Engenharia Ambiental e Sanitária
Projeto pedagógico de 2006, atualizado em 2012.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CENTRO DE TECNOLOGIA
ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA
PROJETO PEDAGÓGICO
Maceió – AL, agosto de 2012
2
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CENTRO DE TECNOLOGIA
ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA
COLEGIADO DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA
Membros Titulares do Colegiado de Curso:
Prof. Profa. Karina Ribeiro Salomon (Coordenador);
Prof. Marllus Gustavo Ferreira Passos das Neves (Vice-Coordenador);
Profa.Ivete Vasconcelos Lopes Ferreira;
Prof. Eduardo Lucena Cavalcante de Amorim
Prof. Christiano Cantarelli Rodrigues
Membros Suplentes do Colegiado de Curso:
Profa. Cleuda Custódio Freire;
Prof. Christopher Freire Souza;
Prof. Carlos Ruberto Fragoso Junior;
Prof. Roberto Augusto Caffaro Filho;
Profa. Selêude Wanderley da Nóbrega
Maceió – AL, agosto de 2012
3
Sumário
1
IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ................................................................................................................... 6
1.1 INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR ...................................................................................................... 6
1.2 UNIDADE ACADÊMICA............................................................................................................................... 6
1.3 NOME DO CURSO ......................................................................................................................................... 6
1.4 TÍTULO ........................................................................................................................................................... 6
1.5 PORTARIA DE CRIAÇÃO DO CURSO........................................................................................................ 6
1.6 TURNO ............................................................................................................................................................ 6
1.7 CARGA HORÁRIA......................................................................................................................................... 6
1.8 DURAÇÃO (INTEGRALIZAÇÃO)................................................................................................................ 6
1.9 NÚMERO DE VAGAS POR ANO ................................................................................................................. 6
1.10 PERFIL DO EGRESSO ................................................................................................................................... 6
1.11 CAMPO DE ATUAÇÃO................................................................................................................................. 7
1.12 FORMA DE INGRESSO................................................................................................................................. 7
1.13 COLEGIADO .................................................................................................................................................. 7
2
INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA .............................................................................................................. 8
2.1 O CONTEXTO DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA DA UFAL ...................... 8
2.2 O NOVO PROFISSIONAL DA ÁREA DE ENGENHARIA ......................................................................... 9
2.3 HISTÓRICO .................................................................................................................................................. 11
2.4 OBJETIVOS .................................................................................................................................................. 13
2.4.1 Objetivo Geral ..............................................................................................................................13
2.4.2 Objetivos Específicos ...................................................................................................................13
3
PERFIL DO EGRESSO .............................................................................................................................. 14
4
COMPETÊNCIAS/ HABILIDADES/ATITUDES .................................................................................... 17
5
HABILITAÇÕES E ÊNFASES .................................................................................................................. 21
6
CONTEÚDO/MATRIZ CURRICULAR ................................................................................................... 22
7
ORDENAMENTO CURRICULAR ........................................................................................................... 24
7.1 ORGANIZAÇÃO DAS DISCIPLINAS POR SEMESTRE .......................................................................... 24
7.1.1 Disciplinas obrigatórias ................................................................................................................24
7.1.2 Disciplinas eletivas.......................................................................................................................27
7.2 A DISCIPLINA LIBRAS............................................................................................................................... 29
4
8
ESTÁGIO SUPERVISIONADO................................................................................................................. 30
9
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC .............................................................................. 30
10 ATIVIDADES COMPLEMENTARES...................................................................................................... 31
10.1 CONCEPÇÃO E COMPOSIÇÃO ................................................................................................................. 31
10.2 PROGRAMAS DE APOIO............................................................................................................................ 33
10.2.1
Divulgação do Curso Junto às Escolas do 2o Grau ................................................................33
10.2.2
Curso de Nivelamento............................................................................................................33
10.2.3
Programa de Orientação Acadêmica – PROA .......................................................................33
10.2.4
Monitoria ...............................................................................................................................34
10.2.5
Programa de Educação Tutorial – PET..................................................................................35
10.2.6
Avaliação de Desempenho Discente......................................................................................36
10.2.7
Programa Especial de Capacitação Discente (PEC) ..............................................................37
10.2.8
CONECTE .............................................................................................................................38
10.2.9
Empresa Júnior – PROTEQ Junior ........................................................................................38
11 AVALIAÇÃO ............................................................................................................................................... 39
O FORMULÁRIO DE RECONHECIMENTO DE CURSO FOI PREENCHIDO NO ANO DE 2010, APÓS
ESSE PERÍODO HOUVE UM AVANÇO CONSIDERÁVEL EM ALGUNS ITENS ABORDADOS NO
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DO INEP/MEC, SENDO ASSIM SEGUE ANEXADO (15.10) A
ATUALIZAÇÃO DO REFERIDO FORMULÁRIO. ........................................................................................... 41
12 EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS ............................................................................................................... 41
12.1 DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS................................................................................................................. 41
12.1.1
Disciplinas eletivas ................................................................................................................93
13 CONDIÇÕES DE VIABILIZAÇÃO DO PROJETO ............................................................................. 106
13.1 INFRA-ESTRUTURA ................................................................................................................................. 106
14 NDE- NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE.................................................................................... 106
15 ANEXOS ..................................................................................................................................................... 108
15.1 A ENGENHARIA AMBIENTAL SEGUNDO AS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS........ 108
15.2 A ENGENHARIA AMBIENTAL SEGUNDO O SISTEMA CONFEA/CREA ......................................... 115
15.3 A ENGENHARIA SANITÁRIA SEGUNDO O SISTEMA CONFEA/CREA ........................................... 117
15.4 APROVAÇÃO DO PROJETO DE CRIAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL ............ 119
15.5 QUADRO DE PROFESSORES DO CURSO.............................................................................................. 120
5
15.5.1
Processo de formação do quadro .........................................................................................120
15.6 QUADRO ATUAL ...................................................................................................................................... 121
15.7 REGIMENTO INTERNO DO NDE ............................................................................................................ 124
15.8 INSTRUÇÃO NORMATIVA CARGA HORÁRIA FLEXÍVEL................................................................ 126
15.9 INSTRUÇÃO NORMATIVA NDE Nº 02/2012-CCEAS, DE----DE-------- DE 2012................................ 130
15.10 INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO- FORMULÁRIO DE RECONHECIMENTO DE CURSOATUALIZADO 2012. ......................................................................................................................................... 133
6
1
IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
1.1
INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR
Universidade Federal de Alagoas
1.2
UNIDADE ACADÊMICA
Centro de Tecnologia
1.3
NOME DO CURSO
Engenharia Ambiental e Sanitária
1.4
TÍTULO
Bacharel em Engenharia Ambiental e Sanitária
1.5
PORTARIA DE CRIAÇÃO DO CURSO
Resolução nº. 20/2005 - CEPE, de 27 de julho de 2005
1.6
TURNO
Diurno
1.7
CARGA HORÁRIA
3.810 horas
1.8
DURAÇÃO (INTEGRALIZAÇÃO)
5 (cinco) anos, sendo:
•
•
•
Mínimo de 10 semestres e Máximo de 16 semestres;
Número máximo de horas semanais de 36 horas;
Número máximo de horas semestrais de 540 horas.
Número mínimo de horas para conclusão do curso = 3.810 horas, sendo:
•
•
•
1.9
3.270 horas em disciplinas obrigatórias e disciplinas eletivas;
300 horas de estágio obrigatório;
240 horas de atividades complementares.
NÚMERO DE VAGAS POR ANO
40 (quarenta) vagas.
1.10 PERFIL DO EGRESSO
• Perfil Comum: formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a
absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa
na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos,
econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanista, em
atendimento às demandas da sociedade;
• Perfil Específico: compreensão dos elementos e processos concernentes ao ambiente
natural e ao construído, com base nos fundamentos filosóficos, teóricos e metodológicos
da Engenharia e a aplicação desse conhecimento na busca do desenvolvimento sócio-
7
ambiental e econômico; domínio e permanente aprimoramento das abordagens
científicas e suas aplicações em busca do desenvolvimento sustentável. O graduado
deverá possuir sólida formação para atuar nas diversas áreas de concentração devido aos
conteúdos contemplados na grade curricular, proporcionando aos mesmos uma visão
ampla e crítica além de estimular a criatividade para a identificação e resolução de
problemas relacionados ao meio ambiente. Para obter o perfil desejado o projeto
pedagógico dará especial ênfase aos recursos hídricos, saneamento ambiental e todas as
suas ramificações em função das características ambientais regionais.
1.11 CAMPO DE ATUAÇÃO
Em órgãos e empresas públicas e privadas que atuam nas mais diversas áreas que têm
inter-relações com o meio ambiente.
1.12 FORMA DE INGRESSO
Exame nacional do Ensino Médio (Enem) e Sistema de Seleção Unificada (Sisu),
Reopção e Transferência.
1.13 COLEGIADO
Membros Titulares do Colegiado de Curso:
Prof. Profa. Karina Ribeiro Salomon (Coordenador);
Prof. Marllus Gustavo Ferreira Passos das Neves (Vice-Coordenador);
Profa.Ivete Vasconcelos Lopes Ferreira;
Prof. Eduardo Lucena Cavalcante de Amorim
Prof. Christiano Cantarelli Rodrigues
Representante discente: Adriano Gabriel Sampaio de Amorim
Representante técnico administrativo: Quitéria Maria Guedes Leite
Membros Suplentes do Colegiado de Curso:
Profa. Cleuda Custódio Freire;
Prof. Christopher Freire Souza;
Prof. Carlos Ruberto Fragoso Junior;
Prof. Roberto Augusto Caffaro Filho;
Profa. Selêude Wanderley da Nóbrega
8
2
INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA
2.1
O CONTEXTO DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA
DA UFAL
O cenário mundial dos próximos anos no campo das engenharias estará caracterizado
por uma competição acirrada, na qual os produtos e serviços primarão pela qualidade,
induzindo, logicamente, a competência como parâmetro fundamental na gerência conceptiva
ou executiva das empresas e órgãos governamentais. Neste cenário, o Brasil, devido as suas
potencialidades, poderá ter um papel importante, desde que acompanhe o desenvolvimento
mundial, através da criação e modernização de políticas nas áreas de educação, saúde,
habitação, emprego e meio ambiente. Esta necessidade se justifica porque o país não pode
mais conviver com os índices sociais, ambientais e econômicos da atualidade. Ganha destaque
os graves problemas nacionais, como por exemplo: o grande déficit habitacional, um sistema
de saúde precário, o baixo índice de desenvolvimento humano (IDH), principalmente a nível
regional, e os baixos índices de cobertura de atendimento dos serviços de água e esgoto.
Dentro deste contexto, o profissional de Engenharia Ambiental e Sanitária, com a sua
formação nos mais variados campos do conhecimento, poderá dar uma contribuição
importante para a mudança deste quadro, através do desenvolvimento e aprimoramento de
tecnologias que contribuam para a melhoria da qualidade de vida das populações.
O desenvolvimento tecnológico tem como um de seus pilares a utilização de recursos
naturais nas suas mais diversas formas, o que traz a necessidade da atuação de um profissional
ligado ao meio ambiente, induzindo a criação de um dos mais novos ramos da engenharia,
denominado de Engenharia Ambiental e Sanitária. O Engenheiro Ambiental e Sanitarista terá
como principais atividades: o desenvolvimento e avaliação de projetos para preservação dos
recursos naturais (água, ar e solo); o desenvolvimento de projetos de tratamentos de resíduos
industriais e urbanos e a preparação de projetos que possibilitem as empresas e demais
empreendimentos receber licença de operação e certificados de preservação ambiental.
O crescimento das exigências para a criação de novos empreendimentos através do
aumento das exigências legais relacionadas à preservação do meio ambiente e, o aumento da
consciência da população que tem exigido mais respeito com o meio ambiente, tem levado ao
crescimento da oferta de vagas em cursos de Graduação e Pós-Graduação na área de
Engenharia Ambiental.
O Estado de Alagoas, como já citado anteriormente, apresenta níveis de
desenvolvimento econômico e social dentre os piores do país e, com relação às questões
9
relacionadas ao meio ambiente a situação não é diferente. O Estado possui graves problemas
nos sistemas de tratamento e abastecimento de água potável bem como no sistema de coleta e
tratamento de esgoto urbano e industrial, além dos resíduos sólidos. Estes problemas, de
extrema gravidade, têm importantes reflexos em outras áreas como por exemplo à saúde
pública. A falta de profissionais qualificados é um dos pontos que dificulta a resolução destes
problemas, pois estas soluções muitas vezes requerem a aplicação de tecnologias e conceitos
avançados, que são de conhecimento comum do Engenheiro Ambiental. A possibilidade da
formação de um profissional na área de Engenharia Ambiental e Sanitária passa a ser de
grande importância para Alagoas, pois hoje as pessoas interessadas neste tipo de formação,
têm que sair do Estado para sua qualificação, tornando-se onerosa e muitas vezes ineficaz
para o desenvolvimento do Estado, pois muitos destes profissionais não retornam para
Alagoas.
A criação do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária na UFAL
proporciona a possibilidade para a formação de profissionais que poderão dar uma importante
contribuição para o desenvolvimento do Estado, através da atuação destes profissionais em
órgãos e empresas públicas e privadas que atuam nas mais diversas áreas que têm interrelações com o meio ambiente.
Vale destacar ainda, que aliada a estas questões técnicas e práticas da importância da
atuação do Engenheiro Ambiental, este curso de graduação virá a completar o ciclo de
formação de profissionais ligados à área de meio ambiente iniciado na Unidade Acadêmica de
Tecnologia da UFAL, com a entrada em funcionamento a partir do ano de 2005 do Programa
de Pós-Graduação em Recursos Hídricos e Saneamento. Este Programa tem como um de seus
objetivos principais a qualificação de profissionais na área de recursos hídricos e meio
ambiente com a finalidade de contribuir com o desenvolvimento do Estado de Alagoas.
Assim, a expectativa do Colegiado do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária é a
mais positiva possível, pois o interesse por esta área de atuação vem crescendo tanto no Brasil
como no exterior. O fato de haver poucos cursos de Engenharia Ambiental e Sanitária nas
IFES, aumentará com certeza o interesse da comunidade local e regional. Deseja-se, inclusive,
que este interesse seja uma das ferramentas que leve este novo Curso de Graduação da UFAL
a alcançar o sucesso.
2.2
O NOVO PROFISSIONAL DA ÁREA DE ENGENHARIA
A nova correlação de poder político e econômico que se articula no mundo, com a
formação
de
blocos
regionais
e
as
profundas
transformações
provocadas
pelo
10
desenvolvimento tecnológico nos sistemas produtivos, influenciarão sobremaneira o
comportamento dos setores produtivos nacionais e regionais, exigindo uma maior
competência e habilidade dos profissionais engenheiros, para converter em aplicações práticas
os resultados de novas descobertas científicas e tecnológicas.
A Associação Brasileira de Ensino em Engenharia - ABENGE e Conselho Federal de
Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CONFEA, citam que o mercado de trabalho tem
destacado as seguintes características como indispensáveis para um profissional de
engenharia:
a) Capacidade de utilização da informática como ferramenta usual e rotineira;
b) Boa comunicação oral e escrita, em pelo menos duas línguas;
c) Sólida formação cultural e tecnológica;
d) Preocupação com a relação entre o trabalho e o meio ambiente, segurança e saúde;
e) Participação em sistemas de educação continuada e
f) Domínio das seguintes habilidades e posturas: criatividade; capacidade e hábito de
pesquisar; exercício e desenvolvimento do senso crítico; capacidade de trabalhar em grupo e
liderar pessoas e experiência em modelos avançados de gerência.
Para atender a estes requisitos é necessário, portanto, que o engenheiro tenha sólidos
conhecimentos nas áreas básicas, espírito de pesquisador e capacidade para conceber e operar
sistemas complexos, com competência para usar modernos equipamentos, principalmente
recursos computacionais além de ter também capacidade para trabalhar em grupo.
Neste contexto, o Engenheiro Ambiental deverá estar apto a avaliar a dimensão
(magnitude, duração, reversibilidade e natureza) das alterações ambientais causadas pelas
atividades do Homem, sejam elas benéficas ou adversas, independentemente da área de
influência. Pretende-se que esse profissional possua conhecimentos técnicos suficientes para
adotar procedimentos capazes de evitar, minimizar ou corrigir os impactos ambientais
indesejáveis, qualquer que seja a escala em que ocorram (local, regional ou nacional).
A partir desse conceito, o Engenheiro Ambiental será, dentre os profissionais que
atuam na área de Engenharia, aquele que deverá possuir formação acadêmica que permita sua
participação nos estudos de caracterização ambiental, na análise de suscetibilidades e
vocações naturais do ambiente, na elaboração de estudos de impactos ambientais, na
proposição, implantação e monitoramento de medidas mitigadoras, ações corretivas e de
planejamento, tanto na área urbana quanto na rural.
A existência de um profissional com este perfil será essencial na implantação de
qualquer modelo de desenvolvimento econômico, tanto na prevenção quanto na minimização
dos impactos que a atividade humana poderá provocar ao meio ambiente.
11
Assim, o pensamento que orientou a elaboração da Grade Curricular deste novo curso,
foi o de que a competição no mercado de trabalho prima pela competência e qualidade e, estes
parâmetros só são obtidos através de uma formação sólida, o que viabiliza além dos conceitos
básicos necessários, a possibilidade do aluno escolher durante o curso disciplinas direcionadas
para temas específicos.
Dentro deste contexto, a formação deste profissional passa a ser de grande
importância, tanto que outros cursos de Engenharia Ambiental e Sanitária já foram criados e
vêm sendo criados em outras regiões do Brasil, seja em escolas públicas ou privadas. Fato
este destacado por nota publicada na revista Veja em 13 de abril de 2005, que cita o
crescimento do número de vagas em cursos de Graduação de Engenharia Ambiental e
Sanitária da ordem de 256% e número de cursos de Pós-Graduação da ordem de 121% nos
últimos 4 anos, o que indica que a decisão de criação deste curso de graduação na UFAL
reforça a posição de vanguarda da UFAL no cenário brasileiro.
No âmbito internacional a situação não é diferente. Recentemente, a publicação
americana Fortune apontou a Engenharia Ambiental e Sanitária como a carreira mais
promissora da década nos EUA. O número de postos de trabalho neste campo deve crescer
54% nos EUA até o ano de 2010.
2.3
HISTÓRICO
O Centro de Tecnologia (CTEC) da Universidade Federal de Alagoas era formado por
três cursos: Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo e Engenharia Química; sendo este
último criado em meados da década de 1980. Apesar do crescimento e desenvolvimento do
CTEC constantes, em especial nos últimos 10 anos, o número de cursos de graduação bem
como o número de vagas ofertadas não acompanhou os mesmos, principalmente quando se
espera da Universidade uma contribuição de destaque no desenvolvimento da sociedade da
qual faz parte.
Nesse contexto é que se observa a grande importância para a UFAL e para o Estado de
Alagoas do crescimento dos cursos de tecnologia, não somente buscando a qualidade, mas
também ofertando novas vagas em cursos de graduação, de modo que no futuro os efeitos de
tais ações contribuam para o crescimento econômico e social do Estado.
Com o foco nestas necessidades, a UFAL desenvolve nos últimos anos um programa
agressivo de qualificação do seu quadro docente. Como resultado, o CTEC tem hoje um
grande número de professores com doutorado em diversas áreas do conhecimento. Esta
formação diversificada dentro das Engenharias serviu de base para que um grupo de
12
professores, que atuam nos dois cursos de engenharia existentes na época propusesse a
criação de um novo curso de graduação no CTEC. A idéia foi unir diversas bases de
conhecimento dentro de um tema tão importante e atual como é o Meio Ambiente.
Assim, aos vinte e oito dias do mês de maio de 2004, na sala onde funcionava o
Departamento de Águas e Energia (DAE) no CTEC/UFAL, reuniram-se dez professores com
o propósito de construir uma proposta para a criação do Curso de Graduação em Engenharia
Ambiental e Sanitária. Estes professores pertenciam ao próprio DAE, ao CCT (Departamento
de Construção Civil e Transportes) e ao DEQ (Departamento de Engenharia Química).
Estiveram presentes a esta reunião:
Cleuda Custódio Freire (DAE);
Rosângela Sampaio Reis (DAE);
Roberaldo Carvalho de Souza (DAE);
Vladimir Caramori Borges de Souza (DAE);
Marcio Gomes Barboza (CCT);
Nélia Henriques Callado (CCT);
Selêude Wanderley da Nóbrega (DEQ);
Christiano Cantarelli Rodrigues (DEQ);
Frede de Oliveira Carvalho (DEQ) e
Valmir de Albuquerque Pedrosa (DAE).
Esta reunião, marco inicial dos trabalhos para a criação da proposta do Curso de
Engenharia Ambiental e Sanitária da UFAL, ficou registrada em ata, que foi assinada por
todos os presentes. Na ocasião, foi definido um Colegiado Provisório do Curso, com a
seguinte formação:
Membros Titulares:
Prof. Christiano Cantarelli Rodrigues (Coordenador);
Profa. Cleuda Custódio Freire (Vice-Coordenadora);
Prof. Roberaldo Carvalho de Souza;
Prof. Marcio Gomes Barboza e
Profa. Rosângela Sampaio Reis.
Membros Suplentes:
Prof. Vladimir Caramori Borges de Souza;
Profa. Nélia Henriques Callado;
Profa. Selêude Wanderley da Nóbrega;
Prof. Frede de Oliveira Carvalho e
Prof. Valmir Pedrosa
Prof. Valmir de Albuquerque Pedrosa
13
A partir da formação do Colegiado do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária,
foram realizadas diversas reuniões com o propósito de redigir o Projeto Pedagógico, com base
na legislação que regula a criação e funcionamento dos Cursos de Engenharia, definidas pelo
Ministério da Educação e Universidade Federal de Alagoas.
O Projeto Pedagógico do curso foi redigido e encaminhado para apreciação pela
PROGRAD (Pró-Reitoria de Graduação da UFAL) no dia 4 de agosto de 2004, pois era
intenção do Colegiado do Curso a oferta deste já para o processo seletivo vestibular de 2005.
Após a apreciação do Projeto pela PROGRAD, esta Pró-Reitoria apresentou um parecer com
algumas considerações, sugerindo a formação de uma comissão para apreciar, adequar e
justificar as questões apresentadas. O Colegiado do Curso decidiu acatar a sugestão da
PROGRAD e passou a se reunir para apresentar uma versão revisada do Projeto Pedagógico.
Este então foi submetido apreciação da PROGRAD e posterior crivo do CEPE.
No ano de 2009, com vistas à abertura do processo de reconhecimento, uma revisão
foi realizada. O presente Projeto é, então, uma versão revisada do Projeto Pedagógico do
Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da Unidade Acadêmica de Tecnologia,
adequando-se aos requisitos para o reconhecimento do curso.
Ainda no ano de 2009, o Colegiado do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária
realizou uma avaliação mais aprofundada. Buscou-se a participação de toda a comunidade
acadêmica do CTEC na avaliação do curso, de modo que a versão apresentada em seguida
entrou em vigor no ano de 2011, após apreciação da PROGRAD e do CONSUNI, e depois de
terminado o primeiro ciclo do curso.
2.4
OBJETIVOS
2.4.1
Objetivo Geral
Definir uma política pedagógica para formação do Engenheiro Ambiental da
Universidade Federal de Alagoas, de modo a atender às demandas da sociedade com vistas às
políticas de desenvolvimento nacional, com base nos conhecimentos científicos, tecnológicos
e sociais visando o desenvolvimento sustentável.
2.4.2
Objetivos Específicos
a) Direcionar uma estratégia do ensino de graduação em Engenharia Ambiental e
Sanitária, visando formar um engenheiro (pleno e de concepção) que transite nas diversas
áreas do conhecimento humano que tenham interface com o Meio Ambiente. Além de
14
oferecer ao aluno condições de se tornar um bom profissional, um cidadão com pleno
conhecimento das suas responsabilidades dentro da realidade atual de seu país, e das medidas
a serem adotadas na promoção do bem estar da sociedade;
b) Proporcionar condições para a formação de um profissional com capacidade e
aptidão para pesquisar, elaborar e prover soluções que permitam a harmonização das diversas
atividades humanas com o meio físico e os ecossistemas. Recorrer-se-á à tecnologia a partir
de uma sólida formação em Engenharia, envolvendo os campos da Matemática, Física e
Química, contando com o adequado suporte de conhecimento em Informática, Biologia,
Geociências, Ecologia e Legislação;
c) Ofertar conteúdos que proporcionem aos alunos compreensão clara da área de
atuação da Engenharia Ambiental e Sanitária, que atualmente exige a integração entre
diversos campos do conhecimento, com ênfase nas áreas de recursos hídricos, saneamento
ambiental, avaliação e monitoramento dos impactos ambientais do setor industrial e urbano, e
gerenciamento e avaliação de recursos naturais.
d) Ofertar atividades afins ao curso como: programas de extensão universitária,
estágios, atividades de pesquisa, monitoria, participação em congressos e seminários entre
outras atividades. Todas estas coordenadas pelo Colegiado do Curso.
3
PERFIL DO EGRESSO
O Curso de bacharelado em Engenharia Ambiental e Sanitária entende que a formação
do aluno de graduação se dá a partir da sua entrada na Academia e continua permanentemente
durante o curso e posteriormente a ele. Este profissional deve estar em consonância com os
princípios propostos para a educação no século XXI: aprender a conhecer, aprender a fazer,
aprender a conviver e aprender a ser. De acordo com o MEC, através do Conselho Nacional
de Educação (CNE), no modelo de enquadramento das propostas de diretrizes curriculares, o
perfil traçado para o profissional egresso do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária é o
seguinte:
•Perfil Comum: formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a
absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa
na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos,
econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanista, em
atendimento às demandas da sociedade;
•Perfil Específico: compreensão dos elementos e processos concernentes ao ambiente
natural e ao construído, com base nos fundamentos filosóficos, teóricos e
15
metodológicos da Engenharia e a aplicação desse conhecimento na busca do
desenvolvimento sócio-ambiental e econômico; domínio e permanente aprimoramento
das abordagens científicas e suas aplicações em busca do desenvolvimento
sustentável. O graduado deverá possuir sólida formação para atuar nas diversas áreas
de concentração devido aos conteúdos contemplados na grade curricular,
proporcionando aos mesmos uma visão ampla e crítica além de estimular a
criatividade para a identificação e resolução de problemas relacionados ao meio
ambiente. Para obter o perfil desejado o projeto pedagógico dará especial ênfase aos
recursos hídricos, saneamento ambiental e todas as suas ramificações em função das
características ambientais regionais.
O graduado em Engenharia Ambiental e Sanitária deverá apresentar conhecimentos
para o exercício das seguintes competências e habilidades:
• exercer atividade profissional atendendo a legislação ambiental vigente;
• aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais;
• projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
• conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos relacionados à
Engenharia Ambiental e Sanitária;
• planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de Engenharia
Ambiental e Sanitária;
• identificar, formular e resolver problemas de Engenharia Ambiental e Sanitária;
• estimular e acompanhar processos de mudanças tecnológicas significativas;
• desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
• supervisionar a operação e a manutenção de sistemas ambientais;
• avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas ambientais;
• comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
• atuar em equipes multidisciplinares, sabendo transitar pelas diversas áreas do
conhecimento fronteiriço das Engenharias, diferenciando-as;
• compreender e aplicar a ética e a responsabilidade profissionais;
• avaliar o impacto das atividades da Engenharia Ambiental e Sanitária no contexto
social e ambiental, buscando promover o bem estar do ser humano;
• estimular o aprendizado da autonomia e da responsabilidade profissional;
• favorecer e estimular a vivência de relações profissionais e interpessoais;
• avaliar a viabilidade sócio-econômica e ambiental de projetos de engenharia;
• assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
16
Para o delineamento do perfil do formado em Engenharia Ambiental e Sanitária há
necessidade do compromisso da Administração Superior, Unidade Acadêmica, técnicos
administrativos, docentes e discentes, no sentido de ter boa estrutura administrativa e
pedagógica capaz de formar profissionais devidamente qualificado para atender as exigências
mais modernas do mercado de trabalho.
Quanto à possibilidade de atuação, o mercado de trabalho para o Engenheiro
Ambiental é constituído por empresas públicas ou privadas, órgãos governamentais nas três
esferas de governo, além de organizações sociais de interesse público e organizações não
governamentais.
O profissional terá competência para atuar em todos os organismos públicos, privados
e não-governamentais que compõem o Sistema Nacional de Meio Ambiente e o Sistema
Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, destacando-se: FUNASA, IBAMA,
CONAMA, Ministério do meio ambiente, Ministério das cidades, Ministério Público,
Petrobrás, secretarias estaduais e municiais do meio ambiente, empresas de consultoria em
meio ambiente, entre outros.
Há necessidade crescente de profissionais para os comitês e agências de bacia
hidrográfica, na medida em que a gestão de recursos hídricos, por força legal, utilizará a bacia
hidrográfica como unidade básica de gestão e, dentro deste contexto a questão ambiental tem
grande destaque. Há também o grande passivo ambiental que necessitará de um profissional
preparado para delinear e executar ações de mitigação de impactos provenientes da atividade
industrial como a de produção de cana-de-açúcar e álcool, da geração de resíduos sólidos
urbanos, entre outros campos de atuação tanto no âmbito nacional como no âmbito regional e
local.
Assim, entende-se que o Engenheiro Ambiental encontrará excelente mercado de
trabalho junto a esses órgãos e companhias, dada sua capacitação técnica específica. As
empresas de consultoria que elaboram planos de uso do solo, estudos de impactos ambiental
/relatório de impacto ao meio ambiente (EIA-RIMA), pareceres técnicos e projetos
específicos na área ambiental, constituem seguramente um dos principais mercados de
trabalho para este profissional. As grandes empresas de extração e de transformação, bem
como as de geração de energia, apresentam demanda crescente por profissionais com perfil de
Engenheiro Ambiental, notadamente em regiões que apresentam problemas de saturação de
atividades e conflitos de uso dos recursos naturais.
17
4
COMPETÊNCIAS/ HABILIDADES/ATITUDES
A definição do perfil do profissional que melhor atende às necessidades atuais levou
os componentes do Colegiado do Curso de ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA,
após consultas às outras Instituições de Ensino Superior, aos Departamentos Acadêmicos da
UFAL e aos princípios contidos nas Resoluções No 11/02 da Câmara de Educação Superior
do CNE, da RESOLUÇÃO Nº 2, DE 18 DE JUNHO DE 2007, o inciso IV do art. 2º, e ainda
No 25/05 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFAL, a formular a concepção do
Curso de Graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária. O curso terá tempo mínimo de 5
(cinco) anos e máximo de 8 (oito) anos para sua conclusão, sendo a carga horária total de
3.810 (três mil, oitocentos e dez) horas, distribuída de acordo com o que preceitua as
resoluções supracitadas.
O curso de Engenharia Ambiental e Sanitária terá funcionamento diurno,
preferencialmente no período da manhã, com 40 (quarenta) vagas em entrada única no 1º
semestre de cada ano letivo. O curso funcionará no espaço físico do Centro de Tecnologia
(CTEC), compartilhando este espaço com os cursos de Engenharia Civil e Engenharia
Química e demais cursos que porventura o CTEC venha a abraçar.
O curso de Engenharia Ambiental e Sanitária funcionará com regime acadêmico
semestral, de acordo com a Resolução 25/05 - CEPE/UFAL, com a carga horária das
disciplinas distribuídas em 100 (cem) dias letivos. As disciplinas em cada semestre letivo
terão uma carga horária de 2 ou 4 horas aulas por semana, e as aulas deverão ser distribuídas
em um total de 6 horas aulas por manhã, com um intervalo a cada duas horas aulas.
O Curso terá um núcleo de disciplinas básicas, um núcleo de disciplinas
profissionalizantes, estágio supervisionado obrigatório, trabalho de conclusão de curso (TCC)
e um núcleo de atividades complementares, denominada de parte flexível, que compreenderá
atividades diversas com caráter específico ou geral, que tenham como objetivo complementar
a formação do aluno.
Da formação dada no núcleo de disciplinas básicas, espera-se que o discente tenha
acumulado os conhecimentos necessários para a compreensão dos fenômenos físicos,
químicos, biológicos, sociais e legais exigidos para permitir um bom desempenho do
aprendizado das disciplinas do núcleo profissionalizante. Portanto, os docentes destas
disciplinas deverão ser capazes de realizar associações dos conceitos fundamentais da ciência
com os aspectos práticos do exercício profissional da Engenharia Ambiental e Sanitária. Tal
esforço do professor, em mostrar desde cedo as aplicações dos conceitos básicos, aumentará o
estímulo do aluno para o aprendizado.
18
Da formação dada no núcleo de disciplinas profissionalizantes, espera-se do discente a
construção de soluções de problemas reais de Engenharia Ambiental e Sanitária, tendo para
isto acumulado os conhecimentos imprescindíveis no núcleo básico. Além disto, espera-se
que o graduado adquira espírito científico que o torne de capaz de propor, desenvolver e
aplicar tecnologias inovadoras para solução de problemas ambientais. O aluno deverá ser
capaz também de reconhecer que os temas ambientais são essencialmente interdisciplinares,
exigindo do mesmo, visão holística e capacidade de iteração com profissionais das mais
diversas áreas do conhecimento.
Da formação dada nas atividades complementares espera-se que o discente seja capaz
de aplicar os conhecimentos teóricos adquiridos na prática profissional facilitando sua
inserção no mercado de trabalho, no mundo científico, nas relações de trabalho, em ações de
atendimento às necessidades sociais emergentes (por meio de programas e projetos de
extensão universitária, entre outros), tudo isso contribuindo para o amadurecimento
profissional.
Ainda dentro das atividades complementares, destaca-se a disciplina denominada
“Tópicos Especiais”. Este novo momento de aprendizado envolverá conteúdos dinâmicos
buscando atender a mudanças tecnológicas, fatos relacionados a temas de importância à
época, bem como conteúdos específicos solicitados pelos discentes e submetidos à aprovação
do colegiado do Curso.
O Quadro 1 apresenta a comparação qualitativa das disciplinas dos núcleos e os
tópicos apresentados nas resoluções supracitadas.
O núcleo de disciplinas básicas do curso terá uma carga horária de 1.620 (um mil
seiscentos e vinte) horas. As disciplinas serão distribuídas por semestres com conteúdos
baseados nas definições apresentadas na Resolução No 11/02 da Câmara de Educação
Superior e na Portaria No 1693/94 da Secretaria de Ensino Superior do Ministério da
Educação.
