Meteorologia Bacharelado - 2015

Arquivo
PPC METEOROLOGIA 02032015 - versao final.pdf
Documento PDF (1.5MB)
                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS
COORDENAÇÃO DO CURSO DE METEOROLOGIA

CURSO DE GRADUAÇÃO-METEOROLOGIA
- BACHARELADO
PROJETO PEDAGÓGICO

Maceió
2014

2

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS
COORDENAÇÃO DO CURSO DE METEOROLOGIA

CURSO DE GRADUAÇÃO-METEOROLOGIA
- BACHARELADO
PROJETO PEDAGÓGICO
Reitor
Eurico de Barros Lôbo Filho

Vice- Reitor
Rachel Rocha de Almeida Barros

Pró-Reitoria de Graduação
Prof. Dr. Amauri da Silva Barros - Pró-reitor

Coordenadoria de Cursos de Graduação - CCG
Prof. Dr. Alexandre Lima Marques da Silva – Coordenador

Diretor do Instituto ou Unidade Acadêmica
Prof. Dr. Marcos Antonio Lima Moura

Vice-Diretor do Instituto ou Unidade Acadêmica
Prof. Dr. Heliofábio Barros Gomes

Responsável pela Revisão do Projeto Pedagógico:
Alba Maria Aguiar Marinho Melo - Pedagoga

EQUIPE EXECUTORA:
NDE (Núcleo Docente Estruturante)

COLEGIADO

Rosiberto Salustiano da Silva Júnior
José Clênio Ferreira de Oliveira
Roberto Fernando da Fonseca Lyra
Maria Luciene Dias de Melo
Heliofábio Barros Gomes

Rosiberto Salustiano da Silva Júnior
Heliofábio Barros Gomes
Marcos Antônio Lima Moura
José Clênio Ferreira de Oliveira
Roberto Fernando da Fonseca Lyra

José Cley de Oliveira (Técnico administrativo)

Carlos Denyson (Representante discente)
Maceió
2014

3
SUMÁRIO

1.

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

05

1.1 - Contextualização da Instituição de Ensino Superior

05

1.2 - Contextualização do Curso

05

2.

INTRODUÇÃO

07

3.

JUSTIFICATIVA / CONTEXTO EDUCACIONAL

08

4.

OBJETIVOS DO CURSO

09

5.

HISTÓRICO DO CURSO

10

6.

PERFIL DO EGRESSO

11

7.

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

11

7.1 – Competências

11

7.2 – Habilidades

12

8.

CAMPO DE ATUAÇÃO

12

9.

METODOLOGIA

13

10.

INTERDISCIPLINARIDADE E TRANSVERSALIDADE

13

11.

ORGANIZAÇÃO ESTRUTURAL CURRICULAR DO CURSO

15

11.1 – Estrutura da Matriz Curricular do Curso de Meteorologia Bacharelado 17
DIURNO
11.2 - Estrutura da Matriz Curricular do Curso de Meteorologia Bacharelado 19
NOTURNO
11.3 - Quadro das disciplinas eletivas

22

EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS

23

12.1 - Disciplinas Obrigatórias

23

12.2 - Disciplinas Eletivas

50

ARTICULAÇÃO TEORIA-PRÁTICA

61

13.1 - Integração com as redes públicas de ensino

61

13.2 - Integração com os sistemas locais, regionais de saúde e SUS

61

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICs

61

14.1 - Mídias

61

14.2 - Software

62

15.

ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

62

16.

TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO – TCC

64

17.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO

67

18.

POLÍTICA DE INCLUSÃO

68

12.

13.

14.

4

19.

PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE (PAD)

69

19.1 – Apresentação

69

19.2 – Atribuições

69

19.3 - Serviços oferecidos

70

19.4 - Apoio Pedagógico

70

19.5 - Apoio Psicopedagógico

70

20.

NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE

71

21.

COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO

72

22.

AVALIAÇÃO

74

22.1 - Avaliação da aprendizagem

74

22.2 - Avaliação do ensino

75

22.4 - Avaliação Externa

75

CONDIÇÕES DE VIABILIZAÇÃO DO CURSO

75

23.1 – Infraestrutura

75

23.2 – Docentes

77

23.3 - Técnicos Administrativos

78

23.4 – Instalações

78

23.5 - Recursos Materiais

78

24.

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

78

25.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

80

23.

ANEXO1:

INSTRUMENTOS

APRENDIZAGEM

DE

AVALIAÇÃO

DO

ENSINO 81

5
1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1.1 - CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR

Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
Código: 391
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
Dependência: Administrativa Federal
Denominação da IES: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código: 577
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço: Rodovia BR 101, Km 14 Campus A. C. Simões – Cidade Universitária
Maceió/AL - CEP: 57.072 - 970. Fone: (82) 3214-1100 (Central) - Coordenação 32141442
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br
Ato Regulatório: Credenciamento
Tipo de Documento: Decreto Federal nº 3867
Data do Documento: 25/01/1961
Data da Publicação: 27/01/1961
CNPJ: 24.464.109/0001-48
Perfil e Missão da IES: A Universidade Federal de Alagoas tem por missão formar
continuamente competências por meio da produção, multiplicação e recriação dos saberes
coletivos e do diálogo com a sociedade.
BREVE HOSTÓRICO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR
A Universidade Federal de Alagoas, maior instituição pública de ensino superior do Estado,
foi criada em 25 de janeiro de 1961, por ato do então presidente Juscelino Kubitscheck, reunindo
as Faculdades de Direito (1933); Medicina (1951), Filosofia (1952), Economia (1954),
Engenharia (1955) e Odontologia (1957).

1.2 - CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO

Denominação: Meteorologia Bacharelado
Modalidade: Presencial

6

Título: Bacharel em Meteorologia
Nome da mantida: Universidade Federal de Alagoas
Endereço de funcionamento do curso: primeiro andar do Bloco 05 do Campus A. C.
Simões rodovia BR 101, Km 14, bairro: Cidade Universitária, Maceió /AL.
Portaria de Reconhecimento: Portaria Nº 460 de 13 de agosto de 1987, publicada no
DOU de 17 de agosto de 1987
Vagas anuais: 60 (30 Vespertino e 30 Noturno), divididas em duas entradas de 30
alunos em cada turno.
Turnos de Funcionamento: Dois turnos – Diurno (vespertino) e Noturno
Formas de acesso no curso: segue a Resolução CONSUNI nº 32/2009 Exame Nacional
do Ensino Médio – ENEM, reopção e transferência de curso, segue o DECRETO No
7.824, DE 11 DE OUTUBRO DE 2012 que trata do sistema de cotas (porcentagem de
cotas para escolas públicas, renda, étnicos-raciais).
Tabela 01: Carga Horária Total: em horas e hora/aula, para os cursos Diurno e Noturno
Componentes Curriculares
Hora Aula 50
Hora Aula 60
minutos
minutos
Fixa
3300
2750
TCC
240
200
Estágio Supervisionado
120
100
Atividades Complementares
180
150
Atividades Curriculares de Extensão
(384*)
(320*)
Total
3840
3200
*A carga horária de Atividades de Extensão não é somada ao total e sim distribuída entre os
demais componentes curriculares.

Tabela 02: Tempo de Integralização.
Curso
Duração
Meteorologia Bacharelado
(Diurno)
Meteorologia Bacharelado
(Noturno)

8 SEMESTRES
10 SEMESTRES

Carga Horária
Máxima
Mínima
3840 = 480
3840 = 320
8
12
3840 = 384
3840 = 256
10
15

Duração do curso:
Diurno (Mínimo): oito períodos (4 anos) /Máxima: 12 períodos (6 anos)
Noturno (Mínimo): dez períodos (5 anos) / Máxima: 15 períodos (7 anos e 6 meses)
Obs.: O curso noturno tem duração maior de 5 anos, por conta de menor carga horária
máxima semestral (400 horas), que é menor em comparação ao curso diurno (480 horas).

Perfil do egresso:

7

O Bacharel em Meteorologia ou Meteorologista atua na investigação dos
fenômenos atmosféricos, buscando a elaboração de prognósticos meteorológicos. Em sua
atividade, analisa a circulação atmosférica; classifica e quantifica a periodicidade e a
intensidade

dos

fenômenos

meteorológicos;

elabora

previsões

climáticas

e

meteorológicas de curto, médio e longo prazo. Formula modelos físicos, matemáticos e
estatísticos; analisa dados experimentais e de simulação; avalia e documenta resultados.
Obtém e trata dados meteorológicos de superfície, de altitude e de sensoriamento remoto.
Desenvolve, testa e valida sistemas e programas computacionais e instrumentos
meteorológicos. Coordena e supervisiona equipes de trabalho; efetua avaliações,
emitindo laudos e pareceres. Em sua atuação, considera a ética, a segurança e os impactos
sócio-ambientais.

Ambientes de atuação:
O Meteorologista pode atuar como pesquisador em Instituições de Ensino
Superior, em empresas e laboratórios de pesquisa científica e tecnológica; em institutos
de pesquisas climatológicas e meteorológicas; em organizações militares e da defesa civil.
Também pode atuar de forma autônoma, em empresa própria ou prestando consultoria.

Objetivo do Curso:
Oferecer uma formação em Meteorologia de acordo com as Diretrizes
Curriculares Nacionais (DCN) do curso de graduação em Meteorologia, bacharelado e
que atenda a demanda da sociedade, a nível local, regional e nacional.

Coordenador do Curso:
Prof. Dr. Rosiberto Salustiano da Silva Junior (Doutor em Meteorologia pela
Universidade de São Paulo, tempo de exercício na IES 6 anos e 5 meses, e na função de
coordenador do curso 1 ano e 5 meses);

2. INTRODUÇÃO
A Meteorologia é a ciência que estuda os fenômenos que ocorrem na atmosfera,
relacionados à física, dinâmica, química e às suas interações entre o ar e a superfície
terrestre. Sua principal função é compreender os fenômenos atmosféricos e suas
intervenções nas diversas atividades tais como: agricultura, transporte, pesca, indústria,
turismo, segurança de navegação marítima e aérea, saúde, comércio, meio ambiente, entre
outros.

8

As ocorrências de fortes chuvas têm provocado enchentes e inundações,
principalmente nas cidades ribeirinhas e próximas aos mananciais de água. Em
contrapartida, períodos de longa estiagem nas cidades do sertão alagoano, têm
influenciado fortemente na situação de pobreza e consequentemente, favorecido um
baixíssimo índice de desenvolvimento humano-IDH, chegando, em algumas cidades, aos
menores valores do país.
Por outro lado, o uso de novas técnicas, novas aplicações e teorias surgem devido
à dinâmica mundial, alterando a maneira tradicional de enfocar os problemas. A saturação
de informações propiciada pelas novas formas de adquirirem dados seja por redes
telemétricas, seja por sensoriamento remoto, demandam novas técnicas de processamento
e análise.
Este Projeto Pedagógico visa proporcionar à formação de graduando em
Meteorologia para enfrentar desafios ‒ sobretudo das adversidades do clima ‒ com novas
tecnologias capazes de atenuar os problemas provocados por fenômenos atmosféricos,
nas condições socioeconômicas das cidades, na saúde e qualidade de vida dos seus
cidadãos.
Ressalta-se ainda que, nos últimos 30 anos, a crescente demanda por profissionais
nesta área de conhecimento em nosso país, assumiu tal magnitude que o número de cursos
hoje, chegou ao dobro do número que existia na década de 80.

3. JUSTIFICATIVA / CONTEXTO EDUCACIONAL
O curso de meteorologia da UFAL está inserido num país e região que apresenta
grandes variações de tempo e clima como no caso do Brasil e a região Nordeste. Vale
destacar que apesar das dimensões continentais do Brasil, são apenas 8 cursos de
meteorologia (Universidade de São Paulo - USP, Universidade do Rio de Janeiro - UFRJ,
Universidade Federal de Alagoas - UFAL; Universidade Estadual do Amazonas - UEA;
Universidade Federal do Pará - UFPA; Universidade Federal de Campina Grande UFCG; Universidade Federal de Pelotas - UFPel, Universidade Federal de Santa Maria UFSM), sendo para a região Nordeste apenas 2 cursos (UFAL e UFCG). Logo num
contexto nacional e regional, a UFAL desempenha um importante papel estratégico para
os brasileiros no sentido de analisar e estudar os diferentes fenômenos atmosféricos que
influenciam diretamente ou indiretamente a sociedade. O curso de meteorologia da UFAL
conta com diversos laboratórios como é o caso do Laboratório de modelagem atmosférica
(LABMODEL), Laboratórios de Sensoriamento Remoto, Laboratório de Processamento
de Imagens de Satélite (LAPIS), Laboratório de Agrometeorologia (LARAS), entre

9

outros. Além de contar com toda estrutura do RADAR meteorológico (SIRMAL –
Sistema de Radar Meteorológico de Alagoas), disponível para aulas teóricas e práticas, e
projetos de extensão em benefício da sociedade, um marco para Alagoas.
De maneira geral, as alterações que ocorrem em elementos meteorológicos,
exercem uma grande influência sobre seres vivos e matéria inanimada. Quando esta
influência é direcionada para os seres vivos, pode prejudicar a saúde e até destruir
completamente plantas, animais e o próprio homem. Quando é direcionada para seres
inanimados, danifica eletros-domésticos, estátuas, obras de artes, veículos, móveis,
rochas e diversos tipos de minerais que são utilizados pela construção civil, tendo como
consequência, sérios prejuízos para as condições de vida da sociedade. Variações
atmosféricas podem determinar o tipo de projeto arquitetônico a ser utilizado em
edificações, influenciar os costumes, a maneira de se vestir e de se alimentar de
determinadas populações, como também, destruir vidas humanas através de enchentes e
escorregamentos de barreiras, que tanto influenciam as condições socioeconômicas de
cidades, estados e nações.
Neste sentido, é urgente a adoção de políticas públicas que, interagindo com a
sociedade alagoana e os resultados dos trabalhos e das pesquisas científicas realizadas
nesta

área

de

conhecimento,

possam

auxiliar

na

solução

dos

problemas

supramencionados.

4. OBJETIVOS DO CURSO
Objetivo Geral


Oferecer uma formação em Meteorologia de acordo com as Diretrizes

Curriculares Nacionais (DCN) do curso de graduação em Meteorologia, bacharelado e
que atenda a demanda da sociedade, a nível local, regional e nacional;

Objetivos específicos


Formar profissionais meteorologistas capazes de: desempenhar as atribuições,

previstas na lei de regulamentação da profissão (Lei nº 6.385, de 14 de outubro de 1980);
atender às exigências que caracterizam o mundo contemporâneo; compreender a atual
dinâmica das transformações atmosféricas, buscando soluções para a mitigação dos
problemas ambientais desfavoráveis às condições socioeconômicas e de saúde que mais
afligem as populações;


Propiciar ao alunado, condições de atualização constante em relação ao

conhecimento da ciência Meteorologia, usufruindo da dinâmica do processo ensino-

10

aprendizagem, em particular, no atendimento da demanda do mercado de trabalho a nível
local, regional, nacional e internacional, favorecendo a sua intervenção nos diversos
campos das atividades humanas que utilizem como ferramenta de trabalho, variáveis
meteorológicas;


Fomentar o ensino, a pesquisa e a extensão na Universidade Federal de Alagoas,

na área de Meteorologia;


Acompanhar as tendências atuais da formação profissional em nível superior, tais

como, preocupação com a valorização do ser humano, preservação do meio ambiente,
integração sócio-política e capacidade de articulação direta com a pós-graduação.

5. HISTÓRICO DO CURSO
Nacionalmente, o primeiro curso de graduação, bacharelado em Meteorologia,
iniciou-se em 1964, na Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ. Após a criação de
outros cursos em outras universidades (tais como, USP, UFPA e UFPB), dois projetos
elaborados pelo professor José de Lima Filho – um alagoano nascido no município de
Maragogi – deram origem a criação de mais dois cursos de graduação, bacharelado em
Meteorologia no Brasil: um na Universidade Federal de Pelotas/UFPel/RS, e outro na
Universidade Federal de Alagoas/UFAL.
O curso da UFAL, criado no dia 09 de agosto de 1978, somente começou a
funcionar no segundo semestre de 1979, quando se iniciaram as aulas para a sua primeira
turma de discentes, e teve sua primeira turma de alunos concluintes em dezembro de
1984. Em 13 de agosto de 1987, foi emitida a portaria nº 460, por meio da qual houve o
reconhecimento do curso, pelo Conselho Federal de Educação/MEC, publicada no Diário
Oficial da União/DOU de 17 de agosto desse mesmo ano.
A primeira reforma curricular aconteceu pouco mais da metade da década de 1980,
durante um seminário intitulado “Seminário de redefinição do Currículo do Curso de
Meteorologia da UFAL”. Desde então aconteceram várias reformas.
No âmbito institucional, administrativamente, o curso executou suas atividades
junto aos seguintes setores da UFAL: Departamento de Geociências-GEO (antigo prédio
de Geociências – 1979), Departamento de Geografia e Meteorologia-GEM (antigo prédio
de Geociências na década de 80), Departamento de Meteorologia-MET (antigo prédio do
CCEN na década de 90), e atualmente (2013), integra o Instituto de Ciências
Atmosféricas-ICAT (antigo prédio do CCEN).
Na esfera da qualificação docente, o curso contou com professores graduados e
especialistas, em seguida, compuseram o corpo docente mestres e doutores contanto

11

atualmente, com 18 docentes (15 doutores, 2 mestres e 1 especialista). Registre-se ainda
que, posteriormente (na década de 90), foi implantada a pós-graduação, com o programa
de mestrado.
6. PERFIL DO EGRESSO
Em âmbito nacional e regional, o profissional bacharel em meteorologia, formado
pela Universidade Federal de Alagoas, é um profissional capaz de desenvolver novas
tecnologias que o possibilite gerar, analisar, e interpretar produtos meteorológicos para
aplicação nos diversos ramos da ciência, face às demandas sociais, com visão crítica,
criativa, que o permite executar os objetivos do curso. Esse profissional está apto a
desenvolver atividades em setores públicos e privados na área de meteorologia ou nas
áreas de interface desta ciência, de acordo com o nível de escolaridade de sua formação.
O profissional meteorologista deve ter a capacidade de dirigir órgãos e serviços
da Meteorologia em instituições públicas ou privadas: estudar e pesquisar os fenômenos
atmosféricos e suas modificações para solucionar problemas relacionados com o tempo;
pesquisar e avaliar recursos naturais na atmosfera; introduzir técnicas e métodos em
trabalhos de Meteorologia; emitir pareceres técnicos em Meteorologia relacionados com
outras ciências; elaborar estudos e relatórios de impacto ambiental; interpretar as
interações entre o oceano e a atmosfera nas diversas escalas de tempo e de espaço; gerar
e interpretar informações meteorológicas e climatológicas para auxiliarem as atividades
agropecuárias; pesquisar, planejar e dirigir a aplicação da Meteorologia nos diversos
campos de atividades humanas.

7. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
O documento “Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) do curso de graduação
em Meteorologia, bacharelado” – parecer CNE/CES Nº 4/2008, aprovado em 06/08/2008
– estabelece que o curso de graduação em Meteorologia deve possibilitar formação
profissional que revele, pelo menos, as seguintes competências e habilidades:
7.1 – Competências:
a) desenvolver métodos e elaborar previsões do tempo;
b) elaborar diagnósticos e projeções climáticas;
c) elaborar estudos e relatórios de impacto ambiental;
c) diagnosticar a poluição do ar e prever a dispersão de poluentes atmosféricos;

12

d) desenvolver e empregar técnicas de sensoriamento remoto para gerar informações de
interesse meteorológico;
e) gerar e interpretar informações meteorológicas e climatológicas para finalidade
agrícola e turismo/lazer;
f) instalar e aferir instrumentos meteorológicos, gerenciar redes observacionais e bancos
de dados meteorológicos;
g) interpretar e modelar o acoplamento entre os ramos atmosférico e terrestre do ciclo
hidrológico e biogeoquímico;
h) interpretar e modelar as interações entre oceano/atmosfera e biosfera/atmosfera nas
diversas escalas de espaço e tempo;
i) contribuir no planejamento, execução e apoio das atividades de transporte aéreo,
marítimo e terrestre, objetivando a sua segurança e economia;
j) apoiar as atividades da Defesa Civil, principalmente as de caráter preventivo;
k) estimar índices de conforto ambiental;
l) exercer atividades de ensino e pesquisa em Meteorologia e suas aplicações ao Meio
Ambiente;
m) produzir e divulgar as informações meteorológicas nos meios de comunicação;
n) prestar consultoria, assessoria e emitir laudos técnicos em assuntos pertinentes à
Meteorologia.
7.2 – Habilidades:
a) estudar e interpretar os fenômenos atmosféricos e as ciências relacionadas;
b) discernir sobre as diversas aplicações, bem como adaptar, absorver e desenvolver
novas tecnologias e ferramentas colocadas à disposição da Meteorologia, visando a
subsidiar diversas atividades humanas;
c) desenvolver postura crítica e criativa na identificação de problemas, com visão ética e
humanista em atendimento às demandas da sociedade.

8. CAMPO DE ATUAÇÃO
- Empresas de televisão que utilizam boletins ou informações meteorológicas;
- Serviços meteorológicos de setores de Segurança Nacional (Exército, Marinha e
Aeronáutica);
- Órgãos ou empresas que trabalham com Sensoriamento remoto;
- Empresas ou instituições agrícolas públicas ou privadas;

13

- Órgãos municipais, estaduais e nacionais de Meio Ambiente;
- Empresas privadas ou órgãos públicos que trabalham com diagnósticos ou
monitoramento da poluição do ar;
- Setores públicos que trabalham com previsão ou monitoramento de desastres naturais;
- Instituições que desenvolvem serviços de Meteorologia, como por exemplo: Centro de
Previsão do Tempo e Estudos Climáticos-CEPTEC, Companhia de Tecnologia e
Saneamento Ambiental (CETESB), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE),
a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (INFRAERO) e o Instituto Nacional
de Meteorologia (INMET), O Sistema de Proteção da Amazônia (SIPAM), empresas do
mercado financeiro, em que lidam com simulações para tomadas de decisão. Além dessas
instituições que gozam de destaque nacional, há ainda outras em nível regional e local.

9. METODOLOGIA

Durante os semestres letivos, as disciplinas serão desenvolvidas a partir de uma
metodologia que busca enfatizar a relação teoria-prática, numa perspectiva
interdisciplinar, baseada nos processos físicos e na sua interpretação matemática, quando
necessária, adquiridos ao longo do curso. As aulas serão expositivas, com a possibilidade
de utilização de projetores de multimídia (data show) e quadro negro, além de aulas de
campo e em laboratórios quando for o caso. Algumas disciplinas poderão utilizar
seminários como forma de avaliação. As avaliações fazem parte de um processo contínuo
em que o aluno será acompanhado em todo o seu percurso, utilizando exercício
extraclasse, discussão de artigos técnicos e científicos em sala de aula, prova em sala de
aula, entre outros métodos de avaliação.

10. INTERDISCIPLINARIDADE E TRANSVERSALIDADE
O Curso de Meteorologia na grande maioria de suas competências trata do assunto
educação ambiental de forma transversal nas disciplinas: Meteorologia Ambiental,
Legislação Ambiental, Análise Ambiental e Geoprocessamento, e Avaliação de Impactos
Ambientais disciplinas obrigatórias e eletivas que tratam diretamente o assunto de
educação ambiental, pois além de atender a lei 9.795 de 27 de abril de 1999 e decreto
4.281 de 25 de junho de 2002, da Presidência da República, é competência do
meteorologista elaborar estudos e relatórios de impacto ambiental, exercer atividades de
ensino e pesquisa em Meteorologia e suas aplicações ao Meio Ambiente, entre outras.
Seguindo a resolução nº 1, de 30 de maio de 2012, a Educação em Direitos
humanos

de

forma

transversal

estar

presente

na

formação

do

14

Bacharel em Meteorologia nas diferentes áreas do conhecimento, em seus processos de
promoção, proteção, defesa e aplicação na vida cotidiana e cidadã de sujeitos de direitos
e de responsabilidades individuais e coletivas,
Como parte integrante de sua política de ensino e em consonância com a
Constituição Federal em seus Art. 5º , I, Art. 210, Art. 206, I, $1º do Art. 242, Art. 215 e
Art. 216 e os Art. 26, 26A e 79B da lei 9394/96 de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional que asseguram o direito à igualdade de condições de vida e de cidadania, assim
como garantem igual direito às histórias e cultural que compõem a nação brasileira, além
do direito de acesso às diferentes fontes da cultura nacional a todos os brasileiros. Ainda,
em cumprimento às determinações legais e visando atender à Indicação CNE/CP 3/2004,
que regulamenta a alteração introduzida pela Lei 9131/95 que estabelece a
obrigatoriedade de seu ensino, a Universidade Federal de Alagoas institui a disciplina de
História Afro-Brasileira e Africana na Educação Brasileira, de oferta optativa para os
bacharelados, com carga horária de 60 horas/aula. A referida disciplina faz parte das
disciplinas optativas do curso de Meteorologia. Assunto este tratado em disciplinas
obrigatórias e eletivas como História Afro Brasileira, Biometeorologia, Biometeorologia
Humanado, História da Meteorologia e Paleoclimatologia. Onde serão incluídos em seus
conteúdos questões como reconhecimento e valorização da identidade, história e cultura
dos afro-brasileiros, bem como a garantia de reconhecimento e igualdade de valorização
das raízes africanas da nação brasileira, ao lado das indígenas, europeias, asiáticas.
Já tendo em vista a interdisciplinaridade e transversalidade, nota-se uma grande
dependência de outras aéreas (conhecimento e aplicação) das condições meteorológicas,
o curso adota como linha de trabalho disciplinas cuja abordagem é eminentemente
interdisciplinar, assim como disciplinas vinculadas à relação teoria e prática.
Nesse sentido, as disciplinas que se destacam no trabalho interdisciplinar são:
Micrometeorologia (Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Civil, Química, Energias
Renováveis, etc.), Biometeorologia (Saúde, Ciências Agronômicas e Zoológicas, etc.) e
Modelagem Atmosféricas (Geografia, Química, Engenharias, Transporte, Saúde, etc.).
Já as disciplinas que se destacam na relação teoria e prática são: Agrometeorologia
(medições de variáveis meteorológicas nas culturas agrícolas), Sinótica (auxílio à
Aeronáutica e Marinha), Meteorologia Ambiental (monitoramento da poluição, chuva
ácida), Meteorologia Operacional (previsão e monitoramento do tempo meteorológico),
Meteorologia por Radar (monitoramento do tempo) e Sensoriamento do Tempo (satélites
meteorológicos).

