Engenharia Civil 2014

Projeto pedagógico de 2006, atualizado em 2014.

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PPC Engenharia Civil - Revisao2014.pdf
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                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CENTRO DE TECNOLOGIA

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL

Maceió - Alagoas
Fevereiro de 2014

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CENTRO DE TECNOLOGIA

CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL

Projeto Político Pedagógico do Curso de
Graduação
em
Engenharia
Civil,
elaborado com objetivo de adequação às
Diretrizes Curriculares Nacionais.

COLEGIADO DO CURSO
COORDENADOR
PROF.ª ADRIANA DE OLIVEIRA SANTOS WEBER
VICE-COORDENADOR
PROF. ROBERALDO CARVALHO DE SOUZA
REPRESENTANTES DOCENTES
PROF. AMARO MONTEIRO DE CARVALHO FILHO
PROF. CELSO LUIZ PIATTI NETO
PROF. FLÁVIO BARBOZA DE LIMA
PROF. FRANCISCO PATRICK ARAÚJO ALMEIDA
PROF. ISMAEL WEBER
a

PROF. KAROLINE ALVES DE MELO MORAES
a

PROF. LUCIANA CORREIA LAURINDO MARTINS VIEIRA
PROF. WAYNE SANTOS DE ASSIS

NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
PROF.ª ADRIANA DE OLIVEIRA SANTOS WEBER
PROF. AMARO MONTEIRO DE CARVALHO FILHO
PROF. CELSO LUIZ PIATTI NETO
PROF. EDUARDO NOBRE LAGES
PROF. FLÁVIO BARBOZA DE LIMA
a

PROF. KAROLINE ALVES DE MELO MORAES

Maceió/Alagoas – Fevereiro de 2014

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

NOME DO CURSO:

Engenharia Civil

TÍTULO OFERTADO:

Engenheiro Civil

PORTARIA DE RECONHECIMENTO: Portaria número 1474 publicada no D.O.U.
de 13/06/2003
TURNO:

Diurno

CARGA HORÁRIA:

3970 horas

DURAÇÃO: Mínima – 10 semestres
Máxima – 15 semestres
VAGAS:

80 (40 no primeiro semestre e 40 no segundo semestre)

PERFIL
A estrutura do curso de Engenharia Civil possibilita a versatilidade profissional dos
profissionais dessa área, em função das áreas abrangidas pelo mesmo. São seis
áreas: Construção Civil, Estruturas, Transportes, Hidráulica e Recursos Hídricos,
Sanitária e Ambiental, Solos e Geotecnia.
O engenheiro tem um perfil múltiplo, que se adapta a várias outras funções, além
daquelas ofertadas diretamente em seu curso, destacando-se pelo raciocínio lógico
e facilidade na resolução de problemas.
CAMPO DE ATUAÇÃO
O engenheiro civil é o profissional responsável pelo planejamento, projeto,
construção e manutenção de obras civis, entre as quais pode-se citar a construção
de edificações, de pontes, de passarelas e viadutos, de portos e aeroportos, de
rodovias, de barragens e dos sistemas de abastecimento de água e de esgotamento
sanitário. É um profissional treinado para solucionar problemas e para encontrar
soluções que proporcionem bem-estar, segurança, funcionalidade e economia para
a sociedade. Os cursos de engenharia civil fornecem, ainda, um forte embasamento
físico-lógico-matemático ao profissional, ajudando, assim, a atuar com desenvoltura
em vários setores da atividade humana, além daqueles que compõem sua formação
básica.

SUMÁRIO

1

INTRODUÇÃO / JUSTIFICATIVA ...................................................................................................1
APRESENTAÇÃO ............................................................................................................................1
CONTEXTO HISTÓRICO ...............................................................................................................2
MARCO REFERENCIAL .............................................................................................................4
MARCO CONCEITUAL ...............................................................................................................5
4.1.
A Engenharia Civil segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais .....................................6
4.2.
A Engenharia Civil segundo CONFEA-CREA ....................................................................8
4.3.
A Engenharia Civil segundo o Conselho Federal de Educação (CFE) ..............................9
5.
CONSIDERAÇÕES FINAIS ..................................................................................................... 10
2
PERFIL PROFISSIOGRÁFICO DO EGRESSO ........................................................................... 12
3
HABILIDADES / COMPETÊNCIAS / ATITUDES ......................................................................... 13
Na Área Cognitiva: ........................................................................................................................ 13
Na Área Humana: ......................................................................................................................... 13
Na Área Psicomotora: ................................................................................................................... 13
Na Área Ética: ............................................................................................................................... 13
4
CONTEÚDO / MATRIZ CURRICULAR ........................................................................................ 15
4.1.
ESTRUTURA PEDAGÓGICA .............................................................................................. 15
4.2.
NORMAS COMPLEMENTARES ......................................................................................... 15
5
ORDENAMENTO CURRICULAR ................................................................................................. 17
5.2.
DISCIPLINAS DO CURSO ................................................................................................... 17
5.2.
PRÉ-REQUISITOS DE DISCIPLINAS ................................................................................. 19
5.3.
RELAÇÃO DE DISCIPLINAS ELETIVAS ............................................................................. 21
5.4.
COMPARAÇÃO QUALITATIVA DA MATRIZ CURRICULAR 2006 ..................................... 24
5.5.
EQUIVALÊNCIA ENTRE OS REGIMES ACADÊMICOS ANUAL E SEMESTRAL .............. 27
5.6.
EMENTÁRIO ........................................................................................................................ 27
6
ESTÁGIO SUPERVISIONADO .................................................................................................... 89
7
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) ..................................................................... 90
8
ATIVIDADES COMPLEMENTARES ............................................................................................ 91
8.1.
PROGRAMAS DE APOIO........................................................................................................... 91
8.1.1.
Curso de Nivelamento ................................................................................................. 91
8.1.2.
Programa de Orientação Acadêmica – PROA ............................................................ 92
8.1.3.
Monitoria ...................................................................................................................... 92
8.1.4.
Programa de Educação Tutorial – PET ...................................................................... 93
8.1.5.
Programa de Capacitação Discente – PEC ................................................................ 95
8.1.6.
Empresa Júnior de Engenharia Civil e Arquitetura - EJEC......................................... 97
8.2.
RELAÇÃO ENTRE A GRADUAÇÃO E A PÓS-GRADUAÇÃO............................................. 98
8.3.
RELAÇÃO ENTRE O CURSO DE ENGENHARIA CIVIL E A EXTENSÃO .......................... 99
9
AVALIAÇÃO ............................................................................................................................... 100
9.1.
CONCEPÇÃO ........................................................................................................................ 100
9.2.
AVALIAÇÃO DAS DISCIPLINAS DO CURSO ................................................................... 101
9.2.
AVALIAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO .................................................. 102
10 CONSIDERAÇÕES FINAIS........................................................................................................ 104
1.
2.
3.
4.

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

1

1 INTRODUÇÃO / JUSTIFICATIVA
1.1

APRESENTAÇÃO
Este documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de

Engenharia Civil da UFAL – matriz curricular 2006. A necessidade de apresentar um
novo projeto surgiu da reestruturação do regime acadêmico da Universidade,
passando de regime anual para regime semestral. Nessa nova estrutura, o
Colegiado optou por fazer uma revisão completa do documento de 1998, visando
adequá-lo tanto ao novo regime acadêmico da UFAL (semestral) quanto às novas
Diretrizes Curriculares Nacionais, aprovadas em 2002.
Nesta nova versão do PPC buscou-se, da mesma forma, avaliar as
tendências da Engenharia Civil, adequando as disciplinas existentes e incorporando
novas em sua matriz curricular.
Ao apresentar-se a história dos currículos do Curso de Engenharia da
Habilitação Civil, não se tem a pretensão de apenas traçar uma lista de disciplinas
oferecidas em anos anteriores e as atuais. Posto que, a história dos currículos em
particular “tem a responsabilidade específica de analisar o significado das diferentes
práticas educativas numa perspectiva histórica“, sem, contudo, pensar o passado
com os critérios do presente, pois isso poderia formar uma falsa visão de
estabilidade, uma vez que o trabalho acadêmico nunca está acabado, completo.
A proposta curricular do Curso é a expressão viva e real da filosofia da
educação seguida por ele e representa a própria filosofia de ação, como um todo,
unificada. Aí estão determinados os objetivos do Curso em si e os dos alunos.
Disciplinas, atividades, experiências, conteúdos, metodologia, recursos específicos
buscam conjuntamente possibilitar o alcance dos objetivos em sua mais abrangente
dimensão, desenvolvendo habilidades, fornecendo princípios e diretrizes úteis à vida
dos egressos em Engenharia Civil enquanto cidadãos e profissionais.
Busca-se exercitar o currículo como algo dinâmico e abrangente,
envolvendo situações circunstanciais da vida acadêmica e social do discente. Isso
significa um trabalho conjunto em que, Colegiado do Curso, Direção de Unidade

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Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

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Acadêmica, professores, técnicos administrativos e alunos interagem, num processo
educacional conjunto, na consecução dos objetivos.
A coordenação didático-pedagógica do Curso de Engenharia Civil
compete ao Colegiado, composto por professores que ministram disciplinas no
Curso e representantes do corpo discente e técnico-administrativo. Estes membros,
atentos às especificidades do Projeto Pedagógico do Curso, voltam-se para as
novas competências e habilidades do ensino compatibilizando-as com o perfil
atribuído ao profissional aguardado pela sociedade, visualizando ainda os
enfrentamentos que o curso tem na conciliação e integração da pesquisa, ensino e
extensão.
O Colegiado de Curso traz consigo desafios a serem vencidos, tais como:
integração/interdisciplinaridade em suas diferentes dimensões; contextualização
curricular permanente; promoção da pesquisa no ensino; apoio a práticas
extensivas, à formação continuada dos professores; e a busca contínua pela
excelência acadêmica.
Nessa perspectiva, o Curso não pretende ter o sentido de isolamento,
vivendo apenas a relação com o aluno dentro da Universidade. Pretende, isto sim,
pensar o currículo para uma prática educativa contextualizada e coerente com o
mundo globalizado em que atua, sem perder de vista o regional.

1.2

CONTEXTO HISTÓRICO
A primeira estrutura curricular do Curso foi apresentada na criação do

mesmo, em 1955. A partir de 1971, os professores reunidos no Colegiado de Curso,
com apoio de professores de outras áreas de conhecimento, promoveram a reforma
encerrando com o regime seriado anual e iniciando o regime de crédito semestral
que durante vinte e três anos foi levada a efeito. Em 1994 por uma deliberação dos
conselhos superiores da UFAL ao colegiado da época não restou alternativa que
não fosse mudar o regime acadêmico para o regime seriado anual, que está sendo
levado a efeito com encerramento previsto para 2005. Essas duas últimas estruturas
curriculares foram de suma importância para o processo de consolidação do ensino
da Engenharia Civil na UFAL. Ressalta-se que a estrutura curricular vigente, seriado
anual, foi objeto de reflexão e discussão da Instituição, iniciada em 1993 deu origem

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a novas discussões que levaram a consolidação desta reforma curricular do Curso e
sua implantação em 1994.
O Curso de Engenharia Civil da UFAL vem, ao longo dos seus cinquenta
anos de existência, evoluindo e se adequando de acordo com as novas concepções
necessárias para a formação de seus egressos. O intuito é que os mesmos estejam
aptos a atuarem de forma exitosa na sua vida profissional, após a conclusão do seu
curso, não se considerando, no entanto, que a formação esteja concluída, ela deve
ser permanentemente atualizada e adaptada aos novos conceitos, tecnologias e
necessidades, traduzidas nos seguintes objetivos:
Objetivo geral
Definir uma política pedagógica para formação do Engenheiro Civil da
Universidade Federal de Alagoas, de modo a atender às demandas da sociedade
com vistas às políticas de desenvolvimento nacional, onde competição, com base
nos conhecimentos científicos e tecnológicos e a responsabilidade para um
desenvolvimento sustentável são parâmetros fundamentais.
Objetivos Específicos
Para atingir a formação acadêmica do curso de Engenharia Civil, as
seguintes metas serão perseguidas:
1) Conscientizar o discente de sua condição de futuro engenheiro,
experimentando, desde as primeiras disciplinas, a prática de
participação em atividades de extensão e/ou pesquisa que o envolva
com a profissão vivenciando, mesmo que de início timidamente, a
realidade de mercado.
2) Definir estratégias de realização atualizada do ensino de graduação
deste curso, objetivando formar profissional capaz de propor soluções
que sejam não apenas tecnicamente corretas, mas incorporando no
seu pensar a visualização dos problemas em sua totalidade, inseridos
numa cadeia de causas e efeitos de múltiplas dimensões, identificado
com os conceitos de controle de qualidade, desenvolvimento
sustentável, e com o domínio das novas técnicas disponíveis para
utilização na Engenharia.

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4

3) Propiciar ao discente condições de se tornar, além de um profissional
bem formado, um cidadão com pleno conhecimento da realidade atual
de seu país e das medidas a serem adotadas na promoção do bem
estar de nossa sociedade.

1.3

MARCO REFERENCIAL
O cenário mundial dos próximos anos no campo das engenharias estará

caracterizado por uma competição acirrada, onde os produtos e serviços primarão
pela qualidade, induzindo, logicamente, a competência como parâmetro fundamental
na gerência conceptiva ou executiva das empresas e órgãos governamentais.
Nosso país, para acompanhar este cenário, precisa desenvolver ações
que permitam otimizar toda política nas áreas de educação (em todos os níveis),
saúde, habitação e emprego. Não podemos conviver com um déficit habitacional, um
sistema de saúde precário e a pobreza cada vez mais gritante da população tanto
nacional, como principalmente a regional, sem somarmos esforços que estejam
direcionados para o modelo vigente.
O profissional precisa estar consciente desta realidade. As empresas
precisam, junto às universidades, investirem em pesquisas, a fim de que o país
acompanhe

a

evolução

das

tecnologias,

desenvolvendo-se

e

tornando-se

competitivo. Não é concebível, por exemplo, que numa obra de construção civil o
desperdício possa chegar a 40% de material, por emprego de tecnologia
inadequada.
As atividades da Engenharia Civil, de concepção ou de execução,
poderão ter, cada vez mais, característica global, com o desenvolvimento e
competição de produtos mundiais.
Como o desenvolvimento tecnológico será cada vez mais dependente das
atividades de pesquisa e um volume sempre maior de conhecimentos científicos
estará à disposição das nações, será primordial que o governo e a sociedade se
empenhem ao máximo para apropriar e adaptar esses conhecimentos na solução de
parte de nossos problemas sócio-econômicos.

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Do ponto de vista da sustentabilidade, as questões ambientais, no âmbito
da Engenharia Civil, ganham importância. Com mananciais cada vez mais poluídos,
escassez hídrica em todos os níveis, problemas relacionados à gestão de resíduos
sólidos urbanos e da construção civil, os profissionais de Engenharia Civil deverão
ter uma visão global do ambiente no qual estão inseridos, de forma a promover as
intervenções necessárias para garantir o bem estar das populações atuais e futuras.
Da mesma forma, as questões relacionadas à circulação e transportes ganham
importância, não só econômica, visando o escoamento de produção, mas também
de segurança e conforto, no planejamento dos transportes urbanos.

1.4

MARCO CONCEITUAL
A nova correlação de poder político e econômico que se articula no

mundo, que, com a formação de blocos regionais e as profundas transformações no
sistema produtivo, influenciarão sobremaneira o comportamento dos setores
produtivos nacionais e regionais, exigindo uma maior competência e eficácia do
engenheiro para converter em aplicações práticas os resultados de novas
descobertas científicas e tecnológicas.
Sendo diversas as subáreas da Engenharia Civil – materiais e construção
civil, estruturas, transportes e geotecnia, recursos hídricos, saneamento, etc. –
precisamos dotar o profissional formado por esta IES de conhecimentos básicos de
execução e concepção em todas essas subáreas, a fim de que o mesmo tenha mais
facilidade quando eleger, por vocação ou necessidade, sua especialização.
De acordo com a ABENGE, CONFEA e FABESP, foram identificadas as
principais características que as empresas têm adotado como referência para a
seleção, treinamento e desenvolvimento de seus engenheiros:
– Capacidade de utilização da informática como ferramenta usual e
rotineira;
– Boa comunicação oral e escrita, em pelo menos duas línguas;
– Sólida formação cultural e tecnológica;
– Participação em sistemas de educação continuada;
– Domínio das seguintes habilidades e posturas: criatividade e inserção
no mundo; capacidade e hábito de pesquisar; exercício e

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desenvolvimento do senso crítico; capacidade de trabalhar em grupo e
liderar pessoas; e experiência em modelos avançados de gerência.
1.4.1 A Engenharia Civil segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais
A Resolução no 11 do Conselho Nacional de Educação/Câmara de
Educação Superior - CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, institui as Diretrizes
Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Engenharia. O perfil
desejado para o engenheiro graduado é definido, em seu ART 3 o, tendo como base
uma formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e
desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na
identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos,
econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em
atendimento às demandas da sociedade.
No artigo quarto, o objetivo na formação do Engenheiro é definido, como
se segue:
Art. 4º A formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos
conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e
habilidades gerais:
I - aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e
instrumentais à engenharia;
II - projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
III - conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
IV - planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de
engenharia;
V - identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
VI - desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
VI - supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
VII - avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
VIII - comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
IX - atuar em equipes multidisciplinares;
X - compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;
XI - avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e
ambiental;

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XII - avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
XIII - assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
As questões relativas ao Projeto Pedagógico do Curso são discutidas no
artigo quinto, apontando, com destaque, para atividades extracurriculares individuais
e em grupo, para os trabalhos de síntese e integração de conhecimentos, para as
atividades

complementares

(trabalhos

de

iniciação

científica,

projetos

multidisciplinares, visitas teóricas, trabalhos em equipe, desenvolvimento de
protótipos, monitorias, participação em empresas juniores e outras atividades
empreendedoras).
Para os cursos de Engenharia as DCN’s definem, em seu artigo sexto, os
conteúdos a serem trabalhados, como se segue:
Art. 6º Todo o curso de Engenharia, independente de sua modalidade,
deve possuir em seu currículo um núcleo de conteúdos básicos, um
núcleo de conteúdos profissionalizantes e um núcleo de conteúdos
específicos que caracterizem a modalidade.
§ 1º O núcleo de conteúdos básicos, cerca de 30% da carga horária
mínima, versará sobre os tópicos que seguem:
I - Metodologia Científica e Tecnológica;
II - Comunicação e Expressão;
III - Informática;
IV - Expressão Gráfica;
V - Matemática;
VI - Física;
VII - Fenômenos de Transporte;
VIII - Mecânica dos Sólidos;
IX - Eletricidade Aplicada;
X - Química;
XI - Ciência e Tecnologia dos Materiais;
XII - Administração;
XIII - Economia;
XIV - Ciências do Ambiente;
XV - Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania.
§ 2º Nos conteúdos de Física, Química e Informática, é obrigatória a
existência de atividades de laboratório. Nos demais conteúdos básicos,

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deverão ser previstas atividades práticas e de laboratórios, com enfoques
e intensividade compatíveis com a modalidade pleiteada.
No parágrafo terceiro, as DCN’s estabelecem o núcleo de conteúdos
profissionalizantes, cerca de 15% da carga horária mínima, versando sobre um
subconjunto coerente de tópicos enumerados e discriminados nesta resolução,a ser
definidos pela Instituição de Ensino Superior- IES. Estes conteúdos serão
apresentados e discutidos, posteriormente, em item específico.
O restante da carga horária deverá ser trabalhado em conteúdos
específicos (definidos no parágrafo quarto) e se constitui em extensões e
aprofundamentos do núcleo profissionalizante, bem como daqueles destinados à
caracterizar modalidades. Estes conteúdos serão propostos exclusivamente pela
IES, constituindo-se em conhecimentos científicos, tecnológicos e instrumentais
necessários para a definição das modalidades de engenharia e devem garantir o
desenvolvimento das competências e habilidades estabelecidas nestas diretrizes.
Ainda, de acordo com as DCN’s, a formação do engenheiro incluirá o
estágio obrigatório, com carga horária mínima de 160 horas e sob supervisão direta
da instituição de ensino. Um trabalho final de conclusão de curso é obrigatório, como
uma atividade de síntese e integração de conhecimentos.
1.4.2 A Engenharia Civil segundo CONFEA-CREA
O Decreto Federal N.o 23.569, de 11 de dezembro de 1933, em seu
Capítulo IV - Das especializações profissionais, preconiza que:
Art. 28 - São da competência do engenheiro civil:
a) trabalhos topográficos e geodésicos;
b) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção de edifícios, com
todas as suas obras complementares;
c) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das estradas de
rodagem e de ferro;
d) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das obras de
captação e abastecimento de água;
e) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção de obras de
drenagem e irrigação;
f) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das obras
destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às
máquinas e fábricas;

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g) o estudo, projeto, fiscalização e construção das obras relativas a
portos, rios e canais e das concernentes aos aeroportos;
h) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção das obras
peculiares ao saneamento urbano e rural;
i) projeto, direção e fiscalização dos serviços de urbanismo;
j) a engenharia legal, nos assuntos correlacionados com as
especificações das alíneas “a” a “i”;
k) perícias e arbitramentos referentes à matéria das alíneas anteriores.
Art. 29 - Os engenheiros civis diplomados segundo a Lei vigente deverão
ter:
a) aprovação na Cadeira de “portos de mar, rios e canais”, para
exercerem as funções de Engenheiro de Portos, Rios e Canais;
b) aprovação na Cadeira de “saneamento e arquitetura”, para exercerem
as funções de Engenheiro Sanitário;
c) aprovação na cadeira de “pontes e grandes estruturas metálicas e em
concreto armado”, para exercerem as funções de Engenheiro de
Secções Técnicas, encarregadas de projetar e executar obras-de-arte
nas estradas de ferro e de rodagem;
d) aprovação na cadeira de “saneamento e arquitetura”, para exercerem
funções de Urbanismo ou de Engenheiro de Secções Técnicas
destinadas a projetar grandes edifícios.
Parágrafo único - Somente engenheiros civis poderão exercer as
funções a que se referem as alíneas “a”, “b” e “c” deste Artigo.
1.4.3 A Engenharia Civil segundo o Conselho Federal de Educação (CFE)
A Resolução Nº 48/76 de 27 de abril de 1976 do Conselho Federal de
Educação fixa os mínimos de conteúdo e de duração de graduação em Engenharia
e define suas áreas de habilitação, e resolve:
Art. 1º - O currículo mínimo de Engenharia terá uma parte comum a todas
as áreas em que se desdobra, e uma parte diversificada, em função de
cada área de habilitação.
Art. 3º - As matérias de formação básica, comuns a todas as áreas,
compreenderão os fundamentos científicos e tecnológicos da Engenharia,
cobrindo os seguintes campos:
–

Matemática

–

Física

–

Química

–

Mecânica

–

Processamento de dados

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–

Desenho

–

Eletricidade

–

Resistência dos Materiais

–

Fenômenos dos Transportes

10

Art. 4º - Parágrafo único - As matérias de formação geral, igualmente
comuns a todas as áreas da Engenharia, cobrirão os seguintes campos:
Humanidade e Ciências Sociais, destacando-se Administração e
Economia e Ciências do Ambiente.
Art. 6º - § 2º - As matérias de formação profissional geral, em cada área
de habilitação, serão as seguintes:
a) Área: Civil
–

Topografia

–

Mecânica dos Solos

–

Hidrologia Aplicada

–

Hidráulica

–

Teoria das Estruturas

–

Materiais de Construção Civil

–

Sistemas Estruturais

–

Transportes

–

Saneamento Básico

–

Construção Civil

Art. 8º - As matérias de formação profissional específica conterão
assuntos que cubram outros aspectos da profissão ligados às habilitações
específicas de Engenharia.
§ 1º - As matérias de formação profissional específica resultarão de
aprofundamento ou desdobramento de matérias pertinentes às
respectivas áreas de habilitação ou, ainda, de assuntos específicos,
profissionais, característicos de cada habilitação.
Art. 13 - Os currículos plenos do curso de Engenharia serão
desenvolvidos no tempo útil de 3.600 horas de atividades didáticas, que
deverão ser integralizadas em tempo total variável de 4 a 9 anos letivos,
com termo médio de 5 anos.
1.5

CONSIDERAÇÕES FINAIS
O presente documento apresenta adaptações ao Projeto Pedagógico do

Curso de Engenharia Civil do Centro de Tecnologia da Universidade Federal de
Alagoas, homologado pelo Colegiado de Curso em 17 de maio de 1999, face à

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reestruturação do regime acadêmico da UFAL, às novas concepções estabelecidas
pelas Diretrizes Curriculares Nacionais estabelecidas pelo Conselho Nacional de
Educação, aos conceitos de modernização e desenvolvimento da Engenharia Civil,
incluindo características que incorporem no discente o conceito de sustentabilidade,
com responsabilidade ética, ambiental e social necessária ao exercício da profissão.
Considerando os conceitos referenciados anteriormente, este Projeto traz
como formato de aprendizagem o Regime Semestral com validade para todos os
discentes que ingressarem no Curso de Engenharia Civil desta Instituição,
independente do mecanismo de ingresso, a partir do ano letivo de 2006.
No entanto, conscientes de que a construção de uma proposta
pedagógica é um processo dinâmico e ininterrupto, e que os engenheiros na sua
atuação são desafiados a resolver problemas a partir de necessidades concretas,
relacionadas ao desenvolvimento de soluções para a vida cotidiana, geradas pela
sociedade, o Projeto aqui apresentado jamais deverá ser interpretado como
concluído em definitivo. Uma avaliação sistemática e continuada é imprescindível
para que ajustes sejam feitos e os objetivos sejam alcançados, à medida que são
incorporados como necessidades de formação para os discentes envolvidos no
processo.

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2 PERFIL PROFISSIOGRÁFICO DO EGRESSO
A formação profissional do Engenheiro tem início com o seu ingresso no
curso de bacharelado e continua posteriormente a ele, de forma permanente, em
cursos de pós-graduação, em programas de educação continuada, entre outros, e
no exercício da profissão.
Este profissional deve estar em consonância com os princípios propostos
para a educação no século XXI: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a
conviver e aprender a ser, estimulando o desenvolvimento de suas competências em
um processo contínuo de inovação técnico-científica.
De acordo com o Ministério da Educação (MEC) através do Conselho
Nacional, no modelo de enquadramento das propostas de diretrizes curriculares, o
perfil traçado para o profissional egresso dos Cursos de Engenharia Civil é o
seguinte:
Perfil Comum: Formação generalista, humanista, crítica e reflexiva,
capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação
crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus
aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e
humanista, em atendimento às demandas da sociedade.
Perfil

Específico:

Compreensão

dos

elementos

e

processos

concernentes ao ambiente natural e ao construído, com base nos fundamentos
filosóficos, teóricos e metodológicos da Engenharia e a aplicação desse
conhecimento na busca do desenvolvimento social; domínio e permanente
aprimoramento das abordagens científicas pertinentes ao processo de produção e
aplicação dos conhecimentos adquiridos. Este egresso deverá possuir sólida
formação para atuar como profissional da ciência da engenharia, por conseguinte
para obtermos o perfil desejado, o projeto pedagógico deverá contemplar
parâmetros de qualidade igualmente rigorosos no que concerne à estrutura, duração
e tipos de atividades curriculares contempladas, bem como de abordagens
propostas para a aquisição do conhecimento adquirido.

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13

3 HABILIDADES / COMPETÊNCIAS / ATITUDES
O graduado em Engenharia Civil deverá apresentar conhecimentos para o
exercício das seguintes competências e habilidades:
Na Área Cognitiva:
 Ter competência para o exercício da multidisciplinaridade;
 Propiciar recursos aplicativos significativos à produção do trabalho;
 Estimular e acompanhar processos de mudanças significativas;
 Definir objetivos a serem alcançados;
 Saber transitar pelas diversas áreas do conhecimento fronteiriço das
Engenharias, sabendo diferenciá-las.
Na Área Humana:
 Promover o bem estar do homem;
 Estimular o aprendizado da autonomia e da responsabilidade em
situações experienciais;
 Favorecer a vivência de relações profissionais e interpessoais;
 Vencer desafios;
 Cultivar o bom humor e as relações duradouras;
 Viver o presente, mas olhar o futuro.
Na Área Psicomotora:
 Ser capaz de assumir diferentes funções, revelando diversos valores;
 Criar o seu próprio sistema de informação profissional;
 Estar propenso ao aprendizado continuado;
 Buscar novas oportunidades de aperfeiçoamento;
 Tornar efetivas as ações previstas.
Na Área Ética:
 Manter comportamentos éticos;
 Gerar ações que contribuam para seu crescimento como profissional
da engenharia.
O delineamento do perfil do egresso em Engenharia Civil significa efetivar
compromisso com as necessárias condições que possibilitem o desenvolvimento de
capacidades e competências através de toda gama de segmentos que compõe a
estrutura do curso. O propósito é que se tenha uma boa estrutura administrativa e

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

14

pedagógica capaz de produzir uma fundamentação para lançar no mercado de
trabalho profissionais da Engenharia preparados na prática para discutir as questões
inerentes à sua área de atuação.

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Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

15

4 CONTEÚDO / MATRIZ CURRICULAR
4.1

ESTRUTURA PEDAGÓGICA
A proposta da nova matriz curricular – 2006 – foi estabelecida com base

nos objetivos do Curso, tendo em vista o perfil do profissional que a
contemporaneidade exige e o desenvolvimento de competências e habilidades que
se quer desenvolver, buscando a visão multidisciplinar, na medida em que articula
vertical e horizontalmente as disciplinas e suas diversas concepções.
Nessa

nova

matriz

curricular,

sistematizou-se

e

articulou-se

o

conhecimento de formação pedagógica específica da área da Engenharia Civil,
alicerçado nas disciplinas complementares obrigatórias onde estão propostas as
bases filosóficas e sócio-históricas deste conhecimento.
Esse Projeto Pedagógico de Curso apresenta as disciplinas dos núcleos
básico, profissionalizante e específico e a sequência de pré-requisitos, distribuídas
nos dez semestres do curso. A oferta de disciplinas ocorre com o suporte
institucional.
As atividades previstas para a formação do Engenheiro Civil da UFAL têm
como objetivo principal a construção do conhecimento. O professor terá um papel de
mediador, ampliando as possibilidades de escolha, facilitando a experimentação,
estimulando novas descobertas e desafios.

4.2

NORMAS COMPLEMENTARES
O regime acadêmico do curso está instituído e regulamentado na

resolução no 25/2005-CEPE/UFAL de 26 de outubro de 2005. O Colegiado do Curso
de Engenharia Civil deve estabelecer, atendendo às resoluções superiores, as
normas que disciplinam:
 Programa de nivelamento;
 Programa de orientação acadêmica;
 Pré-requisitos de disciplinas;
 Estágio curricular supervisionado obrigatório;
 Trabalho de conclusão de curso;

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Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

16

 Carga Horária Referente à Parte Flexível;
 Avaliação das disciplinas ofertadas ao curso.
Curso de Graduação de Engenharia Civil tem como tempo mínimo 9
(nove) semestres para sua conclusão, sendo composto de 3760 (três mil, setecentas
e sessenta) horas a carga horária total. Considerando todas as questões abordadas
anteriormente e as regulamentações pertinentes, a carga horária de cada disciplina
deverá ser desenvolvida, em cada semestre, dentro do período letivo de 100 dias.
Portanto, a integralização do curso se efetivará a partir da conclusão da
matriz curricular 2006, respeitadas as resoluções em vigor e admitindo-se os
seguintes critérios:
 Tempo mínimo para conclusão do curso = 10 semestres
 Tempo máximo para conclusão do curso = 15 semestres
 Número mínimo de horas para conclusão do curso = 3970 (3420 em
disciplinas obrigatórias, 180 em disciplinas eletivas, 160 de estágio
obrigatório, 180 de atividades complementares e 30 de TCC)
 Número máximo de horas semanais = 36 horas;
 Número máximo de horas semestrais = 540 horas.

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Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

17

5 ORDENAMENTO CURRICULAR
5.1

DISCIPLINAS DO CURSO
A construção da matriz curricular do curso de Engenharia Civil teve como

base a construção do perfil do egresso descrito ao longo do presente PPC. Na
Tabela 1 são apresentadas as disciplinas obrigatórias da matriz curricular 2006 do
curso de Engenharia Civil da UFAL.

