Matemática Licenciatura EAD

Arquivo
PPC da Matemática EAD REVISADO - 2012.pdf
Documento PDF (1.3MB)
                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO – PROGRAD
IM

INSTITUTO DE MATEMÁTICA - IM
UFAL

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA
MODALIDADE A DISTÂNCIA

Maceió, junho de 2012.

1

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE MATEMÁTICA

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA
MODALIDADE A DISTÂNCIA

Maceió, junho de 2012.
2

SUMÁRIO

5

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

01 - INTRODUÇÃO

11

02 - JUSTIFICATIVA DA OFERTA DO CURSO

12

03 - HISTÓRICO DO CURSO

16

04 - FUNDAMENTOS EPISTEMOLÓGICOS DO CURSO E DAS CONCEPÇÕES 20
DA EDUCAÇÃO

05 - OBJETIVOS DO CURSO

21

06 - METODOLOGIA

21

07 - PERFIL DO EGRESSO

23

08 - COMPETÊNCIAS, HABILIDADES E ATITUDES

24

09 - HABILITAÇÕES E ÊNFASES

25

10 - CAMPO DE ATUAÇÃO

25

11 - ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO

25

12 - EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS

30

13 - ARTICULAÇÃO TEORIA – PRÁTICA

89

14 - TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICs

90

15 - MATERIAL DIDÁTICO INSTITUCIONAL

91

16 - ATIVIDADES ACADÊMICO CIENTÍFICO – CULTURAIS

93

3

18 - TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO – TCC

93

19 - ESTÁGIO SUPERVISIONADO

94

20 - DOCENTES E TUTORES

95

21 - COLEGIADO DO CURSO

103

22 - AVALIAÇÃO

104

23 - CONDIÇÕES DE VIABILIZAÇÃO DO CURSO

106

24 - REFERÊNCIAS

108

ANEXO

111

4

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

INSTITUIÇÃO MANTENEDORA:
Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede: Brasília – Distrito Federal (DF)
Dependência: Administrativa Federal

INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR:
Razão Social: UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CNPJ/MF: 24464109/0001-29
Endereço: Av. Lourival de Melo Mota S/N – Campus A. C. Simões
Tabuleiro do Martins
CEP: 57072-970 – Maceió/AL
Telefone: (82) 3214-1001
E-mail: reitoria@ufal.br

BASE LEGAL DA IES
A Universidade Federal de Alagoas (UFAL) foi criada em 25 de janeiro de 1961, durante o
governo de Juscelino Kubitschek de Oliveira, através da lei nº 3.687/61. A Universidade
Federal de Alagoas foi credenciada pelo MEC para a oferta de cursos na modalidade de
EAD, através da Portaria Nº 2.631 de 19.09.2002, estando, portanto, legalmente autorizada
a diplomar os alunos participantes desses cursos.

5

REITOR
Prof. Dr. EURICO LÔBO FILHO

VICE-REITORA:
Prof. Dra. RACHEL ROCHA DE ALMEIDA BARROS

PRÓ-REITOR DE GRADUAÇÃO:
Prof. Dr. AMAURI DA SILVA BARROS

DIRETOR DO INSTITUTO DE MATEMÁTICA:
Prof. Dr. JOSÉ CARLOS ALMEIDA DE LIMA

COORDENADORA DO COLEGIADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA
A DISTÂNCIA
Prof. Ma. VIVIANE DE OLIVEIRA SANTOS

6

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO PROPONENTE
PROPONENTE: UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
UF: ALAGOAS
CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO
NOME DO CURSO: Licenciatura em Matemática.
MODALIDADE: A distância.
TÍTULO CONFERIDO: Licenciado em Matemática
INÍCIO DO CURSO: Março de 2009.
CARGA HORÁRIA: 3.220 horas.
DURAÇÃO: Mínima de 8 semestres – Máxima de 14 semestres.
REGIME DE FUNCIONAMENTO: Semestral

7

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - UFAL

IES:

UNIVERSIDADE FEDERAL DE
ALAGOAS

Curso:

LICENCIATURA EM MATEMÁTICA

Habilitação:

DOCÊNCIA
NO
ENSINO
FUNDAMENTAL (6º ao 9º ano) E
NO ENSINO MÉDIO

Diploma Conferido:

LICENCIATURA PLENA EM
MATEMÁTICA

Localidade:

PÓLOS DE EDUCAÇÃO A
DISTÂNCIA
Endereço para correspondência

Logradouro:

BR 104 KM 97 - CAMPUS A. C.
SIMÕES

Número:

S/N

Complemento:

CIDADE UNIVERSITÁRIA

Bairro:

TABULEIRO DO MARTINS

CEP:

57072-970

Município:

MACEIO

UF:

AL

Telefone:

(82) 3214 1404

Fax:

(82) 3214 1403

E-mail:

ufal.ead.mat@gmail.com

Municípios de funcionamento: polos UAB (Maragogi, São José da Laje, Maceió, Arapiraca, Santana
do Ipanema, Palmeira dos Índios e Penedo)

Diploma Conferido:

Licenciado (Licenciatura Plena)
em Matemática

Modalidade:

Ensino a Distância

Data de início do funcionamento
01/03/2009
do curso:

8

Prazo para integralização do
curso:

Mínimo de 8 e máximo de 14
semestres

Carga Horária Mínima do Curso: 3.220 horas/aula
Regime Letivo:

Turnos de Oferta:

Semestral

Modalidade a Distância
De acordo com a autorização do MEC a cada período:

Vagas Autorizadas:

(520) vagas distribuídas em (8) polos, com (110) vagas no polo
de Maragogi, (180) vagas no polo de Maceió, (110) vagas no
polo de São José da Laje, (30) vagas no polo de Arapiraca, (30)
vagas no polo de Santana do Ipanema e (30) vagas no polo de
Penedo e (30) vagas no polo de Palmeira dos Índios.
Existem vagas para candidatos oriundos da Plataforma Paulo
Freire e vagas para o público em geral. O número de vagas a
cada período é definido pela Pró-Reitoria de Graduação
(PROGRAD), juntamente com a Coordenação do Curso.

Formas de acesso no curso:

Processo Seletivo Específico da Universidade Aberta do
Brasil, modalidade a distância, por meio de provas objetiva e
redação realizadas pela Comissão Permanente de Vestibular
da Universidade Federal de Alagoas.

Dados Legais

Dados de Aprovação do Projeto do Curso de Matemática do sistema UAB/MEC com implantação
prevista para 2008:
Documento:

Resolução

Nº. Documento:

Nº 31/2007-CONSUNI-UFAL

Data de publicação:

25 de maio de 2007

Início de funcionamento:

Março de 2009

Regime Letivo:

Semestral

9

IDENTIFICAÇÃO DA COORDENADORA
Viviane de Oliveira Santos

PERFIL DA CORDENADORA DO CURSO
Formação acadêmica
Graduação em Matemática (UFAL – 2007)
Mestrado em Matemática (UFAL – 2010)
Professora substituta no Instituto de Matemática da UFAL – 02/2010 a 01/2011
Professora assistente no Instituto de Matemática da UFAL – a partir de 02/2011
Vice-Coordenadora do Curso – 10/2011 a 04/2012
Coordenadora do Curso – a partir de 05/2012

NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE

Prof. Ediel Azevedo Guerra
Profa. Isadora Maria de Jesus
Prof. José Carlos Almeida de Lima
Prof. Márcio Henrique Batista da Silva Batista
Prof. Paulo Roberto Lemos de Messias
Profa. Viviane de Oliveira Santos – Presidenta

10

1. INTRODUÇÃO

O

presente

documento

consta

do

Projeto

Pedagógico

do

CURSO

DE

LICENCIATURA EM MATEMÁTICA NA MODALIDADE A DISTÂNCIA a ser desenvolvido
pelo Instituto de Matemática da UFAL (IM/UFAL) com o apoio da Coordenadoria Institucional
de Ensino a Distância (CIED) da UFAL, Centro de Educação (CEDU) e municípios polos.
Os problemas apresentados pelo sistema educacional brasileiro se refletem nos
altos índices de analfabetismo, de exclusão social e de baixa qualificação dos profissionais
das diversas áreas do setor econômico-produtivo. Para que uma sociedade alcance um
patamar de desenvolvimento das potencialidades sociais, culturais e intelectuais é
imprescindível investir no sistema educacional, passando necessariamente pela valorização
dos seus profissionais.
Uma possível intervenção capaz de minimizar os problemas referentes à
qualificação de professores é apresentada pela própria LDB, no art. 87, parágrafo 3°, Inciso
III, quando afirma que o município, em parceria com Instituição de Ensino Superior (IES),
deverá “realizar programas de capacitação para todos os professores em exercício,
utilizando também, para isso, os recursos da educação a distância”. Torna-se, portanto, um
desafio para o poder público formar o professor através da educação a distância (EAD),
ampliando assim as oportunidades educacionais em nível superior e, ao mesmo tempo,
garantindo que esta formação seja de boa qualidade.
A Universidade Federal de Alagoas foi credenciada pelo MEC para a oferta de
cursos na modalidade de EAD, através da Portaria Nº 2.631 de 19.09.2002, estando,
portanto, legalmente autorizada a diplomar os alunos participantes desses cursos. Além
disso, a UFAL foi pioneira em Alagoas no que se refere ao oferecimento de cursos de
graduação a distância. Em 1996, visando à formação dos professores da rede pública que
atuam nas séries iniciais do Ensino Fundamental, criou o curso de Licenciatura em
Pedagogia, que foi também o primeiro curso de graduação a distância a ser reconhecido
pelo MEC em Alagoas.
O Projeto Universidade Aberta do Brasil – UAB – foi criado pelo Ministério da
Educação, em 2005, no âmbito do Fórum das Estatais pela Educação, para a articulação e
integração de um sistema nacional de educação superior a distância, em caráter
experimental, visando sistematizar as ações, programas, projetos, atividades pertencentes
11

às políticas públicas voltadas para a ampliação e interiorização da oferta do ensino superior
gratuito e de qualidade no Brasil.
O Sistema Universidade Aberta do Brasil é uma parceria entre consórcios públicos
nos três níveis governamentais (federal, estadual e municipal), além de contar com a
participação das universidades públicas e demais organizações interessadas.
A UFAL vem atender a consecução do Projeto UAB, com a submissão de Projetos
de Cursos junto a SEED/MEC no âmbito do Edital N° 1, em 20 de dezembro de 2005, com a
Chamada Pública para a seleção de polos municipais de apoio presencial e de cursos
superiores de Instituições Federais de Ensino Superior na Modalidade de Educação a
Distância para a UAB.
Esta versão de Projeto Pedagógico foi organizada por uma comissão de Professores
do Instituto de Matemática da UFAL tomando como base o modelo adotado na UFAL dos
polos Maceió e Arapiraca, na modalidade presencial.

2. JUSTIFICATIVA DA OFERTA DO CURSO

Atualmente, o Instituto de Matemática da UFAL/Campus Maceió possui no âmbito da
graduação dois cursos de Licenciatura em Matemática (nas modalidades presencial e a
distância) e um curso de Bacharelado em Matemática.

No âmbito do ensino de Pós-

Graduação, mantém dois cursos em sua totalidade: o Programa de Pós-Graduação em
Matemática (PPGMAT) e o Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional
(PROFMAT). Além desses dois cursos, mantém, também, em associação com outras
unidades acadêmicas, o Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática
(PPGECIM).
No PPGMAT distinguem-se quatro linhas de pesquisa: Análise, Computação Gráfica,
Geometria Diferencial e Sistemas Dinâmicos. No PPGECIM destaca-se a linha de pesquisa:
Saberes e Práticas Docentes.
No tocante à Extensão, são mantidos vários programas e projetos tais como a
Olimpíada Brasileira de Matemática, o PIBIC Júnior (Programa de Bolsas de Iniciação
Científica promovido por uma parceria do CNPq com a Fundação de Amparo à Pesquisa de
Alagoas que tem como objetivo despertar a vocação científica e incentivar talentos
potenciais entre estudantes do ensino fundamental, médio e de educação profissional da
12

Rede Pública, mediante a participação em projeto de pesquisa, orientados por pesquisador
qualificado) e a OBMEP.
A despeito das atividades desenvolvidas pelo IM/UFAL e de outras instituições de
ensino que atuam no estado, ainda é grande em Alagoas o déficit de docentes de
matemática com formação específica nessa área de conhecimento. Configura-se desse
modo a inegável relevância social de que se reveste a realização do Curso de Licenciatura
em Matemática a Distância, destinado a professores em exercício, pertencentes a
municípios alagoanos, e também à comunidade de uma forma geral, no sentido de
podermos contribuir para a melhoria de nosso quadro educacional.
Segundo dados do site www.todospelaeducacao.org.br a porcentagem dos docentes
com formação superior são as seguintes:

Tabela 1: Porcentagem de docentes com formação superior (2010)
Ens. Fundamental

Ens. Fundamental

anos iniciais

anos finais

Creche Pré-Escola

Ensino Médio

Alagoas (2010)

23,8 %

26,3 %

36,7 %

59,5 %

79,3 %

Região Nordeste (2010)

29,2 %

31,1 %

42,2 %

61,1 %

80,3 %

Brasil (2010)

48,5 %

51,8 %

62,4 %

79,2 %

91,0 %

Fonte: site todospelaeducacao.org.br

Segundo esses dados de 2010, há nos anos finais do ensino fundamental um déficit
de aproximadamente 40% de professores com formação superior. Um dado que está na
média da região nordeste, mas que se encontra bem acima da média nacional, a qual
apresenta um déficit de aproximadamente 20%.
Na tabela 2, encontram-se dados acerca da quantidade de estabelecimentos em
Alagoas destinados à Educação Básica:

13

Tabela 2: Número de Estabelecimentos de Educação Básica por Localização e Dependência Administrativa, segundo a
Região Geográfica e a Unidade da Federação – 2011

Estabelecimentos de Educação Básica
Localização / Dependência Administrativa
Unidade da

Total

Federação

Urbana
Total

Federal

Estadual

Municipal

Privada

Total

Federal

Estadual

Municipal

Privada

Brasil

193.047

451

32.104

123.609

36.883

116.818

383

26.121

53.982

36.332

Nordeste

75.234

141

7.839

57.629

9.625

31.973

118

6.262

16.242

9.351

Alagoas

3.312

12

329

2.479

492

1.557

12

290

788

467

Fonte: MEC/Inep/Deed.

No que concerne ao número de funções docentes por escolaridade em Alagoas,
observa-se que, do número total de 32.383 docentes, apenas cerca da metade possui
escolaridade superior, como se pode ver nos dados da tabela 3:

FUNÇÕES DOCENTES
Educação Básica
Tabela 3: Número de Funções Docentes na Educação Básica por Escolaridade, segundo a Região
Geográfica e a Unidade da Federação – 2011

Funções Docentes na Educação Básica
Escolaridade
Unidade da
Federação

Ensino Médio

Total
Fundamental
Médio Total

14

Normal/
Magistério

Superior

Ensino Médio

Brasil

2.045.350

11.363

518.665

387.583

131.082

1.515.322

Nordeste

603.359

6.049

246.650

188.251

58.399

350.660

Alagoas

32.383

226

15.194

11.916

3.278

16.963

Fonte: MEC/Inep/Deed.

Com relação aos docentes, nota-se que dos 16.963 com escolaridade superior
2.300 não possuem o curso de licenciatura. Desses 2.300 docentes, um pouco mais de
1.000 não possui qualquer complementação pedagógica, como pode ser visto na tabela
seguinte:
Educação Básica
Tabela 4: Número de Funções Docentes na Educação Básica com Formação Superior, com Licenciatura, sem
Licenciatura e com Complementação Pedagógica, segundo a Região Geográfica e Unidade da Federação –
2011

Funções Docentes na
Educação Básica
Possui curso sem

Unidade da

licenciatura

Federação
Total Geral

Possui curso com
Com

licenciatura
Total

complementação
pedagógica

Brasil

1.515.322

1.249.506

265.816

194.629

Nordeste

350.660

288.253

62.407

44.238

Alagoas

16.963

14.663

2.300

1.645

Fonte: MEC/Inep/Deed.

Como pode se ver na tabela a seguir, do total de 17.048 docentes em Alagoas,
menos do que 197 deles possui curso de Licenciatura em Matemática para atender às
demandas de todos os estabelecimentos de ensino de Educação Básica:
Educação Básica
Tabela 5: Número de Funções Docentes na Educação Básica com Formação Superior, segundo a Área Geral de
Formação – 2011

15

Funções Docentes na Educação Básica com Formação Superior
Área Geral de Formação
Unidade da
Federação

Ciências
Total
Educação

Humanida

Sociais,

des e Artes

negócios
e direito

Ciências,

Engenharia,

matemática e

produção e

computação

construção

Agricultur

Saúde e

Outras

ae

bem-

áreas de

Veterinári

estar

a

social

Serviços

formação
superior

Brasil

#######

#######

60.467

27.226

37.885

13.567

3.901

41.868

2.674

82.531

Nordeste

355.085

292.979

12.902

3.366

7.568

1.785

1.066

4.922

324

30.173

Alagoas

17.048

15.477

330

239

197

150

47

251

19

338

Fonte: MEC/Inep/Deed.

Segundo dados da Coordenadoria de Documentos e Informações da Secretaria
Executiva de Ensino do Estado de Alagoas (CDI/SEE/AL) e do Sindicato dos Professores de
Alagoas (SINTEAL), apenas no Ensino Médio, existe um déficit de aproximadamente
trezentos professores de Matemática com carga horária de quarenta horas semanais em
nosso Estado na rede Pública Estadual de Ensino, exigindo assim um grande esforço de
nossa instituição para minimizar esse quadro.
Para atender às demandas de formação inicial dos professores em exercício,
acreditamos ser a modalidade de EAD uma necessidade. A opção pela EAD para o curso de
Licenciatura em Matemática se justifica em vista das seguintes características do públicoalvo: pessoas adultas, com dificuldades de ordem pessoal para frequentar cursos
presenciais convencionais; professores em pleno exercício da profissão, o que pressupõe
relativa maturidade e motivação para a auto-aprendizagem. Soma-se a isso o interesse da
UFAL em se consolidar como instituição ofertante de EAD.
O Projeto Universidade Aberta do Brasil – UAB – foi criado pelo Ministério da
Educação, em 2005, no âmbito do Fórum das Estatais pela Educação, para a articulação e
integração de um sistema nacional de educação superior a distância, em caráter
experimental, visando sistematizar as ações, programas, projetos, atividades pertencentes
às políticas públicas voltadas para a ampliação e interiorização da oferta do ensino superior
gratuito e de qualidade no Brasil.
Esse Projeto da UAB vem, portanto, oferecer uma possibilidade real de contribuir de
modo efetivo para a redução das necessidades prementes da sociedade alagoana no que
concerne à formação de professores de Matemática para a Educação Básica conforme as

16

exigências e as condições do mundo contemporâneo, desde que haja um comprometimento
efetivo nesse Projeto dos governos federal, estadual, municipal e das IES.

