 6. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
TAKEUCHI, Hirotaka; NONAKA, Ikujiro. Gestão do conhecimento. Porto Alegre: Bookman, 2008.
TERRA, J. C. C. Gestão do Conhecimento. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005
CH: 54 horas
COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL
Ementa: A comunicação empresarial e seu processo. Comunicação estratégica. Comunicação interna e externa.
Programas de comunicação. Comunicação na crise. Comunicação institucional e gestão da reputação.
Bibliografia básica:
ARGENTI, Paul A. Comunicação empresarial. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
TAVARES, M.. Comunicação empresarial e planos de comunicação. São Paulo: Atlas, 2007
Bibliografia complementar:
LOPES, Boanerge (org). Comunicação empresarial. Rio de Janeiro: Mauad X, 2010.
BUENO, W. Comunicação empresarial: políticas e estratégias. São Paulo: Saraiva, 2009.
TERCIOTTI, S.; MACARENCO, I. Comunicação empresarial na prática. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2013.

35

CH: 54 horas
APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL
Ementa:Teorias e modelos de aprendizagem organizacional. Processos formais e informais de aprendizagem nas
organizações. Níveis de aprendizagem: individual, grupal, organizacional interorganizacional. Organizações de
aprendizagem.
Bibliografia básica:
SENGE, Peter M. A quinta disciplina: arte e prática da organização de aprendizagem. 23. ed. Rio de Janeiro, RJ:
Best Seller, 2008
TAKAHASHI, Adriana. Competências, aprendizagem organizacional e gestão do conhecimento. Curitiba:
Intersaberes, 2015.
Bibliografia complementar:
RUAS, R. L.; ANTONELLO, C. S.; BOFF, L. (orgs.). Os novos horizontes da gestão. Porto Alegre: Bookman,
2005.
NONAKA, Ikujiro; TAKEUSHI, Hirotaka. Criação de Conhecimento na Empresa. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
CH: 54 horas
JOGOS DE EMPRESA
Ementa: Práticas de simulação de situações administrativas através de jogos empresariais. Aspectos da teoria dos
jogos e da teoria da decisão que afetam dinâmica dos jogos empresariais.
Bibliografia básica:
BÊRNI, Duilio de Avila. Teoria dos jogos. Rio de Janeiro: Reichmann& Affonso Ed., 2004
CLEMENTE, A. (Org). Projetos empresariais e públicos. São Paulo: Atlas, 1998.
DOHME, Vania D'Angelo. Jogando: coordenação de jogos. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
FIANI, Ronaldo. Teoria dos jogos. 3. ed. totalmente rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier: Campus, 2009
GRAMIGNA, Maria Rita. Jogos de empresa. Prentice Hall Brasil, 2007
MARINHO, Raul. Prática na teoria. 2. ed. re. e atual. São Paulo: Saraiva, 2011
SILVA, Tamires Elias da; SILVA, Thaise Marques da (Colab). Jogos e dinâmicas estimuladoras de inteligências:
uma metodologia de sala de aula. Maceió: EDUFAL, 2014
SILVEIRA, N.M. MIRANDA, C.S. ; ARAÚJO, L.C., TAVARES, J. M. Teoria dos jogos. Rio de Janeiro: LTC,
2009.
CH: 54 horas
NEGÓCIOS SOCIAIS
Ementa: Ecossistema da nova economia. Fundamentação teórica e conceitual. Setores da nova economia que mais
se destacam no Brasil e no mundo. Desafios do empreendedor social. O empreendedor social orientado para a
mitigação e solução de problemas sociais contemporâneos.
Bibliografia básica:
PRAHALAD, C. K.. HART S.. A riqueza na base da pirâmide. Porto Alegre: Bookman, 2009.
YUNUS, Muhamad. Criando um Negócio Social. São Paulo: Elsevier Editora, 2010
______________ . Um mundo sem pobreza. São Paulo: Ática, 2008.
Bibliografia complementar:
CARDOSO, Gabriel. Mude, você̂, o mundo. São Caetano do Sul: LURA 2015.
COMINI, G.; BARKI, E.; AGUIAR, L.T.Trêsperspectivas para negócios sociais. Revista de Administração, v. 47,
n. 3, p. 385-397, sep. 2012.
NAIGEBORIN, Vivianne. Introdução ao universo dos negócios sociais, 2010.Disponível em:
<http://www.graphicmail.com.br/br_members/5096/ftp/Introdução_ao_Universo_de_Negócios_Sociais.pdf>.
Acesso em: 01/05/2016.
YUNUS, Muhamad. O Banqueiro dos Pobres. São Paulo. Ática, 2008
CH: 54 horas
COMPETITIVIDADE E DESENVOLVIMENTO
Ementa: Conceitos. Competitividade e inovação. Competitividade e desenvolvimento. Cadeias produtivas e arranjos
produtivos locais. Desenvolvimento sustentável. Redes estratégicas para competitividade
Bibliografia básica:
LEVY, A.R. Competitividade Organizacional. São Paulo: Makron, 1992
36

PORTER, M. Estratégia competitiva. Rio de Janeiro: Campus, 2005.
SACHS, I. Desenvolvimento includente, sustentável, sustentado. Rio de Janeiro: Garmond, 2004
Bibliografia complementar:
MARAMALDO, D. Teoria da competitividade total. TCT. São Paulo: Alínea, 2000.
MARTIN, Scott; GUIMARÃES, Nadya. Competitividade e desenvolvimento. São Paulo: SENAC, 2001.
CH: 54 horas
ORÇAMENTO EMPRESARIAL E PÚBLICO
Ementa: Conceitos básicos de orçamento empresarial. Orçamento financeiro. Orçamento de Investimento. Execução
e processo orçamentário. Orçamento público e regime orçamentário no Brasil. Instrumentos de planejamento e gestão
financeira no setor público.
Bibliografia básica:
GIACOMONI, James. Orçamento público. 12. ed. amp., rev. e atual. São Paulo: Atlas, 2003.
MOREIRA, José Carlos. Orçamento empresarial: manual de elaboração. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
PEREIRA, José Matias. Finanças públicas: a política orçamentária no Brasil. 2. ed. rev., atual. São Paulo: Atlas,
2003.
Bibliografia complementar:
FREZATTI, Fábio. Orçamento empresarial: planejamento e controle gerencial. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
PAPARIELLO JÚNIOR, Vincenzo. Administração financeira e orçamentária: CESPE: questões comentadas e
organizadas por assunto. 2.ed. São Paulo: Método, 2011.
CH: 54 horas
GOVERNANÇA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
Ementa: Conceitos, origens e definições. Tendências teóricas da governança pública. Governança e governabilidade.
Transparência. Governo e governança digital. Prestação de contas. Accountability. Governança na gestão pública
brasileira.
Bibliografia básica:
COSTIN, Cláudia. Administração pública. Editora Campus, 2010.
DENHARDT, Robert B. Teorias da administração pública. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
FISCHER, Tânia (org.). Gestão do desenvolvimento e poderes locais: marcos teóricos eavaliação. Salvador, BA:
Casa da Qualidade, 2002.
KISSLER, L.; HEIDEMANN, F. G. Governança Pública: novo modelo regulatório para asrelações entre Estado,
mercado e sociedade? Revista de Administração Pública, Rio deJaneiro, v. 40, n. 3, p. 479-499, maio/jun. 2006.
MATIAS-PEREIRA, José. Curso de administração pública: foco nas instituições e ações governamentais. São
Paulo: Atlas, 2008
PAULA, Ana Paula Paes de. Por uma nova gestão pública. Rio de Janeiro: FGV, 2005.
PETER, B. Guy; PIERRE, Jon. Administração pública: coletânea. Brasília: ENAP, 2010.
SECCHI, L. Modelos organizacionais e reformas da administração pública. Revista deAdministração Pública. Rio
de Janeiro, v. 43, n. 2, p. 347-69, mar./abr. 2009.
Bibliografia complementar:
BOZEMAN, Barry; MOULTON, Stephanie. Integrative publicness: a framework for publicmanagement strategy and
performance. Journal of public administration research andtheory, vol 21, n. 3, i363-i380, 2011.
O’TOOLE Jr., L. J.; MEIER, K. J. Public management: organizations, governance, andperformance. UK Cambridge
University Press, 2011.
OSBORNE, S. P.; BROWN, Louise. Handbook of innovation in public services. UK:Edward Elgar Publishing,
2013.
KOOIMAN, J. Governing as Governance. Londres: Sage, 2003.
CH: 54 horas
POLÍTICAS PÚBLICAS
Ementa: conceituações de políticas públicas. Escolas de pensamento e tipos de políticas públicas. Relação
entre políticas públicas, demandas, direitos sociais e cidadania. Experiências locais, nacionais e internacionais
de políticas públicas.
Bibliografia básica:
37

SECCHI, L. POLÍTICAS PÚBLICAS – Conceitos, esquemas de análise, casos práticos. SP: Cengage, 2013.
KEINERT, Tania Margarete M. Administração pública no Brasil: crises e mudanças de paradigmas. 2. ed. São
Paulo: Annablume: Fapesp, 2007
REZENDE, Flávio da Cunha. Gastos Públicos e Mudanças Recentes no Papel do Estado Nacional: análise comparada
entre paísesdesenvolvidos e em desenvolvimento. Novos Estudos Cebrap. n. 62, p. p.123-139. março, 2002.
MATUS, C. Política, Planejamento & Governo – Tomo I. Brasília: IPEA, 1993.
COSTA, Frederico Lustosa da; CASTANHAR, José Cezar. Avaliação de programas públicos: desafios conceituais e
metodológicos. Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v. 37, n. 5, p. 962-969, set./out. 2003.
Bibliografia complementar:
ANDRIOLO, Leonardo José. Uma Análise dos Sistemas de Gestão Pública de Acordo com o Conceito Atribuído ao
Destinatário das Ações Públicas. In. ENANPAD, 25., 2001, Campinas. Anais... Rio de Janeiro: ANPAD, 2001. 1
CD-ROM.
SARAVIA, Enrique; FERRAREZI, Elisabete (orgs.). Políticas públicas. Coletânea – Volume 1. Brasília: ENAP,
2006.
SECCHI, L. Análise de políticas públicas. São Paulo: Cengage, 2017.
TORRES, Marcelo Douglas de Figueiredo. Estado, democracia e administração pública no Brasil. Rio de Janeiro:
FGV, 2004.
TREVISAN, Andrei Pittol; BELLEN, Hans Michael van. Avaliação de políticas públicas: uma revisão teórica de um
campo em construção. Rio deJaneiro: Revista de Administração Pública, v.42, n. 3, p. 529-50, maio/jun. 2008.
CH: 54 horas
DIREITO AMBIENTAL
Ementa: O meio ambiente no cenário internacional. Biodiversidade. Desenvolvimento sustentável. Sistema de
gestão ambiental (SGA). Auditoria ambiental: teoria e métodos. Normas ambientais. Auditoria simulada.
Bibliografia básica:
BARBIERI,José Carlos. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. São Paulo: Saraiva,
2007
FIORILLO, Celso Antônio Pacheco. Curso de direito ambiental brasileiro. 17. ed. São Paulo: Saraiva, 2017
Bibliografia complementar:
CAMPOS, Lucila Maria de Souza; LERIPIO, Alexandre de Avila. Auditoria ambiental: uma ferramenta de gestão.
São Paulo: Atlas, 2009
MORAES, Luís Carlos Silva de. Curso de direito ambiental. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2006
SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. ISO 14001 sistemas de gestão ambiental: implantação objetiva e
econômica. 4. ed., rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2011
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Curso interdisciplinar de direito ambiental. Barueri, SP: Manole, 2005.