15

11. ORGANIZAÇÃO ESTRUTURAL CURRICULAR DO CURSO
A estrutura curricular do curso encontra-se distribuída em 4 (quatro) eixos
distintos, sendo 3 (três) destes eixos formados por disciplinas e 1 (um), por um conjunto
de atividades que auxiliam na formação do aluno. O primeiro eixo comporta o bloco de
disciplinas básicas, o segundo, o bloco de disciplinas profissionalizantes, e o terceiro é
constituído pelo elenco de disciplinas eletivas e, ocasionalmente, de disciplinas avulsas
que contribuem na melhoria da qualificação profissional do aluno. O quarto eixo é
formado por um conjunto de atividades (extensão, pesquisa, monitoria, estágios
profissionalizantes) que capacitam o aluno para realizar pesquisa científica, utilizar os
conhecimentos acadêmicos em benefício da sociedade e introduzi-la na vida profissional.
Está sequência lógica dos eixos é seguida na distribuição das disciplinas na matriz
curricular (disciplinas básicas, profissionalizantes, eletivas, e demais atividades), com a
inclusão dos pré-requisitos de modo a garantir que está sequência na aprendizagem seja
cumprida.
Para demonstrar como se dá a distribuição percentual de acordo com os eixos da
matriz curricular do curso de meteorologia bacharelado, ver quadro 1.
Quadro 01: Comparação qualitativa das disciplinas e tópicos apresentados de acordo
com os eixos da estrutura curricular.
Núcleo

Tópico

Básicas

Matemática

Disciplina

% Carga
Horária Total
37,50%

Fundamentos de Matemática
Matemática 1 para Meteorologia
Matemática 2 para Meteorologia
Matemática 3 para Meteorologia
Matemática 4 para Meteorologia
Álgebra Linear
Geometria Analítica
Estatística
Estatística 1 para Meteorologia
Estatística 2 para Meteorologia
Física
Fundamentos de Física
Física 1 para Meteorologia
Física 2 para Meteorologia
Física 3 para Meteorologia
Física 4 para Meteorologia
Física Experimental 1
Física Experimental 2
Física Experimental 3
Física Experimental 4
Informática
Introdução a Computação
Comunicação Técnicas de Mídia e Investigação
e Expressão
Científica
Profissionalizantes Fundamentais Fundamentos da Meteorologia
48,44%
Instrumento e Métodos de
Observação Meteorológicos
Radiação Solar

16
Aplicadas

Atividades
Complementares

Biometeorologia
Meteorologia Agrícola
Meteorologia por Radar
Hidrometeorologia
Meteorologia Ambiental
Meteorologia Física
Oceanografia Física
Região de
Meteorologia Tropical
Estudo
Micrometeorologia
Climatologia
Dinâmica
Meteorologia Dinâmica 1
Meteorologia Dinâmica 2
Sinótica
Meteorologia Sinótica 1
Meteorologia Sinótica 2
Operacionais Meteorologia Operacional
Modelos de Previsão do Tempo
e Clima
Sensoriamento Remoto
Cartografia
Elementos de Cartografia e
Astronomia
Planejamento Avaliação de Impactos
Ambiental
Ambientais 1
Avaliação de Impactos
Ambientais 2
Legislação Ambiental
Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
Estágio Supervisionado
Parte Flexível

14,06%

A figura 1 mostra a distribuição percentual da carga horária por semestres, onde
fica evidente distribuição homogênea da carga horária do curso com a evolução do aluno
durante os semestres cursados.
Figura 1: Distribuição Percentual da Carga Horária Semestral

(a) Diurno

17

(b) Noturno

11.1 - Estrutura da Matriz Curricular do Curso de Meteorologia Bacharelado DIURNO
Tabela 03: Distribuição da Carga Horaria do Curso Diurno

Componentes Curriculares
Fixa
TCC
Estágio Supervisionado
Atividades Complementares
Atividades Curriculares de Extensão
Total

Hora Aula 50
minutos
3300
240
120
180
(384*)
3840

Hora Aula 60
minutos
2750
200
100
150
(320*)
3200

*A carga horária de Atividades de Extensão não é somada ao total e sim distribuída entre os
demais componentes curriculares

CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: Mínima: 320 horas
DURAÇÃO DO CURSO: 8 semestres
Mínima: 8 semestres Máxima: 12 semestres;
VAGAS: 30 vagas anuais

Máxima: 480 horas

PARTE FIXA (DIURNO)
1º SEMESTRE
CHTS
Teoria

Prática

Total

PRÉREQUISITOS

METR001 INTRODUÇÃO A COMPUTAÇÃO

60

20

80

-----

METR002 ELEMENTOS DE CARTOGRAFIA E ASTRONOMIA

60

20

80

-----

METR004 FUNDAMENTOS DA METEOROLOGIA

70

10

80

-----

METR058 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA

60

20

80

-----

METR059 FUNDAMENTOS DE FÍSICA

60

20

80
400

-----

CÓDIGO

DISCIPLINA

TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)
2º SEMESTRE
CHTS
CÓDIGO

PRÉREQUISITOS

DISCIPLINA

METR003 MATEMÁTICA 1 PARA METEOROLOGIA

Teoria Prática
60
20

Total
80

METR058

18
60
60

20

80

-----

20

80

------

60
60

20

80

-----

20

80

60
METR061 GEOMETRIA ANALÍTICA
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)

20

80
480

METR014 OCEONOGRAFIA FÍSICA
TÉCNICAS DE MÍDIA E INVESTIGAÇÃO
METR009
CIENTÍFICA
METR060 ESTATÍSTICA 1 PARA METEOROLOGIA
METR007

INSTRUMENTO E MÉTODOS DE OBSERVAÇÃO
METEOROLÓGICOS

----METR058

3º SEMESTRE
CÓDIGO

DISCIPLINA

CHTS
Teoria Prática
60
20
60
20
60
20
60
20
60
20

MATEMÁTICA 2 PARA METEOROLOGIA
FÍSICA 1 PARA METEOROLOGIA
BIOMETEOROLOGIA
ÁLGEBRA LINEAR
ESTATÍSTICA 2 PARA METEOROLOGIA
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)

METR005
METR062
METR008
METR010
METR063

Total
80
80
80
80
80
400

PRÉREQUISITOS
METR003
METR059
----METR060

4º SEMESTRE
CHTS
CÓDIGO

PRÉREQUISITOS

DISCIPLINA
Teoria Prática
60
20
10
30
60
20
60
20
60
20
70
10

FÍSICA 2 PARA METEOROLOGIA
FÍSICA EXPERIMENTAL 1
MATEMÁTICA 3 PARA METEOROLOGIA
METEOROLOGIA FÍSICA
METEOROLOGIA DINÂMICA 1
METEOROLOGIA AMBIENTAL
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)

METR065
METR064
METR066
METR020
METR019
METR025

Total
80
40
80
80
80
80
440

METR062
METR062
METR005
-----METR062
-----

5 º SEMESTRE
CÓDIGO

DISCIPLINA

MATEMÁTICA 4 PARA METEOROLOGIA
FÍSICA 3 PARA METEOROLOGIA
FÍSICAL EXPERIMENTAL 2
METEOROLOGIA DINÂMICA 2
AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS 1
LEGISLAÇÃO E DIREITO AMBIENTAL
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)

METR067
METR068
METR069
METR024
METR070
METR071

Teoria
60
60
10
60
50
50

CHTS
Prática
20
20
30
20
10
10

Total
80
80
40
80
60
60
400

PRÉREQUISITOS
METR066
METR065
METR065
METR019
-------------

6º SEMESTRE
CÓDIGO
METR072
METR073
METR074
METR077

DISCIPLINA
FÍSICA 4 PARA METEOROLOGIA
FÍSICA EXPERIMENTAL 3
CLIMATOLOGIA
AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS 2

CHTS
Teoria Prática
60
20
10
30
60
20
50
10

Total
80
40
80
60

PRÉREQUISITOS
METR068
METR068
----METR063

19
60
METR021 RADIAÇÃO SOLAR
60
METR026 METEOROLOGIA SINÓTICA 1
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)

20
20

80
80
420

METR020
METR024

7º SEMESTRE
CÓDIGO

CHTS
Teoria Prática
60
20
60
20
10
30
60
20
60
20
60
20

DISCIPLINA

HIDROMETEOROLOGIA
METEOROLOGIA AGRÍCOLA
FÍSICA EXPERIMENTAL 4
METEOROLOGIA SINÓTICA 2
METEOROLOGIA TROPICAL
MICROMETEOROLOGIA
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)

METR023
METR027
METR075
METR032
METR076
METR034

Total
80
80
40
80
80
80
440

PRÉREQUISITOS
----METR021
METR072
METR026
----METR021

8º SEMESTRE
CÓDIGO

CHTS
Teoria Prática
60
20
60
20
60
20
60
20

DISCIPLINA

MODELOS DE PREVISÃO DE TEMPO E CLIMA
SENSORIAMENTO REMOTO
METEOROLOGIA OPERACIONAL
METEOROLOGIA POR RADAR
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)

METR031
METR030
METR029
METR035

COMPONENTE CURRICULAR OBRIGATÓRIO
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)

CHTS
100
200
150
540

Total
80
80
80
80
320

PRÉREQUISITOS
METR026
METR021
METR032
METR027

PRÉ-REQUISITOS
4º SEMESTRE
7º SEMESTRE

11.2 - Estrutura da Matriz Curricular do Curso de Meteorologia Bacharelado NOTURNO
Tabela 04: Distribuição da Carga Horaria do Curso Noturno

Componentes Curriculares
Fixa
TCC
Estágio Supervisionado
Atividades Complementares
Atividades Curriculares de Extensão
Total

Hora Aula 50
minutos
3300
240
120
180
(384*)
3840

Hora Aula 60
minutos
2750
200
100
150
(320*)
3200

*A carga horária de Atividades de Extensão não é somada ao total e sim distribuída entre os demais
componentes curriculares

CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: Mínima: 240 horas
DURAÇÃO DO CURSO: 10 semestres
Mínima: 10 semestres máxima: 15 semestres
VAGAS: 30 vagas anuais

Máxima: 400 horas

20
PARTE FIXA NOTURNO
1º SEMESTRE
CHTS
Total

PRÉREQUISITOS

INTRODUÇÃO A COMPUTAÇÃO

60

20

80

-----

METR002

ELEMENTOS DE CARTOGRAFIA E ASTRONOMIA

60

20

80

-----

METR004

FUNDAMENTOS DA METEOROLOGIA

70

10

80

-----

METR058

FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA

60

20

80

-----

CÓDIGO
METR001

DISCIPLINA

Teoria Prática

TOTAL DA PARTE FIXA

320

LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)
2º SEMESTRE
CÓDIGO

DISCIPLINA

METR003 MATEMÁTICA 1 PARA METEOROLOGIA
METR059 FUNDAMENTOS DE FÍSICA
TÉCNICAS DE MÍDIA E INVESTIGAÇÃO
METR009
CIENTÍFICA
INSTRUMENTOS E MÉTODOS DE OBSERVAÇÃO
METR007
METEOROLÓGICOS
METR061 GEOMETRIA ANALÍTICA
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)

CHTS
Teoria Prática
60
20
60
20
60

20

60

20

60

20

Total
80

PRÉREQUISITOS
METR058

80

-----

80

------

80

-----

80
400

METR058

3º SEMESTRE
CÓDIGO

DISCIPLINA

MATEMÁTICA 2 PARA METEOROLOGIA
FÍSICA 1 PARA METEOROLOGIA
BIOMETEOROLOGIA
ÁLGEBRA LINEAR
ESTATÍSTICA 1 PARA METEOROLOGIA
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)

METR005
METR062
METR008
METR010
METR060

CHTS
Teoria Prática
60
20
60
20
60
20
60
20
60
20

Total
80
80
80
80
80
400

PRÉREQUISITOS
METR003
METR059
---------

4º SEMESTRE
CÓDIGO

DISCIPLINA

FÍSICA 2 PARA METEOROLOGIA
FÍSICA EXPERIMENTAL 1
MATEMÁTICA 3 PARA METEOROLOGIA
ESTATÍSTICA 2 PARA METEOROLOGIA
OCEONOGRAFIA FÍSICA
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTA (CARGA HORÁRIA TOTAL ANUAL)

METR065
METR064
METR066
METR063
METR014

CHTS
Teoria Prática
60
20
10
30
60
20
60
20
60
20

5 º SEMESTRELEGENDA: CHTA (CARGA HORÁRIA TOTAL ANUAL)
CHTS
CÓDIGO
DISCIPLINA

Total
80
40
80
80
80
360

PRÉREQUISITOS
METR062
METR062
METR005
METR060
-----

21
Teoria Prática
MATEMÁTICA 4 PARA METEOROLOGIA
FÍSICA 3 PARA METEOROLOGIA
FÍSICAL EXPERIMENTAL 2
METEOROLOGIA DINÂMICA 1
AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS 1
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)

METR067
METR068
METR069
METR019
METR070

60
60
10
60
50

20
20
30
20
10

Total
80
80
40
80
60
340

PRÉREQUISITOS
METR066
METR065
METR065
METR066
-------

6º SEMESTRE
CÓDIGO

DISCIPLINA

FÍSICA 4 PARA METEOROLOGIA
FÍSICA EXPERIMENTAL 3
METEOROLOGIA DINÂMICA 2
LEGISLAÇÃO E DIREITO AMBIENTAL
AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS 2
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)

METR072
METR073
METR024
METR071
METR077

CHTS
Teoria Prática
60
20
10
30
60
20
50
10
50
10

Total
80
40
80
60
60
320

PRÉREQUISITOS
METR068
METR068
METR019
------METR070

7ºSEMESTRE
CÓDIGO

DISCIPLINA

METEOROLOGIA FÍSICA
METEOROLOGIA AMBIENTAL
METEOROLOGIA SINÓTICA 1
FÍSICA EXPERIMENTAL 4
HIDROMETEOROLOGIA
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)

METR020
METR025
METR026
METR075
METR023

CHTS
Teoria Prática
60
20
70
10
60
20
10
30
60
20

Total
80
80
80
40
80
360

PRÉREQUISITOS
---------METR024
METR072
-----

8º SEMESTRE
CÓDIGO

DISCIPLINA

METEOROLOGIA SINÓTICA 2
METEOROLOGIA TROPICAL
CLIMATOLOGIA
RADIAÇÃO SOLAR
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)

METR032
METR076
METR074
METR021

CHTS
Teoria Prática
60
20
70
10
60
20
60
20

Total
80
80
80
80
320

PRÉREQUISITOS
METR026
---------METR020

9º SEMESTRE
CÓDIGO

DISCIPLINA

METR030 SENSORIAMENTO REMOTO
METR027 METEOROLOGIA AGRÍCOLA
METR034 MICROMETEOROLOGIA
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)
10º SEMESTRE
CÓDIGO

DISCIPLINA

CHTS
Teoria Prática
60
20
60
20
60
20

CHTS

Total
80
80
80
240

PRÉREQUISITOS
METR021
METR021
METR021

22
Teoria Prática
METR031 MODELOS DE PREVISÃO DE TEMPO E CLIMA
METR029 METEOROLOGIA OPERACIONAL
METR035 METEOROLOGIA POR RADAR
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)
COMPONENTE CURRICULAR OBRIGATÓRIO
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
TOTAL DA PARTE FIXA
LEGENDA: CHTS (CARGA HORÁRIA TOTAL SEMESTRAL)

60
60
60

20
20
20

CHTS
100
200
150
540

Total
80
80
80
240

PRÉREQUISITOS
METR026
METR032
METR027

PRÉ-REQUISITOS
5º SEMESTRE
9º SEMESTRE

11.3 - Quadro das disciplinas eletivas
Tabela 05: DISCIPLINAS ELETIVAS (DIURNO e NOTURNO)
CÓDIGO

DISCIPLINA

CHTS

PRÉREQUISITOS

METR086

ANÁLISE AMBIENTAL E
GEOPROCESSAMENTO

80

METR025

METR037

ATMOSFERA PLANETÁRIA

60

-----

METR038

BIOMETEOROLOGIA HUMANA

40

METR008

METR039

BOTÂNICA

60

-----

METR040

CONFORTO AMBIENTAL

60

METR021

METR041

ECOLOGIA

60

-----

METR042

EDUCAÇÃO FÍSICA

80

-----

METR043

ELEMENTOS DE GEOLOGIA

80

-----

METR044

EXPERIMENTAÇÃO EM METEOROLOGIA
AGRÍCOLA

80

METR027

METR087

FRANCÊS TÉCNICO

60

-----

METR046

FUNDAMENTOS DE TOPOGRAFIA E
AEROFOTOGRAMETRIA

80

-----

METR088

GEOGRAFIA FÍSICA

60

-----

METR048

HIDRODINÂMICA AVANÇADA

80

METR024

METR049

HISTÓRIA DA METEOROLOGIA

40

-----

METR089

INGLÊS TÉCNICO

60

-----

METR051

PALEOCLIMATOLOGIA

60

METR028

METR052

PROFISSÃO DOCENTE

60

-----

23
METR090

QUÍMICA FUNDAMENTAL

60

-----

METR054

TÓPICOS ESPECIAIS DE MATEMÁTICA
APLICADA

60

METR016

METR078

BIOMETEOROLOGIA ZOOLÓGICA

40

METR079

BIOMETEOROLOGIA FITOLÓGICA

40

METR080

COMPUTAÇÃO APLICADA À
METEOROLOGIA

80

-----

METR081

ENERGIA EÓLICA

60

-----

METR082

ENERGIA SOLAR

60

-----

METR083

METEOROLOGIA SINÓPTICA POR
SATÉLITE

60

------

METR091

LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS

80

------

METR084

EDUCAÇÃO AMBIENTAL

40

------

METR085

HISTÓRIA AFRO BRASILEIRA

40

------

Legenda:

CHTA = Carga Horária Total Semestral

DISCIPLINAS EQUIVALENTES
MATEMÁTICA 1 PARA METEOROLOGIA =

CÁLCULO 1

MATEMÁTICA 2 PARA METEOROLOGIA =

CÁLCULO 2

MATEMÁTICA 3 PARA METEOROLOGIA =

CÁLCULO 3

MATEMÁTICA 4 PARA METEOROLOGIA =

CÁLCULO 4

FÍSICA 1 PARA METEOROLOGIA

=

FÍSICA 1

FÍSICA 2 PARA METEOROLOGIA

=

FÍSICA 2

FÍSICA 3 PARA METEOROLOGIA

=

FÍSICA 3

FÍSICA 4 PARA METEOROLOGIA

=

FÍSICA 4

ESTATÍSTICA 1 PARA METEOROLOGIA

=

ESTATÍSTICA 1

ESTATÍSTICA 2 PARA METEOROLOGIA

=

ESTATÍSTICA 2

CLIMATOLOGIA

=

DINÂMICA DO CLIMA

12. EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS
12.1 - Disciplinas Obrigatórias
Código: METR001

Disciplina: INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO

24
Carga Horária Semestral: 80h

Ano: 1º

Semestre: 1º (Diurno e
Noturno)

EMENTA:
Tópicos de linguagem de programação e sistemas operacionais. Introdução de
ferramentas gráficas. Aplicativos para visualização. Cálculo numérico. Processamento
de dados em geral.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 ASCÊNIO, A. F. G. Lógica de programação com Pascal. São Paulo: Makron Books,
1999.


EVARISTO, Jaime. Aprendendo a programar – programando em Turbo Pascal.
Rio de Janeiro: Book Express, 2002.



FARRER, Harry. Pascal estruturado. 3. ed. São Paulo: LTC, 1999.



FORBELLONE, André L. V.; EBESRPACHER, Henri F. Lógica de programação a
construção de algoritmos e estruturas de dados. 2. ed. São Paulo: Makron Books,
2000.



MANZANO, José Augusto N. G. Estudo dirigido de FORTRAN. São Paulo: Érica,
2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 ANDREOLI, R. V; CARVALHO, J. C. Apostila de Fortran. Projeto Apostila dos
alunos de Pós-Graduação em Meteorologia do INPE, 2001. Disponível em:
[http://br.geocities.com/daisuke_oyama/fonte/fortran.pdf]


GALO, M. Introdução ao uso do aplicativo GnuPlot. São Paulo: UNESP, 2003.
Disponível em: [http://www2.prudente.unesp.br/dcartog/galo/gnuplot/pdf/gnuplot_
introdução]



RUGGIERO, M. A. G.; LOPES, V. L. R. Cálculo numérico – aspectos teóricos e
computacionais. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1996.

Código: METR002
Carga Horária Semestral: 80h

Disciplina: ELEMENTOS DE CARTOGRAFIA E
ASTRONOMIA
Ano: 1º
Semestre: 1º (Diurno e
Noturno)

EMENTA:
Tópicos de sistema de informação geográfica. Cartografia. Sistema Solar. Posição aparente
do Sol. Calendário.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 BANKER, M. P. R. de. Cartografia Noções Básicas. DHN, 1965. Brasil em números,
Rio de Janeiro, V.3, p.1 – 1994.


DUARTE, P. A.. Cartografia básica. 2 ed.. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1988.



__________. Cartografia temática (série didática). Florianópolis: Ed. da UFSC,
1991.



__________. Escalas: fundamentos. 2 ed. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1983.



OLIVEIRA FILHO, K. de S. e M. de F. O. Astronomia e astrofísica. 2 ed. São Paulo:
Ed. Livraria da Física. 2004.



OLIVEIRA, C. de. Curso de cartografia moderna. 2 ed.. Rio de Janeiro: IBGE,

25
1993.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 JOLY, F. La cartographie. Paris: PUF, 1976.


LIBAULT, A. Geocartografia. São Paulo: Nacional, EDUSP. 1975.



OLIVEIRA, C. de. Dicionário cartográfico. 4 ed.. Rio de Janeiro: IBGE, 1993.



RAISZ, E. Cartografia Geral. Rio de Janeiro, 1969.

Código: METR004
Carga Horária Semestral: 80h

Disciplina: FUNDAMENTOS DA METEOROLOGIA
Ano: 1º
Semestre: 1º (Diurno e
Noturno)

EMENTA:
História da Meteorologia. Noções de Cosmologia. Origem do Sistema Solar. Formação
da Atmosfera Planetária. Evolução da Meteorologia. Sistemas de Coordenadas. Estrutura
Vertical da Atmosfera Terrestre. Fenômenos Meteorológicos. Variáveis Meteorológicas.
Nuvens e Processos de Precipitação. Sistemas Frontais. Introdução à Dinâmica da
Atmosfera.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 AHRENS, C. D. Meteorology today. St. Paul (MN): West Pub. Co., 1994.


OMETTO, A. C. Bioclimatologia vegetal. São Paulo: Ceres, 1981.



SILVA, M. A. Varejão. Meteorologia e climatologia. INMET 2005, versão
eletrônica.



TRIPLET, J. P.; ROCHE, G. Méteorologie génerale. École Nationale de
Météorologie, 1977.



VIANELLO, R. L. Meteorologia básica e aplicações. Viçosa: Universidade Federal
de Viçosa, 1991.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 ESTIENNE, P.; GODART, A. Climatologie. Paris: Librairie Armand Colin, 1970.


FRISINGER, H. H. The history of meteorology: to 1800. New York: Sci. History
Publications, 1977.



LUTGENS, F. K.; EDWARD J. T. The atmosphere: an introduction to meteorology.
Englewood Clifs (USA): Prentice-Hall, 1986.

Código: METR058
Carga Horária Semestral: 80h

Disciplina: FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA
Ano: 1º
Semestre: 1º (Diurno e
Noturno)

EMENTA:
Equações do 1º e 2° graus a uma incógnita. Matrizes e Determinantes. Sistemas de
Equações Lineares. Fatoração. Frações Algébricas. Polinômios. Álgebra de números
complexos: trigonometria circular e hiperbólica, exponencial e logaritmo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

26


DO CARMO, M. P. Trigonometria e Números Complexos. Coleção do Professor de
Matemática. SBM, 2005.



LIMA, E. L.; CARVALHO, P. C.; WAGNER, E. & MORGADO, A. C. A.
Matemática do Ensino Médio Vol. 1 e Vol. 3. Coleção do Professor de Matemática.
SBM, 2004.



LIMA, E. L.; CARVALHO, P. C.; WAGNER, E. & MORGADO, A. C. Temas e
Problemas Elementares. Coleção do Professor de Matemática. SBM, 2006.

