Letras Licenciatura - Espanhol - a Distância

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                    PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE
LETRAS LICENCIATURA A DISTÂNCIA
HABILITAÇÃO: ESPANHOL

Maceió-AL,
Julho de 2012

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
FACULDADE DE LETRAS

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
LETRAS LICENCIATURA A DISTÂNCIA
COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA ESPANHOLA

Maceió-AL,
Julho de 2012

REITOR: Eurico de Barros Lôbo Filho
VICE-REITORA: Rachel Rocha de Almeida Barros
PRÓ-REITOR DE GRADUAÇÃO: Amauri da Silva Barros
COORDENADOR INSTITUCIONAL DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: Luís Paulo
Leopoldo Mercado
DIRETORA DA FACULDADE DE LETRAS – FALE: Eliane Barbosa da Silva
VICE-DIRETOR DA FACULDADE DE LETRAS – FALE: Helson Flávio da Silva
Sobrinho
2

Sumário
1. Dados Gerais ...........................................................................................................
1.1 Dados de identificação do proponente .........................................................
1.2 Dados de identificação do curso ...................................................................
1.3 Dados do coordenador do curso ...................................................................
2. Apresentação ..........................................................................................................
3. Justificativa ..............................................................................................................
3.1 O Ensino da Língua Espanhola no Brasil .....................................................
3.2 O Ensino da Língua Espanhola em Alagoas ................................................
3.3 O Ensino da Língua Espanhola na modalidade a distancia ........................
4. A educação a distância na UFAL ...........................................................................
5. A área de Letras: concepções ...............................................................................
6. Habilidades, competências, atitudes ....................................................................
7. Perfis do egresso e campo de atuação..................................................................
7.1 Perfis do egresso..........................................................................................
7.2 Campo de atuação........................................................................................
8. Processo seletivo.....................................................................................................
9. Metodologia do Curso de Letras na modalidade a distância ..............................
9.1 Organização .................................................................................................
9.1.1 Processo de Comunicação entre Estudantes, Tutores, Professores
formadores e Coordenadores......................................................................
9.1.2 Estratégia de Desenvolvimento da Aprendizagem.............................
9.1.3 Organização do material didático ......................................................
9.2 Estrutura administrativo-pedagógica ...........................................................
9.2.1 Formação de professores e tutores para o exercício da modalidade
a distância....................................................................................................
9.2.2 Ambiente virtual de aprendizagem: recursos, ferramentas, materiais
e atividades..................................................................................................
9.2.3 Encontros presenciais e frequência....................................................
9.2.4 Armazenamento/gerenciamento dos dados produzidos na
modalidade a distância.................................................................................
9.2.5 Sobre a recuperação de estudos, trancamento, transferências e
outros itens relativos à permanência do aluno no curso..............................
9.3 Estrutura atualizada dos polos e articulação cursos/polos............................
9.4 Plano e Cronograma de Implantação ...........................................................
9.5 Sistema de Tutoria........................................................................................
10. Avaliação ...............................................................................................................
10.1 Avaliações do curso feitas pelo corpo docente e discente .........................
10.2 Avaliação da aprendizagem na Educação a Distância ..............................
10.3 Procedimentos preventivos de evasão........................................................
11. Conteúdo e matriz curricular................................................................................
11.1 Núcleo básico de formação específica do Curso de Letras........................
11.2 Núcleos de formação sobre a língua e suas literaturas .............................
11.3 Núcleo de formação para a docência .......................................................
11.4 Disciplinas eletivas .....................................................................................
11.5 Resumo da Estrutura Curricular..................................................................
12. Ordenamento curricular .......................................................................................
12.1 A Prática como componente Curricular......................................................
13. Estágio supervisionado ........................................................................................
14. Trabalho de Conclusão de Curso ........ ...............................................................
15. Atividades acadêmico-científico-culturais .........................................................
16. Ementário e bibliografia ......................................................................................
16.1 Ementas e bibliografia das disciplinas obrigatórias ....................................
16.2 Ementas e bibliografia das disciplinas eletivas ..........................................
17. Viabilização do curso ............................................................................................
18. Referências ............................................................................................................
19. Anexos ...................................................................................................................
Anexo I: Corpo docente e quadro técnico-administrativo ..................................
Anexo II: Corpo docente envolvido com a execução do curso...........................

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Anexo III: Legislações específicas ......................................................................
Anexo IV: Guia de realização dos projetos integradores ...................................
Anexo V: Resolução n. 2/2009 – Normas Elaboração TCC................................
Anexo VI: Resolução n. 004/2012 – Normas de Realização do Estágio
Supervisionado....................................................................................................
Anexo VII: Quadro sobre a concomitância, consecutividade e carga horária
semanal................................................................................................................

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LETRAS LICENCIATURA COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA
ESPANHOLA NA MODALIDADE A DISTÂNCIA

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE LETRAS

1. Dados gerais

1.1 Dados de identificação do proponente
Proponente/Razão Social: Universidade Federal de Alagoas
UF: Alagoas
CNPJ/MF: 24.464.109/0001-48
Endereço: Campus A.C. Simões -

Av. Lourival de Melo s/n, Cidade

Universitária, Maceió - AL
CEP: 57072-970
Telefone: (82) 3212.1001
E-mail: reitoria@ufal.br

1.2

Dados de Identificação do Curso

IES: 577 - Universidade Federal de Alagoas
- Nome do Curso: Letras com Habilitação em Língua Espanhola
- Endereço para correspondência:
BR 104 Km 97 – Campus A.C. Simões
Número: S/N
Complemento: Cidade Universitária
Bairro: Tabuleiro do Martins
CEP: 57072-970
Município: Maceió - AL
5

Telefone: (082) 3214 1332
E-mail: fale.letras.ufal@gmaill.com
- Modalidade: ensino a distância - EaD
- Regime escolar: regime de créditos e semestral.
- Carga horária total: 3.200 horas.
- Prazo de integralização: mínimo de 4 anos e máximo de 7 anos.
- Número de vagas: serão ofertadas 250 vagas distribuídas em cinco polos
de EaD da UFAL, a saber: Maceió, Santana do Ipanema, Penedo, Arapiraca,
Palmeira dos Índios.
- Dimensão das turmas: 50 alunos para cada polo listado.
- Local de funcionamento: polos de EaD da UFAL.

1.3

Dados do coordenador do Curso

- Identificação:

Nome: Kristianny Brandão Barbosa de Azambuja
SIAPE: 3337883
CPF: 860.084.804-06
RG: 2001001141745 SSP AL
Fone: (82) 9948-9286
e-mail: kristiannybba@yahoo.com.br

- Formação Acadêmica:
Mestre em Literatura Brasileira.
Graduação: Licenciatura em Letras.

- Experiência Acadêmica:
Professora Assistente da UFAL (2011)
Professora Substituta da UFAL (2001 a 2005)

6

2. Apresentação

Este documento tem por objetivo apresentar o Projeto Político-Pedagógico
do Curso de Letras - Licenciatura em Língua Portuguesa na modalidade a
distância para atender à demanda da Formação de Professores da Educação
Básica Pública (PARFOR) e demanda social. Na entrada pelo PARFOR, os
professores devem estar em exercício na Educação Básica Pública, há pelo
menos três anos, conforme a Política Nacional de Formação de Profissionais
do Magistério da Educação Básica, instituída pelo Decreto no 6.755, de 29 de
janeiro de 2009, do Conselho Nacional de Educação, e PARFOR, instituído por
meio da Portaria Normativa nº 9, de 30 de junho de 2009, do Ministério da
Educação.
De acordo com essa portaria, o PARFOR é uma ação conjunta do Ministério
da Educação, por intermédio da Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento
de Pessoal de Nível Superior (CAPES), em colaboração com as Secretarias de
Educação dos Estados, Distrito Federal e Municípios e as Instituições Públicas
de Educação Superior (IPES), com a finalidade de atender à demanda por
formação inicial e continuada dos professores das redes públicas de educação
básica.
Este Projeto Pedagógico está desenvolvido em consonância com as
especificações legais relativas à oferta de curso de Letras, como Primeira
Licenciatura, para Professores da Educação Básica Pública (Resolução
CNE/CP nº 01/2002; Decreto CNE 6755/2009; Resolução CNE/CP 02/2002;
Resolução CNE/CES 18/2002; e Parecer CNE/CES 492/2001).
Para atender à demanda social e do PARFOR, atingindo o maior número de
pessoas interessadas nesta qualificação, este Curso será desenvolvido na
modalidade a distância. Como parte desse plano, e considerando as demandas
estabelecidas, decidiu-se que a FALE ofereceria um total de 125 vagas para
licenciaturas em Letras Espanhol, conforme quadro a seguir, que engloba o
conjunto das licenciaturas emergenciais a serem oferecidas:

7

POLO/

CURSO

TIPO DE
FORMAÇÃO

MOD.

UF

MUNICÍPIO

N.
VAGAS

LETRAS/ESPANHOL

LICENCIATURA

EAD

AL

MACEIÓ

25

LETRAS/ ESPANHOL

LICENCIATURA

EAD

AL

ARAPIRACA

25

LETRAS/ ESPANHOL

LICENCIATURA

EAD

AL

PENEDO

25

LETRAS/ ESPANHOL

LICENCIATURA

EAD

AL

PALMEIRA DOS
ÍNDIOS

25

LETRAS/ ESPANHOL

LICENCIATURA

EAD

AL

SANTANA DO
IPANEMA

25

A modalidade a distância apresenta objetivos similares àqueles do ensino
presencial, porém, com dinâmica, filosofia e concepções (do que seja
professor, aluno, avaliação) distintas daquela modalidade de ensino.
Entretanto, deseja-se manter, dentro das possibilidades, as concepções
historicamente construídas ao longo da consolidação da FALE.
É preciso compreender que a Educação a Distância (EaD) não pode ser
reduzida a questões metodológicas, ou à simples gestão acadêmicoadministrativa, ou ainda, como possibilidade apenas de emprego de
Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) na prática docente e no
processo formativo dos estudantes. Tem-se de considerar que não existe uma
metodologia de EaD e, menos ainda, um “modelo” único na oferta de cursos a
distância. Cada instituição, ao longo desses anos, vem construindo sua
experiência em EaD e se ajustando à modalidade, dando-lhe identidade,
calcada na realidade local e na trajetória da instituição e dos profissionais que
atuam na EaD.

3. Justificativa

3.1 O ensino da Língua Espanhola no Brasil
Atualmente, o que se observa é um crescente interesse pelo aprendizado
da língua espanhola no Brasil. Fatores como: o processo de globalização e
8

integração latino-americana são os principais motivos da demanda crescente
pelo ensino e aprendizado da língua em questão.
Desde 1994, muitas escolas de idiomas e instituições públicas e privadas
incluíram o ensino do espanhol nos seus planos de formação. Os estados do
Sul e Sudeste se destacam neste cenário, estando o espanhol mais presente
no ensino fundamental que no ensino médio; já nas regiões Norte e Nordeste,
a sua implantação é menor, e um dos motivos é a escassez de professores.
Muitas escolas privadas oferecem o espanhol com a finalidade de facilitar a
preparação de seus alunos aos exames de seleção para o acesso a
universidades públicas e privadas. 1
A última Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional (LDB), Lei
9394/96, deu uma abertura maior para o ensino de línguas estrangeiras a
partir da quinta série do ensino fundamental. Isto está refletido no Art. 26, §
5º, segundo o qual "será incluída uma língua estrangeira moderna, como
disciplina obrigatória, escolhida pela comunidade escolar, e uma segunda, em
caráter optativo, dentro das disponibilidades da instituição" (Art. 36, Inciso III)
Entretanto, a Lei em vigor (11.161/05) impõe a obrigatoriedade do ensino do
Espanhol apenas nas escolas de Ensino Médio. No ensino fundamental, a
sua oferta é facultativa. Essa decisão representa um problema para a
formação integral dos alunos, já que três anos de ensino de espanhol são
insuficientes para o trabalho com os aspectos linguísticos e culturais da
língua. Sobre essa questão, Bissaco e Reatto (2007) ressaltam que
“(...) o ensino médio, apesar da LDB prever no Título V,
Capítulo II, Seção IV, Artigo 35, inciso 2º. “a preparação básica
para o trabalho e a cidadania do educando” (BRASIL, 1996),
três anos de uma carga horária reduzida é insuficiente para
preparar alunos para o mercado de trabalho ou para responder
às expectativas satisfatórias do exame de seleção em língua
estrangeira para ingresso nas universidades, onde nestas, por
sua vez, será oferecido um estudo instrumental do idioma cujo
objetivo é somente o afrontamento das situações cotidianas.”
(BISSACO; REATTO, 2007, P.9)

__________________
1-

CONSEJERÍA DE EDUCACIÓN Y CIENCIA/ EMBAJADA DE ESPAÑA EN BRASIL. Datos y cifras:
informe sobre la enseñanza del español en Brasil. Brasilia, 1998.

9

Assim sendo, a carga horária reduzida do ensino do espanhol não
propicia a construção do conhecimento integral do idioma. As escolas, nessa
perspectiva, apenas trabalhariam a leitura e interpretação de textos em língua
espanhola, com o objetivo de facilitar o acesso dos alunos às universidades. O
ensino instrumental do idioma não garante o conhecimento da oralidade e
compreensão auditiva e, portanto, não prepara os alunos para o mercado de
trabalho.
O outro problema que encontramos em relação ao ensino do espanhol
no Brasil diz respeito à formação de professores. Atualmente, há um grande
déficit de docentes para suprir a demanda do idioma nas redes públicas de
ensino. De acordo com Martínez-Cachero (2007), são necessários 7.462 novos
professores para implementar a lei do espanhol, tanto nas escolas públicas
como nas privadas, de Ensino Médio. E, se a lei valesse também para Ensino
Fundamental (6º ao 9º anos), o Brasil precisaria contar com 23.500 novos
professores de espanhol.
Além da carência de professores de espanhol, há ainda outro problema
a ser considerado: a falta de formação adequada para atuar em escolas
públicas e privadas de ensino. Muitos professores exercem a função sem a
formação universitária adequada. De acordo com os dados da pesquisa
realizada por Martínez-Cachero (2007), “22,2% dos professores que atuam no
Ensino Fundamental (5ª a 8ª série) do sistema brasileiro, carecem de
licenciatura. No Ensino Médio, a porcentagem é de 11, 7%”. (MARTÍNEZCACHERO, 2007, p. 89)
Somado aos problemas expostos, há também um desequilíbrio em
relação ao número de universidades públicas dos estados brasileiros que
oferecem a licenciatura em Língua Espanhola. Segundo Martínez-Cachero
(2007), “quase a metade dos cursos, 45,37%, se concentra na Região Sudeste
e se à mesma somamos a Região Sul, o total de ambas as regiões dispara
para 74,69%”. (MARTÍNEZ-CACHERO, 2007, p. 100). Ainda, de acordo com o
mesmo autor, a região norte oferecer somente 5% dos estudos universitário em
espanhol e, a região nordeste, 34%.

10

3.2

O Ensino da Língua Espanhola em Alagoas

No Estado de Alagoas, o ensino de Língua Espanhola na rede pública e
particular vem se desenvolvendo lentamente. Antes da sanção da lei
11.161/2005, que estabelece a obrigatoriedade do ensino da Língua Espanhola
em escolas de Ensino Médio, raras universidades ofereciam a licenciatura para
quem desejasse atuar como docente nessa área, já que só se ensinava inglês
ou francês, nas escolas estaduais e municipais.
Atualmente, a crescente demanda pelo ensino e aprendizagem da
Língua Espanhola e a obrigatoriedade da sua oferta no Ensino Médio fizeram
com que o Estado de Alagoas se movimentasse para incluí-la como mais uma
opção de língua estrangeira no currículo das escolas. Atualmente, há dois
Centros de Idiomas, um estadual e outro municipal, que contribuem para o
desenvolvimento sociocultural do nosso Estado: o Instituto de Línguas
Professora Noêmia Gama Ramalho, criado pelo decreto 2.487, de 18 de
dezembro, de 1974, e inaugurado a 13 de fevereiro de 1975, no Centro de
Estudos e Pesquisas Aplicadas - CEPA, e o Núcleo de Línguas do Município
de Maceió, criado pela Secretaria de Educação do Município de Maceió. O
primeiro centro funciona até hoje, mas com pouco apoio da SEE-AL e atendia,
em 2010, mais de 2.000 alunos. O segundo também continua em
funcionamento.
No que diz respeito ao Ensino Universitário, as graduações em Língua
Espanhola são, atualmente, oferecidas pela Universidade Federal de Alagoas
(UFAL), pelo Centro de Estudos Superiores de Maceió (CESMAC) e pela
Faculdade de Formação de Professores de Penedo. Na UFAL, o curso de
Letras com habilitação em Português e Espanhol iniciou-se em 1996, no
CESMAC, em 2000 e em Penedo, 2001.
A Universidade Estadual de Alagoas – UNEAL e os Institutos Federais
de Alagoas também ofertam o curso de Letras com habilitação em espanhol,
dentro e fora do Estado.
O que se pode notar é que, de fato, a oferta e a demanda pela formação
em espanhol estão aumentando, cada vez mais, em Alagoas. No entanto,
mesmo com tantas possibilidades de formação, ainda há no estado uma
11

grande carência de profissionais da área, para atuarem nas escolas das redes
públicas e particulares de ensino.
No estado de Alagoas há, atualmente, 35 escolas que ofertam a Língua
Espanhola com disciplina obrigatória ou optativa 1. A obrigatoriedade da oferta
da Língua é definida pelo conselho escolar. Cabe a esta analisar o interesse
dos alunos e da comunidade em relação à língua estrangeira a ser ofertada
para, depois, inseri-la no currículo.
É importante mencionar que a pouca quantidade de professores
graduados em Língua Espanhola, no estado de Alagoas, pode influenciar na
decisão da inserção ou não do idioma nos currículos escolares. Muitas escolas
deixam de ofertar a Língua Espanhola pela dificuldade que encontram na
contratação de professores habilitados para lecionarem o idioma.
Já foram feitos dois concursos públicos para professores de Língua
Espanhola. Um em 2001 e outro em 2005. Nos dois concursos, o número de
aprovados não foi suficiente para suprir a carência de professores no estado.
Atualmente, há 51 professores graduados, na rede estadual de ensino.
Desses, 41 são efetivos e 10 são contratados. Entretanto, para se cumpri a lei,
o estado precisaria contratar 284 professores efetivos. Como pode ser
observado no quadro abaixo:
Alunos

Escolas

Professores de

Escolas de

Professores de

Carência de

matriculados no

SEE/AL com

Língua

Ensino Médio

Língua

professores

ensino médio

disciplina de

Espanhola

da SEE/AL

espanhola

de língua

SEE/AL 2008

Espanhol

SSE/AL 2008

102.420 alunos

35 escolas

41 Efetivos

179 escolas

10 monitores

necessários

espanhola

para a SEE/AL

na SSE/AL

Estimativa de

Estimativa

325

de 284

professores

professores

efetivos

efetivos

O município de Maceió apresenta, em seu quadro de docentes de
Língua Espanhola, uma média de 31 professores efetivos atuando, no Ensino
Fundamental e Médio. Há, ainda, em alguns municípios de Alagoas,
professores de espanhol contratados para ensinar o idioma, sem haver
passado por um concurso específico da área.
1

Dados fornecidos pela Diretoria de Desenvolvimento do Ensino Médio de Alagoas em 2007.

12

Alagoas tem 102 municípios que, por sua vez, se responsabilizam pela
definição curricular do Ensino Fundamental. Segundo a Lei Diretrizes e Bases
da Educação, cabe aos municípios definirem as regras do Ensino Fundamental
e não Médio. Vale ressaltar que, por esse motivo, as prefeituras não abrem
concursos para professores de Língua Espanhola, já que o idioma é obrigatório
somente para o Ensino Médio. Tal questão também justifica o fato de o Ensino
Fundamental ofertar, quase em caráter exclusivo, o ensino da Língua Inglesa,
em detrimento da Língua Espanhola, no segundo ciclo do Ensino Fundamental,
do 6º ao 9º anos.
Diante dessa situação, a possibilidade de formação em Letras,
com habilitação em Espanhol, na modalidade á distancia, pode contribuir
significativamente para solucionar parte do problema relativo à escassez de
professores de Língua Espanhola.

3.3

O Ensino da Língua Espanhola na modalidade a distancia

No Brasil, existem atualmente em funcionamento 14 cursos de Letras
Espanhol, na modalidade a distancia. Esses cursos estão distribuídos da
seguinte forma: dois na região Norte, cinco no Nordeste, um no Centro Oeste,
dois no Sudeste e quatro na região Sul do país. Todos são licenciaturas. Deles,
onze

formam

Espanhola,

e

professores
três

em

com
dupla

habilitação
habilitação

em

Língua
Português/

Espanhol.
No ano 2005, atendendo a convocação da UAB - Universidade Aberta do
Brasil -, através da publicação do Edital de 01/2005, referente à abertura de
novos cursos para Licenciatura na modalidade a distância, foram criados os
cursos de Licenciatura Letras Espanhol na Universidade Federal de Santa
Catarina (UFSC), na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e o de
Letras Português e Espanhol na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
(UFMS). A UFSC extrapolava as fronteiras estaduais catarinenses ao oferecer
o curso também para o Estado de Paraná, ofertando 200 de suas 300 vagas,

13

para os municípios paranaenses de Cidade Gaúcha, Foz do Iguaçu e Pato
Branco.
Na segunda chamada da UAB, através do Edital 01/2006, foram criados
mais sete cursos nesta modalidade, totalizando dez cursos nesse momento. A
novidade foi que três deles estavam na Região Nordeste. As instituições de
ensino superior que ofereceram a Licenciatura Plena Letras Espanhol foram: o
Instituto Federal de Rio Grande do Norte (IFRN), a Universidade Estadual de
Piauí (UESPI), a Universidade Federal de Ceará (UFC), a Universidade Federal
de Pernambuco (UFPE), a Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) e a
Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES). A Universidade
Estadual de Ponta Grosa (UEPG), por sua vez, criaria a Licenciatura com dupla
habilitação em Letras Português Espanhol.
Mais tarde, em 2007 o Ministério da Educação apresentou o Plano de
Desenvolvimento da Educação (PDE) e colocou à disposição dos estados,
municípios e Distrito Federal, instrumentos eficazes de avaliação e de
implementação de políticas de melhoria da qualidade da educação, sobretudo
da educação básica pública. A intenção é oferecer cursos de graduação para
aqueles professores que atuam na educação básica e ainda não são
graduados. A partir de esse momento surgem quatro novos cursos de ensino
de espanhol na modalidade a distancia. Três deles, de Licenciatura plena em
Letras Espanhol: no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de
Roraima (IFRR), na Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e na
Universidade do Estado da Bahia (UNEB), e o curso de Letras Língua
Portuguesa, Língua Espanhola e Respectivas Literaturas na Universidade do
Tocantins (UNITINS)2.
No estado de Alagoas, são três os centros de ensino superior que formam
professores de espanhol. Duas universidades públicas, uma federal e uma
estadual oferecem a Licenciatura em Letras Espanhol: a Universidade Federal
de Alagoas (UFAL) com 20 vagas no vespertino e 20 no noturno, e a
Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL) com 15 vagas no vespertino e 15
no noturno. O Centro Universitário CESMAC, como universidade privada,

2

Informações tomadas de: <http://uab.capes.gov.br/index.php?option=com_wrapper&view=wrapper

&Itemid=12> Acesso em 16 fev. 2012.

14

oferece 60 vagas no turno noturno para a Licenciatura em Letras com dupla
habilitação Português-Espanhol. Todas elas são na modalidade presencial.
Embora o número de vagas anuais chegue a cento e trinta, os formandos
estão concentrados principalmente nas cidades de Maceió e São Miguel dos
Campos provocando um déficit de profissionais qualificados para atender a
demanda de professores de língua espanhola em todo o Estado. Por esse
motivo, é importante fazer chegar esse curso a outros polos e cidades do
interior. Principalmente para poder dar cumprimento à Lei 11.161 de 2005 que
torna obrigatória a oferta do Espanhol como Língua Estrangeira em todas as
escolas, de Ensino Médio e do terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental.
Para possibilitar esta tarefa, a UFAL convocou um concurso público (Edital
129/2010), para prover um cargo de professor de espanhol que atuará dentro
da UAB com o objetivo de expandir esse e outros cursos no Interior do estado.
A Licenciatura em Língua Espanhola na modalidade a distancia compreenderá,
além do Polo Maceió, mais quatro polos distribuídos nas cidades de Arapiraca,
Penedo, Palmeira dos Índios e Santana de Ipanema.
A importância do curso na modalidade a distancia é que não só vai
proporcionar aos alunos os conhecimentos da Língua Espanhola e sua
pedagogia como também as competências e habilidades para trabalhar com
novos dispositivos, tecnologias, mídias e linguagens que estarão presentes
cada vez mais na educação e no ensino/aprendizagem de línguas estrangeiras.
Vale lembrar que está previsto para o edital do PNLD 2014 (Programa nacional
do Livro Didático) a presença obrigatória de livros digitais e conteúdos
interativos para o ensino de línguas.

4. A educação a distância na UFAL

A UFAL foi pioneira no estado em oferecer cursos de graduação a
distância. Em 1998, visando à formação dos professores da rede pública que
atuam nas séries iniciais do Ensino Fundamental, criou o curso de licenciatura
em Pedagogia na modalidade a distância, o primeiro a ser reconhecido pelo
MEC em Alagoas. O curso surgiu através das ações do Programa de
Assessoramento Técnico–Pedagógico (PROMUAL) com o objetivo de viabilizar
15

uma formação em nível superior capaz de qualificar professores da rede
pública, diminuindo o quadro grave de menos de 10% dos professores
graduados ou graduados, mas atuando em área diferente da qual tiveram
formação inicial (MERCADO, 2007).
Este programa foi desenvolvido pelo Centro de Educação da UFAL
(Cedu/Ufal) e tinha como objetivo principal o desenvolvimento de atividades
que proporcionassem aos secretários municipais de educação meios para que
pudessem exercer suas funções numa gestão participativa e responsável,
visando à otimização dos recursos públicos e promovendo melhorias na
qualidade da educação que tanto se deseja.
A UFAL foi credenciada pelo MEC para a oferta de cursos na
modalidade de EaD, através da Portaria nº 2.631 de 19.09.2002, estando,
portanto, legalmente autorizada a diplomar os alunos participantes desses
cursos.
A EaD UFAL permaneceu vinculada ao Núcleo Temático de Educação a
Distância (NEAD) do Centro de Educação (CEDU) até 2005. A partir de editais
de agências de fomento, do início das discussões em torno da constituição de
uma Universidade Aberta do Brasil (UAB)3 e do surgimento de novas
demandas em outras áreas da UFAL, em 2006 a EaD/UFAL deixa de ser uma
ação quase que exclusiva do NEAD.
Neste período, o MEC, com a finalidade de atender à demanda das
empresas estatais qualificando seus servidores públicos propõe, em parceria
com 25 IFES, a criação do curso de Graduação em Administração na
modalidade a distância (MERCADO, 2007). A UFAL, em virtude de suas
experiências anteriores em EaD, foi uma das Instituições escolhidas. Assim,
iniciou-se a UAB com a oferta do curso piloto de Administração a Distância,
financiado pelo Fundo das Estatais, através do Banco do Brasil.

3

Instituída pelo Decreto 5.800 de 8 de junho de 2006, a Universidade Aberta do Brasil é um
sistema integrado por universidades públicas que oferece cursos de nível superior para
camadas da população que têm dificuldade de acesso à formação universitária, por meio do
uso da metodologia da educação a distância. O público em geral é atendido, mas os
professores que atuam na educação básica têm prioridade de formação, seguidos dos
dirigentes, gestores e trabalhadores em educação básica dos estados, municípios e do Distrito
Federal.

16

Em dezembro de 2005 é lançada pelo MEC a 1ª chamada pública para
seleção de polos municipais de apoio presencial e de cursos superiores de
instituições de ensino na modalidade de educação a distância para o sistema
UAB, o que permitiu a concretização desse sistema, por meio da seleção para
integração

e

articulação

das

propostas

de

cursos,

apresentadas

exclusivamente por instituições federais de ensino superior, e as propostas de
polos de apoio presencial, apresentadas por estados e municípios. A 2ª
chamada, publicada em 18 de outubro de 2006, diferiu da primeira experiência
por permitir a participação de todas as instituições públicas, inclusive as
estaduais e municipais.
Ainda em 2006, a UFAL aprova e passa a oferecer outros cursos na
Modalidade a Distância, tais como Especialização em Docência no Ensino
Superior e Especialização em Gestão Escolar.
Inicialmente coordenada por um Comitê Gestor de EaD (2005),
atualmente, a EaD na UFAL é coordenada pela Coordenadoria Institucional de
Educação à Distância (CIED), órgão de apoio acadêmico vinculado à Reitoria,
que coordena os planos de ações de EaD na UFAL. Apesar da importância da
CIED e da imensa demanda de trabalho, ainda há desafios relativos ao espaço
físico e à infraestrutura operacional do órgão.
Os cursos de EaD reúnem professores (que desenvolvem algumas aulas
presenciais nos fins de semana nos polos) e tutores (encarregados de fazerem
o acompanhamento dos alunos nos polos e online), remunerados com bolsas
durante a vigência de suas atividades junto aos cursos. Apenas recentemente
a UFAL tem aberto concursos para professores atuarem nestes cursos.
Neste caminho, a Ufal apresenta necessidades da criação de novos
processos formativos, junto ao seu corpo docente, ampliando a utilização das
novas tecnologias incorporadas às práticas pedagógicas nas atividades dos
diversos cursos. Assim, conforme Mercado (2007), os projetos existentes na
UFAL visam construir e ampliar as condições didático-pedagógicas para a
melhoria do trabalho dos cursos de EAD da UFAL e, ainda, atender ao que
dispõe a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN.
A LDBEN (1996), em seu art.87, § 4o, das Disposições transitórias
estabelece que: até o fim da Década da Educação somente serão admitidos
professores habilitados em nível superior ou formados por treinamento em
17

serviço e, no mesmo art. §3o, Inciso III, diz que o Município deverá realizar
programas de capacitação para todos os professores em exercício, utilizando
também, para isso, os recursos da educação à distância.
Ainda com relação à LDB o art. 80, das Disposições Gerais, afirma que:
O Poder Público incentivará o desenvolvimento e a veiculação de programas
de ensino a distância, em todos os níveis e modalidades de ensino, e de
educação continuada.
Em 2009, o Ministério da Educação, através da Secretaria de Educação
Básica, preocupado com os caminhos didático-pedagógicos da base da
educação brasileira, lança o Programa Emergencial de Segunda Licenciatura
para Professores em exercício na Educação Básica Pública sob coordenação
do MEC em colaboração com as universidades públicas. Os cursos de
formação inicial do PARFOR dividem-se em três categorias: a) 1ª licenciatura
para professores sem formação superior; b) 2ª licenciatura para professores
que atuam fora de sua formação específica; c) formação pedagógica para
bacharéis sem licenciatura.
Ao se planejar este curso na modalidade a distância, levou-se em conta,
além da necessidade de capacitar o professor do Ensino Fundamental e
Ensino Médio, a preocupação em atender a uma clientela formada
principalmente por professores em exercício, com dificuldades de ordem
pessoal para frequentar cursos presenciais convencionais.
Nesse sentido, a oferta indicada pela FALE contempla o curso de Letras –
Língua Espanhola, com vagas destinadas a primeira licenciatura para
professores sem formação superior na modalidade EaD e vagas destinadas à
demanda social, para professores com primeira licenciatura. Ressalta-se que é
meta do Curso de Licenciatura em Letras na modalidade a distância da UFAL
contribuir, através de estudos e de atividades acadêmicas, para a solução de
diversos desafios do país e, sobretudo, regionais, tendo em vista que as
academias são locais de interação social e articulação, unindo em sua
metodologia de trabalho ensino e pesquisa, sociedade e escola.

18

5. A área de Letras: concepções

Pode-se falar de dois grandes modelos teóricos de interpretação da
linguagem humana, que foram desenvolvidos a partir do surgimento da
Linguística, no começo do século XX: um que entende a língua numa
concepção formalista e outro que a entende numa perspectiva social/cultural ou
social/discursiva. Esses modelos se distinguem da concepção tradicional, que
identifica o estudo da linguagem com o estudo da gramática.
Os estudos dos filósofos gregos caracterizavam-se pela preocupação
filosófica, cujo objetivo era perpetuar o patrimônio literário grego. Eles
perpetuaram, portanto, uma visão ideológica, elitista e normativa dos estudos
de linguagem. Esta concepção persiste até hoje na forma como muitos
professores ainda concebem o ensino de língua, confundido com o ensino de
gramática descritiva e normativa. A visão normativa da linguagem considera
que tudo o que foge à norma padrão é inferior ou não é um fato linguístico
legítimo.
A partir do paradigma estruturalista, inicia-se uma nova etapa nos
estudos da linguagem. O estruturalismo, tanto na Europa a partir de Ferdinand
de Saussure, como nos Estados Unidos a partir de Leonard Bloomfield,
caracteriza-se pela centralização em torno da concepção sistêmica da língua,
vista como uma entidade abstrata.
Inspirado no racionalismo e na tradição lógica dos estudos da linguagem,
o gerativismo de Chomsky entende a língua como “objeto biológico” e propõe
uma teoria linguística que satisfaça as condições de adequação descritiva, isto
é, oferecer uma descrição das propriedades das línguas particulares,
entendidas como o sistema de conhecimento internalizado do falante; e de
adequação explicativa, isto é, depreender como cada língua particular pode ser
derivada de um estado inicial, geneticamente determinado. O que caracteriza o
programa da Gramática Gerativa é a sua natureza mentalista/internalista.
Sob a égide do estruturalismo, desenvolveram-se escolas distintas: a
formalista, que propõe uma visão da língua enquanto sistema formal; e a
funcionalista de várias tendências,

que considera as funções como

constitutivas da língua.
19

Numa posição que visa a ultrapassar a concepção de língua como
sistema

(estruturalismo)

e

como

conhecimento

individual

e

interno

(gerativismo), diferentes abordagens dedicam-se ao estudo da relação entre os
aspectos linguísticos e os sociais. Elas diferem entre si quanto à interpretação
que dão à natureza dessa relação através: da variação (Sociolinguística
Laboviana),

da

interação

qualitativa

(Sociolinguística

Interacional),

do

enunciado como unidade de análise (Teorias da Enunciação e da Pragmática),
do texto como unidade de análise (Linguística textual) e do discurso (as
diferentes análises do discurso: a Análise do Discurso de linha francesa – AD,
a Análise do Discurso Bakhtiniana, a Análise Crítica do Discurso, a Análise
Semiótica do Discurso, para citar algumas das vertentes principais).
A análise do discurso agrega uma concepção teórica e uma práxis de
interpretação, que entende a língua e a linguagem como resultados de
processos históricos, logo, como prática de sujeitos. Através do discurso que
reflete/refrata uma realidade social, o sujeito imprime sua marca na
cotidianidade.
No quadro específico da aquisição de linguagem e da aprendizagem de
línguas, duas perspectivas de estudo se distinguem: aquelas das Teorias da
Aquisição e aquela da Linguística Aplicada.
A área da aquisição de linguagem tradicionalmente dedica-se à
investigação da aquisição da língua materna, podendo assumir uma
perspectiva inatista ou sociointeracionista. Os estudos sobre a aquisição da
escrita também têm tido um lugar de destaque nas pesquisas da área.
A Linguística Aplicada trabalha numa perspectiva inter/transdisciplinar
questões sociais que têm como foco a linguagem. Sua atuação no ensino e na
aprendizagem de línguas apresenta proposta híbrida, tanto teórica como
metodológica, visando a contribuir para a transformação das práticas.
De forma análoga, também a Literatura sofreu várias mudanças nos seus
paradigmas de análise. Saiu de uma abordagem meramente periodista e
passou a ocupar-se com o estudo das diferentes organizações discursivas e
textuais das obras literárias, a partir de perspectivas variadas, como a
filosófica, histórica, semiótica, entre outras. Se, no passado recente, o estudo
da literatura se reduzia a um desfile de autores e obras dispostos em rigorosa
cronologia, sem que se fizesse inter-relação entre estilos, procedimentos e
20

gêneros, hoje se pede muito mais do que isso: a compreensão de obras e de
autores e de comportamentos de escrita sempre de acordo com vieses teóricointerpretativos capazes de integrar conhecimento do universo literário a
atitudes críticas, que devem, em qualquer instância, iluminar o artefato literário
no que os textos manifestam em sua realização como construção (nesse
sentido, Antonio Candido defende a ideia de que a integralidade da leitura da
obra literária só se dá quando, além da fruição dos temas e da percepção da
expressão subjetiva de quem escreveu o texto, é reconhecida a dimensão de
organização estrutural desse texto, a qual faz, por exemplo, que determinado
tema ou assunto seja entendido ou apreciado ao serem entendidas e avaliadas
as suas formas de realização estética).
Além disso, e em consonância do que foi já dito, em tempo de
multiculturalismo avultam as pesquisas que enfocam e privilegiam o campo
cultural do fazer literário, como ocorre no âmbito dos Estudos Culturais, da
crítica feminista e da ecocrítica, sem abandonar a pesquisa formal responsável
pela detecção, no texto, de seus componentes básicos e estruturais de
organização artística.
O ensino da literatura, no ensino médio, ainda se ressente de certo
anacronismo, por não discutir o caráter de construção do texto na sua íntima
relação com os temas e com os grupos sociais dos quais fazem parte os textos
efetivamente produzidos. Minimizando a compreensão da literatura como
trabalho e produção, em geral, ainda se mantém, nesse nível de ensino, a
ilusão de que o texto é resultado de um capricho de eleitos e que, para melhor
fruí-lo, basta entrar em contato com o cânon e com a decifração de recursos
retórico-estilísticos, como se estes não participassem também de outras
modalidades de gêneros textuais, como o texto jornalístico, o científico, o
religioso, entre outros, não sendo, pois, tais recursos elementos de
discriminação do literário. O importante é ver em que sentido a literatura tem de
particular, seus processos formais de significação, e em que aspecto ela se
articula com os demais gêneros textuais e com a própria existência concreta
dos homens em sociedade.
A literatura está longe, por conseguinte, de ser um gênero discursivo à
parte, pois nas mais diversas situações cotidianas entramos em relação direta
com manifestações artísticas e com o imaginário, de que são exemplos o teatro
21

de rua, a telenovela, a história em quadrinhos, a canção popular, as adivinhas,
entre outras linguagens e outros instrumentos midiáticos. Na atualidade não se
pode mais desconsiderar a força do meio eletrônico, que convive com o livro de
papel e tinta. Isso só comprova que o “direito à literatura” — expressão feliz de
Antonio Candido — é um dado permanente na vida diária, da mais elitizada a
mais humilde, razão por que falar em arte, em qualquer uma de suas
manifestações, é ainda falar do homem e da sociedade que o abriga. A
velocidade da vida diária na contemporaneidade não atenuou a relação com o
imaginário e com a importância que deve assumir a literatura; apenas alterou
as formas de percepção e os modos de propagação e de produção do texto
literário, obrigando o crítico a rever constantemente seus critérios de análise,
seus conceitos, todos em constante mutação, situação que faz voltar o olhar,
afirmativamente, para a comunidade de leitores, cuja formação é compromisso
do ensino, em qualquer nível.
Os embates mencionados entre os paradigmas de estudo das línguas,
em sua manifestação ordinária ou artística, apontam para a necessidade de os
profissionais reconhecerem a provisoriedade das múltiplas posições em que
sua área está colocada, em função das múltiplas mudanças discursivas que
constituem a própria sociedade. Sob tal óptica, coloca-se como trabalho do
professor o questionamento e a interrogação permanentes das "grandes
narrativas filosóficas e científicas", visando desestabilizar o discurso único.
Entretanto, cumpre acrescentar que a complexidade dos saberes envolvidos
no projeto pedagógico do/a licenciado/a em Letras não prescinde de uma
formação específica daquele/a que lida com a língua/linguagem como objeto
principal de seu trabalho. Assim, questões específicas da prática pedagógica
do/a professor/a, da mesma forma que necessitam de uma visão ampla do
processo educativo, não são resolvidas através de conhecimentos pedagógicos
generalizantes acerca de sua profissão e de suas práticas.
Nessa perspectiva, a prática específica de quem trabalha com a
língua/linguagem exige saberes estreitamente ligados à área de estudo. A área
dispõe de pesquisas concluídas ou em desenvolvimento sobre ensino e sobre
aquisição que articulam diferentes contribuições da Linguística e da Educação.
Para citar exemplos, no âmbito da profissão docente, por exemplo, a área já
desenvolve pesquisas sobre temas como: o professor e sua relação com as
22

propostas teóricas da Linguística e da Literatura veiculadas nos materiais
didáticos; o professor e sua relação com as propostas curriculares para o
ensino de língua e de literatura; o professor e sua relação com o livro didático
de língua materna e de língua estrangeira; o professor de língua/literatura como
pesquisador; o professor de Língua Portuguesa como leitor e produtor de texto.
Além disso, a articulação entre teoria e prática já referida se efetiva
concretamente através desses conhecimentos específicos da área de estudos.
Sem isso, os saberes permaneceriam estanques e pouco relacionados com o
exercício específico da docência nas disciplinas.