CH: 54 horas
DIREITO TRIBUTÁRIO
Ementa:Tributos. Obrigatoriedade, isenção e imunidade. Fato gerador. Sistema tributário nacional. Estudos dos
impostos que afetam as empresas. Processos penais decorrentes da legislação tributária.
Bibliografia básica:
DENARI, Zelmo. Curso de direito tributário. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2008
TORRES, Ricardo Lobo. Curso de direito financeiro e tributário. 17. ed. Rio de Janeiro: Renovar, 2010.
Bibliografia complementar:
MELO, José Eduardo Soares de. Curso de direito tributário. São Paulo: Dialética, 2010
SANTI, Eurico Marcos Diniz de (Coord). Curso de direito tributário e finanças públicas: do fato à norma, da
realidade ao conceito jurídico. São Paulo: Saraiva, 2008
CH: 54 horas
DIREITO ADMINISTRATIVO
Ementa: Direito administrativo. Sujeitos do direito administrativo. Administração direta e indireta. Organização e
estrutura dos Municípios. Atos administrativos. Contratos administrativos. Função pública. Regime jurídico dos
servidores federais e dos servidores do Estado de Alagoas.
Bibliografia básica:
38

CUNHA JÚNIOR, Dirley da. Curso de direito administrativo. 10.ed. Salvador, BA: JusPodivm, 2013
Bibliografia complementar:
BASTOS, Celso Ribeiro. Curso de direito administrativo. São Paulo: Celso Bastos, 2002
MELLO, Celso Antonio Bandeira de. Curso de direito administrativo. 28. ed. São Paulo: Malheiros Editores, 2014
CH: 54 horas
GESTÃO DO TERCEIRO SETOR
Ementa: Estado e o terceiro setor. Programas e projetos sociais. Gestão de empresas não lucrativas e legislação
pertinente.
Bibliografia básica:
TENÓRIO, Fernando Guilherme (Coord). Gestão de ONGs: principais funções gerenciais. 11. ed. Rio de Janeiro:
Fundação Getúlio Vargas, 2009.
ALBUQUERQUE, Antônio Carlos Carneiro de. Terceiro setor: história e gestão de organizações. 3. ed. -. São
Paulo: Summus, c2006.
DRUCKER, Peter Ferdinand. Administração de organizações sem fins lucrativos: princípios e práticas. 4. ed. São
Paulo: Pioneira, 1997.
PIMENTA, Solange Maria. Terceiro setor: dilemas e polêmicas. São Paulo: Editora Saraiva, 2006.
MONTAÑO, Carlos. Terceiro setor e a questão social: crítica ao padrão emergente de intervenção social. 4. ed. São
Paulo: Cortez, 2007.
MELO, Marina Félix de. Missão das ONGs em um terceiro setor profissionalizado. Maceió: Edufal, 2015
CH: 54 horas
GESTÃO DE MARKETING NO FUTEBOL
Ementa: Introdução ao marketing esportivo. A indústria do futebol. O cliente torcedor e o produto futebol. O
marketing como fonte de receita no futebol. Estratégia e posicionamento de mercado no futebol. A pesquisa de
marketing no futebol. O mix de marketing no futebol. Controles de marketing no futebol.
Bibliografia básica:
MULLIN, B; Hardy, S; Sutton, W. Marketing esportivo. Porto Alegre: Artmed/Bookman, 2004; SORIANO, F. A
bola não entra por acaso. São Paulo: Lafonte, 2010
ZENONE, L.C. Marketing futebol clube. São Paulo, Atlas, 2014.
Bibliografia complementar:
MATTAR, M. Na trave: O que falta para o futebol brasileiro ter uma gestão profissional. São Paulo, Campus, 2014
CH: 54 horas
COMÉRCIO EXTERIOR
Ementa: Comércio internacional e comércio exterior. Classificação das exportações, território aduaneiro, registro do
exportador. Roteiro básico de exportação. Sistema integrado de comércio exterior – SISCOMEX. Marketing
internacional. Blocos econômicos. Documentos do comércio exterior do Brasil e internacional. Regimes aduaneiros
especiais e correlatos. Formas de pagamentos no comércio exterior.
Bibliografia básica:
BOJIKIAN, Neusa Maria Pereira. Acordos comerciais internacionais: O Brasil nas negociações do setor de
serviços financeiros. São Paulo: UNESP, 2009.
BRASIL. Comércio exterior. Brasília, DF: Ministério das Relações Exteriores, Instituto Rio Branco,1971
DIAS, R. RODRIGUES, W.; BORTOTO, A. César (Org.). Comércio exterior: teoria e gestão. São Paulo: Atlas,
2007.
Bibliografia complementar:
BRITO, Maria Helena. Direito do comércio internacional. Coimbra: Almedina, 2004.
CH: 54 horas
GESTÃO DO AGRONEGÓCIO
Ementa: Conceitos do agronegócio. Sistemas agroindustriais. Coordenação das cadeiasprodutivas. Marketing em
agronegócios. Competência do agronegócio brasileiro. Logística do agronegócio.
Bibliografia básica:
ARAÚJO, Massilon J. Fundamentos de agronegócios. 5ª edição, São Paulo: ATLAS, 2018.
ZYLBERSZTAJN, Décio; FAVA NEVES, M.; CALEMAN, S. M. Q. Gestão de Sistemas de Agronegócios. São
39

Paulo, Atlas, 2015.
CALLADO, A. A. CUNHA. Agronegócio. 4ª edição, Atlas, 2017.
Bibliografia complementar:
ABRAO, Carlos Henrique. Agronegócios e títulos rurais. IOB, 2006.
ZUIN, L. F. S.; QUEIROZ, T. R. Agronegócios - gestão e inovação. São Paulo: Saraiva,2006.
BATALHA, Mário Otávio. Gestão Agroindustrial. 3ª Edição, São Paulo: ATLAS, 2008.
CH: 54 horas
CONSULTORIA ORGANIZACIONAL
Ementa: Conceitos, definições básicas, tipologia. Objetivos da consultoria. Estratégia, métodos e técnicas para a
realização de projetos de consultoria. A interação da consultoria com o cliente: diagnóstico, contratação, parceria e
implantação. O projeto de consultoria.
Bibliografia básica:
CROCCO, Luciano; GUTTMANN, Erik. Consultoria empresarial. São Paulo: SARAIVA, 2010.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Manual de consultoria empresarial: conceitos, metodologia, práticas.
São Paulo: Atlas, 1996.
Bibliografia complementar:
BELASCO, James A. Ensinando o elefante a dançar: como estimular mudanças na sua empresa. Rio de Janeiro:
Campus, 2005.
CORAL, Eliza; OGKIARI, André; ABREU, (Org.). Gestão integrada da inovação: estratégia, organização e
desenvolvimento de produtos. São Paulo: Atlas, 2008. 269p.
FLEURY, Afonso Carlos Corrêa; FLEURY, Maria Tereza Leme. Aprendizagem e inovação organizacional: as
experiências de Japão, Coréia e Brasil. 2ª. Ed. São Paulo: Atlas, 1997.
MAXIMIANO, A. C. A. Administração de projetos: como transformar ideias em resultados. 3ª. Ed. SP: Atlas,
2008.
VALENÇA, Antônio Carlos. Mediações: método de investigação apreciativa da ação-na-ação: teoria e prática de
consultoria reflexiva. Recife, Bagaço, 2007.
CH: 54 horas
GOVERNANÇA E REDES INTERORGANIZACIONAIS
Ementa:Tipologia de governança e redes organizacionais. Governança e arranjosinterorganizacionais. Governança
corporativa (GC). Governança em cadeias produtivas, arranjos e sistemas produtivos locais. Redes
interorganizacionais. Redesorganizacionais e solidárias. Redes de cooperação produtiva. Alianças estratégicas.
Governança em redes e cadeia global.
Bibliografia básica:
ALVES, J. A. O Processo de Desenvolvimento e Mudança das RedesInterorganizacionais. Tese de Doutorado.
Programa de Pós-Graduação emAdministração, Área de Concentração Gestão Organizacional, da Universidade
Federalde Santa Maria (UFSM, RS). 2016
BOAVENTURA, J.M.G.; CARNAÚBA, A.A.C.; TODEVA, E., AZEVEDO, A.C.;ARMANDO, E. Governance
structures and trust: a study of real estate networks.Journalon Chain and Network Science v. 16 n. 2. 2016
BRAND, F.C; FACCIN, K. Métodos de Pesquisa em Governança de Redes: UmaRevisão de Estudos. Revista de
Administração da UNIMEP. v.13, n.2, Maio/Agosto -2015
Bibliografia complementar:
BERTÓLI, N. C. A Confiança e o Comprometimento como Eixos Organizadores dosEstados de Redes:
PropostaConceitual e Estudo de Casos do Agronegócio do Norte doParaná. Dissertação de Mestrado. Programa de
Pós-Graduação em Administração daUniversidade Paulista – UNIP. 2014
MONTENEGRO, L. M.; BULGACOV, S.. Reflections on Actor-Network Theory,Governance Networks, and
Strategic Outcomes.BAR Brazilian Administration Review,RJ, v. 11, n. 1, art. 6, pp. 107-124, Jan./Mar. 2014
WEGNER, D.; BEGNIS, H. S. M; ALIEVI, R. M; MAEHLER, A. E.The Dynamics ofCooperation: Proposal of a
Life Cycle Model of Small-Firm Networks.Gestão&Regionalidade - Vol. 32 - Nº 94 - jan-abr/2016
MANCE, E. A. Como Organizar Redes Solidárias (Org). RJ. DP&A, Fase, IFiL, 2003.
PAES-DE-SOUZA, M. Governança no Agronegócio. Porto Velho: Edufro, 2007.
PICCI, L. Reputation-based Governance and the participatory analysis of policies.Paperprepared for CROSSROAD.
DipartimentodiScienzeEconomiche. UniversitàdiBologna. Strada Maggiore 45. I-40125 Bologna.
40