Tabela 1 - Disciplinas obrigatórias da Matriz Curricular 2006
Semestre

1

2

3

Código

ECIV001
ECIV002
ECIV003
ECIV004
ECIV005
ECIV006
ECIV007
ECIV008
ECIV009
ECIV010
ECIV011
ECIV012
ECIV013
ECIV014
ECIV015
ECIV016
ECIV017
ECIV018
ECIV019
ECIV020
ECIV021

Disciplina
Introdução à Computação
Geometria Analítica
Cálculo 1
Desenho 1
Introdução à Engenharia
Metodologia científica
Total do semestre
Física 1
Cálculo 2
Álgebra Linear
Laboratório de Física 1
Desenho 2
Topografia 1
Ética e Exercício Profissional
Total do semestre
Cálculo 3
Física 2
Química Tecnológica
Laboratório de Química
Mecânica dos Sólidos 1
Cálculo Numérico
Estatística
Topografia 2
Total do semestre

Carga
Horária
Semanal
4
4
4
4
2
2
20
4
4
4
2
4
4
2
24
4
4
4
2
4
4
4
2
28

Carga horária semestral
Teórica

Prática

Total

2
4
4
2
2
2
16
4
4
4
0
2
4
2
20
4
4
4
0
4
4
4
0
24

2
0
0
2
0
0
4
0
0
0
2
2
0
0
4
0
0
0
2
0
0
0
2
4

60
60
60
60
30
30
300
60
60
60
30
60
60
30
360
60
60
60
30
60
60
60
30
420

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18

Tabela 1 – Disciplinas obrigatórias da Matriz Curricular 2006 (continuação)
Semestre

4

Código

Disciplina

ECIV022
ECIV023
ECIV024
ECIV025
ECIV026
ECIV027

Cálculo 4
Física 3
Laboratório de Física 2
Teoria das Estruturas 1
Fenômenos de Transporte 1
Geologia de Engenharia e Ambiental
Laboratório de Geologia de Eng. e
Ambiental
Arquitetura e Conforto Ambiental
Total do semestre
Mecânica dos Sólidos 2
Fenômenos Transporte 2
Hidráulica
Laboratório de Hidráulica
Eletrotécnica aplicada
Materiais de Construção 1
Laboratório de Materiais
Economia para Engenharia
Total do semestre
Mecânica dos Sólidos 3
Hidrologia
Sistemas de Abastecimento de Água
Mecânica dos Solos 1
Laboratório de Solos 1
Teoria das Instalações Elétricas Prediais
Materiais de Construção 2
Total do semestre
Teoria Estruturas 2
Estruturas de Concreto 1
Estruturas de Aço
Sistemas de Esgotamento Sanitário e
Pluvial
Instalações Hidráulicas e Sanitárias
Mecânica dos Solos 2
Laboratório Solos 2
Total do semestre
Estruturas de Concreto 2
Estruturas de Madeira
Fundações 1
Gestão de Resíduos Sólidos
Tecnologia da Construção Civil 1
Planejamento de Transportes
Estradas
Total do semestre

ECIV028
ECIV029

5

6

ECIV030
ECIV034
ECIV045
ECIV046
ECIV047
ECIV048
ECIV049
ECIV050
ECIV044
ECIV051
ECIV052
ECIV053
ECIV054
ECIV055
ECIV056
ECIV057
ECIV058
ECIV059

7

8

ECIV060
ECIV061
ECIV062
ECIV114
ECIV063
ECIV064
ECIV065
ECIV066
ECIV067
ECIV068
ECIV069

Carga
Horária
Semanal
4
4
2
4
4
4

Carga horária semestral
Teórica

Prática

Total

4
4
0
4
4
4

0
0
2
0
0
0

60
60
30
60
60
60

2

0

2

30

4
28
4
2
4
2
4
4
2
4
26
4
4
4
4
2
4
4
26
4
4
4

3
24
4
2
4
0
4
3
0
4
21
4
4
3
4
0
3
4
22
4
4
4

1
4
0
0
0
2
0
1
2
0
5
0
0
1
0
2
1
0
4
0
0
0

60
420
60
30
60
30
60
60
30
60
390
60
60
60
60
30
60
60
390
60
60
60

4

3

1

60

4
2
2
24
4
2
4
4
4
4
4
26

4
2
0
21
4
2
4
4
3
4
4
25

0
0
2
3
0
0
0
0
1
0
0
1

60
30
30
360
60
30
60
60
60
60
60
390

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Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

19

Tabela 1 – Disciplinas obrigatórias da Matriz Curricular 2006 (continuação)
Semestre

Disciplina

ECIV070
ECIV071
ECIV072
ECIV073
ECIV074
ECIV075

Fundações 2
Tecnologia da Construção Civil 2
Engenharia de Segurança do Trabalho
Direito e Legislação do Engenheiro
Administração
Pavimentação
Total do semestre
Gerência e Empreendimentos na
ECIV076 Construção Civil
ECIV077 Controle Ambiental
ECIV128 Estágio supervisionado
Total do semestre

9

10

5.2

Código

Carga
Horária
Semanal
2
4
4
2
2
4
18

Carga horária semestral
Teórica

Prática

Total

2
4
4
2
2
4
18

0
0
0
0
0
0
0

30
60
60
30
30
60
270

4

4

0

60

4
16
18

4
0
8

0
0
10

60
160
280

PRÉ-REQUISITOS DE DISCIPLINAS
O desenvolvimento da matriz curricular, por parte do aluno, deverá seguir

uma sequência lógica e estruturada de conteúdos. Desta forma, entende-se que
alguns conteúdos devem servir de alicerce para conteúdos seguintes. Para
possibilitar essa estruturação, nenhum aluno poderá cursar disciplinas de dois
semestres não-consecutivos e, além disso, deve respeitar alguns pré-requisitos,
estabelecidos no presente PPC e apresentados na Tabela 2.

Tabela 2 – Pré-requisitos de disciplinas obrigatórias
Semestre

1

2

Disciplina
Introdução à Computação
Geometria Analítica
Cálculo 1
Desenho 1
Introdução à Engenharia
Metodologia Científica
Física 1
Cálculo 2
Álgebra Linear
Laboratório de Física 1
Desenho 2
Topografia 1
Ética e Exercício
Profissional

Pré-Requisitos

Cálculo 1
Cálculo 1
Geometria analítica
Cálculo 1, Física 1 (co), Metodologia Científica
Desenho 1
Geometria Analítica

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

Tabela 2 – Pré-requisitos de disciplinas obrigatórias (continuação)
Semestre

3

4

5

6

7

8

Disciplina
Cálculo 3
Física 2
Química Tecnológica
Laboratório de Química
Mecânica dos Sólidos 1
Cálculo Numérico
Estatística
Topografia 2
Cálculo 4
Física 3
Laboratório de Física 2
Teoria das Estruturas 1
Fenômenos de Transporte 1
Geologia de Engenharia e
Ambiental
Laboratório de Geologia de
Engenharia e Ambiental
Arquitetura e Conforto
Ambiental
Mecânica dos Sólidos 2
Fenômenos de Transporte 2
Hidráulica
Laboratório de Hidráulica
Eletrotécnica aplicada
Materiais de Construção 1
Laboratório de Materiais
Economia para Engenharia
Mecânica dos Sólidos 3
Hidrologia
Sistemas de Abastecimento
de Água
Mecânica dos Solos 1
Laboratório de Solos 1
Teoria das Instalações
Elétricas Prediais
Materiais de Construção 2
Teoria Estruturas 2
Estruturas de Concreto 1
Estruturas de Aço
Sistemas de Esgotamento
Sanitário e Pluvial
Instalações Hidráulicas e
Sanitárias
Mecânica dos Solos 2
Laboratório de Solos 2
Estruturas de Concreto 2
Estruturas de Madeira
Fundações 1
Gestão de Resíduos Sólidos
Tecnologia da Construção
Civil 1
Planejamento Transportes
Estradas

Pré-Requisitos
Cálculo 2, Álgebra Linear
Cálculo 2 Física 1, Laboratório de Física 1
Metodologia Científica
Física 1, Cálculo 2
Introdução à Computação, Álgebra Linear
Cálculo 1
Topografia 1
Cálculo 3
Física 2, Cálculo 3
Física 2, Cálculo 3
Mecânica dos Sólidos 1
Física 2, Cálculo 3

Geologia de Engenharia e Ambiental (co)

Teoria das Estruturas 1
Fenômenos de Transporte 1, Cálculo 4
Fenômenos de Transporte 1
Hidráulica (co)
Física 3, Laboratório de Física 2
Geologia, Laboratório de Geologia
Materiais de Construção (co)
Mec. Sólidos 2
Hidráulica
Geologia, Laboratório de Geologia, Mec. Sólidos 2 (co)
Mecânica dos Solos 1 (co)
Eletrotécnica aplicada
Materiais de Construção 1, Laboratório de Materiais
Mecânica dos Sólidos 3
Mecânica dos Sólidos 3
Mecânica dos Sólidos 3
Hidrologia

Mec. Sólidos 2, Mec. Solos 1, Laboratório de Solos 1
Mecânica dos Solos 2 (co)
Estruturas de Concreto 1
Mec. Solos 2, Laboratório de Mecânica dos Solos 2
Instalações Hidráulicas e Sanitárias

20

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Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

21

Tabela 2 – Pré-requisitos de disciplinas obrigatórias (continuação)
Semestre

9

10

Disciplina
Fundações 2
Tecnologia da Construção
Civil 2
Engenharia de Segurança
do Trabalho
Direito e Legislação do
Engenheiro
Administração
Pavimentação
Estágio
TCC
Controle Ambiental
Gerência e
Empreendimentos na
Construção Civil

Pré-Requisitos
Fundações 1, Estruturas de Concreto 2
Tecnologia da Construção 1
Tecnologia da Construção 2 (co)

o

Início no 9 semestre
o
Início no 9 semestre
Direito e Legislação do Engenheiro
Administração, Tecnologia da Construção 2

(co) Disciplinas em co-requisito
5.3

RELAÇÃO DE DISCIPLINAS ELETIVAS
Além das disciplinas obrigatórias, apresentadas na Tabela 1, acima, a

atual matriz curricular prevê o desenvolvimento de carga horária em disciplinas
eletivas, de modo a dar flexibilidade ao aluno para construir uma base de conteúdos
específicos de seu interesse. Tais disciplinas eletivas estão apresentadas na Tabela
3.

Tabela 3 – Disciplinas eletivas
Código

Disciplina

ECIV078
ECIV079
ECIV080
ECIV081

Física 4
Estruturas de Concreto Protendido
Elementos especiais de concreto armado
Pontes
Análise e projeto de estruturas de materiais
compósitos
Introdução à mecânica das rochas
Alvenaria Estrutural
Estruturas de contenção e obras marítimas
Análise Matricial de Estruturas
Projeto de edifícios em Concreto armado
Estruturas de Aço em perfis formados a frio
Estruturas mistas de Aço-Concreto
Tópicos Complementares em Estruturas de
Aço e Madeira
Concreto pré-moldado
Modelos Constitutivos
Placas e cascas
Projetos de Estruturas em Aço e madeira

ECIV082
ECIV083
ECIV084
ECIV085
ECIV086
ECIV087
ECIV088
ECIV089
ECIV090
ECIV091
ECIV092
ECIV093
ECIV094

Carga
Horária
Semanal
4
4
4
4

Carga horária semestral
Teórica

Prática

Total

4
4
4
4

0
0
0
0

60
60
60
60

2

2

0

30

4
2
4
2
4
2
2

4
2
4
2
3
2
2

0
0
0
0
1
0
0

60
30
60
30
60
30
30

2

2

0

30

4
4
4
4

4
4
4
4

0
0
0
0

60
60
60
60

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

ECIV095
ECIV096
ECIV097
ECIV098
ECIV099
ECIV100
ECIV101
ECIV102
ECIV103
ECIV104
ECIV105
ECIV106
ECIV107
ECIV108
ECIV109
ECIV110
ECIV111
ECIV112
ECIV113

Introdução ao método dos elementos finitos
Planejamento e gestão da produção na
construção civil
Conforto Luminoso
Conforto Térmico
Modelagem de sistemas hídricos
Ferrovias
Infraestrutura e drenagem de estradas
Manutenção de equipamentos
Geoprocessamento
Sistemas de resíduos sólidos
Gestão de Recursos Hídricos
Introdução ao Cabeamento Estruturado
Eficiência energética
Proteção contra Descargas Atmosféricas
Aeroportos e vias
Sensoriamento remoto aplicado à engenharia
Águas Subterrâneas
Equações diferenciais ordinárias
Enade - exame nacional de desempenho do
estudante

ECIV115
ECIV116
ECIV117
ECIV118
ECIV119
ECIV120

Libras - Língua brasileira de sinais
Portos e vias navegáveis
Empuxos de terra e estabilidade de taludes
Engenharia de avaliação
Gestão da qualidade na construção civil
Gestão da drenagem urbana

ECIV121
ECIV122
ECIV123
ECIV124
ECIV125
ECIV127

Sistemas estuarinos costeiros
Redes coletoras de esgotos
Tratamento de águas de abastecimento
Patologia das construções
Concretos especiais
Seminários sobre engenharia de petróleo

ECIV130
ECIV134
ECIV141
ECIV143
ECIV144
ECIV145

Gestão de custos
Perfuração de poços
Inglês instrumental
Introdução à engenharia de petróleo
Engenharia de reservatórios
Geologia do petróleo

ECIV146
ECIV147
ECIV149
ECIV150
ECIV151

Manutenção das edificações
Gestão de projetos
Fluidos de perfuração de poços de petróleo
Completação de poços
Tratamento de águas residuárias 1

22

4

4

0

60

2

2

0

30

2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
4
2
2

2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2

0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0

30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
60
30
30

4

4

0

2
2
2
2
2
4

2
2
2
2
2
4

0
0
0
0
0
0

60
30
30
30
30
30

4
4
2
2
2
2

4
4
2
2
2
2

0
0
0
0
0
0

4
4
2
4
4
4

4
4
2
4
4
4

0
0
0
0
0
0

30
60
60
30
60
60
60

2
2
2
4

2
2
2
4

0
0
0
0

30
30
30
60

60
60
60
30
30
30

Os professores que ministram disciplinas para o curso de Engenharia Civil
podem apresentar propostas de criação de disciplinas eletivas que não constam na

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

23

relação anterior (Tabela 3). As propostas são apreciadas pelo Colegiado do Curso
que após um parecer favorável, passam a compor a relação de disciplinas eletivas.
Na Tabela 4 estão apresentados os pré-requisitos das disciplinas eletivas.
Assim, estas disciplinas podem ser cursadas após o cumprimento do seu prérequisito, independente do período em que o aluno esteja enquadrado.

Tabela 4 – Pré-requisitos de disciplinas eletivas
Disciplina
Física 4
Estruturas de Concreto Protendido
Elementos especiais de concreto armado
Pontes
Análise e projeto de estruturas de materiais
compósitos
Introdução à mecânica das rochas
Alvenaria Estrutural
Estruturas de contenção e obras marítimas
Análise Matricial de Estruturas
Projeto de edifícios em Concreto armado
Estruturas de Aço em perfis formados a frio
Estruturas mistas de Aço-Concreto
Tópicos Complementares em Estruturas de Aço e
Madeira
Concreto pré-moldado
Modelos Constitutivos
Placas e cascas
Projetos de Estruturas em Aço e madeira
Introdução ao método dos elementos finitos
Planejamento e gestão da produção na
construção civil
Conforto Luminoso
Conforto Térmico
Modelagem de sistemas hídricos
Ferrovias
Infraestrutura e drenagem de estradas
Manutenção de equipamentos
Geoprocessamento
Sistemas de resíduos sólidos
Gestão de Recursos Hídricos
Introdução ao Cabeamento Estruturado
Eficiência energética
Proteção contra Descargas Atmosféricas
Aeroportos e vias
Sensoriamento remoto aplicado à engenharia
Águas Subterrâneas
Equações diferenciais ordinárias
Enade - exame nacional de desempenho do
estudante

Pré-Requisitos
Física 3
Estruturas de concreto 2
Estruturas de concreto 2
Estruturas de concreto 2
Mecânica dos sólidos 3
Mecânica dos sólidos 2, Mecânica dos solos 1
Estruturas de concreto 2
Fundações 1
Teoria das estruturas 2
Estruturas de concreto 2
Estruturas de aço
Estruturas de aço, Estruturas de concreto 2
Estruturas de aço
Estruturas de madeira
Estruturas de concreto 2
Mecânica dos sólidos 2
Mecânica dos sólidos 3
Estruturas de aço, Estruturas de madeira
Fenômenos de transporte 2, Mecânica dos
sólidos 3
Tecnologia da construção civil 2
Arquitetura e conforto ambiental
Arquitetura e conforto ambiental
Hidrologia
Estradas
Estradas
Geologia de engenharia e ambiental
Gestão de resíduos sólidos
Hidrologia
Teoria das instalações elétricas prediais
Teoria das instalações elétricas prediais
Teoria das instalações elétricas prediais
Planejamento de transportes
Geologia de engenharia e ambiental
Hidrologia
Cálculo 4

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

Libras - Língua brasileira de sinais
Portos e vias navegáveis
Empuxos de terra e estabilidade de taludes
Engenharia de avaliação
Gestão da qualidade na construção civil
Gestão da drenagem urbana
Sistemas estuarinos costeiros
Redes coletoras de esgotos
Tratamento de águas de abastecimento
Patologia das construções
Concretos especiais
Seminários sobre engenharia de petróleo
Gestão de custos
Perfuração de poços
Inglês instrumental
Introdução à engenharia de petróleo
Engenharia de reservatórios
Geologia do petróleo
Manutenção das edificações
Gestão de projetos
Fluidos de perfuração de poços de petróleo
Completação de poços
Tratamento de águas residuárias 1

5.4

24

Planejamento de transportes
Mecânica dos solos 2
Tecnologia da construção civil 2
Tecnologia da construção civil 2
Hidráulica, Hidrologia
Hidrologia
Sistemas de esgotamento sanitário e pluvial
Sistemas de abastecimento de água
Estruturas de concreto 2
Estruturas de concreto 1
Tecnologia da construção civil 2
Mecânica dos sólidos 2

Introdução à engenharia de petróleo
Introdução à engenharia de petróleo
Tecnologia da construção civil 1
Tecnologia da construção civil 1
Fenômenos de transporte 1
Perfuração de poços
Sistemas de esgotamento sanitário e pluvial

COMPARAÇÃO QUALITATIVA DA MATRIZ CURRICULAR
Para melhor compreensão segue a comparação qualitativa da matriz

curricular do Curso de Engenharia Civil frente às diretrizes curriculares nacionais
(Resolução nº 11 CNE/CES):
Art. 6º Todo o curso de Engenharia, independente de sua modalidade,
deve possuir em seu currículo um núcleo de conteúdos básicos, um
núcleo de conteúdos profissionalizantes e um núcleo de conteúdos
específicos que caracterizem a modalidade.
§ 1º O núcleo de conteúdos básicos, cerca de 30% da carga horária
mínima, versará sobre os tópicos apresentados na Tabela 5.
Tabela 5 – Conteúdos básicos
DCN
I - Metodologia Científica e Tecnológica
II – Comunicação e Expressão
III – Informática
IV - Expressão Gráfica

Estrutura Curricular
Introdução à Engenharia
Metodologia Científica
Introdução à Engenharia
Metodologia Científica
Introdução à computação
Cálculo Numérico
Desenho 2
Desenho 1

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

V – Matemática

VI – Física

VII - Fenômenos de Transporte
VIII - Mecânica dos Sólidos
IX - Eletricidade Aplicada
X – Química

XI - Ciência e Tecnologia dos Materiais
XII – Administração
XIII – Economia
XIV - Ciências do Ambiente
XV - Humanidades, Ciências Sociais e
Cidadania

25

Desenho 2
Arquitetura e Conforto Ambiental
Cálculo 1
Cálculo 2
Cálculo 3
Cálculo 4
Álgebra Linear
Geometria Analítica
Estatística
Física 1
Física 2
Física 3
Laboratório de Física 1
Laboratório de Física 2
Fenômenos de Transporte 1
Fenômenos de Transporte 2
Mecânica dos Sólidos 1
Mecânica dos Sólidos 2
Mecânica dos Sólidos 3
Eletrotécnica Aplicada
Química Tecnológica
Laboratório de Química
Geologia de Engenharia e Ambiental
Laboratório Geologia de Engenharia e Ambiental
Materiais de Construção 1
Laboratório de Materiais
Materiais de Construção 2
Administração
Economia para Engenharia
Controle Ambiental
Ética e Exercício Profissional
Introdução à Engenharia
Direito e Legislação

§ 2º Nos conteúdos de Física, Química e Informática, é obrigatória a
existência de atividades de laboratório. Nos demais conteúdos básicos,
deverão ser previstas atividades práticas e de laboratórios, com enfoques
e intensividade compatíveis com a modalidade pleiteada.
§ 3º O núcleo de conteúdos profissionalizantes, cerca de 15% de carga
horária mínima, versará sobre um subconjunto coerente dos tópicos
discriminados na Tabela 6, a ser definido pela IES.
Tabela 6 – Conteúdos profissionalizantes
DCN
I - Algoritmos e Estruturas de Dados
II – Bioquímica
III - Ciência dos Materiais
IV - Circuitos Elétricos

Estrutura Curricular
Cálculo Numérico
Materiais de Construção 2
Laboratório de Física 2
Teoria das Instalações Elétricas Prediais

V - Circuitos Lógicos
VI –Compiladores
VII - Construção Civil

Tecnologia da Construção Civil 1
Tecnologia da Construção Civil 2
Gerência e Empreendimentos na Construção Civil

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

26

Gestão de Resíduos Sólidos
Engenharia de Segurança do Trabalho
VIII - Controle de Sistemas Dinâmicos
IX - Conversão de Energia
X – Eletromagnetismo
XI - Eletrônica Analógica e Digital
XII - Engenharia do Produto
XIII - Ergonomia e Segurança do Trabalho
XIV - Estratégia e Organização

Engenharia de Segurança do Trabalho
Administração
Gerência e Empreendimentos na Construção Civil

XV - Físico-química
XVI – Geoprocessamento

XVII – Geotecnia

XVIII - Gerência de Produção
XIX - Gestão Ambiental
XX - Gestão Econômica
XXI - Gestão de Tecnologia

XXII - Hidráulica, Hidrologia Aplicada e
Saneamento Básico

Geologia de Engenharia e Ambiental
Laboratório Geologia de Engenharia e Ambiental
Mecânica dos Solos 1
Laboratório de Solos 1
Mecânica dos Solos 2
Laboratório de Solos 2
Fundações 1
Gerência e Empreendimentos na Construção Civil
Gestão de Resíduos Sólidos
Tecnologia da Construção Civil 2
Controle Ambiental
Economia para Engenharia
Hidráulica
Laboratório de Hidráulica
Hidrologia
Sistemas de Abastecimento de Água
Sistemas de Esgotamento Sanitário e Pluvial
Instalações Hidráulicas e Sanitárias

XXIII – Instrumentação
XXIV – Máquinas de fluxo
XXV - Matemática discreta
XXVI - Materiais de Construção Civil
XXVII – Materiais de Construção Mecânica
XXVIII - Materiais Elétricos
XXIX – Mecânica Aplicada
XXX - Métodos Numéricos
XXXI – Microbiologia
XXXII - Mineralogia e Tratamento de Minérios
XXXIII - Modelagem, Análise e Simulação de
Sistemas
XXXIV - Operações Unitárias
XXXV – Organização de computadores
XXXVI - Paradigmas de Programação
XXXVII - Pesquisa Operacional
XXXVIII - Processos de Fabricação
XXXIX - Processos Químicos e Bioquímicos
XL – Qualidade
XLI - Química Analítica
XLII - Química Orgânica
XLIII - Reatores Químicos e Bioquímicos
XLIV - Sistemas Estruturais e Teoria das

Materiais de Construção 1
Laboratório de Materiais
Materiais de Construção 2

Cálculo Numérico

Tecnologia da Construção Civil 2
Gerência e Empreendimentos na Construção Civil

Teoria das Estruturas 1

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

Estruturas

27

Teoria das Estruturas 2
Estruturas de Concreto 1
Estruturas de Concreto 2
Estruturas de Aço
Estruturas de Madeira

XLV - Sistemas de Informação
XLVI - Sistemas Mecânicos
XLVII - Sistemas operacionais
XLVIII - Sistemas Térmicos
XLIX - Tecnologia Mecânica
L - Telecomunicações
LI - Termodinâmica Aplicada
LII - Topografia e Geodésia
LIII - Transporte e Logística.

Topografia
Planejamento de Transportes
Estradas
Pavimentação

§ 4º - O núcleo de conteúdos específicos se constitui em extensões e
aprofundamentos
dos
conteúdos
do
núcleo
de
conteúdos
profissionalizantes, bem como de outros conteúdos destinados a
caracterizar modalidades. Estes conteúdos, consubstanciando o restante
da carga horária total, serão propostos exclusivamente pela IES.
Constituem-se em conhecimentos científicos, tecnológicos e instrumentais
necessários para a definição das modalidades de engenharia e devem
garantir o desenvolvimento das competências e habilidades estabelecidas
nestas diretrizes (Tabela 7).
Tabela 7 – Conteúdos específicos
Área / Conteúdos Específicos
Construção Civil

Estrutura Curricular
Tecnologia da Construção Civil 2
Gerência e Empreendimentos na Construção Civil
Instalações Hidráulicas e Sanitárias

Eletricidade

Estruturas

Geotecnia
Recursos Hídricos
Saneamento

Transportes

5.5

Estruturas de Concreto 1
Estruturas de Concreto 2
Estruturas de Aço
Estruturas de Madeira
Fundações 2
Fundações 1
Hidrologia
Sistemas de Abastecimento de Água
Sistemas de Esgotamento Sanitário e Pluvial
Gestão de Resíduos Sólidos
Planejamento de Transportes
Estradas
Pavimentação

EMENTÁRIO
A estrutura curricular 2006, apresentada ao longo do presente

documento, deverá desenvolver os conteúdos apresentados na Tabela 8, no que se

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

28

refere aos conteúdos obrigatórios, e na Tabela 9, no que se refere aos conteúdos
específicos de disciplinas eletivas.

Tabela 8 – Ementas das disciplinas obrigatórias da matriz curricular 2006
EMENTA

SEMESTRE

ECIV003 – CÁLCULO 1 - 4 h semanais
Funções e gráficos. Logaritmos e exponenciais. Funções trigonométricas e
funções trigonométricas inversas. Funções hiperbólicas. Limite e continuidade.
A derivada e a derivação. Taxas de variação. Otimização. Aproximações
lineares e diferenciais. Valores extremos de funções. Técnicas de construção
de gráficos. A diferencial.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. v. 1.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

01

LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. São Paulo: Editora Harbra,
1994. v. 1.
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: Pearson
Educational-Makron Books, 2005. v. 1.
THOMAS, G. B. Cálculo. São Paulo: Addison Wesley, 2002. v. 1.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron
Books, 1995.
MUNEM, Mustafa A. Cálculo. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1982.
ECIV004 – DESENHO 1 - 4 h semanais
Introdução. Objetivos: conceituação histórica. Noções de desenho geométrico e
geometria descritiva. Normas do desenho técnico. Escala. Cotagem e
dimensionamento. Projeções ortogonais. Vistas principais, auxiliares e
secionais. Perspectiva cavaleira e isométrica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FORSETH, K. Projetos em arquitetura. São Paulo: Editora Hemus, 2004.
MONTENEGRO, G. Geometria descritiva. São Paulo: Editora Edgard Blucher,
2004. v. 1.
MONTENEGRO, G. A perspectiva dos profissionais: sombras, insolação,
axonometria. São Paulo: Editora Edgard Blucher, 2001.
PRINCIPE JUNIOR, A. R. Noções de geometria descritiva. São Paulo:
Editora Nobel, 2004. v. 1.
VIERCK, F. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 6. ed. São Paulo: Editora
Globo, 1999.
LACOURT, Helena. Noções e fundamentos de geometria descritiva. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2011.
MACHADO, Ardevan. Geometria descritiva: livro básico para escolas de
arquitetura, belas-artes, engenharia e filosofia. 26. ed. São Paulo: Projeto
Editores Associados, 1985.

01

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

29

FERREIRA, Patricia. Desenho e arquitetura. 2. ed. Rio de Janeiro: Imperial
Novo Milênio, 2011. 137 p. ISBN 9788599868331.
MONTENEGRO, Gildo A. Desenho de projetos. São Paulo: Blucher, 2007.
MONTENEGRO, Gildo A. Desenho Arquitetônico. 4. ed. São Paulo: Editora
Edgar Blucher, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10647. Desenho
técnico. Rio de Janeiro: ABNT, 1989.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8402. Execução
de caracter para escrita em desenho técnico. Rio de Janeiro: ABNT, 1994.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10068. Folha de
desenho – Leiaute e dimensões. Rio de Janeiro: ABNT, 1987.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10126. Cotagem
em Desenho Técnico. Rio de Janeiro: ABNT, 1987.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6492.
Representação de projetos de arquitetura. Rio de Janeiro: ABNT, 1994.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10067. Princípios
gerais de representação em desenho técnico. Rio de Janeiro: ABNT, 1995.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13532.
Elaboração de projetos de edificações. Rio de Janeiro: ABNT, 1995.
ECIV002 – GEOMETRIA ANALÍTICA – 4 h semanais
Vetores. Vetores no R2 e no R3. Produtos de vetores. A reta. O plano.
Distâncias. Cônicas. Superfícies quadráticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Geometria analítica. São Paulo: Makron
Books, 1987.

01

BOULOS, P.; CAMARGO, I. Geometria analítica: um tratamento vetorial. São
Paulo: Prentice Hall Brasil, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
REIS, G. L.; SILVA, V. V. Geometria analítica. Rio de Janeiro: LTC Editora,
1996.
ECIV001 – INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO - 4 h semanais
Introdução histórica e desenvolvimento dos computadores. Introdução à
organização dos computadores: Arquitetura, Sistemas Operacionais e
Compiladores. Algoritmos Estruturados e Estruturas de Dados. Linguagens de
Programação: Teoria e Prática em Laboratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FORBELLONE, André Luiz V.; EBERSPACHER, Henri Frederico. Lógica de
Programação. 2. ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 2000.
FARRER, Harry; BECKER, Christiano Gonçalves; FARIA, Eduardo Chaves;
MATOS, Helton Fábio; SANTOS, Marcos Augusto; MAIA, Miriam Lourenço.
Algoritmos Estruturados. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.
ISBN 85-226-0331-6.
LOPES, Anita; GARCIA, Guto. Introdução a Programação. 2. ed. São Paulo:

01

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

30

Campus, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
WILSON, Howard B.; TURCOTTE, Louis H.; HALPERN, David. Advanced
mathematics and mechanics applications using MATLAB. Boca Raton:
CRC Press, 1997.
HANSELMAN, Duane; LITTLEFIELD, Bruce. MATLAB 5: versão do
Estudante: Guia do Usuário. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1999.
CORMEN, Thomas H. Algoritmos: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier,
2002.
GILAT, Amos; Matlab com aplicações em engenharia. São Paulo: Bookman,
2006. Tradução: Glayson Eduardo de Figueiredo.
HANSELMAN, Duane; LITTLEFIELD, Bruce. Matlab 6: curso completo. São
Paulo: Prentice-Hall, 2003. Tradução: Cláudia Sant'Ana Martins.
ECIV005 – INTRODUÇÃO À ENGENHARIA – 2 h semanais
Visão histórica da Engenharia Civil. Estrutura curricular e atribuição profissional.
Estudo de casos nas áreas de: construção civil, estruturas, geotecnia,
hidráulica e saneamento, e transporte.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BAZZO, W. A.; PEREIRA, L. T. Introdução à engenharia: conceitos,
ferramentas e comportamentos. Florianópolis: EDUFSC, 2006.
PROJETO CONHECER E EXPERIMENTAR A ENGENHARIA – CEENG.
Disponível em: <http://www.ctec.ufal.br/ceeng/index00.html>. Acesso em: 06 jan.
2014.

01

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BONO, E. Criatividade levada a sério: como gerar ideias produtivas através do
pensamento lateral. São Paulo: Livraria Pioneira, 1992.
BRODY, D. E.; BRODY, A. R. As Sete Maiores Descobertas Científicas da
História. São Paulo: Cia Das Letras, 1997.
WERNEK, H. Se a Boa Escola é a que Reprova, o Bom Hospital é o que
Mata. Rio de Janeiro: DP&A, 1998.
ECIV006 – METODOLOGIA CIENTÍFICA – 2 h semanais
Aspectos gerais da vida universitária. Técnicas para eficiência nos estudos. O
conhecimento. A ciência. O método científico. A pesquisa científica. O discurso
científico. As publicações científicas. Os trabalhos acadêmicos. Normas
técnicas. Técnicas para apresentação de trabalhos
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho
científico: elaboração de trabalhos na graduação. 10. ed. São Paulo, SP:
Atlas, 2010. 158 p. ISBN 9788522458561 (broch.).
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de
metodologia científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 297 p. ISBN
9788522457588 (broch.).
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos,
resumos, resenhas. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2011. 321 p. ISBN

01

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

31

9788522453399 (broch.).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
APPOLINÁRIO, Fábio. Metodologia da ciência: filosofia e prática da pesquisa.
São Paulo: Thomson, 2006. 209 p. ISBN 8522104093 (Broch.)
BABBIE, Earl R. Métodos de pesquisa de Survey. Belo Horizonte: Ed. da
UFMG, 2003.
BAZZO, Walter Antonio; PEREIRA, Luiz Teixeira do Vale. Introdução à
engenharia: conceitos, ferramentas e comportamentos. 2. ed. Florianópolis,
SC: UFSC, 2010. 270 p. (Didática).
RUIZ, João Álvaro. Metodologia cientifica: guia para eficiência nos estudos. 6
ed. São Paulo: Atlas, 2006. 180 p. ISBN 852244482 (Broch.).
THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. 18. ed. São Paulo, SP:
Cortez, 2011. 136 p. ISBN 9788524917165 (broch.).
YIN, Robert K.; YIN, Robert K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 4.
ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2010. 248 p. ISBN 9788577806553 (broch.).
ECIV009 – ÁLGEBRA LINEAR - 4 h semanais
Matrizes. Determinantes. Sistemas de Equações Lineares. Espaços Vetoriais.
Espaços Vetoriais Euclidianos. Transformações Lineares. Vetores Próprios e
Valores Próprios. Formas Quadráticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CALLIOLI, Carlos A.; DOMINGUES, Hygino H.; COSTA, Roberto C. F. Álgebra
Linear e Aplicações, 6. ed., São Paulo: Atual Editora, 1990.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

02

BOLDRINI, J. L.; COSTA, S. L. R.; FIGUEIREDO, V.; WETZLER, H. G.
Álgebra linear. 3. ed. São Paulo: Editora Harbra, 1986.
ANDRADE, P. Um curso de álgebra linear. Fortaleza: Editora da Universidade
Federal do Ceará, 2003.
STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Álgebra Linear. São Paulo:
Makron Books, 1987.
ECIV008 – CÁLCULO 2 - 4 h semanais
Integração e a integral definida. A Integral indefinida. Áreas e volumes.
Técnicas de integração. Aplicações da integral. Coordenadas polares. Integrais
impróprias. Fórmula de Taylor. Sequências e séries infinitas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. v. 1 e 2.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. São Paulo: Editora Harbra,
1994. v. 1.
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: Pearson
Educational-Makron Books, 2005. v. 1.
THOMAS, G. B. Cálculo. São Paulo: Addison Wesley, 2002. v. 1.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron
Books, 1995.

