Letras Licenciatura- Inglês a distância
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
LETRAS LICENCIATURA A DISTÂNCIA
HABILITAÇÃO: INGLÊS
Maceió-AL,
Dezembro de 2012
(atualizado em agosto de 2017)
1
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
FACULDADE DE LETRAS
2012 (atualizado em agosto de 2017)
REITORA
Maria Valéria Costa Correia
VICE‐REITOR
José Vieira da Cruz
FACULDADE DE LETRAS - FALE
DIRETORA
Eliane Barbosa da Silva
VICE‐DIRETOR
Jair Barbosa da Silva
LETRAS LICENCIATURA A DISTÂNCIA, HABILITAÇÃO: INGLÊS
COORDENAÇÃO1
COORDENADORA DO CURSO
Raquel D’Elboux Couto Nunes
VICE COORDENADOR
Daniel Adelino Costa Oliveira da Cruz2
1
Portaria de 28 de junho de 2013 (primeiro biênio). Portaria 850, de 27 de maio de 2016
(segundo biênio).
2 Com os cortes orçamentários da CAPES para os cursos UAB, a função de Coordenador de
Tutoria deixou de existir para o Curso Letras Inglês EAD no início de 2016. Prof. Daniel Adelino
Costa Oliveira da Cruz foi mantido como Vice Coordenador do Curso Letras Inglês EAD,
institucionalmente.
2
COLEGIADO DO CURSO3
Raquel D’Elboux Couto Nunes – Coordenadora de Curso
Daniel Adelino Costa Oliveira da Cruz – Vice Coordenador
Raquel D’Elboux Couto Nunes - Coordenadora
Daniel Adelino Costa Oliveira da Cruz – Vice Coordenador Institucional
Membros titulares:
Fabiana de Oliveira
Sérgio Ifa
Simone Makiyama
Membros suplentes:
Ana Cecília Acioli Lima
Eliane Barbosa da Silva
Jaqueline e Elisabeth Vásquez Araújo
Jozefh Fernando Soares Queiroz
Susana Souto Silva
Representante discente:
Titular: Wellison Barbosa dos Santos
Suplente: Larissa Daniella Belo da Silva Moura
Representante técnico-administrativo:
Titular: Jorge Henrique Silvestre Barbosa
Suplente: Jeanine Waléria Oliveira Braga Pereira
Núcleo Docente Estruturante (NDE) DO CURSO4
Portaria 19 de maio de 2015
Raquel D’Elboux Couto Nunes, SIAPE nº 2559112 – Coordenadora de Curso
Daniel Adelino Costa Oliveira da Cruz, SIAPE nº 1864872 – Coordenador de
Tutoria (Vice Coordenador Institucional, pela extinção do cargo de Coordenador
de Tutoria pela CAPES)
Izabel de Fátima de Oliveira Brandão, SIAPE nº 1119821
Marcus Vinícius Matias, SIAPE nº 2581726
Paulo Rogério Stella, SIAPE nº 1851662
Sérgio Ifa, SIAPE nº 1631608
Simone Makiyama, SIAPE nº 1288394
Processo 23065.012473/2015-95.
3 Portaria 850, de 27 de maio de 2016.
4 Portaria 756, de 19 de maio de 2015.
3
SUMÁRIO
1. IDENTIFICAÇÃO ........................................................................................... 7
1.1 Dados gerais .......................................................................................................................... 7
1.2 Dados de identificação do curso ......................................................................................... 7
1.3 Dados da coordenação do curso ........................................................................................ 9
2. CONTEXTO INSTITUCIONAL ..................................................................... 10
2.1 Contexto regional ................................................................................................................ 11
2.2 A educação a distância na UFAL ....................................................................................... 11
3. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO ........................................................... 15
3.1 O ensino da Língua Inglesa no Brasil ............................................................................... 17
3.2 O ensino de Língua Inglesa em Alagoas .......................................................................... 20
3.3 O ensino de língua inglesa na modalidade a distância ................................................... 22
3.4. A área de Letras – concepções ......................................................................................... 23
3.5 Competências e habilidades .............................................................................................. 27
4. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO ........................... 31
4.1 Pesquisa ............................................................................................................................... 32
4.2 Extensão............................................................................................................................... 33
4.3 Responsabilidade social .................................................................................................... 35
4.4. Acessibilidade .................................................................................................................... 35
4.4.1 Núcleo de acessibilidade ............................................................................................................... 37
4.4.2 Inclusão ......................................................................................................................................... 38
4.4.3 Políticas de cotas........................................................................................................................... 38
5.OBJETIVOS DO CURSO.............................................................................. 39
6.PERFIL DO EGRESSO E CAMPO DE ATUAÇÃO ...................................... 40
6.1 Perfil do egresso ................................................................................................................. 40
6.2 Campo de atuação .............................................................................................................. 41
7.PROCESSO SELETIVO ............................................................................... 42
4
8.ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ............................................... 43
8.1Estrutura curricular .............................................................................................................. 43
8.1.1 Núcleo básico de formação específica do curso de Letras ............................................................ 43
8.1.2 Núcleos de formação sobre a língua e suas literaturas .................................................................. 44
8.1.3 Núcleo de formação para a docência ............................................................................................ 45
8.1.4 Resumo da estrutura curricular ..................................................................................................... 47
8.1.5 A prática como componente curricular ......................................................................................... 48
9. CONTEÚDOS CURRICULARES ................................................................. 52
9.1 Educação ambiental ............................................................................................................ 52
9.2 Relações étnico raciais e história e cultura afro-brasileira, africana e indígena. ........ 52
9.3 Educação em Direitos Humanos. ...................................................................................... 53
9.4 Libras .................................................................................................................................... 54
9.5 Temas transversais ............................................................................................................. 54
10. METODOLOGIA ........................................................................................ 55
10.1 Organização ....................................................................................................................... 55
10.2 Processo de comunicação entre estudantes, tutores, professores formadores e
coordenadores........................................................................................................................... 55
10.3 Estratégias de desenvolvimento da aprendizagem ....................................................... 56
10.4 Formação de professores e tutores para o exercício da modalidade a distância ..... 57
10.5 Ambiente virtual de aprendizagem: recursos, ferramentas, materiais e atividades .. 58
10.6 Encontros presenciais e frequência ............................................................................... 60
10.7 Armazenamento/gerenciamento dos dados produzidos na modalidade EAD ........... 60
10.8 Recuperação de estudos, trancamentos, transferências e outros itens relativos à
permanência do aluno no curso .............................................................................................. 61
10.9 Estrutura atualizada dos polos (biblioteca, acervo, laboratório de informática)
e articulação curso/polos ......................................................................................................... 62
10.10 Procedimentos preventivos da evasão ......................................................................... 63
11. ESTÁGIO SUPERVISIONADO .................................................................. 65
11.1 Estágio curricular supervisionado – relação com a rede de escolas da Educação
Básica ......................................................................................................................................... 69
11.2 Estágio curricular supervisionado – relação entre licenciandos, docentes e
supervisores da rede de escolas da Educação Básica. ........................................................ 70
11.3 Estágio curricular supervisionado – relação teoria e prática ....................................... 70
5
12. INTEGRAÇÃO COM AS REDES PÚBLICAS DE ENSINO ....................... 71
13.ATIVIDADES COMPLEMENTARES ........................................................... 72
14. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) ................................... 75
15. MATRIZ CURRICULAR ............................................................................. 76
16. QUADRO DAS DISCIPLINAS ELETIVAS ................................................. 79
17. EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS BÁSICA E COMPLEMENTAR ................ 80
17. 1 Disciplinas obrigatórias................................................................................................... 80
17.2 Disciplinas eletivas ........................................................................................................... 98
18.TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICS ............ 105
19. MATERIAL DIDÁTICO ............................................................................. 106
20. ATIVIDADES DE TUTORIA ..................................................................... 108
21. MECANISMOS DE INTERAÇÃO ENTRE DOCENTES, TUTORES E
ESTUDANTES ............................................................................................... 110
22.AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL ...................................... 113
22.1 Procedimentos de avaliação no processo de ensino-aprendizagem. ....................... 113
22.2 Avaliação do curso .......................................................................................................... 118
22.3 Avaliação do projeto pedagógico .................................................................................. 122
22.4 Colegiado do curso ......................................................................................................... 123
22.5 Núcleo Docente Estruturante ......................................................................................... 125
23.POLÍTICAS DE APOIO ............................................................................. 127
23.1 Políticas de apoio aos docentes e técnicos ................................................................. 127
23.2 Políticas de apoio aos discentes ................................................................................... 128
24. VIABILIZAÇÃO DO CURSO .................................................................... 131
25 REFERÊNCIAS ......................................................................................... 132
26. ANEXOS .................................................................................................. 136
6
1. IDENTIFICAÇÃO
1.1 Dados gerais
Contextualização da Instituição de Ensino Superior
Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
Dependência: Administrativa Federal
Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código: 577
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço do Campus sede:
Campus A. C. Simões – Cidade Universitária Maceió /AL
Rodovia BR 101, Km 14 CEP: 57.072 - 970
Fone: (82) 3214 - 1100 (Central)
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br
1.2 Dados de identificação do curso
Curso: Letras Inglês EAD
Modalidade: Licenciatura a distância
Título oferecido: Licenciado em Letras, habilitação: Inglês
Nome da Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Campus: Maceió.
Polos: Maceió, Arapiraca e Palmeira dos Índios5
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
5 No projeto original, foram planejadas ofertas em Maceió, Arapiraca, Santana do Ipanema e
Matriz de Camaragibe. Porém, por orientação da Coordenadoria Institucional de Ensino a
Distância (CIED/UFAL), em relação à articulação das ofertas, o curso foi ofertado em Maceió,
Arapiraca e Palmeira dos Índios.
7
Endereço de funcionamento do curso:
Faculdade de Letras – UFAL. Av. Lourival Melo Mota, s/n, Tabuleiro dos Martins
Maceió - AL, CEP:57072-900
Polos UAB: Campus Maceió (UFAL), Campus Arapiraca (UFAL), Campus
Palmeira dos Índios (IFAL):
Polo Arapiraca
Av. Manoel Severino Barbosa, CEP: 57309-005 (Campus da UFAL)
Coordenadora do polo: Ana Paula Nogueira Magalhães
Email: paula_nog@hotmail.com
Polo Maceió
Campus Maceió: Av. Lourival De Melo Mota, Km 97,6 BR 104, S/N, Campus A.
C. Simões, UFAL, Bloco 14, 1º Andar.
Coordenadora: Elielba Mendes Alves Pinto.
Contato: (82) 3214.1397
E-mail: polomaceio@gmail.com ou elielbamendes@gmail.com
Polo Palmeira dos Índios
Instituto Federal de Alagoas (IFAL), na Av. Alagoas. Nº: s/n,
Bairro: Palmeira de Fora
Coordenador: Marcos André R. da Silva Junior
E-Mail: marcos.andre@ifalpalmeira.edu.br
Telefone: (82) 98149.3528
Atos Legais:
Autorização do Curso: Resolução 09/2013-CONSUNI/UFAL, de 11 de março de
2013. Portaria: 2145, de 12 de novembro de 2013. Portaria 850, de 27 de
maio de 2016.
Número de Vagas autorizadas: Existem vagas para candidatos oriundos da
Plataforma Paulo Freire e vagas para o público em geral. O número de vagas
em cada período é definido pela Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD), com
a Coordenação Institucional de Educação a Distância da UFAL (CIED UFAL) e
a Coordenação do Curso. Os polos onde haverá oferta do Curso depende da
demanda dos municípios. Para a primeira oferta, foram abertas 150 vagas (40
vagas para docentes da rede pública de ensino e 10 vagas para demanda
social, em cada polo – Arapiraca, Maceió e Palmeira dos Índios).
Turnos de Funcionamento: interações a distância – síncronas e assíncronas /
encontros presenciais em fins de semana
8
Tempo de integralização do curso: Mínimo de quatro anos e máximo de seis
anos6
1.3 Dados da coordenação do curso
Nome: Raquel D’Elboux Couto Nunes
Formação
acadêmica:
Mestrado
em
Letras
e
Linguística.
Área
de
concentração: Estudos Literários.
Bacharelado em Letras. Habilitação – Tradutor e Intérprete.
Licenciatura Plena em Letras – Português/Inglês.
Titulação: Mestre
Regime de trabalho: DE
Email: raquel.nunes@fale.ufal.br
6 PARECER CNE/CES Nº 8/2007.
9
2. CONTEXTO INSTITUCIONAL
A Universidade Federal de Alagoas - UFAL - é Pessoa Jurídica de Direito
Público – Federal, CNPJ: 24.464.109/0001-48, com sede à Avenida Lourival de
Melo Mota, S/N, Campus A. C. Simões, no Município de Maceió, no Estado de
Alagoas, CEP 57.072-970, além de uma Unidade Educacional (UE) em Rio
Largo, município da região metropolitana da Capital.
Foi criada pela Lei Federal nº 3.867, de 25 de janeiro de 1961, a partir do
agrupamento das então Faculdades de Direito (1933), Medicina (1951),
Filosofia (1952), Economia (1954), Engenharia (1955) e Odontologia (1957),
como instituição federal de educação superior, de caráter pluridisciplinar de
ensino, pesquisa e extensão, vinculada ao Ministério da Educação, mantida
pela União, com autonomia assegurada pela Constituição Brasileira, pela Lei
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei 9394/96 e por seus Estatuto
e Regimento Geral.
Possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus A. Simões,
em Maceió, onde são ofertados 102 cursos de graduação. O processo de
interiorização, iniciado em 2006, expandiu sua atuação para o Agreste, com o
Campus de Arapiraca e com Unidades Educacionais em Palmeira dos Índios,
Penedo e Viçosa e a oferta de 23 cursos. Em 2010, chegou ao Sertão,
instalando-se em Delmiro Gouveia e uma Unidade Educacional em Santana do
Ipanema e a oferta de 08 cursos, todos presenciais.
Além dos cursos presenciais, há 11 ofertados na modalidade de
Educação à Distância, por meio do sistema Universidade Aberta do Brasil UAB. A pós-graduação contribui com 31 programas de Mestrado e 09 de
Doutorado, além dos cursos de especialização nas mais diferentes áreas do
conhecimento.
A pesquisa vem crescendo anualmente com a participação de linhas e
grupos de pesquisa em diversas áreas. A extensão contribui com vários
programas e, também, é uma atividade em constante expansão.
O ingresso dos estudantes na UFAL se efetiva por meio de processo
seletivo do ENEM e da plataforma SISu/MEC (Sistema de Seleção Unificada).
10
2.1 Contexto regional
Com uma extensão territorial de 27.767.661 km2, o Estado de Alagoas é
composto por 102 municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Leste, Agreste
e Sertão alagoano) e 13 microrregiões. De acordo com o Censo de 2010 do
IBGE, apresentava população residente 3.120.922 habitantes, sendo 73,64%
em meio urbano.
A inserção espacial da UFAL leva em consideração as demandas
apresentadas pela formação de profissionais em nível superior e a divisão do
Estado em suas meso e microrregiões. Essa configuração espacial é
contemplada com uma oferta acadêmica que respeita as características
econômicas e sociais de cada localidade, estando as suas unidades instaladas
em cidades polo consideradas fomentadoras do desenvolvimento local.
Com a interiorização, a UFAL realiza cobertura universitária significativa
em relação à demanda representada pelos egressos do Ensino Médio em
Alagoas, à exceção do seu litoral norte, cujo projeto de instalação do campus
no município de Porto Calvo encontra-se em tramitação na SESu/MEC.
O PIB per capita estadual era de R$ 6.728,00, em 2009, sendo o setor de
serviços o mais importante na composição do valor agregado da economia,
com participação de 72%. Os restantes 28% estão distribuídos em atividades
agrárias – tradicionalmente policultura, no Agreste, pecuária no Sertão e canade-açúcar na Zona da Mata, além do turismo, devido ao grande potencial da
natureza do litoral.
2.2 A educação a distância na UFAL
A UFAL foi pioneira no estado em oferecer cursos de graduação a
distância. Em 1998, visando à formação de professores da rede pública que
atuam nas séries iniciais do Ensino Fundamental, o curso de licenciatura em
Pedagogia foi criado na modalidade a distância, o primeiro a ser reconhecido
pelo MEC, em Alagoas. O curso surgiu por meio das ações do Programa de
Assessoramento Técnico–Pedagógico (PROMUAL) com o objetivo de viabilizar
uma formação em nível superior capaz de qualificar professores da rede
pública, diminuindo o quadro grave de menos de 10% dos professores
11
graduados ou graduandos, atuando em área diferente da qual tiveram
formação inicial (MERCADO, 2007).
Este programa foi desenvolvido pelo Centro de Educação da UFAL
(CEDU/UFAL), e tinha como objetivo principal o desenvolvimento de atividades
que proporcionassem, aos secretários municipais de educação, meios para que
pudessem exercer suas funções numa gestão participativa e responsável,
visando à otimização dos recursos públicos e promovendo melhorias na
qualidade da educação.
A UFAL foi credenciada pelo MEC para a oferta de cursos na modalidade
EaD, com a Portaria nº 2.631 de 19.09.2002, estando, portanto, legalmente
autorizada a diplomar os alunos participantes desses cursos.
A EaD na UFAL permaneceu vinculada ao Núcleo Temático de Educação
a Distância (NEAD) do Centro de Educação (CEDU) até 2005. A partir de
editais de agências de fomento, no início das discussões em torno da
constituição de uma Universidade Aberta do Brasil, e do surgimento de novas
demandas em outras áreas da UFAL, em 2006 a EaD/UFAL deixou de ser uma
ação quase que exclusiva do NEAD.
Nesse período, o MEC, com a finalidade de atender à demanda das
empresas estatais, qualificando seus servidores públicos, propôs, em parceria
com 25 IFES, a criação do curso de Graduação em Administração na
modalidade a distância (MERCADO, 2007). A UFAL, em virtude de suas
experiências anteriores em EaD, foi uma das instituições escolhidas. Assim,
iniciou-se a UAB com a oferta do curso piloto de Administração a Distância,
financiado pelo Fundo das Estatais, Banco do Brasil.
Em dezembro de 2005, foi lançada pelo MEC a primeira chamada pública
para seleção de polos municipais de apoio presencial e de cursos superiores
de instituições de ensino, na modalidade de educação a distância para o
sistema UAB. Isso permitiu a concretização desse sistema, por meio da
seleção para integração e articulação das propostas de cursos, apresentadas
exclusivamente por instituições federais de ensino superior, e as propostas de
polos de apoio presencial, apresentadas por estados e municípios. A segunda
chamada, publicada em 18 de outubro de 2006, diferiu da primeira experiência
por permitir a participação de todas as instituições públicas, inclusive as
estaduais e municipais.
12
Ainda em 2006, a UFAL aprovou e passou a oferecer outros cursos na
modalidade a distância, tais como Especialização em Docência no Ensino
Superior e Especialização em Gestão Escolar.
Inicialmente coordenada por um Comitê Gestor de EaD (2005), a
educação a distância na UFAL é atualmente coordenada pela Coordenadoria
Institucional de Educação a Distância (CIED), órgão de apoio acadêmico
vinculado à Reitoria. Apesar da importância da CIED e da imensa demanda de
trabalho, ainda há desafios relativos ao espaço físico e à infraestrutura
operacional do órgão.
Os cursos de EaD reúnem professores (que ministram as aulas a
distância e desenvolvem alguns encontros presenciais nos polos) e tutores
(que fazem o acompanhamento dos alunos nos polos e online), remunerados
com bolsas durante a vigência de suas atividades nos cursos. Os tutores são
convocados após processo seletivo. Recentemente a UFAL tem aberto
processos seletivos também para docentes atuarem nesses cursos.
Conforme Mercado (2007), os projetos existentes na UFAL visam a
construir e a ampliar as condições didático-pedagógicas para a melhoria do
trabalho dos cursos de EaD da UFAL e, ainda, a atender ao que dispõe a Lei
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN.
A LDBEN (1996), em seu art.87, § 4o, das Disposições transitórias,
estabelece que “até o fim da Década da Educação somente serão admitidos
professores habilitados em nível superior ou formados por treinamento em
serviço”. O mesmo art. §3o, Inciso III, diz que o Município deverá “realizar
programas de capacitação para todos os professores em exercício, utilizando
também, para isso, os recursos da educação a distância”. O art. 80, das
Disposições Gerais, da LDB, afirma que “o Poder Público incentivará o
desenvolvimento e a veiculação de programas de ensino a distância, em todos
os níveis e modalidades de ensino, e de educação continuada”.
Em 2009, o Ministério da Educação, preocupado com os caminhos
didático-pedagógicos da base da educação brasileira, lançou, por meio da
Secretaria de Educação Básica, o Programa Emergencial de Segunda
Licenciatura para Professores em exercício na Educação Básica Pública, sob
coordenação do MEC em colaboração com as universidades públicas. Os
cursos de formação inicial do PARFOR dividem-se em três categorias: a) 1ª
13
licenciatura para professores sem formação superior; b) 2ª licenciatura para
professores que atuam fora de sua formação específica; c) formação
pedagógica para bacharéis sem licenciatura.
Ao se planejar este curso na modalidade a distância, levou-se em conta,
além da necessidade de capacitar o professor do Ensino Fundamental e Ensino
Médio, a preocupação em atender a um público formado principalmente por
professores em exercício, com dificuldades de ordem pessoal para frequentar
cursos presenciais convencionais.
Nesse sentido, a oferta indicada pela FALE contempla o Curso de Letras
– Língua Inglesa, com vagas destinadas à primeira licenciatura para
professores sem formação superior na modalidade EaD e vagas destinadas à
demanda social, para professores com primeira licenciatura. É meta do curso
proporcionar, por meio da academia, mais interação entre ensino, pesquisa,
sociedade e escola.
14
3. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO
Este documento tem por objetivo apresentar o Projeto Pedagógico do
Curso de Letras - Licenciatura em Língua Inglesa na modalidade a distância
para atender à demanda da Formação de Professores da Educação Básica
Pública (PARFOR) e à demanda social. Na entrada pelo PARFOR, os
professores devem estar em exercício na Educação Básica Pública, há pelo
menos três anos, conforme a Política Nacional de Formação de Profissionais
do Magistério da Educação Básica, instituída pelo Decreto no 6.755, de 29 de
janeiro de 2009, do Conselho Nacional de Educação, e PARFOR, instituído por
meio da Portaria Normativa nº 9, de 30 de junho de 2009, do Ministério da
Educação.
De acordo com essa portaria, o PARFOR é uma ação conjunta do
Ministério da Educação, por intermédio da Fundação Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), em colaboração com
as Secretarias de Educação dos Estados, Distrito Federal e Municípios e as
Instituições Públicas de Educação Superior (IPES), com a finalidade de atender
à demanda pela formação inicial e continuada dos professores das redes
públicas de educação básica.
Este projeto está baseado no Projeto Pedagógico do Curso de Letras
Licenciatura a distância, habilitação: espanhol, coordenado por Kristianny
Brandão Barbosa de Azambuja, aprovado pela CAPES em 17 de outubro de
2012, parecer 329/2012, e no Projeto Pedagógico do Curso de Letras
Licenciatura a distância, com habilitação em Língua Portuguesa, coordenado
por Sonia Cristina Simões Felipeto, aprovado pela CAPES em 31 de outubro
de 2012, parecer 330/2012. Este documento também se fundamenta no Projeto
Pedagógico do Curso Presencial de Licenciatura em Letras/Inglês, da
Faculdade de Letras da Universidade Federal de Alagoas.
Este projeto está desenvolvido em consonância com as especificações
legais relativas à oferta de curso de Letras, como primeira licenciatura, para
Professores da Educação Básica Pública (Resolução CNE/CP nº 01/2002;
Decreto CNE 6755/2009; Resolução CNE/CP 02/2002; Resolução CNE/CES
18/2002; e Parecer CNE/CES 492/2001).
15
Para atender às demandas social e do PARFOR, atingindo o maior
número de pessoas interessadas na qualificação, este Curso é desenvolvido na
modalidade a distância. Como parte desse plano, e considerando as demandas
estabelecidas, decidiu-se que a FALE ofereceria um total de 150 vagas para
licenciaturas em Letras Inglês, conforme quadro a seguir, que engloba o
conjunto das licenciaturas a serem oferecidas7:
POLO/
CURSO
TIPO DE FORMAÇÃO Modalidade UF MUNICÍPIO
VAGAS
A
LETRAS/INGLÊS
LICENCIATURA
EAD
AL MACEIÓ
50
LETRAS/ INGLÊS
LICENCIATURA
EAD
AL ARAPIRACA
50
PALMEIRA
A
LETRAS/ INGLÊS
LICENCIATURA
EAD
AL DOS ÍNDIOS
50
A modalidade a distância apresenta objetivos similares àqueles do ensino
presencial, porém, com alguns aspectos da dinâmica, da filosofia e das
concepções (do que seja professor, aluno, avaliação) distintas daquela
modalidade de ensino. Entretanto, deseja-se manter, dentro das possibilidades,
as concepções historicamente construídas ao longo da consolidação da FALE.
É preciso compreender que a Educação a Distância (EaD) não pode ser
reduzida a questões metodológicas, ou à simples gestão acadêmicoadministrativa, ou ainda, como possibilidade apenas de emprego de
Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) na prática docente e no
processo formativo dos estudantes. Tem-se de considerar que não existe uma
metodologia de EaD e, menos ainda, um “modelo” único na oferta de cursos a
distância. Cada instituição, ao longo desses anos, vem construindo sua
experiência em EaD e se ajustando à modalidade, dando-lhe identidade
calcada na realidade local e na trajetória da instituição e dos profissionais que
atuam na EaD.
7 No projeto original, foram planejadas ofertas em Maceió, Arapiraca, Santana do Ipanema e
Matriz de Camaragibe. Porém, por orientação da CIED/UFAL, em relação à articulação das
ofertas, o curso foi ofertado em Maceió, Arapiraca e Palmeira dos Índios.
16
3.1 O ensino da Língua Inglesa no Brasil
A LDB (Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional), Lei 9394/96, deu
uma abertura maior para o ensino de línguas estrangeiras a partir da quinta
série do ensino fundamental. Pela tradição, a língua estrangeira adotada pela
maioria das escolas tem sido o inglês.
Há algum tempo é crescente o interesse pelo aprendizado da língua
inglesa no Brasil. Fatores como o processo de globalização e a influência
econômica e cultural são motivos dessa demanda. O mercado de trabalho
também exige, cada vez mais, o domínio da língua inglesa. É visível a
expansão de cursos em escolas de idiomas, em instituições de ensino, públicas
e privadas, tanto presenciais quanto a distância. Com a crescente demanda,
também é possível constatar a carência de profissionais qualificados para atuar
como professores de inglês.
Makiyama (2013)8 faz um levantamento histórico a respeito da
aprendizagem de língua inglesa no Brasil, a partir da Reforma Francisco de
Campos, em 1931, analisando em seguida as principais disposições da Lei de
Diretrizes e Bases e dos Parâmetros Curriculares Nacionais, no que diz
respeito a línguas estrangeiras. A autora analisa a dificuldade de articulação
entre os dispositivos legais e a prática docente, na realidade brasileira. Entre
suas considerações, vale ressaltar que
o ensino de línguas no Brasil tem sido aplicado com um senso de
ressalva, ou seja, que é importante que o ELE faça parte do corpo de
saberes para a formação dos sujeitos, contanto que haja condições
favoráveis para isso. Como geralmente as condições são
insatisfatórias e um trabalho consistente não é realizado com o
propósito de atender às mudanças estabelecidas por lei, justifica-se a
educação insuficiente de LE (MAKIYAMA, 2013, p. 75).
Sabe-se que há um grande déficit de docentes para suprir a demanda
nas redes públicas de ensino. Devido a essa carência, algumas instituições
são forçadas a contratar monitores, em regime de trabalho temporário, e ainda
em processo de formação, para ministrar aulas de língua inglesa. De acordo
com os dados da pesquisa realizada por Martínez-Cachero (2007), “22,2% dos
professores que atuam no Ensino Fundamental (5ª a 8ª série) do sistema
8
Em tese de doutorado na área de Linguística Aplicada, a autora discute o
ensino/aprendizagem de língua inglesa na perspectiva da Análise do Discurso. Ver referências
completas no item 18 deste projeto.
17
brasileiro, carecem de licenciatura. No Ensino Médio, a porcentagem é de 11,
7%”. (MARTÍNEZ-CACHERO, 2007, p. 89).
Além da falta de profissionais, muitos docentes atuantes, com ou sem
formação acadêmica, têm dificuldade na fluência em língua inglesa, refletindo a
falta de formação adequada. Assim, é necessário qualificar esses professores
sob a ótica de novas perspectivas teóricas em pauta na atualidade, que se
articulem com a prática e que desenvolvam no alunado competências crítica e
linguística.
É fácil constatar que muitos professores ainda ministram suas aulas de
forma tradicional, priorizando a gramática, a despeito dos avanços das teorias
e pesquisas em Linguística Aplicada, que defendem o desenvolvimento
integrado da fala, audição, leitura e escrita, e que não consideram as
habilidades como independentes.
Segundo Makiyama (2013), o ensino voltado para a gramática e tradução
remonta a práticas instituídas pela tradição da Corte Real Portuguesa no país.
Mesmo hoje em dia muitas vezes a ênfase se dá numa abordagem que
trabalha apenas a habilidade leitora, não garantindo o conhecimento da
oralidade e compreensão auditiva e, portanto, não preparando os alunos para o
mercado de trabalho.
A autora faz um levantamento documental da problemática do ensino de
língua
estrangeira
sob
três
perspectivas:
dos
objetivos
gerais,
das
especificidades e da aplicabilidade, desde a década de 1930, quando houve
uma sistematização mais substancial na educação brasileira. Segundo o
Decreto-Lei 20.833 de 1931, não eram exigidos professores catedráticos, como
em outras disciplinas, pela carência desses profissionais para a área de ensino
de língua estrangeira. Entre 1961 e 1971, as línguas estrangeiras foram
retiradas da matriz curricular, ainda que recomendadas. As línguas estrangeiras
só voltaram a integrar o currículo em 1996, em caráter obrigatório, mas
segundo condições disponíveis de cada escola.
Isso está refletido na LDB, Art. 26, § 5º, segundo o qual "será incluída
uma língua estrangeira moderna, como disciplina obrigatória, escolhida pela
comunidade escolar, e uma segunda, em caráter optativo, dentro das
disponibilidades da instituição” (MAKIYAMA, 2013, p. 66).
18
Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) complementam as diretrizes
da LDB de 1996, legitimando “a relevância do ensino de língua estrangeira, no
sentido de permitir ao educando o acesso ao conhecimento e integrar-se ao
mundo globalizado, viabilizando o seu contato com formas diferentes de
perceber a realidade” (MAKIYAMA, 2013, p. 66). Assim, os dispositivos
reconhecem a relevância da língua estrangeira para que, em sua formação, o
educando atinja a “autopercepção como ser humano e cidadão” (BRASIL,
1998, p. 20).
No
entanto,
conforme
Makiyama
(2013),
faltam
às
instituições
educacionais condições para que se utilize, no aprendizado da língua, uma
abordagem que envolva todas suas capacidades linguísticas. Segundo a
autora, os próprios dispositivos dos PCNs priorizam a leitura, obliterando “o fato
de que a oralidade em LE está presente no cotidiano das pessoas sob a forma
de música, produções cinematográficas ou programas televisivos [...]”
(MAKIYAMA, 2013, p. 67).
Os Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (PCNEM)
apresentam certo avanço nesse sentido, uma vez que promovem um olhar
mais integrado, ao preconizar um atendimento às necessidades locais, no
ensino das habilidades em língua estrangeira, também recomendando a
interdisciplinaridade. Assim, contemplam “aspectos comunicativos em termos
de gestão discursiva, evidenciando o caráter pragmático subjacente de ELE
[...], levando em conta o contexto imediato, a interação e seus interlocutores”.
(MAKIYAMA, 2013, p. 69-70).
As Orientações Curriculares para o Ensino Médio (OC) também defendem
um desenvolvimento integrado e contextualizado das habilidades na língua
estrangeira. Entende-se, assim, que o desenvolvimento isolado das habilidades
não pode ser sustentado.
A despeito disso, a essência na prática concentra-se na língua enquanto
sistema e prioriza a gramática e a leitura. “Os textos da lei não ignoram as
condições desfavoráveis em que se encontram a maioria das escolas no país”
(MAKIYAMA, 2013, p. 73), e assim justificam o caráter opcional para o
cumprimento pleno de ELE.
Dessa forma, os professores não vislumbram que o ensino de LE será
eficaz, devido à falta de condições de trabalho que favoreçam a aprendizagem
19
de modo satisfatório. Perpetua-se uma prática de ensino do idioma nas escolas
que não propicia a construção do conhecimento integral do idioma.
O curso a distância ora proposto visa a contribuir para a melhoria desse
quadro, ao buscar ampliar o acesso a uma formação acadêmica de qualidade
por meio da modalidade a distância.
3.2 O ensino de Língua Inglesa em Alagoas
No Estado de Alagoas atualmente, há dois Centros de Idiomas de caráter
gratuito,
um
estadual
e
outro
municipal,
que
contribuem
para
o
desenvolvimento sociocultural: o Instituto de Línguas Professora Noêmia Gama
Ramalho, criado pelo decreto 2.487, de 18 de dezembro de 1974, e inaugurado
a 13 de fevereiro de 1975, no Centro de Estudos e Pesquisas Aplicadas CEPA, e o Núcleo de Línguas do Município de Maceió, criado pela Secretaria
de Educação do Município de Maceió. A UFAL oferece à comunidade cursos
gratuitos de idiomas, nas Casas de Cultura, projeto de extensão.9 Há também
diversos outros cursos de inglês, em escolas de idiomas particulares, e cursos
de nível superior de Letras Português/Inglês, em instituições da esfera privada,
nas modalidades presencial e a distância.
Das instituições públicas de ensino superior, a UFAL e a UNEAL oferecem
cursos de Licenciatura em Letras/Inglês. Porém, ainda é grande a carência de
investimentos e expansões no âmbito educacional em Alagoas.
O estado se depara com sérias deficiências. Tavares & Stella (2011, p. 9)
analisaram dados do IBGE e do IDEB e constataram que o estado conta com
“o índice médio de 22,5% de pessoas que não sabem saber ler nem escrever,
ficando muito além da média nacional que é de 9%”. Alagoas10 “se encontra em
primeiro lugar em analfabetismo em crianças de 10 anos de idade com o índice
de 17,8%”. Os autores apontam para a carência na área educacional no
estado, em termos de baixa qualidade de ensino e evasão escolar, para depois
conduzir sua pesquisa específica na área de língua inglesa .
Esse estudo específico teve por objetivos fazer um “mapeamento da
situação do ensino de língua inglesa nas escolas públicas”, por meio de um
9 A Casa de Cultura Britânica conta com o apoio de bolsistas em treinamento e em estágio.
10 Atualmente o estado de Alagoas tem 3.120.494 habitantes, conforme dados do IBGE.
<http://www.ibge.gov.br/estadosat/perfil.php?sigla=al>
20
“levantamento de dados quantitativos e qualitativos sobre o ensino de língua
inglesa nas escolas públicas com vistas ao direcionamento das ações relativas
à formação de professores na universidade”, bem como realizar um
“levantamento de temas relevantes para os professores de língua inglesa com
vistas à construção de ações de extensão para os docentes em serviço”
(TAVARES; STELLA, 2011, p. 10-11). Conclui-se que são necessárias ações no
sentido de preparar os docentes, “principalmente no que diz respeito à questão
global-local” (TAVARES; STELLA, 2011, p. 2)11, pois constatou-se a falta de
alinhamento entre o ensino da língua inglesa e a realidade complexa de um
mundo cada vez mais globalizado.
Os autores apontam que “a formação de professores deve considerar que
esse mundo em que estamos inseridos oferece novas formas de se fazer
sentido, não considerados pelas formas tradicionais de ensino e aprendizagem
de línguas, ocorridos principalmente nas salas de aula do ensino regular”
(TAVARES; STELLA, 2011, p. 17). Assim, são extremamente importantes
iniciativas que visem um aprimoramento na preparação e formação de
profissionais de ensino.
Entre os resultados da pesquisa em questão, destacam-se o enfoque
principal na gramática nas aulas de língua inglesa na rede pública. Isso se dá
pela dificuldade na fluência, tanto pelos alunos quanto pelos próprios
professores. Também foi constatada a dificuldade que os discentes têm em
acompanhar as atividades propostas no livro didático, o que leva os
professores a adaptarem o material imposto pela instituição. Outro problema
enfrentado nas escolas é a falta de motivação do alunado, muitas vezes com
dificuldades familiares e financeiras, o que impede que seja atribuída a devida
importância à educação.
O curso ora proposto de Letras Licenciatura, com habilitação em língua
inglesa, modalidade a distância, destina-se a qualificar professores de língua
inglesa da rede pública, assim contribuindo com a formação docente no Estado
de Alagoas.
11 De acordo com
a tendência atual, os autores propõem uma formação docente à luz dos
Novos Letramentos, buscando sustentação teórica em Jordão (2007), Kress (2003), entre
outros autores. A respeito de conceitos de global/local, o estudo se baseia em Pennycook
(2010) e Rajagopalan (2010).
21
Iniciativas da Universidade são fundamentais para o desenvolvimento da
comunidade. Sabe-se que ainda há no estado uma grande carência de
profissionais qualificados para atuarem nas escolas das redes públicas e
particulares de ensino. Por vezes são abertos concursos para monitores de
língua inglesa, para suprir a carência.12
Segundo o Regimento Geral da UFAL, art. 63, é compromisso da
Universidade promover a inclusão social, propiciando um maior acesso da
população à educação, devendo se comprometer “com os interesses coletivos
da sociedade, e, em particular, com os interesses da Região Nordeste e do
Estado de Alagoas”. A possibilidade de formação em Letras, com habilitação
em Inglês, na modalidade a distância, pode contribuir significativamente para
solucionar parte do problema relativo à escassez de professores.
3.3 O ensino de língua inglesa na modalidade a distância
A Universidade Aberta do Brasil13 é um sistema integrado por
universidades públicas que oferece cursos de nível superior para camadas da
população que têm dificuldade de acesso à formação universitária, por meio do
uso da metodologia da educação a distância. O público em geral é atendido,
mas os professores que atuam na educação básica têm prioridade de
formação, seguidos dos dirigentes, gestores e trabalhadores em educação
básica dos estados, municípios e do Distrito Federal.
O Sistema UAB foi instituído pelo Decreto 5.800, de 8 de junho de 2006,
para "o desenvolvimento da modalidade de educação a distância, com a
finalidade de expandir e interiorizar a oferta de cursos e programas de
educação superior no País". O programa fomenta a modalidade de educação a
distância nas instituições públicas de ensino superior, bem como apoia
pesquisas em metodologias inovadoras de ensino superior respaldadas em
tecnologias de informação e comunicação. Além disso, incentiva a colaboração
entre a União e os entes federativos, e estimula a criação de centros de
12 O Edital Nº 09/2012, de 18 de julho de 2012, da Secretaria de Estado da Educação e do
Esporte de Alagoas, por exemplo, convocou monitores de língua inglesa para os anos sexto a
nono do Ensino Médio, exigindo dos candidatos o cumprimento de no mínimo 50% do curso de
licenciatura.
13 http://www.uab.capes.gov.br
22
formação permanentes por meio dos polos de apoio presencial em localidades
estratégicas.
Em
2007,
o
Ministério
da
Educação
apresentou
o
Plano
de
Desenvolvimento da Educação (PDE) e colocou à disposição dos estados,
municípios e Distrito Federal, instrumentos eficazes de avaliação e de
implementação de políticas de melhoria da qualidade da educação, sobretudo
da educação básica pública. A intenção foi oferecer cursos de graduação para
professores que atuam na educação básica e que ainda não são graduados.
O sistema UAB funciona como um eficaz instrumento para a
universalização do acesso ao ensino superior e para a requalificação do
professor em outras disciplinas, fortalecendo a escola no interior do Brasil,
minimizando a concentração de oferta de cursos de graduação nos grandes
centros urbanos e evitando o fluxo migratório para as grandes cidades.
Das 102 Instituições de Ensino Superior que fazem parte do Sistema
UAB, apenas 16 estão habilitadas para oferta do curso de Inglês. No estado de
Alagoas, as instituições públicas de ensino superior UFAL e UNEAL fazem
parte desse rol, porém, a UNEAL não está credenciada para oferta de cursos a
distância.
A modalidade a distância pode proporcionar aos alunos, além dos
conhecimentos da Língua Inglesa e sua pedagogia, as competências e
habilidades para trabalhar com novos dispositivos, tecnologias, mídias e
linguagens, que estão cada vez mais presentes na educação e no
ensino/aprendizagem de línguas estrangeiras.