SOUZA, S. D. C. Dinâmica Competitiva Evolucionária: uma abordagem evolucionáriapara estudo e análise da
competitividade em aglomerados, clusters industriais e APLs.SP. Blucher Acadêmico, 2011.
CH: 54 horas
EMPREENDEDORISMO TECNOLÓGICO
Ementa: Empreendedorismo e decisões em ambientes dinâmicos. Empreendedorismo de base
tecnológica.Ecossistema de empreendedorismo inovador. Contexto de negócios em Startups. Empresas de base
tecnológica e
ambientes dinâmicos. Fundamentos teóricos de empreendedorismo, conhecimento e mudança tecnológica.
Bibliografia básica:
MANUAL DE OSLO. Diretrizes para coleta e interpretação de dados sobre inovação.Publicação conjunta da OCDE
e Eurostat. Versão Brasileira: Financiadora de Estudos eProjetos (Finep). Tradução de Flávia Gouveia. 3.ed. 2005.
184p. Disponível emhttp://download.finep.gov.br/imprensa/manual_de_oslo.pdf. Acesso em 29 de outubro
de 2013.
SCHUMPETER, Joseph Alois. The Theory of Economic Development. Cambridge,Massachusetts. Harvard
University Press, 1934.
CHESBROUGH, Henry. Inovação Aberta: como criar e lucrar com a tecnologia. PortoAlegre: Bookman, 2012.
Bibliografia complementar:
CARNEIRO, Jose Guilherme Said Pierre. Intraempreendedorismo - conceitos e praticaspara construção de
organizações inovadoras. Qualitymark, 2013.
COZZI, Afonso; JUDICE,Valeria; DOLABELA, Fernando. Empreendedorismo de basetecnológica spin-off: criação
de novos negócios a partir de empresas constituídas,universidades e centros de pesquisa. Elsevier Academic, 2012.
GOVINDARAJAN, Vijay; TRIMBLE, Chris. Beyond the idea how to executeinnovation in any organization. ST.
Martin's Press, 2013.
GOVINDARAJAN, Vijay; TRIMBLE, Chris. Inovação Reversa: descubra asoportunidades ocultas nos mercados
emergentes. Campus RJ, 2012.
CH: 54 horas
ECOSSISTEMA DE SERVIÇO E VALOR ORGANIZACIONAL
Ementa:Ecossistemas: tipologia e determinantes. Serviços e ecossistemas de valor: cocriação devalor. Cadeias de
valor e ecossistemas em rede. Modelos de ecossistemas de valor emserviços.
Bibliografiabásica:
VARGO, S. L., LUSCH, R. F., Evolving to a New Dominant Logic for Marketing.Journal of Marketing, Vol. 68, No.
1, pp. 1-17 2004.
_________Service-dominant logic: Continuing the evolution. Journal of the Academy of Marketing Science, 36(1),
1-10. 2008.
_________Institutions and axioms: an extension and update of service-dominant logic. Journal of the Academy of
Marketing Science, 44(1), 5–23. 2015.
_________Service-dominant logic 2025. International Journal of Research in Marketing, 34(1), 46-67. 2017.
Bibliografiacomplementar:
LUSCH, R. F. NAMBISAN, S. Service-innovation: A service-dominant logicperspective. MIS Quarterly, 39(1),
155–176. 2015
LUSCH, R. F., VARGO, S. L., GUSTAFSSON, A. Fostering a trans-disciplinaryperspectives of service ecosystems.
Journal of Business Research, 2016.
RAMASWAMY, V., OZCAN, K. Strategy and co-cocreation thinking. Redwood City:Stanford University Press.
2014.
VARGO, S.L., WIELAND, H. AKAKA, M.A., “Innovation in service ecosystems”,Journal of ServiceTechnology,
Vol. 1 No. 1, pp. 1-5 2016.
WILDEN, Ralf, GUDERGAN, Siegfried, "Service-dominant orientation, dynamic capabilities and firm
performance", Journal of Service Theory and Practice, Vol. 27Issue: 4, pp.808-832, 2017.
WILDEN, R., AKAKA, M.A., KARPEN, I.O. HOHBERGER, J., The evolution andprospects of service-dominant
logic. Journal of Service Research, Vol. 20 No. 4, pp. 345-361 2017.

41

CH: 54 horas
GOVERNANÇA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Ementa:Fundamentos de governança de Tecnologia da Informação (TI). Alinhamentoentre estratégia corporativa e
de Tecnologia da Informação. A necessidade de controlespara a governança de TI. Processo decisório e as decisões
críticas de Tecnologia dainformação.
Bibliografia básica:
WEILL, Peter; ROSS, Jeanne W. Governança de TI-tecnologia da informação. M.Books, 2020.
FERNANDES, Aguinaldo Aragon; ABREU, Vladimir Ferraz. Implantando aGovernança de TI: Da estratégia à
Gestão de Processos e Serviços. Brasport, 2014.
MANSUR, Ricardo. Governança de TI: metodologias, frameworks e melhorespráticas. Brasport, 2007.
CH: 54 horas
ADOÇÃO E GESTÃO DE TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO
Ementa:Gestão de Tecnologia da Informação: fundamentos e evolução. Modelos de Adoção de Tecnologias da
Informação. Visão estratégica dos negócios digitais. Produtos e Serviços digitais. Transformação Digital.
Ferramentas de Gestão da Tecnologia da Informação. Tecnologia, Organizações e Sociedade.
Bibliografia básica:
FOINA, Paulo Rogério. Tecnologia de informação: planejamento e gestão. 3. ed. atual.e ampl. São Paulo: Atlas, 2013
ALBERTIN, Alberto Luiz. Tecnologia de informação e desempenho empresarial: asdimensões de seu uso e sua
relação com os benefícios de negócio. 2. ed. atual e ampl.São Paulo: Atlas, 2009
VALLE, André Bittencourt. Gestão da tecnologia da informação. Rio de Janeiro, RJ:FGV Online, 2013
LAURINDO, Fernando José Barbin; ROTONDARO, Roberto G. (Coord). Gestãointegrada de processos e da
tecnologia da informação. São Paulo: Atlas, 2015.
TURBAN, Efraim; MCLEAN, Ephraim R; WETHERBE, James C. Tecnologia dainformação para gestão:
transformando os negócios na economia digital. 3. ed. PortoAlegre: Bookman, 2004.
CASTELLS, Manuel; ESPANHA, Rita.; OLIVEIRA, José Manuel Paquete de.;CARDOSO, Gustavo Leitão. A
galáxia internet: reflexões sobre internet, negócios esociedade. Lisboa: Fundação CalousteGulbenkian, 2004
CH: 54 horas
MARKETING DIGITAL E MÍDIAS SOCIAIS
Ementa:Conceitos e evolução do Marketing Digital e das Mídias Sociais. Características e perspectivas da sociedade
em rede. Internet como canal de marketing de relacionamento. Redes sociais mediadas, ambientes e dispositivos
digitais. Marketing e comportamento de consumo na era digital. Ubiquidade e pervasividade das redes.
Bibliografia básica:
TURCHI, Sandra Regina. Estratégias de marketing digital e e-commerce. 2. ed. SãoPaulo, SP: Atlas, c2018
GABRIEL, Martha. Marketing na era digital: conceitos, plataformas e estratégias. SãoPaulo: Novatec, 2010.
MONTEIRO, Diego; AZARITE, Ricardo. Monitoramento e métricas de mídias sociais:do estagiário ao CEO: um
modelo prático para toda a empresa usar mídias sociais comeficiência e de forma estratégica. São Paulo: DVS
editora, 2012.
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. 8. ed. totalmente rev. e ampl. São Paulo:Paz e Terra, 2005.
KOTLER, Philip. Marketing 4.0: moving from traditional to digital. New Jersey: Wiley,c2017.
OURY, Jussara Rocha. Internet: redes sociais. Recife: Bagaço, 2011
CH: 54 horas
MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS
Ementa: O sistema financeiro nacional. Mercados financeiros: monetário, crédito, capitais e cambial. Produtos
financeiros.
Bibliografia básica:
ASSAF NETO, A. Mercado Financeiro. São Paulo: Atlas, 2018.
FORTUNA, E. Mercado Financeiro. São Paulo: QualityMark, 2015.
OLIVEIRA, G.; PACHECO, M. Mercado Financeiro. Curitiba: Fundamento, 2016.
Bibliografia complementar:
PINHEIRO, J. P. Mercado de Capitais. São Paulo: Atlas, 2018.
KERR, R. Mercado Financeiro e de capitais. São Paulo: Pearson, 2014.
LEMOS, F. A. C. A. Análise Técnica dos Mercados Financeiros. São Paulo: Saraiva, 2017.
42

CVM. O mercado de valores mobiliários brasileiro. Rio de Janeiro: Comissão de Valores Mobiliários, 2014.
CH: 54 horas
COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR
Ementa:Comportamento e pesquisa do consumidor. Decisão de compra. Pré-compra e pós-compra. Demografia,
psicografia e personalidade. Motivação do consumidor. Conhecimento do consumidor. Determinantes individuais.
Influências ambientais. Estratégias de marketing e Responsabilidade ética.
Bibliografia básica:
BLACKWELL, R. D.; MINIARD, P. W.; ENGEL, J.F. Comportamento do consumidor. 9. Ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2008.
SHETH, J. N.; MITTAL, B.; NEWMAN, B. I.: Indo além do comportamento do consumidor. SP: Atlas, 2001.
SOLOMON, Michael R. Comportamento do consumidor. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2005.

4.4

Outros aspectos educacionais
4.4.1

O uso do ambiente virtual de aprendizagem (AVA) no Curso de Administração

O curso de Administração é presencial e em todas as disciplinas poderão ser utilizadas
plataformas virtuais de ensino de forma complementar, sem computar na carga horária da disciplina,
desde que as metodologias a serem utilizadas sejam especificadas no plano de ensino.
Através do AVA, o professor pode disponibilizar materiais, como artigos e vídeo aulas, propor
tarefas como fóruns, realização de pesquisa e demais atividades. No AVA, é possível acompanhar os
alunos, fornecendofeedback das tarefas, das interações e atribuir pontuação às atividades. No tocante
às avaliações, elas serão obrigatoriamente, presenciais.

4.4.2

Educação em Direitos Humanos
Visando atender a Resolução CNE-CP nº 1 de 30 de maio de 2012, a educação em Direitos

Humanos será abordada de maneira transversal nas disciplinas Comportamento Organizacional,
Gestão de Pessoas 1 e Ética Empresarial.

4.4.3

Educação para as Relações Étnico Raciais
Atendendo ao Parecer CNE-CP nº 3 de 10 de março de 2004, e Resolução CNE-CP n°1 de 17

de junho de 2004, o curso de Administração considera os aspectos culturais constitutivos do povo
brasileiro, e em seu currículo, busca desenvolver conteúdos que promovam a produção de
conhecimentos científico, cultural, tecnológico e artístico visando oferecer uma formação que
valorize a diversidade étnico-racial. Dentre as disciplinas que trabalham com a diversidade no
tocante à políticas e gestão, estão Comportamento Organizacional, Análise das Organizações, Ética
Empresarial e Gestão de Pessoas.

43

4.4.4

Educação Ambiental
Atendendo à Lei 9.795, de 27 de abril de 1999 e a Resolução CNE-CP nº 02, de 15 de junho

de 2012, a educação ambiental faz-se presente no curso de Administração visando à formação de um
profissional ciente e preocupado com as questões que afetam o contexto local, nacional e mundial no
tocante aos problemas relativos ao clima, à degradação ambiental e aos riscos socioambientais. A
disciplina Sustentabilidade Organizacional abordará de maneira direta os desafios e alternativas de
atuação profissional ética e sustentável, sendo que, ao longo do curso este conteúdo será abordado
em outros componentes curriculares.

4.4.5

Vinculação do curso com a pós-graduação
A vinculação do curso de Administração com a pós-graduação se dará através da divulgação

da produção científica da pós-graduação nos meios de comunicação do Curso. Intercâmbio entre
alunos da pós-graduação e da graduação através de seminários, palestras, workshops, fóruns,
pesquisas e debates, bem como, através do estágio docência no qual os alunos da pós-graduação irão
ministrar aula aos alunos da graduação sob o acompanhamento do docente responsável pela
disciplina na graduação.