O núcleo profissionalizante do curso terá uma carga horária de 1.620 (hum mil
seiscentos e vinte) horas, com disciplinas obrigatórias e eletivas. As disciplinas serão
distribuídas por semestres, e os conteúdos serão baseados nas definições apresentadas na
Resolução No 11/02 da Câmara de Educação Superior e na Portaria No 1693/94 da Secretaria
de Ensino Superior do Ministério da Educação.
19
Quadro 1. Comparação qualitativa das disciplinas e tópicos apresentados nas resoluções.
Núcleo
Tópico
Básico
Disciplina
% Carga
Horária
Total
Cálculo 1
42,9 %
Cálculo 2
Cálculo 3
Matemática
Geometria Analítica
Álgebra Linear
Estatística Aplicada
Cálculo Aplicado
Física 1
Física
Física 2
Laboratório de Física 1
Química Ambiental 1
Química Ambiental 2
Química
Fenômenos
Transporte
Mecânica dos Sólidos
Informática
Laboratório de
Ambiental 1
Química
Laboratório de
Ambiental 2
Química
de Fenômenos de Transporte 1
Fenômeno de Transporte 2
Mecânica e Resistência dos
Materiais
Introdução a Computação
Cálculo Numérico
Comunicação
Expressão
e Desenho
Metodologia Científica
Economia
Economia
Administração
Administração
20
Núcleo
Tópico
% Carga
Horária
Total
Disciplina
Humanidade e Ciências Ética
e
Sociais
Trabalho
Eletricidade Aplicada
Ciência e
Materiais
Tec.
Biologia
Profissionalizante
Ecologia
Aplicada
Relações
de
Eletrotécnica
dos Ciências e Tecnologias dos
Materiais
Biologia
Geral
e Ecologia
42,9 %
Geologia Ambiental
Geologia
Laboratório
Ambiental
de
Geologia
Mecânica dos Solos
Laboratório de Solos
Cartografia
Geoprocessamento
Topografia
Hidráulica
Laboratório de Hidráulica
Hidráulica
Hidrologia
Manejo dos Solos
Recursos Naturais
Sistemas
Costeiros
Estuarinos
e
Águas Subterrâneas
Engenharia
Ambientais
Saúde Ambiental
e
Sistemas
Saúde Ambiental
Engenharia de Segurança
Sistemas de Tratamento Sistema de Abastecimento
de Água e de Resíduos
de Água
21
Núcleo
Tópico
% Carga
Horária
Total
Disciplina
Tratamento
de
Residuárias 1
Águas
Tratamento
de
Residuárias 2
Águas
Tratamento de Águas de
Abastecimento
Tratamento
Gasosos
de
Efluentes
Balanço de Massa e Energia
Poluição Ambiental
Poluição Atmosférica
Resíduos Sólidos
Legislação Ambiental
Planejamento
Ambiental
Planejamento
Ambiental
e
Gestão
Políticas Públicas Aplicadas
ao Meio Ambiente
Impactos Ambientais
Avaliação de
Ambientais 1
Impactos
Avaliação de
Ambientais 2
Impactos
Análise de Riscos
Sistemas Hidráulicos e Rede Coletora de Esgotos
Sanitários
Atividades
Complementares
5
Parte Flexível
Estágio Supervisionado
HABILITAÇÕES E ÊNFASES
Não há habilitações nem ênfases.
14,2 %
22
6
CONTEÚDO/MATRIZ CURRICULAR
O engenheiro ambiental é um profissional que surge por causa de um tema que
perpassa todas as demais profissões ligadas à tecnologia. Em todas as outras formas de
Engenharia há questões ambientais a serem resolvidas. Isto significa que ele tem a obrigação
de dialogar com as demais profissões da área tecnológica, incluindo ainda biólogos,
geógrafos, geólogos, arquitetos e urbanistas, advogados, administradores, sociólogos,
economistas, pedagogos, médicos, enfermeiros, nutricionistas, comunicólogos, oceanógrafos,
físicos, matemáticos, químicos e outros que se mostrarem importantes.
A matriz curricular do curso já obriga o aluno a se adequar a esse diálogo. Entretanto,
outras formas de fomentar a interdisciplinaridade podem ocorrer como:
a) criação de disciplinas eletivas para o curso de Engenharia Ambiental e Sanitária que
promova o diálogo com outros alunos de outros cursos;
b) incentivando os alunos a fazerem disciplinas isoladas em outros cursos;
c) incentivando os alunos a participarem de projetos de extensão e pesquisa que
envolvam pesquisadores de diversas formações;
d) implementar nas avaliações bimestrais trabalhos conjuntos com outras disciplinas
do mesmo semestre letivo;
e) outras ações que levam à interdisciplinaridade.
Atualmente, para integralizar o curso, o aluno tem que cumprir a carga horária mínima
de 3.810 horas, distribuídas da forma seguinte: 330 horas no primeiro semestre, 360 horas no
segundo semestre, 360 horas no terceiro semestre, 390 horas no quarto semestre, 360 horas no
quinto semestre, 390 horas no sexto semestre, 390 horas no sétimo semestre (sendo 360 horas
de disciplinas obrigatórias e 30 horas mínimas de eletivas), 360 horas no oitavo semestre
(sendo 300 horas de disciplinas obrigatórias e 60 horas mínimas de eletivas), 330 horas no
nono semestre (sendo 330 horas de disciplinas obrigatórias e 60 horas mínimas de eletivas),
240 horas mínimas de carga horária flexível e 300 horas mínimas de estágio supervisionado.
A figura 1 ilustra a distribuição da carga horário de disciplinas (sem a carga flexível,
sem o estágio supervisionado e sem o TCC). Em cada fatia da pizza, leia-se por exemplo:
330; 10% (330 horas de carga horária semestral, correspondendo a 10% da carga horária total
do curso). Esta distribuição fornece uma média semestral de 363 horas com coeficiente de
variação de 6,5%.
23
Figura 1. Distribuição da carga horária de disciplinas
330; 10% 330; 10%
360; 11%
360; 11%
360; 11%
390; 12%
390; 12%
390; 12%
Disc. Sem 1
Disc. Sem 2
Disc. Sem 3
Disc. Sem 4
Disc. Sem 5
Disc. Sem 6
Disc. Sem 7
Disc. Sem 8
Disc. Sem 9
360; 11%
Na grade curricular proposta o discente tem a possibilidade de concluir o curso em 9
semestres, ou seja 4,5 anos, tendo a em vista a flexibilidade da oferta do décimo semestre
destinada a realização do estágio obrigatório, podendo ser iniciado a partir do 7º semestre do
curso, e as atividades complementares (parte flexível) que podem ser iniciadas desde o 1º
semestre. O prazo de integralização curricular do curso de graduação em Engenharia
Ambiental e Sanitária da UFAL, como apresentado no Quadro 2 do tópico a seguir
(ordenamento curricular), pode ser diferenciado. Quando o prazo mínimo for inferior ao
previsto na RESOLUÇÃO Nº 2, DE 18 DE JUNHO DE 2007, pode ser aplicado o inciso IV
do art. 2º da mesma resolução, que diz: “a integralização distinta das desenhadas nos cenários
apresentados nesta Resolução poderá ser praticada desde que o Projeto Pedagógico justifique
sua adequação”.
A integração teoria e prática é parte inerente do curso, pois a criação do mesmo já
responde a demandas sociais. Projetos de extensão e pesquisa também na área ambiental
também respondem a demandas sociais (sobre a integração ensino pesquisa ver item
atividades complementares). O colegiado entende também que o TCC é um momento crucial
para sintetizar todo o conhecimento na solução de problemas práticos ou na reflexão a
respeito de ações, tomadas de decisões, legislações e regulamentações já exercidas na prática
ligada ao meio ambiente.
24
7
ORDENAMENTO CURRICULAR
O ordenamento curricular proposto para o curso seguiu uma lógica de modo que os
conceitos adquiridos nas mesmas sejam complementares, dentro de cada eixo de
conhecimento proposto no curso, proporcionando assim uma formação mais sólida.
Como frequentemente se observa nos cursos de engenharia, os dois primeiros anos
contém a maior parte de disciplinas básicas. O curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da
Ufal, no intuito de estimular os alunos do primeiro semestre, coloca-os imediatamente em
contato com as práticas de laboratório aplicadas à profissão, nas disciplinas Laboratório de
Química Ambiental 1 e 2.
7.1
ORGANIZAÇÃO DAS DISCIPLINAS POR SEMESTRE
7.1.1
Disciplinas obrigatórias
Quadro 2. Grade curricular proposta.
C. H.
C. H.
Semanal
Semestral
EAMB001 Cálculo 1
4
60
EAMB002 Introdução a Computação
4
60
EAMB003 Geometria Analítica
4
60
EAMB004 Metodologia Científica
2
30
EAMB005 Química Ambiental 1
4
60
EAMB006 Laboratório de Química Ambiental 1
2
30
EAMB007 Engenharia e Sistemas Ambientais
2
30
22
330
EAMB008 Cálculo 2
4
60
EAMB009 Álgebra Linear
4
60
EAMB010 Desenho
4
60
EAMB011 Física 1
4
60
EAMB012 Laboratório de Física 1
2
30
Semestre Código
1º
Disciplina
Sub-Total
2º
25
C. H.
C. H.
Semanal
Semestral
EAMB013 Química Ambiental 2
4
60
EAMB014 Laboratório de Química Ambiental 2
2
30
24
360
EAMB015 Cálculo 3
4
60
EAMB016 Estatística
4
60
EAMB017 Física 2
4
60
EAMB018 Cálculo Numérico
4
60
EAMB019 Balanço de Massa e Energia
4
60
EAMB020 Biologia
4
60
24
360
EAMB021 Física 3
4
60
EAMB022 Laboratório de Física 2
2
30
EAMB023 Fenômenos de Transporte 1
4
60
EAMB024 Topografia 1
4
60
EAMB025 Ecologia
4
60
EAMB026 Geoprocessamento
4
60
EAMB027 Mecânica e Resistências dos Materiais
4
60
26
390
EAMB028 Ciências e Tecnologias dos Materiais
4
60
EAMB029 Hidráulica
4
60
EAMB030 Laboratório de Hidráulica
2
30
EAMB031 Fenômenos de Transporte 2
4
60
EAMB032 Hidrologia
4
60
EAMB033 Geologia Ambiental
4
60
EAMB034 Laboratório de Geologia Ambiental
2
30
Semestre Código
Disciplina
Sub-Total
3º
Sub-Total
4º
Sub-Total
5º
26
C. H.
C. H.
Semanal
Semestral
24
360
EAMB035 Mecânica dos Solos
4
60
EAMB036 Laboratório de Solos
2
30
EAMB037 Saúde Ambiental
4
60
EAMB038 Sistemas de Abastecimento de Águas
4
60
EAMB039 Sistemas Estuarinos Costeiros
4
60
EAMB040 Eletrotécnica
4
60
EAMB041 Redes Coletoras de Esgoto
4
60
26
390
EAMB042 Planejamento e Gestão Ambiental
4
60
EAMB043 Tratamento de Águas Residuárias 1
4
60
EAMB044 Águas Subterrâneas
4
60
EAMB045 Tratamento de Águas de Abastecimento
4
60
EAMB046 Manejo dos Solos
4
60
EAMB047 Legislação Ambiental
4
60
Eletiva
2
30
26
390
EAMB048 Poluição Atmosférica
4
60
EAMB049 Resíduos Sólidos
4
60
EAMB050 Tratamento de Águas Residuárias 2
4
60
EAMB051 Avaliação de Impactos Ambientais 1
4
60
EAMB052 Economia
4
60
EAMB053 Ética e Relações de Trabalho
2
30
2
30
24
360
Semestre Código
Disciplina
Sub-Total
6º
Sub-Total
7º
Sub-Total
8º
Eletiva
Sub-Total
27
C. H.
C. H.
Semanal
Semestral
2
30
Políticas Públicas Aplicadas ao Meio
Ambiente
4
60
EAMB058 Avaliação de Impactos Ambientais 2
4
60
EAMB059 Análise de Risco
2
30
EAMB068 Engenharia de Segurança
4
60
EAMB069 Administração
2
30
4
60
22
330
Semestre Código
Disciplina
EAMB056 Tratamento de Efluentes Gasosos
EAMB057
9º
Eletiva
Sub-Total
Parte Flexível
EAMB076 Estágio Supervisionado
Total
7.1.2
240
300
3810
Disciplinas eletivas
Além das disciplinas obrigatórias apresentadas, a atual matriz curricular prevê o
desenvolvimento de carga horária em disciplinas eletivas, de modo a dar flexibilidade ao
aluno para construir uma base de conteúdos específicos de seu interesse. Tais disciplinas
eletivas poderão ser cursadas a partir do 7º semestre, com exceção de Desenho 2 e Topografia
2 que poderão ser cursadas a partir do 3º e 5º semestres, respectivamente. As disciplinas
eletivas estão apresentadas no Quadro 3.
Algumas destas disciplinas já estão cadastradas junto à PROGRAD. Outras são frutos
de ideias e conversas do colegiado com os diversos professores do CTEC e por isso mesmo
poderão sofrer mudanças até mesmo no nome, como sugere o Quadro 3.
28
Quadro 3. Disciplinas eletivas
Código
Disciplina
Carga
Horária
Semanal
Carga Horária
Semestral
ENADE – exame nacional de desempenho
do estudante
0
0
EAMB061
EAMB062
LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais
4
60
GESTÃO DA DRENAGEM URBANA
2
30
EAMB063
INVESTIGAÇÃO E REMEDIAÇÃO DE
ÁREAS CONTAMINADAS
2
30
EMPREENDEDORISMO
2
30
GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS
2
30
EAMB066
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS
ORDINÁRIAS
2
30
EAMB067
INTRODUÇÃO AO MÉTODO DOS
ELEMENTOS FINITOS
2
30
ENERGIA E MEIO AMBIENTE
2
30
DESENHO 2
4
60
TOPOGRAFIA 2
2
30
MECANICA DOS SOLOS 2
2
30
MODELAGEM DE SISTEMAS HÍDRICOS 2
30
LABORATÓRIO DE SOLOS 2
2
30
ECONOMIA E MEIO AMBIENTE
4
60
DINÂMICA DO CLIMA
4
80
MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO
INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E
SANITÁRIAS
2
40
4
60
EAMB060
EAMB064
EAMB065
EAMB070
EAMB071
EAMB072
EAMB073
EAMB074
EAMB075
EAMB077
EAMB078
EAMB079
EAMB080
Os professores que ministram disciplinas para o curso de Engenharia Ambiental e
Sanitária podem apresentar propostas de criação de disciplinas eletivas que não constam na
relação anterior. As propostas são apreciadas pelo Colegiado do Curso que após um parecer
favorável, passam a compor a relação de disciplinas eletivas.
29
7.2
A DISCIPLINA LIBRAS
O Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Engenharia Ambiental e Sanitária
oferecido pela Universidade Federal de Alagoas - UFAL, em conformidade com o Parágrafo
2º, do Art. 3º, do Capítulo II – Da Inclusão de LIBRAS como disciplina curricular, do Decreto
5.626, de 22 de dezembro de 2005, contempla a disciplina de LIBRAS como componente
curricular optativo, de oferta permanente, com a carga horária de 60 horas/aula.
Por se tratar de disciplina de matrícula facultativa, a mesma não se insere na grade
curricular do curso, mas compõe sua integralização curricular. Nesta perspectiva, traduz um
dos princípios orientadores da organização da matriz curricular dos cursos de graduação da
UFAL, segundo o Projeto Pedagógico Institucional, qual seja, a flexibilidade que permite a
cada aluno compor seu próprio currículo, ao optar pela matrícula em disciplinas de sua livre
escolha. Sua oferta permanente garante ao aluno, que assim o desejar, matricular-se em
qualquer um dos semestres do curso.
Nos cursos de graduação da UFAL a disciplina de LIBRAS apresenta-se com a
conformação mostrada no Quadro 4.
Quadro 4. Conformação da disciplina LIBRAS
Disciplina: LIBRAS
Carga horária semestral: 60 h
Código: EAMB061
Semestre: a partir do 7º
Ementa: Estudo dos fundamentos da Língua Brasileira de Sinais com noções práticas de
sinais e interpretação, destinado às práticas pedagógicas na educação inclusiva.
Bibliografia específica:
• BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro:
Tempo Brasileiro: UFRJ, Departamento de Linguística e Filologia, 1995.
• COUTNHO, Denise. Libras e Língua Portuguesa: semelhanças e diferenças. João
Pessoa Editor: Arpoador, 2000.
• FELIPE, Tanya A. Libras em contexto: curso básico, livro do estudante cursista.
Brasília: Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos, MEC, SEESP, 2001.
• GESSER, Audrei. Libras? que língua é essa ?: crenças e preconceitos em torno da língua
de sinais e da realidade surda. São Paulo, SP: Parábola, 2009. 87 p. (Série estratégias de
ensino ; 14) ISBN 9788579340017 (Broch.).
• QUADROS, Ronice M., KARNOPP, Lodernir Becker. Línguas de sinais brasileira:
estudos lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
• SACKS, Oliver W. Vendo Vozes: uma viagem a mundo dos surdos. São Paulo:
Companhia das Letras, 1998.
Bibliografia complementar:
• LOPES FILHO, Otacílio (org.) Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 1997.
• IDALAN, Monique Moreira. Comunicação e educação: a adoção da libras no contexto
midiático brasileiro. Maceió, AL, 2009. 67 f. : Monografia (Graduação em Jornalismo) -
30
Universidade Federal de Alagoas, Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes,
Maceió, AL, 2009.
SALLES, Heloísa M. M. Lima et. al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos
para uma prática. 2 v. Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos. Brasília, MEC,
SEESP, 2005.
8
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
O estágio curricular deve propiciar a complementação do ensino e da aprendizagem,
através de atividades práticas, pela participação em situações reais de vida e de trabalho na
área de formação do Estudante, realizadas na comunidade em geral ou junto às pessoas
jurídicas de direito público ou privado, sob responsabilidade e coordenação da Instituição de
Ensino. (Lei nº 6494/77 regulamentada pelo Decreto nº 87.497/82, art.2).
Os estágios curriculares classificam-se como obrigatório e não obrigatório,
oficializados através de parcerias com empresas vinculadas à engenharia por meio de
convênios registrados, devendo os mesmos ser planejados, executados, acompanhados e
avaliados em conformidade com os currículos, programas e calendários escolares.
O Estágio Supervisionado obrigatório completa os requisitos para a integralização do
Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária e, terá uma carga horária mínima de 300
(trezentas) horas, podendo ser iniciado a partir do 7º semestre do curso. O desenvolvimento
desta atividade tem destacada importância na formação do Engenheiro Ambiental, pois
possibilita ao aluno a aplicação dos conceitos e informações adquiridas durante o curso,
através da aplicação na prática destes conhecimentos pela vivência do dia-a-dia do
profissional.
A dinâmica do Estágio Supervisionado dar-se-á através da inserção do aluno em
empresas ou órgãos públicos ou privados, que desenvolvam atividades relacionadas à atuação
do Engenheiro Ambiental. Para operacionalização desta atividade, será criada uma
Coordenação de Estágio, vinculada ao Colegiado do Curso, que terá a função de gerenciar
esta atividade através da mediação entre as instituições que estão ofertando vagas para estágio
e os alunos do curso. O Estágio Supervisionado deverá ser desenvolvido com base nas
Resoluções No 11/02 da Câmara de Educação Superior além de alguma Instrução Normativa
que o colegiado possa elaborar e aprovar.
9
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC
O Trabalho de Conclusão de Curso deverá ter um caráter de síntese e integração dos
31
conhecimentos adquiridos ao longo do curso, podendo ser iniciado a partir do 8º semestre do
curso. A regulamentação dar-se-á por Instrução Normativa específica elaborada e aprovada
pelo Colegiado do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária.
Como diretrizes gerais, o aluno deverá apresentar uma proposta a uma banca composta
por três professores que, após análise, emite opinião quanto a sua viabilidade e mérito
aprovando com ou sem ressalvas ou recomendado alterações a serem efetivadas e
apresentadas.
Ao final do processo a monografia é defendida perante uma banca examinadora
composta pelo orientador e dois outros componentes com conhecimentos e atuação em áreas
afins, podendo estes não pertencer ao quadro de professores da UFAL.
10 ATIVIDADES COMPLEMENTARES
10.1 CONCEPÇÃO E COMPOSIÇÃO
O núcleo de atividades complementares terá uma carga horária de 240 (duzentas e
quarenta) horas. As atividades desenvolvidas terão como objetivo complementar à educação
do estudante tanto profissionalmente quanto no aspecto de cidadania e deverão estar
relacionadas ao Ensino, Pesquisa, Extensão Universitária, Representação Estudantil, entre
outras. A oferta deverá ser dinâmica e sempre objetivando proporcionar ao discente o maior
número possível de atividades, como as descritas no Quadro 5. A carga horária não poderá ser
preenchida com um único tipo de atividade, conforme determinado pela Resolução N.o
113/95 do Conselho de Ensino e Pesquisa da UFAL e Instrução Normativa Nº 02 /2012CCEAS, de 08 de Agosto de 2012 (anexado).
Quadro 5. Atividades complementares
Tópicos especiais
Disciplinas de outros cursos da UFAL (disciplinas isoladas)
Programa de monitoria (Resolução Nº 55/2008 - CONSUNI - UFAL)
Programa de Iniciação Científica (PIBIC)
Iniciação Científica com bolsas do CNPq não necessariamente ligadas ao PIBIC,
vinculadas a projetos financiados por diversas agências de fomento como, por exemplo, a
FINEP.
Estágios não obrigatórios (Resolução Nº 71/2006 - CONSUNI/UFAL)
32
Seminários, Congressos e Encontros
Programas de Extensão Universitária
Representação Discente nos diversos níveis de administração da UFAL
Outras atividades desde que atendam a Resolução 113/95 - CEPE - UFAL e sejam
regulamentadas pelo Colegiado do Curso de ENGENHARIA AMBIENTAL E
SANITÁRIA
Programa de tutoria coordenado pelo Colegiado do Curso
Importa neste item destacar a questão da integração entre graduação e pós-graduação.
Atualmente o CTEC conta com quatro programas de pós-graduação, dos quais um está
diretamente associado com a Engenharia Ambiental e Sanitária: mestrado em Recursos
Hídricos e Saneamento (PPGRHS). O mesmo núcleo de professores que participou da criação
do PPGRHS, cujo ano de início das atividades foi 2005, participou também da criação do
curso de Engenharia Ambiental e Sanitária. Este fato contribui para o vínculo das pesquisas e
também para que, nos próximos anos, o interesse dos alunos egressos no PPGRHS aumente.
Grande parte do corpo docente do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária
desenvolve atividades de pesquisa e de ensino de pós-graduação. Dessas atividades, surgem
projetos nas diversas áreas que compõem o curso, favorecendo o desenvolvimento de
iniciação científica por parte dos alunos de graduação.
A maior parte dos projetos possui financiamento de agências de fomento e/ou de
convênios com instituições diversas. Entre outras funções, os recursos são aplicados em
compra de equipamentos de monitoramento de campo e de laboratório, estruturação dos
laboratórios, demais materiais permanentes e de consumo, salas de aulas e de permanência de
alunos e professores e em financiamentos de bolsas de mestrado e de iniciação científica,
permitindo aos alunos de graduação uma importante troca de informações com os alunos da
pós-graduação. Os alunos têm a oportunidade de desenvolver, de forma conjunta, seus
trabalhos de iniciação científica como suporte para os trabalhos de mestrado.
O resultado da estreita relação entre a graduação e a pós-graduação é o crescimento
dos alunos de graduação que têm a oportunidade de participação em eventos científicos
diversos, publicação de artigos científicos, além de permitir um bom conhecimento a respeito
da possibilidade de seguir a pós-graduação.
Atividades desenvolvidas pelos alunos de pós-graduação, como estágio em docência e
participação em trabalhos de conclusão de curso, contribuem para o fortalecimento da relação
com os alunos de graduação.
33
10.2 PROGRAMAS DE APOIO
10.2.1 Divulgação do Curso Junto às Escolas do 2o Grau
O Colegiado do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária proporcionará a
divulgação do curso junto às escolas do 2o grau em Maceió através de palestras nas próprias
escolas ou na sede do curso. Destaca-se o projeto CEENGE (Conhecer e Experimentar
Engenharia) que deverá ser iniciado no ano de 2009 e trará ao ambiente universitário alunos
da rede pública de ensino.
10.2.2 Curso de Nivelamento
O Colegiado promove curso de nivelamento tendo por objetivo orientar os recém
ingressos de Engenharia Ambiental e Sanitária tanto no que se refere à UFAL e ao CTEC,
como também aprender a estudar durante o curso. Durante o curso são ministradas aulas de
resolução de problemas de física e matemática, que facilitarão a adaptação dos discentes aos
conteúdos do núcleo básico. Seus objetivos imediatos consistem em:
• Promover a integração destes alunos entre si e com os demais do corpo discente, com
os docentes do curso, de forma a incentivá-los a participar das várias atividades
desenvolvidas pela Universidade;
• Mostrar a estrutura acadêmica e administrativa da Universidade;
• Apresentar informações sobre a matriz curricular do curso, Colegiado do Curso,
Centro Acadêmico e Programas de iniciação científica da UFAL;
• Avaliar e complementar os conhecimentos destes alunos nas matérias matemática e
física;
• Enfatizar a importância das matérias básicas para a formação profissional.
10.2.3 Programa de Orientação Acadêmica – PROA
O programa de orientação acadêmica do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da
UFAL terá como objetivo promover uma melhoria no desempenho acadêmico dos alunos
através de um processo de acompanhamento e orientação exercido por professores
selecionados, denominados ORIENTADORES ACADÊMICOS. Seus objetivos imediatos
consistem em:
• proporcionar uma melhor integração do aluno iniciante ao curso e ao ambiente
34
universitário;
• conscientizar o aluno da importância das disciplinas básicas para sua formação e para
compreensão dos conteúdos das disciplinas profissionalizantes;
• orientar o aluno na escolha de disciplinas e nos modos de estudá-las;
• detectar eventuais deficiências do aluno e procurar corrigi-las;
• acompanhar o desempenho do aluno em todas as disciplinas cursadas durante o
período da orientação acadêmica;
• reduzir o índice de reprovação e a evasão, frequentes no início do curso;
• motivar o aluno a desenvolver as atividades do curso;
• garantir a melhoria na qualidade do curso.
Os orientadores acadêmicos devem ser escolhidos entre os professores do curso de
Engenharia Ambiental e Sanitária que:
• tenham como característica a boa relação com os alunos;
• apresentem grande motivação pelo trabalho acadêmico;
• apresentem disponibilidade de tempo para o exercício da orientação acadêmica.
A escolha dos orientadores acadêmicos é feita pelo professor da disciplina introdutória
do curso (Engenharia e Sistemas Ambientais), em conjunto com o Colegiado do Curso, dentre
os professores com as características acima e, preferencialmente, que não lecionem disciplinas
no primeiro semestre do curso.
10.2.4 Monitoria
O programa de monitoria da UFAL é disciplinado pelo conjunto de normas
estabelecidas na Resolução Nº 55/2008-CONSUNI/UFAL, de 10 novembro 2008, construída
com a participação ativa do Fórum dos Colegiados de Curso da UFAL.
São objetivos do Programa de Monitoria da UFAL, de acordo com o Art. 5º da
resolução do tema:
I - despertar no segmento discente o interesse pela docência, estimulando o
desenvolvimento de habilidades relacionadas ao seu exercício;
II - promover a melhoria do ensino de graduação através da interação dos monitores
com os segmentos docente e discente;
III - compreender a Ética como princípio que perpassa a formação da docência;
IV - criar condições para o monitor aprofundar seus conhecimentos na disciplina/área,
objeto do processo seletivo, em conformidade com o Projeto Pedagógico de cada Curso;
35
V - auxiliar o professor em suas atividades acadêmicas de ensino, associadas com a
pesquisa e a extensão.
Cada Unidade Acadêmica terá seu Plano de Monitoria com um Professor
Coordenador. Os roteiros de atividades deverão atender aos programas das respectivas
disciplinas, setores, ou áreas do conhecimento dos cursos de graduação.
A novidade é que os planos não precisam estar restrito a disciplinas específicas. O
Monitor poderá atender a áreas e setores de conhecimento, o que para o Curso de
ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA é de fundamental importância, dada a
interdisciplinaridade que o curso tem que buscar.
Toda a dinâmica do processo de monitoria fica sob a supervisão das Unidades
Acadêmicas, através do coordenador de monitoria e da PROGRAD.
São atribuições do Monitor, segundo o Art. 23 da resolução concernente ao tema:
I - auxiliar o professor na realização de trabalhos práticos e experimentais, preparar
material didático, atender a alunos, e outras atribuições de acordo com o Roteiro de
Atividades ao qual esteja vinculado;
II - interagir com docentes e discentes favorecendo a articulação dessas categorias;
III - avaliar o desenvolvimento do seu Roteiro de Atividades em interação com o seu
orientador.
Desde a criação do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária, o programa de
monitoria tem sido a porta de entrada de muitos alunos no ambiente de pesquisa. Alunos com
bom desempenho acadêmico e bom desempenho como monitor, são frequentemente
associados a projetos de pesquisa como bolsista de iniciação científica.
10.2.5 Programa de Educação Tutorial – PET
Criado e implantado em 1979 pela CAPES, o PET – outrora chamado de Programa
Especial de Treinamento e, atualmente, Programa de Educação Tutorial – é um Programa
acadêmico direcionado a alunos regularmente matriculados em cursos de graduação. Eles são
selecionados pelas IES (Instituições de Ensino Superior) que participam do Programa e se
organizam em grupos, recebendo orientação acadêmica de Professores-Tutores. O PET
objetiva envolver os estudantes que dele participam num processo de formação integral,
propiciando-lhes uma compreensão abrangente e aprofundada de sua área de estudos.
São objetivos deste Programa: a melhoria do ensino de graduação, a formação
acadêmica ampla do aluno, a interdisciplinaridade, a atuação coletiva e o planejamento e a
execução, em grupos sob tutoria, de um programa diversificado de atividades acadêmicas.
36
O PET oferece bolsas de valor mínimo (atualmente, R$ 360,00, equivalente à política
nacional de bolsas de iniciação científica a graduandos) a grupos de até 12 estudantes de
graduação selecionados em qualquer curso universitário autorizado. Para abrir um grupo PET,
é necessário que a universidade encaminhe um pedido ao MEC. Os grupos se reúnem
regularmente sob a orientação de um professor responsável, denominado Tutor, que deve
coordenar as atividades. Os integrantes, denominados "petianos", são obrigados a desenvolver
projetos e trabalhos em pesquisas, ensino e extensão. Por isso, PET funciona também como
um programa de preparação para a carreira acadêmica.
Com a divulgação do Edital nº 9 - PET 2010, foi elaborada uma proposta para a
efetivação do grupo, de acordo com o formato do PET/MEC/SESu. A proposta contou com a
coordenação do Prof. Christopher Souza, além da parceria dos diversos professores do curso
de Engenharia Ambiental e Sanitária da Unidade Acadêmica. A proposta do PET Engenharia
Ambiental e Sanitária concorreu às trinta vagas as quais se enquadrava a instituição e o curso,
obtendo a 3a maior nota (94/100) no lote de instituições que contavam com 5 ou mais PETs.
Após a homologação como grupo PET, foi divulgado o edital do processo seletivo de
até doze novos bolsistas. A comissão de seleção foi composta por:
Prof. Christopher Freire de Souza – Coordenador da Proposta
Profa. Cleuda Custódio Freire
Prof. Eduardo Lucena Cavalcante
Prof. Marllus Gustavo Ferreira Passos das Neves
Prof. Vladimir Caramori Borges de Souza - Tutor do Grupo
Arthur Piatti Oticica de Paiva - PET Engenharia Civil – UFAL
A primeira seleção foi realizada com 25 inscritos e consistiu em entrevista oral e
escrita com a comissão, sendo observados e garantidas as regulamentações do programa bem
como do Manual de Orientações Básicas do PET. Ao fim da seleção foi divulgada a lista dos
doze primeiros bolsistas.
Site: http://www.pet.ufal.br/petambiental/index.html
10.2.6 Avaliação de Desempenho Discente
Atividade desenvolvida pela coordenação do curso juntamente com o PET. A
avaliação de aprendizado será feita de forma progressiva durante o desenvolver do curso,
visando fundamentalmente verificar o aprendizado gradual e quais as externalidades que
influenciaram os resultados esperados. Os tipos das atividades de avaliação compreenderão
37
testes (objetivo, subjetivo, oral, de laboratório, etc.), relatórios individuais, relatórios de grupo
e seminários.
Nessa perspectiva, a avaliação alicerça sempre o seu alvo na formação de um
profissional eficiente, consciente e responsável. A operacionalização da avaliação ocorrerá
conforme a resolução que trata das normas referentes à implantação e funcionamento do
regime acadêmico semestral nos cursos de graduação da Universidade Federal de Alagoas.
10.2.7 Programa Especial de Capacitação Discente (PEC)
Programa Especial de Capacitação Discente (PEC) é programa de apoio aos cursos de
engenharia civil, química, ambiental e de petróleo da Universidade Federal de Alagoas
(UFAL), voltado para alunos de graduação desses cursos que realizam pesquisa e buscam, sob
a orientação de um coordenador docente uma formação acadêmica mais completa, através de
experiências vividas em grupo.
Dentre muitos objetivos, o PEC visa unir discentes dos cursos de Engenharia do
Centro de Tecnologia da UFAL (CTEC) envolvidos em pesquisa, buscando a interação e a
troca de experiências entre os mesmos, contribuindo, assim, positivamente com a formação de
seus membros e ajudando a desenvolver os cursos do CTEC para os futuros alunos.
O programa foi fundado por alunos de engenharia civil com o apoio de alguns
professores e desde 2001 é reconhecido pela Unidade Acadêmica onde atua. Em 2009, com o
visível desenvolvimento do grupo, foi idealizada e concretizada a ideia de expansão do PEC
para as demais engenharia do CTEC. Atualmente o PEC é formado por um professor e
dezessete alunos, sendo nove de Engenharia Civil, três de Engenharia Química e cinco de
Engenharia Ambiental.