O curso ora proposto contribui para expandir a oferta de curso superior,
de caráter público, a professores de língua inglesa no interior do Estado de
Alagoas. Sendo assim, a iniciativa é de extrema importância para o Estado e
para o país.
3.4. A área de Letras – concepções
Pode-se falar de dois grandes modelos teóricos de interpretação da
linguagem humana, que foram desenvolvidos a partir do surgimento da
Linguística, no começo do século XX: um que entende a língua numa
concepção formalista e outro que a entende numa perspectiva social/cultural ou
23
social/discursiva. Esses modelos se distinguem da concepção tradicional, que
identifica o estudo da linguagem com o estudo da gramática.
Os estudos dos filósofos gregos caracterizavam-se pela preocupação
filosófica, cujo objetivo era perpetuar o patrimônio literário grego. Eles
perpetuaram, portanto, uma visão ideológica, elitista e normativa dos estudos
de linguagem. Essa concepção persiste até hoje na forma como muitos
professores ainda concebem o ensino de língua, confundido com o ensino de
gramática descritiva e normativa. A visão normativa da linguagem considera
que tudo o que foge à norma padrão é inferior ou não é um fato linguístico
legítimo.
A partir do paradigma estruturalista, inicia-se uma nova etapa nos estudos
da linguagem. O estruturalismo, tanto na Europa a partir de Ferdinand de
Saussure, como nos Estados Unidos a partir de Leonard Bloomfield,
caracteriza-se pela centralização em torno da concepção sistêmica da língua,
vista como uma entidade abstrata.
Inspirado no racionalismo e na tradição lógica dos estudos da linguagem,
o gerativismo de Chomsky entende a língua como “objeto biológico” e propõe
uma teoria linguística que satisfaça as condições de adequação descritiva, i.e.,
oferecer uma descrição das propriedades das línguas particulares, entendidas
como o sistema de conhecimento internalizado do falante; e de adequação
explicativa, isto é, depreender como cada língua particular pode ser derivada
de um estado inicial, geneticamente determinado. O que caracteriza o
programa da Gramática Gerativa é a sua natureza mentalista/internalista.
Sob a égide do estruturalismo, desenvolveram-se escolas distintas: a
formalista, que propõe uma visão da língua enquanto sistema formal; e a
funcionalista de várias tendências,
que considera
as funções como
constitutivas da língua.
Numa posição que visa a ultrapassar a concepção de língua como
sistema
(estruturalismo)
e
como
conhecimento
individual
e
interno
(gerativismo), diferentes abordagens dedicam-se ao estudo da relação entre os
aspectos linguísticos e os sociais. Elas diferem entre si quanto à interpretação
que dão à natureza dessa relação por meio: da variação (Sociolinguística
Laboviana),
da
interação
qualitativa
(Sociolinguística
Interacional),
do
enunciado como unidade de análise (Teorias da Enunciação e da Pragmática),
24
do texto como unidade de análise (Linguística textual) e do discurso (as
diferentes análises do discurso: a Análise do Discurso de linha francesa – AD, a
Análise do Discurso Bakhtiniana, a Análise Crítica do Discurso, a Análise
Semiótica do Discurso, para citar algumas das vertentes principais).
A análise do discurso agrega uma concepção teórica e uma práxis de
interpretação, que entende a língua e a linguagem como resultados de
processos históricos – como prática de sujeitos. Por meio do discurso que
reflete/refrata uma realidade social, o sujeito imprime sua marca na
cotidianidade.
No quadro específico da aquisição de linguagem e da aprendizagem de
línguas, duas perspectivas de estudo se distinguem: aquelas das Teorias da
Aquisição e aquela da Linguística Aplicada.
A área da aquisição de linguagem tradicionalmente dedica-se à
investigação da aquisição da língua materna, podendo assumir uma
perspectiva inatista ou sócio-interacionista. Os estudos sobre a aquisição da
escrita também têm tido um lugar de destaque nas pesquisas da área.
A Linguística Aplicada trabalha numa perspectiva inter/transdisciplinar
com foco na linguagem. Sua atuação no ensino e na aprendizagem de línguas
apresenta proposta híbrida, tanto teórica como metodológica, objetivando
contribuir para a transformação das práticas.
De forma análoga, também a Literatura sofreu várias mudanças nos seus
paradigmas de análise. Saiu de uma abordagem meramente periodista e
passou a ocupar-se com o estudo das diferentes organizações discursivas e
textuais das obras literárias, a partir de perspectivas variadas, como a
filosófica, histórica, semiótica, entre outras. Se, no passado recente, o estudo
da literatura se reduzia a um desfile de autores e obras dispostos em rigorosa
cronologia, sem que se fizesse inter-relação entre estilos, procedimentos e
gêneros, hoje se pede muito mais do que isso: a compreensão de obras e de
autores, e de comportamentos de escrita sempre de acordo com vieses teóricointerpretativos, capazes de integrar conhecimento do universo literário a
atitudes críticas, que devem, em qualquer instância, iluminar o artefato literário
no que os textos manifestam em sua realização como construção. Nesse
sentido, Antônio Candido defende a ideia de que a integralidade da leitura da
obra literária só se dá quando, além da fruição dos temas e da percepção da
25
expressão subjetiva de quem escreveu o texto, é reconhecida a dimensão de
organização estrutural desse texto, a qual faz, por exemplo, que determinado
tema ou assunto seja entendido ou apreciado ao serem entendidas e avaliadas
as suas formas de realização estética.
Além disso, em tempo de multiculturalismo avultam as pesquisas que
enfocam e privilegiam o campo cultural do fazer literário, como ocorre no
âmbito dos Estudos Culturais, da crítica feminista e da ecocrítica, sem
abandonar a pesquisa formal responsável pela detecção, no texto, de seus
componentes básicos e estruturais de organização artística.
O ensino da literatura, no ensino médio, ainda se ressente de certo
anacronismo, por não discutir o caráter de construção do texto na sua íntima
relação com os temas e com os grupos sociais dos quais fazem parte os textos
efetivamente produzidos. Minimizando a compreensão da literatura como
trabalho e produção, em geral, ainda se mantém, nesse nível de ensino, a
ilusão de que o texto é resultado de um capricho de eleitos e que, para melhor
fruí-lo, basta entrar em contato com o cânon e com a decifração de recursos
retórico-estilísticos, como se estes não participassem também de outras
modalidades de gêneros textuais, como o texto jornalístico, o científico, o
religioso, entre outros. É relevante ver o que a literatura tem de particular, seus
processos formais de significação, e em que aspecto ela se articula com os
demais gêneros textuais e com a própria existência concreta dos homens em
sociedade.
A literatura está longe, por conseguinte, de ser um gênero discursivo à
parte, pois, nas mais diversas situações cotidianas, entramos em relação direta
com manifestações artísticas e com o imaginário, de que são exemplos o teatro
de rua, a telenovela, a história em quadrinhos, a canção popular, as adivinhas,
entre outras linguagens e outros instrumentos midiáticos. Na atualidade não se
pode mais desconsiderar a força do meio eletrônico, que convive com o livro de
papel e tinta. Isso só comprova que o “direito à literatura” — expressão feliz de
Antônio Candido — é um dado permanente na vida diária, da mais elitizada à
mais humilde. Falar em arte, em qualquer uma de suas manifestações, é falar
do homem e da sociedade que o abriga. A velocidade da vida diária na
contemporaneidade não atenuou a relação com o imaginário e com a
importância que deve assumir a literatura; apenas alterou as formas de
26
percepção e os modos de propagação e de produção do texto literário,
obrigando o crítico a rever constantemente seus critérios de análise, seus
conceitos, todos em constante mutação, situação que faz voltar o olhar,
afirmativamente, para a comunidade de leitores, cuja formação é compromisso
do ensino, em qualquer nível.
3.5 Competências e habilidades
Os embates mencionados entre os paradigmas de estudo das línguas, em
sua manifestação ordinária ou artística, apontam para a necessidade de os
profissionais reconhecerem a provisoriedade das múltiplas posições em que
sua área está colocada, em função das múltiplas mudanças discursivas que
constituem a própria sociedade. Sob tal óptica, coloca-se como trabalho do
professor o questionamento e a interrogação permanentes das "grandes
narrativas filosóficas e científicas", para desestabilizar o discurso único.
Entretanto, cumpre acrescentar que a complexidade dos saberes
envolvidos no projeto pedagógico do licenciado em Letras, habilitação em
Língua Inglesa, não prescinde de uma formação específica daquele que lida
com a língua/linguagem como objeto principal de seu trabalho. Assim, questões
específicas da prática pedagógica do professor, da mesma forma que
necessitam de uma visão ampla do processo educativo, não são resolvidas por
meio de conhecimentos pedagógicos generalizantes acerca de sua profissão e
de suas práticas.
Nessa perspectiva, a prática específica de quem trabalha com a
língua/linguagem exige saberes estreitamente ligados à área de estudo. A área
dispõe de pesquisas concluídas ou em desenvolvimento sobre ensino e sobre
aquisição que articulam diferentes contribuições da Linguística e da Educação.
Para citar exemplos, no âmbito da profissão docente, por exemplo, a área já
desenvolve pesquisas sobre temas como: o professor e sua relação com as
propostas teóricas da Linguística e da Literatura, veiculadas nos materiais
didáticos; o professor e sua relação com as propostas curriculares para o
ensino de língua e de literatura; o professor e sua relação com o livro didático
de língua materna e de língua estrangeira; o professor de língua/literatura como
pesquisador; o professor de Língua Portuguesa como leitor e produtor de texto.
27
A articulação entre teoria e prática se efetiva concretamente por meio
desses conhecimentos específicos da área de estudos. Sem isso, os saberes
permaneceriam estanques e pouco relacionados com o exercício específico da
docência nas disciplinas.
As diretrizes curriculares nacionais, os Parâmetros Curriculares Nacionais
- PCNs - dos diferentes níveis de ensino e uma série de outros documentos
oficiais referentes à educação no Brasil, têm colocado, de acordo com uma
tendência mundial, a necessidade de centrar o ensino e aprendizagem no
desenvolvimento de competências e habilidades por parte do aluno, em lugar
de centrá-lo no conteúdo conceitual.
Segundo Perrenoud (1999), não existe uma noção clara e partilhada das
competências. Pode-se entender competência como a capacidade de mobilizar
conhecimentos a fim de se enfrentar uma determinada situação. Merece
destaque aí o termo “mobilizar”, pois a competência não é o uso estático de
regras aprendidas, mas uma capacidade de lançar mão dos mais variados
recursos, de forma criativa e inovadora, no momento e do modo necessário. A
competência abarca, portanto, um conjunto de elementos. Perrenoud trata de
esquemas, em um sentido muito próprio.
Seguindo a concepção piagetiana, o esquema é uma estrutura invariante
de uma operação ou de uma ação. Não está, entretanto, condenado a uma
repetição idêntica, mas pode sofrer acomodações, dependendo da situação. A
competência implica uma mobilização dos conhecimentos e esquemas para
desenvolver respostas inéditas, criativas, eficazes para problemas novos. Diz
Perrenoud (1999) que “uma competência orquestra um conjunto de esquemas.
Envolve diversos esquemas de percepção, pensamento, avaliação e ação” (p.
20).
Em geral, as habilidades são consideradas como algo menos amplo do
que as competências. Assim, a competência estaria constituída por várias
habilidades. Entretanto, uma habilidade não "pertence" a determinada
competência, uma vez que uma mesma habilidade pode contribuir para
competências diferentes.
É preciso que se ensine a comparar, classificar, analisar, discutir,
descrever, opinar, julgar, fazer generalizações, analogias, diagnósticos, entre
outras coisas, independentemente do objeto comparado ou classificado, por
28
exemplo. Caso contrário, o foco tenderá a permanecer no conteúdo e as
competências e habilidades serão vistas de modo minimalista.
O futuro docente de língua e literatura deve aprender a compreender os
fenômenos e não a memorizar elementos. As informações são importantes,
mas sua aquisição deve estar direcionada para a compreensão.
A renovação tecnológica acelerada e a velocidade de produção e
circulação de informações levam a pensar que, no momento, a educação deve
produzir no aluno uma capacidade de continuar aprendendo. Não se trata de
acumular informações, porque elas estão disponíveis a quase qualquer um,
mas de desenvolver-se individualmente, atingindo a maturidade necessária
para operar com a abundância de conteúdos de forma crítica e responsável.
O Curso de Letras/Inglês a distância da UFAL está sendo pensado,
portanto, na perspectiva de que a graduação deve ser prioritariamente
formativa e não simplesmente informativa. Isso significa que não é um curso
que vise, exclusiva e prioritariamente, ao aprendizado da norma culta da
língua, em sua modalidade escrita, por exemplo, mas um curso que possibilite
o desenvolvimento da capacidade de refletir sobre os fatos linguísticos e
literários, por meio da análise, da descrição, da interpretação e da explicação, à
luz de uma fundamentação teórica pertinente, tendo em vista, além da
formação de usuário da língua e de leitor de mundo, a formação de
profissionais aptos a ensinar essas habilidades.
É importante destacar que não se está entendendo aqui competência
como um conceito fechado e dado a priori, mas uma competência
contingenciada por demandas gerais da sociedade brasileira e específicas da
Universidade
e
do
próprio
curso.
Na
atual
contingência,
essa
macrocompetência está em conformidade com o marco referencial do projeto,
e envolve as seguintes habilidades:
Gerais
- Raciocínio lógico, análise e síntese;
- Leitura e escrita, numa perspectiva da produção de sentido e
compreensão de mundo,
- Leitura e escrita proficientes de diferentes gêneros;
- Utilização de metodologias de investigação científica;
29
- Assimilação, articulação e sistematização de conhecimentos
teóricos e metodológicos para a prática do ensino;
- Utilização de recursos de informática necessários à sua formação.
Específicas
-
Descrição
e
explicação
de
características
fonológicas,
morfológicas, lexicais, sintáticas, semânticas e pragmáticas de variedades da
língua em estudo;
- Compreensão, à luz de diferentes referenciais teóricos, de fatos
linguísticos e literários, tendo em vista a condução de investigações sobre a
linguagem e sobre os problemas relacionados ao ensino-aprendizagem de
língua;
- Estabelecimento e discussão de relações entre textos literários e o
com os contextos em que se inserem, e outros tipos de discursos;
- Relação do texto literário com problemas e concepções dominantes
na cultura do período em que foi escrito e com os problemas e concepções do
presente;
- Compreensão e aplicação de diferentes teorias e métodos de
ensino que permitem a transposição didática do trabalho com a língua e suas
literaturas, para a educação básica.
30
4. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO
De acordo com o Plano de Desenvolvimento Institucional da Universidade
Federal de Alagoas,
O ensino de graduação adotará políticas centradas em três grandes eixos,
visando à melhoria contínua da oferta de seus cursos, a formação cidadã, o
reconhecimento pela sociedade e a garantia de formação adequada ao perfil
de egresso desejado. Isso passa necessariamente por inovação e qualificação,
internacionalização, e gestão acadêmica (UFAL, 2013-1017, p. 43-44).
Segundo o documento, a universidade “deve possibilitar uma revisão
permanente dos seus projetos pedagógicos, incluindo nesse debate os novos
desenhos
curriculares,
inclusive
aqueles
já
implantados
quando
da
interiorização”, observando “novas tendências e desafios para a sociedade em
um mundo contemporâneo e buscando sempre novas práticas pedagógicas”, a
saber:
O uso das ferramentas de Tecnologia da Informação e da
Comunicação por meio de Ambientes Virtuais de Aprendizagem;
Produção de material instrucional pelos docentes;
Implantação de sistemas de tutoria e reforço das monitorias, sejam
elas via presencial ou a distância;
Adoção de metodologias inovadoras como Problem-Based Learning
(PBL);
Ampliação dos seminários integradores, projetos integradores e/ou
seminários temáticos;
Formação de grupos de aprendizagem, coordenados por docentes e
acompanhados por alunos dos anos finais, criando assim uma ampla rede de
atendimento didático pedagógico;
Fomentar demais estruturas didático-pedagógicas;
Intensificar a mobilidade intra e interinstitucional como forma de
ampliar conhecimentos, saberes e culturas. (UFAL, 2013-2017, p. 44).
Considera-se que uma “formação completa deve também levar em
consideração
a
inclusão
dos
estudos
dos
direitos
humanos,
da
sustentabilidade, da acessibilidade, das questões étnicos raciais e afro
descendentes e, por fim, do empreendedorismo” (UFAL, 2013-2017, p. 44). Na
31
graduação, a flexibilização curricular é fundamental para o processo de
“internacionalização [...], que implica na criação de novas normas de
aproveitamento de estudos e adequação curricular para permitir o ir e vir dos
sujeitos da aprendizagem” (UFAL, 2013-2017, p. 44).
O ensino de graduação terá como planejamento maior o Projeto
Pedagógico do Curso, baseado no Projeto Pedagógico Institucional. O plano de
ações para suportar a oferta semestral dos cursos deve ser elaborado e/ou
revisado periodicamente, sob a supervisão do Colegiado do Curso (UFAL,
2013-2017, p. 44-45).
Periodicamente deve haver “processo de avaliação, observando a
atuação do docente, a participação dos discentes, os pontos relevantes no
processo de ensino-aprendizagem e, não menos importantes, os indicadores
de sucesso comumente conhecidos como evasão e retenção” (UFAL, 20132017, p. 45). A avaliação “deve ser percebida como movimento de reflexão
sobre os constitutivos do processo de ensino-aprendizagem, do plano
pedagógico e das atividades curriculares”, requerendo, “por parte de todos os
atores envolvidos com o processo educacional, uma permanente aferição
avaliativa do Projeto Pedagógico em relação aos fins pré-constituídos, às
metas e às ações definidas” (UFAL, 2013-2017, p. 45).
O Colegiado do Curso deve manter reuniões periódicas, e o NDE deve
fazer o planejamento de médio a longo prazo dos cursos. A avaliação
“transcende a concepção de avaliação da aprendizagem e deve ser integrada
ao PPC como dado que interfira consistentemente na ação pedagógica do
curso, de maneira que garanta a flexibilização curricular e que permita a
adequação do desenvolvimento acadêmico à realidade na qual se insere a
UFAL” (UFAL, 2013-2017, p. 45). Há também o Fórum dos Colegiados, que
proporciona discussões e analisa propostas de normativas e soluções.
4.1 Pesquisa
Dado o caráter interdisciplinar que lhe é inerente, a Universidade Federal
de Alagoas promove a pesquisa nas mais diversas áreas de conhecimento,
incentivando a formação de grupos e núcleos de estudo que atuam nas mais
32
diversificadas linhas de pesquisa, considerando a classificação das áreas de
conhecimento do CNPq.
No âmbito do curso de Letras-inglês, modalidade EaD, a pesquisa se
realiza desde o primeiro período, por meio dos Projetos Integradores que têm
caráter interdisciplinar, e busca fortalecer a articulação entre teoria e prática,
valorizando não só a pesquisa individual, como também a coletiva,
proporcionando ao futuro professor oportunidades de reflexão sobre a tomada
de decisões na sua prática docente, com base na integração dos conteúdos
ministrados nas disciplinas.
A partir do sexto período, o aluno iniciará sua pesquisa individual,
desenvolvendo seu pré-projeto de pesquisa e escolhendo o orientador para o
seu Trabalho de Conclusão de Curso.
4.2 Extensão
A LDB (lei 9.39496) traz entre seus princípios a necessidade da
diversificação dos cursos superiores e a flexibilização dos projetos acadêmicos,
permitindo às IES adequarem os projetos pedagógicos às respectivas
naturezas institucionais, às realidades regionais e às finalidades inerentes aos
cursos, quando voltados à formação profissional ou às ciências ou às artes.
Cumpre destacar que tais diretrizes se associam à premissa da educação
continuada, a qual afirma que a graduação superior é apenas uma etapa do
processo de ensino e aprendizagem e não o seu término. Deve-se salientar
também que, como contrapeso à tendência de diversificar e flexibilizar, o
aparato normativo define a necessidade de existirem processos de avaliação
permanentes para identificar desvios e propor correções de rumo.
A Faculdade de Letras, por meio do programa “FALE em linguagens:
integrando ensino e pesquisa na extensão”, tem por objetivo integrar projetos e
ações de extensão, articulando as práticas de pesquisa e ensino com o objetivo
de propor reflexões e alternativas sobre a relação da universidade com a
sociedade. Também objetiva ampliar os conhecimentos acerca da realidade
vivenciada nos vários campos de atuação do profissional de Letras, a partir dos
projetos, ações, cursos e eventos desenvolvidos de modo articulado.
33
Além desse, há o Programa “Casas de Cultura”, que abarca ações de
extensão, com o objetivo de oferecer à comunidade cursos e eventos para
promover o desenvolvimento linguístico e cultural. O programa articula teoria e
prática na iniciação à docência, ao possibilitar o licenciando de Letras uma
formação profissional que contemple uma fazer pedagógico mais reflexivo.
Destaca-se também o PIBID, que, por meio da formação continuada de
professores de língua inglesa, busca propor reflexões e alternativas sobre a
relação da universidade com a sociedade e ampliar os conhecimentos sobre a
realidade vivenciada nos vários campos de atuação do profissional de Letras.
Há, ainda, o Núcleo de Estudos Indigenistas (NEI). Também vinculado à
Faculdade de Letras, pretende incentivar estudos e pesquisas relacionadas ao
índio brasileiro, abrangendo os mais variados aspectos das ciências humanas.
Com a curricularização da extensão, em concordância com a meta 12.7
do Plano Nacional de Educação 2014-2024, que assegura, no mínimo, 10% do
total de créditos curriculares exigidos para a graduação em programas e
projetos de extensão universitária, o aluno do curso de Letras-inglês EaD terá a
oportunidade de se engajar em atividades de extensão que seguem os
parâmetros estabelecidos Pela Pró-Reitoria de Extensão.
As
atividades
curriculares
de
extensão
serão
contempladas,
intrinsecamente às ações de ensino e de pesquisa, na forma de programas e
projetos de extensão utilizando-se, dentre outras, atividades de disciplinas
obrigatórias ou eletivas para execução dos mesmos. Os estudantes
participarão de projetos inseridos no programa institucionalizado de extensão
da unidade acadêmica, pela vivência junto às comunidades de forma coletiva.
Para a complementação da carga horária mínima das atividades de
extensão, os estudantes podem participar de outras atividades curriculares
vinculados às comunidades, em qualquer período do curso, tais como:
Pesquisa, Trabalho de Conclusão de Curso e Atividades de Complementares.
Todas as ações de extensão são registradas junto a coordenação de extensão
da Unidade Acadêmica e na Pró-Reitoria de Extensão – PROEX.
34
4.3 Responsabilidade social
A Universidade Federal de Alagoas busca participar da sociedade
alagoana ativamente no campo do ensino, da pesquisa e principalmente das
atividades de extensão. Para tanto, é sensível aos desafios enfrentados, às
solicitações das entidades com as quais se relaciona e dos participantes das
atividades que oferece.
Atenta aos movimentos sociais, priorizando ações que visem à superação
das atuais condições de desigualdade e exclusão existentes em Alagoas, no
Nordeste e no Brasil, a ação cidadã da UFAL deve difundir o conhecimento
produzido. Portanto, as populações, cujos problemas tornam-se objeto da
pesquisa
acadêmica
são,
também,
consideradas
coautoras
desse
conhecimento.
Nesse sentido, a prestação de serviços é considerada produto de
interesse acadêmico, científico, filosófico, tecnológico e artístico do ensino, da
pesquisa e extensão, produzindo conhecimentos que visem à transformação
social.
Levando em consideração tal premissa, o curso de Letras–inglês EaD
pode desenhar projetos voltados para a melhoria das dificuldades encontradas
nos municípios onde os alunos vivem relativas ao ensino-aprendizagem da
língua inglesa. Tais estudantes podem desenvolver suas pesquisas pessoais
nessas regiões, além de poder participar de formações continuadas de
professores na área em questão.
4.4. Acessibilidade
A UFAL atualmente possui um núcleo de estudos voltado para o
entendimento das necessidades postas para o seu corpo social, no sentido de
promoção de acessibilidade e de atendimento diferenciado aos portadores de
necessidades especiais, em atenção à Política de Acessibilidade adotada pelo
MEC e à legislação pertinente.
O próprio dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado
especial, haja vista a forma atual de identificação dos alunos: autodeclaração.
A UFAL tem investido na capacitação técnica de seus servidores para o
35
estabelecimento de competências para diagnóstico, planejamento e execução
de ações voltadas para essas necessidades.
Ao esforço para o atendimento à acessibilidade arquitetônica, junta-se
agora o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política
de Acessibilidade, qual seja a acessibilidade: pedagógica, metodológica, de
informação e de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para o art. 59
da Lei 12.764/2012, que afirma: Os sistemas de ensino assegurarão aos
educandos com necessidades especiais: I - currículos, métodos, técnicas,
recursos educativos e organização específicos.
Nesse sentido, a Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de
21 de março de 2013 orienta os sistemas de ensino. Em especial, recomenda
que os PPCs contemplem orientações no sentido da adoção de parâmetros
individualizados e flexíveis de avaliação pedagógica, valorizando os pequenos
progressos de cada estudante em relação a si mesmo e ao grupo em que está
inserido.
Para tal, a UFAL assume o compromisso de prestar atendimento
especializado aos alunos portadores de deficiência auditiva, visual, visual e
auditiva, cognitiva ou autista sempre que for diagnosticada sua necessidade.
Procura-se, desta forma, não apenas facilitar o acesso, mas estar sensível às
demandas de caráter pedagógico e metodológico de forma a permitir sua
permanência produtiva no desenvolvimento do curso.
O Núcleo de Assistência Educacional – NAE – oferece o necessário apoio
pedagógico para atender ao corpo social da UFAL em suas demandas
específicas, e para promover a integração de todos ao ambiente acadêmico.
De forma institucional, os coordenadores e professores do curso são
estimulados a participar de capacitações pedagógicas e humanísticas,
relacionadas às políticas de inclusão da pessoa com deficiência na educação.
Estudantes também têm acesso a esses eventos.
Entretanto, em caso de comprovada necessidade de apoio, atividades de
comunicação, locomoção, alimentação e cuidados pessoais à pessoa com
transtorno
do
espectro
autista
ou
outra
deficiência
serão
também
disponibilizados pela IES profissional, nos termos da legislação 12.764/2012.
36
4.4.1 Núcleo de acessibilidade
O
Núcleo
atua
de
forma
a
oferecer Atendimento
Educacional
Especializado – AEE- aos estudantes público-alvo (pessoas com deficiência,
pessoas com Transtornos Globais de Desenvolvimento e pessoas com Altas
Habilidades).
Esse
atendimento
tanto
pode
ser
feito
por
meio
de
acompanhamento nas salas de aulas, quanto em atividades na sala do NAC
em horário específico, para assessoria na confecção de trabalhos acadêmicos.
É possível também adaptar materiais didáticos, e oferecer capacitação para o
uso de tecnologias assistivas, como recursos de informática para transformar
textos em áudio para pessoas cegas.
O NAC também promove cursos sobre recursos didáticos e assistência
educacional a pessoas com deficiência, além de eventos sobre Educação
Inclusiva abertos a toda a comunidade acadêmica. Em parceria com a PróReitoria de Gestão de Pessoas e do Trabalho – PROGEP, promove cursos para
corpo técnico e docentes da universidade. Atua em parceria com o Grupo de
Estudo e Extensão em Atividade Motora Adaptada (GEEAMA) e o Núcleo de
Estudos em Educação e Diversidade (NEEDI).
O AEE - Atendimento Educacional Especializado é um serviço da
Educação Especial que identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e
de acessibilidade, que eliminem as barreiras para a plena participação dos
alunos, considerando as suas necessidades específicas. O AEE complementa
e/ou suplementa a formação do aluno, visando à autonomia e à independência
na escola e fora dela. Atende, prioritariamente, os estudantes de graduação,
mas podem também ser atendidos estudantes da pós-graduação. De maneira
geral, a comunidade acadêmica é atendida, em nome da inclusão, que envolve
professores, corpo técnico e estudantes.
O Curso de Letras Inglês EAD, por se tratar de um curso a distância,
naturalmente promove a acessibilidade, já que os estudantes poderão
participar das atividades propostas pelo curso sem sair da região em que
residem, beneficiando-se das adaptações feitas pelas famílias. No entanto, o
curso pode desenvolver, junto ao NAE, mecanismos de auxílio ao estudante
que tenha alguma necessidade particular e necessite de atendimento
específico.
37
4.4.2 Inclusão
Desde 1999, a UFAL preocupa-se com inclusão, tendo aprovado em 2003
a Resolução 33 – COSUNI, posteriormente modificada pelo Decreto 7.824, de
11 de outubro de 2012, que dispõe sobre a política de ingresso nas IFES.
Ainda, a Resolução 54/2012 – CONSUNI institucionaliza a reserva de
vagas/cotas no processo seletivo de ingresso nos cursos de graduação da
UFAL.
4.4.3 Políticas de cotas
No ano de 2015, foram reservadas 40% (quarenta por cento) das vagas
de cada curso e turno ofertados pela UFAL para os alunos egressos das
escolas públicas de Ensino Médio. Destas, 50% (cinquenta por cento) das
vagas foram destinadas a candidatos oriundos de famílias com renda igual ou
inferior a 1,5 salário mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per capita e 50%
(cinquenta por cento) foram destinadas a candidatos oriundos de famílias com
renda igual ou superior a 1,5 salário mínimo (um salário mínimo e meio) bruto
per capita. Nos dois grupos que surgem depois de aplicada a divisão
socioeconômica, serão reservadas vagas por curso e turno, na proporção igual
à de Pretos, Pardos e Indígenas (PPI) do Estado de Alagoas, segundo o último
censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, que
corresponde a 67,22% (sessenta e sete vírgulas vinte e dois por cento). A meta
da UFAL é destinar até o ano de 2016 50% de suas vagas a alunos egressos
de escolas públicas.
O Curso de Letras Inglês na modalidade a distância propicia essa
inclusão ao possibilitar o acesso à universidade a pessoas que não teriam
oportunidade
de
fazer
um
curso
superior,
independentemente
do
distanciamento em relação à UFAL, da classe social da qual faça parte e da
disponibilidade de tempo em horário regular para estudar.
38
5.OBJETIVOS DO CURSO
O objetivo do Curso de Letras é formar profissionais interculturalmente
competentes, capazes de lidar, de forma crítica, com as linguagens,
especialmente a verbal, nos contextos multimodais. Esses futuros profissionais
deverão ser conscientes de sua inserção na sociedade e das relações com o
outro, devendo também deve ter domínio do uso da língua inglesa e objeto de
seus estudos, em termos de sua estrutura, funcionamento e manifestações
multiculturais, além de ter consciência das variedades linguísticas e culturais.
Devem ser capazes de refletir teoricamente sobre a linguagem, de fazer uso de
novas tecnologias e de compreender sua formação profissional como processo
contínuo, autônomo e permanente.
39
6.PERFIL DO EGRESSO E CAMPO DE ATUAÇÃO
6.1 Perfil do egresso
O aluno egresso do Curso de Letras licenciatura a distância estará apto
para exercer a docência na educação básica pautada nas concepções atuais
de educação. Portanto, considerando as habilidades e competências a serem
desenvolvidas durante a formação do professor de Língua e suas literaturas,
em conformidade com as contingências sociais e acadêmico-científicas da área
e com as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Letras, espera-se
que esse profissional tenha o seguinte perfil:
- Utilização integrada das quatro habilidades linguísticas orais e
escritas (oral, auditiva, leitora e escrita) em situações de comunicação diversas;
- Seleção e elaboração de materiais de ensino-aprendizagem de
língua estrangeira, levando em conta a importância dos aspectos culturais das
sociedades de língua inglesa;
- Uso das metodologias de ensino-aprendizagem direcionadas para
as línguas estrangeiras e, sobretudo, especificamente para o ensino de língua
inglesa.
- Capacidade de pautar-se nos valores da educação multicultural
que possibilitem a comunicação internacional e o respeito entre as diferentes
culturas;
- Capacidade para atuar em escolas das redes pública ou privada
conforme as exigências pedagógicas pertinentes.
- Capacidade de operar, sem preconceitos, com a pluralidade de
expressão linguística, literária e cultural;
- Atitude investigativa indispensável ao processo contínuo de
construção do conhecimento na área;
- Postura ética, autonomia intelectual, responsabilidade social,
espírito crítico e consciência do seu papel de formador;
- Conhecimento dos diferentes usos da língua e sua gramática;
- Conhecimento ativo e crítico de um repertório representativo de
literatura, da língua em estudo;
40
- Capacidade de analisar, descrever e explicar, diacrônica e
sincronicamente, a estrutura e o funcionamento da língua em estudo;
- Capacidade de analisar discursos de pontos de vista teóricos
fundamentados em teorias presentes em sua formação;
- Capacidade de analisar criticamente as diferentes teorias que
fundamentam a investigação sobre língua e literatura;
- Capacidade de formar leitores e produtores proficientes de textos
de diferentes gêneros e para diferentes propósitos;
- Capacidade de atuar em equipe interdisciplinar e multiprofissional;
- Posicionamento crítico acerca de novas tecnologias e conceitos
científicos;
- Conhecimento dos métodos e técnicas pedagógicas que
possibilitem o trabalho, a negociação, o diálogo entre os conteúdos para os
diferentes níveis de ensino (transposição didática);
- Conhecimento e prática de processos de investigação, com
resultados que tragam contribuições para a área.
6.2 Campo de atuação
Tendo por base uma formação que articula ensino, pesquisa e extensão,
relativamente aos conhecimentos linguísticos e literários da língua inglesa e em
consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
Letras, os espaços de atuação do licenciado em Letras, habilitação em Língua
Inglesa, estão mais diretamente voltados para a atuação como professor na
educação básica, nos domínios público e privado. Há, ainda, a possibilidade de
atuação deste profissional na revisão de textos, desenvolvimento e análise de
material didático e de técnicas pedagógicas para o ensino da língua inglesa e
respectivas literaturas, elaboração de proposta curricular no seu campo de
atuação, assessoria cultural, crítica linguística e literária, dentre outros que
envolvam
a
língua/linguagem/discurso,
em
termos
de
sua
estrutura,
funcionamento, manifestações culturais e sócio-históricas.
41
7.PROCESSO SELETIVO
O processo seletivo específico da UAB, modalidade a distância, será
oferecido pela Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD) e gerenciado pela
Comissão Permanente de Vestibular (COPEVE) por meio de chamada em
edital publicada nas páginas da COPEVE, CIED/UFAL e FALE.
São ofertadas 50 vagas por polo em um regime de entrada única, anual,
sempre no primeiro semestre do ano.
De acordo com a Portaria Normativa nº 09, de 30 de junho de 2009, do
Ministério da Educação, art. 4º, será mantido, pelo MEC, sistema eletrônico
denominado "Plataforma Paulo Freire", com vistas a reunir informações e
gerenciar a participação nos cursos no âmbito do Plano Nacional de Formação
de Professores.
42
8.ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
8.1Estrutura curricular
8.1.1 Núcleo básico de formação específica do curso de Letras
O núcleo básico é o núcleo do qual devem compartilhar alunos de
licenciatura em Língua Portuguesa e alunos de licenciatura com habilitação em
Espanhol e em Inglês. Tem como objetivo a formação geral do aluno na área
dos estudos da Linguagem. Essa formação geral deve ser adquirida por meio
de disciplinas de Leitura e Produção de Texto, Teoria Linguística, Teoria
Literária, Linguística Aplicada, Língua Latina e Introdução à Língua Inglesa.
A disciplina Prática de Leitura e Produção de Texto tem como objetivo
desenvolver no aluno a capacidade de leitura e escrita de diversos gêneros,
com ênfase nos gêneros acadêmicos.
As disciplinas de Teoria Linguística e Teoria Literária são encarregadas de
dar ao aluno a fundamentação teórica para o estudo das diferentes línguas e
suas respectivas literaturas. Enquanto que na Linguística se ensina, por
exemplo, teoria fonológica, na Teoria da Literatura se discutem os conceitos, as
funções, os gêneros e a periodização da literatura, bem como os elementos
constitutivos da prosa, da poesia e do teatro. Nas literaturas se realiza o estudo
da formação de uma literatura específica e da constituição do seu cânone, bem
como o exame de suas obras relevantes e da relação entre o campo literário e
outros campos discursivos.
A disciplina Linguística Aplicada visa a uma reflexão não-dicotômica entre
teorias e práticas utilizadas na sala de aula de línguas, priorizando dados de
pesquisa de linha antropológica e etnográfica.
Os estudos em Língua Latina objetivam introduzir o aluno nos Estudos
Clássicos no sentido de estimular uma reflexão sobre o intervalo entre o mundo
contemporâneo e o clássico, numa perspectiva histórica e crítica dessa
contemporaneidade, tanto no que diz respeito a aspectos da língua quanto da
cultura.
As disciplinas de Introdução à Língua Inglesa visam, por um lado, nivelar
alunos que ingressam à Universidade com algum conhecimento do idioma e,
por outro, oferecer aos ingressantes uma formação básica que objetiva o
43
desenvolvimento integrado das habilidades oral, auditiva, leitora e escrita em
Língua Inglesa, da perspectiva dos Novos Letramentos, das multimodalidades
e do letramento crítico.
O núcleo básico deve ser integralizado em 600 horas de aulas
distribuídas em:
Disciplina
Carga horária
Teoria Linguística
120 h
Teoria da Literatura
120 h
Introdução à Língua Inglesa
120 h
Língua Latina
80 h
Leitura e Produção de Texto em Língua Portuguesa
80 h
Linguística Aplicada
80 h
Total
600 h
Além da formação básica, o curso de Letras/Inglês a distância contempla
dois núcleos de formação: a) núcleo de formação do conhecimento sobre a
língua e suas literaturas; b) núcleo de formação para a docência.
Assim, o aluno que optou pela habilitação em Língua Inglesa segue sua
formação específica sobre a língua e suas literaturas, definida pelo núcleo de
formação do conhecimento sobre a língua.
8.1.2 Núcleos de formação sobre a língua e suas literaturas
O
primeiro
núcleo
de
formação,
articulado
organicamente
ao
conhecimento adquirido pelo aluno durante o núcleo básico, tem como objetivo
descrever e explicar a estrutura, os usos e as variações da língua, bem como
apresentar as literaturas a partir do estudo das organizações discursivas e
literárias de obras representativas, tendo sempre em vista o ensino básico.
Envolve uma parte obrigatória mínima, com conteúdos considerados básicos
sobre o funcionamento da língua e de suas literaturas, e uma parte eletiva, com
conteúdos mais direcionados aos interesses específicos de cada aluno.
44
O núcleo de formação do conhecimento sobre a língua e suas literaturas
deve ser integralizado em 900 horas de aulas (600 horas de disciplinas
obrigatórias e 300 horas de eletivas).
Disciplinas Obrigatórias
Carga horária
Língua Inglesa 1
60 h
Língua Inglesa 2
60 h
Língua Inglesa 3
60 h
Língua Inglesa 4
60 h
Língua Inglesa 5
60 h
Língua Inglesa 6
60 h
Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Inglesa
60 h
Literaturas de Língua Inglesa 1
60 h
Literaturas de Língua Inglesa 2
60 h
Literaturas de Língua Inglesa 3
60 h
Total
600h
8.1.3 Núcleo de formação para a docência
O núcleo de formação para a docência tem como objetivo definir mais
especificamente a atuação do professor. Esse núcleo se articula ao outro,
numa correlação entre teoria e prática, ou seja, em um movimento contínuo
entre saber e fazer na busca de significados na gestão e solução de situações
próprias do ambiente da educação escolar, em conformidade com o Parecer
CNE/CP 28/2001. Inclui aulas e atividades relacionadas à prática docente e ao
estágio curricular supervisionado de ensino. As aulas e atividades contemplam
uma formação docente ampla e uma estrita.
Em termos de formação mais ampla, o curso segue os princípios
orientadores das Licenciaturas na UFAL (Resolução Nº 32/2005-CEPE, de 14
de dezembro de 2005), a qual está em consonância com o Plano Nacional de
Educação (Lei nº 10.172/2001), a Resolução CNE/CP nº 01/2002, que institui
as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da
Educação Básica, em nível superior, Curso de Licenciatura, de Graduação
45
Plena, e de acordo com o atendimento aos padrões mínimos de qualidade para
a Graduação estabelecidos pela Lei nº 9.394/96 (LDBEN).