Código: METR059
Carga Horária Semestral: 80h

Disciplina: FUNDAMENTOS DA FÍSICA
Ano: 1º
Semestre: 2º (Diurno e
Noturno)

EMENTA:
Historia da Física. Método científico. Medidas e erros. Grandezas físicas. Vetores.
Fundamentos de Mecânica e Termodinâmica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 Fundamentos de Física – 1 Halliday – Resnick, (Editora Livros Tecnicos e
Cientificos).
 Física para Cientistas e Engenheiros, Vol I ,Paul A. Tipler, Editora Guanabara Koogan
S.A.


Física na Universidade Pierre Lucie, Editora Campus 1979.

Código: METR014
Carga Horária Semestral: 80h

Disciplina: OCEANOGRAFIA FÍSICA
Ano: 2º
Semestre: 4º (Noturno)
2º (Diurno)

EMENTA:
Bacias oceânicas. Composição da água do mar. Parâmetros físicos do oceano. Massas
de água. Circulação dos oceanos. Ondas. Marés. Interações oceano-atmosfera.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 FRANÇA, C. A. S. O litoral brasileiro – estudos sobre o nível médio do mar. São
Paulo: Instituto Oceanográfico/USP, 1995.


FRANCO, A. S.; ROCK, N. J. The fast Fourier transform and its application to
tidal oscillation. São Paulo: Instituto Oceanográfico/USP, 1971.



LEITE, J. B. A. Estudos da variação temporal de temperatura e salinidade do
sistema de correntes e sua estabilidade numa área de ressurgência. São Paulo:
Instituto Oceanográfico/USP, 1983.



MESQUITA, A. R. de; LEITE, J. B. A. Sobre a variabilidade do nível médio do
mar na costa sudeste do Brasil. São Paulo: USP, 1986.



MIRANDA, L. B. de. Flutuações da corrente do Brasil e variações da distribuição
horizontal da temperatura na região costeira entre Cabo de São Tomé e Ilha de
São Sebastião em Janeiro e Fevereiro e Abril de 1970. São Paulo: USP, 1970.



TEIXEIRA, C. Preliminary studies of primary production in the Ubatuba region.
São Paulo: USP, 1973.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 ARAGÃO, E. A.; TEIXEIRA, C.; VIEIRA, A. H. Produção primária e

27
concentração de clorofila na costa brasileira. São Paulo: USP, 1980.


HARARI, J. Modelo hidrodinâmico tridimensional do Oceano Atlântico Sul. São
Paulo: Instituto Oceanográfico/USP, 1991.



__________. Modelo hidrodinâmico tridimensional linear da plataforma
continental sudeste do Brasil. São Paulo: Instituto Astronômico e Geofísico/USP,
1984.



MESQUITA, A. R. de; HARARI, J. Tábuas de marés de Ubatuba e Cananéia para
os anos de 1988 e 1989. São Paulo: USP, 1988.



MESQUITA, A. R. de. O programa IOUSP para o Global Changes: origem e
contribuições. São Paulo: USP, 1998.

Código: METR003
Carga Horária Semestral: 80h

Disciplina: MATEMÁTICA 1 PARA
METEOROLOGIA
Ano: 1º
Semestre: 2º (Diurno e
Noturno)

EMENTA:
Limites e continuidade. A derivada e a derivação. Valores extremos das funções. Técnicas
de construção de gráficos e a diferencial. Integração e a integração definida.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA


AVILA, Geraldo. Cálculo das funções de uma variável. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2003.



LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed., vol. 1. São Paulo: Harbra, 1994.



STEWART, James. Cálculo. 6. ed. . vol. 1. São Paulo, SP: CENGAGE Learning, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:


MUNEM, Mustafá A.; CORDEIRO, André Lima (Trad.). Cálculo. Rio de Janeiro:
LTC, 2v., 1982.



SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. Vol. 1. São
Paulo: Makron Books, 1994.

Código: METR060
Carga Horária Semestral: 80h

Disciplina: ESTATÍSTICA 1 PARA
METEOROLOGIA
Ano: 2º
Semestre: 3º (Noturno)
2º (Diurno)

EMENTA:
Estatística Descritiva Aplicada às Variáveis Meteorológicas. Noções de Amostragem.
Distribuição de Frequência com Variáveis Meteorológicas. Parâmetros Estatísticos
Descritivos. Séries temporais. Regressão e correlação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 ASSIS, F. N. de. Aplicações de Estatística à Climatologia: Teoria e Prática. Pelotas,
RS: UFPel, 1996.


CLARKE, A. B.; DISNEY R. L. Probabilidade e Processos e Estocásticos. Rio de
Janeiro: LTC, 1979.

28


COSTA NETO, Pedro Luiz de O. Estatística. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2002.



FONSECA, J. S. Estatística Aplicada. São Paulo: Atlas, 1989.



SOUZA, O. R. de. Estatística. São Paulo: Meta. 1995.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 BONINI, E. E.; BONINI, S. E. Estatística: Teoria e Exercícios. São Paulo: Loyola,
1972.


CASTRO, L. S. V. de. Pontos de Estatística. Rio de Janeiro: Editora Científica, 1975.



MERIAM, J. L. Estatística. Rio de Janeiro: LTC, 1985.

Código: METR008
Carga Horária Semestral: 80h

Disciplina: BIOMETEOROLOGIA
Ano: 2º
Semestre: 3º (Diurno e
Noturno)

EMENTA:
Introdução à Biometeorologia: definições e classificações. Biometeorologia: animal,
vegetal e humana, especial e paleológica. Problemas geomédicos. Balanço de radiação em
animais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 BERGAMASCHI, H. Desenvolvimento de déficit hídrico em culturas. In:
BERGAMASCHI, H. (Coord.). Agrometeorologia aplicada à irrigação. Porto
Alegre: UFRGS, 1992.


MUNN, R.E. Biometeorology methods. New York: Academic Press, 1970.



OLIVEIRA, José Clênio Ferreira de. Biometeorologia: estudo de casos em Maceió,
Alagoas: efeitos de elementos meteorológicos na qualidade de vida urbana e na saúde
humana. Maceió: Fundação Manoel Lisboa: Secretaria de Planejamento do Estado de
Alagoas, 2005.



OMETTO, J. C. Bioclimatologia vegetal. São Paulo: Editora Agronômica Ceres
Ltda., 1981.



SILVA, R. G. da. Introdução a Bioclimatologia animal. São Paulo: Nobel, 2000.



TROMP, S. W. Biometeorology. London: Heyden, 1980.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 LINS JR., E. M. de F. Avaliação climatológica de regiões de Alagoas aplicada à
criação animal. Maceió, 2001. 50p. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) –
Departamento de Meteorologia, Centro de Ciências Exatas e Naturais, Universidade
Federal de Alagoas, Maceió, 1993.


MONTEITH, J. L. Vegetation and the atmosphere. New York: Academic Press,
1975.



VIANELLO, R. L. Meteorologia básica e aplicações. Viçosa: Universidade Federal
de Viçosa, 1991.

Código: METR061
Carga Horária Semestral: 80h

Disciplina: GEOMETRIA ANALÍTICA
Ano: 1º
Semestre: 2º (Diurno e
Noturno)

29
EMENTA:
Reta e Segmentos. Vetores. Produto escalar. Produto vetorial e interpretação geométrica.
Produto misto e interpretação geométrica. Duplo produto vetorial. Retas. Plano. Distância.
A parábola e suas propriedades. A elipse e suas propriedades. A hipérbole e suas
propriedades. Seções Cônicas. Superfícies quádricas centradas. Superfícies quádricas não
centradas. Superfície Cônica. Superfície Cilíndrica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 BOULOS, P. & CAMARGO, I. DE. Geometria Analítica – Um Tratamento Vetorial.
Prentice Hall Brasil, 2004.


STEINBRUCH, A. & WINTERLE, P. Geometria Analítica. Editora Makron
Books, 1987.



REIS, G. L. DOS & SILVA, V. V. DA. Geometria Analítica. Editora LTC, Segunda
Edição, 1996.
Código: METR005

Disciplina: MATEMÁTICA 2 PARA
METEOROLOGIA
Ano: 2º
Semestre: 3º (Diurno e
Noturno)

Carga Horária Semestral: 80h

EMENTA:
Aplicação da integral definida. Função inversa, logarítmicas e exponenciais. Funções
trigonométricas inversas e funções hiperbólicas. Técnicas de integração. Formas
indeterminadas e integrais impróprias.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:


AVILA, Geraldo. Cálculo das funções de uma variável. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2003.



LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed., vol. 1. São Paulo: Harbra, 1994.



STEWART, James. Cálculo. 6. ed. vol. 1. São Paulo, SP: CENGAGE Learning, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:


MUNEM, Mustafá A.; CORDEIRO, André Lima (Trad.). Cálculo. Rio de Janeiro:
LTC, 2v., 1982.



SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. vol. 1. São
Paulo: Makron Books, 1995.

Código: METR062
Carga Horária Semestral: 80h

Disciplina: FÍSICA 1 PARA METEOROLOGIA
Ano: 2º
Semestre: 3º (Diurno e
Noturno)

EMENTA:
Estudo da Mecânica das massas pontuais, dos Corpos Rígidos e dos Meios Contínuos.
Movimento translacional e rotacional. Conservação da Energia. Oscilações e ondas
Mecânicas com ênfase aos tópicos específicos da Meteorologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J. Física 1: um curso universitário: mecânica. 2.
ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2002.


KELLER, Frederick J.; GETTYS, W. Edward; SKOVE, Malcolm J. Física 1. São

30
Paulo: Makron Books, 1999.


RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S. Física 1. 5. ed. São
Paulo: LTC, 2002.



__________. Física 2. 5. ed. São Paulo: LTC, 2003.



RESNICK, Robert; EISBERG, Robert M. Física quântica: átomos, moléculas,
sólidos, núcleo e partículas. São Paulo: Campus, 1979.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 HOUGHTON, Henry G. Physical Meteorology. Cambridge: MIT Press, 1985.


LEE, John F.; SEARS, Francis Weston. Termodinâmica. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 1969.



WALLACE, John M.; HOBBS, Peter V. Atmospheric Science. Academic Press,
1977.

Código: METR064
Carga Horária Semestral: 40h

Disciplina: FÍSICA EXPERIMENTAL 1
Ano: 2º
Semestre: 4º (Diurno e
Noturno)

EMENTA:
Teoria e experimentos envolvendo elementos da teoria de erros, traçados de curvas,
formulações de equações, conteúdos de mecânica, termodinâmica, etc.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 Fundamentos de Física – 1 Halliday – Resnick, (Editora Livros Tecnicos e Cientificos).


Física para Cientistas e Engenheiros, Vol I ,Paul A. Tipler, Editora Guanabara Koogan
S.A.



Curso de Física de Berkeley, Vol I, Mecanica, Kittel-Knight-Ruderman (McGrawHill).



The Feynman Lectures in Physics, Vol I, Feynman-Leigthon-Sands (AddisonWesley).
Código: METR007

Carga Horária Semestral: 80h

Disciplina: INSTRUMENTOS E MÉTODOS DE
OBSERVAÇÃO METEOROLÓGICOS
Ano: 1º
Semestre: 2º (Diurno e
Noturno)

EMENTA:
Observações Meteorológicas de Superfície. Estações e Rede de Estações. Instrumentos
Meteorológicos Convencionais para Estações de Superfície. Estações Meteorológicas
Automáticas. Sondagens na Baixa Troposfera. Controle de Qualidade das Observações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 BROCK, F. V.; RICHARDSON, S. J. Meteorological measurement systems.
London: Oxford Press, 2001.


__________. Sistemas de medição em meteorologia. Versão em português
autorizada. 2003.



DE FELICE, Thomas P. An Introduction to Meteorological Instrumentation and
Measurement. Prentice Hall, 1998.



LUTGENS, F. K.; EDWARD J. T. The atmosphere: an introduction to meteorology.

31
Englewood Clifs (USA): Prentice-Hall, 1986.


MIDDLETON, W. E. K.; SPILHAUS, A. F. Meteorological instruments. University
of Toronto Press, 1953.



MINISTÉRIO da Agricultura. Manual de Instrumentos. Rio de Janeiro: INMET,
1980.



SILVA, M. A. Varejão. Instrumentos meteorológicos convencionais para estações
de superfície. Campina Grande: UFPb-CCT, 1979.



__________. Meteorologia e climatologia. Versão em formato digital. Recife:
INMET, 2005.



WMO. Guide to meteorological instruments and methods of observation, WMO,
nº 8, 1997.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 EAGLEMAN, J. R. The atmosphere in action. Belmont (USA): Wadsworth
Publishing Company, 1985.


ESTIENNE, P.; GODART, A. Climatologie. Paris: Librairie Armand Colin, 1970.



FRISINGER, H. H. The history of meteorology: to 1800. New York: Sci. History
Publications, 1977.



TRIPLET, J. P.; ROCHE, G. Méteorologie génerale. École Nationale de
Météorologie, 1977.

Código: METR010
Carga Horária Semestral: 80h

Disciplina: ÁLGEBRA LINEAR
Ano: 2º
Semestre: 3º (Diurno e
Noturno)

EMENTA:
Vetores. Vetores no R2 e no R3. Produtos de Vetores. A Reta. O Plano. Distâncias.
Cônicas. Superfícies. Quádricas. Sistemas de Equações Lineares. Espaços Vetoriais.
Espaços Vetoriais Euclidianos. Transformações Lineares. Vetores Próprios e Valores
Próprios. Formas Quadráticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 BOLDRINI, J. L. et al. Álgebra linear. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1986


BOULOS, Paulo; CAMARGO, Ivan de. Geometria analítica: um tratamento vetorial.
3. ed. São Paulo: Makron Books, 2005..



STEINBRUCH, Alfredo; BASSO, Delmar. Geometria analítica plana. São Paulo:
Makron Books, 1991.



STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Introdução à álgebra linear. São
Paulo: Makron Books, 1990.



__________. Álgebra linear. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1987.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica 2. 3. ed. São Paulo: Harbra,
1994.
Código: METR063

Disciplina: ESTATÍSTICA 2 PARA
METEOROLOGIA

32
Carga Horária Semestral: 80h

Ano: 2º

Semestre: 4º (Noturno)
3º (Diurno)

EMENTA:
Probabilidade Discreta. Probabilidade Contínua. Análise de Inferência Estatística. Análise
espectral e multivariada
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:


ASSIS, F. N. de. Aplicações de Estatística à Climatologia: Teoria e Prática.
Pelotas, RS: UFPel, 1996.



CLARKE, A. B.; DISNEY R. L. Probabilidade e Processos e Estocásticos. Rio de
Janeiro: LTC, 1979.



COSTA NETO, Pedro Luiz de O. Estatística. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2002.



FONSECA, J. S. Estatística Aplicada. São Paulo: Atlas, 1989.



SONG, T. T. Medidas probabilísticas em Engenharia e Ciências. Rio de Janeiro:
LTC, 1986.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 BONINI, E. E.; BONINI, S. E. Estatística: Teoria e Exercícios. São Paulo: Loyola,
1972.


CASTRO, L. S. V. de. Pontos de Estatística. Rio de Janeiro: Editora Científica,
1975.



MERIAM, J. L. Estatística. Rio de Janeiro: LTC, 1985.



SOUZA, O. R. de. Estatística. São Paulo: Meta. 1995.

Código: METR065
Carga Horária Semestral: 80h

Disciplina: FÍSICA 2 PARA METEOROLOGIA
Ano: 2º
Semestre: 4º (Diurno e
Noturno)

EMENTA:
Estudo da Mecânica dos Fluidos. Temperatura e Calor. Teoria cinética dos gases. Leis da
Termodinâmica. Termodinâmica da Atmosfera com ênfase aos tópicos específicos da
Meteorologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:


ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J. Física 1: um curso universitário: mecânica. 2.
ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2002.



HOUGHTON, Henry G. Physical Meteorology. Cambridge: MIT Press, 1985.



LEE, John F.; SEARS, Francis Weston. Termodinâmica. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 1969.



RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S. Física 1. 5. ed. São
Paulo: LTC, 2002.



WALLACE, John M.; HOBBS, Peter V. Atmospheric Science. Academic Press, 1977.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:


KELLER, Frederick J.; GETTYS, W. Edward; SKOVE, Malcolm J. Física 1. São

33
Paulo: Makron Books, 1999.


RESNICK, Robert; EISBERG, Robert M. Física quântica: átomos, moléculas,
sólidos, núcleo e partículas. São Paulo: Campus, 1979.

__________. Física 2. 5. ed. São Paulo: LTC, 2003.
Código: METR069
Carga Horária Semestral: 40h

Disciplina: FÍSICA EXPERIMENTAL 2
Ano: 3º
Semestre: 5º (Diurno e
Noturno)

EMENTA:
Experimentos envolvendo os conteúdos presentes em oscilações e ondas, fluidos e
termodinâmica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 Fundamentos de Física – 2 Halliday – Resnick, (Editora Livros Tecnicos e
Cientificos).


Física para Cientistas e Engenheiros, Vol II ,Paul A. Tipler, Editora Guanabara
Koogan S.A.



Curso de Física de Berkeley, Vol. II Ondas, Crawford, Vol V Fisica Estatistica, Reif
(McGraw-Hill).



The Feynman Lectures in Physics, Vol. I, Feynman-Leigthon-Sands (AddisonWesley).
Código: METR066

Carga Horária Semestral: 80h

Disciplina: MATEMÁTICA 3 PARA
METEOROLOGIA
Ano: 2º
Semestre: 4º (Diurno e
Noturno)

EMENTA:
Sequências e série infinitas de termos constantes. Séries de potências. Funções vetoriais.
Curvas parametrizadas. Comprimentos de arco, curvatura. Limite e continuidade.
Derivadas parciais. Aplicações diferenciais. Matriz Jacobiano. Derivadas direcionais.
Gradiente. Regra da cadeia. Função inversa e implícita. Máximos e mínimos.
Multiplicadores de Lagrange.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 AVILA, Geraldo. Cálculo das funções de uma variável. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2003.


LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed., vol. 2. São Paulo: Harbra, 1994.



STEWART, James. Cálculo. 6. ed. vol. 2. São Paulo, SP: CENGAGE Learning, 2v,
2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 MUNEM, Mustafá A.; CORDEIRO, André Lima (Trad.). Cálculo. Rio de Janeiro:
LTC, 2v., 1982.


SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. vol. 2. São
Paulo: Makron Books, 1995.

Código: METR020

Carga Horária Semanal: 80h

DISCIPLINA: METEOROLOGIA FÍSICA
Ano: 4º (Noturno)
Semestre: 7º (Noturno)

34
2º (Diurno)

4º (Diurno)

EMENTA:
Conceitos básicos da termodinâmica. Termodinâmica do ar seco e do ar úmido.
Hidrostática. Estabilidade atmosférica. Física das nuvens e precipitação. Ótica
atmosférica. Eletricidade atmosférica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:


HALTINER, G. J.; MARTIN, F. L. Dynamical and physical Meteorology. New
York, 1957.



HOUGHTON, Henry G. Physical Meteorology. Cambridge: MIT Press, 1985.



IRIBARNE, J.V. Termodinamica de la atmosfera. Argentina, 1969.



ROGERS, R. R. Física de las nubes. Espanha: Editorial Reverte, 1977.



SEARS, F. W. Física. Rio de Janeiro: LTC, 1958.



ZEMZNSKY, M.W. Calor y termodinâmica. Espanha, 1964.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 IRIBARNE, J. V.; GODSON, W. L. Atmospheric thermodynamics. Boston: Reidel,
1973.


LEE, John F.; SEARS, Francis Weston. Termodinâmica. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 1969.

Código: METR019

Carga Horária Semanal: 80h

DISCIPLINA: METEOROLOGIA DINÂMICA 1
Ano: 3º
Semestre: 5º (Noturno)
4º (Diurno)

EMENTA:
Revisão de Cálculo Vetorial: operações e operadores vetoriais. Descrição Lagrangiana e
Euleriana de movimentos dos fluidos: derivada material e aplicações. Segunda Lei de
Newton e forças reais (gradiente de pressão, gravidade e atrito). Sistemas em rotação:
reformulação da 2ª lei: forças de Coriolis e centrífuga. Balanços geostrófico e hidrostático;
aplicações: equação da espessura, vento térmico e corrente de jato. Equação da
continuidade e a primeira lei da Termodinâmica: conceitos de temperatura potencial e
entropia; freqüência de Brunt-Väisällä. Soluções especiais: coordenadas naturais, vento
gradiente; conceito de cristas e cavados e familiarização com cartas sinóticas. Vorticidade
e circulação: equação da vorticidade (derivação e interpretação); aplicação às situações
sinóticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 HESS, S. L. Introduction to theoretical meteorology. New York: Holt, 1959.
 HOLTON, J. R. An introduction to dynamic meteorology. 3rd Ed. New York: Academic
Press, 1992.
 HOUGHTON, Henry G. Physical Meteorology. Cambridge: MIT Press, 1985.
 IRIBARNE, J. V.; GODSON, W. L. Atmospheric thermodynamics. Boston: Reidel, 1973.
 LEMES, M.; MOURA, A. D. Fundamentos de dinâmica aplicados à meteorologia e
oceanografia. São Paulo: Holos, 1998.
 DYNAMICAL AND PHYSICAL METEOROLOGY. George J. Haltiner and Frank L.
Martin - McGraw-Hill Book Company - New York - 1957.

35
 CADERNO DE DINÂMICA - Vol. 01 - Manoel Francisco Gomes Filho - 2002.
http://www.dca.ufcg.edu.br/download/apostilas/Dinamica1.pdf.
 RUDIMENTOS DE METEOROLOGIA DINÂMICA – 2ª Edição – Prakki Satyamurty. 2005
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

SAUCIER, W. J. Princípios de análise meteorológica. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico S.A., 1969.
Código: METR070

Carga Horária Semanal: 60h

Disciplina: AVALIAÇÃO DE IMPACTO
AMBIENTAIS 1
Ano: 3º
Semestre: 5º (Diurno e
Noturno)

EMENTA: Histórico. Conceitos e definições básicas. Fatores ambientais. Estudo de impactos
ambientais. Métodos de avaliação de impactos ambientais. Estudo de caso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 BRAGA, Benedito. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2005. 318 p. ISBN 8576050412: (Broch.)


GUERRA, Antonio José Teixeira; CUNHA, Sandra Baptista da (Orgs.) Impactos
ambientais urbanos no Brasil. 3. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. 416p.
ISBN 8528608026



SILVA, Jorge Xavier da; SOUZA, Marcelo J. L. Analise ambiental. Rio de Janeiro:
Ed. da UFRJ, 1988. 199p. ISBN 8571080151 : (Broch.)



VALLE, Cyro Eyer do; LAGE, Henrique. Meio ambiente: acidentes, lições,
soluções. 2. ed. São Paulo: SENAC São Paulo, 2003. 256 p. ISBN 8573593113 :
(Broch.)

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 AB’SABER, A.N. Base Conceituais e Papel do Conhecimento na Previsão de
Impactos. In: MÜLER, Clarita. Plantenberg e Azis AB’ Saber (ORGS). Avaliação
de Impactos. 1994. p. 27 – 50.


BITAR, O. (ORG). O Meio Físico em Estudos de Impacto Ambiental. 1990. IPT,
Boletim 56. 25 p.



BRANCO, S.M. Ecossistêmica: uma abordagem integrada dos problemas do meio
ambiente. São Paulo: Editora Blücher. 1989.



DIAS, Marilza do Carmo Oliveira. Manual de impactos ambientais: orientações
básicas sobre aspectos ambientais de atividades produtivas. Fortaleza, CE: Banco do
Nordeste do Brasil, 1999. 297 p. ISBN (Broch.)



MAGLIO, I.C. Questões Verificadas na Aplicação do EPIA/RIMA: A experiência da
Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo. In: TAUK , Sania, Org. Análise
ambiental – Uma visão multidisciplinar. Editora UNEPS, 1991. p. 64-70.



MILARÉ, E. Estudo prévio de impacto ambiental no Brasil. In: PLANTENBERG,
Clarita Muller; AB’SABER, Azis (Eds.). Previsão de Impactos. 1994. p. 51-80.