6. Habilidades, competências, atitudes

As diretrizes curriculares nacionais, os Parâmetros Curriculares Nacionais
- PCNs dos diferentes níveis de ensino e uma série de outros documentos
oficiais referentes à educação no Brasil têm colocado, em consonância com
uma tendência mundial, a necessidade de centrar o ensino e aprendizagem no
desenvolvimento de competências e habilidades por parte do aluno, em lugar
de centrá-lo no conteúdo conceitual.
Segundo Perrenoud (1999), não existe uma noção clara e partilhada das
competências. Pode-se entender competência como a capacidade de mobilizar
conhecimentos a fim de se enfrentar uma determinada situação. Merece
destaque aí o termo “mobilizar”, pois a competência não é o uso estático de
regras aprendidas, mas uma capacidade de lançar mão dos mais variados
recursos, de forma criativa e inovadora, no momento e do modo necessário. A
competência abarca, portanto, um conjunto de coisas. Perrenoud fala de
esquemas, em um sentido muito próprio. Seguindo a concepção piagetiana, o
esquema é uma estrutura invariante de uma operação ou de uma ação. Não
está, entretanto, condenado a uma repetição idêntica, mas pode sofrer
acomodações, dependendo da situação. A competência implica uma
mobilização dos conhecimentos e esquemas que se possui para desenvolver
respostas inéditas, criativas, eficazes para problemas novos. Diz Perrenoud
que "uma competência orquestra um conjunto de esquemas. Envolve diversos
esquemas de percepção, pensamento, avaliação e ação".
23

O conceito de habilidade também varia de autor para autor. Em geral, as
habilidades são consideradas como algo menos amplo do que as
competências. Assim, a competência estaria constituída por várias habilidades.
Entretanto, uma habilidade não "pertence" a determinada competência, uma
vez que uma mesma habilidade pode contribuir para competências diferentes.
A direção do foco do processo de ensino e aprendizagem para o
desenvolvimento de habilidades e competências implica em ressaltar que
essas habilidades e competências precisam ser vistas, em si, como objetivos
de ensino. Em outras palavras, é preciso que se ensine a comparar, classificar,
analisar, discutir, descrever, opinar, julgar, fazer generalizações, analogias,
diagnósticos, entre outras coisas, independentemente do objeto comparado ou
classificando, por exemplo. Caso contrário, o foco tenderá a permanecer no
conteúdo e as competências e habilidades serão vistas de modo minimalista.
Isso significa que, no tocante à formação do profissional que deve lidar
com o ensino de línguas, o domínio de conhecimentos teóricos sobre o
funcionamento e uso das línguas e literaturas não é suficiente. Esse processo
meramente informativo que dá ênfase na reprodução do já sabido,
memorização temporária de conhecimentos, sem maior significado, uma vez
que não se dá relevo à compreensão, não deve caracterizar o processo
formativo do professor de língua e literatura.
O formando deve aprender a compreender os fenômenos e não a
memorizar elementos cujo alcance e significado desconhece dentro do domínio
do conhecimento linguístico. Não se está negando a importância das
informações, mas se está mostrando que sua aquisição deve estar direcionada
para a compreensão.
A renovação tecnológica acelerada e a velocidade de produção e
circulação de informações levam a pensar que, no momento, a educação deve
produzir no aluno uma capacidade de continuar aprendendo. Não se trata mais
de acumular informações, porque elas estão disponíveis a quase qualquer um,
mas de desenvolver-se individualmente, atingindo a maturidade necessária
para operar com a abundância de conteúdos de forma crítica e responsável.
O Curso de Letras/Espanhol a distância da UFAL está sendo pensado,
portanto, na perspectiva de que a graduação deve ser prioritariamente
formativa e não simplesmente informativa. Isso significa que não é um curso
24

que vise, exclusiva e prioritariamente, ao aprendizado da norma culta da
língua, em sua modalidade escrita, por exemplo. Mas um curso que possibilite
o desenvolvimento da capacidade de refletir sobre os fatos linguísticos e
literários, através da análise, da descrição, da interpretação e da explicação, à
luz de uma fundamentação teórica pertinente, tendo em vista, além da
formação de usuário da língua e de leitor de mundo, a formação de
profissionais aptos a ensinar essas habilidades.
É importante destacar que não se está entendendo aqui competência
como um conceito fechado e dado a priori. Mas de uma competência
contingenciada por demandas gerais da sociedade brasileira e específicas da
Universidade e do próprio curso. Na atual contingência, essa macrocompetência está em conformidade com o marco referencial do projeto, e
envolve as seguintes habilidades:
a) Gerais
- Raciocínio lógico, análise e síntese;
- Leitura e escrita, numa perspectiva da produção de sentido e compreensão
de mundo,
- Leitura e escrita proficientes de diferentes gêneros textuais, em Língua
Portuguesa e Espanhola;
- Utilização de metodologias de investigação científica;
- Assimilação, articulação e sistematização de conhecimentos teóricos e
metodológicos para a prática do ensino;
- Utilização de recursos de informática necessários a sua formação.
b) Específicas
- Descrição e explicação de características fonológicas, morfológicas,
lexicais, sintáticas, semânticas e pragmáticas de variedades da língua em
estudo;
- Compreensão, à luz de diferentes referenciais teóricos, de fatos linguísticos
e literários, tendo em vista a condução de investigações sobre a linguagem e
sobre os problemas relacionados ao ensino-aprendizagem de língua;
- Estabelecimento e discussão de relações entre textos literários e o com os
contextos em que se inserem, e outros tipos de discursos;
25

- Relação do texto literário com problemas e concepções dominantes na
cultura do período em que foi escrito e com os problemas e concepções do
presente;
- Compreensão e aplicação de diferentes teorias e métodos de ensino que
permitem a transposição didática do trabalho com a língua e suas literaturas,
para a educação básica.

7. Perfis do egresso e campo de atuação

7.1 Perfis do egresso

O aluno egresso do Curso de Letras licenciatura a distância estará apto
para exercer a docência na educação básica pautada nas concepções atuais
de educação. Portanto, considerando as habilidades e competências a serem
desenvolvidas durante a formação do professor de Língua e suas literaturas,
em conformidade com as contingências sociais e acadêmico-científicas da área
e com as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Letras, espera-se
desse profissional o seguinte perfil:
- Utilização as quatro habilidades lingüísticas orais e escritas (compreensão
escrita, compreensão auditiva, expressão escrita e expressão oral) em
situações de comunicação diversas;
- Seleção e elaboração materiais de ensino-aprendizagem de E/LE, levando
em conta a importância dos aspectos culturais das sociedades de língua
espanhola;
- Uso das metodologias de ensino-aprendizagem direcionadas para as

línguas estrangeiras e, sobretudo, especificamente para o E/LE;
- Capacidade de pauta-se nos valores da educação multicultural que
possibilitem a comunicação internacional e o respeito entre as diferentes
culturas;
- Formação humanística, teórica e prática;

26

- Capacidade para atuar em escolas das redes pública ou privada conforme
as exigências pedagógicas atuais.
- Capacidade de operar, sem preconceitos, com a pluralidade de expressão
linguística, literária e cultural;
- Atitude investigativa indispensável ao processo contínuo de construção do
conhecimento na área;
- Postura ética, autonomia intelectual, responsabilidade social, espírito crítico
e consciência do seu papel de formador;
- Conhecimento dos diferentes usos da língua e sua gramática;
- Conhecimento ativo e crítico de um repertório representativo de literatura,
da língua em estudo;
-

Capacidade

de

analisar,

descrever

e

explicar,

diacrônica

e

sincronicamente, a estrutura e o funcionamento da língua em estudo;
- Capacidade de analisar discursos de pontos de vista teóricos
fundamentados em teorias presentes em sua formação;
-

Capacidade

de

analisar

criticamente

as

diferentes

teorias

que

fundamentam a investigação sobre língua e literatura;
- Capacidade de formar leitores e produtores proficientes de textos de
diferentes gêneros e para diferentes propósitos;
- Capacidade de atuar em equipe interdisciplinar e multiprofissional;
- Posicionamento crítico acerca de novas tecnologias e conceitos científicos;
- Conhecimento dos métodos e técnicas pedagógicas que possibilitem a
adequação dos conteúdos para os diferentes níveis de ensino (transposição
didática);
-

Conhecimento

de

processos

de

investigação

que

permitam

o

aprimoramento do planejamento e da prática pedagógica.

7.2 Campos de atuação

Tendo por base uma formação que articula ensino, pesquisa e extensão
relativamente aos conhecimentos linguísticos e literários da língua espanhola e
em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
27

Letras, os espaços de atuação do licenciado em Letras estão mais diretamente
voltados para a atuação como professor na educação básica, nos domínios
público e privado. Há, ainda, a possibilidade de atuação deste profissional na
revisão de textos, desenvolvimento e análise de material didático e de técnicas
pedagógicas para o ensino da língua espanhola e respectiva(s) literatura(s),
elaboração de proposta curricular no seu campo de atuação, assessoria
cultural, crítica linguística e literária, dentre outros que envolvam a
língua/linguagem/discurso, em termos de sua estrutura, funcionamento,
manifestações culturais e socio-históricas.

8. Processo seletivo

O processo seletivo específico da UAB, modalidade a distância, será
oferecido pela Pró-reitoria de Graduação (PROGRAD) e gerenciado pela
Comissão Permanente de Vestibular (COPEVE) através de chamada em edital
publicada nas páginas da COPEVE, CIED/UFAL e FALE.
Serão ofertadas 50 vagas por polo em um regime de entrada única, anual,
sempre no primeiro semestre do ano.
De acordo com a Portaria Normativa nº 09, de 30 de junho de 2009, do
Ministério da Educação, art. 4º, será mantido, pelo MEC, sistema eletrônico
denominado "Plataforma Paulo Freire", com vistas a reunir informações e
gerenciar a participação nos cursos no âmbito do Plano Nacional de Formação
de Professores.
Conforme parágrafo 1º, do art. 4º, os profissionais do magistério
interessados em participar dos cursos deverão efetuar sua pré-inscrição por
meio da referida plataforma, indicando o curso pretendido e a Secretaria de
Educação a que se encontra vinculado. As pré-inscrições serão analisadas
pelas Secretarias de Educação dos Municípios, Estados e do Distrito Federal.
Serão validadas aquelas inscrições que correspondam às necessidades da
respectiva rede, de acordo com planejamento estratégico elaborado. Após a
conclusão do procedimento de validação pelas Secretarias de Educação, as
listas com as inscrições serão submetidas às IPES para fins de seleção e
matrícula.
28

Havendo um número de inscrições validadas superior às 50 vagas ofertadas
para o curso de Letras Licenciatura a distância em cada polo serão definidos
critérios internos de seleção. As 50 vagas disponibilizadas em cada polo serão
ofertadas na razão de 70% para habilitação em Língua Portuguesa e 30% para
habilitação em espanhol.

9. Metodologia do Curso de Letras na modalidade a distância

9.1 Organização

O curso é estruturado em oito períodos, sendo os seis primeiros
compostos por dois módulos cada e os dois últimos com um módulo cada,
computando um total de 14 módulos, cujas atividades serão desenvolvidas na
modalidade a distância com momentos presenciais no início e término de cada
módulo e com a avaliação presencial. A carga horária dos encontros
presenciais será de 12h, para as disciplinas de 60horas ou mais, divididas em
8h no início da disciplina e 4h no término; e de 8h, para as disciplinas com
menos de 60h, divididas em 4h no início e 4h no término. Além dos encontros
presenciais previstos com o professor, serão, também, oferecidos plantões
pedagógicos com os tutores em cada polo.

9.1.1 Processo de Comunicação entre Estudantes, Tutores,
Professores formadores e Coordenadores.

.

Os alunos podem dirigir-se ao polo onde entram em contato com o tutor
para receber as orientações e material escrito, os fascículos e o calendário de
atividades presenciais e a distância.
À medida que os conteúdos são trabalhados e sistematizados, o
professor assume atitudes de interação permanente, de diálogo, propondo
exercícios que desencadeiem a reflexão, trabalhos em grupo, estudos de caso
29

e/ou situações problema. Em cada polo, o tutor estará estimulando os alunos à
participação, orientando a formação dos grupos, acompanhando, dirimindo as
dúvidas, avaliando as ações realizadas durante as aulas.
As videoconferências ou videoaulas desencadeiam as atividades que
serão discutidas juntamente com os tutores e serão debatidas nos chat´s e nas
atividades síncronas ou assíncronas.
A escolha das estratégias e técnicas serão realizadas coerentemente
com os novos papéis do aluno, isto é, aquelas que privilegiam o papel de
sujeito da aprendizagem por parte do aluno e o papel de incentivador, de
mediador e orientador por parte do professor, nos diferentes ambientes do
curso.
Um processo centrado na aprendizagem como se propõe para o curso,
prevê o uso de técnicas que incentivam a participação e a interação entre os
alunos, o diálogo, a pesquisa, o debate; que promovam a produção do
conhecimento; que permitam o exercício de habilidades humanas importantes
como pesquisar em biblioteca, trabalhar em equipe com profissionais da
mesma área e de áreas afins, apresentar trabalhos, fazer comunicações,
dialogar, intercambiar experiências.
Para facilitar a comunicação entre alunos, tutores e professores no
decorrer do curso serão utilizados, ferramentas do ambiente virtual de ensino
aprendizagem e e-mail, além dos contatos presenciais nos Polos.

9.1.2 Estratégias de Desenvolvimento da Aprendizagem

Em educação a distância, o aluno assume o papel de aprendiz ativo e
participante quando participa das aulas, das videoconferências, videoaulas e se
instrumentaliza mediante o ambiente virtual, os materiais impressos e, pela
internet, discute em sessões de chat e fóruns. São ações que o aluno realiza
sozinho (auto-aprendizagem), com o professor (videoconferência), com o tutor
(chat, fóruns e tutoria) e com seus colegas (interaprendizagem), por meio das
discussões em ambientes virtuais e presenciais dos grupos mais próximos de
seus locais de trabalho e na tutoria.
30

9.1.3 Organização do Material Didático

O material didático em EaD passa por alguns processos peculiares a
essa modalidade. Inicia-se com a formação dos professores conteudistas, pela
formação de uma equipe multidisciplinar (envolvendo corretores, designers
instrucionais, designers gráficos e webdesigners) e pela permanente revisão e
avaliação desse material.
Tendo em vista a formação dos estudantes e a melhor forma de
garantir com que eles desenvolvam competências e habilidades voltadas para
a interação, cooperação, crescimento grupal, trocando experiências e
desenvolvendo a autonomia perante o conhecimento. A EAD incentiva a
autonomia, contribuindo para que esse aluno seja sujeito da aprendizagem. Por
tratar-se de um curso que envolve a formação de docentes, privilegia-se a
problematização da prática. A partir da realidade cotidiana vivida pelo professor
em sala de aula é que são resgatadas as questões teóricas, viabilizando a
passagem do senso comum para a atitude teórico-reflexiva sobre a sua prática.
A metodologia desse curso, de modo geral, privilegia uma abordagem
progressista, que incentive o aluno a construir o seu próprio conhecimento,
cabendo ao professor o papel de mediador.
A EAD deve fomentar as melhores condições possíveis para que o aluno
possa alcançar o aprendizado de forma efetiva, embora em um ritmo próprio e
peculiar. Dessa forma, o material didático pretendido é:

a) O material impresso apresenta o conteúdo básico da disciplina e
se constitue em um dos espaços de diálogo entre o professor/autor e
o aluno. Desse modo, a linguagem utilizada é dinâmica e motivadora,
para que, apesar da distância física, os alunos possam descobrir
meios para o desenvolvimento da sua autonomia na busca de
conhecimento.

Esse

material

será

produzido

pelo

professor

conteudista em conjunto com o professor formador, além da equipe
responsável pela produção de material didático da CIED, seguindo
uma diagramação padrão dos cursos de Ead da UFAL. Esses
31

recursos deverão estar sintonizados com o assunto estudado,
transformando-se

em

mais

um

meio

de

aprendizagem

e

compreensão do material estudado.

b) O material digital apresenta o conteúdo complementar para sua
formação, além de material de apoio para maior com a compreensão
e produção oral da língua espanhola. Ao elaborar o material didático
para o Ambiente Virtual, o professor deve privilegiar uma linguagem
direta e dialógica, com conteúdos que estendam e complementem o
material impresso da disciplina.
c) A Plataforma moodle - estruturado de forma a atender todas as
necessidades inerentes aos processos de interação aluno x ambiente e
aluno x professor/tutor, buscando permitir que o aluno sinta-se integrado
e incluído no processo de ensino-aprendizagem.

d) Outras mídias – que favoreçam e possibilitem a complementação do
aprendizagem como: videoconferência, videoaula, tele-aula etc

Vale ressaltar, que todo o material didático deve passar pelo processo
anteriormente descrito de elaboração e avaliação permanentes, para o
aprimoramento constante da qualidade dos produtos, visando o fortalecimento
do processo de aprendizagem dos estudantes.

9.2

Estrutura administrativo-pedagógica:

O curso de Licenciatura em Letras na modalidade a distância da UFAL
possui estrutura administrativo-pedagógica vinculada à estrutura organizacional
da FALE, que contempla:
- Coordenador de Curso: a coordenação do curso será formada pelos
coordenadores de cada uma das habilitações oferecidas. Trata-se de
profissional graduado em Letras ou áreas afins, com formação mínima de
32

mestre, com experiência comprovada de 03 (três) anos de magistério superior,
responsável pelas articulações em setores específicos e que transitará pelos
diversos tipos de atividades no sistema geral.
Funções: dentre as suas funções estão a de supervisionar o funcionamento
do curso e de todo processo educacional, permitindo o bom andamento do
processo pedagógico; supervisionar as tutorias; indicar e avaliar a nomeação
dos tutores e supervisores; acompanhar os aspectos formais e administrativos
do curso, como matrícula, calendário de atividades, acompanhamento de oferta
das disciplinas, recebimento e distribuição do material.
- Estudante: estudante matriculado no curso e que irá estudar “a distância”.
Funções: construir e manter uma postura autônoma, independente, que seja
agente ativo em seu processo de aprendizagem; aprender a trabalhar em
grupo e a desenvolver o espírito de colaboração; manter interações ativas,
envolvendo tanto o conteúdo do curso quanto a comunicação pessoal;
participar plenamente na construção de uma aprendizagem colaborativa,
evidenciada pelos comentários dirigidos de um aluno a outro, mais que de
aluno a professor; construir significados socialmente, evidenciados pelo acordo
ou pelo questionamento; compartilhar recursos com outros alunos; expressar
apoio e estímulo trocados com outros alunos, além de vontade de avaliar
criticamente o trabalho dos colegas.

- Professores autores/conteudistas: responsáveis pela produção dos
materiais didáticos impressos e/ou em Ambientes Virtuais de Aprendizagem
(AVA). O professor conteudista deverá ser especialista, mestre ou doutor na
área em que desenvolverá o material didático, ter experiência e domínio na
utilização de tecnologias de informação e comunicação. O professor deverá ter
conhecimento dos conteúdos específicos da disciplina pela qual será
responsável pelo desenvolvimento do material e sugerir ao professor formador,
ao início do módulo, cronograma com as unidades curriculares.
Funções: elaborar e entregar os conteúdos dos módulos desenvolvidos ao
longo do curso no prazo determinado; adequar conteúdos, materiais didáticos,
mídias e bibliografia utilizadas para o desenvolvimento do curso à linguagem
da modalidade a distância; adequar e disponibilizar, para o coordenador de
33

curso, o material didático nas

diversas mídias; participar e/ou atuar nas

atividades de capacitação desenvolvidas na Instituição de Ensino; participar de
grupos de trabalho que focam a produção de materiais didáticos para a
modalidade a distância.

- Professores formadores: responsáveis pela oferta de determinada
disciplina no curso. O professor formador deverá ser especialista, mestre ou
doutor na área da disciplina que ministrará, ter experiência e domínio na
utilização de tecnologias de informação e comunicação.
Funções: dentre suas funções, estão: assumir uma posição de dinamizador
da inteligência coletiva, encorajando os estudantes à auto-reflexão e permitindo
uma contribuição mais ativa e profunda na discussão on-line; manter relações
positivas na sala de aula virtual; promover a participação dos estudantes,
encorajando e corrigindo suas contribuições; organizar, planejar e gerenciar
continuamente as atividades e a comunidade; desenvolver as atividades
docentes na capacitação de coordenadores, professores e tutores mediante o
uso dos recursos e metodologia previstos no plano de capacitação; participar
das atividades de docência das disciplinas curriculares do curso; participar de
grupo de trabalho para o desenvolvimento de metodologia na modalidade a
distância; coordenar as atividades acadêmicas dos tutores atuantes em
disciplinas ou conteúdos sob sua coordenação; apresentar ao coordenador
de curso, ao final da disciplina ofertada, relatório do desempenho dos
estudantes e do desenvolvimento da disciplina; elaborar

relatórios

semestrais

de

sobre

as

atividades

de

ensino

no

âmbito

suas

atribuições, para encaminhamento à DED/CAPES/ MEC, ou quando solicitado.

- Coordenador de Tutoria: professor ou pesquisador que atuará nas
atividades de coordenação de tutores do curso e no desenvolvimento de
projetos de pesquisa relacionados ao curso.
Funções:

participar

das

atividades

de

capacitação

e

atualização;

acompanhar o planejamento e o desenvolvimento dos processos seletivos de
tutores, em conjunto com o coordenador de curso; acompanhar as atividades
acadêmicas do curso; verificar “in loco” o bom andamento dos cursos; informar
para o coordenador do curso qual a relação mensal de tutores aptos e inaptos
34

para recebimento de bolsas; acompanhar o planejamento e desenvolvimento
das atividades de seleção e capacitação dos tutores envolvidos no programa;
acompanhar e supervisionar as atividades dos tutores; encaminhar à
coordenação do curso relatório semestral de desempenho da tutoria.

- Tutores (presenciais, a distância): licenciados em Letras, atuando no Polo
de Apoio Presencial ou na Instituição.
Funções: orientar o processo de aprendizagem dos alunos, garantindo o
cumprimento dos objetivos do ensino; criar propostas de atividades e auxiliar
na sua resolução, sugerindo - quando necessário - fontes de informação
alternativas; interagir com os alunos em encontros presenciais e/ou virtuais, de
forma individual ou em grupos, visto que ele atua como um agente
dinamizador, organizador e principalmente orientador, fazendo com que o
aluno possa se autoavaliar e assim perceber a construção do seu próprio
conhecimento; desenvolver competência tecnológica; assiduidade no feedback;
capacidade de gerenciamento de equipes e gestão de pessoas; domínio
sobre

o

conteúdo;

competência

de comunicação; e competências de

mediação.
- Equipe de apoio tecnológico e de logística: com a função de viabilizar
as ações planejadas pela equipe pedagógica e de produção de material
didático.

9.2.1 Formação de professores e tutores para o exercício da
modalidade a distância
Conscientes de que as competências dos docentes se configuram dentro de
um processo cumulativo, uma vez que elas se ampliam, somam-se as antigas
às novas, para atender ao processo de ensino/aprendizagem cada vez mais
abrangente, conforme a sociedade se “tecnifica” e se “complexifica”, o
processo de formação dos atores (aqui entendidos como gestores, professores
pesquisadores e tutores) do Sistema UAB na Universidade Federal de Alagoas
é desenvolvido pela Coordenação de Formação da CIED.

35

A Coordenação de Formação da CIED, composta de formadores (docentes
e pós-graduandos da Universidade Federal de Alagoas), mantém o
pressuposto de que não há formação específica que possa dar conta de
tamanha complexidade, sendo necessárias ações que se desenvolvam dentro
de uma perspectiva dialógica, e, portanto, disponibiliza uma série de formações
para as ações da EAD ou da Educação permeada pelas TIC, (cf. Infográfico
anexo)
A oferta da Capacitação é dimensionada em três troncos (básico,
aprofundamento e específico). O tronco básico, denominado CAPACITA, é
ministrado em sete módulos de 30 horas cada um. Para cada um dos módulos
são ministradas três horas de aula presenciais. As 27 horas restantes são
realizadas com atividades na plataforma Moodle.

Os módulos propostos são os seguintes:
Módulo I - Fundamentação Teórica em EAD (30h)
Módulo II – Estratégia de mediação pedagógica (30h)
Módulo III – Apresentação e oficina para uso das mídias (30h)
Módulo IV – Elaboração do material didático para EAD (30h)
Módulo V – Montando o curso na plataforma Moodle (30h)
Módulo VI – Docência e Tutoria na EAD (30h)
Módulo VII – Gestão Administrativa (30h)

Com o intuito de viabilizar a participação de todos os integrantes do sistema
UAB

no

processo

de

formação,

esses

módulos

são

replicados

sistematicamente em horários variados. Dessa forma, cada participante deverá
frequentar o momento presencial do curso em horário compatível com sua
agenda de trabalho. Para tanto, os horários das aulas presenciais são definidos
em revezamento dos turnos matutino, vespertino e noturno e em dias variados
da semana, permitindo com isso uma maior flexibilização da oferta, tão
presente nos pressupostos da EAD.
O tronco de aprofundamento é conduzido por profissionais formadores
(convidados especialistas de outras instituições) com reconhecida experiência
na área para ministrarem palestras e/ou oficinas para os integrantes do
Sistema UAB. A cada dois meses há um evento dessa natureza, perfazendo
36

um total de seis convidados no ano. Os temas a serem tratados serão os
seguintes:

1.Produção de programas em diferentes mídias
2.Web conferência na EAD;
3.Produção e autoria de materiais na web 2.0;
4.Criação de casos de ensino;
5.Formação e manutenção de comunidades de aprendizagem e prática;
6.Interações no AVA
O tronco específico trata da oferta de capacitações específicas para
professores e tutores de cada curso, já que estes possuem especificidades no
tratamento e condução de seus conteúdos e materiais. Esta oferta promove
uma descentralização das capacitações, mas não a sua desintegração.
Nossa proposta para o curso de Letras prevê, semestralmente, uma
capacitação para os professores e tutores envolvidos na dinâmica da oferta do
curso em cada semestre. Estas capacitações serão acompanhadas, apoiadas
e avaliadas pela Coordenação de Formação e coordenação do Capacita, no
intuito de colaboração e aperfeiçoamento das ações dos cursos.

9.2.2 Ambiente virtual de aprendizagem: recursos, ferramentas,
materiais e atividades.
Para possibilitar a comunicação contínua entre alunos, professores e tutores
e para oferecer aos alunos um ambiente em que seja possível disponibilizar
materiais e desenvolver as atividades serão utilizados Ambientes Virtuais de
Aprendizagem (AVA).
As mídias utilizadas para o público alvo descrito serão o material impresso e
digital, como mídia principal, além do computador, como mídia auxiliar para que
o aluno tenha a possibilidade de interagir com os colegas, tutor, professor,
membros da equipe pedagógica e instituição, através da Internet. Para acesso
a este recurso, o aluno terá a disposição nos Polos, computadores conectados
a Internet através do AVA.
37

O AVA viabiliza a comunicação assíncrona entre professores ou
colegas, comentar as aulas, discutir temas relacionados às disciplinas em
andamento em fóruns, enviar sua produção ao professor, compartilhar
trabalhos desenvolvidos com os demais colegas, acessar ementas e
programas de disciplinas, bibliografias de referência, artigos on-line e outras
informações importantes para um bom desempenho no curso. Mecanismos de
colaboração e aprendizagem em grupo também estão presentes no ambiente,
como fóruns especializados por área de conhecimento.
Os AVA proporcionam as seguintes funcionalidades:
- Ferramentas de criação de conteúdo online – onde os designers e
professores colocam o texto, animações, áudios, vídeos, simulações,
avaliação de aprendizagem, etc.
- Ferramentas de avaliação de aprendizagem – as atividades podem
ter resposta automática (questões de múltipla escolha, certo errado,
etc.) e resposta descritiva, onde os professores e/ou tutores
comentam os trabalhos dos alunos. Em qualquer caso, as atividades
devem ficar registradas na plataforma.
- Disponibilização do livro texto (PDF) - como fonte básica do
conteúdo;
- Portal de informação por curso
- Ferramenta de registro acadêmico
- Ferramentas de Colaboração: Chats, Lista de Discussão, Fórum,
etc. A interação com os demais colegas do curso, com os tutores e
professores será facilitada por estas ferramentas.
- Ferramentas de Apoio: Lista de contatos, Fale com o Professor,
Fale com a monitoria, Fale com a Tutoria, webmail, entre outros. Por
meio destas ferramentas o aluno terá diversas possibilidades de
resolver suas dúvidas.
- Ferramentas de Pesquisa: Bibliotecas, Eventos, Busca no ambiente
de aprendizagem e na Internet. As ferramentas de pesquisa
expandem e conferem autonomia e independência ao aluno na
busca de fontes alternativas de informação.

38

O material didático que os alunos irão receber e utilizar compõe-se de:

- Guia do aluno: traz os direitos e deveres dos alunos, vantagens e
compromissos e esclarece os passos da vida acadêmica do aluno. Inclui
orientações quanto à coordenação do curso, secretaria acadêmica, biblioteca e
avaliação da aprendizagem.

- Guia do curso: contém informações específicas do curso, tais como
objetivos, estrutura organizacional do curso, sistema de avaliação e frequência,
grade curricular, recursos e materiais didáticos, orientações do que é e como
estudar a distância, sistemática operacional, interatividade, comunicação,
tutoria e acompanhamento.
- Módulos: é o material em que o aluno vai buscar o conteúdo para a
aprendizagem. Nele encontra-se o conteúdo, as atividades reflexivas, de
fixação e de avaliação, textos dos professores, leituras complementares e
obrigatórias, materiais complementares (indicações para “sites” na Internet,
músicas, livros, artigos, filmes). Gráficos, fotos, tabelas, ilustrações e uma
diagramação adequada enriquecem o projeto, contribuindo para uma maior
compreensão do conteúdo.
Esses materiais serão disponibilizados em mídia impressa, através de
módulos e guias de estudos no formato digital e on-line (no AVA). Os livros
indicados pelos autores dos módulos, como leitura obrigatória e complementar,
devem estar à disposição dos alunos na biblioteca do polo.

9.2.3 Encontros presenciais e frequência

Os encontros presenciais serão realizados nos polos do curso. Cada
disciplina contará com, no mínimo, dois encontros presenciais. A participação
dos alunos nos encontros presenciais é obrigatória em 75% do total da carga
horária de cada disciplina.

39

9.2.4 Armazenamento/gerenciamento dos dados produzidos na
modalidade EaD
A gestão acadêmica dos cursos da UAB na UFAL é realizada no mesmo
sistema acadêmico dos cursos presenciais. Todas as rotinas administrativas e
trâmites de matrícula, notas, transferência e trancamento são realizados na
esfera da Pró-reitoria de Graduação (PROGRAD) e suas secretarias, além do
Departamento de Registro e Controle Acadêmico (DRCA[1]).
A UFAL dispõe de autonomia e infraestrutura na área de Tecnologia da
Informação, e desde o início das atividades da UAB na IES fez-se a opção de
que os cursos da EAD recebam as mesmas orientações e determinações dos
cursos presenciais.
As notas e registro de presença/faltas, além do Ambiente Virtual Moodle da
UFAL, a universidade disponibiliza o SIAWEB[2], um sistema de gerenciamento
acadêmico.

Descrição da plataforma virtual utilizada:
Moodle versão 1.9.13
Sistema Operacional: FreeBSD 8.1
Banco de dados: PostgreSQL (roda em máquina separada)
Servidor de Emails: Postfix - média de 30000 mensagens / dia (roda
em

máquina separada)

Backups diários do banco (a cada 6 horas)
Backups automatizados das configurações do servidor (a cada 24 horas)
Usuários inscritos: 22000
Total de cursos criados: 1240
Módulos mais utilizados (em ordem decrescente): Fóruns, Atividades e Blog
Plugins de terceiros utilizados: Acessibilidade, Livro e Dragmath
Customizações internas: SiCAm (sistema de criação de ambientes),
mecanismo TLS para conexão segura a servidor de emails, módulo de
integração (atualmente escrito em PHP)
Média de usuários únicos / dia: 630
Média de acessos / dia (hits): 270.000 (duzentos e setenta mil)
Média acessos / mês (hits): 8.000.000 (oito milhões)
40

9.2.5 Sobre a recuperação de estudos, trancamentos,
transferências e outros itens relativos à permanência do
aluno no curso.
A recuperação de estudos será realizada com a oferta de turmas especiais,
como já ocorre em outros cursos da UAB na UFAL, além de atividades de
monitoria e grupos de estudo conduzido pela tutoria presencial.
As solicitações de trancamento seguem Resolução nº 56/95 – CEPE, de 18
de julho de 19954 e as situações de transferência seguem a RESOLUÇÃO Nº
26/2009-CONSUNI/UFAL, de 04 de maio de 20095.
A CIED, juntamente com a Procuradoria Federal da Universidade Federal de
Alagoas, está revendo as resoluções no que tange às especificidades de
alunos da Educação a Distância, tendo em vista a realidade da UAB ser ainda
nova nas universidades brasileiras.
Para a permanência do aluno no curso a CIED, juntamente com a PróReitoria Estudantil (PROEST), a Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) e a Próreitoria de Graduação tem realizado um conjunto de ações, como a
disponibilização de bolsas BDI e bolsas de extensão, visando a inserção do
alunado na tríade ensino-pesquisa-extensão.

9.3

Estrutura atualizada dos polos (biblioteca, acervo,
laboratório de informática) e articulação curso/polos

A infraestrutura dos polos aonde será ofertado o curso atende aos requisitos
da CAPES, tendo em vista as visitas técnicas de avaliadores da própria CAPES
que definiram os polos escolhidos para a oferta do curso de Letras como AA
(Apto),

conforme

pode

ser

visualizado

no

SisUAB

(http://www.uab.capes.gov.br/sisuab/Login_input.action).
Sobre o acervo da biblioteca, como também a infraestrutura do laboratório
de informática de cada polo pode-se informar que:
http://www.ufal.edu.br/estudante/graduacao/legislacao/normas/documentos/resolucoes/resoluc
ao_56_95_cepe
http://www.ufal.edu.br/estudante/graduacao/legislacao/normas/RCO%20n%2026%20de%2004
%2005%2009%20TRANSFERENCIA.pdf/at_download/file

41

a) Acervo da biblioteca: já existe um levantamento de obras essenciais para
atendimento ao curso aguardando o financiamento específico para compra de
livros, como o já ocorrido em cursos anteriores.
b) Os professores dos dois primeiros semestres estão participando de
formações sobre a elaboração de material didático impresso e online, para
disponibilizar no Moodle da UFAL e nos polos.
c) As mantenedoras dos polos tem investido na manutenção dos
equipamentos informáticos, além da compra de novos artefatos e de livros,
revistas e jornais.
d) A CIED, por meio de financiamentos da CAPES para aquisição de
equipamentos de TIC, tem fornecido uma série de artefatos (lousa digital,
antena wifi, notebook, desktop, etc) para os polos.
A articulação do curso com o polo é realizada diretamente com as
coordenações dos polos, utilizando de meios tecnológicos (telefone, e-mail,
skype) ou de visitas periódicas ao polo para reuniões e atendimento aos
alunos. Esta articulação também é realizada com a mediação da Coordenação
Institucional de Educação a Distância da UFAL.

9.4

Plano e Cronograma de Implantação

Atividade / Programa / Ação

Ano
2012 2013 2014 2015 2016

Capacitação de Professores

x

Elaboração de Material didático

x

Instalação do curso de graduação autorizado

x

Contratação do pessoal docente e nãodocente necessário

x

x

x

x

x

Aquisição / ampliação do acervo da biblioteca

x

x

x

x

x

Aquisição de material de expediente, didático
e outros de consumo

x

x

x

x

x

42

Reposição de equipamentos e peças dos
laboratórios e serviços
Reconhecimento do curso

x

x

x

x

x

9.5 Sistema de Tutoria
O tutor atua como um mediador entre os professores, alunos e a
instituição. Cumpre o papel de auxiliar do processo de ensino e aprendizagem
ao esclarecer dúvidas de conteúdo, reforçar a aprendizagem, coletar
informações sobre os estudantes e prestar auxílio para manter e ampliar a
motivação dos alunos.
O tutor é uma figura de destaque, responsável pelo bom andamento das
atividades. Este profissional assume a missão de articulação de todo o sistema
de ensino-aprendizagem, quer na modalidade semipresencial ou à distância.
Cabe ao tutor acompanhar, motivar, orientar e estimular a aprendizagem
autônoma do aluno, utilizando-se de metodologias e meios adequados

para

facilitar a aprendizagem.
Ele assume função estratégica, tendo como finalidade resolver os
problemas de comunicação, bem como outros que surjam ao longo do
processo de ensino. Há dois tipos de tutorias: presencial e a distância.
A tutoria presencial ocorrerá quando o aluno sozinho ou em pequenos
grupos, se dirigir ao Polo para esclarecer dúvidas a respeito de questões
administrativas e acadêmicas do curso, bem como sobre as disciplinas que
está cursando com o tutor presencial nos polos.
Na tutoria a distância o tutor é um orientador da aprendizagem do
aluno solitário e isolado que, frequentemente, necessita do docente ou de um
orientador para indicar o que mais lhe convém em cada circunstância. Essa
tutoria ocorre quando o aluno busca contato com o tutor, através dos seguintes
meios de comunicação: telefone, fax, carta, ferramenta do ambiente virtual de
ensino e de aprendizagem e e-mail.
O projeto se propõe a desenvolver um fluxo de comunicação interativa e
bidirecional, mediada pela ação tutorial com acompanhamento pedagógico e
43

avaliação sistemática da aprendizagem. Concebe-se a educação como uma
ação consciente e co-participativa que possibilite ao aluno a construção de um
projeto profissional político e inovador. É nesta perspectiva que se situa a ação
tutorial, com o propósito de propiciar ao estudante a distância um ambiente de
aprendizagem

personalizado,

capaz

de

satisfazer

suas

necessidades

educativas.
A relação tutor/aluno para o curso de Letras segue os parâmetros indicados
no Ofício Circular 20/2011 DED/CAPES, sendo 1 tutor a cada 30 hora/aula por
grupo de 25 alunos para atividades online e 2 tutores presenciais por polo
(mínimo 50 alunos).
A seleção dos tutores, realizada pela Coordenadoria Institucional de
Educação a Distância e pela COPEVE, segue os parâmetros dos ofícios
20/2011 e 21/2011 da DED/CAPES.
A formação dos tutores é realizada pela Coordenação de Tutoria da CIED,
acompanhada pela Coordenação de Tutoria do próprio curso.

10. Avaliação

Entende-se por avaliação um processo contínuo de geração de
informações que norteiem as ações pedagógicas e a gestão acadêmica,
visando ao crescimento qualitativo do curso. Para tanto, os principais
instrumentos adotados serão os propostos pelo INEP/MEC, como a Portaria nº
1.081, de 29 de agosto de 2008, que trata da Avaliação de Cursos de
Graduação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior –
(SINAES) e a Portaria nº 1 de 5 de janeiro de 2009 que trata da avaliação para
reconhecimento de cursos superiores de Tecnologia do Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior - SINAES.
A avaliação, sendo um instrumento essencial para a determinação das
efetivas condições de ensino-aprendizagem do aluno-professor (aspirante a
uma formação de primeira licenciatura) e fundamental para a realização de
seus objetivos educativos e profissionais, ocorrerá nas seguintes dimensões:

44

- Avaliações feitas pelo corpo docente: avaliações dos alunos; avaliação da
disciplina e dos recursos educacionais;
- Avaliações feitas pelo corpo discente: avaliação dos professores, dos
recursos educacionais e da disciplina.
- Avaliação institucional.

10.1 Avaliações do curso feitas pelo corpo docente e discente

O curso de Letras com habilitação em Língua Espanhola a distância da
FALE deve passar periodicamente por um processo de avaliação interna,
visando garantir a abertura para possíveis reajustes e futuras reformulações.
Uma comissão interna de avaliação, formada por docentes e representantes
discentes, designada para este fim pela diretoria da FALE, avaliará, a partir de
critérios e recursos previamente discutidos pela comunidade acadêmica da
FALE, os seguintes aspectos: a) o contexto do curso – campo de trabalho,
perfil do ingressante; b) finalidade do curso – alcance dos objetivos e das
estratégias, evolução das áreas do conhecimento pertinentes ao curso; c)
resultado do projeto do curso – índice de evasão e reprovação e desempenho
dos egressos; d) aspectos técnico-administrativo-acadêmicos – qualificação e
desempenho dos professores e profissionais técnico-administrativo; e)
instalações físicas.
A avaliação permanente do Projeto Pedagógico do Curso a ser
implementado com esta proposta é importante para aferir o sucesso do novo
currículo para o curso, como também para certificar-se de alterações futuras
que venham a melhorar este projeto, uma vez que o projeto é dinâmico e deve
passar por constantes avaliações.
Os mecanismos a serem utilizados deverão permitir uma avaliação
institucional e uma avaliação do desempenho acadêmico – ensino e
aprendizagem – de acordo com as normas vigentes, viabilizando uma análise
diagnóstica e formativa durante o processo de implementação do referido
projeto. Deverão ser utilizadas estratégias que possam efetivar a discussão
ampla do projeto mediante um conjunto de questionamentos previamente
ordenados que busquem encontrar suas deficiências, se existirem.
45

Além disso, a avaliação do desempenho docente e a auto-avaliação serão
efetivadas pelos alunos/disciplinas fazendo uso de formulário próprio e de
acordo com o processo de avaliação institucional. Os pontos avaliados são:
formação profissional, condições de trabalho; atuação e desempenho
acadêmico e profissional.