Desse modo, os alunos de Letras/Língua Inglesa a distância, assim como
todos os alunos dos cursos de licenciatura da UFAL, discutem questões
relativas ao trabalho docente e à atualização profissional, ao desenvolvimento
e à avaliação da aprendizagem, ao currículo, à pesquisa educacional, à
organização e gestão do trabalho escolar, e à política e organização da
educação básica. Em termos de formação mais estrita, o curso oferece os
Projetos Integradores, ou seja, atividades interdisciplinares especificamente
relacionadas à integração do conhecimento teórico sobre a língua e suas
literaturas e a prática docente (ANEXO III).
O núcleo de formação para a docência deve ser integralizado em 760
horas de aulas, sendo: 700 horas de formação para a docência, 60 horas
específicas da Educação a Distância, além de 280 horas de Projetos
Integradores e 400 horas de estágio supervisionado, num total de 1.440 horas,
conforme quadro abaixo:
Disciplina
Carga horária
Formação do Docente de Língua Inglesa
60 h
Fundamentos de Libras
60 h
Profissão Docente
60 h
Organização do Trabalho Acadêmico
80 h
Política e Organização da Educação Básica no Brasil
80 h
Desenvolvimento e Aprendizagem
80 h
Planejamento Curricular e Avaliação da Aprendizagem
80 h
Projeto Pedagógico, Organização e Gestão do Trabalho
Escolar
80 h
Pesquisa Educacional
60 h
Introdução à Educação a Distância
60 h
História e Cultura Afro-brasileira e indígena
60 h
Projetos Integradores
280 h
Estágio Supervisionado de Língua Inglesa
400 h
Total
1.440h
46
A integralização do curso compreende um total de 3.220 horas de aulasatividades. Essa forma de estruturação do curso permite ao aluno a
participação na sua própria formação, conforme sugere o Parecer CNE/CES
492/2001: “Os princípios que norteiam esta proposta de Diretrizes Curriculares
são a flexibilidade na organização do curso de Letras e a consciência da
diversidade/heterogeneidade do conhecimento do aluno, tanto no que se refere
à sua formação anterior, quanto aos interesses e expectativas em relação ao
curso e ao futuro exercício da profissão” (p. 29).
Nesse sentido, o curso de Letras da FALE permite ao aluno flexibilidade
no que diz respeito à escolha de conteúdos, ou seja, as disciplinas do núcleo
de formação obrigatória de uma habilitação poderão ser computadas como
disciplinas do núcleo de formação eletivo para as demais. Isso facultará ao
aluno a possibilidade de concluir mais de uma habilitação, caso haja o
reingresso e a complementação de estudos relativos à formação específica de
cada habilitação.
8.1.4 Resumo da estrutura curricular
Resumo da Estrutura Curricular
Carga Horária
Núcleo Básico
600 h
Núcleo de Formação do Conhecimento sobre a língua e 600h
suas literaturas (obrigatórias e eletivas)
300 h
Núcleo de Formação para a Docência
1.440 h
Trabalho de Conclusão de Curso e Outras atividades
280 h
Total
3.220 h
Na
matriz
curricular,
aparecem
a
Relação
Teoria-Prática,
a
Interdisciplinaridade e a Transversalidade. Nas disciplinas de Projetos
Integradores e de Estágio Supervisionado, por exemplo, há uma constante
articulação entre teoria e prática, e um diálogo interdisciplinar. Temas
transversais diversos aparecem nas disciplinas pedagógicas e nas de língua
estrangeira, como forma de fomentar debates e praticar a leitura e a audição na
língua estrangeira – ética, cidadania, meio-ambiente etc. As relações étnicas
são especialmente tratadas na disciplina História e Cultura Afro-brasileira e
47
Indígena. Por ser o curso de licenciatura e habilitação em língua inglesa, a
internacionalização se faz presente em aulas de língua e em disciplinas
eletivas como Ensino de Língua Inglesa e Novas Tecnologias, Novos
Letramentos, Estudos Culturais etc.
8.1.5 A prática como componente curricular
A prática como componente curricular envolve atividades de pesquisa e
extensão, voltadas para o ensino de Inglês. As atividades devem estimular uma
consciência reflexiva, visando à autonomia intelectual e profissional do futuro
professor, com o objetivo de oportunizar a articulação entre a teoria e a prática
desde o início do curso. Para isso, a Resolução CNE/CP Nº. 02 de 19 de
fevereiro de 2002 prevê um mínimo de 400 (quatrocentas) horas a serem
desenvolvidas ao longo do curso.
No âmbito do curso de Letras Inglês EaD, a pesquisa se realiza desde o
primeiro período, por meio dos Projetos Integradores que têm caráter
interdisciplinar, e busca fortalecer a articulação entre teoria e prática,
valorizando não só a pesquisa individual, como também a coletiva,
proporcionando, ao futuro professor, oportunidades de reflexão sobre a tomada
de decisões mais adequadas à sua prática docente, com base na integração
dos conteúdos ministrados nas disciplinas.
A articulação entre teoria e prática é compreendida como um princípio de
aprendizagem
que
se
afasta
da
lógica
positivista
de
produção
do
conhecimento, e possibilita o envolvimento dos alunos em problemas reais,
tomando contato com seus diferentes aspectos e influenciando soluções.
Dessa forma, possibilita ao aluno sair da condição de mero receptor de
informações para tornar-se sujeito da produção desse conhecimento, cuja
prática implica em ação reflexiva, atuação consciente e delimitação de planos
de ação visando a determinados resultados. Assim, a prática constitui uma das
dimensões para a produção de conhecimentos.
O estágio acadêmico possibilita a inserção do estudante no mundo laboral
e na prática social, estimulando a reflexão crítica e a criatividade, a construção
do conhecimento sobre a realidade social e a sensibilização para o
atendimento das demandas sociais.
48
A prática específica de quem trabalha com a língua/linguagem exige
saberes estreitamente ligados à área de estudo. A área dispõe de pesquisas
concluídas ou em desenvolvimento sobre ensino e aprendizagem que articulam
diferentes contribuições da Linguística e da Educação. Para citar exemplos, no
âmbito da profissão docente, por exemplo, há pesquisas com temas como: o
professor e sua relação com as propostas teóricas da Linguística e da
Literatura veiculadas nos materiais didáticos; o professor e sua relação com as
propostas curriculares para o ensino de língua e de literatura; o professor e sua
relação com o livro didático de língua estrangeira; o professor de
língua/literatura como pesquisador.
De acordo com a Resolução CNE/CP nº 1, de 18 de fevereiro de 2002, a
prática como componente curricular desenvolvida no curso é contemplada
ainda no núcleo de formação para a docência, que tem como objetivo definir
mais especificamente a atuação do professor. Esse núcleo se articula aos
outros dois (Núcleo básico de formação específica do curso de Letras e Núcleo
de formação sobre a língua e suas literaturas), numa correlação entre teoria e
prática, ou seja, em um movimento contínuo entre saber e fazer na busca de
significados na gestão e solução de situações próprias do ambiente da
educação escolar. Em conformidade com o Parecer CNE/CP 28/2001, o núcleo
de formação para a docência inclui aulas e atividades relacionadas à prática
docentes e o estágio curricular supervisionado de ensino.
O
objetivo
dos
Projetos
Integradores,
assim
como
de
Estágio
Supervisionado, é transcender a sala de aula. A inter-relação preconizada
permitirá tanto a aplicação e/ou transformação do componente teórico em
prática, como a construção do conhecimento, alicerçada na reflexão sobre a
realidade, principalmente educacional.
Além disso, o Trabalho de Conclusão de Curso exige do aluno
demonstração de sua capacidade criativa e habilidade na aplicação dos
aspectos práticos e pedagógicos do curso.
A carga horária está distribuída no quadro de Ordenamento curricular,
conforme segue:
49
Ordenamento curricular de Letras/Inglês a distância na UFAL
Carga horária
Período
1
2
3
Código
Disciplina
Obrigatória
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO EM LP
INTRODUÇÃO À LÍNGUA INGLESA 1
Teórica
Prática
Semestral
Total
Sim
40
40
80
Sim
30
30
60
TEORIA DA LITERATURA 1
Sim
60
-
60
TEORIA LINGUÍSTICA 1
Sim
60
-
60
PROFISSÃO DOCENTE
Sim
60
PROJETOS INTEGRADORES 1
Sim
-
40
40
INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA
Sim
30
30
60
ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO ACADÊMICO
INTRODUÇÃO À LÍNGUA INGLESA 2
TEORIA DA LITERATURA 2
TEORIA LINGUÍSTICA 2
POL. E ORG. DA EDUC. BAS. NO BRASIL
PROJETOS INTEGRADORES 2
Total
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Total
60
30
60
60
70
-
20
30
10
40
420 h
80
60
60
60
80
40
380 h
FUNDAMENTOS DE LIBRAS
Sim
50
10
60
LÍNGUA INGLESA 1
Sim
40
20
60
LINGUA INGLESA 2
Sim
40
20
60
60
LÍNGUA LATINA
Sim
70
10
80
LINGUÍSTICA APLICADA
Sim
60
20
80
DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
Sim
70
10
80
Sim
-
40
PROJETOS INTEGRADORES 3
Total
4
LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DA LÍNGUA
INGLESA
LITERATURA EM LÍNGUA INGLESA 1
FORMAÇÃO DO DOCENTE DE LÍNGUA
INGLESA
PLANEJAMENTO, CURRÍCULO E AVALIAÇÃO DA
APRENDIZAGEM
DISCIPLINA ELETIVA 1
DISCIPLINA ELETIVA 2
PROJETOS INTEGRADORES 4
Sim
40
20
60
Sim
50
10
60
Sim
30
30
60
Sim
60
20
80
Sim
Sim
Sim
35
35
-
10
10
40
45
45
40
Total
5
390
LÍNGUA INGLESA 3
Sim
40
20
60
LINGUA INGLESA 4
Sim
40
20
60
LITERATURA EM LÍNGUA INGLESA 2
PROJETO PEDAGÓGICO, ORGANIZAÇÃO E
GESTÃO DO TRABALHO ESCOLAR
Sim
50
10
60
Sim
60
20
80
ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1
Sim
20
60
80
DISCIPLINA ELETIVA 3
Sim
35
10
45
Sim
-
40
PROJETOS INTEGRADORES 5
Total
6
40
460 h
40
425
LÍNGUA INGLESA 5
Sim
40
20
60
LITERATURA EM LÍNGUA INGLESA 3
Sim
50
10
60
PESQUISA EDUCACIONAL
Sim
30
30
60
ESTÁGIO SUPERVISIONADO 2
Sim
20
60
80
DISCIPLINA ELETIVA 4
Sim
35
10
45
DISCIPLINA ELETIVA 5
Sim
25
05
30
PROJETOS INTEGRADORES 6
Sim
-
40
40
50
HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E
INDÍGENA
Sim
30
30
Total
LÍNGUA INGLESA 6
ESTÁGIO SUPERVISIONADO 3
DISCIPLINA ELETIVA 6
7
PROJETOS INTEGRADORES 7
Sim
Sim
Sim
435
40
10
35
Sim
20
70
10
40
Total
8
ESTÁGIO SUPERVISIONADO 4
Sim
DISCIPLINA ELETIVA 7
Sim
60
60
80
45
40
225
160
35
10
Total
160
45
205
RESUMO DO ORDENAMENTO CURRICULAR
Disciplinas obrigatórias
2.240
Disciplinas eletivas
300
Estágio
400
TCC
80
AACC
200
TOTAL DA CHIC
Observação:
AACC – Atividades Acadêmico-Científico-Culturais
CHIC – Carga Horária de Integralização Curricular
TCC – Trabalho de Conclusão de Curso
3.220
51
9. CONTEÚDOS CURRICULARES
Considerando os diversos profissionais que o curso de Letras Inglês EAD
pode formar, os conteúdos contemplam o desenvolvimento de competências e
habilidades relacionadas ao processo ensino-aprendizagem.
De forma integrada aos conteúdos caracterizadores básicos do curso de
Letras, devem estar os conteúdos caracterizadores de formação profissional
em Letras. Estes devem ser entendidos como toda e qualquer atividade
acadêmica que constitua o processo de aquisição de competências e
habilidades necessárias ao exercício da profissão, e incluem os estudos
linguísticos e literários, práticas profissionalizantes, estudos complementares,
estágios, seminários, congressos, projetos de pesquisa, de extensão e de
docência, cursos sequenciais, de acordo com as diferentes propostas dos
colegiados das IES e cursadas pelos estudantes.
O processo articulatório entre habilidades e competências no curso de
Letras pressupõe o desenvolvimento de atividades críticas e reflexivas de
caráter teórico-prático durante o período de integralização do curso.
9.1 Educação ambiental
O Decreto n. 4.281, de 25 de junho de 2002, regulamenta a Lei no 9.795,
de 27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental,
entre outras providências. A Resolução CNE/CP nº 02/2012 define formas de
sua implementação nos currículos dos cursos superiores.
Para atender à legislação, o curso de Letras Inglês EAD inclui conteúdos
curriculares, relacionados a questões ambientais, em diversas disciplinas
obrigatórias e eletivas. Também ocorrem eventos institucionais realizados pela
UFAL relacionadas à educação ambiental.
9.2 Relações étnico raciais e história e cultura afro-brasileira,
africana e indígena.
Em atenção à Lei 10.639/2003 e à Lei 11.645/2008 bem como da
Resolução CNE/CP 01/2004, fundamentada no Parecer CNE/CP 03/2004 que
dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de
52
Relações Étnico Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira,
Africana e Indígena, as duas temáticas são tratadas no curso de Letras-Inglês
a distância de forma transversal em algumas disciplinas.
Relações étnico raciais e História e cultura afro-brasileira são trabalhadas
mais especificamente nos seguintes componentes curriculares: Estudos
Culturais e Ensino de Língua Inglesa e História e Cultura Afro-brasileira e
Indígena.
9.3 Educação em Direitos Humanos.
A Educação em Direitos Humanos na UFAL adequa-se à Resolução
CNE/CP n. 01/2012.
O curso de Letras Inglês EAD, seguindo as orientações da resolução
CONSUNI/UFAL 59/2014 estabelece que a temática dos direitos humanos
deverá atender à legislação específica.
Nessa perspectiva, o art. 8º da
Resolução CNE/CP 01/2012 determina:
Art. 8º A Educação em Direitos Humanos deverá orientar a formação
inicial e continuada de todos (as) os (as) profissionais da educação, sendo
componente curricular obrigatório nos cursos destinados a esses profissionais.
O curso de Licenciatura em Inglês EAD trata da temática de direitos
humanos não somente de forma transversal em suas várias disciplinas teóricas
e teórico-práticas, mas também em suas ações na área de formação de
professores em situação de pré-serviço, na inserção destes na comunidade
educacional por meio das aulas de estágio supervisionado e das ações de
extensão propostas.
Em sendo uma licenciatura da área de humanas com foco na formação
de professores de línguas estrangeiras, o curso busca tratar de temas como:
Respeito à diversidade cultural de países falantes das outras
línguas;
Valorização da cultura local brasileira;
Escuta atenta e respeito ao outro.
O curso de Letras Licenciatura em Inglês EAD preocupa-se também com
a reflexão e discussão dos elementos que compõem o conjunto de direitos e
deveres humanos e de cidadania (SOUSA SANTOS, 2003). A importância do
53
tratamento dos deveres, com a noção de direitos humanos, coloca a formação
de professores no centro da crítica ao problema da sociedade de direitos,
consistente com a crítica aos valores neoliberais de liberdade e autonomia.
O curso de licenciatura em Inglês EAD mostra com isso sua preocupação
com uma formação sólida e crítico-reflexiva em relação à posição que o/a
docente ocupa no contexto educacional brasileiro.
9.4 Libras
O componente curricular Libras é obrigatório nas licenciaturas e no curso
de Pedagogia e de Letras (Art. 3º do Decreto 5.626 de 22 de dezembro de
2005, Lei 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira
de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000).
Nos demais cursos de graduação é opcional, devendo constar na lista dos
componentes curriculares complementares.
O curso de Letras Inglês EAD oferece a disciplina Fundamentos de Libras
como disciplina obrigatória na matriz curricular, prevista para o terceiro período.
9.5 Temas transversais
Os temas transversais “meio ambiente”, “pluralidade cultural”, “ética”,
“educação sexual”, e “saúde” estão contemplados nas disciplinas Introdução à
Língua Inglesa 1, Planejamento, Currículo e Avaliação da Aprendizagem,
Formação do Docente de Língua Inglesa, e Língua Inglesa 5, respectivamente.
54
10. METODOLOGIA
Os profissionais do magistério interessados em participar dos cursos
deverão efetuar sua pré-inscrição por meio da plataforma, indicando o curso
pretendido e a Secretaria de Educação a que se encontra vinculado. As préinscrições serão analisadas pelas Secretarias de Educação dos Municípios,
Estados e do Distrito Federal. Serão validadas as inscrições que correspondam
às necessidades da respectiva rede, de acordo com planejamento estratégico
elaborado. Após a conclusão do procedimento de validação pelas Secretarias
de Educação, as listas com as inscrições serão submetidas às IPES para fins
de seleção e matrícula.
Havendo um número de inscrições validadas superior às vagas ofertadas
para o curso de Letras Licenciatura a distância em cada polo, serão definidos
critérios internos de seleção.
10.1 Organização
O curso é estruturado em oito períodos, sendo os seis primeiros
compostos por dois módulos cada e os dois últimos com um módulo cada,
computando um total de 14 módulos, cujas atividades serão desenvolvidas na
modalidade a distância com momentos presenciais e com a avaliação
presencial. A carga horária dos encontros presenciais será de 12h, para as
disciplinas de 60horas ou mais, divididas em 8h no início da disciplina e 4h no
término; e de 8h, para as disciplinas com menos de 60h, divididas em 4h no
início e 4h no término. Além dos encontros presenciais previstos com o
professor, serão, também, oferecidos plantões pedagógicos com os tutores em
cada polo.
10.2 Processo de comunicação entre estudantes, tutores,
professores formadores e coordenadores.
Os alunos podem dirigir-se ao polo, onde entram em contato com o tutor
para receber as orientações e o calendário de atividades presenciais e a
distância. Essas informações também são postadas no AVA. À medida que os
conteúdos são trabalhados e sistematizados, o professor assume atitudes de
55
interação permanente, de diálogo, propondo exercícios que desencadeiem a
reflexão, trabalhos em grupo, estudos de caso e/ou situações problema. Em
cada polo, o tutor estimula os alunos à participação, orientando a formação dos
grupos, acompanhando, dirimindo dúvidas e avaliando as ações realizadas
durante as aulas.
As videoconferências e/ou vídeo-aulas desencadeiam as atividades que
serão discutidas com os tutores e debatidas nos chats e nas atividades
síncronas ou assíncronas.
A escolha das estratégias e técnicas serão realizadas coerentemente com
os novos papéis do aluno, i.e., aquelas que privilegiam o papel de sujeito da
aprendizagem por parte do aluno e o papel de incentivador, de mediador e
orientador por parte do professor, nos diferentes ambientes do curso.
Um processo centrado na aprendizagem, como se propõe para o curso,
prevê o uso de técnicas que incentivam a participação e a interação entre os
alunos, o diálogo, a pesquisa, o debate, que promovam a produção do
conhecimento, e que permitam o exercício de habilidades humanas
importantes, como pesquisar em biblioteca, trabalhar em equipe com
profissionais da mesma área e de áreas afins, apresentar trabalhos, fazer
comunicações, dialogar, intercambiar experiências.
Para facilitar a comunicação entre alunos, tutores e professores, no
decorrer do curso, serão utilizadas ferramentas do ambiente virtual de ensino
aprendizagem e e-mail, além dos contatos presenciais nos polos.
10.3 Estratégias de desenvolvimento da aprendizagem
Em educação a distância, o aluno assume o papel de aprendiz ativo
quando participa das aulas, das videoconferências, vídeo-aulas e se
instrumentaliza mediante o ambiente virtual, os materiais e, pela internet,
discute em sessões de chats e fóruns. São ações que o aluno realiza sozinho
(autoaprendizagem), com o professor (videoconferência), com o tutor (chat,
fóruns e tutoria) e com seus colegas (interaprendizagem), por meio das
discussões em ambientes virtuais e presenciais.
56
10.4 Formação de professores e tutores para o exercício da
modalidade a distância
As competências dos docentes se configuram dentro de um processo
cumulativo, uma vez que elas se ampliam, para atender a um processo de
ensino/aprendizagem cada vez mais abrangente, numa sociedade que se
“tecnifica” e se “complexifica”. O processo de formação dos atores (aqui
entendidos como gestores, professores pesquisadores e tutores) do Sistema
UAB na Universidade Federal de Alagoas é desenvolvido pela Coordenação de
Formação da CIED.
A Coordenação de Formação da CIED, composta de formadores
(docentes e pós-graduandos da Universidade Federal de Alagoas), mantém o
pressuposto de que não há formação específica que possa dar conta de
tamanha complexidade, sendo necessárias ações que se desenvolvam dentro
de uma perspectiva dialógica. Portanto, uma série de formações são
disponibilizadas para as ações da EaD ou da Educação permeada pelas TICs.
A oferta da Capacitação é dimensionada em três troncos – básico,
aprofundamento e específico. O tronco básico, denominado CAPACITA, é
ministrado em sete módulos de 30 horas cada um. Para cada um dos módulos
são ministradas três horas de aula presenciais. As 27 horas restantes são
realizadas com atividades na plataforma Moodle.
Os módulos propostos são os seguintes:
Módulo I - Fundamentação Teórica em EaD (30h);
Módulo II – Estratégia de mediação pedagógica (30h);
Módulo III – Apresentação e oficina para uso das mídias (30h);
Módulo IV – Elaboração do material didático para EaD (30h);
Módulo V – Montando o curso na plataforma Moodle (30h);
Módulo VI – Docência e Tutoria na EaD (30h);
Módulo VII – Gestão Administrativa (30h).
Com o intuito de viabilizar a participação de todos os integrantes do
sistema UAB no processo de formação, esses módulos são replicados
sistematicamente em horários variados. Dessa forma, cada participante deverá
frequentar o momento presencial do curso em horário compatível com sua
agenda de trabalho. Para tanto, os horários das aulas presenciais são definidos
57
em revezamento dos turnos matutino, vespertino e noturno e em dias variados
da semana, permitindo com isso uma maior flexibilização da oferta, tão
presente nos pressupostos da EAD.
O tronco de aprofundamento é conduzido por profissionais formadores
(convidados especialistas de outras instituições) com reconhecida experiência
na área para ministrarem palestras e/ou oficinas para os integrantes do
Sistema UAB. Os temas a serem tratados serão os seguintes:
Produção de programas em diferentes mídias;
Web conferência na EAD;
Produção e autoria de materiais na web 2.0;
Criação de casos de ensino;
Formação e manutenção de comunidades de aprendizagem e
prática;
Interações no AVA.
O tronco específico trata da oferta de capacitações específicas para
professores e tutores de cada curso, já que estes possuem especificidades no
tratamento e condução de seus conteúdos e materiais. Essa oferta promove
uma descentralização das capacitações, mas não a sua desintegração.
Há previsão para capacitação para os professores e tutores envolvidos na
dinâmica da oferta do curso em cada semestre. Essas ações devem ser
acompanhadas, apoiadas e avaliadas pela Coordenação de Formação da
Coordenadoria Institucional de Educação a Distância.
10.5 Ambiente virtual de aprendizagem: recursos, ferramentas,
materiais e atividades
Os
Ambientes
Virtuais
de
Aprendizagem
(AVA)
possibilitam
a
comunicação contínua entre alunos, professores e tutores, e tornam possível a
disponibilização de materiais e desenvolvimento de atividades.
As mídias utilizadas para o público alvo descrito serão o material digital,
como mídia principal, além do computador, como mídia auxiliar para que o
aluno tenha a possibilidade de interagir, pela Internet, com os colegas, com o
tutor, com o professor, com os membros da equipe pedagógica e com a
58
instituição. O aluno terá, à disposição nos polos, computadores conectados à
Internet para acessar os AVA.
Os AVA viabilizam a comunicação assíncrona dos alunos com professores
e colegas, de modo que eles possam comentar as aulas, discutir temas
relacionados às disciplinas em andamento em fóruns, enviar sua produção,
compartilhar trabalhos desenvolvidos, acessar ementas e programas de
disciplinas, bibliografias de referência, artigos on-line e outras informações
importantes para um bom desempenho no curso. Mecanismos de colaboração
e aprendizagem em grupo também estão presentes no ambiente, como fóruns
especializados por área de conhecimento.
Os AVA proporcionam as seguintes funcionalidades:
- Ferramentas de criação de conteúdo online – onde designers e
professores disponibilizam textos, animações, áudios, vídeos, simulações,
avaliações de aprendizagem etc.
- Ferramentas de avaliação de aprendizagem – atividades com
resposta automática (questões de múltipla escolha, certo/errado etc) e resposta
descritiva, por meio da qual os professores e/ou tutores comentam os trabalhos
dos alunos. As atividades sempre devem ficar registradas na plataforma.
- Disponibilização do livro texto (PDF) - fonte básica do conteúdo;
- Portal de informação por curso;
- Ferramenta de registro acadêmico;
- Ferramentas de Colaboração: Chat, Lista de Discussão, Fórum
etc, que facilitam a interação dos alunos com os demais colegas do curso, com
os tutores e com professores.
- Ferramentas de Apoio: Lista de contatos, Fale com o Professor,
Fale com a Monitoria, Fale com a Tutoria, Webmail, entre outras ferramentas
que permitem ao aluno diversas possibilidades de resolver suas dúvidas.
- Ferramentas de Pesquisa: Bibliotecas, Eventos, Busca no
ambiente de aprendizagem e na Internet. As ferramentas de pesquisa
expandem e conferem autonomia e independência ao aluno na busca de fontes
alternativas de informação.
Os materiais didáticos serão disponibilizados no formato digital e on-line
(nos AVA). Os materiais contemplam o conteúdo, as atividades reflexivas, de
fixação e de avaliação, textos dos professores, leituras complementares e
59
obrigatórias, materiais complementares (indicações para sites na Internet,
músicas, livros, artigos, filmes) etc. Gráficos, fotos, tabelas, ilustrações e
diagramações adequadas enriquecem o projeto, e contribuem para uma melhor
compreensão do conteúdo. Os livros indicados como leitura obrigatória e
complementar devem estar à disposição dos alunos na biblioteca do polo.14
10.6 Encontros presenciais e frequência
Os encontros presenciais serão realizados nos polos do curso. Cada
disciplina contará com, no mínimo, dois encontros presenciais. A participação
dos alunos nos encontros presenciais é obrigatória em 75% do total da carga
horária de cada disciplina.
10.7 Armazenamento/gerenciamento dos dados produzidos na
modalidade EAD
A gestão acadêmica dos cursos da UAB na UFAL é realizada no mesmo
sistema acadêmico dos cursos presenciais. Todas as rotinas administrativas e
trâmites de matrícula, notas, transferência e trancamento são realizados na
esfera da Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD) e suas secretarias, além do
Departamento de Registro e Controle Acadêmico (DRCA).
A UFAL dispõe de autonomia e infraestrutura na área de Tecnologia da
Informação. Desde o início das atividades da UAB na IES, fez-se a opção de
que os cursos da EAD recebam as mesmas orientações e determinações dos
cursos presenciais.
Para as notas e registro de presença/faltas, além do Ambiente Virtual
Moodle da UFAL, a universidade disponibiliza o SIEWEB, um sistema de
gerenciamento acadêmico. Segue a descrição da plataforma virtual utilizada:
Moodle versão 1.9.13
Sistema Operacional: FreeBSD 8.1
Banco de dados: PostgreSQL (roda em máquina separada)
Servidor de Emails: Postfix - média de 30000 mensagens / dia (roda
em
máquina separada)
14
Os alunos podem também, sempre que necessário, solicitar empréstimos à Biblioteca
Central, por meio da biblioteca local.
60
Backups diários do banco (a cada 6 horas)
Backups automatizados das configurações do servidor (a cada 24
horas)
Usuários inscritos: 22000
Total de cursos criados: 1240
Módulos mais utilizados (em ordem decrescente): Fóruns, Atividades
e Blog
Plugins de terceiros utilizados: Acessibilidade, Livro e Dragmath
Customizações internas: SiCAm (sistema de criação de ambientes),
mecanismo TLS para conexão segura a servidor de emails, módulo de
integração (atualmente escrito em PHP)
Média de usuários únicos / dia: 630
Média de acessos / dia (hits): 270.000 (duzentos e setenta mil)
Média acessos / mês (hits): 8.000.000 (oito milhões)
10.8 Recuperação de estudos, trancamentos, transferências e
outros itens relativos à permanência do aluno no curso
A recuperação de estudos será realizada com a oferta de turmas
especiais, como já ocorre em outros cursos da UAB na UFAL, além de
atividades de monitoria e grupos de estudo conduzidos pela tutoria presencial.
As solicitações de trancamento seguem a Resolução nº 56/95 – CEPE, de
18 de julho de 199515 e as situações de transferência seguem a RESOLUÇÃO
Nº 26/2009-CONSUNI/UFAL, de 04 de maio de 200916.
A CIED, com a Procuradoria Federal da Universidade Federal de Alagoas,
está revendo as resoluções no que tange às especificidades de alunos da
Educação a Distância, uma vez que a realidade da UAB é ainda nova nas
universidades brasileiras.
Para a permanência do aluno no curso, a CIED, com a Pró-Reitoria
Estudantil (PROEST), a Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) e a Pró-reitoria de
Graduação (PROGRAD), tem realizado um conjunto de ações, como a
15<http://www.ufal.edu.br/estudante/graduacao/legislacao/normas/documentos/resolucoes/resol
ucao_56_95_cepe>.
16<http://www.ufal.edu.br/estudante/graduacao/legislacao/normas/RCO%20n%2026%20de%20
04%2005%2009%20TRANSFERENCIA.pdf/at_download/file>.
61
disponibilização de bolsas BDI e bolsas de extensão, visando à inserção do
alunado na tríade ensino-pesquisa-extensão.
10.9
Estrutura
atualizada
dos
polos
(biblioteca,
acervo,
laboratório de informática) e articulação curso/polos
A infraestrutura dos polos onde será ofertado o curso atende aos
requisitos da CAPES, tendo em vista as visitas técnicas de avaliadores da
própria CAPES, que definiram os polos para a oferta do curso de Letras como
AA (Apto), conforme pode ser visualizado no SisUAB
(http://www.uab.capes.gov.br/sisuab/Login_input.action).
Sobre o acervo da biblioteca, como também sobre a infraestrutura do
laboratório de informática de cada polo pode-se informar que:
a) Acervo da biblioteca: já existe um levantamento de obras
essenciais para atendimento ao curso, aguardando o financiamento específico
para compra de livros, como o já ocorrido em cursos anteriores17.
b) Os professores dos dois primeiros semestres participarão de
formações sobre a elaboração de material didático digital, para disponibilizar no
AVA.
c) As mantenedoras dos polos devem investir na manutenção dos
equipamentos informáticos, além da compra de novos artefatos e de livros,
revistas e jornais.
d) A CIED, por meio de financiamentos da CAPES para aquisição de
equipamentos de TIC, tem fornecido uma série de artefatos (lousa digital,
antena wifi, notebook, desktop etc) para os polos.
A articulação do curso com o polo é realizada diretamente com as
coordenações dos polos, utilizando meios tecnológicos (telefone, e-mail, skype)
ou de visitas periódicas ao polo para reuniões e atendimento aos alunos. Esta
articulação também é realizada com a mediação da CIED / UFAL.
17
Os alunos podem também, sempre que necessário, solicitar empréstimos à Biblioteca
Central, por meio da biblioteca local.
62
10.10 Procedimentos preventivos da evasão
A implementação do ambiente de aprendizagem e a formalização dos
alunos em um curso não garantem, por si só, que as redes comunicacionais se
instaurem e que a aprendizagem colaborativa passe a ser construída. É
necessário que haja monitoramento e retroalimentação: o projeto de
monitoramento e retroalimentação diz respeito às ações intencionais previstas
pelo curso.
Essas ações intencionais são importantes para que todos os alunos se
sintam acolhidos e ouvidos e para que esse espaço de convivência possa ser
reestruturado de acordo com as necessidades que vão emergindo no processo.
Considera-se que quanto maior a interatividade em um curso online e quanto
maior o sentimento de pertença a uma comunidade, menor será a evasão
escolar.
Por esse motivo, o apoio oferecido pela instituição por meio da tutoria e
da formação de tutores é de fundamental importância para o sucesso e
prevenção da evasão de alunos do Curso de Letras – Habilitação em Língua
Inglesa na modalidade a distância.
Particularmente, no caso da EAD, o papel do tutor é fundamental. O
sucesso está na relação aluno, material didático e professor, sendo o tutor o
principal responsável pela interação entre as três pontas desse tripé, e que
realiza uma atividade permanente no processo de desenvolvimento do curso,
em conjunto com a Coordenação de Tutoria, o professor e o Coordenador do
Curso.
Assim, especificam-se melhor as ações do tutor na busca de prevenção
da evasão:
- Acompanhar e oferecer aos alunos o auxílio necessário ao seu
processo de autoaprendizagem, motivando-os na realização de tarefas e na
relação dos conhecimentos adquiridos com a sua prática concreta;
- Garantir o fluxo comunicacional entre os participantes. A
comunicação com alunos, assim como a eficiência de orientações, pode
resolver problemas como a falta de atenção ou de motivação, que podem
ocorrer durante o processo.
63
- Estruturar o ambiente cooperativo para incentivar a interação entre
os alunos.
- Familiarizar-se com o Ambiente de Aprendizagem na Internet e
com a estrutura do curso, para que, durante o processo de tutoria, possa
realizar suas funções de forma rápida e eficaz.
- Corrigir cuidadosamente as atividades propostas em um tempo
previamente determinado (prazo máximo de 24 horas), para interferir no
processo de aprendizagem e fazer o acompanhamento necessário. Ao avaliar
esse processo, verifica-se o grau de satisfação do aluno por meio de métodos
estatísticos, fichas de avaliação e de observação, entre outros.
64
11. ESTÁGIO SUPERVISIONADO
A Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, define o “estágio como o ato
educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que
visa à preparação para o trabalho produtivo do estudante”. A Resolução
71/2006 do CONSUNI trata sobre a questão do estágio na UFAL:
O estágio curricular é obrigatório quando exigido em decorrência das diretrizes
curriculares dos cursos e/ou previsto nos respectivos projetos pedagógicos, como
disciplina que integraliza a estrutura curricular. [...] O estágio curricular pressupõe
planejamento, acompanhamento, avaliação e validação pela Instituição de Ensino,
em comum acordo com a instituição concedente. [...] O estágio curricular tem
como objetivo o desenvolvimento de competências – conhecimentos teóricoconceituais, habilidades e atitudes – em situações de aprendizagem, conduzidas
no ambiente profissional, sob a responsabilidade da Universidade e da Instituição
Concedente.
O Parecer CNE/CP 28/2001, ao estabelecer a duração e a carga horária
dos cursos de Licenciatura define que “o estágio curricular supervisionado
deverá ser um componente obrigatório da organização curricular das
licenciaturas, sendo uma atividade intrinsecamente articulada com a prática e
com as atividades de trabalho acadêmico”.
O mesmo parecer estabelece um tempo mínimo legal para o estágio de
400 horas. Nos cursos de licenciaturas e de Pedagogia, acadêmicos que
exercem atividade docente regular na educação básica poderão ter redução da
carga horária de estágio curricular supervisionado até, no máximo, 200 horas,
conforme Resolução CNE/CP nº 02/2002, Art. 1º, Parágrafo único. A
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 PROGRAD/Fórum dos Colegiados – também
trata a redução da carga horária de estágio curricular supervisionado para os
alunos dos cursos de Licenciatura da UFAL que exercem atividade docente
regular na Educação Básica.
O Estágio previsto no Curso de Letras licenciatura em Língua Inglesa na
modalidade a distância está em consonância com a Lei n. 11.788 de
25/11/2008, bem como com a RESOLUÇÃO Nº 004/2012 - FALE, de 15 de
maio de 2012 (Anexo IV) que estabelece normas de realização, organização e
estruturação do estágio, além de atribuições dos envolvidos no processo e
avaliação. Ademais, no documento também constam a carta de apresentação,
a carta de recebimento do relatório e a carta de aceite.
65
O principal objetivo do estágio é que o aluno adquira experiência prática
na sua área de formação. A partir do quinto semestre, o aluno começará a
realizar atividades de estágio supervisionado, as quais se estendem até o
último semestre. O curso de Letras na modalidade a distância objetiva formar
um profissional atuante, crítico, capaz de transitar pelas esferas do saber,
aliando conhecimento, valores socioculturais e necessidades individuais de
seus futuros alunos. Essa formação só pode ser atingida por meio de uma
prática que viabilize um real contato entre estágio e instituições educacionais. É
no seu local de estágio que o aluno poderá entender a significação da escola e
o laço que esta possui com sua comunidade, percebendo como deve ajustar o
conteúdo curricular adquirido no Ensino Superior à sala de aula.
Para o estabelecimento desse contato entre as ações do Estágio
Supervisionado e as Instituições Educacionais, o curso de Letras deve manter
interação sistemática com escolas de ensino fundamental e médio.
Nos cursos para atendimento ao PARFOR, as escolas das quais os
alunos fazem parte podem, especificamente, ser tomadas como parceiras para
o desenvolvimento dessas atividades. Para esses professores já em exercício,
os Referenciais para Formação de Professores (BRASIL, 1999, p. 131)
afirmam a necessidade “de potencializar a tematização da prática que já
realiza, tomando-a como objeto de reflexão e também garantir a possibilidade
de observação de outras experiências”. Desse modo, ter a prática como tema
para discussão e reflexão deve ser o ponto de partida das atividades do
Estágio Supervisionado na modalidade a distância, tendo em vista a
participação de professores em exercício no curso de Letras.
O Estágio Supervisionado no curso de Letras na modalidade a distância
envolve quatro momentos: prática inicial, prática intermediária, processos
pedagógicos e prática docente, definidas a seguir:
A prática inicial envolve observação em sala de aula de Língua Inglesa e
de Literatura, em escolas regulares (públicas e privadas), necessariamente,
e/ou, ocasionalmente, nas Casas de Cultura para os alunos do Polo Maceió.
Essas observações envolvem também o uso de recursos tecnológicos como o
uso de áudios e vídeos educacionais, para a reflexão sobre a prática. Nesse
momento, os alunos podem também planejar, acompanhar ou desenvolver
pequenos projetos temáticos (sondagem e avaliação de escrita; jogos de
66
linguagem; processo de produção textual; audição e leitura de um determinado
gênero textual, entre outros).
A prática intermediária envolve, além da observação, a pesquisa
educacional e a coparticipação em sala de aula.
A participação em processos pedagógicos envolve, além da observação e
da pesquisa educacional, uma participação mais efetiva, por exemplo,
atendimento a grupos de alunos que estejam em dificuldade ou atendimento na
biblioteca, entre outras atividades, como regência em sala de aula das séries
finais do ensino fundamental.
A prática docente envolve observação, coparticipação e docência com, ao
menos, uma aula supervisionada e avaliada por professor regente de turma do
Ensino Médio da escola escolhida para estágio, e/ou nas Casas de Cultura, a
partir de documento de avaliação.
Essas quatro etapas, diretamente relacionadas a cada semestre letivo da
carga horária do estágio, não precisam acontecer de forma isolada ou
estanque. A reflexão sobre a prática pode surgir tanto da observação de uma
atividade registrada em vídeo quanto da observação/participação direta na sala
de aula. Desse modo, todas as atividades do estágio devem estar diretamente
articuladas com a prática e todas as atividades desenvolvidas ao longo do
estágio devem ser relatadas em um Relatório Final, do qual devem constar:
Apresentação: disciplina e discussão teórica de base, de acordo com o
tema selecionado e desenvolvido. Exemplo: Produção escrita – Ortografia Dificuldades da aprendizagem em LE - Avaliação em leitura etc.; local de
realização do estágio; objetivos previamente traçados; apresentação da
elaboração da proposta, dificuldades encontradas no início do estágio;
continuidade do planejamento, etapas da atividade programada e adaptações
feitas.
Caracterização da escola - Dados Gerais:
Identificação da Escola – Campo de estágio (nome completo da
escola; localização; níveis e modalidades de ensino; turnos de funcionamento)
Instalações da Escola (Infraestrutura e recursos materiais: Biblioteca
– dimensões, acervo, capacidade, uso, tipo de atendimento; sala de informática
e recursos tecnológicos; distribuição dos espaços e serviços de apoio)
67
Organização do trabalho escolar (calendário escolar; horários de
funcionamento; Índices de evasão e repetência)
Prática Sócio-Político-Pedagógica - Identificação da existência de
projetos e/ou programas em desenvolvimento; Planejamento: como é feito,
quem participa; Entrevista com representantes da direção, coordenadores,
professores.