02

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

32

MUNEM, Mustafa A. Cálculo. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1982.
ECIV011 – DESENHO 2 - 4 h semanais
Noções de projeto por computador. Desenho arquitetônico. Levantamento
métrico. Desenho de projetos complementares. Leitura e integração de
projetos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GEHBAUER, F. Racionalização na construção civil. Recife: Projeto
COMPETIR (SENAI, SEBRAE, GTZ), 2004. 448p.
MONTENEGRO, Gildo A. Desenho Arquitetônico. 4. ed. São Paulo: Editora
Edgar Blucher, 2001.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6492.
Representação de projetos de arquitetura. Rio de Janeiro: ABNT, 1994.

02

TESCH, N. Elementos e normas para desenhos e projetos de arquitetura.
Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1979. 65p.
SEBRAE. Curso de gestão e compatibilização de projetos para a
construção civil. Maceió: SEBRAE, 2007.
GEHBAUER, Fritz; ORTEGA, Lucília de Godoy. Compatibilização de projetos
na construção civil. Recife: Editora Projeto, 2006.
MENEGOTTO, José Luiz. O desenho digital. Rio de Janeiro: Interciência,
2000.
ECIV013 – ÉTICA E EXERCÍCIO PROFISSIONAL – 2 h semanais
Fundamentos de ética e sociabilidade humana. Relações étnico raciais e
história e cultura afro-brasileira e indígena. Conduta. Obrigações e
responsabilidade. Cidadania e organização profissional. Controle do exercício
profissional. Legislação profissional. Codificação ética da profissão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BOSI, Alfredo. Dialética da Colonização. 2. ed. São Paulo: Companhia das
Letras, 1992.
CHAUÍ, Marilena de Souza. Cultura e Democracia: o discurso competente e
outras palavras. 6. ed. São Paulo: Cortez, 1993.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 1. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1983.
ORTIZ, Renato. Cultura Brasileira e identidade nacional. São Paulo:
Brasiliense, 1994.
QUEIROZ, Renato da Silva (orgs.). Raça e diversidade. São Paulo: Estação
Ciência: Edusp, 1996.
BRASIL. Regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e
Engenheiro-Agrônomo, e dá outras providências. Lei 5194, de 24 de dezembro
de 1966.
CONFEA. Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da
Engenharia, Arquitetura e Agronomia. Resolução n. 218, de 29 de junho de
1973.
CONFEA. Dispõe sobre a anotação de responsabilidade técnica e o acervo
técnico profissional, e dá outras providências. Resolução n. 1025, de 30 de
outubro de 2009.

02

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

33

CONFEA. Dispõe sobre a regularização de obras e serviços de Engenharia e
Agronomia concluídos sem a devida Anotação de Responsabilidade Técnica –
ART e dá outras providências. Resolução n. 1050, de 19 de dezembro de 2013.
CONFEA. Adota o Código de Ética Profissional da Engenharia, da Arquitetura,
da Agronomia, da Geologia, da Geografia e da Meteorologia e dá outras
providências. Resolução n. 1002, de 26 de novembro de 2002.
CONFEA. Novo Código de Ética Profissional. Brasília, 06 de novembro de
2002.
CONFEA. Manual de Procedimentos para a verificação e a fiscalização do
exercício e da atividade profissional. Brasília, 2007.
ECIV007 – FÍSICA 1 - 4 h semanais
Grandezas físicas. Vetores. Cinemática e dinâmica da partícula. Trabalho e
energia. Dinâmica de um sistema de partículas. Cinemática e dinâmica da
rotação. Equilíbrio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC
Editora, 2002. v. 1.

02

HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos da física. Rio de
Janeiro: LTC Editora, 2007. v. 1.
SERWAY, R. A.; JEWETT, J. W. Princípios de física. 3. ed. São Paulo:
Thomson Learning, 2004. v. 1.
TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros. 5. ed. Rio
de Janeiro: LTC Editora, 2006. v. 1.
ECIV010 – LABORATÓRIO DE FÍSICA 1 - 2 h semanais
Medidas e Erros. Gráficos. Cinemática e Dinâmica. Queda livre. Colisões.
Conservação de Momento Linear.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
IF-UFAL. Apostilas de medidas e erros. Caderno de experimentos.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC
Editora, 2002. v. 1.

02

HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos da física. Rio de
Janeiro: LTC Editora, 2007. v. 1.
SERWAY, R. A.; JEWETT, J. W. Princípios de física. 3. ed. São Paulo:
Thomson Learning, 2004. v. 1.
TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros. 5. ed. Rio
de Janeiro: LTC Editora, 2006. v. 1.
ECIV012 – TOPOGRAFIA 1 – 4 h semanais
Características geométricas da Terra. Medidas topográficas. Erros e
compensações. Instrumentos topográficos. Orientação das plantas topográficas
e processos topométricos dos levantamentos. Levantamentos clássicos e
especiais. Sistema de coordenadas geocêntricas. Medida de área. Noções
gerais de Fotogrametria e Fotointerpretação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ESPARTEL, Lélis. Curso de topografia. São Paulo: Editora globo, 1982.

02

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

34

GARCIA, Gilberto J.; MARCHETTI, Delmar A. Princípios de fotogrametria e
fotointerpretação. 5. ed. São Paulo: Editora Nobel, 1989.
JORDAN, William. Tratado general de topografia. Mexico: Editora Gustavo
Gili, 1981.
KISSAM, Philip C. E. Topografia para inginieros. São Paulo: Editora Mc Graw
Hill, 1976.
LOCH, Carlos; CORDINI, Jucilei. Topografia contemporânea: Planimetria.
Florianópolis: Editora da UFSC, 1995.
PAREDES, Evaristo A. Introdução à aerofotogrametria para engenheiros.
Maringá: UEM, 1987.
SANTOS, Adeildo Antão dos. Geodésia: geodésia elementar e princípio de
Posicionamento Global (GPS). Recife: Editora Universitária UFPE, 2001.
ECIV014 – CÁLCULO 3 - 4 h semanais
Curvas Parametrizadas. Comprimento de Arco. Curvatura e Torsão. Triedro de
Frenet. Funções de varias variáveis. Limite e continuidade. Derivadas parciais.
Aplicações diferenciáveis. Matriz Jacobiana. Derivadas direcionais. Gradiente.
Regra da cadeia. Funções implícitas. Funções vetoriais. Teorema da função
inversa. Máximos e mínimos. Multiplicadores de Lagrange. Formula de Taylor.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. v. 2.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

03

LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. São Paulo: Editora Harbra,
1994. v. 2.
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: Pearson
Educational-Makron Books, 2005. v. 2.
THOMAS, G. B. Cálculo. São Paulo: Addison Wesley, 2002. v. 2.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron
Books, 1995.
MUNEM, Mustafa A. Cálculo. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1982.
ECIV019 – CÁLCULO NUMÉRICO - 4 h semanais
Sistemas numéricos e erros. Raízes de funções a uma variável. Solução de
sistemas de equações lineares. Autovalores e autovetores. Interpolação e
aproximação. Integração numérica. Diferenciação numérica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
RUGGIERO, Márcia A. Gomes; LOPES, Vera Lúcia da Rocha. Cálculo
Numérico: Aspectos Teóricos e Computacionais. 2. ed. São Paulo: Makron
Books do Brasil, 1997.
BARROSO, Leônidas Conceição; BARROSO, Magali Maria de Araújo;
CAMPOS FILHO, Frederico Ferreira; CARVALHO, Márcio Luiz Bunte; MAIA,
Miriam Lourenço. Cálculo Numérico (com aplicações). 2. ed. São Paulo:
Harbra, 1987.
SPERANDIO, Décio; MENDES, João Teixeira; SILVA, Luiz Henry Monken.
Cálculo numérico: características matemáticas e computacionais dos métodos
numéricos. São Paulo: Prentice Hall, 2003.

03

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

35

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CLAUDIO, Dalcidio Moraes; MARINS, Jussara Maria. Cálculo numérico
computacional: teoria e pratica. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2000.
DIEGUEZ, José Paulo P. Métodos Numéricos Computacionais para a
Engenharia. Rio de Janeiro: Interciência, 1992. v. 1.
WILSON, Howard B.; TURCOTTE, Louis H.; HALPERN, David. Advanced
mathematics and mechanics applications using MATLAB. Boca Raton:
CRC Press, 1997.
HANSELMAN, Duane; LITTLEFIELD, Bruce. MATLAB 5: versão do
Estudante: Guia do Usuário. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1999.
FARRER, Harry; BECKER, Christiano Gonçalves; FARIA, Eduardo Chaves;
MATOS, Helton Fábio; SANTOS, Marcos Augusto; MAIA, Miriam Lourenço.
Algoritmos Estruturados. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.
ISBN 85-226-0331-6.
ECIV020 – ESTATÍSTICA - 4 h semanais
Estatística Descritiva. Cálculo das Probabilidades. Variáveis Aleatórias,
Discretas e Contínuas. Função de Probabilidade. Esperanças Matemáticas e
Variância. Modelos Probabilísticos. Estimação de Parâmetros. Intervalos de
Confiança. Testes de Hipóteses. Testes de Aderência.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C. Estatística aplicada e probabilidade
para engenheiros. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora
S. A., 2012. ISBN : 9788521619024.
WALPOLE, R. E. et al. Probabilidade & estatística: para engenharia e
ciências. 8. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. ISBN: 9788576051992.

03

Fernandes, A. P. L. M.; Silva, A. C. M. Introdução à estatística. Maceió:
EDUFAL, 2011. ISBN: 9788571775992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SPIEGEL, M. R. Probabilidade e estatística. São Paulo: Pearson Education,
2004. ISBN : 8534613001.
OLIVEIRA, F. S. M. Estatística e probabilidade: teoria, exercícios resolvidos,
exercícios propostos. São Paulo: Atlas, 2004. ISBN: 9788522421039.
ECIV021 – TOPOGRAFIA 2 – 2 h semanais
Técnicas de utilização de instrumentos topográficos. Aspectos práticos dos
levantamentos topográficos. Realização de trabalhos de campo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ESPARTEL, Lélis. Curso de topografia. São Paulo: Editora globo, 1982.
GARCIA, Gilberto J.; MARCHETTI, Delmar A. Princípios de fotogrametria e
fotointerpretação. 5. ed. São Paulo: Editora Nobel, 1989.
JORDAN, William. Tratado general de topografia. Mexico: Editora Gustavo
Gili, 1981.
KISSAM, Philip C. E. Topografia para inginieros. São Paulo: Editora Mc Graw
Hill, 1976.
LOCH, Carlos; CORDINI, Jucilei. Topografia contemporânea: Planimetria.

03

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

36

Florianópolis: Editora da UFSC, 1995.
PAREDES, Evaristo A. Introdução à aerofotogrametria para engenheiros.
Maringá: UEM, 1987.
SANTOS, Adeildo Antão dos. Geodésia: geodésia elementar e princípio de
Posicionamento Global (GPS). Recife: Editora Universitária UFPE, 2001.
ECIV015 – FÍSICA 2 - 4 h semanais
Gravitação. Movimentos oscilatórios. Ondas.
Termodinâmica e Teoria Cinética dos Gases.

Mecânica

dos

Fluidos.

BIBLIOGRAFIA:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC
Editora, 2002. v. 2.

03

HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos da física. Rio de
Janeiro: LTC Editora, 2007. v. 2.
SERWAY, R. A.; JEWETT, J. W. Princípios de física. 3. ed. São Paulo:
Thomson Learning, 2004. v. 2.
TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros. 5. ed. Rio
de Janeiro: LTC Editora, 2006. v. 1.
ECIV018 – MECÂNICA DOS SÓLIDOS 1 – 4 h semanais
Objetivos da mecânica dos sólidos rígidos e deformáveis. Estática dos pontos
materiais. Estática dos corpos rígidos. Características geométricas dos corpos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BEER, F. P.; JOHNSTON JR, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros –
Estática. 5. ed. São Paulo: Makron Books, 2011.

03

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FONSECA, A. Curso de Mecânica – Estática (Título 1). 3. ed. (reimpressão).
Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1976. v. 2.
POLILLO, A. Mecânica das Estruturas. Rio de Janeiro: Editora Científica,
1973. v. 1.
ECIV016 – QUÍMICA TECNOLÓGICA – 4 h semanais
Estequiometria: fórmulas químicas. Estrutura atômica. Tabela periódica.
Ligação química. Química orgânica: polímeros. Gases. Termodinâmica:
equilíbrio químico. Equilíbrio heterogêneo, regras das fases. Equilíbrio químico
em soluções. Análise físico-químicas de água e esgoto. Eletroquímica: oxiredução, pilhas, eletrólise, obtenção de matéria prima. Corrosão e proteção.
Sólidos: sólidos metálicos, cerâmicas: cerâmicas brancas, produtos estruturais
de argilas, refratários, produtos especiais de cerâmica, esmalte e metais
esmaltados, fornos. Sólidos amorfos: vidros e vidros especiais. Materiais
compósitos: percursores; cimento, cal, gesso. Combustíveis; Tintas e Vernizes;
Lubrificantes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRADY, James E.; HUMISTON, Gerard E. Química Geral. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos. v. 1 e 2.
O'CONNOR, Rod. Introdução à Química. São Paulo: Editora Harbra, 1977.
VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de ciência e tecnologia dos materiais.

03

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

37

10. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
SHREVE, R. Norris; BRINK JR, Joseph A. Indústria de Processos Químicos.
Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 1977.
ECIV017 – LABORATÓRIO DE QUÍMICA – 2 h semanais
Introdução ao laboratório de química. Reações químicas. Estequiometria.
Equilíbrio químico. Preparo de soluções ácido-base. Eletroquímica. Corrosão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LENZI, E.; FAVERO, L. O. B.; TANAKA, A. S.; VIANNA FILHO, E. A.; SILVA, M.
B.; BASTOS, F. Química Geral Experimental. Rio de Janeiro: Freitas Bastos
Editora, 2004.

03

BROWN, T.; LEMAY, H.; BURSTEN, B. Química: A ciência central. 9. ed. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
BESSLER. K. E.; NEDER, A. V. F. Química em tubos de ensaio. São Paulo:
Editora Edgard Blucher, 1977.
ECIV029 – ARQUITETURA E CONFORTO AMBIENTAL - 4 h semanais
Arquitetura e espaço arquitetônico. Historia da arquitetura e arquitetura
alagoana. Tendências da arquitetura contemporânea. Projeto arquitetônicozoneamento. Noções de clima: o clima de Maceió. Noções de ventilação e
iluminação. Como projetar para o nordeste do Brasil. Legislação
municipal/código de edificações. Lei de acessibilidade.Projeto de ambientes
isolados. Projeto de residência unifamiliar, Construções sustentáveis. Diretrizes
para projetos sustentáveis. Noções de Higiene (ruído; tratamento de água).
Noções de um edifício multifamiliar com especificações de materiais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CHING, F. D. K. Arquitetura: Forma, Espaço e Ordem. Editora Martins Fontes,
2001.
ZEVI, Bruno. Saber ver a Arquitetura. Editora Martins Fontes, 2000.
PANERO, Julius. Dimensionamento Humano para espaços interiores: um
livro de consulta e referência para projetos. 1. ed. São Paulo. Editora Gustavo
Gili GG, 2003
NEUFERT, Ernest. Arte de Projetar em Arquitetura. 17. ed. São Paulo:
Editora Gustavo Gili, 2004.
SILVA, Elvan. Uma introdução ao projeto arquitetônico. Porto Alegre:
Editora da Universidade, 1991.
GURGEL, Miriam. Projetando Espaços: Residencial. 3. ed. São Paulo:
SENAC, 2005.
PREFEITURA MUNICIPAL DE MACEIÓ. Lei Municipal n. 5486, de 30/12/2005.
Plano Diretor de Maceió.
SECRETARIA NACIONAL DE TRANSPORTE E DA MOBILIDADE URBANA.
Brasil acessível. 4. ed. Brasília: Ministério das Cidades, 2007.
BITTENCOURT, Leonardo. Uso das cartas solares: diretrizes para arquitetos.
4. ed. Maceió: Edufal, 2004.
HOPKINSON, Ralph; Petherbridge, P.; Longmore, James. Iluminação Natural.
Tradução: Antonio S. L. de Farias. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian,
1975.

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Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

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LAMBERTS, Roberto; Dutra, Luciano; Pereira, Fernando O. R. Eficiência
energética na arquitetura. São Paulo: Procel, 1997.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9050.
Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio
de Janeiro: ABNT, 2004.
BITTENCOURT, Leonardo; CÂNDIDO, Christhina. Introdução à ventilação
natural. 3. ed. rev. e ampl. Maceió: EDUFAL, 2008. 173p., il.
ALBERNAZ, Maria Paula; LIMA, Cecília Modesto. Dicionário ilustrado de
arquitetura. 3. ed. São Paulo: ProEditores, 2003. 670p., il.
PREFEITURA MUNICIPAL DE MACEIÓ. Lei n. 5593, de 2007. Código de
Urbanismo e Edificações do Município de Maceió.
Anesia Barros Frota, Sueli Ramos Schiffer. Manual de conforto térmico.
Studio Nobel, 2006.
BARBIRATO, Gianna Melo; SOUZA, Léa Cristina Lucas; TORRES, Simone
Carnaúba. Clima e cidade: a abordagem climática como subsídio para estudos
urbanos. Maceió: UFAL, 2007.
CORBELLA, Oscar; YANNAS, Simos. Em busca de uma arquitetura
sustentável para os trópicos: conforto ambiental. Texas: Editorial Revan,
2003. Universidade do Texas.
FROTA, Anésia Barros. Geometria da insolação. São Paulo: Geros, 2004.
ECIV022 – CÁLCULO 4 - 4 h semanais
Integrais múltiplas. Integrais de linha. Campos vetoriais conservativos.
Mudança de variáveis em integrais múltiplas. Superfícies parametrizadas.
Integrais de superfície. Teorema de Green. Teorema de Gauss. Teorema de
Stoke. Equações diferenciais de primeira e segunda ordem. Métodos
elementares de solução. Equações diferenciais lineares.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. v. 2.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

04

LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. São Paulo: Editora Harbra,
1994. v. 2.
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: Pearson
Educational-Makron Books, 2005. v. 2.
THOMAS, G. B. Cálculo. São Paulo: Addison Wesley, 2002. v. 2.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron
Books, 1995.
MUNEM, Mustafa A. Cálculo. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1982.
ECIV026 – FENÔMENOS DE TRANSPORTE 1 - 4 h semanais
Definição, conceito e mecanismo de fenômenos de transporte. Conceitos
fundamentais e análise dimensional. Estática dos fluídos. Equações
fundamentais para o movimento dos fluidos. Formulações integral e diferencial
para o volume de controle - as equações de Navier-Stokes. Camada limite.
Semelhança. Escoamento interno de fluidos incompressíveis.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LIVI, Celso P. Fundamentos de Fenômenos de Transporte. São Paulo: LTC,

04

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

39

2004.
ROMA, Woodrow Nelson Lopes. Fenômenos de Transporte para
Engenharia. São Carlos: Editora RIMA, 2003.
BRUNETTI, Franco. Mecânica dos Fluidos. São Paulo: Pearson Education,
2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
STREETER, Victor L.; WYLIE, E. Benjamin. Mecânica dos Fluidos. 7. ed. São
Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1982.
FOX, Robert W.; MCDONALD, Alan T. Introdução à Mecânica dos Fluidos.
4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995.
MUNSON, B. R.; YOUNG, D. F; OKIISHI, T. H. Fundamentos da Mecânica
dos Fluidos. São Paulo: Edgard Blucher Ltda, 2008.
WHITE, Frank M. Mecânica dos Fluidos. Rio de Janeiro: Mc Graw Hill, 2011.
BRAGA FILHO, Washington. Fenômenos de Transporte para Engenharia.
São Paulo: LTC, 2012.
ECIV023 – FÍSICA 3 – 4 h semanais
Princípios de eletrostática e do magnetismo. Campo gravitacional, elétrico e
magnético. Potencial gravitacional, elétrico e magnético. Introdução ao meio
contínuo. Corrente elétrica: condutores, resistores e capacitores. Força
eletromotriz. Circuitos de corrente contínua. Corrente alternada.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC
Editora, 2002. v. 3.

04

HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos da física. Rio de
Janeiro: LTC Editora, 2007. v. 3.
SERWAY, R. A.; JEWETT, J. W. Princípios de física. 3. ed. São Paulo:
Thomson Learning, 2004. v. 3.
TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros. 5. ed. Rio
de Janeiro: LTC Editora, 2006. v. 3.
ECIV024 – LABORATÓRIO FÍSICA 2 - 2 h semanais
Experimentos envolvendo os conteúdos de Eletricidade e Magnetismo
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
IF-UFAL. Apostilas de medidas e erros. Caderno de experimentos.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC
Editora, 2002. v. 3.

04

HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos da física. Rio de
Janeiro: LTC Editora, 2007. v. 3.
SERWAY, R. A.; JEWETT, J. W. Princípios de física. 3. ed. São Paulo:
Thomson Learning, 2004. v. 3.
TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros. 5. ed. Rio
de Janeiro: LTC Editora, 2006. v. 3.
ECIV027 – GEOLOGIA DE ENGENHARIA E AMBIENTAL – 4 h semanais
Caracterização dos processos, elementos e aspectos geológicos relacionados

04

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

40

a projetos de engenharia e ao meio ambiente. Identificação e classificação de
materiais naturais. Elementos geológicos aplicados a projetos específicos da
geotecnia e dos materiais de construção. Técnicas de investigação geológica
para concepção e execução de projetos de engenharia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Prentice
Hall, 2002.
BITAR, Y. (coord). Curso de Geologia Aplicada ao Meio Ambiente. São
Paulo: ABGE/IPT- DIGEO, 1995. 247p.
OLIVEIRA, A. M. S.; BRITO, S. N. A. (Editores). Geologia de Engenharia.
ABGE.CNPq.FAPESP, 1988.
SUGUIO, K. Introdução a sedimentologia. São Paulo: Ed. Edgard Blucher
Ltda, 1982.
WILSON, T. Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de texto, 2001. 568pp.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CHIOSSI, N. J. Geologia aplicada a Engenharia. 4. ed. São Paulo: Gremio
Politecnico da USP, 1987.
CLARK, S. P. Estrutura da Terra. São Paulo: Ed. Edgar Blucher & USP, 1973.
DANA J.; HURLBUT. Manual de Mineralogia. Rio de Janeiro: Ed. Ao livro
tecnico, 1969. v. 1 e 2.
DAVID B. The Gaia atlas of planet management. Pan Books. 1985.
DE LOCZY, L.; LADEIRA, A. E. Geologia estrutural e introducao a
geotectonica. São Paulo: Ed. Edgard Blucher, 1980.
ERNEST, W. G. Minerais e Rochas. São Paulo: Ed. Edgar & Blucher ltda,
1975.
FLEURY, J. M. Curso de Geologia Básica. Goiás: Ed. UFG, 1995.
KELLER, E. Environmental Geology. 1989.
LAPORTE, L. F. Ambientes antigos de sedimentação. São Paulo: Ed. Edgar
& Blucher ltda, 1975.
LEINS, V.; CAMPOS, J. E. S. Guia para determinação de minerais. São
Paulo: Companhia Editora Nacional, 1975.
MARANHAO, L. R. Introdução a Pesquisa Mineral. Banco do Nordeste dp
Brasil, 1983.
POPP, H. J. Geologia Geral. Rio de Janeiro: Ed. Livros Técnicos ltda, 1979.
MINISTÉRIO DAS MINAS E ENERGIA / DNPM. Principais depósitos
minerais do nordeste oriental. 1984.
SGARBI, C. N. G.; CARDOSO, N. R. Pratica de Geologia Introdutória. Belo
Horizonte: Editora PROED, 1987.
ECIV028 – LAB. GEOLOGIA DE ENGENHARIA E AMBIENTAL – 2 h
semanais
Caracterização dos processos geológicos-ambientais in situ (campo) e/ou
laboratórios. Identificação e classificação (Streicksen) dos materiais naturais.
Análise geológica aplicada a projetos da engenharia e mais especificamente na
geotecnia, nas ciências dos materiais e nas intervenções ambientais. Técnicas

04

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

de investigação geológica para execução de obras civis ou outras intervenções
ambientais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BARNES, J. W. Basic geological mapping.Geological Society OF London,
1981.
BENNISON, M. G. An introduction to geological structures and maps.
Londres: Edward Arnold, 1977.
BONN, F.; ROCHON, G. Precis de teledetection. Presses de 1’ Universite du
Quebec, 1993.
BRANCO, S. M.; BRANCO, F. C. A deriva dos continentes. São Paulo: Ed.
Moderna, 1992.
BRANCO, S. M. O meio Ambiente em debate. São Paulo: Ed. Moderna, 1991.
BRANCO, S. M. Energia e meio Ambiente. São Paulo: Ed. Moderna, 1992.
CHIOSSI, N. J. Geologia aplicada a Engenharia. 4. ed. São Paulo: Gremio
Politecnico da USP, 1987.
CLARK, S. P. Estrutura da Terra. São Paulo: Ed. Edgar Blucher & USP, 1973.
CUNHA, B. S.; GUERRA, T. J. A. Geomorfologia do Brasil. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 1998.
DANA J.; HURLBUT. Manual de Mineralogia. Rio de Janeiro: Ed. Ao livro
tecnico, 1969. v. 1 e 2.
DAVID B. The Gaia atlas of planet management. Pan Books. 1985.
CARVALHO, E. T. Geologia Urbana para todos. Belo Horizonte, 2003.
DE LOCZY, L.; LADEIRA, A. E. Geologia estrutural e introducao a
geotectonica. São Paulo: Ed. Edgard Blucher, 1980.
EIDER, D. L. Tempo geológico. São Paulo: Ed. Edgar & Blucher ltda, 1978.
ERNEST, W. G. Minerais e Rochas. São Paulo: Ed. Edgar & Blucher ltda,
1975.
FLEURY, J. M. Curso de Geologia Básica. Goiás: Ed. UFG, 1995.
FRAZAO, B. E. Tecnologia de Rochas para Construção. ABGE, 2002.
HASUI, Y.; MIOTO, J. A. Geologia estrutural aplicada. ABGE, 1992.
KELLER, E. Environmental Geology. 1989.
LAPORTE, L. F. Ambientes antigos de sedimentação. São Paulo: Ed. Edgar
& Blucher ltda, 1975.
LABOURIAU, S. M. L. História Ecológica da Terra. São Paulo: Edgar Blucher,
2004.
LEINS, V.; AMARAL, S. E. Geologia Geral. São Paulo: Ed. Nacional, 1975.
LEINS, V.; CAMPOS, J. E. S. Guia para determinação de minerais. São
Paulo: Companhia Editora Nacional, 1975.
LEWIS, D. W. Analytical Sedimentology. New York-London: Chapman & Hall,
1994.
LOCH, C.; LAPOLLI, E. M. Elementos basicos da fotogrametria e sua
utilizacao pratica. Ed. da UFSC.Serie didática, 1989.
LOCH, C. Noções basica para a interpretação de imagens aéreas, bem

41

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

42

como algumas de suas aplicações nos campos profissionais. Ed. da
UFSC.Serie didática. 1989.
MIAL. A. D. Principles fo Sedimentary Basin analysis. Springer Verlag, 1990.
MARANHAO, L. R. Introdução a Pesquisa Mineral. Banco do Nordeste dp
Brasil, 1983.
MASON, B. Mineralogy. W. H. Freeman and Company, 1984.
MASON, R. Petrology of metamorphic rocks. George Allen & Unwin/Thomas
Murby, 1978.
OLIVEIRA, A. M. S.; BRITO, S. N. A. (Editores). Geologia de Engenharia.
ABGE.CNPq.FAPESP, 1988.
OZIMA, M. Geo-história-a evolução global da terra. UnB, 1989.
POPP, H. J. Geologia Geral. Rio de Janeiro: Ed. Livros Técnicos ltda, 1979.
MINISTÉRIO DAS MINAS E ENERGIA / DNPM. Principais depósitos
minerais do nordeste oriental. 1984.
SGARBI, C. N. G.; CARDOSO, N. R. Pratica de Geologia Introdutória. Belo
Horizonte: Editora PROED, 1987.
SIAL, A. N.; MACREATH, I. Petrologia Ignea. SBG/CNPq/Bureau Grafica ed.
Ltda, 1984. v. 1.
SUGUIO, K. Introdução a sedimentologia. São Paulo: Ed. Edgard Blucher
Ltda, 1982.
SKINNER, B. J. Recursos Minerais da terra. São Paulo: Ed. Edgar & Blucher
ltda, 1969.
VILLELA, S. M.; MATTOS, A. Hidrologia aplicada. São Paulo: McGraw-Hill,
1978.
ECIV025 – TEORIA DAS ESTRUTURAS 1 - 4 h semanais
Morfologia das estruturas. Noções de estaticidade. Ações. Esforços internos
solicitantes. Introdução à análise estrutural. Análise de estruturas reticuladas
isostáticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SÜSSEKIND, J. C. Curso de Análise Estrutural – Estruturas Isostáticas. 8. ed.
Porto Alegre: Editora Globo, 1984. v. 1.
ALMEIDA, Maria Cascão Ferreira de. Estruturas isostáticas. São Paulo:
Oficina de Textos, 2009.
ROCHA, A. M. Teoria e Prática das Estruturas – Isostática. 1. ed. Rio de
Janeiro: Editora Científica, 1973. v. 1.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ORFIN, B.; OLIVEIRA, M. M. Estruturas Isostáticas. 3. ed. (reimpressão). Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1983.
KRIPKA, Moacir. Análise Estrutural para Engenharia Civil e Arquitetura –
Estruturas Isostáticas. 2. ed. São Paulo: PINI, 2011.
MACHADO JÚNIOR, E. F. Introdução à Isostática. 1. ed. São Carlos:
EESC/USP – Projeto REENGE, 1999.
VIERO, E. H. Isostática Passo a Passo: Sistemas Estruturais em Engenharia
e Arquitetura. 3. ed. Rio de Janeiro: EDUCS, 2013.

04

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

43

MARTHA, Luiz Fernando. Análise de estruturas: conceitos e métodos
básicos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
ECIV050 – ECONOMIA PARA ENGENHARIA - 4 h semanais
História do pensamento econômico. Curvas de Oferta e Demanda. Elasticidade
da renda e da demanda. Custos de Produção. Custos Fixos, Variáveis, Médio e
Marginal. Curva do efeito de escala na produção. Matemática financeira. Juros,
amortizações, modelos de financiamento de bens e serviços. Análise de
projetos. Ponto de vista privado e social. Método Custo-Benefício. Método da
Taxa Interna de Retorno (TIR). Considerações sobre a realidade econômica
brasileira
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ASSAF NETO, Alexandre. Matemática Financeira e suas aplicações. 5. ed.
São Paulo: Atlas, 2002.
PILÃO, N. E.; HUMMEL, P. R. V. Matemática Financeira e Engenharia
Econômica. São Paulo: Thomson, 2004.
SAMANEZ, C. P. Matemática Financeira: aplicações à análise de
empreendimentos. São Paulo: Prentice Hall, 2007.

05

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à Economia. São Paulo: Atlas, 2001.
MANKIW, N. G. Introdução à Economia: Princípios de micro e
macroeconomia. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1999.
LAPONI, J. Modelagem Financeira com Excel. Rio de Janeiro: Elsevier –
Campus, 2004.
VIEIRA SOBRINHO, José Dutra. Matemática Financeira. São Paulo: Atlas,
1997.
LIMA, I. S.; ANDREZO, A. F. Mercado Financeiro: Aspectos Históricos e
Conceituais. São Paulo: Pioneira – Thomson Learning, 2001.
ECIV034 – ELETROTÉCNICA APLICADA – 4 h semanais
A Eletricidade no Brasil - Matriz Energética Nacional – O Sistema Elétrico
Brasileiro - Circuitos Elétricos de Corrente Contínua e de Corrente Alternada Medidas Elétricas Básicas – Potência em Circuitos Elétricos – Circuitos
Elétricos Trifásicos – Aspectos básicos de Transformadores.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GUSSOW, Milton. Eletricidade básica. 2. ed. rev. e ampl. Porto Alegre:
Bookman, 2009. 571 p. (Coleção Schaum).