3. HISTÓRICO DO CURSO

Mesmo admitindo a construção coletiva de um marco referencial e de um marco
conceitual para as licenciaturas, e as relações entre bacharelado e licenciatura, é
indispensável destacar algumas das características do processo ensino-aprendizagem que
envolvem o Curso de Matemática.
De um modo geral, os aspectos utilitários (ou de aplicação imediata) dos métodos
matemáticos a um grande elenco de disciplinas têm relegado os enfoques formativos a um
plano secundário. Como não se pode aplicar uma metodologia da qual não são bem
conhecidos os fundamentos epistemológicos, a dicotomia assinalada é um dos fatores
responsáveis pelo descompasso entre a pesquisa básica em Matemática e seus reflexos na
qualidade dos demais cursos do Ensino Fundamental e Superior.
Um exemplo da distorção mencionada anteriormente decorre da condição histórica
do Brasil–Colônia. Apenas em 1810, ocorreu o primeiro curso sistemático de Matemática, na
Real Academia Militar do Rio de Janeiro, fundada por D. João VI. Na realidade, desde o
século XIX, o estudo da Matemática permaneceu associado às academias militares (por
influência do positivismo europeu) e às escolas de engenharia. Nesses casos, era evidente a
ênfase nos aspectos informativos.
A partir de 1930 (a USP foi criada em 1933 e a Universidade do Brasil em 1939),
surgem as Faculdades de Filosofia, Ciências e Letras, e os primeiros núcleos de pesquisa
sistemática em Matemática; inúmeros convênios com professores visitantes (da Europa, em
maior número) permitiram, nesta época, estabelecer grupos de pesquisadores em São
Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraná e Minas Gerais.
A consolidação do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), órgão do CNPq,
em 1952, representou um grande avanço qualitativo na pesquisa brasileira.
A partir da década de 60 são implantados os programas de pós-graduação em
Matemática e, atualmente, esses programas têm reconhecimento internacional.
17

Na Universidade Federal de Alagoas, a trajetória das disciplinas de conteúdo
matemático não foi muito diferente da que predominou nas demais universidades brasileiras.
Apenas na década de 70, com a redefinição da estrutura administrativa em Centros e
Departamentos, a criação dos Departamentos de Matemática Básica e Aplicada permitiu
orientar e fixar os conteúdos de todas as disciplinas de caráter matemático. Em particular,
foram autorizados os cursos de Licenciatura em Ciências (habilitações Matemática, Física,
Química e Biologia), com parâmetros definidos pela Resolução No 30/74, de 11.07.74, do
Conselho Federal de Educação.
A EAD na UFAL inicia em 1998, no Centro de Educação, através das ações do
Programa de Assessoria Técnica aos Municípios Alagoanos (PROMUAL) junto aos
municípios alagoanos, com o objetivo de viabilizar uma formação em nível superior capaz de
tornar real a possibilidade de qualificar professores da rede pública, diminuindo o grave
quadro de menos de 10% dos professores terem graduação e a maioria serem leigos ou
terem formação em ensino médio.
Diante dessa realidade e da experiência já existente no Curso de Pedagogia a
Distância da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), pioneiro na formação de
licenciados nessa modalidade no país, duas professoras do Centro de Educação foram
capacitadas junto ao Consórcio Brasileiro na Universidade de Brasília e ao final do Curso de
Especialização em Educação a Distância, elaboraram como trabalho final a proposta do
Curso de Pedagogia a Distância da UFAL (ALMEIDA apud MERCADO, 2007).
A ideia do curso foi se ampliando, envolvendo um número maior de professores do
Centro de Educação - CEDU e passou a ser incentivada pela Pró-Reitoria de Graduação,
que viabilizou uma formação inicial na área, através do curso de capacitação de professores
que trabalhavam no Núcleo de Educação a Distância - NEAD e professores que tivessem
interesse em atuar na EAD.
Nesses mais de dez anos de existência, o NEAD desenvolveu uma competência
teórico-metodológica a respeito da modalidade a distância, o que lhe credenciou para
assessorar e preparar equipes de outras instituições do estado para o trabalho com a EAD,
capacitando professores da rede pública.
Em 2002, a UFAL é credenciada para a oferta de cursos na modalidade a distância,
pela Portaria nº 2.631 de 19.09.2002. Nesse período, ocorre a descentralização dos Núcleos
via Polo para oferta do Curso de Pedagogia a Distância (Mercado et all, 2004).
18

Como fator impulsionador da ampliação da EAD/UFAL, podemos citar a introdução de
disciplinas semipresenciais nos cursos da UFAL, possibilitados pela Portaria nº 4.059, de 10
de dezembro de 2004, que permite inovações e experimentações no trabalho com
disciplinas presenciais. Permite completar as atividades de aprendizagem em sala de aula
com atividades virtuais, supervisionadas pelos professores, combinando o melhor do
presencial com a flexibilidade que o virtual permite.
Até 2005, a EAD da UFAL estava vinculada ao CEDU através do NEAD. Nesse ano,
começam a surgir novas demandas de outras áreas, entre elas ofertas de cursos de
graduação, como Matemática, Química e Física.
O ano de 2006 é um divisor na história da EAD da UFAL, pois esta deixa de ser uma
ação quase que exclusiva do NEAD/CEDU e entra na ordem do dia de várias Unidades
Acadêmicas e outras áreas, tendo em vista os editais das agências de fomento, da extinta
Secretaria Especial de Educação a Distância - SEED/MEC e do início das discussões da
constituição de uma Universidade Aberta do Brasil (UAB).
Neste ano foram aprovados os projetos de polos de apoio presencial e cursos de
bacharelado, passando a funcionar desde 2007, cursos de aperfeiçoamento, especialização,
bacharelado/licenciatura e bacharelado graduação em diversas áreas, através dos polos
espalhados pelo estado.
O curso de Matemática Licenciatura na modalidade a distância iniciou em 2009.1 nos
pólos de Maragogi e São José da Laje ofertando 50 vagas em cada pólo. Em 2009.2 iniciou
com o pólo Maceió ofertando mais 50 vagas. Em seguida, em 2010.1 foram ofertadas 200
vagas distribuídas nos pólos de Maceió (100 vagas), Maragogi (50 vagas) e São José da
Laje (50 vagas).
Em 2012.1 o Curso ofertou nova turma no pólo Maceió e em novos pólos da EAD:
Arapiraca, Palmeira dos Índios, Penedo e Santana do Ipanema, com 30 vagas em cada em
pólo.
Além do incentivo a participação dos discentes em atividades de extensão do Instituto
de Matemática da UFAL, como no “Curso de Aperfeiçoamento para Professores de
Matemática do Ensino Médio através de Videoconferência via Internet”, em novembro de
2011, realizamos nosso “I Workshop de Matemática em Educação a Distância” e em janeiro
de 2012, ofertamos um curso de verão “Modelagem Matemática como proposta
transformadora das práticas docentes”, oferecido em todos os pólos.
19

Nestes eventos e cursos, promovemos a interação de todos os discentes da
modalidade a distância e presencial, em prol de um aperfeiçoamento na formação destes
futuros professores abordando temas de suma relevância para a continuidade de suas
atividades posteriores a graduação.
No sentido de formação de tutores e professores para a Modalidade a Distância, a
Coordenadoria Institucional de Educação a Distância da Universidade Federal de Alagoas
oferece, ao longo do ano, vários cursos de capacitação e atualização para professores e
tutores.

4. FUNDAMENTOS EPISTEMOLÓGICOS DO CURSO E DAS CONCEPÇÕES DA
EDUCAÇÃO

O mundo virtual já se tornou uma realidade em grande parte das sociedades
contemporâneas. A cada dia torna-se cada vez mais evidente as transformações sociais e
econômicas provocadas pelas possibilidades ensejadas por essas novas formas de
comunicação.
Muitas dessas mudanças são provocadas pelos avanços das Tecnologias da
Informação e da Comunicação (TICs). O desafio da EAD, no contexto atual, é oferecer à
população um sistema de ensino aberto e eficaz que facilite a seleção e a apropriação da
informação e do conhecimento, reduzindo as barreiras da distância e do tempo real, sem
perder de vista os fins educacionais a que se propõe. Como qualquer sistema educativo,
esta deve estar pautada em uma filosofia que ordene e a encaminhe para uma concepção
educacional atrelada a determinados valores sociais e individuais (BELLONI, 1998; 1999) .
Para atender às necessidades de atuação num mundo cada vez mais tecnologizado,
torna-se necessária a promoção de uma formação de professores balizada pela propiciação
da constituição de um espírito investigativo que possibilite a análise curricular e o
questionamento da própria prática dentro de parâmetros éticos e políticos que tenham a
dignidade humana como valor inalienável.
O desafio que se põe para a formação do professor a distância, portanto, é garantir o
processo dialógico entre professores e alunos, alunos e alunos, através do material didático
e dos meios interativos disponíveis, exercitando a reflexão, a investigação e a crítica. Isso só
20

é possível através da formação de um estudante capaz de agir com autonomia no mundo
onde habita, como acentua o educador Paulo Freire (2006).
Tendo em vista o objetivo de formar professores capazes de exercerem a profissão
docente com autonomia, de modo a atender as exigências do mundo contemporâneo, sem
abrir mão do cultivo da dignidade humana, se faz necessário o desenvolvimento de uma
estratégia didática regida pela produção de um material didático que favoreça a autonomia
dos estudantes e pela mediação da aprendizagem através da plataforma moodle por
recursos tutoriais presenciais e a distância regidos pela dialogicidade e pela criticidade.

5.

OBJETIVOS DO CURSO

O Curso de Licenciatura em Matemática do Instituto de Matemática da UFAL na
modalidade a distância destina-se à formação de licenciados para exercer funções de
docência no Ensino Fundamental e Médio na disciplina de Matemática, englobando
planejamento, execução, coordenação, acompanhamento e avaliação de tarefas próprias do
setor da Educação e produção e difusão do conhecimento científico-tecnológico do campo
educacional, em contextos educacionais.

6.

METODOLOGIA

O curso será organizado em semestres, na modalidade a distância, com momentos
presenciais definidos de acordo com a carga horária de cada disciplina, podendo as
avaliações ser presenciais e a distância. É obrigatória a aplicação de pelo menos uma
avaliação presencial para cada disciplina e avaliações a distâncias deverão ser realizadas
via plataforma Moodle, por meio de atividades como Questionários, Lições, Tarefas, Fóruns,
etc. Cada período letivo será planejado coletivamente pelo Colegiado do Curso, articulando
o programa de ensino em cada semestre curricular e entre estes. Serão eleitos temas
integradores e atividades conjuntas (seminários, visitas, oficinas, trabalhos acadêmicos) com
o objetivo de atingir essa articulação com contextualização mais ampla possível em cada
semestre.

21

O curso exigirá um sistema tutorial, que é uma organização institucional envolvendo
professores e tutores, procedimentos administrativos, tecnológicos e educacionais, os quais
objetivam particularmente atendimento às necessidades de ensino-aprendizagem do aluno
na modalidade de EAD. Terá como referência a disponibilidade de informações e recursos
didático-pedagógicos que possibilitem estudos de forma autônoma, com qualidade, e
promovam a interação humana fundamental para o processo de aprendizagem.
O sistema tutorial proposto pelo Instituto de Matemática da UFAL tem como agentes
principais os professores pesquisadores, responsáveis pelas disciplinas, e os professores
tutores. Estes profissionais atuarão neste curso de graduação proposto, e terão as
atribuições apresentadas nas “Normas Acadêmicas do Curso de Licenciatura em
Matemática a Distância”, ver anexo.
Encontros Presenciais e Frequência
Os encontros presenciais são momentos em que alunos e professores se reúnem
para a socialização do conhecimento, integração, explicações de novos conteúdos,
trabalhos em grupo e avaliações individuais e/ou em grupo. Os encontros presenciais serão
realizados nos pólos de atendimento ao curso. Cada disciplina contará no mínimo com dois
encontros presenciais, com um intervalo médio de 30 dias entre eles, e com duração de três
horas cada.
Os alunos participarão de atividades programadas de acordo com os objetivos do
curso: plantões pedagógicos, aulas práticas, videoconferências, trabalhos de campo, fóruns
de discussão e avaliações da aprendizagem.
Nos plantões pedagógicos presenciais, os tutores disponibilizarão horários
semanais para atendimento personalizado (tutoria individualizada) ou em pequenos grupos
(tutoria grupal) aos alunos. Os horários serão estabelecidos em função das necessidades
destes e de suas disponibilidades de tempo de estudo. Durante estes plantões, os tutores
não terão como função “dar aulas”. Eles deverão orientar os alunos visando ajudá-los a
superar as dificuldades que se lhes apresentam quanto à aprendizagem dos conteúdos,
inserção no curso, organização do tempo de estudo, realização das atividades de estudo
programadas. O tutor presencial disponibilizará 20 horas semanais para tais plantões que
serão momentos de assistência aos alunos nos pólos que estão alocados.
Acompanhamento do Aluno

22

Para o acompanhamento do aluno durante o curso, o Instituto de Matemática utilizará
o sistema de tutoria. Além disso, os professores também estarão em contato com os alunos
para possíveis orientações.
O aluno terá um acompanhamento sistemático e contínuo em seu processo de estudo
e em suas atividades escolares, feitos pelo tutor presencial, que irá anotando suas
observações em fichas próprias de registro, e pelo tutor a distância, através das ferramentas
de avaliação oferecidas pela plataforma do curso.
Serão observados e analisados, entre outros: método de estudo do aluno; empenho
na realização das atividades propostas; interesse e iniciativa para a leitura, o estudo e a
pesquisa; participação nas atividades presenciais; participação nas videoconferências e nos
fóruns; capacidade de questionar, refletir e criticar os conteúdos e abordagens propostas na
disciplina; interlocução com os tutores e colegas de curso; acompanhamento das discussões
e abordagens propostas no material didático.
Se necessário, o aluno será aconselhado a reavaliar seu método de estudo. Neste
caso, os tutores providenciarão aconselhamento e/ou providenciarão intervenções para
ajudá-lo a superar as dificuldades de aprendizagem identificadas.

7. PERFIL DO EGRESSO

Atendendo às exigências do Parecer CNE/CP 009/2001, o curso de Licenciatura em
Matemática tem um programa flexível de forma a qualificar seus graduados para a pesquisa
em Educação Matemática, a elaboração de projetos, a confecção de material didático e
principalmente para ser um educador.
Dentro dessas perspectivas, o Curso de Licenciatura em Matemática oferece aos
seus graduados uma base sólida de conteúdos matemáticos e também contempla as áreas
de aplicação.
Desejam-se as seguintes características para o Licenciado em Matemática:
1. visão de seu papel social de educador e capacidade de se inserir em diversas
realidades com sensibilidade para interpretar as ações dos educandos, e visão

23

da contribuição que a aprendizagem da Matemática pode oferecer à formação
dos indivíduos para o exercício de sua cidadania;
2.

visão de que o conhecimento matemático pode e deve ser acessível a todos, e
consciência de seu papel na superação dos preconceitos, traduzidos pela
angústia, inércia ou rejeição, que muitas vezes ainda estão presentes no
ensino-aprendizagem da disciplina.

7. COMPETÊNCIAS, HABILIDADES E ATITUDES

Os currículos dos cursos de Licenciatura em Matemática estão elaborados de
maneira a proporcionar aos seus alunos as seguintes competências e habilidades:
1. expressar-se escrita e oralmente com clareza e precisão;
2. trabalhar em equipes multidisciplinares;
3. compreender, criticar e utilizar novas ideias e tecnologias para a resolução de
problemas;
4. motivar-se para a aprendizagem continuada, sendo sua prática profissional também
fonte de produção de conhecimento;
5. identificar, formular e resolver problemas na sua área de aplicação, utilizando rigor
lógico-científico na análise da situação-problema;
6. estabelecer relações entre a Matemática e outras áreas do conhecimento;
7. conhecer questões contemporâneas;
8. entender o impacto das soluções encontradas num contexto global e social;
9. participar de programas de formação continuada;
10. realizar estudos de pós-graduação;
11. trabalhar na interface da Matemática com outros campos do saber.

24

No que se refere às competências e habilidades próprias do educador matemático, o
licenciado em Matemática deverá ter a capacidade de:
a) elaborar propostas de ensino-aprendizagem de Matemática para a Educação
Básica;
b) analisar, selecionar e produzir materiais didáticos;
c) analisar criticamente propostas curriculares de Matemática para a Educação
Básica;
d) desenvolver estratégias de ensino que favoreçam a criatividade, a autonomia e a
flexibilidade do pensamento matemático dos educandos, buscando trabalhar com mais
ênfase nos conceitos do que nas técnicas, fórmulas e algoritmos;
e) perceber a prática docente de Matemática como um processo dinâmico, carregado
de incertezas e conflitos, um espaço de criação e reflexão, onde novos conhecimentos são
gerados e modificados continuamente;
f) contribuir para a realização de projetos coletivos dentro da escola básica.

9. HABILITAÇÕES E ÊNFASES

O profissional com Licenciatura em Matemática diplomado pela UAB/UFAL está
habilitado a atuar na docência da Educação Básica, especialmente na docência do Ensino
Fundamental (6° ao 9º ano) e no Ensino Médio.

10.CAMPO DE ATUAÇÃO

O profissional formado em Licenciatura em Matemática na modalidade a distância
pela UAB/UFAL pode atuar em instituições de educação pública ou privada.

25

11.

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO

Estrutura da Matriz Curricular

Os conteúdos descritos a seguir, comuns a todos os cursos de Licenciatura, são
distribuídos ao longo do curso da seguinte forma:
Álgebra Linear
Fundamentos de Análise
Fundamentos de Álgebra
Fundamentos de Geometria
Geometria Analítica
Cálculo Diferencial e Integral
Tais conteúdos são distribuídos nas disciplinas do quadro a seguir.
Conteúdos

Disciplinas

Cálculo Diferencial e Integral

Cálculo 1, Cálculo 2, Cálculo 3, Cálculo 4

Fundamentos de Análise

Introdução à Análise

Fundamentos de Álgebra

Álgebra Elementar, Introdução à Teoria dos
Números e Introdução à Álgebra

Fundamentos de Geometria

Geometria Plana, Geometria Espacial e
Desenho Geométrico

Geometria Analítica

Geometria Analítica

Álgebra Linear

Álgebra Linear

Além dessa parte comum, estão incluídos na matriz curricular:

26

1. conteúdos matemáticos presentes na Educação Básica nas áreas de Álgebra,
Geometria e Análise, contemplados nas disciplinas: Elementos de Matemática 1, Elementos
de Matemática 2, Introdução à Estatística, Combinatória e Probabilidades;
2. conteúdos de áreas afins à Matemática, que são fontes originárias de problemas e
campos de aplicação de suas teorias, contemplados nas disciplinas: TIC para EAD,
Informática Educativa, Matemática Financeira, Física Geral 1, Física Geral 2, Introdução à
Lógica;
3. conteúdos da Ciência da Educação, da História e Filosofia das Ciências e da
Matemática, contemplados nas disciplinas: Pesquisa Educacional, Didática da Matemática,
História da Matemática, Profissão Docente.
Tal estruturação leva em consideração as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
formação de professores em nível superior, bem como as Diretrizes Nacionais para a
Educação Básica e para o Ensino Médio.
Faz-se necessário também, desde o início do curso, que o licenciando adquira
familiaridade com o uso do computador, como instrumento de trabalho, incentivando-se sua
utilização para o ensino de Matemática, em especial para a formulação e solução de
problemas.
É importante também a familiarização do licenciando, ao longo do curso, com outras
tecnologias que possam contribuir para o ensino de Matemática, como por exemplo, as
calculadoras científicas, os jogos matemáticos e os materiais didáticos diversos, além de
softwares específicos para o ensino.

Ordenamento Curricular

O curso tem uma carga horária total de 3.220 horas distribuídas da seguinte forma:

Disciplinas obrigatórias: 2.560h
Estágios Supervisionados: 400h
Trabalho de Conclusão de Curso: 60h
27

Atividades Acadêmico Científico - Culturais : 200h

O mesmo está projetado para ser concluído em oito semestres ou quatro anos
podendo, em caráter especial, ser concluído no tempo máximo de quatorze semestres ou
sete anos, com carga horária média por período de 400 horas, carga horária mínima de 240
horas e máxima de 600 horas.

Matriz Curricular
Carga horária
Período

Disciplina

Obrigatória
Teoria

1

Semestral
Total

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
PARA EAD

Sim

ÁLGEBRA ELEMENTAR

Sim

ELEMENTOS DE MATEMÁTICA 1

Sim

60

PROFISSÃO DOCENTE

Sim

60

PROJETOS INTEGRADORES 1

Sim

Carga horária do período:

2

Prática

60
40

0

20

40

60

40

280

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO ACADÊMICO

Sim

60

ELEMENTOS DE MATEMÁTICA 2

Sim

60

GEOMETRIA PLANA

Sim

60

GEOMETRIA ANALÍTICA

Sim

80

PROJETOS INTEGRADORES 2

Sim

POLÍTICA E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA
NO BRASIL

Sim

Carga horária do período:

0

40

40
80

380

CÁLCULO 1

Sim

80

INTRODUÇÃO À LÓGICA

Sim

60

ÁLGEBRA LINEAR

Sim

80

GEOMETRIA ESPACIAL

Sim

60

PROJETOS INTEGRADORES 3

Sim

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM

Sim

3

Carga horária do período:

28

400

0

40

40
80

4

CÁLCULO 2

Sim

80

INTRODUÇÃO À TEORIA DOS NÚMEROS

Sim

80

DESENHO GEOMÉTRICO

Sim

40

INTRODUÇÃO À ESTATÍSTICA

Sim

60

PROJETOS INTEGRADORES 4

Sim

PLANEJAMENTO, CURRÍCULO E AVALIAÇÃO DA
APRENDIZAGEM

Sim

Carga horária do período:

5

0

40

40
80

380

CÁLCULO 3

Sim

80

INTRODUÇÃO À ANÁLISE

Sim

60

ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1

Sim

100

MATEMÁTICA FINANCEIRA

Sim

60

PROJETOS INTEGRADORES 5

Sim

PROJETO PEDAGÓGICO, ORGANIZAÇÃO E GESTÃO
DO TRABALHO ESCOLAR

Sim

Carga horária do período:

420

0

40

40
80

ESTÁGIO SUPERVISIONADO 2

Sim

100

CÁLCULO 4

Sim

80

INTRODUÇÃO À ÁLGEBRA

Sim

80

FÍSICA GERAL 1

Sim

80

PROJETOS INTEGRADORES 6

Sim

PESQUISA EDUCACIONAL

Sim

6

Carga horária do período:

7

40

40
60

440

ESTÁGIO SUPERVISIONADO 3

Sim

100

COMBINATÓRIA E PROBABILIDADES

Sim

60

FÍSICA GERAL 2

Sim

80

INFORMÁTICA EDUCATIVA

Sim

20

20

40

PROJETOS INTEGRADORES 7

Sim

0

40

40

Carga horária do período:

8

0

320

ESTÁGIO SUPERVISIONADO 4

Sim

DIDÁTICA DA MATEMÁTICA

Sim

HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA NA
EDUCAÇÃO BRASILEIRA.