Diário de Campo - Descrição e reflexão sobre o trabalho
desenvolvido – observação ou regência - registro dos conteúdos abordados,
metodologias, estratégias adotadas, avaliações empregadas, datas de
realização e tipos de atividades observadas e/ou desenvolvidas.
Análise de dados e produtos de aprendizagem - Relatório feito por
grupo de atuação (mais ou menos quatro a oito alunos que se revezam nas
atividades na Escola). Nessa parte do Relatório, cada aluno ou dupla
desenvolve a análise de um produto, resultado do trabalho desenvolvido na
Escola: versões de textos, manuscritos, comparação de atividades etc., tendo
como base teórica os conceitos discutidos na disciplina e no curso.
Comentários finais: reflexões de questões tais como a importância
do estágio para a formação, dificuldades encontradas e sua superação,
sugestões para a melhoria do ensino e da aprendizagem no contexto do
estágio.
Referências: Autores citados no relatório e nas notas.
Anexos: Material didático usado pelo professor; produção dos alunos
durante as aulas ou atividades do período de estágio, registro fotográfico, entre
outros materiais ou documentos.
O professor de estágio deverá acompanhar as atividades de estágio no
curso de Letras – Língua Inglesa na modalidade a distância. O estágio na
modalidade a distância deve, para assegurar a necessária qualidade, atender a
alguns pontos específicos, como:
- ter momentos presenciais para organização das atividades de
estágio que não sejam apenas os das avaliações finais;
- ter um grupo de organização que estruture, sistematize e
operacionalize as ações previstas para o estágio;
- disponibilizar materiais para que os alunos retomem os conteúdos
trabalhados, como textos, vídeos, programas de computador, entre outros;
68
- utilizar meios de comunicação diferenciados para favorecer a
interlocução entre os participantes, como cartas, telefone, rádio, internet
(emails, redes sociais, blogs etc);
-
desenvolver
uma
avaliação
processual,
acompanhando
a
habilidade de instrumentos no uso de plataformas e outros instrumentos
utilizados na educação a distância.
O estágio poderá ser interrompido se houver trancamento de matrícula ou
mudança de curso, se o aluno deixar de frequentar o curso regularmente. O
aluno estagiará na área de Educação, totalizando 400 horas. O estágio poderá
ser desenvolvido na área específica da escola com a qual o aluno mantém
vínculo empregatício.
O aproveitamento de até 50% das 400 horas de estágio curricular
supervisionado, conforme a resolução nº CNE/CP Nº 2, de 19 de fevereiro de
2002 (DOU 04/03/02), artigo 1º, inciso IV, Parágrafo único, dar-se-á para os
alunos que exerçam ou exerceram atividade docente regular na educação
básica, quando tais atividades:
a) tenham sido efetuadas em escolas autorizadas;
b) apresentem declaração comprobatória.
c) não estejam ligadas a áreas diferentes das áreas de atuação do
curso.
O aproveitamento das horas de estágio curricular supervisionado será
aprovado pelo Colegiado de Curso, ouvidos os professores envolvidos e o
Coordenador de Curso.
As demais condições e prerrogativas para o estágio curricular obrigatório
e não-obrigatório seguem a resolução Nº 71/2006-CONSUNI/UFAL, de 18 de
dezembro de 2006, que disciplina os estágios curriculares dos cursos de
graduação da UFAL.
11.1 Estágio curricular supervisionado – relação com a rede de
escolas da Educação Básica
O
estágio
curricular
supervisionado
previsto/implantado
regulamentado/institucionalizado promove, de maneira excelente, relação com
a rede de escolas da Educação Básica, considerando, em uma análise
69
sistêmica e global, os aspectos: acompanhamento pelo docente da IES
(Orientador) nas atividades no campo da prática, ao longo do ano letivo, com
vivência da realidade escolar de forma integral, incluindo participação em
conselhos de classe/reunião de professores.
11.2
Estágio
curricular
supervisionado
–
relação
entre
licenciandos, docentes e supervisores da rede de escolas da
Educação Básica.
O
estágio
curricular
supervisionado
previsto/implantado
regulamentado/institucionalizado promove, em uma análise sistêmica e global,
os aspectos: parceria entre docentes da IES, licenciandos e docentes da
Educação
Básica,
incluindo
o
supervisor
de
estágio;
acompanhamento/participação do licenciando em atividades de planejamento,
desenvolvimento e avaliação realizadas pelos docentes da Educação Básica;
participação
dos
docentes
da
Educação
Básica
no
processo
de
orientação/formação dos licenciandos.
11.3 Estágio curricular supervisionado – relação teoria e prática
O estágio curricular supervisionado promove a relação teoria e prática,
considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: articulação
entre o currículo do curso e aspectos práticos da Educação Básica;
embasamento teórico das atividades planejadas/desenvolvidas no campo da
prática; reflexão teórica acerca de situações vivenciadas pelos licenciandos em
contextos de educação formal e não formal; produção acadêmica que articule a
teoria estudada e a prática vivenciada.
70
12. INTEGRAÇÃO COM AS REDES PÚBLICAS DE ENSINO
O Curso de Letras Inglês EAD promove a integração com as redes
públicas de ensino por meio das atividades de estágios, projetos de pesquisa
ou de extensão, que contemplem oportunidades para o engajamento com a
comunidade (Vide item 4 deste Projeto)
71
13.ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As Atividades Complementares da UFAL estão institucionalizadas pela
Resolução 4.122 e previstas para se integralizarem em 200 horas.
As atividades complementares objetivam atender outras exigências de um
curso que almeja formar profissionais de ensino18. Incluem-se atividades de
caráter científico, cultural e acadêmico, que, articuladas ao processo formativo
do professor, possam enriquecer a formação. São previstas 200 horas de
atividades (seminários, participação em eventos científicos, monitorias,
iniciação à pesquisa, projetos de ensino, estudos afins etc.), que podem ser
oferecidas pelo próprio curso, por qualquer outro setor acadêmico da UFAL, ou
ainda, por qualquer outra instituição de ensino superior reconhecida no país.
O aluno de Letras a distância da UFAL, além das atividades e aulas
obrigatórias previstas para sua formação, pode ainda participar de programas
de pesquisa e extensão, como de outras atividades complementares a sua
qualificação profissional.
O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC),
financiado pelo CNPQ e pela própria UFAL, é um programa centrado na
iniciação científica de novos talentos em todas as áreas do conhecimento. É
voltado para o aluno de graduação, como incentivo a sua formação. Privilegia a
participação ativa de bons alunos em projetos de pesquisa com qualidade
acadêmica, mérito científico e orientação adequada, individual e continuada,
que culminam com um trabalho final avaliado e valorizado.
Os objetivos das atividades de pesquisa previstas por esses programas
estão em consonância com os objetivos do Programa de Pós-Graduação em
Letras e Linguística (PPGLL), oferecido pela Faculdade de Letras, o que
permite grande integração entre graduação e pós-graduação.
No tocante à extensão, é possível a participação, além de programas
pontuais, desenvolvidos pelos professores do curso, em mais dois programas
permanentes de extensão nos quais os graduandos podem desenvolver
atividades a serem creditadas na sua vida acadêmica: as Casas de Cultura e o
Núcleo de Estudos Indígenas (NEI).
18 Também em conformidade com o Parecer CNE/CP 28/2001.
72
As Casas de Cultura são parte de um programa de extensão permanente
desenvolvido pela Faculdade de Letras que tem como objetivo oferecer curso
de línguas estrangeiras modernas, em nível básico, intermediário e avançado,
para a sociedade, e possibilitar a criação de um espaço de vivência de ensino
de línguas estrangeiras para os alunos dos cursos de graduação e pós,
mantidos pela Unidade. Nesse programa, os graduandos e pós-graduandos em
Letras, sob a devida orientação de um professor, podem participar como
professor-bolsista, em regime de estágio, curricular ou não, como monitor,
auxiliando o professor titular no preparo de aulas e material didático, entre
outras atividades.
O Núcleo de Estudos Indígenas, também vinculado à Faculdade de
Letras, pretende incentivar estudos e pesquisas relacionados ao índio
brasileiro, abrangendo os mais variados aspectos das ciências humanas. Os
objetivos do Núcleo são:
- Incentivar estudos e pesquisas sobre a linguagem do índio e seus
agentes condicionadores;
- Realizar pesquisas sobre temas relacionados com os índios
brasileiros, abrangendo aspectos das Ciências Humanas: linguísticos, literários,
antropológicos, religiosos, de saúde; das Artes: música, artes plásticas etc.;
- Promover exposições, conferências e ciclos de debates sobre
temas indígenas;
- Divulgar os resultados dos estudos e pesquisas realizadas;
- Estabelecer intercâmbio com entidades locais e nacionais que se
dedicam também ao estudo do índio brasileiro, e se fazer representar, quando
necessário, no cenário nacional em prol das causas indigenistas.
Entende-se que diferentes atividades acadêmicas hoje desenvolvidas
pelo discente, durante sua permanência na Universidade, são tão úteis para
sua formação profissional quanto as disciplinas do núcleo de formação
específica de seu curso.
Segundo a Resolução 113/95 CEPE da UFAL,
Art. 1º - As atividades da Parte Flexível de cada curso de graduação
da Universidade Federal de Alagoas, serão classificadas em quatro grupos
assim discriminados:
Grupo 1 – Atividades de Ensino;
73
Grupo 2 – Atividades de Extensão;
Grupo 3 – Atividades de Pesquisa;
Grupo 4 – Atividades de Representação Estudantil.
Art. 2º - A carga horária da Parte Flexível deverá, preferencialmente,
ser distribuída ao longo do Curso e não poderá ser preenchida com um só tipo
de atividade.
Art. 3º - Caberá ao Colegiado do Curso divulgar junto ao corpo
discente a realização de eventos, aprovar o plano de atividades da Parte
Flexível escolhido pelo aluno, sua realização à vista da documentação
pertinente e encaminhar ao Departamento de Assuntos Acadêmicos (DAA) o
relatório final das atividades de cada aluno, para fins de registro em seu
histórico escolar, do total de carga horária computada, indicadas no quadro
anexo a esta Resolução.
Parágrafo único. – Os critérios de pertinência e de aproveitamento
de cada grupo de atividades, previamente autorizadas pelo respectivo
Colegiado de Curso, assim como a codificação correspondente para registro
acadêmico, estão indicados no quadro anexo a esta Resolução.
74
14. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) está institucionalizado por meio
da Resolução Nº 25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005 que, em seu Art.
18, afirma:
O TCC é componente curricular obrigatório em todos os Projetos
Pedagógicos dos Cursos da UFAL.
O TCC não se constitui como disciplina, não tendo, portanto, carga
horária fixa semanal, sendo sua carga horária total prevista no PPC e
computada para a integralização do Curso.
Nessa perspectiva, cada PPC toma para si a responsabilidade de definir a
forma de realização, acompanhamento, apresentação e avaliação do TCC,
estabelecendo normas próprias.
O TCC segue a Resolução n. 02/2009 de 17/09/2009 da Faculdade de
Letras (Anexo IV), que estabelece normas para sua elaboração, em relação a:
Coordenação, Carta de Aceite, orientação, objetivos, acompanhamento, prazo,
critérios de avaliação e formatação, com ressalvas apenas em seu art. 4º.
Além da integralização em aulas e outras atividades previstas, é ainda
condição para a finalização do curso a apresentação de um Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC). O TCC corresponde a 80 horas-aula, que serão
integralizadas na carga-horária total do curso.
Esse trabalho deve apresentar resultado de pesquisa desenvolvida pelo
aluno - individualmente, sobre tema na área de estudos linguísticos ou
literários, ensino-aprendizagem da língua inglesa ou de literatura de língua
inglesa.
A pesquisa de que resultará o TCC deverá ser iniciada no quinto semestre
do curso e será acompanhada por um professor-orientador, a quem compete o
encaminhamento de todos os procedimentos necessários para o adequado
desenvolvimento do trabalho pelo aluno.
75
15. MATRIZ CURRICULAR
Abaixo seguem o Quadro de Saberes do Curso e o Ordenamento
Curricular.
Quadro de Saberes da Licenciatura em Letras/Língua Inglesa –
modalidade a distância
Semestre
Módulo
1
Saberes Específicos
de
Letras Licenciatura
/Inglês
Saberes Específicos da
Formação do Professor na
UFAL
(60)
Introdução à EaD
Projetos Integradores
1(20)
Teoria Linguística 1
(60)
Teoria da Literatura 1
(60)
Primeiro
Módulo
2
Módulo
3
Segundo
Introdução à Língua
Inglesa 1(60)
Organização do
Trabalho Acadêmico
(80)
Projetos Integradores 2
(20)
Teoria Linguística 2
(60)
Teoria da Literatura
2 (60)
Política e Organização
da Educação Básica no
Brasil (80)
Introdução à Língua
Inglesa 2 (60)
Profissão Docente (60)
Módulo
4
Módulo
5
Projetos Integradores 1
(20)
Leitura e Produção
de Texto em Língua
Portuguesa (80)
Carga
horária
220 h
200 h
220 h
160h
Projetos Integradores 2
(20)
Desenvolvimento e
Aprendizagem (80)
Língua Latina (80)
Projetos Integradores
3(20)
Língua Inglesa 1
(60)
Projetos Integradores 3
(20)
Linguística Aplicada
(80)
240h
Terceiro
Módulo
6
Fundamentos de Libras
(60)
220 h
Língua Inglesa 2(60)
76
Módulo
7
Quarto
Módulo
8
Planejamento, currículo
e avaliação da
aprendizagem (80)
Projetos Integradores 4
(20)
Projetos Integradores 4
(20)
Formação do Docente
de Língua Inglesa (60)
Módulo
9
Projeto Pedagógico,
Organização e Gestão
do Trabalho Escolar (80)
Projetos Integradores 5
(20)
Quinto
Módulo
10
Módulo
11
Sétimo
Oitavo
Módulo
13
Módulo
14
Linguística Aplicada
ao Ensino de Língua
Inglesa (60)
Disciplina eletiva 1
(45)
Literaturas de
Língua Inglesa 1
(60)
Disciplina eletiva 2
(45)
Língua Inglesa 3
(60)
Disciplina eletiva 3
(45)
Literaturas de
Língua Inglesa 2
(60)
205h
185h
205h
Projetos Integradores 5
(20)
Estágio Supervisionado
de Língua Inglesa 1(80)
Língua Inglesa 4
(60)
Pesquisa Educacional
(60)
Língua Inglesa 5
(60)
História e cultura afrobrasileira e indígena
(60)
Disciplina Eletiva 4
(45)
Projetos Integradores 6
(20)
Projetos Integradores 6
(20)
Estágio Supervisionado
de Língua Inglesa 2 (80)
Disciplina eletiva 5
(30)
Projetos Integradores
7(40)
Língua Inglesa 6
(60)
Estágio Supervisionado
de Língua Inglesa 3 (80)
Disciplina eletiva 6
(45)
Estágio Supervisionado
de Língua Inglesa 4
(160)
Disciplina eletiva 7
(45)
Sexto
Módulo
12
Literaturas de
Língua Inglesa 3
(60)
220h
245h
190h
225 h
205 h
77
Carga Horária
Atividades
Acadêmico-Cientifico-Culturais
Trabalho de Conclusão de Curso
Carga Horária Total
2.940 h
200 h
80 h
3220h
78
16. QUADRO DAS DISCIPLINAS ELETIVAS
O Curso de Letras Inglês na modalidade a distância ofertará ao discente
as seguintes disciplinas eletivas:
Disciplinas Eletivas (Mínimo de 300 horas)
Carga horária
Análise e Produção de material para o Ensino de Língua 45 h
Inglesa
Estudos Culturais e Ensino de Língua Inglesa
45 h
Gêneros e Ensino de Língua Inglesa
45 h
Introdução à Tradução
45 h
Literatura de Língua Inglesa e Cinema
45 h
Literatura e Ensino de Língua Inglesa
45 h
Literatura em Língua Inglesa e Estudos Feministas
45 h
Novas Tecnologias Aplicadas ao Ensino de Língua Inglesa
45 h
Fonética e Fonologia
30 h
Teoria do Discurso e Ensino de Língua Inglesa
30 h
Novos Letramentos e Ensino de Língua Inglesa
30h
79
17. EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS BÁSICA E COMPLEMENTAR
17. 1 Disciplinas obrigatórias
Disciplina: LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO EM LÍNGUA PORTUGUESA
– 80h
Ementa:
Prática de leitura e produção de texto, de diversos gêneros, em português,
fundamentadas no conceito de linguagem como atividade interlocutiva e no
texto como unidade básica significativa na língua.
Bibliografia básica:
BELLONI, M. L. Educação a distância. 5 ed. Campinas: Autores Associados,
2009.
LITTO, F. M. Aprendizagem a distância. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado
de São Paulo, 2010.
MERCADO, L. P. L. (Org.). Experiências com tecnologias de informação e
comunicação na educação. Maceió: EdUFAL, 2006.
Bibliografia Complementar:
DEMO, P. Educação hoje: "novas" tecnologias, pressões e oportunidades. São
Paulo: Editora Atlas, 2009.
KENSKI, V. M. Educação e tecnologias: novo ritmo da informação. Campinas,
SP: Papirus, 2007.
LITTO, F. M.; FORMIGA, M. M. M. (Orgs.). Educação a distância: o estado da
arte. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009.
MORAN, J. M. A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá.
Campinas: Papirus Editora, 2007.
TORI, R. Educação sem distância: as tecnologias interativas na redução de
distâncias em ensino e aprendizagem. São Paulo: Editora SENAC São
Paulo/Escola do Futuro, USP, 2010.
Disciplina: TEORIA DA LITERATURA 1 – 60h
Ementa:
Reflexão sobre fundamentos da teoria da literatura, natureza e função de seu
objeto e conceituação dos gêneros literários, desde a Antiguidade aos estudos
contemporâneos, com base na análise de textos teórico-críticos.
Bibliografia básica:
ARISTÓTELES; HORÁCIO; LONGINO. A poética clássica. Tradução de Jaime
Bruna. 7. ed., São Paulo: Cultrix, 1977.
GONÇALVES, M. T.; BELLODI, Z. C. Teoria da literatura “revisitada”. 2. ed.,
Petrópolis: Vozes, 2005.
PLATÃO. Diálogos III: A república. 25. ed., Rio de Janeiro: Ediouro, 1999.
Bibliografia complementar:
BOSI, A. Reflexões sobre a arte. São Paulo: Ática, 1985.
BOSI, A. (Org.). Leitura de poesia. São Paulo: Ática, 1996.
PERRONE-MOISÉS, L. Flores da escrivaninha: ensaios. São Paulo:
Companhia das Letras, 1990.
SOARES, A. Gêneros literários. São Paulo: Ática, 1989.
80
SOUZA, R. A. de. Teoria da literatura. São Paulo: Ática, 1986.
Disciplina: TEORIA LINGUÍSTICA 1 – 60h
Ementa:
Panorama geral dos fenômenos da linguagem e suas abordagens, dos estudos
tradicionais à teoria linguística. Pressupostos teórico-metodológicos das
correntes teóricas da Linguística moderna.
Bibliografia básica:
LYONS, J. Linguagem e Linguística. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987.
MUSSALIN, F.; BENTES, A. C. Introdução à Linguística: domínios e fronteiras
1. São Paulo: Cortez, 2001.
SAUSSURE, F. Curso de Linguística geral. 34 ed., São Paulo: Cultrix, 2012.
Bibliografia complementar:
KRISTEVA, J. História da linguagem. Lisboa: Edições 70, 1969.
MARTELOTTA, M. E. (Org.). Manual de Linguística. São Paulo: Contexto,
2008.
MOUNIN, G. A linguística do século XX. Lisboa: Editorial Presença/ Martins
Fontes, 1972.
MUSSALIN, F.; BENTES, A. C. Introdução à Linguística – domínios e fronteiras
2. São Paulo: Cortez, 2001.
SAPIR, E. Linguística como ciência. Rio de Janeiro: Livraria Acadêmica, 1961.
Disciplina: PROFISSÃO DOCENTE – 60h
Ementa:
A constituição histórica do trabalho docente. A natureza do trabalho docente.
Trabalho docente e relações de gênero. A autonomia do trabalho docente. A
proletarização do trabalho docente. Papel do Estado e a profissão docente. A
formação e a ação política do docente no Brasil. A escola como locus do
trabalho docente. Profissão docente e legislação.
Bibliografia básica:
CHARLOT, B. Formação dos professores e relação com o saber. Porto Alegre:
ARTMED, 2005.
COSTA, M. V. Trabalho docente e profissionalismo. Porto Alegre: Sulina, 1996.
ESTRELA, M. T. (Org.).Viver e construir a profissão docente. Porto: Porto
Editora, 1997.
Bibliografia complementar:
ALTHUSSER, L. Aparelhos Ideológicos de estado. Rio de Janeiro: Graal, 1985.
ARROYO, M. Ofício de mestre. São Paulo: Vozes, 2001.
BRANDÃO, C. R. O que é educação. São Paulo: Brasiliense, 1992.
LESSARD, C.; TARDIF, M. O trabalho docente. SP: Vozes, 2005.
NÓVOA, A. (Org.) Vidas de professores. Porto: Porto Editora, 1992.
Disciplina: INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA – 60h
Ementa:
A modalidade de EaD: histórico, características, definições, regulamentações. A
EaD no Brasil. A Mediação pedagógica na modalidade EaD. Organização de
situações de aprendizagem. Ambientes Virtuais de ensino- aprendizagem.
Atividades de Prática como Componente Curricular. Conhecimento de
81
aplicativos, serviços e habilidades básicas para navegação, comunicação,
obtenção, manipulação e arquivamento de dados.
Bibliografia básica:
BELLONI, M. L. Educação a distância. 5 ed. Campinas: Autores Associados,
2009.
LITTO, F. M. Aprendizagem a distância. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado
de São Paulo, 2010.
MERCADO, L. P. L. (Org.). Experiências com tecnologias de Informação e
comunicação na educação. Maceió: EdUFAL, 2006.
Bibliografia complementar:
DEMO, P. Educação hoje: "novas" tecnologias, pressões e oportunidades. São
Paulo: Editora Atlas, 2009.
KENSKI, V. M. Educação e tecnologias: novo ritmo da informação. Campinas,
SP: Papirus, 2007.
LITTO, F. M.; FORMIGA, M. M. M. (Orgs.). Educação a distância: o estado da
arte. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009.
MORAN, J. M. A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá.
Campinas: Papirus Editora, 2007.
TORI, R. Educação sem distância: as tecnologias interativas na redução de
distâncias em ensino e aprendizagem. São Paulo: Editora SENAC São
Paulo/Escola do Futuro, USP, 2010.
Disciplina: HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA – 60h
Ementa:
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-raciais
e para o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena a partir
das leis regulamentadoras de nº 9.394/96, 10.630/03 e 11.645/08. As culturas
africana e indígena na literatura e história brasileiras. Retrospectiva da história
da África e dos africanos; O contato entre o europeu e o africano e a chegada
dos africanos no Brasil; as diversas formas e tipos de escravidão. Os negros e
sua luta no Brasil. A história de um povo resistente. A cultura negra e a cultura
indígena. Influência no Brasil. A formação da sociedade nacional.
Bibliografia básica:
ARAÚJO, Anne Francialy da Costa. Língua e identidade: reflexões discursivas
a partir do diretório dos índios. Maceió: EDUFAL, 2007.
LOPES, Nei. História e cultura africana e afro-brasileira. São Paulo: Barsa
Planeta, 2008.
PRANDI, Reginaldo. Os príncipes do destino: histórias da mitologia afrobrasileira. São Paulo: Cosac Naify, 2001.
Bibliografia complementar:
BRASIL, Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003, Disponível em
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/2003/L10.639.htm
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais/Temas Transversais. Disponível
em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro081.pdf
BRASIL. Educação anti-racista: caminhos abertos pela Lei Federal nº
10.639/03. Brasília: Ministério da Educação, 2005.
PORTUGAL, Fernandes. Curso de cultura religiosa afro-brasileira. Rio de
Janeiro: Freitas Bastos, 1988.
82
SAYERS, Raymond S. O negro na literatura brasileira. Rio de Janeiro: O
Cruzeiro, 1958.
Disciplina: PROJETOS INTEGRADORES – 280h
Ementa:
Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo estruturado a partir
de atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade de cada
curso.
Bibliografia básica: Ver anexo III
Disciplina: ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO ACADÊMICO – 80h
Ementa:
As Ciências e o Conhecimento Científico: sua natureza e o modo de
construção nas Ciências Humanas e Sociais. Diferentes formas de
conhecimento da realidade. A construção do conhecimento científico e a
pesquisa em educação. Aspectos técnicos do trabalho científico. Diretrizes para
a leitura, análise e interpretação de textos.
Bibliografia básica:
BRANDÃO, Z. (Org.) A crise dos paradigmas e educação. São Paulo: Cortez,
1994.
CARVALHO, M. C. M. de (Org.). Construindo o saber: metodologia científica:
fundamentos e técnicas. Campinas: Papirus, 1994.
CRUZ, A. da C.; MENDES, M.T.R. Trabalhos acadêmicos, dissertações e teses:
estrutura e apresentação. 2ª ed., Niterói: Intertexto, 2004.
Bibliografia complementar:
COSTA, A. R. F. et al. Orientações metodológicas para produção de trabalhos
acadêmicos. 8. ed., Maceió: EDUFAL, 2010.
DEMO, P. Introdução à metodologia da ciência. São Paulo: Atlas, 1987.
FAZENDA, I. (Org.) Novos enfoques da pesquisa educacional. São Paulo:
Cortez, 1994.
PÁDUA, E. M. M. de. Metodologia da pesquisa. Campinas: Papirus, 2000.
RAMPAZZO, L. Metodologia científica. São Paulo: Loyola, 2002.
Disciplina: INTRODUÇÃO À LINGUA INGLESA 1 – 60h
Ementa:
Desenvolvimento integrado das habilidades oral, auditiva, leitora e escrita em
Língua Inglesa, em nível introdutório 1, da perspectiva dos Novos
Letramentos, das multimodalidades e do letramento crítico.
Tema transversal: Meio ambiente
Bibliografia básica:
AMERICAN English course: textbook. London [England]: Barsa Planeta:
Linguaphone, 2005.
ARAÚJO, Maria Inêz Oliveira; SOARES, Maria José Nascimento. Educação
ambiental: o construto de práticas pedagógicas consolidadas na pesquisa de
professores em escolas públicas. Aracaju: Criação, 2010.
BROUGH, Sonia. Gramática essencial de inglês. 2.ed. Lisboa, Portugal:
Editorial Presença, 2009.
83
Bibliografia complementar:
JOHNSON, Karen E. Second language teacher education: a sociocultural
perspective. 1st ed. New York: Routledge, 2009.
MORIN, E. Saberes globais e saberes locais: o olhar interdisciplinar. Rio de
Janeiro: Garamond Universitária, 2000.
TAVARES, Roseanne Rocha (Org.). Língua, cultura e ensino. Maceió: EDUFAL,
2006.
SIGNORINI, I et CAVALCANTI, M. (Orgs.) Linguística Aplicada e
transdisciplinaridade. Campinas: Mercado de Letras, 1998.
STOFF, Rudolf. Gramática de inglês. 5. ed. Lisboa: Presença, 2002.
Disciplina: INTRODUÇÃO À LINGUA INGLESA 2 – 60h
Ementa:
Desenvolvimento integrado das habilidades oral, auditiva, leitora e escrita em
Língua Inglesa, em nível introdutório 2, da perspectiva dos Novos
Letramentos, das multimodalidades e do letramento crítico.
Referências básicas
AMERICAN English course: textbook. London [England]: Barsa Planeta:
Linguaphone, 2005.
MORIN, E. Saberes globais e saberes locais: o olhar interdisciplinar. Rio de
Janeiro: Garamond Universitária, 2000.
STOFF, Rudolf. Gramática de inglês. 5. ed. Lisboa: Presença, 2002.
Bibliografia complementar:
BRITTO, Marisa M. Jenkins de; GREGORIM, Clovis Osvaldo. Michaelis inglês:
gramática prática. São Paulo: Melhoramentos, 2002.
BROUGH, Sonia. Gramática essencial de inglês. 2.ed. Lisboa, Portugal:
Editorial Presença, 2009
JOHNSON, Karen E. Second language teacher education: a sociocultural
perspective. 1st ed. New York: Routledge, 2009.
TAVARES, Roseanne Rocha (Org.). Língua, cultura e ensino. Maceió: EDUFAL,
2006
SIGNORINI, I et CAVALCANTI, M. (orgs.) Linguística Aplicada e
Transdisciplinaridade. Campinas: Mercado de Letras, 1998.
Disciplina: TEORIA DA LITERATURA 2 – 60h
Ementa:
Estudo das correntes críticas do século XX, tanto as de caráter imanente
(Formalismo Russo, New Criticism) quanto as que relacionam a análise da
literatura a fatores externos (crítica sociológica, psicológica), com base em
leituras teórico-críticas e respectivos suportes literários.
Bibliografia básica:
CANDIDO, A. Literatura e sociedade: estudos de teoria e história literária. 5.
ed., rev. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1976.
MARTINS, M. H. (Org.). Rumos da crítica. São Paulo: Editora Senac São
Paulo; Itaú Cultural, 2000.
84
TOLEDO, D. de O. (Org.). Teoria da literatura: formalistas russos. 2. ed., Porto
Alegre: Globo, 1976.
Bibliografia complementar:
BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. Trad.: Maria Ermantina Galvão Gomes
Pereira. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
BARTHES, R. O rumor da língua. Lisboa: Edições 70, 1985.
COSTA LIMA, L. (seleção, coordenação e tradução.). A literatura e o leitor:
textos de estética da recepção. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
CULLER, J. Teoria literária: uma introdução. Trad. Sandra Guardini T.
Vasconcelos. São Paulo: Becca, 1999.
REIS, C. Teoria literária: uma introdução. Lisboa: Almedina, 1999.
Disciplina: TEORIA LINGUÍSTICA 2 – 60h
Ementa:
Estudo de tendências teóricas linguísticas contemporâneas pós-estruturalistas,
que relacionam os aspectos linguísticos e os sociais, seja através da noção de
variação (Sociolinguística Laboviana), da interação qualitativa (Sociolinguística
Interacional), do enunciado como unidade de análise (Teorias da Enunciação e
da Pragmática), do texto como unidade de análise (Linguística textual) e do
discurso (as diferentes análises do discurso).
Bibliografia básica:
BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 2004.
BENVENISTE, E. Problemas de Linguística Geral II. Campinas: Pontes, 1989.
BRANDÃO, H. H. N. Introdução à Análise do Discurso. Campinas: Editora da
UNICAMP, 1993.
Bibliografia complementar:
FIORIN, J. L. Introdução à Linguística II. Princípios de análise. São Paulo:
Contexto, 2003.
LOPES, E. Fundamentos da Linguística contemporânea. São Paulo: Cultrix,
1995.
MUSSALIN, F.; BENTES, A. C. Introdução à Linguística: fundamentos
epistemológicos 3. São Paulo: Cortez, 2004.
ORLANDI, E. O que é Linguística. São Paulo: Brasiliense, 1992.
RIBEIRO, B. T.; GARCEZ, P. M (Orgs.). Sociolinguística Interacional. Porto
Alegre: AGE, 1998.
Disciplina: POLÍTICA E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO
BRASIL – 80h
Ementa:
A Educação escolar brasileira no contexto das transformações da sociedade
contemporânea. Análise histórico-crítica das políticas educacionais, das
reformas de ensino e dos planos e diretrizes para a educação escolar
brasileira. Estudo da estrutura e da organização do sistema de ensino brasileiro
em seus aspectos legais, organizacionais, pedagógicos, curriculares,
administrativos e financeiros, considerando, sobretudo a LDB (Lei 9.394/96) e a
legislação complementar pertinente.
Bibliografia básica:
85
BRASIL. Lei de diretrizes e bases da educação nacional: (Lei 9.394/96) /
apresentação Carlos Roberto Jamil Cury. 4ª ed.,- Rio de Janeiro: DP & A, 2001.
BRASIL. Plano Nacional de Educação. Brasília. Senado Federal, UNESCO,
2001.
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica. Brasília.
Conselho Nacional de Educação.2001.
Bibliografia complementar:
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil, 1988. 2ª ed., Rio de
Janeiro: Expressão e Cultura, 2002.
BRASIL. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Brasília. Presidência da
República. 2003
BRZEZINSKI, I. (Org.) LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São
Paulo: Cortez, 2000.
FERREIRA, N. S. C. (Org.). Supervisão educacional para uma escola de
qualidade. 2ª ed., São Paulo: Cortez, 2000.
VERÇOSA, E. de G. (Org.). Caminhos da educação da colônia aos tempos
atuais. Maceió/São Paulo: Ed., Catavento, 2001.
Disciplina: FUNDAMENTOS DE LIBRAS – 60h
Ementa:
Estudo dos fundamentos da Língua Brasileira de Sinais (Libras), com noções
práticas de sinais e interpretação, destinado às práticas pedagógicas na
educação inclusiva.
Bibliografia básica:
BRITO, L. F. Por uma gramática de língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro: UFRJ, Departamento de Linguística e Filologia, 1995.
COUTINHO, D. Libras e língua portuguesa: semelhanças e diferenças. João
Pessoa: Editor: Arpoador , 2000.
QUADROS, R. M., KARNOPP, L. B. Línguas de sinais brasileira: estudos
linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
Bibliografia complementar:
FELIPE, T. A. Libras em contexto: curso básico, livro do estudante cursista.
Brasília: Programa nacional de apoio à educação dos surdos, MEC; SEESP;
2001.
GESSER, Audrei. Libras? que língua é essa?: crenças e preconceitos em torno
da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola, 2009.
LOPES FILHO, O. (Org.). Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 1997.
SACKS, O. W. Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo:
Companhia das Letras, 1998.
SALLES, H. M. M. L. et al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos
para prática pedagógica. 2 v.: Programa nacional de apoio à educação dos
surdos. Brasília: MEC, SEESP, 2005.
Disciplina: LÍNGUA LATINA – 80h
Ementa:
Estudo das estruturas básicas do latim e seu funcionamento como fundamento
das línguas românicas, máxime o português.
86
Bibliografia básica:
ALMEIDA, N. M. Gramática latina. São Paulo: Saraiva, 1981.
CARDOSO, Z. A. Iniciação ao latim. São Paulo: Ática, 1989.
GARCIA, J. M. Introdução à teoria e prática do latim. Brasília: Editora da UNB,
1993.
Bibliografia complementar:
ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Gramática latina: curso único e completo gramática, questionários, exercícios, provérbios, sentenças e anexis, excertos
de vários autores: Publílio Siro, Eutrópio, Vlério Máximo, César, Cícero, Fedro,
Virgílio, Horácio, Ovídio.. 29. ed. Saraiva, 2000.
BERGE, D. et alli. Ars latina. Petropólis: Vozes, 1993.
EMILIANO, António Henrique de Albuquerque. Latim e romance na segunda
metade do século XI: análise scripto-linguística de documentos notariais do
Liber Fidei de Braga de 1050 a 1110. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian,
2003.
MACEDO, Silvio de. Estrutura morfossintática do latim vulgar: pesquisa sobre a
função do morfema "de". Maceió: Imprensa Universitaria, 1976.
REZENDE, A. M. Latina essentia. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 1994.
Disciplina: LINGUÍSTICA APLICADA – 80h
Ementa
Definição de Linguística Aplicada (LA) e visão de seu objeto de estudo.
Fundamentos da LA com foco na aquisição, ensino e aprendizagem de línguas
estrangeiras (LE), segundas línguas (L2) e língua materna (LM). Diferentes
pesquisas aplicadas e seus pressupostos teóricos.
Bibliografia básica:
ARAÚJO, J. C. et al.. Linguística Aplicada e sociedade: ensino e aprendizagem
de línguas no contexto brasileiro. Campinas: Pontes Editores, 2011.
MOITA LOPES, L. P. da. Oficina de Linguística Aplicada. Campinas: Mercado
de Letras, 1996.
SILVA, K. A. da; ORTIZ ÁLVAREZ, M. L. Perspectivas de investigação em
Lingüística Aplicada. Campinas, SP: Pontes Editores, 2008.
Bibliografia complementar:
ALMEIDA FILHO, J.C.P. de. Linguística Aplicada, ensino de línguas e
comunicação. Campinas: Pontes Editores e ArteLíngua, 2006.
BRUNO, F. C. (Org.). Ensino-aprendizagem de línguas estrangeiras. Reflexão e
Prática. São Carlos: Claraluz, 2005.
FORTKAMP, M. B. M.; TOMITCH, L. M. B. (orgs.). Aspectos da Linguística
Aplicada. Florianópolis: Insular, 2000.
GERALDI, J. W. Linguagem e ensino: exercícios de militância e divulgação.
Campinas: Mercado de Letras, 1996.
MOITA LOPES, L. P. da. (Org.). Por uma Linguística Aplicada indisciplinar. São
Paulo: Parábola, 2006.
Disciplina: DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM – 80h
Ementa:
Estudo dos processos psicológicos do desenvolvimento humano e da
aprendizagem na adolescência e na fase adulta, relacionando-os com as
diversas concepções de homem e de mundo, identificando a influência das
87
diferentes teorias psicológicas na educação, numa perspectiva histórica.
Relação entre situações concretas do cotidiano do adolescente e do adulto
com as concepções teóricas de aprendizagem estudadas, considerando os
fundamentos psicológicos do desenvolvimento nos aspectos biológico,
cognitivo, afetivo e social na adolescência e na fase adulta através das
principais teorias da Psicologia do Desenvolvimento.
Bibliografia básica:
BEE, H. A Criança em desenvolvimento. São Paulo: Harbra, 1988.
BIAGGIO, A. M. B. Psicologia do desenvolvimento. Petrópolis: Vozes, 1988.
ERIKSON, E. H. Infância e sociedade. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1976.
Bibliografia complementar:
BECKER, F. Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos. Educação e
Realidade. Porto Alegre: ARTMED, 2001.
CASTRO, A. D. de. Piaget e a didática: ensaios. São Paulo: Saraiva, 1974.
FERREIRA, M. G. Psicologia educacional: análise crítica. São Paulo: Cortez,
1987.
GALLANTIN, J. Adolescência e individualidade. São Paulo: Harbra, 1978.
GOULART, I. B. Psicologia da educação: fundamentos teóricos e aplicações à
prática pedagógica. Petrópolis: Vozes, 1987.
Disciplina: LÍNGUA INGLESA 1 – 60h
Ementa:
Desenvolvimento integrado das habilidades oral, auditiva, leitora e escrita em
Língua Inglesa, em nível básico 1, da perspectiva dos Novos Letramentos, das
multimodalidades e do letramento crítico.
Bibliografia básica:
AMERICAN English course: textbook. London [England]: Barsa Planeta:
Linguaphone, 2005.
MORIN, E. Saberes globais e saberes locais: o olhar interdisciplinar. Rio de
Janeiro: Garamond Universitária, 2000.
STOFF, Rudolf. Gramática de inglês. 5. ed. Lisboa: Presença, 2002.
Bibliografia complementar:
BRITTO, Marisa M. Jenkins de; GREGORIM, Clovis Osvaldo. Michaelis inglês:
gramática prática. São Paulo: Melhoramentos, 2002.
BROUGH, Sonia. Gramática essencial de inglês. 2.ed. Lisboa, Portugal:
Editorial Presença, 2009.
JOHNSON, Karen E. Second language teacher education: a sociocultural
perspective. 1st ed. New York: Routledge, 2009.
TAVARES, Roseanne Rocha (Org.). Língua, cultura e ensino. Maceió: EDUFAL,
2006
SIGNORINI, I et CAVALCANTI, M. (orgs.) Linguística aplicada e
Transdisciplinaridade. Campinas: Mercado de Letras, 1998.
Disciplina:
PLANEJAMENTO,
APRENDIZAGEM – 80h
Ementa:
CURRÍCULO
E
AVALIAÇÃO
DA
88
Estudo dos princípios, fundamentos e procedimentos do planejamento, do
currículo e da avaliação, segundo os paradigmas e normas legais vigentes
norteando a construção do currículo e do processo avaliativo no Projeto
Pedagógico da escola de Educação Básica.
Tema Transversal: Pluralidade Cultural.
Bibliografia básica:
BRZEZINSK, I. (Org.). LDB Interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São
Paulo: Cortez, 1997.
GADOTTI, M.; ROMÃO, J. E. Autonomia da escola: princípios e propostas.
Guia da escola Cidadã. São Paulo: Cortez, 1997.