A cada dia o PEC vem se fortalecendo no cenário acadêmico, mérito dos seus
membros que já foram premiados com excelência acadêmica em congressos regionais,
nacionais e internacionais. Além de ter um ótimo histórico de aprovações em programas de
pós-graduação, até o momento 100%, em instituições como UFPE, USP, UFRJ, IME, PUCRio, além da própria UFAL, tendo alguns membros conseguido o primeiro lugar na seleção.
Ainda no quadro de conquista o PEC apresenta alguns ex-membros como atuais professores
da UFAL, repassando as experiências para os novos alunos. O processo seletivo ocorre nos
meses de setembro/outubro de cada ano, tendo como exigência o envolvimento do aluno em
iniciação científica.
Site:
http://www.ctec.ufal.br/pec/
38
10.2.8 CONECTE
O Congresso de Engenharia, Ciência e Tecnologia (CONECTE) é realizado no Centro
de Tecnologia (CTEC) a partir dos esforços conjuntos de alunos do Programa Especial de
Capacitação Discente – PEC e professores, com o objetivo de exibir os trabalhos de iniciação
científica que estão sendo desenvolvidos na Unidade Acadêmica e abrir um espaço de
discussão para os temas abordados.
O crescimento do Congresso pode ser medido pelo número de inscrições. No ano de
2008 foram 300 participantes; no ano de 2009, 513 inscritos, entre graduandos e pósgraduandos, além de 171 trabalhos de pesquisa a serem apresentados. Outra característica é a
ampliação de participantes de outras instituições, como CEFET (Centro Federal de Educação
Tecnológica de Alagoas e o CESMAC (Centro de Estudos Superiores de Maceió).
Os alunos do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária são incentivados a participar
do evento desde o primeiro semestre de curso, através da disciplina Metodologia Científica.
Diversos alunos têm apresentado seus trabalhos de iniciação científica, à medida que o
curso cresce em número de bolsistas.
10.2.9 Empresa Júnior – PROTEQ Junior
Criada em 2011 a Empresa Júnior de Engenharia Química e Ambiental – PROTEQ JR
tem como objetivo prestar serviços de Engenharia Ambiental e Sanitária, dando oportunidade
aos estudantes e professores meios de aprimorar e aplicar os conhecimentos adquiridos e
desenvolvidos na Universidade Federal de Alagoas. Além disso, é preocupação constante dos
que fazem a EJ formar agentes de transformação visando gerar profissionais melhor
qualificados, elevando o nome da Universidade Federal de Alagoas, através da satisfação da
sociedade e desta forma atender com eficiência nossos clientes internos e externos. O
componente da Empresa Júnior tem a oportunidade de colocar em prática toda a teoria
aprendida em sala de aula, participando da elaboração de projetos em todas as áreas do curso,
além de aprender a negociar contratos com clientes e administrar diariamente uma empresa.
Alunos da graduação podem participar da empresa desde o primeiro ano acadêmico atuando
nos contatos com clientes, organização de eventos e processos administrativos, além de
participar de equipes de projetos para obter noção do desenvolvimento dos trabalhos. O
estudante, a medida que avança no curso de graduação, aplica as matérias aprendidas na
elaboração de projetos e com isso obtém prática, desenvoltura, experiência e motivação para
39
se aperfeiçoar nas matérias do curso. Durante o período que o estudante permanece como
membro da empresa, ele participa de cursos como: Introdução ao Marketing Empresarial e
Gestão da Qualidade Total para Micro e Pequenas Empresas. Destaca-se ainda a participação
desses em feiras expositoras em nível nacional e eventos políticos como: Semana do
Engenheiro; Eleições dentro da universidade e assinaturas de convênios entre empresas e
universidade para desenvolvimento de projetos que ajudam a suprir as necessidades de
comunidades carentes.
•Missão
"Contribuir para o desenvolvimento do setor industrial no estado proporcionando aos clientes
serviços inovadores e projetos qualificados de consultoria nas áreas de engenharia,
respeitando sempre o meio ambiente.
•Visão
"Atuar no mercado visando o desenvolvimento pessoal e profissional, servindo como
referência em Alagoas nas áreas nas quais atuamos."
•Valores
Empreendedorismo;
Profissionalismo;
Inovação;
Qualidade;
Trabalho em equipe;
Flexibilidade com membros e clientes.
Site: http://www.proteqjr.com.br
11 AVALIAÇÃO
A auto-avaliação vem se consolidando na UFAL e mesmo antes das determinações
oriundas da Lei 10.861/04, que criou o SINAES, já era prática comum observada em todos os
cursos de graduação. No momento, as ações visando à avaliação dos cursos se orientam pelas
normatizações oriundas da Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior e pelas
Linhas Prioritárias de Ação das Unidades Acadêmicas que compõem a estrutura
administrativa da UFAL.
40
Assim, o processo de avaliação do PPC do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária
é conduzido, segundo as normas da CONAES por uma comissão representativa dos diferentes
segmentos da comunidade acadêmica, com predomínio de docentes, e participação da
sociedade civil, identificada no Projeto de Auto-avaliação da UFAL como Comissão de Autoavaliação – CAA e ainda, pelas normas internas, o Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária
é avaliado sistematicamente a cada semestre letivo através de instrumentos diversos pelos
docentes e discentes, que se expressam sobre a condução do Projeto Pedagógico do Curso. Os
dados computados são organizados e analisados pela Comissão de Auto-Avaliação – CAA e
encaminhados após discussão para a Comissão Própria de Avaliação da UFAL – CPA/UFAL.
A avaliação do PPC de Engenharia Ambiental e Sanitária insere-se, portanto, na
avaliação institucional como parte integrante do planejamento. A avaliação institucional aqui
referida engloba todas as modalidades parciais de avaliação, em que todos devem ser
avaliadores e avaliados ao mesmo tempo.
O processo de avaliação do Projeto Pedagógico do referido curso será permanente e
contínuo, sendo de suma importância sua implementação para aferir o sucesso do novo
currículo para o curso, como também para certificar-se de alterações futuras que venham a
melhorar este projeto.
Os mecanismos a serem utilizados na sistematização da avaliação do curso deverão
permitir integrar as dimensões da avaliação institucional e da avaliação do desempenho
acadêmico – ensino e aprendizagem - de acordo com as normas vigentes, viabilizando uma
análise diagnóstica e formativa durante o processo de implementação do referido projeto.
Serão utilizadas estratégias que possam efetivar a discussão ampla do projeto, mediante um
conjunto de questionamentos previamente ordenados que busquem encontrar suas
deficiências, se existirem. O Curso será avaliado não só pela comunidade acadêmica interna,
mas também pela sociedade através da ação/intervenção docente/discente expressa na
produção e nas atividades concretizadas no âmbito da extensão universitária em parceria com
outras instituições e, particularmente, com as que viabilizam os estágios curriculares
obrigatórios e não obrigatórios.
O roteiro proposto pelo INEP/MEC para avaliação das condições de ensino também
servirá de instrumento para avaliação, sendo o mesmo constituído pelos seguintes tópicos:
1. Organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto do curso,
atividades acadêmicas articuladas ao ensino da graduação;
2. Corpo docente: formação profissional, condições de trabalho, atuação e
desempenho profissional;
3. Infra-estrutura: instalações gerais, biblioteca, instalações e laboratórios específicos.
41
A avaliação do desempenho docente será efetivada pelos alunos/disciplinas fazendo
uso de formulário próprio e de acordo com o processo de avaliação institucional.
Ainda são considerados aspectos importantes sujeitos a avaliação o acompanhamento
do fluxo do curso considerando os índices de evasão, repetência e conclusão de curso.
O Formulário de Reconhecimento de curso foi preenchido no ano de 2010, após esse
período houve um avanço considerável em alguns itens abordados no instrumento de
avaliação do INEP/MEC, sendo assim segue anexado (15.10) a atualização do referido
formulário.
12 EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS
12.1 DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
Código: EAMB001
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Cálculo 1
Ano: 1º
Semestre: 1º
Ementa: Funções e gráficos. Limite e continuidade. A derivada e a derivação. Valores
extremos de funções. Técnicas de construção de gráficos. A diferencial. Integração e a
integral definida.
Bibliografia específica:
• LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra,
1994. 2v. ISBN v.1 8529400941: (Broch).
• STEWART, James; PATARRA, Cyro de Carvalho (Trad.) Cálculo. 4. ed. São Paulo:
Pioneira, 2001. 2v. ISBN 8521103268: (Broch.)
• STEWART, James; PATARRA, Cyro de Carvalho (Trad.) Cálculo. 5. ed. São Paulo:
Pioneira, 2001. 2v. ISBN 8521103268: (Broch.)
• STEWART, James; PATARRA, Cyro de Carvalho (Trad.) Cálculo. 6. ed. São Paulo:
Pioneira, 2001. 2v. ISBN 8521103268: (Broch.)
• SIMMONS, George Finlay. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: Pearson
Makron Books, c1987. 1v. ISBN 0074504118: (Broch.)
• THOMAS, George Brinton; FINNEY, Ross L.. Calculo diferencial e integral. Rio de
Janeiro: Livros Tecnicos e Cientificos, 1982. 2v. ISBN 8521601719: (Broch.)
Bibliografia complementar:
• ÁVILA, Geraldo. Cálculo: das funções de uma variável. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2003. 3v. ISBN 8521613709: (Broch.)
• BOULOS, Paulo. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: Pearson Makron Books,
c1999. v. ISBN 853461041X (broch.).
• GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
4v. ISBN 8521611994 : (Broch.)
• GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
4 v.
42
•
•
GONÇALVES, Mirian Buss; FLEMMING, Diva Marilia. Cálculo A: funções, limite,
derivação e integração. 6. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2006. 448 p. ISBN
857605115X: (Broch.)
MUNEM Mustafa A; FOULIS, David J.; CORDEIRO, André Lima (Trads). Cálculo.
Rio de Janeiro: LTC, c1982. 2v. ISBN 8521610548 (v.1) : 85216
Código: EAMB002
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Introdução a Computação
Ano: 1º
Semestre: 1º
Ementa: Introdução histórica e desenvolvimento dos computadores. Introdução à
organização dos computadores: Arquitetura, Sistemas Operacionais e Compiladores.
Algoritmos Estruturados e Estruturas de Dados. Linguagens de Programação: Teoria e
Prática em Laboratório.
Bibliografia específica:
•
•
•
•
•
FEDELI, Ricardo Daniel; POLLONI, Enrico Giulio Franco; PERES, Fernando
Eduardo. Introdução à ciência da computação. 2. ed. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2010. 250 p. ISBN 9788522108459 (broch.).
FORBELLONE, Andre Luiz Villar; EBERSPACHER, Henri Frederico. Lógica de
programação. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 2000. 197p. ISBN 8534611246 :
(Broch.)
LOPES, Anita; GARCIA, Guto. Introdução à programação: 500 algoritmos
resolvidos. Rio de Janeiro: Campus, 2002. 469 p.CD-ROM ISBN 8535210199 (broch.)
HANSELMAN, Duane; LITTLEFIELD, Bruce. MATLAB 5: versão do estudante:
guia do usuário. São Paulo: Makron Books, 1999. 413p. ISBN 8534610584 : (Broch.)
SIPSER, Michael. Introdução à teoria da computação. São Paulo: Thomson
Learning, 2007. xxi, 459 p. ISBN 9788522104994 : (Broch.)
Bibliografia complementar:
• ALMEIDA, E.S. Uma Introdução ao MATLAB. Maceió – AL: Departamento de
Tecnologia da Informação – TCI/CCEN/UFAL, 2001.
• BARMES, David J; KÖLLING, Michael. Programação orientada a objetos com
Java: uma introdução prática usando o BlueJ. 4. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice
Hall, c2009.. 455 p. ISBN 9788576051879 (broch.).
• DALTRINI, Beatriz Mascia; JINO, Mário; MAGALHÃES, Leo Pini. Introdução a
sistemas de computação digital. São Paulo: Makron Books, c1999. 239p. ISBN
8534609861 : (Broch.)
• FARRER, Harry. Algoritmos estruturados: programação estruturada de
computadores. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. 284p. ISBN 8521611803 : (Broch.)
• HOPCROFT, John E.; MOTWANI, Rajeev; ULLMAN, Jeffrey D.; SOUZA,
Vanderberg D. de (Trad.). Introdução à teoria de autômatos, linguagens e
computação. Rio de Janeiro: Campus, c2002. 560 p. ISBN 8535210725 : (Broch.)
• LAGES, E.N., Introdução ao MATLAB. Maceió – AL: Departamento de Engenharia
Estrutural – EES/CTEC/UFAL, 1999.
• LAGES, E.N., MATLAB – Versão Estudante – Guia de Instalação. Maceió – AL:
43
Código: EAMB002
Disciplina: Introdução a Computação
Departamento de Engenharia Estrutural – EES/CTEC/UFAL, 1999.
Código: EAMB003
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Geometria Analítica
Ano: 1º
Semestre: 1º
Ementa: Vetores. Vetores no R2 e no R3. Produtos de vetores. A reta. O plano. Distâncias.
Cônicas. Superfícies quadráticas.
Bibliografia específica:
• BOULOS, P.; CAMARGO, I. Geometria analítica: um tratamento vetorial. Prentice
Hall Brasil, 2004.
• EDWARDS, C. H; PENNEY, David E.. Cálculo com geometria analítica. 4. ed. Rio
de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1997 3v. ISBN 8570540663 : (Broch.)
• LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra,
1994. 2v. ISBN v.1 8529400941 : (Broch).
• REIS, Genésio Lima dos; SILVA, Valdir Vilmar da. Geometria analítica. 2. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 1996 il. ISBN 9788521610656 : (Broch.)
• STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Geometria analítica. Makron Books, 1987.
• SIMMONS, George Finlay. Cálculo com geometria analítica. Pearson Makron Books,
c1987. 2v. ISBN 9780074504116 (broch.) .
Bibliografia complementar:
• MUNEM, Mustafa A; FOULIS, David J.; CORDEIRO, André Lima (Trads). Cálculo.
Rio de Janeiro: LTC, c1982. 2v. ISBN 8521610548 (v.1) : 85216
• SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. Makron
Books, c1995. 2v. ISBN 8534603081 : (Broch. ).
• EFIMOV, N. V. Elementos de geometria analítica. ISBN (Broch.)
• THOMAS JR, George B. Cálculo e geometria analítica. ISBN 8521605498 : (Broch.)
• THOMAS, George Brinton. Cálculo e geometria analítica. 1988. 2v) ISBN
852160548X.
• LIMA, Elon Lages; CARVALHO, Paulo Cezar P. Coordenadas no plano com as
soluções dos exercício: geometria analítica, vetores e transformações geométricas. 4.
ed. Rio de Janeiro: SBM, c2002. 329p. (Professor de matemática) ISBN 8585818042 :
(Broch.)
Código: EAMB004
Carga horária semestral: 30 h
Disciplina: Metodologia Científica
Ano: 1º
Semestre: 1º
Ementa: Aspectos gerais da vida universitária. Técnicas para eficiência nos estudos. O
44
Código: EAMB004
Disciplina: Metodologia Científica
conhecimento. A ciência. O método científico. A pesquisa científica. O discurso científico.
As publicações científicas. Os trabalhos acadêmicos. Normas técnicas. Técnicas para
apresentação de trabalhos.
Bibliografia específica:
• BASTOS, Cleverson Leite; KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: introdução à
metodologia científica. 18. ed. Petrópolis: Vozes, 2005. 111p. ISBN 8532605869 :
(Broch.)
• CONSTRUINDO o saber: metodologia científica : fundamentos e técnicas. 18. ed.
Campinas, SP: Papirus, 2007. 175p. ISBN 8530800710 : (Broch.)
• GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas,
2010. 184 p. (edições 3, 4 e 5)
• GUEDES, Enildo Marinho. Curso de metodologia científica. 2. ed. Curitiba: HD
Livros, 2000. 224 p. ISBN 8587273027 : (Broch.)
• KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e
iniciação à pesquisa. 27. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, c2002. 182 p. ISBN 9788532618047
(broch.).
• LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia
científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005 315 p. ISBN 8522440158 : (Broch.)
• MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de
metodologia científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010 297p. ISBN 9788522457588
(broch.).
• RUIZ, João Álvaro. Metodologia cientifica: guia para eficiência nos estudos. 6 ed. São
Paulo: Atlas, 2006. 180 p. ISBN 852244482 : (Broch.)
Bibliografia complementar:
• BARROS, Aidil Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza.
Fundamentos de metodologia científica. 3. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2007 158 p. : ISBN 9788576051565 : (Broch.)
• CARVALHO, Maria Cecilia M. de ((org.)). Construindo o saber: metodologia
científica : fundamentos e técnicas. 19. ed. Campinas, SP: Papirus, 2008. 175 p. ISBN
8530800710 : (Broch.)
• MACEDO, Neusa Dias de. Iniciação a pesquisa bibliografica: guia do estudante para
a fundamentação do trabalho de pesquisa. 2. ed. rev. São Paulo: Unimarco: Loyola,
1996. 69 p ISBN 8515011328 : (Broch.)
• PINTO, Danilo Pereira; NASCIMENTO, Jorge Luiz do ((org.)). Educação em
engenharia: metodologia. São Paulo: Mackenzie, c2002. 295 p. ISBN 8587739441 :
(Broch.)
• RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa cientifica. 10. ed.
Petrópolis, RJ: Vozes, 1985. 121p. ISBN (Broch.), (Enc.).
• SANTOS, L.B. Metodologia científica: uma abordagem direcionada aos cursos de
engenharia. Notas de aula. Maceió, AL: Centro de Tecnologia da Universidade Federal
de Alagoas, 2007.
Código: EAMB005
Disciplina: Química Ambiental 1
45
Código: EAMB005
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Química Ambiental 1
Ano: 1º
Semestre: 1º
Ementa: Introdução à química ambiental relacionando a química com as questões
ambientais. Estudo da química geral, abordando a matéria, grandezas químicas e suas
unidades, moléculas, íons e compostos, equações químicas e suas reações, soluções,
estequiometria, ácidos, bases, sais e relações entre grandezas para gases.
Bibliografia específica:
• BRADY, James E.; HUMISTON,Gerard E. Química geral. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC,
c1986. 2. v. ISBN 8521604491 : (Broch.)
• MAIA, Daltamir Justino; BIANCHI, J. C. de A. Química geral: fundamentos. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, c2007. x, 436 p. ISBN 9788576050513 : (Broch.)
• KOTZ, John C; TREICHEL, Paul M. Química geral e reações químicas. Rio de
Janeiro: Thomson, 2005. 1 v: ISBN 8522104271 : (Broch.)
• KOTZ, John C; TREICHEL, Paul M. Química geral e reações químicas. Rio de
Janeiro: Thomson, 2005. 2. v. 1. ISBN 8522104271 : (Broch.)
• SAWYER, Clair N; MCCARTY, Perry L; PARKIN, Gene F. Chemistry for
environmental engineering and science. 5th ed. New Delhi: McGraw-Hill, c2003.
752 p. (The McGraw-Hill eries in civil and environmental engineering.Water resources
and environmental engineering) ISBN 0070532443 : (Enc.)
• RUSSELL, John Blair; BROTTO, Maria Elizabeth ((coord.)). Química geral. 2. ed.
São Paulo: Makron Books, c1994. 2. v. ISBN 8534601925 : (Broch. : )
Bibliografia complementar:
• MAIA, Daltamir Justino; BIANCHI, J. C. de A. Química geral: fundamentos. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, c2007. x, 436 p. ISBN 9788576050513 : (Broch.)
• CHANG, Raymond. Química geral: conceitos essenciais. 4. ed. São Paulo: McGrawHill, c2006. xix, 778 p. ISBN 9788563308047 (broch.).
• MASTERTON, William L.; SLOWINSKI, Emil J.; STANITSKI, Conrad L. Princípios
de química. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, c1990. 681p. ISBN 8521611218 : (Broch.)
• PIVELI, R.P.; KATO, M.T. Qualidade das Águas e poluição: Aspectos FísicoQuímicos. ABES, 2006.
• ROSENBERG, Jerome Laib; EPSTEIN, Lawrence M. Teoria e problemas de química
geral. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2003. 368 p. (Schaum) ISBN 9788536301808 :
(Broch.)
• WEIL, J.-H. Bioquímica geral. 2. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2000.
787 p. (Manuais universitários) ISBN 972310847X : (Broch.)
Código: EAMB006
Carga horária semestral: 30 h
Disciplina: Laboratório de Química Ambiental 1
Ano: 1º
Semestre: 1º
Ementa: Equipamentos, materiais e técnicas básicas de laboratório; reparação de soluções;
Titrimetria; Gravimetria.
Bibliografia específica:
• HARRIS, Daniel C. Análise química quantitativa. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, c2008.
868 p. : ISBN 9788521616252 : (Broch.)
46
Código: EAMB006
Disciplina: Laboratório de Química Ambiental 1
• JEFFERY, G.H.; BASSETT, J.; MENDHAM, J.; DENNEY, R.C. VOGEL. Análise
Química Quantitativa. LTC Editora.
• MORITA, Tokio; ASSUMPÇÃO, Rosely Maria Viegas. Manual de soluções,
reagentes e solventes: padronização, preparação, purificação, indicadores de segurança
descarte de produtos químicos. 2. ed. São Paulo: Blucher, 2007. 675 p. ISBN
9788521204145 : (Broch.)
• VOGEL, Arthur Israel; JEFFERY, G. H. Análise química quantitativa. 5.ed. Rio de
Janeiro: LTC, 1992.. 712 p. : ISBN 8221610874 : (Broch.)
• VOGEL, Arthur Israel; MENDHAM, John. Análise química quantitativa. 6. ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2002. xviii, 462 p. : ISBN 8521613113 : (Broch.)
Bibliografia complementar:
• BARROS NETO, Benício; SCARMINIO, Ieda Spacino; BRUNS, Roy Edward. Como
fazer experimentos: pesquisa e desenvolvimento na ciência e na indústria. 4.ed. Porto
Alegre: Bookman, 2010. 413p. ISBN 9788526807532 (Broch.).
• CARVALHO, P.R. Boas Práticas Químicas em Biossegurança. Editora Interciência.
• CHANG, Raymond. Química geral: conceitos essenciais. 4. ed. São Paulo: McGrawHill, c2006. xix, 778 p. ISBN 9788563308047 (broch.).
• FERRAZ, F.C.; FEITOZA, A.C. Técnicas de Segurança em Laboratórios: Regras e
Práticas. Editora Hemus.
• LENZI, E.; et al. Química Geral Experimental. Freitas Bastos Editora.
• MATEUS, Alfredo Luis. Química na cabeça. Belo Horizonte: UFMG, 2001. 127 p. :
ISBN 8570412916 : (Broch.)
• ROCHA-FILHO, R.C.; SILVA, R.R. Cálculos Básicos da Química. EdUFSCar.
Código: EAMB007
Carga horária semestral: 80 h
Disciplina: Engenharia e Sistemas Ambientais
Ano: 1º
Semestre: 1º
Ementa: Metodologia Cientifica e Tecnológica. Comunicação e Expressão. Introdução aos
sistemas ambientais e a engenharia. Caracterização dos sistemas ambientais. Necessidade
de intervenção sobre os sistemas ambientais. Relações entre engenharia e sistemas
ambientais. Estruturação do curso (relações entre as disciplinas e entre as disciplinas e as
atividades do Engenheiro Ambiental.
Bibliografia específica:
• BAZZO, Walter Antonio; PEREIRA, Luiz Teixeira do Vale. Introdução à
engenharia. 4. ed. Florianópolis: UFSC, 1996. 271 p. (Série Didática)
• BRAGA, Benedito. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2005. 318 p. ISBN 8576050412: (Broch.)
• ENGENHARIA SANITÁRIA. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Engenharia
Sanitária e Ambiental,1962-. Trimestral. ISSN 0423-1279 (Periodicos)
• LEME, Francílio Paes. Engenharia do saneamento ambiental. ISBN 8521601646
• ZULAUF, Werner E. A ideologia verde e outros ensaios sobre o meio ambiente. São
Paulo: Geração Editorial, 1995. 354 p. ISBN (Broch.)
Bibliografia complementar:
47
•
•
•
•
•
DUL, Jan; WEERDMEESTER, Bernard. Ergonomia prática. 2. ed. Edgard Blucher,
2004. xi,137p ISBN 8521203490 (broch.).
PINTO, Danilo Pereira; NASCIMENTO, Jorge Luiz do ((org.)). Educação em
engenharia: metodologia. São Paulo: Mackenzie, c2002. 295 p. ISBN 8587739441 :
(Broch.)
SEWELL, Granville H. Administração e controle da qualidade ambiental. EPU,
1978. xii, 295 p. ISBN 8512490101 : (Broch.).
TELLES, Pedro Carlos da Silva. História da Engenharia no Brasil: do século XVI ao
XIX. v.1
TELLES, Pedro Carlos da Silva. História da Engenharia no Brasil: Século XX. v.2.
Código: EAMB008
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Cálculo 2
Ano: 1º
Semestre: 2º
Ementa: A Integral indefinida. Logaritmos e exponenciais; Funções trigonométricas e
funções trigonométricas inversas. Funções hiperbólicas. Técnicas de integração.
Aplicações da integral. Coordenadas polares. Integrais impróprias. Fórmula de Taylor.
Seqüências e séries infinitas.
Bibliografia específica:
• EDWARDS, C. H; PENNEY, David E.. Cálculo com geometria analítica. 4. ed. Rio
de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1997 3v. ISBN 8570540663 : (Broch.)
• LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra,
1994. 2v. ISBN v.1 8529400941 : (Broch.
• STEWART, James; PATARRA, Cyro de Carvalho (Trad.) Cálculo. 4. ed. São Paulo:
Pioneira, 2001. 2v. ISBN 8521103268 : (Broch.)
• SIMMONS, George Finlay. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: Pearson
Makron Books, c1987. 1v. ISBN 0074504118 : (Broch.)
• THOMAS, George Brinton; FINNEY, Ross L.. Calculo diferencial e integral. Rio de
Janeiro: Livros Tecnicos e Cientificos, 1982. 2v. ISBN 8521601719 : (Broch.)
Bibliografia complementar:
•
ÁVILA, Geraldo. Cálculo: das funções de uma variável. 7. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2003. 3v. ISBN 8521613709 : (Broch.)
•
BOULOS, Paulo. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: Pearson Makron
Books, c1999. v. ISBN 853461041X (broch.).
•
GONÇALVES, Mirian Buss; FLEMMING, Diva Marilia. Cálculo A: funções,
limite, derivação e integração. 6. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2006. 448 p. ISBN
857605115X: (Broch.)
•
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC,
2000. 4v. ISBN 8521611994 : (Broch.)
•
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC,
2001. 4 v.
•
MUNEM, Mustafa A; FOULIS, David J.; CORDEIRO, André Lima (Trads).
Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, c1982. 2v. ISBN 8521610548 (v.1) : 85216
Código: EAMB009
Disciplina: Álgebra Linear
48
Código: EAMB009
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Álgebra Linear
Ano: 1º
Semestre: 2º
Ementa: Matrizes. Determinantes. Sistemas de Equações Lineares. Espaços Vetoriais.
Espaços Vetoriais Euclidianos. Transformações Lineares. Vetores Próprios e Valores
Próprios. Formas Quadráticas.
Bibliografia específica:
• BOLDRINI, José Luiz. Ágebra linear. 3. ed. amp. e rev. São Paulo: Harbra, c1986.
411p. ISBN 8529402022 : (Broch.)
• JÄNICH, Klaus. Álgebra linear. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos e Cientificos, 1998.
198 p. ISBN 8521611390 : (Broch.)
• LANG, Serge. Álgebra linear. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2003. 405p.
(Clássicos da matemática) ISBN 8573932538 : (Broch.)
• LEON, Steven J.; IORIO, Valeria de Magalhães (Trad.) Algebra linear: com
aplicaçoes. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, c1999. 390p. ISBN 8521611501 : (Broch.)
• LAY, David C; IORIO, Valeria de Magalhães. Álgebra linear e suas aplicações. 2. ed.
Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c1999. 504p. ISBN 8521611560 :
(Broch.)
Bibliografia complementar:
BUENO, Hamilton Prado. Álgebra Linear. Rio de Janeiro, RJ: Sociedade Brasileira de
Matemática, c2006. 295 p. (Textos universitarios) ISBN 858581831x (broch.).
• KOLMAN, Bernard; HILL, David R. Introdução à álgebra linear: com aplicações.
Rio de Janeiro: LTC c2006. 664 p. ISBN 8521614780 : (Broch.)
• LIPSCHUTZ, Seymour. Algebra linear: Resumo da teoria, 600 problemas resolvidos,
524 problemas propostos. 2. ed. rev. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1978. 413 p. :
il ISBN (Broch.)
• LORETO, Ana Célia da Costa; SILVA, Aristóteles Antonio da; LORETO JUNIOR,
Armando Pereira. Álgebra linear e suas aplicações: resumo teórico : exercícios
propostos e resolvidos. São Paulo: LCTE, 2007. 104 p. ISBN 9788598257457 :
(Broch.)
• MACHADO, Antonio dos Santos. Álgebra linear e geometria analítica. 2.ed. c1982.
1996. 210p ISBN 8570562594 : (Broch.)
POOLE, David. Álgebra linear. São Paulo: Thomson, 2004. 690 p. ISBN 8522103593:
(Broch.)
Código: EAMB010
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Desenho
Ano: 1º
Semestre: 2º
Ementa: Geometria descritiva. Normas para desenhos técnicos. Utilização de instrumentos
gráficos. Vistas ortográficas. Perspectiva cavaleira e isométrica. Elementos arquitetônicos.
Leitura e integração de projetos.
Bibliografia específica:
• FORSETH, Kevin. Projetos em Arquitetura. São Paulo: Hemus.
• FRENCH, Thomas E. Desenho Técnico. 1. ed. Porto Alegre: Globo, 1971.
• MACHADO, Ardevan. Geometria Descritiva. São Paulo: McGraw-Hill.
49
Código: EAMB010
Disciplina: Desenho
• MONTENEGRO, Gildo A. Geometria descritiva. São Paulo: Edgard Blücher, 1991.
v. 1 ISBN 8521201923 : (Broch.)
• PRINCIPE JÚNIOR, Alfredo dos Reis. Noções de geometria Descritiva. 37. Ed. São
Paulo: Nobel, 1983.
• Normas Técnicas – Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT: NBR 8403 –
NBR 10647 – NBR 10068 – NBR 10126 – NBR 8402 – NBR 6492 – NBR 10067 –
NBR 13532 – NBR 13142. Disponíveis no laboratório de informática da unidade
acadêmica Centro de Tecnologia.
Bibliografia complementar:
• CONSTRUÇÃO civil: teoria e prática. São Paulo: 2005. v. ISBN 8528905497 (broch. :
v.1
• CUNHA, Luis Veiga da. Desenho técnico. 13.ed. rev. actual. Lisboa: Fundação
Calouste Gulbenkian, 2004. 854p. (Manuais universitários) ISBN 9723110660 :
(Broch.)
• FLICK, Uwe. Desenho da pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artmed: Bookman,
2009. 164 p. (Pesquisa qualitativa.) ISBN 9788536320526 : (broch.)
• GONÇALVES, Guilherme Ricca. Geometria descritiva: método de monge. 2. ed.
Lisboa: Fund Calouste Gulbenkian, 2000 353 p. ISBN 9723105470 : (Broch.)
• MONTENEGRO, Gildo A. Desenho de projetos. São Paulo: Blucher, 2007. x,116 p. :
ISBN 9788521204268 : (Broch.)
• SOUZA, Cícero Monteiro de; MUNIZ, Neudson Cisneiros; FONSECA, Juvenal
Theodósio Lopes. Geometria Descritiva: o método das projeções cotadas : o sistema
mongeano de representação (complementação). 3. ed. Recife, PE: Imprensa
Universitária - UFRPE, 2002. 165 p. ISBN (Broch.)
Código: EAMB011
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Física 1
Ano: 1º
Semestre: 2º
Ementa: Grandezas físicas. Vetores. Cinemática e dinâmica da partícula. Trabalho e
energia. Dinâmica de um sistema de partículas. Cinemática e dinâmica da rotação.
Equilíbrio.
Bibliografia específica:
• CHAVES, Alaor Silverio. Física: curso básico para estudantes de ciências físicas e
engenharia. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2001 4v. ISBN v.2 8587148516 :
(Broch.)
• HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Física. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos
e Cientificos, c2004. 4v. ISBN 8521613911 : (Broch.)
• HEWITT, Paul G. Física conceitual. 11. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011 xxiii, 743 p.
ISBN 9788577808908 (enc.).
• RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S. Física. 5. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2003. 368 p. ISBN 8521613520 (broch. : v.
• YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Física. 10. ed. São Paulo: Addison
Wesley, 2003. 4 v. ISBN 8588639017 : (Broch.)
Bibliografia complementar:
50
Código: EAMB011
Disciplina: Física 1
• EISBERG, Robert Martin. Física: fundamentos e aplicações. 1983.
• EISBERG, Robert Martin; LERNER, Lawrence S. Física: fundamentos a aplicações.
São Paulo: McGraw-Hill, 1982. nv. ISBN (Broch.)
• GOLDEMBERG, José. Física geral e experimental.
• SERWAY, R.A.; JEWETT, J.W. Princípios de física. v1. 3ed. São Paulo: Thomson
Learning, 2004.
• TIPLER, Paul Allen. Física: para cientistas e engenheiros. 4. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2000. 3v. ISBN 8521612141 : (Broch.)
Código: EAMB012
Carga horária semestral: 30 h
Disciplina: Laboratório de Física 1
Ano: 1º
Semestre: 2º
Ementa: Medidas de comprimento e tempo. Confecção de relatórios. Análise dimensional.
Construção e linearização de gráficos. Movimento em uma e duas dimensões. Dinâmica.
Conservação de energia. Conservação do momento linear. Dinâmica da rotação.
Bibliografia específica:
• CHAVES, Alaor Silverio. Física: curso básico para estudantes de ciências físicas e
engenharia. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2001 4v. ISBN v.2 8587148516 :
(Broch.)
• HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Fisica. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos
e Cientificos, c2004. 4v. ISBN 8521613911 : (Broch.)
• YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Física. 10. ed. São Paulo: Addison
Wesley, 2003. 4 v. ISBN 8588639017 : (Broch.: v.
• TIPLER, Paul Allen. Física: para cientistas e engenheiros. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2000. 3v. ISBN 8521612141 : (Broch.)