Sim

HISTÓRIA DA MATEMÁTICA

Sim

LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS

Sim

29

100
0

60

60
60

40

20

60
60

Carga horária do período:
Total:

340

41 disciplinas + 04 Estágios
Supervisionados
Disciplinas
fixas

2560

Atividades
Acadêmicocientíficoculturais –
AACC

200

Trabalho de
Conclusão
de Curso –
TCC

60

Estágios
Supervisiona
dos

400

Carga
Horária
Total
Curricular

3220

 EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS

PRIMEIRO SEMESTRE

Disciplina

Carga Horária

Tecnologia da Informação e Comunicação para EAD

60 horas

Ementa

Ambientes virtuais de aprendizagem. Tecnologia da Informação e
Comunicação

na

formação

de

professores.

Fundamentos

da

interatividade na Educação a Distância online. Paradigmas mecanicistas.
Interação mediada por computador. Utilização de ferramentas interativas
na Educação a Distância. Ferramentas interativas na EAD online. O
perfil do aluno virtual: estilos de aprendizagem.
Bibliografia

Bibliografia Básica:
LYNN, A.; NOVA, C. Educação à distância: uma nova concepção de
aprendizado e interatividade. São Paulo: Futura, 2003.
30

MOORE, M; KEARSLEY, G. Educação à distância: uma visão
integrada. São Paulo: Thomson Learning, 2007.

OKADA, A. L. P. Desafio para EAD: como fazer emergir a colaboração e
a cooperação em ambientes virtuais de aprendizagem? In: SILVA, M.
(Org.). Educação online. São Paulo: Loyola, 2003. p. 273-291.

PALLOF, R. M.; PRATT, K.
Construindo comunidades de
aprendizagem no ciberespaço: estratégias eficientes para salas de
aula on-line. Porto Alegre: Artmed, 2002.

SILVA, M. Sala de aula interativa. Rio de Janeiro: Quartet, 2003.

Bibliografia Complementar:

ALMEIDA, M. E. B. Educação, ambientes virtuais e interatividade. In:
SILVA, Marcos (Org.). Educação Online. São Paulo: Loyola, 2003. p.
201-215.

PALLOF, R. M; PRATT, K. O aluno virtual: um guia para trabalhar com
estudantes on-line. Porto Alegre: Artmed, 2004.

SILVA, M. Educação online. São Paulo: Loyola, 2006.

VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. 7. ed. São Paulo:
Michael Coles, 2007.

Disciplina

Carga Horária
31

Álgebra Elementar
Ementa

60 horas

Equações do 1º grau a uma incógnita. Produtos notáveis. Fatoração:
fatoração de um número em fatores primos e fatoração de monômios,
binômios e trinômios. Equações quadráticas. Frações algébricas.
Polinômios.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

CAMINHA, A. Tópicos de matemática elementar: números reais. Rio
de Janeiro: SBM, 2012. v. 1. (Coleção do professor de matemática, 24).

CAMINHA, A. Tópicos de matemática elementar: polinômios. Rio de
Janeiro: SBM, 2012. v. 6. (Coleção do professor de matemática, 29).

IEZZI, G. Complexos/ polinômios/ equações. 7. ed. São Paulo: Atual,
2005. v. 6. (Coleção fundamentos de matemática elementar).

LIMA, E. L. et al. A matemática do ensino médio. 10. ed. Rio de
Janeiro: SBM, 2012. v.1. (Coleção do professor de matemática, 13).

LIMA, E. L. et al. Temas e problemas elementares. 2. ed. Rio de
Janeiro: SBM, 2006. (Coleção do professor de matemática, 20).

Bibliografia Complementar:

CARAÇA, B. de J. Conceitos fundamentais da matemática. 6. ed.
Lisboa: Gradiva 2002.

CASTRUCCI, B. Elementos da Teoria dos conjuntos. 3. ed. São
Paulo. Grupo de estudos do ensino de matemática. 1965.

FIGUEIREDO, D. G. Números irracionais e transcendentes. 3. ed. Rio
32

de Janeiro: SBM, 2011. (Coleção iniciação científica, 1).

LIMA, E. L. et al. A matemática do ensino médio. 6. ed. Rio de janeiro:
SBM, 2006. v. 2. (Coleção matemática universitária, 14).

HEFEZ, A.; VILELLA, M. L. Polinômios e Equações Algébricas. Rio de
Janeiro: SBM, 2012. (Coleção PROFMAT).

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Elementos de Matemática 1

60 horas

Conjuntos

numéricos.

Funções

afins,

quadráticas,

modulares,

exponenciais, logarítmica, composta, inversa e outras. Equações e
inequações envolvendo exponenciais e logaritmos.
Bibliografia

Bibliografia Básica:

IEZZI, G.; MURAKAMI, C. Conjuntos e funções. 8. ed. São Paulo:
Atual, 2004. v. 1. (Coleção fundamentos de matemática elementar).

IEZZI, G.; DOLCE, O.; MURAKAMI, C. Logaritmos. 9. ed. São Paulo:
Atual, 2004. v. 2. (Coleção fundamentos de matemática elementar).

LIMA, E. L. et al. Temas e problemas. 3. ed. Rio de Janeiro: SBM, 2010.
(Coleção do professor de matemática, 17).

LIMA, E. L. et al. A matemática do ensino médio. 10. ed. Rio de
Janeiro: SBM, 2012. v.1. (Coleção do professor de matemática, 13).

LIMA, E. L. Logaritmos. 4. ed. Rio de Janeiro: SBM, 2010. (Coleção do
professor de matemática, 01).

33

Bibliografia Complementar:

CARAÇA, B. de J. Conceitos fundamentais da matemática. 6. ed.
Lisboa: Gradiva 2002.

CASTRUCCI, B. Elementos da Teoria dos conjuntos. 3. ed. São
Paulo. Grupo de estudos do ensino de matemática. 1965.

LIMA, E. L. et al. Números e funções reais. Rio de Janeiro: SBM,
2012. (Coleção PROFMAT).

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Profissão Docente

60 horas

A constituição histórica do trabalho docente. A natureza do trabalho
docente. Trabalho docente e relações de gênero. A autonomia do
trabalho docente. A proletarização do trabalho docente. Papel do Estado
e a profissão docente. A formação e a ação política do docente no Brasil.
A escola como locus do trabalho docente. Profissão docente e
legislação.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

CHARLOT, B. Formação dos professores e relação com o saber.
Porto Alegre: ARTMED, 2005.

34

COSTA, M. V. Trabalho docente e profissionalismo. Porto alegre:
Sulina,1996.

ESTRELA, M. T. (Org.). Viver e construir a profissão docente. Porto,
Portugal: Porto, 1997.

LESSARD, C.; TARDIF, M. O trabalho docente. São Paulo: Vozes,
2005.

NÓVOA, A. (Org.). Vidas de Professores. Porto, Portugal: Porto, 1992.

Bibliografia Complementar:

APPLE, M. W. Trabalho docente e textos. Porto Alegre: ARTMED,
1995.

ARROYO, M. Ofício de mestre. São Paulo: Vozes, 2001.

ESTEVE, J. M. O mal-estar docente: a sala de aula e a saúde dos
professores. Bauru, SP: EDUSC, 1999.

HYPOLITO, A. L. M. Trabalho docente, classe social e relações de
gênero. Campinas, SP: Papirus, 1997.

REALI, A. M. de M. R.; MIZUKAMI, M. da G. N. (Org.). Formação de
Professores: Tendências Atuais. São Carlos: EDUFSCAR, 1996.

TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis/RJ:
Vozes, 5. ed., 2002.

VEIGA, I. P. A.; CUNHA, M. I. da. (Org.). Desmistificando a
profissionalização do magistério. Campinas/SP: Papirus, 1999.
35

(Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico).

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Projetos Integradores 1

40 horas

Familiarização com alguns softwares e editores de texto úteis no ensino
da matemática: noções de Latex com implementação no moodle; noções
exploratórias do GeoGebra e do Winplot. Estudo de funções afim e
quadrática com auxílio de softwares educativos.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

ALMEIDA, P. Q. de. Introdução ao LaTeX. Lisboa: Escolar Editora,
1996.

ARAUJO, L. C. L.; NÓBRIGA, J. C. C. Aprendendo matemática com o
GeoGebra. São Paulo: Exato, 2010.

BOYER, C. História da matemática. São Paulo: Edgard Blucher, 2012.

IEZZI, G.; MURAKAMI, C. Conjuntos e funções. 8. ed. São Paulo:
Atual, 2004. v. 1. (Coleção fundamentos de matemática elementar).

MACHADO, S. D. A. (Org.). Educação matemática: uma introdução.
São Paulo: EDUC, 2008.

Bibliografia Complementar:

IEZZI, G.; DOLCE, O.; MURAKAMI, C. Logaritmos. 9. ed. São Paulo:
Atual, 2004. v. 2. (Coleção fundamentos de matemática elementar).

36

LIMA, E. L. et al. A matemática do ensino médio. 10. ed. Rio de
Janeiro: SBM, 2012. v. 1. (Coleção do professor de matemática, 13).

SANTOS, V. Um estudo das funções afins e quadráticas nos
ambientes “papel e lápis” e “GeoGebra”. Maceió, 2012. Dissertação
(Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática PPGECIM), UFAL.

SEGUNDO SEMESTRE

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Organização do Trabalho Acadêmico

60 horas

As Ciências e o Conhecimento Científico: sua natureza e o modo de
construção nas Ciências Humanas e Sociais. Diferentes formas de
conhecimento da realidade. A construção do conhecimento científico e a
pesquisa em educação. Aspectos técnicos do trabalho científico.
Diretrizes para a leitura, análise e interpretação de textos.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

ALVES – MAZOTTI, A. J.; GWANDSZNAJDER, F. O método nas
Ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. São
Paulo: Pioneira, 1998.
CARVALHO, M. C. M. de (Org.). Construindo o Saber: metodologia
científica: fundamentos e técnicas. Campinas, SP: Papirus, 1994.

CHIZZOTTI, A. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. São Paulo:
Cortez, 1995.

DEMO, P. Introdução à metodologia da ciência. São Paulo: Atlas,
1987.

37

_______. Educar pela pesquisa. São Paulo: Autores Associados, 2000.

_______. Pesquisa: principio científico e educativo. São Paulo:
Cortez, 1991.

FAZENDA, I. (Org.). Novos enfoques da pesquisa educacional. São
Paulo: Cortez, 1994.

LAVILLE, C.; DIONNE, J. Construção do Saber: manual de
metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Editora
Artes Médicas Sul Ltda; Belo Horizonte: Editora UFMG, 1999.

Bibliografia Complementar:

BRANDÃO, Z. (Org.). A crise dos paradigmas e educação. São Paulo:
Cortez, 1994.

CRUZ, A. da C.; MENDES, M.T.R. Trabalhos Acadêmicos,
dissertações e teses: estrutura e apresentação. 2. ed. Niterói, RJ:
Intertexto, 2004.

PÁDUA, E. M. M. de. Metodologia da pesquisa. Campinas, SP:
Papirus, 2000.

RAMPAZZO, L. Metodologia Científica. São Paulo: Loyola, 2002.

TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a
pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987.

Disciplina

Carga Horária
38

Elementos de Matemática 2
Ementa

60 horas

Razões Trigonométricas num triângulo Retângulo. Trigonometria Funções circulares. Números Complexos. Formas trigonométricas e
exponenciais. Equações Polinomiais com grau maior ou igual a três.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

CARMO, M. P. do; MORGADO, A. C.; WAGNER, E. Trigonometria e
números complexos. 3. ed. Rio de Janeiro: SBM, 2005. (Coleção do
professor de matemática, 06).
IEZZI, G. Trigonometria. 8. ed. São Paulo: Atual, 2004. v. 3. (Coleção
fundamentos de matemática elementar).

LIMA, E. L. et al. A matemática do ensino médio. 10. ed. Rio de
Janeiro: SBM, 2012. v. 1. (Coleção do professor de matemática, 13).

LIMA, E. L. et al. A matemática do ensino médio. 6. ed. Rio de janeiro:
SBM, 2006. v. 3. (Coleção do professor de matemática, 15).

Bibliografia Complementar:

GARBI, G. G. O romance das equações algébricas. 4. ed. São Paulo:
Livraria da Física, 2010.

IEZZI, G. Complexos/ polinômios/ equações. 7. ed. São Paulo: Atual,
2005. v. 6. (Coleção fundamentos de matemática elementar).

LIMA, E. L. et al. Temas e problemas. 3. ed. Rio de Janeiro: SBM,
2010. (Coleção do professor de matemática, 17).

Disciplina

Carga Horária
39

Geometria Plana
Ementa

60 horas

A Geometria Euclidiana como modelo de sistematização da Matemática:
origem e história. Axiomática da Geometria Euclidiana Plana e introdução
à formalização de demonstrações matemáticas. Medição de segmentos
e

ângulos:

grandezas

comensuráveis,

congruências,

distâncias,

triângulos especiais. Perpendicularismo e Paralelismo. O Axioma das
paralelas: a geometria neutra e as consequências do axioma das
paralelas. Semelhanças. Círculos, inscrição e circunscrição de polígonos.
Polígonos, polígonos regulares. Utilização de recursos de informática na
geometria plana
Bibliografia

Bibliografia Básica:

BARBOSA, J. L. M. Geometria euclidiana plana. Rio de Janeiro: SBM,
1997. (Coleção do professor de matemática, 11).

CAMINHA, A. Tópicos de matemática elementar: geometria
euclidiana plana. Rio de Janeiro: SBM, 2012. v. 2. (Coleção do
professor de matemática, 25).

LIMA, E. L. Medida e forma em geometria. 4. ed. Rio de Janeiro: SBM,
2009. (Coleção do professor de matemática, 03).

NETTO, S. L. Construções geométricas exercícios e soluções. Rio de
Janeiro: SBM, 2009. (Coleção do professor de matemática, 22).
WAGNER, E. Construções geométricas. 6. ed. Rio de Janeiro: SBM,
2007. (Coleção do professor de matemática, 09).

Bibliografia Complementar:

LIMA, E. L. et al. A matemática do ensino médio. 6. ed. Rio de janeiro:
SBM, 2006. v. 2. (Coleção matemática universitária, 14).

40

REZENDE, E. Q. F.; QUEIROZ, M. L. B. de. Geometria euclidiana
plana e construções geométricas. 2. ed. Campinas: Unicamp. 2008.

SANTOS, A. A. M. dos. Geometria euclidiana. Rio de Janeiro: Ciência
moderna, 2008. 704 p.

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Geometria Analítica

80 horas

Vetores no plano e no espaço: segmentos orientados no plano e no
espaço, vetores no plano e no espaço. Produtos de vetores: escalar,
vetorial e misto. Retas e planos. Distâncias: distância entre dois pontos,
distância de um ponto a uma reta, distância entre duas retas, distância
de um ponto a um plano, distância de uma reta a um plano e distância
entre planos. Cônicas: elipses, hipérboles e parábolas. Quádricas:
esferas, elipsóides, parabolóides hiperbólicos, parabolóides elípticos,
cilindros sobre cônicas.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

BOULOS, P.; CAMARGO, I. DE. Geometria analítica – um tratamento
vetorial. 3. ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 2004.

IEZZI, G. Geometria analítica. 5. ed. São Paulo: Atual, 2005. v. 7.
(Coleção fundamentos de matemática elementar).

LIMA, E. L. Geometria analítica e álgebra linear. 2. ed. Rio de Janeiro:
IMPA, 2008. (Coleção matemática universitária, 10).

REIS, G.L. dos; SILVA, V. V. da. Geometria analítica. 2. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 1996.
41

STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Geometria analítica. 2. ed. São
Paulo: Pearson Makron Books, 1987.

Bibliografia Complementar:

LIMA, E. L. et al. A matemática do ensino médio. 6. ed. Rio de janeiro:
SBM, 2006. v. 2. (Coleção do professor de matemática, 14).
LIMA, E. L. et al. A matemática do ensino médio. 6. ed. Rio de janeiro:
SBM, 2006. V. 3. (Coleção do professor de matemática, 15).

WINTERLE, P. Vetores e geometria analítica. 1. ed. São Paulo:
Pearson Makron Books, 2000.

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Projetos Integradores 2

40 horas

Analisar questões relativas ao ensino da geometria plana nos ensinos
fundamental e médio. A linguagem da geometria nas escolas. Estudo da
construção do conceito de áreas de figuras planas. Homotetias e
semelhanças: aplicações na elaboração e utilização de mapas.
Diferentes abordagens do teorema de Pitágoras e do teorema da soma
dos ângulos internos de um triângulo. Desenho geométrico: relações
entre álgebra e geometria.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

BRASIL. PCN de 5ª a 8ª série. MEC/Secretaria de Educação Básica.
Brasília.
_______ Orientações Curriculares Nacionais para o Ensino Médio –
PCNEM, v. 2: Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.
MEC/ Secretaria de Educação Básica. Brasília, 2006.
42

DOLCE, O. Geometria plana. 8. ed. São Paulo: Atual, 2005. v. 9.
(Coleção fundamentos de matemática elementar).

LIMA, E. L. Medida e forma em geometria. 4. ed. Rio de Janeiro: SBM,
2009. (Coleção do professor de matemática, 03).

LIMA, E. L. et al. Temas e problemas elementares. 2. ed. Rio de
Janeiro: SBM, 2006. (Coleção do professor de matemática, 20).

WAGNER, E. Construções geométricas. 6. ed. Rio de Janeiro: SBM,
2007. (Coleção do professor de matemática, 09).

Bibliografia Complementar:

ALMOULOUD, S. Ag; COUTINHO, C. de Q. e S. Engenharia Didática:
características e seus usos em trabalhos apresentados no GT-19 /
ANPEd. REVEMAT - Revista Eletrônica de Educação Matemática. v. 3,
p.62-77, UFSC: 2008.

MACHADO, S. D. A. (Org.). Educação matemática: uma introdução.
São Paulo: EDUC, 2008.

SANTOS, W. O conceito de área no sexto ano noturno: uma proposta
fundamentada na teoria de van Hiele. Maceió, 2012. Dissertação
(Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática PPGECIM), UFAL.

Disciplina

Carga Horária

Política e Organização da Educação Básica no Brasil

80 horas

43

Ementa

A Educação escolar brasileira no contexto das transformações da
sociedade

contemporânea. Análise

histórico-crítica

das

políticas

educacionais, das reformas de ensino e dos planos e diretrizes para a
educação escolar brasileira. Estudo da estrutura e da organização do
sistema de ensino brasileiro em seus aspectos legais, organizacionais,
pedagógicos, curriculares, administrativos e financeiros, considerando,
sobretudo a LDB (Lei 9.394/96) e a legislação complementar pertinente.
Bibliografia

Bibliografia Básica:
AGUIAR, M. A. A formação do profissional da educação no contexto da
reforma educacional brasileira. In: FERREIRA, N. S. C. (Org.).
Supervisão educacional para uma escola de qualidade. 2. ed. São
Paulo: Cortez, 2000.
BRASIL. Lei de diretrizes e bases da educação nacional: (Lei
9.394/96) / apresentação Carlos Roberto Jamil Cury. 4. ed. Rio de
Janeiro: DP & A, 2001.
BRZEZINSKI, I. (Org.). LDB interpretada: diversos olhares se
entrecruzam. São Paulo: Cortez, 2000.
FÁVERO, O. (Org.). A educação nas constituintes brasileiras (18231988). 2. ed. Campinas, SP: autores Associados, 2001.
LIBÂNEO, J. C.; OLIVEIRA, J. F. de; TOSCHI, M. S. Educação
Escolar: políticas, estrutura e organização. 2. ed. São Paulo: Cortez,
2005.
Bibliografia Complementar:

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil, 1988. 2.
ed. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura, 2002.
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica.
Brasília. Conselho Nacional de Educação. 2001.
BRASIL. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Brasília. Presidência
da República. 2003.

BRASIL. Plano Nacional de Educação. Brasília. Senado Federal,
UNESCO, 2001.
VERÇOSA, E. de G. (Org.). Caminhos da Educação da Colônia aos
44

Tempos Atuais. Maceió/São Paulo. Ed. Catavento: 2001.

TERCEIRO SEMESTRE

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Cálculo 1

80 horas

Limite de funções reais de variável real: noção intuitiva de limite, limites
laterais, propriedades de limites, limites infinitos e limites no infinito,
assíntotas verticais e horizontais. Funções contínuas: definição e
operações com funções contínuas. Limites fundamentais. Derivadas:
definição de derivada, definição de função derivada, derivadas de
funções elementares, regras e técnicas de derivação. Aplicações de
derivadas: taxas de variação, regra de L’ Hôspital e cálculo de máximos e
mínimos de funções reais de variável real.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

ÁVILA, G. Cálculo das funções de uma variável. 7. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2004. v. 1.

IEZZI, G.; MURAKAMI, C.; MACHADO, N. J. Limites/ Derivados/
Noções de Integral. 6. ed. São Paulo: Atual, 2005. v. 8. (Coleção
fundamentos de matemática elementar).

RIBENBOIM, P. Funções, limites e continuidade. Rio de Janeiro: SBM,
2012. (Coleção Textos Universitários; 12).