ROCCO, Rogério. Estudo de impacto de vizinhança: instrumento de garantia do
direito às cidades sustentáveis. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2006. 241 p. ISBN
8573877774 ;

36
Código: METR077
Carga Horária Semanal: 60h

Disciplina: AVALIAÇÃO DE IMPACTO
AMBIENTAIS 2
Ano: 4º
Semestre: 7º (Diurno e
Noturno)

EMENTA: Avaliação de impacto cumulativo. Noção de indicadores ambientais. Avaliação de
impacto estratégico. Avaliação de risco ambiental. Avaliação de impacto e gestão ambiental.
Análise de relatórios de impacto ambiental - Estudos de caso envolvendo unidades industriais,
obras hidráulicas, projetos urbanísticos, atividade minerária, resíduos sólidos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 BRAGA, Benedito. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2005. 318 p. ISBN 8576050412: (Broch.)
 DIAS, Marilza do Carmo Oliveira. Manual de impactos ambientais: orientações básicas
sobre aspectos ambientais de atividades produtivas. Fortaleza, CE: Banco do Nordeste do
Brasil, 1999. 297 p. ISBN (Broch.)
 GUERRA, Antonio José Teixeira; CUNHA, Sandra Baptista da (Orgs.) Impactos
ambientais urbanos no Brasil. 3. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. 416p. ISBN
8528608026
 SILVA, Jorge Xavier da; SOUZA, Marcelo J. L. Analise ambiental. Rio de Janeiro: Ed. da
UFRJ, 1988. 199p. ISBN 8571080151 : (Broch.)
 VALLE, Cyro Eyer do; LAGE, Henrique. Meio ambiente: acidentes, lições, soluções. 2. ed.
São Paulo: SENAC São Paulo, 2003. 256 p. ISBN 8573593113 : (Broch.)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 AB’SABER, A.N. Base Conceituais e Papel do Conhecimento na Previsão de Impactos.
In: MÜLER, Clarita. Plantenberg e Azis AB’ Saber (ORGS). Avaliação de Impactos. 1994.
p. 27 – 50.
 BITAR, O. (ORG). O Meio Físico em Estudos de Impacto Ambiental. 1990. IPT, Boletim
56. 25 p.
 BRANCO, S.M. Ecossistêmica: uma abordagem integrada dos problemas do meio ambiente.
São Paulo: Editora Blücher. 1989.
 JULIEN, B. et al. An Environmental Impact Identification System. Journal de Environmental
Management, v.36, p.167-184. 1992.
 KIRCHOFF, D. Avaliação de risco ambiental e o processo de licenciamento: O caso do
gasoduto de distribuição gás brasiliano. Trecho São Carlos ? Porto Ferreira (SP). 2004.
Dissertação (Mestrado) Escola de Engenharia de São Carlos, USP, 2004.
 LAWRENCE, D. Environmental Impact Assessment: Practical solutions to recurrent
problems. New York: John Willey. 2003.
 MAGLIO, I.C. Questões Verificadas na Aplicação do EPIA/RIMA: A experiência da
Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo. In: TAUK , Sania, Org. Análise ambiental –
Uma visão multidisciplinar. Editora UNEPS, 1991. p. 64-70.
 MILARÉ, E. Estudo prévio de impacto ambiental no Brasil. In: PLANTENBERG, Clarita
Muller; AB’SABER, Azis (Eds.). Previsão de Impactos. 1994. p. 51-80.
 MORRIS, P. Environmental Impact Assessment. New York: Spon Press, 2001.
 ROCCO, Rogério. Estudo de impacto de vizinhança: instrumento de garantia do direito às
cidades sustentáveis. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2006. 241 p. ISBN 8573877774 : (Broch.)
 RONZA, C. A política do meio ambiente e as contradições do Estado. AIA em São Paulo.
1988. (Dissertação de Mestrado). IG/UNICAMP, 1988.
 SPALLING, H. Avaliação dos efeitos cumulativos - conceitos e princípios. Avaliação de
Impactos, v.1, n.2, p. 55- 68, 1996.
 TEIXEIRA, M. G. Análise dos Relatórios de Impactos Ambientais de grandes hidrelétricas
no Brasil. In: PLANTENBERG, Clarita Müller; AB'SABER, Aziz (Eds.) Avaliação
Impactos, p. 163-187, 1994.
 TOMMASI, L.C. Avaliação de Impacto Ambiental. São Paulo: CETESB. 1994.

37

Código: METR067

Carga Horária Semanal: 80h

Disciplina: MATEMÁTICA 4 PARA
METEOROLOGIA
Ano: 3º
Semestre: 5º (Diurno e
Noturno)

EMENTA:
Integrais iteradas e integrais múltiplas. Mudança de variáveis em integrais múltiplas.
Integrais de superfícies. Teorema de Stokes. Equações diferenciais parciais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 AVILA, Geraldo. Cálculo das funções de uma variável. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2003.


LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed., vol. 2. São Paulo: Harbra, 1994.



STEWART, James. Cálculo. 6. ed. vol. 2. São Paulo, SP: CENGAGE Learning, 2v,
2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 MUNEM, Mustafá A.; CORDEIRO, André Lima (Trad.). Cálculo. Rio de Janeiro:
LTC, 2v., 1982.


SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. vol. 2. São
Paulo: Makron Books, 1995.
Código: METR068

Carga Horária Semanal: 80h

Disciplina: FÍSICA 3 PARA METEOROLOGIA
Ano: 3º
Semestre: 5º (Diurno e
Noturno)

EMENTA:
Eletricidade e Magnetismo com ênfase aos tópicos específicos da Meteorologia.
Eletricidade da Atmosfera. Magnetismo Terrestre.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J. Física 1: um curso universitário: mecânica. 2.
ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2002.


HOUGHTON, Henry G. Physical Meteorology. Cambridge: MIT Press, 1985.



KELLER, Frederick J.; GETTYS, W. Edward; SKOVE, Malcolm J. Física 1. São
Paulo: Makron Books, 1999.



RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S. Física 1. 5. ed. São
Paulo: LTC, 2002.



__________. Física 2. 5. ed. São Paulo: LTC, 2003.



WALLACE, John M.; HOBBS, Peter V. Atmospheric Science. Academic Press, 1977.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 LEE, John F.; SEARS, Francis Weston. Termodinâmica. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 1969.


RESNICK, Robert; EISBERG, Robert M. Física quântica: átomos, moléculas,
sólidos, núcleo e partículas. São Paulo: Campus, 1979.

Código: METR073

Disciplina: FÍSICA EXPERIMENTAL 3

38
Carga Horária Semanal: 40h

Ano: 3º

Semestre: 6º (Diurno e
Noturno)

EMENTA:
Praticas experimentos envolvendo os conteúdos de Eletricidade e Magnetismo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 Fundamentos de Física – 2 Halliday – Resnick, (Editora Livros Tecnicos e
Cientificos).
 Física para Cientistas e Engenheiros, Vol II, Paul A. Tipler, Editora Guanabara
Koogan S.A.


Curso de Física de Berkeley, Vol II Ondas, Crawford, Vol V Fisica Estatistica, Reif
(McGraw-Hill).
Código: METR009

Carga Horária Semanal: 80h

Disciplina: TÉCNICAS DE MÍDIA E INVESTIGAÇÃO
CIENTÍFICA
Ano: 1º
Semestre: 2º (Diurno e
Noturno)

EMENTA:
Redação técnicas. Referenciação bibliográfica. Uso de bibliotecas. Técnicas de
comunicações oral e utilização de recursos audiovisual. Tecnologias contemporâneas e as
interfaces com a mídia e as influencias com a mídia eletrônica. A estruturação da
notícia/informação e a utilização de técnicas multimídias. A apresentação da informação
na mídia eletrônica: o verbal e o não verbal. Mídia e o processo de recepção da informação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:



AMARAL, L. Técnicas de jornal e periódicos. 4. ed. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro, 1978.



ERBOLATO, M. L. Jornalismo gráfico: técnicas de produção. São Paulo: Loyola,
1981.



MAGALHÃES, M. V. de. Produção e difusão da notícia. São Paulo: Atlas, 1979.



NUNES, M. R. O estilo na comunicação. Rio de Janeiro: Agir, 1973.



RESENDE, S.; KAPLAN, S. Jornalismo eletrônico ao vivo. Petrópolis, RJ: Vozes,
1994.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 MEDINA, C. Notícias: um produto à venda: Jornalismo na sociedade urbana e
industrial. São Paulo: Summus, 1988.


__________. Profissão Jornalismo. Rio de janeiro: Forense, 1982.
Código: METR024

Carga Horária Semanal: 80h

Disciplina: METEOROLOGIA DINÂMICA 2
Ano: 3º
Semestre: 6º (Noturno)
5º (Diurno)

EMENTA:
Vorticidade potencial: caso especial de um escoamento barotrópico com ou sem
divergência horizontal. Ondas de gravidade e ondas de gravidade inerciais (introduzindo
conceitos básicos de velocidades de fase e grupo). Ondas de gravidade internas: relação de
dispersão e consideração das ondas topográficas. Ondas de Rossby barotrópicas
divergentes e não divergentes. Ondas de vorticidade potencial: generalização do conceito

39
de vorticidade potencial. Ondas de Rossby baroclínicas. Introdução à instabilidade
hidrodinâmica: instabilidades baroclínicas e barotrópicas, energética e aplicação à
atmosfera real. Fundamentos de previsão numérica de tempo: modelos de previsão e
tratamento de observações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 HESS, S. L. Introduction to theoretical meteorology. New York: Holt, 1959.
 HOLTON, J. R. An introduction to dynamic meteorology. 3rd Ed. New York: Academic
Press, 1992.
 IRIBARNE, J. V.; GODSON, W. L. Atmospheric thermodynamics. Boston: Reidel, 1973.
 LEMES, M.; MOURA, A. D. Fundamentos de dinâmica aplicados à meteorologia e
oceanografia. São Paulo: Holos, 1998.
 DYNAMICAL AND PHYSICAL METEOROLOGY. George J. Haltiner and Frank L.
Martin - McGraw-Hill Book Company - New York - 1957.
 CADERNO DE DINÂMICA - Vol. 01 - Manoel Francisco Gomes Filho - 2002.
http://www.dca.ufcg.edu.br/download/apostilas/Dinamica1.pdf.
 RUDIMENTOS DE METEOROLOGIA DINÂMICA – 2ª Edição – Prakki Satyamurty. 2005
 BLUESTEIN, HOWARD B. (1992). SYNOPTIC-DYNAMIC METEOROLOGY IN
MIDLATITUDES V. I. Principles of Kinematics and Dynamics, New York, Oxford University
Press. 1992, 488p.
 CUSHMAN-ROISIN, B. (1994). Introduction to Geophysical Fluid Dynamics. Englewood
Cliffs, New Jersey. Prentice Hall. 1994, 320p.
 WALLACE, J. M.; HOBBS, P. V. (1977) Atmospheric Science: An Introductory Survey.
New York. Academic Press. 1977.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 HOUGHTON, Henry G. Physical Meteorology. Cambridge: MIT Press, 1985.
 SAUCIER, W. J. Princípios de análise meteorológica. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico
S.A., 1969.
 WIIN-NIELSEN, A.; CHEN, T. C. (1993) Fundamentals of Atmospheric Energetics.

New York. Oxford University Press. 1993, 400p.
Código: METR025

Carga Horária Semanal: 40h

Disciplina: METEOROLOGIA AMBIENTAL
Ano: 4º
Semestre: 7º (Noturno)
4º (Diurno)

EMENTA:
Físico-química da atmosfera. Composição química da atmosfera. Principais fontes dos
elementos químicos atmosféricos. Reações químicas e fotoquímicas. Oxidantes
atmosféricos. Ciclo do carbono na atmosfera. Compostos nitrogenados. Chuvas ácidas.
Transporte, difusão e deposição. Aspectos gerais sobre os poluentes atmosféricos.
Poluição do ar. Principais tipos, fontes e efeitos. Climatologia da poluição atmosférica.
Instrumentos e monitoramento da poluição. Legislação ambiental e treinamento em
estudo de impactos ambientais, incluindo a prática de medidas em laboratórios e
experimentos de campo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 BOJKOV, R. D. Ozone changes at the surface and in the free atmosphere.
Troposferic ozone. I.S.A. Isasken: D. Reidel Publishing, 1988.


MCEWAN, M. J; PHILLIPS, L. F. Chemistry of the atmosphere. London: Ed.
Arnold, 1975.



OMM N8. Guide to Meteorological instruments and methods of observation. 5 Ed.



OMM N 364, Précis de Météorologie. Vol. II. Partie 6 – Chimie Atmosphérique et

40
Météorologie de la Pollution de l'Air.


STULL, R. B. An introduction to Boundary Layer Meteorology. Dordrecht:
AcademIC Publishers, 1988.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 SUTTON, O. G. Micrometeorology: a study of physical process in the lowest
layers of the earth's atmosphere. New York: McGraw-Hill, 1953.

Código: METR071

Carga Horária Semanal: 60h

Disciplina: LEGISLAÇÃO E DIREITO AMBIENTAL
Ano: 3º
Semestre: 6º (Noturno)
5º (Diurno)

EMENTA:
Origem e desenvolvimento da legislação ambiental; Política e Legislação Ambiental.
Política Nacional de Meio Ambiente. Legislação Ambiental na Constituição Federal e
Estadual. Diretrizes internacionais de meio ambiente. Meios administrativos e judiciais
de proteção ambiental. Legislação específica: unidades de conservação, poluição e
licenciamento ambiental. Resoluções do CONAMA. Pontos de conflito da legislação
ambiental e sua aplicação na prática social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
• ANTUNES, Paulo de Bessa. Política nacional do meio ambiente: PNMA (comentários
à lei nº 6.938 de 31 de agosto de 1981). Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2005 229 p. ISBN
8573876190.
• ANTUNES, Paulo de Bessa. Dano ambiental: uma abordagem conceitual. Rio de
Janeiro: Lumen Juris, 2002 329 p ISBN 8573870966.
• ANTUNES, Paulo de Bessa. Direito ambiental. 12. ed. Rio de Janeiro, RJ: Lumen Juris,
2010. 960 p. ISBN 9788537506165.
• ALVES, Sérgio Luis Mendonça. Estado poluidor. Juarez de Oliveira, 2003. 243 p. ISBN
8574533920.
• BRASIL. [Constituição da República Federativa do Brasil. Constituição da República
Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. Brasília: Senado Federal,
2006 448 p.
• MIRRA, Alvaro Luiz Valery. Ação civil pública e a reparação do dano ao meio
ambiente. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2004. 428p. ISBN
8574534994.
• ANTUNES, Paulo de Bessa. Direito ambiental. 9. ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2006
988p. ISBN 8573878509.
• Leis e Resoluções relacionadas com o meio ambiente, disponíveis no sítio do Ministério
do Meio Ambiente em: http://www.mma.gov.br.
• Leis relacionadas com o meio ambiente, disponíveis no sítio do Ministério das Cidades
em: www.cidades.gov.br.
• Leis e Resoluções relacionadas com o meio ambiente, disponíveis no sítio do Instituto
do Meio Ambiente do Estado de Alagoas em: http://www.ima.al.gov.br/
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
• FREITAS, Vladimir Passos de; GRAF, Ana Cláudia Bento (Colab.) Águas: aspectos
jurídicos e ambientais. 2. ed. Curitiba: Juruá, 2002. 277p. ISBN 8536200499
• PIVA, Rui Carvalho. Bem ambiental. São Paulo: Max Limonad, 2000. 179 p. ISBN
858630073X.

41
• PIVA, Rui Carvalho. Bem ambiental. São Paulo: Max Limonad, 2000. 179 p. ISBN
858630073X.
• ROCCO, Rogério. Estudo de impacto de vizinhança: instrumento de garantia do direito
às cidades sustentáveis. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2006. 241 p. ISBN 8573877774.
• ROCCO, R. Legislação Brasileira do Meio Ambiente. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
• SILVA, José Afonso da. Direito ambiental constitucional. 4. ed. rev. e atual. São Paulo:
Malheiros, 2002. 349p ISBN 8574203815.
• Brasil Senado Federal. Legislação brasileira de resíduos sólidos e ambiental correlata.
Código: METR072

Carga Horária Semanal: 80h

Disciplina: FÍSICA 4 PARA METEOROLOGIA
Ano: 3º
Semestre: 6º (Diurno e
Noturno)

EMENTA:
Ondas eletromagnéticas. Processos Radiativos da atmosfera e Ótica com ênfase aos
tópicos específicos da Meteorologia. Teoria da relatividade. Nações da Física moderna.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:


HOUGHTON, Henry G. Physical Meteorology. Cambridge: MIT Press, 1985.



KELLER, Frederick J.; GETTYS, W. Edward; SKOVE, Malcolm J. Física 1. São
Paulo: Makron Books, 1999.



LEE, John F.; SEARS, Francis Weston. Termodinâmica. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 1969.



RESNICK, Robert; EISBERG, Robert M. Física quântica: átomos, moléculas,
sólidos, núcleo e partículas. São Paulo: Campus, 1979.



RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S. Física 4. 5. ed. São
Paulo: LTC, 2002.



__________. Física 2. 5. ed. São Paulo: LTC, 2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:


ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J. Física 1: um curso universitário – mecânica. 2.
ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2002.



WALLACE, John M.; HOBBS, Peter V. Atmospheric Science. Academic Press,
1977.

Código: METR075

Carga Horária Semanal: 40h

Disciplina: FÍSICA EXPERIMENTAL 4
Ano: 4º
Semestre: 7º (Diurno e
Noturno)

EMENTA:
Experimentos envolvendo os conteúdos de Óptica Geométrica e Ondulatória.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 Fundamentos de Física – 2 Halliday – Resnick, (Editora Livros Tecnicos e
Cientificos).

42


Física para Cientistas e Engenheiros, Vol II, Paul A. Tipler, Editora Guanabara
Koogan S.A.



Curso de Física de Berkeley, Vol II Ondas, Crawford, Vol V Fisica Estatistica, Reif
(McGraw-Hill). The



Feynman Lectures in Physics, Vol I, Feynman-Leigthon-Sands (Addison-Wesley).
Código: METR026

Carga Horária Semanal: 80h

Disciplina: METEOROLOGIA SINÓTICA 1
Ano: 4º
Semestre: 7º (Diurno e
Noturno)

EMENTA:
Observação e dados Sinóticas. Massa de Ar. Fluxo Atmosféricos, Geometria e
Cinemática do campo de Pressão. Mapas de Espessuras ou Topografias relativas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:


DJURIC, D. Weather Analysis. New Jersey: Prentice Hall, 1994.



FEDOROVA, N. Meteorologia Sinótica II. Pelotas: Ed. Universitária/UFPel, 2001.



__________. Meteorologia Sinótica I. Pelotas: Ed. Universitária/UFPel, 1999.



FEDOROVA, N. Sinótica I: FENÔMENOS ATMOSFÉRICOS, DADOS
SINÓTICOS E MASSAS DE AR. Material didático: sinopses, figuras, equações
Maceió: Ed. Universitária/ UFAL, 2008, 175 p.
_________. Sinótica II: CONCEITOS BÁSICOS DE CINEMÁTICA E DE DINÂMICA
DA ATMOSFERA E ANÁLISE DOS CAMPOS METEOROLÓGICOS. Material
didático: sinopses, figuras, equações Maceió: Ed. Universitária/ UFAL, 2008, 180 p.
_________. Sinótica III: FRENTES, CORRENTES DE JATO, CICLONES E
ANTICICLONES. Material didático: sinopses, figuras, equações Maceió: Ed.
Universitária/ UFAL, 2008, 192 p.
_________. Sinótica IV: SISTEMAS E PROCESSOS SINÓTICOS ATUANTES NA
AMÉRICA DO SUL. Material didático: sinopses, figuras, equações Maceió: Ed.
Universitária/ UFAL, 2008, 192 p.







KOUSKY, V. E.; ELIAS, M. Meteorologia sinótica. São José dos Campos: INPE,
1982.



PETTERSSEN, S. Weather analysis and Forecasting. vols. 1 e 2. New York:
McGraw-Hill, 1956.



RAO, P. K. et al. Weather Satellites: Systems, Data and Environmental Applications.
Boston: American Meteorological Society, 1990.



REEDER, M. J.; SMITH, R. K. Mesoscale meteorology. In: Meteorology of the
Southern Hemisphere. Boston: American Meteorological Society. v. 27, n. 49, p.
201-241, 1998.



SATYAMURTY, P. et al. South America. In: Meteorology of the Southern
Hemisphere. Boston: A.M.S., v. 27, 119-139, 1998.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:


ANDERSON, R. K. et al. The use of satellite pictures in weather analysis and
forecasting. Geneva: WMO, Technical note No. 124, 1973.



BLUESTEIN, H. B. Principles of Kinematics and Dynamics. In: Synoptic – dynamic
meteorology in midlatitudes. vol. 1. Oxford: Oxford University Press, 1992.



BROWNING, K. A. Mesoscale aspects of extratropical cyclones: an observational
perspective. In: The life cycles of extratropical cyclones. Boston, AMS, 265-283,

43
1999.


CONWAY, E. D. An Introduction to Satellite Image Interpretation. London: The
Johns Hopkins Press, 1997.



PALMÉN, E.; NEWTON, C. W. Atmospheric circulation systems. Their structure
and physical interpretation. New York: Academic Press, 1969.



VASQUEZ, T. Weather Forecasting Handbook. Garland, Texas: Weather Graphics
Technologies, 2000.

Código: METR027

Carga Horária Semanal: 80h

Disciplina: METEOROLOGIA AGRÍCOLA
Ano: 4º
Semestre: 8º (Noturno)
6º (Diurno)

EMENTA:
Meteorologia Agrícola. Elementos e observações da Meteorologia Agrícola. Aplicação de
dados meteorológicos em práticas agrícolas. Balanço de energia e água em cultivos
agrícolas. Métodos em Meteorologia Agrícola.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 MOTA, F. S. Meteorologia agrícola. São Paulo: Nobel, 1979.


PEREIRA, A. R.; ANGELOCCI, L. R.; SENTELHAS, P. C. Agrometeorologia:
Fundamentos e aplicações práticas. Guaíba(SP): Agropecuária, 2002.



PEREIRA, A. R.; VILLANOVA, N. A.; SEDIYAMA, G. C. Evapotranspiração.
Piracicaba, SP: FEALQ, 1997.



REICHARDT, K. A água em sistemas agrícolas. São Paulo: Ed. Monole, 1987.



TUBELIS, A.; NASCIMENTO, F. J. L. Meteorologia descritiva: fundamentos e
aplicação brasileira. São Paulo: Nobel, 1983.



VIANELLO, R. L.; ALVES, A. R. Meteorologia básica e aplicações. Viçosa:
Impensa Universitária, 1991.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:


DOORENBOS, J.; KASSAM, A. H. Efeito da água no rendimento das culturas.
Campina Grande: UFPB, 1994.



IQBAL, M. An introduction to solar radiation. New York: Academic Press, 1983.



OMETO, J. C. Bioclimatologia vegetal. São Paulo: Agronômica Ceres, 1981.



WORLD Meteorological Organization. Agrometeorological aspects of operational
crop protection. WMO, nº 687, 1988.



WORLD Meteorological Organization. Guide to agricultural meteorological
practices. WMO, nº 134, 1981.
Código: METR074

Carga Horária Semanal: 80h

Disciplina: CLIMATOLOGIA
Ano: 4º
Semestre: 8º (Noturno)
6º (Diurno)

EMENTA:
Características globais e regionais do clima atual e variabilidade climática, modos de oscilação
da atmosfera, El Niño-Oscilação Sul, Variabilidade de Baixa Frequência. Origem antrópica e
natural da variabilidade climática e seus impactos. Conceitos ligados à previsibilidade

44
climática. Análises de Séries Temporais. Análise crítica de projeções climáticas e de
diagnósticos climáticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 CAVALCANTI, I. F. A.; FERREIRA, N. J.; SILVA, M. G. A. J.; SILVA DIAS, M.
A. F. Tempo e Clima no Brasil. São Paulo: Oficina de Textos. 2009. 463p. ISBN
9788586238925.
 MENDONÇA, F.; DANNI-OLIVEIRA, I.M. Climatologia: noções básicas e climas
do Brasil. São Paulo: Oficinas de textos, 2007.
 HARTMANN, D. L. Global physical climatology. New York: Academic Press. 1994.
411p. ISBN 0-12-328530-5.
 VAREJÃO-SILVA, M. A. Meteorologia e Climatologia, Versão Digital 2, Recife,
2006. (online).
 ROGER G. BARRY; RICHARD J. CHORLEY. Atmosfera, Tempo e Clima, 9ª
Edição, Artmed, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 BRYANT, Edward. Climate process and change. Cambridge: Cambridge
University, 2004. 209 p. ISBN 0521484405
 LAMB, H. H. Climate: present, past and future. London: Methuen, 1972. 613 p.
 RIEHL, H. Climate and weather in the tropics. New York: Academic Press. 1979.
623p. ISBN 0125881800.
 STORCH, H. Von; NAVARRA, A. Analysis of climate variability : applications of
statistical techniques. 2. ed. updated and extended edition. Berlim : Springer, 1999.
342p.
Código: METR021

Carga Horária Semanal: 80h

Disciplina: RADIAÇÃO SOLAR
Ano: 4º
Semestre: 8º (Noturno)
6º (Diurno)

EMENTA:
Fundamentos físicos. Sistemas de coordenadas astronômicas. Radiação eletromagnética.
Leis fundamentais da radiação. Medição e estimativa do fluxo radiativo. Características
espectrais da radiação solar. Balanço de radiação solar. Interação radiação solar –
atmosfera.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:


COULSON, K. L. Solar and terrestrial radiation. New York: Academic Press,
1965.



IQBAL, M. An introduction to solar radiation. New York: Academic Press, 1983.



KONDRATYEV, K. Y. Radiation in the atmosphere. New York: Academic Press.
1969.



LIOU, K. N. An introduction to atmospheric radiation. New York: Academic Press,
1980.



PALTRIDGE, G. W.; PLATT, C. M. R. Radiative process in meteorology and
climatology. Elsevier Publishing, 1976.



SILVA, M. A. Varejão. Meteorologia e climatologia. São José dos Campos, SP:
INPE, 2000.



TUBELIS, A.; NASCIMENTO, F. J. L. Meteorologia descritiva: fundamentos e
aplicações brasileiras. São Paulo: Nobel, 1983.

45

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 OMETTO, J. C. Bioclimatologia vegetal. São Paulo: Editora Agronômica Ceres,
1981.