4.5

Atividades Complementares do Curso
Atividades complementares ou flexíveis são componentes curriculares que estimulam o aluno a
participar de eventos, estudos e atividades independentes e interdisciplinares tanto na Universidade,
como fora dela, enriquecendo sua formação, aproximando-o do mercado e da comunidade. As
atividades complementares deverão ser cumpridas e apresentadas à secretaria ao longo do curso.
A carga horária obrigatória relativa às atividades complementares é de 150 (cento e cinquenta)
horas. Para seu cumprimento, o aluno deverá participar de, no mínimo, três atividades distintas
dentre as listadas. Salienta-se que as atividades curriculares de extensão não podem ser
contabilizadas como atividades complementares.
Cada atividade envolve um limite máximo de carga horária a ser aproveitada. Assim, a carga
horária de cada certificado apresentado será somada e não excederá ao limite permitido para aquele
tipo de atividade, conforme quadro a seguir:

44

Tipo de atividade

Limite de C.H.
aproveitada

Participação em ações voluntárias em organizações públicas e da sociedade

30

civil
Monitoria

40

Participação em eventos científicos, tecnológicos e culturais, tais como:
fóruns, jornadas, simpósios, colóquios, congressos, palestras, seminários e

40

cursos de curta duração
Participação em projetos de iniciação científica, de iniciação à docência,
extensão não curricular, pesquisa, estágios curriculares não-obrigatórios e

60

treinamento profissional
Participação com aproveitamento em disciplinas oferecidas por outras
instituições e/ou unidades acadêmicas não contempladas no currículo do

30

curso
Participação em entidades estudantis, colegiados de curso, conselhos de
unidade acadêmica, conselhos superiores, empresas juniores e núcleos

30

temáticos.

Os casos omissos serão avaliados pelo Colegiado do Curso, mediante requerimento do aluno.

4.6 Atividades curriculares de extensão (ACE´s)
A extensão universitária é um componente essencial da universidade juntamente com o
ensino e a pesquisa. As atividades extensionistas se referem às ações da universidade junto à
comunidade para o compartilhamento do conhecimento advindo do ensino e da pesquisa. É por meio
da extensão que o conhecimento se articula com as demandas da sociedade e comunidade local,
visando à transformação da realidade social com a participação dos alunos, técnicos e professores.
De acordo com a Resolução CONSUNI n°4, de 19 de fevereiro de 2018, a atividade de extensão
como componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos é um processo interdisciplinar,
educativo, cultural, científico e político que promove a interação transformadora entre a universidade
e outros setores da sociedade.
Na UFAL, a extensão universitária é gerida pela Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) que é o
órgão responsável pelo registro, elaboração de editais de fomento à extensão, divulgação das ações

45

extensionistas, emissão de certificados, cadastro de bolsistas, além de fornecer apoio técnico e
material aos projetos de extensão desenvolvidos pelas unidades acadêmicas.
No curso de Administração as atividades curriculares de extensão (ACE´s), como
componentes obrigatórios, atendem às Resoluções do CONSUNI/ UFAL n°. 65, de 03 de novembro
de 2014 e n°. 04 de 19 de fevereiro de 2018 e à Normativa PROEX/UFAL nº01, de 09 de abril de
2021. Assim, 10% da carga horária do curso é destinada às ACE´s, ou seja, 300(trezentas) horas,
trabalhadas na parte intermediária do curso (do 3º. ao 7º. período) quando o aluno terá estudado os
conteúdos de formação básica e estará vinculado aos conteúdos de formação profissional, preparado
para o protagonismo em suas ações.
A extensão tem sido desenvolvida ao longo dos anos por meio de projetos distintos e
trabalhados, em sua maioria, por iniciativa de professores e que, embora significativas, não eram
consideradas obrigatórias. Estas ações contemplam as áreas de atuação profissional prioritárias para
a curricularização da extensão, conforme a Política Nacional de Extensão Universitária, tais como:
preservação e sustentabilidade do meio ambiente, ampliação da oferta e melhoria da qualidade da
educação básica, promoção do desenvolvimento cultural, em especial a produção e preservação de
bens simbólicos e o ensino das artes, assim como formação de mão-de-obra, qualificação para o
trabalho, reorientação profissional e capacitação de gestores públicos.
Um programa de extensão, segundo a Política Nacional de Extensão – PNE (2012) refere-se a
um conjunto articulado de projetos, de caráter orgânico, elaborado de modo objetivo, orientado a um
objetivo e que seja, sempre que possível, integrado às ações de pesquisa e ensino. Trata-se de um
conjunto de atividades contínuas, de caráter educativo, social, artístico, científico ou tecnológico,
com objetivo definido e prazo determinado.
O programa de extensão “Gestão, Organização e Sociedade: interfaces e compartilhamento de
saberes” foi desenvolvido a partir das iniciativas docentes em projetos de extensão já realizados, bem
como, o contexto, o objetivo e o perfil do egresso. O programa terá 3 (três) atividades curriculares de
extensão (ACEs): Administração para Pessoas, Administração para Negócios e Administração para
Gestor Público, sintetizados no quadro a seguir. A cada semestre novas ACE´s poderão ser propostas
e analisadas pelo colegiado do curso considerando sua adequação ao contexto acadêmico e social.
Duas ACEs terão duração de 2 (dois) períodos consecutivos, e uma ACE com 1 (um) período, sendo
organizadas em 5 (cinco) períodos, conforme a ordenamento curricular (Seção 4.2.2).

46

ACE

Tipo

ADM PARA
PESSOAS
ADM PARA
NEGÓCIOS
ADM PARA
GESTOR
PÚBLICO

Etapas

Público

Projeto
Produto
Evento
Projeto
Produto
Evento
Projeto
Produto
Evento

Estudantes de escolas
públicas
Empresas e
empreendedores
Órgãos da gestão
pública

Área temática*

Linhas de
extensão*

As atividades
As atividades podem
podem envolver
Exploratória
envolver quaisquer
quaisquer linhas de
Analítica
áreas de extensão
extensão previstas
Ativa
previstas na Instrução
na Instrução
Avaliativa Normativa PROEX Nº
Normativa PROEX
01/2021, de 09 de abril
Nº 01/2021, de 09
de 2021.
de abril de 2021.

Em relação à normatização e à implementação da extensão universitária, há que se considerar
a participação da comunidade na discussão de ações a serem implementadas pelo curso de
Administração. Desta forma, a metodologia do programa se apoia na pesquisa-ação. Nesta
metodologia, a ação parte de um problema real e local, onde os participantes são ativos no processo
de identificação das necessidades, na elaboração das alternativas de resolução e, finalmente, na
implementação e avaliação das ações.
Seguem as especificações do programa.

4.6.1

Programa

de

Extensão:

Gestão,

Organizações

e

Sociedade:

interfaces

e

compartilhamento de saberes
O Programa visa compartilhar com a comunidade os conhecimentos advindos da
Administração para os seguintes públicos, especialmente, do entorno da Universidade:
- Alunos de escola pública;
- Microempresários, e
- Gestores públicos de órgãos estaduais e municipais.
A unidade acadêmica envolvida no programa é a FEAC.

Justificativa do Programa - O programa, através das ACE´s, visa atender a um público diverso. Na
ACE voltada para pessoas, o jovem estudante secundarista será estimulado a pensar criativamente
acerca das questões do seu cotidiano no que diz respeito ao mundo do trabalho. Conforme a
Resolução CONSUNI/UFAL nº. 4, de 2018, a educação e a preparação para o trabalho com ênfase
nos valores morais e éticos é considerada área de atuação prioritária das ações de extensão.
Considerando que a Universidade está inserida na periferia na cidade de Maceió e que Alagoas
apresentou um percentual de 18,6% de desemprego em 2020, ações como esta se mostram
extremamente relevantes e pertinentes.

47

Ao atuar junto aos microempresários abrangendo a educação e a qualificação profissional dos

gestores de microempresas, o programa atende a uma das perspectivas da extensão que é a
articulação do curso de Administração com os setores produtivos. E, de acordo com a Resolução
CONSUNI/UFAL n. 4, de 2018, é considerada área de atuação prioritária das ações de extensão a
qualificação profissional.
A articulação da extensão com as políticas públicas e os atores estatais também está presente
na normatização e implementação da extensão universitária. De acordo com a Resolução
CONSUNI/UFAL n. 4, de 2018, é considerada área de atuação prioritária das ações de extensão a
qualificação de gestores públicos. Através das ações voltadas ao gestor público de secretarias
estaduais e/ou municipais haverá o compartilhamento de saberes entre a Ciência no tocante às
políticas públicas e ao orçamento público e o gestor público, em uma articulação de teoria e a
prática.
Abrangência do Programa- A Cidade Universitária está inserida em um ambiente com diversos
conjuntos habitacionais: Graciliano Ramos, Santos Dumont, Eustáquio Gomes de Melo, Vilagge
Campestre, Inocoop, Loteamentos Jardim da Saúde e Simol. Dentre estes, será escolhido o bairro e a
escola de ensino médio na qual o programa acontecerá por dois semestres seguidos.


Estudantes secundaristas de escolas públicas de ensino médio em conjuntos habitacionais
localizados no entorno da Universidade;



Gestores de microempresas localizadas em conjuntos habitacionais do entorno da
Universidade, e



Gestores públicos de órgãos públicos estaduais e/ou municipais (ACE3).

Áreas Temáticas – As atividades desenvolvidas dentro do programa Gestão, Organizações e
Sociedade: interfaces e compartilhamento de saberes poderão ser relacionadas a quaisquer áreas
temáticas previstas na Instrução Normativa PROEX Nº 01/2021, de 09 de abril de 2021, a saber:
a) Comunicação.
b) Cultura.
c) Direitos Humanos e Justiça.
d) Educação.
e) Meio ambiente.
f) Saúde.
g) Tecnologia e Produção.
h) Trabalho.
48

Objetivos do Programa:
o

Favorecer o encontro dos acadêmicos de Administração com diferentes públicos do
entorno da Universidade visando o compartilhamento de saberes;

o

Identificar, junto à comunidade, as situações problemas vivenciadas;

o

Preparar o discente para interagir com o público-alvo, e realizar diagnóstico da
situação;

o

Propiciar a troca de saberes entre a comunidade e a Universidade, bem como,
despertar nos participantes a postura ativa de intervenção na realidade;

o Capacitar o discente do curso de Administração a realizar conjuntamente um
diagnóstico, elaborar um plano de ação e intervir e realizar avaliação das ações.

Ementa do Programa- Levantamento das necessidades do público-alvo. Coleta e análise de
informações. Elaboração do produto (relatório) em forma de diagnóstico. Elaboração de um
seminário. Realização de um evento no qual será feita a apresentação do seminário destinado ao
público-alvo com a apresentação do diagnóstico. Planejamento participativo e construção de um
plano de ação. Desenvolvimento das ações. Avaliação. Realização de um evento no qual serão
divulgados os resultados em forma de relatório (produto).