10.2 Avaliação da aprendizagem na Educação a Distância

O advento das TIC produziu mudanças em nosso modo de pensar e agir,
alterando profundamente nosso cotidiano e não poderia ser diferente na
dimensão educacional, sobretudo, na modalidade a distância.
A concepção de EaD nos conduz a todas as formas de aprendizagem em
que a figura do professor e do aluno encontram-se distantes e englobam um
conjunto de estratégias educativas que pressupõe a utilização de tecnologias
convencionais e modernas (digitais), permitindo estudos individuais ou em
grupo.
Em EaD, a avaliação é feita em momentos presenciais e on-line, sendo a
avaliação presencial preconizada pela legislação (através da LDBEN

9394/96

e, sobretudo, pelo Decreto 5622/2005), que exige definição prévia dos locais
para sua realização. Além disso, os resultados dos exames presenciais devem
prevalecer sobre os demais resultados da avaliação a distância.
O processo avaliativo se dará durante todo o desenvolvimento do curso,
tendo como pressupostos básicos a avaliação participativa e processual,
atendendo aos diversos níveis de avaliação, tais como: a avaliação da
aprendizagem, do material utilizado, da metodologia tanto do professor quanto
do curso.
A avaliação didático-pedagógica está fundamentada numa perspectiva
emancipatória em que o aluno, a partir da reflexão da sua prática pedagógica
associando-a aos conceitos teóricos discutidos ao longo do curso, possa
desenvolver uma proposta de autonomia pessoal e desenvolvimento
profissional que extrapole os modelos tradicionais de avaliação.

46

A importância desta avaliação processual, nos seus diversos níveis, constitui
uma prática constante de realimentação, possibilitando as intervenções que se
fizerem necessárias, como forma de minimizar as possíveis dificuldades do
processo. O processo avaliativo da aprendizagem desenvolve-se de forma
quantitativa e qualitativa de acordo com as normatizações da UFAL.
O processo de avaliação da aprendizagem constará de avaliações
presenciais e não presenciais, tais como:

- Avaliações a distância: podem se constituir, de acordo com a essência de
cada módulo, de trabalhos enviados para os polos pelos tutores e por eles
corrigidos, ou de exames a distância, com prazo para retorno das soluções.
Também serão utilizadas atividades avaliativas através das quais se procurará
verificar o processo de construção do conhecimento proposto pelo módulo ou
atividade de curso, bem como seu progresso na aquisição de habilidades e
competências previstas.
Estas atividades serão elaboradas pelo professor de cada disciplina e
discutidas com os tutores coordenadores. São exemplos de avaliações a
distância: relatórios de projetos ou de pesquisas; participação em trabalhos,
provas; estudo de caso, preparação e análise de planos; observação de aulas;
entrevistas; memorial; monografia; exercícios; redação de textos; elaboração
de material didático, comentários e resenhas sobre textos e vídeos; resolução
de problemas, solução de casos práticos. Essas avaliações devem incluir
atividades em grupo, para estimular a interação entre estudantes com o
objetivo de compartilhar as dificuldades e buscar soluções para os problemas.

- Avaliações presenciais: os alunos realizarão, nos polos, uma avaliação
presencial ao final de cada módulo, considerando a exigência legal do MEC
para os cursos a distância. A avaliação será elaborada pelos especialistas do
módulo e discutida com os professores tutores. O processo de impressão,
empacotamento

e

transporte

da

avaliação

será

acompanhado

pelo

coordenador do curso e pelos tutores que também estarão presentes nos polos
no momento de sua aplicação.

47

- Auto-avaliação: deverá permear o material didático levando o aluno a
avaliar seu progresso e a desenvolver estratégias de metacognição ao se
conscientizar dos diversos aspectos envolvidos em seus processos cognitivos.
A auto-avaliação auxiliará o estudante a tornar-se mais autônomo, responsável,
crítico, capaz de desenvolver sua independência intelectual. O aluno realizará
as atividades de auto-avaliação que se encontram no material didático. Ele
permitirá uma forma de auto-observação, autoconhecimento, que o aluno
avalie o seu progresso e desenvolva estratégias de metacognição ao se
conscientizar dos diversos aspectos envolvidos nos seus processos cognitivos.

As avaliações não-presenciais podem ser feitas através de ferramentas de
comunicação e interação síncronas (chat, sala de aula virtual, tutoria online
etc.) e assíncronas (e-mail, lista de discussão, fóruns, prova virtual, portfólio do
aluno etc.), em vista do monitoramento à distância do aluno.

10.3 Procedimentos preventivos da evasão

A implementação do ambiente de aprendizagem e a formalização dos
alunos em um curso não garantem, por si só, que as redes comunicacionais se
instaurem e que a aprendizagem colaborativa passe a ser construída. É
necessário que haja monitoramento e retroalimentação: o projeto de
monitoramento e retroalimentação diz respeito às ações intencionais previstas
pelo curso.
Essas ações intencionais são importantes para que todos os alunos
sintam-se acolhidos e ouvidos e para que esse espaço de convivência possa
ser reestruturado de acordo com as necessidades que vão emergindo no
processo. Considera-se que quanto maior a interatividade em um curso online
e quanto maior o sentimento de pertença a uma comunidade, menor será a
evasão escolar.
Por esse motivo, o apoio oferecido pela instituição por meio da tutoria e
da formação de tutores é de fundamental importância para o sucesso e
prevenção da evasão de alunos do Curso de Letras – Habilitação em Língua
Portuguesa na modalidade a distância.
48

Particularmente, no caso da EAD, o papel do tutor é fundamental, já que
o seu sucesso está na relação aluno, material didático e professor, e o tutor é o
principal responsável pela interação entre as três pontas desse tripé,
desenvolvendo uma atividade permanente no processo de desenvolvimento do
curso, mas em conjunto com a Coordenação de Tutoria, o professor e o
Coordenador do Curso.
Assim, especifica-se melhor as ações do tutor quando parte-se em
busca de prevenir o curso da evasão:

- Acompanhar e oferecer aos alunos o auxílio necessário ao seu processo de
auto-aprendizagem, motivando-o na realização de tarefas e na relação dos
conhecimentos adquiridos com a sua prática concreta;
- Garantir o fluxo comunicacional entre os participantes. A comunicação com
seus alunos, assim como a

eficiência de suas orientações pode resolver

problemas como a falta de atenção ou de motivação, que podem ocorrer
durante o processo.
- Estruturar o ambiente cooperativo para incentivar a interação entre os alunos.
- Familiariza-se com o Ambiente de Aprendizagem na Internet e com a
estrutura do curso, para que, durante o processo de tutoria, possa realizar suas
funções de forma rápida e eficaz.
- Corrigir cuidadosamente as atividades propostas em um tempo previamente
determinado (em um prazo máximo de 24 horas), para que se tenha a chance
de interferir no processo de aprendizagem e fazer o acompanhamento
necessário. Ao avaliar esse processo, verifica-se o grau de satisfação do aluno
por meio de métodos estatísticos, fichas de avaliação e de observação, entre
outros.

11.Conteúdo / Matriz curricular

11.1 Núcleo básico de formação específica do curso de Letras
O núcleo básico é o núcleo do qual devem compartilhar alunos de
licenciatura em Língua Portuguesa e alunos de licenciatura em Espanhol. Tem
49

como objetivo a formação geral do aluno na área dos estudos da Linguagem.
Essa formação geral deve ser adquirida através de disciplinas de Leitura e
Produção de Texto, Teoria Lingüística, Teoria Literária, Lingüística Aplicada,
Língua Latina e Introdução à Língua Espanhola.
A prática de leitura e produção de texto tem como objetivo desenvolver no
aluno, enquanto habilidade de estudo, capacidade de leitura e escrita, de
diversos gêneros, com ênfase nos gêneros acadêmicos.
As disciplinas de Teoria Linguística e Teoria Literária são encarregadas de
dar ao aluno a fundamentação teórica para o estudo das diferentes línguas e
suas respectivas literaturas. Enquanto na Linguística se ensina, por exemplo,
teoria fonológica, em Língua Espanhola, se ensina o sistema fonológico do
Espanhol. De forma análoga, enquanto na Teoria da Literatura se discutem os
conceitos, as funções, os gêneros e a periodização da literatura, bem como os
elementos constitutivos da prosa, da poesia e do teatro, nas literaturas se
realiza o estudo da formação de uma literatura específica e da constituição do
seu cânon, bem como o exame de suas obras relevantes e da relação entre o
campo literário e outros campos discursivos.
A disciplina Linguística Aplicada visa a uma reflexão não-dicotômica entre
teorias e práticas utilizadas na sala de aula de línguas, priorizando dados de
pesquisa de linha antropológica e etnográfica.
Os estudos em Língua Latina objetivam introduzir o aluno nos Estudos
Clássicos no sentido de estimular uma reflexão sobre o intervalo entre o mundo
contemporâneo e o clássico, numa perspectiva histórica e crítica dessa
contemporaneidade, tanto no que diz respeito a aspectos da língua como da
cultura.
As disciplinas de Introdução à Língua Espanhola visam, por um lado, nivelar
alunos que ingressam à Universidade com algum conhecimento do idioma e,
por outro, oferecer aos ingressantes uma formação básica que objetiva o
desenvolvimento das quatro habilidades (compreensão oral e escrita, produção
oral e escrita) em língua estrangeira.
O núcleo básico deve ser integralizado em 600 horas de aulas distribuídas
em:

50

Disciplina

Carga horária

Teoria Linguística

120 h/a

Teoria da Literatura

120 h/a

Introdução à Língua Espanhola

120 h/a

Língua Latina

80 h/a

Leitura e Produção de Texto em Língua Portuguesa

80 h/a

Linguística Aplicada

80 h/a

Total

600 h/a

Além da formação básica, o curso de Letras/Espanhol a distância contempla
dois núcleos de formação: a) núcleo de formação do conhecimento sobre a
língua e suas literaturas; b) núcleo de formação para a docência.
Assim, o aluno que optou pela habilitação em Língua Espanhola segue sua
formação específica sobre a língua e suas literaturas, definida pelo núcleo de
formação do conhecimento sobre a língua.

11.2. Núcleos de Formação sobre a Língua e suas Literaturas
O primeiro núcleo de formação, articulado organicamente ao conhecimento
adquirido pelo aluno durante o núcleo básico, tem como objetivo descrever e
explicar a estrutura, os usos e as variações da língua, bem como apresentar as
literaturas a partir do estudo das organizações discursivas e literárias de obras
representativas, tendo sempre em vista o ensino no básico. Envolve uma parte
obrigatória

mínima,

com

conteúdos

considerados

básicos

sobre

o

funcionamento da língua e de suas literaturas, e uma parte eletiva, com
conteúdos mais direcionados aos interesses específicos de cada aluno.
O núcleo de formação do conhecimento sobre a língua e suas literaturas
deve ser integralizado em 900 horas de aulas (600 horas de disciplinas
obrigatórias e 300 horas de eletivas).

51

Disciplinas Obrigatórias

Carga horária

Língua Espanhola 1

60 h/a

Língua Espanhola 2

60 h/a

Língua Espanhola 3

60h/a

Língua Espanhola 4

60 h/a

Língua Espanhola 5

60 h/a

Língua Espanhola 6

60 h/a

Fonética e Fonologia da Língua Espanhola

60 h/a

Literatura de Língua Espanhola 1

60 h/a

Literatura de Língua Espanhola 2

60 h/a

Literatura de Língua Espanhola 3

60 h/a

Total

600h/a

11.3 Núcleo de Formação para a docência

O núcleo de formação para a docência tem como objetivo definir mais
especificamente a atuação do professor. Esse núcleo se articula ao outro,
numa correlação entre teoria e prática, ou seja, em um movimento contínuo
entre saber e fazer na busca de significados na gestão e solução de situações
próprias do ambiente da educação escolar, em conformidade com o Parecer
CNE/CP 28/2001. Inclui aulas e atividades relacionadas à prática docentes e o
estágio curricular supervisionado de ensino. As aulas e atividades contemplam
uma formação docente ampla e uma estrita.
Em termos de formação mais ampla, o curso segue os princípios
orientadores das Licenciaturas na UFAL (Resolução Nº 32/2005-CEPE, de 14
de dezembro de 2005), a qual está em consonância com o que reza o Plano
Nacional de Educação (Lei nº 10.172/2001), a Resolução CNE/CP nº 01/2002
que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de
Professores da Educação Básica, em nível superior, Curso de Licenciatura, de
52

Graduação Plena e de acordo com o atendimento aos padrões mínimos de
qualidade para a Graduação estabelecidos pela Lei nº 9.394/96 (LDBEN).
Desse modo, os alunos de Letras/Língua Espanhola a distância, assim como
todos os alunos dos cursos de licenciatura da UFAL, discutem questões
relativas ao trabalho docente e à atualização profissional, ao desenvolvimento
e à avaliação da aprendizagem, ao currículo, à pesquisa educacional, à
organização e gestão do trabalho escolar, e à política e organização da
educação básica. Em termos de formação mais estrita, o curso oferece os
Projetos Integradores, ou seja, atividades interdisciplinares especificamente
relacionadas à integração do conhecimento teórico sobre a língua e suas
literaturas e a prática docente (ANEXO III).
O núcleo de formação para a docência deve ser integralizado em 760 horas
de aulas, sendo: 700 horas de formação para a docência, 60 horas específicas
da Educação a Distância, além de 280 horas de Projetos Integradores e 400
horas de estágio supervisionado, num total de 1.440 horas, conforme quadro
abaixo:

Disciplina

Carga-horária

Leitura e Produção de Texto em Espanhol

60 h/a

Fundamentos de Libras

60 h/a

Profissão Docente

60 h/a

Organização do Trabalho Acadêmico

80 h/a

Política e Organização da Educação Básica no Brasil

80 h/a

Desenvolvimento e Aprendizagem

80 h/a

Planejamento Curricular e Avaliação da Aprendizagem

80 h/a

Projeto Pedagógico, Organização e Gestão do Trabalho
Escolar

80 h/a

Pesquisa Educacional

60 h/a

Introdução à Educação a Distância

60 h/a

História e Cultura Afro-brasileira e indígena

60 h/a
53

Projetos Integradores

280 h/a

Estágio Supervisionado

400 h/a
Total

1.440 h/a

A integralização do curso compreende um total de 3.220 horas de aulasatividades. Essa forma de estruturação do curso permite ao aluno a
participação na sua própria formação, conforme sugere o Parecer CNE/CES
492/2001: “Os princípios que norteiam esta proposta de Diretrizes Curriculares
são a flexibilidade na organização do curso de Letras e a consciência da
diversidade/heterogeneidade do conhecimento do aluno, tanto no que se refere
à sua formação anterior, quanto aos interesses e expectativas em relação ao
curso e ao futuro exercício da profissão” (p. 29).
Nesse sentido, o curso de Letras da FALE permite ao aluno flexibilidade no
que diz respeito à escolha de conteúdos, ou seja, as disciplinas do núcleo de
formação obrigatória de uma habilitação poderão ser computadas como
disciplinas do núcleo de formação eletivo para as demais. Isso facultará ao
aluno a possibilidade de concluir mais de uma habilitação, caso haja o
reingresso e a complementação de estudos relativos à formação específica de
cada habilitação.

11.4 Disciplinas Eletivas

O Curso de Letras Espanhol na modalidade a distância oferta atualmente ao
discente as seguintes disciplinas eletivas:

Disciplinas Eletivas (Mínimo de 300 horas)

Carga horária

Morfosintaxe da Língua Espanhola 1

45 h/a

Morfosintaxe da Língua Espanhola 2

45 h/a

Morfossintaxe da Língua Espanhola 3

45 h/a

54

Semântica e Lexicologia da Língua Espanhola

45 h/a

Pragmática da Língua Espanhola

30 h/a

Sociolinguística da Língua Espanhola

45h/a

História e Evolução do Espanhol

45h/a

Além disso, o curso prevê ainda 200 horas de Atividades Complementares e
80 horas do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

11.5 Resumo da Estrutura Curricular

Resumo da Estrutura Curricular

Carga Horária

Núcleo Básico

600 h
600 h

Núcleo de Formação do Conhecimento sobre a língua e
suas literaturas (obrigatórias e eletivas)
Núcleo de Formação para a Docência

300 h
1.440 h

Trabalho de Conclusão de Curso e Outras atividades
Total

280 h
3.220 h

12.Ordenamento Curricular

Abaixo seguem o Quadro de Saberes do Curso e o Ordenamento Curricular.
O quadro semestral de oferta das disciplinas demonstrando quais serão
ministradas simultaneamente e quantas horas de estudo o aluno deve dedicar,
semanalmente, a cada uma delas, encontra-se em Anexo (ANEXO VII) pág.
156.
Quadro de Saberes da Licenciatura em Letras/Língua Espanhola –
modalidade a distância
Semestre

Saberes Específicos da

Saberes Específicos de
Letras Licenciatura em

Carga
horária

55

 Introdução à EaD (60)
 Projetos Integradores 1(20)

Leitura e Produção de
Texto em Língua
Portuguesa (80)
Teoria Linguística 1 (60)



Teoria da Literatura 1 (60)



Introdução à Língua
Espanhola 1 (60)

Profissão Docente (60)



Organização do Trabalho
Acadêmico (80)
Projetos Integradores 2 (20)



Teoria Linguística 2 (60)



Teoria da Literatura 2 (60)

Política e Organização da
Educação Básica no Brasil
(80)



Introdução à Língua
Espanhola 2 (60)

Módulo 4

Módulo 2



Módulo 3

Módulo 1





Módulo 9

Módulo 8

Módulo 7

Módulo 6

Terceiro
Quarto
Quinto

Espanhol



Módulo 5

Segundo

Primeiro

Formação do Professor na
UFAL




Projetos Integradores 1 (20)

200 h

220 h

160h



Projetos Integradores 2 (20)



Desenvolvimento e
Aprendizagem (80)



Língua Latina (80)



Projetos Integradores 3(20)



Língua Espanhola 1 (60)



Projetos Integradores 3 (20)



Linguística Aplicada (80)



Fundamentos de Libras (60)



Fonética e Fonologia da
Língua Espanhola (60)





Língua Espanhola 2(60)



Planejamento, currículo e
avaliação da aprendizagem
(80)
Projetos Integradores 4 (20)



Disciplina eletiva 1 (45)



Projetos Integradores 4 (20)





Leitura e Produção de Texto
em Espanhol (60)

Literatura de Língua
Espanhola 1 (60)



Projeto Pedagógico,
Organização e Gestão do
Trabalho Escolar (80)

 Projetos Integradores 5
(20)

220 h



Disciplina eletiva 2 (45)



Língua Espanhola 3 (60)



Disciplina eletiva 3 (45)

240h

220 h

205h

185h

205h

56

Módulo 10



Estágio Supervisionado 1(80)



Língua Espanhola 4 (60)



Pesquisa Educacional (60)



Língua Espanhola 5 (60)



História e cultura afrobrasileira e indígena (60)



Disciplina Eletiva 4 (45)



Estágio Supervisionado 2
(80)

Módulo 12

Projetos Integradores 6 (20)



Módulo 13

Projetos Integradores 6 (20)



Módulo
14



Sétimo

Módulo 11

Literatura de Língua
Espanhola 2 (60)

Projetos Integradores 5 (20)

Oitavo

Sexto





Projetos Integradores 7(40)



Estágio Supervisionado 3
(80)



Estágio Supervisionado 4
(160)

220h

245h



Literatura de Língua
Espanhola 3 (60)



Disciplina eletiva 5 (30)



Língua Espanhola 6 (60)



Disciplina eletiva 6 (45)



Disciplina eletiva 7 (45)

190h

225 h

205 h

Carga Horária
Atividades
Acadêmico-Cientifico-Culturais

2.940 h
200 h

Trabalho de Conclusão de
Curso

80 h

Carga Horária Total

3220h

12.1 A Prática como Componente Curricular

A prática como componente curricular (PCC) envolve atividades de
pesquisa e extensão, voltadas para o ensino de Espanhol. Além disso, essas
atividades devem estimular uma consciência reflexiva individual e altruísta,
visando à autonomia intelectual e profissional do futuro professor, com o
57

objetivo de oportunizar a articulação entre a teoria e a prática desde o início
dos cursos. Para isso, a Resolução CNE/CP Nº. 02 de 19 de fevereiro de 2002
prevê um mínimo de 400 (quatrocentas) horas a serem desenvolvidas ao longo
do curso.
No Projeto Pedagógico dos Cursos de Letras/Espanhol, a prática está
inserida nas disciplinas, sobretudo nos Projetos Integradores e Estágio
Supervisionado. O objetivo das referidas disciplinas é transcender a sala de
aula e permeando toda a formação do licenciado, a inter-relação preconizada
permitirá tanto a aplicação e/ou transformação do componente teórico em
prática, como a construção do conhecimento alicerçada na reflexão sobre a
realidade, principalmente educacional. A carga horária de PCC

está

distribuída no quadro que segue de Ordenamento curricular:

Ordenamento Curricular de Letras/Espanhol a distância na UFAL
Carga horária
Período

1

2

3

Código

Disciplina

Obrigatória

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO EM LP
INTRODUÇÃO À LÍNGUA ESPANHOLA 1

Teórica

Prática

Semestral
Total

Sim

40

40

80

Sim

30

30

60

TEORIA DA LITERATURA 1

Sim

60

-

60

TEORIA LINGUÍSTICA 1

Sim

60

-

60

PROFISSÃO DOCENTE

Sim

60

60

PROJETOS INTEGRADORES 1

Sim

-

40

INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA

Sim

30

30

60

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO ACADÊMICO
INTRODUÇÃO À LÍNGUA ESPANHOLA 2
TEORIA DA LITERATURA 2
TEORIA LINGUÍSTICA 2
POL. E ORG. DA EDUC. BAS. NO BRASIL
PROJETOS INTEGRADORES 2

Total
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Total

60
30
60
60
70
-

20
30
10
40

420 h
80
60
60
60
80
40
380 h

FUNDAMENTOS DE LIBRAS

Sim

50

10

60

LÍNGUA ESPANHOLA 1
FONÉTICA E FONOLOGIA DE LÍNGUA
ESPANHOLA
LÍNGUA LATINA

Sim

40

20

60

Sim

40

20

60

Sim

70

10

80

LINGUÍSTICA APLICADA

Sim

60

20

80

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM

Sim

70

10

80

PROJETOS INTEGRADORES 3

Sim

-

40

40

Total

4

40

460 h

LINGUA ESPANHOLA2

Sim

40

20

60

LITERATURA EM LÍNGUA ESPANHOLA 1
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO EM
ESPANHOL

Sim

50

10

60

Sim

30

30

60

58

PLANEJAMENTO, CURRÍCULO E AVALIAÇÃO
DA APRENDIZAGEM
DISCIPLINA ELETIVA 1
DISCIPLINA ELETIVA 2
PROJETOS INTEGRADORES 4

Sim

60

20

80

Sim
Sim
Sim

35
35
-

10
10
40

45
45
40

Total

5

390

LÍNGUA ESPANHOLA 3

Sim

40

20

60

LINGUA ESPANHOLA 4

Sim

40

20

60

LITERATURA EM LÍNGUA ESPANHOLA 2
PROJETO PEDAGÓGICO, ORGANIZAÇÃO E
GESTÃO DO TRABALHO ESCOLAR

Sim

50

10

60

Sim

60

20

80

ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1

Sim

20

60

80

DISCIPLINA ELETIVA 3

Sim

35

10

45

PROJETOS INTEGRADORES 5

Sim

-

40

40

Total

425

LÍNGUA ESPANHOLA 5

Sim

40

20

60

LITERATURA EM LÍNGUA ESPANHOLA 3

Sim

50

10

60

PESQUISA EDUCACIONAL

Sim

30

30

60

ESTÁGIO SUPERVISIONADO 2

Sim

20

60

80

DISCIPLINA ELETIVA 4

Sim

35

10

45

DISCIPLINA ELETIVA 5

Sim

25

05

30

PROJETOS INTEGRADORES 6
HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E
INDÍGENA

Sim

-

40

40

Sim

30

30

60

6

Total
LÍNGUA ESPANHOLA 6
ESTÁGIO SUPERVISIONADO 3
DISCIPLINA ELETIVA 6

7

PROJETOS INTEGRADORES 7

Sim
Sim
Sim

435
40
10
35

Sim

20
70
10

60
80
45

40

40

Total
8

ESTÁGIO SUPERVISIONADO 4

Sim

DISCIPLINA ELETIVA 7

Sim

225
160
35

160

10

45

Total

205

RESUMO DO ORDENAMENTO CURRICULAR
Disciplinas obrigatórias

2.240

Disciplinas eletivas

300

Estágio

400

TCC

80

AACC

200

TOTAL DA CHIC
Observação:
AACC – Atividades Acadêmico-Científico-Culturais
CHIC – Carga Horária de Integralização Curricular
TCC – Trabalho de Conclusão de Curso

3.220

13. Estágio Supervisionado

O Parecer CNE/CP 28/2001, ao estabelecer a duração e a carga horária
dos cursos de Licenciatura define que “o estágio curricular supervisionado
59

deverá ser um componente obrigatório da organização curricular das
licenciaturas, sendo uma atividade intrinsecamente articulada com a prática e
com as atividades de trabalho acadêmico” (p.11). O mesmo parecer estabelece
um tempo mínimo legal para o estágio de 400 horas.
O Estágio previsto no Curso de Letras licenciatura em Língua Espanhola
na modalidade a distância está em consonância com a Lei n. 11.788 de
25/11/2008, bem como com a RESOLUÇÃO Nº 004/2012 - FALE, de 15 de
maio de 2012 (em anexo a este PPP) que estabelece normas de realização,
organização e estruturação do estágio, além de atribuições dos envolvidos no
processo e avaliação. Ademais, no documento também consta: carta de
apresentação, carta de recebimento do relatório e carta de aceite.
O principal objetivo do estágio é que o aluno adquira experiência prática na
sua área de formação. A partir do quinto semestre, o aluno começa a realizar
atividades de estágio supervisionado, as quais se estendem até o último
semestre. O curso de Letras na modalidade a distância objetiva formar um
profissional atuante, crítico, capaz de transitar pelas esferas do saber, aliando
conhecimento, valores sócio-culturais e necessidades individuais dos alunos.
Essa formação só pode ser atingida através de uma prática que viabilize um
real contato entre estágio e instituições educacionais. É no seu local de estágio
que o aluno poderá entender a significação da escola e o laço que esta possui
com sua comunidade, percebendo como deve ajustar o conteúdo curricular
adquirido no Ensino Superior à sala de aula do Ensino Fundamental ou Médio.
Para o estabelecimento desse contato entre as ações do Estágio
Supervisionado e as Instituições Educacionais, o curso de Letras deve manter
interação sistemática com escolas de ensino fundamental e médio, “tomandoas como referência para estudo, observação e intervenção” (BRASIL, 1999, p.
124).
Nos cursos para atendimento ao PARFOR, as escolas das quais os
alunos fazem parte podem, especificamente, ser tomadas como parceiras para
o desenvolvimento dessas atividades. Para esses professores já em exercício,
os Referenciais para Formação de Professores (BRASIL, 1999, p. 131)
afirmam a necessidade “de potencializar a tematização da prática que já
realiza, tomando-a como objeto de reflexão e também garantir a possibilidade
de observação de outras experiências.” Desse modo, ter a prática como tema
60

para discussão e reflexão deve ser o ponto de partida das atividades do
Estágio Supervisionado na modalidade a distância, tendo em vista a
participação de professores em exercício no curso de Letras.
Essa possibilidade de discussão justifica, e vale ressaltar aqui, uma
observação anexada ao Parecer CNE/CP 28/2001 que estabelece duração e
carga horária dos cursos de Licenciatura: “Os alunos que exerçam atividade
docente regular na educação básica poderão ter redução da carga horária do
estágio curricular supervisionado até o máximo de 200 (duzentas) horas.”
O Estágio Supervisionado no curso de Letras na modalidade a distância
envolve quatro momentos: prática inicial, prática intermediária, processos
pedagógicos e prática docente, definidas a seguir:

1. A prática inicial envolve observação em sala de aula de Língua
Espanhola e de Literatura, em escolas regulares (públicas e privadas),
necessariamente, e/ou, ocasionalmente, nas Casas de Cultura para os
alunos do Polo Maceió. Essas observações envolvem também o uso de
recursos tecnológicos como o uso de áudios e vídeos educacionais,
para a reflexão sobre a prática. Nesse momento, os alunos podem
também planejar, acompanhar ou desenvolver pequenos projetos
temáticos (sondagem e avaliação de escrita; jogos de linguagem;
processo de produção textual; audição e leitura de um determinado
gênero textual, entre outros).
2. A prática intermediária envolve, além da observação, a pesquisa
educacional e a co-participação em sala de aula.
3. A participação em processos pedagógicos envolve além da observação
e da pesquisa educacional, uma participação mais efetiva (como
atendimento a grupos de alunos que estejam em dificuldade ou
atendimento na biblioteca etc.) ou regência, em sala de aula das séries
finais do ensino fundamental.
4. A prática docente envolve observação, co-participação e docência com,
ao menos, uma aula supervisionada e avaliada por professor regente de
turma do Ensino Médio da escola escolhida para estágio, e/ou nas
Casas de Cultura, a partir de documento de avaliação.

61

Essas quatro etapas, diretamente relacionadas a cada semestre letivo da
carga horária do estágio, não precisam acontecer de forma isolada ou
estanque. A reflexão sobre a prática pode surgir tanto da observação de uma
atividade registrada em vídeo quanto da observação/participação direta na sala
de aula. Desse modo, todas as atividades do estágio devem estar diretamente
articuladas com a prática e todas as atividades desenvolvidas ao longo do
estágio devem ser relatadas em um Relatório Final, do qual devem constar:

1. Apresentação: Situar a disciplina e a discussão teórica de base, de
acordo com o tema selecionado e desenvolvido. Ex: Produção escrita –
Ortografia - Dificuldades da aprendizagem em LE - Avaliação em leitura
etc.; local de realização do estágio, objetivos previamente traçados;
como a proposta foi elaborada, dificuldades encontradas no início do
estágio e como foi possível seguir o planejamento, etapas da atividade
programada e as adaptações que foram feitas.

2. Caracterização da escola - Dados Gerais:
a) Identificação da Escola – Campo de estágio (nome completo da escola;
localização; níveis e modalidades de ensino; turnos de funcionamento)
b) Instalações da Escola (Infraestrutura e recursos materiais: Bibliotecadimensões, acervo, capacidade, uso, tipo de atendimento; Sala de
informática e recursos tecnológicos; distribuição dos espaços e serviços
de apoio)
c) Organização do trabalho escolar (Calendário escolar; Horários de
funcionamento; Índices de evasão e repetência)
d) Prática Sócio-Político-Pedagógica - Identificar a existência de projetos
e/ou programas em desenvolvimento; Planejamento: como é feito,
quem

participa;

Entrevista

com

representantes

da

direção,

coordenadores, professores.
3. Diário de Campo - Descrição e reflexão sobre o trabalho desenvolvido –
observação ou regência - registrando os conteúdos abordados, as
metodologias, as estratégias adotadas, avaliações empregadas, as
62

datas de realização e os tipos de atividades observadas e/ou
desenvolvidas.

4. Análise de dados e produtos de aprendizagem - Relatório que pode ser
feito por grupo de atuação (mais ou menos quatro a oito alunos que se
revezam nas atividades na Escola). Nessa parte do Relatório, cada
aluno ou dupla desenvolve a análise de um produto, resultado do
trabalho desenvolvido na Escola: versões de textos, manuscritos,
comparação de atividades etc., tendo como base teórica os conceitos
discutidos na disciplina e no curso.

5. Comentários finais: O aluno pode abordar questões, tais como a
importância do estágio para a formação; dificuldades encontradas e
como elas foram superadas; e sugestões para a melhoria do ensino e da
aprendizagem naquele contexto do estágio.
6. Referências: Autores citados no relatório e nas notas de rodapé.
7. Anexos: Material didático usado pelo professor; produção dos alunos
durante as aulas ou atividades do período de estágio; registro
fotográfico, entre outros materiais ou documentos.

Será escolhido, dentre os professores que compõem o curso, um
coordenador de estágio para o curso de Letras – Língua Espanhola na
modalidade a distância, a quem caberá o acompanhamento das atividades de
estágio. O estágio na modalidade a distância deve, para assegurar a
necessária qualidade, atender a alguns pontos específicos, como:

- ter momentos presenciais para organização das atividades de estágio que
não sejam apenas os das avaliações finais;
- ter um grupo de organização que estruture, sistematize e operacionalize as
ações previstas para o estágio;
- disponibilizar materiais para que os alunos retomem os conteúdos
trabalhados, como textos, vídeos, programas de computador, entre outros;
63

- utilizar meios de comunicação diferenciados para favorecer a interlocução
entre os participantes, como cartas, telefone, rádio, internet (emails, redes
sociais e blogs);
- desenvolver uma avaliação processual, acompanhando a habilidade de
instrumentos no uso de plataformas e outros instrumentos utilizados na
educação a distância.
O estágio poderá ser interrompido se houver trancamento de matrícula;
mudança de curso; se o aluno deixar de frequentar o curso regularmente e
conclusão de curso. O aluno estagiará na área de Educação totalizando 400
horas. O estágio poderá ser desenvolvido na área específica da escola com a
qual o aluno mantém vínculo empregatício.
O aproveitamento de até 50% das 400 horas de estágio curricular
supervisionado, conforme a resolução nº CNE/CP Nº 2, de 19 de fevereiro de
2002 (DOU 04/03/02), artigo 1º, inciso IV. Parágrafo único, dar-se-á para os
alunos que exerçam ou exerceram atividade docente regular na educação
básica, quando:

a) tenham sido efetuadas em escolas autorizadas;
b) apresentem declaração comprobatória.
c) não estarem ligadas a áreas diferentes das áreas de atuação do curso.

O aproveitamento das horas de estágio curricular supervisionado será
aprovado pelo Colegiado de Curso, ouvidos os professores envolvidos e o
Coordenador de Curso.
As demais condições e prerrogativas para o estágio curricular obrigatório e
não-obrigatório seguem a resolução Nº 71/2006-CONSUNI/UFAL, de 18 de
dezembro de 2006, que disciplina os estágios curriculares dos cursos de
graduação da UFAL.

14. Trabalho de Conclusão de Curso

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) segue a Resolução n. 02/2009 de
17/09/2009 da Faculdade de Letras (em anexo a este PPP) que estabelece
64

normas para sua elaboração com relação a Coordenação, Carta de Aceite e
orientação, objetivos, acompanhamento, prazo, critérios de avaliação e
formatação, com ressalvas apenas em seu art. 4º.
Além da integralização em aulas/atividades previstas para o Curso de
Língua Portuguesa, é ainda condição para a finalização do curso a
apresentação de um Trabalho de Conclusão de Curso. O TCC corresponde a
80 horas-aula, que serão integralizadas na carga-horária total do curso.
Esse trabalho deve constituir resultado de uma pesquisa desenvolvida pelo
aluno - individualmente, em dupla ou em trio - sobre tema na área de estudos
linguísticos ou literários, ensino-aprendizagem da língua espanhola e de
literatura de língua espanhola.
A pesquisa de que resultará o TCC deverá ser iniciada no quinto semestre
do curso e será acompanhada por um professor-orientador e supervisionada
pelo coordenador do TCC, professor designado especialmente para esta
função, a quem compete ainda o encaminhamento de todos os procedimentos
necessários para o adequado desenvolvimento do trabalho pelo aluno.

15. Atividades acadêmico-científico-culturais

As atividades complementares objetivam atender outras exigências de um
curso que almeja formar profissionais de ensino6. Incluem-se aí atividades de
caráter científico, cultural e acadêmico, que, articuladas ao processo formativo
do professor, possam enriquecer essa formação. São previstas 200 horas de
atividades (seminários, participação em eventos científicos, monitorias,
iniciação à pesquisa, projetos de ensino, estudos afins etc.), que podem ser
oferecidas pelo próprio curso, por qualquer outro setor acadêmico da UFAL, ou
ainda, por qualquer outra instituição de ensino superior reconhecida no país.
O aluno de Letras a distância da UFAL, além das atividades e aulas
obrigatórias previstas para sua formação, pode ainda participar de programas
de pesquisa e extensão, como outras atividades complementares a sua
qualificação profissional. No curso de Letras da UFAL, há dois programas de
pesquisa para os graduandos: o PET e o PIBIC.
6

Também em conformidade com o Parecer CNE/CP 28/2001.

65

O Programa Especial de Treinamento (PET) é um programa que visa à
formação de grupos de tutoriais de aprendizagem em cursos de graduação.
Tem como objetivo oferecer uma formação acadêmica de excelente nível,
visando à formação do profissional crítico e atuante; promover a integração da
formação acadêmica com a futura atividade profissional, especialmente no
caso de carreira universitária; estimular a melhoria do ensino de graduação
através de: desenvolvimento de novas práticas e experiências pedagógicas no
âmbito do curso; atuação dos bolsistas como agentes multiplicadores
disseminando novas ideias e práticas entre o conjunto dos alunos do curso;
interação dos bolsistas do Programa com os corpos docente e discente da
instituição em nível de pós-graduação; a participação em atividades
características de programas de pós-graduação7.
O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC),
financiado pelo CNPQ e pela própria UFAL, é um programa centrado na
iniciação científica de novos talentos em todas as áreas do conhecimento. É
voltado para o aluno de graduação, como incentivo a sua formação. Privilegia a
participação ativa de bons alunos em projetos de pesquisa com qualidade
acadêmica, mérito científico e orientação adequada, individual e continuada,
que culminam com um trabalho final avaliado e valorizado.
Os objetivos das atividades de pesquisa previstas por esses programas
estão em consonância com os objetivos do Programa de Pós-Graduação em
Letras e Linguística (PPGLL), oferecido pela Faculdade de Letras, o que
permite grande integração entre graduação e pós.
No tocante à extensão, é possível a participação, além de programas
pontuais, desenvolvidos pelos professores do curso, em mais dois programas
permanentes de extensão nos quais os graduandos podem desenvolver
atividades a serem creditadas na sua vida acadêmica: as Casas de Cultura e o
Núcleo de Estudos Indígenas (NEI).
As Casas de Cultura é um programa de extensão permanente desenvolvido
pela Faculdade de Letras que tem como objetivo oferecer curso de línguas
estrangeiras modernas, em nível básico, intermediário e avançado, para a
sociedade, e possibilitar a criação de um espaço de vivência de ensino de
7

PET/Letras/UFAL: www.ufal.chla/petletras.

66

línguas estrangeiras para os alunos dos cursos de graduação e pós, mantidos
pela Unidade. Nesse programa, os graduandos e pós-graduandos em Letras,
sob a devida orientação de um professor, podem participar como professorbolsista, em regime de estágio, curricular ou não, como monitor, auxiliando o
professor titular no preparo de aulas e material didático, entre outras atividades.
O Núcleo de Estudos Indígenas, também vinculado à Faculdade de Letras,
pretende incentivar estudos e pesquisas relacionados ao índio brasileiro,
abrangendo os mais variados aspectos das ciências humanas. Os objetivos do
Núcleo são:

- Incentivar estudos e pesquisas sobre a linguagem do índio e seus agentes
condicionadores;
- Realizar pesquisas sobre temas relacionados com os índios brasileiros,
abrangendo

aspectos

das

Ciências

Humanas:

linguísticos,

literários,

antropológicos, religiosos, de saúde; das Artes: música, artes plásticas etc.;
- Promover exposições, conferências e ciclos de debates sobre temas
indígenas;
- Divulgar os resultados dos estudos e pesquisas realizadas;
- Estabelecer intercâmbio com entidades locais e nacionais que se dedicam
também ao estudo do índio brasileiro, e se fazer representar, quando
necessário, no cenário nacional em prol das causas indigenistas.

Entende-se

que

diferentes

atividades

acadêmicas

que

são

hoje

desenvolvidas pelo discente, durante sua permanência na Universidade, são
tão úteis para sua formação profissional quanto às diversas disciplinas do
núcleo de formação específica que ele cursa.