PICKARD, G. L.; EMERY, W. J. Descriptive physical oceanography: an
introduction. Oxford, Pergamon Press, 1988.
Código: METR023

Disciplina: HIDROMETEOROLOGIA
Ano: 4º
Semestre: 7º (Diurno e
Noturno)

Carga Horária Semanal: 80h

EMENTA:
Ciclo hidrológico. Bacia hidrográfica. Distribuição da precipitação. Escoamento
superficial. Infiltração. Águas subterrâneas. Hidrograma unitário. Vazões de enchentes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:


HARARI, J. Modelo hidrodinâmico tridimensional do Oceano Atlântico Sul. São
Paulo: Instituto Oceanográfico/USP, 1991.



__________. Modelo hidrodinâmico tridimensional linear da plataforma
continental sudeste do Brasil. São Paulo: Instituto Astronômico e Geofísico/USP,
1984.
PINTO, Nelson L. de Souza et al. Hidrologia básica. São Paulo: Edgar Blucher,
1976.
REICHARDT, K. A água em sistemas agrícolas. São Paulo: Ed. Monole, 1987.




BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:


HESS, S. L. Introduction to theoretical meteorology. New York: Holt, 1959.
Código: METR035

Carga Horária Semanal: 80h

Disciplina: METEOROLOGIA POR RADAR
Ano: 5º
Semestre: 10º (Noturno)
8º (Diurno)

EMENTA:
Introdução ao sistema radar; fundamentação teórica. A equação radar. Parâmetros de
sistemas radar (comprimento de onda, polarização, resolução, geometria de radar),
parâmetros de alvos. Resolução, alcance dinâmico, processamento de sinal, calibração.
Processamento digital de dados de radar e técnicas de análise de imagens: processamento.
Introdução à polarimetria. Modelagem estatística de radar. Processamento e filtragem,
interpretação de imagens de radar. Aplicações em Oceanografia. Aplicações em
Hidrologia. Aplicações em Agronomia. Técnicas de interpretação visual de imagens de
radar.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 FERREIRA, Artur Gonçalves. Meteorologia Prática. São Paulo: Oficina de Textos,
2006..


LOCKWOOD, J. G. World climatology. An environmental approach. New York: St.
Martin’s Press, 1974.



MEISCHNER, Peter. Weather radar: principles and advanced applications. New York:
Spring Verlag, 2004.

46


RAO, P. K. et al. Weather Satellites: Systems, Data and Environmental Applications.
Boston: American Meteorological Society, 1990.



SKOLNIK, Merrill I. Introduction to radar systems. 3. ed. São Paulo: McGraw-Hill,
2003.
Código: METRO32

Carga Horária Semanal: 80h

Disciplina: METEOROLOGIA SINÓTICA 2
Ano: 4º
Semestre: 8º (Noturno)
7º (Diurno)

EMENTA:
Análise dos Centros de Ação. Superfícies Frontais e Frentes. Correntes de Jato. Ondas
Meteorológicas. Análise e previsão do Tempo Meteorológico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 DJURIC, D. Weather Analysis. New Jersey: Prentice Hall, 1994.


FEDOROVA, N. Meteorologia Sinótica II. Pelotas: Ed. Universitária/UFPel, 2001.



__________. Meteorologia Sinótica I. Pelotas: Ed. Universitária/UFPel, 1999.



FEDOROVA, N. Sinótica I: FENÔMENOS ATMOSFÉRICOS, DADOS
SINÓTICOS E MASSAS DE AR. Material didático: sinopses, figuras, equações
Maceió: Ed. Universitária/ UFAL, 2008, 175 p.
_________. Sinótica II: CONCEITOS BÁSICOS DE CINEMÁTICA E DE DINÂMICA
DA ATMOSFERA E ANÁLISE DOS CAMPOS METEOROLÓGICOS. Material
didático: sinopses, figuras, equações Maceió: Ed. Universitária/ UFAL, 2008, 180 p.
_________. Sinótica III: FRENTES, CORRENTES DE JATO, CICLONES E
ANTICICLONES. Material didático: sinopses, figuras, equações Maceió: Ed.
Universitária/ UFAL, 2008, 192 p.






_________. Sinótica IV: SISTEMAS E PROCESSOS SINÓTICOS ATUANTES NA
AMÉRICA DO SUL. Material didático: sinopses, figuras, equações Maceió: Ed.
Universitária/ UFAL, 2008, 192 p.



KOUSKY, V. E.; ELIAS, M. Meteorologia sinótica. São José dos Campos: INPE,
1982.



PETTERSSEN, S. Weather analysis and Forecasting. vols. 1 e 2. New York:
McGraw-Hill, 1956.



RAO, P. K. et al. Weather Satellites: Systems, Data and Environmental Applications.
Boston: American Meteorological Society, 1990.



REEDER, M. J.; SMITH, R. K. Mesoscale meteorology. In: Meteorology of the
Southern Hemisphere. Boston: American Meteorological Society. v. 27, n. 49, p.
201-241, 1998.



SATYAMURTY, P. et al. South America. In: Meteorology of the Southern
Hemisphere. Boston: A.M.S., v. 27, 119-139, 1998.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 ANDERSON, R. K. et al. The use of satellite pictures in weather analysis and
forecasting. Geneva: WMO, Technical note No. 124, 1973.


BLUESTEIN, H. B. Principles of Kinematics and Dynamics. In: Synoptic – dynamic
meteorology in midlatitudes. vol. 1. Oxford: Oxford University Press, 1992.



BROWNING, K. A. Mesoscale aspects of extratropical cyclones: an observational
perspective. In: The life cycles of extratropical cyclones. Boston, AMS, 265-283,
1999.



CONWAY, E. D. An Introduction to Satellite Image Interpretation. London: The

47
Johns Hopkins Press, 1997.


PALMÉN, E.; NEWTON, C. W. Atmospheric circulation systems. Their structure
and physical interpretation. New York: Academic Press, 1969.



VASQUEZ, T. Weather Forecasting Handbook. Garland, Texas: Weather Graphics
Technologies, 2000.
Código: METR076

Carga Horária Semanal: 80h

Disciplina: METEOROLOGIA TROPICAL
Ano: 5º
Semestre: 9º (Noturno)
7º (Diurno)

EMENTA:
Circulações tropicais. Ondas de leste. Perturbações transiente / linhas de instabilidade.
Zonas de convergência. Intertropical. Monções. Interação oceano-atmosfera. Influência
dos oceanos no clima da América do Sul.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:


BYERS, H. R. General meteorology: Synoptic and aeronautical meteorology. New
York: McGraw-Hill, 1959.



HASTERNRATH, Stefan. Climate and circulation of the tropics. New York:
Atmospheric Sciences Library, [s.d].



RIEHL, H. Climate and weather in the tropics. New York: Academic Press, 1979.



__________. Meteorologia tropical. Rio de Janeiro, 1965.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:


HESS, S. L. Introduction to theoretical meteorology. New York: Holt, 1959.



IRIBARNE, J. V.; GODSON, W. L. Atmospheric thermodynamics. Boston: Reidel,
1973.
Código: METR034

Carga Horária Semanal: 80h

Disciplina: MICROMETEOROLOGIA
Ano: 5º
Semestre: 9º (Noturno)
7º (Diurno)

EMENTA:
Balanço de energia em superfície. Camada limite atmosférica (CLA). Movimento do ar
no interior da CLA. Parâmetros aerodinâmicos. Estabilidade atmosférica – número de
Richardson. Turbulência na CLA. Vento e transporte turbulento. Fluxos turbulentos.
Poluição atmosférica na CLA. Teoria da Similitude. Climatologia urbana.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 ARYA, S. P. Introduction to Micrometeorology. USA: ELSEVIER ISE, 2nd Ed.,
420p, 2001.


BRUTSAERT, W. Evaporation into the atmosphere, theory, history and
applications. Netherlands: Reidel Publ., 1982.



KAIMAL, J. C.; FINNIGAN, J. J. Atmospheric boundary layer flows: their structure
and measurement. New York: Oxford University Press, 1994.



OKE, T. R. Boundary layer climates. Methuem & Co., 1978.



ROSEBERG, N. J.; BLAD, B. L.; VERMA, S. B. Microclimate: the biological
environment. John Wiley & Sons, 1983.

48


STULL, R. B. An introduction to boundary layer meteorology. Dordrecht: Kluwer
Acadm. Publishers, 1988.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 DE VRIES, D. A. Thermal proprieties of soils: physics of plant environment.
Amsterdam: Ed. Van Wijk, 1963.


GEIGER, R. The climate near de ground. Cambridge: Havard University, 1965.



MONTHEITH, J. L. Vegetation and the atmosphere. London: Academic Press,
1979.



MUNN, R. E. Descriptive micrometeorology. New York: Academic Press, 1966.



POGGI, A. Introduction à la micrometeorologie: transferts d'energy atmosphèresol. Paris: Masson, 1977.



SUTTON, O. G. Micrometeorology: a study of physical process in the lowest layers
of the earth's atmosphere. New Yokr: McGraw-Hill, 1953.
Código: METR031

Carga Horária Semanal: 80h

Disciplina: MODELOS DE PREVISÃO DE TEMPO E
CLIMA
Ano: 5º
Semestre: 9º (Noturno)
8º (Diurno)

EMENTA:
Revisão das equações fundamentais. Outras coordenadas verticais e as novas formas das
equações fundamentais. Métodos de diferenças finitas. Equações protótipos da advecção,
difusão e da onda. Produtos de modelos numéricos. Uso do GrADS na visualização de
campos meteorológicos. Simulações com modelos simplificados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

 DJURIC, D.Weather Analysis. New Jersey: Prentice Hall, 1994.
 FERREIRA, Artur Gonçalves. Meteorologia Prática. São Paulo: Oficina de Textos,
2006.
 HALTINER, G. J. Numerical weather prediction.New York, 1971.
 HOLTON, J. R. An introduction to dynamic meteorology. 3. Ed. New York:
Academic Press, 1992.
 PETTERSSEN, S. Weather analysis and Forecasting . vols. 1 e 2. New York:
McGraw-Hill, 1956.
 W.M.O - Lectures on Numerical Short-Range Weather Prediction
 WMO Regional Training Seminar – Leningrad, 1969
 Palmer, E and Newton, C. W - Atmospheric Circulation Systems – Academic Press
New York.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:


RIEHL, H. Climate and weather in the tropics. New York: Academic Press, 1979.

49

Código: METR030

Carga Horária Semanal: 80h

Disciplina: SENSORIAMENTO REMOTO
Ano: 5º
Semestre: 9º (Noturno)
8º (Diurno)

EMENTA:
Radiometria e propagação da radiação eletromagnética. Movimentos teóricos dos
movimentos dos satélites artificiais. Satélites. Sistemas sensores. Tratamento de imagens.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:


BAKST, Leonid; YAMASAKI, Yoshihiro. Princípios físicos e técnicos da
meteorologia por satélite: relações espaciais. Vol. 1. UFPEL, 2000.



CENTENO, J. A. S. Sensoriamento remoto e processamento de imagens digitais.
Curitiba: Ed. Curso de Pós-Graduação em Ciências Geofísicas, Universidade Federal
do Paraná, 2004.



KIDDER, Stanley Q.; HAAR, Thomas H. Vonder. Satellite meteorology: an
introduction. San Diego, CA: Academic Press, 1995.



LILLESAND, T. M..; KIEFER, R. W. Remote sensing and image interpretation.
New York: John Wiley & Sons, 2000.



MOREIRA, Maurício Alves. Fundamentos do sensoriamento remoto e
metodologias de aplicação. 3. ed. atual. e ampl. Viçosa: Ed. UFV, 2005.



SCOTT, John R. Remote sensing: the image chain approach. New York: Oxford
University Press, 1997.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:


ANDERSON, P. S. (Coord.). Fundamentos para Fotointerpretação. Rio de Janeiro:
Sociedade Brasileira de Cartografia, 1982.



NOVO, E. M. L. M. Sensoriamento remoto: Princípios e aplicações. São Paulo:
Edgar Blucher, 1989.

Código: METR029

Carga Horária Semanal: 80h

Disciplina: METEOROLOGIA OPERACIONAL
Ano: 5º
Semestre: 10º (Noturno)
8º (Diurno)

EMENTA:
Serviços Meteorológicos aeronáuticos e marítimo: Tratamento de dados para estudos e
projetos e operações de portos e Aeroportos. Elementos de meteorologia marítima e
aeronáutica e previsões para navegação marítima e aérea.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
 FEDOROVA, N. Meteorologia sinótica 1. Pelotas, RS: Ed. Universitária, 1998.


__________. Meteorologia sinótica 2. Pelotas, RS: Ed. Universitária, 1999.



FERREIRA, Artur Gonçalves. Meteorologia Prática. São Paulo: Oficina de Textos, 2006.



FEDOROVA,
N.
Sinótica
I:
FENÔMENOS
ATMOSFÉRICOS,
DADOS
SINÓTICOS E MASSAS DE AR. Material didático: sinopses, figuras, equações Maceió:
Ed. Universitária/ UFAL, 2008, 175 p.
_________. Sinótica II: CONCEITOS BÁSICOS DE CINEMÁTICA E DE DINÂMICA DA
ATMOSFERA E ANÁLISE DOS CAMPOS METEOROLÓGICOS. Material didático:



50




sinopses, figuras, equações Maceió: Ed. Universitária/ UFAL, 2008, 180 p.
_________. Sinótica III: FRENTES, CORRENTES DE JATO, CICLONES E
ANTICICLONES. Material didático: sinopses, figuras, equações Maceió: Ed. Universitária/
UFAL, 2008, 192 p.
_________. Sinótica IV: SISTEMAS E PROCESSOS SINÓTICOS ATUANTES NA
AMÉRICA DO SUL. Material didático: sinopses, figuras, equações Maceió: Ed.
Universitária/ UFAL, 2008, 192 p.



TEIXEIRA, Celso Antônio. Meteorologia: cartas, códigos e símbolos. Guaratinguetá, SP:
Escola de Especialistas de Aeronáutica, 1996.



VIANELLO, R. L. Meteorologia básica e aplicações. Viçosa: Universidade Federal de
Viçosa, 1991.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
 AHRENS, C. D. Meteorology today. St. Paul (MN): West Pub. Co., 1994.
 SILVA, M. A. Varejão. Meteorologia e climatologia. INMET 2005, versão eletrônica.

12.2 - Disciplinas Eletivas
Código: METR086

Disciplina: ANÁLISE AMBIENTAL E
GEOPROCESSAMENTO
Carga Horária Semanal: 80h

EMENTA:
Contexto da crise ambiental; problemas ambientais; principais conferências e documentos;
conceito de desenvolvimento sustentável e as dimensões da sustentabilidade; Análise
Ambiental como instrumento para a sustentabilidade; objetos da análise: meio físico, biótico,
antrópico; Categorias fundamentais da Análise Ambiental; Ferramentas da Análise Ambiental:
AIA (EIA, RIMA, PRAD, PTRF); Planejamento ambiental; regulação, controle e fiscalização;
Licenciamento, auditoria e monitoramento; gestão, manejo e conservação dos recursos
ambientais; Cartografia Básica; Sistema de Informação Geográfica; Processos de Aquisição de
Dados; Montagem de Bases Digitais; Mapeamentos Temáticos; Análises Ambientais por
Geoprocessamento.
BIBLIOGRAFIA:
 ASSAD, E.D. & SANO, E.E. 1998. Sistema de Informações Geográficas: aplicações na
agricultura. 2 Edição Embrapa, Brasília, 434 pp.
 BONHAM-CARTER, G.F. 1996. Geographic Information Systems for Geoscientists:
modelling with GIS. Ottawa: Pergamon, 398 pp.
 ROCHA, C.H.B. 2007. Geoprocessamento: tecnologia transdisciplinar, 3ª Edição do
Autor, Juiz de Fora, MG, 220 pp.
 XAVIER-DA-SILVA, J. 2001. Geoprocessamento para Análise Ambiental, Edição do
Autor, Rio de Janeiro, 228 pp.
 XAVIER-DA-SILVA, J. & ZAIDAN, R.T. 2004. Geoprocessamento e Análise
Ambiental: aplicações. Bertrand Brasil, Rio de Janeiro.
 LEFF, Enrique (Coord.). et al. A Complexidade Ambiental. Trad. Eliete Wolff. São Paulo:
Cortez, 2003.
 ODUM, Eugene P. Odum. Ecologia. Trad. Christopher J. Tribe. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan S.A, 1988.
 PHILIPPI JR, Arlindo (Ed.) et al. Curso de Gestão Ambiental. Barueri: Manole, 2004.
TAUK, Sâmia Maria (Org.). Análise Ambiental: uma visão multidisciplinar. São Paulo:
Unep, 1995.
 MILLER JR, G. Tyler. Ciência Ambiental. São Paulo: Thomson Pioneira, 2008.
 SÁNCHEZ, Luiz Enrique. Avaliação de Impacto Ambiental: conceitos e métodos. São
Paulo: Oficina de Textos, 2008.

51
Código: METR037

Disciplina: ATMOSFERA PLANETÁRIA
Carga Horária Semanal: 60h

EMENTA:
Sistema solar; Atmosferas planetárias; Magnetosferas planetárias e o meio interplanetário;
Meteoritos; Asteróides; Cometas; Formação planetária.
BIBLIOGRAFIA:
 De Pater, I., Lissauer, J.J. Planetary Sciences, Cambridge University Press, 2001.
 Encrenaz, T., Bibring, J.-P., Blanc, M. The Solar System, Springer-Verlag, 1995.
 Morrison, D., Owen, T. The Planetary System, Addison-Wesley Publishing Company,
1940.

Código: METR038

Disciplina: BIOMETEOROLOGIA HUMANA
Carga Horária Semanal: 40h

EMENTA:
A Biometeorologia Humana: conceito e classificação. Abordagem Teórica sobre temas ligados
a cada uma das ciências geradas pela biometeorologia humana. A pesquisa científica em
Biometeorologia Humana.
BIBLIOGRAFIA:
 CAVALCANTE, J. C. Mortalidade em menores de um ano: utilização de novos indicadores
para avaliação. Dissertação de mestrado em Saúde da criança, Centro de Ciências da Saúde.
Departamento de Tocoginecologia. Universidade Federal de Alagoas, Maceió, 2003.
 OLIVEIRA, J. C. F. de. Efeitos diretos e indiretos de variáveis meteorológicas na saúde e
qualidade de vida da população urbana da cidade de Maceió, AL. Dissertação de mestrado
apresentada ao Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento e Meio AmbientePRODEMA da Universidade Federal da Paraíba- UFPB, para obtenção do grau de mestre.
João Pessoa, PB, 2004.
 OLIVEIRA, J.C.F. de. Biometeorologia: estudo de casos em Maceió, Alagoas: efeitos de
elementos meteorológicos na qualidade de vida urbana e na saúde humana. Fundação
Manoel Lisboa e Secretaria de Planejamento do Estado de Alagoas, 2005, 145 p.
 MALETTA, C. H. M. Bioestatística - saúde pública. 3 ed. Editora Independente, 2000 228 p.
 SOLÉ, D. Poluição e doenças respiratórias. Revista Brasileira de Alergia e Imunopatologia.
vol.16, n° 4, 1993, p.134-139.
 TRIOLA, M. F. Introdução à Estatística. JC Editora, 7a edição, Rio de Janeiro,1999.SOUNIS, E.
Epidemiologia aplicada. Livraria Atheneu. Rio de Janeiro. 1985.
 TROMP, S. W. Biometeorology - the impact of the weather and climate on Human and
their environment (animals and plants). Editor L.C. Thomas, Heyden & Son Ltd. 1980.

Código: METR039

Disciplina: BOTÂNICA
Carga Horária Semanal: 60h

EMENTA:
Introdução a botânica; principais aspectos dos vegetais e divisão dos grupos; estruturas
morfológicas e anatômicas; fisiologia das plantas; sistemas de identificação e classificação
das plantas; estrutura e funcionamento das chaves botânicas; importância econômica de
algumas famílias.

Código: METR040

EMENTA:

Disciplina: CONFORTO AMBIENTAL
Carga Horária Semanal: 60h

52
Definição de conforto; O organismo humano e a termorregulação; Índices de Conforto; Stress
Térmico; Variáveis meteorológicas que interferem no conforto ambiental. Vento (ventilação e
transporte horizontal de gases e poluentes); Radiação (aspectos térmicos, iluminação natural e
sombreamento); Relação entre os ambientes natural e construído, considerando a fisiologia
humana; Clima e microclima com ênfase em climas urbanos; Conforto ambiental e eficiência
energética.
BIBLIOGRAFIA:
 DE ALENCAR Nããs, Irenilza. Princípios de conforto térmico na produção animal. Ícone
editora, 1989.
 FROTA, Anésia Barros; SCHIFFER Sueli Ramos. Manual de conforto térmico:
arquitetura, urbanismo. 5. ed. — São Paulo: Studio Nobel, 2001.
 PARSONS, Ken. Human Thermal Environments: The Effects of Hot, Moderate, and Cold
Environments on Human Health, Comfort, and Performance. CRC Press,Third Edition,
2014.
 SCHMID, Aloisio Leoni. A ideia de conforto, reflexões sobre o ambiente construído.
Editora Pacto Ambiental, 1a ed. 2005.
Código: METR041

Disciplina: ECOLOGIA
Carga Horária Semanal: 60h

EMENTA:
Introdução a hidrometeorologia; importância dos reservatórios e seu gerenciamento;
gerenciamento sustentado da qualidade da água; estudo de impacto ambiental; reservatórios
como ecossistemas; meio ambiente e os recursos hídricos; reuso de água.
BIBLIOGRAFIA:
 CHOW, V. T. Handbook of Aplied Hydrology. Mc. GRAW-.HILL. NEW YORK, 1964.
 ESTEVES, F. A. 1988. Fundamentos de limnologia. Interciência, RIO DE JANEIRO.
602P.
 GARCEZ, L. N. 1967. Hidrologia. EDGARD BLUCHER. SÃO PAULO. 249P.
 RIGHETTO, A. M. 1998. Hidrologia e Recurso Hídricos. EESC/USP. SÃO CARLOS.
 TUCCI, C. E. M. Hidrologia. CIENCIAS E APLICAÇÕES. PORTO ALEGRE: ED. DA
UNIVERSIDADE: ABRH:EDUSP, 1993. 943P.
 VILLELA, SWAMI. M.; MATTOS, ARTHUR. Hidrologia Aplicada. SÃO PAULO.
McGRAW-HILL, 1975. 245P.
Código: METR042

Disciplina: EDUCAÇÃO FÍSICA
Carga Horária Semanal: 40h

EMENTA:
Aprendizado de práticas esportivas oferecidas à comunidade universitária, através dos
fundamentos dos esportes, noções de treinamento e orientação para os cuidados com a saúde.
BIBLIOGRAFIA:
 A bibliografia será de acordo com a modalidade esportiva ofertada.
Código: METR043

Disciplina: ELEMENTOS DE GEOLOGIA
Carga Horária Semanal: 80h

EMENTA:
Introdução à geologia. Minerais e rochas: intemperismo físico, químico e biológico.
Ambientes: fluvial, lacustre e estuário. Praias. Plataformas continentais. Taludes. latôs
marginais. Mapas geológicos. Geomorfologia de Bacias Hidrográficas. Tectônicas de placas.
Introdução à Física e Fertilidade de solos.
BIBLIOGRAFIA:

53
 CRISTOFOLETTI, A. Geomorfologia. São Paulo: Edgard Blucher, 2ª Edição. 1980.
 CRISTOFOLETTI, A. Geomorfologia Fluvial. Antônio Cristofoletti, v. 1 - O canal fluvial.
São Paulo: Egard Blucher, 1981.
 CUNHA, S.B.; GUERRA, A.J.T. (organizadores). Geomorfologia: exercícios técnicos e
aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996.
 GUERRA, A.J.T. CUNHA, S.B. (organizadores). Geomorfologia e meio ambiente. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. 372 p.
 GUERRA, A.J.T. CUNHA, S.B. (organizadores). Geomorfologia: uma atualização de
bases e conceitos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1994.
 GUERRA, A.T. 1924-1968- Novo dicionário geológico-geomorfoplógico. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 1997. 652p.
 HAMBLIN, W.K. 1992. Earths Dynamic Systems. New York: Macmillan Publishing
Company, 1992. 647p.
 HOLMES, A. Principles of Physical Geology. Nelson, Middlesex, 1978. 730p.
 KELLER, E.A. Environmental geology. Eduard A. Kelle - 7 th Ed. New Jersey, 1996.
 POPP, J.H. Geologia Geral. 5ª Edição. Rio de Janeiro: Editora Afiliada, 1998. 376p.
 SGARBI, G.N.C.; CARDOSO, R.N. Prática de Geologia Introdutória. Belo Horizonte:
Editora UFMG/PROED, 1987. 151p.
 SKINNER, B.J. PORTER, S.C. Physical Geology. New York: John Wiley Sons, 1987.
750p
 TARBUCK, E.J.; LUTGENS, F.K. 1991. Earth Science. New York: Macmillan Publishing
Company, 1991. 755p.
 TEIXEIRA, WILSON et al. Decifrando A Terra. 1°ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2000.
568p
Código: METR044