SAUL, A. M. Avaliação emancipatória. São Paulo: Cortez, Autores Associados,
1998.
Bibliografia complementar:
BRASIL. Congresso Nacional. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Brasília, 20 de dezembro de 1996.
COSTA, M. V. (Org.). O currículo nos limiares do contemporâneo. 2ª edição.
Rio de Janeiro: DP& A, 1999.
GOVERNO DO BRASIL. Diretrizes Curriculares para a Educação Básica.
Resoluções CNE/CEB nº 1 de 05.07.2000; nº 2 de 19.04.1998; nº 3/98 de
26.06.98; nº 1 de 05.07.2000; nº 2 de 19.04.1999; nº 3/99 de 03.04de 2002.
HERNANDEZ, F.; VENTURA, M. A organização do currículo por projetos de
trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio. 5º ed., Porto Alegre: ARTMED,
1998.
SECCO, Carmen Lucia Tindo; SALGADO, Maria Teresa; JORGE, Silvio
Renato. Pensando África: literatura, arte, cultura e ensino. Rio de Janeiro:
Fundação Biblioteca Nacional, 2010.
Disciplina: LINGUA INGLESA 2 – 60h
Ementa:
Desenvolvimento integrado das habilidades oral, auditiva, leitora e escrita em
Língua Inglesa, em nível básico 2, da perspectiva dos Novos Letramentos, das
multimodalidades e do letramento crítico.
Bibliografia básica:
BAKHTIN, M. M. Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais
do método sociológico na ciência da linguagem. 11. ed. São Paulo: Hucitec,
2004.
BROUGH, Sonia. Gramática essencial de inglês. 2.ed. Lisboa, Portugal:
Editorial Presença, 2009.
JOHNSON, Karen E. Second language teacher education: a sociocultural
perspective. 1st ed. New York/London: Routledge, 2009.
Bibliografia complementar:
BAKHTIN, M. M. Estética da criação verbal 4. ed. São Paulo: Martins Fontes,
2003.
FROMM, Guilherme; HERNANDES, Maria C. Lima. (Org.). Domínios de
linguagem 3 - práticas pedagógicas 2. 1ed.São Paulo: Edição dos autores,
2003.
FROMM, Guilherme; HERNANDES, Maria C. Lima. (Org.). Domínios de
Linguagem IV. 1ed.São Paulo: Edição dos autores, 2004.
89
MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 3. ed. São
Paulo: Cortez: UNESCO, 2001.
SANTOS, Boaventura de Sousa (Org.). Conhecimento prudente para uma vida
decente: um discurso sobre as ciencias revisitado. 2. ed. São Paulo: Cortez,
2006.
Disciplina: LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA 1 – 60h
Ementa:
Introdução à história das literaturas de língua inglesa. Estudo de textos
literários em língua inglesa a partir do ano 700 até a contemporaneidade, com
ênfase na formação das literaturas de língua inglesa e no teatro elisabetano.
Bibliografia básica
:
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. 5. ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2003.
HEANEY, Seamus. Beowulf: a new verse translation. New York: W. W. Norton &
Company, 2000.
SHAKESPEARE, William. The complete works of William Shakespeare. New
Jersey: Gramercy Books, 1990.
Bibliografia complementar:
ABRAMS, M. H. The Norton anthology of English literature. 6th ed. New York;
London: W. W. Norton, 1993.
BURGESS, Anthony. A literatura inglesa. 2. ed. Sao Paulo: Ática, 2008.
PRIESTLEY, J. B. Adventures in English literature. New York: Harcourt Brace
Jovanovich, 1989.
SHAKESPEARE, William. Macbeth. Porto Alegre: Movimento, 2006.
VIGOTSKY, L. S. A tragedia de Hamlet: principe da Dinamarca. Sao Paulo:
Martins Fontes, 1999.
Disciplina: PROJETO PEDAGÓGICO, ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DO
TRABALHO ESCOLAR – 80h
Ementa:
A Escola como organização social e educativa. As Instituições escolares em
tempos de mudança. O planejamento escolar e o Projeto Pedagógico:
pressupostos e operacionalização. Concepções de organização e gestão do
trabalho escolar. Elementos constitutivos do sistema de organização e gestão
da escola. Princípios e características da gestão escolar participativa. A
participação do professor na organização e gestão do trabalho da escola.
Bibliografia básica:
BICUDO, M. A. V.; SILVA JÚNIOR, M. A. Formação do educador: organização
da escola e do trabalho pedagógico. V.3. São Paulo: ENESP, 1999.
LIBÂNEO, J. C. Organização e gestão da escola: Teoria e Prática. 5ª ed.,
Goiânia: Alternativa, 2004.
VEIGA, I. P. A.; FONSECA, M. (Orgs.) As dimensões do projeto políticopedagógico. São Paulo: Papirus, 2001.
Bibliografia complementar:
LIMA, Licínio C. A escola como organização educativa. São Paulo: Cortez,
2001.
90
PETEROSKI, H. Trabalho coletivo na escola. São Paulo: Pioneira Thomson
Lerning, 2005.
VASCONCELOS, C. dos S. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e
projeto político-pedagógico. São Paulo: Libertad, 2001.
VEIGA, I. P. A; RESENDE, L. M. G. (Orgs.). Escola: espaço do Projeto PolíticoPedagógico. São Paulo: Papirus, 1998.
VIEIRA, S. L. (Org.) Gestão da escola: desafios a enfrentar. Rio de Janeiro:
DP&A , 2002.
Disciplina: LINGUA INGLESA 3 – 60h
Ementa:
Desenvolvimento integrado das habilidades oral, auditiva, leitora e escrita em
Língua Inglesa, em nível intermediário 1, da perspectiva dos Novos
Letramentos, das multimodalidades e do letramento crítico.
Bibliografia básica:
BAKHTIN, M. M. Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais
do método sociológico na ciência da linguagem. 11. ed. São Paulo: Hucitec,
2004.
BROUGH, Sonia. Gramática essencial de inglês. 2.ed. Lisboa, Portugal:
Editorial Presença, 2009.
JOHNSON, Karen E. Second language teacher education: a sociocultural
perspective. 1st ed. New York/London: Routledge, 2009.
Bibliografia complementar:
BAKHTIN, M. M. Estética da criação verbal, 4. ed. São Paulo: Martins Fontes,
2003.
FROMM, Guilherme; HERNANDES, Maria C. Lima. (Org.). Domínios de
linguagem 3: práticas pedagógicas 2. 1ed.São Paulo: Edição dos autores,
2003.
FROMM, Guilherme; HERNANDES, Maria C. Lima. (Org.). Domínios de
Linguagem IV. 1ed.São Paulo: Edição dos autores, 2004.
MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 3. ed. São
Paulo: Cortez: UNESCO, 2001.
SANTOS, Boaventura de Sousa (Org.). Conhecimento prudente para uma vida
decente: um discurso sobre as ciências' revisitado. 2. ed. São Paulo: Cortez,
2006.
Disciplina: LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA 2 – 60h
Ementa:
Estudo dos textos literários em língua inglesa a partir de temáticas e/ou
movimentos específicos do pós-renascimento até o século XIX. Reflexões
sobre os gêneros literários e sobre questões da crítica literária.
Bibliografia básica:
ABRAMS, M. H. The Norton anthology of English literature. 6th ed. New York;
London: W. W. Norton, 1993.
BURGESS, Anthony. A literatura inglesa. São Paulo: Ática, 2008.
KUPSTAS, Marcia; DEFOE, Daniel. Robinson Crusoe. São Paulo: FTD, 2003.
Bibliografia complementar:
91
CANDIDO, Antônio. Literatura e sociedade: estudos de teoria e história literária.
9. ed. Rio de Janeiro: Ouro Sobre Azul, 2006.
COMPAGNON, Antoine. O demônio da teoria: literatura e senso comum. Belo
Horizonte, MG: UFMG, 1999
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. 5. ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2003.
FULLER, Edmund; JO KINNICK, B. Adventures in American literature: the
colonial time, the marking of a nation the American imagination awakens, New
England's golden years. New York: 1963.
PRIESTLEY, J. B. Adventures in English literature. New York: Harcourt Brace
Jovanovich, 1989.
Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1 – 80h
Ementa:
Estudo prático-teórico da realidade escolar e de outros ambientes em que
ocorram ensino/aprendizagem de língua inglesa. O discurso pedagógico. Os
projetos pedagógicos. O papel político do professor. O cotidiano pedagógico:
observação e interpretação.
Bibliografia básica:
ALMEIDA FILHO, José Carlos Paes de. Dimensões comunicativas no ensino
de línguas. São Paulo: Pontes, 2002.
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais. Terceiro e Quarto Ciclos do
Ensino Fundamental. Língua Estrangeira. Brasília: Ministério da Educação,
Secretaria de Ensino Fundamental, 1998.
BRASIL. Orientações curriculares para o ensino médio: linguagens, códigos e
suas tecnologias. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação
Básica, 2006.
Bibliografia complementar:
ALMEIDA FILHO, José Carlos P. de. Linguística aplicada: ensino de línguas &
comunicação. Campinas, SP: Pontes, 2007.
BOHN, Hilario Inacio; VANDRESEN, Paulino. Tópicos de linguística aplicada: o
ensino de línguas estrangeiras. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1988.
LUCK, Heloisa. Ação integrada: administração, supervisão e orientação
educacional. 10a ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1991.
PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira (org.). Ensino de língua inglesa:
reflexões e experiências. 4. ed. Campinas: Pontes, 2010.
WIDDOWSON, H. G. Teaching language as communication. Oxford: Oxford
University Press, 1978.
Disciplina: PESQUISA EDUCACIONAL – 60h
Ementa:
Pressupostos e características da pesquisa em educação. A pesquisa
quantitativa e qualitativa em educação. Diferentes abordagens metodológicas
de pesquisa em educação. Fontes de produção da pesquisa educacional:
bibliotecas, meios informatizados, leitura e produção de textos e artigos com
diferentes abordagens teóricas. Etapas de um projeto de pesquisa educacional
para o Trabalho de Conclusão de Curso. O profissional da educação frente aos
desafios atuais no campo da pesquisa educacional.
92
Bibliografia Básica:
COSTA, Ana Lúcia; SANTOS, Maria Francisca Oliveira; ZOZZOLI, Rita Maria
Diniz (Org.). Pesquisas linguísticas: a interatividade da sala de aula. Maceió:
EDUFAL, 2002.
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Interdisciplinaridade: história, teoria e
pesquisa. 4. ed. Campinas: Papirus, 1999.
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Metodologia da pesquisa educacional. 10.
ed. Cortez, 2006.
Bibliografia Complementar:
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (Org.). A academia vai a escola. Campinas:
Papirus, 1995.
MOURA, Denilda (Org.). Os desafios da língua: pesquisas em língua falada e
escrita. Maceió: EDUFAL, 2008.
KRAMER, Sonia; LEITE, Maria Isabel F. Pereira (Orgs.). Infância: fios e
desafios da pesquisa. 9. ed. Campinas, SP: Papirus, 2007.
PÁDUA, E. M. M. de. Metodologia da pesquisa. Campinas: Papirus, 2000.
RAMPAZZO, L. Metodologia científica. São Paulo: Loyola, 2002.
Disciplina: LINGUA INGLESA 4 – 60h
Ementa:
Desenvolvimento integrado das habilidades oral, auditiva, leitora e escrita em
Língua Inglesa, em nível intermediário 2, da perspectiva dos Novos
Letramentos, das multimodalidades e do letramento crítico.
Bibliografia básica:
BROUGH, Sonia. Gramática essencial de inglês. 2.ed. Lisboa, Portugal:
Editorial Presença, 2009.
HANCOCK, Mark. English pronunciation: in use: intermediate - self-study and
classroom use. Cambridge, UK: Cambridge University Press, 2003.
NICHOLLS, Susan Mary. Aspectos pedagógicos e metodológicos do ensino de
inglês. Maceió: EDUFAL, 2001.
Bibliografia complementar:
CANAGARAJAH, A. Suresh. Resisting linguistic imperialism in English
teaching. Oxford: Oxford University Press, 1999.
HEATH, Shirley Brice. Ways with words: language, life, and work in
communities and classrooms. Cambridge: Cambridge University Press, 2009.
MORIN, E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo:
Cortez, 2001.
PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira (Org.). Ensino de língua inglesa:
reflexões e experiências. 4. ed. Campinas: Pontes, 2010.
TAVARES, Roseanne Rocha; BRYDON, Diana (Org.). Letramentos
transnacionais: mobilizando conhecimento entre Brasil/Canadá. Maceió:
EDUFAL, 2013.
Disciplina: LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA 3 – 60h
Ementa:
Estudo de textos literários em língua inglesa a partir de temáticas e/ou
movimentos específicos do século XX até a contemporaneidade. Reflexões
sobre os gêneros literários e sobre questões de estética.
93
Bibliografia básica:
BECKETT, Samuel. Esperando Godot. Sao Paulo: Cosac Naify, 2005.
MAGALHÃES JÚNIOR, Eduardo. Tickling the muses: a brief anthology of
American poetry. Maceió: EDUFAL, 1989.
WOOLF, Virginia. Um quarto que seja seu. Lisboa: Vega, 1972.
Bibliografia complementar:
ABRAMS, M. H. The Norton anthology of English literature. 6th ed. New York;
London: W. W. Norton, 1993.
BHABHA, Homi K. O local da cultura. Belo Horizonte: UFMG, 1998.
COMPAGNON, Antoine. O demônio da teoria: literatura e senso comum. Belo
Horizonte, MG: UFMG, 1999.
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. 6. ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2006.
GINSBERG, Allen; GINSBERG, Allen; WILLER, Claudio. Uivo. Kaddish e outros
poemas (1953-1960). 2. ed. Porto Alegre: L&PM, 1984.
Disciplina: FORMAÇÃO DO DOCENTE DE LÍNGUA INGLESA – 60h
Ementa:
Apresenta e discute fundamentos para a docência em língua inglesa, numa
perspectiva integrada, focalizando as habilidades de compreensão e produção
oral e escrita, avaliação e léxico-gramática.
Tema Transversal: Ética
Bibliografia básica:
BROWN, H. Douglas. Teaching by principles. New York: Longman, 1994.
SILVEIRA, Maria Inez Matoso. Línguas estrangeiras: uma visão histórica das
abordagens, métodos e técnicas de ensino. Maceió: Catavento, 1999.
RAJAGOPALAN, Kanavillil. Por uma linguística crítica: linguagem, identidade e
a questão ética. 3. ed. São Paulo: Parábola, 2008.
Bibliografia complementar:
ALMEIDA FILHO, José Carlos P. de. Linguística aplicada: ensino de línguas &
comunicação. Campinas, SP: Pontes, 2007.
BRITTO, Marisa M. Jenkins de; GREGORIM, Clovis Osvaldo. Michaelis inglês:
gramática prática. São Paulo: Melhoramentos, 2002.
BROUGH, Sonia. Gramática essencial de inglês. 2.ed. Lisboa, Portugal:
Editorial Presença, 2009.
HANCOCK, Mark. English pronunciation in use: intermediate - self-study and
classroom use. Cambridge, UK: Cambridge University Press, 2003.
KRAMSCH, Claire. Context and culture in language teaching. Oxford: Oxford
University Press, 1993.
Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO 2
Ementa:
Reflexão sobre a literatura e sua contribuição para a formação e a
sensibilização estética do aprendiz. Análise de textos literários e sua
contribuição para o ensino e a aprendizagem da língua inglesa. Seleção,
avaliação e organização de conteúdos e metodologias criativas de ensino
envolvendo gêneros literários.
94
Bibliografia básica:
ABRAMS, M. H. The Norton anthology of English literature. 6th ed. New York;
London: W. W. Norton, 1993.
BRANDÃO, Izabel. “The challenge of literature and foreign language teaching
and learning”. No. 37 (Jul/Dez 1999) Ilha do Desterro. Florianópolis: UFSC.
MOODY, H. L. B. Literary appreciation: a practical guide to the understanding
and enjoyment of literature in English. London: Longman, 1968.
Bibliografia complementar:
DE PAULA, Aldir Santos; PINHEIRO, Clemilton Lopes (Org.). Ao pé da letra:
reflexões sobre língua, literatura e ensino. Maceió: EDUFAL, 2007.
KRAMSCH, Claire. Language and culture. New York: Oxford University Press,
1998.
FREITAS, Alice Cunha de. Língua e literatura: ensino e pesquisa. São Paulo:
Contexto, 2003.
MOURA, Denilda (Org.) Oralidade e escrita: estudos sobre os usos da língua.
Maceió: EDUFAL, 2003.
ROCCO, Maria Thereza Fraga. Literatura, ensino: uma problemática. 2. ed.
São Paulo: Ática, 1992.
Disciplina: LINGUA INGLESA 5 – 60h
Ementa:
Desenvolvimento integrado das habilidades oral, auditiva, leitora e escrita em
Língua Inglesa, em nível avançado 1, da perspectiva dos Novos Letramentos,
das multimodalidades e do letramento crítico.
Temas Transversais:
Orientação Sexual
Saúde
Bibliografia básica:
LOURO, G. L. Currículo, gênero e sexualidade. Porto [Portugal]: Porto Editora,
2000.
NICHOLLS, Susan Mary. Aspectos pedagógicos e metodológicos do ensino de
inglês. Maceió: EDUFAL, 2001.
STOFF, Rudolf. Gramática de inglês. 5. ed. Lisboa: Presença, 2002.
Bibliografia complementar:
CANAGARAJAH, A. Suresh. Resisting linguistic imperialism in English
teaching. Oxford: Oxford University Press, 1999.
HEATH, Shirley Brice. Ways with words: language, life, and work in
communities and classrooms. Cambridge: Cambridge University Press, 2009.
MORIN, E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo:
Cortez, 2001.
PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira (Org.). Ensino de língua inglesa:
reflexões e experiências. 4. ed. Campinas: Pontes, 2010.
TAVARES, Roseanne Rocha; BRYDON, Diana (Org.). Letramentos
transnacionais: mobilizando conhecimento entre Brasil/Canadá. Maceió:
EDUFAL, 2013.
Disciplina: LINGUA INGLESA 6 – 60h
Ementa:
95
Desenvolvimento integrado das habilidades oral, auditiva, leitora e escrita em
Língua Inglesa, em nível avançado 2, da perspectiva dos Novos Letramentos,
das multimodalidades e do letramento crítico.
Bibliografia básica:
BROUGH, Sonia. Gramática essencial de inglês. 2.ed. Lisboa, Portugal:
Editorial Presença, 2009.
CANAGARAJAH, A. Suresh. Resisting linguistic imperialism in English
teaching. Oxford: Oxford University Press, 1999.
NICHOLLS, Susan Mary. Aspectos pedagógicos e metodológicos do ensino de
inglês. Maceió: EDUFAL, 2001.
Bibliografia complementar:
HEATH, Shirley Brice. Ways with words: language, life, and work in
communities and classrooms. Cambridge: Cambridge University Press, 2009.
MORIN, E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo:
Cortez, 2001.
PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira (Org.). Ensino de língua inglesa:
reflexões e experiências. 4. ed. Campinas: Pontes, 2010.
STOFF, Rudolf. Gramática de inglês. 5. ed. Lisboa: Presença, 2002.
TAVARES, Roseanne Rocha; BRYDON, Diana (Org.). Letramentos
transnacionais: mobilizando conhecimento entre Brasil/Canadá. Maceió:
EDUFAL, 2013.
Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO 3 – 80h
Ementa:
Orientação para a vivência da prática reflexiva no Ensino Fundamental.
Observação. Regência. Interpretação da realidade escolar e reflexão crítica
sobre as condições do ensino de língua inglesa para o Ensino Fundamental e a
Educação para jovens e adultos. Materiais didáticos: planejamento, aplicação e
avaliação.
Bibliografia básica:
ALMEIDA FILHO, José Carlos Paes de. Dimensões comunicativas no ensino
de línguas. São Paulo: Pontes, 2002.
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais. Terceiro e Quarto Ciclos do
Ensino Fundamental. Língua Estrangeira. Brasília: Ministério da Educação,
Secretaria de Ensino Fundamental, 1998.
WIDDOWSON, H. G. Teaching language as communication. Oxford: Oxford
University Press, 1978.
Bibliografia complementar:
ALMEIDA FILHO, José Carlos P. de. Linguística aplicada: ensino de línguas &
comunicação. Campinas, SP: Pontes, 2007.
BOHN, Hilario Inacio; VANDRESEN, Paulino. Tópicos de linguística aplicada: o
ensino de linguas estrangeiras. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1988.
LUCK, Heloisa. Ação integrada: administração, supervisão e orientação
educacional. 10a ed. Petropolis, RJ: Vozes, 1991.
MORIN, E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo:
Cortez, 2001.
PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira (Org.). Ensino de língua inglesa:
reflexões e experiências. 4. ed. Campinas: Pontes, 2010.
96
Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO 4 – 80h
Ementa:
Orientação para a vivência da prática reflexiva no Ensino Médio. Observação.
Regência. Interpretação da realidade escolar e reflexão crítica sobre as
condições do ensino de língua inglesa para o Ensino Médio e/ou a Educação
para jovens e adultos. Materiais didáticos: planejamento, aplicação e avaliação.
Bibliografia básica:
BRASIL. Orientações curriculares para o ensino médio: linguagens, códigos e
suas tecnologias. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação
Básica, 2006. p. 87-165.
MOITA LOPES, L.P. Identidades fragmentadas: a construção discursiva de
raça, gênero e sexualidade em sala de aula. Campinas: Mercado de Letras,
2002.
PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira (Org.). Ensino de língua inglesa:
reflexões e experiências. 4. ed. Campinas: Pontes, 2010., 2002.
Bibliografia complementar:
ALMEIDA FILHO, José Carlos P. de. Linguística aplicada: ensino de línguas &
comunicação. Campinas, SP: Pontes, 2007.
BARCELOS, A.M.F. Linguística aplicada: reflexões sobre ensino e
aprendizagem de língua materna e estrangeira. Campinas: Pontes Editores,
2011.
CORACINI, M. J. Interpretação, autoria e legitimação do livro didático: língua
materna e língua estrangeira. Campinas, SP: Pontes, 1999.
GOVERNO DO ESTADO DE ALAGOAS. Lei nº 6.757, de 3 de agosto de 2006.
Aprova o Plano Estadual de Educação para o período de 2006 a 2015, e dá
outras providências, Maceió, AL, 2006.
TILIO, Rogério. Atividades de leitura em livros didáticos de inglês: PCN,
letramento crítico e o panorama atual. Rev. bras. linguist. apl., Belo Horizonte,
2012. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S1984-63982012005000010
Disciplina: LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA –
60h
Ementa:
Apresenta as questões relacionadas aos métodos de ensino e aprendizagem
de língua inglesa, à formação de professores e à utilização das TICs à luz das
teorias dos Novos Letramentos, das reflexões sobre o pós-método e das
discussões sobre formas alternativas de produção de conhecimentos, segundo
as teorias da complexidade.
Temas Transversais: Ética. Direitos humanos.
Bibliografia básica:
ALMEIDA FILHO, José Carlos P. de. Linguística aplicada: ensino de línguas &
comunicação. Campinas, SP: Pontes, 20
KRAMSCH, Claire. Context and culture in language teaching. Oxford: Oxford
University Press, 1993.
RAJAGOPALAN, Kanavillil. Por uma linguística crítica: linguagem, identidade e
a questão ética. 3. ed. São Paulo: Parábola, 2008.
Bibliografia complementar:
97
FREIRE, P. Política e educação: Ensaios. São Paulo: Cortez, Coleção
Questões de Nossa Época, v. 23, 5ª edição, 2001.
MORIN, E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo:
Cortez, 2001.
SIGNORINI, I et CAVALCANTI, M. Linguística aplicada e transdisciplinaridade:
questões e perspectivas. Campinas: Mercado de Letras, 1998.
STELLA, P. et TAVARES, R. Projeto Pedagógico do curso de Letras Inglês da
UFAL: os letramentos em questão. Belo Horizonte: RBLA. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S198463982012005000013&lng=en&nrm=iso&tlng=pt>
TAVARES, R. R. (Org.) Língua, cultura e ensino. Maceió: EDUFAL, 2006.
17.2 Disciplinas eletivas
Disciplina: ANÁLISE E PRODUÇÃO DE MATERIAL PARA O ENSINO DE
LÍNGUA INGLESA – 45h
Ementa:
Analisa materiais didáticos para ensino de língua inglesa e propõe a produção
de materiais considerando as relações entre o global, o local e o ensino de
língua inglesa e as teorias dos Novos Letramentos.
Bibliografia básica:
BARBOSA, R. Formação de educadores: desafios e perspectivas. São Paulo:
Editoras da UNESP, 2003.
BRASIL. Orientações curriculares para o Ensino Médio: linguagens, códigos e
suas tecnologias - línguas estrangeiras. Brasília: MEC, 2006.
MORIN, E. Sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez,
Brasília - DF, UNESCO, 2000.
Bibliografia complementar:
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: línguas estrangeiras. Brasília:
MEC, 1998.
FREIRE, P. Carta de Paulo Freire aos professores. São Paulo: USP, Estudos
Avançados 15 (41), 2001.
JORDÃO, C. As lentes do discurso: letramento e criticidade no mundo digital.
Trab. Ling. Aplic., Campinas, 46(1): 19-29, Jan./Jun. 2007.
MENEZES DE SOUZA, L.M. Cultura, língua e emergência dialógica. Letras &
Letras, Uberlândia, v.26 n.2 p. 289-306, julho-dez, 2010.
MONTE MOR, W. Multimodalidades e comunicação: antigas novas questões
no ensino de línguas estrangeiras. Letras & Letras, Uberlândia, v.26 n.2 p. 469476, julho-dez, 2010.
Disciplina: ESTUDOS CULTURAIS E ENSINO DE LÍNGUA INGLESA – 45h
Ementa:
Discute os principais conceitos mobilizados nas discussões sobre global e local
em relação às construções de identidades, comunidades de prática e
produções de conhecimentos que interferem na prática de sala de aula do
professor de inglês do século XXI.
Bibliografia básica:
DU GAY, P. et alii. Doing Cultural Studies: the history of Sony Walkman.
98
London: The Open University Press, 2000.
HALL, Stuart. Identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A
Editores, 2006.
HALL, Stuart. Representation: cultural representations and signifying practices.
London: The Open University Press, 2000.
Bibliografia complementar:
BHABHA, Homi. The location of culture. New York: Routledge, 2010.
HALL, Stuart. Da diáspora: identidades de mediações culturais. Tradução de
Adelaine Resende et al. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2003.
SILVA, Tomaz Tadeu (Org.) Identidade e diferença: a perspectiva dos Estudos
Culturais. São Paulo: Vozes, 2000.
SILVA, Tomaz Tadeu. O que é afinal Estudos Culturais. São Paulo: Atentica,
2000.
SZEMAN, Imre et KAPOSY, Timothy (Eds.). Cultural theory: an anthology. UK:
Wiley-Blackwell, 2011.
Disciplina: GÊNEROS E ENSINO DE LÍNGUA INGLESA – 45h
Ementa:
Discute os principais conceitos relacionados à teoria dos gêneros,
considerando os gêneros primários e secundários e as formas de produção,
circulação e recepção desses gêneros tanto na esfera analógica quanto na
esfera digital.
Bibliografia básica:
BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes,
[1977] 2010.
DOLZ, Joaquim et SCHNEWLY, Bernard. Gêneros orais e escritos na escola.
Campinas: Mercado de Letras, 2008.
MARCUSCHI, Luiz Antonio. Produção textual, análise de gêneros e
compreensão. São Paulo: Parábola, 2008.
Bibliografia complementar:
BAKHTIN, Mikhail (VOLOCHINOV, V.N). Discurso na vida e discurso na arte:
sobre poética sociológica. Trad.: FARACCO, C. et TEZZA, C. Tradução para
fins didáticos, 1926/2003.
BAKHTIN, Mikhail (VOLOCHINOV, V.N). Marxismo e filosofia da linguagem.
Trad.: Michel Lahud e Yara Frateschi Vieira. São Paulo, Hucitec, 4a. edição,
[1929] 2010.
CAVALCANTE, Maria A.; FUMES, Neiza L.F. (Org.). Educação e Linguagem:
saberes e práticas. 1ed.Maceió: EDUFAL, 2006,
MELO Jr, J.N.. B. de et SANTOS, M.F.O.. (Org.). Perspectivas em Retórica e
Análise da Conversação: um percurso em gêneros textuais/discursivos.
1ªed.Maceió: Edufal, 2016.
SILVEIRA, Inez. M. Análise de Gênero Textual: Concepção Socio-retórica.
Maceió: EDUFAL, 2005.
Disciplina: INTRODUÇÃO À TRADUÇÃO – 45h
Ementa:
Apresenta procedimentos técnicos comumente aceitos na área da tradução.
Pratica a tradução de textos em diferentes gêneros, considerando a produção,
circulação e recepção desses textos.
99
Bibliografia básica:
BARBOSA, Heloísa Gonçalves. Procedimentos técnicos da tradução.
Campinas: Pontes, 2007.
BELL-SANTOS, Cynthia Ann et alii (Orgs.). Tradução e cultura. Rio de Janeiro:
7Letras, 2012.
THEODOR, Erwin. Tradução: ofício e arte. 2. ed., rev. São Paulo: Cultrix, 1983.
Bibliografia complementar:
ARROJO, Rosemary. Oficina de tradução: a teoria na prática. São Paulo: Ática,
1986.
MILTON, John. Tradução: teoria e prática. São Paulo: Martins Fontes, 2011.
OUSTINOFF, Michael. Tradução: história, teorias e métodos. São Paulo:
Parábola, 2011.
RICOEUR, Paul. Sobre a tradução. Belo Horizonte, MG: Editora UFMG, 2011.
ROBINSON, Douglas. Construindo o tradutor. Santa Catarina: EDUSC, 2002.
Disciplina: LITERATURA DE LÍNGUA INGLESA E CINEMA – 45h
Ementa:
Estudo de textos literários em língua inglesa em diálogo com adaptações para
o cinema. Reflexões sobre teorias da adaptação em relação ao texto literário
adaptado e sobre questões da crítica literária.
Bibliografia básica:
BROWN, Kathleen. Teaching literary theory using film adaptations. Jefferson:
MacFarland, 2009.
CURADO, Maria Eugênia. Adaptação, tradução, diálogo, correspondência ou
transformação. Mimeo, 2012. Disponível em:
<http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br>
HUTCHEON, Linda. A theory of adaptation. New York: Routledge, 2006.
MARTIN, Marcel. A linguagem cinematográfica. Trad. Paulo Neves. São Paulo:
Brasiliense, 2011.
Bibliografia complementar:
HAYWARD, Susan. The key concepts in cinema studies. London: Routledge,
2000.
GAUDREAULT, André; JOST, François. A narrativa cinematográfica. Trad.
Adalberto Müller, Ciro I. Marcondes, Rita J. Faleiros. Brasília: Ed. da UNB, 2009
(2007).
LAURETIS, Teresa. Technologies of gender: essays on theory, film, and fiction
(theories of representation and difference) . Bloomington and Indianapolis:
Indiana UP, 1987.
LEITCH, Thomas. Film adaptation and its discontents: from gone with the wind
to the passion of the Christ. Baltimore: Johns Hopkins UP, 2007.
MULVEY, Laura. Visual pleasure and narrative cinema. New York: Palgrave,
2009.
STAM, Robert; RAENGO, Alessandra (Eds.). Literature and film: a guide to the
theory and practice of film adaptation. Oxford: Blackwell, 2005.
WOOD, Michael. Film: a very short introduction. Oxford: Oxford University
Press, 2012.
100
Disciplina: LITERATURA E ENSINO DE LÍNGUA INGLESA – 45h
Ementa:
Reflexões e pressupostos teóricos sobre a literatura e sua contribuição para a
formação e a sensibilização estética dos/as aprendizes a para o
ensino/aprendizagem de inglês como língua estrangeira (EFL). Seleção,
avaliação e organização de conteúdos e metodologias criativas de ensino
envolvendo gêneros literários.
Bibliografia básica:
BRANDÃO, Izabel (Ed.) The challenge of literature and foreign language
teaching and learning. Ilha do Desterro, No. 37 (Jul/Dez 1999).
BRUMFIT, C. J.; CARTER, R.A (Eds.) Literature and language teaching.
Oxford: Oxford University Press, 1987.
CAVALCANTI, Ildney. “Atitudes, latitudes, interlúdios, altitudes: reflexões sobre
a tradução e o ensino de inglês como língua estrangeira”. In: SANTOS,
Josalba; OLIVEIRA, Luiz Eduardo. Literatura & ensino. Maceió: EDUFAL,
2008.
_____. “Literatura é língua, falada e escrita – perspectivas de pesquisa”. In
MOURA, Denilda (Org.) Oralidade e escrita: estudos sobre os usos da língua.
Maceió: EDUFAL, 2003. pp. 34-37.
COLLIE, Joanne; SLATER, Stephen. Literature in the language classroom.
Cambridge: Cambridge University Press, 1987
KRAMSCH, Claire. Context and culture in language teaching. Oxford: Oxford
University Press, 2000.
LAZAR, Gillian. Literature and language teaching. Cambridge: Cambridge
University Press, 1993.
Bibliografia complementar:
CUDDON, J. A. Dictionary of literary terms and literary theory. London:
Penguin, 1992.
DUFF, Alan; MALEY, Alan. Literature. Oxford: Oxford University Press, 1992.
HARMON, William; HOLMAN, C. Hugh. A handbook to literature. New Jersey:
Prentice Hall, 1999.
FORSTER, Josimeire Xavier. The literary text and the search for meaning: an
interface between language learning and literary awareness. Dissertação de
Mestrado. Maceió: UFAL, 2009.
KILDUF, M. e McCANNON. Working with short stories. Cambridge: Cambridge
University Press, 1995 (1991).
KRAMSCH, Claire. Language and culture. Oxford: Oxford University Press,
2000.
WAJNRYB, Ruth. Stories: narrative activities in the language classroom.
Cambridge: Cambridge University Press, 2005.
Disciplina: LITERATURA EM LÍNGUA INGLESA E ESTUDOS FEMINISTAS –
45h
Ementa:
Estudo de textos teóricos-críticos que abordam como as mulheres e o
“feminino” têm sido construídos através das representações em diversos
sistemas culturais em paralelo à leitura de textos literários produzidos por
autoras de língua inglesa.
101
Bibliografia básica:
ABRAMS, M.H., et al. (Eds). The Norton anthology of English literature, 5th
edition, vol.s I & II, New York and London: W. W & Company Ltd., 1986.
FUNCK, Susana (Org.) trocando ideias sobre a mulher e a literatura.
Florianópolis: Editora da UFSC,1994.
GILBERT, Sandra; GUNBAR, Susan (Eds.). The Norton anthology of literature
by women: the traditions in English. New York: Norton, 1985.
Bibliografia complementar:
BARNET, Sylvan et al. An introduction to literature: fiction, poetry and drama.
Illinois: Scott, Bresman & Company, 1997.
ERSKINE, Thomas; RICHARDS, Connie (Eds.). New Jersey: Rutgers
University Press, 1993.
EAGLETON, Terry. Literary theory: an introduction. Minneapolis: The University
of Minnesota Press, 1996.
FORSTER, E. M. Aspects of the novel. New York: HBJ, 1927.
WOOLF, Virginia. A room of one’s own. Cambridge: Cambridge University
Press, 1998.
Disciplina: NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS AO ENSINO DE LÍNGUA
INGLESA – 45h
Ementa:
Formação do professor de língua inglesa como um usuário de novas
tecnologias que reflete criticamente sobre as potencialidades e possibilidades
de utilização e inclusão dessas tecnologias no ensino-aprendizagem da língua
adicional.
Bibliografia básica:
BARRETO, R. G. “As políticas de formação de professores: novas tecnologias
e educação a distância”. IN: BARRETO, R. G. (Org.) Tecnologias educacionais
a distância: avaliando políticas e práticas. Rio de Janeiro, Quartet, 2001.
BELLONI, M. L. “A integração das tecnologias de informação e comunicação
aos processos educacionais”. IN: BARRETO, R. G. (Org.) Tecnologias
educacionais a distância: avaliando políticas e práticas. Rio de Janeiro,
Quartet, 2001a.
KENSKI, V. M. “O papel do professor na sociedade digital”. IN:A.D.CASTRO &
A.M.P. CARVALHO (Orgs.) Ensinar a ensinar: didática para a escola
fundamental e média. São Paulo: Pioneira/Thomson Learning, 2001b.
SAMPAIO, M. N. & LEITE, L. S. Alfabetização tecnológica do professor.
Petrópolis, Vozes, 2000.
Bibliografia complementar:
BARROS, S. & CAVALCANTE, P. S. “Os Recursos computacionais e suas
possibilidades de aplicação no ensino: segundo as abordagens de ensinoaprendizagem”. In: A. NEVES e P. C. CUNHA FILHO (coord) Projetos Virtus:
educação e interdisciplinaridade no ciberespaço. Editora da UFPE e Editora
Anhembi Morumbi, 2000.
BELLONI, M. L. O que é Mídia-Educação. Campinas: Editora Autores
Associados, 2001.
BEREITER, C. & SCARDAMALIA, M. “Repensando a Aprendizagem”. In:
D.R.OLSON e N. TORRANCE (Org.) Educação e Desenvolvimento Humano.
Porto Alegre, Artmed, 1996/2000.
102
DOWBOR, L. Tecnologias do Conhecimento: os desafios da Educação.
Petrópolis: Vozes, 2001.
KENSKI V. M. “Em direção a uma ação docente mediada pelas tecnologias
digitais”. IN: R.G. BARRETO (Org.) Tecnologias Educacionais a Distância:
avaliando políticas e práticas. Rio de Janeiro: Quartet, 2001.
Disciplina: TEORIA DO DISCURSO E ENSINO DE LÍNGUA INGLESA – 30h
Ementa: Reflexões a respeito de estudos centrados no ensino de língua
inglesa sob uma perspectiva discursiva, tomando por base noções teóricas
sobre sujeito, língua, história e ideologia à luz da Análise do Discurso de linha
francesa.
Bibliografia Básica:
CORACINI, M.J.; BERTOLDO, E.S. (Orgs.). O desejo da teoria e a
contingência da prática: discursos sobre e na sala de aula (língua materna e
língua estrangeira. Campinas: Mercado de Letras, 2003.
COX, M. I. P., de ASSIS-PETERSON, A. A. O professor de inglês (entre a
alienação e a emancipação). Linguagem e Ensino, v. 4, n. 1, p. 11-36, 2001.
FAIRCLOUGH, N. Discurso e mudança social. Coordenadora de tradução:
Izabel Magalhães. Brasília: Editora UnB, 2008.
LIMA, D.C. (org.). Inglês na escola pública não funciona: uma questão,
múltiplos olhares. São Paulo: Parábola, 2011.
MÉSZÁROS, I. A educação para além do capital. Tradução: I. Tavares. São
Paulo: Boitempo, 2008.
ORLANDI, E . Análise do discurso: princípios e procedimentos. Campinas:
Pontes, 2009.
PÊCHEUX, M. (1988) O discurso: estrutura ou acontecimento. Campinas:
Pontes, 2006.
______ . (1988) Semântica e discurso: uma crítica à afirmação do óbvio.
Tradução: Eni Orlandi et al. Campinas: Unicamp, 2009.
Bibliografia Complementar:
BRANDÃO, H. H. N. Introdução à análise de discurso. Campinas: Unicamp,
1997.
______ ; GHIRALDELO, C.M. Nas malhas do discurso: memória, imaginário e
subjetividade. Campinas: Pontes, 2011.
MALDIDIER, D. A inquietação do discurso: (re)ler Michel Pêcheux hoje.
Tradução: E. Orlandi. Campinas: Pontes, 2003.
SIGNORINI, I. Língua(gem) e identidade. Campinas: Mercado de Letras, 1998.
STEVENS, C. M. T.; CUNHA, M. J. C.(Orgs.). Caminhos e colheita: ensino e
pesquisa na área de inglês no Brasil. Brasília: Ed. Universidade de Brasília,
2003.
Disciplina: FONÉTICA E FONOLOGIA – 30h
Ementa:
Estuda o sistema fonológico da língua inglesa.
Bibliografia básica:
HANCOCK, M. English pronunciation in use. Cambridge: Cambridge University
Press, 2003.
KELLY, Gerald. How to teach pronunciation. Essex: Longman, 2007.
103
ROACH, Peter. English phonetics and phonology. Cambridge: Cambridge
University Press, 1998.
UNDERHILL, Adrian. Sound foundations: living phonology. Oxford:
Heinemann,1994
VAUGHAN-RHEES, M. Test your pronunciation. Essex: Penguin, 2002.