Método de desenvolvimento do Programa- O Programa Gestão, Organizações e Sociedade, se
divide em quatro etapas: exploratória, analítica, ativa e avaliativa.
a) Exploratória – na qual os alunos do curso de Administração estudam sobre o tema através de
levantamento bibliográfico e realização da coleta de informações da comunidade e do
público-alvo da ação. Após a coleta, os dados são analisados e os alunos realizam o
diagnóstico da situação vivenciada pela público-alvo. Esta fase finaliza com a apresentação
para o público-alvo, de um seminário elaborado pelos alunos do curso, sobre o diagnóstico
realizado, o processo e seu resultado, visando a validação do mesmo junto à comunidade.
b) Analítica –nesta etapa, os dados obtidos no diagnóstico serão estudados e, junto ao públicoalvo, será elaborado um plano de ação e da metodologia a ser utilizada. Esta etapa privilegia a
troca de saberes advinda dos conhecimentos teóricos obtidos na Universidade, e da
experiência prática proveniente dos sujeitos da comunidade a quem as ações são dirigidas.
c) Ativa – refere-se à implementação do plano de ação e das ações corretivas.
d) Avaliativa – nesta etapa será realizada a avaliação da atividade de extensão, e das etapas
desenvolvidas, bem como, da efetividade da ação e da participação dos envolvidos.
49

Acompanhamento e indicadores de avaliação- As ações do programa serão desenvolvidas com o
acompanhamento e supervisão do professor coordenador. Quanto aos indicadores de avaliação, ao
final da primeira etapa (fim do primeiro semestre), o programa será avaliado em função dos
seguintes indicadores:
o Participação e envolvimento dos acadêmicos
o

Participação e envolvimento do público-alvo

o Alcance dos objetivos do programa
o Metodologia utilizada
o Resultados obtidos.

Referências
CARBONARI, Maria Elisa Ehrhardt. A extensão universitária no Brasil: do assistencialismo à
sustentabilidade. UNICAMP, 2011.
FISCHER, Rosa Maria; NOVAES, Elidia Maria ((coord.)). Construindo a cidadania: ações e
reflexões sobre empreendedorismo e gestão social. São Paulo: CEATS, 2005
FÓRUM DE PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO
SUPERIOR BRASILEIRAS (Forproex). Política Nacional de Extensão Universitária. Manaus: 2012.
40p. Disponível em: <https://www.ufmg.br/proex/renex/images/documentos/2012-07-13-PoliticaNacional-de-Extensao.pdf
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Administração para empreendedores. 2. ed. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, 2011
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Empreendedorismo: vocação, capacitação e atuação
direcionadas para o plano de negócios. São Paulo: Atlas, 2014.
RAMAL, Silvina. Como transformar seu talento em um negócio de sucesso: gestão de négocios
para pequenos emprendimentos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006
ROSA,

Silvana

Bernardes;

FRANZONI,

Ana

Maria

Bencciveni. Competência

empreendedora. Florianópolis: Pandion, 2009
SILVA, Eduardo D. Gestão em Finanças Pessoais: Uma metodologia para se adquirir educação e
saúde financeira. Rio de Janeiro, RJ: Qualitymark, 2005
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Resolução Nº. 65/2014-Consuni/Ufal de 03 de
novembro de 2014. Estabelece a atualização das diretrizes gerais das atividades de extensão no

50

âmbito da Ufal. Disponível em: < https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/diretrizes-gerais-dasatividades-de-extensao-no-ambito-da-ufal/view>.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Resolução Nº. 04/2018-Consuni/Ufal de 19 de
fevereiro de 2018. Regulamenta as ações de extensão como componente curricular obrigatório nos
projetos

pedagógicos

de

cursos

de

graduação

da

Ufal.

Disponível

em:

<https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/rco-n-04-de-19-02-2018.pdf/view>.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Instrução Normativa PROEX Nº. 01/2021 de 09 de
abril de 2021. Dispõe sobre os procedimentos para implantação da extensão como componente
curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação da Ufal. Disponível em:
<https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/in-proex-04-2021.pdf/view>
O programa “Gestão, Organizações e Sociedade: interfaces e compartilhamento de saberes”
visa o protagonismo estudantil e a participação engajada da comunidade envolvida. Caberá ao
colegiado do curso e NDE reavaliar o programa e as ACE´s e propor atualizações, bem como, lançar
novas propostas.

4.7

Estágio supervisionado
O estágio se refere a uma atividade educativa complementar que tem finalidade de contribuir
com a aprendizagem de competências específicas da atividade profissional e que se vinculam ao
currículo do Curso. O curso de Administração apresenta 2 modalidades de estágio: não obrigatório e
obrigatório, ambos regulados à partir de Resolução. Ambos podem ter vigência de 6 meses a 1 ano
podendo ser prorrogados até o máximo de tempo de 2 (dois) anos. Os agentes integradores entre a
Universidade e as empresas, como o Instituto Evaldo Lodi – IEL e o Centro de Integração EmpresaEscola – CIEE, intermediam o contato das Empresas com a FEAC – UFAL.

4.7.1

Estágio não obrigatório
Pode ser realizado a partir do 2º período. Para que ocorra, o aluno deverá entregar o Termo de

Compromisso de Estágio(TCE) na coordenação de estágio. Após conferência e assinatura, o aluno
poderá retirar o TCE e levá-lo para o recolhimento das demais assinaturas trazendo, posteriormente,
a via da coordenação. A realização de ambos as modalidades, se darão através de Termo de
Compromisso de Estágio firmado entre a parte cedente do estágio, a Universidade, através da
coordenação de estágio do Curso de Administração e o discente interessado. A realização do estágio,
bem como sua renovação, está condicionada à matrícula do aluno no curso e ao seu desempenho

51

acadêmico, motivo pelo qual é obrigatória a apresentação do Histórico Analítico do aluno juntamente
com o TCE de renovação do estágio. A carga horária semanal máxima permitida é de 30horas, sendo
6 horas diárias. Esta modalidade poderá ser convalidada para o estágio obrigatório.

4.7.2

Estágio obrigatório
Será realizado a partir do 5º período com carga horária mínima de 300 horas. A partir deste

período o aluno já terá integralizado mais da metade dos componentes curriculares obrigatórios do
Curso, seguindo o disposto na Lei 11.788, de 25 de setembro de 2008 e Resolução nº 71, de 18 de
dezembro de 2006, do CONSUNI-UFAL
No TCE deverá constar, preferencialmente, que o estágio é obrigatório. O estágio obrigatório
será supervisionado por um professor, em uma das seguintes áreas na qual o estágio será efetuado:
gestão estratégica, gestão pública, gestão da produção e logística, gestão mercadológica, gestão de
pessoas, gestão financeira, gestão imobiliária e áreas interdisciplinares. O orientador do estágio
deverá marcar reuniões regulares para orientação. Os documentos provenientes da organização
cedente do estágio deverão ser em papel timbrado, assinados e carimbados. Caso o estágio tenha uma
carga horária superior à exigida, apenas 300horas serão aproveitadas para cumprimento deste
componente curricular.
Para que o estágio tenha sua validade no cumprimento de carga horária, o aluno deverá
apresentar os seguintes documentos à coordenação de estágio:
a) Declaração da organização em papel timbrado, datada, assinada e carimbada constando o período
do estágio, a carga horária, o setor e a descrição das atividades desenvolvidas no estágio;
b) Relatório de estágio (modelo disponível no site da UFAL). Contendo a descrição das atividades
desenvolvidas com detalhamento das atividades correlacionando-as aos conteúdos ministrados na
disciplina que melhor se identifica com a área na qual o estágio foi realizado, citando a bibliografia
utilizada;
c) Parecer do orientador. O aluno deverá solicitar o parecer do professor que ministra a disciplina
correlata à área na qual o estágio foi desenvolvido mediante a apresentação do relatório de estágio;
d) Mapa de frequência do estágio – fornecido pela organização, assinado, datado e carimbado
referente aos meses em que o aluno realizou o estágio;
e) Avaliação de desempenho do estágio. Avaliação preenchida, datada, assinada e carimbada do
desempenho do estagiário em suas atividades;
f) Avaliação do estagiário sobre o estágio – formulário preenchido e assinado pelo aluno sobre o
estágio;
g) Avaliação do estagiário feita por seu supervisor da organização
52

h) Situação cadastral da empresa – no site da Receita Federal, o aluno, através do CNPJ imprime a
página da situação cadastral que demonstra a atividade da empresa.
Não é permitido a realização de estágio sem o vínculo com disciplina matriculada, assim como
acumular a realização de mais de um estágio concomitantemente, em virtude da carga horária
máxima permitida ser de 6 horas diárias.

4.7.3

Convalidação de estágio aluno-funcionário
O aluno funcionário poderá ter suas horas de estágio convalidado por sua atuação

profissional, desde que, atue comprovadamente em uma das áreas do estágio obrigatório,
comprovado por declaração e ou carteira profissional de trabalho. Poderá ser solicitado a partir do 5º
período, quando o aluno já terá integralizado mais da metade dos componentes curriculares
obrigatórios do Curso.
Para a convalidação, o aluno deverá apresentar:
a) Solicitação de convalidação aluno funcionário– Na solicitação o aluno descreve as atividades
profissionais que desempenha na organização e a vinculação destas atividades com o curso e, de
forma especial, com alguma (s) disciplina(s);
b) Declaração da organização em papel timbrado, datada, assinada e carimbada constando a função,
a descrição das atividades que exerce e o tempo em que o aluno se encontra na função;
e) Xerox autenticada da carteira profissional de trabalho- das páginas de admissão, e da função, bem
como, a da identificação do discente.
c) Relatório de atividades – similar ao relatório de estágio (modelo disponível no site da UFAL).
Neste relatório, o aluno deverá descrever as atividades desenvolvidas correlacionando-as aos
conteúdos ministrados na disciplina que melhor se identifica com sua área de atuação profissional.
d) Parecer do orientador. O aluno deverá solicitar o parecer do professor que ministra a disciplina
correlata a sua área de atuação mediante a análise de seu relatório de atividades;
f) Situação cadastral da empresa – no site da Receita Federal, o aluno, através do CNPJ imprime a
página da situação cadastral que demonstra a atividade da empresa.

4.7.4

Convalidação de estágio-aluno sócio-gerente
O aluno que é sócio-gerente de empresa poderá solicitar a convalidação para efeito do estágio

supervisionado obrigatório. Para tanto, deverá apresentar os seguintes documentos:

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a) Solicitação de convalidação aluno funcionário– Na solicitação o aluno descreve as atividades
profissionais que desempenha na organização e a vinculação destas atividades com o curso e, de
forma especial, com alguma (s) disciplina(s);
b) Se sócio, declaração dos demais sócios sobre a atividade desempenhada pelo aluno, em papel
timbrado, datada, assinada e carimbada;
c) Cópia do contrato social da empresa;
d) Situação cadastral da empresa – No site da Receita Federal, o aluno, através do CNPJ imprime a
página da situação cadastral que demonstra a atividade da empresa.
e) Relatório de estágio (modelo disponível no site da UFAL). Neste relatório, a descrição das
atividades desenvolvidas deverá detalhar as atividades correlacionando-as aos conteúdos ministrados
na disciplina que melhor se identifica com a área na qual o estágio foi realizado, inclusive citando a
bibliografia utilizada;
f) Parecer do orientador.