Bibliografia complementar:
• GASPAR, Alberto. Física. São Paulo: Ática, 2000-2004. 3v. (Atlas) ISBN v. 1
8508075243 : v.2 85
• APOSTILAS DE MEDIDAS E ERROS (Caderno de experimentos do IF-UFAL)
• EISBERG, Robert Martin. Física: fundamentos e aplicações. 1983.
• EISBERG, Robert Martin; LERNER, Lawrence S. Física: fundamentos a aplicações.
São Paulo: McGraw-Hill, 1982. nv. ISBN (Broch.)
• GOLDEMBERG, José. Física geral e experimental.
• SERWAY, R.A.; JEWETT, J.W. Princípios de física. v1. 3ed. São Paulo: Thomson
Learning, 2004.
• TIPLER, Paul Allen. Física: para cientistas e engenheiros. 4. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2000. 3v. ISBN 8521612141 : (Broch.)
Código: EAMB013
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Química Ambiental 2
Ano: 1º
Semestre: 2º
Ementa: Química da poluição atmosférica, das águas e dos solos.
51
Código: EAMB013
Disciplina: Química Ambiental 2
Bibliografia específica:
• BAIRD, Colin. Química ambiental. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. xii, 622 p. :
ISBN 8536300027 : (Broch.)
• BRAGA, Benedito. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2005. 318 p. ISBN 8576050412: (Broch.)
• DERÍSIO, José Carlos. Introdução ao controle de poluição ambiental. 2. ed. São
Paulo: Signus, 2000. 164p
• SAWYER, Clair N; McCARTY, Perry L; PARKIN, Gene F. Chemistry for
environmental engineering and science. 5th ed. New Delhi: McGraw-Hill, c2003.
752 p. (The McGraw-Hill eries in civil and environmental engineering.Water resources
and environmental engineering) ISBN 0070532443 : (Enc.)
• VON SPERLING, Marcos. Princípios do Tratamento Biológico de Águas
Residuárias. Introdução à Qualidade das Águas e ao Tratamento de Esgotos. vol. 1.
Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, UFMG, 2005. 452p. ISBN
8570411146.
Bibliografia complementar:
• ANTUNES, Paulo de Bessa. Dano ambiental: uma abordagem conceitual. Rio de
Janeiro: Lumen Juris, 2002 329 p ISBN 8573870966 : (Broch.)
• FERNÍCOLA, NILDA ALICIA GALEGO GANDARA DE; OLIVEIRA, SÉRGIA DE
SOUZA; CENTRO DE RECURSOS AMBIENTAIS(BA). Poluentes orgânicos
persistentes POPs. Salvador: CRA, 2002. 500p. (Cadernos de referência ambiental
;13) ISBN 8588595125 : (Broch.)
• MACÊDO, J. A. B. Introdução à Química Ambiental: Química & Meio Ambiente &
Sociedade. 2. ed. 2006. 1028p.
• OTTAWAY, J. H. Bioquímica da poluição. São Paulo: EPU, c1982. xiii, 74 p. (Temas
de Biologia ; 29 ;) ISBN (broch.).
• PIVELI, R.P.; KATO, M.T. Qualidade das Águas e poluição: Aspectos FísicoQuímicos. ABES, 2006.
• PONTIN, Joel Arnaldo; MASSARO, Sergio. O que e poluição química. São Paulo:
Brasiliense, 1993. 71p. (Primeiros passos; 267) ISBN 8511012672 : (Broch.)
• SILVA, C. M. S.; FAY, E. F. Agrotóxicos e Ambiente. 1ª Edição. EMBRAPA, 2004.
• SILVA, Salomão Anselmo; OLIVEIRA, Rui. Manual de Análises Físico-Químicas de
Águas de Abastecimento e Residuárias. Campina Gradnde, Paraíba: O Autor, 2001.
265 p. ISBN 85-901943-1-0.
• SOUZA, Luciana Cordeiro de. Águas e sua proteção. Curitiba: Juruá, 2004. 145 p.
ISBN 8536208414 (broch.).
Código: EAMB014
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Laboratório de Química Ambiental 2
Ano: 1º
Semestre: 2º
Ementa: Equipamentos, materiais e técnicas básicas. Preparação e padronização de
soluções. Titrimetria. Gravimetria. Análises físico-químicas de água e efluentes. Análises
microbiológicas.
Bibliografia específica:
52
Código: EAMB014
Disciplina: Laboratório de Química Ambiental 2
• BRASIL – Fundação Nacional de Saúde. Manual prático de análise de água. FUNASA.
Disponível em: http://www.funasa.gov.br/internet/Bibli_engSaudePub.asp. Acesso em:
07 de novembro de 2009.
• SAWYER, Clair N; McCARTY, Perry L; PARKIN, Gene F. Chemistry for
environmental engineering and science. 5th ed. New Delhi: McGraw-Hill, c2003.
752 p. (The McGraw-Hill eries in civil and environmental engineering.Water resources
and environmental engineering) ISBN 0070532443 : (Enc.)
• SOUZA, H.B.; DERISIO, J.C. Guia Técnico de Coleta de Amostras de Água,
CETESB.
• Leis e Resoluções relacionadas ao tema, disponíveis no sítio do Ministério do Meio
Ambiente em: http://www.mma.gov.br.
• Legislação pertinente ao assunto disponível no sítio do Ministério da saúde em:
http://www.saude.gov.br.
Bibliografia complementar:
• CARVALHO, P.R. Boas Práticas Químicas em Biossegurança. Editora Interciência.
• CHANG, Raymond. Química geral: conceitos essenciais. 4. ed. São Paulo: McGrawHill, c2006. xix, 778 p. ISBN 9788563308047 (broch.).
• FERRAZ, F.C.; FEITOZA, A.C. Técnicas de Segurança em Laboratórios: Regras e
Práticas. Editora Hemus.
• LENZI, E.; et al. Química Geral Experimental. Freitas Bastos Editora
• PIVELI, R.P.; KATO, M.T. Qualidade das Águas e poluição: Aspectos FísicoQuímicos. ABES, 2006.
• ROCHA, R.C.F.; SILVA, R.R.. Cálculos Básicos da Química. EdUFSCar, 2006.
• SILVA, S.A.; OLIVEIRA, R. Manual de Análises Físico-Químicas de Águas de
Abastecimento e Residuárias. ISBN 85-901943-1-0.
• STARDANDS METHODS FOR THE EXAMINATION OF WATER AND
WASTEWATER. American Public Health Association. ISBN 0-87553-235-7.
Código: EAMB015
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Cálculo 3
Ano: 2º
Semestre: 3º
Ementa: Curvas Parametrizadas. Comprimento de Arco. Curvatura e Torsão. Triedro de
Frenet. Funções de varias variáveis. Limite e continuidade. Derivadas parciais. Aplicações
diferenciáveis. Matriz Jacobiana. Derivadas direcionais. Gradiente. Regra da cadeia.
Funções implícitas. Funções vetoriais. Teorema da função inversa. Máximos e mínimos.
Multiplicadores de Lagrange. Formula de Taylor.
Bibliografia específica:
•
•
•
•
ÁVILA, Geraldo. Cálculo: das funções de uma variável. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2003. 3v. ISBN 8521613709 : (Broch.)
EDWARDS, C. H; PENNEY, David E.. Cálculo com geometria analítica. 4. ed. Rio
de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1997 3v. ISBN 8570540663 : (Broch.)
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra,
1994. 2v. ISBN v.1 8529400941 : (Broch.
STEWART, James; PATARRA, Cyro de Carvalho (Trad.) Cálculo. 4. ed. São Paulo:
53
Código: EAMB015
Disciplina: Cálculo 3
Pioneira, 2001. 2v. ISBN 8521103268 : (Broch.)
• SIMMONS, George Finlay. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: Pearson
Makron Books, c1987. 1v. ISBN 0074504118 : (Broch.)
Bibliografia complementar:
• BOULOS, Paulo. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: Pearson Makron Books,
c1999. v. ISBN 853461041X (broch.).
• GONÇALVES, Mirian Buss; FLEMMING, Diva Marilia. Cálculo A: funções, limite,
derivação e integração. 6. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2006. 448 p. ISBN
857605115X: (Broch.)
• GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
4v. ISBN 8521611994 : (Broch.)
• GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. 4
v.
• MUNEM, Mustafa A; FOULIS, David J.; CORDEIRO, André Lima (Trads). Cálculo.
Rio de Janeiro: LTC, c1982. 2v. ISBN 8521610548 (v.1) : 85216
• THOMAS, George Brinton; FINNEY, Ross L.. Calculo diferencial e integral. Rio de
Janeiro: Livros Tecnicos e Cientificos, 1982. 2v. ISBN 8521601719 : (Broch.).
Código: EAMB016
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Estatística
Ano: 2º
Semestre: 3º
Ementa: Estatística Descritiva. Cálculo das Probabilidades. Variáveis Aleatórias, Discretas
e Contínuas. Função de Probabilidade. Esperanças Matemáticas e Variância. Modelos
Probabilísticos. Estimação de Parâmetros. Intervalos de Confiança. Testes de Hipóteses,
Análise de Regressão e Correlação.
Bibliografia específica:
• COSTA NETO, Pedro Luiz de Oliveira. Estatística. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo:
Edgard Blücher, 2002. 266 p. ISBN 8521203004 : (Broch.)
• MAGALHÃES, M. N.; LIMA, A. C. P. Noções de Probabilidade e Estatística. 6. ed.
EDUSP, 2005.
• MORETTIN, Pedro Alberto; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Estatística básica. 5. ed.
São Paulo: Saraiva, 2002 526 p. ISBN 9788502034976 : (Broch)
• MONTGOMERY, D.C.; RUNGER, G.C. Estatística Aplicada e probabilidade para
Engenheiros. 2.ed. LTC, 2003.
• NAZARETH, Helenalda Resende de Souza. Curso básico de estatística. 12. ed. São
Paulo: Ática, 1999. 160p. ISBN 8508017960 : (Broch.)
• SOARES; J. F.; FARIAS, A. A.; CESAR, C. C. Introdução à Estatística Básica. 2.
ed. Livros Técnicos e Científicos Editora, 1991.
• SPIEGEL, M. R. (1994) Estatística. 3.ed. (Coleção Schaum).
• SPIEGEL, Murray R. Probabilidade e estatística. São Paulo: Pearson Education do
Brasil, c1977. 1978 518 p. (Schaum) ISBN 8534613001 : (Broch.)
Bibliografia complementar:
• BISQUERRA ALZINA, Rafael; CASTELLÁ SARRIERA, Jorge; MARTÍNEZ,
Francesc. Introdução à estatística: enfoque informático com o pacote estatístico
54
Código: EAMB016
Disciplina: Estatística
SPSS. Porto Alegre: Artmed, 2004. 255 p. (Biblioteca Artmed.Métodos de pesquisa)
ISBN 9788536301969 : (Broch.)
• CIENFUEGOS, F. Estatística Aplicada ao Laboratório. Editora Interciências, 2005.
• CRESPO, Antonio Arnot. Estatística fácil. 18. ed. São Paulo: Saraiva, 2002 224 p.
ISBN 8502020560 : (Broch.)
• FARIAS, Alfredo Alves de; CÉSAR, Cibele Comini; SOARES, José Francisco.
Introdução à estatística. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 340p. ISBN 8521612931 :
(Broch.)
• FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de estatística. 5.
ed. São Paulo: Atlas, 1994. 317p. ISBN 8522411530 : (Broch.)
• HAINAUT, L. d'. Conceitos e métodos da estatística: uma variável a uma dimensão.
2.ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1997. nv. (Manuais universitários) ISBN
9723105330 : (Broch.)
• LAPPONI, Juan Carlos. Estatística usando excel. 4. ed. São Paulo: Elsevier, c2005.
476 p. ISBN 8535215743 : (Broch.)
• MIRSHAWKA, Victor. Probabilidades e estatística para engenharia. São Paulo:
Nobel, 1978. 2v. ISBN 852130112X : (Broch.)
• VIEIRA, Sonia. Elementos de estatística. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 162p. ISBN
8522436118 : (Broch)
• SILVA, Ermes Medeiros da. Tabelas de estatística. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1999. 73p.
ISBN 8522416532 : (Broch.)
• SOONG, T. T.. Modelos probabilísticos em engenharia e ciências. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 1986. 238p. ISBN 8521604386 : (Broch.)
Código: EAMB017
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Física 2
Ano: 2º
Ementa: Gravitação. Movimentos oscilatórios.
Termodinâmica e Teoria Cinética dos Gases.
Semestre: 3º
Ondas.
Mecânica
dos
Fluidos.
Bibliografia específica:
• CHAVES, Alaor Silverio. Física: curso básico para estudantes de ciências físicas e
engenharia. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2001 4v. ISBN v.2 8587148516 :
(Broch.
• HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Física. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos
e Cientificos, c2004. 4v. ISBN 8521613911 : (Broch.)
• YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Física. 10. ed. São Paulo: Addison
Wesley, 2003. 4 v. ISBN 8588639017 : (Broch.: v.
• TIPLER, Paul Allen. Física: para cientistas e engenheiros. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2000. 3v. ISBN 8521612141 : (Broch.)
Bibliografia complementar:
• EISBERG, Robert Martin. Física: fundamentos e aplicações. 1983.
• EISBERG, Robert Martin; LERNER, Lawrence S. Física: fundamentos a aplicações.
São Paulo: McGraw-Hill, 1982. nv. ISBN (Broch.)
• GASPAR, Alberto. Física. São Paulo: Ática, 2000-2004. 3v. (Atlas) ISBN v. 1
8508075243 : v.2 85
55
Código: EAMB017
Disciplina: Física 2
• GOLDEMBERG, José. Física geral e experimental.
• SERWAY, R.A.; JEWETT, J.W. Princípios de física. v1. 3ed. São Paulo: Thomson
Learning, 2004.
Código: EAMB018
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Cálculo Numérico
Ano: 2º
Semestre: 3º
Sistemas numéricos e erros. Raízes de funções a uma variável. Solução de sistemas de
equações lineares. Autovalores e autovetores. Interpolação e aproximação. Integração
numérica. Diferenciação numérica.
Bibliografia específica:
•
•
•
•
•
•
•
•
•
BARROSO, L.C.; BARROSO, M.M.A.; CAMPOS FILHO, F.F.; CARVALHO,
M.L.B.; MAIA, M.L. Cálculo Numérico (com aplicações). 2.ed. São Paulo:
HARBRA, 1987.
FARRER, Harry. Algoritmos estruturados: programação estruturada de
computadores. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. 284p. ISBN 8521611803 : (Broch.)
HANSELMAN, Duane; LITTLEFIELD, Bruce. MATLAB 5: versão do estudante:
guia do usuário. São Paulo: Makron Books, 1999. 413p. ISBN 8534610584 : (Broch.)
PACITTI, Tercio; ATKINSON, Cyril P. Programação e métodos computacionais.
Rio de Janeiro: Livros Tecnicos e Cientificos, 1976 (reimpressão 1976). 2v.
PEREIRA, Tarcísio Praciano. Cálculo numérico computacional: introdução à
computação em Pascal. Sobral: UVA 1999 133p. ISBN 8587906054 : (Broch.)
RUGGIERO, Márcia A. Gomes; LOPES, Vera Lucia da Rocha. Cálculo numérico:
aspectos teóricos e computacionais. São Paulo: McGraw-Hill, c1988. 295 p.
WILSON, Howard B; TURCOTTE, Louis H. Advanced mathematics and mechanics
applications using MATLAB. 2nd ed. Boca Raton: CRC Press, 1997. 632p. ISBN
0849316863 : (Broch.)
BURIAN, Reinaldo; LIMA, Antonio Carlos de; HETEM JUNIOR, Annibal. Cálculo
numérico. Rio de Janeiro: LTC, c2007. xii, 153, [2] p.
Bibliografia complementar:
• ALMEIDA, E.S. Uma Introdução ao MATLAB. Maceió: Departamento de
Tecnologia da Informação – TCI/CCEN/UFAL, 2001. (Arquivo: Uma introdução ao
MATLAB.pdf – 48KB).
• CUNHA, C. Métodos Numéricos para as Engenharias e Ciências Aplicadas.
Campinas: UNICAMP, 1993.
• DIEGUEZ, José Paulo P. Métodos numéricos computacionais para a engenharia v1.
• FRANCO, Neide Maria Bertoldi. Cálculo numérico. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
c2007. xii, 505 p. ISBN 9788576050872 (broch.).
• ILAT, Amos. Matlab com aplicações em engenharia. São Paulo, SP: Bookman, 2006.
359 p. ISBN 9788536306926 : (Broch.)
• LAGES, E.N. MATLAB: versão estudante– Guia de Instalação. Maceió: Departamento
de Engenharia Estrutural – EES/CTEC/UFAL, 1999. (Arquivo: MATLAB – Student
Edition – Guia de introdução.pdf – 156KB).
56
Código: EAMB018
Disciplina: Cálculo Numérico
• LINDFIELD, G., PENNY, J. Numerical Methods Using MATLAB (download). 2.ed.
New York: Ellis Horwood, 1999. ISBN: 0130126411.
• LOAN, C.F.V. Introduction to Scientific Computing (download). 2. ed. New Jersey:
Prentice Hall, 1999. ISBN: 0139491570.
• SPERANDIO, Décio; MENDES, João Teixeira; SILVA, Luiz Henry Monken e.
Cálculo numérico: características matemáticas e computacionais dos métodos
numéricos. São Paulo: Prentice Hall, 2003. 354 p. ISBN 8587918745 (broch.).
• VENDRAMETTO JÚNIOR, Carlos Eugenio; ARENALES, Selma Helena de
Vasconcelos. MATLAB: fundamentos e programação. São Carlos, SP: EdUFSCar,
2009. 89 p. (Série Apontamentos) ISBN 9788576000280 (Broch.).
Código: EAMB019
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Balanço de Massa e Energia
Ano: 2º
Semestre: 3º
Ementa: Introdução aos cálculos de engenharia. Processos. Balanços de massa. Balanços
energéticos
Bibliografia específica:
• COURET, François. Engenharia dos processos químicos. João Pessoa: Ed. da UFPB,
2002. 296p ISBN 8523703357 : (Broch.)
• BRASIL, N. I. Introdução à Engenharia Química. 2. ed. Rio de Janeiro: Interciência,
2004, 369 p.
• FELDER, Richard M; ROUSSEAU, Ronald W.. Princípios elementares dos
processos químicos. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, c2005 579 p. ISBN 8521614292 :
(Broch.)
• HIMMELBLAU, David Mauther. Engenharia química: princípios e cálculos. 6. ed.
Rio de Janeiro: Prentice-Hall, c1998. 592p. ISBN 8570540752 : (Broch.)
• MCCABE, Warren L. Unit Operations of Chemical Engineering. 4. ed. 1997.
• SAWYER, Clair N; MCCARTY, Perry L; PARKIN, Gene F. Chemistry for
environmental engineering and science. 5th ed. New Delhi: McGraw-Hill, c2003.
752 p. (The McGraw-Hill eries in civil and environmental engineering.Water resources
and environmental engineering) ISBN 0070532443 : (Enc.)
Bibliografia complementar:
• COURET, François. Engenharia dos processos químicos. João Pessoa: Ed. da UFPB,
2002. 296p ISBN 8523703357 : (Broch.)
• GOMIDE, R. Manual de Operações Unitárias. 2.ed. São Paulo: CENPRO, 1991, 187
p.
• FOUST, A. S.; CLUMP, C. W.; WENZEL, L. A. Princípio das Operações Unitárias.
2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1980.
• PERRY, Robert H.; GREEN, Don W. Perry's Chemical engineers'handbook. 7th ed.
New York: McGraw-Hill, c1997. 1 v. (paginação irregular) (McGraw-Hill chemical
engineering series) ISBN 0070498415 : (Enc.)
• POMBEIRO, A. J.; LATOURETTE, O. Técnicas e Operações unitárias em Química
laboratorial. 2. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1991, 1069 p.
57
Código: EAMB020
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Biologia
Ano: 2º
Semestre: 3º
Ementa: Introdução à Biologia. Princípios de Bioquímica: metabolismo energético.
Citologia. Metabolismo. Classificação dos organismos. Cinética de crescimento
microbiano. Cinética de morte microbiana. Microbiologia do ar. Microbiologia do solo.
Microbiologia da água. Atividades de laboratório.
Bibliografia específica:
• BERG, J.M.; TYMOCZKO, J. L.; STRYER, L. Bioquímica, 5.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan S.A., 2002.
• CURTIS, H. Biologia. 2a ed., Guanabara Koogan, 1977;
• JUNQUEIRA, L.C. & CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 7a Ed., Guanabara
Koogan, 2000;
• MADIGAN, MARTINKO, PARKER. Microbiologia de Brock. 10 ed. Pearson Prentice Hall. 2004.
• PELCZAR, M.J. JR.; CHAN, E.C.S. E KRIEG, N.R. Microbiologia. Conceitos e
Aplicações. Vol. I e Vol. II. 2a ed. MAKRON Books Ed. Ltda., 1996;
• PRIMACK, Richard B; RODRIGUES, Efraim. Biologia da conservação. Londrina:
Ed. Planta, 2001. vii,327p. ISBN 8590200213 (broch.).
• VACCARI, D.A., STROM, P.F., ALLEMAN, J.E. Environmental Biology for
Engineers and Scientists. Wiley, 2006.
Bibliografia complementar:
• BROCK, T. D. Biology of Microorganisms. New Jersey: Prentice-Hall, Inc., 1994.
• BRANCO, S. M. Hidrobiologia aplicada à Engenharia Sanitária. Ed. CETESB, 1978;
• LENHINGER, A. Princípios de Bioquímica. Ed. Sarvier, 2000;
• MELLANBY, Kenneth. Biologia da poluição. São Paulo: Editora Pedagógica e
Universitária, c1982. xiii, 89 p. (Temas de Biologia; 28 )) ISBN (broch.)
• NEDER, Rahme Nelly. Microbiologia: manual de laboratório. São Paulo: Nobel, 1992.
138p. ISBN 8521307152 : (Broch.)
• PELCZAR JR., M. J.; CHAN, E. C. S.; KRIEG, N. R. Microbiologia. Conceitos e
Aplicações. 2. ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1997, v. I e II.
• STANIER, R. Y.; INGRAHAM, J. L.; WHEELIS, M. L. ET. AL. The Microbial
World, 5. ed. New Jersey, USA: Prentice-Hall, Englewood Cliffs, 1986.
Código: EAMB021
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Física 3
Ano: 2º
Semestre: 4º
Ementa: Princípios de eletrostática e do magnetismo. Campo gravitacional, elétrico e
magnético. Potencial gravitacional, elétrico e magnético. Introdução ao meio contínuo.
Corrente elétrica: condutores, resistores e capacitores. Força eletromotriz. Circuitos de
corrente contínua. Corrente alternada.
Bibliografia específica:
• CHAVES, Alaor Silverio. Física: curso básico para estudantes de ciências físicas e
engenharia. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2001 4v. ISBN v.2 8587148516 :
(Broch.)
58
•
•
•
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Física. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos
e Cientificos, c2004. 4v. ISBN 8521613911 : (Broch.)
YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Física. 10. ed. São Paulo: Addison
Wesley, 2003. 4 v. ISBN 8588639017 : (Broch.: v.
TIPLER, Paul Allen. Física: para cientistas e engenheiros. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2000. 3v. ISBN 8521612141 : (Broch.)
Bibliografia complementar:
• EISBERG, Robert Martin. Física: fundamentos e aplicações. 1983.
• EISBERG, Robert Martin; LERNER, Lawrence S. Física: fundamentos a aplicações.
São Paulo: McGraw-Hill, 1982. nv. ISBN (Broch.)
• GASPAR, Alberto. Física. São Paulo: Ática, 2000-2004. 3v. (Atlas) ISBN v. 1
8508075243 : v.2 85
• GOLDEMBERG, José. Física geral e experimental.
• SERWAY, R.A.; JEWETT, J.W. Princípios de física. v1. 3ed. São Paulo: Thomson
Learning, 2004.
Código: EAMB022
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Laboratório de Física 2
Ano: 2º
Semestre: 4º
Ementa: Experimentos envolvendo os conteúdos de Eletricidade e Magnetismo.
Bibliografia específica:
• CHAVES, Alaor Silverio. Física: curso básico para estudantes de ciências físicas e
engenharia. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2001 4v. ISBN v.2 8587148516 :
(Broch.
• GASPAR, Alberto. Física. São Paulo: Ática, 2000-2004. 3v. (Atlas) ISBN v. 1
8508075243 : v.2 85
• HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Física. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos
e Cientificos, c2004. 4v. ISBN 8521613911 : (Broch.)
• YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Física. 10. ed. São Paulo: Addison
Wesley, 2003. 4 v. ISBN 8588639017 : (Broch.: v.
• TIPLER, Paul Allen. Física: para cientistas e engenheiros. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2000. 3v. ISBN 8521612141 : (Broch.)
Bibliografia complementar:
• APOSTILAS DE MEDIDAS E ERROS (Caderno de experimentos do IF-UFAL)
• EISBERG, Robert Martin. Física: fundamentos e aplicações. 1983.
• EISBERG, Robert Martin; LERNER, Lawrence S. Física: fundamentos a aplicações.
São Paulo: McGraw-Hill, 1982. nv. ISBN (Broch.)
• GOLDEMBERG, José. Física geral e experimental.
• SERWAY, R.A.; JEWETT, J.W. Princípios de física. v1. 3ed. São Paulo: Thomson
Learning, 2004.
Código: EAMB023
Disciplina: Fenômenos de Transporte 1
59
Código: EAMB023
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Fenômenos de Transporte 1
Ano: 2º
Semestre: 4º
Ementa: Definição, conceito e mecanismo de fenômenos de transporte. Conceitos
fundamentais e análise dimensional. Estática dos fluídos. Equações fundamentais para o
movimento dos fluidos. Formulações integral e diferencial para o volume de controle – as
equações de Navier-Stokes.
Bibliografia específica:
• FOX, R.W.; MCDONALD, A.T. Introdução à mecânica dos fluidos. 4. ed.,
Guanabara Koogan, 1995.
• KREITH, F. Princípios da Transmissão de Calor. 3. ed. Edgard Blucher Ltda.
• LIVI, Celso Pohlmann. Fundamentos de fenômenos de transporte: um texto para
cursos básicos. Rio de Janeiro: LTC, c2004. 206 p. ISBN 8521614152 : (Broch.)
• ROMA, Woodrow Nelson Lopes. Fênomenos de transporte para engenharia. São
Carlos, SP: RiMa, 2003. 276p. ISBN 8586552593 : (Broch.)
• STREETER,V.L., WYLIE E.B. Mecânica dos Fluidos. 7.ed. São Paulo: McGraw-Hill
do Brasil, 1982.
• SCHMIDT, Frank W.; HENDERSON, Robert E; WOLGEMUTH, Carl H. Introdução
às ciências térmicas: termodinâmica, mecânica dos fluidos e transferência de
calor. São Paulo: Edgard Blücher, 1996. 466p. ISBN 852120082X : (Broch.)
Bibliografia complementar:
• HOLMAN, J.P. Transferência de calor. McGraw-Hill do Brasil, 1983.
• MASSEY, B. S. Mecânica dos fluidos. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2002.
998 p. ISBN 972310945X : (Broch.)
• MUNSON, Bruce Roy; YOUNG, Donald F; OKIISHI, Theodore H.. Fundamentos da
mecânica dos fluídos. São Paulo: Edgard Blücher, 1997. 2v. ISBN 8521201435 :
(Broch.)
• KAMAL A. R. ISMAIL. Fenômenos de Transferência-Experiência de Laboratório.
Campos Ltda, 1982.
• R. BIRON BIRD, WARREN E. STEWART AND EDWIN N. LIGHTFOOT, JOHN
WILEY & SONS. Transport Phenomena, 1960.
• SISSOM, Leighton E; PITTS, Donald R. Fenômenos de transporte. Rio de Janeiro:
Guanabara, 1988. 765p.
• WELTY, James R. Fundamentals of momentum, heat, and mass transfer. 4. ed.
New York: J. Wiley, 2000. 759p. : il ISBN 0471381497 : (Enc.)
Código: EAMB024
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Topografia I
Ano: 2º
Semestre: 4º
Ementa: Características geométricas da Terra. Medidas topográficas. Erros e
compensações. Instrumentos topográficos. Orientação das plantas topográficas e processos
topométricos dos levantamentos. Levantamentos clássicos e especiais. Sistema de
coordenadas geocêntricas. Medida de área. Noções gerais de Fotogrametria e
Fotointerpretação.
Bibliografia específica:
60
Código: EAMB024
Disciplina: Topografia I
• BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de Topografia. São Paulo: Bluncher, 2008.
ISBN 9788521200895
• BORGES, Alberto de Campos. Topografia: aplicada à engenharia civil. 2. ed. São
Paulo: Edgard Blucher, 1977. 2 v. ISBN 8521200226
• CASACA, João Martins; MATOS, João Luís de; DIAS, José Miguel Baio. Topografia
geral. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 208 p. ISBN 9788521615613: (Broch.).
• COMASTRI, Jose Anibal; GRIPP JUNIOR, Joel. Topografia aplicada: medição,
divisão e demarcação. Viçosa, MG: [s.n.], 1990. (Viçosa, MG: Impr. Universitaria,
UFRV) 203p. ISBN 857269036: (Broch.)
• LOCH, C.; CORDINI, J. Topografia contemporânea: planimetria. Florianópolis:
Editora da UFSC, 1995. 320p (Série Didátca)
• McCORMAC, Jack C. Topografia. Rio de Janeiro: LTC, 2007. ISBN 852161523X
Bibliografia complementar:
• ESPARTEL, L. Curso de Topografia. 8. ed. Globo, 1982.
• COMASTRI, Jose Anibal. Topografia: planimetria. 2. ed. Viçosa, MG: Ed. da UFV,
1992. 336p. ISBN 8572690026 : (Broch.)
•
•
•
•
•
•
•
•
GARCIA, G. J. MARCHETTI, D.A. Princípios de fotogrametria e
fotointerpretação. 5. ed. Nobel, 1989.
JORDAN, W. Tratado general de topografia. Mexico, DF: G. Gili, 1981. 572 p.
ISBN 9686085432 : (Enc.)
KISSAM, P. C. E. Topografia para inginieros. Mcgraw-Hill, 1976.
LOCH, Carlos. A interpretação de imagens aéreas: noções básicas e algumas
aplicações nos campos profissionais. 4. ed. Florianópolis, SC: UFSC/FEPESE, 2001.
118p. (Didática) ISBN 8532802044 : (Broch.)
MOURA, José Geraldo Dorta. Levantamento hidrográfico: batimetria. Maceió:
IGASA, 1984. 81 p. ISBN (Broch.)
PAREDES, E. A. Introdução à aerofotogrametria para engenheiros. Maringá:
UEM, 1987.
GEOMORFOLOGIA: conceitos e tecnologias atuais. São Paulo: Oficina de Textos,
c2008. 318 p. ISBN 9788586238659 (broch.).
CONSTRUÇÃO civil: teoria e prática. São Paulo: 2005. v. ISBN 8528905497 (broch. :
v.1
Código: EAMB025
Carga horária semestral: 30 h
Disciplina: Ecologia
Ano: 2º
Semestre: 4º
Ementa: Ecológicos. Populações. Comunidade. Ecossistemas. Sucessões Ecológicas.
Ações Antrópicas. Mudanças Globais. Modelos matemáticos.
Bibliografia específica:
• BERGON, M. & HARPER, J. Fundamentos em Ecologia. 2ed. São Paulo. Artmed.
2006.
• CARVALHO, Benjamin de A. (Benjamin de Araújo) ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA
DE ENGENHARIA SANITARIA E AMBIENTAL. Ecologia aplicada ao
saneamento ambiental. Rio de Janeiro: ABES, 1980. 368 p. ISBN 8570220081 :
61
Código: EAMB025
Disciplina: Ecologia
(Broch.).
• REMMERT, Hermann. Ecologia. São Paulo, SP: Editora Pedagógica e Universitária:
Springer: Editora da Universidade de São Paulo, c1980. xi, 335 p
• DAJOZ, R. Princípios de Ecologia Geral . 7ed.Rio de Janeiro. Artmed. 2005.
• RICKLEFS, E. A. A Economia da Natureza. 3ed. Rio de Janeiro. Guanabara-Koogan.
2003.
• ODUM, E. & BARRET, G. Fundamentos de Ecologia. 5ed. São Paulo. 2007.
Bibliografia complementar:
• BENJAMIN, Cesar. Diálogo sobre ecologia, ciência e política: baseado em debates
travados no Forum de Ciencia e Cultura da UFRJ Rio Ciencia - 92. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira, 1993. 198p ISBN 8520904122 : (Broch.)
• CARVALHO, Benjamin de A. (Benjamin de Araújo). Ecologia e poluição.
177pGIULIETTI, Ana Maria; GEVERTZ, Rachel. Em busca do conhecimento
ecológico: uma introdução à metodologia. São Paulo: Edgard Blücher, c1983. 110p.
• LEIS, Hector. Ecologia e política mundial. Rio de Janeiro: Vozes: FASE, 1991. 183p.
ISBN 8532606539 : (Broch.)
• MARTINS JÚNIOR, Osmar Pires. Uma cidade ecologicamente correta. Goiânia: AB,
1996. 200 p. ISBN (Broch.)
• MASCARO, Lucia R. de (Lucia Raffo de). Ambiência urbana= urban enviroment.
Porto Alegre: Sagra-DC Luzzato, 1996. 199p. ISBN 8524105178 : (Broch.)
• RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza: um livro-texto em ecologia básica.
3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1996. 470p. ISBN 8527703580 : (Broch.)
• TONHASCA JUNIOR, Athayde. Ecologia e história natural da Mata Atlântica. Rio
de Janeiro: Interciência, 2005. 197 p. ISBN 8571931305
• VALENTIN, Jean Louis. Ecologia numérica: uma introdução à análise multivariada
de dados ecológicos. Rio de Janeiro: Interciência, 2000. 117 p. ISBN 8571930325
• FRAGOSO JR., C.R.; FERREIRA, T.F.; MOTTA-MARQUES, D. 2009. Modelagem
Ecológica em Ecossistemas Aquáticos. Oficina de Textos. 304p.
• CHAPRA, S.C. 1997. Surface Water Quality Modelling. McGraw-Hill. 844p.
• JØRGENSEN, S.E.; BENDORICCHIO, G. 2001. Fundamentals of Ecological
Modelling. Elsevier, 3nd edition. 544p.