WELLS, J.C. Longman pronunciation dictionary. Essex: Longman, 1990.
Bibliografia complementar:
GIMSON, A.C. An tntroduction to the pronunciation of English. London: Edward
Arnold Publishers Ltd, 1970.
JENKINS, Jennifer. The phonology of English as an international language.
Oxford: Oxford University Press, 2000.
KENWORTHY, Joanne. Teaching English pronunciation. New York: Longman,
1987.
SHOCKEY, Linda. Sound patterns of spoken English. Cornwall: Blackwell
Publishing, 2003.
Disciplina: NOVOS LETRAMENTOS E ENSINO DE LÍNGUA INGLESA – 30h
Ementa:
Aprofundamento dos estudos teóricos sobre letramentos – multiletramentos e
letramentos críticos – e as implicações desses na educação e no ensino de
linguagem. Desenvolvimento de uma compreensão crítica da dialética entre
os recentes fenômenos sociais, culturais e linguísticos e as transformações
sociais observadas nas últimas décadas.
Bibliografia básica:
COPE, B.; KALANTZIS, M. Multiliteracies: literacy learning and the
design of social futures. London: Routledge, 2000.
GEE, J. P. Situated language and learning. New York & London, Routledge.
2004.
TAVARES, Roseanne Rocha; BRYDON, Diana (Org.). Letramentos
transnacionais: mobilizando conhecimento entre Brasil/Canadá. Maceió:
EDUFAL, 2013
Bibliografia complementar:
KRESS, G. & VAN LEEUWEN, T. (1996) Reading Images: the grammar of
visual design. London: Routledge, 1996.
LETRAMENTOS e mídias: música, televisão e jogos digitais no ensino de
língua e literatura. Maceió: Edufal, 2015.
NICHOLLS, Susan Mary. Aspectos pedagógicos e metodológicos do ensino de
inglês. Maceió: EDUFAL, 2001.
PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira (Org.) Ensino de língua inglesa:
reflexões e experiências. Campinas: Pontes, 2010.
PASCHOAL, Mara Sofia Zanotto de; CELANI, Maria Antonieta. Linguística
aplicada: da aplicação da linguística a linguística transdisciplinar.
104
18.TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICs
A implantação de plataforma de ensino e a capacitação dos docentes da
UFAL para o uso das ferramentas da Tecnologia da Informação e da
Comunicação têm sido pontos estruturantes para a transformação das aulas
tradicionais, levando a universidade para um novo patamar de interação e
facilitando a acessibilidade e a melhor integração de docentes e discentes.
Para essa consolidação a UFAL está se comprometendo com duas ações
básicas preponderantes: a) a substituição dos seus sistemas informatizados
acadêmicos e administrativos; b) reestruturação da rede lógica, em especial o
aumento de velocidade e o alcance da rede.
A instituição está, portanto, atenta a novas tendências e desafios para a
sociedade em um mundo contemporâneo, buscando sempre novas práticas
pedagógicas.
As ferramentas de Tecnologia da Informação e da Comunicação estão
disponibilizadas por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem – a Plataforma
Moodle, para aulas na modalidade a Distância e ou semipresenciais, não
ultrapassando os 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso,
conforme orienta a Portaria MEC Nº 4.059, de 10 de dezembro de 2004.
O uso das TICs, por parte dos estudantes com necessidades
educacionais favorece, não só o aprendizado, mas a participação com
autonomia na vida acadêmica. Assim, a UFAL possui o Núcleo de Assistência
Educacional – NAE – para promover e facilitar a acessibilidade pedagógica,
metodológica de informação e comunicação, conforme a Política de
Acessibilidade. Dessa forma, os docentes são incentivados a buscar nesses
núcleos orientações sobre o uso devido dessas tecnologias.
105
19. MATERIAL DIDÁTICO
O material didático em EaD passa por alguns processos peculiares a essa
modalidade. Inicia-se com a formação dos professores conteudistas19, pela
formação de uma equipe multidisciplinar (corretores, designers instrucionais,
designers gráficos e webdesigners) e pela permanente revisão e avaliação
desse material.
Visa-se à formação dos estudantes e à melhor forma de garantir que eles
desenvolvam
competências
e
habilidades
voltadas para
a
interação,
cooperação, crescimento grupal, trocando experiências e desenvolvendo a
autonomia. A EaD incentiva a autonomia, contribuindo para que o aluno seja
sujeito da aprendizagem. Por tratar-se de um curso que envolve a formação de
docentes, privilegia-se a problematização da prática. A partir da realidade
cotidiana vivida pelo professor em sala de aula, são resgatadas questões
teóricas, viabilizando a passagem do senso comum para a atitude teóricoreflexiva sobre a prática.
A metodologia do curso, de modo geral, privilegia uma abordagem
progressista, que incentive o aluno a construir o seu próprio conhecimento,
cabendo ao professor o papel de mediador.
A EaD deve fomentar as melhores condições possíveis para que o aluno
possa alcançar o aprendizado de forma efetiva, embora em um ritmo próprio e
peculiar. Dessa forma, o material didático pretendido é:
Material digital: apresenta o conteúdo básico da disciplina e se constitue
em um dos espaços de diálogo entre o professor/autor e o aluno. Desse modo,
a linguagem utilizada é dinâmica e motivadora, para que, apesar da distância
física, os alunos possam descobrir meios para o desenvolvimento da sua
autonomia na busca de conhecimento. Esse material é produzido pelo
professor conteudista em conjunto com o professor formador, além da equipe
responsável pela produção de material didático da CIED, seguindo uma
diagramação padrão dos cursos de Ead da UFAL. Esses recursos deverão
19
Devido a cortes orçamentários, não é possível preparar material didático para todas as
disciplinas do curso. Conforme orientação da própria CAPES e da CIED, foram utilizados
alguns materiais disponibilizados no SisUAB – Sistema da Universidade Aberta do Brasil.
106
estar sintonizados com o assunto estudado, transformando-se em mais um
meio de aprendizagem e compreensão do material estudado.
Outras
mídias:
complementação
da
aprendizagem
como
videoconferência, videoaula, teleaula etc.
No curso a distância, o ambiente oficial é a plataforma moodle –
estruturada de forma a atender todas as necessidades inerentes aos processos
de interação aluno x ambiente e aluno x professor/tutor, buscando permitir que
o aluno sinta-se integrado e incluído no processo de ensino-aprendizagem.
Vale ressaltar que todo o material didático deve passar pelo processo
anteriormente descrito de elaboração e avaliação permanentes, para o
aprimoramento constante da sua qualidade, visando ao fortalecimento do
processo de aprendizagem dos estudantes.
107
20. ATIVIDADES DE TUTORIA
O tutor atua como um mediador entre os professores, alunos e a
instituição. Cumpre o papel de auxiliar do processo de ensino e aprendizagem
ao esclarecer dúvidas de conteúdo, reforçar a aprendizagem, coletar
informações sobre os estudantes e prestar auxílio para manter e ampliar a
motivação dos alunos.
O tutor é uma figura de destaque, responsável pelo bom andamento das
atividades. Esse profissional assume a missão de articulação de todo o sistema
de ensino-aprendizagem, quer na modalidade semipresencial ou a distância.
Cabe ao tutor acompanhar, motivar, orientar e estimular a aprendizagem
autônoma do aluno, utilizando-se de metodologias e meios adequados.
Sua função é estratégica, tendo como finalidade resolver os problemas de
comunicação, bem como outros que surjam ao longo do processo de ensino.
Há dois tipos de tutorias: presencial e a distância.
A tutoria presencial ocorre quando o aluno se dirige ao Polo para
esclarecer dúvidas a respeito de questões administrativas e acadêmicas do
curso. É também responsabilidade da tutoria presencial dar apoio nas
atividades presenciais com o docente das disciplinas.
O tutor a distância é um orientador da aprendizagem para os alunos,
promovendo acompanhamento no curso das disciplinas. Os alunos buscam
contato com o tutor, com os seguintes meios de comunicação: telefone,
ferramenta do ambiente virtual e de aprendizagem e e-mail.
O projeto se propõe a desenvolver um fluxo de comunicação interativa e
bidirecional, mediada pela ação tutorial com acompanhamento pedagógico e
avaliação sistemática da aprendizagem. Concebe-se a educação como uma
ação consciente e coparticipativa que possibilite ao aluno a construção de um
projeto profissional político e inovador. É nessa perspectiva que se situa a ação
tutorial, com o propósito de propiciar ao estudante a distância um ambiente de
aprendizagem
personalizado,
capaz
de
satisfazer
suas
necessidades
educativas.
A relação tutor/aluno para o curso de Letras segue os parâmetros
indicados no Ofício Circular 20/2011 DED/CAPES, sendo 1 tutor a cada 30
108
hora/aula por grupo de 25 alunos para atividades online e 2 tutores presenciais
por polo (mínimo 50 alunos).
A seleção dos tutores, realizada pela Coordenadoria Institucional de
Educação a Distância e pela COPEVE, segue os parâmetros dos ofícios
20/2011 e 21/2011 da DED/CAPES.
109
21. MECANISMOS DE INTERAÇÃO ENTRE DOCENTES, TUTORES E
ESTUDANTES
- Coordenador de Curso: coordenador da habilitação oferecida –
profissional graduado em Letras ou áreas afins, com formação mínima de
mestre, com experiência comprovada de magistério superior, responsável pelas
articulações em setores específicos e que transitará pelos diversos tipos de
atividades no sistema geral.
Funções: supervisionar o funcionamento do curso e de todo processo
educacional, permitindo
o
bom
andamento
do
processo
pedagógico;
supervisionar as tutorias; indicar e avaliar a nomeação dos tutores e
supervisores; acompanhar os aspectos formais e administrativos do curso,
como matrícula, calendário de atividades, acompanhamento de oferta das
disciplinas.
- Estudantes: corpo discente matriculado no curso a distância.
Funções: construir e manter uma postura autônoma, independente e ativa
em seu processo de aprendizagem; aprender a trabalhar em grupo e a
desenvolver o espírito de colaboração; manter interações, envolvendo tanto o
conteúdo do curso quanto a comunicação pessoal; participar plenamente na
construção de uma aprendizagem colaborativa, evidenciada pelos comentários
dirigidos de um aluno a outro, mais que de aluno a professor; construir
significados socialmente, evidenciados pelo acordo ou pelo questionamento;
compartilhar recursos com outros alunos; expressar apoio e estímulo trocados
com outros alunos, além de vontade de avaliar criticamente o trabalho dos
colegas.
- Professores autores/conteudistas: professores responsáveis pela
produção dos materiais didáticos e/ou em Ambientes Virtuais de Aprendizagem
(AVA). O professor conteudista deverá ser especialista, mestre ou doutor, na
área em que desenvolverá o material didático, e ter experiência e domínio na
utilização de tecnologias de informação e comunicação. O professor deverá ter
conhecimento dos conteúdos específicos da disciplina para a qual elaborará o
material. Esse profissional deve sugerir ao professor formador, ao início do
módulo, cronograma com as unidades curriculares.
110
Funções: elaborar e entregar os conteúdos dos módulos desenvolvidos
ao longo do curso no prazo determinado; adequar conteúdos, materiais
didáticos, mídias e bibliografia utilizadas para o desenvolvimento do curso à
linguagem da modalidade a distância; adequar e disponibilizar, para o
coordenador de curso, o material didático nas diversas mídias; participar e/ou
atuar nas atividades de capacitação desenvolvidas na Instituição de Ensino;
participar de grupos de trabalho voltados à produção de materiais didáticos
para a modalidade a distância.
- Professores formadores: professores responsáveis pela oferta das
disciplinas do curso. O professor formador deverá ser especialista, mestre ou
doutor na área da disciplina que ministrará, bem como ter experiência e
domínio na utilização de tecnologias de informação e comunicação.
Funções: assumir uma posição de dinamizador da inteligência coletiva,
encorajando os estudantes à autorreflexão e permitindo uma contribuição mais
ativa e profunda; manter relações positivas na sala de aula virtual; promover a
participação dos estudantes, encorajando e corrigindo suas contribuições;
organizar, planejar e gerenciar continuamente as atividades e a comunidade;
desenvolver as atividades docentes na capacitação de coordenadores,
professores e tutores mediante o uso dos recursos e metodologia previstos no
plano de capacitação; participar das atividades de docência das disciplinas
curriculares do curso; participar de grupo de trabalho para o desenvolvimento
de metodologia na modalidade a distância; coordenar as atividades
acadêmicas dos tutores atuantes em disciplinas ou conteúdos sob sua
coordenação; apresentar ao coordenador de curso, ao final da disciplina
ofertada, relatório do desempenho dos estudantes e do desenvolvimento da
disciplina; elaborar relatórios semestrais sobre as atividades de ensino
no
âmbito
de
suas atribuições, para encaminhamento à DED/CAPES/
MEC, ou quando solicitado.
- Coordenador de Tutoria: professor ou pesquisador que atuará nas
atividades de coordenação de tutores do curso e no desenvolvimento de
projetos de pesquisa relacionados.
Funções: participar das atividades de capacitação e atualização;
acompanhar o planejamento e o desenvolvimento dos processos seletivos de
tutores, em conjunto com o coordenador de curso; acompanhar as atividades
111
acadêmicas do curso; verificar “in loco” o bom andamento dos cursos; informar
para o coordenador do curso qual a relação mensal de tutores aptos e inaptos
para recebimento de bolsas; acompanhar o planejamento e desenvolvimento
das atividades de seleção e capacitação dos tutores envolvidos no programa;
acompanhar e supervisionar as atividades dos tutores; encaminhar à
coordenação do curso relatório semestral de desempenho da tutoria.
- Tutores (presenciais, a distância): profissionais licenciados em Letras,
que atuarão no Polo de Apoio Presencial ou na Instituição.
Funções: orientar o processo de aprendizagem dos alunos, garantindo o
cumprimento dos objetivos do ensino; criar propostas de atividades e auxiliar
na sua resolução, sugerindo - quando necessário - fontes de informação
alternativas; interagir com os alunos em encontros presenciais e/ou virtuais, de
forma individual ou em grupos, visto que atuam como agentes dinamizadores,
organizadores e principalmente orientadores, fazendo com que os estudantes
possam perceber a construção do seu próprio conhecimento; desenvolver
competência tecnológica; manter assiduidade no feedback; ter capacidade de
gerenciamento de equipes, de gestão de pessoas e ter domínio sobre o
conteúdo; possuir competência de comunicação e de mediação.
- Equipe de apoio tecnológico e de logística: equipe responsável pela
viabilização das ações planejadas pela equipe pedagógica e de produção de
material didático.
112
22.AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL
A avaliação conforme concebida no Projeto Pedagógico Institucional –
PPI – é um fator de gestão no sentido de possibilitar correções, reorientar
práticas pedagógicas, refletir sobre os projetos pedagógicos, delimitar os
obstáculos administrativos, no âmbito do curso, pelo acompanhamento do
Projeto Pedagógico e pela avaliação do processo ensino/aprendizagem. Desse
modo, ela se explicita, de forma clara e objetiva, no Projeto Pedagógico de
Curso que prevê tempo amplo para o processo de sua auto-avaliação
pedagógica.
A avaliação é um mecanismo que contribui para as respostas dadas às
demandas da sociedade e da comunidade científica, e deve ser entendida
como um processo amplo e co-participativo, respeitando os critérios
estabelecidos no regulamento geral dos cursos de graduação.
Transcende a concepção de avaliação da aprendizagem e deve ser
integrada ao PPC como dado que interfira consistentemente na ação
pedagógica do curso, de maneira que garanta a flexibilização curricular, e que
permita a adequação do desenvolvimento acadêmico à realidade na qual se
insere a UFAL. A avaliação requer, portanto, por parte de todos os atores
envolvidos com o processo educacional, uma permanente aferição avaliativa
do Projeto Pedagógico em relação aos fins pré-constituídos, às metas e às
ações definidas. Assim, a avaliação deve ser percebida como movimento de
reflexão sobre os constitutivos do processo de ensino-aprendizagem, do plano
pedagógico e das atividades curriculares.
22.1 Procedimentos de avaliação no processo de ensinoaprendizagem.
A avaliação do processo ensino-aprendizagem insere-se na própria
dinâmica curricular. A avaliação é, portanto, uma atitude de responsabilidade da
instituição, dos professores e dos alunos acerca do processo formativo. A
avaliação que se propõe não é uma atividade puramente técnica; deve ser
processual e formativa; e deve manter coerência com todos os aspectos do
planejamento e da execução do Projeto Pedagógico do curso.
113
A avaliação da aprendizagem considera os aspectos legais determinados
na Lei de DBEN no que concerne à aferição quantitativa do percentual de 75%
de presença às atividades de ensino previstas pela carga horária de cada
disciplina e no total da carga horária do curso. Considera também a aferição
qualitativa em relação ao total de pontos obtidos pelo aluno em cada disciplina.
No plano interno, a avaliação da aprendizagem atende ao Art. 9º. da
Resolução 25/05 – CEPE, que determina que o regime de aprovação do aluno
em cada disciplina será efetivado mediante a apuração da frequência às
atividades didáticas e do rendimento escolar.
Nesse entendimento, o Art. 10 afirma que: “Será considerado reprovado
por falta o aluno que não comparecer a mais de 25% (vinte e cinco por cento)
das atividades didáticas realizadas no semestre letivo.
Parágrafo Único - O abono, compensação de faltas ou dispensa de
frequência, só será permitido nos casos especiais previstos nos termos do
Decreto-Lei no 1.044 (21/10/1969), Decreto-Lei no 6.202 (17/04/1975) e no
Regimento Geral da UFAL.
A mesma resolução apresenta de forma detalhada como se efetiva a
avaliação do rendimento escolar nos seguintes artigos:
Art. 11 - A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre
letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
§ 1o – Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação,
inclusive prova final, após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48
(quarenta e oito) horas, das notas obtidas pelo aluno em avaliações
anteriores.
§ 2o - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de
avaliação e, no prazo de 02 (dois) dias úteis após a divulgação de cada
resultado, poderá solicitar revisão da correção de sua avaliação, por uma
comissão de professores designada pelo Colegiado do Curso.
Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio
Curricular Obrigatório, quando previsto no PPC.
114
Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que
possível, aos conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será
resultante de mais de 01 (um) instrumento de avaliação, tais como:
provas escritas e provas práticas, além de outras opções como provas
orais, seminários, experiências clínicas, estudos de caso, atividades
práticas em qualquer campo utilizado no processo de aprendizagem.
§ 1o - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um)
ou mais dos instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação
Bimestral (AB) respectiva, calculada considerando-se a média das
avaliações programadas e efetivadas pela disciplina.
§ 2o - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete)
em uma das 02 (duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do
semestre letivo, a ser reavaliado naquela em que obteve menor
pontuação, prevalecendo, neste caso, a maior
Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média
aritmética, apurada até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações
Bimestrais.
§ 1o - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota
Final (NF) das Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
§ 2o - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF)
das Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais
igual ou superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a
prestar a Prova Final (PF).
Parágrafo Único - A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da
disciplina ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em
época posterior às reavaliações, conforme o Calendário Acadêmico da
UFAL.
Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final
(PF), em cada disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou
superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco décimos).
Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a média
ponderada da Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6
(seis), e da nota da Prova Final (PF), com peso 4 (quatro).
115
Art. 17 - Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo
comparecido à Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo
de doença, devendo requerê-la ao respectivo Colegiado do Curso no
prazo de 48 (quarenta e oito) horas após a realização da prova.
Parágrafo Único - A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até
05 (cinco) dias após a realização da primeira chamada, onde
prevalecerá o mesmo critério disposto no Parágrafo único do Art. 16.
Compreendemos que a avaliação da aprendizagem é condizente com a
concepção de ensino aprendizagem que norteia a metodologia adotada para a
consecução da proposta curricular, de forma a fortalecer a perspectiva da
formação integral dos alunos, respeitando a diversidade e a pluralidade das
suas formas de manifestação e participação nas atividades acadêmicas, sem
se distanciar, entretanto, das determinações legais e institucionais. O advento
das TIC produziu mudanças em nosso modo de pensar e agir, alterando
profundamente nosso cotidiano, não podendo ser diferente na dimensão
educacional, sobretudo, na modalidade a distância.
A concepção de EaD nos conduz a todas as formas de aprendizagem em
que a figura do professor e do aluno encontram-se distantes. Essas formas
englobam um conjunto de estratégias educativas que pressupõem a utilização
de tecnologias convencionais e modernas (digitais), permitindo estudos
individuais ou em grupo.
Em EaD, a avaliação é feita em momentos presenciais e on-line, sendo a
avaliação presencial preconizada pela legislação (LDB 9394/96 e, sobretudo, o
Decreto 5622/2005), que exige definição prévia dos locais para sua realização.
Os resultados dos exames presenciais devem prevalecer sobre os demais
resultados da avaliação a distância.
O processo avaliativo se dará durante todo o desenvolvimento do curso,
tendo como pressupostos básicos a avaliação participativa e processual,
atendendo aos diversos níveis de avaliação, tais como a avaliação da
aprendizagem, do material utilizado e da metodologia, tanto do professor
quanto do curso.
A avaliação didático-pedagógica está fundamentada numa perspectiva
emancipatória em que o aluno, a partir da reflexão da sua prática pedagógica,
associando-a aos conceitos teóricos discutidos ao longo do curso, possa
116
desenvolver uma proposta de autonomia pessoal e desenvolvimento
profissional que extrapole os modelos tradicionais de avaliação.
A importância dessa avaliação processual, nos seus diversos níveis,
constitui
uma
prática
constante
de
realimentação,
possibilitando
as
intervenções que se fizerem necessárias, como forma de minimizar as
possíveis dificuldades no processo. O processo avaliativo da aprendizagem
desenvolve-se de forma quantitativa e qualitativa de acordo com as
normatizações da UFAL.
O processo de avaliação da aprendizagem constará de avaliações
presenciais e não presenciais. As avaliações a distância podem se constituir,
de acordo com a essência de cada módulo, de trabalhos enviados para os
polos pelos tutores e por eles corrigidos, ou de exames a distância, com prazo
para retorno das soluções. Também serão utilizadas atividades avaliativas por
meio das quais o processo de construção do conhecimento será avaliado,
conforme proposto pelo módulo ou atividade de curso, bem como o progresso
na aquisição de habilidades e competências previstas.
Essas atividades serão elaboradas pelo professor de cada disciplina e
discutidas com os tutores. São exemplos de avaliações a distância: relatórios
de projetos ou de pesquisas; participação em trabalhos; provas; estudos de
caso, preparação e análise de planos; observação de aulas; entrevistas;
memorial; monografia; exercícios; redação de textos; elaboração de material
didático, comentários e resenhas sobre textos e vídeos; resolução de
problemas, solução de casos práticos. Essas avaliações devem incluir
atividades em grupo, de modo a estimular a interação entre estudantes com o
objetivo de compartilhar as dificuldades e buscar soluções para os problemas.
Os alunos realizarão, nos polos, uma avaliação presencial ao final de
cada módulo, considerando a exigência legal do MEC para os cursos a
distância. A avaliação será elaborada pelos especialistas do módulo e discutida
com os tutores. O processo de impressão, empacotamento e transporte da
avaliação será acompanhado pelo coordenador do curso e pelos tutores que
também estarão presentes nos polos no momento de sua aplicação.
A autoavaliação deverá permear o material didático, levando o aluno a
avaliar seu progresso e a desenvolver estratégias de metacognição ao se
conscientizar dos diversos aspectos envolvidos em seus processos cognitivos.
117
A autoavaliação auxiliará o estudante a tornar-se mais autônomo, responsável,
crítico, capaz de desenvolver sua independência intelectual. O aluno realizará
as atividades de autoavaliação constantes no material didático, o que permitirá
uma forma de auto-observação e autoconhecimento, para que o estudante
avalie o seu progresso.
As avaliações não presenciais podem ser feitas com ferramentas de
comunicação e interação síncronas (chat, sala de aula virtual, tutoria online
etc.) e assíncronas (e-mail, lista de discussão, fóruns, prova virtual, portfólio do
aluno etc.), com monitoramento a distância do aluno.
Entende-se por avaliação um processo contínuo de geração de
informações que norteiem as ações pedagógicas e a gestão acadêmica,
visando o crescimento qualitativo do curso. Para tanto, os principais
instrumentos adotados serão os propostos pelo INEP/MEC, como a Portaria nº
1.081, de 29 de agosto de 2008, que trata da Avaliação de Cursos de
Graduação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior –
(SINAES) e a Portaria nº 1 de 5 de janeiro de 2009 que aprova, em extrato, o
instrumento de avaliação para reconhecimento de cursos de graduação Bacharelados e Licenciaturas do Sistema Nacional de Avaliação da Educação
Superior – SINAES.
A avaliação, instrumento essencial para a determinação das efetivas
condições de ensino-aprendizagem do aluno-professor (aspirante a uma
formação de primeira licenciatura), fundamental para a realização de seus
objetivos educativos e profissionais, ocorrerá nas seguintes dimensões:
- Avaliações pelo corpo docente: avaliações dos alunos; avaliação
da disciplina e dos recursos educacionais;
- Avaliações pelo corpo discente: avaliação dos professores, dos
recursos educacionais e da disciplina.
- Avaliação institucional.
22.2 Avaliação do curso
A CPA/UFAL (Comissão Própria de Avaliação) tem por finalidades
elaborar e desenvolver, junto à comunidade acadêmica, à administração e aos
conselhos superiores, uma proposta de autoavaliação institucional, além de
118
coordenar e articular os processos internos da avaliação da UFAL, de acordo
com o projeto de autoavaliação aprovado, dentro dos princípios e diretrizes do
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES (Lei nº
10.861/2004). São objetivos da CPA/UFAL:
I. Promover uma cultura avaliativa no âmbito da Universidade;
II. Articular os procedimentos de construção, implantação e implementação da
autoavaliação, em conjunto com as Comissões de Autoavaliação – CAAs, que
se constituem nas Unidades Acadêmicas, Unidades Educacionais ou Campi
fora de sede.
III. Estimular a melhoria da qualidade educativa pela otimização das atividades
de ensino, pesquisa e extensão;
IV. Proceder à avaliação institucional interna no âmbito da UFAL;
V. Elaborar relatórios de autoavaliação institucional.
COMISSÃ O PRÓPRIA DE AVALIAÇÃ O – CPA20
Ato de designação da CPA:
Portaria 265 de 07 de março 2014.
Portaria 1218 de 14 de julho de 2017.
Representantes Docentes da Administração Central
Tiago Leandro da Cruz Neto (titular)
Juscieny Carvalho Santana (suplente)
Representantes Docentes Ciências Humanas e Sociais
Maria Dolores Fortes Alves (titular)
Maria Aparecida Viana (suplente)
Representantes Docentes Ciências Exatas e Naturais
César Peixoto da Rocha (titular)
Luis Tarcísio Gomes Martins (suplente)
Representantes Docentes Ciências da Saúde
Luis Carlos Oliveira dos Santos (titular)
Maria José Lorena de Menezes (suplente)
Representantes Docentes Campus Arapiraca
Alexandre Ricardo de Oliveira (titular)
20 http://www.ufal.edu.br/pei/cpa
http://www.ufal.edu.br/cpa/legislacao/portarias/portaria-cpa-2017-2019/view
119
Diogenes Meneses dos Santos (suplente)
Representantes Docentes Campus Sertão
Lucas Gama Lima (titular)
Carlos Eduardo Muller (suplente)
Representantes Técnicos Campus AC Simões
Márcia Valéria Oliveira Gonçalves (titular)
Jean Luiz Davino dos Santos (suplente)
Representantes Técnicos Campus Arapiraca
Cledja Santos de Almeida (titular)
Marcius Antonio de Oliveira (suplente)
Representantes Técnicos Campus Sertão
Adeilton Jorge Sobrinho (titular)
Vinnicyus Philyppe Gracindo (suplente)
Representantes da Sociedade Civil
Fórum Permanente de Educação de Alagoas – FEPEAL
Juliano Matias de Brito (titular)
Marly do Socorro Peixoto Vidinha (suplente)
Sindicato dos Trabalhadores da Educação em Alagoas – SINTEAL
Girlene Lázaro da Silva (titular)
Josefa da Conceição (suplente)
Representantes Estudantis
Weldja Marques da Silva– Ciências Sociais Bacharelado (titular)
Erisvaldo Félix de Fárias Junior – Psicologia AC Simões (suplente)
Clayton Nilo Cavalcanti – Geografia Licenciatura AC Simões (titular)
Clayton dos Santos Silva – Agronomia CECA (suplente)
Gabriel Nascimento Santos (História Licenciatura AC Simões (titular)
Amanda Balbino da Silva – Ciências Sociais Bacharelado (suplente)
Felipe Costa Oliveira – Administração AC Simões (titular)
Rosetânia Lopes Pereira – Serviço Social AC Simões (suplente)
Conforme Resolução nº 52/2013-CONSUNI/UFAL, de 05 de agosto de
2013, A CPA/UFAL será subsidiada, em todas as ações, pelas Comissões de
Autoavaliação (CAAs) constituídas em cada Unidade Acadêmica e/ou Campi
Fora de Sede.
120
O curso de Letras com habilitação em Língua Inglesa a distância da FALE
deve passar periodicamente por um processo de avaliação interna, com o
objetivo
de
garantir
a
abertura
para
possíveis
reajustes
e
futuras
reformulações. Uma comissão interna de avaliação, formada por docentes e
representantes discentes, designada para este fim pela diretoria da FALE,
avalia, a partir de critérios e recursos previamente discutidos pela comunidade
acadêmica da FALE, os seguintes aspectos: a) o contexto do curso – campo de
trabalho, perfil do ingressante; b) finalidade do curso – alcance dos objetivos e
das estratégias, evolução das áreas do conhecimento pertinentes ao curso; c)
resultado do projeto do curso – índice de evasão e reprovação e desempenho
dos egressos; d) aspectos técnico-administrativo-acadêmicos – qualificação e
desempenho dos professores e profissionais técnico-administrativos; e)
instalações físicas.
No planejamento e execução da autoavaliação, no âmbito da Unidade
Acadêmica ou Campi, são atribuições das Comissões de Autoavaliação
(CAAs): I - Participar dos fóruns de debate sobre avaliação institucional; II Aplicar os instrumentos de avaliação institucional, elaborados no âmbito da
CPA/UFAL; III - Organizar, tratar e analisar os dados coletados e elaborar
relatórios; IV - Encaminhar às subcomissões os relatórios respectivos as suas
dimensões; V - Estimular, dentro da sua Unidade Acadêmica, a construção de
uma cultura de autoavaliação; VI - Discutir, no âmbito da sua Unidade
Acadêmica, os resultados da autoavaliação; VII - Propor, tanto no âmbito da
Unidade Acadêmica quanto ao nível dos fóruns gerais, medidas para
aperfeiçoar o sistema de avaliação institucional.
Comissão de Auto Avaliação da Faculdade de Letras21 – FALE/UFAL:
DOCENTES
Lívia Andrade
Cristina Felipeto
Alan Jardel
Yann Hamonic
SUPLENTES
Ana Cecília Acioli Lima
Magda Souto
Adna Lopes
Humberto Meira
21
http://www.ufal.edu.br/pei/cpa/dos-componentes-das-caas/comissoes-de-auto-avaliacao-porunidade-campi
121
TÉCNICOS
TITULARES
Rosana Portela
Maykew Douglas Assis de Gusmão
SUPLENTES
José Alberto Ribeiro
Juliana Vanessa dos Santos Silva
DISCENTES
TITULARES
Crisslen Nayara Oliveira Pontes
Raimundo Nonato
SUPLENTES
José Claudenelton Costa
Ariane Ferreira Ferro
A avaliação permanente do Projeto Pedagógico do Curso é importante
para aferir o sucesso do novo currículo do curso, como também para certificarse de alterações futuras que venham a melhorá-lo, uma vez que o projeto é
dinâmico e deve passar por constantes avaliações.
Os mecanismos a serem utilizados deverão permitir uma avaliação
institucional e uma avaliação do desempenho acadêmico – ensino e
aprendizagem – de acordo com as normas vigentes, viabilizando uma análise
diagnóstica e formativa durante o processo de implantação do projeto. Deverão
ser utilizadas estratégias que possam efetivar a discussão ampla do projeto
mediante um conjunto de questionamentos previamente ordenados que
busquem encontrar suas deficiências, se existirem.
Outrossim, a avaliação do desempenho docente e a autoavaliação serão
efetivadas pelos alunos, por meio de formulário próprio e de acordo com o
processo de avaliação institucional. Os pontos avaliados serão: formação
profissional; condições de trabalho; atuação e desempenho acadêmico e
profissional.
22.3 Avaliação do projeto pedagógico
As
ações
visando
à
avaliação
dos
cursos
se
orientam
pelas
normatizações oriundas da Comissão Nacional de Avaliação do Ensino
Superior - CONAES - e se expressa de diferentes formas. Assim, o processo
de avaliação do PPC do Curso de Letras Inglês EAD é realizado pela comissão
representativa dos diferentes segmentos da comunidade acadêmica, com
122
predomínio de docentes, identificada no Projeto de Auto Avaliação da UFAL
como Comissão de Auto Avaliação – CAA, instalada em cada Unidade
Acadêmica e/ou Unidade Educacional, no caso dos campi interioranos.
O Curso Letras Inglês EAD é avaliado pela citada Comissão e pelos
membros do Núcleo Docente Estruturante – NDE22. Na primeira situação, o
processo é conduzido em primeira instância pela CAA, que coleta dados por
meio de diferentes estratégias junto ao corpo docente, discente e técnico
administrativo. Há, também, o acesso espontâneo da comunidade acadêmica
com
formulários
on-line,
disponibilizados,
segundo
cronograma
de
desempenho divulgado pela CPA. Em ambas situações os participantes se
expressam sobre a condução do Projeto Pedagógico do Curso, entre outros
aspectos como a atuação, a qualificação e a relação com os docentes e as
condições da infraestrutura disponibilizada para a realização das atividades
acadêmicas. Dessa forma, os dados computados são organizados e analisados
pela Comissão de Auto Avaliação – CAA e enviados para serem consolidados
pela CPA/UFAL e incorporados ao Relatório de Avaliação Institucional, de
periodicidade anual.
O NDE realiza um acompanhamento permanente da implementação e
desenvolvimento do PPC de forma a garantir a melhor qualidade educativa em
todas as suas etapas. Em reuniões periódicas, os seus membros avaliam a
pertinência das disciplinas, seu ordenamento, a atualização da bibliografia
referenciada
e
as
condições
de
realização
de
práticas
e
estágios
supervisionados, de modo a ter condições concretas de intervir, sempre que
necessário, no aperfeiçoamento do PPC.
22.4 Colegiado do curso
Segue a transcrição dos artigos 25 e 26 do Regimento Geral da UFAL,
referentes ao Colegiado.
Art. 25. O Colegiado de Curso de Graduação é órgão vinculado à Unidade
Acadêmica, com o objetivo de coordenar o funcionamento acadêmico de Curso
de Graduação, seu desenvolvimento e avaliação permanente, sendo composto
de:
22 Portaria 756, de 19 de maio de 2015.
123
I.
05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus
respectivos suplentes, que estejam no exercício da docência,
eleitos em Consulta efetivada com a comunidade acadêmica,
para cumprirem mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única
recondução;
II.
01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo
suplente, escolhido em processo organizado pelo respectivo
Centro ou Diretório Acadêmico, para cumprir mandato de 01 (um)
ano, admitida uma única recondução;
III.
01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu
respectivo suplente, escolhidos dentre os Técnicos da unidade
acadêmica, eleito pelos seus pares, para cumprir mandato de 02
(dois) anos, admitida uma única recondução.
Parágrafo Único – O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu
Suplente, escolhidos pelos seus membros dentre os docentes que o
integram.
Art. 26. São atribuições do Colegiado de Curso de Graduação:
I.
coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do
Projeto
Pedagógico
do
Curso,
com
base
nas
Diretrizes
Curriculares Nacionais, no perfil do profissional desejado, nas
características e necessidades da área de conhecimento, do
mercado de trabalho e da sociedade;
II.
coordenar o processo de ensino e de aprendizagem, promovendo
a integração docente-discente, a interdisciplinaridade e a
compatibilização da ação docente com os planos de ensino,
visando à formação profissional planejada;
III.
coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos
resultados obtidos, executando e/ou encaminhando aos órgãos
competentes as alterações que se fizerem necessárias;
IV.
colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;
V.
exercer outras atribuições compatíveis.
124
A composição do Colegiado do Curso de Letras Inglês EAD23 se dá
conforme segue:
Membros titulares:
Raquel D’Elboux Couto Nunes - Coordenadora
Daniel Adelino Costa Oliveira da Cruz – Vice Coordenador Institucional
Fabiana de Oliveira – docente da FALE
Sérgio Ifa – docente da FALE
Simone Makiyama – docente da FALE
Membros suplentes:
Ana Cecília Acioli Lima – docente da FALE
Eliane Barbosa da Silva – docente da FALE
Jaqueline e Elisabeth Vásquez Araújo – docente da FALE
Jozefh Fernando Soares Queiroz – docente da FALE
Susana Souto Silva – docente da FALE
Representante discente:
Titular: Wellison Barbosa dos Santos
Suplente: Larissa Daniella Belo da Silva Moura
Representante técnico-administrativo:
Titular: Jorge Henrique Silvestre Barbosa
Suplente: Jeanine Waléria Oliveira Braga Pereira
Os membros se reúnem periodicamente para tomar decisões e analisar
solicitações de discentes. As decisões são registradas em atas e arquivadas na
Secretaria do Curso.
22.5 Núcleo Docente Estruturante
Em atendimento à Portaria 147/2007, ao Parecer CONAES 04/2010 e a
Resolução CONAES 01/2010 a UFAL instituiu, por meio da Resolução 52/2012
no âmbito de seus cursos de graduação os Núcleos Docentes Estruturantes –
NDE – em conformidade com as especificações legais.
Nesse sentido, o NDE de cada curso é composto pelo mínimo de cinco
membros, todos docentes com titulação de pós-graduação stricto senso e
formação na área do curso. Considera-se, igualmente, a afinidade da produção
científica com o eixo do curso e sua dedicação ao mesmo.
O NDE do curso Letras Inglês EAD24 é composto da seguinte forma:
23 Portaria: 2145, de 12 de novembro de 2013 (primeiro biênio). Portaria 850, de 27 de maio de
2016 (segundo biênio).
24 Portaria 756, de 19 de maio de 2015. Processo 23065.012473/2015-95.
125
Raquel D’Elboux Couto Nunes, SIAPE nº 2559112 – Coordenadora de Curso
Daniel Adelino Costa Oliveira da Cruz, SIAPE nº 1864872 – Coordenador de
Tutoria (Vice Coordenador Institucional, pela extinção do cargo de Coordenador
de Tutoria pela CAPES)
Izabel de Fátima de Oliveira Brandão, SIAPE nº 1119821
Marcus Vinícius Matias, SIAPE nº 2581726
Paulo Rogério Stella, SIAPE nº 1851662
Sérgio Ifa, SIAPE nº 1631608
Simone Makiyama, SIAPE nº 1288394
A função do NDE, conforme a referida Resolução, é:
Art. 2º - O NDE de cada Curso de Graduação da UFAL é o órgão
consultivo e propositivo em matéria acadêmica, de apoio e assessoramento ao
Colegiado, sendo formado por docentes da respectiva Unidade Acadêmica
para acompanhar e atuar no processo de concepção, consolidação, avaliação
e contínua atualização do Projeto Pedagógico do Curso.
Art. 3º - O NDE terá as seguintes atribuições:
I. Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do
curso;
II. Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes
atividades de ensino constantes no currículo;
III. Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de
pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências
do mercado de trabalho e consoantes com as políticas públicas relativas à área
de conhecimento do curso;
IV. Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais
para os Cursos de Graduação.
126
23.POLÍTICAS DE APOIO
23.1 Políticas de apoio aos docentes e técnicos
Com a promulgação da Constituição Federal de 1988, o Estado Brasileiro
passou a ter uma nova configuração, privilegiando os deveres sociais e
repercutindo prontamente na Administração Pública. Entre seus princípios legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência -, esta última
traduzida no aperfeiçoamento da prestação do serviço público de qualidade, diz
respeito diretamente às ações institucionais das IFES, para o apoio ao seu
quadro de pessoal. Assim, a UFAL participa na disseminação do conhecimento
e no desenvolvimento econômico e social no estado de Alagoas.
Considerando a previsão legal expressa na Lei 5707/06, que dispõe sobre
a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da Administração
Pública Federal, a UFAL ajusta seu PDI a esse novo paradigma, tendo como
objetivo, sem prejuízo de outros, o desenvolvimento permanente do seu
servidor.