05

CAVALCANTI, P. J. Mendes. Fundamentos de eletrotécnica. 22. ed. São
Paulo: Freitas Bastos Editora, 2012.
WALLACE, Gray. Eletrotécnica: Princípios e Aplicações. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos Editora S.A., 1964.
MAGALDI, Miguel. Noções de eletrotécnica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Dois, 1981. 460p. ISBN (Broch.).
ECIV045 – FENOMENOS DE TRANSPORTE 2 – 2 h semanais
Fundamentos da transferência de calor, equação de Fourier, relações
experimentais. Fundamentos da transferência de massa: equação de Fick,

05

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

44

relações experimentais para convecção. Fundamentos de radiação.
Fundamentos da transferência de massa: equação de Fick e relações
experimentais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ROMA, Woodrow Nelson Lopes. Fenômenos de Transporte para
Engenharia. São Carlos: Editora RIMA, 2003.
LIVI, Celso P. Fundamentos de Fenômenos de Transporte. São Paulo: LTC,
2004.
KREITH, Frank. Princípios da Transmissão de Calor. 3. ed. São Paulo:
Editora Edgard Blucher Ltda., 1985.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRAGA FILHO, Washington. Fenômenos de Transporte para Engenharia.
São Paulo: LTC, 2012.
HOLMAN, Jack Philip. Transferência de Calor. São Paulo: McGraw-Hill do
Brasil, 1983.
INCROPERA, Frank P.; DE WITT, David P. Fundamentos de Transferência
de Calor e Massa. Rio de Janeiro: Guanabara – Koogan, 1990.
SISSOM, Leigton E.; PITTS, Donald R. Fenômenos de Transporte. Rio de
Janeiro: Guanabara Dois, 1979.
BRAGA FILHO, W. Transmissão de Calor. São Paulo: Thomson Learning
Pioneira Ltda, 2004.
ECIV046 – HIDRÁULICA - 4 h semanais
Introdução. Revisão de alguns conceitos da mecânica dos fluidos. Teoria e
aplicações sobre o funcionamento de orifícios, bocais e vertedouros. Cálculo
dos condutos forçados. Perdas lineares e localizadas. Temas diversos a
respeito dos condutos forçados. Hidráulica dos sistemas de recalques. Golpe
de Aríete. Meios para atenuar os efeitos do golpe de Aríete. Movimentos
uniforme e gradualmente variado. Movimento bruscamente variado. Curva de
remanso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AZEVEDO NETTO, José Martiniano de. Manual de Hidráulica, 8. ed. São
Paulo: Blücher, 1998. ISBN 8521202776.
CHOW, Ven Te. Open-channel hydraulic. Auckland: McGraw-Hill, 1986. 680p.
ISBN 007Y85906X : (Broch.).
GARCEZ, Lucas Nogueira. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária.
2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1974. 356p.
LENCASTRE, Armando. Hidráulica geral. Lisboa: Hidroprojecto, 1983. 654p.
LINSINGEN, Irlan Von. Fundamentos de sistemas hidráulicos. Florianópolis:
UFSC, 2001. 399 p. ISBN 8532802028 : (Broch.).
NEVES, Eurico Trindade. Curso de Hidráulica. 9. ed. Porto Alegre: Globo,
1960.
PIMENTA, Carlito Flavio. Curso de hidráulica geral. 4. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Dois, 1981. 2v.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BAPTISTA, Márcio B.; COELHO, Márcia M. Lara P. Fundamentos de

05

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

45

engenharia hidráulica. 2. ed. rev. Belo Horizonte: Editora UFMG | Escola de
Engenharia da UFMG, 2003. 440p. ISBN: 8570413750.
BASTOS, F. A. Problemas de Mecânica dos Fluidos. Rio de Janeiro:
Guanabara Dois, 1983.
PORTO, Rodrigo de Melo. Hidráulica Básica. 2. ed. São Carlos:
EESC/USP/Projeto REENGE, 1999. 540p. ISBN: 858520530X.
FOX, R. W.; MCDONALD, A. T. Introdução à mecânica dos fluidos. 4. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995.
CHADWICK, A.; MORFETT, J. Hydraulics, in civil and Environmental
Engineering. London: E & FN SPON, 1994.
FRENCH, F. H. Open Channel Hydraulics. International Student Edition, 1986.
MACINTYRE, Archibald Joseph. Bombas e instalações de bombeamento. 2.
ed. rev. Rio de Janeiro: LTC, 1997. 782p. ISBN 9788521610861 : (Broch.).
ECIV047 – LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA – 2h
Ensaios Hidrostáticos. Determinação de vazão em condutos fechados e canais
abertos. Determinação de Perdas de Carga Localizadas e Distribuídas.
Determinação de Curvas Características de Bombas Hidráulicas. Ensaios de
Canais Hidráulicos: ressaltos hidráulicos; medição de profundidades normais de
escoamento; curvas de remanso; vertedores.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AZEVEDO NETTO, José Martiniano de. Manual de Hidráulica, 8. ed. São
Paulo: Blücher, 1998. ISBN 8521202776.
BAPTISTA, Márcio B.; COELHO, Márcia M. Lara P. Fundamentos de
engenharia hidráulica. 2. ed. rev. Belo Horizonte: Editora UFMG | Escola de
Engenharia da UFMG, 2003. 440p. ISBN: 8570413750.
GARCEZ, Lucas Nogueira. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária.
2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1974. 356p.
LENCASTRE, Armando. Hidráulica geral. Lisboa: Hidroprojecto, 1983. 654p.
PORTO, Rodrigo de Melo. Hidráulica Básica. 2.ed. São Carlos:
EESC/USP/Projeto REENGE, 1999. 540p. ISBN: 858520530X.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BASTOS, F. A. Problemas de Mecânica dos Fluidos. Rio de Janeiro:
Guanabara Dois, 1983.
CHADWICK, A.; MORFETT, J. Hydraulics, in civil and Environmental
Engineering. London: E & FN SPON, 1994.
CHOW, Ven Te. Open-channel hydraulic. Auckland: McGraw-Hill, 1986. 680p.
ISBN 007Y85906X : (Broch.).
FOX, R. W.; MCDONALD, A. T. Introdução à mecânica dos fluidos. 4. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995.
FRENCH, F. H. Open Channel Hydraulics. International Student Edition, 1986.
KAMAL A. R. Ismail. Fenômenos de Transferência: Experiências de
Laboratório. Rio de Janeiro: Editora Campus Ltda, 1982.
LINSINGEN, Irlan Von. Fundamentos de sistemas hidráulicos. Florianópolis:
UFSC, 2001. 399 p. ISBN 8532802028 : (Broch.).

05

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

46

MACINTYRE, Archibald Joseph. Bombas e instalações de bombeamento. 2.
ed. rev. Rio de Janeiro: LTC, c1997. 782p. ISBN 9788521610861 : (Broch.).
NEVES, Eurico Trindade. Curso de Hidráulica. 9.ed. Porto Alegre: Globo,
1960.
PIMENTA, Carlito Flavio. Curso de hidráulica geral. 4. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Dois, 1981. 2v.
ECIV048 – MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO 1 – 4 h semanais
Introdução ao estudo dos materiais usados na construção civil. Estruturas dos
materiais. Normas técnicas. Materiais cerâmicos. Vidros. Polímeros. Madeiras.
Tintas e vernizes. Materiais betuminosos e impermeabilizantes. Materiais
metálicos: materiais não ferrosos, produtos siderúrgicos, aço para concreto
armado e protendido. Aglomerantes aéreos: cal e gesso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BAUER, L. A. F. coord. Materiais de construção. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e científicos, 2000.
ISAIA, G. C. ed. Materiais de Construção Civil e Princípios de Ciência e
Engenharia de Materiais. São Paulo: IBRACON, 2007. v. 1 e 2.
PETRUCCI, E. G. R. Materiais de construção. 12. ed. São Paulo: Globo,
1998.

05

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MANO, Eloisa Biasotto. Polímeros como materiais de engenharia. São
Paulo: E. Blucher, 1991.
VAN VLACK, Lawrence H. Propriedades dos materiais cerâmicos. tradução:
Cid Silveira, Shiroyuki Oniki. São Paulo: Edgard Blucher:EDUSP, 1973.
PATTON, W. J. Materiais de construção para engenharia civil. São Paulo:
EDUSP, 1978.
VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de ciência e tecnologia dos materiais.
10. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
ECIV049 – LABORATÓRIO DE MATERIAIS - 2 h semanais
Materiais cerâmicos: blocos e telhas. Ensaio de caracterização do aço: tração e
dobramento. Aglomerantes: gesso, cal e cimento Portland. Agregados: miúdo e
graúdo. Argamassas convencionais. Concretos convencionais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BAUER, L. A. F. coord. Materiais de construção. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e científicos, 2000.
ISAIA, G. C. ed. Materiais de Construção Civil e Princípios de Ciência e
Engenharia de Materiais. São Paulo: IBRACON, 2007. v. 1 e 2.
MEHTA, P. K.; MONTEIRO, P. J. Concreto: propriedades estrutura e materiais.
São Paulo: PINI, 1994.
PETRUCCI, E. G. R. Materiais de construção. 12. ed. São Paulo: Globo,
1998.
HELENE, P.; TERZIAN, P. Manual de dosagem e controle do concreto. São
Paulo: PINI, 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

05

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

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Normas da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT.
ECIV030 – MECÂNICA DOS SÓLIDOS 2 - 4 h semanais
Análise de tensões e de deformações. Relações constitutivas. Energia
específica de deformação. Tração e compressão. Torção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GERE, J. M.; GOODNO, B. J. Mecânica dos Materiais. 7. ed. São Paulo:
CENGAGE Learning, 2011. ISBN: 9788522107988.
SILVA, V. D. Mecânica e Resistência dos Materiais. 4. ed. Coimbra: Editora
Zuari, 2013. ISBN: 9789892041551.
BEER, F. P.; JOHNSTON JR., E. R.; DEWOLF, J. T.; MAZUREK, D.
F. Mecânica dos Materiais. 5. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2011.
ISBN: 9788563308238.

05

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MIROLIUBOV, I.; ENGALITCHEV, S.; SERGUIEVSKI, N.; ALMAMETOV, F.;
KURITSIN, N.; SMIRNOV-VASILIEV, K.; IACHINA, L. Problemas de
Resistência dos Materiais. Editora Mir, 1978.
HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 7. ed. São Paulo: Pearson
Education, 2010. ISBN: 9788576053736.
ECIV052 – HIDROLOGIA - 4 h semanais
Introdução.
Ciclo
hidrológico.
Bacia
hidrográfica.
Elementos
de
hidrometeorologia. Elementos de estatística. Precipitação. Interceptação.
Evaporação
e
evapotranspiração.
Águas subterrâneas.
Infiltração.
Fundamentos do escoamento. Escoamento superficial. Escoamento em rios e
canais. Aquisição de dados hidrológicos. Vazão máxima. Regularização de
vazão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
COLLISCHONN, W.; DORNELLES, F. Hidrologia para engenharia e ciências
ambientais. Porto Alegre: Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH),
2013. 336p.Il.—(Coleção ABRH; 12). ISBN: 978-85-8868-634-2.
FEITOSA, F. A. C. Hidrogeologia: Conceitos e Aplicações. 3. ed.Organização
e coordenação científica Fernando A. C. Feitosa...[et al]. Rio de Janeiro: CPRM:
LABHID, 2008. 812p:il.
TUCCI, C. E. M. Hidrologia: ciência e aplicação. 2. ed. Porto Alegre: Ed.
Universidade/UFRGS: ABRH, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
VILLELA, S. W.; MATTOS, A. Hidrologia aplicada. São Paulo: McGraw-Hill do
Brasil, 1975. 245p.
SANTOS, I. dos; FILL, H. D.; SUGAI, M. R. v. B.; BUBA, H.; KISH, R. T.;
MARONE, E.; LAUTERT, L. F. Hidrometria Aplicada. Curitiba: Instituto de
Tecnologia para o Desenvolvimento, 2001. 372p.; il. Color.
RIGHETTO, A. M. Hidrologia e Recursos Hídricos. São Carlos: EESC/USP,
1998. 840p.: il.
PAIVA, J. B. D.; PAIVA, E. M. C. D. Hidrologia aplicada à gestão de
pequenas bacias hidrográficas. Organizada por João Batista Dias de Paiva e
Eloiza Maria Cauduro Dias de Paiva. Reimpressão rev. aum.- Porto Alegre:

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Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

48

ABRH, 2003. 628p.
PEDRAZZI, J.A. Facens. Hidrologia Aplicada. Disponível em:
<http://www.facens.br/site/alunos/download/hidrologia>. Acesso em: 15 fev.
2004.
BARTH, F. T.; POMPEU, C.T. FILL, H. D.; TUCCI, C. E. M.; KELMAN, J;
BRAGA JR., B. P. F. Modelos para gerenciamento de recursos hídricos.
São Paulo: Editora Nobel, 1987. 526 p.
CHOW, V. T. Handbook of applied hydrology: a compendium of waterresources technology. Estados Unidos: Editora McGraw-Hill, 1964.
MANNING, J. C. Applied principles of hydrology. New York: Editora
Macmillan, 1992. 294 p.
RAMOS, F.; OCCHIPINTI, A. G.; VILLA NOVA, N. A.; REICHARDT, K.;
MAGALHÃES, P. C. de; CLEARY, R. W. Engenharia hidrológica. Rio de
Janeiro: ABRH, 1989. 404 p.
TUCCI, C. E. M. Modelos hidrológicos. Rio Grande do Sul: Editora da
Universidade/UFRGS, 1998. 669 p.
TUCCI, C. E. M. Regionalização de Vazões. Rio Grande do Sul: Editora da
Universidade/UFRGS, 2002. 256 p.
ECIV056 - MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO 2 – 4h semanais
Cimento Portland. Agregados miúdos e graúdos. Argamassas convencionais.
Argamassas especiais. Concreto convencional. Concretos especiais.
Durabilidade do concreto.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BAUER, L. A. F. coord. Materiais de construção. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e científicos, 2000.
MEHTA, P. K.; MONTEIRO, P. J. Concreto: propriedades estrutura e materiais.
São Paulo: PINI, 1994.
NEVILLE, Adam M. Propriedades do concreto. 2. ed. rev. e atual. São Paulo:
Pini, 1997.
PETRUCCI, E. G. R. Materiais de construção. 12. ed. São Paulo: Globo,
1998.

06

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LIMA, Flávio Barboza de; BARBOZA, Aline da Silva Ramos; GOMES, Paulo
César Correia. Produção e controle de qualidade do concreto. Maceió:
EDUFAL, 2003.
HELENE, Paulo R. L.; TERZIAN, Paulo. Manual de dosagem e controle do
concreto. São Paulo: Pini; Brasília, DF: SENAI, 1993.
VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de ciência e tecnologia dos materiais.
10. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
FIORITO, Antonio J. S. I. Manual de argamassas e revestimentos: estudos e
procedimentos de execução. 2. ed. São Paulo: Pini, 2009. 231 p.
SOUZA, Vicente Custodio Moreira de; RIPPER, Thomaz. Patologia,
recuperação e reforço de estruturas de concreto. São Paulo: Pini, 1998.
ECIV051 – MECÂNICA DOS SÓLIDOS 3 - 4 h semanais

06

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

49

Flexão transversal reta. Flexão oblíqua. Flexão composta. Métodos de energia.
Instabilidade elástica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 7. ed. São Paulo: Pearson
Education-Br, 2010.
BEER, F. P.; JOHNSTON, E. R. DEWOLF, J. T. Resistência dos Materiais. 4.
ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2006.
TIMOSHENKO, S. P.; GERE, J. E. Mecânica dos Sólidos. Rio de Janeiro:
LTC, 1994. v. 1 e 2.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
POPOV, E. P. Introdução à Mecânica dos Sólidos. 8. ed. São Paulo: Edgard
Blücher Ltda., 2009.
MIROLIUBOV, I.; ENGALITCHEV, S.; SERGUIEVSKI, N.; SMIRNOVVASSILIEV, K.; IACHINA, L. Problemas de Resistência dos Materiais. 2. ed.
Moscou: Editora Mir, 1983.
NASH, W. A. Resistência dos Materiais. São Paulo: McGrawHill, 1982.
MELCONIAN, Sarkis. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. 17.
ed. São Paulo: Editora ERICA LV, 2006. ISBN: 8571946663.
SHAMES, I. H. Introdução à Mecânica dos Sólidos. São Paulo: Prentice-Hall
do Brasil, 1983.
HIGDON, A.; OHLSEN, E. H.; STILES, W. B.; WEESE, J. A.; RILEY, E. W. F.
Mecânica dos Materiais. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1981.
ECIV054 – MECÂNICA DOS SOLOS 1 - 4 h semanais
Introdução à mecânica dos solos. Formação e composição mineralógica dos
solos. Estrutura dos solos. Noções de Amostragem e Sondagens. Standard
Penetration Test (SPT). Índices físicos. Granulometria. Limites de consistência.
Classificação dos solos. Compactação dos solos. Controle de Compactação.
CBR. Noções de estabilização dos Solos. Estabilização Granulométrica.
Tensões nos solos devidas ao peso próprio. Tensões induzidas (cargas
externas). Permeabilidade dos solos. Fluxo permanente unidimensional e
bidimensional (redes de fluxo).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
VARGAS, M. Introdução à Mecânica dos Solos. São Paulo: McGraw-Hill do
Brasil, 1997.
PINTO, C. S. Curso Básico de Mecânica dos Solos. 3. ed. com exercícios
resolvidos; 2ª reimpressão. São Paulo: Oficina de Textos, 2006.
DAS, B. M. Fundamentos de Engenharia Geotécnica. São Paulo: Thomson,
2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LAMBE, T. W.; WHITMAN, R. V. Soil Mechanics. Wiley & Sons, Inc., 1979.
Apostilas de Mecânica dos solos do Setor de Geotecnia Ambiental / UFBA.
Disponível em: <http://www.geoamb.eng.ufba.br/site/>.
GERSCOVICH, Denise M. S., FEN – Faculdade de Engenharia, Departamento
de Estruturas e Fundações. Notas de aulas. Disponível
em:<http://www.eng.uerj.br/~denise/>.

06

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

50

Notas de aulas do Grupo de Geotecnia da FURG, Universidade Federal do Rio
Grande, Escola de Engenharia, Grupo de Geotecnia. Disponível em:
<http://www.dmc.furg.br/geotecnia/>.
CAPUTO, H. P. Mecânica dos Solos e Suas Aplicações. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos Científicos Editora S. A., 1981. v. 1, 2 e 3.
BARATA, F. E. Propriedades Mecânicas dos Solos: Uma Introdução ao
Projeto de Fundações. Rio de Janeiro: Editora Livros Técnicos e Científicos,
1983.
ORTIGÃO, J. A. R. Introdução à Mecânica dos Solos dos Estados Críticos.
Rio de Janeiro: Livros Téc. e Científicos Edit. S.A., 1993.
BADILLO, J.; RODRIGUEZ, R. Mecánica dos Suelos. Tomo 1, Editorial
Limusa, 1976.
CRIAG, R. F. Soil mechanics. London: Chapman & Hall, 1992.
MITCHEL, J. K. Fundamentals of Soil Behavior. New York: Wiley & Sons,
Inc., 1976.
TAYLOR, D. W. Fundamentals of Soil Mechanics. New York: Wiley & Sons,
1948.
TERZAGHI, K.; PECK, R. B. Soil Mechanics in Engineering Practice. New
York: Wiley & Sons, Inc., 1967.
ECIV055 – LABORATÓRIO DE MECÂNICA DOS SOLOS 1 – 2 h semanais
Introdução aos ensaios de Laboratório de Geotecnia. Identificação táctil-visual.
Granulometria por Peneiramento e Sedimentação. Determinação da massa
específica dos grãos. Limite de Liquidez. Limite de Plasticidade. Limite de
Contração. Ensaio de Compactação. Ensaio CBR. Determinação da massa
específica in situ (controle de compactação). Equivalente de Areia. Índice de
vazios máximo e índice de vazios mínimo de uma areia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
COLATINO, A. Apostila do Laboratório de Mecânica dos Solos: Métodos de
Ensaios. Maceió: NPT/UFAL, 2006.
NOGUEIRA, J. B. Mecânica dos Solos: Ensaios de Laboratório. São Carlos:
USP, 2001.
PINTO, C. S. Curso Básico de Mecânica dos Solos. 3. ed. com exercícios
resolvidos; 2ª reimpressão. São Paulo: Oficina de Textos, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BARDET, Jean-Pierre. Experimental Soil Mechanics. Prentice Hall, 1997.
SCHNAID, Fernando. Ensaios de Campo. São Paulo: Oficina de Textos, 2000.
FREDLUND, D. G.; RAHARDJO, H. Soil Mechanies for Unsaturated Soils.
New York: John Wilew & Sons, 1993.
Apostilas de Mecânica dos solos do Setor de Geotecnia Ambiental / UFBA.
Disponível em: <http://www.geoamb.eng.ufba.br/site/>.
GERSCOVICH, Denise M. S., FEN – Faculdade de Engenharia, Departamento
de Estruturas e Fundações. Notas de aulas. Disponível
em:<http://www.eng.uerj.br/~denise/>.
Notas de aulas do Grupo de Geotecnia da FURG, Universidade Federal do Rio
Grande, Escola de Engenharia, Grupo de Geotecnia. Disponível em:

06

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

51

<http://www.dmc.furg.br/geotecnia/>.
ECIV053 – SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA - 4 h semanais
Evolução dos sistemas de abastecimento de água. Situação atual do
abastecimento de água. Água e saúde. Qualidade de água. Padrões de
qualidade. Controle e vigilância da qualidade de água. Abastecimento de água
rural. Concepção de sistemas de abastecimento de água. Estudos preliminares
para a elaboração de projetos. Consumo de água. Captação de águas
superficiais e subterrâneas. Adutoras. Estações elevatórias. Reservatórios de
distribuição de água. Redes de distribuição de água. Manutenção e operação
de sistemas. Controle e redução de perdas. Ligações prediais e medidores.
Tratamento de água: coagulação; sedimentação; filtração; desinfecção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GOMES, Heber P. Sistemas de abastecimento de água: dimensionamento
econômico. João Pessoa: Editora UFPB, 2002.
HELLER, Léo; DE PÁDUA, Valter L. (Org.). Abastecimento de água para
consumo humano. 2. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010.
LIBÂNIO, Marcelo. Fundamentos de Qualidade e Tratamento de Água. 3.
ed. Campinas: Átomo, 2010.

06

TSUTIYA, Milton T. Abastecimento de água. 1. ed. São Paulo: Editora USP,
2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DI BERNARDO, Luiz; DANTAS, Ângela D. B. Métodos e técnicas de
tratamento de água. 2 ed. São Carlos: RiMa, 2005.
FEITOSA, Fernando A. C.; MANOEL FILHO, João; FEITOSA, Edilton C.;
DEMÉTRIO, J. Geilson A. (Org.). Hidrogeologia: conceitos e aplicações. 3. ed.
Fortaleza: CPRM/LABHID, 2008.
MACINTYRE, Archibald J. Bombas e Instalações de Bombeamento. 2. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 1997.
VON SPERLING, Marcos. Introdução à qualidade das águas e ao
tratamento de esgotos. 3. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005.
BATISTA, Márcio B.; COELHO, Márcia M. L. P. Fundamentos de engenharia
hidráulica. 3. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010.
ECIV044 – TEORIA DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS – 4 h
semanais
Instalações Elétricas de Baixa Tensão:Projeto, Dimensionamento e
Orçamentação – Materiais Elétricos Utilizados em Instalações elétricas de BT –
Conservação de Energia - Cálculo de Demanda – Noções de Subestações
Abaixadoras/Elevadoras de Tensão – Projeto Luminotécnico - Proteção contra
Descargas Atmosféricas - Noções Básicas de Aterramento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CRÈDER, Hélio. Instalações elétrica prediais. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
e Científicos, 1984.
COTRIM, Ademaro A. M. B. Instalações elétricas. 5. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2009. 496 p. ISBN 9788576052081 (broch.).
MAMEDE FILHO, João. Instalações elétricas industriais. Rio de Janeiro:

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Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

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Livros Técnicos e Científicos, 1997.
NERY, Noberto. Instalações elétricas: princípios e aplicações. São Paulo:
Érica, 2012. 368 p. ISBN 9788536503028 (broch.).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LIMA FILHO, Domingos Leite. Projetos de instalações elétricas prediais. 12.
ed. São Paulo: Érica, 2012. 272 p. ISBN 9788571944176 (broch.).
CAVALIN, Geraldo; CERVELIN, Severino. Instalacoes eletricas prediais. São
Paulo: Erica, 1998. 434 p. : ISBN 8571945411 : (Broch.).
NEGRISOLI, MANOEL E. M. Instalações eletricas. São Paulo: ED. EFEI.
FRANCI, Claiton Moro. Acionamentos eletricos. São Paulo: ED. ERICA,
2010.
MONTORO, Fabio. Telecomunicações em edificios no projeto de
arquitetura. São Paulo: PINI.
ECIV059 – ESTRUTURAS DE AÇO - 4 h semanais
Estruturas de Aço: Aspectos Gerais e Campo de Aplicação das Estruturas de
Aço. Processo de Fabricação do Aço. Propriedades dos Aços Disponíveis no
Mercado. Diagrama Tensão-Deformação. Métodos de Dimensionamento e
Normas em Vigor. Ações e Segurança: Método dos Estados Limites.
Dimensionamento e Verificação de Barras tracionadas, comprimidas, fletidas,
flexotracionadas e flexocomprimidas. Dimensionamento e Verificação de
Ligações Parafusadas e Soldadas. Noções sobre Projetos Estruturais em Aço.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PFEIL, W.; PFEIL, M. Estruturas de aço: dimensionamento prático. 8. ed. Rio
de Janeiro: LTC Editora, 2009.

07

DIAS, L. A. Estruturas de aço: conceitos, técnicas e linguagem. 4. ed. São
Paulo: Zigurate Editora, 2002.
SOUZA, A. S. C. Dimensionamento de elementos estruturais em aço. Série
Apontamentos da Universidade Federal de São Carlos - UFSCar. São Carlos:
EDUFSCAR, 2010.
SOUZA, A. S. C. (2010). Ligações em estruturas de aço. Série Apontamentos
da Universidade Federal de São Carlos - UFSCar. São Carlos: EDUFSCAR,
2010.
CHAMBERLAIN, Z; FICANHA, R.; FABEANE, R. Projeto e cálculo de
estruturas de aço. Rio de Janeiro: Elsevier Editora Ltda, 2013.
ECIV058 – ESTRUTURAS DE CONCRETO 1 - 4 h semanais
Concreto Armado e seus Constituintes. Conceitos Básicos do Projeto
Estrutural. Estudo da Flexão Simples. Estudo do Cisalhamento. Ancoragem e
Emendas das Barras de Armação. Detalhamento das Armaduras de Vigas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CARVALHO, R. C.; FIGUEIREDO FILHO, J. R. Cálculo e detalhamento de
estruturas usuais de concreto armado. 3. ed. São Carlos: Editora da
UFSCAR, 2007.
ARAÚJO, José Milton. Curso de Concreto Armado. 3. ed. Rio Grande: Editora
Dunas, 2010. v. 1, 2, 3 e 4.
FUSCO, P. B. Técnica de Armar as Estruturas de Concreto. São Paulo:

07

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

53

Editora PINI Ltda, 1995.
CARVALHO, Roberto Chust; PINHEIRO, Libânio Miranda. Cálculo e
Detalhamento de Estruturas Usuais de Concreto Armado. 2. ed. São Paulo:
PINI, 2013. v. 2.
SÜSSEKIND, J. C. Curso de Concreto. Porto Alegre: Editora Globo, 1980. v. 1
e 2.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FUSCO, P. B. Estruturas de Concreto: Solicitações Normais. Rio de Janeiro:
Guanabara Dois, 1981.
CLÍMACO, J. C. T. S. Estruturas de concreto armado: fundamentos de
projeto, dimensionamento e verificação. Brasília: Editora da UNB, 2005.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6118. Projeto de
Estruturas de Concreto: Procedimentos. Rio de Janeiro: ABNT, 2007.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8681. Ações e
Segurança nas Estruturas. Rio de Janeiro: ABNT, 2003.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6120. Cargas
para o Cálculo de Estruturas de Edificações. Rio de Janeiro: ABNT, 1980.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7480. Barras e
Fios Destinados a Armaduras de Concreto Armado. Rio de Janeiro: ABNT,
1996.
ECIV061 – INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS - 4 h semanais
Perspectivas das instalações prediais no Brasil. Materiais empregados.
Instalações prediais: de água fria, de água quente, de esgotos sanitários, de
águas pluviais e de gás. Instalações contra incêndio e pânico. Instalações para
deficientes físicos. Instalações para piscinas e saunas.
BIBLIOGRAFIA:
BORGES, Ruth Silveira; BORGES, Wellington Luiz. Manual de Instalações
Prediais Hidráulico-Sanitárias e de Gás. 4. ed. São Paulo: Editora Pini, 1992.
CREDER, Hélio. Instalações Hidráulicas e Sanitárias. 6. ed. Rio de Janeiro:
Editora Livros Técnicos e Científicos, 2006.
MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações Hidráulicas Prediais e
Industriais. 3. ed. Rio de Janeiro: Editora Livros Técnicos e Científicos,1996.
MACINTYRE, Archibald Joseph. Manual de Instalações Hidráulicas e
Sanitárias. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora Livros Técnicos e Científicos, 1990.
VIANA, Marcos Rocha. Instalações Hidráulicas Prediais. 3. ed. Belo
Horizonte: Editora Imprimatur Artes, 2004.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 5626. Instalações
de Água Fria. Rio de Janeiro: ABNT, 1982.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8160. Instalação
Predial de Esgoto Sanitário. Rio de Janeiro: ABNT, 1983.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7229. Projeto,
Construção e Operação de Sistemas de Tanques Sépticos. Rio de Janeiro:
ABNT, 1993.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10844.
Instalações Prediais de Águas Pluviais. Rio de Janeiro: ABNT, 1989.

07

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Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

54

ECIV062 – LABORATÓRIO DE MECÂNICA DOS SOLOS 2 – 2 h semanais
Ensaio de Infiltração. Ensaio de permeabilidade com parede rígida (carga
variável e carga constante). Ensaio de Adensamento Edométrico. Ensaio de
Cisalhamento Direto. Ensaio Triaxial. Aplicações Práticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
COLATINO, A. Apostila do Laboratório de Mecânica dos Solos: Métodos de
Ensaios. Maceió: NPT/UFAL, 2006.
NOGUEIRA, J. B. Mecânica dos Solos: Ensaios de Laboratório. São Carlos:
USP, 2001

PINTO, C. S. Curso Básico de Mecânica dos Solos. 3. ed. com
exercícios resolvidos; 2ª reimpressão. São Paulo: Oficina de Textos,
2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

07

BARDET, Jean-Pierre. Experimental Soil Mechanics. Prentice Hall, 1997.
SCHNAID, Fernando. Ensaios de Campo. São Paulo: Oficina de Textos, 2000.
FREDLUND, D. G.; RAHARDJO, H. Soil Mechanies for Unsaturated Soils.
New York: John Wilew & Sons, 1993.
Apostilas de Mecânica dos solos do Setor de Geotecnia Ambiental / UFBA.
Disponível em: <http://www.geoamb.eng.ufba.br/site/>.
GERSCOVICH, Denise M. S., FEN – Faculdade de Engenharia, Departamento
de Estruturas e Fundações. Notas de aulas. Disponível
em:<http://www.eng.uerj.br/~denise/>.
Notas de aulas do Grupo de Geotecnia da FURG, Universidade Federal do Rio
Grande, Escola de Engenharia, Grupo de Geotecnia. Disponível em:
<http://www.dmc.furg.br/geotecnia/>.
ECIV114 – MECÂNICA DOS SOLOS 2 - 2 h semanais
Compressibilidade dos Solos: Introdução à Compressibilidade; Adensamento
(analogia hidromecânica); Cálculo de Recalques (elástico, primário e
secundário); Teoria do Adensamento Unidimensional; Ensaio Edométrico.
Resistência ao Cisalhamento dos Solos: Revisão de tensões (diagrama p vs.
q); Mecanismos de resistência; Critério de Ruptura de Mohr-Coulomb; Ensaios
para determinação da envoltória de ruptura; Resistência ao Cisalhamento das
Areias (comportamentos tensão vs. deformação; índice de vazios críticos);
Resistência ao Cisalhamento das Argilas (comportamentos tensão vs.
deformação sob diferentes condições de drenagem; influência do préadensamento; parâmetros de poropressão de Skempton).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PINTO, C. S. Curso Básico de Mecânica dos Solos. 3. ed. com exercícios
resolvidos; 2ª reimpressão. São Paulo: Oficina de Textos, 2006.
DAS, B. M. Fundamentos de Engenharia Geotécnica. São Paulo: Thomson,
2011.
LAMBE, T. W.; WHITMAN, R. V. Soil Mechanics. New Yotk: Wiley & Sons,
Inc., 1979.
GERSCOVICH, Denise M. S., FEN – Faculdade de Engenharia, Departamento
de Estruturas e Fundações. Notas de aulas. Disponível

07

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

55

em:<http://www.eng.uerj.br/~denise/>.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CAPUTO, H. P. Mecânica dos Solos e Suas Aplicações. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos Científicos Editora S. A., 1981. v. 1, 2 e 3.
VARGAS, M. Introdução à Mecânica dos Solos. São Paulo: McGraw-Hill do
Brasil, 1997.
BARATA, F. E. Propriedades Mecânicas dos Solos: Uma Introdução ao
Projeto de Fundações, Rio de Janeiro: Editora Livros Técnicos e Científicos,
1983.
ORTIGÃO, J. A. R. Introdução à Mecânica dos Solos dos Estados Críticos.
Rio de Janeiro: Livros Téc. e Científicos Edit. S.A., 1993.
BADILLO, J.; RODRIGUEZ, R. Mecánica dos Suelos. Tomo 1, Editorial
Limusa, 1976.
CRIAG, R. F. Soil mechanics. London: Chapman & Hall, 1992.
Mitchel, J. K. Fundamentals of Soil Behavior. New York: Wiley & Sons, Inc.,
1976.
TAYLOR, D. W. Fundamentals of Soil Mechanics. New York: Wiley & Sons,
1948
TERZAGHI, K.; PECK, R. B. Soil Mechanics in Engineering Practice. New York:
Wiley & Sons, Inc., 1967.
Apostilas de Mecânica dos solos do Setor de Geotecnia Ambiental / UFBA.
Disponível em: <http://www.geoamb.eng.ufba.br/site/>.
Notas de aulas do Grupo de Geotecnia da FURG, Universidade Federal do Rio
Grande, Escola de Engenharia, Grupo de Geotecnia. Disponível em:
<http://www.dmc.furg.br/geotecnia/>.
ECIV060 – SISTEMAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO E PLUVIAL - 4 h
semanais
Evolução dos Sistemas de esgotos. Situação atual do esgotamento sanitário e
da drenagem pluvial. Doenças associadas com esgotos. Caracterização dos
esgotos. Cargas poluidoras. Tipos de sistemas de esgotos. Saneamento no
meio rural. Concepção de sistemas de esgotos. Vazões de esgotos. Projeto de
redes coletoras de esgoto sanitário. Interceptores de esgoto. Sifões invertidos.
Emissários. Elevatórias. Ligações prediais. Operação e manutenção dos
sistemas de esgotos. Enchentes urbanas. Precipitações máximas.
Microdrenagem. Projeto de galerias de águas pluviais. Tratamento de esgotos:
níveis e processos de tratamento; tratamento preliminar; sistemas anaeróbios;
lagoas de estabilização; lodos ativados; sistemas aeróbios com biofilme; Reuso
de efluentes tratados; disposição no solo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BOTELHO, Manoel H. C. Águas de chuva: engenharia das águas pluviais nas
cidades. 2. ed. São Paulo: Blucher, 1998.
NUVOLARI, Ariovaldo (Coord.). Esgoto sanitário: coleta, transporte,
tratamento e reuso agrícola. 2. ed. São Paulo: Blucher, 2011.
TSUTIYA, Milton T.; ALEM SOBRINHO, Pedro. Coleta e transporte de esgoto
sanitário. 2. ed. São Paulo: Editora USP, 2000.
VON SPERLING, Marcos. Introdução à qualidade das águas e ao

07

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

56

tratamento de esgotos. 3. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AZEVEDO NETTO, José M.; FERNANDES Y FERNANDEZ, Miguel; ITO,
Acácio E. Manual de Hidráulica. 8. ed. São Paulo: Blucher, 1998.
TUCCI, Carlos E. M.; PORTO, Rubem; BARROS, Mário (Org.). Drenagem
urbana. Porto Alegre: Editora UFRGS, 1999.
VON SPERLING, Marcos. Princípios básicos do tratamento de esgotos.
Belo Horizonte: Editora UFMG, 1996.
MACINTYRE, Archibald J. Bombas e Instalações de Bombeamento. 2. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 1997.
JORDÃO, Eduardo P.; PESSÔA, Constantino A. Tratamento de esgotos
domésticos. 6. ed. São Paulo: ABES, 2011.
ECIV057 – TEORIA DAS ESTRUTURAS 2 - 4 h semanais
Método das forças. Método dos deslocamentos. Noções de análise matricial.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MARTHA, L. F. Análise de estruturas: conceitos e métodos básicos. Rio de
Janeiro: Ed. Campus, 2010.
SORIANO, H. L. Análise de estruturas: formulação matricial e implementação
computacional, Rio de Janeiro: Ed. Ciência Moderna, RJ, 2005.
SUSSEKIND, J. C. Curso de análise estrutural. Rio de Janeiro: Ed. Globo,
1984. v. 2.
SUSSEKIND, J. C. Curso de análise estrutural, , Ed. Globo, Rio de Janeiro,
1984. v. 3.