Código: EAMB026
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Geoprocessamento
Ano: 2º
Semestre: 4º
Ementa: Uso de sistemas de informações geográficas para análise ambiental e manejo de
recursos naturais; Revisão dos conceitos: representação gráfica do espaço ao longo da
civilização humana; Definição e características dos sistemas de informações; Sistemas de
Informações Geográficas: definições, origem, histórico e características; Principais
aplicações na área ambiental dos SIGs; Efeitos das escalas espaciais e temporais nos
fatores estruturais e agentes modificadores dos ecossistemas; Revisão dos conceitos:
mapas, simbologias, escalas e projeções; Estruturas apresentadas no computador: sistemas
matricial e vetorial; Dados de sensores remotos: características; Resoluções radiométrica,
espacial e temporal; Técnicas de escalonamento; Análise e interpretação dos padrões
espaciais dos fatores estruturais e agentes modificadores dos ecossistemas; Introdução à
62
Código: EAMB026
Disciplina: Geoprocessamento
Análise Espacial; Métodos convencionais e computadorizados, vantagens e desvantagens
no uso de SIGs; Manejo de Dados Espaciais, Lógica Boleana, Reclassificação e auxílio à
tomada de decisões; Operadores de distância e contexto; Análise integrada de ecossistemas
por técnicas de geoprocessamento; Desenho e implementação de bancos de dados
georeferenciados para o planejamento ambiental; Exemplos de estudos sobre o uso de SIGs
no planejamento urbano e ambiental.
Bibliografia específica:
• SILVA, Jorge Xavier da; ZAIDAN, Ricardo Tavares (Org). Geoprocessamento &
análise ambiental: aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004. 363 p. ISBN
8528610764 : (Broch.)
• FITZ, Paulo Roberto. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de
Textos, 2008. 160 p. ISBN 9788586238826 (broch.).
• ROCHA, José Antônio M. R. GPS: uma abordagem prática. 4. ed.rev. e ampl. Recife,
PE: Bagaço, 2003. 231 p. ISBN 8574095540(broch.).
• ABREU, João Francisco de; BARROSO, Leônidas Conceição. Geografia, modelos de
análise espacial e GIS. Belo Horizonte: PUC Minas, 2003. 231p. ISBN 8586480266
(broch.).
Bibliografia complementar:
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
ALMEIDA,C.M., CAMARA, G.,MONTEIRO,A.M., .,GEOINFORMAÇÃO: em
urbanismo : cidade real X cidade virtual. São Paulo: Oficina de Textos, 2007. 368 p.
ISBN 9788586238550 :
ASSAD, E. D.; SANO, E. E. (Eds.). Sistema de Informações geográficas: Aplicações
na Agricultura. 2.ed. Brasília: SPI-EMBRAPA, 1998.
BLASCHKE, T., KUX, h., Sensoriamento remoto e SIG avançados : novos sistemas
sensores, métodos inovadores / nova versão atualizada e organizada 2ª Ed. Oficina de
Textos, c2007.
BURROUGH, P.A.; MCDONELL, R. Principles of Geographical Information
Systems. Oxford, Oxford University Press, 1998
CÂMARA, G.; CASANOVA, M.A.; MEDEIROS, C. B.; HEMERLY, A.;
MAGALHÃES, G. Anatomia de Sistemas de Informação Geográfica. Curitiba:
Sagres Editora, 1997.
CÂMARA, G.; DAVIS.C.; MONTEIRO, A.M.; D’ALGE, J.C. Introdução à Ciência
da Geoinformação. 2. ed. São José dos Campos, INPE, 2001 (on-line, 2ª. edição, revista
e ampliada).
CHRISMAN, N. Exploring Geographic Information Systems. New York: John
Wiley & Sons, 1997.
FERRARI, Roberto. Viagem ao SIG: planejamento estratégico, viabilização,
implantação e gerenciamento de sistemas de informação geográfica. Curitiba: Sagres,
1997. 171p. ISBN 8586287024 : (Broch.)
FUKS, S.; CARVALHO, M. S.; CÂMARA, G.; MONTEIRO, A. M. Análise Espacial
de Dados Geográficos. Brasília: Embrapa, 2004 (ISBN: 85-7383-260-6). (Edição em
papel: EMBRAPA, Brasília, 2004, disponível na Livraria Virtual da EMBRAPA)
LONGLEY, Goodchild, MAGUIRE, Rhind. Geographic Information Systems and
Science. 2. ed. Wiley, 2005.
63
Código: EAMB027
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Mecânica e Resistência dos Materiais
Ano: 2º
Semestre: 4º
Objetivos da Mecânica dos Sólidos rígidos e deformáveis. Estática dos pontos materiais.
Estática dos corpos rígidos. Características geométricas dos corpos.Tensão, componentes
de tensão e equações de equilíbrio. Relações cinemáticas. Relações constitutivas. Análise
de tensões e de deformações.
Bibliografia específica:
• GERE, James M; GOODNO, Barry J. Mecânica dos materiais. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2010. xx, 858 p. ISBN 9788522107988 (broch.).
• HIBBELER, R. C.. Estática: mecânica para engenharia. 10. ed. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2005. 540 p. ISBN 8587918974 : (Broch.)
• HIGDON, Archie. Mecânica dos materiais. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois,
c1981. 549 p.
• MELCONIAN, Sarkis. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 18.ed. São
Paulo: Livros Erica, 2009. 360 p. ISBN 9788571946668 : (Broch.)
• SHAMES, Irving Herman. Estática: mecânica para engenharia : volume 1. 4. ed. São
Paulo: Prentice-Hall, 2002. 468p. ISBN 8587918133 : (Broch.)
• TIMOSHENKO, Stephen P; GERE, James E. Mecânica dos sólidos. Rio de Janeiro:
LTC, 1994. 2v ISBN 8521602464 : (Broch.)
Bibliografia complementar:
• BEER, F. P. & JOHNSTON JR, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros – Estática.
7. ed. São Paulo: McGraw Hill, 1994.
• BEER, Ferdinand Pierre; JOHNSTON, E. Russell. Resistência dos materiais. 2. ed.
São Paulo: McGraw-Hill, 1982. 1255p. ISBN 0074500384 : (Broch.)
• CRAIG, Roy R.; D'ALMEIDA, José Roberto Moraes; PACIORNIK, Sidnei;
CALADO, Verônica. Mecânica dos materiais. 2. ed. Rio de Janeiro: c2003. xiii,
552p., [4]p. de estampas + CD ROM. ISBN 8521613326 (broch.).
• POLILLO, Adolpho. Mecânica das Estruturas. v. 1. Rio de Janeiro: Editora
Científica, 1973. 302p. ISBN-13: (Broch.)
• SÁNCHEZ FILHO, Emil de Souza. Elementos de mecânica dos sólidos. Rio de
Janeiro: Interciência, 2000. 258 p. ISBN 8571930252 : (Broch.)
• TIMOSHENKO, Stephen. Resistência dos materiais. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
e Científicos, 1996. 2v. : ISBN 8521602014 : (Broch.)
Código: EAMB028
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Ciência e Tecnologia dos Materiais
Ano: 3º
Semestre: 5º
Ementa: A importância dos Materiais na Sociedade Atual. Estrutura e Ligação
Atômica/Molecular; Materiais Metálicos; Materiais Cerâmicos; Materiais Semicondutores;
Materiais Poliméricos; Materiais Compósitos; Biomateriais.
Bibliografia específica:
• BAUER, Luiz Alfredo Falcão. Materiais de construção. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 1994. 2v. ISBN 8521612494 : (Broch.)
• GENTIL, Vicente. Corrosão. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 341p.CD-ROM. ISBN
64
Código: EAMB028
Disciplina: Ciência e Tecnologia dos Materiais
8521613415 : (Broch.)
• PIATTI, Tania Maria; RODRIGUES, Reinaldo Augusto Ferreira. Plásticos:
características, usos, produção e impactos ambientais. Maceió: 2005. 51 p.
(Conversando sobre ciências em Alagoas) ISBN 8571772568 : (Broch.)
• SMITH, William F. Princípio de ciências e engenharia dos materiais. Lisboa:
McGraw-Hill, 1996. ISBN 9728298684.
• VAN VLACK, Lawrence Hall. 4.ed. Princípio de ciências e tecnologia dos materiais.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. ISBN 8570014805.
Bibliografia complementar:
• ALFREY, Turner; GURNEE, Edward F. Polímeros orgânicos. 1967
• CALLISTER, William D.. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. 5. ed.
Rio de Janeiro: LTC, c2002. 589 p. ISBN 8521612885 (broch.)
• CANEVAROLO JR. Sebastião Vicente. Ciência dos polímeros. Artliber. 280 p.
• ISAIA, Geraldo. Ed. Materiais de Construção Civil. Ibracon. 2007.
• LEVY NETO, Flamínio; PARDINI, Luiz Cláudio. Compósitos Estruturais – Ciência
e Tecnologia. Blucher. 2006. 336 p.
• MANO, Eloisa Biasotto. Polímeros como materiais de engenharia. São Paulo: E.
Blucher, c1991. 197 p. ISBN 8521200609 : (Broch.)
• SATTLER, Miguel Aloysio; PEREIRA, Fernando Oscar Ruttkay ((editor)). Construção
e meio ambiente. Porto Alegre: ANTAC, 2006. 296 p. (Habitare ;7) ISBN 8589478149
: (Broch.)
Código: EAMB029
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Hidráulica
Ano: 3º
Semestre: 5º
Ementa: Introdução. Revisão de alguns conceitos da mecânica dos fluidos. Cálculo de
condutos forçados. Perdas lineares e localizadas. Temas diversos a respeito dos condutos
forçados. Hidráulica dos sistemas de recalques. Movimentos uniforme e gradualmente
variado.
Bibliografia específica:
• AZEVEDO NETTO, José Martiniano de. Manual de Hidráulica, 8.ed. São Paulo:
Blücher, 1998. ISBN 8521202776
• CHOW, Ven Te. Open-channel hydraulic. Auckland: McGraw-Hill, 1986. 680p. ISBN
007Y85906X : (Broch.).
• LENCASTRE, Armando. Hidráulica geral. Lisboa: Hidroprojecto, c1983. 654p.
• LINSINGEN, Irlan Von. Fundamentos de sistemas hidráulicos. Florianópolis: UFSC,
2001. 399 p. ISBN 8532802028 : (Broch.)
• NEVES, Eurico Trindade. Curso de Hidráulica. 9.ed. Porto Alegre: Globo, 1960.
• PIMENTA, Carlito Flavio. Curso de hidráulica geral. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Dois, 1981. 2v.
Bibliografia complementar:
• BAPTISTA, Márcio B. & COELHO, Márcia M. Lara P. Fundamentos de engenharia
hidráulica. 2.ed. rev.Belo Horizonte: Editora UFMG | Escola de Engenharia da
65
Código: EAMB029
Disciplina: Hidráulica
UFMG, 2003. 440p. ISBN: 8570413750
• BASTOS, F.A. Problemas de Mecânica dos Fluidos, Guanabara Dois, 1983.
• CHADWICK, A., MORFETT, J. Hydraulics, in civil and Environmental
Engineering. E & FN SPON, 1994.
• FOX, R.W.; MCDONALD, A.T. Introdução à mecânica dos fluidos. 4. ed.,
Guanabara Koogan, 1995.
• FRENCH, F.H. Open Channel Hydraulics, International Student Edition, 1986.
• GARCEZ, Lucas Nogueira. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. 2. ed.
São Paulo: Edgard Blücher, 1974. 356p
• MACINTYRE, Archibald Joseph. Bombas e instalações de bombeamento. 2. ed. rev.
Rio de Janeiro: LTC, c1997. 782p. ISBN 9788521610861 : (Broch.)
• PORTO, Rodrigo de Melo. Hidráulica Básica. 2.ed. São Carlos: EESC/USP/Projeto
REENGE, 1999. 540p. ISBN: 858520530X
Código: EAMB030
Carga horária semestral: 30 h
Disciplina: Laboratório de Hidráulica
Ano: 3º
Semestre: 5º
Ementa: Medidas e erros. Orifícios e vertedores. Determinação de vazão em condutos
fechados e canais abertos. Perdas de Carga Localizadas e Distribuídas. Curvas
Características de Bombas Hidráulicas. Escoamento livre em canais: regimes de
escoamento, escoamento uniforme e variado.
Bibliografia específica:
• AZEVEDO NETTO, José Martiniano de. Manual de Hidráulica, 8.ed. São Paulo:
Blücher, 1998. ISBN 8521202776
• CHOW, Ven Te. Open-channel hydraulic. Auckland: McGraw-Hill, 1986. 680p. ISBN
007Y85906X : (Broch.)
• GARCEZ, Lucas Nogueira. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. 2. ed.
São Paulo: Edgard Blücher, 1974. 356p.
• LENCASTRE, Armando. Hidráulica geral. Lisboa: Hidroprojecto, c1983. 654p.
• NEVES, Eurico Trindade. Curso de Hidráulica. 9.ed. Porto Alegre: Globo, 1960.
• MACINTYRE, Archibald Joseph. Bombas e instalações de bombeamento. 2. ed. rev.
Rio de Janeiro: LTC, c1997. 782p. ISBN 9788521610861 : (Broch.)
• PIMENTA, Carlito Flavio. Curso de hidráulica geral. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Dois, 1981. 2v.
Bibliografia complementar:
• BAPTISTA, Márcio B. & COELHO, Márcia M. Lara P. Fundamentos de engenharia
hidráulica. 2.ed. rev.Belo Horizonte: Editora UFMG | Escola de Engenharia da
UFMG, 2003. 440p. ISBN: 8570413750
• BASTOS, F.A. Problemas de Mecânica dos Fluidos, Guanabara Dois, 1983.
• CHADWICK, A., MORFETT, J. Hydraulics, in civil and Environmental
Engineering. E & FN SPON, 1994.
• FOX, R.W.; MCDONALD, A.T. Introdução à mecânica dos fluidos. 4. ed.,
Guanabara Koogan, 1995.
• FRENCH, F.H. Open Channel Hydraulics, International Student Edition, 1986.
• KAMAL A. R. ISMAIL. Fenômenos de Transferência – Experiências de
66
Código: EAMB030
Disciplina: Laboratório de Hidráulica
Laboratório, Editora Campus Ltda, 1982.
• LINSINGEN, Irlan Von. Fundamentos de sistemas hidráulicos. Florianópolis: UFSC,
2001. 399 p. ISBN 8532802028 : (Broch.)
• PORTO, Rodrigo de Melo. Hidráulica Básica. 2.ed. São Carlos: EESC/USP/Projeto
REENGE, 1999. 540p. ISBN: 858520530X
Código: EAMB031
Carga horária semestral: 80 h
Disciplina: Fenômenos de Transporte 2
Ano: 2º
Semestre: 2º
Ementa: Fundamentos da transferência de calor; Introdução à Condução, Condução
unidimensional em regime estacionário, condução em regime transiente, introdução a
convecção, escoamento externo, escoamento interno, convecção livre, ebulição e
condensação, trocadores de calor, radiação: Processos e propriedades. Fundamentos A
Fenomenologia da Transferência de Massa; Difusão vs Convecção mássica; Coeficientes e
Mecanismos da Difusão; Concentrações, Velocidades e Fluxos; Equações da continuidade
em transferência de Massa; Difusão em Regime Permanente; Convecção mássica.
Bibliografia específica:
• BIRD, R. Byron (Robert Byron); STEWART, Warren E; LIGHTFOOT, Edwin N.
Fenômenos de transporte. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 838 p. ISBN 8521613938
: (Broch.).
• BENNETT, C. O; MYERS, J. E. (John Earle). Fenômenos de transporte: quantidade
de movimento, calor e massa. São Paulo: McGraw-Hill, c1978. [10], 812, [9]p.
• CREMASCO, M. A. Fundamentos da Transferência de Massa. 2. ed. Campinas:
Editora UNICAMP, 2002.
• INCROPERA, F.P., WITT, D.P. Fundamentos de Transferência de Calor e Massa.
5.ed. LTC Editora, 2003.
• KERN, D. Processos de Transmissão de Calor. Editora Guanabara, 1980.
• LIVI, Celso Pohlmann. Fundamentos de fenômenos de transporte: um texto para
cursos básicos. Rio de Janeiro: LTC, c2004. 206 p. ISBN 8521614152 : (Broch.)
Bibliografia complementar:
• HOLMAN, J. P. Heat Transfer. New York: McGraw, 2002.
• COULSON, J M., RICHARDSON, J.F. Tecnologia Química - Fluxo de Fluidos,
Transferência de Calor e Transferência de Massa – v. 1. Fundação Calouste
Gulbenkian, 1974.
• WELTY, J.R., WICKS; C.E., WILSON, R.E., RORRER, G. Fundamentals of
Momentum, Heat, and Mass Transfer. 4. ed. John Wiley & Sons Inc., 2001.
• ROMA, Woodrow Nelson Lopes. Fênomenos de transporte para engenharia. 2. ed.
rev. São Carlos, SP: RiMa, 2006. xii, 276 p. ISBN 8576560860 : (Broch.)
Código: EAMB032
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Hidrologia
Ano: 3º
Semestre: 5º
Ementa: Ciclo hidrológico. Bacia hidrográfica. Elementos de hidrometeorologia.
67
Código: EAMB032
Disciplina: Hidrologia
Elementos de estatística. Precipitação. Interceptação. Evaporação e evapotranspiração.
Águas subterrâneas. Infiltração. Fundamentos do escoamento. Escoamento superficial.
Escoamento em rios e canais. Aquisição de dados hidrológicos. Vazão máxima.
Regularização de vazão.
Bibliografia específica:
• BELTRAME, Angela da Veiga. Diagnóstico do meio físico de bacias hidrográficas:
modelo e aplicação. Florianópolis , SC: UFSC, 1994. 111 p. (Didática) ISBN
8532800092
• CANHOLI, Aluísio Pardo. Drenagem urbana e controle de enchentes. São Paulo:
Oficina de Textos, 2005. 302 p. ISBN 8586238430 :(Broch.)
• FEITOSA, Fernando A. C.;MANOEL FILHO, João. Hidrogeologia: conceitos e
aplicações. 2.ed. Fortaleza: CPRM, 2000. 391 p
• GARCEZ, Lucas Nogueira; ALVAREZ, Guillermo Acosta. Hidrologia. 2.ed. rev. e
atual. São Paulo: E. Blucher, 1988. 291p.
• REBOUÇAS, Aldo da Cunha; BRAGA, Benedito; TUNDISI, José Galizia. Águas
doces no Brasil: capital ecológico, uso e conservação. 2. ed. São Paulo: Escrituras,
2002 703 p. ISBN 8586303410 : (Broch.)
• TUCCI, C.E.M. Hidrologia: Ciência e aplicação. Porto Alegre: Editora da UFRGS e
ABRH, 1993.
• TUCCI, Carlos E. M. Modelos hidrológicos. Porto Alegre: UFRGS: ABRH, 1998.
669p. ISBN 8570254458 : (Broch.)
• TUCCI, Carlos E. M; HESPANHOL, Ivanildo; CORDEIRO NETTO, Oscar de M.
Gestão da água no Brasil. 2. ed. Brasília: Unesco, c2001. 191p. ISBN 8587853260 :
(Broch.)
Bibliografia complementar:
• CHOW, V.T. Handbook of applied hydrology. McGraw-Hill Book Company, 1964.
• PAIVA, J.B.D. & PAIVA, E.M.C.D..2003. Hidrologia aplicada à gestão de pequenas
bacias hidrográficas. Porto Alegre: ABRH.628p.
• RIGHETTO. A.M. Hidrologia e recursos hídricos. São Carlos: EESC/USP, 1998.
840p.:il.
• TUCCI, Carlos E. M; PORTO, Rubem La Laina, Barros, Mario T. de. Drenagem
urbana. Porto Alegre: Ed. da UFRGS: ABRH, 1995. 428p. (ABRH de recursos
hidricos ;5) ISBN 8570253648 : (Broch.)
• VILLELA, Swami M. Hidrologia aplicada.
Código: EAMB033
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Geologia Ambiental
Ano: 3º
Semestre: 5º
Ementa: Noções de geologia e petrologia. Intemperismo e pedogênese. O solo e suas
propriedades. Classificação dos solos. Geografia de solos e principais ambientes
pedobioclimáticos do Brasil. Aplicações de temas gerais (ocorrência de águas subterrâneas,
processos erosivos, formas de representação das informações e interfaces com
ecosistemas)., enfoque do Estado de Alagoas.
Bibliografia específica:
• BIGARELLA, João José. Estrutura e origem das paisagens tropicais e subtropicais:
68
Código: EAMB033
Disciplina: Geologia Ambiental
Processos erosivos, vertentes, movimentos de massa, atividade endógena, superfícies de
erosão, compartimentação do relevo, depósitos correlativos e. Florianopolis, SC: UFSC,
2003. 3 v. ISBN 8532802664 : (Broch.) 8
• BIONDI, J. C. Depósitos de minerais metálicos de filiação magmática.
• CASSETI, Valter. Ambiente e apropriação do relevo. São Paulo: Contexto, 1991. 147
p. (Coleção Ensaios) ISBN 858513495X : (Broch.)
• DEBELMAS, Jacques; MASCLE, Georges. As grandes estruturas geológicas.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2002. 389 p. ISBN 9723109727 : (Broch.)
• GUERRA, Antonio José Teixeira; CUNHA, Sandra Baptista da. Geomorfologia: uma
atualização de bases e conceitos. 2. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1995 472 p.
ISBN 8528603261 : (Broch.)
• LEINZ, Viktor; AMARAL, Sérgio Estanislau do. Geologia geral. 14. ed. rev. São
Paulo: 2001. Companhia Editora Nacional 399 p. (Biblioteca universitária.Série
3.,Ciências Puras;v.1) ISBN 850400354X
• SUGUIO, Kenitiro. Geologia sedimentar. São Paulo: Edgard Blücher, 2003. 400 p.
ISBN 8521203179 : (Broch.)
Bibliografia complementar:
• CHOUKROUNE, Pierre. Deformações e deslocamentos na crosta terrestre. São
Leopoldo, RS: Unisinos, 2000. 272p. ISBN 8574310328 : (Broch.)
• CUNHA, Sandra Baptista da; GUERRA, Antonio José Teixeira. Geomorfologia:
exercícios, técnicas e aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. 335p.Disquete.
ISBN 8528605485 : (Broch.)
• KELLER, Edward A.. Environmental geology. 8. ed. New Jersey: Prentice-Hall, 2000
562 p. ISBN 0130224669 : (Enc.)
• POPP, Jose Henrique. Geologia geral. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, c1998 376p. ISBN
8521611374 : (Broch.)
• ROHDE, Geraldo Mario. Epistemologia ambiental: uma abordagem filosóficocientífica sobre a efetuação humana alopoiética da Terra e de seus arredores planetários.
2. ed., rev. e ampl. Porto Alegre, RS: EDIPUCRS, 2005. 407 p (Coleção Filosofia ;37)
ISBN 8574305316 : (Broch.)
• SALGADO-LOBOURIAU, Maria Léa. História ecológica da terra. 2. ed. rev. São
Paulo: Edgard Blücher, 1994. 307 p. ISBN 8521200900 : (Broch.)
• TEIXEIRA, Wilson (Orgs.). Decifrando a terra. São Paulo: Oficina de textos, 2000.
557p. ISBN 8586238147 : (Broch.)
Código: EAMB034
Carga horária semestral: 30 h
Disciplina: Laboratório de Geologia Ambiental
Ano: 3º
Semestre: 5º
Ementa: Caracterização dos processos geológicos-ambientais in situ (campo) e/ou
laboratórios. Identificação e classificação (Streicksen) dos materiais naturais. Análise
geológica aplicada nas intervenções ambientais. Técnicas de investigação geológica para
execução de obras ou outras intervenções ambientais.
Bibliografia específica:
• BIGARELLA, João José. Estrutura e origem das paisagens tropicais e subtropicais:
69
Código: EAMB034
Disciplina: Laboratório de Geologia Ambiental
Processos erosivos, vertentes, movimentos de massa, atividade endógena, superfícies de
erosão, compartimentação do relevo, depósitos correlativos e. Florianopolis, SC: UFSC,
2003. 3 v. ISBN 8532802664 : (Broch.) 8
• BIONDI, J. C. Depósitos de minerais metálicos de filiação magmática.
• CASSETI, Valter. Ambiente e apropriação do relevo. São Paulo: Contexto, 1991. 147
p. (Coleção Ensaios) ISBN 858513495X : (Broch.)
• DEBELMAS, Jacques; MASCLE, Georges. As grandes estruturas geológicas.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2002. 389 p. ISBN 9723109727 : (Broch.)
• GUERRA, Antonio José Teixeira; CUNHA, Sandra Baptista da. Geomorfologia: uma
atualização de bases e conceitos. 2. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1995 472 p.
ISBN 8528603261 : (Broch.)
• LEINZ, Viktor; AMARAL, Sérgio Estanislau do. Geologia geral. 14. ed. rev. São
Paulo: 2001. Companhia Editora Nacional 399 p. (Biblioteca universitária.Série
3.,Ciências Puras;v.1) ISBN 850400354X
• SUGUIO, Kenitiro. Geologia sedimentar. São Paulo: Edgard Blücher, 2003. 400 p.
ISBN 8521203179 : (Broch.)
Bibliografia complementar:
• CHOUKROUNE, Pierre. Deformações e deslocamentos na crosta terrestre. São
Leopoldo, RS: Unisinos, 2000. 272p. ISBN 8574310328 : (Broch.)
• CUNHA, Sandra Baptista da; GUERRA, Antonio José Teixeira. Geomorfologia:
exercícios, técnicas e aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. 335p.Disquete.
ISBN 8528605485 : (Broch.)
• KELLER, Edward A.. Environmental geology. 8. ed. New Jersey: Prentice-Hall, 2000
562 p. ISBN 0130224669 : (Enc.)
• POPP, Jose Henrique. Geologia geral. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, c1998 376p. ISBN
8521611374 : (Broch.)
• ROHDE, Geraldo Mario. Epistemologia ambiental: uma abordagem filosóficocientífica sobre a efetuação humana alopoiética da Terra e de seus arredores planetários.
2. ed., rev. e ampl. Porto Alegre, RS: EDIPUCRS, 2005. 407 p (Coleção Filosofia ;37)
ISBN 8574305316 : (Broch.)
• SALGADO-LOBOURIAU, Maria Léa. História ecológica da terra. 2. ed. rev. São
Paulo: Edgard Blücher, 1994. 307 p. ISBN 8521200900 : (Broch.)
• TEIXEIRA, Wilson (Orgs.). Decifrando a terra. São Paulo: Oficina de textos, 2000.
557p. ISBN 8586238147 : (Broch.)
Código: EAMB035
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Mecânica dos Solos
Ano: 3º
Semestre: 6º
Ementa: Introdução à mecânica dos solos. Noções de Amostragem e Sondagens. Formação
dos solos. Índices físicos. Granulometria. Limites de consistência. Estrutura dos solos.
Classificação dos solos. Compactação dos solos. Tensões nos solos. Permeabilidade dos
solos. Fluxo permanente unidimensional e bidimensional.
Bibliografia específica:
•
BOSCOV, Maria Eugenia Gimenez. Geotecnia ambiental. São Paulo: Oficina de
70
Código: EAMB035
Disciplina: Mecânica dos Solos
Textos, 2008. 248 p. ISBN 9788586238734 : (Broch.)
• CAPUTO, H. P. Mecânica dos Solos e Suas Aplicações. Livros Técnicos Científicos
Editora S. A., v. 1, 2 e 3, 1981.
• Normas Técnicas – Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT: NBR 6457 –
NBR 6508 – NBR 6459 – NBR 7180 – NBR 7181 – NBR 7182 – NBR 6502.
Disponíveis no laboratório de informática da unidade acadêmica Centro de Tecnologia.
• PINTO, C. S. Curso Básico de Mecânica dos Solos. 3. ed. São Paulo, SP: Oficina de
Textos, 2000.
• PINTO, C. S. Curso Básico de Mecânica dos Solos: exercícios resolvidos. São Paulo,
SP: Oficina de Textos, 2001.
• VARGAS, M. Introdução à Mecânica dos Solos. McGraw-Hill do Brasil, 1997.
Bibliografia complementar:
• BADILLO, J. E RODRIGUEZ, R. Mecânica dos Suelos. Tomo 1. Editorial Limusa,
1976. DAS, Braja M.. Advanced soil mechanics. Bristol, Pa: Hemisphere Publishing
Crporation, 1983. 511p. ISBN 0891169806 : (Broch.)
• BARATA, F.E. Propriedades Mecânicas dos Solos: uma introdução ao projeto de
Fundações, Livros Técnicos e Científicos, 1984.
• CRIAG, R. F. Soil mechanics. London: Chapman & Hall, 1992.
• LAMBE, T. W. E WHITMAN, R. V. Soil Mechanics. Wiley & Sons, Inc., 1979.
• MITCHEL, J. K. Fundamentals of Soil Behavior. 2.ed. Wiley & Sons, Inc., 1976.
ISBN 0471856401
• ORTIGÃO, J. A. R. Introdução à Mecânica dos Solos dos Estados Críticos. Livros
Técnicos e Científicos S.A., 1993.
• TAYLOR, D. W. Fundamentals of Soil Mechanics. Wiley & Sons, 1948.
• TERZAGHI, K. E PECK, R. B. Soil Mechanics in Engineering Practice. Wiley &
Sons, Inc., 1967.
• TIMOSHENKO, Stephen. Mecânica dos solos. ISBN 8521602472 : (Broch.)
Código: EAMB036
Carga horária semestral: 30 h
Disciplina: Laboratório de Solos
Ano: 3º
Semestre: 6º
Ementa: Ensaios de Adensamento. Ensaios de Resistência. Aplicações Práticas.
Bibliografia específica:
• BOSCOV, Maria Eugenia Gimenez. Geotecnia ambiental. São Paulo: Oficina de
Textos, 2008. 248 p. ISBN 9788586238734 : (Broch.)
• CAPUTO, H. P. Mecânica dos Solos e Suas Aplicações. Livros Técnicos Científicos
Editora S. A., v. 1, 2 e 3, 1981.
• PINTO, C. S. Curso Básico de Mecânica dos Solos. 3. ed. São Paulo, SP: Oficina de
Textos, 2000.
• SCHNAID, Fernando. Ensaios de campo e suas aplicações à engenharia de
fundações. São Paulo: Oficina de textos, 2000.
• Material Didático do Laboratório de Geotecnia do Departamento de Ciência e
Tecnologia dos Materiais da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia.
Disponível em: http://www.geotecnia.ufba.br/?vai=Ensino/ENG106/Material. Acesso
em: 06 de novembro de 2009.
71
Código: EAMB036
Disciplina: Laboratório de Solos
Bibliografia complementar:
• Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (ABMS) /
Associação Brasileira de Empresas de Engenharia de Fundações e Geotecnia (ABEF).
Fundações: teoria e prática. 2. ed. 1998.
• BARATA, F.E. Propriedades Mecânicas dos Solos: uma introdução ao projeto de
Fundações, Livros Técnicos e Científicos, 1984.
• CRIAG, R. F. Soil mechanics. London: Chapman & Hall, 1992.
• FREDLUND, D. G.; RAHARDJO, H. Soil Mechanics for unsaturated soils. New
York: John Willey & sons, 1993.
• LAMBE, T. W. E WHITMAN, R. V. Soil Mechanics. Wiley & Sons, Inc., 1979.
• MITCHEL, J. K. Fundamentals of Soil Behavior. 2.ed. Wiley & Sons, Inc., 1976.
ISBN 0471856401
• ORTIGÃO, J. A. R. Introdução à Mecânica dos Solos dos Estados Críticos. Livros
Técnicos e Científicos S.A., 1993.
• TAYLOR, D. W. Fundamentals of Soil Mechanics. Wiley & Sons, 1948.
• TERZAGHI, K. E PECK, R. B. Soil Mechanics in Engineering Practice. Wiley &
Sons, Inc., 1967.
• TIMOSHENKO, Stephen. Mecânica dos solos. ISBN 8521602472 : (Broch.)
Código: EAMB037
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Saúde Ambiental
Ano: 3º
Semestre: 6º
Ementa: Conceitos gerais de Saúde. Epidemiologia. Endemias, epidemias, pandemias,
doenças esporádicas. Determinantes de doenças. Índices e coeficientes. Séries históricas.
Estudos observacionais: transversal, caso-controle, corte. Doenças emergentes e
reemergentes. Principais doenças relacionadas a água, ao solo e ao ar: agentes biológicos e
químicos. Métodos de controle e vigilância epidemiológica.
Bibliografia específica:
• ALMEIDA FILHO, Naomar de; ROUQUAYROL, Maria Zélia. Introdução a
epidemiologia. 3. ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Medsi; Guanabara Koogan, 2002.
293 p ISBN 8585002107: (Broch.)
• DERÍSIO, J. C. Introdução ao controle de poluição ambiental, 2. ed. São Paulo
2000. 164p.
• PEREIRA, M.G. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1995.
• ROUQUAYROL, Maria Zélia. Epidemiologia e saúde. 4. ed. Rio de Janeiro: MEDSI,
1994. 527p. ISBN 8571990778 : (Broch. )
Bibliografia complementar:
• FORATINI, P. Epidemiologia e sociedade. São Paulo: Artes Médicas, 1992.
• HELLER, L. Saneamento e Saúde. Organização Pan-Americana de Saúde /
Organização Mundial da Saúde. Brasília, 1997.
• LESER, Walter. Elementos de epidemiologia geral. Rio de Janeiro: Atheneu, 1988.
[189]p. (Medicina preventiva. Epidemiologia. Saúde pública)
• MERHY, Emerson Elias. O capitalismo e a saúde pública: a emergência das práticas
72
•
sanitárias no Estado de São Paulo. Campinas, SP: Papirus, 1985. 116p (Krisis) ISBN
(Broch.)
PHILIPPI, JR, A., (Ed) Saneamento, Saúde e Ambiente: Fundamentos para um
desenvolvimento sustentável. São Paulo: Signus, 2004, 842p. (Broch.)
Código: EAMB038
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Sistema de Abastecimento de Água
Ano: 3º
Semestre: 6º
Ementa: Sistemas de Abastecimento Rural. Sistemas de Abastecimento Urbano.
Concepções. Previsão de população. Consumos. Captação de Águas Superficiais e
Subterrâneas. Adutoras. Estações Elevatórias. Reservatórios. Redes de Distribuição.