16.Ementas e bibliografia do Curso de Letras/Espanhol a distância
16.1 Ementas e bibliografia das disciplinas obrigatórias
Disciplina: LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO EM LÍNGUA PORTUGUESA

67

Ementa:
Prática de leitura e produção de texto, de diversos gêneros, em português,
fundamentadas no conceito de linguagem como atividade interlocutiva e no
texto como unidade básica significativa na língua.
Bibliografia básica:
ANTUNES, I. Lutar com palavras – coesão e coerência. São Paulo: Parábola
Editorial, 2005.
FARACO, C. A.; TEZZA, C. Prática de textos para estudantes universitários.
Petrópolis: Vozes, 1992.
FIGUEIREDO, L. C. A redação pelo parágrafo. Brasília: EdUnB, 1995.
GALVEZ, C; ORLANDI, E.; OTONI, P. (Orgs). O texto: escrita e leitura.
Campinas: Pontes, 1997.
GERALDI, J.W. O texto na sala de aula. Cascavel: Assoeste, 1984.
KOCH, I. V. Desvendando os segredos do texto. São Paulo: Cortez, 2002.
SERAFINI, M. T. Como escrever textos. Rio de janeiro: Globo, 1990.
Bibliografia Complementar:
BARBOSA, S.; AMARAL, E. Redação: escrever é desvendar o mundo. 9 ed.,
Campinas: Papirus, 1994.
BECHARA, E. Moderna gramática portuguesa: cursos de 1º e 2º graus. 34 ed.,
São Paulo: Nacional, 1992.
CANDIDO, A. A crônica. O gênero, sua fixação e suas transformações no
Brasil. Campinas/ Rio de Janeiro: Editora da UNICAMP/ Fundação Casa de Rui
Barbosa, 1992.
COSTA VAL, M. da G. Redação e textualidade. São Paulo: Martins Fontes,
1991.
KOCH, I. V. A coesão textual. 14. ed., São Paulo: Contexto, 2001.
KOCH, I. G. V.; TRAVAGLIA, L.C. Texto e coerência. 8. ed., São Paulo: Cortez,
2002.
KOCH, I. V.; ELIAS, V. M. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São
Paulo: Editora Contexto, 2006.
LARROSA, J. Pedagogia Profana: danças, piruetas e mascaradas. Belo
Horizonte: Autêntica, 1999.
Disciplina: TEORIA DA LITERATURA 1
Ementa:
Reflexão sobre fundamentos da teoria da literatura, natureza e função de seu
objeto e conceituação dos gêneros literários, desde a Antiguidade aos estudos
contemporâneos, com base na análise de textos teórico-críticos.
Bibliografia básica:
ARISTÓTELES; HORÁCIO; LONGINO. A poética clássica. Trad. de Jaime
Bruna. 7. ed., São Paulo: Cultrix, 1977.
GONÇALVES, M. T.; BELLODI, Z. C. Teoria da literatura “revisitada”. 2. ed.,
Petrópolis: Vozes, 2005.
PERRONE-MOISÉS, L. A criação do texto literário. In: ______. Flores da
escrivaninha: ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
68

PLATÃO. Diálogos III: A república. 25. ed., Rio de Janeiro: Ediouro, 1999.
SOARES, A. Gêneros literários. São Paulo: Ática, 1989.
SOUZA, R. A. de. Teoria da literatura. São Paulo: Ática, 1986.
Bibliografia complementar:
BOSI, A. Reflexões sobre a arte. São Paulo: Ática, 1985.
BOSI, A. A intuição da passagem em um soneto de Raimundo Correia. In:
BOSI, A. (Org.). Leitura de poesia. São Paulo: Ática, 1996. p. 221-238.
CANDIDO, A. O direito à literatura. In: CANDIDO, A. Vários escritos. 3. ed., rev.
e ampl. São Paulo: Duas Cidades, 1995. p. 235-263.
CANDIDO, A. O mundo desfeito e refeito. In: CANDIDO, A. Recortes. 3. ed.,
rev. pelo autor. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2004. p. 34-40.
COSTA, L. M. da. A poética de Aristóteles: mímese e verossimilhança. São
Paulo: Ática, 1992. (Princípios, 217).
LIMA, R. S. O falso da imitação. Conhecimento prático língua portuguesa, São
Paulo: Escala Educacional, nº 19, p. 47-50, set./out. 2009.
LIMA, R. S. Existem poemas de amor? Conhecimento prático língua
portuguesa, São Paulo: Escala Educacional, nº 20, p. 34-39, nov./dez. 2009.
MESQUITA, S. N. de. O enredo. São Paulo; Ática, 1986. (Princípios, 36).
SILVA, V. M. de A. e. Teoria da literatura. São Paulo: Martins Fontes, 1976.

Disciplina: TEORIA LINGUÍSTICA 1
Ementa:
Panorama geral dos fenômenos da linguagem e suas abordagens, dos estudos
tradicionais à teoria linguística. Pressupostos teórico-metodológicos das
correntes teóricas da Linguística moderna.
Bibliografia básica:
LYONS, J. Linguagem e Linguística. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987.
MUSSALIN, F.; BENTES, A. C. Introdução à Linguística – domínios e fronteiras
1. São Paulo: Cortez, 2001.
_______. Introdução à Linguística – domínios e fronteiras 2. São Paulo: Cortez,
2001.
_______. Introdução à Linguística – fundamentos epistemológicos 3. São
Paulo: Cortez, 2004.
SAUSSURE, F. Curso de Linguística Geral. 34 ed., São Paulo: Cultrix, 2012.
Bibliografia complementar:
MARTELOTTA, M. E. (Org.). Manual de Linguística. São Paulo: Contexto,
2008.
WEEDWOOD, B. História concisa da Linguística. [trad.] Marcos Bagno. São
Paulo: Parábola Editorial: 2002.
KRISTEVA, J. História da linguagem. Lisboa: Edições 70, 1969.
MOUNIN, G. A linguística do século XX. Lisboa: Editorial Presença/ Martins
Fontes, 1972.
SAPIR, E. Linguística como Ciência. Rio de Janeiro: Livraria Acadêmica, 1961.

69

Disciplina: PROFISSÃO DOCENTE
Ementa:
A constituição histórica do trabalho docente. A natureza do trabalho docente.
Trabalho docente e relações de gênero. A autonomia do trabalho docente. A
proletarização do trabalho docente. Papel do Estado e a profissão docente. A
formação e a ação política do docente no Brasil. A escola como locus do
trabalho docente. Profissão docente e legislação.
Bibliografia básica:
CHARLOT, B. Formação dos professores e relação com o saber. Porto Alegre:
ARTMED, 2005.
COSTA, M. V. Trabalho docente e profissionalismo. Porto Alegre: Sulina, 1996.
ESTRELA, M. T. (Org.) Viver e construir a profissão docente. Porto: Porto
Editora, 1997.
LESSARD, C.; TARDIF, M. O trabalho docente. SP: Vozes, 2005.
NÓVOA, A. (Org.) Vidas de Professores. Porto: Porto Editora, 1992.
Bibliografia complementar:
ALTHUSSER, L. Aparelhos Ideológicos de estado. Rio de Janeiro: Graal,
1985.
ARROYO, M. Ofício de mestre. São Paulo: Vozes, 2001.
BRANDÃO, C. R. O que é educação. São Paulo: Brasiliense, 1992.
ENGUITA, M.F. A ambigüidade da docência: entre o profissionalismo e a
proletarização. In: Revista Teoria & Educação, n. 4, 1991.
TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. 5. ed., Petrópolis:
Vozes, 2002.
VARELA, J.; ALVAREZ-URÍA, F. A Maquinaria escolar. In: Revista Teoria &
Educação, n. 6, 1992.

Disciplina: INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
Ementa:
A modalidade de EaD: histórico, características, definições, regulamentações.
A EaD no Brasil. A Mediação pedagógica na modalidade EaD. Organização de
situações de aprendizagem. Ambientes Virtuais de ensino-aprendizagem.
Atividades de Prática como Componente Curricular. Conhecimento de
aplicativos, serviços e habilidades básicas para navegação, comunicação,
obtenção, manipulação e arquivamento de dados.
Bibliografia Básica:
BELLONI, M. L. Educação a Distância. 5 ed.,. Campinas, SP: Autores
Associados, 2009.
DEMO, P. Educação Hoje. "Novas" Tecnologias, pressões e oportunidades.
São Paulo: Editora Atlas, 2009.
KENSKI, V. M. Educação e tecnologias. O novo ritmo da informação.
Campinas, SP: Papirus, 2007.
LITTO, F. M. Aprendizagem a Distância. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado
de São Paulo, 2010.
70

MERCADO, L. P. L. Integração de mídias nos espaços de aprendizagem. Em
aberto, Brasília, v. 22, n. 79, p. 17-44, 2009.
MORAN, J. M. A educação que desejamos. Novos desafios e como chegar lá.
Campinas: Papirus Editora, 2007.
TORI, R. Educação sem distância. As tecnologias interativas na redução de
distâncias em ensino e aprendizagem. São Paulo: Editora SENAC São
Paulo/Escola do Futuro, USP, 2010.
Bibliografia complementar:
ARAÚJO, J. C.; DIEB, M.; LIMA, S. de C. Línguas na web. Links entre ensino e
aprendizagem. Ijuí: Editora Unijuí, 2010.
BRAGA, W. Informática Elementar, Open Office 2.0. Jacaré: Alta Books, 2007.
______. Informática Elementar, Word 2007. Jacaré: Alta Books, 2007.
BRINGUÉ SALA, X.; SADABÁ CHALEZQUER, C. (Coords.). A geração
interativa na Ibero-américa. Crianças e adolescentes diante das telas. col.
Fundación Telefónica, Madrid: Ariel, 2009.
CENTRO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM EDUCAÇÃO, CULTURA E AÇÃO
COMUNITÁRIA. EducaRede: inclusão digital na escola. Col. EducaRede:
Internet na Escola, São Paulo: CENPEC, 2006.
______. Ensinar com Internet: como enfrentar o desafio. Col. EducaRede:
Internet na Escola, São Paulo: CENPEC, 2006.
______. Sala de informática: uma experiência pedagógica. Col. EducaRede:
Internet na Escola, São Paulo: CENPEC, 2006.
______. Letras e teclado: oficina de textos na Web. Col. EducaRede: Internet
na Escola, São Paulo: CENPEC, 2006.
______. Comunidades virtuais: aprendizagem em rede. Col. EducaRede:
Internet na Escola, São Paulo: CENPEC, 2006.
LITTO, F. M.; FORMIGA, M. M. M. (Orgs.). Educação a distância: o estado da
arte. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009.
MACHADO, G. J. C. Educação e ciberespaço: estudos, propostas e desafios.
Aracaju: Virtus, 2010.
MAIA, C.; MATTAR, J. ABC da EaD: a educação a distância hoje. São Paulo:
Pearson, 2007.
MERCADO, L. P. L. (Org.). Experiências com Tecnologias de Informação e
Comunicação na Educação . Maceió: EdUFAL, 2006.
______. Vivências com aprendizagem na Internet . Maceió: EDUFAL, 2005
______. Tendências na utilização das tecnologias da informação e
comunicação na educação . Maceió: PPGE/EdUFAL, 2004.
______. (Org). Novas tecnologias na educação : reflexões sobre a prática.
Maceió: INEP/EDUFAL, 2002.
______.; VIANA, M. A. O. (Orgs.). Projetos utilizando Internet : A metodologia
WebQuest na prática. Maceió: Q Gráfica/Marista, 2004.
______.; KULLOK, M. G. Formação de professores: política e
profissionalização. Maceió: EDUFAL/PPGE, 2004.
MILL, D.; RIBEIRO, L. R de C. ; OLIVEIRA, M. R. de. Polidocência na
Educação a Distância. São Carlos: EdUFSCar, 2010.
MORE, M.; KEARSLEY, G. Educação a Distância. Uma visão integrada. Trad.
Roberto Galman. São Paulo: Thomson Learning, 2007.
MUGNOL, M. A Educação a Distância no Brasil: conceitos e fundamentos.
Revista Diálogo Educacional, v. 9, n. 27, p. 335-349, maio/ago. 2009.
71

PRENSKY, M.. "Não me atrapalhe mãe - Eu estou aprendendo!" São Paulo:
Phorte Editora, 2010.
SILVA, M. Sala de aula interativa. 5 ed., São Paulo: Edições Loyola, 2010.
SOTO, U. et al. Novas tecnologias em sala de aula. (re)construindo conceitos e
práticas. São Carlos, SP: Claraluz editora, 2009.
COSTA, C. J. de S. A. ; MERCADO, L. P. L. Pesquisa em Educação Online.
Maceió: EdUFAL, 2011.
SANTOS, G. L. dos. Ensinar e aprender no meio virtual: rompendo paradigmas.
Educação e Pesquisa, São Paulo, v.37, n.2, p. 307-320, mai./ago. 2011.
SPYER, J. Para entender a Internet- Noções, práticas e desafios da
comunicação em rede, Na^zero, 2009.
______.; FERLA, L. A. , PAIVA, M.; AMORIM, F. Tudo o que você precisa
saber sobre o twitter (você já aprendeu em uma mesa de bar). Um guia prático
para pessoas e organizações. Talk2.com.br, 2009.
VILAÇA, M. L. C. Educação a Distância e Tecnologias: conceitos, termos e um
pouco de história. Revista Magistro, v. 1, n. 2, p. 89-101, 2010.
Disciplina: HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA
Ementa:
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-raciais
e para o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena a
partir das leis regulamentadoras de nºs 9.394/96, 10.630/03 e 11.645/08. As
culturas africana e indígena na literatura e história brasileiras. Retrospectiva da
história da África e dos africanos; O contato entre o europeu e o africano e a
chegada dos africanos no Brasil; As diversas formas e tipos de escravidão. Os
negros e sua luta no Brasil. A história de um povo resistente. A cultura negra e
a cultura indígena. Influência no Brasil. A formação da sociedade nacional.
Bibliografia básica:
BRANDÃO, C. de J. B. A cena do Dia do Índio na TV. Rio de Janeiro: Museu
do Índio, 2010.
BRASIL. Educação anti-racista: caminhos abertos pela Lei Federal nº
10.639/03. Brasília: Ministério da Educação, 2005.
SILVA, A.C. da. Desconstruindo a discriminação do negro no livro didático.
Salvador: EDUFBA, 2005.
TIRADENTES, J. A.; SILVA, D. R. da. Sociedade em construção: história e
cultura afro-brasileira (o negro na formação da sociedade brasileira). São
Paulo: Direção Cultural, 2008.
______. Sociedade em construção: história e cultura indígena brasileira (o
índio na formação da sociedade brasileira). São Paulo: Direção Cultural, 2008.
Bibliografia complementar:
DINORAH, M. O livro infantil e a formação do leitor. Petrópolis: Vozes, 1996.
SILVA, A. C. da. A discriminação do negro no livro didático. Salvador:
EDUFBA, 1995.

72

Disciplina: PROJETOS INTEGRADORES
Ementa:
Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo estruturado a partir
de atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade de cada
curso.
Bibliografia básica: Ver anexo III
Disciplina: ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO ACADÊMICO
Ementa:
As Ciências e o Conhecimento Científico: sua natureza e o modo de
construção nas Ciências Humanas e Sociais. Diferentes formas de
conhecimento da realidade. A construção do conhecimento científico e a
pesquisa em educação. Aspectos técnicos do trabalho científico. Diretrizes
para a leitura, análise e interpretação de textos.
Bibliografia básica:
BRANDÃO, Z. (Org.) A crise dos paradigmas e educação. São Paulo: Cortez,
1994
CARVALHO, M. C. M. de (Org.) Construindo o Saber: metodologia científica fundamentos e técnicas. Campinas: Papirus, 1994.
CRUZ, A. da C.; MENDES, M.T.R. Trabalhos Acadêmicos, dissertações e
teses: estrutura e apresentação. 2ª ed., Niterói: Intertexto, 2004.
DEMO, P. Introdução à metodologia da ciência. São Paulo: Atlas, 1987.
_______. Educar pela pesquisa. São Paulo: Autores Associados, 2000.
_______. Pesquisa: principio científico e educativo. São Paulo: Cortez, 1991.
FAZENDA, I. (Org.) Novos enfoques da pesquisa educacional. São Paulo:
Cortez, 1994.
LAVILLE, C.; DIONNE, J. Construção do Saber: manual de metodologia da
pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre/ Belo Horizonte: Editora Artes
Médicas Sul Ltda/ Editora UFMG, 1999.
PÁDUA, E. M. M. de. Metodologia da pesquisa. Campinas: Papirus, 2000.
RAMPAZZO, L. Metodologia Científica. São Paulo: Loyola, 2002.
Bibliografia complementar:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6021: informação
e documentação: publicação periódica científica impressa: apresentação. Rio
de Janeiro, maio 2003a.
______. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Rio
de Janeiro, ago. 2002.
______. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos:
apresentação. Rio de Janeiro, ago. 2002b.
______. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos:
apresentação. Rio de Janeiro, abr. 2011a.
______. NBR 15287: informação e documentação: projeto de pesquisa:
apresentação. 2. ed., Rio de Janeiro, abr. 2011b.
COSTA, A. R. F. et al. Orientações metodológicas para produção de trabalhos
acadêmicos. 8. ed., Maceió: EDUFAL, 2010.
73

IDE, P. A Arte de Pensar. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos,
resenhas. 8. ed., São Paulo: Atlas, 2006.
RODRÍGUEZ, V. G. O ensaio como tese: estética e narrativa na composição do
texto narrativo. São Paulo: Martins Fontes, 2012.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2000.
Disciplina: INTRODUÇÃO À LINGUA ESPANHOLA 1
Ementa:
Introdução às habilidades oral, auditiva, leitora e escrita em Língua Espanhola,
em diferentes situações comunicativas, utilizando recursos multimídia.
Desenvolvimento da competência comunicativa em nível básico, por meio do
estudo de estruturas e uso da língua, bem como dos aspectos socioculturais de
países de Língua Espanhola.
Bibliografia básica:
ARAGONÉS, L.; PALENCIA, R. Gramática de uso de español para
extranjeros: teoría y práctica. Madrid: Edelsa, 2001.
HERNÁNDEZ, C.; KONDO, C.; GARCÍA, C. Gramática – Nivel Elementar
A1-A2. Barcelona: Anaya, 2007.
FANJUL. A .(org.). Gramática de español paso a paso: con ejercicios. São
Paulo: Moderna, 2005.
GOMEZ TORREGO, L. Gramática Didáctica del español. 8 ed., Madrid:
Ediciones SM., 2002.
GOMEZ TORREGO, L. Ortografía del uso del español actual. Madrid:
Ediciones SM, 2000.
MASIP, V. Gramática española para brasileños (Moorfosintaxis). Barcelona:
Difusión, 1999.
MILANI, E. M. Gramática de espanhol para brasileiros. São Paulo: Saraiva,
2000.
PALOMINO, M. A. Dual. Pretextos para hablar. Madrid: Edelsa, 1998.
SANCHEZ QUINTANA, N. Las cuatro destrezas. Madrid: SM, 1995.
VALERA, S.; MARÍN, J. Línea a Línea. Expresión escrita. Madrid: SM, 1994.
Bibliografia complementar:
ALONSO RAYA, R. et al. Gramática Básica del estudiante de español.
Barcelona: Difusión, 2005.
CASCÓN MARTÍN, E. Ortografía. Del uso a la norma. Madrid: Edinumen, 2008.
GARCÍA-PELAYO, R. Diccionario Usual. México: Larouse, 1985.
GONZALEZ HERMOSO, A. Conjugar es fácil. Madrid: Edelsa, 2000.
ISA DE LOS SANTOS, D. España, ayer y hoy. Madrid: Edinumen, 2012.
MATTE BOM, F. Gramática Comunicativa del Español [tomo I y II]. Madrid:
Edelsa – Nueva Edición revisada, 1998.
MORENO, C.; ERES FERNANDÉZ, G. M. Gramática Contrastiva del español
para brasileños. Madrid: SGEL, 2007.
SANTILLANA-MODERNA. 2020 Verbos Españoles: formación y uso. Madrid:
Santillana-Moderna, 2010.
74

TORNERO, Y. Las actividades lúdicas en la clase de E/LE. Ventajas e
inconvenientes de su puesta en práctica. Madrid: Edinumen, 2009.
UNIVERSIDAD DE ALCALÁ DE HENARES. SEÑAS: diccionario para la
enseñanza
de la lengua española. Tradução Eduardo Brandão e Cláudia Berliner.
São Paulo: Martins Fontes, 2000.
Fontes digitais:
Dicionários.
http://buscon.rae.es/draeI/;
http://buscon.rae.es/dpdI/
http://clave.libros.vivos.net
Revistas digitais:
http://www.muyinteresante.es
http://www.revista.consumer.es
Jornais digitais de países hispânicos:
http://kiosco.net/
Fontes de materiais didáticos
http://cvc.cervantes.es/
Audios
http://www.radialistas.net
Disciplina: INTRODUÇÃO À LINGUA ESPANHOLA 2
Ementa:
Desenvolvimento das habilidades oral, auditiva, leitora e escrita em Língua
Espanhola,
em
diferentes
situações
comunicativas,
utilizando
recursos multimídia. Ampliação da competência comunicativa em nível
básico, por meio do estudo de estruturas e uso da língua, bem como dos
aspectos socioculturais de países hispânicos.
Bibliografia básica:
ARAGONÉS, L.; PALENCIA, R. Gramática de uso de español para
extranjeros: teoría y práctica. Madrid: Edelsa, 2001.
HERNÁNDEZ, C.; KONDO, C.; GARCÍA, C. Gramática – Nivel Elementar
A1-A2. Barcelona: Anaya, 2007.
FANJUL. A .(Org.). Gramática de español paso a paso: con ejercicios. São
Paulo: Moderna, 2005.
GOMEZ TORREGO, L. Gramática Didáctica del español. 8 ed., Madrid:
Ediciones SM., 2002.
GOMEZ TORREGO, L. Ortografía del uso del española actual. Madrid:
Ediciones SM, 2000.
MASIP, V. Gramática española para brasileños (Moorfosintaxis). Barcelona:
Difusión, 1999.
MILANI, E. M. Gramática de espanhol para brasileiros. São Paulo: Saraiva,
2000.
PALOMINO, M. A. Dual. Pretextos para hablar. Madrid: Edelsa, 1998.
SANCHEZ QUINTANA, N. Las cuatro destrezas. Madrid: SM, 1995.
VALERA, S.; MARÍN, J. Línea a Línea. Expresión escrita. Madrid: SM, 1994.

75

Bibliografia complementar:
ALONSO RAYA, R. et al. Gramática Básica del estudiante de español.
Barcelona: Difusión, 2005.
CASCÓN MARTÍN, E. Ortografía. Del uso a la norma. Madrid: Edinumen, 2008.
GARCÍA-PELAYO, R. Diccionario Usual. México: Larouse, 1985.
GONZALEZ HERMOSO, A. Conjugar es fácil. Madrid: Edelsa, 2000.
ISA DE LOS SANTOS, D. España, ayer y hoy. Madrid: Edinumen, 2012.
MATTE BOM, F. Gramática Comunicativa del Español [tomo I y II]. Madrid:
Edelsa – Nueva Edición revisada, 1998.
MORENO, C.; ERES FERNANDÉZ, G. M. Gramática Contrastiva del español
para brasileños. Madrid: SGEL, 2007.
SANTILLANA-MODERNA. 2020 Verbos Españoles: formación y uso. Madrid:
Santillana-Moderna, 2010.
TORNERO, Y. Las actividades lúdicas en la clase de E/LE. Ventajas e
inconvenientes de su puesta en práctica. Madrid: Edinumen, 2009.
UNIVERSIDAD DE ALCALÁ DE HENARES. SEÑAS: diccionario para la
enseñanza
de la lengua española. Tradução Eduardo Brandão e Cláudia Berliner.
São Paulo: Martins Fontes, 2000.
Fontes digitais:
Dicionários.
http://buscon.rae.es/draeI/;
http://buscon.rae.es/dpdI/
http://clave.libros.vivos.net
Revistas digitais:
http://www.muyinteresante.es
http://www.revista.consumer.es
Jornais digitais de países hispânicos:
http://kiosco.net/
Fontes de materiais didáticos
http://cvc.cervantes.es/
Audios
http://www.radialistas.net
Disciplina: TEORIA DA LITERATURA 2
Ementa:
Estudo das correntes críticas do século XX, tanto as de caráter imanente
(Formalismo Russo, New Criticism) quanto as que relacionam a análise da
literatura a fatores externos (crítica sociológica, psicológica), com base em
leituras teórico-críticas e respectivos suportes literários.
Bibliografia básica:

CANDIDO, A. Literatura e sociedade: estudos de teoria e história literária. 5.
ed., rev. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1976.
MARTINS, M. H. (Org.). Rumos da crítica. São Paulo: Editora Senac São
Paulo; Itaú Cultural, 2000.
TOLEDO, D. de O. (Org.). Teoria da literatura: formalistas russos. 2. ed., Porto
Alegre: Globo, 1976.
76

WINSATT, W.K; BROOKS, C. Crítica literária: breve história. Trad. de Ivette
Centeno; Armando de Morais. 2. ed., Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian,
1980.
ANGENOT, M. et al. (Dir.). Teoria literária. Trad. Ana Luísa Faria e Miguel
Serras Pereira. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1995.
BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. Trad.: Maria Ermantina Galvão
Gomes Pereira. São Paulo: Martins Fontes, 1992. (p. 277-326)
BARTHES, R. O rumor da língua. Lisboa: Edições 70, 1985.
CULLER, J. Teoria literária. Uma introdução. Trad. Sandra Guardini T.
Vasconcelos. São Paulo: Becca, 1999.
ENCICLOPÉDIA EINAUDI. Literatura-Texto. Volume 17. Porto: Imprensa
Nacional- Casa da Moeda, 1989.
COSTA LIMA, L. (seleção, coordenação e tradução.). A literatura e o leitor:
textos de estética da recepção. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
REIS, C. Teoria literária: uma introdução. Lisboa: Almedina, 1999.
Bibliografia complementar:
AUERBACH, E. Mimesis: a representação da realidade na literatura ocidental.
2a. ed., São Paulo: Perspectiva, 1987 [Estudos].
BAKHTIN, M. Questões de Literatura e de Estética. A Teoria do Romance. São
Paulo: Hucitec, 1988.
BORGES, J. L. Esse ofício do verso. Trad. São Paulo, Companhia das Letras,
2000
CORTÁZAR, J. Alguns aspectos do conto e Do conto breve e seus arredores.
In.: ___. Valise de Cronópio. 2. ed., Trad. Davi Arrigucci Júnior. São Paulo:
Perspectiva, 1993. [Debates], p. 147-164.
CANDIDO, A. et al. A personagem de ficção. 7. Ed., São Paulo: Perspectiva,
1985. [Debates]
ECO, H. Seis passeios pelos bosques da ficção. São Paulo: Cia das Letras,
1994.
NUNES, B. O tempo na narrativa. São Paulo: Ática, 1988.
Disciplina: TEORIA LINGUÍSTICA 2
Ementa:
Estudo de tendências teóricas linguísticas contemporâneas pós-estruturalistas,
que relacionam os aspectos linguísticos e os sociais, seja através da noção de
variação (Sociolinguística Laboviana), da interação qualitativa (Sociolinguística
Interacional), do enunciado como unidade de análise (Teorias da Enunciação e
da Pragmática), do texto como unidade de análise (Linguística textual) e do
discurso (as diferentes análises do discurso).
Bibliografia básica:
BAKHTIN, M. Marxismo e Filosofia da Linguagem. São Paulo: Hucitec, 2004.
BENVENISTE, E. Problemas de Linguística Geral II. Campinas: Pontes, 1989.
BRANDÃO, H. H. N. Introdução à Análise do discurso. Campinas: Editora da
UNICAMP, 1993.
FIORIN, J. L. Introdução à Linguística II. Princípios de análise. São Paulo:
Contexto, 2003.

77

LOPES, E. Fundamentos da Linguística Contemporânea. São Paulo: Cultrix,
1995.
MUSSALIN, F.; BENTES, A. C. Introdução à Linguística – fundamentos
epistemológicos 3. São Paulo: Cortez, 2004.
ORLANDI, E. O que é Linguística. São Paulo: Brasiliense, 1992. (Col. primeiros
Passos).
RIBEIRO, B. T.; GARCEZ, P. M (Orgs.). Sociolinguística Interacional. Porto
Alegre: AGE, 1998.
TARALLO, F. A pesquisa Sociolinguística. São Paulo: Ática, 1986.
Bibliografia complementar:
CABRAL, L. S. Introdução à Linguística. Rio de Janeiro: Globo Editora, 1985.
CÂMARA JR, J. M. Dicionário de Linguística e Gramática. Petrópolis: Vozes,
1990.
________ Princípios de Linguística Geral. Rio de Janeiro: Padrão Livraria
Editora, 1989.
CARVALHO, C. Para entender Saussure. Petrópolis: Vozes, 2001.
CRYSTAL, D. Dicionário de Linguística e Fonética. Rio de Janeiro: Jorge Zahar
Editor, 1988.
DUBOIS, J. et al. Dicionário de Linguística. São Paulo: Cultrix, 1993.
LEPSCHI, G. A Linguística Estrutural. São Paulo: Editora Perspectiva, 1975.
LOBATO, L. Sintaxe gerativa do português: da Teoria Padrão à Teoria da
Regência e Ligação. Belo Horizonte: Editora Vigília, 1986.
MARTINET, A. Elementos de Linguística Geral. São Paulo: Martins Fontes,
1978.
NEVES, M. H. de M. A Gramática Funcional. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
RAPOSO, E. Teoria da Gramática: A Faculdade da Linguagem. Lisboa:
Editorial Caminho, 1992.
ROBINS, R. H. Pequena história da Linguística. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 1983.
Disciplina: POLÍTICA E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO
BRASIL
Ementa:
A Educação escolar brasileira no contexto das transformações da sociedade
contemporânea. Análise histórico-crítica das políticas educacionais, das
reformas de ensino e dos planos e diretrizes para a educação escolar
brasileira. Estudo da estrutura e da organização do sistema de ensino brasileiro
em seus aspectos legais, organizacionais, pedagógicos, curriculares,
administrativos e financeiros, considerando, sobretudo a LDB (Lei 9.394/96) e a
legislação complementar pertinente.
Bibliografia básica:
AGUIAR, M. A. A formação do profissional da educação no contexto da reforma
educacional brasileira. In: FERREIRA, N. S. C. (Org.). Supervisão educacional
para uma escola de qualidade. 2ª ed., São Paulo: Cortez, 2000.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil, 1988. 2ª ed., Rio de
Janeiro: Expressão e Cultura, 2002.

78

BRASIL. Lei de diretrizes e bases da educação nacional: (Lei 9.394/96) /
apresentação Carlos Roberto Jamil Cury. 4ª ed.,- Rio de Janeiro: DP & A,
2001.
BRASIL. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Brasília. Presidência da
República. 2003.
BRASIL. Plano Nacional de Educação. Brasília. Senado Federal, UNESCO,
2001.
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica. Brasília.
Conselho Nacional de Educação.2001.
VERÇOSA, E. de G. (Org.). Caminhos da Educação da Colônia aos Tempos
Atuais. Maceió/São Paulo: Ed., Catavento, 2001.
Bibliografia complementar:
BRZEZINSKI, I. (Org.) LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São
Paulo: Cortez, 2000.
FÁVERO, O. (Org.) A educação nas constituintes brasileiras (1823-1988). 2ª
ed., Campinas: Autores Associados, 2001.
LIBÂNEO, J. C.; OLIVEIRA, J. F. de; TOSCHI, M. S. Educação Escolar:
políticas, estrutura e organização. 2º ed., São Paulo: Cortez, 2005.

Disciplina: FUNDAMENTOS DE LIBRAS
Ementa:
Estudo dos fundamentos da Língua Brasileira de Sinais (Libras), com noções
práticas de sinais e interpretação, destinado às práticas pedagógicas na
educação inclusiva.
Bibliografia básica:
BRITO, L. F. Por uma gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro: UFRJ, Departamento de Linguística e Filologia, 1995.
COUTINHO, D. Libras e Língua Portuguesa: semelhanças e diferenças. João
Pessoa: Editor: Arpoador , 2000
FELIPE, T. A. Libras em contexto: curso básico, livro do estudante cursista.
Brasília: Programa nacional de apoio à educação dos surdos, MEC; SEESP;
2001.
QUADROS, R. M., KARNOPP, L. B. Línguas de sinais brasileira: estudos
linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
Bibliografia complementar:
LOPES FILHO, O. (Org.). Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 1997.
SACKS, O. W. Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo:
Companhia das Letras, 1998
SALLES, H. M. M. L. et al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos
para prática pedagógica. 2 v.: Programa nacional de apoio à educação dos
surdos. Brasília: MEC, SEESP, 2005.

79

Disciplina: LÍNGUA LATINA
Ementa:
Estudo das estruturas básicas do latim e seu funcionamento como fundamento
das línguas românicas, máxime o português.
Bibliografia básica:
ALMEIDA, N. M. Gramática latina. São Paulo: Saraiva, 1981.
CARDOSO, Z. A. Iniciação ao latim. São Paulo: Ática, 1989.
GARCIA, J. M. Introdução à teoria e prática do latim. Brasília: Editora da UNB,
1993.
Bibliografia complementar:
BERGE, D. et alli. Ars latina. Petropólis: Vozes, 1993.
REZENDE, A. M. Latina essentia. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 1994.

Disciplina: LINGUÍSTICA APLICADA
Ementa:
Definição de Linguística Aplicada (LA) e visão de seu objeto de estudo.
Fundamentos da LA com foco na aquisição, ensino e aprendizagem de línguas
estrangeiras (LE), segundas línguas (L2) e língua materna (LM). Diferentes
pesquisas aplicadas e seus pressupostos teóricos.
Bibliografia básica:
ALMEIDA Filho, J. C. P. de. A Lingüística Aplicada na grande área de
linguagem. In: SILVA, K. A. da; ORTIZ ÁLVAREZ, M. L. Perspectivas de
Investigação em Lingüística Aplicada. Campinas, SP: Pontes Editores, 2008.
ARAÚJO, J. C. et al.. Linguística Aplicada e Sociedade: ensino e aprendizagem
de línguas no contexto brasileiro. Campinas: Pontes Editores, 2011.
MOITA LOPES, L. P. da. Oficina de Linguística Aplicada. Mercado de Letras,
Campinas, 1996.
PEREIRA, R.C.M.; ROCA, M. del P. (Orgs.) Linguística Aplicada. Um caminho
com diferentes acessos. São Paulo: Editora Contexto, 2009.
Bibliografia complementar:
ALMEIDA FILHO, J.C.P. de. Lingüística Aplicada, Ensino de Línguas e
Comunicação. Campinas: Pontes Editores e ArteLíngua, 2006.
ALMEIDA FILHO, J.C.P. de. Ensinar e aprender uma língua estrangeira na
escola. In: ______. (Org.) Dimensões comunicativas no ensino de línguas. São
Paulo, São Paulo: Pontes, 2002, p. 11-16.
______. Crise, transições e mudança no currículo de formação de professores
de línguas. In: FORTKAMP, M. B. M.; TOMITCH, L. M. B. (orgs.). Aspectos da
lingüística aplicada. Florianópolis: Insular, 2000.
______.Parâmetros atuais para o ensino de português língua estrangeira,
Campinas: Pontes, 1997.
______. (Org.). Português para Estrangeiros/Interface com o Espanhol.
Campinas: Pontes Editores, 1995.

80

AKBERG, M. Efeitos do ensino sobre a aquisição das diferenças de uso do
pretérito simples e composto em espanhol e português. WIEDEMANN, L.;
SCARAMUCCI, M. V. R. (Orgs./Eds.). Campinas: Pontes Editores, 2008, p. 6984.
ARCHANJO, R. Linguística Aplicada: uma identidade construída nos CBLA.
Revista Brasileira de Linguística Aplicada, v. 11, n. 3, p. 609-632, 2011.
BARALO, M. La adquisición del español como lengua extranjera. Madrid: Arco
Libros, 2004.
______. Lingüística Aplicada: aprendizaje y enseñanza de Español LE.
Interlingüística, 14, 2003, p. 31 – 44.
BRUNO, F. C. (Org.). Ensino-Aprendizagem de Línguas Estrangeiras. Reflexão
e Prática. São Carlos: Claraluz, 2005.
CAVALCANTI, M.; MOITA LOPES, L. P. Implementação da pesquisa na sala
de aula de línguas no contexto brasileiro. Trabalhos em Linguística Aplicada.
Campinas, n. 17, 1991.
CELANI, M. A. A. A relevância da lingüística aplicada na formulação de uma
política educacional brasileira. In: FORTKAMP, M. B. M.; TOMITCH, L. M. B.
(Orgs.). Aspectos da lingüística aplicada. Florianópolis: Insular, 2000.
______. Afinal, o que é lingüística aplicada. In: PASCHOAL, M.S.Z.; CELANI,
M. A. A. (Orgs.) Lingüística aplicada: da aplicação de lingüística à lingüística
transdisciplinar. São Paulo: EDUC, 1992. p. 15-23.
CRISTOVAO, V. L. L.; GAMERO, R. Brincar aprendendo ou aprender
brincando? O inglês na infância. Trabalhos em Linguística Aplicada, v. 48, n. 2,
Dec. 2009.
DAMIANOVIC, M. C. O lingüísta aplicado: de um aplicador de saberes a um
ativista político. Linguagem & Ensino, v. 8, n. 2, p. 181-196, 2005.
GERALDI, J. W. Linguagem e ensino. Exercícios de militância e divulgação.
Campinas: Mercado de Letras, 1996.
GIL, G. O ensino do inglês, do português e do espanhol como línguas
estrangeiras no Brasil e na Argentina: uma comparação glotopolítica. Revista
Helb, ano 3, n. 3, 1/2009.
GRIFFIN, K. Lingüística Aplicada a la enseñanza del español como 2/L. Madrid:
Arco Libros, 2005.
LACORTE, M. (Coord.). Lingüística Aplicada del español. Madrid: Arco Libros,
2007.
LIMA, A. P. de. Ensino de língua estrangeira para crianças: o papel do
professor. Cadernos da Pedagogia, ano 2, v. 2, n. 3, p. 293-jan./jul. 2008.
MATENCIO, M. de L. M. Gêneros do discurso e apropriação de saberes:
(re)conhecer as práticas linguageiras em sala de aula. Linguagem em
(Dis)curso, v. 8, n. 3, p. 541-562, dez. 2008.
MOITA LOPES, L. P. da. (Org.). Por uma Lingüística Aplicada Indisciplinar. São
Paulo: Parábola, 2006.
PARAQUETT, M. A língua espanhola e a linguística aplicada no Brasil. Revista
Abehache, ano 2, n. 2, , p. 225-239, 1° sem. 2012.
PASCHOAL, M. S. Z. de; CELANI, M. A. A. (Orgs.) Lingüística Aplicada: da
Aplicação da Lingüística à Lingüística Transdisciplinar. São Paulo: Educ, 1992.
RAJAGOPALAN, K. Uma linguística aplicada plenamente emancipada: um
sonho ou uma perspectiva concreta?. Linguagem em Foco, v. 2, p. 13-18,
2010.

81

______. Por uma Lingüística crítica: Linguagem, identidade e a questão ética,
2. ed., São Paulo: Parábola, 2005.
ROCHA, C. H. O ensino de LE (inglês) para crianças do ensino fundamental
público na transdisciplinaridade da lingüística aplicada. In: SILVA, K. A. da.
Ensinar e Aprender Línguas na Contemporaneidade: Linhas e Entrelinhas, .
Col. Novas Perspectivas em Lingüística Aplicada, Campinas: Pontes Editores,
2010, p. 53-79.
SANTOS GARGALLO, I. Lingüística aplicada a la enseñanza-aprendizaje del
español como lengua extranjera. Madrid: Arco Libros, 2004.
SIGNORINI, I.; CAVALCANTI, M. C. (Orgs.) Lingüística Aplicada e
Transdisciplinaridade: Questões e Perspectivas. Campinas: Mercado de Letras,
1998.
SILVA, K. A. da; ORTIZ ÁLVAREZ, M. L. Perspectivas de Investigação em
Lingüística Aplicada. Campinas, SP: Pontes Editores, 2008.
SILVA, K. A. da. O conceito “crenças” no túnel do tempo da linguística aplicada.
Horizontes de Linguística Aplicada, ano 3, n. 1, p. 99-114, agosto de 2004.
SILVA, R. C. da. Estudos recentes em Linguística Aplicada no Brasil a respeito
de livros didáticos de língua estrangeira. Revista Brasileira de Linguística
Aplicada, v. 10, n. 1, p. 207-226, 2010.
SILVA, R. G. da. A Linguística Aplicada na Espanha, na Hispanoamérica e no
Brasil: perspectivas didático-metodológicas. Interdisciplinar, ano 5, v. 10, n.
especial, p. 181-194, 2010.
SOUTO FRANCO, Marilda M.; ALMEIDA FILHO, Jose Carlos Paes de. O
Conceito de Competência Comunicativa em retrospectiva e perspectiva.
Revista Desempenho, v. 11, p. 4-11, 2009.
TELLES, J. A. “É pesquisa, é? Ah, não quero, não, bem!” Sobre pesquisa
acadêmica e sua relação com a prática do professor de línguas. Linguagem &
Ensino, v. 5, n. 2, p. 91-116, 2002.
Disciplina: DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
Ementa:
Estudo dos processos psicológicos do desenvolvimento humano e da
aprendizagem na adolescência e na fase adulta, relacionando-os com as
diversas concepções de homem e de mundo, identificando a influência das
diferentes teorias psicológicas na educação, numa perspectiva histórica.
Relação entre situações concretas do cotidiano do adolescente e do adulto
com as concepções teóricas de aprendizagem estudadas, considerando os
fundamentos psicológicos do desenvolvimento nos aspectos biológico,
cognitivo, afetivo e social na adolescência e na fase adulta através das
principais teorias da Psicologia do Desenvolvimento.
Bibliografia básica:
ABERASTURY, A.; KNOBEL, M. Adolescência Normal. Porto Alegre: Editora
Artes Médicas,1981.
BECKER, F. Modelos pedagógicos e Modelos epistemológicos. Educação e
Realidade. Porto Alegre: ARTMED, 2001.
BEE, H. A Criança em Desenvolvimento. São Paulo: Harbra, 1988.
BIAGGIO, A. M. B. Psicologia do Desenvolvimento. Petrópolis: Vozes, 1988.
CASTRO, A. D. de. Piaget e a Didática: ensaios. São Paulo: Saraiva, 1974.
82

ERIKSON, E. H. Infância e Sociedade. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1976.
FERREIRA, M. G. Psicologia Educacional: Análise Crítica. São Paulo: Cortez,
1987.
GALLANTIN, J. Adolescência e Individualidade. São Paulo: Harbra, 1978.
GOULART, I. B. Psicologia da Educação: Fundamentos Teóricos e aplicações
à Prática Pedagógica. Petrópolis: Vozes, 1987.
KAPLAN, H. S. Enciclopédia Básica de Educação Sexual - Rio de Janeiro:
Record, 1979.
LIBÂNEO, J. C. Psicologia Social: O Homem em Movimento. São Paulo: Brasiliense, 1984.
Bibliografia complementar:
CAPRA, F. O Ponto de Mutação. São Paulo: Editora Cultrix, 1982
HENRIQUES, M. H. et AL. Adolescentes de Hoje, Pais do Amanhã: Brasil. New
York: The Alan Guttmacher Institute, 1989.
HURLOCK, E. B. Desenvolvimento do Adolescente. São Paulo: McGraw-Hill,
1979.
INHELDER, B.; PIAGET, J. Da Lógica da Criança à Lógica do Adolescente:
Ensaio sobre a Construção das Estruturas Operatórias Formais. São Paulo:
Livraria Pioneira Editores, 1976.
KLEIN, M. Psicanálise da Criança. São Paulo: Editora Mestre Jou, 1975.
Disciplina: LÍNGUA ESPANHOLA 1
Ementa :
Desenvolvimento das habilidades oral, auditiva, leitora e escrita em Língua
Espanhola,
em
diferentes
situações
comunicativas,
utilizando
recursos multimídia. Aprimoramento da competência comunicativa em nível
intermediário, por meio do estudo de estruturas e uso da língua, bem como
dos aspectos socioculturais de países de países hispânicos.
Bibliografia básica:
ALARCOS LLORACH, E. Gramática de la lengua española. Madrid: EspasaCalpe, 2001.
CASTRO VIUDEZ, F. Uso de la gramática. (Elemental). Madrid: Edelsa, 2000.
CASTRO VIUDEZ, F. Aprende gramática y vocabulario. 1. Madrid: SGEL,
2004.
FANJUL. A (Org.). Gramática de español paso a paso: con ejercicios. São
Paulo: Moderna, 2005.
GOMEZ TORREGO, L. Gramática Didáctica del español. 8 ed., Madrid:
Ediciones SM., 2002.
GOMEZ TORREGO, L. Ortografía del uso del español actual. Madrid:
Ediciones SM, 2000.
GONZÁLEZ H. C. R.; SÁNCHEZ A. M. Gramática de Español lengua
extranjera. Normas y recursos para la comunicación. Madrid: Edelsa, 1994.
MATTE BON, F. Gramática comunicativa del español. Tomos I y II. Barcelona:
Difusión, 2004.
PALOMINO, M. A. Dual. Pretextos para hablar. Madrid: Edelsa, 1998.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Esbozo de una nueva gramática de la lengua
española. Madrid: Real Academia, s/d.
83

SANCHEZ QUINTANA, N.. Las cuatro destrezas. Madrid: SM, 1995.
VALERA, S.; MARÍN, J. Línea a Línea. Expresión escrita. Madrid: SM, 1994.
Bibliografia complementar:
ALONSO RAYA, R. et al. Gramática Básica del estudiante de español.
Barcelona: Difusión, 2005.
CASCÓN MARTÍN, E. Ortografía. Del uso a la norma. Madrid: Edinumen, 2008.
GARCÍA-PELAYO, R. Diccionario Usual. México: Larouse, 1985.
GONZALEZ HERMOSO, A. Conjugar es fácil. Madrid: Edelsa, 2000.
ISA DE LOS SANTOS, D. España, ayer y hoy. Madrid: Edinumen, 2012.
MATTE BOM, F. Gramática Comunicativa del Español [tomo I y II]. Madrid:
Edelsa – Nueva Edición revisada, 1998.
MORENO, C.; ERES FERNANDÉZ, G. M. Gramática Contrastiva del español
para brasileños. Madrid: SGEL, 2007.
SANTILLANA-MODERNA. 2020 Verbos Españoles: formación y uso. Madrid:
Santillana-Moderna, 2010.
TORNERO, Y. Las actividades lúdicas en la clase de E/LE. Ventajas e
inconvenientes de su puesta en práctica. Madrid: Edinumen, 2009.
UNIVERSIDAD DE ALCALÁ DE HENARES. SEÑAS: diccionario para la
enseñanzade la lengua española. Tradução Eduardo Brandão e Cláudia
Berliner. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
Fontes digitais:
Dicionários.
http://buscon.rae.es/draeI/;
http://buscon.rae.es/dpdI/
http://clave.libros.vivos.net
Revistas digitais:
http://www.muyinteresante.es
http://www.revista.consumer.es
Jornais digitais de países hispânicos:
http://kiosco.net/
Fontes de materiais didáticos
http://cvc.cervantes.es/
Audios
http://www.radialistas.net
Disciplina: PLANEJAMENTO,
APRENDIZAGEM

CURRÍCULO

E

AVALIAÇÃO

DA

Ementa:
Estudo dos princípios, fundamentos e procedimentos do planejamento, do
currículo e da avaliação, segundo os paradigmas e normas legais vigentes
norteando a construção do currículo e do processo avaliativo no Projeto Político
Pedagógico da escola de Educação Básica.
Bibliografia básica:
BRZEZINSK, I.(Org). LDB Interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São
Paulo: Cortez, 1997.