STEWART, J. Cálculo. 6. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. v.1.

THOMAS, G. B. Cálculo. 11. ed. São Paulo: Makron Books, 2008. v.1.

45

Bibliografia Complementar:

LEITHOLD, L. Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. São Paulo:
Harbra, 1994. v. 1.

CAMINHA, A. Tópicos de matemática elementar: introdução à
análise. Rio de Janeiro: SBM, 2012. v. 3. (Coleção do professor de
matemática, 26).

GUIDORIZZI, L. H. Um curso de Cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2001. v. 1.

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Introdução à Lógica

80 horas

Lógica elementar: notação matemática, quantificadores, sentenças
matemáticas e seus conectivos, tabelas verdades, argumentos, estrutura
das proposições. Técnicas de demonstração: teoremas e conjecturas,
raciocínio

dedutivo,

raciocínio

indutivo,

modelos

axiomáticos,

demonstrações diretas e demonstrações indiretas. Conjuntos: operações
entre conjuntos. Paradoxo de Russel. Famílias indexadas. Relações e
funções. Partições e relações de equivalência. Conjuntos enumeráveis,
não enumeráveis, finitos e infinitos.
Bibliografia

Bibliografia Básica:

ALENCAR FILHO, E. Iniciação à lógica matemática. São Paulo: Nobel,
2006.

ÁVILA, G. Análise matemática para licenciatura. 3. ed. São Paulo:
Edgard Blucher , 2006.

46

CORCHO, A. J. C. et al. Introdução às Olimpíadas. Alagoas: Edufal,
2005.

IEZZI, G.; MURAKAMI, C. Conjuntos e funções. 8. ed. São Paulo: Atual,
2004. v. 1. (Coleção fundamentos de matemática elementar).

MORAIS FILHO, D. C. de. Um convite à matemática. Rio de Janeiro:
SBM, 2012. (Coleção do professor de matemática, 23).

Bibliografia Complementar:

CASTRUCCI, B. Elementos da Teoria dos conjuntos. 3. ed. São
Paulo. Grupo de estudos do ensino de matemática. 1965.

HALMOS, P. R. Teoria ingênua dos conjuntos. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, 2001.

SALMON, W.C. Lógica. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1993.

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Álgebra Linear

80 horas

Sistemas lineares e matrizes. Método de eliminação de Gauss e de
Gauss-Jordan. Espaços vetoriais. Subespaços. Operações Booleanas.
Somas diretas. Espaços vetoriais finitamente gerados. Base e
dimensão. Transformações lineares. Teorema do Núcleo e da Imagem.
Isomorfismo. Matrizes de transformações lineares. Semelhança de
operadores. Espaços vetoriais euclidianos, desigualdade de CauchySchwarz,

bases

ortonormais

e

o

Processo

de

Gram-Schmidt.

Operadores simétricos e matrizes ortogonais. Determinante e formas
multilineares alternadas, regra de Cramer, limitações numéricas.

47

Bibliografia

Bibliografia Básica:

BOLDRINI, J. L. Álgebra Linear. 3. ed. São Paulo: Harper & Row do
Brasil, 1980.

CALLIOLI, C. A. Álgebra Linear e Aplicações. 4. ed. São Paulo: Atlas,
1990.

HEFEZ, A.; FERNANDEZ, C. S. Introdução à Álgebra Linear. Rio de
Janeiro: SBM, 2012. (Coleção PROFMAT, 01).

HOFFMAN, K.; KUNZE, R. Álgebra Linear. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC,
1980.

LANG, S. Álgebra Linear. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2003.

Bibliografia Complementar:

GONÇALVES, A.; SOUZA, R. M. L. Introdução à Álgebra Linear. São
Paulo: Edgar Blucher, 1977.

LIMA, E. L. Álgebra Linear. 7. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2008. (Coleção
matemática universitária, 04).

LIPSCHUTZ, S. Álgebra Linear. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 1973.
(Coleção Schaum).

STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Álgebra Linear. São Paulo: Pearson
Makron Books, 2010.

STRANG, G. Álgebra Linear e suas aplicações. (Trad. 4. ed). Rio de
48

Janeiro: Cengage Learning, 2010.

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Geometria Espacial

60 horas

Noções

básicas

de

Geometria

Espacial

de

Posição.

Noções

fundamentais de diedros, prismas e pirâmides. Volumes de sólidos:
Princípios

de

Cavalieri.

Poliedros

regulares,

fórmula

de

Euler.

Representação de poliedros.
Bibliografia

Bibliografia Básica:

CARVALHO, P. C. P. Introdução à Geometria Espacial. 4. ed. Rio de
Janeiro: SBM, 2005. Coleção do professor de matemática, 10).

DOLCE, O. Geometria Plana. 8. ed. São Paulo: Atual, 2005. v. 9.
(Coleção fundamentos de matemática elementar).

DOLCE, O. Geometria Plana. 6. ed. São Paulo: Atual, 2005. v. 10.
(Coleção fundamentos de matemática elementar).

LIMA, E. L. et al. A matemática do ensino médio. 6. ed. Rio de Janeiro:
SBM, 2006. v. 2. (Coleção do professor de matemática, 14).

REZENDE, E. Q. F. ; QUEIROZ, M. L. B. de. Geometria euclidiana
plana e construções geométricas. 2. ed. Campinas: Unicamp. 2008.

Bibliografia Complementar:

LIMA, E. L. et al. A matemática do ensino médio. 6. ed. Rio de janeiro:
49

SBM, 2006. v. 2. (Coleção do professor de matemática, 14).

LIMA, E. L. Meu professor de matemática e outras histórias. 5. ed.
Rio de Janeiro: SBM, 2006. (Coleção do professor de matemática, 04).

LIMA, E. L. Medida e forma em geometria. 4. ed. Rio de Janeiro: SBM,
2009. (Coleção do professor de matemática, 03).

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Projetos Integradores 3

40 horas

Analise de questões relativas ao ensino da Geometria Espacial e da
Geometria analítica nos ensinos fundamental e médio, estudando os
paralelepípedos, prismas, pirâmides, cilindros, cones e esferas por meio
de

material

manipulativo:

diferentes

abordagens

nos

ensinos

fundamental e médio. A fórmula de Euler. Geometria analítica e o GPS.
Bibliografia

Bibliografia Básica:

BRASIL. PCN de 5ª a 8ª série. MEC/Secretaria de Educação Básica.
Brasília.
_______ Orientações Curriculares Nacionais para o Ensino Médio –
PCNEM, v. 2: Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.
MEC/ Secretaria de Educação Básica. Brasília, 2006.

LIMA, E. L. et al. A matemática do ensino médio. 6. ed. Rio de janeiro:
SBM, 2006. v. 2. (Coleção matemática universitária; 14).

LIMA, E. L. Meu professor de matemática e outras histórias. 5. ed.
Rio de Janeiro: SBM, 2006. (Coleção do professor de matemática, 04).

LIMA, E. L. Medida e forma em geometria. 4. ed. Rio de Janeiro: SBM,
50

2009. (Coleção do professor de matemática, 03).

NASSER, L.; TINOCO, L. Formação de conceitos em Geometria.
IM/UFRJ – Projeto Fundão.

SIQUEIRA, R. M. de. História, tradição e pesquisa sob disputa: o caso
dos poliedros na geometria. Revista Brasileira de História da
Matemática. Natal, v. 9, n. 17, p. 53-63, abr./set. 2009.

Bibliografia Complementar:

BEZERRA, N. J. F.; SCARTAZZINI, L. S. O uso do GPS como fator de
motivação na aprendizagem da geometria analítica. Acta Scientiae, v.
8, n. 2, jul./dez. 2006.

BOYER, C. História da matemática. São Paulo: Edgard Blucher, 2012.

MACHADO, S. D. A. (Org.). Educação matemática: uma introdução.
São Paulo: EDUC, 2008.

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Desenvolvimento e Aprendizagem

80 horas

Estudo dos processos psicológicos do desenvolvimento humano e da
aprendizagem na adolescência e na fase adulta, relacionando-os com as
diversas concepções de homem e de mundo, identificando a influência
das diferentes teorias psicológicas na educação, numa perspectiva
histórica. Relação entre situações concretas do cotidiano do adolescente
e do adulto com as concepções teóricas de aprendizagem estudadas,
considerando os fundamentos psicológicos do desenvolvimento nos
aspectos biológico, cognitivo, afetivo e social na adolescência e na fase
adulta através das principais teorias da Psicologia do Desenvolvimento.

51

Bibliografia

Bibliografia Básica:

ABERASTURY, A.; KNOBEL, M. Adolescência Normal. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1981.

BECKER, F. Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos.
Educação e Realidade. Porto Alegre, 19 (1): p. 89-96, jan/jun. 1993.

BIAGGIO, A. M. B. Psicologia do Desenvolvimento. Petrópolis: Vozes,
1988.

CASTRO, A. D. Piaget e a didática: ensaios. São Paulo: Saraiva, 1974.
166p.

ERIKSON, E. H. Infância e Sociedade. Rio de Janeiro: Zahar Editores,
1976.

FERREIRA, M. G. Psicologia educacional: análise crítica. São Paulo:
Cortez; Campinas: Autores Associados, 1986.

GALLATIN, J. E. Adolescência e individualidade: uma abordagem
conceitual da psicologia da adolescência. São Paulo: Harbra, 1978.
397 p.

GOULART, I. B. Psicologia na educação: fundamentos teóricos,
aplicações à prática pedagógica. Petrópolis: Vozes, 1987.

HENRIQUES, M. H. et al. Adolescentes de hoje, pais do amanha:
Brasil. Bogotá: Editorial Presencia, 1989. 88 p.

INHELDER, B.; PIAGET, J. Da lógica da criança à lógica do
adolescente: ensaio sobre a construção das estruturas operatórias
52

formais. Tradução: Dante Moreira Leite. São Paulo: Pioneira, 1976.

KLEIN, M. Psicanálise da Criança. São Paulo: Mestre Jou, 1975.

Bibliografia Complementar:

BEE, H. A Criança em Desenvolvimento. São Paulo: Harbra, 1988.

CAPRA, F. O Ponto de Mutação. São Paulo: Cultrix, 1982.

HURLOCK, E. B. - Desenvolvimento do Adolescente - São Paulo:
McGraw-Hill, 1979.

LIBÂNEO, J. C. Psicologia Social: O Homem em Movimento - São
Paulo: Brasiliense, 1984.

KAPLAN, H. S. Enciclopédia Básica de Educação Sexual - Rio de
Janeiro: Record, 1979.

QUARTO SEMESTRE

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Cálculo 2

80 horas

Integração de funções reais de uma variável. Métodos de integração.
Integração

aproximada.

Regras

dos

trapézios,

de

Simpson

e

generalizadas. Aplicações da integral: Comprimento de arco, Áreas e
Volumes.

Coordenadas

Polares.

Parametrizadas e Comprimento de Arco.

53

Funções

Vetorias.

Curvas

Bibliografia

Bibliografia Básica:

ÁVILA, G. Cálculo das funções de uma variável. 7. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2004. v. 1.

STEWART, J. Cálculo. 6. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. v. 1.

STEWART, J. Cálculo. 6. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. v. 2.

THOMAS, G. B. Cálculo. 11. ed. São Paulo: Makron Books, 2008. v. 1.

THOMAS, G. B. Cálculo. 11. ed. São Paulo: Makron Books, 2008. v. 2.

Bibliografia Complementar:

IEZZI,
G.;
MURAKAMI,
C.;
MACHADO,
N.
J.
Limites/Derivados/Noções de Integral. 6. ed. São Paulo: Atual, 2005.
v. 8. (Coleção fundamentos de matemática elementar).

GUIDORIZZI, L. H. Um curso de Cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2001. v.1.

LEITHOLD, L. Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. São Paulo:
Harbra, 1994. v. 1.

LEITHOLD, L. Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. São Paulo:
Harbra, 1994. v. 2.

Disciplina

Carga Horária
54

Introdução à Teoria dos Números
Ementa

80 horas

Preliminares históricos da Aritmética e da Teoria dos Números. Anel
ordenado dos números inteiros. Indução finita. Divisibilidade, divisão
euclidiana. Sistemas de numeração. Máximo divisor comum e mínimo
múltiplo comum, algoritmo de Euclides. Equações diofantinas lineares.
Números primos, crivo de Eratóstenes, Teorema Fundamental da
Aritmética. Números perfeitos. Pequeno Teorema de Fermat. Números
de Mersenne e de Fermat. Congruências e aritmética dos restos,
aplicações. Teorema de Euler e suas aplicações em Criptografia.
Teorema de Wilson. Congruências lineares e Teorema Chinês dos
Restos.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

COUTINHO, S. C. Números inteiros e criptografia RSA. 2. ed. Rio de
Janeiro: IMPA, 2007. 213 p. (Coleção matemática e aplicações, 02).

HEFEZ, A. Elementos de Aritmética. 2. ed. Rio de Janeiro: SBM, 2006.
(Coleção textos universitários, 2).

HEFEZ, A. Curso de álgebra. 4. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2010. 214 p.
(Coleção matemática universitária, 03).

MARTINEZ, F. B.; MOREIRA, C. G. T. DE A.; SALDANHA, N. C.
Tópicos de Teoria dos Números. Rio de Janeiro: SBM, 2012. (Coleção
PROFMAT, 2).

SANTOS, J. P. O. Introdução à teoria dos números. 3. ed. Rio de
Janeiro: IMPA, 2011. 198p. (Coleção matemática universitária, 08).

Bibliografia Complementar:

JACY MONTEIRO, L. H. Elementos de Álgebra. Rio de Janeiro: LTC,
55

1969 (Coleção Elementos de Matemática, 01).

RIBENBOIM, P. Números primos: mistérios e recordes. Rio de
Janeiro: IMPA, 2001. 292 p. (Coleção matemática universitária, 11).

RIBENBOIM, P. Números Primos. Velhos Mistérios e Novos
Recordes. Rio de Janeiro: IMPA, 2012. 328 p. (Coleção matemática
universitária, 18).

FERNANDEZ, A. J. C.; OLIVEIRA, K. I. M. Iniciação à Matemática: um
curso com problemas e soluções. 2. ed. Rio de Janeiro: SBM, 2010.
(Coleção Olimpíadas de Matemática, 5).

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Desenho Geométrico

40 horas

Construção e transporte de ângulos, classificação e operações com
ângulos, traçado de paralelas e perpendiculares, construção de
poligonais e polígonos regulares, lugares geométricos. Utilização de
recursos de informática em desenho geométrico.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

LIMA, E. L. Medida e forma em geometria. 4. ed. Rio de Janeiro: SBM,
2009. (Coleção do professor de matemática, 03).

MONTENEGRO, G. A. Geometria Descritiva. São Paulo: Blucher, 1991.
v. 1.

NETTO, S. L. Construções geométricas exercícios e soluções. Rio
de Janeiro: SBM, 2009. (Coleção do professor de matemática, 22).

RIVERA, F. O.; NEVES, J. C.; GONÇALVEZ, D. N. Traçado em
desenho geométrico. Rio Grande: FURG, 1986.

56

WAGNER, E. Construções geométricas. 6. ed. Rio de Janeiro: SBM,
2007. (Coleção do professor de matemática, 09).

Bibliografia Complementar:

BARBOSA, J. L. M. Geometria euclidiana plana. Rio de Janeiro: SBM,
1997. (Coleção do professor de matemática, 11).

JORGE, M.; MORGADO, A. C.; WAGNER, E. Geometria plana II. Rio
de Janeiro: Editora Francisco Alves, 1973.

REZENDE, E. Q. F. ; QUEIROZ, M. L. B. de. Geometria euclidiana
plana e construções geométricas. 2. ed. Campinas: Unicamp. 2008

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Introdução à Estatística

60 horas

Variáveis estatísticas e escalas de mensuração. Amostra e população,
amostragem.

Distribuições

de

frequência.

Frequência

de

dados

agrupados por intervalos. Apresentação de dados em gráficos e tabelas.
Medidas de posição: de tendência central (Média, Moda, Mediana) e
medidas separatrizes (quantis, decis, percentis). Medidas de dispersão
(amplitude,

desvio

padrão,

variância,

coeficiente

de

variação).

Experimentos determinísticos e aleatórios. Conceito elementar de
probabilidade. Probabilidade condicional, independência e resultados de
Bayes. Variáveis aleatórias discretas e contínuas. Esperança e variância.
Função

de

distribuição

acumulada.

Principais

distribuições

unidimensionais. Distribuição binomial. Distribuição Normal de Gauss.
Aspectos qualitativos do Teorema Central do Limite.
Bibliografia

Bibliografia Básica:

DEGENZAJN, D.; HAZZAN, S.; IEZZI, G. Matemática comercial,
matemática financeira e estatística descritiva. São Paulo: Atual, 2004.
57

v. 11. (Coleção fundamentos de matemática elementar).

LIMA, E. L. et al. A matemática do ensino médio. 6. ed. Rio de Janeiro:
SBM, 2006. v. 2. (Coleção do professor de matemática, 14).

MEYER, P. L. Probabilidade e aplicações à estatística. 2. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2001.

MORGADO, A. C. de O. et al. Análise combinatória e probabilidade. 9.
ed. Rio de Janeiro: SBM, 2006. v. 2. (Coleção do professor de matemática,
2).

SPIEGEL, M. R. Estatística. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 2009.
(Coleção Schaum)

Bibliografia Complementar:

ANDERSON, D.R.; SWEENEY, D.J.; WILLIAMS, T.A. Estatística
aplicada. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005.

LIMA, A. C. P. de; MAGALHÃES, M. N. Noções de probabilidade e
estatística. 7. ed. São Paulo: Edusp, 2011.

MORETTIN, P.A. & BUSSAB, W.O. Estatística Básica. 6. ed. São Paulo:
Saraiva, 2010.

Disciplina

Carga Horária

Projetos Integradores 4

40 horas

58

Ementa

Analisar questões relativas ao ensino da aritmética no ensino
fundamental. Algoritmos das operações aritméticas com auxílio do ábaco
e do material dourado. A construção do conceito dos números racionais
no ensino fundamental. Números relativos no ensino fundamental.
Noções de criptologia. Torre de Hanói. Jogos Nim. O ensino da aritmética
por meio da resolução de problemas.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

BRASIL. Ministério da educação /Secretaria de Educação Básica.
Brasília.
_______ Orientações Curriculares Nacionais para o Ensino Médio –
PCNEM, v. 2: Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.
MEC/ Secretaria de Educação Básica. Brasília, 2006.

BOYER, C. História da matemática. São Paulo: Edgard Blucher, 2012.

COUTINHO, S. C. Números inteiros e criptografia RSA. 2. ed. Rio de
Janeiro: IMPA, 2007. 213 p. (Coleção matemática e aplicações, 02).

HEFEZ, A. Elementos de Aritmética. 2. ed. Rio de Janeiro: SBM, 2006.
(Coleção textos universitários, 2).

MELO, C. A. V. de. O jogo do Nim – um problema de divisão. In: Druck,
S. (Org.). Explorando o ensino da Matemática: atividades: v. 2.
Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2004.
p. 143 -144.

BARRÊDO, M. K.; RAGUENET, I. F. A teoria matemática do jogo de Nim.
In: Druck, S. (Org.). Explorando o ensino da Matemática: atividades:
v. 2. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica,
2004. p. 145 -151.

Bibliografia Complementar:
59

MACHADO, S. D. A. (Org.). Educação matemática: uma introdução.
São Paulo: EDUC, 2008.

FOSSA, J. A.; ANJOS, M. F. dos. Sobre a incompatibilidade dos números
negativos com o conceito grego de Ảrithmós. Revista Brasileira de
História da Matemática. Rio Grande do Norte, v. 7, n. 14, p. 163 - 171,
(outubro/2007 - março/2008).
WATANABE, R. Uma lenda: Torre de Hanói. In: Druck, S. (Org.).
Explorando o ensino da Matemática: atividades: v. 2. Brasília:
Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2004. p. 124127.

Disciplina

Carga Horária

Planejamento, Currículo e Avaliação da Aprendizagem

80 horas

Ementa

Estudo dos princípios, fundamentos e procedimentos do planejamento,
do currículo e da avaliação, segundo os paradigmas e normas legais
vigentes norteando a construção do currículo e do processo avaliativo no
Projeto Político Pedagógico da escola de Educação Básica.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

BRZEZINSK, I. (Org.). LDB Interpretada:
entrecruzam. São Paulo: Cortez, 1997.

diversos

olhares

se

COSTA, M.V. (Org.). O currículo nos limiares do contemporâneo. 2.
ed. Rio de Janeiro: DP& A, 1999.

GADOTI, M. Projeto Político Pedagógico da Escola: fundamentos para a
sua realização. In GADOTTI, Moacir e ROMÃO, José Eustáquio.
Autonomia da escola: princípios e propostas. Guia da escola Cidadã.
São Paulo: Cortez, 1997. p. 33- 41.

60

HERNANDEZ, F.; VENTURA, M. A organização do currículo por
projetos de trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio. 5. ed.
Porto Alegre: ARTMED, 1998.