Perdas. Ligações. Automação e Controle.
Bibliografia específica:
• BABBITT, Harold E; DOLAND, James J.; CLEASBY, John L. Abastecimento de
água. São Paulo: Edgard Blucher, 1962. 592 p. ISBN (enc.).
• DI BERNARDO, LUIZ; DANTAS, Ângela Di Bernardo. Métodos e Técnicas de
Tratamento de Água. 2.ed. São Carlos: Rima, 2005. 792 p. ISBN 8576560682.
• DI BERNARDO, LUIZ; DANTAS, Ângela Di Bernardo. Métodos e Técnicas de
Tratamento de Água. 2.ed. v 2. São Carlos: Rima, 2005.
• GARCEZ, Lucas Nogueira. Elementos de engenharia hidraulica e sanitaria. 2. ed.
São Paulo: Edgard Blücher, 1974. 356p.
• MACINTYRE, ARCHIBALD JOSEPH. Bombas e instalações de bombeamento. 2.
ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1997.
Bibliografia complementar:
• FEITOSA, FERNANDO ANTONIO CARNEIRO E FILHO, JOÃO MANOEL
(Coordenadores). Hidrogeologia: Conceitos e Aplicações. Fortaleza: CPRM – Serviço
Geológico do Brasil e Laboratório de Hidrogeologia da UFPE, 1997.
• GOMES, HEBER PIMENTEL. Sistemas de Abastecimento de Água:
Dimensionamento Econômico. 1. ed. João Pessoa: Editora Universitária / UFPB, 2002.
• HAMMER, Mark J.. Sistemas de abastecimento de água e esgotos. Rio de Janeiro:
LTC, 1979. 563 p. ISBN 8521600070 : (Broch.)
• OPERAÇÃO e manutenção de E.T.A.
• STEEL, E. W. Abastecimento d'água: sistema de esgotos. ISBN (Enc.)
• TRATAMENTO de água para abastecimento por filtração direta. Rio de Janeiro: Assoc
Bras Eng Sanit & Ambiental, 2003. 480 p. ISBN 8586552690 : (Broch.)
• TSUTIYA, MILTON TOMOYUKI. Abastecimento de Água. 1. ed. São Paulo:
Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária da Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo, 2004.
• VON SPERLING, MARCOS. Introdução à Qualidade das Águas e ao Tratamento
de Esgotos. 2. ed. Belo Horizonte: Departamento de Engenharia Sanitária e
Ambiental/UFMG, 1998.
73
Código: EAMB039
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Sistema Estuarinos e Costeiros
Ano: 3º
Semestre: 6º
Ementa: O ambiente costeiro e o nível do mar; Conceitos e definições; Estuários e deltas
de rios; O processo de mistura em rios, reservatórios e estuários; A intervenção humana no
ambiente costeiro.
Bibliografia específica:
• BEGUERY, Michel. A exploração dos oceanos: a economia de amanhã. São Paulo:
Difel, 1979. 137p.
• EMES, Marco Antonio Maringolo; MOURA, Antonio Divino. Fundamentos de
dinâmica aplicados à meteorologia e oceanografia. 2. ed. Ribeirão Preto, SP: Holos,
2002. 296 p. ISBN 8586699330 : (Broch.)
• MIRANDA, Luiz Bruner de; CASTRO, Belmiro Mendes de; KJERFVE, Björn.
Princípios de oceanografia física de estuários. São Paulo: EDUSP, 2002. 414p.
(Acadêmica ;42) ISBN 8531406757 : (Broch.)
• TUREKIAN, Karl K. Oceanos. São Paulo: Edgard Blucher, 1996. 151 p. (Textos
basicos de geociencia) ISBN 85-212-007 0-6.
Bibliografia complementar:
• BOWDEN, K. F. Phys. Oceanography of Coastal Waters. England: Ellis Harwood,
Ltd., 1983. 302 p.
• CALDWELL, P. Sea Level Data Processing Software on IBM PC Compatible
Microcomputers. Toga Sea Level Center /National Oceanographic Data Center, 1996.
• CUNNINGHAM, W. P.; SAIGO, B. W. Environmental Science - A Global Concern.
Wm. C. Brown Communications, Inc., Dubuque, IA., 1995. 612p.
• PINET, Paul R. Invitation to Oceanography. edição única. USA: West Publishing
Company, 1996. 508p.
• DAVIES. R.A., Jr. Coasts. Prantice Hall Earth Sciences Series, 1996. 274 p.
• DEFANT, A. Ebb and Flow. University of Michigan Press, 1958. 121 p.
• DEFANT, A. Physical Oceanography. v. 2. Pergamon Press, 1961. 598 p.
• DOODSON,A.T.; WARBUNG, H. D. Admiralty Manual of Tides. London Hydrog.
Dept., 1941.
• DRONKERS. J. J. Tidal Comput. in Rivers and Coastal Waters. North-Holland
Pub.Co., 1964. 518 p.
• FRANCO, A. S. Tides: Fundamental Analysis and Prediction. Instituto de Pesquisas
Tecnológicas do Estado de São Paulo, 1988.
• FRANCO, A. S. Tides programs for prediction and analysis. São Paulo, Brazil,
1992. 45p.
• GODIN, G. Tides. CICESE (México), 1988. 290p.
• KJERVE, B. Prospect os Sea-level change. International marine science Newsletter,
Unesco, 1991.
• KJERFVE, B. Coastal lagoons. In Coastal Lagoon Processes. Elsevier Science
Publish., 1994, p. 1-8.
• OLIVEIRA, A. M. and KJERFVE, B. Environmental responses of a tropical coastal
lagoon system to hydrological variability: Mundaú-Manguaba, Brazil. Estuarine,
Coastal and Shelf Science 37, 1993. p. 575-591
• PUGH, D. T. Tides, Surges and Mean Sea-Level: A Handbook for Engineers and
Scientists. Swindon, UK: John Wiley and Sons, 1987, 472 p.
74
Código: EAMB039
Disciplina: Sistema Estuarinos e Costeiros
• SCHUREMAN, P. Manual of Harmonic Analysis and Prediction of Tides, U.S.
Department of Commerce, 1941.
• SOUZA, R. C.; Almeida, D. B. Levantamento Bibliográfico dos dados
oceanográficos no Litoral Alagoano. Relatório Técnico realizado para a Salgema
Indústrias Químicas S.A., EEM-CTEC-UFAL, 1987.
• SOUZA, R. C. Diluição de Efluentes Oceânicos - uma abordagem metodológica.
Revista Brasileira de Engenharia, Caderno de Recursos Hídricos, v.12, n.1, Jun., 1994.
• SOUZA, R. C.; Kjerve, B. Fundamentos da Maré e sua Predição. Publicado nos
Anais do XX Congresso Nacional de Matemática Aplicada e Computacional, Set./97,
Gramado/RS.
• SOUZA,R.C.; Kjerve, B. Fundamentos de Marés em Rios. Publicado nos Anais do
XII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, Nov./97,Vitória/ES.
Código: EAMB040
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Eletrotécnica
Ano: 3º
Semestre: 6º
Ementa: A Eletricidade no Brasil – Matriz Energética Nacional – O Sistema Elétrico
Brasileiro – Circuitos Elétricos de Corrente Contínua e de Corrente Alternada – Medidas
Elétricas Básicas – Potência em Circuitos Elétricos – Circuitos Elétricos Trifásicos –
Aspectos Básicos de Transformadores.
Bibliografia específica:
• EDMINISTER, J. A.Circuitos Elétricos. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil,
1985.
• GRAY, Alexander; WALLACE, G. A. Eletrotécnica: príncipios e aplicações. Rio de
Janeiro: LTC, 1964. 702p. : il ISBN 8521601867 : (Broch.)
• GUERRINI, Delio Pereira. Eletricidade para a engenharia. Barueri, SP: Manole,
2003. 148p. ISBN 8520415725 : (Broch.)
• MAGALDI, Miguel. Noções de eletrotécnica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois,
1977. 458 p. ISBN (Broch.)
• NILSSON, James William. Circuitos elétricos. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, c2003. 656
p. ISBN 8521613636 : (Broch.)
• O’MALLEY, John. Análise de Circuitos. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 1993.
• SILVA, Manuel de Medeiros. Introdução aos circuitos eléctricos e electrónicos. 2.
ed. Lisboa, Portugal: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001. 438 p. ISBN 9723106965 :
(Broch.)
Bibliografia complementar:
•
•
•
BARTHOLD, L. O; UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA;
ELETROBRAS. Análise de circuitos de sistemas de potência. 2. ed. Santa Maria, RS:
Universidade Federal de Santa Maria; Rio de Janeiro: Centrais Eletricas Brasileiras,
1983. 229p. (Curso de Engenharia em Sistemas Eletricos de Potencia. Serie P.T.I ;v. 1.)
BOYLESTAD, Robert L.. Introdução a análise de circuitos. 8. ed. Rio de Janeiro:
Prentice-Hall, c1998. 785p. ISBN 8570540787 : (Broch.)
BRANDÃO, Diogo de Paiva Leite. Electrotecnia geral. Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian, 1987. 389p. (Manuais universitários) ISBN (Broch.)
75
Código: EAMB040
Disciplina: Eletrotécnica
• CAPUANO, F. G.; MARINO, M. A. M. Laboratório de Eletricidade e Eletrônica.
Érica.
• CHRISTIE, C. V. Elementos de Eletrotécnica. Ed. Globo.
• GUSSOW, M. Eletricidade Básica (Coleção Shawn). São Paulo: Pearson Makron
Books, 2007.
• KERCHNER & CORCORAN. Circuitos de Corrente Alternada. Ed.Globo.
• KIENITZ, Karl Heinz; Instituto Tecnológico de Aeronáutica (Brasil). Análise de
circuitos: um enfoque de sistemas. São Paulo: Manole, 2002. 142p. ISBN 8520414974
: (Broch.)
• MENEZES, Amauri Alves. Eletrotécnica. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos e
Cientificos, c1981. [347]p. ISBN 8521600526 : (Broch.).
Código: EAMB041
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Redes Coletoras de Esgotos
Ano: 3º
Semestre: 6º
Ementa: Concepção de sistemas de esgotos sanitários: hidráulica dos coletores: peso
específico e viscosidade cinemática, escoamento em condutos de seção circular,
classificação do escoamento, relações trigonométricas e geométricas, perdas de carga;
preparação e apresentação de projeto. Concepção de sistemas de águas pluviais:
preciptações e medições; escoamento superficial; macrodrenagem e microdrenagem,
hidráulica dos elementos de captação e transportes, preparação e apresentação de projeto.
Bibliografia específica:
• AZEVEDO NETTO, José M. de; BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Manual de
saneamento de cidades e edificações. São Paulo: Pini, 1991. 229p. ISBN 8572660461
: (Broch.)
• BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Águas de chuva: engenharia das águas
pluviais nas cidades. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1998. 237p. ISBN 8521201524
: (Broch.)
• FERNANDES, Carlos. Esgotos sanitários. João Pessoa: Ed. da UFPB, 1997. 434p.
ISBN 8523700420 : (Broch.)
• NUVOLARI, Ariovaldo (Coord.) Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e
reúso agrícola. São Paulo: E. Blucher, 2003. 520 p. ISBN 8521203144 : (Broch.)
• PUPPI, Ildefonso Clemente. Estruturação sanitária das cidades. Curitiba: Ed. da
UFPR; São Paulo: CETESB, 1981. 320p. ISBN (Broch.)
Bibliografia complementar:
• BAPTISTA, Márcio B. & COELHO, Márcia M. Lara P. Fundamentos de engenharia
hidráulica. 2.ed. rev.Belo Horizonte: Editora UFMG | Escola de Engenharia da
UFMG, 2003. 440p. ISBN: 8570413750
• GARCEZ, Lucas Nogueira. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. 2. ed.
São Paulo: Edgard Blücher, 1974. 356p
• MACINTYRE, Archibald Joseph. Bombas e instalações de bombeamento. 2. ed. rev.
Rio de Janeiro: LTC, c1997. 782p. ISBN 9788521610861 : (Broch.)
• PORTO, Rodrigo de Melo. Hidráulica Básica. 2.ed. São Carlos: EESC/USP/Projeto
REENGE, 1999. 540p. ISBN: 858520530X
76
Código: EAMB042
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Planejamento e Gestão Ambiental
Ano: 4º
Semestre: 7º
Ementa: Planejamento e o enfoque ambiental; desenvolvimento e meio ambiente; modelos
e instrumento de planejamento; instrumentos de implantação e execução de políticas
ambientais; inserção do planejamento na gestão ambiental. Qualidade ambiental; normas e
certificações ambientais; implantação de sistemas de gestão ambiental; gestão ambiental de
territórios; gestão ambiental de unidades de conservação; gestão ambiental em
organizações produtivas.
Bibliografia específica:
• ALMEIDA, Josimar Ribeiro de. Gestão ambiental: para o desenvolvimento
sustentável. Rio de Janeiro: Thex, 2009. xxi, 566 p. ISBN 9788576030263 : (Broch.
• DIAS, Genebaldo Freire. Educação e gestão ambiental. São Paulo, SP: Gaia, 2006.
118 p. ISBN 8575551140 : (broch.).
• DIAS, Reinaldo. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. São
Paulo: Atlas, 2006. 196 p. ISBN 852244269X (broch.)
• REIS, Luis Filipe Souza Dias; QUEIROZ, Sandra Mara Pereira de. Gestao ambiental:
em pequenas e médias empresas. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002. 123 p. ISBN
857303341X : (Broch.)
• VALLE, Cyro Eyer do. Qualidade ambiental: ISO 14000. 6. ed. São Paulo: 2006. Ed.
SENAC 200 p. ISBN 8573592842: (Broch.)
Bibliografia Complementar:
• DONAIRE, Denis. Gestão ambiental na empresa. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1999. 169p
ISBN 8522421854 : (Broch.)
• FRANKENBERG, Claudio Luis Crescente; RAYA-RODRIGUEZ, Maria Teresa;
CANTELLI, Marlize ((coord.)). Gestão ambiental urbana e industrial. Porto Alegre:
EDIPUCRS, c2003. 418 p. ISBN 8574303992 : (Broch.)
• PHILIPPI JUNIOR, ARLINDO; ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE MUNICÍPIOS E
MEIO AMBIENTE (BRASIL) (Editor). Municípios e meio ambiente: perspectivas
para a municipalização da gestão ambiental no Brasil. São Paulo: Associação Nacional
de Municípios e Meio Ambiente, 1999. 201p. ISBN 8587236016 : (Broch.)
• SCHENINI, Pedro Carlos; NASCIMENTO, Daniel Trento do; CAMPOS, Edson Telê
((org.)). Planejamento, gestão e legislação terriotorial urbana : uma abordagem
sustentável: uma abordagem sustentável.. Florianópolis: Papa-Livro, c2006. 160 p.
ISBN 8572911367 : (Broch.)
• TINOCO, João Eduardo Prudêncio; KRAEMER, Maria Elisabeth Pereira.
Contabilidade e gestão ambiental. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008 309p. ISBN
9788522450343 (broch.).MOURA, Luiz Antônio Abdalla de. Qualidade e gestão
ambiental. 5. ed. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2008. 422 p. ISBN 9788574536347 :
(Broch.)
Código: EAMB043
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Tratamento de Águas Residuárias 1
Ano: 4º
Semestre: 7º
Ementa: Características das águas residuárias. Impacto do lançamento de efluentes nos
corpos receptores. Processos de tratamento. Localização de estações de tratamento de
77
Código: EAMB043
Disciplina: Tratamento de Águas Residuárias 1
esgotos. Noções de cinética de reações. Hidrodinâmica de reatores. Tratamento físico e
químico das águas residuárias. Tratamento biológico das águas residuárias.
Bibliografia específica:
• CAMPOS, J. R. (Coordenador). Tratamento de esgotos sanitários por processo
anaeróbio e disposição controlada no solo. Rio de Janeiro: Projeto PROSAB, 1999.
464p.
• CHERNICARO, C. A. L (Coordenador). Pós-tratamento de efluentes de reatores
anaeróbios. Belo Horizonte: Projeto PROSAB, 2001. 544p.
• METCALF & EDDY WASTEWATER ENGINEERING: treatment disposal reuse. 3.
ed. Boston: McGraw-Hill, 1991.
• NUVOLARI, Ariovaldo (Coord.) Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e
reúso agrícola. São Paulo: E. Blucher, 2003. 520 p. ISBN 8521203144 : (Broch.)
• VON SPERLING, Marcos. Princípios do Tratamento Biológico de Águas
residuárias. Introdução à Qualidade das Águas e ao Tratamento de Esgotos. vol. 1.
Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, UFMG, 2005. 452p. ISBN
8570411146.
•
VON SPERLING, Marcos. Princípios básicos do tratamento de esgotos. Belo
Horizonte: editora da UFMG, 1996, 211p.
Bibliografia complementar:
• BRAILE, P.M.; CAVALCANTI, J. E. W. A. Manual de Tratamento de Águas
Residuárias Industriais. São Paulo-SP: CETESB, 1979, 764p.
• FERNANDES, Carlos. Esgotos sanitários. João Pessoa: Ed. da UFPB, 1997. 434p.
ISBN 8523700420 : (Broch.)
• IMHOFF, Karl; IMHOFF, Klauss R.; HESS, M. L. Manual de tratamento de águas
residuárias. São Paulo: Edgard Blücher, 1986.
• JORDÃO, E, P; PESSOA, C. A. Tratamento de Esgotos Domésticos. Rio de Janeiro:
ABES, 1995, 720p.
• MENDONÇA, S. R. Sistemas de Lagunas de Estabilización: como utilizar águas
residuals. Santa Fé de Bogotá, Colômbia: Ed. McGraw-Hill Interamericana, 2000,
370p.
• MENDONÇA, S. R. Lagoas de Estabilização e Aeradas Mecanicamente: novos
conceitos. João Pessoa, Paraíba, 1990, 388p.
• Metcalf & Eddy. Wastewater engineering: treatment, disposal and reuse. 3rd ed.
Boston: McGraw-Hill, 1991. xvi,1334p. (McGraw-Hill series in water resources and
environmental engineering) ISBN 0070416907 : (Enc.)
• VAN HAANDEL, A. C.; LETTINGA, G. Tratamento Anaeróbio de Esgotos: um
manual para regiões de clima quente, 1994.
• VON SPERLING, M. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias:
lodos ativados. Belo Horizonte, Universidade Federal de Minas Gerais, Departamento
de Engenharia Sanitária e Ambiental, 1997, 416p.
Código: EAMB044
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Águas Subterrâneas
Ano: 4º
Semestre: 7º
Ementa: Introdução: Conceitos básicos. Importância das águas subterrâneas. A água
78
Código: EAMB044
Disciplina: Águas Subterrâneas
subterrânea e o ciclo hidrológico. Tipos de aqüíferos. Lei de Darcy. Hidráulica de poços.
Parâmetros Hidrogeológicos. Caracterização hidrodinâmica dos aqüíferos. Fontes e tipos
de contaminação. Mecanismos de transporte de contaminantes. Métodos de controle e
remediação. Gestão das Águas Subterrâneas.
Bibliografia Específica:
• CABRAL, J. J. da S. P.; FERREIRA, J. P. C. L.; MONTENEGRO, S. M. G. L. &
COSTA, W. Água subterrânea: aqüíferos costeiros e aluviões, vulnerabilidade e
aproveitamentos. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2004. 447 p.
• FEITOSA, F. A. C. & MANOEL FILHO, J. Hidrogeologia: Conceitos e Aplicações.
Fortaleza: CPRM, LABHID-UFPE, 1997. 412p:il
• FETTER, c. w. Aplied Hydrogeology. Charles E. Ohio: Merrill Publishing Company.
A. Bell & Howell Company. Columbus, 1980. 488p.
• GARCEZ, Lucas Nogueira; ALVAREZ, Guillermo Acosta. Hidrologia. 2.ed. rev. e
atual. São Paulo: E. Blucher, 1988. 291 p. :
• HIDROLOGÍA subterránea. ISBN 8428202818 : (Broch.)
• REBOUÇAS, Aldo da Cunha; BRAGA, Benedito; TUNDISI, José Galizia. Águas
doces no Brasil: capital ecológico, uso e conservação. 2. ed. São Paulo: Escrituras,
2002 703 p. ISBN 8586303410 : (Broch.)
• TUCCI, C.E.M. Hidrologia: Ciência e aplicação. Porto Alegre: Editora da UFRGS e
ABRH, 1993.
Biblioteca Complementar:
• BABBITT, Harold E; DOLAND, James J.; CLEASBY, John L. Abastecimento de
água. São Paulo: Edgard Blucher, 1962. 592 p. ISBN (enc.).
• DOMENICO, P.A. e F.W. SCHWARTZ. Physical and Chemical Hydrogeology. 2.ed.
John Wiley & Sons, 1997.
• ESTEVES, Francisco de Assis. Fundamentos de limnologia. 2. ed. Rio de Janeiro:
Interciência, 1998. 602 p. ISBN 8571930082 : (Broch.).
• FREEZE, R.A. & CHERRY, J.A. Groundwater: Prentice-Hall, Inc., Englewood Cliffs,
N.J., 1979. 604 p.
• MESSIAS, Arminda Saconi; COSTA, Marcos Roberto Nunes. Água subterrânea e
dessalinização. Recife: UNICAP, 2006. 200 p. (Encontro das Águas ;2) ISBN
8570840837 : (Broch.)
Código: EAMB045
Disciplina: Tratamento de Águas de Abastecimento
Carga horária semestral: 60 h
Ano: 4º
Semestre: 7º
Ementa: Qualidade das águas; Escolha de mananciais; Tecnologias de tratamento de água;
Produtos químicos; Técnicas e processos de tratamentos alternativos.
Bibliografia específica:
• RICTHER, C. A. Água: Métodos e Tecnologias de Tratamento. São Paulo: Blucher.
1ª reimpressão. 2011. 340p. ISBN 978-85-212-0498-5.
• DI BERNARDO, Luiz; DI BERNARDO, Angela; CENTURIONE FILHO, Paulo Luiz.
Ensaios de tratabilidade de água e dos residuos gerados em estações de tratamento
de água. São Carlos, SP: RiMa, 2002. 237p ISBN 8586552313 : (Broch.).
79
Código: EAMB045
Disciplina: Tratamento de Águas de Abastecimento
• DI BERNARDO, Luiz; DANTAS, Angela Di Bernardo. Métodos e técnicas de
tratamento de água. 2. ed. São Carlos: RiMa, 2005. RiMa 2v. ISBN v.1 8576560666 :
(Broch.)
• RICHTER, Carlos A; AZEVEDO NETTO, José M. de. Tratamento de água:
tecnologia atualizada. São Paulo: Edgard Blucher, 2005. 6ª reimpressão. 332 p. ISBN
8521200536 : (Broch.)
• Tratamento de águas de abastecimento por filtração em múltiplas etapas. Rio de
Janeiro: ABES, 1999. 114 p. ISBN (Broch.)
• Tratamento de água para abastecimento por filtração direta. Rio de Janeiro: ABES,
2003. 480 p. ISBN 8586552690 : (Broch.)
• ABNT –NBR 12216. Projeto de Estações de Tratamento de Água de Abastecimento
Público. Disponível no Laboratório de Informática da Unidade Acadêmica Centro de
Tecnologia.
Bibliografia complementar:
• BAPTISTA, Márcio B. & COELHO, Márcia M. Lara P. Fundamentos de engenharia
hidráulica. 2.ed. rev.Belo Horizonte: Editora UFMG | Escola de Engenharia da
UFMG, 2003. 440p. ISBN: 8570413750
• GARCEZ, Lucas Nogueira. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. 2. ed.
São Paulo: Edgard Blücher, 1974. 356p
• LIBÂNIO, Marcelo. Fundamentos da qualidade e tratamento de água. 2ª.ed.
Campinas, SP: Átomo, 3ª Ed. 2010. 494p. ISBN 9788576701651.
• MACINTYRE, Archibald Joseph. Bombas e instalações de bombeamento. 2. ed. rev.
Rio de Janeiro: LTC, c1997. 782p. ISBN 9788521610861 : (Broch.)
• PIVELI, R. P.; KATO, M. T. Qualidade das águas e poluição: aspectos físicoquímicos. São Paulo: ABES, 2005.
• PORTO, Rodrigo de Melo. Hidráulica Básica. 2.ed. São Carlos: EESC/USP/Projeto
REENGE, 1999. 540p. ISBN: 858520530X
• VIANNA, M. R. (2001). Casas de química para estações de tratamento de água. 2ª
ed. Belo Horizonte: Imprimatur Artes Limitada.
• VIANNA, M. R. (2002). Hidráulica aplicada a estações de tratamento de água. 4ª
ed. Belo Horizonte: Imprimatur Artes Limitada.
Código: EAMB046
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Manejo dos Solos
Ano: 4º
Semestre: 7º
Ementa: Bases teóricas e conhecimentos gerais de constituintes do solo e formação.
Processos de degradação do solo em ambiente tropical, práticas de conservação de solo e
ambiente, ocupação do solo e capacidade de uso. Recuperação de áreas degradadas.
Atividades de campo e laboratório.
Bibliografia específica:
• DAS, Braja M. Fundamentos de engenharia geotécnica. São Paulo: Thomson
Learning, 2007. xvii, 561 p. ISBN 8522105480 : (broch.).
• GALETI, Paulo Anestar. Práticas de controle à erosão. Campinas: Instituto
Campineiro de Ensino Agricola, c1985. 278 p.
• PEREIRA, Aloisio Rodrigues. Como selecionar plantas para áreas degradadas e
80
Código: EAMB046
Disciplina: Manejo dos Solos
controle de erosão. 2. ed. rev. e ampl. Belo Horizonte: FAPI, c2006. 239 p. ISBN
9788590614719 : (Broch.)
• PRIMAVESI, Ana. Manejo ecológico do solo: a agricultura em regiões tropicais. São
Paulo: Nobel, c1979 549 p. ISBN 8521300042 : (Broch.)
• REICHARDT, Klaus; Fundação Cargill. Processos de transferência no sistema soloplanta-atmosfera. 4a ed., rev. e ampl. [Campinas, SP]: Fundação Cargill, 1985. 445p.
• REICHARDT, Klaus; TIMM, Luís Carlos; REICHARDT, Klaus. Solo, planta e
atmosfera: conceitos, processos e aplicações. São Paulo: Manole, 2004. 478p. ISBN
8520417736 : (Broch.)
• SEIXAS, BRAULIO LUIZ SAMPAIO; UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA.
Fundamentos do manejo e da conservação do solo. Salvador: Centro Editorial e
Didatico da UFBA, 1985. [30]p. ISBN 8523200290 (broch.)
• SOBRAL FILHO, RAYMUNDO MENDES; EMBRAPA; SERVIÇO NACIONAL DE
LEVANTAMENTO E CONSERVAÇÃO DE SOLOS (BRASIL). Práticas de
conservação de solos. Brasília, DF: EMBRAPA; Rio de Janeiro: SNLCS, 1980. 88p.
(SNLCS. Miscelanea ;3)
Bibliografia complementar:
• BALIEIRO, F. C., TAVARES, S.L.R. Curso de Recuperação de Áreas Degradadas Visão da Ciência do Solo no Contexto do Diagnóstico, Manejo, Indicadores de
monitoramento e Estratégias de Recuperação. EMBRAPA SOLOS, Documento 103,
Rio de Janeiro, 2008.
• BERTONI, Jose; LOMBARDI NETO, Francisco. Conservação do solo. Ícone, 1990.
355 p. (Coleção Brasil agricola) ISBN 8527401436 (broch.).
• BOSCOV, Maria Eugenia Gimenez. Geotecnia ambiental. São Paulo: Oficina de
Textos, 2008. 248 p. ISBN 9788586238734 : (Broch.)
• SERVIÇO NACIONAL DE LEVANTAMENTO E CONSERVAÇÃO DE SOLOS
(BRASIL). Sistema brasileiro de classificação de solos (1. aproximação). Rio de
Janeiro: Serviço Nacional de Levantamento e Conservação de Solos, 1980. 73p.
• SERVIÇO NACIONAL DE LEVANTAMENTO E CONSERVAÇÃO DE SOLOS
(BRASIL). Sistema brasileiro de classificação de solos (2. aproximação). Rio de
Janeiro: O Serviço, 1981. 107p.
• SOPHER, Charles D; BAIRD, Jack V. Soils and soil management. 2. ed. Reston:
Reston Publishing, c1982. 312p. ISBN 0835970310 : (Enc.)
•
WADT, P.G.S. Práticas de Conservação de solos e recuperação de áreas
degradadas, EMBRAPA, Documento 90. Rio Branco, 2003.
Código: EAMB047
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Legislação Ambiental
Ano: 4º
Semestre: 7º
Ementa: Origem e desenvolvimento da legislação ambiental; Política e Legislação
Ambiental. Política Nacional de Meio Ambiente. Legislação Ambiental na Constituição
Federal e Estadual. Diretrizes internacionais de meio ambiente. Meios administrativos e
judiciais de proteção ambiental. Legislação específica: unidades de conservação, poluição e
licenciamento ambiental. Resoluções do CONAMA. Pontos de conflito da legislação
ambiental e sua aplicação na prática social.
Bibliografia específica:
81
Código: EAMB047
Disciplina: Legislação Ambiental
• ANTUNES, Paulo de Bessa. Política nacional do meio ambiente: PNMA
(comentários à lei nº 6.938 de 31 de agostop de 1981). Rio de Janeiro: Lumen Juris,
2005 229 p. ISBN 8573876190 : (Broch)
• ANTUNES, Paulo de Bessa. Dano ambiental: uma abordagem conceitual. Rio de
Janeiro: Lumen Juris, 2002 329 p ISBN 8573870966 : (Broch.)
• ANTUNES, Paulo de Bessa. Direito ambiental. 12. ed. Rio de Janeiro, RJ: Lumen
Juris, 2010. 960 p. ISBN 9788537506165 (broch.).
• ALVES, Sérgio Luis Mendonça. Estado poluidor. Juarez de Oliveira, 2003. 243 p.
ISBN 8574533920 (broch.).
• BRASIL. [Constituição da República Federativa do Brasil.. Constituição da
República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988.. Brasília:
Senado Federal, 2006 448 p. ISBN (Broch.)
• MIRRA, Alvaro Luiz Valery. Ação civil pública e a reparação do dano ao meio
ambiente. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2004. 428p. ISBN
8574534994 : (Broch.)
• ANTUNES, Paulo de Bessa. Direito ambiental. 9. ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris,
2006 988p. ISBN 8573878509 : (Broch.)
• Leis e Resoluções relacionadas com o meio ambiente, disponíveis no sítio do Ministério
do Meio Ambiente em: http://www.mma.gov.br.
• Leis relacionadas com o meio ambiente, disponíveis no sítio do Ministério das Cidades
em: www.cidades.gov.br.
• Leis e Resoluções relacionadas com o meio ambiente, disponíveis no sítio do Instituo
do Meio Ambiente do Estado de Alagoas em: http://www.ima.al.gov.br/
Bibliografia complementar:
• FREITAS, Vladimir Passos de; GRAF, Ana Cláudia Bento (Colab.) Águas: aspectos
jurídicos e ambientais. 2. ed. Curitiba: Juruá, 2002. 277p. ISBN 8536200499
• PIVA, Rui Carvalho. Bem ambiental. Sao Paulo: Max Limonad, 2000. 179 p. ISBN
858630073X : (Broch.)
• PIVA, Rui Carvalho. Bem ambiental. Sao Paulo: Max Limonad, 2000. 179 p. ISBN
858630073X : (Broch.)
• ROCCO, Rogério. Estudo de impacto de vizinhança: instrumento de garantia do
direito às cidades sustentáveis. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2006. 241 p. ISBN
8573877774 : (Broch.)
• ROCCO, R. Legislação Brasileira do Meio Ambiente. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
• SILVA, José Afonso da. Direito ambiental constitucional. 4. ed. rev. e atual. São
Paulo: Malheiros, 2002. 349p ISBN 8574203815 : (Broch.)
• BrasilSenado Federal. Legislação brasileira de resíduos sólidos e ambiental
correlata.
Código: EAMB048
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Poluição Atmosférica
Ano: 4º
Semestre: 8º
Ementa: Físico-química da atmosfera. Composição química da atmosfera. Principais fontes
dos elementos químicos atmosféricos. Reações químicas e fotoquímicas. Oxidantes
atmosféricos. Ciclo do carbono na atmosfera. Compostos nitrogenados. Chuvas ácidas.
Transporte, difusão e deposição. Dados e métodos experimentais. Aspectos gerais sobre os
82
Código: EAMB048
Disciplina: Poluição Atmosférica
poluentes atmosféricos. Poluição do ar. Principais tipos, fontes e efeitos. Climatologia da
poluição atmosférica. Instrumentos e monitoramento da poluição.
Bibliografia específica:
• BRAGA, Benedito. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2005. 318 p. ISBN 8576050412 : (Broch.)
• NEVERS, N. Air pollution control engineering. New York : McGraw-Hill, 1995. 506
p.
• FELLENBERG, Günter. Introdução aos problemas da poluição ambiental. São
Paulo: EPU, 2005. 196p. ISBN 8512490403 : (Broch.)
• HENDERSON-SELLERS, Brian. Modeling of plume rise and dispersio: the
University of Salford model : U.S.P.R.. Berlin: Springer, c1987. 113p. (Lecture notes in
engineering,25) ISBN 0387173552 : (Broch.)
• STULL, Roland B. An introduction to Boundary layer meteorology. Dordrecht:
Kluwer Academic Publishers, 1988. 666p. (Atmospheric sciences library) ISBN
9027727694 : (Broch.)
Bibliografia complementar:
• MCEWAN, M. J; PHILLIPS, L. F. Chemistry of the atmosphere. London: Arnold,
1975.
• SISTER, Gabriel. Mercado de carbono e protocolo de Quioto: [aspectos negociais e
tributação]. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. xix, 178 p. ISBN 9788535224641 (broch.).
• SUTTON, O. G. Micrometeorology: a study of physical process in the lowest layers
of the earth's atmosphere. New York: McGraw-Hill, 1953.
• OMM N8. Guide to Meteorological instruments and methods of observation. 5 Ed.
• OMM N364. Précis de Météorologie. v. 2. Partie 6 – Chimie Atmosphérique et
Météorologie de la Pollution de l'Air.