84

COSTA, M. V. (Org). O currículo nos limiares do contemporâneo. 2ª edição. Rio
de Janeiro: DP& A, 1999.
GADOTI, M. Projeto Político Pedagógico da Escola: fundamentos para a sua
realização. In: GADOTTI, M.; ROMÃO, J. E. Autonomia da escola: princípios e
propostas. Guia da escola Cidadã. São Paulo: Cortez, 1997. pp 33-41.
BRASIL. Congresso Nacional. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Brasília, 20 de dezembro de 1996
GOVERNO DO BRASIL. Diretrizes Curriculares para a Educação Básica.
Resoluções CNE/CEB nº 1 de 05.07.2000; nº 2 de 19.04.1998; nº 3/98 de
26.06.98; nº 1 de 05.07.2000; nº 2 de 19.04.1999; nº 3/99 de 03.04de 2002.
HERNANDEZ, F. Repensar a função da escola a partir dos projetos de
trabalho. PÁTIO revista Pedagógica nº 6 AGO/OUT 1998
HERNANDEZ, F.; VENTURA, M. A organização do currículo por projetos de
trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio. 5º ed., Porto Alegre: ARTMED,
1998.
LUCK, H. Pedagogia interdisciplinar: fundamentos teórico-metodológicos.
Petrópolis: Vozes, 1994.
SAVIANI, D. Pedagogia Histórico-crítica: primeiras aproximações. São Paulo:
Cortez, Autores associados, 1992.
SILVA, T. T. da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do
currículo. 2ª edição. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.
Bibliografia complementar:
MORAES, M. C. O paradigma educacional emergente. Campinas, SP: Papirus,
1997.
ROMÃO, J. E. Avaliação Dialógica: desafios e perspectivas. São Paulo: Cortez,
1998 (Guia da Escola Cidadã v.2).
SANTOMÉ, J. T. Globalização e Interdisciplinaridade: o currículo integrado.
Tradução Cláudia Shilling. Porto Alegre: ARTMED, 1998.
SAUL, A. M. Avaliação Emancipatória. São Paulo: Cortez, Autores Associados,
1998.
ZABALA, A. Conhecer o que se aprende, um instrumento de avaliação para
cada tipo de conteúdo. V Seminário Internacional de Educação do Recife.
Recife, 2001.
Disciplina: LINGUA ESPANHOLA 2
Ementa:
Desenvolvimento das habilidades oral, auditiva, leitora e escrita em Língua
Espanhola, em diferentes situações comunicativas, utilizando recursos
multimídia. Ampliação da competência comunicativa em nível intermediário,
por meio do estudo de estruturas e uso da língua, bem como dos aspectos
socioculturais de países hispânicos.
Bibliografia básica:
ALARCOS LLORACH, E. Gramática de la lengua española. Madrid: EspasaCalpe, 2001.
CASTRO VIUDEZ, F. Uso de la gramática. (Intermedio). Madrid: Edelsa, 2000.
CASTRO VIUDEZ, F.; DÍAZ VALLESTEROS, P. Aprende gramática y
vocabulario. 2. Madrid: SGEL, 2005
85

FANJUL. A .(Org.). Gramática de español paso a paso: con ejercicios. São
Paulo: Moderna, 2005.
GOMEZ TORREGO, L. Gramática Didáctica del español. 8 ed., Madrid:
Ediciones SM. 2002.
GOMEZ TORREGO, L. Ortografía del uso del española actual. Madrid:
Ediciones SM, 2000.
GONZÁLEZ H. C. R.; SÁNCHEZ A. M. Gramática de Español lengua
extranjera. Normas y recursos para la comunicación. Madrid: Edelsa, 1994.
MATTE BON, F. Gramática comunicativa del español. Tomos I y II. Barcelona:
Difusión, 2004.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Esbozo de una nueva gramática de la lengua
española. Madrid: Real Academia, s/d.
VAQUERO DE RAMÍREZ, M. El español de América I. Pronunciación. Madrid:
Arcolibros, 1996.
Bibliografia complementar:
ALONSO RAYA, R. et al. Gramática Básica del estudiante de español.
Barcelona: Difusión, 2005.
CASCÓN MARTÍN, E. Ortografía. Del uso a la norma. Madrid: Edinumen, 2008.
GARCÍA-PELAYO, R. Diccionario Usual. México: Larouse, 1985.
GONZALEZ HERMOSO, A. Conjugar es fácil. Madrid: Edelsa, 2000.
ISA DE LOS SANTOS, D. España, ayer y hoy. Madrid: Edinumen, 2012.
MATTE BOM, F. Gramática Comunicativa del Español [tomo I y II]. Madrid:
Edelsa – Nueva Edición revisada, 1998.
MORENO, C.; ERES FERNANDÉZ, G. M. Gramática Contrastiva del español
para brasileños. Madrid: SGEL, 2007.
SANTILLANA-MODERNA. 2020 Verbos Españoles: formación y uso. Madrid:
Santillana-Moderna, 2010.
TORNERO, Y. Las actividades lúdicas en la clase de E/LE. Ventajas e
inconvenientes de su puesta en práctica. Madrid: Edinumen, 2009.
UNIVERSIDAD DE ALCALÁ DE HENARES. SEÑAS: diccionario para la
enseñanza
de la lengua española. Tradução Eduardo Brandão e Cláudia Berliner.
São Paulo: Martins Fontes, 2000.
Fontes digitais:
Dicionários.
http://buscon.rae.es/draeI/;
http://buscon.rae.es/dpdI/
http://clave.libros.vivos.net
Revistas digitais:
http://www.muyinteresante.es
http://www.revista.consumer.es
Jornais digitais de países hispânicos:
http://kiosco.net/
Fontes de materiais didáticos
http://cvc.cervantes.es/
Audios
http://www.radialistas.net

86

Disciplina: LITERATURAS DE LÍNGUA ESPANHOLA 1
Ementa:
Estudo das literaturas espanhola e hispano-americana contemporâneas numa
abordagem não cronológica e não canônica. Além de apresentar a produção
literária do século XX e segunda metade do século XIX, com especial atenção
à narrativa breve, ao teatro e à poesia.
Bibliografia básica:
ALLENDE, I. Cartas de amor traicionado. In: 17 Narradoras latinoamericanas.
Colômbia: Coedición Latinoamericana, 1996.
AZORIN. Diez minutos de parada. Disponível em:
http://www.cubaliteraria.cu/revista/laletradelescriba/n17/articulo-8.html.
BORGES, J. L. El Aleph. Madrid: Alianza, 2000. (Los reyes y los laberintos, El
Aleph)
CORTÁZAR, J. Algunos aspectos del cuento. In: Casa de las Américas, nº 60,
julio 1970, La Habana. Disponível em:
http://www.literaberinto.com/Cortazar/cartasdemama.htm
DÍAZ, J. Ligeros de Equipaje. In: Antología Subjetiva. Santiago de Chile: Red
Internacional del Libro, 1996.
DARÍO, R. Sonatina. In: De Prosas Profanas. Disponível em:
http://www.edu.mec.gub.uy/biblioteca_digital/libros/D/Dario,%20Ruben%20%20Sonatina.pdf
ESQUIVEL, L. Como agua para chocolate. 8ª ed., Buenos Aires: Debolsillo,
2007.
FERRÉ, R. El cuento envenenado. In: 17 Narradoras Latinoamericanas.
Colombia: Coedición Latinoamericana, 1996.
GARCÍA LORCA, F. La casa de Bernarda Alba. 2ª ed., Buenos Aires: Colihue,
2006.
GARCÍA MÁRQUEZ, G. Doce cuentos peregrinos. Buenos Aires:
Sudamericana, 1992. Disponível em:
http://biblio3.url.edu.gt/Libros/12_cuentos.pdf.
GÓMEZ, S.; FUGUET, A. (Orgs). Amor a la distancia. In: McOndo.
Barcelona/Santiago: Mondadori, 1996.
HUIDOBRO, V. Altazor (completo) Disponível em:
http://www.vicentehuidobro.uchile.cl/altazor.htm
JIMENEZ, J.R. Platero y yo. Disponível em:
http://pdf.edocr.com/d602a452a24f48776b7c467683b59ba4d57c5efb.pdf
LUGONES, L. De los crepúsculos del jardín (El solterón; Oceánida). Disponível
em: http://amediavoz.com/lugones.htm
MARTÍ, J. Versos Sencillos (completo). Disponível em:
http://www.josemarti.cu/?q=obras&catobra=Poesía&catsubobra=Versos
Sencillos&nid=1879
NERUDA, P. 20 poemas de amor y una canción desesperada (Poemas 1, 5, 13
y 20). Disponível em: http://www.ciudadseva.com/textos/poesia/20poemas.htm
OTERO, B. Aquí tenéis, en canto y alma, al hombre; Anchas sílabas.
Disponível em: http://amediavoz.com/otero.htm
PAZ, O. Bajo tu clara sombra. Disponível em: http://amediavoz.com/paz.htm
VALLEJO, C. Trilce (Poemas I, III, XI, XIV). Disponível em:
http://www.literatura.us/vallejo/trilce.html
87

Bibliografia Complementar:
BARROS, R.; GONZÁLEZ, A.M.; FREIRE, M. Curso de Literatura. Español
lengua extranjera. Madrid: Edelsa, 2006.
BENSA, T. Identidad latinoamericana en la literatura del boom. Revista de
Estudios Iberoamericanos, nº 2 Jun 2005.
LOTMAN, I. A estrutura do texto artístico. Tradução de Maria do Carmo Vieira
Raposo e Alberto Raposo. Lisboa: Estampa, 1978.
PURO MORALES, A. El amor en la poesía de Octavio Paz. CAUCE, nº 5,
Centro Virtual Cervantes. Disponível em:
http://cvc.cervantes.es/literatura/cauce/pdf/cauce05/cauce_05_008.pdf
RIVERA LANZ, J. J. Poesía y metapoesía en la trilogía social de Blas de Otero.
Algunas perspectivas sobre la función del lenguaje en el compromiso poético.
Bilbao: Revista Zurgai, Jul, 1996, p.40-50. Disponível en:
http://www.zurgai.com/PDF/071996040.pdf
ROJO, S. Identidad tránsfuga y memoria: dos caras de un mismo dolor. Chile:
Carola Oyarzún, [s. d.]. (Colección de Ensayos Críticos).
Disciplina: LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO EM ESPANHOL
Ementa:
Leitura e produção escrita e oral de textos em espanhol em nível intermediário,
mediante a utilização de diferentes gêneros discursivos com suporte
convencional e multimídia.
Bibliografia Básica:
ARNAL, Carmen et al. Escribe en español. Madrid: SGEL, 1996.
HERNÁNDEZ, G. y RELLÁN, C. Aprendo a escribir 1. Describir y narrar.
Madrid: SGEL, 1999.
---------- Aprendo a escribir 2. Narrar y describir. Madrid: SGEL, 1999.
---------- Aprendo a escribir 3. Exponer y argumentar. Madrid: SGEL, 1999.
SILLES ARTÉS, José et all. Curso de lectura, conversación y redacción.
Madrid:
SGEL, 1997.
SILLES ARTÉS, J. Adquisición de léxico. Ejercicios prácticos. Madrid: SGEL,
1996.
VÁZQUEZ, G. La destreza oral. Madrid: Tandem/Edelsa, 2000.
Bibliografia complementar:
Busquets, L.; Bonzi, L. Curso de conversación y redacción. Madrid: SGEL,
1983.
LAROUSE. Como redactar. Manual de expresión escrita. Barcelona: Larouse,
1998.
MIQUEL, L.; SANS, N. De dos en dos. Ejercicios interactivos de producción
oral.
Barcelona: Difusión, 2003
MIQUEL, L.; SANS, N. Como suena. Materiales para la comprensión auditiva.
Barcelona: Difusión. 2000.
PALOMINO, M. A. Técnicas de correo comercial. Madrid: Edelsa, 1997.
PALOMINO, M. A. Dual. Pretextos para hablar. Madrid, Edelsa, 1998.
SANCHEZ QUINTANA, N. Las cuatro destrezas. Madrid: SM, 1995.
88

VALERA, S.; MARÍN, J. Línea a Línea. Expresión escrita. Madrid: SM, 1994.
Disciplina: PROJETO PEDAGÓGICO, ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DO
TRABALHO ESCOLAR
Ementa:
A Escola como organização social e educativa. As Instituições escolares em
tempos de mudança. O planejamento escolar e o Projeto Político-Pedagógico:
pressupostos e operacionalização. Concepções de organização e gestão do
trabalho escolar. Elementos constitutivos do sistema de organização e gestão
da escola. Princípios e características da gestão escolar participativa. A
participação do professor na organização e gestão do trabalho da escola.
Bibliografia básica:
BICUDO, M. A. V.; SILVA JÚNIOR, M. A. Formação do educador: organização
da escola e do trabalho pedagógico. V.3. São Paulo: ENESP, 1999.
LIBÂNEO, J. C. Organização e gestão da escola: Teoria e Prática. 5ª ed.,
Goiânia: Alternativa, 2004.
VASCONCELOS, C. dos S. Planejamento: Projeto de Ensino-Aprendizagem e
Projeto Político-Pedagógico. São Paulo: Libertad, 2001.
VEIGA, I. P. A; RESENDE, L. M. G. (Orgs). Escola: espaço do Projeto PolíticoPedagógico. São Paulo: Papirus, 1998.
VEIGA, I. P. A.; FONSECA, M. (Orgs.) As dimensões do projeto políticopedagógico. São Paulo: Papirus, 2001.
VIEIRA, S. L. (Org.) Gestão da escola: desafios a enfrentar. Rio de Janeiro:
DP&A , 2002.
Bibliografia complementar:
FURLAN, M.; HARGREAVES, A. A escola como organização aprendente:
buscando uma educação de qualidade. Porto Alegre: Artmed, 2000.
LIMA, Licínio C. A escola como organização educativa. São Paulo: Cortez,
2001.
PETEROSKI, H. Trabalho coletivo na escola. São Paulo: Pioneira Thomson
Lerning, 2005.
Disciplina: LINGUA ESPANHOLA 3
Ementa:
Consolidação das habilidades oral, auditiva, leitora e escrita em Língua
Espanhola, em diferentes situações comunicativas, utilizando recursos
multimídia. Aprimoramento da competência comunicativa em nível
intermediário, por meio do estudo de estruturas e uso da língua, bem como
dos aspectos socioculturais de países hispânicos.
Bibliografia básica:
ALARCOS LLORACH, E. Gramática de la lengua española. Madrid: EspasaCalpe, 2001.
CASTRO VIUDEZ, F. Uso de la gramática. (intermedio). Madrid: Edelsa, 2000.
CASTRO VIUDEZ, F.; DÍAZ VALLESTEROS, P. Aprende gramática y
vocabulario. 2. Madrid: SGEL, 2006.
89

FANJUL. A. (Org.). Gramática de español paso a paso: con ejercicios. São
Paulo: Moderna, 2005.
GONZÁLEZ HERMOSO.; C. R.; SÁNCHEZ ALFARO. M. Gramática de Español
lengua extranjera. Normas y recursos para la comunicación. Madrid: Edelsa,
1997.
GOMEZ TORREGO, L. Gramática Didáctica del español. 8 ed., Madrid:
Ediciones SM., 2002.
GOMEZ TORREGO, L. Ortografía del uso del español actual. Madrid:
Ediciones SM, 2000.
MATTE BON, F. Gramática comunicativa del español (tomo I y II): de la lengua
a la idea. Madrid: Edelsa, 2004.
PALOMINO, M. A.. Dual. Pretextos para hablar. Madrid: Edelsa, 1998.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Esbozo de una nueva gramática de la lengua
española. Madrid: Real Academia, s/d.
SANCHEZ QUINTANA, N. Las cuatro destrezas. Madrid: SM, 1995.
VALERA, S.; MARÍN, J. Línea a Línea. Expresión escrita. Madrid: SM, 1994.
Bibliografia complementar:
ALONSO RAYA, R. et al. Gramática Básica del estudiante de español.
Barcelona: Difusión, 2005.
CASCÓN MARTÍN, E. Ortografía. Del uso a la norma. Madrid: Edinumen, 2008.
GARCÍA-PELAYO, R. Diccionario Usual. México: Larouse, 1985.
GONZALEZ HERMOSO, A. Conjugar es fácil. Madrid: Edelsa, 2000.
ISA DE LOS SANTOS, D. España, ayer y hoy. Madrid: Edinumen, 2012.
MATTE BOM, F. Gramática Comunicativa del Español [tomo I y II]. Madrid:
Edelsa – Nueva Edición revisada, 1998.
MORENO, C.; ERES FERNANDÉZ, G. M. Gramática Contrastiva del español
para brasileños. Madrid: SGEL, 2007.
SANTILLANA-MODERNA. 2020 Verbos Españoles: formación y uso. Madrid:
Santillana-Moderna, 2010.
TORNERO, Y. Las actividades lúdicas en la clase de E/LE. Ventajas e
inconvenientes de su puesta en práctica. Madrid: Edinumen, 2009.
UNIVERSIDAD DE ALCALÁ DE HENARES. SEÑAS: diccionario para la
enseñanza
de la lengua española. Tradução Eduardo Brandão e Cláudia Berliner.
São Paulo: Martins Fontes, 2000.
Fontes digitais:
Dicionários.
http://buscon.rae.es/draeI/;
http://buscon.rae.es/dpdI/
http://clave.libros.vivos.net
Revistas digitais:
http://www.muyinteresante.es
http://www.revista.consumer.es
Jornais digitais de países hispânicos:
http://kiosco.net/
Fontes de materiais didáticos
http://cvc.cervantes.es/
Audios
90

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Disciplina: LITERATURAS DE LÍNGUA ESPANHOLA 2
Ementa:
Estudo das literaturas espanhola e hispano-americana produzida entre os
séculos XVIII y XIX com leitura e análise das obras literárias mais
representativas do período, observando a relação entre literatura, produção
artística e contexto histórico.
Bibliografia básica:
TEÓRICA
ANDERSON IMBERT, E. Historia de la literatura hispanoamericana. México:
Fondo de Cultura Económica, 1987. (2 vol.)
ÍÑIGO MADRIGAL, L. (cord.) Historia de la Literatura Hispanoamericana. Tomo
II Del neoclasisismo al modernismo, 2 ed., Madrid: Cátedra, 2008.
JOZEF, B. Historia de la literatura hispanoamericana. 2 ed., Tradução Dulce
María Zúñiga. Guadalajara: Editora Universitaria, 2005.
OVIEDO, J. M. Historia de la literatura hispanoamericana. Tomo II del
romanticismo al modernismo. Madrid: Alianza, 2001.
PEDRAZA JIMÉNEZ, F. B.; RODRÍGUEZ CÁCERES, M. Historia esencial de la
literatura española e hispanoamericana. Madrid: Editorial Edaf, 2008.
PEDRAZA JIMÉNEZ, F. B.; RODRÍGUEZ CÁCERES, M. La literatura
española en los textos. De la Edad Media al siglo XIX (Antologia). São Paulo:
Nerman/ Embajada de España, 1991.
OBRAS
ALAS, L. (Clarín) Cuentos. Disponível em: http://www.ciudadseva.com/
textos/cuentos/esp/alas/alas.htm
BÉCQUER, G. A. Rimas y leyendas. Madrid: Santillana, 1996.
CADALSO, J. Cartas Marruecas. Disponível em: http://www.cervantesvirtual
.com/bib_autor/cadalso/
ECHEVERRÍA, E. El matadero. Disponível em: http://www.ciudadseva
.com/textos/cuentos/esp/echeve/ee.htm
ESPRONCEDA, J. de. La canción del pirata. Disponível em: http://www.coop
vgg.com.ar/selva/espronceda/canciondelpirata.htm
FERNÁNDEZ de MORATÍN, L. El sí de las niñas. Disponível em:
http://www.cervantesvirtual.com/servlet/SirveObras/9025284321349271766567
9/index.htm
IRIARTE, T. Fábulas. Disponível em: http://www.cervantesvirtual.com/
servlet/SirveObras/02494952090027163976613/index.htm
PARDO BAZÁN, E. Cuentos. Disponível em: http://www.ciudadseva.com/
textos/cuentos/esp/pardo/epb.htm .
PÉREZ GALDÓS, B. Marianela. (1 ed.,) Barcelona: Castalia, 2005.
SAMANIEGO, F. M. de. Fábulas. Disponível em: http://www.cervantesvirtual
.com/bib_autor/samaniego/.
ZORRILLA, J. Don Juan Tenorio. Disponível em: http://www.cervantesvirtual.
com/bib_autor/zorrilla/

91

Bibliografia complementar:
BARROS, R.; GONZÁLEZ, A. M.; FREIRE, M. Curso de Literatura. Español
lengua extranjera. Madrid: EDELSA, 2006.
BLANCO AGUINAGA, C.. et al. Historia social de la literatura española.
Madrid: Castilla, 1979.
MENTON, S. El cuento hispanoamericano. 8. Ed., México: FCE, 2005.
MENTON, S. Caminata por la narrativa latinoamericana. 2. ed., México: FCE,
UV, 2004.
RODRÍGUEZ MONEGAL, E. Narradores de esta América. Buenos Aires: Alfa,
1976.
Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1
Ementa:
Introdução ao contexto histórico e situação atual do ensino da Língua
Espanhola no Brasil. Conscientização sobre as questões políticas em torno da
sua implantação, em diferentes instâncias educativas. Discussão sobre os
documentos oficiais que regulamentam o ensino e aprendizagem da Língua
Espanhola no Ensino Fundamental e Médio, bem como o papel do professor no
processo educativo. Observação dos aspectos políticos e didáticometodológicos em torno do ensino da Língua Espanhola, em diferentes
instâncias educativas. Atividade prática de desenvolvimento de planos de aula
e aplicação de atividades pedagógicas, em contextos de ensino e
aprendizagem de Língua Espanhola. Uso de áudios e vídeos educacionais,
para a reflexão sobre a prática em sala de aula.
Bibliografia básica:
BARROS, C. S. de; COSTA, E. G. de M. (Orgs.) Formação de Professores de
Espanhol. Os [des]caminhos entre a teoria, a reflexão e a prática. Belo
Horizonte: PRPq/UFMG, 2008.
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais. Terceiro e Quarto Ciclos do
Ensino Fundamental. Língua Estrangeira. Brasília: Ministério da Educação,
Secretaria de Ensino Fundamental, 1999.
BRASIL. Orientações curriculares para o ensino médio: linguagens, códigos e
suas tecnologias. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação
Básica, 2006. p. 87-165.
SEDYCIAS, J. (Org.). O ensino do espanhol no Brasil. São Paulo: Parábola
Editorial, 2005.
Bibliografia complementar:
ALMEIDA FILHO, J. C. Lingüística aplicada: ensino de línguas e comunicação.
Campinas: Pontes Editores e ArteLíngua, 2005.
BOÉSSIO, C. P. D. Uma prática reflexiva de ensino de espanhol nas séries
iniciais. In: III Congreso Brasileño de Hispanistas, Florianópolis, SC, 12-15 de
octubre de 2004.
GARCÍA SANTA-CECILIA, A. El currículo del español como lengua extranjera:
Fundamentación metodológica, planificación y aplicación. Madrid. Editora
Edelsa, 2000.
PINILLA GÓMÉZ, R. La expresión oral. In: SÁNCHEZ LOBATO, J., SANTOS
GARGALLO, I. Vademécum para la formación de profesores: enseñar español
92

como segunda lengua (L2)/ Lengua extranjera (LE). Madrid: Sociedad General
Española de Librería, S.A, 2004. p. 879-897.
GONZÁLEZ, N. M. A lei 11.161, as Orientações Curriculares e as políticas
públicas de formação de professores: a história de um descompasso entre o
dizer e o fazer. In: ROJO, S. et al. (Org.). Anais do V Congresso Brasileiro de
Hispanistas e I Congresso Internacional da Associação Brasileira de
Hispanistas, Universidade Federal de Minas Gerais, 2009.
Disciplina: PESQUISA EDUCACIONAL
Ementa:
Pressupostos e características da pesquisa em educação. A pesquisa
quantitativa e qualitativa em educação. Diferentes abordagens metodológicas
de pesquisa em educação. Fontes de produção da pesquisa educacional:
bibliotecas, meios informatizados, leitura e produção de textos e artigos com
diferentes abordagens teóricas. Etapas de um projeto de pesquisa educacional
para o Trabalho de Conclusão de Curso. O profissional da educação frente aos
desafios atuais no campo da pesquisa educacional.
Bibliografia Básica:
BICUDO, M.; SPOSITO, Vitória. Pesquisa qualitativa em educação. Piracicaba:
UNIMEP, 1994.
FAZENDA, I. (Org.) Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez,
1989.
FAZENDA, I. Novos enfoques da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez,
1992.
GATTI, B. A construção da pesquisa em educação no Brasil. Brasília: Plano,
2002.
LAVILLE, C.; DIONNE, J. A construção do saber. Porto Alegre: ARTMED,
1999.
Bibliografia Complementar:
ANDRÉ, M. E. D. A. Etnografia da prática escolar. Campinas: Papirus, 1995.
FRANCO, C.; KRAMER, S. Pesquisa e educação. Rio de Janeiro: Ravil, 1997.
GARCIA, R. L. (Org.) Método: pesquisa com o cotidiano. Rio de Janeiro: DP&A,
2003.
GERALDI, C. M.; FIORENTINI, D.; PEREIRA, E. (Orgs). Cartografia do
trabalho docente: professor(a)-pesquisador(a). Campinas: Mercado das Letras,
1998.
LINHARES, C.; FAZENDA, I.; TRINDADE, V. Os lugares dos sujeitos na
pesquisa educacional. Campo Grande: EDUFMS, 1999.
MINAYO, M. C. S. (Org). Pesquisa Social. Petrópolis: Vozes, 1999.
ZAGO, N; CARVALHO, M. P.; VILELA, R. (Orgs.) Itinerários de pesquisa. Rio
de Janeiro: DP&A, 2003.
SANTOS-FILHO, J.; GAMBOA, S. (Orgs.) Pesquisa educacional: quantidadequalidade. São Paulo: Cortez, 1995.

93

Disciplina: LINGUA ESPANHOLA 4
Ementa:
Uso das habilidades oral, auditiva, leitora e escrita em Língua Espanhola em
nível avançado, em diferentes situações comunicativas, utilizando recursos
multimídia. Consolidação da competência comunicativa em nível superior por
meio da apreensão das estruturas e uso social da língua. Diversidade cultural
do mundo hispânico: A Espanha atual.
Bibliografia básica:
ALARCOS LLORACH, E. Gramática de la lengua española. Madrid: EspasaCalpe, 2001.
ANDIÓN HERRERO, M. A. Variedades del español de América: una lengua y
diecinueve países. Brasília: Embajada de España, Consejería de Educación,
2004.
BUSQUETS, L.; BONZI, L. Nuevo curso de conversación y redacción (niveles
medio y avanzado). Madrid: Verbum, 1999.
DOMÍNGUEZ, P. et al. Actividades Comunicativas. Madrid: Edelsa, 1998.
CASTRO, F. Uso de la gramática. (Intermedio). Madrid. Edelsa, 2000.
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GOMEZ TORREGO, L. Gramática Didáctica del español. 8 ed., Madrid:
Ediciones SM., 2002.
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Ediciones SM, 2000.
GONZÁLEZ HERMOSO, C. R.; SÁNCHEZ ALFARO, M. Gramática de Español
lengua extranjera. Normas y recursos para la comunicación. Madrid: Edelsa,
1997.
GUTIÉRREZ CHÁVEZ, T.; NORIEGA FERNÁNDEZ, A. Latitud 0°. Madrid:
SGEL, 2012.
LÓPEZ MORENO, C. España contemporanea. Madrid: SGEL, 2005.
MATTE BON, F. Gramática comunicativa del español. Tomos I y II. Barcelona:
Difusión, 2004.
NAVAS RUIZ, R, ; ALEGRE, J. M.; LÓPEZ, P. L. Español avanzado.1
Estructuras gramaticales. 2 Campos léxicos. Salamanca: Ediciones Colegio de
España, 1994.
PALOMINO, M. A. Dual. Pretextos para hablar. Madrid: Edelsa, 1998.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Esbozo de una nueva gramática de la lengua
española. Madrid: Real Academia, s/d.
SANCHEZ Q, N. Las cuatro destrezas. Madrid: SM, 1995.
TAMARES, R.; QUESADA, S. Imágenes de España. Panorama de la formación
de España y de las culturas hispánicas. Madrid: Edelsa, 2001.
VALERA, S.; MARÍN, J. Línea a Línea. Expresión escrita. Madrid: SM, 1994.
VAZQUEZ, G. La destreza oral. Madrid: Edelsa, 2000.
VÁZQUEZ, G.; MARTÍNEZ DÍAZ, M. Historia de América Latina. Madrid: SGEL,
2000.

94

Bibliografia complementar:
ALONSO RAYA, R. et al. Gramática Básica del estudiante de español.
Barcelona: Difusión, 2005.
ALBERT, M. A.; ARDANAZ, F. Hispanoamérica ayer y hoy. Madrid: Edelsa,
1996.
CASCÓN MARTÍN, E. Ortografía. Del uso a la norma. Madrid: Edinumen, 2008.
ESPINO, J.; MOÁN, M. Historia del Arte español. Madrid: SGEL, 1997.
GARCÍA-PELAYO, R. Diccionario Usual. México: Larouse, 1985.
GONZALEZ HERMOSO, A. Conjugar es fácil. Madrid: Edelsa, 2000.
ISA DE LOS SANTOS, D. España, ayer y hoy. Madrid: Edinumen, 2012.
MATTE BOM, F. Gramática Comunicativa del Español [tomo I y II]. Madrid:
Edelsa – Nueva Edición revisada, 1998.
MORA, C. España, ayer y hoy. Itinerario de cultura y civilización. Madrid:
SGEL, 1995.
MORILLO CABALLERO, M. Nuevo y viejo mundo. Textos sobre cultura
hispanoamericana. Brasília: Madrid, La Factoría Ediciones, 1996.
MORENO, C.; ERES FERNANDÉZ, G. M. Gramática Contrastiva del español
para brasileños. Madrid: SGEL, 2007.
QUESADA MARCO, S. Curso de civilización española. Madrid: SGEL, 1998.
SANTILLANA-MODERNA. 2020 Verbos Españoles: formación y uso. Madrid:
Santillana-Moderna, 2010.
TORNERO, Y. Las actividades lúdicas en la clase de E/LE. Ventajas e
inconvenientes de su puesta en práctica. Madrid: Edinumen, 2009.
UNIVERSIDAD DE ALCALÁ DE HENARES. SEÑAS: diccionario para la
enseñanza
de la lengua española. Tradução Eduardo Brandão e Cláudia Berliner.
São Paulo: Martins Fontes, 2000.
URI, F.J.; HARLIG, B. En España. Itália: Instituto Gráfico Bertello, 1996.
Fontes digitais:
Dicionários.
http://buscon.rae.es/draeI/;
http://buscon.rae.es/dpdI/
http://clave.libros.vivos.net
Revistas digitais:
http://www.muyinteresante.es
http://www.revista.consumer.es
Jornais digitais de países hispânicos:
http://kiosco.net/
Fontes de materiais didáticos
http://cvc.cervantes.es/
Audios
http://www.radialistas.net
Revista cultural
http://www.pyc-revista.com/?idioma=EN&idioma=ES
Áudios e audiovisuais:
http://www.radioteca.net;
http://cervantestv.es;
http://www.pyc-revista.com/?idioma=EN&idioma=ES
http://www. muyinteresante.es
95

http://cvc.cervantes.es/enseñanza.ese
Disciplina: LITERATURAS DE LÍNGUA ESPANHOLA 3
Ementa:
Estudo das literaturas espanhola e hispano-americana produzida no período
compreendido entre a formação da Espanha como nação e o século XVII com
leitura e análise das obras literárias mais representativas do período,
observando a relação entre literatura, produção artística e contexto histórico.
Bibliografia básica:
TEÓRICA
BLANCO Aguinaga, C. Historia social de la literatura española (v. 1), Madrid: Akal,
2000.
CANNAVAGGIO, J. et al. Historia de la Literatura Española. Barcelona: Ariel, 1994
(6 volumes).
ÍÑIGO MADRIGAL, L. (Cord.) Historia de la Literatura Hispanoamericana.
Tomo I Época colonial, (5da ed.,), Madrid: Cátedra, 2008.
PEDRAZA JIMÉNEZ, F. B.; RODRÍGUEZ CÁCERES, M. Historia esencial de la
literatura española e hispanoamericana. Madrid: Editorial Edaf, 2008.
PEDRAZA JIMÉNEZ, F. B.; RODRÍGUEZ CÁCERES, M. La literatura española
en los textos. De la Edad Media al siglo XIX (Antologia). São Paulo: Nerman/
Embajada de España, 1991.
OBRAS
Anónimo. Lazarillo de Tormes (Ed., Francisco Rico). Madrid: Cátedra, 1998.
Anónimo. Poema de Mio Cid (versión de Pedro Salinas). Madrid: Alianza, 1985.
BERCEO, G. de. Los milagros de nuestra señora. (ed., introd. y notas de Ángela
García Ruz), Barcelona: Juan Granica, 1985.
CERVANTES, M. de. El Ingenioso Hidalgo Don Quijote de la Mancha. Edición
Conmemorativa del IV centenario. Real Academia de la Lengua Española. Madrid:
Santillana, 2004.
DÍAZ ROIG, M. (Ed.,) El romancero viejo. (17ª. Ed) Madrid: Cátedra, 2000.
DE LA CRUZ, San Juan. Poesía. Madrid: Cátedra, 1997.
DE LA CRUZ, S. J. I. Poemas. Disponível em: http://bib.cervantesvirtual.com
/FichaObra.html?Ref=14440&portal=117
DON JUAN MANUEL. El conde Lucanor. Buenos Aires: Ediciones Colihue, 1990.
GÓNGORA, L. de. Obras completas. Madrid: Gredos, 1988.
LOPE DE VEGA, F. Fuenteovejuna. Madrid: Cátedra, 1997.
MANRIQUE, J. Poesía. Madrid: Cátedra, 1997.
QUEVEDO, F. de. Poesía Variada. Madrid: Cátedra. 1989.
ROJAS, Fernando de. La Celestina. Madrid: Espasa-Calpe, 1989.
RUIZ, J. (Arcipreste de Hita). Libro de buen amor. (Ed., de Alberto Blecua), Madrid:
Cátedra, 1997.
VEGA, G. de la. Poesía castellana completa. Madrid: Cátedra, 1999.
VEGA, G. de la Vega, El Inca. Comentarios reales de los Incas. Disponivel em:
http://www.bibliotecasvirtuales.com/biblioteca/LiteraturaLatinoamericana/IncaGarcila
sodelaVega/ComentariosReales/index.asp

96

Bibliografia complementar:
ANDERSON IMBERT, E. Historia de la literatura hispanoamericana. México: Fondo
de Cultura Económica, 1987. (2 vol.)
FUENTES, C. El espejo enterrado. México: Terra Firme / Fondo de Cultura
Económica, 1992.
RODRIGUEZ PUÉRTOLAS, J. et al. Historia social de la literatura española. Madrid:
Akal, 2000. (2 Volumes).
RUIZ RAMON, F. Historia del teatro español. Desde los orígenes hasta 1900.
Madrid: Alianza, 1975.
SANTIAGO-OTERO, H. La cultura en la edad media hispana (1100-1470),
Lisboa,:Ed., Colibrí, 1998.
SMITH, C. La creación del “Poema de Mío Cid”, Barcelona: Grijalbo, 1999.
VALVERDE, J. M. Breve Historia de la Literatura española, Madrid: Guadarrama,
1969.

Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO 2
Ementa:
Discussão sobre a importância da formação crítica e reflexiva do professor.
Conhecimento relativo ao ensino e aprendizagem de Língua Espanhola, a partir
do trabalho com as quatro habilidades (oralidade, audição, leitura e escrita),
bem como criação de estratégias para desenvolvê-las e avaliá-las, de forma
significativa e processual. Reflexão sobre problemas relacionados à violência,
desmotivação e indisciplina nas escolas. Atividades práticas de elaboração e
implementação de planos de aulas, oficinas e projetos, em diferentes instâncias
educacionais. Uso de áudios e vídeos educacionais, para a reflexão sobre a
prática em sala de aula.
Bibliografia básica:
ALONSO, E. ¿Cómo ser profesor/a de español y querer seguir siéndolo?,
Madrid: Edelsa, 1994.
BARROS, C. S. de; COSTA, E. G. de M. (Orgs.) Formação de Professores de
Espanhol. Os [des]caminhos entre a teoria, a reflexão e a prática. Belo
Horizonte: PRPq/UFMG, 2008.
ECCHELI, S. D. A motivação como prevenção da indisciplina. Educação em
Revista, n.32, p. 199-213, 2008.
Revista eletrônica redELE. Disponível em: http://www.educacion.gob.es/redele/
Textos selecionados.
D`AQUINO HILT, A; RIBAS MOLINÉ, R. ¿Cómo corregir errores y no
equivocarse en el intento? Madrid: Edelsa, 2004.
Bibliografia complementar:
ACQUARONI MUÑOZ, R. La comprensión lectora. In: SÁNCHEZ LOBATO,
S.; SANTOS GARGALLO, I. Vademécum para la formación de profesores:
enseñar español como segunda lengua (L2)/ Lengua extranjera (LE).Madrid:
Sociedad General Española de Librería, S.A, 2004. p. 943-964.
BRASIL, Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Orientações
Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, v. 1 - Linguagem, Código e suas

97

Tecnologias. Brasília: Ministério da Educação/Secretaria de Educação Média e
Tecnológica, 2006.
D’AQUINO HILT, A. Analizar material didáctico: una propuesta práctica. Revista
IDEAS (FH-Heilbronn), n. 1, marzo de 2005.
HOYO, M. A. del; DORREGO, L.; ORTEGA, M. Propuestas para dinamizar la
clase de E/LE. + de 80 juegos y actividades teatrales, Madrid: Edelsa, 2006
ALMEIDA FILHO, J. C. P. de. Lingüística aplicada: ensino de línguas e
comunicação. Campinas: Pontes Editores e ArteLíngua, 2005.
TORESANO BERGES, M. G. La comprensión auditiva. In: SÁNCHEZ
LOBATO, S.; SANTOS GARGALLO, I. Vademécum para la formación de
profesores: enseñar español como segunda lengua (L2)/ Lengua extranjera
(LE).Madrid: Sociedad General Española de Librería, S.A, 2004, p. 899- 915.
BOÉSSIO, Cristina Pureza Duarte. Uma prática reflexiva de ensino de
espanhol nas séries iniciais. In: III Congreso Brasileño de Hispanistas,
Florianópolis, SC, 12-15 de octubre de 2004.
Cassany i COMAS, D. La expresión escrita. In: SÁNCHEZ LOBATO, S.;
SANTOS GARGALLO, I. Vademécum para la formación de profesores:
enseñar español como segunda lengua (L2)/ Lengua extranjera (LE).Madrid:
Sociedad General Española de Librería, S.A, 2004, p. 917- 942.
ERES FERNÁNDEZ, I.G. La producción de materiales didácticos de español
lengua
extranjera en Brasil. Anuario Brasileño de Estudios Hispánicos. Suplemento, p.
59-75, 2000.
PINILLA GÓMÉZ, R. La expresión oral. In: SÁNCHEZ LOBATO, S.; SANTOS
GARGALLO, I. Vademécum para la formación de profesores: enseñar español
como segunda lengua (L2)/ Lengua extranjera (LE).Madrid: Sociedad General
Española de Librería, S.A, 2004, p. 879-897.
IGLESIAS CASAL, I.; PRIETO GRANDE, M. ¡Hagan juego! Actividades y
recursos lúdicos para la enseñanza de español. Madrid: Edinumen, 2000.
LEFFA, V. J. Metodologia do ensino de línguas. In: BOHN, H. I.; VANDRESEN,
P. Tópicos em lingüística aplicada: O ensino de línguas estrangeiras.
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da UFSC, 1988. p. 211-236.
MICCOLI, L. A sala de aula, o professor e o estudante. In: ______. Ensino e
aprendizagem de inglês: Experiências, desafios e possibilidades. Col. Novas
Perspectivas em Linguística Aplicada, v. 2. Campinas: Pontes Editores, 2010,
p. 195-215.
MORENO GARCÍA, C. Materiales, estrategias y recursos para la enseñanza
del español como 2/L, Madrid: Arco Libros, 2011.
RICHARDS, J. C.; RODGERS, T. S. Enfoques y métodos en la enseñanza de
idiomas. Madrid: Cambridge University Press, 2001.
SANTOS GARGALLO, I. Lingüística aplicada a la enseñanza-aprendizaje del
español como lengua extranjera. Madrid: Arco/ Libros, 2004.
SEDYCIAS, J. Por que os brasileiros devem aprender español? In: _____.
(Org.) O ensino do espanhol no Brasil. São Paulo: Parábola, 2005, p. 35-44.

98

Disciplina: LINGUA ESPANHOLA 5
Ementa:
Uso das habilidades oral, auditiva, leitora e escrita em Língua Espanhola em
nível avançado, em diferentes situações comunicativas, utilizando recursos
multimídia. Consolidação da competência comunicativa em nível avançado por
meio da apreensão das estruturas e uso social da língua. Diversidade cultural
do mundo hispânico: Latinoamérica, hoje. Introdução à linguística comunicativa
I.

Bibliografia básica:
ALARCOS LLORACH, E. Gramática de la lengua española. Madrid: EspasaCalpe, 2001.
ANDIÓN HERRERO, M. A. Variedades del español de América: una lengua y
diecinueve países. Brasília: Embajada de España, Consejería de educación,
2004.
CASTRO, F. Uso de la gramática. (Avanzado). Madrid: Edelsa, 2000.
FANJUL. A .(Org.). Gramática de español paso a paso: con ejercicios. São
Paulo: Moderna, 2005.
GARCÍA SANTOS, J.F. Sintaxis del español. Nivel de perfeccionamiento.
Madrid/ Salamanca: Santillana/ Universidad de Salamanca, 1993.
GOMEZ TORREGO, L. Gramática Didáctica del español. 8 ed., Madrid:
Ediciones SM., 2002.
GOMEZ TORREGO, L. Ortografía del uso del español actual. Madrid:
Ediciones SM, 2000.
GONZALEZ HERMOSO, A. Conjugar es fácil. Madrid: Edelsa, 2000.
GONZÁLEZ HERMOSO, C. R. & SÁNCHEZ ALFARO, M. Gramática de
Español lengua extranjera. Normas y recursos para la comunicación. Madrid.
Edelsa, 1997.
GONZÁLEZ
NIETO,
L. Lingüística
de
la
comunicación
I:
Enunciación. Sintaxis, semántica y pragmática. In: L. González Nieto,
Teoría lingüística y enseñanza de la lengua (Lingüística para
profesores), Madrid, Ediciones SM, cap. 6, 2000.
GUIMARÃES, E.; ORLANDI, E.P. Política de Línguas na América Latina. In:
Relatos. Boletim do projeto História das Idéias Lingüísticas no Brasil. No. 7,
maio,
2001.
Disponível
em:
http://www.unicamp.br/iel/hil/publica/relatos_07.html#politica,
consulta
em
07/02/2008.
GUTIÉRREZ CHÁVEZ, T.; NORIEGA FERNÁNDEZ, A. Latitud 0°. Madrid:
SGEL, 2012.
LÓPEZ MORENO, C. España contemporânea. Madrid: SGEL, 2005.
MEC. Orientações curriculares para o Ensino Médio. Linguagens, códigos e
suas tecnologias. Disponível em: www.portal.mec.gov.br/seb
PALOMINO, M. A. Dual. Pretextos para hablar. Madrid: Edelsa, 1998.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Esbozo de una nueva gramática de la lengua
española. Madrid: Real Academia, s/d.
SANCHEZ QUINTANA, N. Las cuatro destrezas. Madrid: SM, 1995.
SÁNCHEZ LOBATO, J. (Coord.). Saber escribir. Madrid: Santillana, 2006.
99

SILES ARTÉS, J. C.; SÁNCHEZ MAZA, J. Curso de lectura, conversación e
redacción. Madrid: SGEL, 1996.
TAMARES, R.; QUESADA, S. Imágenes de España. Panorama de la formación
de España y de las culturas hispánicas. Madrid: Edelsa, 2001.
VALERA, S.; MARÍN, J. Línea a Línea. Expresión escrita. Madrid: SM, 1994.
VAZQUEZ, G. La destreza oral. Madrid: Edelsa, 2000.
VÁZQUEZ, G.; MARTÍNEZ DÍAZ, M. Historia de América Latina. Madrid: SGEL,
2000.
Bibliografia complementar:
ALONSO RAYA, R. et al. Gramática Básica del estudiante de español.
Barcelona: Difusión, 2005.
ALBERT, M. A.; ARDANAZ, F. Hispanoamérica ayer y hoy. Madrid: Edelsa,
1996.
CASCÓN MARTÍN, E. Ortografía. Del uso a la norma. Madrid: Edinumen, 2008.
ESPINO, J.; MOÁN, M. Historia del Arte español. Madrid: SGEL,1997.
GARCÍA-PELAYO, R. Diccionario Usual. México: Larousse, 1985.
GONZALEZ HERMOSO, A. Conjugar es fácil. Madrid: Edelsa, 2000.
ISA DE LOS SANTOS, D. España, ayer y hoy. Madrid: Edinumen, 2012.
MATTE BOM, F. Gramática Comunicativa del Español [tomo I y II]. Madrid:
Edelsa – Nueva Edición revisada, 1998.
MORA, C. España, ayer y hoy. Itinerario de cultura y civilización. Madrid:
SGEL, 1995.
MORILLO CABALLERO, M. Nuevo y viejo mundo. Textos sobre cultura
hispanoamericana. Brasília/ Madrid: La Factoría Ediciones, 1996.
MORENO, C.; ERES FERNANDÉZ, G. M. Gramática Contrastiva del español
para brasileños. Madrid: SGEL, 2007.
NAVAS RUIZ, R,; ALEGRE, J. M.; LÓPEZ, P. L. Español avanzado.1
Estructuras gramaticales. 2 Campos léxicos. Salamanca: Ediciones Colegio de
España, 1994.
QUESADA MARCO, S. Curso de civilización española. Madrid: SGEL, 1998.
SANTILLANA-MODERNA. 2020 Verbos Españoles: formación y uso. Madrid:
Santillana-Moderna, 2010.
SECO, M. Gramática esencial del español. 2 ed., Madrid: Aguilar, 1994.
TORNERO, Y. Las actividades lúdicas en la clase de E/LE. Ventajas e
inconvenientes de su puesta en práctica. Madrid: Edinumen, 2009.
UNIVERSIDAD DE ALCALÁ DE HENARES. SEÑAS: diccionario para la
enseñanza
de la lengua española. Tradução Eduardo Brandão e Cláudia Berliner.
São Paulo: Martins Fontes, 2000.
URI, F.J.; HARLIG, B. En España. Itália: Instituto Gráfico Bertello, 1996.
Fontes digitais:
Dicionários:
http://buscon.rae.es/draeI
http://buscon.rae.es/dpdI
http://clave.libros.vivos.net
Revistas digitais:
http://www.muyinteresante.es
http://www.revista.consumer.es
100

Jornais digitais de países hispânicos:
http://kiosco.net
Fontes de materiais didáticos:
http://cvc.cervantes.es
http://www.todoele.net
http://www.marcoele.com
Áudios e audiovisuais:
http://www.radialistas.net
http://www.radioteca.net
http://cervantestv.es
http://www.pyc-revista.com
http://cvc.cervantes.es/ensenanza/ese
Revista cultural:
http://www.pyc-revista.com
Disciplina: LINGUA ESPANHOLA 6
Ementa:
Uso das habilidades oral, auditiva, leitora e escrita em Língua Espanhola em
nível avançado, em diferentes situações comunicativas, utilizando recursos
multimídia. Consolidação da competência comunicativa em nível de
aperfeiçoamento por meio da apreensão das estruturas e uso social da língua.
Introdução à linguística da comunicação II. Estudo e produção de textos
acadêmicos.
Bibliografia básica:
ALARCOS Llorach, E. Gramática de la lengua española. Madrid: EspasaCalpe, 2001.
ANDIÓN HERRERO, M. A. Variedades del español de América: una lengua y
diecinueve países. Brasília: Embajada de España, Consejería de educación,
2004.
CASTRO, F. Uso de la gramática. (Avanzado). Madrid. Edelsa, 2000.
FANJUL. A. (Org.). Gramática de español paso a paso: con ejercicios. São
Paulo: Moderna, 2005.
GARCÍA SANTOS, J.F. Sintaxis del español. Nivel de perfeccionamiento.
Madrid/ Salamanca: Santillana/ Universidad de Salamanca, 1993.
GOMEZ TORREGO, L. Gramática Didáctica del español. 8 ed., Madrid:
Ediciones SM, 2002.
GOMEZ TORREGO, L. Ortografía del uso del español actual. Madrid:
Ediciones SM, 2000.
GONZALEZ HERMOSO, A. Conjugar es fácil. Madrid: Edelsa, 2000.
GONZÁLEZ HERMOSO, A.; CUENOT, J. R.; SÁNCHEZ ALFARO, M.
Gramática de Español lengua extranjera. Normas y recursos para la
comunicación. Madrid: Edelsa, 1995.
GONZÁLEZ
NIETO,
L. Lingüística
de
la
comunicación
I:
Enunciación. Sintaxis, semántica y pragmática. In: L. González Nieto,
Teoría lingüística y enseñanza de la lengua (Lingüística para
profesores), Madrid, Ediciones SM, cap. 6, 2000.
GUIMARÃES, E.; ORLANDI, E.P. Política de Línguas na América Latina. In:
Relatos. Boletim do projeto História das Idéias Lingüísticas no Brasil. No. 7,
101

maio,
2001.
Disponível
em:
http://www.unicamp.br/iel/hil/publica/relatos_07.html#politica
GUTIÉRREZ CHÁVEZ, T.; NORIEGA FERNÁNDEZ, A. Latitud 0°. Madrid:
SGEL: 2012.
LÓPEZ MORENO, C. España contemporánea. Madrid: SGEL, 2005.
MEC. Orientações curriculares para o Ensino Médio. Linguagens, códigos e
suas tecnologias. Disponível em: www.portal.mec.gov.br/seb
PALOMINO, M. A. Dual. Pretextos para hablar. Madrid: Edelsa, 1998.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Esbozo de una nueva gramática de la lengua
española. Madrid: Real Academia, s/d.
SANCHEZ QUINTANA, N. Las cuatro destrezas. Madrid: SM, 1995.
SÁNCHEZ LOBATO, J. (Coord.). Saber escribir. Madrid: Santillana, 2006.
SILES ARTÉS, J. C.; SÁNCHEZ MAZA, J. Curso de lectura, conversación e
redacción. Madrid: SGEL, 1996.
TAMARES, R.; QUESADA, S. Imágenes de España. Panorama de la formación
de España y de las culturas hispánicas. Madrid: Edelsa, 2001.
VALERA, S.; MARÍN, J. Línea a Línea. Expresión escrita. Madrid: SM, 1994.
VAZQUEZ, G. La destreza oral. Madrid: Edelsa, 2000.
VÁZQUEZ, G.; MARTÍNEZ DÍAZ, M. Historia de América Latina. Madrid: SGEL,
2000.
Bibliografia complementar:
ALONSO RAYA, R. et al. Gramática Básica del estudiante de español.
Barcelona: Difusión, 2005.
ALBERT, M. A.; ARDANAZ, F. Hispanoamérica ayer y hoy. Madrid: Edelsa,
1996.
CASCÓN MARTÍN, E. Ortografía. Del uso a la norma. Madrid: Edinumen, 2008.
ESPINO, J.; MOÁN, M. Historia del Arte español. Madrid: SGEL, 1997.
GARCÍA-PELAYO, R. Diccionario Usual. México: Larouse, 1985.
GONZALEZ HERMOSO, A. Conjugar es fácil. Madrid: Edelsa, 2000.
ISA DE LOS SANTOS, D. España, ayer y hoy. Madrid: Edinumen, 2012.
MATTE BOM, F. Gramática Comunicativa del Español [tomo I y II]. Madrid:
Edelsa – Nueva Edición revisada, 1998.
MORA, C. España, ayer y hoy. Itinerario de cultura y civilización. Madrid:
SGEL, 1995.
MORILLO CABALLERO, M. Nuevo y viejo mundo. Textos sobre cultura
hispanoamericana. Brasília: Madrid, La Factoría Ediciones, 1996.
MORENO, C.; ERES FERNANDÉZ, G. M. Gramática Contrastiva del español
para brasileños. Madrid: SGEL, 2007.
NAVAS RUIZ, R,; ALEGRE, J. M.; LÓPEZ, P. L. Español avanzado.1
Estructuras gramaticales. 2 Campos léxicos. Salamanca: Ediciones Colegio de
España, 1994.
QUESADA MARCO, S. Curso de civilización española. Madrid: SGEL, 1998.
SANTILLANA-MODERNA. 2020 Verbos Españoles: formación y uso. Madrid:
Santillana-Moderna, 2010.
SECO, M. Gramática esencial del español. 2 ed., Madrid: Aguilar, 1994.
TORNERO, Y. Las actividades lúdicas en la clase de E/LE. Ventajas e
inconvenientes de su puesta en práctica. Madrid: Edinumen, 2009.
UNIVERSIDAD DE ALCALÁ DE HENARES. SEÑAS: diccionario para la
enseñanza
102

de la lengua española. Tradução Eduardo Brandão e Cláudia Berliner.
São Paulo: Martins Fontes, 2000.
URI, F.J.; HARLIG, B. En España. Itália: Instituto Gráfico Bertello, 1996.
Fontes digitais:
Dicionários:
http://buscon.rae.es/draeI
http://buscon.rae.es/dpdI
http://clave.libros.vivos.net
Revistas digitais:
http://www.muyinteresante.es
http://www.revista.consumer.es
Jornais digitais de países hispânicos:
http://kiosco.net
Fontes de materiais didáticos:
http://cvc.cervantes.es
http://www.todoele.net
http://www.marcoele.com
Áudios e audiovisuais:
http://www.radialistas.net
http://www.radioteca.net
http://cervantestv.es
http://www.pyc-revista.com
http://cvc.cervantes.es/ensenanza/ese
Revista cultural:
http://www.pyc-revista.com
Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO 3
Ementa:
Ação docente entendida como regência de classe em diversos formatos de
sala de aula (grupal, atendimento individual, atividade de campo e extracurricular), contendo a elaboração e operacionalização de projetos
pedagógicos com foco no Ensino Fundamental (6° a 9° ano). Participação em
atividades pedagógicas complementares à atividade docente (estudos,
reuniões, conselhos de classe, etc.). Análise crítica de materiais didáticos
destinados para esse segmento de ensino (com ênfase nos materiais
escolhidos pelo PNLD). Criação de materiais em suporte impresso e digitais e
planejamento de unidades didáticas completas.
Bibliografia básica:
ALONSO, E. ¿Cómo ser profesor/a y querer seguir siéndolo? Principios y
prácticas de la enseñanza del español como segunda lengua. Madrid: Edelsa,
1997.
BARROS, C. S de; COSTA, E. G. de M. (Coords.). Espanhol: ensino médio. 1
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del español como 2/L, Arco Libros, 2011.
NICHOLLS, S. M. Aspectos pedagógicos e metodológicos do ensino de inglês.
Maceió, Alagoas: EDUFAL, 2001.
Bibliografia complementar:
ABIO, G. Un análisis preliminar de las actividades TIC presentes en los Libros
Didácticos escogidos por los PNLD 2011 y 2012 para la enseñanza de E/LE a
brasileños. Texto Livre. Linguagem e Tecnologia, v. 4, n. 1, 2011.
ALMEIDA, R. S.; GIMENEZ, T. N. A necessidade do professor reflexivo para o
uso crítico dos materiais de apoio ao ensino e à aprendizagem de língua
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postcomunicativas. In: Anais do V Congreso Brasileño de Hispanistas/ I
Congreso Internacional de la Asociación Brasileña de Hispanistas, UFMG, MG,
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Espanhol. Os [des]caminhos entre a teoria, a reflexão e a prática. Belo
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IDEAS (FH-Heilbronn), número 1, marzo de 2005.
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e a escrita: apresentação de um procedimento. In: SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J.;
Gêneros orais e escritos na escola. Trad. Roxane Rojo e Glaís Sales Cordeiro.
Campinas: Mercado das Letras, 2007.
DOLZ, J. ; SCHNEUWLY, B. Os gêneros escolares – das práticas de
linguagem aos objetos de ensino. In: SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. Gêneros
orais e escritos na escola. Trad. Roxane Rojo e Glaís Sales Cordeiro.
Campinas: Mercado das Letras, 2007.
DOMINGO LIGUORI, J. D. Importancia de la contextualización y la diferencia
de información en la elaboración de materiales. Actas del VIII Seminario de
Dificultades Específicas de la Enseñanza de Español a Lusohablantes. São
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ERES FERNÁNDEZ, G.; CALLEGARI, M. V. Estratégias motivacionais para
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con los mínimos recursos posibles. Desde Macondo, n. 4, septiembre de 2010.
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GUTIÉRREZ QUINTANA, E. Procesos e instrumentos de observación, análisis
y reflexión: las grabaciones en vídeo de secuencias didácticas. Boletín de
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n. 38, p. 11- 20, mayo 2008.
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(Inglês): professora e alunos falam a mesma língua?! RevLet – Revista Virtual
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In: Anais do V Congresso Brasileiro de Hispanistas/ I Congresso Internacional
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setembro de 2008, p. 2972-2979.
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2005.
TALLEI, J. Las Nuevas Tecnologías de Información y Comunicación en ELE:
Algunas consideraciones. Nuevas Rutas/New Routes, n. 43, Disal, p. 38-40,
Jan. 2011.
TENUTA, A. M.; OLIVEIRA, A. L. A M. Livros didáticos e ensino de línguas
estrangeiras: a produção escrita no PNLD-2011/LEM. Linguagem & Ensino, v.
14, n. 2, p. 315-336, jul./dez.2011.
VERGNANO-JUNGER, C. de S.; Reflexão, teoria e prática sobre leitura e
Internet: caminhos para orientação do professor de língua estrangeira. In:
TAVARES, K. C. do A.; BECHER-COSTA, S. B. A.; FRANCO, C. de P. (Orgs.).
Ensino de Leitura: fundamentos, práticas e reflexões para professores da era
digital. Rio de Janeiro: Faculdade de Letras da UFRJ, 2011, p. 106-131.
Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO 4
Ementa:
Ação docente entendida como regência de classe em diversos formatos de
sala de aula (grupal, atendimento individual, atividade de campo e extracurricular), contendo a elaboração e operacionalização de projetos
pedagógicos com foco no Ensino Médio. Participação em atividades
pedagógicas complementares à atividade docente (estudos, reuniões,
conselhos de classe, etc.). Análise crítica de materiais didáticos destinados
para esse segmento de ensino (com ênfase nos materiais escolhidos pelo
PNLD). Criação de materiais em suporte impresso e digitais e planejamento de
unidades didáticas completas.
Bibliografia básica:
ALONSO, E. ¿Cómo ser profesor/a y querer seguir siéndolo? Principios y
prácticas de la enseñanza del español como segunda lengua. Madrid: Edelsa,
1997.
BARROS, C. S de; COSTA, E. G. de M. (Coords.). Espanhol: ensino médio. 1
ed., Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010.
105

BRASIL. Guia de Livros Didáticos PNLD 2012. Língua Estrangeira Moderna.
Ensino Médio. Brasília: Ministério da Educação. Secretaria de Educação
Básica. Fundo Nacional de Desenvolvimento de Educação, 2011.
BRASIL. Matriz de referência para o ENEM 2009. Brasília: Ministério de
Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio
Teixeira, 2009.
BRASIL, Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Orientações
Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, v. 1 - Linguagem, Código e suas
Tecnologias. Brasília: Ministério da Educação/Secretaria de Educação Média e
Tecnológica, 2006.
DIAS, R. Critérios para a avaliação do Livro Didático (LD) de Língua
Estrangeira (LE). In: ______.; CRISTOVÃO, V. L. L. (Orgs.). O livro Didático de
Língua Estrangeira: Múltiplas Perspectivas. Campinas: Mercado de Letras,
2009, p. 199-234.
ERES FERNÁNDEZ, G. Objetivos y diseño curricular en la enseñanza del ELE.
Revista Redele, v. 0, 2004.
______. Entre enfoques y métodos: algunas relaciones (in)coherentes en la
enseñanza de español lengua extranjera. In: BARROS, C. S de; COSTA, E. G.
de M. (Coords.). Espanhol: ensino médio (Coleção Explorando o Ensino; v.
16), Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010, p.
84-69.
GIOVANNINI, A. et al. Profesor en acción 3. Destrezas, Edelsa, Madrid 1996.
MORENO GARCÍA, C. Materiales , estrategias y recursos para la enseñanza
del español como 2/L, Arco Libros, 2011.
NICHOLLS, S. M. Aspectos pedagógicos e metodológicos do ensino de inglês.
Maceió, Alagoas: EDUFAL, 2001.
Bibliografia complementar:
ALMEIDA, R. S.; GIMENEZ, T. N. A necessidade do professor reflexivo para o
uso crítico dos materiais de apoio ao ensino e à aprendizagem de língua
estrangeira. Entretextos. Londrina, v. 10, n. 1, p. 69-84, jan./jun.2010.
BARALO, M. De las funciones comunicativas a las tendencias metodológicas
postcomunicativas. In: Anais do V Congreso Brasileño de Hispanistas/ I
Congreso Internacional de la Asociación Brasileña de Hispanistas, UFMG, MG,
2008.
BARROS, C. S. de; COSTA, E. G. de M. (Orgs.) Formação de Professores de
Espanhol. Os [des]caminhos entre a teoria, a reflexão e a prática. Belo
Horizonte: PRPq/UFMG, 2008.
D’AQUINO HILT, A. Analizar material didáctico: una propuesta práctica. Revista
IDEAS (FH-Heilbronn), n.1, marzo de 2005.
DOMINGO LIGUORI, J. D. Importancia de la contextualización y la diferencia
de información en la elaboración de materiales. In: Actas del VIII Seminario de
Dificultades Específicas de la Enseñanza de Español a Lusohablantes. São
Paulo, 28 de octubre de 2000, p. 226-232, 2000.
ERES FERNÁNDEZ, G.; CALLEGARI, M. V. Estratégias motivacionais para
aulas de língua estrangeira. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2010.
ESTAIRE, S. El aprendizaje de lenguas mediante tareas. De la programación al
aula. Madrid: Edinumen, 2009.
GÓMEZ BEATY, J. Cómo dinamizar una clase de español Lengua Extranjera
con los mínimos recursos posibles. Desde Macondo, n. 4, septiembre de 2010.
106

OLIVEIRA, H. F. de; PIMENTEL, A. M. ; NUNES, R. P. Sala de aula de LE
(Inglês): professora e alunos falam a mesma língua?! RevLet – Revista Virtual
de Letras, v. 3, n. 2, ago./dez, 2011.
PARAQUETT, M. Em defesa de uma abordagem própria à realidade brasileira.
In: Anais do V Congresso Brasileiro de Hispanistas/ I Congresso Internacional
da Associação Brasileira de Hispanistas, Minas Gerais: UFMG, 2-5 de
setembro de 2008, p. 2972-2979.
RUIZ FERNÁNDEZ, J. El español: yo siento, tú sientes. él y ella sienten. La
afectividad en el aprendizaje de lenguas. In: Actas del I Simposio Internacional
de Didáctica del Español para Extranjeros. Argel: Instituto Cervantes de Argel,
3 de abril de 2010, p. 78-92.
SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. Gêneros orais e escritos na escola. Trad. Roxane
Rojo e Glaís Sales Cordeiro. 2. ed., Campinas: Mercado das Letras, 2010.
SEDYCIAS, J. O ensino do espanhol no Brasil. São Paulo: Parábola Editorial,
2005.
TALLEI, J. Las Nuevas Tecnologías de Información y Comunicación en ELE:
Algunas consideraciones. Nuevas Rutas/New Routes, n. 43, Disal, p. 38-40,
Jan. 2011.
TENUTA, A. M.; OLIVEIRA, A. L. A M. Livros didáticos e ensino de línguas
estrangeiras: a produção escrita no PNLD-2011/LEM.Linguagem & Ensino, v.
14, n. 2, p. 315-336, jul./dez.2011.
VERGNANO-JUNGER, C. de S.; Reflexão, teoria e prática sobre leitura e
Internet: caminhos para orientação do professor de língua estrangeira. In:
TAVARES, K. C. do A.; BECHER-COSTA, S. B. A.; FRANCO, C. de P. (Orgs.).
Ensino de Leitura: fundamentos, práticas e reflexões para professores da era
digital. Rio de Janeiro: Faculdade de Letras da UFRJ, 2011, p. 106-131.
Disciplina: FONÉTICA E FONOLOGIA DA LÍNGUA ESPANHOLA
Ementa:
Estudo de conceitos fundamentais da fonética e da fonologia e da descrição do
sistema fonético e fonológico da língua espanhola, incluindo o registro do
discurso oral por meio de transcrição fonética, as principais variações
linguísticas do espanhol e as principais dificuldades de falantes nativos do
português no processo de aquisição do espanhol como língua adicional.
Bibliografia básica:
HIDALGO NAVARRO, A.; QUILIS MERIN, M. Fonética y fonología españolas,
2ª ed., Valencia, Tirant lo Blanch, 2004.
MASIP, V. Fonética española para brasileiros, Recife, Sociedade Cultural
Brasil-Espanha, 1998.
MARTÍNEZ CELDRÁN, E. Fonética. Barcelona, Teide. 1994.
QUILIS, A. Principios de fonología y fonética españolas, 9ª. ed., Madrid, Arco
Libros, 2009.
QUILIS, A. Tratado de fonología y fonetica españolas, Madrid, Gredos, 1993.

107

Bibliografia Complementar:
HIDALGO NAVARRO, A. Comentario fónico de textos coloquiales, Madrid,
Arco Libros, 2002.
HIDALGO NAVARRO, A.; QUIIS MERIN, M. Fonética y fonología españolas,
2ª ed., Valencia, Tirant lo Blanch, 2004.
HIDALGO NAVARRO, A. Aspectos de la entonación española: viejos y nuevos
enfoques, Madrid, Arco Libros, 2006
HUALDE, J. I. ; OLARREA, A.;ESCOBAR, A. M.; TRAVIS, C . Introducción a la
Lingüística Hispánica. New York, Cambridge University Press,
2010.
GIL FERNÁNDEZ, J. Los sonidos del lenguaje, Madrid, Síntesis / Madrid, Arco
Libros, 1988.
GIL FERNÁNDEZ, J. Fonética para profesores de español: de la teoría a la
práctica, Madrid, Arco Libros. 2007.
MARTÍNEZ CELDRÁN. E.; FERNÁNDEZ PLANAS, A.M. Manual de fonética
española. Articulaciones y sonidos del español, Barcelona, Ariel, 2007.
SOSA, J.M. La entonación del español: su estructura fónica, variabilidad y
dialectología, Madrid, Cátedra. 1999.
ZAMORA SALAMANCA, F.J., Carrera de la Red, M. Fonética: curso,
CEDETEL, s/d.

16.2 Ementas e Bibliografia das disciplinas eletivas

Disciplina: Morfossintaxe da Língua Espanhola I.
Ementa
Estudo da estrutura interna da palavra: delimitação, definição e classificação
das unidades do componente morfológico, agrupação paradigmática e
combinação de tais unidades.
Bibliografia Básica:
ABC. Libro de estilo del diario ABC, Barcelona, Ariel, 1993
Agencia EFE. Manual de español urgente, Madrid, Cátedra, 1998.
ALARCOS LLORACH, E. Estudios de gramática funcional del español. Madrid,
Gredos, 1980.
ALARCOS LLORACH, E. Gramática de la lengua española, Madrid, EspasaCalpe, 1994.
ALVAR EZQUERRA, M. La formación de palabras en español, 4ª ed., Madrid,
Arco Libros, 1999.
ALVAR EZQUERRA, M.; MEDINA GUERRA, A.M. Manual de ortografía de la
lengua española, Barcelona, Biblograf., 1995.
GILI GAYA, S. Curso superior de sintaxis española, 13ª. Ed., Barcelona,
Bibliograf., 1980
ROJO, G. (1983): Aspectos básicos de sintaxis funcional, Málaga, Agora.

108

ROJO, G. ; JIMÉNEZ JULIÁ, T. Fundamentos del análisis sintáctico funcional,
Santiago de Compostela: Universidad de Santiago, 1989.

Bibliografia complementar:
ALVAR EZQUERRA, M. La formación de palabras en español, 4ª ed., Madrid,
Arco Libros, 1999..
ALMELA PÉREZ, R. Procedimientos de formación de palabras en español,
Barcelona, Ariel, 1999.
ESCANDELL VIDAL, E (coord.) El lenguaje humano, Madrid, Cera (Editorial
Universitaria Ramón Areces), 2010.
PENA, J. Partes de la Morfología. Las unidades del análisis morfológico. In:
BOSQUE, I.; DEMONTE, V. (dirs.), Gramática descriptiva de la lengua
española, III. Madrid, Espasa, 1999, p. 4305-4366
SECO, M. Gramática esencial. 4. ed., Madrid, Espasa-Calpe, 2001.

Disciplina: Morfossintaxe da Língua Espanhola II.
Ementa
Estudo da combinação das palavras dentro do sintagma ou frase e da oração.
A estrutura oracional. Análise e comentário de textos.
Bibliografía Básica:
ALARCOS LLORACH, E. Estudios de gramática funcional del español. Madrid,
Gredos, 1980.
ALARCOS Llorach, E. Gramática de la lengua española, Madrid, EspasaCalpe, 1994.
GILI GAYA, S. Curso superior de sintaxis española, 13ª. Ed., Barcelona,
Bibliograf, 1980.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Esbozo de una nueva gramática de la lengua
Española, Madrid: Espasa-Calpe, 1989.
ROJO, G. Aspectos básicos de sintaxis funcional, Málaga, Agora, 1983.
ROJO, G.; JIMÉNEZ JULIÁ, T. Fundamentos del análisis sintáctico funcional.
Santiago de Compostela: Universidade de Santiago, 1989.
Bibliografia complementar:
ALVAR EZQUERRA, M. y Medina Guerra, A.M. Manual de ortografía de la
lengua española, Barcelona, Biblograf, 1995.
ESCANDELL VIDAL, E (coord.) El lenguaje humano, Madrid, Cera (Editorial
Universitaria Ramón Areces), 2009.
NARBONA, A. Sintaxis española: Nuevos y viejos enfoques. Barcelona, Ariel,
1989.
SECO, M. Gramática esencial, 4 ed., Madrid: Espasa-Calpe, 2001

Disciplina: Morfossintaxe da Língua Espanhola III.
109

Ementa:
Estudo das relações funcionais: os nexos de relação. Partículas discursivas:
preposições, conectores e marcadores do discurso. Análise e comentário de
textos orais.

Bibliografia Básica:
ALARCOS LLORACH, E. Estudios de gramática funcional del español. Madrid,
Gredos, 1980.
ALARCOS LLORACH, E. Gramática de la lengua española, Madrid, EspasaCalpe, 1994.
BRIZ, A. El español coloquial en la conversación. Esbozo de Pragmagramática
Barcelona, Ariel, 1998.
CALSAMIGLIA, H.; TUSÓN, A. Las cosas del decir. Manual de análisis del
discurso, 2ª ed, Barcelona: Ariel, 2007.
FUENTES RODRÍGUEZ, C. Lingüística, pragmática y análisis del discurso.
Madrid, Arco Libros, 2000.
GILI GAYA, S. Curso superior de sintaxis española, 13ª. Ed., Barcelona,
Bibliograf, 1980.
LOUREDA LAMAS, O. y Acín Villa, E. (coords.) Los estudios sobre marcadores
del discurso, hoy, Madrid, Arco Libros, 2010.
PORTOLÉS, J. Marcadores del discurso. Barcelona, Ariel, 1998.
ROJO, G. (1983): Aspectos básicos de sintaxis funcional, Málaga, Agora.
ROJO, G. ; JIMÉNEZ JULIÁ, T. Fundamentos del análisis sintáctico funcional,
Santiago de Compostela: Universidad de Santiago, 1989
Bibliografia complementar:
COSERIU, E Lingüística del texto. Introducción a la hermenéutica del sentido,
edición de Loureda Lamas, O, Madrid, Arco Libros, 2007.
GONZÁLEZ NIETO, L. Lingüística de la comunicación I: Enunciación.
Sintaxis, semántica y pragmática. In: L. González Nieto, Teoría lingüística
y enseñanza de la lengua (Lingüística para profesores), Madrid, Ediciones
SM, cap. 6, 2000.
GUTIÉRREZ ORDÓÑEZ, S. Forma y sentido en sintaxis, Madrid, Arco Libros,
2002.
GUTIÉRREZ ORDÓÑEZ, S. Principios de sintaxis funcional, Madrid, Arco
Libros, 1997a.
GUTIÉRREZ ORDÓÑEZ, S. La oración y sus funciones, Madrid, Arco Libros,
1997b.
MARTÍN ZORRAQUINO, M. A.; MONTOLÍN, E. (coords.) Los marcadores del
discurso, Teoría y análisis, Madrid, Arco Libros, 1998.

Disciplina: HISTÓRIA E EVOLUÇÃO DO ESPANHOL
Ementa:
110

Estudo diacrônico da formação do idioma castelhano e suas relações com as
demais línguas da península ibérica e do continente hispano-americano.
Bibliografia básica:
ALATORRE, A. Los 1001 Años de la Lengua Española. México: Fondo de
Cultura Económica, 2002.
CANO AGUILAR, R. El español a través de los tiempos. Madrid: Arco/Libros,
2002.
COROMINAS, J.; PASCUAL, J. A. Breve diccionario etimológico de la lengua
castellana. Madrid: Gredos, 1983.
GARCÍA MOUTON. Lenguas y dialectos de España. Madrid: ArcoLibros, 1994.
LAPESA, R. Historia de la lengua española. Madrid: Gredos, 1981.
MALMBERG, B. La América hispanohablante: unidad y diferenciación del
Castellano. 3 ed., Madrid: Ediciones ISTMO, 1974.
MORENO FERNÁNDEZ, F. Historia social de las lenguas de España.
Barcelona: Ariel, 2005.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Esbozo de una nueva gramática de la lengua
española. Madrid: Real Academia, s/d.
Bibliografia complementar:
ALARCOS LLORACH, E. Gramática de la lengua española. Madrid:
Espasa-Calpe, 2001.
CASTRO, F. Uso de la gramática. (Elemental, intermedio, avanzado).
Madrid: Edelsa, 2000.
HUALDE, J. I et al. Introducción a la Lingüística Hispánica. New York:
Cambridge University Press, 2010.
LAROUSSE. Ortografia de la lengua española. Barcelona: Larousse, 2000.
MENÉNDEZ PIDAL, R. Manual de Gramática Histórica Española. Madrid:
Espasa, 1999.
MILANI, E. M.. Gramática de español para brasileños. São Paulo: Saraiva,
2000.
SARMIENTO, R.; SÁNCHEZ, A. Gramática básica del español: norma y uso.
Madrid: SGEL, 1996.
Disciplina: SOCIOLINGUÍSTICA DA LÍNGUA ESPANHOLA
Ementa: Ementa:
Estudo dos princípios fundamentais da sociolinguística do espanhol. Variação e
mudança linguística. O uso social da linguagem. Língua e sociedade:
correlação entre fatores sociais e linguísticos em comunidades de fala.
Princípios metodológicos: o modelo variacionista. Sociolinguística e ensino.
Notas sobre política linguística.

Bibliografia básica:
LÓPEZ MORALES, H. Sociolingüística, 3ª. ed., Madrid, Gredos, 2004.
MORENO FERNÁNDEZ, F. Principios de sociolingüística y sociología
lenguaje, 2ª ed., Barcelona, Ariel, 2005.

del

111

SILVA-CORVALÁN, C. Sociolingüística: teoría y análisis. Madrid, Alhambra,
1989.
SILVA-CORVALÁN, C. Sociolingüística y pragmática del español: Teoría y
análisis. Washington, Georgetown University Press, 2001.
Bibliografia complementar:
ALVAR, M. Manual de dialectología hispánica. El español de España.
Barcelona, Ariel, 1996a.
ALVAR, M. Manual de dialectología hispánica. El español de América.
Barcelona, Ariel, 1996b.
BLAS ARROYO, J.L. Sociolingüística del español. Desarrollos y perspectivas
en el estudio de la lengua española en contexto social. 2a. ed., Madrid, Cátedra,
2008.
FONTANELLA DE WEINBERG, B. Dinámica social de un cambio lingüístico,
México Universidad Nacional Autónoma de México,1979.
HIDALGO, M. “One century of study in New World Spanish”, en: International
Journal of Sociology of Language, 2001, 149, 9-32.
LÓPEZ MORALES, H. “La investigación sociolingüística en Hispanoamérica
durante los últimos veinticinco años.” Lingüística Española Actual 26 (2), 2004
151-73.
LABOV, W. Socilinguistic patterns, Filadelfia, University of Pennsylvania Press.
Trad. al esp. Modelos sociolingüísticos (J. M. Marinas), Madrid, Cátedra, 1983.
SAMPER PADILLA, J.A. “La investigación sociolingüística en España durante
los últimos veinticinco años.” Lingüística Española Actual 26 (2), 2004, 125-49.
SILVA-CORVALÁN, C. “Direcciones en los estudios sociolingüísticos de la
lengua Española, en: La lengua española. Sociedad y enseñanza, Congreso de
Sevilla, CentroVirtual Cervantes, 1992.

Disciplina:PRAGMÁTICA DA LÍNGUA ESPANHOLA
Ementa:
Estudo das condições que regulam o uso da linguagem na comunicação. O
lugar da pragmática em relação com outras disciplinas dentro da teoria
linguística. Estudo dos conceitos fundamentais da pragmática. As teorias que
sustentaram o desenvolvimento da pragmática: os atos de fala, a
argumentação, a relevância, a cortesia. Comentário pragmático de diversos
textos. Pragmática e ensino de ELE.