MORAES, M. C. O paradigma educacional emergente. Campinas/SP:
Papirus, 1997.

ROMÃO, José Eustáquio. Avaliação Dialógica: desafios e perspectivas.
São Paulo: Cortez, 1998 (Guia da Escola Cidadã; v. 2).

SANTOMÉ, J. T. Globalização e Interdisciplinaridade: o currículo
integrado. Tradução Cláudia Shilling. Porto Alegre: ARTMED, 1998.

SAUL, Ana Maria. Avaliação Emancipatória. São Paulo: Cortez, Autores
Associados, 1998.

SILVA, T. T. da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias
do currículo. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.

ZABALA, A. Conhecer o que se aprende, um instrumento de avaliação
para cada tipo de conteúdo. V Seminário Internacional de Educação do
Recife. Recife, 2001.

Bibliografia Complementar:

BRASIL. Congresso Nacional. Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional. Brasília, 20 de dezembro de 1996.

HERNANDEZ, F. Repensar a função da escola a partir dos projetos de
trabalho. PÁTIO revista Pedagógica n. 6. ago./out. 1998.

61

GOVERNO DO BRASIL. Diretrizes Curriculares para a Educação
Básica. Resoluções CNE/CEB nº 1 de 05.07.2000; nº 2 de 19.04.1998;
nº 3/98 de 26.06.98; nº 1 de 05.07.2000; nº 2 de 19.04.1999; nº 3/99 de
03.04 de 2002.

LUCK, H. Pedagogia interdisciplinar:
metodológicos. Petrópolis, RJ: Vozes, 1994.

fundamentos

teórico-

SAVIANI, D. Pedagogia Histórico-crítica: primeiras aproximações. São
Paulo: Cortez, Autores associados, 1992.

QUINTO SEMESTRE

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Cálculo 3

80 horas

Funções Vetoriais, Curvas Parametrizadas, Comprimento de Arco,
Curvatura e Torção e Triedro de Frenet, Limite e Continuidade,
Derivadas

Parciais, Aplicações

Diferenciáveis,

Matriz

Jacobiana,

Derivadas Direcionais, Gradiente, Regra da Cadeia, Teorema da Função
Inversa e Implícita.
Bibliografia

Bibliografia Básica:

ÁVILA, G. Cálculo das funções de múltiplas variáveis. 7. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2006. v. 3.

LEITHOLD, L. Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. São Paulo:
Harbra, 1994. v. 2.

62

STEWART, J. Cálculo. 6. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. v. 2.

SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo:
McGraw-Hill,1997. v. 2.

THOMAS, G. B. Cálculo. 11. ed. São Paulo: Makron Books, 2008. v. 2.

Bibliografia Complementar:

BOULOS P. Cálculo Diferencial e Integral. São Paulo: Makron Books,
2000. v. 3.

COURANT, R. Cálculo Diferencial e Integral. Rio de Janeiro: Editora
Globo, 1966. v. 1.

GONÇALVES, M. B.; FLEMMING, D. M. Cálculo C: Funções vetoriais,
integrais curvilíneas, integrais de superfície. 3. ed. São Paulo: Makron
Books, 2000.

MUNEM, M. A.; DAVID J. F. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1982. v. 2.

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Introdução à Análise

60 horas

Construção do conjunto dos números reais. Propriedades elementares
do conjunto dos números reais. Irracionalidade e aproximação de
irracionais. Sequências numéricas convergentes; o Teorema das
Sequências Monótonas. Comprimento da circunferência e definição

Matemática Elementar. Abertos, conexos e compactos da reta e funções

63

contínuas.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

ÁVILA, G. Análise matemática para licenciatura. 3. ed. São Paulo:
Edgard Blucher , 2006.

CAMINHA, A. Tópicos de matemática elementar: introdução à
análise. Rio de Janeiro: SBM, 2012. v. 3. (Coleção do professor de
matemática, 26).

LIMA, E. L. Análise real. 10. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2009. v. 1.
(Coleção matemática universitária, 01).

AVILA, G. Introdução à análise matemática. 2. ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2000.

FIGUEIREDO, D. G. Análise na reta. Rio de Janeiro: IMPA, 1973.

Bibliografia Complementar:

FERREIRA, J. A construção dos Números. Rio de Janeiro: SBM, 2010.
(Coleção textos universitários, 09).

FIGUEIREDO, D. G. Números irracionais e transcendentes. 3. ed. Rio
de Janeiro: SBM, 2011. (Coleção iniciação científica, 1).

LIMA, E. L. Curso de análise. 12. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2004. v. 1.
(Coleção Projeto Euclides, 01).

Disciplina

Carga Horária
64

Estágio Supervisionado 1
Ementa

100 horas

As Diretrizes Curriculares Nacionais para Licenciatura e Bacharelado em
Matemática e os Princípios Psicológicos para a aprendizagem. A
percepção das formas geométricas: do conhecimento empírico ao
conhecimento formal. As representações em matemática. Relação entre
Educação Matemática e sociedade humana. Resolução de problemas e
transposição didática. Realização de estágios de observação e relatório
relacionando à teoria estudada com a prática observada. Construção de
processos de estudo dos saberes matemáticos e processos cognitivos
presentes nos anos iniciais do ensino fundamental.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

BOLT, B. Atividades matemáticas. Lisboa: Gradiva, 1991.
CARAÇA, B. de J. Conceitos fundamentais da matemática. 6. ed.
Lisboa: Gradiva, 2002.

DUVAL, R. Registros de representações semióticas e funcionamento
cognitivo da compreensão em matemática. In: ALCÂNTARA, S. D. (Org.).
Aprendizagem em matemática. Registros de representação
semiótica. 2.ed. Campinas: Papirus, 2005.
MACHADO, N.J. Vivendo a matemática: os polígonos de Platão e os
dedos da mão. 8. ed. São Paulo: Scipione, 2000.

VYGOSTKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins
Fontes, 2000.

Bibliografia Complementar:

PARRA, C.; SAIZ, I. (Org.). Didática da Matemática: Reflexões
Psicopedagógicas. Os Diferentes Papéis do Professor. Brousseau, G.
Porto Alegre: Artmed,1996.
PAVANELLO, R. M.; ANDRADE, R. N. G. A. (2002). Formar professores
para ensinar geometria: Um desafio para as licenciaturas em
65

Matemática. Educação Matemática em revista- SBEM (Sociedade
Brasileira de Educação Matemática). Brasília, n. 9, mar./2002.
POLYA, G. A arte de resolver problemas. Editora Diversos, 2006.
SPINILLO, A.G. (1994).O Conhecimento Matemático de Crianças Antes
do ensino da Matemática na Escola. A Educação Matemática em
Revista - SBEM. Brasília, n. 03, 2º semestre 1994.

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Matemática Financeira

60 horas

Juros e taxas financeiras. Capitalização simples. Desconto comercial
simples. Capitalização composta. Valor presente e valor futuro.
Equivalência de capitais e de taxas. A compensação inflacionária e o
método de Fisher. Séries de pagamentos (modelo postecipado,
antecipado e com carência). Sistemas de amortização (Price, Sac e
Sacre). Alternativas de investimentos (Taxa interna de retorno e método
do valor atual).

Bibliografia

Bibliografia Básica:

DEGENZAJN, D.; HAZZAN, S.; IEZZI, G. Matemática comercial,
matemática financeira e estatística descritiva. São Paulo: Atual,
2004. v. 11. (Coleção fundamentos de matemática elementar).

FRANCISCO, W. de. Matemática Financeira. 7. ed. São Paulo: Atlas,
1991.

LIMA, E. L. et al. A matemática do ensino médio. 6. ed. Rio de Janeiro:
SBM, 2006. v. 2. (Coleção do professor de matemática, 14).

MORGADO, A. C.; CÉSAR, B. Matemática Financeira. 2. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2006. (Impetus questões).

66

MORGADO, A. C. et al. Progressões e Matemática Financeira. 6. ed. Rio
de Janeiro: SBM, 2005. (Coleção do professor de matemática, 08).
Bibliografia Complementar:

ASSAF NETO, A. Matemática Financeira e suas aplicações. 11. ed.
São Paulo: Atlas, 2009.

BRUNI, A. L.; FAMÁ, R. As decisões de investimentos. São Paulo:
Atlas, 2003. v. 2. (Desvendando as finanças).

SAMANEZ, C. P. Matemática Financeira. 4. ed. São Paulo: Pearson,
Prentice-Hall, 2008.

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Projetos Integradores 5

40 horas

Analisar questões relativas ao ensino da álgebra nos ensinos
fundamental e médio. O ensino das equações do primeiro e do segundo
graus. Modelagem matemática e funções. O ensino de resolução de
sistemas lineares.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

BRASIL. PCN de 5ª a 8ª série. MEC/Secretaria de Educação Básica.
Brasília.
_______ Orientações Curriculares Nacionais para o Ensino Médio –
PCNEM, v. 2: Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.
MEC/ Secretaria de Educação Básica. Brasília, 2006.

LIMA, E. L. et al. Temas e problemas. 3. ed. Rio de Janeiro: SBM,
2010. (Coleção do professor de matemática, 17).

67

LIMA, E. L. et al. A matemática do ensino médio. 10. ed. Rio de
Janeiro: SBM, 2012. v. 1. (Coleção do professor de matemática, 13).

LIMA, E. L. Matemática e ensino. 3.ed. Rio de Janeiro: SBM, 2007.
(Coleção do professor de matemática, 16).

WAGNER, E. Construções geométricas. 6. ed. Rio de Janeiro: SBM,
2007. (Coleção do professor de matemática, 09).

Bibliografia Complementar:

BOYER, C. História da matemática. São Paulo: Edgard Blucher, 2012.

CURY, H. N.; KONZEN, B. Uma aplicação de jogos na análise de erros
em educação matemática. REVEMAT - Revista Eletrônica de
Educação Matemática. Santa Catarina, v. 2.6, p.107-117, UFSC: 2007.

LIMA, E. L. et al. A matemática do ensino médio. 6. ed. Rio de janeiro:
SBM, 2006. v. 3. (Coleção do professor de matemática; 15).
MACHADO, S. D. A. (Org.). Educação matemática: uma introdução.
São Paulo: EDUC, 2008.

Disciplina

Carga Horária

Projeto Pedagógico, Organização e Gestão do Trabalho Escolar

80 horas

Ementa

A Escola como organização social e educativa. As Instituições escolares
em tempos de mudança. O planejamento escolar e o Projeto PolíticoPedagógico:

pressupostos

e

operacionalização.

Concepções

de

organização e gestão do trabalho escolar. Elementos constitutivos do
sistema de organização e gestão da escola. Princípios e características
da gestão escolar participativa.

A participação do professor na

organização e gestão do trabalho da escola.

68

Bibliografia

Bibliografia Básica:

FURLAN, M.; HARGREAVES, A. A Escola como organização
aprendente: buscando uma educação de qualidade. Porto Alegre:
Artmed, 2000.

LIBÂNEO, J. C. Organização e Gestão da escola: Teoria e Prática. 5.
ed. Goiânia: Alternativa, 2004.

LIMA, L. C. A Escola como organização educativa. São Paulo: Cortez,
2001.

PETEROSKI, H. Trabalho coletivo na escola. São Paulo: Pioneira
Thomson Lerning, 2005.

VEIGA, I. P. A.; FONSECA, M. (Orgs.). As Dimensões do Projeto
Político-Pedagógico. São Paulo: Papirus, 2001.

Bibliografia Complementar:

BICUDO, M. A. V.; SILVA JÚNIOR, M. A. Formação do educador:
organização da escola e do trabalho pedagógico. São Paulo: ENESP,
1999. v. 3.

VASCONCELOS, C. dos S. Planejamento: Projeto de EnsinoAprendizagem e Projeto Político-Pedagógico. São Paulo: Libertad, 2001.

VEIGA, I. P. A.; RESENDE, L. M. G. (Orgs.). Escola: espaço do Projeto
Político-Pedagógico. São Paulo: Papirus, 1998.

VIEIRA, Sofia Lerche (Org.). Gestão da escola: desafios a enfrentar.
Rio de Janeiro: DP&A , 2002.
69

SEXTO SEMESTRE

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Estágio Supervisionado 2

100 horas

Educação algébrica: Das variáveis às equações e funções. Os conceitos
de Igualdade e equivalência na educação algébrica. Do estágio retórico
ao estágio simbólico. Filosofia da educação matemática: Construtivismo
e formalismo. Jogos e Educação Matemática. O xadrez na educação
matemática. Avaliação Mediadora. Elaboração de jogos e registros
reflexivos das atividades em sala de aula. Elaboração de estágio de
observação e regência de aula.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

BERLOQUIM, P. 100 jogos lógicos. Lisboa: Gradiva. 1991.
BERLOQUIM, P. 100 jogos geométricos. 2. ed. Lisboa: Gradiva. 1999.
BICUDO, M. A. V.; GARNICA, A. V. M. Filosofia da Educação
Matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2002. (Coleção tendências em
educação matemática).
BOLT, B. Atividades matemáticas. Lisboa: Gradiva, 1991.
CARAÇA, B. de J. Conceitos fundamentais da matemática. 6. ed.
Lisboa: Gradiva 2002.

Bibliografia Complementar:

CHEVALLARD, Y.; BOSCH, M.; GASCÓN, J. Estudar Matemáticas: o
elo perdido entre o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artmed.
2001.
COURANT, R.; ROBBINS, H. O Que é Matemática? Uma abordagem
elementar de métodos e conceitos. Brasília: UnB. 2001.
DINIZ, M. I. Das variáveis às equações e funções. Rio de Janeiro:
70

IMPA, 1999.
LIMA, E. L. et al. A matemática do ensino médio. 10. ed. Rio de
Janeiro: SBM, 2012. v.1. (Coleção do professor de matemática, 13).

PARRA, C.; SAIZ, I. (Org.). Didática da Matemática: Reflexões
Psicopedagógicas. Os Diferentes Papéis do Professor. Brousseau, G.
Porto Alegre: Artmed,1996.
VYGOSTKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins
Fontes, 2000.

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Cálculo 4

80 horas

Estender a noção de função diferenciável para funções com mais de uma
variável. Aplicar a noção de função diferenciável. Estender a noção de
integral de Riemann para funções de duas variáveis.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

ÁVILA, G. Cálculo das funções de múltiplas variáveis. 7. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2006. v. 3.

ÁVILA, G. Cálculo das funções de múltiplas variáveis. Rio de Janeiro:
LTC, 2002. v. 4.

BOULOS P. Cálculo Diferencial e Integral. São Paulo: Makron Books,
2000. v. 3.

BOULOS P. Cálculo Diferencial e Integral. São Paulo: Makron Books,
2000. v. 4.

STEWART, J. Cálculo. 6. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. v. 2.

71

Bibliografia Complementar:

GONÇALVES, M. B.; FLEMMING, D. M. Cálculo C: Funções vetoriais,
integrais curvilíneas, integrais de superfície. 3. ed. São Paulo: Makron
Books, 2000.

LEITHOLD, L. Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. São Paulo:
Harbra, 1994. v. 2.

MUNEM, M. A.; DAVID J. F. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1982. v. 2.

SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo:
McGraw-Hill,1997. v. 2.

THOMAS, G. B. Cálculo. 11. ed. São Paulo: Makron Books, 2008. v. 2.

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Introdução à Álgebra

80 horas

Preliminares: revisão sucinta dos números inteiros como anel de
integridade bem ordenado. Grupos, anéis e corpos: descrição elementar
e principais propriedades. Exemplos de classificação e ocorrência das
estruturas consideradas. Ideais, ideais principais. Ideais primos e
maximais. O Anel Zn dos inteiros módulo n. Anéis quocientes;
decomposição canônica de homomorfismos. Introdução aos anéis de
polinômios com coeficientes num corpo. Divisão euclidiana, raízes,
fatoração. Polinômios com coeficientes reais ou complexos. Critérios de
irredutibilidade sobre os racionais. Generalidades sobre extensões de
corpos; extensões finitas, extensões algébricas. Construções com régua
e compasso.

72

Bibliografia

Bibliografia Básica:

GARCIA, A.; LEQUAIN, Y. Álgebra: Um Curso de Introdução. Rio de
Janeiro: IMPA, 1988. (Projeto Euclides, 18).

GONÇALVES, A. Introdução à Álgebra. 5. ed. Rio de Janeiro: SBM,
1999. (Projeto Euclides, 07).

HEFEZ, A. Curso de Álgebra (v. 1). Rio de Janeiro: SBM, 1993
(Coleção matemática universitária, 03).

JACY MONTEIRO, L. H. Elementos de Álgebra. Rio de Janeiro: LTC,
1969. (Coleção elementos de matemática, 01).

LANG, S. Estruturas Algébricas. Rio de Janeiro: LTC, 1972.

Bibliografia Complementar:

EVARISTO, J.; PERDIGÃO, E. Introdução à Álgebra Abstrata. Alagoas:
Edufal, 2002.

GARCIA, A.; LEQUAIN, Y. Elementos de Álgebra. 4. ed. Rio de Janeiro:
IMPA, 2003. (Projeto Euclides, 21).

JACY MONTEIRO, L. H. Estruturas Algébricas. Rio de Janeiro: LTC,
1971.

Disciplina

Carga Horária

Física Geral 1

80 horas

73

Ementa

Mecânica:

Cinemática.

Deslocamento,

velocidade

e

aceleração.

Movimento retilíneo uniforme. Movimento ao longo de uma curva
parametrizada regular, componentes tangencial e normal da aceleração.
Movimento circular. Composição de movimentos. Movimento no campo
gravitacional terrestre. Dinâmica. Leis de Newton. Trabalho, energia
cinética e energia potencial. Conservação da energia mecânica. Forças
de atrito estático e dinâmico. Choques e conservação da quantidade de
movimento.
Temas transversais (Educação Ambiental): RECURSOS ENERGÉTICOS
- Combustíveis Fósseis, Fontes Renováveis de Energia, Energia
Nuclear, Atividades Humanas e Impactos Ambientais, A Preservação do
Ambiente.
Bibliografia

Bibliografia Básica:

HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física:
Mecânica. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, GEN, 2009. v. 1.

HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física:
Gravitação, Ondas e Termodinâmica. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, GEN,
2009. v. 2.

KITTEL, C., KNIGHT, W. D. e RUDERMAN, M. A. Mecânica – curso de
Física de Berkeley. São Paulo: Edgard Blucher, 1973. v. 1.

LUIZ, A. M. Física 1: Mecânica, teoria e problemas resolvidos. 6. ed.
São Paulo: Livraria da Física, 2009.

TIPLER, P. A; MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros. 6. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2009. v. 1.

Bibliografia Complementar:

74

ALONSO, M.; FINN, E. J. Física Um Curso Universitário São Paulo:
Edgard Blucher, 1972. v. 1.

BRANCO, S. M. Energia e Meio Ambiente. Coleção Polêmica. 2. ed.
São Paulo: Moderna, 2004.

DOCA, R. H.; BISCUOLA, G. J.; VILLAS BOAS, N. Tópicos de Física.
São Paulo: Editora Saraiva, 2009. v. 1.

NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: Mecânica. v. 1, 3. ed.
São Paulo : Edgard Blücher, 1981.

RAMALHO JÚNIOR, F.; FERRARO, N. G.; SOARES, P. A. de T. Os
fundamentos da Física. São Paulo: Moderna, 2010. v. 1.

RAYMOND, A., SERWAY, J. e JEWETT Jr., J. W. Princípios da Física:
mecânica clássica. v .1, 3. ed. São Paulo: Editora Cengage, 2008.

SEARS, F.; ZEMANSKY, M.; YOUNG, H. Física: mecânica, v. 1, 12. ed.
São Paulo: Addison Wesley, 2008.

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Projetos Integradores 6

40 horas

Aplicações da geometria na astronomia grega: Eratóstenes e Aristarco.
Noções da geometria esférica. Geometria e astronomia. Geometria e
cartografia.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

ANDRADE, P. F.; BARROS, A. A. de. Introdução à geometria projetiva.
75

Rio de Janeiro: SBM, 2012. (Coleção textos Universitários, 10).

ÁVILA, G. A Geometria e as distâncias astronômicas na Grécia Antiga. In:
Druck, S. (Org.). Explorando o ensino da Matemática: atividades: v. 2.
Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2004.
p. 38-45.

ÁVILA, G. Geometria e astronomia. Coleção Explorando o Ensino da
Matemática. v. 1, capítulo 3. MEC/Secretaria de Educação Básica.
Brasília, 2004.

BRASIL. PCN de 5ª a 8ª série. MEC/Secretaria de Educação Básica.
Brasília.
_______ Orientações Curriculares Nacionais para o Ensino Médio –
PCNEM, v. 2: Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.
MEC/ Secretaria de Educação Básica. Brasília, 2006.

___________. Astronomia nos ensinos fundamental e médio. Coleção
Explorando o Ensino – Astronomia, v. 11. MEC/Secretaria de Educação
Básica. Brasília, 2009.

Bibliografia Complementar:

BOYER, C. História da matemática. São Paulo: Edgard Blucher, 2012.

EVES, H. Introdução à história da matemática. São Paulo: Unicamp,
2004.