4.8

Trabalho de conclusão de curso (TCC)
No Curso de Administração é obrigatória a realização do Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC) como atividade de sintetização e integração do conhecimento obtido no decorrer do curso de
Administração, sendo 90 (noventa) horas a sua carga horária e regido por Resolução específica.
O objetivo do TCC é concretizar a aprendizagem do estudante, materializando o
conhecimento adquirido durante o curso de administração, através da descrição, elaboração, análise e
alternativas de solução de problemáticas identificadas nas organizações, além da relação destas com
o mercado. O TCC deve evidenciar a capacidade do aluno em desenvolver, analisar e refletir
criticamente sobre temas relevantes à sua formação.
Durante o curso, o discente é estimulado a desenvolver o caráter investigativo especialmente
através das disciplinas: Metodologia Científica e Projeto de TCC. Em Projeto de TCC, o aluno será
estimulado a elaborar de seu projeto de TCC, bem como será trabalhada a coleta, a análise de
informações e o relatório de pesquisa visando acompanhar o discente no desenvolvimento e
conclusão de seu TCC.
O TCC deverá ser realizado a partir do 8º. (oitavo) período do curso, concomitantemente com
a disciplina Projeto de TCC. No caso de o aluno que não tiver seu TCC aprovado até o final do
semestre em que cumprir todas as disciplinas obrigatórias do curso, deverá realizar matrícula-vínculo
para realização/continuidade do TCC no início do semestre subsequente garantindo seu vínculo, para

54

que não haja risco de bloqueio e posterior desligamento do curso por não efetivação de matrícula em
dois semestres letivos, consecutivos ou não.
Para a realização do TCC, o aluno conta com a orientação de um dos professores do curso
vinculado à área de interesse de pesquisa. A matrícula vínculo ocorre através de formulário
específico no qual consta o título do trabalho, e o aceite do professor orientador.
O TCC quando finalizado e com o aval do orientador, será entregue à coordenação e enviado
à banca avaliadora presidida pelo professor orientador e formada por mais dois membros convidados
que sejam professores da área do TCC para que ocorra a defesa.
A defesa do TCC é pública e o discente deverá expor de seu trabalho, sendo em seguida
arguido pelos membros da banca. Após a exposição e arguição da banca, o discente e demais
presentes deverão se retirar para que a banca avalie o trabalho e julgue uma dentre as alternativas:
- Aprovado
- Reprovado
Os critérios para aprovação ou reprovação, atribuição de nota, formato do TCC e orientações
serão fruto de regimento específico para esta finalidade.

4.9

Flexibilização curricular
A flexibilização curricular busca eliminar a rigidez estrutural do curso, possibilitando
incorporar as diferenças sociais, culturais e individuais na medida em que auxiliam o protagonismo
do discente em sua formação baseado na realidade que vivencia.
Nesse aspecto, diversas ações e práticas possibilitam trazer flexibilidade ao currículo
enriquecendo a formação do aluno e direcionando-o ao perfil do egresso desejado.
As disciplinas eletivas inseridas na matriz curricular permitem aos discentes a deliberação e
decisão sobre seu próprio percurso formativo. Nessa linha, a disciplina de Tópicos especiais em
Tecnologia permite ao curso trazer conteúdos atuais de gestão, da tecnologia e do mercado,
oferecendo uma rápida resposta às novas demandas na formação atualizada do administrador.
Por fim, as Atividades Complementares permitem o aproveitamento de diversas atividades
extracurriculares que contribuem para a flexibilização na formação do aluno.

4.10 Articulação entre teoria e prática
A interação entre teoria e prática acontece no curso durante todo seu desenvolvimento. Seja
através de pesquisas, de visitas técnicas orientadas, da participação em projetos de extensão, da
participação na empresa júnior, dentre outras atividades trabalhadas em sala de aula. Algumas
55

disciplinas têm conteúdo mais prático, a exemplo das disciplinas voltadas à Ciência e pesquisa, como
Metodologia Científica, Projeto de TCC, nas quais o aluno se depara com a necessidade de produzir
textos e seu próprio projeto de pesquisa. Outras disciplinas têm aulas em laboratório para que o aluno
possa produzir, descrever, analisar dados e informações praticando o conteúdo teórico obtido na sala
de aula, e outras ainda, desenvolvem atividades práticas em sala de aula onde o aluno é estimulado a
descrever, analisar, discutir e propor soluções para os casos apresentados.
O estágio curricular na forma obrigatória e não obrigatória propiciam forte interação entre
teoria e prática. O estágio é considerado uma experiência complementar à formação dos
administradores por possibilitar o contato in loco com a realidade das organizações e das empresas.
Destaca-se também o papel importante exercido pela empresa júnior, na medida em que
funciona como um laboratório de aprendizagem dos conteúdos estudados e discutidos em sala de
aula, contribuindo na formação e inserção dos alunos no mercado de trabalho. A JRS Consultoria é a
Empresa Júnior de Administração da Universidade Federal de Alagoas. A empresa atua no mercado
desde 1993, consolidada no Estado de Alagoas, com a realização de projetos orientados por
professores. Os vários projetos de intervenção por ela conduzidos, tem sido um grande campo de
aplicação prática do conhecimento. Esses projetos são estruturados em forma de pesquisa, muito
embora os relatórios, fruto dessas intervenções, são de caráter técnico. Muitos casos acompanhados
pela JRS são trazidos pelos alunos e/ou professores orientadores como exemplos para sustentar ou
contrastar com a discussão teórica.
A participação em projetos de extensão nos quais os alunos podem atuar como bolsistas
proporcionam uma experiência prática importante, articulada com o ensino e a pesquisa. Vale
ressaltar a curricularização da extensão com a resolução n° 04/2018-CONSUNI/UFAL, que
regulamenta no âmbito da Universidade Federal de Alagoas, os procedimentos para a inclusão das
ações de extensão como componente curricular obrigatório nos Projetos Pedagógicos dos Cursos
(PPCs) de Graduação. Com as atividades curriculares de extensão, o aluno tem a oportunidade de
aplicação do conhecimento obtido em sala de aula nas comunidades participantes do projeto.

4.11 Integração entre ensino, pesquisa e extensão
São indissociáveis o ensino, a pesquisa e a extensão, conforme afirma a Constituição Federal
do Brasil, no seu Art. 207. Este princípio deve ser seguido pelas universidades, dentro da perspectiva
da sua autonomia didático-científica (BRASIL,1988).
A indissociabilidade é reforçada no Estatuto Geral da Universidade Federal de Alagoas, no
Art. 1º, parágrafo único, alínea “a” (UFAL, 2006), e tem sido norteador nas principais políticas
56

pedagógicas da UFAL. Devendo haver equilíbrio entre os três pilares minimizando os riscos de
mutilar e reduzir o desenvolvimento do conhecimento, além do que,
O princípio da integração entre os pilares em questão reflete um conceito de qualidade
do desempenho acadêmico capaz de favorecer a autoreflexão crítica, a emancipação
teórico-prática e o significado de responsabilidade social proporcionado pela
aproximação entre a universidade e a comunidade. (PIVETTA et al, 2010, p. 378).

A integração entre ensino, pesquisa e extensão no curso de Administração é primordial para o
alcance do perfil de formação do seu egresso. Nas qualidades que a sociedade e as organizações
esperam desse profissional, a tríade atua eficazmente nos reforços positivos de curiosidade,
iniciativa, trabalho em grupo, criatividade, liderança, solidariedade, responsabilidade social,
autoconfiança, compartilhamento, inovação, flexibilidade, adaptação, senso crítico, entre outras
características desenvolvidas ao longo do curso através do ensino, da pesquisa e da participação em
projetos extensionistas.
O processo de ensino/aprendizagem do curso tem como um dos seus fundamentos a
contextualização, torna-se então necessário que os significados dos conteúdos sejam vivenciados
junto aos alunos para evitar a passividade nesse processo (NERIO AMBONI, 2004). Dessa forma, os
procedimentos de integração se visualizam para além das aulas expositivas, quando os professores
utilizam a pesquisa e a extensão como formas de iniciar, desenvolver ou consolidar o conhecimento.

57

5. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO
A UFAL, através do Plano de Desenvolvimento Institucional, apresenta as políticas institucionais e
seus desdobramentos vinculados ao Ensino, Pesquisa e Extensão. Com vistas à melhoria da oferta dos

cursos, à formação ética e cidadã, ao reconhecimento pela sociedade e à formação do egresso com o
perfil desejado, a UFAL adota políticas institucionais que apresentam caráter inovativo, que visam à
qualificação, a internacionalização e a melhoria da gestão acadêmica. Os cursos contam com o apoio
das Pró-Reitorias de Extensão, de Graduação e de Pesquisa que dão o suporte necessário para
iniciativas dos cursos nas referidas áreas. Através de parcerias e convênios a UFAL busca ampliar a
mobilidade acadêmica intra e interinstitucional promovendo a troca de conhecimento, experiência e
cultura. Os cursos são estimulados a atualizarem continuamente seus projetos pedagógicos, inserindo
as novas demandas da sociedade e se adequando às novas tecnologias, além do que, há o estímulo à
pós-graduação através de cursos de especialização, mestrado e doutorado. O egresso pode retornar à
Instituição em busca de novos conhecimentos e melhor qualificação, formando inclusive,
profissionais para a própria Instituição.
A UFAL visa garantir a Acessibilidade, considerando o Decreto n. 5.296, de 2004, tanto na
prioridade de atendimento à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, conforme Lei
n.10.048, de 2000, e Lei n. 10.098, de 2000. Assim, a UFAL visa minimizar as desigualdades e,
consequentemente, oportunizar a inclusão. Podem ser verificadas ao longo da Instituição rampas de
acesso, bem como, a contratação de intérpretes para pessoas surdas, visando à inclusão nos cursos de
graduação e pós-graduação. Além disto, a UFAL também disponibiliza curso de Língua Brasileira de
Sinais para pessoas ouvintes e surdas visando preparar o ouvinte para a interação com a pessoa
surda. Além de curso de Português para a pessoa surda, visando qualificá-la para a leitura de textos.
O Núcleo de Acessibilidade (NAC) da UFAL, criado em 2013 visa o atendimento educacional
especializado que busca identificar, elaborar e organizar materiais, recursos pedagógicos e a oferta
de cursos visando à plena participação dos alunos com algum tipo de necessidade especial em seus
respectivos cursos. Ao identificarmos no curso, alunos com deficiência o NAC é acionado visando o
atendimento do mesmo, bem como, recebermos orientações sobre como professores e os demais
alunos deverão proceder visando à inclusão e o resguardo dos direitos deste aluno.
Atendendo à Resolução CEPE nº 09, de 10 de maio 2004, o Decreto n.7.824, de 2012 e as
Portarias MEC nº 18, de 2012 e nº 21, de 2012, 20% das vagas dos cursos de graduação é destinado à
população negra, oriunda exclusiva e integralmente de escolas públicas. O curso de Administração

58

conta com alunos cotistas de Alagoas e de outros estados brasileiros favorecendo a inclusão e
minimizando fatores que contribuem para as desigualdades sociais.