A UFAL considera o desenvolvimento do servidor como uma atividade
essencial para a melhoria de seu desempenho profissional, bem como de seu
crescimento pessoal. Realizando ações de desenvolvimento, a Política de
Gestão de Pessoas busca, principalmente, melhorar a qualidade dos serviços
prestados ao cidadão e orienta-se pelo alinhamento da competência do
servidor com os objetivos da instituição, pela divulgação e gerenciamento das
ações de capacitação e pela racionalização e efetividade dos gastos com
treinamentos. (2013, p.71)
No PDI, as políticas de apoio aos servidores compõem-se de eixos
integrados: Dimensionamento das Necessidades Institucionais de Pessoal,
Capacitação, Avaliação de Desempenho e Qualidade de Vida no Trabalho,
recortados por diretrizes e princípios, muitos deles, diretamente relacionados à
atividade docente.
O dimensionamento das necessidades institucionais diz respeito à
otimização dos Recursos Humanos, a fim de garantir o cumprimento dos
objetivos. A capacitação, por seu turno, atua em duas frentes: por um lado,
busca melhorar o desempenho do servidor e por outro, busca assegurar um
quadro mais confiante, motivado e, consequentemente, mais satisfeito. A
capacitação é realizada em diferentes momentos e modalidades: Iniciação ao
127
serviço público, formação geral, educação formal, gestão, inter-relação entre os
ambientes e formação específica.
Outra ação voltada para o servidor é a avaliação de desempenho, que
tem por objetivo redimensionar as ações desenvolvidas pelos servidores no
exercício do cargo e aferir seu desempenho, deixando-o ciente de suas
fragilidades e potencialidades, e oferecendo subsídios para a organização do
plano de capacitação.
No plano social, o Programa de Qualidade de Vida no Trabalho (PQVT)
promove ações embasadas na Política de Atenção à Saúde do Servidor
(PASS), baseadas no conceito de prevenção de doenças como garantia de
condições mais justas de trabalho, valorizando o servidor e garantindo o pleno
exercício de suas funções.
Dentre as políticas de apoio ao servidor, uma se destaca por ter como
enfoque o docente: o Programa de Formação Continuada em Docência do
Ensino Superior (PROFORD), que consiste em um plano de capacitação que
contempla desde os docentes recém empossados até aqueles com mais tempo
na Instituição. O objetivo é incentivá-los à reflexão sobre suas práticas,
estabelecendo uma intersecção entre ensino, pesquisa e extensão, com dois
enfoques: a prática docente e a atuação na gestão acadêmica e institucional.
Essa Política de Apoio ao Docente consolidada é objeto contínuo de
avaliação, a fim de garantir a satisfação do professor e o respeito ao Princípio
Constitucional da Eficiência, que toda Instituição de Ensino Superior deve
observar.
23.2 Políticas de apoio aos discentes
As políticas de apoio aos discentes se fundamentam no PDI/UFAL e nos
princípios e diretrizes estabelecidos pelo Plano Nacional de Assistência
Estudantil – PNAES, que objetiva viabilizar a igualdade de oportunidades entre
todos os estudantes e contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico, a
partir de medidas que buscam combater situações de repetência e evasão
(Decreto nº 7.234, de 19 de julho de 2010). Apoia, prioritariamente, a
permanência de estudantes em situação de vulnerabilidade e risco social
matriculados em cursos de graduação presencial das Instituições Federais de
128
Ensino Superior – IFES. Sua instância de discussão e resolução é o Fórum
Nacional
de
Pró-reitores
de Assuntos
Comunitários
e
–
Estudantis
FONAPRACE, realizado anualmente, no qual a UFAL tem assento. Na ocasião
são feitos diagnósticos e reflexões sobre a realidade estudantil nas IFES e se
estabelecem as diretrizes e linhas de ação das Pró-Reitorias em nível nacional.
De acordo com o PDI/UFAL, as políticas discentes da instituição vão além
do PNAES, pois trabalham também com a perspectiva de universalidade no
atendimento dos estudantes que frequentam o espaço universitário. Assim,
podem ser identificados:
- Apoio pedagógico - busca reforçar e/ou orientar o desenvolvimento
acadêmico; apoio ao acesso às tecnologias de informação e línguas
estrangeiras, com a oferta de cursos para capacitação básica na área. Atenção
aos discentes como forma de orientá-los na sua formação acadêmica e/ou
encaminhá-los/as a profissionais específicos para atendimento, por meio da
observação
das
expressões
da
questão
social. Articulação
com
as
Coordenações de Curso sobre dificuldades pedagógicas desses alunos e
planejamento para superação das mesmas. Ex.: PAINTER, Monitoria, Tutoria.
- Estímulo à permanência - atendimento às expressões da questão
social que produzem impactos negativos na subjetividade dos estudantes e que
comprometem
seu
desempenho
acadêmico;
atendimento
psicossocial
realizado por profissionais qualificados, visando ao equilíbrio pessoal para a
melhoria do desempenho acadêmico; atendimento do estudante na área da
saúde com assistência médica e odontológica; fomento à prática de atividades
físicas e de esporte; promoção de atividades relacionadas à arte e cultura no
espaço universitário; implementação de bolsas institucionais que visam ao
aprimoramento acadêmico. Ex.: Bolsa Permanência (Pró-Graduando).
- Apoio financeiro - disponibilização de bolsa institucional a fim de
incentivar os estudantes de graduação, mediante sua participação em projetos
de assuntos de interesse institucional, de pesquisa e/ou de extensão
universitária, que contribuam para sua formação acadêmica; disponibilização
de bolsas aos discentes em situação de risco e vulnerabilidade social,
prioritariamente, a fim de ser provida uma condição favorável aos estudos, bem
como ser uma fonte motivadora para ampliação do conhecimento, intercâmbio
cultural, residência e restaurante universitários. Ex.: PIBID, PIBIC.
129
- Organização estudantil – ação desenvolvida por intermédio de
projetos e ações esportivos, culturais e acadêmico-científicos, promovidos pela
universidade ou pelos estudantes. Alguns espaços físicos são reservados para
as atividades dos centros acadêmicos, para colaborar com a ampliação dos
espaços de discussão e diálogo que contribuam para a formação política dos
estudantes. Ex.: Centros Acadêmicos, DCE.
- Plano de acompanhamento do assistido – proporciona uma maior
segurança para o aluno quanto à sua possibilidade de sucesso na instituição,
evitando assim um aumento da retenção e/ou da evasão. Evita também a
acomodação do estudante ao longo do curso. Busca a reorientação e a
preparação para a sua saída, diminuindo a ansiedade entre a academia e o
mercado de trabalho. Ex.: Estágios.
130
24. VIABILIZAÇÃO DO CURSO
Para a implantação do Curso de Letras com habilitação em Língua
Inglesa na modalidade a distância, é necessário o suporte:
Dos polos: Locais onde o estudante terá acesso local à biblioteca, a
laboratório de informática (por exemplo, para acessar os módulos de Curso
disponíveis na internet), a atendimento de tutores, a aulas, a práticas de
laboratórios etc. Em síntese, os polos são os “braços operacionais” da
instituição de ensino superior na cidade do estudante ou na cidade mais
próxima dele.
De recursos materiais: Para viabilizar o desenvolvimento do Curso,
através de rede, é preciso que se garanta a instalação e implementação de um
núcleo tecnológico que possibilite a ligação EaD- Letras-FALE/Polo Regional.
De recursos físicos: Para desenvolver o Curso a Distância, o Curso de
Letras/Língua Inglesa precisa contar, minimamente, com o seguinte espaço
físico: 1 sala para a coordenação geral e secretaria; 1 sala para instalação do
Núcleo Tecnológico; 1 sala para a tutoria e reunião dos professores do Curso.
De recursos financeiros: Os recursos financeiros para sustentação do
Curso de Letras na modalidade a distância serão assumidos pela UAB e
municípios participantes dos polos.
Dos recursos provenientes da UAB estão previstas as seguintes
despesas:
Pagamento
de
bolsa
para
os
professores
responsáveis
pelo
desenvolvimento do curso;
Pagamento de diárias e passagens para deslocamento aos polos
regionais;
Pagamento das despesas relativas à formação dos tutores em curso de
EaD;
Pagamento de bolsas para professores, alunos e técnicos da UFAL que
participarem do projeto;
Pagamento de professores, técnicos e/ou profissionais externos à UFAL
que participarem do projeto;
Pagamento de Tutores;
Compra de livros, softwares para o curso e material de expediente.
131
25 REFERÊNCIAS
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janeiro: Expressão e Cultura, 2002.
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica. Brasília.
Conselho Nacional de Educação, 2001.
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: (Lei 9.394/96) /
apresentação Carlos Roberto Jamil Cury. 4ª ed.- Rio de Janeiro: DP & A, 2001.
BRASIL. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Brasília. Presidência da
República, 2003.
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino
fundamental: língua portuguesa. Brasília, SEF/MEC, 1998.
BRASIL. Plano Nacional de Educação. Brasília. Senado Federal, UNESCO,
2001.
CANDIDO, Antonio. Literatura e sociedade: estudos de teoria e história literária.
5. ed. rev. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1976.
FORMIGA, Marcos; LITTO, Fredric M. Educação a Distância: o estado da arte.
Pearson Education do Brasil: São Paulo, 2009.
IBGE. “Estados”. Disponível em
<http://www.ibge.gov.br/estadosat/perfil.php?sigla=al>, 2010.
MAKIYAMA, Simone. Um olhar discursivo sobre o ensino da língua inglesa na
rede pública: ensinar o “básico do básico”? Tese (Doutorado em Letras e
Linguística) – UFAL, Maceió, 2013.
MERCADO, Luís Paulo L. (Org.). Percursos na formação de professores com
tecnologias da informação e comunicação. Maceió: EDUFAL, 2007.
MARTÍNEZ-CACHERO, Álvaro. La enseñanza del español en el sistema
educativo brasileño/ O ensino do espanhol no sistema educativo brasileiro. Ed.
bilingue. Col. Orellana, n.19, Brasília: Thesaurus, 2008.
MASON, R.; KAYE, A: R. (1989(Eds) - Mindweave: communication, computers
and distance education, Oxford, Pergamon Press.
MEC. Orientações curriculares para o Ensino Médio. Linguagens, códigos e
suas tecnologias. Disponível em: www.portal.mec.gov.br/seb.
PERRENOUD, P. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
TAVARES, Roseanne R.; STELLA, Paulo R. Novos Letramentos e a língua
inglesa na era da globalização: desafios para a formação de professores. No
prelo.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Faculdade de Letras. Projeto
Pedagógico do Curso de Licenciatura em Letras/Inglês. Maceió, 2007.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Estatuto e Regimento Geral da
UFAL. Maceió: 2006.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Plano de Desenvolvimento
Institucional. Maceió: 2013-2017.
VEIGA, I. P. A; FONSECA, Marília (Orgs.) As dimensões do projeto políticopedagógico. São Paulo: Papirus, 2001.
Diretrizes Curriculares do Curso
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03 PROGRAD/Fórum dos Colegiados, de 20 de
setembro de 2013 - Dispõe sobre os procedimentos para reformulação dos
projetos pedagógicos dos cursos de graduação da UFAL.
132
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02 PROGRAD/Fórum das Licenciaturas, de 27
de setembro de 2013 - Disciplina a construção de Trabalho de Conclusão de
Curso (TCC) nos cursos de graduação da UFAL;
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 PROGRAD/Fórum dos Colegiados Disciplina a redução da carga horária de estágio curricular supervisionado para
os alunos dos cursos de Licenciatura da UFAL que exercem atividade docente
regular na Educação Básica.
RESOLUÇÃO Nº 52/2012-CONSUNI/UFAL – Dispõe sobre o Núcleo Docente
Estruturante – NDE no âmbito da UFAL.
Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos – Específicas para cada curso, e
referente as orientações gerais;
Parecer CONAES N° 4, de 17 de junho de 2010 - Dispõe sobre o Núcleo
Docente Estruturante – NDE;
Lei nº 10.172/2001- Plano Nacional de Educação - Aprova o Plano Nacional de
Educação e dá outras providências.
Portaria nº 2.678/02 – Política Nacional de Ed. Especial na perspectiva da Ed.
Inclusiva.
Lei 10.639 - Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir
no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e
Cultura Afro-Brasileira", e dá outras providências.
Lei 11.645 - Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir
no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e
Cultura Afro-Brasileira e Indígena;
Resolução nº 1, DE 17 DE JUNHO DE 2004. - Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de
História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.
Decreto n. 5.626 de 22 de dezembro de 2005 - Regulamenta a Lei no 10.436,
de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras,
e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
Lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002 - Dispõe sobre a Língua Brasileira de
Sinais - Libras e dá outras providências;
Lei Nº 12.319, de 1º de setembro de 2010 - Regulamenta a profissão de
Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS;
Decreto nº 5.296/04 - Regulamenta as Leis 10.048, de 8 de novembro de
2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098,
de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos
para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou
com mobilidade reduzida, e dá outras providências;
Resolução CNE/CP 1 de 18 de fevereiro de 2002 -Institui Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica,
em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena;
Resolução CNE/CES n. 02/2007 - Dispõe sobre carga horária mínima e
procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação,
bacharelados, na modalidade presencial;
Resolução CNE/CES n. 04/2009 - Dispõe sobre carga horária mínima e
procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação
em Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem,
Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição e Terapia Ocupacional,
bacharelados, na modalidade presencial;
133
Resolução CNE/CES n. 02/2007 - Dispõe sobre carga horária mínima e
procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação,
bacharelados, na modalidade presencial;
Portaria N°10, 28/07/2006 - Aprova em extrato o Catálogo Nacional dos Cursos
Superiores de Tecnologia;
Portaria N° 1024, 11/05/2006 - As atualizações do Catálogo Nacional dos
Cursos Superiores de Tecnologia serão divulgadas no sítio eletrônico oficial do
Ministério da Educação e outras providências.
Resolução CNE/CP N°3,18/12/2002 - Institui as Diretrizes Curriculares
Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos superiores
de tecnologia.
Decreto n. 5.622/2005 - Regulamenta o art. 80 da Lei no 9.394, de 20 de
dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional
- referente a EaD.
Portaria Normativa n. 40 de 12/12/2007 - Institui o e-MEC, sistema eletrônico
de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos
de regulação, avaliação e supervisão da educação superior no sistema federal
de educação, e o Cadastro e-MEC de Instituições e Cursos Superiores e
consolida disposições sobre indicadores de qualidade, banco de avaliadores
(Basis) e o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) e outras
disposições.
Lei 9.795, de 27 de abril de 1999 - Dispõe sobre a educação ambiental, institui
a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.
Decreto n. 4.281 de 25 de junho de 2002 - Regulamenta a Lei no 9.795, de 27
de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá
outras providências.
Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996, Art. 66 - referente a titulação do corpo
docente. Outras legislações podem ser encontradas no site do MEC e da UFAL
Acréscimos:
Decreto nº 5.622, de 19 de dezembro de 2005, regulamenta o art. 80 da Lei nº
9.394, de 20 de dezembro de 1996 (LDB). (Oferta de disciplinas
semipresenciais)
Cadastro de denominações consolidadas para Cursos de Graduação
(bacharelado e licenciatura) do Ministério da Educação.
Referenciais Curriculares Nacionais dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura
do MEC.
Referenciais de Acessibilidade na Educação Superior e a Avaliação in Loco do
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).
PARECER CNE/CP N.º 09/2001, Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de
licenciatura, de graduação.
PARECER CNE/CES Nº:52/2007 - trata da autorização para o funcionamento
de campus fora de sede da Universidade Federal de Alagoas.
Resolução Nº 25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005, institui e
regulamenta o funcionamento do Regime Acadêmico Semestral nos Cursos de
Graduação da UFAL, a partir do ano letivo de 2006.
Resolução nº 113/95 – CEPE, de 13 de novembro de 1995, estabelece normas
para o funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de
graduação.
134
Plano de Desenvolvimento Institucional da UFAL 2013-2017.
RESOLUÇÃO Nº 4, DE 6 DE ABRIL DE 2009 (*). Dispõe sobre carga horária
mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de
graduação em Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física,
Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição e Terapia
Ocupacional, bacharelados, na modalidade presencial.
Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, conforme
disposto na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012.
www.facebook.com/nucleodeacessibilidadeufal - Texto extraído em 05/08/2015
135
26. ANEXOS
ANEXO I
CORPO DOCENTE DA FACULDADE DE LETRAS
Língua Espanhola
Professores efetivos
Titulação
Aline Vieira Bezerra Higino de Oliveira
Mestre
Ana Margarita Barandela Garcia
Doutora
Eliane Barbosa da Silva
Doutora
Flávia Colen Meniconi
Doutora
Jacqueline Elizabeth Vásquez Araújo
Mestre
Jozefh Fernando Soares Queirós
Doutor
Kristianny Brandão Barbosa de Azambuja Mestre
Patricia Neyra
Mestre
Regime
de trabalho
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
Língua Inglesa
Professores efetivos
Titulação
Adriana Lopes Lisboa Tibana
Ana Cecília Acioli Lima
Ana Lúcia Guerra Milito
Daniel Adelino Costa Oliveira da Cruz
Ildney de Fátima Souza Cavalcanti
Irene Maria Dietschi
Izabel de Fátima Oliveira Brandão
Marcus Vinícius Matias
Paulo Leôncio da Silva
Raquel D’Elboux Couto Nunes
Roseanne Rocha Tavares
Sérgio Ifa
Simone Makiyama
Mestre
Doutora
Doutora
Doutor
Doutora
Doutora
Doutora
Doutor
Doutor
Mestre
Doutora
Doutor
Doutora
Regime
de trabalho
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
Língua Francesa
Professores efetivos
Titulação
Maria Stela Torres Barros Lameiras
Márcio Alexandre Cruz
Rosária Cristina Costa Ribeiro
Yann Jean Christophe Harmonic
Doutora
Doutor
Doutora
Doutor
Regime
de trabalho
DE
DE
DE
DE
136
Língua Portuguesa
Professores efetivos
Titulação
Regime
de trabalho
Adna de Almeida Lopes
Doutora
DE
Alan Jardel de Oliveira
Doutor
DE
Aldir Santos de Paula
Doutor
DE
Andrea Silva Pereira
Doutora
DE
Daniel Paes de Albuquerque
Mestre
DE
Eliana Kefalás Oliveria
Doutora
DE
Fabiana de Oliveira
Doutora
DE
Fábio Rodrigues dos Santos
Mestre
DE
Fernando Otávio Fiúza Moreira
Doutor
DE
Francisco Jadir Lima Pereira
Especialista DE
Gláucia Vieira Machado
Doutora
DE
Helson Flávio da Silva Sobrinho
Doutor
DE
Jair Gomes Farias
Doutor
DE
José Niraldo de Farias
Doutor
DE
Lúcia de Fátima Santos
Doutora
DE
Luiz Fernando Gomes
Doutor
DE
Miguel José Alves de Oliveira Júnior
Doutor
DE
Maria Gabriela Cardoso Fernandes Costa Doutora
DE
Núbia Rabelo Bakker Faria
Doutora
DE
Paulo José da Silva Valença
Doutor
DE
Rita de Cássia Souto Maior Siqueira Lima Doutora
DE
Rita Maria Diniz Zozzoli
Doutora
DE
Roberto Sarmento Lima
Doutor
DE
Sônia Cristina Simões Felipeto
Doutora
DE
Susana Souto Silva
Doutora
DE
Telma Moreira Vianna Magalhães
Doutora
DE
Libras
Professores efetivos
Titulação
Edineide dos Santos Silva
Emanoelly Caldas de Oliveira
Humberto Meira de Araújo Neto
Jair Barbosa da Silva
Ligia dos Santos Ferreira
Livia Andrade da Conceição
Magda Souto Rosa do Monte
Marcos Grutzmacher
Nagib José Mendes dos Santos
Paulo Rogério Stella
Radjalma da Silva Teixeira
Doutora
Especialista
Mestre
Doutor
Doutora
Especialista
Graduação
Especialista
Mestre
Doutor
Especialista
Regime
de trabalho
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
137
QUADRO TECNICO-ADMINISTRATIVO DA FACULDADE DE LETRAS
NOME
FUNÇÂO
CARGO
Ana Lúcia Cardoso de Barros Assistente
Secretaria Geral da FALE
administrativo
Carlos Roberto Matias de Tradutor
- Curso de Libras
Oliveira
Intérprete
de
Linguagem de
Sinais
Catarina Santos Claudino
Tradutor
- Curso de Libras
Intérprete
de
Linguagem de
Sinais
Gilson Miquelino Ferreira
Técnico
de Secretaria Geral da FALE
laboratório
Iole Costa Terso
Bibliotecário – Biblioteca Setorial
documentalista
Janaína da Rocha Ribeiro
Técnico
em Curso de Libras
áudio visua
Jean Bernardo da Silva Vieira Revisor
de Núcleo de Acessibilidade
texto - Braille
da UFAL
Jeanine Waléria Oliveira
Assistente
Curso de Libras
Braga Ferreira
Administrativo
Jonhnny Lucas Calheiros
Assistente
Secretaria do PPGLL
Administrativo
Jorge Henrique Silvestre Assistente
Secretaria Geral da FALE
Barbosa
administrativo
José Alberto Ribeiro
Assistente
Secretaria do Curso de
administrativo Letras
Judson Leão de Melo
Assistente
Biblioteca Setorial
administrativo
Juliana Vanessa dos Santos Tradutor
- Curso de Libras
Silva
Intérprete
de
Linguagem de
Sinais
Laudiceia
Cândido
de Assistente
Secretaria das Casas de
Oliveira
administrativo Cultura
Marta Betânia Marinho Silva Administradora Secretaria Geral da FALE
Maykew Douglas Assis De Tradutor
- Curso de Libras
Gusmao
Intérprete
de
Linguagem de
Sinais
Meire Santos Pereira
Tradutor
- Curso de Libras
Intérprete
de
Linguagem de
Sinais
Paulo
Jorge
Ferreira Auxiliar
Secretaria Geral da FALE
Medeiros
administrativo
138
Pedro Elisio Lessa Lima de Assistente
Secretaria do ProfLetras Holanda
administrativo PPGLL
Pollyanna Lino de Araújo
Tradutor
- Curso de Libras
Intérprete
de
Linguagem de
Sinais
Rivanilda Lopes de Araújo
Assistente
Secretaria Geral da FALE
administrativo
Rosana
Taciana
Portela Técnico
em Secretaria do Curso de
Nicacio dos Santos
Assuntos
Letras
Educacionais
Simone Dornelles Schulze
Secretária
Afastamento
para
Executiva
acompanhamento
de
cônjuge
Thiago Bruno de Souza Tradutor
- Curso de Libras
Santos
Intérprete
de
Linguagem de
Sinais
Wesslen
Nicácio
de Assistente
Secretaria do PPGLL
Mendonça Melânia
administrativo
139
ANEXO II
LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA
PARECER CNE/CES 492/2001, DE 03 DE ABRIL DE 2001
Despacho do Ministro em 4/7/2001, publicado no Diário Oficial da União de
9/7/2001, Seção 1e, p. 50.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara Superior de UF: DF
Educação
ASSUNTO: Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Filosofia, História,
Geografia, Serviço Social, Comunicação Social, Ciências Sociais, Letras,
Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia
RELATOR(A): Eunice Ribeiro Durham, Silke Weber e Vilma de Mendonça
Figueiredo
PROCESSO(S) N.º(S): 23001.000126/2001-69
PARECER N.º:
COLEGIADO:
APROVADO EM:
CNE/CES 492/2001
CES
03/04/2001
DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE LETRAS
Introdução
Esta proposta de Diretrizes Curriculares leva em consideração os
desafios da educação superior diante das intensas transformações que têm
ocorrido na sociedade contemporânea, no mercado de trabalho e nas
condições de exercício profissional. Concebe-se a Universidade não apenas
como produtora e detentora do conhecimento e do saber, mas, também, como
instância voltada para atender às necessidades educativas e tecnológicas da
sociedade. Ressalta-se, no entanto, que a Universidade não pode ser vista
apenas como instância reflexa da sociedade e do mundo do trabalho. Ela deve
ser um espaço de cultura e de imaginação criativa, capaz de intervir na
sociedade, transformando-a em termos éticos.
A área de Letras, abrigada nas ciências humanas, põe em relevo a
relação dialética entre o pragmatismo da sociedade moderna e o cultivo dos
valores humanistas.
Decorre daí que os cursos de graduação em Letras deverão ter
estruturas flexíveis que:
140
- facultem ao profissional a ser formado opções de conhecimento e de atuação
no mercado de trabalho;
- criem oportunidade para o desenvolvimento de habilidades necessárias para
se atingir a competência desejada no desempenho profissional;
- deem prioridade à abordagem pedagógica centrada no desenvolvimento da
autonomia do aluno;
- promovam articulação constante entre ensino, pesquisa e extensão, além de
articulação direta com a pós-graduação;
- propiciem o exercício da autonomia universitária, ficando a cargo da
Instituição de Ensino Superior definições como perfil profissional, carga horária,
atividades curriculares básicas, complementares e de estágio.
Portanto, é necessário que se amplie o conceito de currículo, que deve
ser concebido como construção cultural que propicie a aquisição do saber de
forma articulada. Por sua natureza teórico-prática, essencialmente orgânica, o
currículo deve ser constituído tanto pelo conjunto de conhecimentos,
competências e habilidades, como pelos objetivos que busca alcançar. Assim,
define-se currículo como todo e qualquer conjunto de atividades acadêmicas
que integralizam um curso. Essa definição introduz o conceito de atividade
acadêmica curricular – aquela considerada relevante para que o estudante
adquira competências e habilidades necessárias a sua formação e que possa
ser avaliada interna e externamente como processo contínuo e transformador,
conceito que não exclui as disciplinas convencionais.
Os princípios que norteiam esta proposta de Diretrizes Curriculares são
a flexibilidade na organização do curso de Letras e a consciência da
diversidade / heterogeneidade do conhecimento do aluno, tanto no que se
refere à sua formação anterior, quanto aos interesses e expectativas em
relação ao curso e ao futuro exercício da profissão.
A flexibilização curricular, para responder às novas demandas sociais e
aos princípios expostos, é entendida como a possibilidade de:
- eliminar a rigidez estrutural do curso;
- imprimir ritmo e duração ao curso, nos limites adiante estabelecidos;
- utilizar, de modo mais eficiente, os recursos de formação já existentes nas
instituições de ensino superior.
A flexibilização do currículo, na qual se prevê nova validação de
atividades acadêmicas, requer o desdobramento do papel de professor na
figura de orientador, que deverá responder não só pelo ensino de conteúdos
programáticos, mas também pela qualidade da formação do aluno.
Da mesma forma, o colegiado de graduação do curso de Letras é a instância
competente para a concepção e o acompanhamento da diversidade curricular
que a IES implantará.
Diretrizes Curriculares
1.
Perfil dos Formandos
141
O objetivo do Curso de Letras é formar profissionais interculturalmente
competentes, capazes de lidar, de forma crítica, com as linguagens,
especialmente a verbal, nos contextos oral e escrito, e conscientes de sua
inserção na sociedade e das relações com o outro.
Independentemente da modalidade escolhida, o profissional em Letras deve ter
domínio do uso da língua ou das línguas que sejam objeto de seus estudos, em
termos de sua estrutura, funcionamento e manifestações culturais, além de ter
consciência das variedades linguísticas e culturais. Deve ser capaz de refletir
teoricamente sobre a linguagem, de fazer uso de novas tecnologias e de
compreender sua formação profissional como processo contínuo, autônomo e
permanente. A pesquisa e a extensão, além do ensino, devem articular-se
neste processo. O profissional deve, ainda, ter capacidade de reflexão crítica
sobre temas e questões relativas aos conhecimentos linguísticos e literários.
2.
Competências e Habilidades
O graduado em Letras, tanto em língua materna quanto em língua estrangeira
clássica ou moderna, nas modalidades de bacharelado e de licenciatura,
deverá ser identificado por múltiplas competências e habilidades adquiridas
durante sua formação acadêmica convencional, teórica e prática, ou fora dela.
Nesse sentido, visando à formação de profissionais que demandem o domínio
da língua estudada e suas culturas para atuar como professores,
pesquisadores, críticos literários, tradutores, intérpretes, revisores de textos,
roteiristas, secretários, assessores culturais, entre outras atividades, o curso de
Letras deve contribuir para o desenvolvimento das seguintes competências e
habilidades:
- domínio do uso da língua portuguesa ou de uma língua estrangeira, nas suas
manifestações oral e escrita, em termos de recepção e produção de textos;
- reflexão analítica e crítica sobre a linguagem como fenômeno psicológico,
educacional, social, histórico, cultural, político e ideológico;
- visão crítica das perspectivas teóricas adotadas nas investigações linguísticas
e literárias, que fundamentam sua formação profissional;
- preparação profissional atualizada, de acordo com a dinâmica do mercado de
trabalho;
- percepção de diferentes contextos interculturais;
- utilização dos recursos da informática;
- domínio dos conteúdos básicos que são objeto dos processos de ensino e
aprendizagem no ensino fundamental e médio;
- domínio dos métodos e técnicas pedagógicas que permitam a transposição
dos conhecimentos para os diferentes níveis de ensino.
O resultado do processo de aprendizagem deverá ser a formação de
profissional que, além da base específica consolidada, esteja apto a atuar,
interdisciplinarmente, em áreas afins. Deverá ter, também, a capacidade de
resolver problemas, tomar decisões, trabalhar em equipe e comunicar-se
dentro da multidisciplinaridade dos diversos saberes que compõem a formação
universitária em Letras. O profissional de Letras deverá, ainda, estar
compromissado com a ética, com a responsabilidade social e educacional, e
com as consequências de sua atuação no mundo do trabalho. Finalmente,
142
deverá ampliar o senso crítico necessário para compreender a importância da
busca permanente da educação continuada e do desenvolvimento profissional.
3. Conteúdos Curriculares
Considerando os diversos profissionais que o curso de Letras pode formar, os
conteúdos caracterizadores básicos devem estar ligados à área dos Estudos
Linguísticos e Literários, contemplando o desenvolvimento de competências e
habilidades específicas. Os estudos linguísticos e literários devem fundar-se na
percepção da língua e da literatura como prática social e como forma mais
elaborada das manifestações culturais. Devem articular a reflexão teóricocrítica com os domínios da prática – essenciais aos profissionais de Letras, de
modo a dar prioridade à abordagem intercultural, que concebe a diferença
como valor antropológico e como forma de desenvolver o espírito crítico frente
à realidade.
De forma integrada aos conteúdos caracterizadores básicos do curso de
Letras, devem estar os conteúdos caracterizadores de formação profissional
em Letras. Estes devem ser entendidos como toda e qualquer atividade
acadêmica que constitua o processo de aquisição de competências e
habilidades necessárias ao exercício da profissão, e incluem os estudos
linguísticos e literários, práticas profissionalizantes, estudos complementares,
estágios, seminários, congressos, projetos de pesquisa, de extensão e de
docência, cursos sequenciais, de acordo com as diferentes propostas dos
colegiados das IES e cursadas pelos estudantes.
No caso das licenciaturas deverão ser incluídos os conteúdos definidos para a
educação básica, as didáticas próprias de cada conteúdo e as pesquisas que
as embasam.
O processo articulatório entre habilidades e competências no curso de Letras
pressupõe o desenvolvimento de atividades de caráter prático durante o
período de integralização do curso.
4. Estruturação do Curso
Os cursos devem incluir no seu projeto pedagógico os critérios para o
estabelecimento das disciplinas obrigatórias e optativas das atividades
acadêmicas do bacharelado e da licenciatura, e a sua forma de organização:
modular, por crédito ou seriado.
Os cursos de licenciatura deverão ser orientados também pelas Diretrizes para
a Formação Inicial de Professores da Educação Básica em cursos de nível
superior.
5. Avaliação
A avaliação a ser implementada pelo colegiado do curso de Letras deve
constituir processo de aperfeiçoamento contínuo e de crescimento qualitativo,
devendo pautar-se:
143
- pela coerência das atividades quanto à concepção e aos objetivos do projeto
pedagógico e quanto ao perfil do profissional formado pelo curso de Letras;
- pela validação das atividades acadêmicas por colegiados competentes;
- pela orientação acadêmica individualizada;
- pela adoção de instrumentos variados de avaliação interna;
- pela disposição permanente de participar de avaliação externa.
Fonte: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES0492.pdf
144
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR
RESOLUÇÃO CNE/CES 18, DE 13 DE MARÇO DE 2002
Estabelece as Diretrizes Curriculares para os cursos de Letras.
O Presidente Câmara de Educação Superior, no uso de suas atribuições legais
e tendo em vista o disposto na Lei 9.131, de 25 de novembro de 1995, e ainda
o Parecer CNE/CES 492/2001, homologado pelo Senhor Ministro de Estado da
Educação em 9 de julho de 2001, e o Parecer CNE/CES 1.363/2001,
homologado em 25 de janeiro de 2002, resolve:
Art. 1º As Diretrizes Curriculares para os cursos de Letras, integrantes dos
Pareceres CNE/CES 492/2001 e 1.363/2001, deverão orientar a formulação do
projeto pedagógico do referido curso.
Art. 2° O projeto pedagógico de formação acadêmica e profissional a ser
oferecida pelo curso de Letras deverá explicitar:
- o perfil dos formandos nas modalidades bacharelado e licenciatura;
- as competências gerais e habilidades específicas a serem desenvolvidas
durante o período de formação;
- os conteúdos caracterizadores básicos e os conteúdos caracterizadores de
formação profissional, inclusive os conteúdos definidos para a educação
básica, no caso das licenciaturas;
- a estruturação do curso;
- as formas de avaliação.
Art. 3º A carga horária do curso de Letras, bacharelado, deverá obedecer ao
disposto em Resolução própria que normatiza a oferta de cursos de
bacharelado e a carga horária da licenciatura deverá cumprir o determinado
pela Resolução CNE/CP 2/2002, integrante do Parecer CNE/CP 028/2001.
Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as
disposições em contrário.
ARTHUR ROQUETE DE MACEDO
Presidente da Câmara de Educação Superior
Fonte: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES182002.pdf
145
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
CONSELHO PLENO
RESOLUÇÃO CNE/CP 2, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002.
Institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação
plena, de formação de professores da Educação Básica em nível superior.
O Presidente do Conselho Nacional de Educação, de conformidade com o
disposto no Art. 7º § 1o, alínea “f”, da Lei 9.131, de 25 de novembro de 1995,
com fundamento no Art. 12 da Resolução CNE/CP 1/2002, e no Parecer
CNE/CP 28/2001, homologado pelo Senhor Ministro de Estado da Educação
em 17 de janeiro de 2002, resolve:
Art. 1º A carga horária dos cursos de Formação de Professores da Educação
Básica, em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, será
efetivada mediante a integralização de, no mínimo, 2800 (duas mil e
oitocentas) horas, nas quais a articulação teoria-prática garanta, nos termos
dos seus projetos pedagógicos, as seguintes dimensões dos componentes
comuns:
I - 400 (quatrocentas) horas de prática como componente curricular,
vivenciadas ao longo do curso;
II - 400 (quatrocentas) horas de estágio curricular supervisionado a partir do
início da segunda metade do curso;
III - 1800 (mil e oitocentas) horas de aulas para os conteúdos curriculares de
natureza científico-cultural;
IV - 200 (duzentas) horas para outras formas de atividades acadêmicocientífico-culturais.
Parágrafo único. Os alunos que exerçam atividade docente regular na
educação básica poderão ter redução da carga horária do estágio curricular
supervisionado até o máximo de 200 (duzentas) horas.
Art. 2° A duração da carga horária prevista no Art. 1º desta Resolução,
obedecidos os 200 (duzentos) dias letivos/ano dispostos na LDB, será
integralizada em, no mínimo, 3 (três) anos letivos.
Art. 3° Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 4° Revogam-se o § 2º e o § 5º do Art. 6º, o § 2° do Art. 7° e o §2º do Art. 9º
da Resolução CNE/CP 1/99.
ULYSSES DE OLIVEIRA PANISSET
Presidente do Conselho Nacional de Educação
Fonte: http://www.mec.gov.br/cne/ftp/CNE/CP022002.doc
146
Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005.
Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de
abril de 2002, que dispõe sobre a
Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o
art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de
dezembro de 2000.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere
o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei no
10.436, de 24 de abril de 2002, e no art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de
dezembro de 2000,
DECRETA:
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1o Este Decreto regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002,
e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
Art. 2o Para os fins deste Decreto, considera-se pessoa surda aquela
que, por ter perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio de
experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da
Língua Brasileira de Sinais - Libras.
Parágrafo único. Considera-se deficiência auditiva a perda bilateral,
parcial ou total, de quarenta e um decibéis (dB) ou mais, aferida por
audiograma nas frequências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz.
CAPÍTULO II
DA INCLUSÃO DA LIBRAS COMO DISCIPLINA CURRICULAR
Art. 3o A Libras deve ser inserida como disciplina curricular obrigatória nos
cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em nível
médio e superior, e nos cursos de Fonoaudiologia, de instituições de ensino,
públicas e privadas, do sistema federal de ensino e dos sistemas de ensino dos
Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
147
§ 1o Todos os cursos de licenciatura, nas diferentes áreas do
conhecimento, o curso normal de nível médio, o curso normal superior, o curso
de Pedagogia e o curso de Educação Especial são considerados cursos de
formação de professores e profissionais da educação para o exercício do
magistério.
§ 2o A Libras constituir-se-á em disciplina curricular optativa nos demais
cursos de educação superior e na educação profissional, a partir de um ano da
publicação deste Decreto.
[...] Art. 31. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 22 de dezembro de 2005; 184o da Independência e 117o da
República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Fonte: https://www.planalto.gov.br/ccivil/_Ato20042006/2005/Decreto/D5626.htm
148
ANEXO III
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
FACULDADE DE LETRAS
COORDENAÇÃO DO CURSO DE LETRAS
COMISSÃO DE PROJETOS INTEGRADORES
GUIA DE REALIZAÇÃO DOS PROJETOS INTEGRADORES
DISCIPLINA: PROJETOS INTEGRADORES
CARGA HORÁRIA: 40 HORAS POR SEMESTRE
EMENTA: Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo
estruturado a partir de atividades interdisciplinares em conformidade com a
especificidade de cada curso.
PROPOSTA: Integrar as diferentes áreas de conhecimento dos cursos de
Letras (e áreas afins, quando necessário).
REALIZAÇÃO: A proposta da disciplina será realizada através de elaboração
de projetos que deverão integrar duas ou mais disciplinas do semestre ao qual
o projeto se refere.
EXECUÇÃO:
1. Cada turma de Projetos Integradores tem um/a coordenador/a geral, que é
responsável pelos aspectos formais (receber dos professores as inscrições de
temas e de alunos inscritos para o seu projeto, repassar essas inscrições à
Coordenação de Letras, supervisionar, convocar reuniões, organizar e divulgar
atividades vinculadas aos PIs).
2. Todos os professores (inclusive substitutos) podem propor um tema para o
desenvolvimento de um projeto no semestre em curso. O tema do projeto pode
estar vinculado ao tema geral proposto pela comissão de PIs ou pode ser
escolhido pelo professor que se propuser a orientar um determinado grupo de
alunos.
3. Para que haja a integração desejada entre as disciplinas, é necessário que
todos os professores se disponham a colaborar com qualquer projeto quando a
sua competência se fizer necessária para o desenvolvimento do projeto em
questão.
4. O professor propõe o tema aos alunos e inscreve o seu grupo de trabalho.
Essa inscrição será feita em duas vias, que são entregues ao coordenador de
149
PIs. Uma das vias é encaminhada para ser arquivada na coordenação dos
cursos de Letras.
5. O número de alunos por equipe para um projeto é de, no mínimo, 5 e, no
máximo, 10 alunos.
6. A nota final do PIs resulta da avaliação de:
a) um trabalho escrito individualmente;
b) uma apresentação em forma de comunicação oral, entre 15 a 20 minutos,
(acatam-se outras formas de apresentação, desde que sejam julgadas
adequadas pela comissão) na semana de avaliação de projetos;
c) frequência do aluno às apresentações dos trabalhos na semana. (Dado que
as apresentações dos trabalhos visam a estimular o debate entre estudantes e
professores, espera-se que a presença dos estudantes não se restrinja a sua
própria apresentação.)
7. A avaliação é feita da seguinte forma:
a) a nota do trabalho escrito é atribuída pelo professor orientador.
b) a nota da apresentação dos trabalhos é atribuída pela comissão
examinadora
c) a nota da frequência do aluno é atribuída pela presença a todas as
apresentações de PIs do seu respectivo turno.