MACHADO, S. D. A. (Org.). Educação matemática: uma introdução.
São Paulo: EDUC, 2008.

Disciplina

Carga Horária
76

Pesquisa Educacional
Ementa

60 horas

Pressupostos e características da pesquisa em educação. A pesquisa
quantitativa

e

qualitativa

em

educação.

Diferentes

abordagens

metodológicas de pesquisa em educação. Fontes de produção da
pesquisa educacional: bibliotecas, meios informatizados, leitura e
produção de textos e artigos com diferentes abordagens teóricas. Etapas
de um projeto de pesquisa educacional para o Trabalho de Conclusão de
Curso. O profissional da educação frente aos desafios atuais no campo
da pesquisa educacional.
Bibliografia

Bibliografia Básica:

BICUDO, M. e SPOSITO, V. Pesquisa qualitativa em educação.
Piracicaba: UNIMEP, 1994.

FAZENDA, I. (Org.). Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo:
Cortez, 1989.

FAZENDA, I. A. Novos enfoques da pesquisa educacional. São Paulo:
Cortez, 1992.

GATTI, B. A construção da pesquisa em educação no Brasil. Brasília:
Plano, 2002.

LAVILLE, C.; DIONNE, J. A construção do saber. Porto Alegre: Artmed,
1999.
Bibliografia Complementar:

ANDRÉ, M. E. D. A. Etnografia da prática escolar. Campinas: Papirus,
1995.

FRANCO, C.; KRAMER, S. Pesquisa e educação. Rio de Janeiro: Ravil,
77

1997.

GARCIA, R. L. (Org.). Método: pesquisa com o cotidiano. Rio de
Janeiro: DP&A, 2003.

GERALDI, Corinta M. , FIORENTINI, Dario e PEREIRA, Elisabete
(Orgs.).
Cartografia
do
trabalho
docente:
professor(a)pesquisador(a). Campinas: Mercado das Letras, 1998.

LINHARES, C.; FAZENDA, I.; TRINDADE, V. Os lugares dos sujeitos
na pesquisa educacional. Campo Grande: EDUFMS, 1999.

MINAYO, M. C. S. (Org.). Pesquisa Social. Petrópolis: Vozes, 1999.
SANTOS-FILHO, J. e GAMBOA, S. (Orgs.). Pesquisa educacional:
quantidade-qualidade. São Paulo: Cortez, 1995.
ZAGO, N; CARVALHO, M. P. VILELA, R. (Orgs.). Itinerários de
pesquisa: perspectivas qualitativas em Sociologia da Educação. Rio de
Janeiro: DP&A, 2003.

SÉTIMO SEMESTRE

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Estágio Supervisionado 3

100 horas

Etnomatemática. O laboratório de ensino de matemática. Os materiais
didáticos. As representações em matemática. Os campos conceituais.
Modelagem e/ou modelação na educação básica. Educação de Jovens
e Adultos. Avaliação como parte integrante do processo de ensino e
aprendizagem da Matemática. Realização de estágio de regência.
Elaboração de registro reflexivo das atividades de regência.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

BERLOQUIM, P. 100 jogos lógicos. Lisboa: Gradiva. 1991.
78

BERLOQUIM, P. 100 jogos geométricos. 2. ed. Lisboa: Gradiva. 1999.
BICUDO, M. A. V.; GARNICA, A. V. M. Filosofia da Educação
Matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2002. (Coleção tendências em
educação matemática.)
BIEMBENGUT, M. S. Modelagem Matemática e Implicações no
Ensino e na aprendizagem de Matemática. 2. ed. Blumenau: Edfurb,
2004.
CHEVALLARD, Y.; BOSCH, M.; GASCÓN, J. Estudar Matemáticas: o
elo perdido entre o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artmed.
2001.
DUARTE, N. O Ensino de matemática na educação de adultos. 10.
ed. São Paulo: Cortez, 2008.

Bibliografia Complementar:

BOLT, B. Atividades matemáticas. Lisboa: Gradiva, 1991.
CARAÇA, B. de J. Conceitos fundamentais da matemática. 6. ed.
Lisboa: Gradiva, 2002.

COURANT, R.; ROBBINS, H. O Que é Matemática? Uma abordagem
elementar de métodos e conceitos. Brasília: UnB, 2001.

D’ÂMBRÓSIO, U. Etnomatemática – elo entre as tradições e a
modernidade. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
LIMA, E. L. et al. A matemática do ensino médio. 10. ed. Rio de
Janeiro: SBM, 2012. v. 1. (Coleção do professor de matemática, 13).

LORENZATO, S. (Org.). O Laboratório do Ensino de Matemática na
Formação de Professores. Campinas, SP: Autores Associados, 2006.
MURRIE, Z. F. (Coordenação). Matemática e suas tecnologias: livro
do estudante. Ensino Médio. Brasília: MEC: INEP, 2002.
PARRA, C.; SAIZ, I. (Org.). Didática da Matemática: Reflexões
79

Psicopedagógicas. Os Diferentes Papéis do Professor. Brousseau, G.
Porto Alegre: Artmed,1996.
VYGOSTKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins
Fontes, 2000.

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Combinatória e Probabilidades

60 horas

Arranjos, Combinações e Permutações. Números Binomiais. Outros
métodos de contagem. Espaço Amostral. Espaço de Probabilidade.
Probabilidade Condicional. Distribuições de Bernoulli, Binomial e de
Poisson. Variáveis Aleatórias. Esperança.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

CAMINHA, A. Tópicos de matemática elementar: combinatória. Rio de
Janeiro: SBM, 2012. v. 4. (Coleção do professor de matemática, 27).

CARVALHO, P. C. P. et. al. Análise combinatória e probabilidade. Rio
de Janeiro: SBM, 2001. (Coleção do professor de matemática, 02).

JAMES, B. R. Probabilidade: Um Curso em Nível Intermediário. 3. ed.
Rio de Janeiro: IMPA, 2004. (Coleção Projeto Euclides: 12).

LIMA, A. C. P. de; MAGALHÃES, M. N. Noções de probabilidade e
estatística. 7. ed. São Paulo: Edusp, 2011.

SANTOS, J. P. O.; MELLO, M. P.; MURARI, I. T. C. Introdução à Análise
Combinatória. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008.

Bibliografia Complementar:
80

FELLER, W. Introdução à Teoria das Probabilidades e suas
Aplicações. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1976.

LIMA, E. L. et al. Temas e problemas. 2. ed. Rio de Janeiro: SBM, 2006.
(Coleção do professor de matemática, 17).

LIMA, E. L. et al. Temas e problemas elementares. 2. ed. Rio de
Janeiro: SBM, 2006. (Coleção do professor de matemática, 20).

LIMA, A. C. P. de; MAGALHÃES, M. N. Noções de probabilidade e
estatística. 7. ed. São Paulo: Edusp, 2011.

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Física Geral 2

80 horas

Eletricidade e Magnetismo. Eletrostática: lei de Coulomb, campo elétrico
e potencial. Fluxo do campo elétrico, Lei de Gauss. Cálculo do campo
elétrico e do potencial de sistemas finitos e contínuos de cargas.
Trabalho e potencial. Conservação da energia potencial. Capacitores,
propriedades

de

associações.

Eletrodinâmica.

Corrente

elétrica.

Resistência, resistividade, efeito Joule. Circuitos elétricos, regras de
Kirchhoff. Campo magnético, força magnética. Leis de Ampère e BiotSavart. Indução eletromagnética: leis de Lenz e Faraday.
Temas transversais (Educação Ambiental): Usinas Hidrelétricas (a
indutância e a Lei de Faraday). A Radiação Solar. Tecnologias:
Microondas; Ondas de Radio AM e FM; Raios-X. Interação das radiações
e o ser humano.
Bibliografia

Bibliografia Básica:

ALONSO, M.; FINN, E. J. Física um curso universitário. São Paulo:
Edgard Blucher, 1972. v. 2.
81

HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física:
Eletromagnetismo. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, GEN, 2009. v. 3.

LUIZ, A. M. Física 3: Eletromagnetismo, teoria e problemas
resolvidos. 6. ed. São Paulo: Livraria da Física, 2009.

NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física básica. São Paulo: Edgard
Blucher, 1997. v. 3.

TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros. 6.ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2009. v. 2.

Bibliografia Complementar:

BRANCO, S. M. Energia e Meio Ambiente. Coleção Polêmica. 2. ed.
São Paulo: Moderna, 2004.

DOCA, R. H.; BISCUOLA, G. J.; VILLAS BOAS, N. Tópicos de Física.
São Paulo: Editora Saraiva, 2009. v. 3.

PURCELL, E. M. Curso de Física de Berkeley: Eletricidade e
Magnetismo. São Paulo: Edgard Blücher, 1973. v. 2.

RAMALHO JÚNIOR, Fr.; FERRARO, N. G.; SOARES, P. A. de T. Os
fundamentos da Física. São Paulo: Moderna, 2010. v. 3.

SEARS, F., ZEMANSKY, M.; YOUNG, H. Física: eletromagnetismo. 12.
ed. São Paulo: Addison Wesley, 2008. v. 3.

82

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Informática Educativa

40 horas

Investigar novas tecnologias de comunicação aplicadas à educação
matemática. Provocar a mudança de postura didática do professor face
às ferramentas tecnológicas de apoio e ao sincronismo com o mundo
atual. Análise de aplicativos de informática para o ensino de Matemática
nas escolas fundamental e média. Planejamento de aulas nas escolas
fundamental e média em ambiente informatizado. Recursos de
informática para o ensino profissionalizante. Calculadoras, aplicativos,
computadores e multimídia. Adaptação de aplicativos científicos para os
ensinos fundamental e médio.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

ALRO, H.; SKOVSMOSE, O. Diálogo e aprendizagem em Educação
Matemática. Tradução: Orlando Figueiredo. Belo Horizonte: Autêntica,
2006. 160 p.
BORBA, M. de C. PENTEADO, M. G. Informática e Educação
Matemática. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2002. 104 p.
BARBOSA, R. M. Descobrindo a geometria fractal - para a sala de
aula. Belo Horizonte: Autêntica, 2002. 144p.
LÉVY, P. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na
era da informática. Rio de Janeiro: Editora Trinta e Quatro, 1993.
LITTO, F. M. Repensando a Educação em função de Mudanças Sociais e
Tecnológicas Recentes. In: OLIVEIRA, Vera Barros (Org.). Informática
em Psicopedagogia. São Paulo, Editora Senac, 1996.

Bibliografia Complementar:

BORBA, M. de C. (Org.). Tendências internacionais em formação de
professores de matemática. Tradução: Antonio Olímpio Júnior. Belo
Horizonte: Autêntica, 2006. 140 p.

83

GATES, B. A estrada do futuro. São Paulo: Companhia das Letras,
1996.
PAPERT, S. A máquina das crianças. Porto Alegre: Artes Médicas,
1994.
SCHAFF, A. A Sociedade informática. São Paulo: Editora UNESP,
1995.

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Projetos Integradores 7

40 horas

Propor e analisar situações de ensino sobre combinatória, probabilidade e
estatística nos ensinos fundamental e médio.

Bibliografia Bibliografia Básica:

BRASIL. PCN de 5ª a 8ª série. MEC/Secretaria de Educação Básica.
Brasília.
_______ Orientações Curriculares Nacionais para o Ensino Médio –
PCNEM, v. 2: Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias.
MEC/ Secretaria de Educação Básica. Brasília, 2006.

BOYER, C. História da Matemática. São Paulo: Editora Blucher, 2012.

CAMINHA, A. Tópicos de matemática elementar: combinatória. Rio de
Janeiro: SBM, 2012. v. 4. (Coleção do professor de matemática, 27).

LIMA, E. L. et al. Temas e problemas. 2. ed. Rio de Janeiro: SBM, 2006.
(Coleção do professor de matemática, 17).

LIMA, E. L. et al. A matemática do ensino médio. 6. ed. Rio de Janeiro:
SBM, 2006. v. 2. (Coleção matemática universitária, 14).

84

Bibliografia Complementar:

CARVALHO, P. C. P. et. al. Análise combinatória e probabilidade. Rio
de Janeiro: SBM, 2001. (Coleção do professor de matemática, 02).

LIMA, E. L. et al. Temas e problemas elementares. 2. ed. Rio de
Janeiro: SBM, 2006. (Coleção do professor de matemática, 20).

SANTOS, J.P.O.; MELLO, M.P.; MURARI, I.T.C. Introdução à Análise
Combinatória. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008.
VIALI, L. Algumas considerações sobre a origem da teoria da
probabilidade. Revista Brasileira de História da Matemática. Brasil, v. 8,
n. 16, p. 143-153, outubro/2008 - março/2009.

OITAVO SEMESTRE

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Estágio Supervisionado 4

100 horas

Educação Matemática como campo profissional e Científico. Tendências
temáticas e metodológicas da pesquisa em Educação Matemática.
Apresentando a investigação científica. Educação Matemática Crítica. O
estudo das funções. Interdisciplinaridade e contextualização. O ensino de
ciências e matemática. Realização de estágio de regência. Elaboração
de registro reflexivo das atividades de regência.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

BERLOQUIM, P. 100 jogos geométricos. 2. ed. Lisboa: Gradiva. 1999.
BICUDO, M. A. V.; GARNICA, A. V. M. Filosofia da Educação
Matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2002. (Coleção tendências em
educação matemática).
BOLT, B. Atividades matemáticas. Lisboa: Gradiva, 1991.

85

CARAÇA, B. de J. Conceitos fundamentais da matemática. 6. ed.
Lisboa: Gradiva 2002.

FAZENDA, I. Didática e interdisciplinaridade. Campinas, SP: Papirus,
1998.

Bibliografia Complementar:

CHEVALLARD, Y.; BOSCH, M.; GASCÓN, J. Estudar Matemáticas: o
elo perdido entre o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artmed.
2001.
COURANT, R.; ROBBINS, H. O Que é Matemática? Uma abordagem
elementar de métodos e conceitos. Brasília: UnB. 2001.
DELIZOICOV, D. Ensino de Ciências: fundamentos e métodos. 2. ed.
São Paulo: Cortez, 2007.
FIORENTINI, D.; LORENZATO, S. Investigação em educação
matemática: percursos teóricos e metodológicos. Campinas, SP:
Autores Associados, 2006.
LIMA, E. L. et al. A matemática do ensino médio. 10. ed. Rio de
Janeiro: SBM, 2012. v.1. (Coleção do professor de matemática, 13).
SKOVSMOSE, O. Desafios da reflexão em educação matemática
crítica. Tradução: Orlando de Andrade Figueiredo, Jonei Cerqueira
Barbosa. Campinas, SP: Papirus, 2008.

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Didática da Matemática

60 horas

Reflexões sobre o que é Matemática, a matemática que se aprende e a
que se ensina, os objetivos de seu ensino no Ensino Fundamental (5ª a
8ª séries) e Médio. Apresentação de diversos métodos (resolução de
problemas, uso da História da Matemática, uso de materiais didáticos e
recursos tecnológicos, modelagem matemática, dentre outros) para o
86

ensino de Matemática com vistas ao planejamento de unidades
didáticas. Implementação por meio de aulas simuladas das aulas
preparadas. A temática das aulas simuladas abrangerá os campos da
Aritmética, Álgebra, Geometria, Tratamento da Informação, Princípios
de Combinatória e Probabilidade, Conjuntos Numéricos, Análise
Combinatória, Probabilidade, Estatística e Matemática Financeira.
Planejamento de projetos inter-disciplinares. Análise, avaliação e
escolha de livros didáticos para o Ensino Fundamental e Médio.
Bibliografia

Bibliografia Básica:

BRASIL. Ministério da Educação (MEC). Secretaria de Educação Média
e Tecnológica (Semtec). Parâmetros Curriculares Nacionais para o
Ensino Médio. Brasília: MEC/Semtec, 1999.

______. Ministério da Educação (MEC). Conselho Nacional de
Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de
Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de
licenciatura, de graduação plena. Resolução CNE/CP 1/2002.

______. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria deEducação
Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais terceiro e quarto
ciclos do ensino fundamental: introdução aos parâmetros curriculares
nacionais. Brasília, DF: MEC/SEF, 1998.

CHEVALLARD, Y.; BOSCH, M.; GASCÓN, J. Estudar Matemáticas: o
elo perdido entre o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artmed.
2001.
COURANT, R.; ROBBINS, H. O Que é Matemática? Uma abordagem
elementar de métodos e conceitos. Brasília: UnB. 2001.
LIMA, E. L. Exame de Textos: Análise de Livros de Matemática para
o Ensino Médio. Rio de Janeiro: SBM, 2001. (Coleção do professor de
matemática; 19)

87

Bibliografia Complementar:

DELIZOICOV, D. Ensino de Ciências: fundamentos e métodos. 2.
ed. São Paulo: Cortez, 2007.
FAZENDA, I. Didática e interdisciplinaridade. Campinas, SP: Papirus,
1998.
FIORENTINI, D.; LORENZATO, S. Investigação em educação
matemática: percursos teóricos e metodológicos. Campinas, SP:
Autores Associados, 2006.
MORAIS FILHO, D. C. de. Um convite à matemática. Rio de Janeiro:
SBM, 2012. (Coleção do professor de matemática, 23).

Disciplina

Carga Horária

História Afro-Brasileira e Africana na Educação Brasileira

60 horas

Ementa

História da África e dos Africanos. A luta dos negros no Brasil. A cultura
Negra Brasileira e o negro na formação da sociedade nacional. A
contribuição do povo negro nas áreas social, econômica, política e
cultural para a formação da nação brasileira.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

CHIAVENATO, J. J. O negro no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1988.

REIS, J. J. Escravidão e invenção da liberdade. São Paulo:
Brasiliense, 1988.

RANGER, T. O. História Geral da África. São Paulo: África Unesco,
1991. v. 7

CARDOSO, C. F. F. S. Agricultura, escravidão e Capitalismo.
Petrópolis, RJ: Vozes, 1982.
88

FREYRE, G. Casa grande e senzala. São Paulo: Brasiliense, 2000.

Bibliografia Complementar:

DA MATTA, R. O que faz o Brasil, Brasil?. São Paulo: Editora Rocco,
1984.

REIS, J. J. Escravidão e invenção da liberdade. São Paulo:
Brasiliense, 1988.

RODRIGUES, N. Os africanos no Brasil. São Paulo: Companhia
Editora Nacional, 1977.

Ementa

Disciplina

Carga Horária

História da Matemática

60 horas

A evolução da Matemática da antiguidade até a época contemporânea.
Alguns temas sob ponto de vista histórico: sistemas de numeração,
cortes de Dedekind e os números reais, geometrias euclidiana e não
euclidiana, trigonometria, cálculo aritmético e logarítmico, equações
algébricas, combinatória, geometria analítica, cálculo infinitesimal e
numérico, o conhecimento espontâneo e o científico, a concepção grega
de ciência, a física aristotélica, a astronomia aristotélica, a Matemática
no Egito e na Babilônia, a Matemática e a astronomia helenística, a
emergência da consciência racional, a ciência na Idade Média, o
nascimento da ciência moderna (Galileu), as ciências exatas no século
XVII, o método científico.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

ARANHA, M.L.A.; MARTINS, M.H.P. Filosofando, Introdução à
Filosofia. São Paulo: Moderna, 1992.
89

BOYER, C. História da matemática. São Paulo: Edgard Blucher, 2012.

EVES, H. Introdução à história da matemática. São Paulo: Unicamp,
2004.

GARBI, G. G. O romance das equações algébricas. 4. ed. São Paulo:
Livraria da Física, 2010.

ROQUE, T.; PITOMBEIRA, J. B. Tópicos de História da Matemática.
Rio de Janeiro: SBM, 2012. (Coleção PROFMAT).

Bibliografia Complementar:

SIQUEIRA, R. M. de. História, tradição e pesquisa sob disputa: o caso
dos poliedros na geometria. Revista Brasileira de História da
Matemática. Natal, v. 9, n. 17, p. 53-63, abr./set. 2009.

STEWART, I. Almanaque das curiosidades matemáticas. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar, 2009.

WATANABE, R. Uma lenda: Torre de Hanói. In: Druck, S. (Org.).
Explorando o ensino da Matemática: atividades: v. 2. Brasília:
Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2004. p. 124127.

Ementa

Disciplina

Carga Horária

Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS

60 horas

Estudo dos fundamentos da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), com
noções práticas de sinais e interpretação, destinado às práticas
pedagógicas na educação inclusiva.

90

Bibliografia

Bibliografia Básica:

BRITO, L. F. Por uma gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro:
Tempo Brasileiro: UFRJ, Departamento de Lingüística e Filologia, 1995.

COUTINHO, D. Libras e Língua Portuguesa: semelhanças e
diferenças. João Pessoa: Arpoador, 2000.

FELIPE, T.A. Libras em contexto: curso básico, livro do estudante
cursista. Brasília: Programa nacional de apoio à educação dos surdos,
MEC; SEESP; 2001.

QUADROS, R.M. de. Educação de Surdos: aquisição da linguagem.
Porto Alegre: Artmed, 1997.
QUADROS, R.M. de; KARNOPP, L.B. Línguas de sinais brasileira:
estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.