Bibliografia Básica:
ASCOMBRE, J.C.; DUCROT, O. La argumentación en la lengua, Madrid,
Gredos, 1994.
AUSTIN, J.L. Cómo hacer cosas con palabras, Barcelona, Paidós, 1982.
DUCROT, O. Decir y no decir, Barcelona, Anagrama, 1982
ESCANDELL VIDAL, M.V. Introducción a la pragmática, 2. ed., Barcelona,
Ariel, 2006.
112

GRICE, P. Logic and conversation. In: Studies in the Way of Words,
Cambridge, Harvard University Press. (Trad. al esp. “Lógica y Conversación”,
en L.M. Valdés Villanueva (comp.), 2000, La búsqueda del significado, Madrid,
Tecnos, p. 524-543.
LEVINSON, S. Pragmática, Barcelona, Teide, 1989.
SEARLE, J. Actos de habla. Madrid, Cátedra, 1980.
SPERBER , D. y Wilson, D. La relevancia, Madrid, Visor. 1994.
REYES, G. El abecé de la pragmática, Madrid, Arco Libros, 2003.
Bibliografia complementar:
BUESO, I.; VÁZQUEZ, R. El ingrediente pragmático, parte indispensable de la
cocina de E/LE, en Frecuencia-L, nº 10, p. 60-67, 1999.
CESTERO MANCERA, A. M. Comunicación no verbal y enseñanza de lenguas
extranjeras, Madrid, Arco Libros, 1999.
CONSEJO DE EUROPA. Marco común europeo de referencia para las
lenguas: aprendizaje, enseñanza, evaluación, Madrid, Ministerio de Educación,
Cultura
y
Deporte
y
Grupo
Anaya,
2002.
Disponível
em:
http://cvc.cervantes.es/obref/marco.
ESCANDELL VIDAL, M.V. Los enunciados interrogativos. Aspectos semánticos
y pragmáticos”, en I. Bosque y V. Demonte (eds.). Gramática Descriptiva de la
Lengua Española, Madrid, Real Academia Española, Espasa, v. 3, 1999, p.
3929-3991.
ESCANDELL VIDAL, M.ª Victoria. Aportaciones de la pragmática. In: Sánchez
Lobato, Jesús e Isabel Santos Gargallo (Dirs.), Vademécum para la formación
de profesores de español. Enseñar español como segunda lengua (L2)/ lengua
extranjera (LE), Madrid, SGEL, 2004, p. 179-197.
ESCANDELL VIDAL, M.ª Victoria. Los fenómenos de interferencia pragmática.
In: Miquel, Lourdes y Neus Sans, (eds.), Didáctica del español como lengua
extranjera, Expolingua 3, Madrid, 1996, p. 95-109.
ESCANDELL VIDAL, M.V. La comunicación, Madrid, Gredos, 2005.
IGLESIAS CASAL, I. Diversidad cultural en el aula de E/LE: La interculturalidad
como desafío y como provocación“, en Moreno, Francisco et al. (eds.), Actas
del Octavo Congreso Internacional de ASELE. La enseñanza del español como
lengua extranjera: del pasado al futuro, Alcalá de Henares, Universidad de
Alcalá, 1998.
GUTIÉRREZ ORDÓÑEZ, S. Comentario pragmático de textos publicitários,
Madrid, Arco Libros, 1997a.
GUTIÉRREZ ORDÓÑEZ, S. Comentario pragmático de textos polifónicos,
Madrid, Arco Libros, 1997b..
GUTIÉRREZ ORDÓÑEZ, S. Comentario pragmático de textos de deshecho,
Madrid, Arco Libros, 2000.

113

GUTIÉRREZ ORDÓÑEZ, S. De pragmática y Semántica, Madrid, Arco Libros,
2002.
HAVERKATE, H. La cortesía verbal. Estudio Pragmalingüístico, Madrid,
Gredos, 1994.
IGLESIAS RECUERO, S. Los estudios de la cortesía en el mundo hispánico.
Estado de la cuestión”, Oralia, 4, 2001, p. 245-298.
KERBRAT-ORECCHIONI, C. ¿ES universal la cortesía? In: Pragmática
sociocultural: estudios sobre el discurso de cortesía en español, Barcelona:
Ariel, 2004, p. 39-53
LEECH, G.N. Principios de pragmática, London: Logman, 1997.
MIQUEL, L. Lengua y cultura desde una perspectiva pragmática: algunos
ejemplos aplicados al español”, en Frecuencia-L, n. 5, p. 3-14, 1997.
MIQUEL, L.; SANS, N. El componente cultural: un ingrediente más de las
clases de lengua, en Cable, n. 9, p. 15-21, 1992.
OLIVERAS, A. Hacia la competencia intercultural en el aprendizaje de una
lengua extranjera: Estudio del choque cultural y los malentendidos, Madrid,
Edinumen, 2000.
PONS BORDERÍA, S. La enseñanza de la pragmática en la clase de E/LE,
Madrid, Arco Libros, 2005.
RAE y AALE. Diccionario panhispánico de dudas, Madrid, Santillana, 2005
Disciplina: SEMÂNTICA E LEXICOLOGIA DA LÍNGUA ESPANHOLA

Ementa:
O objeto de estudo da Semântica. Significado, sentido e referência.
Abordagens semânticas nos estudos da linguagem: a semântica linguística.
Mudanças de sentido. Léxico e relações de sentido. Relações de sentido nas
construções gramaticais. Os estudos do léxico: lexicologia, lexicografia,
fraseologia e terminologia. Léxico e formação de palavras. Estudos
comparativos no léxico do espanhol e do português.

Bibliografia básica:
CHIERCHIA, G. Semântica. Campinas: Editora Unicamp, 2011.
GREIMAS, Algirdas Julien. Semântica estrutural: pesquisa e método. Traduzido
por Haquira Osakabe e Izidoro Blikstein. São Paulo: Cultrix/Editora da
Universidade de São Paulo, 1973.
GUIRAUD, Pierre. A semântica. 2.ed. São Paulo: Difel, 1975.
HENRIQUES, Cláudio Cezar. Léxico e semântica: estudos produtivos sobre
palavra e significação. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
ILARI, Rodolfo & GERALDI, João Wanderley. Semântica. 11.ed. São Paulo:
Ática, 2006.
ILARI, Rodolfo. Introdução à semântica: brincando com a gramática. São
Paulo: Contexto, 2001.
ILARI, Rodolfo. Introdução ao estudo do léxico: brincando com as palavras.
São Paulo: Contexto, 2002.
ILARI, Rodolfo. Lingüística românica. 3.ed. São Paulo: Ática, 2000.
114

ISQUERDO, A. N. & KRIEGER, M. da G. (Org.). As ciências do léxico:
lexicologia, lexicografia, terminologia. Vol.2. Campo Grande, MS: Ed. UFMS,
2004.
LOBATO, L. M. P. A semântica na linguística moderna – o léxico. Rio de
Janeiro: Francisco Alves Editora, 1977.
LYONS, John. Semântica. Vol. 1. Traduzido por Wanda Ramos. Lisboa:
Editorial Presença/Martins Fontes, 1977.
MARQUES, Maria Helena Duarte. Iniciação à semântica. 5.ed. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Editor, 2001.
OLANO, Concepción Otaola. Introducción a la lexicología de la lengua
española. Madrid: UNED, 2003.
OLIVEIRA, Roberta Pires de. Semântica formal: uma breve introdução.
Campinas: Mercado de Letras, 2001.
PÉREZ, Ramón Almela. Procedimientos de formación de palabras en español.
Barcelona: Ariel, 1999.
VIDAL, M. V. Escandel. Semántica y lexicología de la lengua española. Guía
didáctica. Madrid: UNED, 2003.
Bibliografia complementar:
GUIMARÃES, Eduardo. História da semântica: sujeito, sentido e gramática no
Brasil. Campinas, SP: Pontes, 2004.
KOIKE, Kazumi. Colocaciones léxicas en el español actual, estudio formal y
léxico-semántico. Alcalá de Henares: Universidad de Alcalá, 2001.
SECO, M. Estudios de lexicografía española. Madrid: Paraninfo, 1987.
SILVA, E. B. da. As relações semânticas de polissemia e homonímia para um
tratamento de heterossemânticos na interface Português–Espanhol. Tese
(doutorado) – Universidade Federal de Alagoas, Programa de Pós-Graduação
em Letras e Lingüística. Maceió: [s.n.], 2004.
TRUJILLO, Ramón. Principios de semántica textual: los fundamentos
semánticos del análisis lingüístico. Madrid: Arco Libros, 1996.
ULLMANN, Stephen. Semântica: uma introdução à ciência do significado.
Traduzido por J. A. Osório Mateus. 4.ed. Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian, 1964.
VAN DIJK, T. A. Análise semântica do discurso. In: Cognição, discurso, e
interação. São Paulo: Contexto, 1992.
VAN DIJK, T. A. Texto y contexto. Semántica y pragmática del discurso.
Madrid: Cátedra, 1984.
VANDRESEN, P. Lingüística contrastiva e ensino de línguas estrangeiras. In:
Tópicos em lingüística aplicada. Org. Bohn & Vandresen. Florianópolis: UFSC,
1988.

17.VIABILIZAÇÃO DO CURSO

Para a implantação do Curso de Letras com habilitação em Língua
Espanhola na modalidade a distância é necessário o suporte:

115

- Dos polos: Local no qual o estudante terá acesso local a biblioteca,
laboratório de informática (por exemplo, para acessar os módulos de Curso
disponíveis na internet), ter atendimento de tutores, assistir aulas, realizar
práticas de laboratórios, dentre outros. Em síntese, os polos são os “braços
operacionais” da instituição de ensino superior na cidade do estudante ou mais
próxima dele.

- De recursos materiais: Para viabilizar o desenvolvimento do Curso, através
de rede, é preciso que se garanta a instalação e implementação de um núcleo
tecnológico que possibilite a ligação EaD- Letras-FALE/Polo Regional.

- De recursos físicos: Para desenvolver o Curso a Distância , o Curso de
Letras/Língua Espanhola precisa contar, minimamente, com o seguinte espaço
físico: 1 sala para a coordenação geral e secretaria; 1 sala para instalação do
Núcleo Tecnológico; 1 sala para a tutoria e reunião dos professores do Curso.

- De recursos financeiros: Os recursos financeiros para sustentação do
Curso de Letras na modalidade a distância serão assumidos pela UAB e
municípios participantes dos polos.

Dos recursos provenientes da UAB estão previstas as seguintes despesas:

-

Pagamento

de

bolsa

para

os

professores

responsáveis

pelo

desenvolvimento do curso;
- Pagamento de diárias e passagens para deslocamento aos polos regionais;
- Pagamento das despesas relativas à formação dos tutores em curso de
EaD;
- Pagamento dos custos de impressão de material didático;
- Pagamento de bolsas para professores, alunos e técnicos da UFAL que
participarem do projeto;
- Pagamento de professores, técnicos e/ou profissionais externos à UFAL
que participarem do projeto;
- Pagamento de Tutores;
- Compra de livros, softwares para o curso e material de expediente.
116

18.Referências

BENVENISTE, Émile. Problemas de linguística geral I e II. Campinas: Pontes,
1988.
BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 43. ed. São Paulo:
Cultrix, 2006.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil, 1988. 2ª ed. Rio de
janeiro: Expressão e Cultura, 2002.
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica. Brasília.
Conselho Nacional de Educação, 2001.
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: (Lei 9.394/96) /
apresentação Carlos Roberto Jamil Cury. 4ª ed.- Rio de Janeiro: DP & A, 2001.
BRASIL. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Brasília. Presidência da
República, 2003.
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino
fundamental: língua portuguesa. Brasília, SEF/MEC, 1998.
BRASIL. Plano Nacional de Educação. Brasília. Senado Federal, UNESCO,
2001.
BRZEZINSKI, Iria (Org.) LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam.
São Paulo:Cortez, 2000.
CALVET, Louis-Jean. Las políticas linguísticas. Buenos Aires: Edicial, 1997.
CANDIDO, Antonio. Literatura e sociedade: estudos de teoria e história literária.
5. ed. rev. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1976.
CAVALCANTI, M. & MOITA LOPES, L. P. Implementação da pesquisa na sala
de aula de línguas no contexto brasileiro. Trabalhos em Linguística Aplicada.
Campinas, n. 17, 1991.
FORMIGA, Marcos; LITTO, Fredric M. Educação a Distância: o estado da arte.
Pearson Education do Brasil: São Paulo, 2009.
FREITAS, Alice Cunha de; CASTRO, Maria de Fátima F. (Orgs.). Língua e
literatura: ensino e pesquisa. São Paulo: Contexto, 2003.
GADOTTI, Moacir e ROMÃO, José Eustáquio. Autonomia da escola: princípios
e propostas. Guia da escola Cidadã. São Paulo: Cortez, 1997. pp 33-41.

117

GERALDI, J. W. Linguagem e ensino. Exercícios de militância e divulgação.
Campinas: Mercado de Letras, 1996.
GREGORY, Michael; CARROLL, Susanne. Language and situation: language
and society. London, UK: Western Printing Services Ltd, 1978.
HAGÈGE, Claude. Halte à la mort des langues. Paris: Ed. Odile Jacob, 2001
KRAMSCH, Claire. Context and Culture in Language Teaching. Oxford: OUP,
2000.
LAZAR, Gillian. Literature and Language Teaching. Cambridge. CUP, 1993
LICERAS, J.M., La adquisición de las lenguas extranjeras. Madrid, Visor, 1992,
pp. 143-152.
LYONS, John. Linguística. Linguagem e linguística: uma introdução. Rio de
Janeiro, Rio de Janeiro: Zahar, 1982
MARTIN, Robert. Para entender a linguística: epistemologia elementar de uma
disciplina. Tradução de Marcos Bagno. São Paulo, São Paulo: Parábola, 2003.
p. 161-180.
MARTÍNEZ-CACHERO, Álvaro. La enseñanza del español en el sistema
educativo brasileño/ O ensino do espanhol no sistema educativo brasileiro. Ed.
bilingue. Col. Orellana, n.19, Brasília: Thesaurus, 2008.

MASON, R.; KAYE, A: R. (1989(Eds) - Mindweave: communication, computers
and distance education, Oxford, Pergamon Press.
MEC. Orientações curriculares para o Ensino Médio. Linguagens, códigos e
suas tecnologias. Disponível em: www.portal.mec.gov.br/seb.
istória: o teatro ocidental. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil,
1994.
PERRENOUD, P. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
Reatto, Diogo & Bissaco, Cristiane Magalhães. O ensino do espanhol como
língua estrangeira: uma discussão sócio-política e educacional. Revista LETRA
MAGNA, número 7,
segundo semestre de 2007. Disponível em:
http://www.letramagna.com/espanholensinolei.pdf
RIVENC, Paul. Pour aider à communiquer dans une langue étrangére. Paris:
Didier Éruditions, et Centre International de Phonétique appliquée, 2001.
RODRIGUES, Aryon Dall’Igna. Línguas brasileiras: para o conhecimento das
línguas indígenas. São Paulo: Loyola, 1986.
SILVA, Aracy Lopes & GRUPIONI, Luís Donisete Benzi. (Org). A Temática
indígena na escola: novos subsídios para professores de 1º e 2º graus.
Brasília: MEC / MARI / UNESCO, 1995.
118

SILVA, Vitor Manuel de Aguiar e. Teoria da literatura. São Paulo: Martins
Fontes, 1976.
TRUDGILL, Peter. Socilinguistics: an introduction. Great Britain: Penguin
Books, 1974.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Faculdade de Letras. Projeto
Político-Pedagógico do Curso de Licenciatura em Letras/Espanhol. Maceió,
2007. 90p.
VEIGA, I. P. A. e FONSECA, Marília (Orgs.) As dimensões do projeto políticopedagógico. São Paulo: Papirus, 2001.
VVAA. Hispanismo 2002. Lengua, literatura y cultura.
Humanitas/Associação Brasileira de Hispanistas, 2004.

São

Paulo:

19. ANEXOS

ANEXO I
CORPO DOCENTE
a) Setor de Língua Espanhola
Professores efetivos
Titulação
Aline Vieira Bezerra Higino de Oliveira
Mestre
Ana Margarita Barandela Garcia
Doutora
Eliane Barbosa da Silva
Doutora
Flávia Colen Meniconi
Mestre
Jacqueline Elizabeth Vásquez Araújo
Mestre
Kristianny Brandão Barbosa de Azambuja Mestre
Laureny Aparecida Lourenço da Silva
Mestre
Ricardo José Rosa Gualda
Doutor

Regime de trabalho
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE

b) Setor de Língua Inglesa
Professores efetivos
Adriana Lopes Lisboa Tibana
Ana Cecília Acioli Lima
Ana Lúcia Guerra Milito
Daniel Adelino Costa Oliveira da Cruz
Ildney de Fátima Souza Cavalcanti
Irene Maria Dietschi
Izabel de Fátima Oliveira Brandão
Marcus Vinícius Matias

Titulação
Mestre
Doutora
Mestre
Mestre
Doutora
Doutora
Doutora
Mestre

Regime de trabalho
DE
DE
DE
40 h
DE
DE
DE
DE
119

Maria Stela Torres Barros Lameiras
Paulo Rogério Stella
Paulo Leôncio da Silva
Roseanne Rocha Tavares
Sérgio Ifa
Simone Makiyama

Doutora
Doutor
Doutor
Doutora
Doutor
Mestre

DE
DE
DE
DE
DE
DE

c) Setor de Língua Francesa
Professores efetivos

Titulação

Regime de trabalho

Gilda de Albuquerque Vilela Brandão
Maria Stela Torres Barros Lameiras
Márcio Alexandre Cruz
Vinícius Fernando de Farias Meira

Doutora
Doutora

DE
DE

d) Setor de Língua Portuguesa
Professores efetivos
Titulação
Regime de trabalho
Adna de Almeida Lopes
Doutora
DE
Aldir Santos de Paula
Doutor
DE
Andrea Silva Pereira
Doutor
DE
Daniel Paes de Albuquerque
Eliana Kefalás Oliveria
Doutora
DE
Fabiana de Oliveira
Doutora
DE
Fábio Rodrigues dos Santos
Fernando Otávio Fiúza Moreira
Doutor
DE
Francisco Jadir Lima Pereira
Especialista DE
Gláucia Vieira Machado
Doutora
DE
Helson Flávio da Silva Sobrinho
Doutor
DE
Jair Gomes Farias
Doutor
DE
Januacele Francisca da Costa
Doutora
DE
José Niraldo de Farias
Doutor
DE
Lígia dos Santos Ferreira
Doutora
DE
Lúcia de Fátima Santos
Doutora
DE
Maria Denilda Moura
Doutora
DE
Miguel José Alves de Oliveira Júnior
Doutor
DE
Maria Gabriela Cardoso Fernandes Doutora
DE
Costa
Núbia Rabelo Bakker Faria
Doutora
DE
Paulo José da Silva Valença
Doutor
DE
Rita de Cássia Souto Maior Siqueira Doutora
DE
Lima
Rita Maria Diniz Zozzoli
Doutor
DE
Roberto Sarmento Lima
Doutor
DE
Sônia Cristina Simões Felipeto
Doutora
DE
Susana Souto Silva
Doutora
DE
120

Telma Moreira Vianna Magalhães

Doutora

DE

QUADRO TECNICO-ADMINISTRATIVO
NOME
Maria Inês Basse Peil
Judson Leão de Melo

FUNÇÂO
Assistente
administrativo
Assistente
administrativo
Administradora

CARGO
Secretária do PPGLL

Coordenador da Biblioteca
Setorial
Marta Betânia Marinho
Secretária
da
Coordenação do Curso
Paulo
Jorge
Ferreira Auxiliar
Secretário da Fale (turno
Medeiros
administrativo noturno)
Rivanilda Lopes de Araújo
Assistente
Secretária da Fale (turno
administrativo diurno)
Romão Cícero
Almoxarife
Secretário da Fale (turno
diurno)
Gilson Miquelino Ferreira
Técnico
de Gerente de Resíduo
laboratório
Simone Dornelles Schulze
Secretário da Fale (turno
vespertino)
Sônia da Silva
Maria Valéria Maia

121

ANEXO II
CURSO DE LETRAS – HABILITAÇÕES EM LÍNGUA ESPANHOLA
QUADRO DE DOCENTES PARA 1º E 2º SEMESTRES/2013

PERÍODO

MÓDULO

DISCIPLINAS

PROF. FORMADOR
Gonzalo Abio (CEDU –
UFAL)
gonzalo_abio@yahoo.com.br

PROF. CONTEUDISTA
Gonzalo Abio (CEDU –
UFAL)
gonzalo_abio@yahoo.com.br

Eliana Kefalás Oliveira (FALE
– UFAL)
Ilycaoliveira@gmail.com

Susana Souto Silva (FALE –
UFAL)
susoutos@yahoo.com.br

Teoria
linguística 1

Miguel de Oliveira Júnior
(FALE – UFAL)
miguel.oliveira.jr@gmail.com

Miguel de Oliveira Júnior
(FALE – UFAL)
miguel.oliveira.jr@gmail.com

Projetos
integradores

Eduardo Calil de Oliveira
(CEDU-UFAL)
eduardocalil@hotmail.com

Eduardo Calil de Oliveira
(CEDU-UFAL)
eduardocalil@hotmail.com

Profissão
docente

Lígia dos Santos Ferreira
(FALE – UFAL)
ligiasferreira@yahoo.com.br

Lígia dos Santos Ferreira
(FALE – UFAL)
ligiasferreira@yahoo.com.br

Teoria da
literatura 1

Roberto Sarmento Lima
(FALE – UFAL)
sarmentorob@uol.com.br

Roberto Sarmento Lima
(FALE – UFAL)
sarmentorob@uol.com.br

Jacqueline E. V. Araújo
(FALE – UFAL)
jvasquezaraujo@gmail.com

Ricardo Gualda
(FALE – UFAL)
ricardogualda@utexas.edu

Lígia dos Santos Ferreira
(FALE – UFAL)
ligiasferreira@yahoo.com.br

Lígia dos Santos Ferreira
(FALE – UFAL)
ligiasferreira@yahoo.com.br

Teoria
linguística 2

Miguel Oliveira Júnior (FALE
– UFAL)
miguel.oliveira.jr@gmail.com

Miguel Oliveira Júnior
(FALE – UFAL)
miguel.oliveira.jr@gmail.com

Teoria da
literatura 2

Susana Souto Silva (FALE –
UFAL)
susoutos@yahoo.com.br

Eliana Kefalás Oliveira
(FALE – UFAL)
Ilycaoliveira@gmail.com

Pol. org. da
educ. bás. no
Brasil

Elione Maria N. Diógenes
(CEDU – UFAL)
elioned@uol.com.br

Projetos
integradores 2

Eduardo Calil de Oliveira
(CEDU-UFAL)
eduardocalil@hotmail.com

Introdução a
EAD
1

1º período

Leitura e prod.
textos em língua
port.

2

Introdução a
língua
estrangeira 1

2º período

3

4

Organização do
trabalho
acadêmico

Elione Maria N. Diógenes
(CEDU – UFAL)
elioned@uol.com.br

Eduardo Calil de Oliveira
(CEDU-UFAL)
eduardocalil@hotmail.com

122

Todos

Funções Perenes

Introdução a
língua
estrangeira 2

Jacqueline E. V. Araújo
(FALE – UFAL)
jvasquezaraujo@gmail.com

Ricardo Gualda
(FALE – UFAL)
ricardogualda@utexas.edu

Coordenação de
Língua
Espanhola

Kristianny Brandão Azambuja - kristianny@ig.com.br

Revisor de
Língua
Espanhola

Ana Margarita Barandela Garcia – abarandela@gmail.com

Coordenador de
tutoria LE

Aline Vieira Bezerra - alinevbezerra@gmail.com

123

ANEXOIII
LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA
PARECER CNE/CES 492/2001, DE 03 DE ABRIL DE 2001
Despacho do Ministro em 4/7/2001, publicado no Diário Oficial da União de
9/7/2001, Seção 1e, p. 50.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara Superior de UF: DF
Educação
ASSUNTO: Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Filosofia, História,
Geografia, Serviço Social, Comunicação Social, Ciências Sociais, Letras,
Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia
RELATOR(A): Eunice Ribeiro Durham, Silke Weber e Vilma de Mendonça
Figueiredo
PROCESSO(S) N.º(S): 23001.000126/2001-69
PARECER N.º:
COLEGIADO:
APROVADO EM:
CNE/CES 492/2001
CES
03/04/2001

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE LETRAS
Introdução
Esta proposta de Diretrizes Curriculares leva em consideração os desafios da
educação superior diante das intensas transformações que têm ocorrido na
sociedade contemporânea, no mercado de trabalho e nas condições de
exercício profissional. Concebe-se a Universidade não apenas como produtora
e detentora do conhecimento e do saber, mas, também, como instância
voltada para atender às necessidades educativas e tecnológicas da sociedade.
Ressalta-se, no entanto, que a Universidade não pode ser vista apenas como
instância reflexa da sociedade e do mundo do trabalho. Ela deve ser um
espaço de cultura e de imaginação criativa, capaz de intervir na sociedade,
transformando-a em termos éticos.
A área de Letras, abrigada nas ciências humanas, põe em relevo a relação
dialética entre o pragmatismo da sociedade moderna e o cultivo dos valores
humanistas.
Decorre daí que os cursos de graduação em Letras deverão ter estruturas
flexíveis que:
- facultem ao profissional a ser formado opções de conhecimento e de atuação
no mercado de trabalho;
124

- criem oportunidade para o desenvolvimento de habilidades necessárias para
se atingir a competência desejada no desempenho profissional;
- dêem prioridade à abordagem pedagógica centrada no desenvolvimento da
autonomia do aluno;
- promovam articulação constante entre ensino, pesquisa e extensão, além de
articulação direta com a pós-graduação;
- propiciem o exercício da autonomia universitária, ficando a cargo da
Instituição de Ensino Superior definições como perfil profissional, carga horária,
atividades curriculares básicas, complementares e de estágio.
Portanto, é necessário que se amplie o conceito de currículo, que deve ser
concebido como construção cultural que propicie a aquisição do saber de forma
articulada. Por sua natureza teórico-prática, essencialmente orgânica, o
currículo deve ser constituído tanto pelo conjunto de conhecimentos,
competências e habilidades, como pelos objetivos que busca alcançar. Assim,
define-se currículo como todo e qualquer conjunto de atividades acadêmicas
que integralizam um curso. Essa definição introduz o conceito de atividade
acadêmica curricular – aquela considerada relevante para que o estudante
adquira competências e habilidades necessárias a sua formação e que possa
ser avaliada interna e externamente como processo contínuo e transformador,
conceito que não exclui as disciplinas convencionais.
Os princípios que norteiam esta proposta de Diretrizes Curriculares são a
flexibilidade na organização do curso de Letras e a consciência da diversidade /
heterogeneidade do conhecimento do aluno, tanto no que se refere à sua
formação anterior, quanto aos interesses e expectativas em relação ao curso e
ao futuro exercício da profissão.
A flexibilização curricular, para responder às novas demandas sociais e aos
princípios expostos, é entendida como a possibilidade de:
- eliminar a rigidez estrutural do curso;
- imprimir ritmo e duração ao curso, nos limites adiante estabelecidos;
- utilizar, de modo mais eficiente, os recursos de formação já existentes nas
instituições de ensino superior.
A flexibilização do currículo, na qual se prevê nova validação de atividades
acadêmicas, requer o desdobramento do papel de professor na figura de
orientador, que deverá responder não só pelo ensino de conteúdos
programáticos, mas também pela qualidade da formação do aluno.
Da mesma forma, o colegiado de graduação do curso de Letras é a instância
competente para a concepção e o acompanhamento da diversidade curricular
que a IES implantará.
Diretrizes Curriculares
1.Perfil dos Formandos
O objetivo do Curso de Letras é formar profissionais interculturalmente
competentes, capazes de lidar, de forma crítica, com as linguagens,

125

especialmente a verbal, nos contextos oral e escrito, e conscientes de sua
inserção na sociedade e das relações com o outro.
Independentemente da modalidade escolhida, o profissional em Letras deve ter
domínio do uso da língua ou das línguas que sejam objeto de seus estudos, em
termos de sua estrutura, funcionamento e manifestações culturais, além de ter
consciência das variedades linguísticas e culturais. Deve ser capaz de refletir
teoricamente sobre a linguagem, de fazer uso de novas tecnologias e de
compreender sua formação profissional como processo contínuo, autônomo e
permanente. A pesquisa e a extensão, além do ensino, devem articular-se
neste processo. O profissional deve, ainda, ter capacidade de reflexão crítica
sobre temas e questões relativas aos conhecimentos linguísticos e literários.
2.Competências e Habilidades
O graduado em Letras, tanto em língua materna quanto em língua estrangeira
clássica ou moderna, nas modalidades de bacharelado e de licenciatura,
deverá ser identificado por múltiplas competências e habilidades adquiridas
durante sua formação acadêmica convencional, teórica e prática, ou fora dela.
Nesse sentido, visando à formação de profissionais que demandem o domínio
da língua estudada e suas culturas para atuar como professores,
pesquisadores, críticos literários, tradutores, intérpretes, revisores de textos,
roteiristas, secretários, assessores culturais, entre outras atividades, o curso de
Letras deve contribuir para o desenvolvimento das seguintes competências e
habilidades:
- domínio do uso da língua portuguesa ou de uma língua estrangeira, nas suas
manifestações oral e escrita, em termos de recepção e produção de textos;
- reflexão analítica e crítica sobre a linguagem como fenômeno psicológico,
educacional, social, histórico, cultural, político e ideológico;
- visão crítica das perspectivas teóricas adotadas nas investigações linguísticas
e literárias, que fundamentam sua formação profissional;
- preparação profissional atualizada, de acordo com a dinâmica do mercado de
trabalho;
- percepção de diferentes contextos interculturais;
- utilização dos recursos da informática;
- domínio dos conteúdos básicos que são objeto dos processos de ensino e
aprendizagem no ensino fundamental e médio;
- domínio dos métodos e técnicas pedagógicas que permitam a transposição
dos conhecimentos para os diferentes níveis de ensino.
O resultado do processo de aprendizagem deverá ser a formação de
profissional que, além da base específica consolidada, esteja apto a atuar,
interdisciplinarmente, em áreas afins. Deverá ter, também, a capacidade de
resolver problemas, tomar decisões, trabalhar em equipe e comunicar-se
dentro da multidisciplinaridade dos diversos saberes que compõem a formação
universitária em Letras. O profissional de Letras deverá, ainda, estar
compromissado com a ética, com a responsabilidade social e educacional, e
com as consequências de sua atuação no mundo do trabalho. Finalmente,
deverá ampliar o senso crítico necessário para compreender a importância da
busca permanente da educação continuada e do desenvolvimento profissional.
126

3. Conteúdos Curriculares
Considerando os diversos profissionais que o curso de Letras pode formar, os
conteúdos caracterizadores básicos devem estar ligados à área dos Estudos
Linguísticos e Literários, contemplando o desenvolvimento de competências e
habilidades específicas. Os estudos linguísticos e literários devem fundar-se na
percepção da língua e da literatura como prática social e como forma mais
elaborada das manifestações culturais. Devem articular a reflexão teóricocrítica com os domínios da prática – essenciais aos profissionais de Letras, de
modo a dar prioridade à abordagem intercultural, que concebe a diferença
como valor antropológico e como forma de desenvolver o espírito crítico frente
à realidade.
De forma integrada aos conteúdos caracterizadores básicos do curso de
Letras, devem estar os conteúdos caracterizadores de formação profissional
em Letras. Estes devem ser entendidos como toda e qualquer atividade
acadêmica que constitua o processo de aquisição de competências e
habilidades necessárias ao exercício da profissão, e incluem os estudos
linguísticos e literários, práticas profissionalizantes, estudos complementares,
estágios, seminários, congressos, projetos de pesquisa, de extensão e de
docência, cursos sequenciais, de acordo com as diferentes propostas dos
colegiados das IES e cursadas pelos estudantes.
No caso das licenciaturas deverão ser incluídos os conteúdos definidos para a
educação básica, as didáticas próprias de cada conteúdo e as pesquisas que
as embasam.
O processo articulatório entre habilidades e competências no curso de Letras
pressupõe o desenvolvimento de atividades de caráter prático durante o
período de integralização do curso.
4. Estruturação do Curso
Os cursos devem incluir no seu projeto pedagógico os critérios para o
estabelecimento das disciplinas obrigatórias e optativas das atividades
acadêmicas do bacharelado e da licenciatura, e a sua forma de organização:
modular, por crédito ou seriado.
Os cursos de licenciatura deverão ser orientados também pelas Diretrizes para
a Formação Inicial de Professores da Educação Básica em cursos de nível
superior.
5. Avaliação
A avaliação a ser implementada pelo colegiado do curso de Letras deve
constituir processo de aperfeiçoamento contínuo e de crescimento qualitativo,
devendo pautar-se:
- pela coerência das atividades quanto à concepção e aos objetivos do projeto
pedagógico e quanto ao perfil do profissional formado pelo curso de Letras;
127

- pela validação das atividades acadêmicas por colegiados competentes;
- pela orientação acadêmica individualizada;
- pela adoção de instrumentos variados de avaliação interna;
- pela disposição permanente de participar de avaliação externa.
Fonte: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES0492.pdf

128

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

RESOLUÇÃO CNE/CES 18, DE 13 DE MARÇO DE 2002.(*)
Estabelece as Diretrizes Curriculares para os cursos de Letras.
O Presidente Câmara de Educação Superior, no uso de suas atribuições legais
e tendo em vista o disposto na Lei 9.131, de 25 de novembro de 1995, e ainda
o Parecer CNE/CES 492/2001, homologado pelo Senhor Ministro de Estado da
Educação em 9 de julho de 2001, e o Parecer CNE/CES 1.363/2001,
homologado em 25 de janeiro de 2002, resolve:
Art. 1º As Diretrizes Curriculares para os cursos de Letras, integrantes dos
Pareceres CNE/CES 492/2001 e 1.363/2001, deverão orientar a formulação do
projeto pedagógico do referido curso.
Art. 2° O projeto pedagógico de formação acadêmica e profissional a ser
oferecida pelo curso de Letras deverá explicitar:
- o perfil dos formandos nas modalidades bacharelado e licenciatura;
- as competências gerais e habilidades específicas a serem desenvolvidas
durante o período de formação;
- os conteúdos caracterizadores básicos e os conteúdos caracterizadores de
formação profissional, inclusive os conteúdos definidos para a educação
básica, no caso das licenciaturas;
- a estruturação do curso;
- as formas de avaliação.
Art. 3º A carga horária do curso de Letras, bacharelado, deverá obedecer ao
disposto em Resolução própria que normatiza a oferta de cursos de
bacharelado e a carga horária da licenciatura deverá cumprir o determinado
pela Resolução CNE/CP 2/2002, integrante do Parecer CNE/CP 028/2001.
Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as
disposições em contrário.

ARTHUR ROQUETE DE MACEDO
Presidente da Câmara de Educação Superior

Fonte: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES182002.pdf

(*)

CNE. Resolução CNE/CES 18/2002. Diário Oficial da União, Brasília, 9 de abril de 2002.
Seção 1, p. 34.

129

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
CONSELHO PLENO
RESOLUÇÃO CNE/CP 2, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002.(*)
Institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação
plena, de formação de professores da Educação Básica em nível superior.
O Presidente do Conselho Nacional de Educação, de conformidade com o
disposto no Art. 7º § 1o, alínea “f”, da Lei 9.131, de 25 de novembro de 1995,
com fundamento no Art. 12 da Resolução CNE/CP 1/2002, e no Parecer
CNE/CP 28/2001, homologado pelo Senhor Ministro de Estado da Educação
em 17 de janeiro de 2002, resolve:
Art. 1º A carga horária dos cursos de Formação de Professores da Educação
Básica, em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, será
efetivada mediante a integralização de, no mínimo, 2800 (duas mil e
oitocentas) horas, nas quais a articulação teoria-prática garanta, nos termos
dos seus projetos pedagógicos, as seguintes dimensões dos componentes
comuns:
I - 400 (quatrocentas) horas de prática como componente curricular,
vivenciadas ao longo do curso;
II - 400 (quatrocentas) horas de estágio curricular supervisionado a partir do
início da segunda metade do curso;
III - 1800 (mil e oitocentas) horas de aulas para os conteúdos curriculares de
natureza científico-cultural;
IV - 200 (duzentas) horas para outras formas de atividades acadêmicocientífico-culturais.
Parágrafo único. Os alunos que exerçam atividade docente regular na
educação básica poderão ter redução da carga horária do estágio curricular
supervisionado até o máximo de 200 (duzentas) horas.
Art. 2° A duração da carga horária prevista no Art. 1º desta Resolução,
obedecidos os 200 (duzentos) dias letivos/ano dispostos na LDB, será
integralizada em, no mínimo, 3 (três) anos letivos.
Art. 3° Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 4° Revogam-se o § 2º e o § 5º do Art. 6º, o § 2° do Art. 7° e o §2º do Art. 9º
da Resolução CNE/CP 1/99.

(*)

CNE. Resolução CNE/CP 2/2002. Diário Oficial da União, Brasília, 4 de março de 2002.
Seção 1, p. 9.

130

ULYSSES DE OLIVEIRA PANISSET
Presidente do Conselho Nacional de Educação
Fonte: http://www.mec.gov.br/cne/ftp/CNE/CP022002.doc

131

Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005.
Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de
abril de 2002, que dispõe sobre a
Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o
art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de
dezembro de 2000.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere
o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei no
10.436, de 24 de abril de 2002, e no art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de
dezembro de 2000,
DECRETA:
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1o Este Decreto regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002,
e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
Art. 2o Para os fins deste Decreto, considera-se pessoa surda aquela
que, por ter perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio de
experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da
Língua Brasileira de Sinais - Libras.
Parágrafo único. Considera-se deficiência auditiva a perda bilateral,
parcial ou total, de quarenta e um decibéis (dB) ou mais, aferida por
audiograma nas frequências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz.
CAPÍTULO II
DA INCLUSÃO DA LIBRAS COMO DISCIPLINA CURRICULAR
Art. 3o A Libras deve ser inserida como disciplina curricular obrigatória
nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em
nível médio e superior, e nos cursos de Fonoaudiologia, de instituições de
ensino, públicas e privadas, do sistema federal de ensino e dos sistemas de
ensino dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
132

§ 1o Todos os cursos de licenciatura, nas diferentes áreas do
conhecimento, o curso normal de nível médio, o curso normal superior, o curso
de Pedagogia e o curso de Educação Especial são considerados cursos de
formação de professores e profissionais da educação para o exercício do
magistério.
§ 2o A Libras constituir-se-á em disciplina curricular optativa nos demais
cursos de educação superior e na educação profissional, a partir de um ano da
publicação deste Decreto.
[...] Art. 31. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 22 de dezembro de 2005; 184o da Independência e 117o da
República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Fonte: https://www.planalto.gov.br/ccivil/_Ato20042006/2005/Decreto/D5626.htm

133

ANEXO IV

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
FACULDADE DE LETRAS
COORDENAÇÃO DO CURSO DE LETRAS
COMISSÃO DE PROJETOS INTEGRADORES
GUIA DE REALIZAÇÃO DOS PROJETOS INTEGRADORES

DISCIPLINA: PROJETOS INTEGRADORES
CARGA HORÁRIA: 40 HORAS POR SEMESTRE
EMENTA: Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo
estruturado a partir de atividades interdisciplinares em conformidade com a
especificidade de cada curso.
PROPOSTA: Integrar as diferentes áreas de conhecimento dos cursos de
Letras (e áreas afins, quando necessário).
REALIZAÇÃO: A proposta da disciplina será realizada através de elaboração
de projetos que deverão integrar duas ou mais disciplinas do semestre ao qual
o projeto se refere.
EXECUÇÃO:
1. Cada turma de Projetos Integradores tem um/a coordenador/a geral, que é
responsável pelos aspectos formais (receber dos professores as inscrições de
temas e de alunos inscritos para o seu projeto, repassar essas inscrições à
Coordenação de Letras, supervisionar, convocar reuniões, organizar e divulgar
atividades vinculadas aos PIs).
2. Todos os professores (inclusive substitutos) podem propor um tema para o
desenvolvimento de um projeto no semestre em curso. O tema do projeto pode
estar vinculado ao tema geral proposto pela comissão de PIs ou pode ser
escolhido pelo professor que se propuser a orientar um determinado grupo de
alunos.
3. Para que haja a integração desejada entre as disciplinas, é necessário que
todos os professores disponham-se a colaborar com qualquer projeto quando a
sua competência se fizer necessária para o desenvolvimento do projeto em
questão.
4. O professor propõe o tema aos alunos e inscreve o seu grupo de trabalho.
Essa inscrição será feita em duas vias, que são entregues ao coordenador de
PIs. Uma das vias é encaminhada para ser arquivada na coordenação dos
cursos de Letras.

134

5. O número de alunos por equipe para um projeto é de, no mínimo, 5 e, no
máximo, 10 alunos.
6. A nota final do PIs resulta da avaliação de:
a) um trabalho escrito individualmente;
b) uma apresentação em forma de comunicação oral, entre 15 a 20 minutos,
(acatam-se outras formas de apresentação, desde que sejam julgadas
adequadas pela comissão) na semana de avaliação de projetos;
c) frequência do aluno às apresentações dos trabalhos na semana. (Dado que
as apresentações dos trabalhos visam a estimular o debate entre estudantes e
professores, espera-se que a presença dos estudantes não se restrinja a sua
própria apresentação.)
7. A avaliação é feita da seguinte forma:
a) a nota do trabalho escrito é atribuída pelo professor orientador.
b) a nota da apresentação dos trabalhos é atribuída pela comissão
examinadora
c) a nota da frequência do aluno é atribuída pela presença a todas as
apresentações de PIs do seu respectivo turno.
O resultado final é a média ponderada das notas do professor orientador
(peso:4); da média aritmética das notas dos professores da comissão
examinadora (peso:4); e a frequência do aluno durante as apresentações dos
trabalhos (peso 2):
NA = NPO x 4 + NCE x 4 + NFA x 2
10
NPO – nota do professor orientador
NCE – nota da comissão examinadora
NFA – nota da frequência do aluno (100%)
8. A comissão examinadora é definida após a inscrição dos projetos.
9. Os casos omissos são analisados pela Comissão dos PIs.

135

ANEXO V

Universidade Federal de Alagoas
Faculdade de Letras - Fale

RESOLUÇÃO Nº 2/2009
FACULDADE DE LETRAS
Aprovada em Sessão Plenária
realizada em setembro de 2009.

Setembro de 2009.