59

6. METODOLOGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
As tecnologias da informação e comunicação fazem parte do processo de ensino e
aprendizagem no Curso de Administração, são ferramentas que ampliam os conhecimentos e
potencializam novas formas de ensinar e de aprender. É percebida a necessidade de maior inserção
de recursos digitais apoiados em práticas pedagógicas que favoreçam a interação, a colaboração, a
participação e a criticidade do discente. Mais recentemente, se tem feito uso mais efetivo das TIC´s
através dos Ambientes Virtuais de Aprendizagem, pela plataforma Moodle e outros ambientes
oficiais da UFAL. Neles os professores disponibilizam materiais digitalizados, como artigos e livros,
e vídeos para suas turmas presenciais, enriquecendo o conteúdo trabalhado em sala de aula.
As propostas teórico-metodológicas expostas na matriz curricular do curso de Administração,
prevêem que nos primeiros períodos o discente crie sua base de conhecimentos gerais que
favorecerão à compreensão das variáveis econômicas e sociais que influenciam direta e
indiretamente o contexto no qual as organizações se inserem. Uma vez cumprida esta etapa, os
discentes avançarão no curso em direção às técnicas e ferramentas que o Administrador tem à
disposição para sua atuação profissional. Nesta etapa do curso, intenta-se desenvolver no aluno a
capacidade crítica que lhe dê condições de identificar as diferentes formas de atuação e suas
influências no entorno, tanto nas variáveis econômicas quanto sociais. Visando a formação de um
sujeito autônomo, responsável e cidadão, os conteúdos teóricos ainda serão plenamente trabalhados,
mas vinculados com a prática através de análise de diferentes organizações.
Assim, o Curso se desenvolve com a utilização das seguintes metodologias de ensino e
aprendizagem:
Aulas teóricas expositivas dialogadas – Nas quais o aluno é ativo em seu processo de
aprendizagem e o professor atua como facilitador. Ocorrem através da contextualização do conteúdo
pelo professor quando estes já possuem o conhecimento da teoria. Desta maneira, poderão refletir,
questionar, criticar, interpretar e discutir os conteúdos teóricos, solidificando sua aprendizagem.
Aulas teóricas expositivas – Nas quais o professor é o agente do conhecimento, elas acontecem com
a exposição oral ou escrita de conteúdos teóricos normalmente, com a utilização de quadro branco ou
negro e/ou datashow.
Participação em sala de aula – Através da elaboração e apresentação de respostas aos
questionamentos e problemas levantados pelo docente, em debates, nos trabalhos em grupo, leitura e
discussão de textos, dentre outras.

60

Trabalho em grupo – Os trabalhos em grupos acontecem dentro e fora de sala de aula, visando
tanto à aprendizagem formal dos conteúdos, como o desenvolvimento de habilidades sociais, a
exemplo de empatia, trabalho em equipe, comunicação, gestão de conflito e oratória. Os resultados
do trabalho em grupo tendem a ser apresentados para os demais alunos.
Seminários – Através dos seminários os discentes são estimulados à prática da pesquisa
bibliográfica e/ou de campo. Nestes seminários o aluno poderá desenvolver habilidades de caráter
investigativo estimulando o espírito científico, de habilidades de organização, sociais e de
comunicação. Após a pesquisa e organização dos conteúdos, estes são apresentados aos demais
alunos.
Trabalhos teóricos – através da elaboração de resumo e/ou resenha crítica a partir das leituras
direcionadas pelo docente, o que também estimula as habilidades de escrita e desenvolvimento do
senso crítico.
Trabalhos práticos – A depender da disciplina, diferentes trabalhos práticos poderão ser realizados,
desde a elaboração, desenvolvimento e finalização de algum projeto, até a pesquisa de campo
realizada em organizações.
Projetos de extensão- Os projetos de extensão são vinculados a diferentes disciplinas, favorecendo a
interdisciplinaridade. Neles as ações são voltadas à comunidade, o aluno é estimulado à intervenção
e à participação, através dos quais, poderá desenvolver sua criticidade, autonomia e cidadania.
Estudos de caso – O estudo de caso é uma ferramenta pedagógica que, por apresentar um problema
real ou não, no contexto organizacional, reflete características do cotidiano das organizações. Assim,
através dos casos, é possível abordar as incertezas, os questionamentos, os problemas e as
alternativas para a tomada de decisão. No estudo de caso, é possível trabalhar a interdisciplinaridade,
uma vez que os problemas envolvem variáveis distintas não exclusivas de uma área do
conhecimento. Através do estudo de caso, o discente pode desenvolver o raciocínio crítico e
argumentativo necessários à sua formação.
Visita técnica –Visando complementar o ensino-aprendizagem teórico-prático, a visita técnica
acontece como fruto da interação Universidade-Empresa que acontecem acompanhadas por um ou
mais docente, envolvendo normalmente, mais de uma disciplina, com o intuito de colocar o discente
em contato com a visão técnica da atuação profissional. Ele passa a conhecer um processo, uma
estrutura física e social, bem como a dinâmica do trabalho no ambiente em que o mesma se
desenvolve.
Estágios – A inserção em uma organização deve possibilitar ao discente o contato com a prática de
diferentes conteúdos abordados em sala de aula, levando-o fazer levantamento, diagnóstico e
pesquisa, fortalecendo seu aprendizado.
61

Monitoria – Algumas disciplinas do curso de Administraçãodispõem de monitores com
possibilidade do recebimento de bolsa através da Pró-Reitoria Estudantil (PROEST). Os monitores
auxiliam os alunos no processo de ensino-aprendizagem dos conteúdos abordados pelo docente em
sala de aula. Trata-se de alunos que tiveram um bom desempenho acadêmico na disciplina, e que,
por isso, auxiliam seus pares.
Cada professor, a depender dos conteúdos abordados e de suas habilidades e competências,
conduz a disciplina optando pelas metodologias de ensino e aprendizagem que julgar pertinente
considerando-se a complexidade, o nível de aprofundamento do conteúdo e as questões didáticas e
pedagógicas.
Essas metodologias, além de permitirem o desenvolvimento das habilidades e atitudes
desejadas ao perfil do egresso em administração, possibilitam de várias formas a integração
almejada. As metodologias aqui expostas poderão, a qualquer momento, ser discutidas e revisadas
pelo Núcleo Docente Estruturante e pelo Colegiado do Curso, no intuito do aperfeiçoamento e
melhor adequação das práticas dentro e fora da sala de aula.
Aos discentes que possuam alguma deficiência que possa dificultar ou impossibilitar o acesso
às metodologias de ensino e aprendizagem comprometendo seu aprendizado, a Universidade
disponibiliza o Núcleo de Acessibilidade (NAC) visando suprir ou atenuar tais dificuldades,
garantindo a permanência do discente na Universidade. Em caso de alunos surdos ou com
dificuldade auditiva, a Faculdade de Letras busca disponibilizar intérpretes da Língua Portuguesa
para a Língua Brasileira de Sinais para que possam estar com tais alunos durante as aulas para
interpretar os conteúdos visando a garantia do acesso ao conhecimento. Ainda, conforme exposto na
matriz curricular, a disciplina de Libras é ofertada de maneira eletiva para os alunos, visando, entre
outros, favorecer a inclusão dos alunos com esta deficiência. Em casos de outras deficiências, como
da visão, os professores são orientados a disponibilizar textos e demais materiais em tamanhos
ampliados. Além do que, o NAC fornece suporte para elaboração de materiais em braile, conforme
abordado no item 5 deste Projeto.

62

7. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

O curso de Administração da FEAC/UFAL intenta avaliar o conhecimento adquirido, bem
como, a capacidade do aluno de acioná-lo e de buscar outros conhecimentos para realizar o que lhe é
proposto, utilizando-se para isso de avaliações contínuas, por disciplina, tais como: avaliações,
exercícios escritos, exposições orais, seminários, trabalhos baseados em pesquisas individuais e em
grupos; reflexão escrita sobre aspectos estudados, discutidos e/ou observados em situação de estágio,
de elaboração de projetos envolvendo situações de aprendizagem ou problemas identificados num
contexto observado, de participação em atividades de simulação, dentre outras. As dificuldades
apresentadas pelos discentes durante o processo de ensino-aprendizagem fornecerão indicativos para
os professores fazerem revisão dos conteúdos, de forma concomitante ou após encerramento do
período letivo. Considera-se, deste modo, que a avaliação é processual e contínua. O aluno será
avaliado pela participação efetiva nas atividades propostas, no envolvimento com a rotina acadêmica,
na contribuição com a reflexão teórico-conceitual presente nas discussões coletivas, na averiguação
das práticas, nas avaliações individuais escritas acerca dos conceitos estudados e praticados ao longo
do semestre.
Para obter aprovação em cada uma das disciplinas do curso de graduação, os alunos deverão
observar a Resolução CEPE 25/2005, de 26 de outubro de 2005, da Universidade Federal de
Alagoas, que estabelece, entre outras coisas que a avaliação do rendimento escolar de cada
componente curricular, desde as disciplinas, estágio supervisionado e trabalho de conclusão de curso.
Abaixo encontra-se a transcrição de alguns artigos da referida Resolução:
Art. 11 - A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
§ 1º – Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive
prova final, após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e oito)
horas, das notas obtidas pelo aluno em avaliações anteriores.
§ 2º - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de avaliação
e, no prazo de 02 (dois) dias úteis após a divulgação de cada resultado,
poderá solicitar revisão da correção de sua avaliação, por uma comissão de
professores designada pelo Colegiado do Curso.
A revisão de provas ocorrerá mediante a solicitação formal do aluno, via
requerimento na Área Acadêmica e observando-se as disposições específicas
definidas em regulamentos da UFAL.
Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio
Curricular Obrigatório, quando previsto no PPC.
Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que
possível, aos conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será
63

resultante de mais de 01 (um) instrumento de avaliação, tais como: provas
escritas e provas práticas, além de outras opções como provas orais,
seminários, experiências clínicas, estudos de caso, atividades práticas em
qualquer campo utilizado no processo de aprendizagem.
§ 1º - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou
mais dos instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral
(AB) respectiva, calculada considerando-se a média das avaliações
programadas e efetivadas pela disciplina.
§ 2º - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em
uma das 02 (duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre
letivo, a ser reavaliado naquela em que obteve menor pontuação,
prevalecendo, neste caso, a maior nota.
Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média
aritmética, apurada até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações
Bimestrais.
§ 1º - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final
(NF) das Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
§ 2º - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais
igual ou superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a
Prova Final (PF).
Parágrafo Único - A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da
disciplina ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em
época posterior às reavaliações, conforme o Calendário Acadêmico da
UFAL.
Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF),
em cada disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5
(cinco inteiros e cinco décimos).
Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a média
ponderada da Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis),
e da nota da Prova Final (PF), com peso 4 (quatro).

64

8. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO
E APRENDIZAGEM

O processo de avaliação discente no curso é contínuo e deve relacionado aos objetivos
desejados de formação do profissional egresso, entende-se a necessidade de planejamento de
verificações periódicas quanto a transmissão e assimilação, bem como, da construção e produção de
conhecimentos, habilidades e competências desejadas.
Baseado nos critérios e formas de avaliação aqui propostas, o curso estabelece uma
avaliação processual e formativa onde cada pessoa envolvida no processo de ensino-aprendizagem
contribua para a melhoria da qualidade do ensino.
Para ser possível avaliar o estudante individualmente e a totalidade do grupo, para se obter
a melhoria do processo de ensino e objetivando medidas de superação das dificuldades, o corpo
docente pode se valer de uma diversidade de instrumentos, conforme já explicitados anteriormente,
que consigam demonstrar não apenas o desenvolvimento técnico do aluno, mas também a evolução e
ganhos das habilidades e competências desejadas.