Disciplina: EXPERIMENTAÇÃO EM
METEOROLOGIA AGRÍCOLA
Carga Horária Semanal: 80h

EMENTA:
Fundamentos e métodos estatísticos utilizados na experimentação: testes de hipótese, análise
de variância, testes de comparação de médias. Delineamentos experimentais básicos.
Experimentos fatoriais. Técnicas experimentais e ensaios nas diversas áreas da Agronomia.
Elaboração de Projetos de pesquisa. Organização da experimentação agrícola.
BIBLIOGRAFIA:
 BANZATTO, D. A. e KRONKA, S.N. Experimentação agrícola. Jaboticabal, FUNEP, 1989.
247 p.
 COSTA NETO, P. L. de O. Estatística. São Paulo, Edgard Blücher, 1977, 264 p.
 FERREIRA, P.V. Estatística experimental aplicada à Agronomia. Maceió, 1989. 247 p.
 GOMES, F.P. A estatística moderna na pesquisa agropecuária. Piracicaba, POTAFÓS, 1984.
160 p.
 GOMES, F.P. Curso de Estatística Experimental. Piracicaba, 1990, 468 p.
 VIEIRA, S. e HOFFMANN, R. Estatística experimental. São Paulo, Atlas, 1989. 179 p.
Código: METR087

Disciplina: FRANCÊS TÉCNICO
Carga Horária Semanal: 60h

EMENTA:
Abordagem instrumental de leitura; gêneros textuais; estudo linguístico; leitura de interesse;
leitura de temas transversais.
Código: METR046

EMENTA:

Disciplina: FUNDAMENTOS DE TOPOGRAFIA E
AEROFOTOGRAMETRIA
Carga Horária Semanal: 80h

54
Estudo das características geométricas da Terra. Medidas e orientação das Plantas
Topográficas. Reconhecimento e Representação do Relevo. Desenho e Perfis. Escalas e
precisão gráfica da Representação. Instrumentos de Medição. Noções de Fotogrametria e
Fotointerpretação.
BIBLIOGRAFIA:
 BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de Topografia. 3ª Edição. São Paulo: Ed.
Edgard Blucher Ltda, 1975.
 BORGES, Alberto de Campos. Topografia Aplicada à Engenharia Civil. 2º Edição. São
Paulo: Ed. Edgard Blucher Ltda, 1977.
 FONSECA, Rômulo Soares. Elementos de Topografia. São Paulo: Ed. McGraw-Hill do
Brasil Ltda.
 LOCH, Carlos; ÉDIS. Elementos básicos de fotogrametria e sua utilização
prática. Florianópolis: EUFSC, 1997.
 SEIXAS, José Jorge. Topografia. Recife: Departamento de Engenharia Cartográfica da
UFPE, 1981.
Código: METR088

Disciplina: GEOGRAFIA FÍSICA
Carga Horária Semanal: 60h

EMENTA:
As Bases teóricas e metodológicas da Geografia Física aplicada à análise ambiental; Os estudos
separativos e integrativos da Geografia Física aplicados aos ambientes intertropicais no Brasil.
As condições morfoestruturais e morfoclimáticas no Brasil; A ecodinâmica das paisagens e a
problemática da degradação no Brasil; A análise da paisagem no Brasil.
BIBLIOGRAFIA:
 CHRISTOFOLETTI, Antonio. Geografia e meio ambiente no Brasil. 2. ed. São Paulo:
HUCITEC, 1998. 397p.
 CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. (orgs.) Avaliação e perícia ambiental. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 1999.
 CUNHA, S. B. da; GUERRA, A. J. T. Geomorfologia: exercícios, técnicas e aplicações. Rio
de Janeiro: Bertrand do Brasil, 1996. 345p.
 GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. da. Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos.
2 ed. Rio de Janeiro: Bertrand do Brasil, 1995. 472p.
 GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. da. Geomorfologia e meio ambiente. Rio de Janeiro:
Bertrand do Brasil, 1996. 372p.
Código: METR048

Disciplina: HIDRODINÂMICA AVANÇADA
Carga Horária Semanal: 80h

EMENTA:
Noções fundamentais. Fundamentos de análise de escoamento. Estática de fluidos. Análise
dimensional e semelhança. Escoamento incompressível e irrotacional. Escoamento viscoso e
incompressível. Escoamento compressível.
BIBLIOGRAFIA:
 POTTER, M.C.; WIGGERT, D.C. Mecânica dos Fluidos. Tradução 3a Edição NorteAmericana, Thomson, São Paulo, 2002.
 FEYNMAN, R.P., LEIGHTON, R.B., SANDS, M.L.The Feynaman Lectures on Physics,
Vol.II. Addison Wesley, Reading MA, 1963.
 SHAMES, I.H. Mecânica dos Fluidos. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. CATTANI,
MAURO S. D. Elementos de Mecânica dos Fluidos. São Paulo: Edgard Blüchen, 2001.
 WALLACE, J.M., HOBBS, P.V. Atmospheric Science, An Introductory Survey. San
Diego CA: Academic Press, 1977.
 VON, SCHWIND, J.J. Geophysical Fluid Dynamics for Oceanographers. Prentice Hall
Inc., Englewood Cliffs, 1980.

55
 HOLTON, J.R. An Introduction to Dynamics Meteorology. Third Edition, Academic Press,
San Diego CA, 1992.
Código: METR049

Disciplina: HISTÓRIA DA METEOROLOGIA
Carga Horária Semanal: 40h

EMENTA:
Relato dos personagens existentes na história das civilizações, especificamente de suas ideias,
descobertas, conhecimentos popular e científico sobre o tempo e o clima, e evoluções
científicas até a época contemporânea.
BIBLIOGRAFIA:
 AHRENS, A D. Essentials of Meteorology: an invitation to the atmosphere. New York:
West Publishing Co., 1993. p. 8.

 AB'SÁBER, Aziz N.; CHRISTOFOLETTI, Antônio. Geociências. In: FERRI, M.G.; MOTOYAMA,
S. (Coord.) História das Ciências no Brasil. São Paulo: Ed. da Universidade de São Paulo, 19791980. v. 2.

 ARISTOTLE. Meteorologica. Tradução de H.D.P. Lee. Cambridge: Harvard University
Press, London: William Heinemann Ltd., 1987.
 BURSTYN, Harold L. The deflecting force and Coriolis. Bulletin American
Meteorological Society. v. 47, n. 11, nov 1966. p. 890-91.
 BURTON, Jim. Robert Fitz Roy and the early history of the Meteorological Office. British
Journal for the History of Science. v. 19, 1986. p. 147-76.
 DANJON, André. Le Verrier créateur de la météorologie. La Météorologie. Out-dez 1946.
p. 363-82.
 DAVIS, John L. Weather forecasting and the development of meteorological theory at the
Paris Observatory, 1853-1878. Annals of Science. v. 41, n. 4, jul 1984. p. 359-82.
 DETTWILLER, J. Le Verrier; ou la naissance de la météorologie moderne. Bulletin
d’information de la Société Météorologique de France. n. 37, 1977. p. 1-23.
 DUFOUR, Louis. Sketch history of meteorology in Belgium. Weather. v.6, dez 1951. p.
359-64.
 FELDMAN, Theodore S. The history of Meteorology, 1750-1800: a study in the
quantification of experimental physics. PhD Thesis, University of California, Berkeley,
1983.
 ______. Late Enlightenment Meteorology. In: FRÄNGSMYR, Tore, HEILBRON, John, e
RIDER, Robin (eds). The Quantifying Spirit in the eighteenth century. Berkeley, Los
Angeles: University of California Press, 1990. p. 143-77.
 FERRAZ, Joaquim de Sampaio. A Meteorologia no Brasil. In: AZEVEDO, Fernando de
(org.). As Ciências no Brasil. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 1994. p. 233-72.
 FLEMING, James R. Meteorology in America, 1800-1870. Baltimore, London: The Johns
Hopkins University Press, 1990.
 FRISINGER, H. Howard. Aristotle's legacy in Meteorology. Bulletin American
Meteorological Society. v. 54, n. 3, mar 1973. p. 198-204.
 ______. Mathematicians in the history of Meteorology: the pressure-height problem from
Pascal to Laplace. Historia Mathematica. n. 1, 1974. p. 263-86.
 ______. The history of meteorology: to 1800. New York: Science History Publications,
Boston: American Meteorological Society, 1977.
 GOLINSKI, Jan. Barometers of change: meteorological instruments as machines. In:
CLARK, William, GOLINSKI, Jan, SCHAFFER, Simon (eds). The Sciences in
Enlightened Europe. Chicago, London: The University of Chicago Press, 1999. p. 69-93.
 HUGHES, Patrick. FizRoy the forecaster: prophet without honor. Weatherwise. v. 41, ago
1988. p. 200-04.
 JANKOVIC, Vladimir. Meteors under scrutiny: private, public, and professional
weather in Britain, 1660-1800. PhD Thesis, University of Notre Dame, 1998.
 _____. Ideological crests versus empirical troughs: John Herschel’s and William Radcliffe
Birt’s research on atmospheric waves, 1843-50. The British Journal for the History of
Science. v. 31, n. 108, mar 1998. p. 21-40.

56
 JORDAN, C.L. On Coriolis and the deflective force. Bulletin American Meteorological
Society. v. 47, n. 5, mai 1966. p. 401-03.
 KUTZBACH , Gisela. The thermal theory of cyclones; a history of meteorological
thought in the nineteenth century. Lancaster: Lancaster Press, American Meteorological
Society, 1979.
 LANDSBERG, H. Storm of Balaklava and the daily weather forecast. The Scientific
Monthly. v. 79, dez 1954. p. 347-52.
 LORENZ, Edward N. A history of prevailing ideas about the general circulation of the
atmosphere. Bulletin American Meteorological Society. v. 64, n. 7, jul 1983. p. 730-34.
 MARACCHI, G. (ed.) Breve storia della meteorologia a Firenze dalle origini a oggi.
Firenze: Accademia dei Georgofili, Consiglio Nazionale delle Ricerche, Universitá degli
Studi di Firenze, 1991.
 MIDDLETON, W.E. Knowles. Chemistry and Meteorology, 1700-1825. Annals of
Science. n. 20, 1965. p. 125-41.
 ______. A history of the theories of rain and other forms of precipitation. London:
Oldbourne Book Co. Ltd., 1965.
 ______. The history of the barometer. Baltimore: The Johns Hopkins Press, 1968.
 NEBEKER, Frederik. Calculating the weather; meteorology in the 20th century. San
Diego, London: Academic Press, 1995.
 PARROCHIA, Daniel. Météores; essai sur le ciel et la cité. [Paris]: Ed. Champ Vallon,
1997.
 SANTOS, Paulo Marques dos. O Serviço Meteorológico do Instituto Astronômico e
Geofísico da Universidade de São Paulo. São Paulo: Observatório Astronômico de São
Paulo, 1964.
 SERRES, Michel. La naissance de la physique dans le texte de Lucrèce; fleuves et
turbulences. Paris: Les Éditions de Minuit, 1977.
 SUTTON, Graham. The Meteorological Office, 1855-1955. Nature. v. 175, jun 1955. p.
963-65.
Código: METR089

Disciplina: INGLÊS TÉCNICO
Carga Horária Semanal: 60h

EMENTA:
Abordagem instrumental de leitura; gêneros textuais; estudo linguístico; leitura de interesse;
leitura de temas transversais.
Código: METR051

Disciplina: PALEOCLIMATOLOGIA
Carga Horária Semanal: 60h

EMENTA:
Técnicas para reconstrução dos climas do passado: métodos de datação, testemunhos de gelo,
sedimentos marítimos e corais, dendro-climatologia, registros históricos e modelos
paleoclimáticos. Causas naturais das mudanças climáticas: erupções vulcânicas, ciclos de
Milankovitch, variações solares, mudanças na circulação oceânica. O clima através das eras
geológicas. O clima no quaternário e através da história da humanidade. Modelagem de
paleoclima e Modelagem dos efeitos do CO2.
BIBLIOGRAFIA:
 Bradley, R. S., 1999: Paleoclimatology, Reconstructing Climates of the Quaternary.

International Geophysics series, Volume 64, 613 p.
 Trenberth, K. E., 1992: Climate System Modeling. Cambridge University Press. 788
p.
 Gill, A. E., 1982: Atmosphere-Ocean Dynamics. Academic Press, 662 PP.

57
 Melo, M.L.D., Simulações de Clima para o Holoceno Médio com o MCGA do

CPTEC, com ênfase sobre a América do Sul / Maria Luciene Dias de Melo. – São
José dos Campos: INPE, 2007
 De Oliveira, P. E; Barreto, A. M. F.; Suguio, K. Late Pleistocene=Holocene climatic
and vegetational history of the Brazilian caatinga: the fossil dunes of the middle São
Francisco River. Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology, v.152, p.
319-337, 1999.
Código: METR052

Disciplina: PROFISSÃO DOCENTE
Carga Horária Semanal: 60h

EMENTA:
A constituição histórica do trabalho docente. A natureza do trabalho docente. Trabalho docente
e relações de gênero. A autonomia do trabalho docente. A proletarização do trabalho docente.
Papel do Estado e a profissão docente. A formação e a ação política do docente no Brasil. A
escola como locus do trabalho docente. Profissão docente e legislação.
BIBLIOGRAFIA:
 BARBOSA, José Isnaldo de Lima. O curso de licenciatura em física na universidade federal
de Alagoas: surgimento, mudanças e formação na opinião dos egressos. 2008. Dissertação
(Mestrado em Educação Brasileira) – Programa de Pós-graduação em Educação, UFAL,
Maceió. (Capítulos 1 e 2, p. 25-80)
 CHARLOT, Bernard. Formação dos professores e relação com o saber. Porto Alegre:
ARTMED, 2005
 CURY, Carlos Roberto Jamil. A Formação Docente e a Educação Nacional. Disponível
em:http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/conselheiro.pdf Acesso em 06 set 2011.
 DINIS, Nilson Fernandes. Educação, relações de gênero e diversidade sexual. Educação e
Sociedade, Campinas, vol. 29, n. 103, p. 477-492, maio/ago. 2008. Disponível
em: http://www.scielo.br/pdf/es/v29n103/09.pdf Acesso em: 29 ago 2011
 LÜDKE, Menga; BOING, Luiz Alberto. Caminhos da profissão da Profissionalidade
docentes. Educação e. Sociedade., Campinas, vol. 25, n. 89, p. 1159-1180, Set./Dez. 2004.
Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/es/v25n89/22616.pdf Acesso em 28 ago 2011
 MELO, Adriana Almeida Sales de; BARBOSA, José Isnaldo de Lima. Texto Selecionado
das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica,
e do Projeto Político Pedagógico da Licenciatura em Física da UFAL. PARECE 492/200
HOMOLOGADO. (Nunca foi publicado)
 TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. 3a ed. Petrópolis: Editora
Vozes, 2002
Código: METR090

Disciplina: QUÍMICA FUNDAMENTAL
Carga Horária Semanal: 60h

EMENTA:
Estrutura eletrônica dos átomos, propriedades periódicas, ligações químicas, estequiometria,
soluções, estados de agregação da matéria, equilíbrio iônico.
Código: METR054

Disciplina: TÓPICOS ESPECIAIS DE MATEMÁTICA
APLICADA
Carga Horária Semanal: 60h

EMENTA:
Álgebra de números complexos; Equações diferenciais ordinárias com coeficientes constantes;
Equações homogêneas e não homogêneas; técnicas de determinação de soluções particulares;
Séries de Fourier; Integrais de Fourier; Transformadas de Fourier e suas propriedades; Tipos
de equações diferenciais parciais de segunda ordem e suas ocorrências em Física: equação da
onda (e advecção), equação da difusão de calor e equações elípicas; Problema da difusão de
calor em uma barra com o uso das séries e transformada de Fourier.

58

BIBLIOGRAFIA:
 Kreiszig,E. 1993 Advance Engineering Mathematics, 7th Ed. John Wiley, NY, 1204 pp.
Código: METR078

Disciplina: BIOMETEOROLOGIA ZOOLÓGICA
Carga Horária Semanal: 40h

EMENTA:
Introdução à Zoologia. A Biometeorologia Zoológica: Conceito e Classificação. Estudo da
ação de variáveis meteorológicas sobre: a fisiologia e patologia dos animais; a produção de
leite, abrigo e reprodução de animais; abrigo e produção de ovos de aves; surgimento de pragas
de insetos maléficos às plantas e à saúde humana.
BIBLIOGRAFIA:

 TROMP, S. W. Biometeorology - the impact of the weather and climate on Human sand their
environment (animals and plants). Editor L.C. Thomas, Heyden & Son Ltd. 1980.

Código: METR079

Disciplina: BIOMETEOROLOGIA FITOLÓGICA
Carga Horária Semanal: 40h

EMENTA:
A Biometeorologia Fitológica: Conceito e Classificação. Introdução a Botânica; Estudo da
ação de variáveis meteorológicas sobre: a produção agrícola, as florestas, a fisiologia e as
doenças de plantas.
BIBLIOGRAFIA:

 TROMP, S. W. Biometeorology - the impact of the weather and climate on Human sand their
environment (animals and plants). Editor L.C. Thomas, Heyden & Son Ltd. 1980.

Código: METR080

Disciplina: COMPUTAÇÃO APLICADA À
METEOROLOGIA
Carga Horária Semanal: 80h

EMENTA:
Introdução ao sistema operacional Linux; Linguagem de programação Fortran; Grid Analysis
and Display System (GrADS); NCAR Command Language (NCL); Operacionalização de
processos por scripts.
BIBLIOGRAFIA:
 HEHL, M. –Linguagem de Programação Estruturada FORTRAN 77, 2a Edição, Rio de
Janeiro, MCGraw-Hill, 1986.
 ELLIS, T., PHILIPS, I., LAHEY, T. – Fortran 90 Programming, Harlow, Addison-Wesley,
1994.
 CHAPMAN, S.J. Fortran 90/95 for Scientists and Engineers, McGraw-Hill
cience/Engineering/Math; 2 edition, 2003.
 Livro de shell e Linux que tenha na biblioteca (http://www.iges.org/grads/),
(http://www.ncl.ucar.edu/)
Código: METR081

Disciplina: ENERGIA EÓLICA
Carga Horária Semanal: 60h

EMENTA:
Vento e circulação atmosférica. Tipos de vento. Variação do vento com a altura, rugosidade e
parâmetros aerodinâmicos. Camada Limite Atmosférica. Instrumentação e medidas de vento
para energia eólica. Tratamento estatístico de dados de vento. Métodos numéricos de simulação
de vento. Turbulência atmosférica e aproveitamento eólico. Participação da energia eólica na
matriz energética mundial e brasileira. Turbinas eólicas. Levantamento e mapeamento do
potencial eólico. Aspectos ambientais e econômicos.

59
BIBLIOGRAFIA:
 CUSTODIO, R. dos Santos. Energia Eólica Para Produção de Energia Elétrica. Rio de
Janeiro: Eletrobrás, 2009.
 FADIGAS, E.A.F.A. Energia Eólica. Série sustentabilidade; Editora Manole, 2012.
 PINTO, M.O. Fundamentos de Energia Eólica. Editora Ltc, 1a edição, 2013.
 LOPEZ, Ricardo Aldabo. Energia Eólica. Artliber, 2a Ed. 2012.
Código: METR082

Disciplina: ENERGIA SOLAR
Carga Horária Semanal: 60h

EMENTA:
Geração e uso de energia no Brasil e no mundo. Introdução às fontes renováveis e alternativas.
Fontes tradicionais de energia. Energia solar fotovoltaica. Energia solar térmica para geração
de eletricidade. Aquecimento e refrigeração com bombas de calor.
BIBLIOGRAFIA:
 FARRET, F. A. ; SIMÕES, M. G. Integration of alternative sources of energy. IEE Science
/ Wiley Interscience, 2006
 ROSA, A. V. Fundamentals of renewable energy processes. Academic Press, 2009
 NELSON, VAUGH. Introduction to renewable energy. CRC Press, 2011
 BOYLE, G. Renewable energy: power for a sustainable future. Oxford University Press,
2004
 FUCHS, E. F. ; MASOUM, M. A. S. Power conversion of renewable energy systems.
Springer, 2011
Código: METR083

Disciplina: METEOROLOGIA SINÓTICA POR
SATÉLITE
Carga Horária Semanal: 60h

EMENTA:
Dados de satélite. Identificação pelos dados de satélite: sistemas de grande escala (ciclones,
anticiclones, frentes, ITCZ, ZCAS, VCAN e outros), sistemas de mesoescala (CCM, linhas
de instabilidade, vórtices de ar frio e outros) e tipos das nuvens. Analise dos processos
sinóticos pelos dados de satélite. Analise alguns fenômenos adversos. Previsão de tempo
pelos dados de satélite.
Código: METR091

Disciplina: LIBRAS - LINGUA BRASILEIRA DE
SINAIS
Carga Horária Semanal: 80h

EMENTA:
Situando os estudos das línguas de sinais no campo dos estudos linguísticos, compreendendo
os processos cognitivos e linguísticos e suas relações com o cérebro e a língua de sinais.
Introdução a tópicos de linguística aplicados à língua de sinais: fonologia e morfologia.
BIBLIOGRAFIA:
 MOURA, M. C.; LODI, A. C.; PEREIRA, M. C. (Eds). Língua de sinais e educação do surdo.
Sociedade Brasileira de Neuropsicologia (SBNp). São Paulo, 1993.
 QUADROS, R. M. de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artmed,
1997.
 QUADROS, R. M. de; KARNOPP, L. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos.
Artmed: Porto Alegre, 2004.
Código: METR084

EMENTA:

Disciplina: EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Carga Horária Semanal: 40h

60
Estudo da dinâmica histórica da relação sociedade e natureza, compreendendo as tendências
recentes do movimento ambientalista, no bojo dos movimentos sociais, das teorias e das
políticas ambientais, perpassando a dimensão ambiental da educação, suas concepções,
diretrizes e ações formadoras da responsabilidade ética dos sujeitos coletivos na gestão
ambiental.
BIBLIOGRAFIA:
• BRASIL, Constituição Federal, 1988. Capítulo VI- do Meio Ambiente. Brasília, Senado
Federal, 1988 BRASIL, Congresso Nacional. Lei 9795/99: institui a Politica Nacional de
Educação Ambiental. Brasília, 1999.
• CASCINO, Fábio. Educação Ambiental: princípios, história, formação profissional. São
Paulo: Eds. SENAC, 1999.
• GRUN, Mauro. Ética e Educação Ambiental: a conexão necessária. Campinas, SP: Papirus,
1996. (Coleção Magistério. Formação e Trabalho Pedagógico) 120 p.
• MORAES, Antônio Carlos Robert. Meio Ambiente e Ciências Humanas. São Paulo,
HUCITE: 1994. 100p. MORAES, Maria Cândida. O paradigma educacional emergente.
Campinas, SP: Papirus, 1997 (Coleção Práxis) 239 p.
• QUEIROZ NETO, José Pereira de. Mudanças globais e um novo Mapa do Mundo in SOUZA,
Ma Adélia et ali. O Novo Mapa do Mundo: natureza e sociedade de hoje, uma leitura
geográfica. 3a edição. S.Paulo Editora Hucitec, 1997.
• QUINTAS, José da Silva. A formação do educador para atuar no processo de gestão
ambiental. Brasília: IBAMA (Meio Ambiente em debates, 1).
• RODRIGUES, Arlete Moyses. Novas práticas e novas matrizes discursivas. in SOUZA, Ma
Adélia et ali. O Novo Mapa do Mundo: natureza e sociedade de hoje, uma leitura geográfica.
38 edição. S. Prfiulo Paulo, Editora Hucitec, 1997.
Código: METR085

Disciplina: HISTÓRIA AFRO BRASILEIRA
Carga Horária Semanal: 40h

EMENTA:
História da África e dos Africanos. A luta dos negros no Brasil. A cultura Negra Brasileira e o
negro na formação da sociedade nacional. A contribuição do povo negro nas áreas social,
econômica, política e cultural para a formação da nação brasileira.
BIBLIOGRAFIA:
 CHIAVENATO, J. J. O negro no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1988.
 RANGER, T. O. História Geral da África. São Paulo: África Unesco: 1991 ,vol. 7
 CARDOSO, C. F.F. S. Agricultura, escravidão e Capitalismo. Petrópolis, RJ: Vozes, 1982.
 FREYRE, G. Casa grande e senzala. São Paulo: Brasiliense, 2000.
 DA MATTA, R. O que faz o Brasil, Brasil? São Paulo: Editora Rocco, 1984.
Código: METR028

Disciplina: DINÂMICA DO CLIMA
Carga Horária Semanal: 80h

EMENTA:
Climatologia moderna. Climatologia da radiação. Variáveis climáticas. Circulação
Atmosférica. Ciclo hidrológico. Problemas climáticos atuais.
BIBLIOGRAFIA:
• HARTMANN, D. L. Global physical climatology. New York: Academic Press, 1994.
• HASTENRATH, S. Climate and circulation in the tropics. Dordrecht: D. Riedel, 1985.
• HOLTON, J. R. An introduction to dynamic meteorology. 3. Ed. New York: Academic Press,
1992.
• LAMB, H. H. Climate present, past and future. vol. 1. London: Methuen & Co. Ltd., 1972.
• SELLES, W. D. Physical climatology. Chicago: Univ. Chicago Press, 1969.