07

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GERE, J. M.; WEAVER Jr., W. Análise de estruturas reticuladas. Rio de
Janeiro: Guanabara Dois, 1981.
LOPES Jr., M. C. Análise matricial de vigas contínuas: estratégia
de particionamento direto. Maceió: Edufal, 1993.
RUBINSTEIN, M. F. Matrix computer analysis of structures. New Jersey:
Prentice-Hall Inc., 1966.
SENNETT, R. E. Matrix Analysis of Structures. Waveland, 2000.
SORIANO, H. L. Análise das Estruturas: Métodos das Forças e Métodos dos
Deslocamentos. 2. ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2006.
ECIV069 – ESTRADAS - 4 h semanais
Estabelecimento e utilização das estradas. Viabilidade dos transportes. Escolha
do melhor traçado. Projeto geométrico de rodovias, ferrovias e aeroportos.
Interseções. Projeto de Terraplenagem. Drenagem superficial e subterrânea.
Capacidade de rodovias. Construção de aterros. Impactos ambientais de
rodovias e ferrovias. Introdução à superestrutura ferroviária. Via permanente.
Características geométricas da via férrea. Capacidade de ferrovias.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PONTES FILHO, Glauco. Estradas de rodagem: Projeto Geométrico.
Copyright @ 1998.

08

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

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HAN LEE, Shu. Introdução ao projeto geométrico de rodovias. Florianópolis:
Editora da UFSC, 2002.
PIMENTA, Carlos R. T.; OLIVEIRA, Márcio Pires de. Projeto geométrico de
rodovias. São Paulo: Editora Rima, 1997.
ABRAM, Isaac; ROCHA, V. Aroldo. Manual prático de terraplanagem. São
Paulo: Editora PINI, 2000.
MASSAD, Faiçal. Obras de Terra. Rio de Janeiro: Editora Oficina de Textos.,
2003. v. 1.
CANHOLI, Aluísio. Drenagem Urbana e Controle de Enchentes. Rio de
Janeiro: Editora Oficina de Textos, 2002.
WILKEN, Paulo Sampaio. Engenharia de drenagem superficial. Editora
CETESB, 1978.
FUGITA, O. et al. Drenagem urbana: manual de projeto. DAEE/CETESB,
1980.
MEDEIROS FILHO, C. F. Micro-drenagem: estudo para dimensionamento de
pequenos projetos. Campina Grande: DEC/CCT/UFPB, 1985.
TUCCI, CARLOS E. M. Drenagem urbana. Editora da UFRGS e ABRH, 1995.
FENDRICH, Roberto. Drenagem e controle da erosão urbana. Paraná: Ed.
EDUCA, 1988.
ECIV063 – ESTRUTURAS DE CONCRETO 2 – 4 h semanais
Estudo da flexão composta e oblíqua. Estudos dos pilares e das paredes
estruturais. Estudo da torção e da flexo-torção. Estudo das lajes de concreto
armado. Estados limites de utilização. Elementos do projeto estrutural.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CARVALHO, R. C.; FIGUEIREDO FILHO, J. R. Cálculo e detalhamento de
estruturas usuais de concreto armado. 3. ed. São Carlos: Editora da
UFSCAR, 2007.
ARAÚJO, José Milton. Curso de Concreto Armado. 3. ed. Rio Grande: Editora
Dunas, 2010. v. 1, 2, 3 e 4.
FUSCO, P. B. Técnica de Armar as Estruturas de Concreto. São Paulo:
Editora PINI Ltda, 1995.
CARVALHO, Roberto Chust; PINHEIRO, Libânio Miranda. Cálculo e
Detalhamento de Estruturas Usuais de Concreto Armado. 2. ed. São Paulo:
PINI, 2013. v. 2.
SÜSSEKIND, J. C. Curso de Concreto. Porto Alegre: Editora Globo, 1980. v. 1
e 2.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FUSCO, P. B. Estruturas de Concreto: Solicitações Normais. Rio de Janeiro:
Guanabara Dois, 1981.
CLÍMACO, J. C. T. S. Estruturas de concreto armado: fundamentos de
projeto, dimensionamento e verificação. Brasília: Editora da UNB, 2005.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6118. Projeto de
Estruturas de Concreto: Procedimentos. Rio de Janeiro: ABNT, 2007.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8681. Ações e

08

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

58

Segurança nas Estruturas. Rio de Janeiro: ABNT, 2003.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6120. Cargas
para o Cálculo de Estruturas de Edificações. Rio de Janeiro: ABNT, 1980.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7480. Barras e
Fios Destinados a Armaduras de Concreto Armado. Rio de Janeiro: ABNT,
1996.
ECIV064 - ESTRUTURAS DE MADEIRA - 2 h semanais
Estruturas de Madeira: Aspectos Gerais e Campo de Aplicação das Estruturas
de Madeira. Propriedades Físicas e Mecânicas da Madeira. Ações e
Segurança: Método dos Estados Limites. Dimensionamento e Verificação de
Barras tracionadas, comprimidas, fletidas, flexotracionadas e flexocomprimidas.
Dimensionamento e Verificação de Ligações por Entalhe e com Conectores.
Noções sobre Projetos Estruturais em Madeira.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

08

CALIL JUNIOR, C.; LAHR, F. A. R.; DIAS, A. A. Dimensionamento de
elementos estruturais em madeira. São Paulo: Editora Manole, 2003.
PFEIL, W.; PFEIL, M. Estruturas de madeira. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC
Editora, 2003.
MOLITERNO, A. Caderno de projetos de telhados em estruturas de
madeira. 3. ed. São Paulo: Editora Edgard Blucher Ltda, 2012.
ECIV065 – FUNDAÇÕES 1 - 4 h semanais
Investigações geotécnicas para o projeto de fundações. Determinação dos
parâmetros geotécnicos. Tipos de fundações. Capacidade de carga de
fundações superficiais e profundas. Propagação e distribuição de tensões.
Recalques de fundações superficiais e profundas. Provas de carga. Atividades
de campo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CINTRA, J. C. A.; AOKI, N.; ALBIERO, J. H. Fundações diretas: Projeto
Geotécnico. São Paulo: Oficina de Textos, 2011. 140p.
SCHNAID, F; ODEBRECHT, E. Ensaios de campo e suas aplicações à
engenharia de fundações. 2 ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2012. 223 p.
VELLOSO, D. A.; LOPES, F. R. Fundações: Critérios de Projeto, Investigação
do Subsolo e Fundações Superficiais. São Paulo: Oficina de Textos, 2004.
226p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALONSO, U. R. Previsão e Controle das Fundações. 2 ed. São Paulo:
Edgard Blucher, 2011. 146p.
HACHICH, W. et al. Fundações: Teoria e Prática. 2.ed. São Paulo: PINI, 1998.
751p.
CAPUTO, H. P. Mecânica dos Solos e suas Aplicações. 6. ed. Rio De
Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2003. v. 2. 498p.
MARQUES , A. G. Métodos de investigação do subsolo. 2 ed. Maceió:
EDUFAL, 2009. 73p.
MASSAD, F. Obras de Terra: Curso Básico de Geotécnica. 2 ed. São Paulo:
Oficina de Textos, 2010. 216 p.

08

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

59

ECIV066 – GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - 4 h semanais
Origem e produção de lixo. Classificação, composição e caracterização dos
resíduos sólidos. Limpeza pública: manejo de resíduos, planejamento e
legislação. Coleta seletiva e reciclagem. Processos de tratamento e/ou
destinação final. Seleção de áreas. Resíduos de construção e demolição, de
indústrias, e de serviços de saúde. Generalidades sobre construção civil e meio
ambiente. Impacto ambiental das construções, geração de resíduos de
construção e demolição (RCD), materiais não renováveis. Soluções de
engenharia: Redução do consumo de materiais, desperdícios/novas
tecnologias, reutilização, reciclagem e ciclo de vida. Tecnologias limpas.
Resolução CONAMA 307. Projeto de gerenciamento de Resíduos de
construção e demolição. Utilização de resíduos: estudo de casos,aspectos
técnicos, ambientais e normalização.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BARROS, Regina Mambeli. Tratado sobre resíduos sólidos: Gestão, uso e
Sustentabilidade. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2013
CEMPRE; IPT. Lixo Municipal: Manual de gerenciamento integrado, 2010.
LIMA, Luiz Mário Queiroz. Lixo: tratamento e biorremediação. Hemus, 2004.
CASTILHOS JUNIOR, Armando Borges (coord). Resíduos sólidos urbanos:
aterro sustentável para municípios de pequeno porte. ABES, 2003.

08

NETO, J. C. M. Gestão de Resíduos da Construção e Demolição no Brasil.
São Paulo: RiMa. 2005
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MONTEIRO, José Henrique Penido et al. Manual de Gerenciamento
Integrado de resíduos sólidos. Instituto Brasileiro de Administração Municipal
– IBAM, 2001.
BIDONE, Francisco Ricardo Andrade (coord). Metodologias e Técnicas de
minimização, reciclagem e reutilização de resíduos sólidos urbanos.
ABES, 1999.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA.
Manual de gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. MS, 2006.
GOMES, Luciana Paulo (Coord.). Estudos de caracterização e tratabilidade
de lixiviados de aterros sanitários para as condições brasileiras. ABES,
2009.
Normas da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.
ECIV068 – PLANEJAMENTO DE TRANSPORTES - 4 h semanais
Generalidades sobre transporte aéreos, marítimos, fluviais e lacustres.
Transportes ferroviários e rodoviários. Generalidades sobre transportes
públicos: tipos de ônibus, linhas, dimensionamentos de tarifa e frota.
Identificação e tratamento de pontos críticos nas vias urbanas: sinalização
viária, estacionamento, capacidade de via.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FERRAZ, Antônio Clóvis “Coca” Pinto; TORRES, Issac Guillermo Espinosa.
Transporte Público Urbano. 2. ed. São Paulo: Rima Editora, 2004.
PASSAGLIA, Eunice; VALENTE, Amir Mattar. Qualidade e Produtividade nos
Transportes. São Paulo: Cengage Learning, 2008.

08

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

60

WANKE, Peter F. Logística de Transportes de Cargas no Brasil. 1. ed. São
Paulo: Altas, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
NOVAES, Antônio G. Sistemas de Transportes. São Paulo: Edgard Blücher,
2004.
CAIXETA, Filho Gestão. Logística do transporte de cargas. São Paulo: Atlas,
2010.
DIAS, Marco Aurélio P. Transportes e Distribuição Física. 1. ed. São Paulo:
Atlas, 1987.
VASCONCELLOS, Eduardo A. Transportes Urbanos nos Países em
Desenvolvimento. 3. ed. São Paulo: Annablume Editora, 2000.
NOVAES, Antonio Galvão. Logística e Gerenciamento da Cadeia de
Distribuição. 3. ed. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2007.
ECIV067 – TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL 1 - 4 h semanais
Práticas de construção: procedimento executivo, critérios para aceitação do
serviço e critérios de medição e pagamento.
Fases de construção: movimento de terra, locação, fundações, estrutura,
vedação, instalações hidro-sanitárias, instalações elétricas, revestimentos,
esquadrias, cobertura, acabamentos e limpeza final.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AZEREDO, H. A. O edifício até sua cobertura. 2. ed. São Paulo: Editora
Edgard Blücher Ltda., 2012.
AZEREDO, H. A. O edifício e seu acabamento. 2. ed. São Paulo: Editora
Edgard Blücher Ltda., 2011.
YAZIGI, Walid. A técnica de edificar. 11. ed. São Paulo: Pini, 2011.

08

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GEHBAUER, F. Planejamento e gestão de obras: um resultado prático da
cooperação técnico Brasil-Alemanha. Curitiba: CEFET-PR, 2002.
PINI. Construção passo-a-passo: volume 1. 1. ed. São Paulo: Pini, 2012.
PINI. Construção passo-a-passo: volume 2. 1. ed. São Paulo: Pini, 2012.
PINI. Construção passo-a-passo: volume 3. 1. ed. São Paulo: Pini, 2012.
PINI. Construção passo-a-passo: volume 4. 1. ed. São Paulo: Pini, 2012.
SALGADO, J. Técnicas e práticas construtivas para edificação. 1. ed. São
Paulo: Editora Érica, 2009.
ECIV074 – ADMINISTRAÇÃO - 2 h semanais
O aparecimento da administração. A administração como função social e arte
liberal. As dimensões da administração. A finalidade e os objetivos de uma
empresa. A teoria da empresa. O que as entidades sem fins lucrativos estão
ensinando às empresas. O governo das corporações. Impactos e problemas
sociais. Os novos paradigmas da administração. A informação que um
executivo necessita hoje em dia. A administração por objetivos e controle.
Como escolher o pessoal-regras básicas. A administração da empresa familiar.
Estratégias empreendedoras. O novo empreendimento de risco. A empresa
empreendedora.

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61

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 5. ed.
Rio de Janeiro: Editora Campus Ltda, 1999.
LONGENECKER, Justin et al. Administração de pequenas empresas. São
Paulo: Makron Books, 1997.
Revistas HSM Management, Você S.A. e Exame;
RAE – Revista de Administração de Empresas, Fundação Getúlio Vargas.
Revista de Administração da USP.
SLOAN, Alfred. Meus anos com a general motors. São Paulo: Editora
Negócio, 2001.
GOLEMAN, Daniel. Inteligência emocional. Rio de Janeiro: Editora Objetiva,
1995.
DRUCKER, Peter F. Inovação e espírito empreendedor. (“Entrepreneurship”)
– Prática e princípios. São Paulo: Editora Pioneira, 1986.
ECIV073 – DIREITO E LEGISLAÇÃO DO ENGENHEIRO – 2 h semanais
Bases do direito. Direito constitucional. Direito administrativo. Direito civil.
Direito do trabalho. Introdução ao direito de propriedade e de construir.
Considerações sobre proteção ambiental. Regulamentação profissional.
Licitação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL. Constituição. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília,
DF: Senado Federal: Centro Gráfico, 1988. 292 p.

09

Brasil. Código civil. 53.ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
CLT – Consolidação das Leis Trabalhistas (Decreto-lei no 5.452, de 1º de maio
de 1943) e Lei 7.998, de 11 de janeiro de 1990.
Resoluções do CREA e do CONFEA.
ECIV072 - ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO – 4 h semanais
Aspectos humanos sociais e econômicos da segurança do trabalho. Aspectos
gerais do acidente do trabalho. Segurança na construção civil. As normas
regulamentadoras. Riscos ambientais. Proteção contra incêndio. Projeto de
combate a incêndio e pânico. Mapa de riscos. PCMAT.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BARBOSA, Adriano Aurélio Ribeiro. Segurança do Trabalho. 1. ed. Curitiba:
Editora Livro Técnico, 2012. 112p.
BARBOSA FILHO, Antônio Nunes. Segurança do Trabalho e Gestão
Ambiental. 4. ed. São Paulo: Editora Atlas, 2011. 400 p.
FREITAS, Luís Conceição. Manual de Segurança e Saúde do Trabalho.
(Saúde do Trabalho, Segurança doTrabalho, Higiene do Trabalho, Ergonomia,
Psicologia do Trabalho). 2. ed. Revista, corrigida e aumentada. Edições Sílabo,
2011, 735 p.
ROUSSELET, Edson da Silva; FALCÃO, Cesar. A segurança na obra: manual
técnico de segurança de trabalho em edificações prediais. 1. ed. Rio de
Janeiro: Editora Interciência, 1999, 344 p.
SEITO, AlexandreItio; GILL, Alfonso Antônio; PANNONI, Fabio Domingos;

09

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Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

62

ONO, Rosaria; DA SILVA, Silvio Bento; CARLO, Ualfrido Del; SILVA, Valdir
Pignatta. A segurança contra incêndio no Brasil. 1. ed. Rio Grande do Sul:
Projeto Editora, 2008, 496 p. Disponível na Internet em pdf.
SILVA, Valdir Pignatta. Projeto de Estruturas de Concreto em Situação de
Incêndio.1. ed. São Pailo: Editora BLUCHER, 2012. 235 p.
SILVA, Valdir Pignatta. Estruturas de aço em situação de incêndio. 2. ed.
São Paulo: Zigurate Editora, 2004. 256 p.
BRENTANO, Telmo. A Proteção Contra Incêndios no Projeto de
Edificações. 2. ed. Rio Grande do Sul: Edição própria, 2010, 628 p.
BRENTANO, Telmo. Instalações Hidráulicas de Combate a Incêndios nas
Edificações. (Pela NBR13.714/2011 - Projeto). 4. ed. Rio Grande do Sul:
Edição própria, 2011, 270 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BREVIGLIERO, Ezio; POSSEBON, José; SPINELLI, Robson. Higiene
Ocupacional: Agentes Biológicos, Químicos e Físicos. 5. ed. São Paulo:
Editora Senac, 2010. 442 p.
ARAÚJO, Giovanni Moraes de; REGAZZI, Rogério Dias. Perícia e Avaliação
de Ruído e Calor Passo a Passo: Teoria e prática. 2. ed. Rio de Janeiro:
Editora Gerenciamento Verde, 2002. 448 p.
ARAÚJO, Giovanni Moraes de. Normas Regulamentadoras Comentadas e
Iustradas: Legislações de Segurança e Saúde do Trabalho. 8. ed. Rio de
Janeiro: Editora Gerenciamento Verde. (volume 2 – 2011; volume 3 - 2011;
volume 4 – 2013; volume 5 – 2013).
FÉLIX, Maria Christina (Coordenadora). Engenharia de Segurança do
Trabalho na Indústria da Construção: Acessos Temporários de Madeira /
Medidas de Proteção Contra Quedas de Altura / Instalações Elétricas
Temporárias em Canteiros de Obras. 2. ed. São Paulo: Fundacentro, 2011,
70p. (Disponível na Internet).
ECIV070 – FUNDAÇÕES 2 – 2 h semanais
Escolha do tipo de fundação. Aspectos construtivos. Dimensionamento de
fundações superficiais: blocos, sapatas isoladas e corridas e radier.
Dimensionamento de fundações profundas: estacas, tubulões e blocos de
coroamento. Elementos de projetos de fundações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALONSO, U. R. Dimensionamento de Fundações Profundas. 2 ed. São
Paulo: Edgard Blucher, 2011. 158p.
CINTRA, J. C. A.; AOKI, N. Fundações por Estacas: Projeto Geotécnico. São
Paulo: Oficina de Textos, 2010. 96p.
VELLOSO, D. A.; LOPES, F. R. Fundações Profundas. 2 ed. São Paulo:
Oficina de Textos, 2010. 569p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALONSO, U. R. Exercícios de Fundações. 2 ed. São Paulo: Edgard Blucher,
2010. 216p.
BOTELHO, M. H. C.; MARCHETTI, O. Concreto Armado: Eu Te Amo. 7 ed.
São Paulo: Edgard Blucher, 2013. v. 1. 526p.
CARVALHO, R. C.; PINHEIRO, L. M. Cálculo e Detalhamento de Estruturas

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Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

63

Usuais de Concreto Armado. 2 ed. São Paulo: PINI, 2013. 617p.
CINTRA, J. C. A.; AOKI, N.; TSUHA, C. H. C.; GIACHETI, H. L. Fundações:
Ensaios Estáticos e Dinâmicos. São Paulo: Oficina de Textos, 2013. 144p.
HACHICH, W. et al. Fundações: Teoria e Prática. 2. ed. São Paulo: PINI, 1998.
751p.
ECIV075 – PAVIMENTAÇÃO - 4 h semanais
Introdução ao estudo dos pavimentos. Materiais de construção utilizados em
pavimentação. Drenagem dos pavimentos. Superestrutura: componentes.
Pavimentos: concepção estrutural, camadas constituintes, escolha de materiais,
dosagem e dimensionamento, construção, controle e recuperação. Construção
e manutenção de vias e pátios rodoviários.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ABRAM, Isaac; ROCHA, V. Aroldo. Manual prático de terraplanagem. São
Paulo: Editora PINI, 2000.
MASSAD, Faiçal. Obras de Terra. Rio de Janeiro: Editora Oficina de Textos.,
2003. v. 1.
CANHOLI, Aluísio. Drenagem Urbana e Controle de Enchentes. Rio de
Janeiro: Editora Oficina de Textos, 2002.
WILKEN, Paulo Sampaio. Engenharia de drenagem superficial. Editora
CETESB, 1978.

09

FUGITA, O. et al. Drenagem urbana: manual de projeto. DAEE/CETESB,
1980.
MEDEIROS FILHO, C. F. Micro-drenagem: estudo para dimensionamento de
pequenos projetos. Campina Grande: DEC/CCT/UFPB, 1985.
TUCCI, CARLOS E. M. Drenagem urbana. Editora da UFRGS e ABRH, 1995.
FENDRICH, Roberto. Drenagem e controle da erosão urbana. Paraná: Ed.
EDUCA, 1988.
SENÇO, Wlastermiller. Manual de técnicas de pavimentação. São Paulo:
Editora PINI, 2001. v. 1 e 2.
BERNUCCI, Liedi Bariani; MOTTA, Laura Maria Goretti da; CERATTI, Jorge
Augusto Pereira; SOARES, Jorge Barbosa. Pavimentação asfáltica (formação
básica para engenheiros). Programa PROASFALTO – BR PETROBRÁS e
ABEDA – Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Asfaltos, 2008.
ECIV071 – TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL 2 - 4 h semanais
Orçamento na construção civil: origens e classificação, levantamento de
quantidades, composições de custo unitário e BDI/LDI. Gestão da qualidade:
conceitos, ferramentas e indicadores de qualidade, sistemas de gestão,
qualidade na construção civil. Planejamento e controle da produção: conceitos
e definições, PERT/CPM, cronogramas e curva S. Leiaute de canteiro:
conceitos e definições, elementos de canteiro, dimensionamento e avaliação de
leiautes de canteiro.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ABRANTE, J. Gestão da qualidade. Rio de Janeiro: Interciência, 2009.
BERNARDES, M. M. E B. Planejamento e controle da produção para
empresas de construção civil. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos

09

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Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

64

Editora S.A., 2003.
LIMMER, C. V. Planejamento, orçamentação e controle de projetos e obras.
Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 1997.
MATTOS, A. D. Como preparar orçamentos de obras. São Paulo: Editora
Pini, 2006.
PALADINI, E. P. Gestão da qualidade: teoria e prática. 2. ed. São Paulo:
Editora Atlas, 2009.
SAURIN, T. A.; FORMOSO, C. T. Planejamento de canteiros de obras e
gestão de processos. Porto Alegre: ANTAC-UFRGS. 2006.
VIEIRA, H. F. Logística aplicada a construção civil: como melhorar o fluxo
de produção nas obras. 1. ed. São Paulo: Pini, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FERREIRA, E. A. M.; FRANCO, L. S. Metodologia para elaboração do
projeto do canteiro de obras de edifícios. São Paulo: EPUSP, 1998. 19 p.
(Boletim Técnico da Escola Politécnica da USP, Departamento de Engenharia
de Construção Civil, BT/PCC/210).
GEHBAUER, F. Planejamento e gestão de obras: um resultado prático da
cooperação técnico Brasil-Alemanha. Curitiba: CEFET-PR, 2002.
JURAN, J. M. A qualidade desde o projeto: Novos passos para o
planejamento da qualidade em produtos e serviços. São Paulo: Cengage
Learning Editores, 2011.
SILVA, M. B. Manual de BDI. São Paulo: Editora Edgard Blücher, 2007.
SOUZA, U. E. L. Projeto e implantação do canteiro. 3. ed. São Paulo: O
nome da rosa, 2002.
SOUZA, U. E. L.; FRANCO, L. S. Definição do layout de canteiros de obras.
São Paulo: EPUSP, 1997. 16 p. (Boletim Técnico da Escola Politécnica da USP,
Departamento de Engenharia de Construção, BT/PCC/177).
STONNER, R. Ferramentas de planejamento: utilizando o MS-Project para
gerenciar empreendimentos. Rio de Janeiro: E-papers Serviços Editoriais
Ltda., 2001.
TISAKA, M. Orçamento na construção civil: consultoria, projeto e execução.
1. ed. São Paulo: Disal Editora, 2012.
ECIV077 – CONTROLE AMBIENTAL – 4 h semanais
A evolução da consciência ambiental no Brasil e no mundo e seus efeitos na
política do meio ambiente. Aspectos legais, políticos e administrativos
envolvidos no processo de licenciamento ambiental. Fatores ambientais e
socio-econômicos na avaliação dos impactos ambientais, dentro de uma
perspectiva de desenvolvimento sustentável. Análise crítica dos métodos e
técnicas de avaliação de impactos ambientais e instrumentalização para o uso
prático dos mesmos. Limitações e possibilidades do EIA-RIMA enquanto
instrumento de política e ordenamento territorial.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SANCHEZ, Luis Enrique. Avaliação de impactos ambientais: conceitos e
métodos. São Paulo: Editora Oficina de textos, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
TOMMASI, Luiz Roberto. Estudo de impacto ambiental. 1. ed. CETESB,

10

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Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

65

1994.
MOTA, Suetônio. Introdução à engenharia ambiental. 4. ed. Rio de Janeiro:
ABES, 2006.
MIRRA, Álvaro Luiz Valery. Impacto ambiental: aspectos da legislação
brasileira. 2. ed. São Paulo: Editora Juarez de Oliveira, 2002.
OLIVEIRA, Antonio Inagê de Assis. Introdução à Legislação Ambiental
Brasileira e Licenciamento Ambiental. Rio de Janeiro: Editora Lumen Juris,
2005.
ECIV076 – GERÊNCIA E EMP. NA CONSTRUÇÃO CIVIL – 4 h semanais
Processo de desenvolvimento de produtos: conceitos e definições, processo
como produto, projeto como processo gerencial, coordenação e
compatibilização de projetos. Análise de investimentos: revisão de matemática
financeira, projeto de investimento. Gestão de contratos: conceitos e definições,
tipos de contrato e formas de contratação, Lei 8.666/92.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CASAROTTO FILHO, N.; KOPTTKE, B. H. Análise de investimentos:
matemática financeira, engenharia econômica, tomada de decisão e estratégia
empresarial. 11. ed. São Paulo: Editora Atlas, 2010.
CHOMA, A. A. Como gerenciar contratos com empreiteiros: manual de
gestão de empreiteiros na construção civil. 2. ed. São Paulo: Editora Pini, 2005.
JUSTEN FILHO, M. Comentários à lei de licitações e contratos
administrativos. 11. ed. São Paulo: Dialética, 2005.
MELHADO, S. Coordenação de Projetos de Edificações. São Paulo: O nome
da rosa, 2006.
PESSOA, S. Gerenciamento de empreendimentos. Florianópolis/SC: Editora
Insular, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CALÔBA, G. M.; MOTTA, R. R. Análise de investimentos. 1. ed. São Paulo:
Atlas, 2002.
FREITAS, W. Gestão de contratos: melhores práticas voltadas aos contratos
empresariais. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
PARGA, P. Cálculo do preço de venda na construção civil. São Paulo:
Editora Pini; Rio de Janeiro: SEAERJ, 2003.
ROZENFELD, H.; FORCELLINI, F. A. Gestão de desenvolvimento de
produtos: uma referência para melhoria do processo. 1. ed. São Paulo:
Saraiva, 2006.
SEBRAE. Curso de gestão e compatibilização de projetos para a
construção civil. Maceió: SEBRAE, 2007.

10

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Tabela 9 - Ementas das disciplinas eletivas
ECIV112 – EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS – 2 h semanais
Introdução às equações diferenciais. Equações diferenciais ordinárias de 1ª ordem. O
teorema de existência e unicidade. Métodos de soluções explícitas. O teorema de
existência e unicidade. Métodos aproximados. Equações diferenciais lineares de 2ª ordem
e de ordem superior. Transformada de Laplace. O método de Laplace para resolução de
equações diferenciais. Solução de equações diferenciais ordinárias por séries.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BOYCE, WILLIAM E.; DI PRIMA, RICHARD C. Equações Diferenciais Elementares e
Problemas de Valores de Contorno. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ZILL, DENNIS G. Equações Diferenciais com Aplicações em Modelagem. Tradução da
9ª Edição Norte-Americana. São Paulo: CENGAGE, 2011.
BRANNAN, JAMES R.; BOYCE, WILLIAM E. Equações Diferenciais: Uma Introdução a
Métodos Modernos e suas Aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
ECIV109 – AEROPORTOS E VIAS - 2 h semanais
Noções básicas sobre vias. Estudos sobre Interseções em nível não semaforizadas em
vias Urbanas. Estudos sobre Interseções em Níveis diferentes. Noções sobre Sinalização
de vias Urbanas. Identificação e tratamento de pontos críticos em vias urbanas. A
segurança e o conforto do Pedestre nas Áreas Urbanas. O Planejamento dos Transportes.
Estudos Sobre estacionamentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
WELLS, Alexander T. Airport Planning & Management. 3rd ed. São Paulo: Editora
McGraw Hill, 1996.
FERRAZ, Antônio Clóvis “Coca” Pinto; TORRES, Issac Guillermo Espinosa. Transporte
Público Urbano. 2. ed. São Paulo: Rima Editora, 2004.
INSTITUTE OF TRANSPORTATION ENGINEERS. Transportation and Traffic
Engineering Hnadbook. 2nd ed. Editora Prentice Hall, 1998.
FRAENKEL, Benjamim. Engenharia Rodoviária. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora
Guanabara Dois, 1997.
ECIV111 – ÁGUAS SUBTERRÂNEAS – 2 h semanais
Introdução: Conceitos básicos. Importância das águas subterrâneas. A água subterrânea
e o ciclo hidrológico. Caracterização hidrodinâmica dos aquíferos . Parâmetros
Hidrogeológicos. Lei de Darcy. Hidráulica de poços. Fontes e tipos de contaminação.
Mecanismos de transporte de contaminantes. Métodos de controle e remediação. Gestão
das Águas Subterrâneas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FEITOSA, F. A. C. Hidrogeologia: Conceitos e Aplicações. Organização e coordenação
científica Fernando A. C. Feitosa...[et al]...3. ed. rev. e ampl. – Rio de Janeiro: CPRM:
LABHID, 2008. 812p:il.
COLLISCHONN, W.; DORNELLES, F. Hidrologia para engenharia e ciências
ambientais. Porto Alegre: Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH), 2013.
336p.Il.—(Coleção ABRH; 12). ISBN: 978-85-8868-634-2.
TUCCI, C. E. M. Hidrologia: ciência e aplicação. 2. ed. Porto Alegre: Ed.