136

RESOLUÇÃO Nº 2/2009 – FALE, de 17 de setembro de 2009.
ESTABELECE NORMAS PARA A ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE
LETRAS – FALE.

O CONSELHO DA FACULDADE DE LETRAS, no uso das atribuições conferidas
pelo art. 6º do Regimento Interno, CONSIDERANDO as indicações de
reformulação feitas pela Comissão de Reestruturação do Trabalho de Conclusão
de Curso (TCC) e de acordo com a deliberação tomada, por ampla maioria, na
Plenária Ordinária mensal ocorrida em 17 de setembro de 2009,
RESOLVE:
Art. 1º – Os TCCs serão coordenados por um/a professor/a do Curso de Letras da
Universidade Federal de Alagoas (Ufal), nomeado/a pelo/a Diretor/a da Faculdade,
através de Portaria, por um período de um ano letivo, podendo ser reconduzido/a.
Parágrafo único. atribuições do coordenador. Dentre as atribuições do/a
coordenador/a do TCC, estão: julgar se há compatibilidade entre a área de
experiência/especialização do orientador e o tema do TCC, podendo rejeitar uma
carta de aceite; receber a monografia do TCC; encaminhar a documentação após
entrega da versão final; receber a carta de aceitação; e solicitar um/a orientador/a
para o/a aluno/a que ainda não o/a tenha.
Art. 2º – O TCC de Letras consistirá em uma pesquisa de caráter monográfico,
apresentada em forma de artigo ou ensaio.
Art. 3º – O objetivo geral do TCC é propiciar aos/às alunos/as do Curso de Letras
a oportunidade de elaborar um trabalho acadêmico-científico relacionado aos
estudos linguísticos e literários, constantes do desenho curricular de Letras, e
elaborado segundo as normas técnicas de produção de trabalhos científicos.
Art. 4º – A pesquisa do TCC deverá ser desenvolvida individualmente.
Art. 5º – O/A aluno/a deverá solicitar orientação a um/a professor/a, que lhe dará
uma carta de aceitação.
§1º – A carta de aceitação, que terá validade de dois períodos letivos, deverá ser
encaminhada ao/à Coordenador/a do TCC, acompanhada da proposta de trabalho.
§2º – A carta de aceitação deverá ser encaminhada a partir do 5º período até o
final do 6º período letivo.
§3º – O/A aluno/a que estiver sem orientador/a deverá encaminhar ao/à
Coordenador/a do TCC uma solicitação de orientação, no 5º semestre do Curso,
acompanhada da proposta do TCC, para as devidas providências.
Art. 6º – O TCC poderá ser desenvolvido sob a orientação de professores/as tanto
de Letras quanto de outros cursos da Ufal, desde que aqueles/as estejam
cadastrados junto à Coordenação de Letras e tenham produção e/ou experiência
vinculada à área de estudos do trabalho.
Parágrafo único. O/A orientando/a, de comum acordo com seu orientador/a, pode
solicitar a colaboração de um/a coorientador/a.
Art. 7º – Orientador/a e orientando/a poderão desfazer o vínculo autorizado pela
Coordenação de Graduação, mediante justificativa.
Art. 8º – Compete ao/à orientador/a:
a) acompanhar sistematicamente o trabalho dos/as orientandos/as; e
b) entregar ao/à Coordenador/a do TCC a ficha de acompanhamento semestral
do/a orientando/a, ao final de cada semestre letivo.
Art. 9º – Compete ao/à orientando/a:
a) participar das reuniões e sessões de estudo convocadas pelo/a orientador/a;
b) cumprir os prazos fixados para a entrega de atividades; e

137

c) apresentar o TCC de conformidade com o Artigo 12 e subsequentes.
Art. 10 – Os critérios de avaliação do TCC serão os seguintes:
a) relevância do tema;
b) adequação da fundamentação teórico-metodológica ao tema;
c) equilíbrio e inter-relação na divisão das partes do trabalho;
d) utilização da linguagem acadêmica na redação; e
e) atendimento aos padrões e às normas técnicas de produção de trabalhos
científicos.
Art. 11 – A formatação do TCC deve apresentar os seguintes requisitos:
a) a digitação deve ser em espaço 1,5; o papel, em formato A-4; a fonte 12; e o
tipo de letra é o Times New Roman;
b) as margens inferior e direita devem ter 2,5cm cada;
c) as margens superior e esquerda devem ter 3cm;
d) a encadernação encaminhada para a banca deverá ser em forma impressa
simples, sem exigência de brochura;
e) o TCC deve ter, no mínimo, 15 e, no máximo, 50 páginas, da introdução à
conclusão.
Parágrafo único. A capa da versão definitiva do TCC deverá seguir o modelo
padrão da Fale.
Art. 12 – A monografia deverá ser entregue ao/à Coordenador/a do TCC no prazo
máximo de sessenta dias antes do término do 8º período, em 3 exemplares, para
ser encaminhados aos membros da banca examinadora.
§1º – O/A orientador/a comunicará à Coordenação do Curso de Letras a
composição da banca examinadora.
§2º – O/A aluno/a que descumprir o disposto no caput do Art. 12 só poderá
reapresentar o TCC trinta dias antes do prazo estabelecido pelo cronograma da
Reitoria para colações de grau fora do prazo.
§3º – O/A aluno/a que descumprir os prazos terá de efetuar rematrícula para o
TCC.
Art. 13 – O TCC será avaliado por uma banca examinadora, presidida pelo/a
orientador/a da monografia e por mais dois/duas docentes.
Parágrafo único. O/A orientador/a deve indicar um/a suplente que fica
encarregado/a de substituir qualquer um/a dos/as titulares em caso de
impedimento de um/a deles/as.
Art. 14 – Os/a integrantes da banca examinadora, a contar da data prevista no Art.
12, têm o prazo de até vinte dias para proceder à leitura e à avaliação da
monografia.
§ 1º - Os/as integrantes da banca examinadora receberão uma cópia do TCC
impressa e encadernada de forma simples.
§ 2º – O/A discente tem até quinze dias após a divulgação do resultado da banca
para entregar a cópia definitiva à Coordenação.
§ 3º - A versão definitiva do TCC a ser entregue à Coordenação será em CD.
Art. 15 – A nota final do/a aluno/a será a média ponderada entre a média
aritmética das notas atribuídas pela banca examinadora.
§1º – Para aprovação, o/a aluno/a deverá obter nota igual ou superior a 7,0 (sete
inteiros).
§ 2º A apresentação do TCC poderá ser pública ou não, a critério do/a
orientador/a.
§ 3º - No caso de o TCC ser apresentado de forma pública, a apresentação poderá
ocorrer sob a forma de comunicação oral durante a Semana de Letras (1º

138

semestre) ou no Congresso Acadêmico (2º semestre), ou em eventos similares,
com a presença dos/as integrantes da banca examinadora.
§ 4º A Coordenação de TCC só encaminhará a documentação dos/as alunos/as
que tiverem entregado a versão final (em CD e uma cópia impressa) à
coordenação.
Art. 16 – Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado do Curso de Letras.
Art. 17 – Esta Resolução entrará em vigor na data de sua aprovação pelo
Colegiado de Curso.
CARTA DE ACEITAÇÃO
ALUNO/A: _________________________________________________________________________________
MATRÍCULA: ____________________________ E-MAIL: ___________________________________
TEL.: ______________________ ENDEREÇO: ____________________________________________
CURSO: ______________________ ANO DE ENTRADA: ______________ TURNO: ____________

ORIENTADOR/A: _________________________________________________________________________
E-MAIL: ______________________________________ TEL: __________________ UA: __________
ATUAÇÃO NA FALE: ( ) GRADUAÇÃO ( ) PPGLL ( ) NÃO

PROJETO: ________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
OUTROS (ESPECIFIQUE): ____________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
ÁREA DO CONHECIMENTO:
( ) ESTUDOS LINGUÍSTICOS ( ) ESTUDOS LITERÁRIOS

FICHA DE ACOMPANHAMENTO SEMESTRAL
RELATÓRIO SUCINTO DAS ATIVIDADES REALIZADAS:
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
Maceió,_____________ de__________________ de 20_______
PROFESSOR/A RESPONSÁVEL: _______________________________________
COORDENADOR/A:____________________________________________________
ESTA FICHA DEVERÁ SER ENTREGUE NA COORDENAÇÃO DOS CURSOS DE
GRADUAÇÃO EM LETRAS ATÉ O PRAZO FINAL DE DIGITAÇÃO DE NOTAS.

139

ANEXO VI
FACULDADE DE LETRAS

RESOLUÇÃO Nº 004/2012 - FALE, de 15 de maio de 2012.
Estabelece normas para a realização do
Estágio Supervisionado do Curso de
Letras
O Colegiado do Curso de Letras, no uso de suas atribuições legais e estatutárias,
CONSIDERANDO as indicações de reformulação feitas pela Comissão de Estágio
Supervisionado;
RESOLVE:
Art. 1º Estabelecer normas para a realização do Estágio Supervisionado do Curso de
Letras da Universidade Federal de Alagoas.

CAPÍTULO I
DO ESTÁGIO E SUAS FINALIDADES
Art. 2 º - O Estágio Supervisionado do Curso de Licenciatura em Letras com
habilitação em Português, Inglês, Espanhol e Francês fundamenta-se na Lei nº11. 788,
de 25.09.2008, na Resolução CNE/CP 1, de 18 de fevereiro de 2002, na Resolução
CNE/CP 2, de 19 de fevereiro de 2002 e na Resolução Nº 71/2006 CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006 que disciplina os estágios curriculares
dos cursos de graduação da UFAL.

§ 1º. O Estágio é um conjunto de atividades e práticas que consta no Projeto
Pedagógico do Curso de Licenciatura em Letras com habilitação em Português, Inglês,
Espanhol e Francês como Estágio Supervisionado.

140

§ 2º. O Estágio visa ao desenvolvimento de competências próprias da atividade
profissional docente – conhecimentos teórico-conceituais, habilidades e atitudes – e à
contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do(a) estagiário(a) para a
vida cidadã e para o mundo do trabalho.

§ 3º. Os Estágios S upervisionados em Língua Portuguesa, Inglesa, Espanhola e
Francesa serão realizados a partir do 5º período e deverão contemplar, por exemplo,
atividades de ensino, a observação da prática docente e a regência de aulas nos ensinos
Fundamental e Médio.

Art. 3º - São objetivos do Estágio Supervisionado:

I. Formar um profissional atuante, crítico, capaz de transitar pelas esferas do saber,
aliando conhecimento, valores socioculturais e necessidades individuais dos alunos.
II. Possibilitar a reflexão sobre o cotidiano escolar, a análise dos pressupostos teóricos
estudados e sua prática, a fim de que o(a) estagiário(a) possa assumir posicionamento
crítico aliado à competência técnica-metodológica e compromisso político do seu papel
na sociedade.
III. Possibilitar, por meio do contato constante com as diversas realidades escolares e
instâncias educacionais, a reflexão crítica e contextualizada sobre o papel do educador,
da escola e do ensino de língua e literatura da sua habilitação ou área de atuação.
IV. Estabelecer formas de desenvolvimento e articulação entre os componentes
curriculares teóricos, a dimensão prática, as disciplinas eletivas, as atividades
extensionistas, as ações de formação continuada, os projetos de pesquisa desenvolvidos
pelos docentes da FALE.
V. Proporcionar, ao graduando, condições para a reflexão ao fazer a transposição
didática dos conteúdos da área de Letras de suas habilitações para a Educação Básica
(Ensino Fundamental e Ensino Médio);
VI. Proporcionar, ao graduando, condições para o desenvolvimento das atividades de
observação, análise, síntese e reflexão críticas do trabalho pedagógico e da realidade
em que atua, enquanto agente do processo ensino-aprendizagem para a formação de
cidadãos;

141

VII. Integrar o Curso de Licenciatura em Letras nas habilitações Português, Inglês,
Espanhol e Francês da UFAL, às demais Instituições de Educação Básica das redes
pública e privada de ensino.
VIII. Tomar a prática como objeto de reflexão organizada e compartilhada, como campo
de conhecimento específico do professor;
IX. Envolver-se na prática pedagógica, afetiva e cognitivamente, questionando as
próprias crenças, propondo e experimentando alternativas;
X. Promover interações com o corpo docente e discente das instituições parceiras.
Art. 4º – O Estágio Supervisionado deve ser planejado, executado, acompanhado e
avaliado pela Comissão de Estágio Supervisionado em conformidade com o Projeto do
Curso de Licenciatura em Letras nas habilitações Português, Inglês, Espanhol e Francês
da UFAL, e, respeitando, o calendário acadêmico.

CAPÍTULO II
DA ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO
Art. 5º – O (A) estagiário(a) deverá receber da Coordenação de Estágio da Faculdade
de Letras os seguintes documentos, no início do semestre letivo:
I – Carta de apresentação do(a) estágiário(a) assinada pela Coordenação de Estágio
da Faculdade de Letras atestando que o(a) estagiário(a) é aluno(a) regularmente
matriculado(a) e apto(a) a realizar estágio no semestre.
II – Carta de aceite para que o responsável da unidade escolar ou do órgão
competente onde o estágio será realizado autorize o(a) estagiário(a) a cumprir as
atividades requeridas de estágio.
III – Ficha de controle das atividades de Estágio Supervisionado na qual o(a)
estágiário(a) irá registrar as atividades realizadas.
Art. 6º – Ao término do estágio, o(a)

estagiário(a) deverá entregar ao professor

responsável pelo Estágio Supervisionado:
I – A carta de aceite assinada pelo responsável da unidade escolar ou do órgão
competente onde o estágio foi realizado.
II – O Relatório individual de Estágio Supervisionado.
142

III – A ficha de controle preenchida corretamente e assinada pelo responsável da
unidade escolar ou do órgão competente onde o estágio foi realizado.

CAPÍTULO III

DO LOCAL DE REALIZAÇÃO
Art. 7º – O Estágio Supervisionado será realizado, preferencialmente, em instituições
escolares públicas e privadas da Educação Básica, em cursos livres de idiomas, em alguns
órgãos da UFAL, bem como projetos institucionais de ensino, pesquisa e extensão, desde
que apresentem condições para:
I.

Planejamento e execução conjunta das atividades de estágio.

II.

Aprofundamento dos conhecimentos prático-teóricos a partir das experiências

vividas em situações concretas das atividades de estágio.
Art. 8º – O Estágio Supervisionado poderá ser realizado em mais de um instituição
pública ou privada, na área de formação do aluno.
Parágrafo único – O(A) estagiário(a) deverá, preferencialmente, exercer as atividades de
regência na instituição em que desenvolveu o Estágio de observação.

CAPÍTULO IV
DAS ATRIBUIÇÕES DOS ENVOLVIDOS NO PROCESSO DE ESTÁGIO

SEÇÃO I
DO COORDENADOR DO CURSO DE LETRAS
Art. 9º – Ao Coordenador do Curso compete:

I. Indicar um membro da Comissão de Estágio Supervisionado como Coordenador de
Estágio Supervisionado;
II.

Designar a Comissão de Estágio Curricular Supervisionado responsável pelas

providências necessárias à efetiva realização do Estágio;

143

III. Arquivar por dois anos os documentos comprobatórios dos estagiários (os relatórios
de estágio supervisionado assinados pelo professor supervisor e pelo(a) estagiário(a), as
fichas de controle de estágio supervisionado e as cartas de aceite e de recebimento do
relatório pelo responsável da unidade escolar ou do órgão competente onde o estágio foi
realizado).
Parágrafo único – A Comissão de Estágio Curricular Supervisionado será composta
pelo coordenador do Curso de Letras, pelo coordenador de Estágio e por Professores
Responsáveis pelo Estágio Supervisionado, lotados na Faculdade de Letras.

SEÇÃO II
DO COORDENADOR DE ESTÁGIO
Art. 10º – É de competência do Coordenador de Estágio:
I – Disponibilizar horário, na coordenação do curso, para planejar, orientar, acompanhar
e avaliar as atividades propostas referentes a essa atividade curricular.
II – Convocar a Comissão para as reuniões.
III- Organizar a participação dos integrantes da Comissão nas discussões de
planejamento e desenvolvimento do Estágio Supervisionado.
IV – Vistar, ao final de cada período letivo, os documentos comprobatórios recebidos
dos professores responsáveis pelo Estágio Supervisionado.
V – Entregar os documentos comprobatórios dos estagiários ao Coordenador de
Graduação no final de cada período letivo.
Art. 11º – Em relação aos alunos, cabe ao Coordenador de Estágio Supervisionado:
I – Prestar esclarecimentos a respeito de dúvidas gerais sobre a realização dos estágios.
II – Divulgar dias e horários de atendimento.

SEÇÃO III
DA COMISSÃO DE ESTÁGIO
Art. 12º – À Comissão de Estágio compete:

I. Avaliar, propor mudanças, se necessário, e aprovar os Planos de Estágio
144

Supervisionado e os instrumentos de avaliação;

II. Viabilizar o desenvolvimento e o acompanhamento do Estágio Supervisionado;

III. Participar do Seminário de Socialização do Estágio Supervisionado e estimular a
participação dos demais professores do Curso nesse evento;

IV. Resolver os casos omissos, considerando a legislação vigente.

SEÇÃO IV
DO PROFESSOR RESPONSÁVEL PELO ESTÁGIO
Art. 13º – Ao Professor Responsável pelo Estágio Supervisionado compete:

I. Aprovar o Plano de Estágio apresentado pelos estagiários, levando em consideração
os objetivos estabelecidos nesta Resolução;

II. Encaminhar os estagiários para o desenvolvimento do Estágio em Línguas
Portuguesa, Espanhola, Inglesa e Francesa na Educação Básica, preferencialmente em
unidades escolares da rede pública de ensino e/ou escolas de línguas estrangeiras;

III. Organizar o Seminário de Socialização do Estágio Supervisionado, o qual visa a
avaliar as atividades desenvolvidas pelos estagiários;

IV. Fixar e divulgar a data e horário do Seminário de Socialização do Estágio
Supervisionado;

V. Acompanhar os estagiários no Seminário de Socialização de Estágio;

VI. Orientar os estagiários para a apresentação de Relatório ao final de cada período
letivo em que o Estágio se realiza;

VII. Avaliar o Relatório Final de Estágio;

145

VIII. Realizar a avaliação final dos estagiários e efetuar o lançamento das notas no
SIE WEB;

IX. Recolher dos estagiários sob sua supervisão, ao final de cada período letivo, os
documentos comprobatórios da realização do Estágio Supervisionado (relatórios de
estágio assinados, as fichas de controle de estágio supervisionado, as cartas de aceite e de
recebimento do relatório pelo responsável da unidade escolar ou do órgão competente
onde o estágio foi realizado) e entregá-los ao Coordenador de Estágio Supervisionado.

SEÇÃO V
DO(A) ESTAGIÁRIO(A)
Art. 14º – É de competência do(a) estagiário(a):

I. Seguir as normas estabelecidas por esta Resolução;

II. Elaborar o Plano de Estágio em comum acordo com o Professor supervisor do
Estágio Supervisionado;

III. Apresentar o Plano de Estágio ao Professor Supervisor do Estágio Supervisionado,
no prazo mínimo de 10 (dez) dias antes da data prevista para o início das atividades;

IV. Acatar as normas da Instituição de Ensino em que ocorrerá o Estágio;

VI. Apresentar, ao final das atividades, o Relatório de Estágio ao Professor supervisor
do Estágio Supervisionado;

VII. Participar do Seminário de Socialização de Estágio;

VIII. Apresentar o Relatório de Estágio no Seminário de Socialização de Estágio.

IX. Ter uma postura ética ao manter um ótimo relacionamento com todos os profissionais
da unidade escolar e eximir-se de criticá-los, especialmente no local do estágio.

146

Parágrafo único – o(a) estagiário(a) que desenvolve seu Estágio na instituição em que
trabalha deve fazê-lo fora de suas atividades rotineiras ou dentro delas, desde que
contemple um caráter inovador.

CAPÍTULO V
DO DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO

SEÇÃO I
DO PLANO DE ESTÁGIO
Art. 15º – Deverão constar no Plano de Estágio Supervisionado, obrigatoriamente:
I.Dados de identificação do(a) estagiário(a);
II.Identificação do Estabelecimento de Ensino onde será realizado o Estágio;
III. Pressupostos teóricos dos conteúdos etruturantes;
IV.Desenvolvimento metodológico dos conteúdos estruturantes a serem aplicados;
V.Cronograma das atividades a serem desenvolvidas;
VI.Bibliografia de consulta e de referência.
Art. 16º – O Plano de Estágio deverá ser apresentado pelo estudante ao Professor
Responsável pelo Estágio Supervisionado, para análise, discussão e aprovação, no
prazo mínimo de 10 (dez) dias antes da data prevista para início das atividades.

SEÇÃO II
DA DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
Art. 17º – O Estágio Supervisionado está distribuído em 4 semestres, a partir do quinto
período do curso de Letras.
I – A carga horária do Estágio Supervisionado 1 contempla 80 horas e está
distribuída em:
5h planejamento
15h supervisão
15h caracterização
20h atividades de estágio no Ensino Fundamental ou Médio (ver observação
abaixo)
147

20h elaboração de relatório
05h socialização das experiências
II – A carga horária do Estágio Supervisionado 2 contempla 80 horas e está
distribuída em:
5h planejamento
15h supervisão
30h atividades de estágio no Ensino Fundamental ou Médio (ver
observação abaixo)
10h registros sobre a prática
20h elaboração de relatório
III – A carga horária do Estágio Supervisionado 3 contempla 80 horas e está
distribuída em:
5h planejamento
5h supervisão
10h para caracterização Unidade Escolar
5h entrevistas
15h observação no ensino fundamental
10h elaboração de aula para regência
15h regência no ensino fundamental
5h socialização das experiências e reflexão
10h elaboração de relatório
IV – A carga horária do Estágio Supervisionado 4 contempla 160 horas e
está distribuída em:
10 h planejamento
10 h supervisão
30 h para caracterização da Unidade Escolar
10 h entrevistas
15h observação no ensino médio
20h elaboração de aula
15h regência no ensino médio
05 h socialização das experiências e reflexão
148

20h elaboração de relatório

Parágrafo único: As atividades de Ensino para o Estágio Supervisionado 1 e
2 podem ser:
- observação de aula
- participação em aulas
- regência de aulas (parcial ou total)
- participação em eventos culturais, reuniões na escola,
- realização de rodas de leitura
- trabalho na biblioteca
- atividades extra classe (festas, gincanas, atividades culturais)
- acompanhamento de alunos com dificuldades de aprendizagem
- confecção de materiais didáticos
- análise de material didático
- observação de práticas em DVD
- observação e acompanhamento de uma turma-referência
- acompanhamento de grupos de alunos
- pequenos projetos envolvendo o uso de leitura e escrita
- oficinas
- aulas de reforço
- montagem de peças teatrais
Outras atividades de ensino podem ser consideradas mediante aprovação da
Comissão de Estágio.

SEÇÃO III
DA ESTRUTURAÇÃO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO

Todas as atividades desenvolvidas ao longo do estágio devem ser relatadas
em um Relatório Final, do qual devem constar:
1. Apresentação: Situar a disciplina e a discussão teórica de base, de acordo
com o tema selecionado e desenvolvido. Ex: Produção escrita – Ortografia Dificuldades da aprendizagem em LP - Avaliação em leitura etc.; local de
realização do estágio, objetivos previamente traçados; como a proposta foi
elaborada, dificuldades encontradas no início do estágio e como foi possível
149

seguir o planejamento, etapas da atividade programada e as adaptações que
foram feitas.
2. Caracterização da escola - Dados Gerais:
a) Identificação da Escola: Campo de estágio (nome completo da escola;
localização; níveis e modalidades de ensino; turnos de funcionamento).
b) Instalações da Escola: Infraestrutura e recursos materiais (Bibliotecadimensões, acervo, capacidade, uso, tipo de atendimento; Sala de informática
e recursos tecnológicos; distribuição dos espaços e serviços de apoio).
c) Organização do trabalho escolar: Calendário escolar; Horários de
funcionamento; Índices de evasão e repetência.
d) Prática Sócio-Político-Pedagógica: Identificar a existência de projetos e/ou
programas em desenvolvimento; planejamento: como é feito, quem participa;
entrevista com representantes da direção, coordenadores, professores.
3. Diário de Campo: Descrição e reflexão sobre o trabalho desenvolvido –
observação

ou

regência

-

registrando

os

conteúdos

abordados,

as

metodologias, as estratégias adotadas e as avaliações empregadas, as datas
de realização e os tipos de atividades observadas e/ou desenvolvidas.
4. Análise de dados e produtos de aprendizagem: Relatório que pode ser feito
por grupo de atuação (mais ou menos quatro a oito alunos que se revezam nas
atividades na Escola). Nessa parte do Relatório, cada aluno ou dupla
desenvolve a análise de um produto, resultado do trabalho desenvolvido na
Escola: versões de textos, manuscritos, comparação de atividades etc., tendo
como base teórica os conceitos discutidos na disciplina e no curso.
5. Considerações finais: O aluno pode abordar questões, tais como a
importância do estágio para a formação; dificuldades encontradas e como elas
foram superadas; e sugestões para a melhoria do ensino e da aprendizagem
naquele contexto do estágio.
6. Referências: Autores citados no relatório e nas notas de rodapé.
7. Anexos: Material didático usado pelo professor; produção dos alunos durante
as aulas ou atividades do período de estágio; registro fotográfico, entre outros
materiais ou documentos.

SEÇÃO IV
DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO
150

Art. 18º – Para a avaliação do Estágio Curricular Supervisionado serão consideradas
as seguintes atividades:

I. Apresentação dos Planos de Estágio Supervisionado nos prazos estipulados;

II.Frequência às reuniões de supervisão entre o professor supervisor de
Estágio e o(a) estagiário(a) ;

IV. Apresentação do Relatório Final de Estágio, nos quais deverão constar as
atividades desenvolvidas e as avaliações anteriores, após a conclusão de todas as
etapas, ao professor supervisor;

V. Participação como ouvinte dos relatos de colegas estagiários no Seminário de
Socialização;

VI.

Apresentação oral dos resultados no Seminário de Socialização de Estágio,

coordenado pelo Professor supervisor de Estágio.

Parágrafo único: O estudante que deixar de participar do Seminário de Socialização
deverá, mediante a apresentação de justificativa ao Coordenador de Estágio
Supervisionado, agendar sua apresentação para o evento seguinte.
Art. 19º – A avaliação de desempenho do(a) estagiário(a), nas diferentes fases dos
Estágios de Línguas Portuguesa, Inglesa, Espanhola e Francesa, é feita pelo professor
supervisor que deve considerar:

I.o compromisso e a participação nas atividades propostas;
II.a interlocução e postura colaborativa com o professor supervisor;
III.o desempenho nas atividades pedagógicas;
IV.a capacidade de diagnosticar problemas e propor soluções para situações surgidas
no ambiente escolar;

§1º Em cada etapa da avaliação, serão utilizados instrumentos específicos elaborados
151

pelos professores supervisores e aprovados pela Comissão de Estágio Supervisionado.

§2º - A nota final referente aos Estágios Supervisionados de Licenciatura em Língua
Portuguesa, em Língua Inglesa, em Língua Espanhola e em Língua Francesa deverá
ser composta considerando as notas parciais do aluno obtidas quando da realização
dos Estágios.

§3º - O Relatório Final do Estágio Supervisionado deverá ser elaborado de acordo
com as normas vigentes adotadas pela Comissão de Estágio Supervisionado.

§4º - O Relatório Final de Estágio Curricular Supervisionado deverá ser composto
pelos relatórios parciais desenvolvidos em cada uma das etapas dos Estágios.

§5º - O Relatório Final de Estágio Curricular Supervisionado deverá conter as
assinaturas do estagiário e do seu professor supervisor de Estágio.

Art. 20º - O não cumprimento do previsto nos Artigos desta Resolução implica
reprovação do(a) estagiário(a) em Estágio Supervisionado e na obrigatoriedade de
realização de um novo estágio.

CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 21º – O desenvolvimento das atividades de Estágio prevê as seguintes
modalidades:
I – Observação - destinada a levar o estudante à tomada de contato com a realidade
educacional, especialmente nas situações que envolvem professor-aluno, bem como
elaboração de planejamento, execução e avaliação das atividades escolares.
II – Regência - destinada a permitir ao(à) estagiário(a) ministrar aulas, aplicar um
projeto de intervenção ou outra atividade acerca do processo de ensino e aprendizagem,
sob orientação e supervisão do Professor de Estágio.
III – Participação - realizada para permitir ao estudante tomar parte como
152

cooperador em aulas e em outras atividades educativas definidas pelo Professor de
Estágio Supervisionado.
Art. 22º – Em acordo com o parecer CP/CNE 028, de 02/10/2001, em caso de aluno em
efetivo exercício da atividade docente na educação básica, a carga horária total do
semestre poderá ser reduzida, no máximo, em até 50%.
I – o aluno atuando como docente no Ensino fundamental ou Médio, em escola
reconhecida pelo MEC/Secretaria da Educação, deverá apresentar à Comissão de
Estágio Supervisionado documentação comprobatória descrevendo plano de curso e
especificando as atividades e a carga horária.
II – as atividades do monitor em escolas públicas de Alagoas só serão consideradas se
o(a) estagiário(a) desenvolver projeto ou atividades na sua habilitação ou área de
atuação.
Art. 23º – O(A) estagiário(a) deverá concluir cada estágio em um semestre
letivo.
Art. 24º – Nos termos da legislação vigente, o estágio supervisionado obrigatório para
qualquer habilitação da Faculdade de Letras, não cria vínculo empregatício.
Art. 25º – Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão de Estágio
Supervisionado da Faculdade de Letras.
Art. 26º – A presente Resolução terá vigência após aprovação pelo Conselho da
Faculdade de Letras.
Art. 27º – Esta Resolução poderá ser alterada a qualquer tempo, caso a Comissão de
Estágio julgar necessária, e/ou a pedido de um grupo de professores e mediante a
apresentação e a aprovação do Colegiado e do Conselho do Curso da Faculdade de
Letras da Universidade Federal de Alagoas - Campus A.C. Simões.
Miniauditório Heliônia Cêres – FALE, em 15 de maio de 2012.

Profa. Dra. Eliane Barbosa da Silva
Diretora da FALE
Presidenta do Conselho da FALE
153

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

CARTA DE RECEBIMENTO DE RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

Eu, ____________________________________________________ , responsável por
este

estabelecimento

de

ensino,

recebi

do(a)

aluno(a)

__________________________________________ um exemplar do Relatório de
Estágio Supervisionado contendo informações, descrições e análises do estágio
realizado neste semestre.

Maceió, __________________________ de 201___.

_________________________________________________________________
Carimbo e assinatura do responsávelcarimbo da escola

154

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

CARTA DE APRESENTAÇÃO DO(A) ESTAGIÁRIO(A)
Maceió, 14 de fevereiro de 2011.

Ao
Ilmo(a). Sr(a) Diretor(a)

Assunto: Apresentação de estagiário

Prezado(a) Senhor(a),

Apresentamos a V. S.a, ___________________________________________________ ,
aluno(a) regularmente matriculado no Curso de Licenciatura em Letras/Inglês da
Faculdade de Letras da Universidade Federal de Alagoas – UFAL,

para o

desenvolvimento de atividades de estágio supervisionado nesta unidade de Ensino.

Atenciosamente,

Prof. Dra. Ana Maria Gama Florêncio
Responsável pelo Estágio Supervisionado
FALE – UFAL

155

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

CARTA DE ACEITE
O(A) aluno(a) abaixo designado(a) está credenciado(a), por esta Instituição de Ensino a
solicitar nessa Unidade a devida autorização para o período de estágio, declarando
submeter-se a todas as determinações legais.
Maceió, 1 de setembro de 2011.
_________________________________
Profa. Ma. Rosangela Oliveira Cruz Pimenta
Responsável pelo Estágio Supervisionado
FALE – UFAL

Aluno(a) _____________________________________________________________
E-mail __________________________________ telefone ______________________
Endereço __________________________________________ CEP _______________

Escola ____________________________________________________________________
Endereço __________________________________________________________________
Bairro _____________________________ CEP _______________ Telefone ____________
Nome do(a) Diretor(a) _______________________________________________________

AUTORIZAÇÃO DO(A) DIRETOR(A)
Eu, ____________________________________________________ , responsável pelo
estabelecimento de ensino, autorizo o estágio solicitado pelo(a) aluno(a) acima
designado(a).
Maceió, __________________________ de 2011.
____________________________________
Carimbo e assinatura do responsável

____________________________
Carimbo da escola
156

ANEXO VII

QUADRO DE DISCIPLINAS: concomitância, consecutividade e carga horária de estudo semanal
IES: Universidade Federal de Alagoas
Curso: Letras (Licenciatura) - Habilitação em Língua Espanhola
Por favor, preencha com a carga horária de estudo semanal atribuída para cada disciplina.

Nome do(a) Módulo /
Disciplina

1° Semestre
Carga
horári
a total

Introdução à EAD
Leitura e produção de
texto em Língua
Portuguesa
Teoria Linguística 1
Profissão Docente
Teoria da Literatura 1
Introdução à Língua
Espanhola 1
Projetos Integradores 1
Total/ horas

Nome do(a) Módulo /
Disciplina

60
80

Nome do(a) Módulo /
Disciplina

Sem
ana
1
15

Mês
2
Sem
ana
2
15

Sem
ana
3
15

Sem
ana
4
15

60
60
60
60
40
420

15

4
19

15

4
19

Mês
3

Sem
ana
5

Sem
ana
6

Sem
ana
7

Sem
ana
8

20

20

20

20

15

15

15

15

35

4
39

35

4
39

Mês
4

Sem
ana
9

Sem
ana
10

Sem
ana
11

Sem
ana
12

15

15

15

15

15

4
19

15

4
19

Mês
5

Sem
ana
13

Sem
ana
14

Sem
ana
15

Sem
ana
16

15

15

15

15

15

4
19

15

4
19

Sem
ana
17

Sem
ana
18

Sem Sem
ana ana
19
20

15

15

15

15

15

4
19

15

4
19

2° Semestre
Carga
horári
a total

Organização do trabalho
acadêmico
Teoria Linguística 2
Teoria da Literatura 2
Política e Organização da
Ed. Bás. No Brasil
Introdução à Língua
Espanhola 2
Projetos Integradores 2
Total/ horas

Mês
1

80

Mês
1
Sem
ana
1
20

Mês
2
Sem
ana
2
20

Sem
ana
3
20

Sem
ana
4
20

60
60
80

Mês
3

Sem
ana
5

Sem
ana
6

Sem
ana
7

Sem
ana
8

15

15

15

15

Mês
4

Sem
ana
9

Sem
ana
10

Sem
ana
11

Sem
ana
12

15

15

15

15

Mês
5

Sem
ana
13

Sem
ana
14

Sem
ana
15

Sem
ana
16

20

20

20

20

60
40
380

20

4
24

20

4
24

15

4
19

15

4
19

15

4
19

15

4
19

20

4
24

20

4
24

Sem Sem
ana ana
17
18

Sem Sem
ana ana
19
20

15

15

15

15

15

4
19

15

4
19

3° Semestre
Carga
horári
a total

Mês
1

Mês
2

Mês
3

Mês
4

Mês
5

157

Desenvolvimento e
Aprendizagem
Fundamentos de Libras
Língua Espanhola1
Língua Latina
Língua Espanhola2
Linguística Aplicada
Projetos Integradores 3
Total/ horas

Nome do(a) Módulo /
Disciplina

80
60
60
80
60
80
40
460

Nome do(a) Módulo /
Disciplina

Nome do Módulo /
Disciplina

Língua espanhola 5
História e Cultura AfroBrasileira e Indígena
Pesquisa Educacional
Literatura de Língua
Espanhola 3

4
24

Sem
ana
3
20

20

Sem
ana
4
20

4
24

Sem
ana
5

Sem
ana
6

Sem
ana
7

Sem
ana
8

15
15

15
15

15
15

15
15

30

4
34

30

4
34

Mês
1

Sem
ana
9

Sem
ana
10

Sem
ana
11

Sem
ana
12

20

20

20

20

20

4
24

20

4
24

Sem
ana
2
20

Sem
ana
3
20

Sem
ana
4
20

Mês
3
Sem
ana
6

Sem
ana
7

Sem
ana
8

60

15

15

15

15

45
60

10

10

10

15

80

Sem
ana
1
20

Mês
2
Sem
ana
5

Sem
ana
13

Sem
ana
14

Sem
ana
15

Sem
ana
16

15

15

15

15

15

4
19

15

4
19

Sem Sem
ana ana
17
18

Sem Sem
ana ana
19
20

20

20

20

Mês
4

Sem
ana
9

Sem
ana
10

Sem
ana
11

Sem
ana
12

15

15

15

15

60
45
40
390

20
4
24

20

20
4
24

20

4
24

20

4
24

25

4
29

25

4
34

15

4
19

15

4
19

Mês
5

Sem
ana
13

Sem
ana
14

Sem
ana
15

Sem
ana
16

15

15

15

15

15

4
19

15

4
19

Sem Sem
ana ana
17
18

Sem Sem
ana ana
19
20

10

10

10

10
4
14

10

15
4
19

5° Semestre
Carga
horári
a total

Projeto Pedagógico,
Organização e Gestão do
Trabalho Escolar
Língua Espanhola3
Disciplina Eletiva 3
Literatura de Língua
Espanhola 2
Língua Espanhola 4
Projetos Integradores 5
Estágio Supervisionado 1
Total/ horas

20

Sem
ana
2
20

4° Semestre
Carga
horári
a total

Planejamento, Currículo e
Avaliação de
Aprendizagem
Leitura e Produção de
texto em Espanhol
Disciplina Eletiva 1
Fonética e Fonologia da
Língua Espanhola
Literatura de Língua
Espanhola 1
Disciplina Eletiva 2
Projetos Integradores 4
Total/ horas

Sem
ana
1
20

80

Mês
1
Sem
ana
1
20

Mês
2
Sem
ana
2
20

Sem
ana
3
20

Sem
ana
4
20

60
45
60
60
40
80
425

4
24

4
4
28

4
24

4
4
28

Mês
3

Sem
ana
5

Sem
ana
6

Sem
ana
7

Sem
ana
8

15
10

15
10

15
10

15
15

4
29

4
4
33

4
29

4
4
38

Mês
4

Sem
ana
9

Sem
ana
10

Sem
ana
11

Sem
ana
12

15

15

15

15

4
19

4
4
23

4
19

4
4
23

Mês
5

Sem
ana
13

Sem
ana
14

Sem
ana
15

Sem
ana
16

Sem Sem
ana ana
17
18

15

15
4
4
23

15

15
4
4
23

4
4

4
19

4
19

4
4
8

Sem Sem
ana ana
19
20

4
4

4
4
8

6° Semestre
Carga
horári
a total

60
60
60
60

Mês
1
Sem
ana
1
15

Mês
2
Sem
ana
2
15

Sem
ana
3
15

Sem
ana
4
15

Mês
3

Sem
ana
5

Sem
ana
6

Sem
ana
7

Sem
ana
8

15

15

15

15

Mês
4

Sem
ana
9

Sem
ana
10

Sem
ana
11

Sem
ana
12

15

15

15

15

Mês
5

Sem
ana
13

Sem
ana
14

Sem
ana
15

Sem
ana
16

15

15

15

15

Sem Sem
ana ana
17
18

158

Sem Sem
ana ana
19
20

Disciplina Eletiva 4
Disciplina Eletiva5
Projetos Integradores 6
Estágio Supervisionado 2
Total/ horas

Nome do (a) Módulo /
Disciplina

45
30
40
80
435

Nome do(a) Módulo /
Disciplina

Disciplina Eletiva 7
Estágio Supervisionado 4
Total/ horas

15

4
34

4
4
38

15

15

4
34

4
4
38

7
4
19

4
4
23

4
19

4
4
23

4
19

4
4
23

4
19

4
4
23

4
19

4
4
23

4
19

4
4
23

4
11

7
4
4
15

7
4
11

9
4
4
17

7° Semestre
Carga
horári
a total

Língua Espanhol 6
Disciplina Eletiva 6
Projetos Integradores 7
Estágio Supervisionado 3
Total/ horas

15

60
45
40
80
225

Mês
1

Mês
2

Sem
ana
1
15

Sem
ana
2
15

4
19

4
4
23

Sem
ana
3
15

Sem
ana
4
15

4
19

4
4
23

Mês
3

Mês
4

Mês
5

Sem
ana
5

Sem
ana
6

Sem
ana
7

Sem
ana
8

Sem
ana
9

Sem
ana
10

Sem
ana
11

Sem
ana
12

Sem
ana
13

Sem
ana
14

Sem
ana
15

Sem
ana
16

Sem Sem
ana ana
17
18

10

10
4
4
18

10

15
4
4
23

4
4

4
4
8

4
4

4
4
8

4
4

4
4
8

4
4

4
4
8

4
4

4
14

4
14

4
4
8

Sem Sem
ana ana
19
20

4
4

4
4
8

8° Semestre
Carga
horári
a total

45
160
205

Mês
1
Sem
ana
1
6
8
14

Mês
2
Sem
ana
2
6
8
14

Sem
ana
3
6
8
14

Sem
ana
4
6
8
14

Sem
ana
5
5
8
13

Mês
3
Sem
ana
6
5
8
13

Sem
ana
7
5
8
13

Sem
ana
8
6
8
14

Mês
4

Mês
5

Sem
ana
9

Sem
ana
10

Sem
ana
11

Sem
ana
12

Sem
ana
13

Sem
ana
14

Sem
ana
15

Sem
ana
16

Sem Sem
ana ana
17
18

Sem Sem
ana ana
19
20

8
8

8
8

8
8

8
8

8
8

8
8

8
8

8
8

8
8

8
8

159

8
8

8
8
                
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