61

13. ARTICULAÇÃO TEORIA-PRÁTICA
A interdisciplinaridade, compreendida enquanto estratégia conciliadora dos
domínios próprios de cada área com a necessidade de alianças entre eles, no sentido de
complementaridade e de cooperação para solucionar problemas, encontrando a melhor
forma de responder aos desafios da complexidade da sociedade contemporânea, traduzse, na prática, especialmente em disciplinas multi e interdisciplinares, como é o caso de
biometeorologia, micrometeorologia, climatologia, entre outras. É oportuno que
discentes e docentes utilizem como forma de troca de conhecimentos científicos, o
contato direto com profissionais e pesquisadores de outras áreas.
13.1 - Integração com as redes públicas de ensino
Através do programa de extensão intitulado “Atmosfera e Sociedade”, projetos são
elaborados no sentido da divulgação da Meteorologia nas redes de ensino de 1º e 2º graus.
13.2 - Integração com os sistemas locais, regionais de saúde e SUS.
No curso, essa integração começa a acontecer através de um projeto que está
sendo elaborado por um grupo de pesquisadores na área de biometeorologia, o qual
envolve a Secretaria Municipal de Saúde e a Faculdade de Medicina (FAMED/UFAL).
14. TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICs
A relação da Meteorologia com as TICs é um processo natural uma vez que o seu
principal produto, previsões do tempo e do clima, só tem valor se for disseminada
rapidamente. Para isso, as tecnologias de mídia sempre foram utilizadas.
Existem 3(três) salas de aulas equipadas com TV 40’’ para auxiliar nas aulas que demanda
informações interativas e expositivas. O curso também oferece outra sala de aula com
DATASHOW que serve como sala de multimeios, bem como existe a possibilidade do
uso de outros DATASHOW da secretaria para auxiliar nas aulas. Vale destacar ainda que
disciplinas que demanda o uso da informática e intenet poderão ser realizadas no
laboratório de informática que está sob a responsabilidade do centro acadêmico. Este
laboratório é destinado exclusivamente para os alunos de meteorologia.
O Centro Acadêmico (CA) que é o responsável por gerir o Laboratório de
informática proporcionam aos alunos a acessibilidade a equipamento de informática,
internet com velocidade de 5Gb. E tem como política de funcionamento, reestruturação e
atualização dos softwares, definida junto a Coordenação de Graduação e Direção do
Instituto.
14.1 - Mídias
a) MONITOR/TV para acompanhamento em tempo quase real das imagens de
satélite. Através desta ferramenta, os alunos podem, por exemplo, verificar a
margem de acerto da previsão do tempo:

62

 Visto na mídia (jornal, rádio, TV, internet);
 Visto durante aula prática de Meteorologia Sinótica.
b) Vídeoaulas;
c) Internet (e-mail, redes sociais, etc.);
d) Mídias removíveis (pendrive, DVD, etc.).
14.2 - Software
a) Modelos Meteorológicos de previsão do tempo e do clima;
b) GrADs (Grid Analysis and Display System). Desenvolvido especialmente para
uso na pesquisa e no ensino da Meteorologia.

15. ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
A articulação entre ensino, pesquisa e extensão é cada vez mais fundamental no dia a
dia acadêmico e constitui-se condição essencial para a produção e disseminação do
conhecimento voltado à transformação social, além de proporcionar a integração entre as
diferentes disciplinas do curso, pois através dos ensinamentos das disciplinas, será
possível aplicá-los no desenvolvimento de projetos de pesquisa e extensão.
A extensão na Universidade tem como linhas prioritárias o desenvolvimento de
programas e projetos diretamente relacionados ao ensino e à pesquisa de propostas que
se caracterizem como contribuição efetiva da Universidade ao seu entorno social e aos
movimentos sociais organizados, além de projetos que incentivem a produção e difundam
cultura. Como tal, a extensão integra o projeto pedagógico institucional e está orientada
pelos seguintes objetivos:
1. A caracterização das atividades de extensão em consonância com o entendimento
mais atual sobre o tema, conforme discussões levadas a cabo pelos fóruns de discussão
em caráter nacional;
2. O estímulo a atividades que impliquem relações multi, inter ou transdisciplinares e
interprofissionais com setores da Universidade e da sociedade;
3. O incentivo a novos meios e processos de produção, inovação e transferência de
conhecimentos, ampliando o acesso ao saber e o desenvolvimento tecnológico e social do
país;
4. O fortalecimento dos núcleos interdisciplinares;
5. O relacionamento bidirecional entre Universidade e sociedade;
6. O incentivo às atividades voltadas para o desenvolvimento, a produção e a
preservação cultural, artística e tecnológica para a afirmação do caráter nacional e de suas
manifestações regionais;
7. O apoio a programas de extensão interinstitucionais, sob a forma de consórcios,
redes ou parcerias, bem como atividades voltadas para o intercâmbio nacional e
internacional;
8. A construção e a alocação de espaços físicos destinados a atender projetos de
extensão, atividades multiculturais e de socialização;
9. A implementação das políticas que incentivem ações de empreendedorismo entre
os estudantes;

63

10. A avaliação institucional permanente das atividades de extensão universitária
como um dos parâmetros de avaliação da própria Universidade.
Desta forma, a Extensão, como via de integração entre a Universidade e a sociedade,
constitui-se como elemento capaz de operacionalizar a relação teoria e prática. As
atividades de extensão no ICAT são coordenadas pela Coordenação de Extensão, e
incluem diversos projetos responsáveis pela transferência dos conhecimentos
desenvolvidos pela Universidade para a comunidade extramuros.
A pesquisa é uma das marcas importantes do desenvolvimento acadêmico da
ICAT/UFAL, tornando-a uma referência nacional e internacional na produção de
conhecimento. Integra o projeto pedagógico institucional em estreita vinculação com os
processos de ensino e de extensão (Plano de Desenvolvimento Institucional, 2013 - 2017
da UFAL).
Em conformidade com o descrito pelo Plano de Desenvolvimento Institucional (2013
- 2017) da UFAL, a pesquisa acadêmica do ICAT/UFAL estará orientada pelos seguintes
objetivos:
1. O desenvolvimento de pesquisa básica e aplicada dentro dos níveis de excelência
estabelecidos pela Universidade;
2. A integração com a graduação e a pós-graduação, através de um projeto didáticopedagógico institucional;
3. A integração com a extensão, desenvolvendo os processos de interação com a
sociedade e incentivando a produção e difusão da cultura;
4. O atendimento a demandas sociais como reflexo da busca do desenvolvimento
humano através da transformação da realidade social e econômica;
5. A criação de uma política de pesquisa que confira agilidade na mobilização
institucional para a criação de centros ou áreas de excelência com forte potencial de
interação a partir da prospecção de demandas da sociedade;
6. O engajamento institucional em programas de inovação tecnológica objetivando a
eficiência do processo produtivo;
7. A interação como o setor produtivo, através de empresas incubadas, para a
transferência da tecnologia produzida na Universidade;
8. O aperfeiçoamento da política de transferência de tecnologia, objetivando a
valoração, o registro e a comercialização de patentes produzidas pela Universidade, tanto
no âmbito nacional como internacional;
9. A valorização dos grupos de pesquisa consolidados de alta qualidade por sua
importância na busca da excelência;
10. O reconhecimento e o apoio a estruturação de novos grupos em áreas de pesquisa
estratégica para a sociedade;
11. O incentivo ao desenvolvimento de tecnologias sociais;
12. O incentivo a criação de grupos de pesquisa interdisciplinares, tanto pela
articulação entre grupos já existentes, quanto pela criação de grupos novos;
13. O fomento a intensificação da prática de laboratórios interdisciplinares, visando a
eficiência da utilização da infraestrutura aliada à articulação entre áreas de conhecimento;
14. A atração de pesquisadores qualificados para atuar com os grupos de pesquisa da
Universidade e do ICAT, articuladamente com a política de institucionalização da oferta
de pós-doutorados;

64

15. A criação de uma política de desenvolvimento de recursos humanos voltada aos
laboratórios de pesquisa multiusuários;
16. A avaliação institucional permanente das atividades de pesquisa como um dos
parâmetros de avaliação da própria Universidade.
Em relação às pesquisas realizadas no Instituto de Ciência Atmosféricas, as principais
linhas de pesquisa são:
1) Climatologia;
2) Modelagem Atmosférica;
3) Sensoriamento Remoto;
4) Biometeorologia;
5) Meteorologia Sinótica;
6) Micrometeorologia;
7) Agrometeorologia;
8) Dinâmica da Atmosfera;
9) Poluição Atmosférica;
Em relação aos discentes do curso de Meteorologia do ICAT/UFAL, a articulação
entre ensino, pesquisa e extensão acontece através da participação dos alunos em
atividades de Monitoria, de Iniciação Científica e projetos de extensão, entre outras,
oportunizadas pela Universidade em cooperação com os órgãos de fomento como o CNPq
e a FAPEAL.
A extensão universitária será computada em pelo menos 10% da carga horária do
curso, nas seguintes formas:
a) participação do estudante em programa de extensão Institucionalizado da Unidade
Acadêmica articulando disciplinas obrigatórias e eletivas para sua execução;
b) participação em estágio curricular obrigatório e não obrigatório;
c) como trabalho de conclusão de curso;
d) participação do estudante em projetos integradores (licenciaturas);
e) atividades complementares (cursos de extensão, eventos científicos e culturais e outros
projetos oriundos da universidade e de outros setores da sociedade), devidamente
homologadas pelo Colegiado do Curso de Graduação.
16. TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO – TCC
Regulamentação do trabalho de conclusão de curso, que atende a
regulamentação prevista na RESOLUÇÃO Nº 2, DE 18 DE JUNHO DE 2007, do
Ministério da Educação.
CAPÍTULO I
DOS OBJETIVOS
Art. 1º - É objetivo do presente regulamento, normatizar todas as atividades referentes ao
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), no sentido de estabelecer regras de conduta dos
discentes para elaboração e apresentação pública do TCC.
CAPÍTULO II
DA NATUREZA, OBRIGATORIEDADE E CARGA HORÁRIA
Art. 2º - O T.C.C., para o curso de Meteorologia da UFAL, se constituirá por uma
monografia de pesquisa científica, podendo em casos especiais, tratar-se de pesquisa
bibliográfica, de acordo com as recomendações do colegiado do curso.

65

Art. 3º - É requisito obrigatório a apresentação pública (duração de 30 a 40 minutos) e a
entrega de 2 (duas) cópias da versão final do T.C.C. Sendo 1 (uma) na versão capa dura,
e 1 (uma) cópia digital em CD no formato PDF.
Parágrafo único - A versão final que trata o artigo 3 refere-se à monografia corrigida com
a ata de apresentação, devidamente preenchida pela Banca Examinadora do T.C.C., e pelo
coordenador do curso.
Art. 4º – A carga horária atribuída ao TCC será em número de 240 (duzentas) horas para
o aluno e 20 (vinte) hora para o professor orientador.
Parágrafo único - As monografias serão consideradas reprovadas, se não atingirem a nota
mínima obrigatória de 7,0 (sete).
CAPÍTULO III
DA COORDENAÇÃO
Art. 5º - A supervisão e coordenação das atividades inerentes ao TCC serão exercidas
pelo Colegiado do Curso:
I - No cumprimento das normas aprovadas;
II - No estabelecimento de normas, quanto ao plano de trabalho.
CAPÍTULO IV
DA ORIENTAÇÃO E VAGAS
Art. 6º - A todo aluno é garantida a orientação para o desenvolvimento do seu TCC.
Art. 7º - Poderão ser professores orientadores, todos aqueles que ministrarem disciplinas
da grade curricular do curso de graduação em Meteorologia da UFAL.
Art. 8º - Poderão ser coorientadores, docentes ou profissionais desvinculados do curso
de Meteorologia com a aprovação do colegiado.
Art. 9º - Os professores de que trata o artigo 7º, serão obrigados a oferecer orientação aos
alunos matriculados no TCC, pelo tempo mínimo de 01 (um) semestre.
Parágrafo único - O aluno poderá iniciar o seu TCC em qualquer época do Curso, de
acordo com seu orientador, porém, sua apresentação se dará no último semestre do curso.
CAPÍTULO V
DA INSCRIÇÃO E SELEÇÃO
Art. 10 - Os alunos farão suas inscrições no TCC, na coordenação do curso,
encaminhando o pedido em duas (02) vias, uma destinada ao orientador e outra ao
coordenador do curso.
Art. 11 - No caso da impossibilidade de aceitar o pedido, o orientador deverá fazer uma
justificativa ao colegiado.
Art. 12 - A aceitação da inscrição será efetuada pelo coordenador e comunicada ao
estudante em até 2 (dois) dias letivos da entrega do pedido de inscrição.

66

Art. 13 - Havendo existência de alunos e negativa de orientação por parte do orientador,
o colegiado deverá se reunir com o(s) aluno(s) para garantir orientação.
CAPÍTULO VI
DA CONDUÇÃO DO TRABALHO
Art. 14 – No caso de mudança de linha de pesquisa pelo orientador, esse deverá
comunicar ao coordenador do curso, apresentando a nova proposta.
Art. 15 – Para o caso de mudança de orientação, o aluno deverá informar ao coordenador
do curso sugerindo o nome do novo orientador, que por sua vez será apreciado pelo
colegiado do curso. Caso o aluno não apresente sugestão o colegiado indicará
automaticamente um novo nome para orientação.
Art. 16 – Na condução dos trabalhos, caso o orientando não siga as recomendações de
seu orientador, quanto ao cronograma de atividades preestabelecidas, o orientador poderá
informar ao coordenador do curso a sua recusa em continuar orientando o aluno.
Art. 17 – O aluno poderá pedir substituição do orientador ao coordenador do curso, no
caso deste negligenciar a orientação ou se ausentar da responsabilidade dessa, devendo o
aluno comprovar a uma das referidas situações.
CAPÍTULO VII
DA APRESENTAÇÃO DO TRABALHO
Art. 21 - O orientador encaminhará ao coordenador do curso uma solicitação a qual
deverá conter a indicação de 3 (três) nomes que irão compor a Banca Examinadora (B.E.)
que deverá julgar a apresentação pública do TCC. Neste documento, deverá conter ainda
a data da apresentação pública do TCC, nome do aluno e do orientador, e título da
monografia.
Art. 22 - A solicitação de que trata o artigo 21 deverá ser acompanhada de 3(três) cópias
da monografia (TCC), em versão definitiva com encadernação provisória, ao coordenador
do curso, que as entregará no prazo máximo de 3 (três) dias letivos aos membros da B.E.
§1º – O prazo máximo para à apresentação pública do TCC será até a penúltima semana
de aulas do período letivo em curso.
§2º- Somente as monografias entregues dentro do prazo estabelecido conforme o artigo
22, parágrafo 1º, que serão apreciadas pelo colegiado no respectivo semestre letivo.
Art. 23 - O julgamento do TCC será realizado mediante a Banca Examinadora de que
trata o art. 21.
Art. 24 - A versão final da monografia, com as correções efetuadas pela B.E., deverá ser
encaminhada pelo orientador à coordenação do curso, conforme o artigo 3º, até o último
dia de aula do período letivo em curso.
Parágrafo único - O coordenador se responsabilizará pela colocação da nota do TCC no
sistema acadêmico; encaminhamento da versão em capa dura à biblioteca central da
UFAL; divulgação da versão digital nos meios disponíveis.

67

CAPÍTULO VIII
DA BANCA EXAMINADORA E AVALIAÇÃO DO TCC
Art. 25 - Cada membro da B.E. julgará:
a) A apresentação pública do TCC;
b) O conteúdo da monografia apresentada;
c) O domínio do conteúdo apresentado.
Parágrafo único - Após o julgamento, a B.E. atribuirá uma nota de 0 (zero) a 10 (dez) a
cada item acima descrito e, como nota final, será atribuída ao aluno, a média aritmética
das notas obtidas.
Art. 26 - Ao final do julgamento do TCC, o presidente da B.E. entregará ao coordenador
do curso a ata de apresentação pública devidamente preenchida; ao formando, as cópias
das monografias para a inclusão das sugestões dos membros da B.E (caso haja), afim de
obter a sua monografia final que trata o artigo 24.
Art. 27 – O orientador ficará responsável por averiguar as correções finais sugeridas pela
B.E. antes da entrega ao coordenador da versão final.
CAPÍTULO IX
DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS
Art. 28 - Tanto o orientador como o orientado terá o direito de desistir do trabalho em
qualquer uma de suas fases.
Art. 29 - Os casos omissos serão resolvidos pelo colegiado.
Art. 30 - Este regimento poderá ser modificado a critério do colegiado no exercício de
suas funções.
Art. 31 – Anualmente o coordenador do curso divulgará o calendário de atividades do
TCC.
17. ESTÁGIO SUPERVISIONADO
O documento “Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) do curso de graduação
em Meteorologia, bacharelado” – parecer CNE/CES Nº 4/2008, aprovado em 06/08/2008
– estabelece no Art. 7º que o Estágio Supervisionado é componente curricular obrigatório,
indispensável à consolidação dos desempenhos profissionais desejados, inerentes ao
perfil do formando, devendo cada instituição, por seus colegiados próprios, aprovar o
correspondente regulamento, com suas diferentes modalidades de operacionalização.
O Estágio de que trata este artigo poderá ser realizado na própria instituição, e
deverá estar estruturado e operacionalizado de acordo com a regulamentação própria,
aprovada pelo conselho competente, podendo, também, contemplar convênios com outras
entidades ou instituições, importando, em qualquer caso, na supervisão das atividades e

68

na elaboração de relatórios que deverão ser encaminhados à Coordenação de Estágio das
IES, para a avaliação pertinente.
As atividades do Estágio Supervisionado deverão ser reprogramadas e
reorientadas de acordo com os resultados teórico-práticos gradualmente revelados pelo
aluno, até que os responsáveis pelo estágio curricular possam considerá-lo concluído,
resguardando, como padrão de qualidade, os domínios indispensáveis ao exercício da
profissão.
O Estágio Curricular do Curso de Graduação em Meteorologia é componente
obrigatório, indispensável à consolidação do desempenho profissional. Proporciona a
complementação do ensino e da aprendizagem, através de atividades práticas,
proporcionando a oportunidade de vivenciar problemas em situações reais de trabalho nas
áreas temáticas do curso e aplicar os conhecimentos adquiridos, ampliando a formação
do estudante.
O estágio supervisionado terá uma jornada de trabalho de no máximo 4 horas
diárias ou 20 (vinte) horas semanais, compatível com o horário escolar, sendo sua duração
de 100 (cem) horas, a partir do 4º semestre (diurno) e 5º semestre (noturno).
O estágio curricular pressupõe planejamento, acompanhamento, avaliação e
validação pela instituição de ensino, em comum acordo com a instituição ou órgão
concedente.
A supervisão do estágio será realizada por um profissional com formação e
experiência comprovada na área de concessão do estágio, indicado pela instituição ou
órgão concedente e por um professor do curso que orientará o aluno de forma a obter um
melhor desempenho possível na execução das atividades previstas no plano de trabalho.
O estágio supervisionado obedecerá a um plano de atividades elaborado pelo
aluno em conjunto com o orientador e o supervisor e entregue ao Coordenador de Estágio.
Após a conclusão do estágio, o aluno deverá elaborar um relatório final, onde
registrará as atividades e ações vivenciadas na instituição ou órgão onde permaneceu,
conforme norma de elaboração aprovada pelo Colegiado do Curso. O relatório final
deverá ser aprovado pelo supervisor e pelo orientador, de modo a atender a legislação do
MEC (CNE/CES Nº 4/2008).

17. POLÍTICA DE INCLUSÃO
Com base no PDI 2013 - 2017 da UFAL, o ingresso na UFAL é efetivado por meio
de processo seletivo, sendo a prova do ENEM o meio de seleção e a plataforma SISu/MEC
(Sistema de Seleção Unificada) o meio de inscrição, respeitados os critérios de cotas em

69

vigor, DECRETO Nº 7.824 DE 11 DE OUTUBRO DE 2012 da Presidência da República,
que regulamenta as cotas para estudantes do ensino médio em redes públicas, renda per capita,
pretos, pardos e indígenas. A Universidade poderá adotar outros processos de seleção,
simplificados ou não, para o preenchimento de vagas ociosas ou em casos de convênios
firmados no interesse público. Dentre outros, aqueles que dizem respeito à formação de
professores que atuam na rede pública de ensino e à formação de gestores públicos. Em todos
os casos, a igualdade de oportunidade de acesso é garantida por meio de editais.

No sentido de política de inclusão o curso de meteorologia bacharelado tem a sua
disposição uma sala de aula no pavimento térreo que possibilita a inclusão de alunos com
dificuldades de locomoção e cadeirantes. Existe também o Núcleo de Acessibilidade da
UFAL, que tem como objetivo identificar os alunos com algum tipo de deficiência para
prestar um tratamento diferenciado a esse aluno.
Em conformidade com o Decreto No 5.626, de 22 de Dezembro de 2005 da
Presidência da República, fica previsto na Matriz Curricular a disciplina LIBRAS (Língua
Brasileira de Sinais) como disciplina eletiva.

19. PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE (PAD)
19.1 - Apresentação
O PAD será implementado para aprimorar o trabalho desenvolvido pelos
acadêmicos, no sentido de promover o sucesso de ensino-aprendizagem e a integração de
sua vida acadêmica.
O objetivo do PAD é propiciar uma nova relação entre alunos, diretoria,
coordenação, professores e colaborares, buscando o atendimento individual ao aluno,
buscando identificar os obstáculos estruturais e funcionais ao pleno desenvolvimento do
processo educacional, prestando informações aos órgãos competentes, aos quais solicita
providências e propõe soluções. Esses atendimentos são prestados por professores
designados para compor um plantão de atendimento junto ao PAD.
O PAD é um programa de apoio acadêmico previsto no item 4 . 1 . 3 do PDI
2013-2017 da UFAL, decorrente da Política Institucional de Ensino, prevista no Projeto
Pedagógico do Curso (PPC), que é parte integrante do Projeto Pedagógico Institucional
(PDI) vigente, recomendado pela Secretaria de Educação Superior do Ministério da
Educação (SESu/ MEC).
19.2 - Atribuições
 Identificar e minimizar as lacunas que os alunos trazem do ensino médio,
promovendo mecanismos de nivelamento e oferecendo condições para
aprendizagens significativas;
 Identificar e minimizar os problemas de ordem psicopedagógico que interfiram na
aprendizagem;
 Encontrar alternativas para os problemas de ordem financeira e outros que

70






impossibilitem a permanência no curso, reduzindo os casos de evasão;
Oferecer acolhimento especial aos novos alunos, viabilizando a sua integração ao
meio acadêmico;
Propor atividades extraclasse que envolvam cultura, criatividade, esporte e lazer;
Realizar encaminhamento psicológico/médico em casos que exijam tratamento
específico;
Propor atividades, reflexões e aperfeiçoamento ao docente quanto à compreensão
de comportamentos advindos de condições adversas, as quais possam influenciar
no processo de ensino-aprendizagem.

19.3 - Serviços oferecidos
Nivelamento
O Programa de Nivelamento (PN) é um dos programas de apoio aos discentes do
ICAT, que propicia aos alunos com deficiência na sua formação de base o acesso ao
conhecimento básico em disciplinas de uso fundamental na Meteorologia.
O principal objetivo do nivelamento é oferecer aos participantes uma revisão de
conteúdos, proporcionando a apropriação de conhecimentos esquecidos ou não
aprendidos.
O PN é um procedimento de apoio ao estudo e uma atividade pedagógica de
fundamental importância para a formação dos alunos. Por meio do PN visa-se contribuir
para a superação das lacunas herdadas do ensino médio, de modo que os acadêmicos
realizem um curso superior de qualidade.
O Nivelamento propõe como atividades pós-avaliação: aulas em grupo,
exercícios e monitoria especializada.
O programa será oferecido especialmente aos alunos do 1º período do curso,
podendo se estender aos alunos de outros períodos, caso sejam identificas situações
especiais que necessitem de tal acompanhamento.
19.4 - Apoio Pedagógico
O coordenador de curso é naturalmente o principal orientador acadêmico dos alunos,
orientando-os tanto em questões acadêmicas gerais, como seus interesses e dificuldades
no curso; motivação para pesquisa e extensão; possibilidades de atividades
complementares etc.; questões pedagógicas mais específicas, a exemplo da orientação da
matrícula; dificuldades com professores e colegas; problemas de acompanhamento em
disciplinas; dificuldades de aprendizagem, dentre outras.
O papel da Coordenação junto ao PAD tem como objetivo apoiar e acompanhar o
desenvolvimento das atividades de ensino-aprendizagem dos alunos, bem como assessorar
o corpo docente quanto às práticas pedagógicas adequadas ao processo de ensinoaprendizagem.
19.5 - Apoio Psicopedagógico
O principal objetivo do apoio psicopedagógico é orientar e auxiliar os alunos para
a resolução de problemas acadêmicos e de relacionamento interpessoal que interferem no
processo de aprendizagem, desenvolvimento pessoal e profissional.

71

A orientação pedagógica propõe trabalhar as dificuldades de aprendizagem e a
diversidade de fatores que contribuem para tal, podendo ser de origem orgânica, cognitiva,
emocional, social ou pedagógica. Desta forma, para se conhecer as causas do problema, é
de grande valia a busca pela atenção diferenciada ao aluno.
Através deste processo realizar-se-á junto ao indivíduo uma coleta de informações
utilizando-se de técnicas específicas. Estas informações proporcionarão o entendimento
das reais causas que interferem no processo de ensino-aprendizagem.
20. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
Considerando as determinações contidas na Portaria MEC nº. 147/2007, de
02/02/2007, bem como a Resolução CONAES nº. 01/2010 e o Parecer nº. 04/2010, de
17/06/2012, da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior – CONAES, que
tratam da normatização, dos princípios, da criação e da finalidade do Núcleo Docente
Estruturante; considerando os artigos 25 e 26 do Regimento Geral da UFAL, que tratam
da composição e das atribuições dos Colegiados dos Cursos de Graduação da UFAL.
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) é o órgão consultivo e propositivo em
matéria acadêmica, de apoio e assessoramento ao Colegiado, sendo formado por docentes
da respectiva Unidade Acadêmica para acompanhar e atuar no processo de concepção,
consolidação, avaliação e contínua atualização do Projeto Político Pedagógico do Curso.
Tendo as seguintes atribuições:
I. Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
II. Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino
constantes no currículo;
III. Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão,
oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e
consoantes com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso;
IV. Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
Graduação.
A composição do NDE deverá observar as seguintes proporções, e serão
designados em Portaria do Reitor:
I. Ser constituído por um mínimo de 05 (cinco) professores pertencentes ao corpo docente
do curso, preferencialmente graduados na área do respectivo curso;
lI. Ter pelo menos 60% (sessenta por cento) de seus membros com titulação acadêmica
obtida em programas de pós-graduação Stricto Sensu;
III. Ter pelo menos 20% (vinte por cento) de seus membros em regime de trabalho de
tempo integral.