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Universidade/UFRGS: ABRH, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DOMENICO, P. A.; SCHWARTZ, F. W. Physical and Chemical Hydrogeology. 2. ed.
New York: John Wiley & Sons, 1997.
FETTER JR, C. W. Aplied Hydrogeology. Columbus, Ohio: Charles E. Merrill Publishing
Company, 1980. 488p.
FREEZE, R. A.; CHERRY, J. A. Groundwater. Prentice-Hall, 1979.
RIGHETTO, A. M. Hidrologia e Recursos Hídricos. São Carlos: EESC/USP, 1998.
840p.: il.
CALIJURI, M. do C.; CUNHA, D. G. F. Engenharia ambiental: conceitos, tecnologia e
gestão. Coordenadores Maria do Carmo Calijuri, Davi Gasparini Fernandes Cunha. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2013.
ECIV084 – ALVENARIA ESTRUTURAL – 2 h semanais
Introdução, modulação, concepção e ações atuantes, distribuição de ações verticais e
horizontais, paredes, tensões admissíveis, dimensionamentos, aspectos construtivos e
controle de qualidade da alvenaria estrutural.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PARSEKIAN, A. G. Parâmetros de Projeto de Alvenaria Estrutural com Blocos de
Concreto. São Carlos: EDUSFCAR, 2012.
PARSEKIAN, A. G; SOARES, M. M. Alvenaria Estrutural em Blocos Cerâmicos. 1. ed.
São Paulo: O Nome da Rosa Editora, 2010.
PARSEKIAN, A. G; HAMID, A. A.; DRYSDALE, R. G. Comportamento e
dimensionamento de Alvenaria Estrutrual. São Paulo: EDUSFSCAR, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SANCHEZ, E. Nova normalização Brasileira para a Alvenaria Estrutural. Rio de
Janeiro: Editora Interciência, 2013.
RAMALHO, M. A.; CORRÊA, M. R. S. Projeto de Edifícios de Alvenaria Estrutural. São
Paulo: Editora PINI, 2003.
PRUDÊNCIO Jr., Luiz R.; OLIVEIRA, Alexandre L.; BEDIN, Carlos, A. Alvenaria
estrutural de blocos de concreto. Florianópolis Gráfica e editora Palloti: ABCP, 2002.
COÊLHO, Ronaldo S. A. Alvenaria Estrutural. São Luiz: UEMA, 1998.
LORDSLEEM JR., Alberto C. Execução e inspeção de alvenaria racionalizada. São
Paulo: O Nome da Rosa Editora, 2001.
CARVALHO, R. C. Estruturas de Concreto Protendido Pré-tração, pós-tração, cálculo e
detalhamento. 1. ed. São Paulo: Editora PINI, 2012.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6118. Projeto de estruturas
de concreto - procedimentos. Rio de Janeiro: ABNT, 2007.
ECIV082 – ANÁLISE E PROJETO DE ESTRUTURAS DE MATERIAIS COMPÓSITOS –
2 h semanais
Materiais Compósitos – Definição, constituintes, tipos e fabricação. Propriedades
Mecânicas e Higrotérmicas. Análise de uma lâmina. Mecanismos e critérios de falha.
Teoria da laminação. Projeto de estruturas laminadas.
BIBLIOGRAFIA:

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Notas de aula.
ECIV086 – ANÁLISE MATRICIAL DE ESTRUTURAS – 2 h semanais
Conceitos básicos. Matrizes de rigidez e de flexibilidade. Formulação matricial do método
dos deslocamentos. Algoritmos para solução de sistemas de equações lineares.
Implementação computacional para estruturas reticulares.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
ECIV091 – CONCRETO PRÉ-MOLDADO – 4 h semanais
Introdução: definições, industrialização das construções, tipos de concreto pré-moldado,
vantagens e desvantagens; aceno histórico, situação atual e perspectivas; produção:
execução de elementos, transporte e montagem; projeto: princípios de recomendações
gerais, formas dos elementos, tolerâncias e folgas. Ligações: princípios e recomendações
gerais para o projeto e execução, tipologia. Aplicações: componentes, edifícios de um
pavimento, edifícios de múltiplos pavimentos e coberturas.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
ECIV097 – CONFORTO LUMINOSO – 2 h semanais
Luz: Conceitos Introdutórios. Cor. Visão. Grandezas Fotométricas. Propriedades ópticas
dos materiais. Fontes de luz artificial. Luminárias. Métodos de cálculo. Projeto
luminotécnico. Conforto visual. Clima e iluminação natural. Fontes de luz natural.
Iluminação lateral e zenital. Métodos de cálculo simplificados. Métodos de cálculo
avançado. Sistemas integrados com iluminação artificial. Aplicação
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HOPKINSON, Ralph; Petherbridge, P.; Longmore, James. Iluminação Natural. Tradução:
Antonio S. L. de Farias. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1975.
LAMBERTS, Roberto; Dutra, Luciano; Pereira, Fernando O. R. Eficiência energética na
arquitetura. São Paulo: Procel, 1997.
CORBELLA, Oscar; YANNAS, Simos. Em busca de uma arquitetura sustentável para
os trópicos: conforto ambiental. Texas: Editorial Revan, 2003. Universidade do Texas.
FROTA, Anésia Barros. Geometria da insolação. São Paulo: Geros, 2004.
ECIV098 – CONFORTO TÉRMICO – 2 h semanais
Clima e conforto ambiental. Conforto térmico nos trópicos. Ventilação natural. Geometria
solar. Orientação de fachadas. Protetores solares.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BITTENCOURT, Leonardo. Uso das cartas solares: diretrizes para arquitetos. 4. ed.
Maceió: Edufal, 2004.
LAMBERTS, Roberto; Dutra, Luciano; Pereira, Fernando O. R. Eficiência energética na
arquitetura. São Paulo: Procel, 1997.
BITTENCOURT, Leonardo; CÂNDIDO, Christhina. Introdução à ventilação natural. 3.
ed. rev. e ampl. Maceió: EDUFAL, 2008. 173p., il.
Anesia Barros Frota, Sueli Ramos Schiffer. Manual de conforto térmico. Studio Nobel,
2006.
BARBIRATO, Gianna Melo; SOUZA, Léa Cristina Lucas; TORRES, Simone Carnaúba.

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69

Clima e cidade: a abordagem climática como subsídio para estudos urbanos. Maceió:
UFAL, 2007.
CORBELLA, Oscar; YANNAS, Simos. Em busca de uma arquitetura sustentável para
os trópicos: conforto ambiental. Texas: Editorial Revan, 2003. Universidade do Texas.
FROTA, Anésia Barros. Geometria da insolação. São Paulo: Geros, 2004.
ECIV107 – EFICIÊNCIA ENERGÉTICA – 2 h semanais
Panorama atual do setor elétrico brasileiro. Conservação de energia – PROCEL.
Gerenciamento de energia. Medidas para redução do consumo de energia. Tarifas e
preços. Metodologia para otimização energética. Auditoria energética ou Diagnósticos
energéticos. Análise de contas de energia elétrica e análise das tarifas. Cálculo de
economia de energia em diversos usos finais: iluminação, ar condicionado, motores,
refrigeração, computadores, aquecimento, etc. Análise econômica em conservação de
energia. Softwares de simulação de eficientização energética de ambientes e estudo de
caso.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
ECIV080 – ELEMENTOS ESPECIAIS DE CONCRETO ARMADO - 4 h semanais
Reservatórios retangulares e cilíndricos: enterrados, de superfície e elevados. Escadas.
Lajes especiais. Estruturas de arrimo. Peças estruturais com regiões D.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SÜSSEKIND, J. C. Curso de Concreto. Porto Alegre: Editora Globo, 1980. v. 1 e 2.
FUSCO, P. B. Técnica de Armar as Estruturas de Concreto. São Paulo: Editora PINI
Ltda, 1995.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6118. Projeto de Estruturas
de Concreto: Procedimentos. Rio de Janeiro: ABNT, 2007.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8681. Ações e Segurança
nas Estruturas. Rio de Janeiro: ABNT, 2003.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6120. Cargas para o Cálculo
de Estruturas de Edificações. Rio de Janeiro: ABNT, 1980.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7480. Barras e Fios
Destinados a Armaduras de Concreto Armado. Rio de Janeiro: ABNT, 1996.
MACGREGOR, J. G. Reinforced Concrete-Mechanics and Design. 3st. ed. PrenticeHall, 1997.
CEB-FIP. Model Code 90 – Comité Euro-International du Béton, 1990.
BILLINGTON, D. P. Thin Shell Concrete Structures. 2nd ed. McGraw-Hill Book
Company, 1982.
MOLITERNO, A. Caderno de Muros de Arrimo. São Paulo: Editora Edgard Blücher
Ltda., 1980.
MANNING, G. P. Reservoirs and Tanks. London: Concrete Publications Limited, 1967.
ROCHA, A. M. Novo Curso Prático de Concreto Armado. Rio de Janeiro: Ed. Científica,
1979. v. 3 e 4.
ECIV088 – ESTRUTURAS DE AÇO EM PERFIS FORMADOS A FRIO – 2 h semanais
Considerações gerais sobre os perfis estruturais formados a frio. Comportamento dos
elementos esbeltos. Normas e critérios de cálculo. Dimensionamento de barras

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70

tracionadas, comprimidas, fletidas e flexocomprimidas. Dimensionamento de ligações.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
ECIV079 – ESTRUTURAS DE CONCRETO PROTENDIDO – 2 h semanais
Sistemas de Protensão. Perdas de protensão. Dimensionamento e verificação de seções.
Disposição das armaduras ativas e passivas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HANAI, J. B. Fundamentos de concreto protendido. São Carlos: EESC-USP, 1995
(Ebook disponibilizado de aula).
LEONHARDT, F. Construções de concreto: concreto protendido. Rio de Janeiro: Ed.
Interciência, 1980. v. 5.
PFEIL, W. Concreto protendido. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 1984. 3 v.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CARVALHO, R. C. Estruturas de Concreto Protendido Pré-tração, pós-tração, cálculo e
detalhamento. 1. ed. São Paulo: Editora PINI, 2012.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6118. Projeto de estruturas
de concreto - procedimentos. Rio de Janeiro: ABNT, 2007.
ECIV085 – ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO E OBRAS MARÍTIMAS – 4 h semanais
Pressões num maciço terroso. Noções básicas de estabilidade de taludes. Empuxo de
terras. Muros de arrimo. Cortinas de estacas. Noções de dinâmica costeira. Obras de
proteção costeira. Obras portuárias.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
ECIV089 – ESTRUTURAS MISTAS AÇO-CONCRETO – 2 h semanais
Considerações gerais Comportamento misto; Ligação resistente a cisalhamento entre aço
e concreto; Vigas mistas; Pilares mistos; Lajes mistas; Ligações mistas. Noções sobre a
segurança das estruturas mistas em situação de incêndio. Métodos simplificados de
dimensionamento.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
ECIV100 – FERROVIAS – 2 h semanais
História das ferrovias Brasileira. Classificação das Linhas. Via Permanente –
Infraestrutura: Constituição (Cortes, Aterros, Lastros, Sub–Lastros); Super–Estrutura:
Constituição (Trilhos, aparelhos, equipamentos, material rodante). Projeto Geométrico:
Curvas (raios superelevação e superlargura). Declividades, velocidades, veículos
ferroviários, etc. Ocorrências ferroviárias e suas causas (acidentes com descarrilamento
com ou sem tombamento). Projetos, dimensionamento e construção da infraestrutura
ferroviária.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
ECIV078 - FÍSICA 4 – 4 h semanais (eletiva)
Campo

eletromagnético.

Equações

de

Maxwell.

Movimento

ondulatório.

Óptica

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71

Geométrica e Ondulatória. Efeito Doppler. Noções de Teoria Relativística. Noções de
Mecânica Quântica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HALLIDAY, David; Jearl Walker & Silvia Resnick. Fundamentos de Física 3. 4. ed. Livros
Técnicos e Científicos, 1996.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos da física. Rio de Janeiro: LTC
Editora, 1995. v. 4.
TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros. 3. ed. Rio de Janeiro:
Editora Guanabara Koogan S.A., 2006. v. 3 e 4.
ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J. Física. São Paulo: Editora Pearson Brasil, 1999.
ECIV103 – GEOPROCESSAMENTO – 4 h semanais
Bases conceituais e teóricas sobre os sistemas de informações geográficas (SIG).
Métodos de abstração, conversão e estruturação nesse sistema computacional. Potencial
das técnicas de Geoprocessamento para a representação de fenômenos e modelos
ambientais relacionados a diversos campos de estudo. Instrumentalização de técnicas do
Geoprocessamento para diversas aplicações levando em consideração os componentes
do espaço geográfico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

SILVA, Jorge Xavier da; ZAIDAN, Ricardo Tavares (Org). Geoprocessamento &
análise ambiental: aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004. 363 p. ISBN
8528610764 : (Broch.)
FITZ, Paulo Roberto. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina
de Textos, 2008. 160 p. ISBN 9788586238826 (broch.).
ROCHA, José Antônio M. R. GPS: uma abordagem prática. 4. ed. rev. e ampl.
Recife, PE: Bagaço, 2003. 231 p. ISBN 8574095540(broch.).
ABREU, João Francisco de; BARROSO, Leônidas Conceição. Geografia,
modelos de análise espacial e GIS. Belo Horizonte: PUC Minas, 2003. 231p.
ISBN 8586480266 (broch.).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ALMEIDA,C. M.; CAMARA, G.; MONTEIRO, A. M. GEOINFORMAÇÃO: em
urbanismo : cidade real X cidade virtual. São Paulo: Oficina de Textos, 2007. 368p.
ISBN 9788586238550 :
ASSAD, E. D.; SANO, E. E. (Eds.). Sistema de Informações geográficas:
Aplicações na Agricultura. 2.ed. Brasília: SPI-EMBRAPA, 1998.
BLASCHKE, T.; KUX, H. Sensoriamento remoto e SIG avançados: novos
sistemas sensores, métodos inovadores. 2. ed. nova versão atualizada e
organizada. São Paulo: Oficina de Textos, 2007.
BURROUGH, P. A.; MCDONELL, R. Principles of Geographical Information
Systems. Oxford, Oxford University Press, 1998.
CÂMARA, G.; CASANOVA, M.A.; MEDEIROS, C. B.; HEMERLY, A.;
MAGALHÃES, G. Anatomia de Sistemas de Informação Geográfica. Curitiba:
Sagres Editora, 1997.

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

72

CÂMARA, G.; DAVIS, C.; MONTEIRO, A. M.; D’ALGE, J. C. Introdução à Ciência
da Geoinformação. 2. ed. São José dos Campos: INPE, 2001 (on-line, 2ª. edição,
revista e ampliada).
CHRISMAN, N. Exploring Geographic Information Systems. New York: John
Wiley & Sons, 1997.
FERRARI, Roberto. Viagem ao SIG: planejamento estratégico, viabilização,
implantação e gerenciamento de sistemas de informação geográfica. Curitiba:
Sagres, 1997. 171p. ISBN 8586287024 : (Broch.)
FUKS, S.; CARVALHO, M. S.; CÂMARA, G.; MONTEIRO, A. M. Análise Espacial
de Dados Geográficos. Brasília: Embrapa, 2004 (ISBN: 85-7383-260-6). (Edição
em papel: EMBRAPA, Brasília, 2004, disponível na Livraria Virtual da EMBRAPA).
LONGLEY, Goodchild, MAGUIRE, Rhind. Geographic Information Systems and
Science. 2. ed. Wiley, 2005.
ECIV105 – GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS - 2 h semanais
Introdução; Aspectos Legais; Instrumentos de Gestão: Outorga, Cobrança,
Enquadramento, Plano de Bacia Hidrográfica; Recursos hídricos no Brasil:
Disponibilidades e demandas de água. Modelos de Gestão de Recursos Hídricos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BARTH, F. T.; POMPEU, C.T. FILL, H. D.; TUCCI, C. E. M.; KELMAN, J; BRAGA JR. B.
P. F. Modelos para gerenciamento de recursos hídricos. São Paulo: Editora Nobel,
1987. 526 p.
CAMPOS, N. & STUDART, T. Gestão das águas: princípios e práticas. Organizado por
Nilson Campos e Ticiana Studart. – Porto Alegre: ABRH, 2001. 197p.
GOLDBARG, M. C.; LUNA, H. P. L. Otimização combinatória e programação linear:
modelos e algoritmos. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2000. 649 p.
POMPEU, C. T. Regime jurídico da polícia das águas públicas: polícia da qualidade.
São Paulo: CETESB, 1976. 149 p.
SETTI, A. A.; LIMA, J. E. F. W.; CHAVES, A. G. M. & PEREIRA, I. de C. Introdução ao
gerenciamento de recursos hídricos. 3. ed. Brasília: Agência Nacional de Energia
Elétrica; Agência Nacional de Águas, 2001. 328p.
SILVA, D. D. da; PRUSKI, F. F. Gestão de Recursos Hídricos: aspectos legais,
econômicos e Sociais. Brasília, DF: Secretaria de Recursos Hídricos; Viçosa, MG:
Universidade Federal de Viçosa; Porto Alegre: Associação Brasileira de Recursos
Hídricos, 2000. 659 p. :il.
THAME, A. C. DE M. A cobrança pelo uso da água. São Paulo: IQUAL, Instituto de
Qualificação e Editoração LTDA, 2000. 256 p.
ECIV101 – INFRAESTRUTURA E DRENAGEM DE ESTRADAS – 2 h semanais
Terraplenagem, serviços preliminares, marcação de cortes e de aterros. Execução de
Terraplenagem, desmatamento, destocamento, cortes, empréstimos aterros, rip-rap,
enrocamentos e depósitos. Planejamento da Terraplenagem, relocações, controles e
medições. Estabilização. Macro e Micro Drenagem (superficial e profunda. Bueiros, valas,
valetas, drenos e interceptadores). Dados para projetos e orçamentos, locação e
construção de bueiros, e pontilhões.
BIBLIOGRAFIA:

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73

Notas de aula.
ECIV083 – INTRODUÇÃO À MECÂNICA DAS ROCHAS – 4 h semanais
Noções básicas, histórico e campos de aplicação da mecânica das rochas. Propriedades
mecânicas dos maciços rochosos. Tensões nos maciços rochosos. Ensaios especiais de
laboratório e de campo. Determinação de Pressão de Poros e Pressão de Fratura.
Obtenção de parâmetros geotécnicos através de perfilagem. Aplicações de geomecânica
em perfuração de poços: análise da estabilidade de poços; determinação do gradiente de
fratura e dimensionamento do fluido de perfuração. Aplicações de geomecânica em
Reservatórios: compactação e subsidência de reservatórios; pressão de injeção de
fluidos, reativação de falhas e exudação de petróleo. Estimulação de Poços (Fraturamento
Hidráulico). Produção de Areia.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
ECIV106 – INTRODUÇÃO AO CABEAMENTO ESTRUTURADO – 2 h semanais
Conceitos básicos sobre acústica. Parâmetros elétricos envolvidos. Tipos de cabos
utilizados. CONCEITOS BÁSICOS SOBRE ACÚSTICA, Conceitos básicos de ótica.
Interferências entre circuitos. Equipamentos ativos. Projeto, execução e operação do
sistema.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
ECIV095 – INTRODUÇÃO AO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS – 4 h semanais
Problemas de valor inicial e de contorno: equações diferenciais de Laplace e de Poisson e
problemas de elasticidade plana. Formulação fraca e forte do método dos resíduos
ponderados. Métodos variacionais. Método dos elementos finitos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALMEIDA, F. P. A. Análise comparativa de resultados de diferentes discretizações
para as lajes de pavimentos utilizando os elementos finitos DKT e P15N. 126p.
Dissertação (Mestrado) - Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São
Paulo, São Carlos. 1999.
BATHE, K. J. Finite Element Procedures. Prentice-Hall, 1982.
COOK, R. D.; MALKUS, D.; PLESHA, M. E. Concepts and applications of finite
element analysis. 3. ed. John Wiley & Sons, 1989.
DuCHATEAU, P.; ZACHMANN, D.W. Partial differential equations. McGraw-Hill, 1986.
FARLOW, S. J. Partial differential equations for scientists and engineers. Dover
publications, 1993.
FARRER, H. et al. Programação estruturada de computadores: algoritmos
estruturados. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.
FEDELI, R. D.; POLLONI, E. G. F.; PERES, F. E. Introdução à ciência da computação.
São Paulo: Thomson, 2003.
GHEZZI, C.; JAZAYERI, M. Programming language concepts. 3.ed. John Wiley & Sons,
1997.
REDDY, J. N. An introduction of the finite element method. McGraw-Hill Book
Company, 1984.
REDDY, J. N. Applied functional analysis and variational methods in engineering.

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Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

74

McGraw-Hill Book Company, 1986.
REDDY, J. N.; RASMUSSEN, M. L. Advanced engineering analysis. New York: John
Wiley, 1982.
REIS, A.; CAMOTIM, D. Estabilidade estrutural. Lisboa: McGraw-Hill, 2001.
RIBEIRO, F. L. B. Introdução ao método dos elementos finitos. COPPE/UFRJ,
Programa de Engenharia Civil, 2004. Nota de aula.
STEPHENSON, G. Uma introdução às equações diferenciais parciais. São Paulo:
Editora da Universidade de São Paulo, 1975.
ZIENKIEWICZ, O. C.; MORGAN, K. Finite elements and approximation. John Wiley &
Sons, 1983.
ZIENKIEWICZ, O. C.; TAYLOR, R. L. The finite element method. 4.ed. McGraw-Hill
Book Company, 1989. v. 1.
ECIV102 – MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS – 2 h semanais
Fundamentos da manutenção (preventiva, corretiva e preditiva). Oficina de manutenção.
Metalurgia básica dos ferrosos e dos não ferrosos. Solda elétrica e oxiacetilênica.
Lubrificação. Equipamentos de construção civil. Turbinas, Bombas Hidráulicas: descrição,
seleção e instalação. Cuidados básicos com a proteção de equipamentos elétricos.
Conceitos de segurança contra incêndio e pânico.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
ECIV099 – MODELAGEM DE SISTEMAS HÍDRICOS – 2 h semanais
Modelagem dos sistemas hídricos (bacia hidrográfica, rios e canais, drenagem urbana,
águas subterrâneas), modelos de qualidade da água. Técnicas de otimização dos
parâmetros, definição e simulação de cenários. Aspectos práticos da modelagem
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FRAGOSO JR., C. R.; FERREIRA, T. F.; MOTTA MARQUES, D. Modelagem Ecológica
em Ecossistemas Aquáticos. São Paulo: Oficina de Textos, 2009. 304p.
CHAPRA, S. Water Surface Water Quality. 584p, 1997.
TUCCI, C. E. M. Modelos Hidrológicos. ABRH, Porto Alegre, 1998. 652 pp.
WROBEL, L. C.; EIGER, S. et al. Métodos Numéricos em Recursos Hídricos. Ed.
Rui Vieira da Silva, Associação Brasileira de Recursos Hídricos – ABRH, 1989.
TUCCI, C. E. M. Hidrologia: Ciência e Aplicação. Porto
Alegre: Editora da UFRGS e ABRH, 1993.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
JØRGENSEN, S. E. Fundamentals of Ecological Modelling. 2nd ed. (Developments in
Environmental Modelling). Amsterdam: Elsevier, 1994. 628 p.
DAILY, J.W.; HARLERMAN, D.R.F. Fluid dynamics. Addison-Wesley, 1966. 464 pp.
CASALAS, A. B. Modelo Matemático de Correntologia do Estuário do Rio
Guaíba. Porto Alegre: Ed. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, IPH, 1985. 67p.
BLUMBERG, A. F. A Numerical Investigation into the Dynamics of Estuarine
Circulation. Ed. Chesapeake Bay Institute - The Johns Hopkins University, 1975.

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

75

PRITCHARD, D. W. The equations of mass continuity and salt continuity in estuaries.
Journal of Marine Research. 1958, 17, 412-423.
ECIV092 – MODELOS CONSTITUTIVOS – 4 h semanais
Introdução. Propriedades mecânicas dos materiais. Relações constitutivas para estado
uniaxial de tensões: conceitos de elasticidade linear e não linear, plasticidade e
viscosidade. Modelos reológicos. Relações constitutivas para estado multiaxial de
tensões: elasticidade, teoria da plasticidade e critérios de resistência.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
ECIV093 – PLACAS E CASCAS – 4 h semanais
Introdução às placas no regime elástico. A equação de Lagrange. Placas retangulares,
circulares e anelares. Placas ortótropas. Comportamento na ruptura. Cascas:
generalidades. Cascas de revolução. Teoria de membrana e de flexão. Cascas de
translação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
TIMOSHENKO, S.P.; WOINOWSKY-KRIEGER, S. Theory of Plates and Shells. 2nd ed.
Mc Graw Hill, 1959.
BILLINGTON, David P. Thin Shell Concrete Structures. 2nd ed., Mc Graw Hill, 1982.
ZAGOTIS, D. Introdução à Teoria de Placas e Cascas. Escola Politécnica De São
Paulo, 1973.
DYM, C. L.; SHAMES I. H. Solid Mechanics: A Variational Approach. Mc Graw-Hill,1973.
COOK, R. D.; YOUNG, W. C. Advanced Mechanics of Materials. Macmillan Publishing
Company, 1985.
GHALI, A.; NEVILLE, A. M. Structural Analysis: A Unified Classical and Matrix Approach.
3rd ed. E & FN SPON, 1989.
ECIV096 – PLANEJAMENTO E GESTÃO DA PRODUÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL –
4 h semanais
Construção enxuta: conceitos básicos, princípios e aplicações;
Processo de planejamento: conceitos e definições; planejamento como um processo
gerencial, dimensões horizontal e vertical do planejamento, práticas de planejamento;
Técnicas de Planejamento: gráfico de Gantt; modelo PERT/CPM, linha de balanço.
Elaboração de cronogramas (físico-financeiro, de desembolso, de materiais e de
equipamentos), histogramas e curvas de agregação (S e ABC);
Processo de Controle: Acompanhamento de cronogramas, histogramas e curvas de
agregação. Elaboração de relatórios gerenciais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ÁVILA, A. V.; JUNGLES, A. E. Gerenciamento na construção Civil. Chapecó/SC: Argos,
2006.
CIMINI, Remo. Planejar para construir. São Paulo: Pini, 1987.
GEHBAUER, Fritz. Planejamento e gestão de obras. Curitiba: CEFET-PR, 2002.
LIMMER, Carl V. Planejamento, orçamentação e controle de projetos e obras. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 1997.

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Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

76

SILVA, Mozart B. da. Manual de BDI. São Paulo: Editora Edgard Blücher, 2005.
BERNARDES, M. M. E B. Planejamento e controle da produção para empresas de
construção civil. Rio de Janeiro/RJ: Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 2003.
PESSOA, Sylvio. Gerenciamento de empreendimentos. Florianópolis/SC: Editora
Insular, 2003.
ECIV081 – PONTES – 4 h semanais
Introdução ao estudo de pontes, Elementos para a elaboração de um projeto,
Considerações sobre construções de pontes, Ações nas pontes, Superestrutura das
pontes, Lajes, Mesoestrutura das pontes.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
ECIV087 – PROJETO DE EDIFÍCIOS EM CONCRETO ARMADO – 2 h semanais
Metodologias empregadas nos projetos estruturais de edifícios. Concepção estrutural.
Partes constituintes de um edifício de concreto armado. Lançamento da estrutura.
Detalhamento de peças e da estrutura. Apresentação dos projetos. Desenvolvimento de
um projeto de edifício de concreto armado.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
ECIV094 – PROJETOS DE ESTRUTURAS EM AÇO E MADEIRA – 4 h semanais
Galpões e coberturas em estruturas de aço: tipos e aplicações. Coberturas em estruturas
de madeira: tipos e aplicações. Contraventamentos em estruturas de aço e madeira. Ação
do vento em galpões e coberturas. Projeto de galpões e coberturas em estruturas de aço
e madeira. Noções sobre o projeto de edifícios de andares múltiplos em estruturas de aço.
Noções sobre o projeto de estruturas metálicas espaciais. Noções sobre o projeto de
estruturas de aço em situação de incêndio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SANTOS, Luciano Barbosa dos. Curso Básico de Estruturas de Aço - Notas de Aula.
Departamento de Engenharia Estrutural da Universidade Federal de Alagoas.
SANTOS, Luciano Barbosa dos. Curso Básico de Estruturas de Madeira - Notas de Aula.
Departamento de Engenharia Estrutural da Universidade Federal de Alagoas
SANTOS, Luciano Barbosa dos. Ações Devidas ao Vento nas Edificações - Notas de
Aula. Departamento de Engenharia Estrutural da Universidade Federal de Alagoas
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRAS DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6123. Forças Devidas ao
Vento. Rio de Janeiro: ABNT, 1986.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRAS DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8800. Projeto e Execução
de Estruturas de Aço de Edifícios. Rio de Janeiro: ABNT, 1986.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRAS DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7190. Projeto de
Estruturas de Madeira. Rio de Janeiro: ABNT, 1997.
SÁLES, J.J., et al. Construções em Aço. Apostila da Escola de Engenharia de São
Carlos da Universidade de São Paulo, 1995.
SÁLES, J.J., et al. Ação do Vento nas Edificações. Apostila da Escola de Engenharia de
São Carlos da Universidade de São Paulo, 1995.
BELLEI, I. Edifícios Industriais em Aço. 2. ed. São Paulo: PINI, 1999.

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77

SANTOS, Arthur Ferreira dos. Estruturas Metálicas: Projeto. São Paulo: MAKRON
Books do Brasil.
MOLITERNO, Antônio. Caderno de Projeto de Telhados em Estruturas de Madeira.
São Paulo: Edgard Blucher, 1995.
ECIV108 – PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS – 2 h semanais
Histórico, formação das descargas atmosféricas, avaliação do fenômeno, efeitos dos raios
em seres vivos e estruturas, métodos de proteção: Franklin, Gaiola de Faraday e
eletrogemétrico; desenvolvimento de um SPDA - Sistema de Proteção contra Descarga
Atmosférica.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
ECIV090 - TÓPICOS COMPLEMENTARES EM ESTRUTURAS DE AÇO E MADEIRA – 2
h semanais
Lajes e Vedações em estruturas de aço. Segurança e proteção contra incêndios.
Corrosão em estruturas de aço. Fabricação, transporte e montagem de estruturas de aço.
Pontes em estruturas de aço e madeira. Fôrmas e cimbramentos. Estruturas em madeira
laminada colada.
BIBLIOGRAFIA:
Notas de aula.
ECIV110 - SENSORIAMENTO REMOTO APLICADO À ENGENHARIA – 4 h semanais
Reconhecimento em imagens de satélite e fotografias aéreas dos alvos espectrais (solos,
rochas, reservatórios, sites de barragens e estradas) terrestres, como suporte aos projetos
de engenharia e ambiental e na gestão e planejamento regional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LOCH, C.; LAPOLLI, E.M. Elementos básicos da fotogrametria e sua utilização
prática. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1989. Série didática.
LILLESAND, T. M.; RALPH, W. K. Remote sensing and image interpretation. John
Wiley & Sons Inc, 1994.
LOCH, C. Noções básicas para a interpretação de imagens aéreas, bem como
algumas de suas aplicações nos campos profissionais. Florianópolis: Ed. da UFSC,
1989. Serie didática.
NOVO, E. M. L. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. São Paulo: Edgar
Blucher, 1989.
OLIVEIRA, A. M. DOS S.; DE BRITO, S. N. A. (Editores). Geologia de Engenharia.
ABGE. CNPq. FAPESP, 1998.
RICHARDS, J. A. Remote sensing digital image analysis: an introduction. SpringerVerlag, 1995.
RICCI, M.; PETRI. S. Princípios de aerofotogrametria e interpretação geológica. São
Paulo: Editora Nacional, 1965.
ECIV104 - SISTEMAS DE RESÍDUOS SÓLIDOS – 2 h semanais
ECIV115 - LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS – 4 h semanais
Estudo dos fundamentos da Língua Brasileira de Sinais com noções práticas de sinais e

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78

interpretação, destinado às práticas pedagógicas na educação inclusiva.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro:
Tempo Brasileiro: UFRJ, Departamento de Linguística e Filologia, 1995.
COUTNHO, Denise. Libras e Língua Portuguesa: semelhanças e diferenças. João
Pessoa Editor: Arpoador, 2000.
FELIPE, Tanya A. Libras em contexto: curso básico, livro do estudante cursista. Brasília:
Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos, MEC, SEESP, 2001.
LOPES FILHO, Otacílio (org.) Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 1997.
QUADROS, Ronice M., KARNOPP, Lodernir Becker. Línguas de sinais brasileira:
estudos lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
SACKS, Oliver W. Vendo Vozes: uma viagem a mundo dos surdos. São Paulo:
Companhia das Letras, 1998.
SALLES, Heloísa M. M. Lima et. al. Ensino de língua portuguesa para surdos:
caminhos para uma prática. Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos. Brasília,
MEC, SEESP, 2005. 2 v.
ECIV116 - PORTOS E VIAS NAVEGÁVEIS – 4 h semanais
Portos Marítimos e Fluviais. Vias Navegáveis. Navegação interior. Hidrovias. Obras
Portuárias. Administração Portuária. Legislação Portuária. Operação Portuária. Litoral
Brasileiro. Plano Portuário Nacional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CARVALHO, Fernando Viriato de Miranda. Estudos de Portos do Brasil: ensaio. Rio de
Janeiro: Jornal do COmmercio, 1930.
AÇAO EMPRESARIAL INTEGRADA. A Questão Portuária. São Paulo: Confederação
Nacional da Industria / Confederação Nacional da Agricultura, 1992.
CODESP - Companhia Docas do Estado de São Paulo. Fórum de Desenvolvimeto,
Gerenciamento de Operações Portuárias. Santos: Codesp,1992.
OZEDA, A. Tarifas portuárias: Manual de administração portuária. New York: Nações
Unidas, 1979.
PORTOBRÁS - Empresa de Portos do Brasil S.A. Plano Nacional das Vias Navegáveis
Interiores. Brasília: IESA – Internacional de Engenharia S.A., 1989.
GARCIA, J. M. Portos, rios e canais. UFPR, 1982.
NETTO, Azevedo. Manual de Hidráulica. São Paulo: Editora Blucher, 1972.
PORTOBRAS - EMPRESA DE PORTOS DO BRASIL S.A. Anais do I Seminário Nacional
de Hidrovias. Secretaria dos Transportes do Estado do Paraná. Curitiba, 1981.
ECIV117 - EMPUXOS DE TERRA E ESTABILIDADE DE TALUDES – 2 h semanais
Estabilidade de Taludes: Classificação dos movimentos de massa. Causas e
consequências da instabilidade de taludes. Sinais de instabilidade de um talude. Métodos
de análise de estabilidade (ruptura circular, plana e em cunha). Influência da chuva e do
fluxo de água subterrâneo. Exercícios e uso de programas computacionais.
Empuxos de terra: Estados de tensões ativo e passivo. Tipos de estruturas de contenção
e discussão sobre métodos de análise de empuxo de terra. Método de Rankine. Método
de Coulomb. Cálculo de empuxos. Noções sobre outros métodos disponíveis,
arqueamento, influência da compactação e influência da água.