Bibliografia Complementar:

LOPES FILHO, O. (Org.). Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca,
1997.

SACKS, O. W. Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São
Paulo: Companhia das Letras , 1998.

SALLES, H. M. M. L. et al. Ensino de língua portuguesa para surdos:
caminhos para prática pedagógica. 2 v.: Programa nacional de apoio à
educação dos surdos. Brasília: MEC, SEESP, 2005.

91

 ARTICULAÇÃO TEORIA-PRÁTICA

A prática pedagógica é fundamental na formação dos estudantes para que estes
vivenciem a prática desde o início do curso. Surge como forma de superação restrita de
prática como um momento pontual ao final do curso, apenas nos estágios supervisionados.
Conforme o parecer 09/2001 CNE/MEC a articulação teoria-prática é necessária para
que os estudantes aprendam em situação real construindo estratégias para as realidades
complexas, aprendendo a enfrentar obstáculos epistemológicos, didáticos, dentre outros e
relacionando-os em tempo presente com as aprendizagens teórico-acadêmicas-curriculares.
Essa articulação teoria-prática está proposta nos Projetos Integradores, disciplinas
distribuídas ao longo de todo o curso de formação inicial e que têm a análise de questões
relacionadas à prática de ensino e à elaboração de estratégias didáticas mais voltadas para
um ensino contextualizado ligado à realidade existencial dos estudantes.

 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO – TICs

A formação ofertada na disciplina TICs enseja a aproximação do discente com a
plataforma de aprendizagem, coloca-o em contato com a prática da argumentação em fóruns
temáticos sobre as demandas locais e gerais da aprendizagem e do ensino matemático.
Fomenta a prática de exercícios voltados à produção e comunicação eletrônica dos
conteúdos curriculares pelo contato com mecanismos eletrônicos de pesquisa na Web,
softwares de comunicação e de edição de caracteres especiais, técnicas de formulação
eletrônica de questões e demais habilidades em computação.
Há uma Agenda de Estudos amplamente divulgada no AVA que prevê práticas
inseridas no processo de ensino-aprendizagem pelo envolvimento de docentes, tutores,
discentes e visitantes na construção argumentativa, descentrada, aberta e franca que integra
saberes conectados e destacados na produção de um conhecimento cada vez mais apurado
sobre os recursos tecnológicos de informação e comunicação disponíveis para a área da
matemática.

92

Um Plano de Tutoria já se encontra parcialmente implementado, com a atividade
tutorial tendo servido de apoio logístico, impressão e distribuição do material aos discentes,
supervisão da avaliação presenciais e registros em atas. A previsão é de que as atividades
de tutoria em TIC funcionem no sentido de criar as condições adequadas de estudos dos
alunos, facilitando a estes o acesso aos laboratórios de informática, biblioteca e outros
espaços pedagógicos do seu pólo de Apoio Presencial, auxiliando-os, ainda, na organização
de suas agendas de estudos e orientando-os na construção de uma metodologia que atenda
às particularidades da modalidade de Educação a Distância.
O acesso dos alunos aos equipamentos tem sido franqueado nos laboratórios de
informática em seus respectivos pólos de apoio presencial, os quais apresentam data show
e computadores, funcionando com sistema Linux e conexão web.
Através dos conteúdos implementados na disciplina, verificou-se que a execução do
processo de ensino-aprendizagem através do uso das TICs tem ocorrido quanto ao
conhecimento de linguagens e códigos utilizados na informática em geral e na escrita
matemática. A previsão é de que a aproximação cada vez intensa com as TICs vá além de
apenas permitir tal execução, tornando-a, na verdade, imprescindível.

 MATERIAL DIDÁTICO INSTITUCIONAL

Material Didático do Curso

As mídias utilizadas para o público-alvo descrito serão o material digital, como mídia
principal, e sempre que possível o material impresso. Além do computador, como mídia
auxiliar, para que o aluno tenha a possibilidade de interagir com colegas, tutores,
professores, membros da equipe pedagógica e instituição, através da Internet. Para acesso
a este recurso, o aluno terá a disposição nos pólos computadores conectados à Internet
através do Ambiente Virtual de Aprendizagem. E, ainda, como complemento, nos encontros
presenciais ou em atividades extracurriculares, poderá ser utilizado o vídeo, para
empréstimo domiciliar ou utilização em sala de aula.
O aluno terá à disposição, no Ambiente Virtual de Aprendizagem, fórum e “chat”.
Nesse ambiente o professor poderá disponibilizar propostas para discussão entre os alunos,
93

com a presença virtual ou não do professor ou dos tutores. Na página virtual do curso, o
professor de cada disciplina/módulo também poderá disponibilizar materiais complementares
para acesso aos alunos, tais como “links” para acesso à página na “Internet” ou outros
materiais. A ferramenta que pretendemos utilizar para a criação desse ambiente é o Moodle,
ambiente de larga utilização em vários projetos de EAD, instrumentos de avaliação,
credenciamento e autorização do INEP/MEC, etc.
O material didático que pretendemos disponibilizar aos alunos será composto de:
Guia do aluno - Traz os direitos e deveres dos alunos, vantagens e compromissos e
esclarece os passos da vida acadêmica do aluno. Inclui orientações quanto à coordenação
do curso, secretaria acadêmica, biblioteca e avaliação da aprendizagem.
Guia do curso - Contêm informações específicas do curso, tais como objetivos, estrutura
organizacional do curso, sistema de avaliação e frequência, grade curricular, recursos e
materiais didáticos, orientações do que é e como estudar à distância, sistemática
operacional, interatividade, comunicação, tutoria e acompanhamento.
Módulos - É o material em que o aluno vai buscar o conteúdo para a aprendizagem. Nele
encontram-se o conteúdo, as atividades reflexivas, de fixação e de avaliação, textos dos
professores, leituras complementares e obrigatórias, materiais complementares (indicações
para “sites” na Internet, músicas, livros, artigos, filmes). Gráficos, fotos, tabelas, ilustrações e
uma diagramação adequada enriquecem o projeto, contribuindo para uma maior
compreensão do conteúdo. Esses materiais serão disponibilizados em mídia digital (on-line)
no Ambiente virtual de ensino e de aprendizagem e, sempre que possível, em mídia
impressa.
Vídeos e CD-ROM - Midiateca composta por vídeos e CD-ROMs indicados pela equipe
pedagógica do curso.
Livros - Disponibilização dos livros indicados nas ementas das disciplinas, como leitura
obrigatória e complementar na biblioteca do pólo e/ou bibliotecas próximas ao pólo.
Ambientes de Aprendizagem - Para possibilitar a comunicação contínua entre alunos,
professores e tutores nos cursos a serem oferecidos pela UFAL, será utilizada a plataforma
Moodle, a qual é indicada como plataforma de apoio para cursos de EAD. Esta plataforma
tem como objetivo o desenvolvimento de um ambiente multimídia para educação presencial,
semipresencial e a distância numa arquitetura cliente-servidor e multicamadas, baseado na
Internet. A escolha desta plataforma deve-se aos objetivos do projeto: fornecer mecanismos
94

de comunicação assíncronos, permitindo assim que o educando trabalhe dentro de seu
próprio ritmo de aprendizagem e em seu tempo disponível, além das comunicações
síncronas, que exigem dele uma participação efetiva no grupo de trabalho para uma
avaliação do seu progresso pelo educador; disponibilizar mecanismos ao educador para
avaliar e acompanhar o progresso da aprendizagem dos alunos, permitindo-lhe, assim, criar
alternativas individuais, quando necessário, na construção do conhecimento do educando;
superar o ambiente de sala de aula tradicional, apresentando a informação de uma forma
mais interativa, propiciando ao educando participar mais ativamente da elaboração e
construção do conhecimento, tanto individual como em grupo.
Os fóruns de discussão serão organizados e mediados pelos tutores tendo em vista a
troca de ideias e o aprofundamento de conteúdos que estão sendo estudados pelos alunos
ou das atividades que estão sendo por eles desenvolvidas. Os alunos que não tiverem
acesso à Internet a partir de suas residências poderão acessar a plataforma, a partir do
laboratório de informática do pólo a que estão vinculados.
Nos momentos a distância, o aluno realizará estudos individuais sobre os assuntos
específicos e as atividades pedagógicas previstas para cada área de conhecimento. Nesses
momentos, ele poderá contar com os tutores a distância através de plantões pedagógicos na
plataforma.
 ATIVIDADES ACADÊMICO CIENTÍFICO – CULTURAIS

Propomos algumas atividades complementares à formação do licenciado em
Matemática, que visam a propiciar uma complementação de sua postura de estudioso e
pesquisador, integralizando o currículo, tais como a participação em treinamentos e
seminários relacionados à docência.
Na parte flexível, conforme resolução 01/93-CEPE, o aluno terá que cursar 200 horas
de carga horária em atividades complementares. Tais atividades podem ser; estágios
extracurriculares, cursos de atualização oferecidos pela UFAL ou por outras instituições
reconhecidas, cursos de extensão, seminários, simpósios, congressos, conferências
(internas ou externas à UFAL), núcleos temáticos, monitoria, iniciação científica, participação
em encontros nacionais estudantis, dentre outras atividades recomendadas pelo Colegiado
de Curso. Caberá ao Colegiado do Curso aprovar ou não o plano de atividades da parte
flexível selecionada pelo aluno.
95

TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO - TCC

Também constitui requisito obrigatório para integralização do Curso de Graduação em
Matemática o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), que computa carga horária igual a
60h e consiste na elaboração de uma monografia, software, vídeo, aula, material didático ou
paradidático, sobre um tema de Matemática, áreas afins ou sobre o ensino da matemática
nos níveis fundamental e/ou médio. Poderá ser constituído como um relato e análise de
experiência, tendo como base as práticas realizadas nas escolas durante o estágio
obrigatório. Neste contexto, o TCC deve ser o resultado de reflexão que integre a construção
teórica e as experiências construídas ao longo do curso com as inovações pedagógicas
realizadas durante o estágio curricular.
Os professores do curso poderão organizar projetos temáticos de forma que grupos
de alunos possam desenvolver seu TCC sobre um mesmo assunto, mas com objetivos
diferenciados e produto final individual. Os professores do curso envolvidos com orientação
deverão orientar no máximo 5 alunos por semestre.
O trabalho pode ser iniciado a partir do 7º período do curso, sob a orientação de um
professor vinculado à UFAL ou a outra IES reconhecida pelo MEC, mediante autorização da
Comissão Coordenadora de TCC, nomeada pelo Colegiado do Curso.
Para finalizar o trabalho, o aluno deverá preparar uma apresentação oral, que pode
ser em forma de pôster ou algum tipo de apresentação acordada com o professor orientador.
A carga horária obrigatória referente ao TCC somente será computada mediante
aprovação por uma banca examinadora, sugerida pelo orientador do trabalho e homologada
pelo Colegiado do Curso.

 ESTÁGIO SUPERVISIONADO
O estágio proporciona aos alunos experiências no Ensino Básico e busca apresentar
a docência no contexto ampliado da escola. Dessa forma, o estágio é estruturado da
seguinte forma: no Pólo de Apoio Presencial, envolvendo a fundamentação teórica sobre o
exercício docente, reflexão sobre a teoria e a prática docente e orientação didáticopedagógica e na Escola, realizando observações, coleta de dados, planejamento de ensino,
regência de classe, avaliação de ensino, conhecimento da estrutura escolar, do Projeto
96

Pedagógico, do relacionamento da escola com a comunidade e de participação em projetos
escolares e de outras atividades inerentes à função do professor.
Além da regência estão previstos seminários que são elaborados a partir de temas do
Ensino Fundamental ou Médio e sorteados entre os alunos que preparam e apresentam ao
professor no final do semestre.
São objetivos dos estágios supervisionados:
1. Propiciar ao futuro educador matemático a vivência do contexto educacional,
participando efetivamente de intervenções didático-pedagógicas que possam promover a
construção de conceitos matemáticos, rumo ao pensamento científico mais elaborado.
2. Desenvolver no futuro educador matemático capacidade de compreender a
realidade, identificados a partir dos referenciais teórico-filosóficos estudados;
3. Desenvolver o senso crítico do futuro educador matemático, para que seja capaz
de analisar, interpretar e propor situações didáticas adequadas à realidade em que está
inserido;
4. Desenvolver no futuro educador matemático habilidades de interpretação, análise,
síntese e antítese, bases para a construção do pensar dialético presente no pensamento
matemático, através da investigação em educação matemática.
5. Estimular no futuro educador matemático o compromisso com a formação efetiva
do aprendiz de matemática, assim como o compromisso com sua própria formação
continuada, ao longo de sua jornada como educador matemático.
Os conteúdos desta disciplina são flexíveis e consistem em reflexões sobre a prática
pedagógica em matemática, fundamentadas nas teorias da Educação Matemática
associadas às teorias sobre o desenvolvimento cognitivo. Trata-se de uma proposta
direcionada a uma prática investigativa na construção do pensamento matemático na
Educação Básica.
Atendendo a Resolução Nº 71/2006 – CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006,
o Colegiado do Curso escolherá, preferencialmente dentre os professores que o compõem,
um Coordenador de Estágio, a quem caberá o acompanhamento das atividades de estágio
no âmbito do curso. Além disso, o Curso seguirá a resolução acima para todo o
funcionamento do Estágio.
97

19.DOCENTES E TUTORES

Docentes do Instituto de Matemática

Adelailson Peixoto
Doutor pela PUC-Rio
Área de pesquisa: Computação Gráfica
Adriano Lima Aguiar
Doutor pela UFRJ
Área de pesquisa: Análise
Amauri da Silva Barros
Doutor pela UNICAMP
Área de pesquisa: Análise
André Luís Contiero
Doutor pelo IMPA
Área de pesquisa: Álgebra/Geometria Algébrica
Andre Luiz Flores
Doutor pela UNICAMP
Área de Pesquisa: Engenharia Elétrica
Antônio José S. C. de Gusmão
Mestre em Matemática
Carlo Pietro Souza da Silva
Doutores pelo IMPA
Área de pesquisa: Economia Matemática
Dimas Martínez Morera
98

Doutor pelo IMPA
Área de pesquisa: Computação Gráfica
Ediel Azevedo Guerra
Doutor pela UFPE
Área de pesquisa: Análise
Elisa Fonseca Sena e Silva
Mestre pela UFMG
Área de pesquisa: Percolação
Feliciano Marcílio Aguiar Vitório
Doutor pela UFC
Área de pesquisa: Geometria Diferencial

Fernando Enrique Echaiz Espinoza
Doutor pela UFC
Área de pesquisa: Geometria Diferencial
Fernando Pereira Micena
Doutor pela USP – São Carlos
Área de pesquisa: Sistemas Dinâmicos
Francisco Vieira Barros
Mestre pela UFPE
Área de pesquisa: Geometria Algébrica
Getúlio Garcia Beleza Júnior
Mestre em Matemática
Gregório Manoel da Silva Neto
Mestre pela UFAL

99

Área de pesquisa: Geometria Diferencial
Hilário Alencar da Silva
Doutor pelo IMPA
Área de pesquisa: Geometria Diferencial
Iván A. C. de Albuquerque
Mestre em Matemática pela UFC
Área de pesquisa: Geometria e Topologia
Isadora Maria de Jesus
Mestra pela UFAL
Área de pesquisa: Geometria Diferencial

Isnaldo Isaac Barbosa
Mestre pela UFAL
Área de pesquisa: Análise
José Adonai Pereira Seixas
Doutor pela UNICAMP
Área de pesquisa: Geometria Diferencial
José Carlos Almeida de Lima
Doutor pela UNICAMP
Área de pesquisa: Geometria Diferencial
José Wilbert de Lima
Doutor em Matemática
Julio Cesar de Souza Almeida
Doutor pela UFPE

100

Área de Pesquisa: Análise
Krerley Irraciel Martins de Oliveira
Doutor pelo IMPA
Área de pesquisa: Sistemas Dinâmicos
Luana Giarola Contiero
Mestre pelo UFMG
Área de pesquisa: Topologia/Educação
Luis Guillermo Martinez Maza
Doutor pela UFMG
Área de pesquisa: Dinâmica Complexa

Márcio Henrique Batista
Doutor pelo IMPA
Área de pesquisa: Geometria Diferencial
Marcos Petrúcio de A. Cavalcante
Doutor pelo IMPA
Área de pesquisa: Geometria Diferencial
Marcus Augusto Bronzi
Doutor pela USP- São Carlos-SP
Área de pesquisa: Sistemas Dinâmicos
Maria de Andrade Costa e Silva
Doutora pela PUC-Rio
Área de pesquisa: Computação Gráfica e Geometria Diferencial
Paulo Roberto Lemos de Messias
101

Mestre pela UFPB
Thales Miranda Vieira
Doutor pela PUC-Rio
Área de pesquisa: Computação Gráfica
Vanio Fragoso de Melo
Doutor pela UNICAMP
Área de Pesquisa: Engenharia Elétrica
Viviane de Oliveira Santos
Mestra pela UFAL
Área de pesquisa: Geometria Diferencial/ História da Matemática
Walter Teofilo Huaraca Vargas
Doutor pela USP-São Carlos-SP
Área de pesquisa: Sistemas Dinâmicos

Docentes de outros institutos ou instituições ou colaboradores
Anayara Gomes dos Santos
Mestranda em Ensino de Ciências e Matemática
Antônio Carlos Marques da Silva
Doutor em Matemática
Aristóteles da Silva Oliveira
Mestre em Educação Brasileira
Cheila Francett Bezerra Silva Vasconcelos
Mestre em Educação
Eben Alves da Silva
102

Mestre em Matemática
Eduardo Perdigão de Lemos
Doutor em Matemática
Eleclézia de Oliveira Fireman
Especialista em Gestão Escolar
Elton Casado Fireman
Doutor em Física
Israel Alexandria Costa
Mestre em Filosofia
Jivaneide Araujo Silva Costa
Especialista em Novos Saberes e Fazeres da Educação Básica
Mestra em Educação pela UFAL
José Fábio Boia Porto
Mestre em Matemática
Especialista em Tutoria para as Licenciaturas Diversas à Distância
Juliene da Silva Barros-Gomes
Doutora em Linguística
Lucia Cristina Silveira Monteiro
Mestra em Psicologia Cognitiva
Manoel Pereira da Silva Junior
Mestre em Física
Moreno Pereira Bonutti
Mestre em Matemática
Ornan Filipe de Araujo Oliveira
103

Mestre em Matemática
Rodrigo Fernandes de Moura Melo
Mestre em Matemática
Sinvaldo Silva da Gama
Mestre em Matemática
Tereza Cristina Cavalcante de Albuquerque
Mestra em Psicologia
Vanessa da Silva Alves
Mestra em Ensino de Ciências e Matemática
Vanessa Lúcia da Silva
Mestranda em Matemática
Vinícius Moreira de Melo
Doutor em Matemática
Vívia Dayana Gomes dos Santos
Mestra em Ensino de Ciências e Matemática
Tutores
Abraão Mendes do Rêgo – Mestrando em Matemática (UFAL)
Adeilson Balbino de Lima – Pós-Graduado em Ensino da Matemática
Alessandra Mariano Alves – Pós-Graduada em Educação Matemática
Ana Paula Ferreira das Neves – Pós-Graduação em andamento em Educação Matemática
Anna Nery Lima Santana Moura – Pós-Graduada em Educação Matemática
Antônio Marcos Larangeiras Lima - Licenciado em Matemática
Arenilton de Amorim Lima – Especialista em Metodologia do ensino da Matemática e Física
Claudio Roberto Pereira Silva - Licenciado em Matemática
104

Clayton Pereira da Costa – Mestrando em Matemática (PROFMAT/UFAL)
Darliton Cezário Romão – Mestre em Matemática
Diego Chicuta Macedo – Mestrando em Matemática (UFAL)
Diogo Pinheiro da Silva - Especialista em Metodologia do ensino da Matemática e Física
Djacy da Silva Brandão - Licenciado em Matemática
Djalma dos Santos Silva - Pós-Graduado em Educação Matemática
Fabiano Rodrigues dos Santos – Mestrando em Ensino de Ciências e Matemática (UFAL)
Isaac Nunes de Oliveira – Especialista em Educação Matemática
Maria Dayane Dalysse dos Santos – Mestranda em Matemática (PROFMAT/UFAL)
Maria Patrícia Felix - Licenciada em Matemática
Natercia de Andrade Lopes Neta – Mestranda em Educação Matemática e Tecnológica
(UFPE)
Nayane Carvalho de Freitas – Licenciada em Matemática
Tiago Marinho da Silva – Mestrando em Matemática (PROFMAT/UFAL)

20. COLEGIADO DO CURSO

As atribuições do Colegiado do Curso estão explícitas nas “Normas Acadêmicas do
Curso de Licenciatura em Matemática a Distância”, ver anexo.
TITULARES
Profa. Viviane de Oliveira Santos – Coordenadora
Profa. Isadora Maria de Jesus – Vice-Coordenadora
Prof. Amauri da Silva Barros
Prof. Ediel Azevedo Guerra
105

Prof. Ivan Araujo Cavalcante de Albuquerque
Jair Barbosa Júnior e Santos – Representante dos Discentes
Victor Hugo de Souza Ramos – Representante dos Técnicos Administrativos
SUPLENTES
Prof. Marcio Henrique Batista da Silva
Prof. Moreno Pereira Bonutti
Profa. Lucia Cristina Silveira Monteiro
Prof. Paulo Roberto Lemos de Messias
Diana Araújo de Freitas – Representante dos Discentes
Karenn Cristina Lima Santiago de Melo – Representante dos Técnicos Administrativos

21. AVALIAÇÃO

Avaliação da aprendizagem

O processo avaliativo se dará durante todo o desenvolvimento do curso, tendo como
pressupostos básicos a avaliação participativa e processual, atendendo aos diversos níveis
de avaliação, tais como: a avaliação da aprendizagem, do material utilizado, da metodologia
tanto do professor quanto do curso.
A

avaliação

didático-pedagógica

está

fundamentada

numa

perspectiva

emancipatória em que o aluno, a partir da reflexão sobre sua prática pedagógica, associada
aos conceitos teóricos discutidos ao longo do curso, consiga desenvolver uma proposta de
autonomia pessoal e desenvolvimento profissional que extrapole os modelos tradicionais de
avaliação.