65

9. OUTRAS AVALIAÇÕES

Além das avaliações já citadas, o Curso de Administração é avaliado em outros instrumentos,
conforme especificado abaixo:


Avaliação do docente pelo discente
A avaliação docente é feita pelos estudantes, de forma anônima e é realizada por um

questionário comum a todas as disciplinas do Cursos, que é respondido ao final de cada período
letivo. Este questionário padrão é disponibilizado ao aluno no final do semestre (período de
matrícula para o semestre seguinte), em formato eletrônico. Ademais, os resultados são
disponibilizados ao Coordenador de Graduação, no intuito de analisar o material, identificar pontos
críticos e estabelecer ações de melhoria. Este processo de avaliação complementar e importante para
a formação da identidade do curso e para consolidação das práticas de ensino.
Seguem os principais critérios da avaliação de disciplinas:
o Disponibilização do programa da disciplina
o Cumprimento do programa da disciplina
o Esclarecimento dos critérios e métodos de avaliação
o Coerência entre os métodos de avaliação de aprendizagem e o conteúdo ministrado
o Disponibilização dos resultados da avaliação em tempo hábil para o acompanhamento
do desempenho
o Discussão dos resultados da avaliação de aprendizagem
o Planejamento da aula
o Cordialidade e disponibilidade do docente para atendimento ao aluno
o Assiduidade e pontualidadedocente
O resultado das avaliações contribui para a reformulação de conteúdos e procedimentos
didático-pedagógicos.


Avaliação do ENADE
O Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) busca avaliar o desempenho dos

estudantes com relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares dos cursos
de graduação. Como parte do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) o
ENADE propicia ao curso, dentro do ciclo avaliativo a identificação do desenvolvimento das

66

competências e habilidade necessárias a formação profissional de acordo com a realidade do local,
do país e do mundo. Com base no SINAES, criado pela Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, o ciclo
avaliativo se dá de três em três anos, quando os alunos do curso prestam a prova do Exame Nacional
de Desempenho do Estudante.
O curso apresenta planejamentos específicos baseados na avaliação do ENADE, em
conjunto com as ações desenvolvidas com a Comissão Própria de Avaliação (CPA) institucional. Os
resultados são avaliados pelo NDE e Colegiado do curso para que as ações sejam repensadas e o
desenvolvimento de conteúdos e habilidades que os egressos tenham apresentado menores
rendimentos no Exame. Da mesma forma, as questões realizadas nas edições posteriores são
trabalhadas com os alunos nas diferentes disciplinas do curso como forma de auxílio no
desenvolvimento das competências desejadas no perfil do egresso.


Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso

O Núcleo Docente Estruturante (NDE) e o Colegiado de Curso manterão nos seus cronogramas
de reuniões pautas específicas, entre outras questões, da avaliação do Projeto Pedagógico do Curso.
Entre as ações de avaliações que serão discutidas nessas reuniões, essas instâncias providenciarão:
a) Diálogos com o Conselho Regional do Curso de Administração;
b) Diálogos com entidades representativas das organizações públicas e privadas, bem como
organizações de cunho social;
c) Diálogos com a representação estudantil;
d) Diálogos com o corpo docente do curso;
e) Diálogos com o corpo técnico administrativo;
f) Diálogos com o corpo Dirigente com níveis hierárquicos superiores;
g) Visitas técnicas a outras instituições para avaliar propostas que têm sido consideradas de
qualidade comprovada;
h) Avaliação dos demais instrumentos/ações já apontados nesta seção.
A síntese desse fluxo será apresentada e discutida com todo o corpo social, bem como com atores
da sociedade, em Seminário anual/bienal de avaliação do curso.

 Avaliação Institucional
Os relatórios provenientes do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) são
avaliados pelo Colegiado do Curso que após síntese do debate, visando o planejamento de ações para
preparação para o novo ciclo avaliativo. Com divulgação interna dos resultados e do planejamento
67

das ações visando sensibilizar e envolver a comunidade no alcance de melhores resultados nos itens
que, porventura, se apresentarem inferior ao desejado e na manutenção dos resultados
satisfatórios.Além disso, essas informações serão cruzadas com outros relatórios, como o relatório da
Comissão Permanente de Avaliação da UFAL e a Comissão de Avaliação Interna da FEAC para que
ocorra a construção de um plano de ação para o próximo ciclo.

68

10.APOIO AOS DISCENTES

A UFAL possui o Núcleo de Acessibilidade, apresentado no item 5 deste Projeto, este núcleo é
voltado para a promoção de acessibilidade e de atendimento diferenciado aos portadores de
necessidades especiais em atenção à Política de Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação
pertinente. Assim, o Núcleo de Acessibilidade, de acordo com a Lei 13.146/2015 visa “assegurar e a
promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais da
pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania”. Desde 2016, o NAC vem atuando
na intermediação com os diferentes órgãos da UFAL, principalmente junto à SINFRA, PROGRAD e
PROEST, para a minimização de possíveis barreiras (físicas e acadêmicas) à permanência do
estudante com deficiência, como preconiza a Lei 10.098/2000, que estabelece normas gerais e
critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com
mobilidade reduzida. Aqui, merece destaque a construção de calçadas táteis, rampas de acesso aos
prédios, corrimãos, adaptações de banheiros e salas de aula, entre outras obras necessárias à
permanência dos estudantes e professores com deficiência.
Com relação ao atendimento de discentes com Transtorno do Espectro Autista, conforme
disposto na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012, incluso no instrumento de avaliação dos
cursos de graduação do INEP de junho de 2015, a Universidade Federal de Alagoas vem buscando
fomentar estudos e debates no intuito de constituir uma política institucional que explicite ações
neste âmbito e que fundamente os cursos de graduação em metodologias e ações atitudinais que
visem a inclusão de pessoas com este transtorno. Os discentes com transtorno do espectro autista
também são atendidos pelo NAC.
Ainda como parte da Política de Acessibilidade, a UFAL vem investindo na capacitação técnica
de seus servidores, preparando-os para o diagnóstico, planejamento e execução de ações voltadas
para atendimento de tais necessidades. Junto à preocupação em viabilizar a acessibilidade
arquitetônica, têm-se as demais dimensões exigidas pela Política de Acessibilidade, quais sejam a
pedagógica, metodológica, de informação e de comunicação. Nesse sentido, a acessibilidade
pedagógica e metodológica do curso pauta-se no art. 59 da Lei 12.764/2012, que afirma: “Os
sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais: I - currículos, métodos,
técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades”.
O curso de Administração, dentro de suas limitações e especificidades, tem buscado oferecer
suporte especializado aos discentes, que contempla material didático digital acessível por meio de
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plataformas educacionais (Plataforma Moodle), material didático em formato impresso e acessível e,
quando necessário, material em formato impresso em caráter ampliado (para alunos com baixa
visão). O curso conta com a disciplina eletiva de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e com os
seguintes programas:


Programa de Iniciação Científica (PIBIC): voltado tanto para os alunos que buscam
enriquecimento acadêmico-curricular.



Programa de Monitoria: por meio dessa iniciativa, ofertada com regularidade anual, os
alunos podem desenvolver habilidades como conhecimento, autonomia, dedicação,
disciplina, responsabilidade e trabalho em equipe, na medida em que auxiliam os
docentes em atividades didático-científicas. Além disso, o programa tem como
objetivo promover um nivelamento dos alunos e fortalecer a qualidade do ensino
ofertado naquelas disciplinas cujos alunos apresentem dificuldades específicas.

Importante salientar também que a representação estudantil do Curso de Administração já
está consolidada nas reuniões do colegiado e que os alunos instituíram o Centro Acadêmico do curso
de Administração, mediante a realização dos procedimentos formais cabíveis. Junto a isto, o NDE
propõe ao curso as seguintes ações de suporte aos alunos:
- Roda de conversa – a roda de conversa com os alunos diz respeito a um momento de
conversa a ocorrer no início de cada semestre. Trata-se de uma aproximação com os alunos para
tratar de questões relativas ao curso, quais sejam, orientação quanto ao currículo do curso, estágios,
encarreiramento, TCC, mercado de trabalho, dentre outros. A roda de conversa poderá acontecer na
primeira aula do início do semestre em cada turno, virtual ou presencialmente, sendo conduzida por
professores do curso e/ou convidados e reuniria os alunos dos períodos do turno, excluídos os
primeiros períodos que estarão em atividades a eles direcionadas.
- Nivelamento em matemática para os alunos entrantes- este nivelamento a ser desenvolvido
com o apoio do CA e, preferencialmente, com os demais cursos da FEAC, oferecerá suporte ao
propor a revisão de conteúdos pré-requisitos para disciplina de matemática, visando melhor preparar
os alunos entrantes para os conteúdos da referida disciplina.

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REFERÊNCIAS
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metodologias e diretrizes curriculares. São Paulo: Prentice Hall, 2004.
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Univ. Fed. Alagoas, 1982.
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Universidade Federal de Alagoas, com sede na cidade de Maceió, Estado de Alagoas. Brasília:
MEC, 1975.
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história e cultura afro brasileira e africana. Brasília. MEC, 2004.
BRASIL. Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de estudante, altera a
redação do artigo. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho. Diário Oficial da União. Brasília,
2008.
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Renovação de reconhecimento de curso. Brasília: MEC, 2011.
BRASIL. Decreto nº 7.824, de 11 de outubro de 2012. Regulamenta a Lei nº 12.711, de 29 de
agosto de 2012, que dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições
federais de ensino técnico de nível médio.Diário Oficial da União. Brasília, 2012.
BRASIL. Ministério de Educação. MEC. Portaria normativa nº 18/2012, de 11 de outubro de 2012.
Dispõe sobrea implementação das reservas de vagas em instituições federais de ensinode que
tratam a Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012, e o Decreto nº 7.824, de 11 de outubro de 2012.
Brasília: MEC, 2012.
BRASIL. Ministério da Educação MEC- CNE/CP. Resolução nº01/2012, de 30 de maio de 2012.
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Estabelece diretrizes nacionais para educação ambiental. Brasília. MEC, 2012.
BRASIL. Ministério da Educação. MEC. Portaria normativa nº 21/2012, de 05 de novembro de
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71

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Renovação de reconhecimento de curso. Brasília: MEC, 2013.
BRASIL. Ministério da Educação. MEC. Portaria nº 272/2017, de 04 de abril de 2017. Renovação
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02/1966, de 15 de março de 1966.Inclui o curso de Ciências (1º ciclo) da Faculdade de Filosofia,
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Conselho Universitário.CONSUNI. Resolução nº.
05/1969, de 03 de maio de 1969. Aprova oregulamento do curso superior de Administração da
Universidade Federal de Alagoas. Maceió: Conselho Universitário, 1969.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS- Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. CEPE.
Resolução nº 25/2005, de 26 de outubro de 2005.Institui e regulamenta o funcionamento do
Regime Acadêmico Semestral nos Cursos de Graduação da UFAL,a partir do ano letivo de
2006. Maceió: CEPE, 2005.
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da UFAL. Maceió: Conselho Universitário, 2006.

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Federal de Alagoas. Maceió, 2006.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Conselho Universitário. CONSUNI. Resolução
nº52/2012 -de 05 de novembro de 2012. Institui o núcleo docente estruturante no âmbito dos
cursos de graduação da UFAL. Maceió: Conselho Universitário, 2012.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Conselho Universitário.CONSUNI. Resolução nº.
65/2014, de 03 de novembro de2014. Estabelece a atualização das diretrizes gerais das atividades
de extensão noâmbito da UFAL. Maceió: Conselho Universitário, 2014.

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