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79

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GUIDICINI, G.; NIEBLE, C.M. Estabilidade de taludes naturais e de escavação. São
Paulo: Edgard Blücher, 1984.
DAS, Braja M. Fundamentos de Engenharia Geotécnica. (tradução da 6ª. edição norteamericana). São Paulo: Thomsom, 2007.
GERSCOVICH, Denise M. S., FEN – Faculdade de Engenharia, Departamento de
Estruturas e Fundações. Notas de aulas. Disponível em:
<http://www.eng.uerj.br/~denise/>.
ECIV118 - ENGENHARIA DE AVALIAÇÃO – 2 h semanais
Avaliação de imóveis urbanos. Método comparativo de dados de mercado. Regressão
linear. Tratamento por fatores. Método involutivo. Método da capitalização da renda.
Método evolutivo. Métodos para identificar o custo de um imóvel. Métodos para identificar
indicadores de viabilidade da utilização econômica de um empreendimento. Avaliação de
glebas urbanizáveis. Avaliação de imóveis rurais. Especificação da avaliação. Elaboração
de laudos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
IBAPE/SP. Engenharia de Avaliações: Novos Textos De Referencia Para Engenheiros. 1.
ed. São Paulo: Editora PINI, 2007.
ABUNAHMAN, Sergio Antonio. Curso básico de engenharia legal e de avaliações. 4.
ed. São Paulo: PINI, 2008.
DANTAS, Rubens Alves. Engenharia de Avaliações. 2. ed. São Paulo: Editora PINI,
2005.
ECIV119 - GESTÃO DA QUALIDADE NA CONSTRUÇÃO CIVIL – 2 h semanais
Gestão da qualidade: origens, evolução e vocabulário; Bases da gestão da qualidade:
Foco no cliente, Liderança, Envolvimento das pessoas, Abordagem de processo,
Abordagem sistêmica para a gestão, Melhoria contínua, Abordagem factual para a tomada
de decisão, Benefícios mútuos nas relações com os fornecedores; Ferramentas clássicas
da qualidade: Diagrama de Pareto, Diagramas de causa-efeito (espinha de peixe ou
diagrama de Ishikawa), Histogramas, Folhas de verificação, Gráficos de dispersão,
Fluxogramas, Cartas de controle; Sistemas de gestão: série NBR ISO, PBQP-h, gestão
pela excelência e prêmios da qualidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 9000. Sistemas de
gestão da qualidade – Fundamentos e vocabulário. Rio de Janeiro: ABNT, 2005.
______. NBR ISO 9001. Errata 1: 2001 - Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos.
Rio de Janeiro: ABNT, 2000.
______. NBR ISO 9001. Errata 2: 2002 - Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos.
Rio de Janeiro: ABNT, 2000.
______. NBR ISO 9001. Errata 1: 2009 - Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos.
Rio de Janeiro: ABNT, 2008.
______. NBR ISO 9001. Versão corrigida: 2009 - Sistemas de gestão da qualidade –
Requisitos. Rio de Janeiro: ABNT, 2008.
______. NBR ISO 10002. Gestão da Qualidade – Satisfação da qualidade – Diretrizes
para o tratamento de reclamações nas organizações. Rio de Janeiro: ABNT, 2005.
GEHBAUER, F. Planejamento e gestão de obras: um resultado prático da cooperação

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técnica Brasil-Alemanha. 2ª ed. Curitiba: CEFET-PR, 2002.
LIMMER, C. V. Planejamento, orçamentação e controle de projetos e obras. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 1997.
THOMAZ, E. Tecnologia, Gerenciamento e Qualidade na Construção. 1ª ed. São
Paulo: PINI, 2001.
YAZIGI, W. A técnica de edificar. 7ª ed. São Paulo: PINI, 2006.
ECIV120 - GESTÃO DA DRENAGEM URBANA – 2 h semanais
Ciclo hidrológico urbano, contexto atual da gestão da drenagem urbana, aspectos legais,
sustentabilidade na drenagem urbana, princípios para a drenagem urbana sustentável,
interfaces com outros sistemas urbanos, estudos de caso e planos diretores de drenagem
urbana.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CANHOLI, Aluísio Pardo. Drenagem urbana e controle de enchentes. São Paulo:
Oficina de Textos, 2005. 302 p. ISBN 8586238430 :(Broch.)
TUCCI, C. E. M. Águas urbanas. In: TUCCI, C. E. M.; BERTONI, J. C. Inundações
Urbanas. GWP WMO ABRH, 2003.
TUCCI, Carlos E. M; PORTO, Rubem La Laina; BARROS, Mario T. de. Drenagem
urbana. Porto Alegre: Ed. da UFRGS: ABRH, 1995. 428p. (ABRH de recursos hidricos ;5)
ISBN 8570253648 : (Broch.)
TUCCI, Carlos E. M; HESPANHOL, Ivanildo; CORDEIRO NETTO, Oscar de M. Gestão da
água no Brasil. 2. ed. Brasília: Unesco, 2001. 191p. ISBN 8587853260 : (Broch.)
TUCCI, C. E. M. Hidrologia: Ciência e aplicação. Porto Alegre: Editora da UFRGS e
ABRH, 1993.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
TUCCI, Carlos E. M. Modelos hidrológicos. Porto Alegre: UFRGS: ABRH, 1998. 669p.
ISBN 8570254458 : (Broch.)
TUCCI, C. E. M. Inundações e Drenagem Urbana. In: TUCCI, C. E. M.; BERTONI, J. C.
Inundações Urbanas. GWP WMO ABRH, 2003.
TUCCI, C. E. M. (ed.). Urban Drainage in Tropics Humids. UNESCO, 2000.
TUCCI, C. E. M. MARQUES, D. M. (eds.) Gerenciamento Ambiental da Drenagem
Urbana. Porto Alegre: Editora da UFRGS e ABRH, 2000.
ECIV121 - SISTEMAS ESTUARINOS COSTEIROS – 4 h semanais
O ambiente costeiro e o nível do mar; Conceitos e definições; Transporte de Massa:
difusão molecular e turbulenta; Dispersão laminar e turbulenta; Estuários e deltas de rios;
O processo de mistura em rios, reservatórios e estuários; A intervenção humana no
ambiente costeiro.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MIRANDA, Luiz Bruner de; CASTRO, Belmiro Mendes de; KJERFVE, Björn. Princípios
de oceanografia física de estuários. São Paulo: EDUSP, 2002. 414p. (Acadêmica ;42)
ISBN 8531406757 : (Broch.)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BOWDEN, K. F. Phys. Oceanography of Coastal Waters. England: Ellis Harwood, Ltd.,
1983. 302 p.
CALDWELL, P. Sea Level Data Processing Software on IBM PC Compatible

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Microcomputers. Toga Sea Level Center /National Oceanographic Data Center, 1996.
CUNNINGHAM, W. P.; SAIGO, B. W. Environmental Science - A Global Concern. Wm.
C. Brown Communications, Inc., Dubuque, IA., 1995. 612p.
PINET, Paul R. Invitation to Oceanography. edição única. USA: West Publishing
Company, 1996. 508p.
DAVIES, R. A. Coasts. Prantice Hall Earth Sciences Series, 1996. 274 p.
DEFANT, A. Ebb and Flow. University of Michigan Press, 1958. 121 p.
DEFANT, A. Physical Oceanography. v. 2. Pergamon Press, 1961. 598 p.
DOODSON, A. T.; WARBUNG, H. D. Admiralty Manual of Tides. London Hydrog. Dept.,
1941.
DRONKERS, J. J. Tidal Comput. in Rivers and Coastal Waters. North-Holland Pub.Co.,
1964. 518 p.
FRANCO, A. S. Tides: Fundamental Analysis and Prediction. São Paulo: IPT, 1988.
FRANCO, A. S. Tides programs for prediction and analysis. São Paulo, Brazil, 1992.
45p.
GODIN, G. Tides. CICESE (México), 1988. 290p.
KJERVE, B. Prospect os Sea-level change. International marine science Newsletter,
Unesco, 1991.
KJERFVE, B. Coastal lagoons. In Coastal Lagoon Processes. Elsevier Science Publish.,
1994, p. 1-8.
OLIVEIRA, A. M. and KJERFVE, B. Environmental responses of a tropical coastal
lagoon system to hydrological variability: Mundaú-Manguaba, Brazil. Estuarine,
Coastal and Shelf Science 37, 1993. p. 575-591
PUGH, D. T. Tides, Surges and Mean Sea-Level: A Handbook for Engineers and
Scientists. Swindon, UK: John Wiley and Sons, 1987. 472 p.
SCHUREMAN, P. Manual of Harmonic Analysis and Prediction of Tides, U.S.
Department of Commerce, 1941.
SOUZA, R. C.; Almeida, D. B. Levantamento Bibliográfico dos dados oceanográficos
no Litoral Alagoano. Relatório Técnico realizado para a Salgema Indústrias Químicas
S.A., EEM-CTEC-UFAL, 1987.
SOUZA, R. C. Diluição de Efluentes Oceânicos - uma abordagem metodológica.
Revista Brasileira de Engenharia, Caderno de Recursos Hídricos, v.12, n.1, Jun., 1994.
SOUZA, R. C.; KJERVE, B. Fundamentos da Maré e sua Predição. Publicado nos Anais
do XX Congresso Nacional de Matemática Aplicada e Computacional, Set./97,
Gramado/RS.
SOUZA,R.C.; KJERVE, B. Fundamentos de Marés em Rios. Publicado nos Anais do XII
Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, Nov./97,Vitória/ES.
ECIV122 - REDES COLETORAS DE ESGOTOS – 4 h semanais
ECIV123 - TRATAMENTO DE ÁGUAS DE ABASTECIMENTO – 4 h semanais
Qualidade das águas; Escolha de mananciais; Tecnologias de tratamento de água;
Produtos químicos; Técnicas e processos de tratamentos alternativos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DI BERNARDO, Luiz; DI BERNARDO, Angela; CENTURIONE FILHO, Paulo Luiz.

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Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

82

Ensaios de tratabilidade de água e dos residuos gerados em estações de tratamento
de água. São Carlos, SP: RiMa, 2002. 237p ISBN 8586552313 : (Broch.)
DI BERNARDO, Luiz; DANTAS, Angela Di Bernardo. Métodos e técnicas de tratamento
de água. 2. ed. São Carlos: RiMa, 2005. RiMa 2v. ISBN v.1 8576560666 : (Broch.)
RICHTER, Carlos A; AZEVEDO NETTO, José M. de. Tratamento de água: tecnologia
atualizada. São Paulo: Edgard Blucher, c2001. 332 p. ISBN 8521200536: (Broch.)
TRATAMENTO de águas de abastecimento por filtração em múltiplas etapas. Rio de
Janeiro: ABES, 1999. 114 p. ISBN (Broch.)
TRATAMENTO de água para abastecimento por filtração direta. Rio de Janeiro: ABES,
2003. 480 p. ISBN 8586552690 : (Broch.)
ABNT -12216. Projeto de Estações de Tratamento de água de abastecimento público.
Disponível no laboratório de informática da unidade acadêmica Centro de Tecnologia.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LIBÂNIO, M. Fundamentos da qualidade e tratamento de água. 2.ed. Campinas, SP:
Átomo, 2008.
PIVELI, R. P.; KATO, M. T. Qualidade das águas e poluição: aspectos físico-químicos.
São Paulo: ABES, 2005.
RICHTER, C. A.; NETTO, J. M. A. Tratamento de água: tecnologia atualizada. São Paulo:
Edgard Blücher Ltda, 2005.
VIANNA, M. R. (2002). Hidráulica aplicada a estações de tratamento de água. 4.ed.
Belo Horizonte: Imprimatur Artes Limitada.
VIANNA, M. R. (2001). Casas de química para estações de tratamento de água. 2. ed.
Belo Horizonte: Imprimatur Artes Limitada.
ECIV124 - PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES – 2 h semanais
Patologia da construção. Patologia do concreto. Umidade nos edifícios. Patologias das
Fundações. Fissuração de estruturas e alvenarias. Patologia dos revestimentos em
argamassa. Patologia de pinturas. Degradação de madeiras.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ISAIA, G. C. Concreto: Ensino, Pesquisa e Realizações. São Paulo: IBRACON, 2005.
THOMAZ, E. Trincas em edifícios: causas, prevenção e recuperação. Editora PINI Ltda,
IPT/EPUSP (co-edição). São Paulo, 1989.
HELENE, P. R. L. Manual para reparo, reforço e proteção de estruturas de concreto.
Editora PINl Ltda. São Paulo, 1992.
SOUZA, V. C. M; RIPPER, T. Patologia, recuperação e reforço de estruturas de
concreto. Editora PINI Ltda (Reimpressão). São Paulo, 1999.
ECIV125 - CONCRETOS ESPECIAIS – 2 h semanais
Aditivos químicos para concretos. Adições minerais. Concreto de alto desempenho.
Concreto projetado. Concreto seco: produção de blocos de concreto. Concreto autoadensável.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AÏTCIN, P. C. Concreto de alto desempenho. 1. ed. São Paulo: PINI, 2000.
ISAIA, G. C. Concreto: Ensino, Pesquisa e Realizações. São Paulo: IBRACON, 2005.
ISAIA, G. C. Materiais de Construção Civil e Princípios de Ciência e Engenharia de

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Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

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Materiais. São Paulo: IBRACON, 2007.
MEHTA, P. K.; MONTEIRO, P. J. Concreto: propriedades estrutura e materiais. São
Paulo: PINI, 1994.
NEVILLE, A. M. Propriedades do concreto. Trad. Salvador E. Giammuso. São Paulo:
PINI, 1996.
ECIV127 - SEMINÁRIOS SOBRE ENGENHARIA DE PETRÓLEO – 2 h semanais
ECIV130 - GESTÃO DE CUSTOS – 2 h semanais
Engenharia de Custos: definições, importância, formação do preço na engenharia civil e
formas de contratação; Levantamento de serviços e quantidades: análise da
documentação da obra (projetos, especificações e editais), elaboração de planilhas de
preços e quantidades; Composição de Custos: definição, elaboração e pesquisa de
mercado; Determinação de custos: de utilização de equipamentos, de transporte, de
equipes de produção; BDI/LDI: definição, composição e metodologias de cálculo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DIAS, Paulo R. V. Engenharia de custos: uma metodologia de orçamentação para obras
civis. 5ª ed. Itaperuna, RJ: Hoffmann, 2005.
LIMMER, Carl V. Planejamento, orçamentação e controle de projetos e obras. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 1997.
SILVA, Mozart B. da. Manual de BDI. São Paulo: Editora Edgard Blücher, 2005.
MATTOS, Aldo Dórea. Como preparar orçamentos de obras: dicas para orçamentistas,
estudos de caso, exemplos. São Paulo: Editora PINI, 2006.
TISAKA, Maçahico. Orçamento na construção civil: consultoria, projeto e execução.
São Paulo: Editora PINI, 2006.
ECIV134 - PERFURAÇÃO DE POÇOS – 4 h semanais
Noções básicas sobre os equipamentos e as fases de perfuração de um poço. Fluidos de
perfuração. Elementos de mecânica das rochas. Projeto de um poço: perfuração,
revestimento e cimentação. Controle de kicks e blowouts. Gerenciamento do processo de
perfuração. Poços direcionais. Operações especiais na perfuração.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BOURGOYNE JR., A. T. et al. Applied Drilling Engineering. Society of Petroleum
Engineers, Richardson, TX, 1986.
PEARSON, Robert M. Well completion design and practices. International Human
Resources Development Corporation, 1987.
ROCHA, Luiz Alberto Santos; AZEVEDO, Cecília Toledo de. Projeto de Poços de
Petróleo. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2007.
ROCHA, Luiz Alberto Santos et al. Perfuração Direcional. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora
Interciência, 2008.
THOMAS, J. E. Fundamentos de Engenharia de Petróleo. Rio de Janeiro: Editora
Interciência, 2001.
VICENTE, Ronaldo et al. Operações com cimento na completação. Petrobrás, 1995.
ECIV141 - INGLÊS INSTRUMENTAL – 4 h semanais
Estratégias de desenvolvimento de habilidades de leitura para interpretação de textos em
geral e acadêmico em especial. Introdução à escrita em língua estrangeira.

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DIAS, Renildes. Inglês Instrumental: leitura Crítica - Uma abordagem construtivista. Belo
Horizonte: UFMG, 1988.
GRELLET, Françoise. Developing Reading Skills: A practical Guide to Reading
Comprehension Exercises. 110 ed. Cambridge: Cambridge University Press, 1990.
MCWHOR TER, Kathleen. College reading and study skill. 3. ed. Boston: Little, Brown
and Company, 1984.
MOREIRA, VALÉRIA. Vocabulary acquisition and reading strategies. Resource
Packege Number IV. São Paulo: Cepril, 1986.
NUTTALL, Christine. Teching Reading Skill in a Foreign Language. London:
Heinemann Educational Books, 1982.
PAUK, Walter. How to Study In College. 3. ed., Boston: Houghton Mifflin Company,
1984.
YORKEY, Richard. Study Skills For Students of English. 2. ed. New York, Mcgraw-hill,
1982.
ZOZZOLI, Rita. Leitura na Sala de Aula de Língua Estrangeira: O papel da Gramática.
Relatório de Pesquisa do programa de Pós-Doutorado em Lingüística Aplicada Departamento de Lingüística Aplicada do Instituto de estudos da Linguagem (IEL),
Campinas - São Paulo, 1991/1992.
ZUKOWSKI, Faust et al. In Context -Reading Skills for Intermediate Students of
English as a Second Language. New York: CBS College Publishing, 1982.
ECIV143 - INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE PETRÓLEO – 2 h semanais
História e economia do petróleo. Como a Terra foi formada. Origens do Petróleo e sua
Acumulação. Noções básicas de geologia do petróleo, exploração, perfuração e
completação de poços. Avaliação de formações. Fundamentos de reservatórios. Elevação
natural e artificial. Produção, refino, transporte e distribuição do petróleo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
THOMAS, J. E. Fundamentos de Engenharia de Petróleo. Rio de Janeiro: Editora
Interciência, 2001.
ECIV144 - ENGENHARIA DE RESERVATÓRIOS – 4 h semanais
Propriedades das rochas e dos fluidos. Fluxo de fluidos em meios porosos. Mecanismos
de produção de Reservatórios. Balanço de Materiais. Análise de Curvas de Declínio.
Cálculo de Influxo de água. Métodos de recuperação secundária de petróleo. Simulação
Numérica de Reservatórios. Estimativa de Reservas. Avaliação das formações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ROSA, A.; CARVALHO, R.; XAVIER, D. Engenharia de Reservatórios de Petróleo. Rio
de Janeiro: Editora Interciência, 2006.
AHMED, T. Reservoir Enginnering Handbook. Elsevier, 2006.
DAKE, L. P. Fundamentals of Reservoir Enginnering. Elsevier, 1978.
ECIV145 - GEOLOGIA DO PETRÓLEO – 4 h semanais
Fundamentos de Geologia. Rochas Sedimentares. Conceitos básicos sobre os sistemas
petrolíferos, técnicas exploratórias e métodos de Geologia de Desenvolvimento e de
Reservatórios. Origem, composição e localização das jazidas petrolíferas. Processos de
geração, migração e acumulação de petróleo. Avaliação das Formações. Perfilagem a

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85

poço aberto. Prospecção de Petróleo. Caracterização de reservatórios.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SELLEY, R.C. Elements of Petroleum Geology (Hardcover). Academic Press, 1998.
NICHOLS, G.F. Sedimentolgy and Stratigraphy. Black Well Science Ltda, 1998.
THOMAS, J. E. Fundamentos de Engenharia de Petróleo. São Paulo: Interciência,
2001.
ECIV146 - MANUTENÇÃO DAS EDIFICAÇÕES – 2 h semanais
Escopo da manutenção de edificações. Classificação dos serviços de manutenção.
Estrutura de um sistema de gestão de manutenção. Gestão da informação. Planejamento
dos serviços de manutenção. Estratégia contratação dos serviços de manutenção.
Controle e execução dos serviços de manutenção. Informatização do sistema de gestão
da manutenção. Estratégia para otimizar a manutenção de edificações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 5674: Manutenção de
Edificações - procedimentos. Rio de Janeiro: ABNT, 1999.
_____. NBR 14.037: Manual de operação, uso e manutenção das edificações – conteúdo
e recomendações para elaboração e apresentação. Rio de Janeiro: 1998.
_____. NBR 5674: Confiabilidade e mantenabilidade. Rio de Janeiro: ABNT, 1994.
BONIN, L. C. Manutenção de edifícios : uma revisão conceitual. In: SEMINÁRIO SOBRE
MANUTENÇÃO DE EDIFÍCIOS: escolas, postos de saúde, prefeitura e prédios públicos
em geral, 1988, Porto Alegre. Anais...v.1. Porto Alegre, p.1-31, 1988.
COMIDE, T. L. F.; PUJADAS, F. Z. A.; FAGUNDES NETO, J. C. P. Técnicas de inspeção
e manutenção predial: vistorias técnicas, check-up predial, normas comentadas.... São
Paulo: Pini, 2006. 227 p.
SANTOS, A. O. Manual de Operação, Uso e Manutenção das Edificações
Residenciais: coleta de exemplares e avaliação de seu conteúdo frente às diretrizes
da NBR 14.037/1998 e segundo a perspectiva dos usuários. 2003. 178p. Dissertação
(Mestrado em Engenharia) – Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. 2003.
ECIV147 - GESTÃO DE PROJETOS – 2 h semanais
Conceitos de Análise, Racionalização e Coordenação de Projetos; A Organização dos
Projetos; Problemas e Conflitos; Instrumentos para a Coordenação dos Projetos; Sistema
Integrado de Gestão de Projetos (fast-rack); Estratégias para Alcançar o sucesso nos
Projetos; controle de Projetos; Indicadores e Característica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AQUINO, J. P. A. 2004. Análise do desenvolvimento e da utilização de projetos para
produção de vedações verticais na construção de edifícios. Dissertação (Mestrado) –
Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.
NOVAES, C. C.; FUGAZZA, A. E. C. Coordenação de projetos na construção de
edifícios: avaliação de alternativas empregadas. São Carlos, s.n., 2002.
ORNSTEIN, S. W.; ROMERO, M. Avaliação Pós-Ocupação (APO) do Ambiente
Construído. São Paulo: Studio Nobel/EDUSP, 1992. 223p.
FABRÍCIO, M. M.; ORNSTEIN, S. W. Qualidade no projeto de edifícios. São Paulo:
RiMa. Editora ANTAC, 2010. 274 p.il.
FONTENELLE, E. C. Estudos de caso sobre a gestão do projeto em empresas de

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incorporação e construção. 2002. Dissertação (Mestrado) - Escola Politécnica,
Universidade de São Paulo, São Paulo.
GRILO, L. M. Gestão do processo de projeto no segmento de edifícios por
encomenda. 2002. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica, Universidade de São
Paulo. 370p.
MELHADO, S. B. (Coordenador) et al. Coordenação de projetos de edificações. São
Paulo: O Nome da Rosa, 2005. 120 p. ISBN: 85-86872-39-3.
MELHADO, S. B.; AGOPYAN, V. O conceito de projeto na construção de edifícios:
diretrizes para sua elaboração e controle. São Paulo, EPUSP, 1995. (Boletim Técnico da
Escola Politécnica da USP. Departamento de Engenharia de Construção Civil,
BT/PCC/139). 23p.
MELHADO, S. B.; BARROS, M.M.S.; SOUZA, A. L. R. Qualidade do projeto de
edifícios: fluxogramas e planilhas de controle de projeto. São Paulo: Escola
Politécnica/USP, 1995. (Documento CPqDCC n. 20091 - EP/SC-1).
MELHADO, S. B.; VIOLANI, M. A. F. A qualidade na construção civil e o projeto de
edifícios. São Paulo: EPUSP, 1992. (Texto Técnico. Escola Politécnica da USP.
Departamento de Engenharia de Construção Civil, TT/PCC/02).
OLIVEIRA, O. J.; MELHADO, S. B. Como Administrar Empresas de Projeto de
Arquitetura e Engenharia Civil. São Paulo: PINI, 2006. 64 p. ISBN: 85-7266-167-0.
RAMOS NETO, A. C. Roteiro para avaliação de projetos. Brasília: Lettera, 2002. 262 p.
ECIV149 - FLUIDOS DE PERFURAÇÃO DE POÇOS DE PETRÓLEO – 2 h semanais
Revisão: Perfuração de poços; Conceito de fluidos e principais características; Reologia
dos fluidos, tipos e importância; Fluidos de perfuração, conceito, histórico, características
e aplicabilidade; Trajetória dos fluidos de perfuração, sistema de circulação e principais
equipamentos para a separação do fluido de perfuração; Principais Tipos e Funções dos
Fluidos de Perfuração: Vantagens e Problemas relacionados ao desempenho dos fluidos;
Principais componentes (propriedades químicas) dos fluidos de perfuração.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GRAY, George R.; DARLEY, H. C. H. Composition and Properties of Oil Well Drilling
Fluids. 4th ed. Gulf Publishing Company, 1981.
Petru Stefan, Manual de Fluido de Perfuração. 2. ed. Petrobrás, 1981.
LUMMUS, James L.; AZAR, J. J. Drilling Fluids Optimization: A Practical Approach.
Penn Well Publishing Company, 1986.
ECIV150 - COMPLETAÇÃO DE POÇOS – 2 h semanais
Cabeça de poço. Tipos de completação. Etapas da Completação: Instalação da cabeça de
produção e BOP; Condicionamento do revestimento; troca do fluido; avaliação da
cimentação; correção da cimentação primária; canhoneio; descida da coluna de produção;
indução de surgência. Colunas de Completação: Funções; Componentes; Especificações,
Esforços. Equipamento de Superfície. Intervenção em Poços: Avaliação; Recompletação;
Restauração; Limpeza; Estimulação (Fraturamento; Acidificação); Abandono de Poço.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ROSA, Adalberto José; CARVALHO, Renato de Souza; XAVIER, José Augusto Daniel.
Engenharia de Reservatórios de Petróleo. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2006.
ROCHA, Luiz Alberto Santos; AZUAGA, Denise; ANDRADE, Renata, VIEIRA, BASTOS
João Luiz; Santos, OTTO Luiz Alcântara. Perfuração Direcional. Rio de Janeiro: Editora
Interciência, 2006.

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ROCHA, L. , AZEVEDO, C. Engenharia de Poço. 2. ed. Rio e Janeiro: Editora
Interciência, 2009. ISBN: 9788571932142.
ECONOMIDES, M. J.; Watters, L. T.; Norman, S. D. Petroleum Well Construction. John
Wiley & Sons, 1998.
GERDING, Mildred (ed.). Fundamentals of Petroleum. 3rd ed. Petroleum Extension
Service, Tulsa, Oklahoma, 1986.
VAN DYKE, Kate. A Primer of Oilwell Service, Workover, and Completion. Petroleum
Extension Service, Division of Continuing Education, The University of Texas at Austin,
Texas, 1997.
ECIV151 - TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS 1 – 4 h semanais
Características das águas residuárias. Impacto do lançamento de efluentes nos corpos
receptores. Processos de tratamento. Localização de estações de tratamento de esgotos.
Noções de cinética de reações. Hidrodinâmica de reatores. Tratamento físico e químico
das águas residuárias. Tratamento biológico das águas residuárias.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CAMPOS, J. R. (Coordenador). Tratamento de esgotos sanitários por processo
anaeróbio e disposição controlada no solo. Rio de Janeiro: Projeto PROSAB, 1999.
464p.
CHERNICARO, C. A. L (Coordenador). Pós-tratamento de efluentes de reatores
anaeróbios. Belo Horizonte: Projeto PROSAB, 2001. 544p.
MENDONÇA, S. R. Lagoas de Estabilização e Aeradas Mecanicamente: novos
conceitos. João Pessoa: Editora Universitária, 1990. 388p.
NUVOLARI, Ariovaldo (Coord.) Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e reúso
agrícola. São Paulo: E. Blucher, 2003. 520 p. ISBN 8521203144 : (Broch.)
VON SPERLING, Marcos. Princípios do Tratamento Biológico de Águas residuárias.
Introdução à Qualidade das Águas e ao Tratamento de Esgotos. Departamento de
Engenharia Sanitária e Ambiental, UFMG, 2005. v. 1. 452p. ISBN 8570411146.
VON SPERLING, Marcos. Princípios básicos do tratamento de esgotos. Belo
Horizonte: editora da UFMG, 1996. 211p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRAILE, P. M.; CAVALCANTI, J. E. W. A. Manual de Tratamento de Águas Residuárias
Industriais. São Paulo-SP: CETESB, 1979, 764p.
FERNANDES, Carlos. Esgotos sanitários. João Pessoa: Ed. da UFPB, 1997. 434p. ISBN
8523700420 : (Broch.)
IMHOFF, Karl; IMHOFF, Klauss R.; HESS, M. L. Manual de tratamento de águas
residuárias. São Paulo: Edgard Blücher, 1986.
JORDÃO, E, P; PESSOA, C. A. Tratamento de Esgotos Domésticos. Rio de Janeiro:
ABES, 1995, 720p.
MENDONÇA, S. R. Sistemas de Lagunas de Estabilización: como utilizar águas
residuals. Santa Fé de Bogotá, Colômbia: Ed. McGraw-Hill Interamericana, 2000, 370p.
METCALF; EDDY. Wastewater engineering: treatment, disposal and reuse. 3rd ed.
Boston: McGraw-Hill, 1991. xvi,1334p. (McGraw-Hill series in water resources and
environmental engineering) ISBN 0070416907 : (Enc.)
VAN HAANDEL, A. C.; LETTINGA, G. Tratamento Anaeróbio de Esgotos: um manual
para regiões de clima quente. Campina Grande, 1994.

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Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

VON SPERLING, M. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias: lodos
ativados. Belo Horizonte, Universidade Federal de Minas Gerais, Departamento de
Engenharia Sanitária e Ambiental, 1997, 416p.

88

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6 ESTÁGIO SUPERVISIONADO
O estágio curricular deve propiciar a complementação do ensino e da
aprendizagem, através de atividades práticas, pela participação em situações reais
de vida e de trabalho na área de formação do Estudante, realizadas na comunidade
em geral ou junto às pessoas jurídicas de direito público ou privado, sob
responsabilidade e coordenação da Instituição de Ensino. (Lei nº 6494/77
regulamentada pelo Decreto nº 87.497/82, art.2).
Os estágios curriculares classificam-se como obrigatório e não obrigatório,
oficializados através de parcerias com empresas vinculadas à engenharia por meio
de convênios registrados, devendo os mesmos serem planejados, executados,
acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos, programas e
calendários escolares.

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7 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
Desenvolvido pelo aluno graduando, a partir do 9o (nono) semestre do
curso, devidamente acompanhado por um Orientador, visa elaborar monografia
sobre um tema da engenharia. Esta, ainda em forma de proposta, é apresentada a
uma banca composta por três professores que, após análise, emite opinião quanto a
sua viabilidade e mérito aprovando com ou sem ressalvas ou recomendado
alterações mais profundas a serem efetivadas e apresentadas.
Ao final do mesmo semestre a monografia é defendida perante uma
banca examinadora composta pelo orientador e dois outros componentes com
conhecimentos e atuação em áreas afins, podendo estes não pertencer ao quadro
de professores da IES.
No Apêndice A estão apresentados os procedimentos referentes ao
desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso.

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8 ATIVIDADES COMPLEMENTARES
A seguir, apresenta-se uma descrição das atividades complementares
que podem ser realizadas pelo aluno de Engenharia Civil. A carga horária referente
à realização destas atividades, além de outras não citadas, são contabilizadas, para
fins de integralização do histórico escolar dos discentes, conforme as instruções
presentes no Apêndice B.

8.1.

PROGRAMAS DE APOIO
Os Programas de Apoio visam estimular o aluno a vivenciar o curso desde

o seu ingresso e ao longo de sua permanência, seja através de grupos de pesquisa,
de aprimoramento do conhecimento ou de qualquer outro meio. É necessário
conscientizar o aluno de que ele é parte integrante da estrutura do curso e que a sua
melhoria reflete também na melhoria da Engenharia Civil e da UFAL.
8.1.1.

Curso de Nivelamento
O curso de nivelamento para os alunos recém ingressos no curso de

Engenharia Civil da UFAL via Processo Seletivo Seriado - PSS tem como objetivo
promover uma melhoria no desempenho acadêmico dos mesmos. Seus objetivos
imediatos consistem em:
 Promover a integração destes alunos entre si e com os demais do
corpo discente, com os docentes do curso, de forma a incentivá-los a
participar das várias atividades desenvolvidas pela Universidade;
 Mostrar a estrutura acadêmica e administrativa da Universidade;
 Apresentar informações sobre a matriz curricular do curso, Colegiado
do Curso, Centro Acadêmico, Empresa Júnior de Engenharia Civil e
Arquitetura, PET e Programas de iniciação científica da UFAL;
 Avaliar e complementar os conhecimentos destes alunos nas matérias
matemática e física;
 Enfatizar a importância das matérias básicas para a formação
profissional .

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8.1.2.

92

Programa de Orientação Acadêmica – PROA
O Programa de Orientação Acadêmica do curso de Engenharia Civil da

UFAL tem como objetivo promover uma melhoria no desempenho acadêmico dos
alunos através de um processo de acompanhamento e orientação exercido por
professores selecionados, denominados ORIENTADORES ACADÊMICOS. Seus
objetivos imediatos consistem em:
 Proporcionar uma melhor integração do discente iniciante ao curso e
ao ambiente universitário;
 Conscientizar o discente da importância das disciplinas básicas para
sua formação e para compreensão dos conteúdos das disciplinas
profissionalizantes;
 Orientar o aluno na escolha de disciplinas e nos modos de estudá-las;
 Detectar eventuais deficiências acadêmicas dos discentes e procurar
corrigi-las;
 Acompanhar o desempenho do aluno em todas as disciplinas cursadas
durante o período da orientação acadêmica;
 Reduzir o índice de reprovação e a evasão, frequentes no início do
curso;
 Garantir a melhoria na qualidade do curso.
8.1.3.

Monitoria
O programa institucional de monitoria é coordenado pela Pró-Reitoria

Estudantil - PROEST, cuja principal finalidade é possibilitar ao aluno o
desenvolvimento de atividades de ensino-aprendizagem em determinada disciplina
supervisionada por um professor orientador, tendo os seguintes objetivos:
 Assessorar o professor nas atividades docentes;
 Possibilitar a interação entre docentes e discentes;
 Proporcionar ao monitor uma visão globalizada da disciplina a partir do
aprofundamento, questionamento e sedimentação de seus
conhecimentos;
 Desenvolver habilidades didático-pedagógicas e uma visão crítica
sobre a metodologia do ensino;
 Envolver o estudante em trabalho de pesquisa associado ao ensino.