• LORA, E. E. S. Prevenção e controle da poluição nos setores energético, industrial
e de transporte. Brasília, DF: ANEEL, 2000. 503 p.
Código: EAMB049
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Resíduos Sólidos
Ano: 4º
Semestre: 8º
Ementa: Lixo: origem, produção e poluição. Classificação, composição e caracterização
dos resíduos sólidos. Limpeza pública: manejo de resíduos, planejamento e legislação.
Coleta seletiva e reciclagem. Processos de tratamento e/ou destinação final. Seleção de
áreas para tratamento e/ou disposição final de resíduos sólidos, resíduos industriais e de
serviço de saúde: manejo e disposição final.
Bibliografia específica:
• CASTILHOS JÚNIOR, ARMANDO BORGES DE; PROGRAMA DE PESQUISA
EM SANEAMENTO BÁSICO (Coord.) Resíduos sólidos urbanos: aterro sustentável
para municípios de pequeno porte. Rio de Janeiro: ABES, 2003. 294p. ISBN
8586552704 : (Broch.)
• FERNANDES, FERNANDO; PROGRAMA DE PESQUISA EM SANEAMENTO
BÁSICO; UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA; ASSOCIAÇÃO
BRASILEIRA DE ENGENHARIA SANITARIA E AMBIENTAL (Cood.) Manual
83
Código: EAMB049
Disciplina: Resíduos Sólidos
prático para compostagem de biossólidos. Rio de Janeiro: ABES, 1999. 1999. 84p.
ISBN (Broch.)
• LIMA, Luiz Mário Queiroz. Lixo: tratamento e biorremediação. ISBN 8528901491
• Normas Técnicas – Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT: NBR 7500 –
NBR 8286 - NBR 10004 – NBR 10005 – NBR 10006 - NBR 10007 – NBR 12235 –
NBR 11174– NBR 12980 – NBR 9191– NBR 8419 – NBR 12807 - NBR 12808 – NBR
12809 – NBR 12810 – NBR 8419 – NBR 10157 –NBR 13230 - NBR 13896.
Disponíveis no Laboratório de Informática da Unidade Acadêmica Centro de
Tecnologia.
• PEDROSA, V., Resíduos sólidos urbanos : o problema e a solução; Roteiro Editorial
1996.
Bibliografia complementar:
• ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL.
Digestão de resíduos sólidos orgânicos e aproveitamento do biogás. Rio de Janeiro:
ABES 2003 196 p. ISBN 8586552682 : (Broch.)
• FRANKENBERG, Claudio Luis Crescente; RAYA-RODRIGUEZ, Maria Teresa.
Gerenciamento de resíduos e certificação ambiental. Porto Alegre,RS: EDIPUCRS,
2000. 399 p.
• Manual de gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. Ministério da Saúde,
Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 182 p.
(Série A. Normas e Manuais Técnicos).
• LIMA, J.L. Gestão de Resíduos sólidos urbanos no Brasil. ABES: Paraíba, 2000.
• MASSUNARI, I.S. Pesquisa e seleção de áreas para aterro sanitário. Ed. 54, p 1722, 2000.
• PROSAB – Programa de Pesquisa em Saneamento Básico. Manual prático de
compostagem de biossólidos. Rio de Janeiro: ABES, 1999.
• PROSAB – Programa de Pesquisa em Saneamento Básico. Resíduos Sólidos do
saneamento. Processamento, reciclagem e destinação final. Rio de Janeiro: ABES,
2001.
• PROSAB – Programa de Pesquisa em Saneamento Básico. Resíduos Sólidos do
saneamento: Metodologias e Técnicas de minimização, reciclagem e reutilização de
resíduos sólidos urbanos. Rio de Janeiro: ABES, 1999.
• PROSAB – Programa de Pesquisa em Saneamento Básico. Resíduos Sólidos do
saneamento: Resíduos Sólidos Provenientes de coletas especiais: eliminação e
valorização. Rio de Janeiro: ABES, 2001.
• SCHNEIDER, V. E.; EMMERICH, R. C.; DUARTE, V. C.; ORLANDIN, S. M.
Manual de gerenciamento de resíduos sólidos de serviços de saúde. 2ª.ed. revisada e
ampliada, Caxias do Sul, RS: EDUCS, 2004, 319
Código: EAMB050
Disciplina: Tratamento de Águas Residuárias 2
Carga horária semestral: 60 h
Ano: 4º
Semestre: 8º
Ementa: Pós-tratamento de efluentes líquidos. Desinfecção de efluentes. Reuso de
efluentes tratados na irrigação. Reuso de efluentes tratados na irrigação. Reuso de efluentes
tratados na piscicultura. Outros tipos de reúsos de efluentes tratados.
84
Código: EAMB050
Disciplina: Tratamento de Águas Residuárias 2
Bibliografia:
• CAMPOS, J. R. (Coordenador). Tratamento de esgotos sanitários por processo
anaeróbio e disposição controlada no solo. Rio de Janeiro: Projeto PROSAB, 1999.
464p.
• CHERNICARO, C. A. L (Coordenador). Pós-tratamento de efluentes de reatores
anaeróbios. Belo Horizonte: Projeto PROSAB, 2001. 544p.
• METCALF & EDDY WASTEWATER ENGINEERING: treatment disposal reuse. 3.
ed. Boston: McGraw-Hill, 1991.
• NUVOLARI, Ariovaldo (Coord.) Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e
reúso agrícola. São Paulo: E. Blucher, 2003. 520 p. ISBN 8521203144 : (Broch.)
• VON SPERLING, Marcos. Princípios do Tratamento Biológico de Águas
residuárias. Introdução à Qualidade das Águas e ao Tratamento de Esgotos. vol. 1.
Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, UFMG, 2005. 452p. ISBN
8570411146.
• VON SPERLING, Marcos. Princípios básicos do tratamento de esgotos. Belo
Horizonte: editora da UFMG, 1996, 211p.
Bibliografia complementar:
• BRAILE, P.M.; CAVALCANTI, J. E. W. A. Manual de Tratamento de Águas
Residuárias Industriais. São Paulo-SP: CETESB, 1979, 764p.
• FERNANDES, Carlos. Esgotos sanitários. João Pessoa: Ed. da UFPB, 1997. 434p.
ISBN 8523700420 : (Broch.)
• FRANCI, RICARDO; PROGRAMA DE PESQUISA EM SANEAMENTO BÁSICO
(Org.) Gerenciamento do lodo de lagoas de estabilização não mecanizadas. Rio de
Janeiro: ABES, 1999. 80 p. ISBN 8570221347 : (Broch.)
• GONÇALVES, Ricardo Franci ((coord.)). Desinfecção de efluentes sanitários.
Vitória, ES: ABES, 2003. 422 p. ISBN 8586552720 : (Broch.)
• JORDÃO, E, P; PESSOA, C. A. Tratamento de Esgotos Domésticos. Rio de Janeiro:
ABES, 1995, 720p.
• MENDONÇA, S. R. Sistemas de Lagunas de Estabilización: como utilizar águas
residuals. Santa Fé de Bogotá, Colômbia: Ed. McGraw-Hill Interamericana, 2000,
370p.
• MENDONÇA, S. R. Lagoas de Estabilização e Aeradas Mecanicamente: novos
conceitos. João Pessoa, Paraíba, 1990, 388p.
• MOTA, S. Reuso de Águas: a experiência da Universidade Federal do Ceará.
Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, Centro de Tecnologia, Departamento de
Engenharia Hidráulica e Ambiental, 2000, 276p.
• NUNES, José Alves. Tratamento físico-químico de águas residuárias industriais. 4.
ed. Aracaju: J.Andrade, 2004. 298p.
• VAN HAANDEL, A. C.; LETTINGA, G. Tratamento Anaeróbio de Esgotos: um
manual para regiões de clima quente, 1994.
• VON SPERLING, M. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias:
lodos ativados. Belo Horizonte, Universidade Federal de Minas Gerais, Departamento
de Engenharia Sanitária e Ambiental, 1997, 416p.
85
Código: EAMB051
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Avaliação de Impactos Ambientais 1
Ano: 4º
Semestre: 8º
Ementa: Histórico. Conceitos e definições básicas. Fatores ambientais. Estudo de impactos
ambientais. Métodos de avaliação de impactos ambientais. Estudo de caso.
Bibliografia específica:
• BRAGA, Benedito. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2005. 318 p. ISBN 8576050412: (Broch.)
• GUERRA, Antonio José Teixeira; CUNHA, Sandra Baptista da (Orgs.) Impactos
ambientais urbanos no Brasil. 3. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. 416p.
ISBN 8528608026
• SILVA, Jorge Xavier da; SOUZA, Marcelo J. L. Analise ambiental. Rio de Janeiro:
Ed. da UFRJ, 1988. 199p. ISBN 8571080151 : (Broch.)
• VALLE, Cyro Eyer do; LAGE, Henrique. Meio ambiente: acidentes, lições, soluções.
2. ed. São Paulo: SENAC São Paulo, 2003. 256 p. ISBN 8573593113 : (Broch.)
Bibliografia complementar:
• AB’SABER, A.N. Base Conceituais e Papel do Conhecimento na Previsão de
Impactos. In: MÜLER, Clarita. Plantenberg e Azis AB’ Saber (ORGS). Avaliação de
Impactos. 1994. p. 27 – 50.
• BITAR, O. (ORG). O Meio Físico em Estudos de Impacto Ambiental. 1990. IPT,
Boletim 56. 25 p.
• BRANCO, S.M. Ecossistêmica: uma abordagem integrada dos problemas do meio
ambiente. São Paulo: Editora Blücher. 1989.
• DIAS, Marilza do Carmo Oliveira. Manual de impactos ambientais: orientações
básicas sobre aspectos ambientais de atividades produtivas. Fortaleza, CE: Banco do
Nordeste do Brasil, 1999. 297 p. ISBN (Broch.)
• MAGLIO, I.C. Questões Verificadas na Aplicação do EPIA/RIMA: A experiência da
Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo. In: TAUK , Sania, Org. Análise ambiental
– Uma visão multidisciplinar. Editora UNEPS, 1991. p. 64-70.
• MILARÉ, E. Estudo prévio de impacto ambiental no Brasil. In: PLANTENBERG,
Clarita Muller; AB’SABER, Azis (Eds.). Previsão de Impactos. 1994. p. 51-80.
• ROCCO, Rogério. Estudo de impacto de vizinhança: instrumento de garantia do
direito às cidades sustentáveis. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2006. 241 p. ISBN
8573877774 : (Broch.)
Código: EAMB052
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Economia
Ano: 4º
Semestre: 8º
Ementa: Análise microeconômica. Formação de preços. Organização industrial. Economia
política (Várias correntes). Aspectos microeconômicos da realidade brasileira.
Endividamento privado. Fontes de financiamento. Formação bruta per capita (acumulação
e concentração) no Brasil. Análise macroeconômica. Contabilidade nacional (Social).
Macroeconomia de economias abertas (comércio exterior, balanço de pagamento, etc).
Desenvolvimento econômico. Endividamento. Rescisão. Inflação. Estagflação. Economia
regional. Análise macroeconômica da realidade brasileira. Engenharia econômica. Estudos
econômicos de projetos.
86
Código: EAMB052
Disciplina: Economia
Bibliografia específica:
• CANO, Wilson. Introdução à economia: uma abordagem crítica. 2. ed. rev. atual e
ampl. São Paulo: UNESP 2007. 292 p. ISBN 9788571397323 : (Broch.)
• FURTADO. C . Formação econômica do Brasil. Companhia Editora Nacional, 1998.
• MANKIW, N. Gregory. Introdução à economia. 5. ed. São Paulo: Cengage Learning,
2010. 838 p. ISBN 9788522107056 (broch.).
• MENDES, Carlos Magno; TREDEZINE, Cícero Antônio de Oliveira. Introdução à
economia. Maceió: Q Gráfica, 2007. 161 p. ISBN (Broch.)
• SAMUELSON, P. A. Introdução à análise econômica. Editora AGIR, 1969.
• VASCONCELOS, M. A. S., GARCIA, M.E. Fundamentos de economia. Editora
Saraiva, 1969.
• WESSELS, W. Economia. Editora Saraiva, 1998.
Bibliografia complementar:
• BNDES. O caso da privatização da infra-estrutura nacional. BNDES. Rio de
Janeiro, 2000.
• CASTRO, Antonio Barros de; LESSA, Carlos Francisco. Introdução a economia: uma
abordagem estruturalista. 25. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1983. 162p
• KRUGMAN, Paul R.; WELLS, Robin. Introdução à economia. Rio de Janeiro:
ELSEVIER, 2007. 823 p. ISBN 9788535211085 (broch.).
• CAMPOS, R. O século esquisito. Editora Topbooks, 1990.
• FIGUEIREDO, P.H.P. A regulação do serviço público concedido. Porto Alegre:
Editora Síntese, 1999. p.47-48.
• FRIEDMAN, M. (1962). Teoria de los precios. Editora Altaya.
• PINHEIRO, A.C. O setor Privado na infra-estrutra brasileira. Revista do BNDES.
Rio de Janeiro. v. 3. n. 5, 1996. p. 87-104.
• SILVA, D.D., PRUSKI, F.F. Gestão de recursos hídricos. Ministério do Meio
Ambiente, 2000.
• STIGLITZ, J. Principles of macro-economics. Stanford University, 1993.
Código: EAMB053
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Ética e Relações de Trabalho
Ano: 4º
Semestre: 8º
Ementa: Fundamentos de ética e sociabilidade humana. Conduta. Obrigações e
responsabilidade. Cidadania e organização profissional. Controle do exercício profissional.
Legislação profissional. Codificação ética da profissão.
Bibliografia específica:
• APEL, Karl-Otto. Estudos de moral moderna. Petrópolis, RJ: Vozes, 1994. 284p. ISBN
8532611478 : (broch.).
• ÉTICA. 3. ed. Belo Horizonte, MG: Autêntica, c2007. 423 p. ISBN 9788575262498
(enc.)
• UMA INVESTIGAÇÃO sobre os princípios da moral. São Paulo: UNICAMP, 1995.
226 p (Repertórios) ISBN 8526803379 : (Broch.)
• CONFEA- RESOLUÇÃO NO 1010 , DE 22 DE AGOSTO DE 2005.
• CONFEA –RESOLUÇÃO N O 218, DE 29 JUN 1973.
87
Código: EAMB053
Disciplina: Ética e Relações de Trabalho
• CONFEA –MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA A VERIFICAÇÃO DO
EXERCÍCIO PROFISSIONAL.
• CONFEA- NOVO CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL.
Bibliografia complementar:
•
•
•
•
•
HABERMAS, Jürgen; SAVIDAN, Patrick; CIPOLLA, Marcelo Brandão. A ética da
discussão e a questão da verdade. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007. xi, 69 p.
(Coleção tópicos) ISBN 9788533623965 : (broch.)
INÁCIO, José Reginaldo. Ética sindicalismo e poder: os fins justificam os meios?. Belo
Horizonte: Crisálida, 2005. 228 p. ISBN 8587961233 : (Broch.).
ARKOTLI, Gilson R.; ARAGÃO, Sueli D. Responsabilidade social: uma contribuição
à gestão transformadora das organizações. 2. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2008. 141 p.
ISBN 9788532630001 : (Broch.)
MEDEIROS, Fernanda Luiza Fontoura de. Meio ambiente: direito e dever fundamental.
Porto Alegre, RS: Livraria do Advogado, 2004. 205 p. ISBN 8573483105 (broch.).
MOORE, Barrington. Aspectos morais do crescimento econômico: e outros ensaios.
Rio de Janeiro: Record, 1999. 253 p. ISBN 8501054631 (broch.).
Código: EAMB056
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Tratamento de Efluentes Gasosos
Ano: 5º
Semestre: 9º
Ementa: Tecnologias de Remoção de poluentes atmosféricos: NOx, SOx e Material
particulado.
Bibliografia específica:
• BRAGA, Benedito. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2005. 318 p. ISBN 8576050412: (Broch.)
• LORA, E. E. S. Prevenção e controle da poluição nos setores energético, industrial
e de transporte. Brasília, DF: ANEEL, 2000. 503 p.
• NEVERS, N. Air pollution control engineering. New York : McGraw-Hill, 1995. 506
p.
• FELLENBERG, Günter. Introdução aos problemas da poluição ambiental. São
Paulo: EPU, 2005. 196p. ISBN 8512490403 : (Broch.)
• HENDERSON-SELLERS, Brian. Modeling of plume rise and dispersio: the
University of Salford model : U.S.P.R.. Berlin: Springer, c1987. 113p. (Lecture notes in
engineering,25) ISBN 0387173552 : (Broch.)
• STULL, Roland B. An introduction to Boundary layer meteorology. Dordrecht:
Kluwer Academic Publishers, 1988. 666p. (Atmospheric sciences library) ISBN
9027727694 : (Broch.)
Bibliografia complementar:
• MCEWAN, M. J; PHILLIPS, L. F. Chemistry of the atmosphere. London: Arnold,
1975.
• OMM N8. Guide to Meteorological instruments and methods of observation. 5 Ed.
• OMM N364. Précis de Météorologie. v. 2. Partie 6 – Chimie Atmosphérique et
Météorologie de la Pollution de l'Air.
88
Código: EAMB057
Disciplina: Políticas Públicas Aplicadas ao Meio Ambiente
Carga horária semestral: 60 h
Ano: 5º
Semestre: 9º
Ementa: Conceitos teóricos; fundamentos da política pública; modelos de processos das
políticas públicas; agenda e atores; globalização e organismos internacionais;
internacionalização do direito ambiental; políticas ambientais nacional e local.
Bibliografia específica:
• HOGAN, Daniel J. Cidade: usos e abusos. São Paulo: Brasiliense, 1978. 167p. : il
ISBN (Broch.)
• BARBIERI, José Carlos. Desenvolvimento e meio ambiente: as estratégias de
mudanças da agenda 21. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 2000. 156 p. (Educação ambiental)
ISBN 8532618197 : (Broch.)
• BELLONI, Isaura; Magalhães Heitor de; SOUSA, Luiza Costa de. Metodologia de
avaliação em políticas públicas: uma experiência em educação profissional. 3. ed. São
Paulo: Cortez, 2003. 96 p. (Questões na nossa época75) ISBN 8524907452 : (Broch.)
• CAVALCANTI, Clovis ((org.)). Meio ambiente, desenvolvimento sustentável e
políticas públicas. São Paulo: Cortez; Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 1997. 436 p.
ISBN 8524906626 : (Broch.)
• FRANKE, Carlos Roberto ((org.)). Mata Atlântica e biodiversidade. Salvador:
Edufba, 2005. 476 p. ISBN 8523203478 : (Broch.)
• MEHEDFF, Carmen Guimarães; GARCIA, Cid ((org.)). Metodologia para formação
de gestores de políticas públicas. Brasília: FLACSO, c2005. 227 p. (Políticas públicas
de trabalho, emprego e geração de renda) ISBN (Broch.)
• MENY,Yves; THOENIG, Jean-Claude. Las políticas públicas. Barcelona: Ariel, 1992.
271p. (Ariel ciencia política) ISBN 8434416840 : (Broch.)
• SANTOS, Rozely Ferreira dos. Planejamento ambiental: teoria e prática. São Paulo:
Oficina de Textos, c2004. 184 p. ISBN 9788586238628 : (Broch.)
• TRIGUEIRO, André. Meio ambiente no século 2: 21 especialistas falam da questão
ambiental nas suas áreas de conhecimento. Rio de Janeiro: Sextante, 2003. 367 p ISBN
8575420771 (broch.)
Bibliografia complementar:
• BONETI, Lindomar Wessler. O silêncio das águas: políticas públicas, meio ambiente
e exclusão social. 2. ed. Ijui, RS: Ed. Unijui, 2003. 244p. (Ciências sociais) ISBN
8585866926 : (Broch.)
• BRASIL; RAMBALDI, Denise Marçal; OLIVEIRA, Daniela América Suarez de.
Fragmentação de ecossistemas: causas, efeitos sobre a biodiversidade e recomendaçõs
de políticas públicas. Brasí
• CAVALCANTI, Clovis ((org.)). Meio ambiente, desenvolvimento sustentável e
políticas públicas. São Paulo: Cortez; Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 1997. 436 p.
ISBN 8524906626 : (Broch.)
• HOGAN, D. J., BERQUÓ, E. and COSTA, H. S. M. (Eds) Population and
environmental in Brazil: Rio + 10. Campinas: CNPD, ABEP,NEPO, 2002.
• JACOBI, Pedro Roberto. Movimentos sociais e políticas públicas: demandas por
saneamento básico e saude - São Paulo 1974-84. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1993. 174p
ISBN 8524901713 : (broch.)
• LOBO, Luiz. Saneamento básico: em busca da universalização. Brasília: O autor,
89
Código: EAMB057
Disciplina: Políticas Públicas Aplicadas ao Meio Ambiente
2003. 226 p. ISBN 8590348016 : (Broch.)
• MUKAI, T. Temas atuais de direito urbanístico e ambiental. Belo Horizonte:
Fórum, 2004.
• NOVAES, W. (Coord.) Agenda 21 Brasileira – Bases para discussão. Brasília:
MMA/PNUD, 2000.
• ROCHA, J. S. M da, Educação Ambiental, ensino fundamental, médio e superior.
Brasília: ABEAS, 2001.
• SANTOS JÚNIOR, O. A. (0rg) Políticas públicas e gestão local: programa
Interdisciplinar de capacitação de conselheiros municipais. Rio de janeiro: Fase, 2003.
Código: EAMB058
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Avaliação de Impactos Ambientais 2
Ano: 5º
Semestre: 9º
Ementa: Avaliação de impacto cumulativo. Noção de indicadores ambientais. Avaliação de
impacto estratégico. Avaliação de risco ambiental. Avaliação de impacto e gestão
ambiental. Análise de relatórios de impacto ambiental - Estudos de caso envolvendo
unidades industriais, obras hidráulicas, projetos urbanísticos, atividade minerária, resíduos
sólidos.
Bibliografia:
• BRAGA, Benedito. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2005. 318 p. ISBN 8576050412: (Broch.)
• DIAS, Marilza do Carmo Oliveira. Manual de impactos ambientais: orientações
básicas sobre aspectos ambientais de atividades produtivas. Fortaleza, CE: Banco do
Nordeste do Brasil, 1999. 297 p. ISBN (Broch.)
• GUERRA, Antonio José Teixeira; CUNHA, Sandra Baptista da (Orgs.) Impactos
ambientais urbanos no Brasil. 3. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. 416p.
ISBN 8528608026
• SILVA, Jorge Xavier da; SOUZA, Marcelo J. L. Analise ambiental. Rio de Janeiro:
Ed. da UFRJ, 1988. 199p. ISBN 8571080151 : (Broch.)
• VALLE, Cyro Eyer do; LAGE, Henrique. Meio ambiente: acidentes, lições, soluções.
2. ed. São Paulo: SENAC São Paulo, 2003. 256 p. ISBN 8573593113 : (Broch.)
Bibliografia complementar:
• AB’SABER, A.N. Base Conceituais e Papel do Conhecimento na Previsão de
Impactos. In: MÜLER, Clarita. Plantenberg e Azis AB’ Saber (ORGS). Avaliação de
Impactos. 1994. p. 27 – 50.
• BITAR, O. (ORG). O Meio Físico em Estudos de Impacto Ambiental. 1990. IPT,
Boletim 56. 25 p.
• BRANCO, S.M. Ecossistêmica: uma abordagem integrada dos problemas do meio
ambiente. São Paulo: Editora Blücher. 1989.
• JULIEN, B. et al. An Environmental Impact Identification System. Journal de
Environmental Management, v.36, p.167-184. 1992.
• KIRCHOFF, D. Avaliação de risco ambiental e o processo de licenciamento: O caso do
gasoduto de distribuição gás brasiliano. Trecho São Carlos ? Porto Ferreira (SP). 2004.
Dissertação (Mestrado) Escola de Engenharia de São Carlos, USP, 2004.
• LAWRENCE, D. Environmental Impact Assessment: Practical solutions to recurrent
90
Código: EAMB058
Disciplina: Avaliação de Impactos Ambientais 2
problems. New York: John Willey. 2003.
• MAGLIO, I.C. Questões Verificadas na Aplicação do EPIA/RIMA: A experiência da
Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo. In: TAUK , Sania, Org. Análise ambiental
– Uma visão multidisciplinar. Editora UNEPS, 1991. p. 64-70.
• MILARÉ, E. Estudo prévio de impacto ambiental no Brasil. In: PLANTENBERG,
Clarita Muller; AB’SABER, Azis (Eds.). Previsão de Impactos. 1994. p. 51-80.
• MORRIS, P. Environmental Impact Assessment. New York: Spon Press, 2001.
• ROCCO, Rogério. Estudo de impacto de vizinhança: instrumento de garantia do
direito às cidades sustentáveis. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2006. 241 p. ISBN
8573877774 : (Broch.)
• RONZA, C. A política do meio ambiente e as contradições do Estado. AIA em São
Paulo. 1988. (Dissertação de Mestrado). IG/UNICAMP, 1988.
• SPALLING, H. Avaliação dos efeitos cumulativos - conceitos e princípios. Avaliação
de Impactos, v.1, n.2, p. 55- 68, 1996.
• TEIXEIRA, M. G. Análise dos Relatórios de Impactos Ambientais de grandes
hidrelétricas no Brasil. In: PLANTENBERG, Clarita Müller; AB'SABER, Aziz (Eds.)
Avaliação Impactos, p. 163-187, 1994.
• TOMMASI, L.C. Avaliação de Impacto Ambiental. São Paulo: CETESB. 1994.
Código: EAMB059
Carga horária semestral: 30 h
Disciplina: Analise de Risco
Ano: 5º
Semestre: 9º
Ementa: Técnicas de Análise de Riscos: Conceitos Básicos. Técnicas de Análises: APR,
HAZOP, AMFE e AAF. Análise sumária de processos: equipamentos mais usados no
controle de agentes agressivos em indústrias.
Bibliografia específica:
• CETESB Manual de orientação para elaboração de estudo e análise de riscos. São
Paulo, 1994.
• MACK, Carlos E. V. Identificação, avaliação e controle de riscos nas indústrias
químicas. Lorena: Faenquil, 2000.
• DE CICCO, Francesco M. G. A. F., FANTAZZINI, Mario Luiz. Técnicas Modernas
de Gerência de Riscos. IBGR, 1985.
• CELEDON, Hugo. Curso de Análise e Identificação de Riscos. Explo.
• CHEMICAL INDUSTRIES ASSOCIATION LIMITED. A Guide to Hazard and
Operability Studies. 1987.
Código: EAMB068
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Engenharia de Segurança
Ano: 5º
Semestre: 9º
Ementa: Aspectos Humanos, Sociais e Econômicos da Segurança do Trabalho. Aspectos
Gerais do Acidente do Trabalho, Segurança na Indústria. Gestão de Meio Ambiente em
Laboratórios Normas Regulamentadoras. Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de
91
Código: EAMB068
Disciplina: Engenharia de Segurança
Trabalho. Primeiros Socorros nos Acidentes de Trabalho. Superfícies de Trabalho e
Estruturas Diversas. Controle de Riscos. Equipamentos de Proteção. Proteção Contra
Incêndios.
Bibliografia específica:
• BENSOUSSAN, Eddy; ALBIERI, Sergio. Manual de higiene, segurança e medicina
do trabalho. ed. rev. e atual. São Paulo: Atheneu, 1999. 216p. ISBN 8573790148 :
(Broch.)
• Legislação do Ministério do trabalho. Disponível em www.mte.gov.br. Acesso em: 06
de novembro de 2009.
• ROUSSELET, Edison da Silva. A segurança na obra: manual de procedimentos para
implantação e funcionamento de canteiro de obras. Rio de Janeiro: Interciência: 1999.
344p. ISBN 857193018X: (Broch.)
• SAMPAIO, José Carlos de Arruda. Manual de aplicação da NR 18. São Paulo: Pini:
SindusCon, 1998. 540p. ISBN 8572661034 : (Broch.)
• ZOCCHIO, Álvaro. Prática da prevenção de acidentes: ABC da segurança do
trabalho. 7. ed., rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2002. 278 p. ISBN 8522431620 :
(Broch.)
• HOYLER, S. Manual de relações industriais. São Paulo: Pioneira, 1968-77. 3v.
(Biblioteca pioneira de administração e negócios) ISBN (Broch.)
• ROUSSELET, Edison da Silva. A segurança na obra: manual de procedimentos para
implantação e funcionamento de canteiro de obras. Rio de Janeiro: Interciência:
1999/97. 344p. ISBN 857193018X: (Broch.)
Bibliografia complementar:
•
• CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos na empresa. 3. ed. São Paulo: Atlas,
1994. 5v. : ISBN 8522404259 : (Broch.)
• FREIRE, José de Mendonça. Instrumentos e Ferramentas Manuais. LTC Livros
Técnicos e Científicos Editora S.A, Rio de Janeiro, 1994
• GROTT, João Manoel. Meio ambiente do trabalho: prevenção - a salvaguarda do
trabalhador. Curitiba: Juruá, 2003 195 p. ISBN 8503625660 : (Broch.)
• HIRSCHFELD, Henrique. A Construção Civil e a Qualidade. São Paulo: Atlas S.A,
1996.
• PACHECO JR., Waldemar. Qualidade na Segurança e Higiene do Trabalho, São
Paulo: Atlas S.A, 1996.
• SOARES, Paulo; JESUS, Carlos A. Boeira de; STEFFEN, Paulo Cezar. Segurança e
higiene do trabalho. Canoas: Universidade Luterana do Brasil, 1994. 123 p. (Alfa ;3)
ISBN 8585692049 : (Broch.)
Código: EAMB069
Carga horária semestral: 30 h
Disciplina: Administração
Ano: 5º
Semestre: 9º
Ementa: Tópicos de teoria dos sistemas. Tópicos de teoria do planejamento.
Administração: uma técnica social básica. As diferentes abordagens da administração e
organização de empresas. As áreas funcionais de uma empresa: produção, finanças,
recursos humanos, marketing e materiais. Sistemas administrativos e mudança
92
Código: EAMB069
Disciplina: Administração
organizacional. Gerência de empresas X Gerência de empreendimentos. Esquema
organizacional da gerência por empreendimentos: o sistema matricial. Áreas funcionais de
empreendimento: projeto, obras, relações públicas, finanças administrativas e
planejamento. Administração pública. Noções de contabilidade.
Bibliografia específica:
• CHIAVENATO, I., Introdução à teoria geral da administração. Rio de Janeiro, Editora
Campus Ltda, 5ª ed., 1999
• DRUCKER, Peter Ferdinand. Inovação e espírito empreendedor: entrepreneurship :
prática e princípios. 3. ed. São Paulo: Pioneira, c1991. 378p. (Biblioteca pioneira de
administração e negócios) ISBN (Broch.)
• FARRELL, Larry C. Entrepreneurship: fundamentos das organizações empreendedoras.
São Paulo: Atlas, 1993.
• HAMPTON, David R.; ASSUMPÇÃO FILHO, Milton Mira de. Administração
contemporânea. 3. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1992. 590 p ISBN 0074501941 :
(Broch.)
• LONGENECKER, Justin Gooderl; MOORE, Carlos W; PETTY, J. William.
Administração de pequenas empresas. São Paulo: Makron Books, 1998. 868 p. ISBN
8534607060 : (Broch.)
Bibliografia complementar:
• COOPER, Robert; SAWAF, Ayman. Inteligência emocional na empresa. 6. ed. Rio
de Janeiro: Campus, c1997. 380p. ISBN 8535202110 : (Broch.)
• DAFT, Richard L. Administração. São Paulo: Thompson, 2005. 581 p. ISBN
8522104557 : (Broch.)
• GOLEMAN, D. Inteligência emocional. Editora: Objetiva
• IRKHOLZ, Lauro Bastos. Introdução ao planejamento. São Paulo: FAUUSP, 1980.
176p.
• JACOBSEN, Alessandra Linhares; CRUZ JUNIOR, João Benjamim de; MORETTO
NETO, Luis. Administração (introdução e teorias). Maceió: UFSC, 2006. 239 p.
ISBN (Broch.)
• MONTANA, Patrick J; CHARNOV, Bruce H. Administração. São Paulo: Saraiva,
1999. 475 p. (Essencial) ISBN 8502023535 : (Broch.)
• STONER, James Arthur Finch; FREEMAN, R. Edward. Administração. 5. ed. Rio de
Janeiro: Livros Tecnicos e Cientificos, c1994 533 p. ISBN 8521611684 : (Broch.)
Código: EAMB076
Carga horária semestral: 300 h
Disciplina: Estágio Supervisionado
Ano:
Semestre: 9º
Ementa: Tópicos variados de estágio em empresas, institutos ou laboratórios de pesquisa e
desenvolvimento, na operação, desenvolvimento e pesquisa em engenharia ambiental,
conforme programação específica.
• Bibliografia específica:
• PICONEZ S., C. B.; (Coord.)., A prática de ensino e o estágio supervisionado,
Campinas, Papirus, 1991, 139 p.
• BURIOLLA, M. A. .F., O estágio supervisionado. São Paulo: Cortez, 1995. 176 p.
93
Código: EAMB076
Disciplina: Estágio Supervisionado
Bibliografia complementar:
• ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO. Estágio
supervisionado no contexto das instituições de ensino superior Revista
• Angrad. Páginas: 73 a 92, , mês: 1, volume: 8, número: 1 . ano: 2007.
• BIANCHI, Ana Cecília M.; ALVARENGA, Marina; BIANCHI, Roberto. (2003)
Manual de orientação: estágio supervisionado. 3 ed. São Paulo:
• Pioneira Thomson Learning. UFC – Universidade Federal do Ceará. (1993) Manual
do Estágio Curricular.
• LIMA, M S. L.; PIMENTA, S. G. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004.
• PASQUALETTO, A., A identidade profissional e o papel das empresas juniors nos
cursos de graduação da ucg: concepções, princípios e práticas.
• Disponível:
<http://agata.ucg.br/formularios/ucg/docentes/eng/pasqualeto/artigos/pdf/artigo_29.
pdf. Acesso 30 de maio de 2007.
• PIMENTA, S. G. O Estágio na formação de professores. 6 ed. São Paulo: Cortez,
2005.
12.1.1 Disciplinas eletivas
Código: EAMB061
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: LIBRAS
Código: EAMB061
Semestre: a partir do 7º
Ementa: Estudo dos fundamentos da Língua Brasileira de Sinais com noções práticas de
sinais e interpretação, destinado às práticas pedagógicas na educação inclusiva.