O resultado final é a média ponderada das notas do professor orientador
(peso:4); da média aritmética das notas dos professores da comissão
examinadora (peso:4); e a frequência do aluno durante as apresentações dos
trabalhos (peso 2):
NA = NPO x 4 + NCE x 4 + NFA x 2
10
NPO – nota do professor orientador
NCE – nota da comissão examinadora
NFA – nota da frequência do aluno (100%)
8. A comissão examinadora é definida após a inscrição dos projetos.
9. Os casos omissos são analisados pela Comissão dos PIs.
PROJETOS INTEGRADORES 1
Bibliografia Básica
CHARLOT, B. Formação dos professores e relação com o saber. Porto Alegre:
ARTMED, 2005.
COSTA, M. V. Trabalho docente e profissionalismo. Porto Alegre: Sulina, 1996.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 2012.
Bibliografia Complementar
ARROYO, M. Ofício de mestre. São Paulo: Vozes, 2001.
150
ESTRELA, M. T. (Org.). Viver e construir a profissão docente. Porto: Porto
Editora, 1997.
LESSARD, C.; TARDIF, M. O trabalho docente. SP: Vozes, 2005.
NÓVOA, A. (Org.) Vidas de Professores. Porto: Porto Editora, 1992.
TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. 5. ed., Petrópolis:
Vozes, 2002.
PROJETOS INTEGRADORES 2
Bibliografia Básica
COSTA, A. R. F. et al. Orientações metodológicas para produção de trabalhos
acadêmicos. 8. ed., Maceió: EDUFAL, 2010.
DEMO, P. Introdução à metodologia da ciência. São Paulo: Atlas, 1987.
FAZENDA, I. (Org.) Novos enfoques da pesquisa educacional. São Paulo:
Cortez, 1994.
Bibliografia Complementar
BRANDÃO, Z. (Org.) A crise dos paradigmas e educação. São Paulo: Cortez,
1994
CARVALHO, M. C. M. de (Org.) Construindo o Saber: metodologia científica fundamentos e técnicas. Campinas: Papirus, 1994.
CRUZ, A. da C.; MENDES, M.T.R. Trabalhos Acadêmicos, dissertações e
teses: estrutura e apresentação. 2ª ed., Niterói: Intertexto, 2004.
LAVILLE, C.; DIONNE, J. Construção do Saber: manual de metodologia da
pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre/ Belo Horizonte: Editora Artes
Médicas Sul Ltda/ Editora UFMG, 1999.
PÁDUA, E. M. M. de. Metodologia da pesquisa. Campinas: Papirus, 2000.
PROJETOS INTEGRADORES 3
Bibliografia Básica
ALMEIDA FILHO, J.C.P. de. Linguística Aplicada, ensino de línguas e
comunicação. Campinas: Pontes Editores e ArteLíngua, 2006.
ARAÚJO, J. C. et al.. Linguística Aplicada e Sociedade: ensino e aprendizagem
de línguas no contexto brasileiro. Campinas: Pontes Editores, 2011.
MOITA LOPES, L. P. da. Oficina de Linguística Aplicada. Campinas: Mercado
de Letras, 1996.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA FILHO, J.C.P. de. (Org.) Dimensões comunicativas no ensino de
línguas. São Paulo, São Paulo: Pontes, 2002.
BRUNO, F. C. (Org.). Ensino-Aprendizagem de Línguas Estrangeiras: reflexão
e prática. São Carlos: Claraluz, 2005.
GERALDI, J. W. Linguagem e ensino: exercícios de militância e divulgação.
Campinas: Mercado de Letras, 1996.
MOITA LOPES, L. P. da. (Org.). Por uma Linguística Aplicada Indisciplinar. São
Paulo: Parábola, 2006.
SILVA, K. A. da; ORTIZ ÁLVAREZ, M. L. Perspectivas de Investigação em
Linguística Aplicada. Campinas, SP: Pontes Editores, 2008.
PROJETOS INTEGRADORES 4
Bibliografia Básica
BHABHA, Homi K. O local da cultura. Belo Horizonte: UFMG, 1998.
151
FREIRE, P. Política e educação: Ensaios. São Paulo: Cortez, Coleção
Questões de Nossa Época, v. 23, 5ª edição, 2001.
TAVARES, R. R. (Org.) Língua, cultura e ensino. Maceió: EDUFAL, 2006.
Bibliografia Complementar
MARTINEZ, P. Didática das línguas estrangeiras. São Paulo: Parábola, 2009.
MORIN, E. Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro. São Paulo:
Cortez, 2001.
MOURA, Denilda (Org.) Oralidade e escrita: estudos sobre os usos da língua.
Maceió: EDUFAL, 2003.
SAUL, A. M. Avaliação Emancipatória. São Paulo: Cortez, Autores Associados,
1998.
STELLA, P. et TAVARES, R. Projeto Pedagógico do curso de Letras Inglês da
UFAL: os letramentos em questão. Belo Horizonte: RBLA. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S198463982012005000013&lng=en&nrm=iso&tlng=pt>
PROJETOS INTEGRADORES 5
Bibliografia Básica
MORIN, E. Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro. São Paulo:
Cortez, 2001.
PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira (org.). Ensino de língua inglesa:
reflexões e experiências. 4. ed. Campinas: Pontes, 2010.
TAVARES, R. R. Língua, cultura e ensino. Maceió: EDUFAL, 2006.
Bibliografia Complementar
FREIRE, P. Política e educação: Ensaios. São Paulo: Cortez, Coleção
Questões de Nossa Época, v. 23, 5ª edição, 2001.
LUCK, Heloisa. Ação integrada: administração, supervisão e orientação
educacional. 10a ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1991.
MOITA LOPES, L.P. Identidades fragmentadas: a construção discursiva de
raça, gênero e sexualidade em sala de aula. Campinas: Mercado de Letras,
2002
STELLA, P. et TAVARES, R. Projeto Pedagógico do curso de Letras Inglês da
UFAL: os letramentos em questão. Belo Horizonte: RBLA. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S198463982012005000013&lng=en&nrm=iso&tlng=pt>
WIDDOWSON, H. G. O ensino de línguas para a comunicação. Campinas:
Pontes, 1991.
PROJETOS INTEGRADORES 6
Bibliografia Básica
COSTA, Ana Lúcia; SANTOS, Maria Francisca Oliveira; ZOZZOLI, Rita Maria
Diniz (Org.). Pesquisas linguísticas: a interatividade da sala de aula. Maceió:
EDUFAL, 2002.
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Interdisciplinaridade: história, teoria e
pesquisa. 4. ed. Campinas: Papirus, 1999.
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Metodologia da pesquisa educacional. 10.
ed. Cortez, 2006.
Bibliografia Complementar
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (Organizadora). A academia vai a escola.
Campinas: Papirus, 1995.
152
MOURA, Denilda (Org.). Os desafios da língua: pesquisas em língua falada e
escrita. Maceió: EDUFAL, 2008.
KRAMER, Sonia; LEITE, Maria Isabel F. Pereira (Orgs.). Infância: fios e
desafios da pesquisa. 9. ed. Campinas, SP: Papirus, 2007.
PÁDUA, E. M. M. de. Metodologia da pesquisa. Campinas: Papirus, 2000.
RAMPAZZO, L. Metodologia Científica. São Paulo: Loyola, 2002.
PROJETOS INTEGRADORES 7
Bibliografia Básica
COSTA, Ana Lúcia; SANTOS, Maria Francisca Oliveira; ZOZZOLI, Rita Maria
Diniz (Org.). Pesquisas linguísticas: a interatividade da sala de aula. Maceió:
EDUFAL, 2002.
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Interdisciplinaridade: história, teoria e
pesquisa. 4. ed. Campinas: Papirus, 1999.
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Metodologia da pesquisa educacional. 10.
ed. Cortez, 2006.
Bibliografia Complementar
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (Organizadora). A academia vai a escola.
Campinas: Papirus, 1995.
MOURA, Denilda (Org.). Os desafios da língua: pesquisas em língua falada e
escrita. Maceió: EDUFAL, 2008.
KRAMER, Sonia; LEITE, Maria Isabel F. Pereira (Orgs.). Infância: fios e
desafios da pesquisa. 9. ed. Campinas, SP: Papirus, 2007.
PÁDUA, E. M. M. de. Metodologia da pesquisa. Campinas: Papirus, 2000.
RAMPAZZO, L. Metodologia Científica. São Paulo: Loyola, 2002.
153
ANEXO IV
Universidade Federal de Alagoas
Faculdade de Letras - Fale
RESOLUÇÃO Nº 2/2009
FACULDADE DE LETRAS
Aprovada em Sessão Plenária
realizada em setembro de 2009.
Setembro de 2009.
RESOLUÇÃO Nº 2/2009 – FALE, de 17 de setembro de 2009.
ESTABELECE NORMAS PARA A ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE
LETRAS – FALE.
O CONSELHO DA FACULDADE DE LETRAS, no uso das atribuições conferidas pelo
art. 6º do Regimento Interno, CONSIDERANDO as indicações de reformulação feitas pela
Comissão de Reestruturação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e de acordo com a
deliberação tomada, por ampla maioria, na Plenária Ordinária mensal ocorrida em 17 de
setembro de 2009,
RESOLVE:
Art. 1º – Os TCCs serão coordenados por um/a professor/a do Curso de Letras da
Universidade Federal de Alagoas (Ufal), nomeado/a pelo/a Diretor/a da Faculdade, através
de Portaria, por um período de um ano letivo, podendo ser reconduzido/a.
Parágrafo único. atribuições do coordenador. Dentre as atribuições do/a coordenador/a do
TCC, estão: julgar se há compatibilidade entre a área de experiência/especialização do
orientador e o tema do TCC, podendo rejeitar uma carta de aceite; receber a monografia do
TCC; encaminhar a documentação após entrega da versão final; receber a carta de
aceitação; e solicitar um/a orientador/a para o/a aluno/a que ainda não o/a tenha.
154
Art. 2º – O TCC de Letras consistirá em uma pesquisa de caráter monográfico, apresentada
em forma de artigo ou ensaio.
Art. 3º – O objetivo geral do TCC é propiciar aos/às alunos/as do Curso de Letras a
oportunidade de elaborar um trabalho acadêmico-científico relacionado aos estudos
linguísticos e literários, constantes do desenho curricular de Letras, e elaborado segundo as
normas técnicas de produção de trabalhos científicos.
Art. 4º – A pesquisa do TCC deverá ser desenvolvida individualmente.
Art. 5º – O/A aluno/a deverá solicitar orientação a um/a professor/a, que lhe dará uma carta
de aceitação.
§1º – A carta de aceitação, que terá validade de dois períodos letivos, deverá ser
encaminhada ao/à Coordenador/a do TCC, acompanhada da proposta de trabalho.
§2º – A carta de aceitação deverá ser encaminhada a partir do 5º período até o final do 6º
período letivo.
§3º – O/A aluno/a que estiver sem orientador/a deverá encaminhar ao/à Coordenador/a do
TCC uma solicitação de orientação, no 5º semestre do Curso, acompanhada da proposta do
TCC, para as devidas providências.
Art. 6º – O TCC poderá ser desenvolvido sob a orientação de professores/as tanto de Letras
quanto de outros cursos da Ufal, desde que aqueles/as estejam cadastrados junto à
Coordenação de Letras e tenham produção e/ou experiência vinculada à área de estudos do
trabalho.
Parágrafo único. O/A orientando/a, de comum acordo com seu orientador/a, pode solicitar
a colaboração de um/a coorientador/a.
Art. 7º – Orientador/a e orientando/a poderão desfazer o vínculo autorizado pela
Coordenação de Graduação, mediante justificativa.
Art. 8º – Compete ao/à orientador/a:
a) acompanhar sistematicamente o trabalho dos/as orientandos/as; e
b) entregar ao/à Coordenador/a do TCC a ficha de acompanhamento semestral do/a
orientando/a, ao final de cada semestre letivo.
Art. 9º – Compete ao/à orientando/a:
a) participar das reuniões e sessões de estudo convocadas pelo/a orientador/a;
b) cumprir os prazos fixados para a entrega de atividades; e
c) apresentar o TCC de conformidade com o Artigo 12 e subsequentes.
Art. 10 – Os critérios de avaliação do TCC serão os seguintes:
a) relevância do tema;
b) adequação da fundamentação teórico-metodológica ao tema;
c) equilíbrio e inter-relação na divisão das partes do trabalho;
d) utilização da linguagem acadêmica na redação; e
e) atendimento aos padrões e às normas técnicas de produção de trabalhos científicos.
Art. 11 – A formatação do TCC deve apresentar os seguintes requisitos:
a) a digitação deve ser em espaço 1,5; o papel, em formato A-4; a fonte 12; e o tipo de letra
é o Times New Roman;
b) as margens inferior e direita devem ter 2,5cm cada;
c) as margens superior e esquerda devem ter 3cm;
d) a encadernação encaminhada para a banca deverá ser em forma impressa simples, sem
exigência de brochura;
e) o TCC deve ter, no mínimo, 15 e, no máximo, 50 páginas, da introdução à conclusão.
Parágrafo único. A capa da versão definitiva do TCC deverá seguir o modelo padrão da
Fale.
155
Art. 12 – A monografia deverá ser entregue ao/à Coordenador/a do TCC no prazo máximo
de sessenta dias antes do término do 8º período, em 3 exemplares, para ser encaminhados
aos membros da banca examinadora.
§1º – O/A orientador/a comunicará à Coordenação do Curso de Letras a composição da
banca examinadora.
§2º – O/A aluno/a que descumprir o disposto no caput do Art. 12 só poderá reapresentar o
TCC trinta dias antes do prazo estabelecido pelo cronograma da Reitoria para colações de
grau fora do prazo.
§3º – O/A aluno/a que descumprir os prazos terá de efetuar rematrícula para o TCC.
Art. 13 – O TCC será avaliado por uma banca examinadora, presidida pelo/a orientador/a
da monografia e por mais dois/duas docentes.
Parágrafo único. O/A orientador/a deve indicar um/a suplente que fica encarregado/a de
substituir qualquer um/a dos/as titulares em caso de impedimento de um/a deles/as.
Art. 14 – Os/a integrantes da banca examinadora, a contar da data prevista no Art. 12, têm o
prazo de até vinte dias para proceder à leitura e à avaliação da monografia.
§ 1º - Os/as integrantes da banca examinadora receberão uma cópia do TCC impressa e
encadernada de forma simples.
§ 2º – O/A discente tem até quinze dias após a divulgação do resultado da banca para
entregar a cópia definitiva à Coordenação.
§ 3º - A versão definitiva do TCC a ser entregue à Coordenação será em CD.
Art. 15 – A nota final do/a aluno/a será a média ponderada entre a média aritmética das
notas atribuídas pela banca examinadora.
§1º – Para aprovação, o/a aluno/a deverá obter nota igual ou superior a 7,0 (sete inteiros).
§ 2º A apresentação do TCC poderá ser pública ou não, a critério do/a orientador/a.
§ 3º - No caso de o TCC ser apresentado de forma pública, a apresentação poderá ocorrer
sob a forma de comunicação oral durante a Semana de Letras (1º semestre) ou no
Congresso Acadêmico (2º semestre), ou em eventos similares, com a presença dos/as
integrantes da banca examinadora.
§ 4º A Coordenação de TCC só encaminhará a documentação dos/as alunos/as que tiverem
entregado a versão final (em CD e uma cópia impressa) à coordenação.
Art. 16 – Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado do Curso de Letras.
Art. 17 – Esta Resolução entrará em vigor na data de sua aprovação pelo Colegiado de
Curso.
156
CARTA DE ACEITAÇÃO
ALUNO/A: _________________________________________________________________________________
MATRÍCULA: ____________________________ E-MAIL: ___________________________________
TEL.: ______________________ ENDEREÇO: ____________________________________________
CURSO: ______________________ ANO DE ENTRADA: ______________ TURNO: ____________
ORIENTADOR/A: _________________________________________________________________________
E-MAIL: ______________________________________ TEL: __________________ UA: __________
ATUAÇÃO NA FALE: ( ) GRADUAÇÃO ( ) PPGLL ( ) NÃO
PROJETO: ________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
OUTROS (ESPECIFIQUE): ____________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
ÁREA DO CONHECIMENTO:
( ) ESTUDOS LINGUÍSTICOS ( ) ESTUDOS LITERÁRIOS
DATA:
157
FICHA DE ACOMPANHAMENTO SEMESTRAL
RELATÓRIO SUCINTO DAS ATIVIDADES REALIZADAS:
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
Maceió,_____________ de__________________ de _______
PROFESSOR/A RESPONSÁVEL: _______________________________________
COORDENADOR/A:____________________________________________________
ESTA FICHA DEVERÁ SER ENTREGUE NA COORDENAÇÃO DOS CURSOS DE
GRADUAÇÃO EM LETRAS ATÉ O PRAZO FINAL DE DIGITAÇÃO DE NOTAS.
158
ANEXO V
RESOLUÇÃO Nº 004/2012 - FALE, de 15 de maio de 2012.
Estabelece normas para a realização do Estágio Supervisionado do Curso de
Letras
O Colegiado do Curso de Letras, no uso de suas atribuições legais e estatutárias,
CONSIDERANDO as indicações de reformulação feitas pela Comissão de Estágio
Supervisionado;
RESOLVE:
Art. 1º Estabelecer normas para a realização do Estágio Supervisionado do Curso de
Letras da Universidade Federal de Alagoas.
CAPÍTULO I
DO ESTÁGIO E SUAS FINALIDADES
Art. 2 º - O Estágio Supervisionado do Curso de Licenciatura em Letras com
habilitação em Português, Inglês, Espanhol e Francês fundamenta-se na Lei nº11.
788, de 25.09.2008, na Resolução CNE/CP 1, de 18 de fevereiro de 2002, na
Resolução CNE/CP 2, de 19 de fevereiro de 2002 e na Resolução Nº 71/2006 CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006 que disciplina os estágios
curriculares dos cursos de graduação da UFAL.
§ 1º. O Estágio é um conjunto de atividades e práticas que consta no Projeto
Pedagógico do Curso de Licenciatura em Letras com habilitação em Português,
Inglês, Espanhol e Francês como Estágio Supervisionado.
§ 2º. O Estágio visa ao desenvolvimento de competências próprias da atividade
profissional docente – conhecimentos teórico-conceituais, habilidades e atitudes – e à
contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do(a) estagiário(a) para a
vida cidadã e para o mundo do trabalho.
§ 3º. Os Estágios S upervisionados em Língua Portuguesa, Inglesa, Espanhola e
Francesa serão realizados a partir do 5º período e deverão contemplar, por exemplo,
atividades de ensino, a observação da prática docente e a regência de aulas nos ensinos
Fundamental e Médio.
Art. 3º - São objetivos do Estágio Supervisionado:
I. Formar um profissional atuante, crítico, capaz de transitar pelas esferas do saber,
aliando conhecimento, valores socioculturais e necessidades individuais dos alunos.
II. Possibilitar a reflexão sobre o cotidiano escolar, a análise dos pressupostos teóricos
estudados e sua prática, a fim de que o(a) estagiário(a) possa assumir posicionamento
crítico aliado à competência técnica-metodológica e compromisso político do seu papel
na sociedade.
159
III. Possibilitar, por meio do contato constante com as diversas realidades escolares e
instâncias educacionais, a reflexão crítica e contextualizada sobre o papel do educador,
da escola e do ensino de língua e literatura da sua habilitação ou área de atuação.
IV. Estabelecer formas de desenvolvimento e articulação entre os componentes
curriculares teóricos, a dimensão prática, as disciplinas eletivas, as atividades
extensionistas, as ações de formação continuada, os projetos de pesquisa desenvolvidos
pelos docentes da FALE.
V. Proporcionar, ao graduando, condições para a reflexão ao fazer a transposição
didática dos conteúdos da área de Letras de suas habilitações para a Educação Básica
(Ensino Fundamental e Ensino Médio);
VI. Proporcionar, ao graduando, condições para o desenvolvimento das atividades de
observação, análise, síntese e reflexão críticas do trabalho pedagógico e da realidade
em que atua, enquanto agente do processo ensino-aprendizagem para a formação de
cidadãos;
VII. Integrar o Curso de Licenciatura em Letras nas habilitações Português, Inglês,
Espanhol e Francês da UFAL, às demais Instituições de Educação Básica das redes
pública e privada de ensino.
VIII. Tomar a prática como objeto de reflexão organizada e compartilhada, como campo
de conhecimento específico do professor;
IX. Envolver-se na prática pedagógica, afetiva e cognitivamente, questionando as
próprias crenças, propondo e experimentando alternativas;
X. Promover interações com o corpo docente e discente das instituições parceiras.
Art. 4º – O Estágio Supervisionado deve ser planejado, executado, acompanhado e
avaliado pela Comissão de Estágio Supervisionado em conformidade com o Projeto do
Curso de Licenciatura em Letras nas habilitações Português, Inglês, Espanhol e Francês
da UFAL, e, respeitando, o calendário acadêmico.
CAPÍTULO II
DA ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO
Art. 5º – O (A) estagiário(a) deverá receber da Coordenação de Estágio da Faculdade
de Letras os seguintes documentos, no início do semestre letivo:
I – Carta de apresentação do(a) estágiário(a) assinada pela Coordenação de Estágio
da Faculdade de Letras atestando que o(a) estagiário(a) é aluno(a) regularmente
matriculado(a) e apto(a) a realizar estágio no semestre.
II – Carta de aceite para que o responsável da unidade escolar ou do órgão
competente onde o estágio será realizado autorize o(a) estagiário(a) a cumprir as
atividades requeridas de estágio.
III – Ficha de controle das atividades de Estágio Supervisionado na qual o(a)
estágiário(a) irá registrar as atividades realizadas.
Art. 6º – Ao término do estágio, o(a) estagiário(a) deverá entregar ao professor
responsável pelo Estágio Supervisionado:
I – A carta de aceite assinada pelo responsável da unidade escolar ou do órgão
competente onde o estágio foi realizado.
II – O Relatório individual de Estágio Supervisionado.
III – A ficha de controle preenchida corretamente e assinada pelo responsável da
unidade escolar ou do órgão competente onde o estágio foi realizado.
160
CAPÍTULO III
DO LOCAL DE REALIZAÇÃO
Art. 7º – O Estágio Supervisionado será realizado, preferencialmente, em instituições
escolares públicas e privadas da Educação Básica, em cursos livres de idiomas, em
alguns órgãos da UFAL, bem como projetos institucionais de ensino, pesquisa e
extensão, desde que apresentem condições para:
Planejamento e execução conjunta das atividades de estágio.
Aprofundamento dos conhecimentos prático-teóricos a partir das experiências vividas
em situações concretas das atividades de estágio.
Art. 8º – O Estágio Supervisionado poderá ser realizado em mais de um instituição
pública ou privada, na área de formação do aluno.
Parágrafo único – O(A) estagiário(a) deverá, preferencialmente, exercer as atividades de
regência na instituição em que desenvolveu o Estágio de observação.
CAPÍTULO IV
DAS ATRIBUIÇÕES DOS ENVOLVIDOS NO PROCESSO DE ESTÁGIO
SEÇÃO I
DO COORDENADOR DO CURSO DE LETRAS
Art. 9º – Ao Coordenador do Curso compete:
I. Indicar um membro da Comissão de Estágio Supervisionado como Coordenador de
Estágio Supervisionado;
II. Designar a Comissão de Estágio Curricular Supervisionado responsável pelas
providências necessárias à efetiva realização do Estágio;
III. Arquivar por dois anos os documentos comprobatórios dos estagiários (os relatórios
de estágio supervisionado assinados pelo professor supervisor e pelo(a) estagiário(a), as
fichas de controle de estágio supervisionado e as cartas de aceite e de recebimento do
relatório pelo responsável da unidade escolar ou do órgão competente onde o estágio foi
realizado).
Parágrafo único – A Comissão de Estágio Curricular Supervisionado será composta
pelo coordenador do Curso de Letras, pelo coordenador de Estágio e por Professores
Responsáveis pelo Estágio Supervisionado, lotados na Faculdade de Letras.
SEÇÃO II
DO COORDENADOR DE ESTÁGIO
Art. 10º – É de competência do Coordenador de Estágio:
I – Disponibilizar horário, na coordenação do curso, para planejar, orientar, acompanhar
e avaliar as atividades propostas referentes a essa atividade curricular.
II – Convocar a Comissão para as reuniões.
III- Organizar a participação dos integrantes da Comissão nas discussões de
planejamento e desenvolvimento do Estágio Supervisionado.
161
IV – Vistar, ao final de cada período letivo, os documentos comprobatórios recebidos
dos professores responsáveis pelo Estágio Supervisionado.
V – Entregar os documentos comprobatórios dos estagiários ao Coordenador de
Graduação no final de cada período letivo.
Art. 11º – Em relação aos alunos, cabe ao Coordenador de Estágio Supervisionado:
I – Prestar esclarecimentos a respeito de dúvidas gerais sobre a realização dos estágios.
II – Divulgar dias e horários de atendimento.
SEÇÃO III
DA COMISSÃO DE ESTÁGIO
Art. 12º – À Comissão de Estágio compete:
I. Avaliar, propor mudanças, se necessário, e aprovar os Planos de Estágio
Supervisionado e os instrumentos de avaliação;
II. Viabilizar o desenvolvimento e o acompanhamento do Estágio Supervisionado;
III. Participar do Seminário de Socialização do Estágio Supervisionado e estimular a
participação dos demais professores do Curso nesse evento;
IV. Resolver os casos omissos, considerando a legislação vigente.
SEÇÃO IV
DO PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO ESTÁGIO
Art. 13º – Ao Professor Responsável pelo Estágio Supervisionado compete:
I. Aprovar o Plano de Estágio apresentado pelos estagiários, levando em consideração
os objetivos estabelecidos nesta Resolução;
II. Encaminhar os estagiários para o desenvolvimento do Estágio em Línguas
Portuguesa, Espanhola, Inglesa e Francesa na Educação Básica, preferencialmente em
unidades escolares da rede pública de ensino e/ou escolas de línguas estrangeiras;
III. Organizar o Seminário de Socialização do Estágio Supervisionado, o qual visa a
avaliar as atividades desenvolvidas pelos estagiários;
IV. Fixar e divulgar a data e horário do Seminário de Socialização do Estágio
Supervisionado;
V. Acompanhar os estagiários no Seminário de Socialização de Estágio;
VI. Orientar os estagiários para a apresentação de Relatório ao final de cada período
letivo em que o Estágio se realiza;
VII. Avaliar o Relatório Final de Estágio;
162
VIII. Realizar a avaliação final dos estagiários e efetuar o lançamento das notas no
SIE WEB;
IX. Recolher dos estagiários sob sua supervisão, ao final de cada período letivo, os
documentos comprobatórios da realização do Estágio Supervisionado (relatórios de
estágio assinados, as fichas de controle de estágio supervisionado, as cartas de aceite e
de recebimento do relatório pelo responsável da unidade escolar ou do órgão
competente onde o estágio foi realizado) e entregá-los ao Coordenador de Estágio
Supervisionado.
SEÇÃO V
DO(A) ESTAGIÁRIO(A)
Art. 14º – É de competência do(a) estagiário(a):
I. Seguir as normas estabelecidas por esta Resolução;
II. Elaborar o Plano de Estágio em comum acordo com o Professor supervisor do
Estágio Supervisionado;
III. Apresentar o Plano de Estágio ao Professor Supervisor do Estágio Supervisionado,
no prazo mínimo de 10 (dez) dias antes da data prevista para o início das atividades;
IV. Acatar as normas da Instituição de Ensino em que ocorrerá o Estágio;
VI. Apresentar, ao final das atividades, o Relatório de Estágio ao Professor supervisor
do Estágio Supervisionado;
VII. Participar do Seminário de Socialização de Estágio;
VIII. Apresentar o Relatório de Estágio no Seminário de Socialização de Estágio.
IX. Ter uma postura ética ao manter um ótimo relacionamento com todos os
profissionais da unidade escolar e eximir-se de criticá-los, especialmente no local do
estágio.
Parágrafo único – o(a) estagiário(a) que desenvolve seu Estágio na instituição em que
trabalha deve fazê-lo fora de suas atividades rotineiras ou dentro delas, desde que
contemple um caráter inovador.
CAPÍTULO V
DO DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO
SEÇÃO I
DO PLANO DE ESTÁGIO
Art. 15º – Deverão constar no Plano de Estágio Supervisionado, obrigatoriamente:
Dados de identificação do(a) estagiário(a);
Identificação do Estabelecimento de Ensino onde será realizado o Estágio;
Pressupostos teóricos dos conteúdos estruturantes;
163
Desenvolvimento metodológico dos conteúdos estruturantes a serem aplicados;
Cronograma das atividades a serem desenvolvidas;
Bibliografia de consulta e de referência.
Art. 16º – O Plano de Estágio deverá ser apresentado pelo estudante ao Professor
Responsável pelo Estágio Supervisionado, para análise, discussão e aprovação, no
prazo mínimo de 10 (dez) dias antes da data prevista para início das atividades.
SEÇÃO II
DA DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
Art. 17º – O Estágio Supervisionado está distribuído em 4 semestres, a partir do quinto
período do curso de Letras.
I – A carga horária do Estágio Supervisionado 1 contempla 80 horas e está distribuída
em:
5h planejamento
15h supervisão
15h caracterização
20h atividades de estágio no Ensino Fundamental ou Médio (ver observação abaixo)
20h elaboração de relatório
05h socialização das experiências
II – A carga horária do Estágio Supervisionado 2 contempla 80 horas e está distribuída
em:
5h planejamento
15h supervisão
30h atividades de estágio no Ensino Fundamental ou Médio (ver observação abaixo)
10h registros sobre a prática
20h elaboração de relatório
III – A carga horária do Estágio Supervisionado 3 contempla 80 horas e está distribuída
em:
5h planejamento
5h supervisão
10h para caracterização Unidade Escolar
5h entrevistas
15h observação no ensino fundamental
10h elaboração de aula para regência
15h regência no ensino fundamental
5h socialização das experiências e reflexão
10h elaboração de relatório
IV – A carga horária do Estágio Supervisionado 4 contempla 160 horas e está
distribuída em:
10 h planejamento
10 h supervisão
30 h para caracterização da Unidade Escolar
10 h entrevistas
15h observação no ensino médio
20h elaboração de aula
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15h regência no ensino médio
05 h socialização das experiências e reflexão
20h elaboração de relatório
Parágrafo único: As atividades de Ensino para o Estágio Supervisionado 1 e 2 podem
ser:
- observação de aula
- participação em aulas
- regência de aulas (parcial ou total)
- participação em eventos culturais, reuniões na escola,
- realização de rodas de leitura
- trabalho na biblioteca
- atividades extra classe (festas, gincanas, atividades culturais)
- acompanhamento de alunos com dificuldades de aprendizagem
- confecção de materiais didáticos
- análise de material didático
- observação de práticas em DVD
- observação e acompanhamento de uma turma-referência
- acompanhamento de grupos de alunos
- pequenos projetos envolvendo o uso de leitura e escrita
- oficinas
- aulas de reforço
- montagem de peças teatrais
Outras atividades de ensino podem ser consideradas mediante aprovação da Comissão
de Estágio.
SEÇÃO III
DA ESTRUTURAÇÃO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO
Todas as atividades desenvolvidas ao longo do estágio devem ser relatadas em um
Relatório Final, do qual devem constar:
1. Apresentação: Situar a disciplina e a discussão teórica de base, de acordo com o tema
selecionado e desenvolvido. Ex: Produção escrita – Ortografia - Dificuldades da
aprendizagem em LP - Avaliação em leitura etc.; local de realização do estágio,
objetivos previamente traçados; como a proposta foi elaborada, dificuldades
encontradas no início do estágio e como foi possível seguir o planejamento, etapas da
atividade programada e as adaptações que foram feitas.
2. Caracterização da escola - Dados Gerais:
a) Identificação da Escola: Campo de estágio (nome completo da escola; localização;
níveis e modalidades de ensino; turnos de funcionamento).
b) Instalações da Escola: Infraestrutura e recursos materiais (Biblioteca-dimensões,
acervo, capacidade, uso, tipo de atendimento; Sala de informática e recursos
tecnológicos; distribuição dos espaços e serviços de apoio).
c) Organização do trabalho escolar: Calendário escolar; Horários de funcionamento;
Índices de evasão e repetência.
d) Prática Sócio-Político-Pedagógica: Identificar a existência de projetos e/ou
programas em desenvolvimento; planejamento: como é feito, quem participa; entrevista
com representantes da direção, coordenadores, professores.
3. Diário de Campo: Descrição e reflexão sobre o trabalho desenvolvido – observação
ou regência - registrando os conteúdos abordados, as metodologias, as estratégias
165
adotadas e as avaliações empregadas, as datas de realização e os tipos de atividades
observadas e/ou desenvolvidas.
4. Análise de dados e produtos de aprendizagem: Relatório que pode ser feito por grupo
de atuação (mais ou menos quatro a oito alunos que se revezam nas atividades na
Escola). Nessa parte do Relatório, cada aluno ou dupla desenvolve a análise de um
produto, resultado do trabalho desenvolvido na Escola: versões de textos, manuscritos,
comparação de atividades etc., tendo como base teórica os conceitos discutidos na
disciplina e no curso.
5. Considerações finais: O aluno pode abordar questões, tais como a importância do
estágio para a formação; dificuldades encontradas e como elas foram superadas; e
sugestões para a melhoria do ensino e da aprendizagem naquele contexto do estágio.
6. Referências: Autores citados no relatório e nas notas de rodapé.
7. Anexos: Material didático usado pelo professor; produção dos alunos durante as aulas
ou atividades do período de estágio; registro fotográfico, entre outros materiais ou
documentos.
SEÇÃO IV
DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO
Art. 18º – Para a avaliação do Estágio Curricular Supervisionado serão consideradas
as seguintes atividades:
I. Apresentação dos Planos de Estágio Supervisionado nos prazos estipulados;
II.Frequência às reuniões de supervisão entre o professor supervisor de
Estágio e o(a) estagiário(a) ;
IV. Apresentação do Relatório Final de Estágio, nos quais deverão constar as
atividades desenvolvidas e as avaliações anteriores, após a conclusão de todas as
etapas, ao professor supervisor;
V. Participação como ouvinte dos relatos de colegas estagiários no Seminário de
Socialização;
VI. Apresentação oral dos resultados no Seminário de Socialização de Estágio,
coordenado pelo Professor supervisor de Estágio.
Parágrafo único: O estudante que deixar de participar do Seminário de Socialização
deverá, mediante a apresentação de justificativa ao Coordenador de Estágio
Supervisionado, agendar sua apresentação para o evento seguinte.
Art. 19º – A avaliação de desempenho do(a) estagiário(a), nas diferentes fases dos
Estágios de Línguas Portuguesa, Inglesa, Espanhola e Francesa, é feita pelo professor
supervisor que deve considerar:
o compromisso e a participação nas atividades propostas;
a interlocução e postura colaborativa com o professor supervisor;
o desempenho nas atividades pedagógicas;
a capacidade de diagnosticar problemas e propor soluções para situações surgidas no
ambiente escolar;
166
§1º Em cada etapa da avaliação, serão utilizados instrumentos específicos elaborados
pelos professores supervisores e aprovados pela Comissão de Estágio Supervisionado.
§2º - A nota final referente aos Estágios Supervisionados de Licenciatura em Língua
Portuguesa, em Língua Inglesa, em Língua Espanhola e em Língua Francesa deverá
ser composta considerando as notas parciais do aluno obtidas quando da realização
dos Estágios.
§3º - O Relatório Final do Estágio Supervisionado deverá ser elaborado de acordo
com as normas vigentes adotadas pela Comissão de Estágio Supervisionado.
§4º - O Relatório Final de Estágio Curricular Supervisionado deverá ser composto
pelos relatórios parciais desenvolvidos em cada uma das etapas dos Estágios.
§5º - O Relatório Final de Estágio Curricular Supervisionado deverá conter as
assinaturas do estagiário e do seu professor supervisor de Estágio.
Art. 20º - O não cumprimento do previsto nos Artigos desta Resolução implica
reprovação do(a) estagiário(a) em Estágio Supervisionado e na obrigatoriedade de
realização de um novo estágio.
CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 21º – O desenvolvimento das atividades de Estágio prevê as seguintes
modalidades:
I – Observação - destinada a levar o estudante à tomada de contato com a realidade
educacional, especialmente nas situações que envolvem professor-aluno, bem como
elaboração de planejamento, execução e avaliação das atividades escolares.
II – Regência - destinada a permitir ao(à) estagiário(a) ministrar aulas, aplicar um
projeto de intervenção ou outra atividade acerca do processo de ensino e aprendizagem,
sob orientação e supervisão do Professor de Estágio.
III – Participação - realizada para permitir ao estudante tomar parte como
cooperador em aulas e em outras atividades educativas definidas pelo Professor de
Estágio Supervisionado.
Art. 22º – Em acordo com o parecer CP/CNE 028, de 02/10/2001, em caso de aluno em
efetivo exercício da atividade docente na educação básica, a carga horária total do
semestre poderá ser reduzida, no máximo, em até 50%.
I – o aluno atuando como docente no Ensino fundamental ou Médio, em escola
reconhecida pelo MEC/Secretaria da Educação, deverá apresentar à Comissão de
Estágio Supervisionado documentação comprobatória descrevendo plano de curso e
especificando as atividades e a carga horária.
II – as atividades do monitor em escolas públicas de Alagoas só serão consideradas se
o(a) estagiário(a) desenvolver projeto ou atividades na sua habilitação ou área de
atuação.
167
Art. 23º – O(A) estagiário(a) deverá concluir cada estágio em um semestre
letivo.
Art. 24º – Nos termos da legislação vigente, o estágio supervisionado obrigatório para
qualquer habilitação da Faculdade de Letras, não cria vínculo empregatício.
Art. 25º – Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão de Estágio
Supervisionado da Faculdade de Letras.
Art. 26º – A presente Resolução terá vigência após aprovação pelo Conselho da
Faculdade de Letras.
Art. 27º – Esta Resolução poderá ser alterada a qualquer tempo, caso a Comissão de
Estágio julgar necessária, e/ou a pedido de um grupo de professores e mediante a
apresentação e a aprovação do Colegiado e do Conselho do Curso da Faculdade de
Letras da Universidade Federal de Alagoas - Campus A.C. Simões.
Miniauditório Heliônia Cêres – FALE, em 15 de maio de 2012.
Profa. Dra. Eliane Barbosa da Silva
Diretora da FALE
Presidenta do Conselho da FALE
168
CARTA DE RECEBIMENTO DE RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Eu, ____________________________________________________ , responsável por
este estabelecimento de ensino, recebi do(a) aluno(a)
__________________________________________ um exemplar do Relatório de
Estágio Supervisionado contendo informações, descrições e análises do estágio
realizado neste semestre.
Maceió, ________de ________________ de _________.
____________________________________
Carimbo e assinatura do responsável
_____________________________
carimbo da escola
169
CARTA DE APRESENTAÇÃO DO/A ESTAGIÁRIO/A
Maceió, ________de ________________ de _________.
Ao
Ilmo(a). Sr(a) Diretor(a)
Assunto: Apresentação de estagiário
Prezado(a) Senhor(a),
Apresentamos a V. S.a, ___________________________________________________ ,
aluno(a) regularmente matriculado no Curso de Licenciatura em Letras/Inglês da
Faculdade de Letras da Universidade Federal de Alagoas – UFAL,
para o
desenvolvimento de atividades de estágio supervisionado nesta unidade de Ensino.
Atenciosamente,
Responsável pelo Estágio Supervisionado
FALE – UFAL
170
CARTA DE ACEITE
O(A) aluno(a) abaixo designado(a) está credenciado(a), por esta Instituição de Ensino a
solicitar nessa Unidade a devida autorização para o período de estágio, declarando
submeter-se a todas as determinações legais.
Maceió, ________de ________________ de _________.
Responsável pelo Estágio Supervisionado
FALE – UFAL
Aluno(a) _____________________________________________________________
E-mail __________________________________ telefone ______________________
Endereço __________________________________________ CEP _______________
Escola ____________________________________________________________________
Endereço __________________________________________________________________
Bairro _____________________________ CEP _______________ Telefone ____________
Nome do(a) Diretor(a) _______________________________________________________
AUTORIZAÇÃO DO(A) DIRETOR(A)
Eu, ____________________________________________________ , responsável pelo
estabelecimento de ensino, autorizo o estágio solicitado pelo(a) aluno(a) acima
designado(a).
Maceió, ________de ________________ de _________.
___________________________________ _
Carimbo e assinatura do responsável
Carimbo da escola
____________________________
171