106

A importância desta avaliação processual, nos seus diversos níveis, constitui-se na
prática constante de realimentação, possibilitando as intervenções que se fizerem
necessárias, como forma de minimizar os possíveis óbices do processo. O processo
avaliativo da aprendizagem desenvolve-se de forma quantitativa e qualitativa de acordo com
a Resolução do MEC.
A aprovação ou não em uma disciplina segue as normas previstas na Resolução
CEPE/UFAL 25/2005 e suas modificações dadas pela Resolução CONSUNI/UFAL 69/2010,
que incluem que o discente será avaliado a cada bimestre, em que será atribuída uma nota,
proveniente de uma média ou não, para as disciplinas de caráter expositivo e sobre a
responsabilidade do professor da disciplina. Para as disciplinas não expositivas, também
será atribuída uma nota semestral sob a responsabilidade do professor designado para
conduzir tais disciplinas. As notas serão provenientes de atividades presenciais e a distância.
Cada uma das avaliações bimestrais, no âmbito do Curso de Matemática Licenciatura
/ EAD, passarão a ter a seguinte composição:
1- Média ponderada entre as atividades presencias, com peso 6 e atividades não
presenciais, com peso 4.
2- Composta cada uma das avaliações bimestrais, segundo o critério acima, estas
serão lançadas no sistema de avaliação, adotado para os cursos presenciais,
aprovado pelo CONSUNE e seguirá, portanto, as mesmas normas existentes para os
cursos presenciais.

Avaliação do ensino

Este integra procedimentos de avaliação e supervisão a serem implementados pela
UFAL/PROGRAD em atendimento ao artigo 9º, inciso IX, da Lei nº 9.394/96 – Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional. A avaliação em questão contemplará os seguintes
tópicos:
1. organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto do curso,
atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;
2. corpo docente: formação acadêmica e profissional, condições de trabalho; atuação
e desempenho acadêmico e profissional;
107

3. infraestrutura: instalações gerais, biblioteca, instalações e laboratórios específicos.
A avaliação do desempenho docente será efetivada pelos alunos/disciplinas fazendo
uso de formulário próprio e de acordo com o processo de avaliação institucional.
Assim, analisando, dinamizando e aperfeiçoando todo esse conjunto de elementos
didáticos, humanos e de recursos materiais, o Curso poderá ser aperfeiçoado visando
alcançar os mais elevados padrões de excelência educacional e, consequentemente, da
formação inicial dos futuros profissionais da área.
Na avaliação dos licenciandos deve-se privilegiar o aspecto cooperativo incentivandose as atividades integradoras.

Avaliação do Projeto Pedagógico

A avaliação permanente do Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em
Matemática, na modalidade a distância, é importante para aferir o sucesso deste currículo
para o curso, como também para certificar-se de alterações futuras que venham a melhorar
este projeto, uma vez que o mesmo é dinâmico e deve passar por constantes avaliações.
Os mecanismos a serem utilizados deverão permitir uma avaliação institucional e
uma avaliação do desempenho acadêmico - ensino/aprendizagem, de acordo as normas
vigentes, viabilizando uma análise diagnóstica e formativa durante o processo de
implementação do referido projeto. Deverão ser utilizadas estratégias que possam efetivar a
discussão ampla do projeto mediante um conjunto de questionamentos previamente
ordenados que busquem encontrar suas deficiências, se existirem.
O Curso será avaliado, também e fundamentalmente, pela sociedade através da
ação-intervenção docente/discente expressa na produção científica e nas atividades
concretizadas no âmbito da extensão.

22. CONDIÇÕES DE VIABILIZAÇÃO DO CURSO

INFRAESTRUTURA
108

O curso em questão conta com uma secretaria própria, onde está disponível um
técnico efetivo para atender as necessidades do Curso, seja presencial, no Instituto de
Matemática da Universidade Federal de Alagoas, quanto a distância, por meio de e-mail,
telefone ou plataforma Moodle. Além disso, em cada pólo de apoio presencial, há um
coordenador de pólo e um tutor presencial para cada turma.
O Curso conta com o apoio da Coordenadoria Institucional de Educação a Distância
(CIED), órgão de apoio acadêmico vinculado à Reitoria, que tem como missão coordenar os
planos e ações de EAD na UFAL, apoiando as iniciativas das Unidades Acadêmicas
mediante suportes acadêmico e operacional.

Ações da CIED


Acompanhamento do processo de formação de professores para uso da TIC;



Introdução de atividades de EAD em cursos presenciais da UFAL;



Suporte tecnológico e didático na produção de material didático para EAD;



Projeto institucional de cursos, com definição de conteúdos, escolhas de mídias,
implementação de materiais em ambiente virtual;



Realização de estudos, pesquisas, debates, eventos com a participação das IES,
sociedades científicas, empresas e setores da sociedade, direta ou indiretamente
envolvidos com a EAD;



Busca de financiamento para apoiar ações em EAD, preparo de pessoal,
monitoramento, gestão, implantação de pólos descentralizados, aquisição de
infraestrutura tecnológica e produção de materiais didáticos;



Apresentar política de infraestrutura tecnológica de EAD na UFAL e pólos de
atendimento, envolvendo manutenção, modernização e segurança dos laboratórios,
equipamentos e bibliotecas;



Incentivos ao uso das TIC nas diversas disciplinas e cursos de graduação, pósgraduação, extensão e educação continuada;



Estruturação de equipe multidisciplinar para acompanhar as ações de EAD;
109



Tutoria, suporte tecnológico, desenvolvimento web, acompanhamento e avaliação,
assessoria e pesquisa e a novos cursos.

Além disso, o Departamento de Registro e Controle Acadêmico (DRCA) é responsável
por toda documentação pertinente ao aluno durante toda sua vida acadêmica na UFAL.

Atribuições do Departamento:


A declaração de matrícula;



Cadastramento dos alunos;



Trancamento de matrícula;



Transferência;



O registro dos dados estatísticos do alunado;



O registro dos deferimentos de dispensa e a análise da situação acadêmica dos
alunos;



Emissão de diplomas e históricos escolares de graduação e pós-graduação para os
estudantes da Universidade.

 REFERÊNCIAS

BELLONI, Maria Luiza. Educação a distância mais aprendizagem aberta. 21ª Reunião
Anual da ANPED. 1998.

____________ Educação a Distância. Campinas: Autores Associados, 1999. Lei 3.687/61.

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia. 33. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006.

110

Estatuto e Regimento Geral da UFAL.

MERCADO, L. P. L. Percursos na formação de professores com tecnologias da
informação e comunicação na educação. Maceió: Edufal, 2007.

Parecer CNE/CP 009/2001.

Parecer CNE/CES 1.302/2001.

Parecer CNE/ MEC 09/2001.

Plano Nacional da Educação – PNE.

Portaria nº 2.631 de 19 de setembro de 2002.

PROGRAD-UFAL. Roteiro para a construção do Projeto Pedagógico do Curso
(Licenciaturas), 2012.

Resolução nº 25/90.

Resolução nº 83/92.

Resolução nº 01/93.

Resolução nº 15/93.

Resolução nº 32/2005 de 14 de dezembro de 2005.

Resolução CNE/CP 2 de 19 de fevereiro de 2002.
111

Resolução nº 31/2007 – CONSUNI-UFAL, 25 de maio de 2007.

Resolução nº 30/74 de 11 de julho de 1974.

Resolução 01/93 – CEPE.

Resolução nº 71/2006 – CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006.

Resolução CEPE/UFAL 25/2005.

Resolução CONSUNI/UFAL 69/2012.

SITES:

www.portal.mec.gov.br (Sinopse Estatística da Educação Básica, 2011).

www.todospelaeducacao.org.br

www.ufal.edu.br

112

ANEXO
113

Universidade Federal de Alagoas
IM

Instituto de Matemática
UFAL

Normas Acadêmicas do Curso de Licenciatura em Matemática a Distância

Colegiado do Curso de Licenciatura em Matemática a Distância

I - O Colegiado do Curso, em conformidade com o Instituto de Matemática (IM) e a
Universidade Federal de Alagoas (UFAL), é uma comissão deliberativa composta
pelos seguintes membros:
 05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso de Licenciatura em Matemática a
distância e seus respectivos suplentes, que estejam no exercício da docência, eleitos
em consulta efetivada com a comunidade acadêmica, para cumprirem mandato de 02
(dois) anos, admitida uma única recondução;

114

 01 (um) representante técnico-administrativo, e seu respectivo suplente, escolhidos
dentre os técnicos do Instituto de Matemática, eleito pelos seus pares, para cumprir
mandato de 01 (um) ano, admitida uma única recondução;
 01 (um) representante do corpo discente e seu respectivo suplente, escolhido dentre
os discentes do Curso regularmente matriculados e eleitos pelos seus pares, para
cumprir mandato de 01 (um) ano, admitida uma única recondução.
II - O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e um Vice - Coordenador, escolhidos
dentre os membros docentes do Colegiado do Curso.
III - Dentre os membros docentes do Colegiado, exceto o Coordenador, será
escolhido o Coordenador de Tutoria.
IV - Compete ao Diretor do Instituto de Matemática, ou seu representante legal,
convocar e presidir todas as eleições.

2. Atribuições dos Agentes do Curso de Licenciatura em Matemática a Distância
2.1. Colegiado do Curso
I - Coordenar a execução e organização de todas as ações e atividades do Curso,
visando sua excelência acadêmica e administrativa;
II - Discutir e deliberar as competências do Professor Pesquisador para atuar no
Curso, solicitando e encaminhando, quando necessário, professores para cursos de
capacitação junto à Coordenadoria Institucional de Educação a Distância (CIED);
III - Deliberar sobre disciplinas e ementas, requisitos para conclusão do Curso e
quaisquer situações não previstas neste documento;
IV - Avaliar e julgar o material didático produzido pelos Professores Pesquisadores
Conteudistas para o Curso;
V - Avaliar e julgar o trabalho do Professor Pesquisador, inclusive suas atividades de
aprendizagem dispostas no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA);
VI - Participar da seleção de professores para atuarem no Curso;

115

VII - Propor comissões de docentes da Universidade Federal de Alagoas para
apreciar sugestões de orientadores e nomes para compor as bancas examinadoras
para as defesas de Trabalhos de Conclusão de Curso;
VIII - Propor comissões de docentes da Universidade Federal de Alagoas para
possíveis revisões/atualizações do Projeto Pedagógico do Curso;
IX - Elaborar um relatório anual de gestão para apreciação da CIED;
X – Deliberar sobre a proposta do Calendário Acadêmico, antes do início de cada
período letivo, na qual constarão datas de início e término das disciplinas, assim como
prazos de entrega de material didático e quaisquer outras documentações solicitadas.

2.2. Coordenador do Curso
I - Coordenar, acompanhar e avaliar as atividades acadêmicas do Curso;
II - Participar das atividades de capacitação e de atualização desenvolvidas na
Instituição de Ensino;
III - Participar dos grupos de trabalho para o desenvolvimento de metodologia,
elaboração de materiais didáticos para a modalidade a distância e sistema de
avaliação do discente;
IV - Realizar o planejamento e o desenvolvimento das atividades de seleção e
capacitação dos profissionais envolvidos no Curso;
V - Elaborar, em consonância com o Corpo Docente do curso, o sistema de avaliação
do discente;
VI - Coordenar atividades, quando houver, de capacitação e formação continuada
para a equipe EAD/MAT com fins de melhorar o desenvolvimento do Curso;
VII - Participar dos fóruns virtuais e presenciais da área de atuação;
VIII - Realizar o planejamento e o desenvolvimento dos processos seletivos de
discentes, em conjunto com o Coordenador da Universidade Aberta do Brasil (UAB);
IX - Acompanhar o registro acadêmico dos discentes matriculados no Curso;
X – Verificar “in loco” o bom andamento do Curso;
116

XI - Acompanhar e supervisionar as atividades dos professores, coordenador de
tutoria e coordenadores de pólo;
XII - Informar para o Coordenador UAB a relação mensal de bolsistas aptos e inaptos
para recebimento;
XIII - Auxiliar o Coordenador UAB na elaboração da planilha financeira do Curso;
XIV - Tomar as providências que se fizerem necessárias para o melhor funcionamento
do Curso em matéria de instalação, equipamento e pessoal técnico;
XV - Cumprir e fazer cumprir as decisões dos Órgãos Superiores da UFAL sobre
matéria relativa ao Curso;
XVI - Administrar a secretaria da UAB do Instituto de Matemática em parceria com os
demais cursos vinculados a UAB;
XVII - Divulgar no Quadro de Aviso do IM e AVA o Calendário Acadêmico.

2.3. Vice-Coordenador
I - Substituir o (a) Coordenador (a) em suas faltas e impedimentos;
II - Participar das atividades de capacitação e de atualização desenvolvidas na
Instituição de Ensino;
III - Colaborar com o coordenador para o acompanhamento do registro acadêmico
dos discentes matriculados no Curso;
IV - Responsabilizar-se, juntamente com o Coordenador de Curso, pelo cadastro dos
Agentes do Curso no AVA;
V - Coordenar atividades de extensão;
VI - Desempenhar outras atribuições, homologadas pelo Colegiado do Curso,
mediante delegação do (a) Coordenador (a).

2.4. Coordenador de Tutoria
I - Participar das atividades de capacitação e atualização;
117

II - Acompanhar o planejamento e o desenvolvimento processos seletivos de tutores,
em colaboração com o Coordenador de Curso;
III - Acompanhar as atividades acadêmicas do Curso;
IV – Verificar “in loco” o bom andamento do Curso;
V - Informar para o Coordenador do Curso qual a relação mensal de tutores aptos e
inaptos para recebimento de bolsas;
VI - Acompanhar o planejamento e desenvolvimento das atividades de seleção e
capacitação dos tutores envolvidos no Curso;
VII - Acompanhar e supervisionar as atividades dos tutores;
VIII - Encaminhar à Coordenação do Curso relatório semestral de desempenho da
tutoria.

2.5. Professor Pesquisador
I - Desenvolver as atividades docentes na capacitação de coordenadores, professores
e tutores mediante o uso dos recursos e metodologia previstos no plano do Curso;
II - Participar das atividades de docência das disciplinas curriculares do Curso;
III - Participar de grupo de trabalho para o desenvolvimento de metodologia na
modalidade a distância;
IV - Participar e/ou atuar nas atividades de capacitação desenvolvidas na Instituição
de Ensino;
V - Coordenar as atividades acadêmicas dos tutores atuantes em disciplinas ou
conteúdos sob sua coordenação;
VI - Desenvolver, em colaboração com o Coordenador do Curso, o sistema de
avaliação de alunos, mediante o uso dos recursos e metodologia previstos no plano
do Curso;
VII - Apresentar ao Coordenador do Curso, no máximo 07 (sete) dias após o
encerramento das atividades da disciplina ofertada, relatório do desempenho dos
discentes e do desenvolvimento da disciplina;
118

VIII - Desenvolver pesquisa de acompanhamento das atividades de ensino
desenvolvidas nos cursos na modalidade a distância;
IX - Elaborar relatórios semestrais sobre as atividades de ensino no âmbito de suas
atribuições, para encaminhamento à DED/CAPES/ MEC, ou quando solicitado;
X - Apresentar ao Colegiado Plano de Tutoria e Agenda de Estudos a serem
desenvolvidas na disciplina, no prazo máximo de 07 (sete) dias antes do início da
disciplina prevista no calendário acadêmico do Curso;
XI - Realizar, no mínimo, uma avaliação presencial por disciplina;
XII - Gerenciar a disciplina no AVA.

2.6. Professor Pesquisador Conteudista
I - Elaborar e entregar os conteúdos dos módulos desenvolvidos ao longo do Curso
conforme o Calendário Acadêmico do Curso;
II - Adequar conteúdos, materiais didáticos, mídias e bibliografia utilizadas para o
desenvolvimento do curso á linguagem da modalidade a distância;
III - Realizar a revisão de linguagem do material didático desenvolvido para a
modalidade a distância;
IV - Adequar e disponibilizar, para o Coordenador do Curso, o material didático nas
diversas mídias;
V - Participar e/ou atuar nas atividades de capacitação desenvolvidas na Instituição
de Ensino;
VI - Participar de grupo de trabalho que focam a produção de materiais didáticos para
a modalidade a distância;
VII - Desenvolver pesquisa de acompanhamento das atividades de ensino
desenvolvidas nos cursos na modalidade a distância;
VIII - Elaborar relatórios semestrais no âmbito de suas atribuições, para
encaminhamento à DED/CAPES/MEC, ou quando solicitado;
119

IX - Assinar o Termo de Licença de Direitos Autorais Gratuita.

2.7. Tutor
A depender da disponibilidade de bolsas, será levado em conta a distribuição
de 1 (um) tutor para cada 25 (vinte e cinco) alunos e 2 (dois) tutores presenciais por
pólo.
São atribuições dos tutores:
I - Mediar a comunicação de conteúdos entre o professor e os discentes;
II - Acompanhar as atividades discentes, conforme o cronograma do Curso;
III - Apoiar o professor da disciplina no desenvolvimento das atividades docentes;
IV - Estabelecer contato permanente com os discentes e mediar suas atividades;
V - Colaborar com a Coordenação do Curso na avaliação dos estudantes;
VI - Participar das atividades de capacitação e atualização promovidas pela UFAL;
VII - Elaborar relatórios mensais de acompanhamento dos discentes e encaminhar à
Coordenação de Tutoria;
VIII - Participar do processo de avaliação da disciplina sob orientação do professor
pesquisador responsável;
IX - O Tutor que realize suas atividades através do AVA, além das atribuições acima
definidas, deve manter regularidade de acesso ao ambiente, interagindo e atendendo
às solicitações do discente no prazo máximo de 24 horas;
X - O Tutor que realize suas atividades presencialmente, além das atribuições acima
definidas, deve apoiar operacionalmente a Coordenação do Curso nas atividades
presenciais nos pólos, em especial na aplicação de avaliações.
XI - Os tutores deverão cumprir uma carga horária de trabalho de 20 horas semanais.

3. Corpo Docente do Curso de Licenciatura em Matemática a Distância
120

I - O Corpo Docente é composto por todos os professores pesquisadores do quadro
permanente da UFAL, com formação acadêmica e experiência comprovada em
ensino a distancia e que constem no Projeto Pedagógico do Curso.
II - O docente do quadro permanente da UFAL com formação acadêmica e
experiência comprovada em ensino a distância e adequadas aos objetivos
pedagógicos do Curso poderá solicitar, através de comunicação escrita ao
Coordenador, o seu ingresso ao Curso de Licenciatura em Matemática a Distância, o
qual será submetido a apreciação do Colegiado para análise acadêmico-científica.
III - No caso de docente que não satisfaçam as condições de I e II do item 3, o seu
ingresso dar-se-á através de seleção pública de acordo com edital da UFAL.

4. Produção de Material Didático
I - A escolha do Professor Pesquisador Conteudista para produção de material
didático do Curso será efetivada através de convite ao docente pela Coordenação do
Curso.

5. Seleção de Tutor
I - O ingresso do Tutor no Curso de Licenciatura em Matemática a Distância será
através de Processo Seletivo de Tutores da Universidade Aberta do Brasil da UFAL,
publicado pela CIED em articulação com a Coordenação do Curso.

6. Avaliação dos Agentes do Curso
I - Uma Comissão Acadêmica, designada pelo Colegiado do Curso, elaborará um
Relatório Acadêmico sobre o desempenho dos agentes no cumprimento de suas
atribuições.
II - O Relatório Acadêmico será submetido e apreciado pelo Colegiado.

121

III - Após apreciação do Relatório Acadêmico pelo Colegiado, os Agentes do Curso de
Licenciatura em Matemática a Distância que não tiverem adequadamente cumprido
suas atribuições, poderão ser desvinculados do Curso, sendo assegurado aos
mesmos o direito de solicitar seu reingresso no momento em que achar conveniente.

22/08/2016

122
                
Logo do chatbot Mundaú