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93

Para submissão ao Programa o aluno deverá estar de acordo com a
Resolução Nº 039/96 – CEPE de 12 de agosto de 1996.
Estando apto a se inscrever para o processo seletivo, o aluno candidato
estará sendo submetido à prova escrita; prova prática, se a disciplina assim o exigir;
exame do histórico escolar com ênfase no estudo da disciplina e análise dos dados
referentes às suas atividades discentes constantes no histórico escolar.
No final do período de monitoria o aluno recebe um Certificado do
exercício de monitoria assinado pelo Pró-Reitor Estudantil.
Além destes, o Curso propicia aos seus alunos a oportunidade de adquirir
conhecimentos extracurriculares participando da EJEC .
8.1.4.

Programa de Educação Tutorial – PET
Criado e implantado em 1979 pela CAPES, o PET – outrora chamado de

Programa Especial de Treinamento e, atualmente, Programa de Educação Tutorial –
é um programa acadêmico direcionado a alunos regularmente matriculados em
cursos de graduação. Eles são selecionados pelas IES, que participam do Programa
e se organizam em grupos, recebendo orientação acadêmica de ProfessoresTutores. O PET objetiva envolver os estudantes que dele participam num processo
de formação integral, propiciando-lhes uma compreensão abrangente e profunda de
sua área de estudos.
São objetivos deste programa: a melhoria do ensino de graduação, a
formação acadêmica ampla do aluno, a interdisciplinaridade, a atuação coletiva, o
planejamento e a execução, em grupos sob tutoria, de um programa diversificado de
atividades acadêmicas.
Até o ano de 1999, o programa foi coordenado pela CAPES. A partir de
31 de dezembro de 1999, o PET teve sua gestão transferida para a Secretaria de
Educação Superior - SESu/MEC, ficando sob a responsabilidade do Departamento
de Projetos Especiais de Modernização e Qualificação do Ensino Superior - DEPEM.
Vem sendo executado, desde então, levando em conta as diretrizes e os interesses
acadêmicos das Universidades às quais se vincula, e que passaram a ser
responsáveis por sua estruturação e coordenação.

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Os Programas são avaliados através de uma Comissão de Avaliação
Local e uma Comissão de Avaliação do MEC/SESU.
O PET/ Engenharia Civil da UFAL teve sua aprovação em novembro de
1988 e, durante toda a sua existência, tem se empenhado na participação e/ou
promoção de inúmeros eventos sociais, técnicos, culturais, instrutivos e políticos,
visando

atingir

plenamente

os

objetivos

primordiais

do

programa.

Como

consequência, o grupo tem obtido bons conceitos nas avaliações de atividades feitas
pelos órgãos de fomento desde sua implantação, como por exemplo:
 Ampliando o interesse pela pós-graduação por parte do corpo discente
do curso;
 O sucesso na vida profissional de ex-petianos tem demonstrado a
todos os alunos de Engenharia Civil a importância de uma maior
dedicação na graduação, perseguindo uma formação mais
abrangente;
 Tem proporcionado uma maior integração entre os corpos discente e
docente da graduação através da promoção de eventos de várias
naturezas (científicos, culturais e esportivos);
 Os trabalhos de pesquisa elaborados pelos petianos têm sido
reconhecidos em congressos científicos de alta qualidade, tendo
inclusive sido agraciados com prêmios de Menção Honrosa;
 Suas ações consolidadas têm servido de modelo para projetos de
implantação de outros grupos PET na UFAL;
 Vem proporcionando uma melhor representatividade do curso em
eventos realizados em outras IES;
 E finalmente, o Programa estar muito bem conceituado externamente
principalmente pela facilidade com a qual seus componentes têm
ingressado nos cursos de pós-graduação dos centros de excelência de
nosso país e no exterior. O PET-Engenharia Civil/UFAL já formou 35
(trinta e cinco) engenheiros em 15 (quinze) turmas, onde a grande
maioria cursou ou está cursando pós-graduação em diferentes
instituições de ensino superior do país, onde se destacam a PUC/RJ, a
UFRGS, e a EESC/USP. Sete destes ex-petianos foram admitidos
como professores na UFAL, um no CEFET-AL e outro na UFRGS.
Atualmente existem ex-petianos integrando o corpo docente efetivo de
todos os departamentos que dão suporte ao Curso de Engenharia Civil
da UFAL (CCT, DAE e EES).
Ultimamente o grupo tem dado maior atenção a duas questões de grande
importância: a primeira é a relação direta do programa com os demais alunos do

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curso, e para tanto tem promovido seminários e cursos de nivelamento para os
mesmos; a segunda é a preocupação com a divulgação do curso de Engenharia
Civil fora da Universidade, o que os levou às escolas de 2º grau para promoção de
palestras e seminários.
8.1.5.

Programa de Capacitação Discente – PEC
Concebido como um programa que visa congregar os alunos envolvidos

em atividades de Iniciação Científica nas mais diversas áreas da Engenharia Civil, e
propiciar um ambiente de interação e consequente transferência de informações
entre os mesmos. A filosofia adotada no PEC baseia-se na garantia de ampla
formação científica e acadêmica aos seus integrantes,

incentivando-os a

participarem de diversas atividades científico-acadêmicas, bem como de eventos
científicos de âmbito regional, nacional e internacional. Desta forma, busca-se um
aprimoramento profissional e uma condução ao desenvolvimento de estudos em
programas de pós-graduação. Um outro aspecto que norteia o programa
fundamenta-se na preocupação em desenvolver nos seus membros um espírito
crítico em relação à profissão e à própria vida em sociedade, conscientizando-os do
papel que possuem como vetores de desenvolvimento do País.
Diretrizes
O PEC é regido por algumas diretrizes básicas que buscam melhor
enquadrar seus integrantes na filosofia deste programa, das quais se pode destacar:
o estímulo à interação entre as pesquisas desenvolvidas pelos membros, no intuito
de propiciar-lhes uma ampla formação com noções básicas em todas as áreas de
pesquisa existentes no Curso; formação multidisciplinar de seus integrantes;
divulgação da Iniciação Científica, ressaltando sua importância para os alunos do
Curso e encorajando-os a participarem de atividades de pesquisa desde os
primeiros anos de suas vidas acadêmicas; participação dos membros em eventos de
caráter científico; publicação de trabalhos técnicos em congressos e periódicos
especializados, o que enaltece os nomes do PEC, do Curso e o da UFAL; dentre
outras.
Estrutura Organizacional
Para seguir as diretrizes do PEC e alcançar os objetivos para os quais
este é concebido, dispõe-se de uma estrutura organizacional que visa subdividir as

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diversas atividades, descritas na seção 3, em coordenadorias de acordo com o
escopo das mesmas. Cada uma destas coordenadorias é gerenciada por um
membro, sendo subordinadas de maneira hierárquica pelo Coordenador Discente,
pelo Coordenador Docente e pelo Conselho do Programa, respectivamente. A
estrutura organizacional, em forma de organograma está representada na Figura 1.

Conselho
oooo
Coordenador Docente
Coordenador Discente
Documentação

Infraestrutura

Finanças

Eventos

Divulgação
Site
Mural

–

Figura 1 – Estrutura Organizacional do PEC.
Critérios de Participação
Para ingresso no PEC, o aluno não se submete a qualquer processo
seletivo, exigindo-se estar regularmente matriculado no Curso e vinculado a um
projeto de pesquisa devidamente institucionalizado, com orientação de um(a)
docente da UFAL. Desta forma, ao ingressar neste programa os alunos passam por
um período de adaptação de três meses antes de sua efetivação como membro.
Nesta fase, estes têm suas atividades científico-acadêmicas acompanhadas pelos
membros efetivos do PEC, que os orientam no sentido de promover uma melhor
integração com todos os membros.
Formas de Atuação
Incentivando seus membros a participarem de eventos de caráter
científico e à publicação de trabalhos em periódicos e congressos, visando fomentar
a formação científico-acadêmica, como também a divulgação do PEC, do Curso e da
UFAL. Tal estímulo é propiciado por meio da integração entre os membros, onde os
mais experientes ressaltam a importância destas atividades, além de exporem os
conhecimentos adquiridos. Desta maneira, o programa busca montar um quadro de

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97

integrantes com a formação curricular ampla, o que facilita o ingresso dos membros
em programas de pós-graduação.
O Programa mantém uma página eletrônica (http://www.pec.ctec.ufal.br/)
com o objetivo de divulgar os eventos e as atividades desenvolvidas pelo mesmo e
os principais acontecimentos científicos do País disponibiliza um espaço para a
consulta de materiais relacionados às pesquisas e às disciplinas do Curso. Além de
manter atualizado um mural de exposição de textos de caráter científico, o qual
também serve de meio de comunicação com os demais alunos da Instituição
8.1.6.

Empresa Júnior de Engenharia Civil e Arquitetura - EJEC
A EJEC se constitui num programa de extensão da Unidade Acadêmica

Centro de Tecnologia, que tem como objetivo a prestação de serviços de
Engenharia Civil, Arquitetura e áreas afins para a sociedade, dando oportunidade
aos estudantes de aplicarem e aprimorarem os conhecimentos adquiridos na
Universidade.
É uma preocupação constante dos que fazem a EJEC a formação de
agentes de transformação que visam gerar profissionais melhor qualificados, e que
sejam capazes de gerar satisfação na sociedade e de atender com eficiência os
clientes internos e externos, elevando, assim, o nome do Curso de Engenharia Civil
e da Universidade Federal de Alagoas.
Seus membros têm a oportunidade de colocar em prática todo
ensinamento adquirido em sala de aula, o que acontece por meio da sua
participação na elaboração de projetos em todas as áreas de Engenharia Civil e
Arquitetura. Pode aprender também a negociar contratos com clientes e a
administrar uma empresa.
Alunos da graduação podem participar da empresa desde o primeiro ano
acadêmico, atuando nos contatos com clientes, organizando eventos e processos
administrativos, e acompanhando as equipes de projetos para obtenção de noções
sobre o desenvolvimento dos trabalhos.
A medida que avança no curso, o estudante membro da EJEC aplica os
conhecimentos aprendidos na elaboração de projetos e com isso obtém prática,
desenvoltura, experiência e motivação para se aperfeiçoar nas matérias do curso.

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98

Durante o período em que o estudante permanece como membro da
empresa ele participa de cursos de capacitação extra curricular, em feiras
expositoras em eventos políticos e assinatura de convênios para desenvolvimento
de projetos voltados para comunidades carentes, onde as partes envolvidas são
empresas (públicas e privadas) e a Universidade..
A

empresa

mantém

uma

página

eletrônica

cujo

endereço

é

www.ejec.com.br, que tem o objetivo de divulgar os eventos e as atividades
desenvolvidas pela mesma, e que serve de meio de contato com toda a sociedade,
cujos integrantes são vistos como clientes em potencial.

8.2.

RELAÇÃO ENTRE A GRADUAÇÃO E A PÓS-GRADUAÇÃO
Atualmente o CTEC conta com três programas de pós-graduação, dos

quais dois estão associados, diretamente, com a Engenharia Civil: (i) mestrado em
Engenharia Civil, com ênfase em estruturas e (ii) mestrado em Recursos Hídricos e
Saneamento.
Grande parte do corpo docente do curso de Engenharia Civil desenvolve
atividades de pesquisa e de ensino de pós-graduação. Dessas atividades, surgem
projetos de pesquisa nas diversas áreas que compõem o curso, favorecendo o
desenvolvimento de iniciação científica por parte dos alunos de graduação.
A maior parte dos projetos possui financiamento de agências de fomento
e/ou de convênios com instituições diversas. Entre outras funções, os recursos são
aplicados em estruturação de laboratórios e em financiamentos de bolsas de
mestrado e de iniciação científica, permitindo aos alunos de graduação uma
importante troca de informações com os alunos da pós-graduação. Os alunos têm a
oportunidade de desenvolver, de forma conjunta, seus trabalhos de iniciação
científica como suporte a trabalhos de mestrado.
O resultado da estreita relação entre a graduação e a pós-graduação é o
crescimento dos alunos de graduação que têm a oportunidade de participação em
eventos científicos diversos, publicação de artigos científicos, além de permitir um
bom conhecimento a respeito da possibilidade de seguir a pós-graduação.

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99

Atividades desenvolvidas pelos alunos de pós-graduação, como estágio
em docência e participação em trabalhos de conclusão de curso, contribuem para o
fortalecimento da relação com os alunos de graduação.

8.3.

RELAÇÃO ENTRE O CURSO DE ENGENHARIA CIVIL E A EXTENSÃO
Entre as atividades de extensão desenvolvidas no âmbito do curso de

Engenharia Civil, destaca-se o Programa de Apoio as Escolas Públicas do Estado
(PAESPE), criado em 1993. O objetivo geral do PAESPE consiste em promover e
ampliar as condições de acesso ao nível superior de ensino de jovens de baixa
renda da periferia de Maceió, através da democratização do ensino e da difusão de
conhecimentos com ênfase na formação de profissionais na área de ciências exatas
e da terra. Quanto aos objetivos específicos do programa, consistem em:
a) Propiciar aos jovens a evolução intelectual, proporcionando-os a continuidade de
seus estudos com vistas à mobilidade social necessária à cidadania.
b) Proporcionar o ingresso de alunos menos favorecidas nas Instituições públicas
de ensino superior possibilitando uma disputa mais justa nos concursos
vestibulares.
c) Estimular em alunos da periferia o interesse pelas ciências exatas.
d) Estimular o aluno da Universidade, chamado de aluno-instrutor, a entrar em
contato com outras realidades, e assim prepará-lo melhor para o mercado de
trabalho.
e) Criar um espaço alternativo para discussão de diversos temas como: cultura,
desenvolvimento, igualdade e cidadania.

Todos os professores e alunos do curso de Engenharia Civil são,
permanentemente, estimulados a participar do programa, com algumas atividades
sendo conduzidas sob a coordenação dos programas PET e PEC.

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100

9 AVALIAÇÃO
9.1

CONCEPÇÃO
As observações abaixo contribuíram no embasamento e compreensão

daquilo que se pretende obter ao se avaliar.
“Avaliar pressupõe um projeto norteador de professores e alunos na
direção da consecução de objetivos claramente explicitados, dentro de uma
determinada matriz epistemológica.”
“A avaliação é, indubitavelmente, a maior evidenciadora do plano
pedagógico que está em curso. A forma como ela é praticada pode revelar os
vínculos remanescentes como um modelo de ensino que teoricamente é negado. Se
tais vínculos persistirem, notadamente nessa prática permeada de relações de
poder, poderão comprometer a vitalidade do projeto.”
No Curso de Engenhara Civil a avaliação é considerada um processo, e é
percebida como uma condição que torna mais dinâmica a ação do curso pela qual
se procura identificar, aferir, investigar e analisar o desenvolvimento do discente, do
professor e do curso, confirmando se a construção do conhecimento ocorreu de
forma teórica e prática. É uma das formas como o curso pode verificar o alcance dos
seus objetivos na medida em que tem fundamentos filosóficos, psicológicos e
pedagógicos apoiados no dinamismo, continuidade, integração, progressividade,
abrangência, cooperação e versatilidade, procurando desenvolver as seguintes
funções atribuídas para a avaliação:
 Função diagnóstica - visa determinar a presença ou ausência de
conhecimento e habilidades, providências para estabelecimentos de
novos objetivos, retomada de objetivos não atingidos, elaboração de
diferentes estratégias de reforço, sondagem, projeção e retrospecção
de situação de desenvolvimento do discente, dando-lhe elementos
para verificar o que aprendeu e como aprendeu.
 Função formativa - localiza deficiências na organização do ensinoaprendizagem, de modo a possibilitar reformulações no mesmo e

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101

assegurar o alcance dos objetivos. Para que a avaliação tenha o
caráter formativo, trabalha-se a seleção dos objetivos e conteúdos das
disciplinas, desenvolvendo o caráter multidisciplinar e interdisciplinar
sempre buscando a participação dos discentes. No curso procura-se
saber o que avaliar e como usar os resultados, e para tanto estabelece
critérios e objetivos dessa avaliação e os instrumentos que servirão
como meio para esse fim.
Nessa perspectiva, a avaliação alicerça sempre o seu alvo na formação
de um profissional eficiente, consciente e responsável. A operacionalização da
avaliação ocorrerá conforme resolução no 25/2005 do CEPE/UFAL.

9.2

AVALIAÇÃO DAS DISCIPLINAS DO CURSO
O objetivo geral do processo de avaliação das disciplinas é de contribuir

para o acompanhamento das atividades de ensino e gestão, oferecendo subsídios
para a tomada de decisão, o redirecionamento das ações, a otimização e a
excelência dos processos e resultados do Curso de Engenharia Civil da UFAL, além
de incentivar a formação de uma cultura avaliativa.
Localmente, no âmbito do Curso de Engenharia Civil, a avaliação das
disciplinas deve ocorrer de duas formas. Na primeira delas, qualquer aluno,
individualmente ou em grupo, através de uma representação do Centro Acadêmico
de Engenharia Civil (CAEC) junto ao Colegiado do Curso, pode ao longo do período
letivo manifestar qualquer situação de anormalidade, requerendo uma posição do
Colegiado do Curso. Em reunião do Colegiado são tomadas as providências
cabíveis no sentido de resolver internamente o problema ou recorrer à(s) instância(s)
competente(s).
Uma segunda forma de avaliação das disciplinas pelo corpo discente
acontece ao término do período letivo. Este processo é feito através da internet com
o acesso individual dos alunos ao questionário de avaliação das disciplinas
matriculadas durante todo o período letivo. O questionário de avaliação consiste de
questões de múltipla escolha, tendo ainda um espaço para a manifestação de
comentários, reclamações e sugestões. A efetivação desta forma de avaliação na

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102

plataforma atual só é possível com o encaminhamento de informações da base de
dados do Sistema Acadêmico da UFAL.
Além dessas formas de avaliação das disciplinas pelo corpo discente, ao
término de cada período letivo faz-se o levantamento de indicadores de
desempenho dos alunos em todas as disciplinas e turmas, identificando-se o número
de alunos matriculados, que realizaram trancamento, reprovados por falta,
reprovados por média, reprovados na prova final, aprovados por média e aprovados
na prova final.

9.3

AVALIAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO
A construção do atual Projeto Político Pedagógico teve como base a

construção do perfil do egresso descrito ao longo do presente PPPC. A base inicial
de discussão foi a versão de 1998, com atualizações para o regime acadêmico
semestral, ora em implantação na UFAL.. Da mesma forma, essa reestruturação
buscou a adequação às Diretrizes Curriculares Nacionais estabelecidas pelo
Conselho Nacional de Educação, aos conceitos de modernização e desenvolvimento
da Engenharia Civil, incluindo características que incorporem no discente o conceito
de sustentabilidade, com responsabilidade ética, ambiental e social necessária ao
exercício da profissão.
Considerando os conceitos referenciados anteriormente, este Projeto traz
como formato de aprendizagem o Regime Semestral com validade para todos os
discentes que ingressarem no Curso de Engenharia Civil desta Instituição,
independente do mecanismo de ingresso, a partir do ano letivo de 2006.
No entanto, conscientes de que a construção de uma proposta
pedagógica é um processo dinâmico e ininterrupto, e que os engenheiros na sua
atuação são desafiados a resolver problemas a partir de necessidades concretas,
relacionadas ao desenvolvimento de soluções para a vida cotidiana, geradas pela
sociedade, o Projeto aqui apresentado jamais deverá ser interpretado como
concluído. Uma avaliação sistemática e continuada é imprescindível para que
ajustes sejam feitos e os objetivos sejam alcançados, à medida que são
incorporados como necessidades de formação para os discentes envolvidos no
processo.

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103

Tradicionalmente, o curso de Engenharia Civil envolve todos os atores da
vida acadêmica em suas decisões. Essa foi a forma de construção do presente
PPPC e deverá ser a forma de ação para todas as avaliações e adaptações
necessárias para a melhoria do processo de formação pedagógica. Essas
discussões são conduzidas pelo Colegiado do Curso, a partir de demandas
identificadas por qualquer um dos atores desse processo.

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104

10 CONSIDERAÇÕES FINAIS
O Colegiado considera que este Projeto Político Pedagógico apresenta
diversos avanços e melhorias na matriz curricular do Curso de Engenharia Civil,
pois, além de contemplar a formação sólida e precisa que a versão anterior já
propiciava, esta agora se mostra mais moderna e atualizada, acompanhando as
tendências atuais da engenharia nacional e mundial. Mais ainda, prezando pela
apresentação de conteúdos antes pouco explorados, mas que hoje são necessários
aos profissionais engenheiros civis esperados pela sociedade.
Destaca-se na presente proposta, a reestruturação da matriz curricular
com a criação de novas disciplinas que contemplam tecnologias que se mostram
emergentes no cenário da engenharia civil atual e voltadas para a elaboração de
projetos, onde o aluno tem a oportunidade de atuar, sob a supervisão dos
professores, em trabalhos que irá desenvolver depois de formado. Um outro aspecto
que também se buscou valorizar dentro dessa nova matriz curricular foi a
reestruturação de conteúdos a serem trabalhados em laboratórios, o que passou a
ser feito em disciplinas específicas.
Porém, apesar de todos esses avanços, o colegiado reconhece que ainda
existem deficiências a serem sanadas, entre as quais pode-se citar a infraestrutura
de alguns laboratórios básicos, e que, face ao constante avanço tecnológico que
ocorre no mundo atual, futuras atualizações da grade serão necessárias, para que o
engenheiro civil formado pela UFAL continue a desempenhar com competência e
eficiência todas as suas funções.

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105

APÊNDICE A
Instruções para o desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso

O Colegiado do Curso de Engenharia Civil da Unidade Acadêmica Centro de
Tecnologia da Universidade Federal de Alagoas, no uso de suas atribuições, e de
acordo com decisões tomadas em reuniões ocorridas em 05 e 12 de dezembro de
2011;
CONSIDERANDO a Resolução n.o 25/2005 do Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão da Universidade Federal de Alagoas, de 26/10/2005, que institui e
regulamenta o funcionamento do Regime Acadêmico Semestral nos Cursos de
Graduação da UFAL;
CONSIDERANDO a Instrução normativa n.o 01/2001 do Colegiado do Curso de
Engenharia Civil, de 14/05/2001, que estabelece as normas do Trabalho de
Conclusão de Curso do Regime Seriado Anual da Engenharia Civil da UFAL;
CONSIDERANDO o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil em Regime
Seriado Semestral – Grade 2006, que estabelece a carga horária mínima de 30h,
bem como algumas diretrizes para o Trabalho de Conclusão de Curso.
CONSIDERANDO a análise feita pelo Núcleo Docente Estruturante do Curso de
Engenharia Civil em reuniões ocorridas nos dias 08 e 22 de julho de 2013.
Estabelece:
Art. 1º - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) deverá ser iniciado quando o
aluno estiver cursando o 9º período, e visa à elaboração de uma Monografia.
Art. 2º - O trabalho deverá ser desenvolvido em 4 (quatro) etapas.
§ 1º - A primeira etapa do TCC será de definição do tema. Consiste no
preenchimento de formulário próprio disponível na secretaria da coordenação, no
qual constam a área de concentração, título, orientador, co-orientador, e sugestão
de composição da banca examinadora.
§ 2º - A segunda etapa consiste na elaboração e defesa do Plano de trabalho. Nesta
etapa o aluno deverá preparar, juntamente com seu orientador, uma proposta de
monografia, a qual deve conter, no mínimo, introdução, justificativa, objetivos,
metodologia, cronograma e bibliografia básica. Essa proposta é apresentada a uma
banca examinadora composta por três membros, incluindo o orientador, que, após
análise, emite parecer quanto à sua viabilidade e mérito, desaconselhando-a ou
aprovando-a com ou sem ressalvas.
§ 3º - A terceira etapa do TCC ocorrerá no final do curso, quando será entregue a
Monografia e defendida pelo aluno perante banca examinadora, a qual deverá ter,
preferencialmente, a mesma composição da defesa do Plano de trabalho.
§ 4º - A quarta etapa é referente à entrega da versão final do TCC, após a
incorporação das correções propostas pela banca examinadora. Uma vez entregue a

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106

versão final, a nota do aluno poderá ser digitada no Sistema Acadêmico,
possibilitando, assim, a integralização do curso no quesito TCC.
Art. 3º - O orientador do TCC deverá ser um professor lotado no Centro de
Tecnologia da UFAL.
Parágrafo Único - O trabalho pode ter um co-orientador, o qual pode ser um
professor da UFAL ou de outras IES, ou um profissional que atua no setor. A
participação do co-orientador na banca examinadora é opcional.
Art. 4º - A banca examinadora do Plano de trabalho e da Monografia deverá ser
composta por membros que tenham conhecimentos e atuação em áreas afins ao
tema do trabalho, podendo ser professores da UFAL ou de outras IES, bem como
profissionais que atuam no setor.
Art. 5º - Cada TCC deverá ser desenvolvido por apenas um aluno.
Art. 6º - O TCC poderá ser desenvolvido em duas modalidades, que são:
I - Desenvolvimento de um estudo sobre algum problema de Engenharia Civil, nas
diversas áreas do curso. O trabalho em si pode apresentar um caráter mais teórico,
de forma a ser desenvolvido apenas por meio de pesquisa bibliográfica, ou pode
envolver algum trabalho de campo ou mesmo alguma investigação experimental,
numérica ou numérico-experimental.
II - Desenvolvimento de projetos de engenharia, tais como o projeto da estrutura de
edifícios, de estradas, de redes de abastecimento de água e de saneamento básico,
entre outros. O trabalho em si deverá ser uma simulação rigorosa de uma situação
real de projeto, cujo objetivo é permitir ao aluno demonstrar seus conhecimentos e
habilidades profissionais em uma situação hipotética, mas que se assemelha às
situações reais vividas pelos profissionais da área. Nesse tipo de trabalho deverão
ser entregues duas espécies de documentos: as pranchas, ou desenhos de projeto,
e o memorial descritivo.
Art. 7º - A definição das datas específicas para as 4 (quatro) etapas do TCC deverá
ser feita a partir da divulgação do calendário acadêmico da UFAL. Algumas regras
devem ser observadas para a definição dessas datas, são elas:
I - A entrega dos planos para as bancas examinadoras deverá se dar com no mínimo
1 (uma) semana de antecedência ao início das defesas;
II - As defesas dos planos deverão ocorrer antes do término do semestre letivo
correspondente;
III - A entrega das Monografias para as bancas examinadoras deverá se dar com no
mínimo 2 (duas) semanas de antecedência ao início das defesas;
IV - As defesas de TCC deverão ocorrer até 2 (duas) semanas antes do término do
semestre letivo.
V - A versão final da Monografia deverá ser entregue até a data limite para digitação
das notas no Sistema Acadêmico, conforme o calendário acadêmico da UFAL.
Art. 8º - Os trabalhos serão avaliados com relação a 4 (quatro) critérios, conforme a
ponderação a seguir:

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I - Monografia – 60%;
II - Apresentação Oral do Trabalho – 20%;
III - Arguição – 20%.
Parágrafo único – Cada membro da banca examinadora atribuirá nota (de 0 a 10
pontos) para todos estes critérios e será feita uma média ponderada atribuindo-se os
percentuais acima. A nota final do TCC será a média aritmética das notas dos
examinadores.
Art. 9º - O Colegiado do Curso indicará um professor para exercer a função de
Coordenador de TCC. São atribuições do coordenador:
I - Divulgar o calendário das etapas do processo e organizar a logística das
apresentações;
II - Informar à Coordenação do curso os nomes dos alunos que estão iniciando o
desenvolvimento do TCC, bem como o tema e orientador, para que possa ser feito o
cadastro no Sistema Acadêmico;
III - Encaminhar aos alunos as normas para elaboração do trabalho;
IV - Providenciar a distribuição dos exemplares escritos aos membros das bancas
examinadoras;
V - Elaborar os documentos necessários às defesas (atas e fichas de avaliação);
VI - Por ocasião da defesa da Monografia, disponibilizar para a banca examinadora
cópias das atas da defesa do Plano de trabalho;
VII - Após a entrega da versão final do TCC, encaminhar as atas de defesas e a
versão digital da Monografia para a Coordenação do Curso, para que estas sejam
inseridas no histórico escolar, verificando se houve alguma alteração no título do
trabalho.
Art. 10 - Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado de Curso de Engenharia
Civil.

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APÊNDICE B
Instruções para a integralização da carga horária de atividades
complementares

O Colegiado do Curso de Engenharia Civil da Universidade Federal de
Alagoas, no uso de suas atribuições, e de acordo com decisões tomadas em
reuniões ocorridas em 05 e 12 de dezembro de 2011 e 08 de agosto de 2012;
CONSIDERANDO a Resolução n.o 113/95 do Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão da Universidade Federal de Alagoas, de 13/11/1995, que estabelece
normas para o funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de
graduação;
CONSIDERANDO a Instrução normativa n.o 06/99 do Colegiado do Curso de
Engenharia Civil, de 19/07/1999, que estabelece os critérios para o aproveitamento
da carga horária referente à parte flexível do curso de Engenharia Civil da UFAL em
regime seriado anual;
CONSIDERANDO o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia civil em Regime
Seriado Semestral – Grade 2006, que estabelece o cumprimento de uma carga
horária mínima de 160 (cento e sessenta) horas de atividades complementares.

Estabelece:
1º) As atividade complementares do curso de Engenharia civil devem seguir a
seguinte classificação:
1 – Atividades de Ensino;
2 – Atividades de Pesquisa;
3 – Atividades de Extensão;
4 – Atividades de Representação Estudantil;
5- Outras Atividades.
2º) A carga horária da Parte Flexível deverá, preferencialmente, ser distribuída ao
longo do Curso e não poderá ser preenchida com um só tipo de atividade.
3º) A distribuição da carga horária das atividades complementares serão
computadas de acordo com a tabela em anexo, abrangendo a classificação
estabelecida.
4º) Para o aproveitamento das Atividades Complementares de Graduação, o aluno
solicitará no final de cada semestre ao Colegiado do Curso, através de requerimento
padrão fornecido pela Secretaria do Curso, o registro e o cômputo de horas,

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anexando obrigatoriamente a cópia da documentação devidamente reconhecida
pela Secretaria do Curso.
5º) Somente serão computadas as atividades realizadas após o ingresso no curso.
6º) Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado de Curso de Engenharia Civil.
7º) Aplicar-se-á a proporcionalidade nos casos em que o discente não cumprir o
tempo de referência para a pontuação.

ATIVIDADES COMPLEMENTARES (160 HORAS)
ATIVIDADE

Ensino

MODALIDADE
Disciplinas eletivas cursadas além da carga horária
mínima estabelecida na grade curricular: Carga horária
da disciplina
Disciplinas isoladas dentro da área de formação de
conhecimento do discente: Carga horária da
disciplina
Disciplinas isoladas cursadas em regime de mobilidade
acadêmica: Carga horária da disciplina
Participação em programa de monitoria (bolsista ou
colaborador) com certificação expedida ou reconhecida
pela UFAL: 20 horas/semestre

Pesquisa

Participação em iniciação científica, na qualidade de
bolsista ou colaborador: 30 horas por semestre. Esta
carga horária não é cumulativa quando o discente
também participa dos programas PET, PEC ou outros
programas institucionalizados.
Publicação Internacional: 15
horas/artigo
Trabalhos
Publicação Nacional: 10
Publicados em
horas/artigo
eventos
Publicação Regional: 5
horas/artigo
Publicação Internacional: 30
Trabalhos
horas/artigo
Publicados em
Publicação Nacional: 20
periódicos
horas/artigo
Publicação Regional: 10
horas/artigo

CARGA
HORÁRIA
MÁXIMA
90

60
Integral

40

90

60

60

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
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ATIVIDADE

Extensão

MODALIDADE
Como participante: 4 horas/dia
do evento
Evento
Internacional:
10
horas/evento
Como
Evento
apresentador:
Nacional: 8
Eventos: seminários,
horas/evento
congressos, jornadas
Evento
conferências,
Regional: 6
encontros, simpósios,
horas/evento
ciclos de palestras e
Evento
semanas
Internacional:
acadêmicas.
10
horas/evento
Como
Evento
organizador:
Nacional: 8
horas/evento
Evento
Regional: 6
horas/evento
Curso dentro da área de
formação do discente: carga
horária do curso
Cursos de línguas estrangeiras:
10 horas por semestre. O
discente que apresentar
Cursos
certificado de proficiência na
língua, com aproveitamento de
60% da pontuação total da
prova, receberá a máxima
pontuação.
Instrutor: 2 horas/dia.
Como participante: 1
Palestras
hora/evento. Como expositor: 5
horas/evento
Para atividade administrativa: 30
horas por semestre. Para
participação em projetos: carga
Empresa Júnior
horária especificada no
formulário de registro do
projeto

110

CARGA
HORÁRIA
MÁXIMA
40

60

60

80

60

20
15

90

Centro de Tecnologia Universidade Federal de Alagoas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil

Representação
Estudantil

Outras
Atividades

111

Participação nas entidades estudantis locais (Centro
Acadêmico e Diretório Central dos Estudantes) e
nacionais: Titular - 10 horas por semestre e suplente
- 5 horas por semestre

30

Participação no PEC, PET ou outros programas
institucionalizados: 30 horas por semestre

90

Participação em programas de Bolsa de
Desenvolvimento Institucional, desde que no plano
de trabalho constem atividades relacionadas à área
de formação: 20 horas por semestre
Aproveitamento da carga horária excedente ao
estágio obrigatório
Participação em atividades de pesquisa ou extensão
para alunos NÃO vinculados a projetos e/ou
disciplinas, comprovadas via declaração assinada
pelo coordenador do projeto ou pela coordenação do
curso no caso de visitas técnicas, tendo estas sido
registradas na coordenação: 2 horas por atividade

40

90

20
                
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