72

Os membros do NDE devem ter mandato de, pelo menos, 03 (três) anos, sendo adotadas
estratégias de renovações parciais, de modo a assegurar a continuidade no pensar
pedagógico do curso. O Coordenador do NDE será escolhido por seus pares, cabendo-lhe
as seguintes atribuições:
I. Convocar e presidir as reuniões, com direito a voto, inclusive o de qualidade;
II. Encaminhar as propostas do NDE;
III. Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser tratada pelo NDE;
IV. Designar um representante do NDE para secretariar e lavrar as atas.
O NDE deverá reunir-se, ordinariamente, ao menos uma vez a cada bimestre e,
extraordinariamente, sempre que convocado pelo seu coordenador, por dois terços dos
seus membros ou pelo colegiado de curso.
Atualmente o NDE é composto pelos seguintes membros:
Tabela 06: Composição do Núcleo Docente Estruturante, conforme portaria de No. 002
do ICAT/UFAL, de 24 de abril de 2012.
Membros
Titulação
Regime de trabalho
Rosiberto Salustiano da Silva Júnior
Doutor
Dedicação Exclusiva
José Clênio Ferreira de Oliveira
Mestre
Dedicação Exclusiva
Roberto Fernando da Fonseca Lyra
Doutor
Dedicação Exclusiva
Maria Luciene Dias de Melo
Doutora
Dedicação Exclusiva
Heliofábio Barros Gomes
Doutor
Dedicação Exclusiva
SUPLENTE
Manoel Ferreira do Nascimento Filho
Doutor
Dedicação Exclusiva
20. COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO
O curso de Meteorologia Bacharelado (Diurno e Noturno) é conduzido pelo
colegiado de graduação, através de reuniões ordinárias dos seus membros, participação
nas instâncias do Instituto de Ciências Atmosféricas (ICAT), como o conselho da unidade
e a câmara acadêmica, participação no Fórum dos colegiados da Ufal, organizado pela
Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), ações de apoio ao estudante, sobretudo no ingresso
da universidade, como o curso de nivelamento e o programa de apoio ao discente (PAD),
entre outros. Cabe destacar que a direção do ICAT dá o suporte necessário ao bom
funcionamento do Instituto, procurando proporcionar uma excelente condição estrutural
e de recursos humanos, no sentido de beneficiar os cursos de graduação e pós-graduação
em meteorologia. A gestão atual do colegiado iniciou em janeiro do ano de 2013. Cabe
destacar também a estreita relação entre a Pós-Graduação e a graduação, haja vista que a
maioria dos professores envolvidos na graduação estão também envolvidos na pósgraduação, contudo existe a política entre os colegiados de graduação e pós-graduação no

73

sentido de não sobrecarregar o professor na carga horária semestral. Outro exemplo da
relação estreita é o de que a maioria dos alunos do curso de meteorologia possuem bolsa
de iniciação científica estão inseridos em projetos de pesquisa da pós-graduação.
O colegiado do curso de graduação, nos termos do Art. 25 do Regimento Geral da
UFAL, está vinculado ao Instituto de Ciências Atmosféricas que tem por objetivo
coordenar o funcionamento acadêmico do curso, seu desenvolvimento e avaliação
permanente, sendo compostos de:
I – Cinco (5) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos suplentes, que
estejam no exercício da docência, eleitos em consulta efetivada com a comunidade
acadêmica, para cumprir mandato de dois (2) anos, admitida uma única recondução;
II. Um (1) representante do Corpo Discente e seu respectivo suplente, escolhido em
processo organizado pelo respectivo Centro ou Diretório Acadêmico, para cumprir
mandato de 1(um) ano, admitida uma única recondução;
III. Um (1) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo suplente,
escolhidos dentre os Técnicos da Unidade Acadêmica, eleito pelos seus pares, para
cumprir mandato de dois (2) anos, admitida uma única recondução.
O coordenador e seu suplente, serão escolhidos pelo colegiado dentre os docentes
que o integram, e designados por ato do Reitor.
São atribuições do colegiados do curso de graduação:
I. Coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento dos Projetos Pedagógicos dos
Cursos, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, no perfil do profissional
desejado e nas características e necessidades da área de conhecimento e regionais, tendo
em vista as necessidades do mercado de trabalho e da sociedade em geral;
II. Coordenar o processo de ensino e de aprendizagem, promovendo a integração docentediscente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da ação docente com os planos de
ensino, com vistas a formação profissional planejada;
III. Coordenar o processo de avaliação dos Cursos, em termos dos resultados obtidos,
executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as alterações que se fizerem
necessárias;
IV. Colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;
V. Emitir parecer sobre pedidos de aproveitamento de disciplina por equivalência,
trancamento de matricula, transferência de alunos e de desligamento de alunos do curso;
VI. Colaborar com o cumprimento das decisões dos órgãos superiores sobre matérias
relativas ao corpo discente;

74

VII. Analisar e emitir parecer sobre os processos e requerimentos que lhe forem
submetidos;
VIII. Exercer outras atribuições compatíveis.
O colegiado do curso de graduação atuará de forma articulada com os Colegiados
dos Programas de Pós-graduação e de Extensão.
E incumbência do Conselho do Instituto de Ciências Atmosféricas aprovar as
normas gerais para o processo de eleição dos membros do colegiado do curso de
graduação.
O colegiado do curso irá se reunir ordinariamente uma vez por trimestre ou,
extraordinariamente, sempre que convocados pelos seus Coordenadores ou pela maioria
simples de seus membros.
Atualmente de acordo com o oficio No. 03/2013/ICAT/UFAL (25 de Janeiro de
2013), o colegiado do curso é composto pelos seguintes membros.

Tabela 07: Composição do Colegiado do Curso de Graduação em Meteorologia, oficio
No. 03/2013/ICAT/UFAL (25 de Janeiro de 2013).
Membros
Titulação
Regime de trabalho
Prof. Rosiberto Salustiano da Silva Júnior
Doutor
Dedicação Exclusiva
Prof. José Clênio Ferreira de Oliveira
Mestre
Dedicação Exclusiva
Prof. Roberto Fernando da Fonseca Lyra
Doutor
Dedicação Exclusiva
Prof. Marcos Antonio Lima Moura
Doutor
Dedicação Exclusiva
Prof. Heliofábio Barros Gomes
Doutor
Dedicação Exclusiva
José Cley de Oliveira
Representante Técnico-Administrativo
Carlos Denyson
Representante Estudantil
Suplentes
Profa. Natália Fedorova
Doutora
Dedicação Exclusiva
Prof. Manoel Ferreira do Nascimento Filho
Doutor
Dedicação Exclusiva
Prof. Ricardo Sarmento Tenório
Doutor
Dedicação Exclusiva
Prof. Frederico Tejo Di Pace
Doutor
Dedicação Exclusiva
Prof. Vladimir Levit
Doutor
Dedicação Exclusiva
Dario Albuquerque Lima
Representante Técnico-Administrativo
Juliete Baraúna dos Santos
Representante Estudantil
22. AVALIAÇÃO
22.1 - Avaliação da aprendizagem
A avaliação é realizada através de provas escritas, exercícios realizados em sala
de aula, exercícios extra sala de aula, seminários com apresentação pública, monografias
sobre conteúdo das disciplinas, estudos individuais, estudos em grupos, avaliação do
desempenho do aluno em aulas práticas e trabalho de campo.

75

22.2 - Avaliação do ensino
A direção do Instituto de Ciências Atmosféricas (ICAT) se encarregará em
compor uma comissão interna que terá como objetivo executar o trabalho anual de
autoavaliação do curso de graduação em meteorologia. Fica ainda a referida comissão
com o compromisso de apresentar um relatório final a coordenação do curso, apontando
os pontos positivos e negativos do curso para conhecimento e devidas providências.
A avaliação do ensino e aprendizagem será feita através do preenchimento de
formulários, por parte de alunos, professores e técnicos administrativos, estes formulários
serão elaborados pelo ICAT ou pela comissão de autoavaliação, no qual pode ser aplicado
por 1(um) de seus representantes na secretária ou sala de aula. Além dessa forma, a
avaliação do ensino também é efetuada por meio da comunicação entre o Centro
Acadêmico (ou diretamente pelos alunos envolvidos) e o colegiado do curso, na figura
do coordenador do curso, sobre eventuais condutas acadêmicas impróprias ao processo
do ensino.
22.3 - Avaliação Externa
As visitas periódicas da comissão designada pelo Ministério da Educação (MEC) quando
necessárias, será a principal avaliação externa. Outra forma de avaliação externa é o ENADE
(Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), pois de acordo com a Portaria Normativa nº 40
de 12 de dezembro de 2007, Art. 33-D, o ENADE integra o Sistema Nacional de Avaliação da
Educação Superior (Sinaes), tem como objetivo aferir o desempenho dos estudantes em relação
aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares do respectivo curso de
graduação, e as habilidades e competências em sua formação.
Os resultados finais das avaliações externas serão analisados em reuniões do colegiado
do curso de graduação e núcleo docente estruturantes, no sentido de tomada de decisão para tentar
sanar as fragilidades detectadas pelos avaliadores externos. As deliberações frutos das reuniões
serão enviadas para os órgãos competentes dentro da UFAL.

23. CONDIÇÕES DE VIABILIZAÇÃO DO CURSO
23.1 - Infraestrutura
O curso dispõe de 6 (seis) salas de aula, todas climatizadas e com quadro branco,
contando com sistema de TVs LCD nas salas 6C e 6D. Ademais, projetores multimídia
são disponibilizados aos docentes na secretaria.
A área das salas varia entre 30,9 m2 a 77,8 m2 (tabela 1). A sala denominada
“multimeios” é também usada para seminários, palestras, mini cursos, defesa de
dissertação de mestrado e trabalho de conclusão de curso, dentre outras atividades. Há
ainda uma sala de aula no Sistema de Radar Meteorológico de Alagoas (SIRMAL),

76

climatizada e equipada com quadro branco e projetor multimídia. Essa sala também é
usada para defesa de dissertação de mestrado e trabalho de conclusão de curso.
As salas dos docentes estão equipadas com computadores, notebooks, impressora e
são todas climatizadas. A maioria delas são constituídas por dois ambientes que servem
de laboratório para alunos de Graduação, PIBIC e Pós-Graduação, dependendo da
quantidade de alunos por docente.

Tabela 08: Salas de aula do curso de Meteorologia/ICAT
Ponto
LOCAL
Mesa
PC
de Rede
Sala de aula - 6A
2
1
0
Sala de aula - 6B
1
0
0
Sala de aula - 6C
1
1
0
Sala de aula - 6D
1
0
0
Sala de aula - 6E
1
1
0
Sala de aula (multimeios)
2
2
1
Sala de aula (multimeios)
2
2
1
SIRMAL

Projetor

TV

0
0
0
0
0
1

0
0
1
0
0
0

Área
(m2)
37,8
39,8
37,7
43,1
30,9
77,8

1

1

30,0

Quanto aos técnicos, o Instituto dispõe de um Secretario; um Secretário do Curso
de Graduação; Um Secretário do Curso de Pós-Graduação e 3 bolsistas trabalho para dá
assistência aos três turnos que o Instituto funciona. Pela manhã funcionam a PósGraduação e à tarde e à noite o curso de Graduação semestral.
Gabinetes de Trabalho para Professores em Tempo Integral (TI) e laboratórios
O curso dispõe de 15 gabinetes para os professores com área total de 410,6m2 o
que dá em média 24,15m2 por professor. Dois destes gabinetes ficam fora do prédio
(bloco 9, anexo) onde funciona o ICAT, dentro do Campus Universitário. Dos 13 que
funcionam no ICAT, 2 são ocupados por 2 docentes (compartilhados). O espaço ocupado
por cada professor, geralmente é dividido em dois ambientes. Um que funciona como
gabinete do professor e o outro como laboratório de pesquisa e para fins didáticos.

8
2
5
1
7

Compt. (PC)

0
0
1
1
0

6
2
8
3
7

Impressora

Frederico Tejo Di Pace
Georgenes Hilário Cavalcante Segundo
Hélio Soares Gomes
Heliofabio Gomes
Humberto Alves Barbosa

Mesa

Nome

Bancada

Tabela 09: Gabinetes de trabalho dos docentes do curso de Meteorologia lotados no
ICAT.

Gabinete

1
0
2
1
1

7,9
8,0
7,8
8,6
19,4

Área (m2)
Labora- Total
tório
12,0
19,9
0,0
8,0
12,3
20,1
0,0
8,6
0,0
19,4

77

José Clênio Ferreira de Oliveira
0
3
José Leonaldo de Souza*
3
4
Luiz Carlos Baldicero Molion
3
2
Manoel F. do Nascimento Filho
3
3
Marco Antonio Maríngolo Lemes
0
1
Marcos Antônio Lima Moura
2
2
Maria Luciene Dias de Melo
2
1
Natalia Fedorova
2
6
Ricardo Ferreira Carlos de Amorim
2
1
Ricardo Sarmento Tenório*
1
2
Roberto Fernando da Fonseca Lyra
1
6
Rosiberto Salustiano da S. Junior
1
2
Vladimir Levit**
TOTAL
22,0 56,0
* - fora das dependências do ICAT
** - compartilha com a sala com Natalia Fedorova

2
6
9
2
1
6
6
4
6
6
6
2

1
2
4
1
0
1
1
0
1
2
3
1

82,0 22,0

7,0
24,5
7,8
28,7
9,7
19,7
20,1
20,0
6,1
36,0

0,0
17,6
12,3
0,0
0,0
19,7
0,0
26,7
11,9
0,0

12,18
9,0

31,72
11,2

252,4

155,3 407,7

7,0
42,1
20,1
28,7
9,7
39,3
20,1
46,6
17,9
36,0
43,9
20,2

Espaço de trabalho para a coordenação
Uma sala para coordenação com 20m2 e uma secretaria devidamente equipada com
material de expediente e computadores.

Espaço de trabalho para atuação dos órgãos administrativos
Uma sala de aproximadamente 25m² destinada a reuniões; em dimensões similares, uma
sala para a Coordenação de Extensão e uma sala para a Coordenação da Unidade
Acadêmica.

23.2 - Docentes
O curso de Graduação em Meteorologia da UFAL apresenta um corpo docente
de 18 (dezoito) professores todos com pós-graduação, a maioria deles (15) com
doutorado, conforme Tabela 10.

Tabela 10: Docentes do curso de Graduação em Meteorologia, titulação máxima e
instituição da qual obteve a titulação.
Instituição de
Nome
Titulação
Formação
Frederico Tejo Di Pace
Doutor
UFPB
Georgenes Hilário Cavalcante Segundo

Doutor

UFF

Humberto Alves Barbosa

Doutor

UA/USA

Heliofabio Barros Gomes

Doutor

UFPB

Especialista

UFPB

Helio Barros Gomes

78

José Clênio Ferreira de Oliveira

Mestre

UFPB

José Leonaldo de Souza

Doutor

UNESP

Luiz Carlos Baldicero Molion

Doutor

UW/USA

Manoel F. do Nascimento Filho

Doutor

UPS/FR

Marco Antonio M. Lemes

Mestre

UW/USA

Marcos Antônio Lima Moura

Doutor

UNESP

Maria Luciene Dias de Melo

Doutor

INPE

Natalia Fedorova

Doutor

CHM/RUSSIA

Ricardo Ferreira C. de Amorim

Doutor

UNESP

Ricardo Sarmento Tenório

Doutor

UPS/FR

Roberto Fernando da Fonseca Lyra

Doutor

UPS/FR

Rosiberto Salustiano da S. Junior

Doutor

USP

Vladmir Levit

Doutor

IFM/RUSSSIA

23.3 Técnicos Administrativos
A unidade Acadêmica dispõe de 6 (seis) técnicos administrativos e 5 (cinco) bolsistas que
auxiliam os serviços de secretaria durante os turnos matutino, vespertino e noturno, dos
quais 2 técnicos e 2 bolsistas são destinados especificamente às atividades de graduação.

23.4 - Instalações
Os laboratórios estão contemplados no item infraestrutura (23.1), tabelas 1, 2, 3.

23.5 - Recursos materiais
Os recursos materiais são abordados no item infraestrutura (23.1), tabelas 1, 2, 3.

24. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Será obrigatório o cumprimento de 150 horas de atividades complementares,
tendo como principal objetivo complementar a formação e aperfeiçoamento dos alunos
de meteorologia, tais atividades podem serem cumpridas com disciplinas eletivas,
monitoria, iniciação científica, extensão, estágio não obrigatório, cursos diversos,
participação em congresso, seminário e outros, sendo computadas na carga horária da
parte flexível, desde que aprovada pelo colegiado do curso, conforme proposta abaixo.
Todos os alunos terão que cumprirem no mínimo 80 (oitenta) horas das atividades
complementares com disciplinas eletivas.
GRUPO 1 - ATIVIDADES DE ENSINO – FLX 001

79

Subgrupo
Atividade
Aproveitamento
1
Disciplina eletiva da grade Aproveitamento integral da carga horária,
curricular do curso de desde que o aluno tenha sido aprovado.
meteorologia.
Discriminar no Histórico Escolar código e
nome das Disciplinas e as notas obtidas
2
Monitoria,
Bolsa
de Aproveitamento máximo da carga horária da
Trabalho.
disciplina objeto da monitoria, mediante
relatório do professor orientador. Deverá
constar no Histórico Escolar a atividade, o
nome da Disciplina e a carga horária
consignada. Por decisão do colegiado do
curso de Meteorologia, as Bolsas e Estágios
nas áreas de concentração do curso terão
aproveitamento integral, fora da área, terão
apenas 20% da carga horária total.
GRUPO 2 - ATIVIDADES DE EXTENSÃO – FLX 002
Subgrupo
Atividade
Aproveitamento
1
Disciplinas ofertadas por Consignação integral da carga horária, desde
outros cursos da UFAL, que que o aluno tenha sido aprovado.
não integrem a grade
curricular do Curso, sob
forma de disciplina isolada.
Participação em Simpósios, Aproveitamento da carga horária pelo
2
Congressos,
Seminários, Colegiado do Curso, mediante certificado de
Encontros,
Palestras, frequência e tipo de participação. Por decisão
Conferências,
Debates, do colegiado do curso de Meteorologia, terão
Mesas-Redondas, Jornadas, aproveitamento integral apenas aqueles que
Mini-Cursos, Workshops e apresentarem trabalhos ou coordenarem
outros.
eventos, os demais participantes com
frequência comprovada, terão 20% da carga
horária total.
Feiras, Exposições e outras Aproveitamento da carga horária pelo
3
atividades de extensão.
Colegiado de Curso, mediante certificado de
participação. Por decisão do colegiado do
curso de Meteorologia, terão aproveitamento
integral apenas aqueles que coordenarem estes
eventos ou apresentarem trabalhos, os demais
participantes com frequência comprovada,
terão 20% da carga horária total.
GRUPO 3 - ATIVIDADES DE PESQUISA – FLX 003
Subgrupo
Atividade
Aproveitamento
Iniciação Científica e PET.
Aproveitamento da carga horária pelo
1
Colegiado de Curso, mediante Relatório de
desempenho do Professor Orientador,
responsável pela atividade. Por decisão do
colegiado do curso de Meteorologia, terão
aproveitamento
integral
aqueles
que
apresentarem
trabalhos
na
área
de
concentração do curso, fora da área, terão
apenas 20% da carga horária total.

80

2

Outras
atividades
pesquisa.

de Aprovada pela Coordenação de Pesquisa.

GRUPO 4 – ATIVIDADES DE REPRESENTAÇÃO ESTUDANTIL – FLX 004
Subgrupo
Atividade
Aproveitamento
Participação em Entidades Aproveitamento da carga horária pelo
1
Estudantis.
Colegiado de Curso, mediante relatório ou
declaração da atividade realizada. (1 hora para
cada mês de atividade no Centro Acadêmico).
Colegiado de Curso.
Aproveitamento da carga horária pelo
2
Colegiado de Curso, mediante relatório ou
Câmaras Departamentais
3
declaração (1 hora para cada Reunião
Conselhos de Centro
4
participada).
Conselhos Superiores
5
OBS.: O colegiado do curso de Meteorologia somente analisará os processos nos quais,
aos certificados dos eventos, estejam anexados os programas ou declaração contendo a
carga horária total de participação do aluno em cada evento.
25 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CNE/CES Nº 4/2008, aprovado em 06/08/2008, Estágio Supervisionado,
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/2008/rces004_08.pdf,
acessado
em
21/08/2014.
ESTATUTO
E
REGIMENTO
GERAL
DA
UFAL
2006,
http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/estatuto-eregimento/Estatuto_Regimento_Ufal.pdf, acessado em 19/08/2014.

DECRETO No. 5.626, 22 DE DEZEMBRO DE 2005, Disciplina de LIBRAS,
www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm, acessado em
21/08/2014
MANUAL
DO
ENADE
2014,
http://download.inep.gov.br/educacao_superior/enade/manuais/manual_enade_2014_1.
pdf, acessado em 19/08/2014.
PLANO DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL DA UFAL 2013-2017,
http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/plano-de-desenvolvimento/20132017, acessado em 19/08/2014.
PROJETO
PEDAGÓGICO
DA
UFAL
2008,
file:///C:/Users/rosiberto/Downloads/PPI%20COMPLETO%20VERSaO%20FINAL.pd
f, acessado em 19/08/2014.
RESOLUÇÃO Nº 1, DE 17 DE JUNHO DE 2004, Institui Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e
Cultura
Afro-Brasileira
e
Africana,
http://www.prograd.ufba.br/Arquivos/CPC/res012004.pdf, acessado em 22/08/2014.
RESOLUÇÃO Nº 2, DE 18 DE JUNHO DE 2007, Carga horária mínima e procedimentos
relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na
modalidade presencial, http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/2007/rces002_07.pdf,
acessado em 19/08/2014.

81

RESOLUÇÃO Nº 4, DE 6 DE AGOSTO DE 2008, Diretrizes Curriculares de
Meteorologia, http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/2008/rces004_08.pdf, acessado
em 19/08/2014.

ANEXO 1: INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO
APRENDIZAGEM
QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO
RELACIONE AS DISCIPLINAS EM CURSO
Disciplina 1:
Disciplina 2:
Disciplina 3:
Disciplina 4:
Disciplina 5:
Disciplina 6:
Disciplina 7:
Disciplina 8:

Cód.:
Cód.:
Cód.:
Cód.:
Cód.:
Cód.:
Cód.:
Cód.:

LEGENDA

Turma:
Turma:
Turma:
Turma:
Turma:
Turma:
Turma:
Turma:

AVALIAÇÃO DA DIDÁTICA DO PROFESSOR

1. Comunica o programa e os objetivos da
disciplina no início do Curso?
2. Cumpre o programa e os objetivos da
disciplina?
3. Há coerência entre os objetivos proposto e
conteúdo das aulas?
4. Os conteúdos são ministrados de forma
clara?
5. Mantém continuidade lógica dos conteúdos
ministrados?
6. Demonstra possuir domínio do conteúdo
ministrado?
7. A forma de ensinar estimular o interesse
pela matéria?
8. As indicações bibliográficas ajudam no
cumprimento do conteúdo ministrado?
9. Utiliza outros instrumentos de avaliação
além de exercícios e provas?
10. Os conteúdos das avaliações são
compatíveis com as aulas ministradas?
11. Os trabalhos propostos contribuem para a
aprendizagem do conteúdo?
12. As aulas estimulam a participação dos
alunos?
13. Mostra-se disposto a resolver dúvidas dos
alunos em sala de aula?
14. É acessível para atendimento dos alunos
fora do horário das aulas?
15. É assíduo?
16. Respeita os horários estabelecidos?

A-MUITO FRACO/MUITO POUCO
B-FRACO/POUCO
C-REGULAR
D-BOM/BEM
E-MUITO BOM/MUITO BEM
F-NÃO SEI/NÃO SE APLICA
G-SIM
H-NÃO

1

2

3

4

5

6

7

8

82

AVALIAÇÃO DA DISCIPLINA
1. A carga horária atribuída à disciplina é
adequada?
2. Você considera esta disciplina importante
para a sua formação?
AVALIAÇÃO DO ALUNO
1. Você é assíduo às aulas?
2. Em que níveis estão as suas notas?
3. Como você avalia a sua dedicação às
atividades nesta disciplina?

1

2

3

4

5

6

7

8

1

2

3

4

5

6

7

8

SUGESTÕES:
.............................................................................................................................................
.............................................................................................................................................
.............................................................................................................................................
.............................................................................................................................................
.............................................................................................................................................
.............................................................................................................................................
.............................................................................................................................................
.............................................................................................................................................
.............................................................................................................................................
.............................................................................................................................................
.............................................................................................................................................
............................................................................................................................................
                
Logo do chatbot Mundaú