Bibliografia específica:
• BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro:
Tempo Brasileiro: UFRJ, Departamento de Linguística e Filologia, 1995.
• COUTNHO, Denise. Libras e Língua Portuguesa: semelhanças e diferenças. João
Pessoa Editor: Arpoador, 2000.
• FELIPE, Tanya A. Libras em contexto: curso básico, livro do estudante cursista.
Brasília: Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos, MEC, SEESP, 2001.
• GESSER, Audrei. Libras? que língua é essa ?: crenças e preconceitos em torno da língua
de sinais e da realidade surda. São Paulo, SP: Parábola, 2009. 87 p. (Série estratégias de
ensino ; 14) ISBN 9788579340017 (Broch.).
• QUADROS, Ronice M., KARNOPP, Lodernir Becker. Línguas de sinais brasileira:
estudos lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
• SACKS, Oliver W. Vendo Vozes: uma viagem a mundo dos surdos. São Paulo:
Companhia das Letras, 1998.
Bibliografia complementar:
• LOPES FILHO, Otacílio (org.) Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 1997.
• IDALAN, Monique Moreira. Comunicação e educação: a adoção da libras no contexto
midiático brasileiro. Maceió, AL, 2009. 67 f. : Monografia (Graduação em Jornalismo) Universidade Federal de Alagoas, Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes,
Maceió, AL, 2009.
• SALLES, Heloísa M. M. Lima et. al. Ensino de língua portuguesa para surdos:
94
Código: EAMB061
Disciplina: LIBRAS
caminhos para uma prática. 2 v. Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos.
Brasília, MEC, SEESP, 2005.
Código: EAMB062
Disciplina: Gestão da Drenagem Urbana
Carga horária semestral: 30 h
Ano: 4º
Semestre: a partir do 7º
Ementa: ciclo hidrológico urbano, contexto atual da gestão da drenagem urbana, aspectos
legais, sustentabilidade na drenagem urbana, princípios para a drenagem urbana sustentável,
interfaces com outros sistemas urbanos, estudos de caso e planos diretores de drenagem
urbana.
Bibliografia específica:
• CANHOLI, Aluísio Pardo. Drenagem urbana e controle de enchentes. São Paulo:
Oficina de Textos, 2005. 302 p. ISBN 8586238430 :(Broch.)
• TUCCI, C. E. M, 2003. Águas urbanas. In: Inundações Urbanas TUCCI, C.E.M. ;
Bertoni, J. C., GWP WMO ABRH.
• TUCCI, Carlos E. M; PORTO, Rubem La Laina, Barros, Mario T. de. Drenagem
urbana. Porto Alegre: Ed. da UFRGS: ABRH, 1995. 428p. (ABRH de recursos hidricos
;5) ISBN 8570253648 : (Broch.)
• TUCCI, Carlos E. M; HESPANHOL, Ivanildo; CORDEIRO NETTO, Oscar de M.
Gestão da água no Brasil. 2. ed. Brasília: Unesco, c2001. 191p. ISBN 8587853260 :
(Broch.)
• TUCCI, C.E.M. Hidrologia: Ciência e aplicação. Porto Alegre: Editora da UFRGS e
ABRH, 1993.
Bibliografia complementar:
• CHOW, V.T. Handbook of applied hydrology. McGraw-Hill Book Company, 1964.
• PAIVA, J.B.D. & PAIVA, E.M.C.D..2003. Hidrologia aplicada à gestão de pequenas
bacias hidrográficas. Porto Alegre: ABRH.628p.
• RIGHETTO. A.M. Hidrologia e recursos hídricos. São Carlos: EESC/USP, 1998.
840p.:il.
• TUCCI, C.E.M. (ed.) 2000. Urban Drainage in Tropics Humids. UNESCO.
• TUCCI, C.E.M. , 2003.h Inundações e Drenagem Urbana. In: Inundações Urbanas
Tucci, C.E.M. ; Bertoni, J. C., GWP WMO ABRH.
• TUCCI, C.E.M. MARQUES, D. M. (eds.) 2000. Gerenciamento Ambiental da
Drenagem Urbana. Porto Alegre: Editora da UFRGS e ABRH.
• TUCCI, Carlos E. M. Modelos hidrológicos. Porto Alegre: UFRGS: ABRH, 1998. 669p.
ISBN 8570254458 : (Broch.)
• VILLELA, Swami M. Hidrologia aplicada.
Código: EAMB063
Disciplina: Investigação e Remediação de Áreas Contaminadas
Carga horária semestral: 30 h
Ano: 4º º
Semestre: a partir do 7º
Ementa: Investigação de áreas contaminadas: Legislação; Metodologias; Contaminantes.
Remediação: Métodos físicos, químicos e biológicos.
95
Código: EAMB063
Disciplina: Investigação e Remediação de Áreas Contaminadas
Bibliografia específica:
• ATLAS, R. M., PHILP, J., Eds. Bioremediation. ASM Press, 2005. 366p.
Bibliografia complementar:
• Relatórios de investigação de áreas contaminadas.
Código: EAMB064
Carga horária semestral: 30 h
Disciplina: Empreendedorismo
Ano: 4º
Semestre: a partir do 7º
Ementa: O perfil das exportações das empresas brasileiras de pequeno porte, o perfil da
concentração das exportações no Brasil e em alagoas e o mercado externo, a questão do
empreendedorismo e sua importância no mercado globalizado, o emprendedorismo e o
desenvolvimento sustentável, formulas para identificar oportunidades, fatores a considerar na
escolha de um negocio, elaboração de um plano de negocio, elaboração de um projeto
seguindo modelo de plano de negocio.
Bibliografia específica:
• DEGEN Ronald Jean. O empreendedor: Fundamentos da iniciativa empresarial. São
Paulo: Mcgraw-hill, 1989.
• DOLABELA, Fernando. Oficina do Empreendedor. São Paulo: Editora de Cultura,
1999. 280p.
• LOPES, Vasquez. Comércio exterior Brasileiro. São Paulo: Atlas, 2001.
• BRASIL, Ministério das Relações Exteriores. Divisão de Programas de Promoção
Comercial. Exportação passo a passo/Ministério das Relações Exteriores. Brasília: MRE,
2004.
• ROCHEL Lago. O estímulo ao Empreendedorismo nos cursos de química: formando
Químicos. Química Nova, v.28. Suplemento, 2005.
Código: EAMB065
Carga horária semestral: 30 h
Disciplina: Gestão Recursos Hídricos
Ano: 4º
Semestre: a partir do 7º
Ementa: Aspectos legais: Código de Águas; Constituição Brasileira; Lei 9.433 da Política
Nacional de Recursos Hídricos PNRH; Lei 9.984 da Criação da ANA; Lei 9.438 da
Política Nacional de Meio Ambiente, propostas de regulamentação da PNRH; Políticas
Estaduais, outros instrumentos legais de interesse, aspectos organizacionais: Sistemas de
Recursos Hídricos Internacionais, Nacional e Estaduais, processo de Planejamento de
Recursos Hídricos, instrumentos de Gestão de Recursos Hídricos: Enquadramento de
corpos de água em classes de usos preponderantes; Outorga dos direitos de uso da água;
Cobrança pelo uso da água; Sistema de informação sobre recursos hídricos; Outros
instrumentos. Modelos de Gestão de Recursos Hídricos
Bibliografia específica:
• BARRAQUÉ, B. As políticas da água na Europa. Lisboa: Instituto Piaget, 1995.
374p.
• BARTH, F. Aspectos institucionais do gerenciamento de recursos hídricos. In:
96
Código: EAMB065
Disciplina: Gestão Recursos Hídricos
REBOUÇAS, Aldo da Cunha; BRAGA, Benedito; TUNDISI, José Galizia. Águas
doces no Brasil: capital ecológico, uso e conservação. 2. ed. São Paulo: Escrituras,
2002. p. 565-599. ISBN 8586303410 : (Broch.)
• BRASIL. [Constituição da República Federativa do Brasil.. Constituição da República
Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988.. Brasília: Senado Federal,
2006 448 p. ISBN (Broch.)
• KRAEMER. R. A. Water management and policy in Germany. Water Resources
Management: Brazilian and European Trends and Approches. Porto Alegre: ABRH,
2000. 328 p.
• LANNA, A. E. L. Técnicas Quantitativas para o Gerenciamento de Recursos
Hídricos. 1997. Organizador: Rubem La Laina Porto. p.15-41.
• MAGALHÃES, M. L. F. Legislação ambiental. In: Projeto Tecnologias de Gestão
Ambiental (para a Amazônia, Pantanal e Cerrado), Relatório Final. DITAM/IBAMA.
1992.
• SERÔA DA MOTTA, R., RUITENBEEK, J.; HUBER, R. Uso de instrumentos
econômicos na gestão ambiental da América Latina e Caribe: lições e
recomendações. Rio de Janeiro: IPEA. 70p. 1996.
• SERÔA DA MOTTA, R. Utilização de critérios econômicos para a valorização da
água no Brasil. Projeto PLANAGUA - SEMA/GTZ, Cooperação Técnica Brasil Alemanha, 2a. ed. 90p. 1998.
• SETTI, A. A.; LIMA, J. E. F.W.; CHAVES, A. G. M.; PEREIRA, I. C. Introdução ao
gerenciamento de recursos hídricos. 3. ed. Brasília: Agência Nacional de Energia
Elétrica; Agência Nacional de Águas. 2001. 328p.
• THAME, A. C. M. A cobrança pelo uso da água. São Paulo: IQUAL, Instituto de
Qualificação e Editoração LTDA. 2000. 256 p.
Bibliografia complementar:
• DAEE. Outorga no Estado de São Paulo. Disponível on-line em
http://www.daee.sp.gov.br. 10 AGO 1999.
• LEAL, M. S. Gestão Ambiental de Recursos Hídricos por Bacias Hidrográficas:
sugestões para o Modelo Brasileiro. 1997. Dissertação (Mestrado) Universidade
Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. 230f.
• TUCCI, Carlos E. M; HESPANHOL, Ivanildo; CORDEIRO NETTO, Oscar de M.
Gestão da água no Brasil. 2. ed. Brasília: Unesco, c2001. 191p. ISBN 8587853260 :
(Broch.)
• CHOW, V.T. Handbook of applied hydrology. McGraw-Hill Book Company, 1964.
• PAIVA, J.B.D. & PAIVA, E.M.C.D..2003. Hidrologia aplicada à gestão de pequenas
bacias hidrográficas. Porto Alegre: ABRH.628p.
• RIGHETTO. A.M. Hidrologia e recursos hídricos. São Carlos: EESC/USP, 1998.
840p.:il.
• TUCCI, Carlos E. M; PORTO, Rubem La Laina, Barros, Mario T. de. Drenagem
urbana. Porto Alegre: Ed. da UFRGS: ABRH, 1995. 428p. (ABRH de recursos
hidricos ;5) ISBN 8570253648 : (Broch.)
Código: EAMB066
Carga horária semestral: 30 h
Disciplina: Equações Diferenciais Ordinárias
Ano: 4º
Semestre: a partir do 7º
97
Código: EAMB066
Disciplina: Equações Diferenciais Ordinárias
Ementa: introdução às Equações Diferenciais. Equações diferenciais ordinárias de 1ª
ordem. Métodos de soluções explícitas. O teorema de existência e unicidade. Equações
diferenciais lineares de 2ª ordem e de ordem superior. O método da variação dos
parâmetros. Transformada de Laplace. O método de Laplace para resolução de equações
diferenciais. Solução de equações diferenciais ordinárias por séries - Equações de Legendre
e Bessel.
Bibliografia específica:
• BOYCE, William E.; DI PRIMA, Richard C. Equações Diferenciais Elementares e
Problemas de Valores de Contorno. 8. Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006
• DENNIS G. Zill. Equações Diferenciais com aplicações em modelagem. São Paulo:
Thomson, 2003
• BRANNAN, James R.; BOYCE, William E. Equações Diferenciais: uma Introdução a
Métodos Modernos e suas Aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2008
• BARROSO, Leonidas Conceição; BARROSO, Magali Maria de Araujo; CAMPOS,
Frederico Ferreira. Cálculo numérico: (com aplicações). 2. ed. São Paulo: Harbra, 1987.
367 p.
• CAMPOS, Frederico Ferreira. Algoritmos numéricos. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC Livros Técnicos e Científicos, 2007. xiv, 428 p. ISBN 9788521615378 (broch.).
Código: EAMB067
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Introdução ao Método dos Elementos Finitos
Ano: 4º
Semestre: a partir do 7º
Ementa: Problemas de valor inicial e de contorno: equações diferenciais de Laplace e de
Poisson, formulação fraca e forte do Método dos Resíduos Ponderados métodos
Variacionais, método dos Elementos Finitos (MEF), implementação Computacional do
MEF.
Bibliografia específica:
• BUCHAMAN, George R. Finite Element Analysis. Rio de Janeiro: McGRAW-HILL,
Schaum’s Outilines Series, 1992.
• CUNHA, C. Métodos Numéricos para as Engenharias e Ciências Aplicadas.
Campinas: UNICAMP, 1993.
• REDDY, J. N. An Introduction to the Finite Element Method. McGRAW-HILL
INTERNATIONAL EDITIONS. ISBN: 0-07-051346-5.
• ZIENKIEWICZ FILHO, O. C.; MORGAN, K. Finite Elements and Aproximation.
New York: John Wile & Sons, 1983.
• DIEGUEZ, José Paulo P. Métodos numéricos computacionais para a engenharia. Rio
de Janeiro: Editora Interciência, 1992. 2 v. : ISBN (Broch.)
• GILAT, Amos; SUBRAMANIAM, Vish. Métodos numéricos para engenheiros e
cientistas: uma introdução com aplicações usando o MATLAB. Porto Alegre:
Bookman, 2008. xi, 479 p. ISBN 9788577802050 (broch.).
• SPERANDIO, Décio; MENDES, João Teixeira; SILVA, Luiz Henry Monken e.
Cálculo numérico: características matemáticas e computacionais dos métodos
numéricos. São Paulo: Prentice Hall, 2003. 354 p. ISBN 8587918745 (broch.).
Bibliografia complementar:
• LINDFIELD, G., PENNY, J. Numerical Methods Using MATLAB (download). 2.ed.
New York: Ellis Horwood, 1999. ISBN: 0130126411.
98
Código: EAMB067
Disciplina: Introdução ao Método dos Elementos Finitos
• DUCHATEAU, Paul; ZACHMANN, David W. Partial differencial equations. New
York: McGraw-Hill, 1986. ISBN: 0-07-017897-6
• KWON, Young W; BANG, Hyochoong. The finite element method using MATLAB.
Boca Raton: CRC, c1997. 519p. (CRC mechanical engineering series) ISBN
0849396530 : (Broch.)
• BATHE, Klaus-Jurgen. Finite element procedures in engineering analysis.
Englewood Cliffs, NJ: Prentice-Hall, c1982. xiii, 735p. ISBN 0133173054 :
• ZIENKIEWICZ, O. C; TAYLOR, R. L. The finite element method. 4th ed. London:
McGraw-Hill, 1994. 2v. ISBN 0070841748 : (Enc.)
Código: EAMB070
Carga horária semestral: 30 h
Disciplina: Energia e Meio Ambiente
Ano: 4º
Semestre: a partir do 7º
Ementa: A evolução do pensamento ambiental. As grandes questões ambientais. A energia
e suas implicações ambientais. A relação entre meio ambiente e tecnologia. Recursos
energéticos. Energias renováveis e não-renováveis. Aspectos técnicos e ambientais
selecionados.
Bibliografia específica:
• BRANCO, Samuel Murgel. Energia e meio ambiente. 12. ed. São Paulo: Moderna,
1995. 96p. (Polemica) ISBN 8516004392 : (Broch.)
• BRAGA, Benedito. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2005. 318 p. ISBN 8576050412: (Broch.)
• HINRICHS R., A., KLEINBACH, M.. Energia e Meio Ambiente. Thomson Pioneira,
2003, 560p.
• Energia fontes alternativas, São Paulo: Assessoria de Promoção e Cultura
• FADIGAS, E.A., CARVALHO, C. E. Energia, recursos naturais e a prática do
desenvolvimento sustentável. Barueri: Manole, 2005.
• COMMONER, BARR. Energias alternativas. Rio de Janeiro: Record, 1986. 162p.
Bibliografia complementar:
• ACIOLI, J. L., Fontes de Energia. Brasília: UNB, 1993
• Brasil Energia, Rio de Janeiro: Brasil Energy Publicações,
• BRUCHEY, S., BROWN, G. Energy and environment, New York: The New York
Times, 1978. 373p
• GOLDEMBERG, J., VILLANUEVA, L.D. Energia, Meio Ambiente e
Desenvolvimento, 2. ed. São Paulo: EDUSP, 2003, 226p.
• GOLDEMBERG, J., Energia para o desenvolvimento. São Paulo: T. A. Queiroz Editor,
1988.
• GOLDEMBERG, Jose. Energia, meio ambiente & desenvolvimento. São Paulo:
EDUSP: CESP, 1998. 234p. ISBN 8531404525 : (Broch.)
• LEITE, A. D. A Energia do Brasil. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1997.
• LORA, E.E., S., Prevenção e Controle da Poluição nos Setores Energéticos,
Industrial de Transporte. Rio de Janeiro: Interciência, 2002.
• MARGULIS, S. (ed.). Meio Ambiente: aspectos técnicos e econômicos. Rio de
Janeiro: IPEA /PNUD, 1990.
• REIS, L. B., Geração de Energia, São Paulo: Editora Aranda, 1998.
99
Código: EAMB070
Disciplina: Energia e Meio Ambiente
• REIS, L. B., SILVEIRA, S. Energia Elétrica para o Desenvolvimento Sustentável.
São Paulo: EDUSP, 2000.
• ROMEIRO, A. R.. Economia do meio ambiente: teoria, políticas e a gestão de
espaços regionais. Campinas: Instituto de Economia, 1997.
Código: EAMB071
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Desenho 2
Ano: 4º
Semestre: a partir do 7º
Ementa: Noções de projeto por computador. Desenho arquitetônico. Levantamento
métrico. Desenho de projetos complementares. Leitura e integração de projetos.
Bibliografia específica:
• FACES do design 2: ensaios sobre arte, cultura visual, design gráfico e novas mídias.
São Paulo: Rosari, 2009. 180 p. (Textos design) ISBN 108588343398 (broch.)
• FERREIRA, Patricia. Desenho de arquitetura. 2. ed. Rio de Janeiro: Imperial Novo
Milênio, 2011. 137 p. ISBN 9788599868331.
• GEHBAUER, Fritz. Racionalização na construção civil, Recife, Projeto COMPETIR (
SENAI, SEBRAE, GTZ), 2004, 448p.
• MONTENEGRO, Gildo, Desenho Arquitetônico, 4ª edição, São Paulo, Editora Edgar
Blucher, 2001, 176p.
• NBR6492/94, São Paulo, ABNT, 1994.
• RUSZYNSKI, Ana Cláudia. Design gráfico: do invisível ao ilegível. 2. ed. São Paulo,
SP: Rosari, c2008. 118 p. (Textos design) ISBN 9788588343573 (broch.).
• TESCH, Nilson, Elementos e normas para desenhos e projetos de arquitetura, Rio de
Janeiro, Edições de Ouro, 1979, 65p.
Bibliografia complementar:
• CONSTRUÇÃO civil: teoria e prática. São Paulo: 2005. v. ISBN 8528905497 (broch. :
v.1
• CUNHA, Luis Veiga da. Desenho técnico. 13.ed. rev. actual. Lisboa: Fundação
Calouste Gulbenkian, 2004. 854p. (Manuais universitários) ISBN 9723110660 :
(Broch.)
• FLICK, Uwe. Desenho da pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artmed: Bookman,
2009. 164 p. (Pesquisa qualitativa.) ISBN 9788536320526 : (broch.)
• GONÇALVES, Guilherme Ricca. Geometria descritiva: método de monge. 2. ed.
Lisboa: Fund Calouste Gulbenkian, 2000 353 p. ISBN 9723105470 : (Broch.)
• MONTENEGRO, Gildo A. Desenho de projetos. São Paulo: Blucher, 2007. x,116 p. :
ISBN 9788521204268 : (Broch.0
100
Código: EAMB072
Carga horária semestral: 30 h
Disciplina: Topografia 2
Ano: 4º
Semestre: a partir do 7º
Ementa: Desenvolver aplicações práticas dos conhecimentos específicos do campo da
topografia, de forma a dotar os alunos da capacidade de ler, interpretar e elaborar plantas
topográficas, visando a elaboração de estudos e projetos, bem como a implantação de obras
nos mais diversos ramos da Engenharia.
Bibliografia específica:
• Garcia, Gilberto J. & marchetti, delmar a. “princípios de fotogrametria e
fotointerpretação”. 5a edição. Editora nobel, 1989.
• Jordan, William. “tratado general de topografia”. Editora gustavo gili, 1981.
• Loch, Carlos & Cordini, Jucilei. Topografia contemporânea: planimetria. Editora da
ufsc, 1995.
• Paredes, Evaristo A. Introdução à aerofotogrametria para engenheiros. Maringá,
uem, 1987.
• Santos, Adeildo Antão dos. “geodésia: geodésia elementar e princípio de
posicionamento global (gps)”. Editora universitária, ufpe, 2001.
• Casaca, João Martins. Topografia Geral. Editora LTC. Rio de Janeiro, 2007.
• McCormac, Jack C. Topografia. Editora LTC, Rio de Janeiro, 2007.
• Monico, João Francisco Galera. Posicionamento pelo GNSS: descrição,
fundamentos e aplicações. 2 ed. – São Paulo: Editora UNESP, 2008.
• Chagas, Carlos Braga – 1965. Manual do Agrimensor. Gráfica da DSG, Rio de
Janeiro, 1979.
• Garcia, Gilberto José, 1944 – Topografia: aplicada às ciências agrárias – 5 ed. – São
Paulo: Nobel, 1984.
• Softdesk Civil/Survey – Manual de Referências do Survey. USA 1994.
• Softdesk Engenharia Civil & Topografia – Manual de Referências do Design. USA
1994.
• Softdesk Engenharia Civil & Topografia – Manual de Referências do Projeto
Avançado de Vias. USA 1994.
• Softdesk Engenharia Civil & Topografia – Manual de Terraplenagem. USA 1994.
• Manual de normas, especificações e procedimentos técnicos para a Carta
Internacional do Mundo, ao Milionésimo – CIM 1:1.000.000/Fundação
• Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Departamento de Cartografia, 1993.
Código: EAMB073
Carga horária semestral: 30 h
Disciplina: Mecânica dos Solos 2
Ano: 4º
Semestre: a partir do 7º
Ementa: Consolidação dos solos. Resistência ao cisalhamento dos solos. Estabilidade de
taludes. Empuxos de terra.
Bibliografia específica:
• Pinto, C. S. Curso Básico de Mecânica dos Solos. Oficina de Textos. São Paulo, SP,
Brasil, 2000. Pinto, C. S. Curso Básico de Mecânica dos Solos
• Exercícios Resolvidos. Oficina de Textos. São Paulo, SP, Brasil, 2001.
101
Código: EAMB073
Disciplina: Mecânica dos Solos 2
• Das, B. M. Fundamentos de Engenharia Geotécnica. Tradução da 6a. edição norteamericana. Thomson. São Paulo. 2007
Código: EAMB074
Disciplina: Modelagem de Sistemas Hídricos
Carga horária semestral: 30 h
Ano: 4º
Semestre: a partir do 7º
Ementa: Compreender os processos físicos, químicos e biológicos e sua interação em
sistemas hídricos para permitir lançar bases para a simulação e comparação de cenários
que, por sua vez, subsidiam tomadas de decisão racionais.
Bibliografia específica:
• TUCCI, C.E.M., 1998. Modelos Hidrológicos. ABRH, Porto Alegre, 652 pp.
• FRAGOSO JR., C.R.; FERREIRA, T.F.; MOTTA MARQUES, D. Modelagem
Ecológica em Ecossistemas Aquáticos. Oficina de Textos. 304p, 2009.
• CHAPRA, S. Water Surface Water Quality. 584p, 1997.
• TUCCI, C.E.M., 1993. Hidrologia: Ciência e Aplicação. Editora da UFRGS e
ABRH, Porto Alegre.
Código: EAMB075
Carga horária semestral: 30 h
Disciplina: Laboratório de Solos 2
Ano: 4º
Semestre: a partir do 7º
Ementa: Ensaios de permeabilidade. Ensaio de infiltração. Ensaio de adensamento
convencional. Ensaio de cisalhamento direto. Ensaio triaxial.
Bibliografia específica:
• PINTO, C. S. Curso Básico de Mecânica dos Solos. 3. ed. São Paulo, SP: Oficina
de Textos, 2000.
• SCHNAID, Fernando. Ensaios de campo e suas aplicações à engenharia de
fundações. São Paulo: Oficina de textos, 2000.
• Material Didático do Laboratório de Geotecnia do Departamento de Ciência e
Tecnologia dos Materiais da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia.
Disponível em: http://www.geotecnia.ufba.br/?vai=Ensino/ENG106/Material.
Acesso em: 06 de novembro de 2009.
Bibliografia complementar:
•
• BARDET, Jean-Pierre. Experimental Soil Mechanics. Prentice Hall, 1997.
• COLATINO, Antônio. Apostila do Laboratório de Mecânica dos Solos. NPTUFAL, AL, Brasil, 2008.
• FREDLUND, D. G.; RAHARDJO, H. Soil Mechanics for unsaturated soils. New
York: John Willey & sons, 1993.
• Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (ABMS) /
Associação Brasileira de Empresas de Engenharia de Fundações e Geotecnia
(ABEF). Fundações: teoria e prática. 2. ed. 1998.
102
Código: EAMB077
Carga horária semestral: 60 h
Disciplina: Economia e Meio Ambiente
Ano: 4º
Semestre: a partir do 7º
Ementa: Meio ambiente e desenvolvimento econômico. Economia dos recursos naturais.
Teoria da poluição. Valoração econômico-ambiental. Contabilidade ambiental. Economia
ecológica. Comércio e meio ambiente. Relações internacionais e meio ambiente.
Bibliografia específica:
• ALMEIDA, Luciana T.. Política Ambiental: uma análise econômica. Campinas:
Papirus, 1998.
• BNDES/MCT (1999). Efeito Estufa e a Convenção sobre Mudança do Clima.
Disponível em
• http://www.bndes.gov.br/conhecimento/especial/clima.pdf **
• CANEPA, E. M.. Economia da poluição. In: MAY, P.; LUSTOSA, M. C.; VINHA,
V.. Economia do Meio Ambiente. Rio de Janeiro:Campus, 2003.
• COHEN, C.. Padrões de consumo e energia: efeitos sobre o meio ambiente e o
desenvolvimento. In: MAY, P.; LUSTOSA, M. C.; VINHA, V..
• Economia do Meio Ambiente. Rio de Janeiro:Campus, 2003.
• LUSTOSA, M. C.. Comércio internacional, meio ambiente e exportações
brasileiras. Texto para discussão 434, Rio de Janeiro:IE/UFRJ, 1999. **
• _______. Abertura comercial e padrão de especialização ambiental da indústria
brasileira. XIV Congresso Brasileiro de Economistas, Recife, 2001.
• **
• _______. Industrialização, meio ambiente, inovação e competitividade. In: MAY,
P.; LUSTOSA, M. C.; VINHA, V.. Economia do Meio Ambiente. Rio
• de Janeiro: Campus, 2003.
• LUSTOSA, M. C., CANEPA, E. M. e YOUNG, C.E.F.. Política Ambiental. In:
MAY, P.; LUSTOSA, M. C.; VINHA, V.. Economia do Meio Ambiente.
• Rio de Janeiro:Campus, 2003.
• MARGULIS, S. (ed.). Meio Ambiente: aspectos técnicos e econômicos.
Brasília:IPEA, 1996.
• MULLER, C. C.. Os economistas e as relações entre o sistema econômico e o meio
ambiente. Brasília: Universidade de Brasília: Finatec, 2007.
• ORTIZ, R.. Valoração econômica ambiental. MAY, P.; LUSTOSA, M. C.;
VINHA, V.. Economia do Meio Ambiente. Rio de Janeiro:Campus, 2003.
• PEREIRA, A. e MAY, P.. Introdução à economia do aquecimento global. In: MAY,
P.; LUSTOSA, M. C.; VINHA, V.. Economia do Meio Ambiente.
• Rio de Janeiro:Campus, 2003.
• ROMEIRO, A. R.. Economia ou economia política da sustentabilidade. In: MAY,
P.; LUSTOSA, M. C.; VINHA, V.. Economia do Meio Ambiente. Rio
• de Janeiro:Campus, 2003.
• SEROA DA MOTTA, R.. Manual para Valoração Econômica de Recursos
Ambientais. Brasília:MMA, 1998. **
• SILVA, M. A.. Economia dos recursos naturais. In: MAY, P.; LUSTOSA, M. C.;
VINHA, V.. Economia do Meio Ambiente. Rio de Janeiro:Campus,
• 2003.
• YOUNG, C.E.F. e LUSTOSA, M. C.. Meio ambiente e competitividade na
103
Código: EAMB077
Disciplina: Economia e Meio Ambiente
indústria brasileira. Revista de Economia Contemporânea, v. 5, edição
• especial, 2001, p. 231-259. **
.
Código: EAMB078
Carga horária semestral: 80 h
Disciplina: Dinâmica do Clima
Ano: 4º
Semestre: a partir do 7º
Ementa: Climatologia moderna. Climatologia da radiação. Variáveis climáticas. Circulação
atmosférica. Ciclo hidrológico. Problemas climáticos atuais.
Bibliografia específica:
•
•
•
•
•
HARTMANN, D. L. Global physical climatology. New York: Academic Press,
1994.
HASTENRATH, S. Climate and circulation in the tropics. Dordrecht: D. Riedel,
1985.
HOLTON, J. R. An introduction to dynamic meteorology. 3. Ed. New York:
Academic Press, 1992.
LAMB, H. H. Climate present, past and future. vol. 1. London: Methuen & Co.
Ltd., 1972.
SELLES, W. D. Physical climatology. Chicago: Univ. Chicago Press, 1969.
Bibliografia complementar:
•
RIEHL, H. Climate and weather in the tropics. New York: Academic Press, 1979.
Código: EAMB079
Carga horária semestral: 40 h
Disciplina: Meio Ambiente e Educação
Ano: 4º
Semestre: a partir do 7º
Ementa: Estudo da dinâmica histórica da relação sociedade e natureza, compreendendo as
tendências recentes do movimento ambientalista, no bojo dos movimentos sociais, das
teorias e das políticas ambientais, perpassando a dimensão ambiental da educação, suas
concepções, diretrizes e ações formadoras da responsabilidade ética dos sujeitos coletivos
na gestão ambientaI.
Bibliografia específica:
•
•
•
BRASIL, Constituição Federal, 1988. Capítulo VI- do Meio Ambiente. Brasília,
Senado Federal, 1988 BRASIL, Congresso Nacional. Lei 9795/99: institui a
Politica Nacional de Educação Ambiental. Brasília, 1999.
CASCINO, Fábio. Educação Ambiental: princípios, história, formação profissional.
São Paulo: Eds. SENAC, 1999.
GRUN, Mauro. Ética e Educação Ambiental: a conexão necessária. Campinas, SP:
104
Código: EAMB079
Disciplina: Meio Ambiente e Educação
Papirus, 1996. (Coleção Magistério. Formação e Trabalho Pedagógico) 120 p.
• MORAES, Antônio Carlos Robert. Meio Ambiente e Ciências Humanas. São
Paulo, HUCITE: 1994. 100p. MORAES, Maria Cândida. O paradigma educacional
emergente. Campinas, SP: Papirus, 1997 (Coleção Práxis) 239 p.
• QUEIROZ NETO, José Pereira de. Mudanças globais e um novo Mapa do Mundo
in SOUZA, Ma Adélia et ali. O Novo Mapa do Mundo: natureza e sociedade de
hoje, uma leitura geográfica. 3a edição. S.Paulo Editora Hucitec, 1997.
• QUINTAS, José da Silva. A formação do educador para atuar no processo de
gestão ambiental. Brasília:IBAMA (Meio Ambiente em debates, 1).
• RODRIGUES, Arlete Moyses. Novas práticas e novas matrizes discursivas. in
SOUZA, Ma Adélia et ali. O Novo Mapa do Mundo: natureza e sociedade de hoje,
uma leitura geográfica. 38 ediçao. S. Prfiulo Paulo, Editora Hucitec, 1997.
Código: EAMB080
Disciplina: Instalações Hidráulicas e Sanitárias
Carga horária semestral: 60 h
Ano: 4º
Semestre: a partir do 7º
Ementa: Perspectivas das instalações prediais no Brasil. Materiais empregados. Instalações
prediais de águas pluviais e de gás. Instalações contra incêndios e pânico. Instalações para
deficientes físicos. Instalações para piscinas e saunas.
Bibliografia específica:
• AZEVEDO NETO, J.M., Instalações Prediais Hidráulico- Sanitárias, Edgar
Blücher.
• AZAVEDO NETO, J.M., Manual de Hidráulica, Edgar Blücher.
• BACELLAR, R.H., Instalações Hidráulico- Sanitárias Domiciliares e
Prediais,McGraw Hill.
• BORGES, RUTH SILVEIRA E BORGES, WELLINGTON LUIZ – Manual de
Instalações Prediais Hidráulico-Sanitárias e de Gás – 4ª Edição – São Paulo –
Editora Pini, 1992.
• CREDER, HÉLIO – Instalações Hidráulicas e Sanitárias – 6ª Edição – Rio de
Janeiro – Editora Livros Técnicos e Científicos, 2006.
• MACINTYRE, ARCHIBALD JOSEPH – Instalações Hidráulicas Prediais e
Industriais – 3ª Edição – Rio de Janeiro – Editora Livros Técnicos e
Científicos,1996.
• MACINTYRE, ARCHIBALD JOSEPH – Manual de Instalações Hidráulicas e
Sanitárias – 1ª Edição – Rio de Janeiro – Editora Livros Técnicos e Científicos,
1990.
• VIANA, MARCOS ROCHA – Instalações Hidráulicas Prediais – 3ª Edição – Belo
Horizonte – Editora Imprimatur Artes, 2004.
NORMAS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS: NBR5626/82 – Instalações de Água Fria; NBR-8160/83 – Instalação Predial de Esgoto
Sanitário; NBR-7229/93 – Projeto, Construção e Operação de Sistemas de Tanques
Sépticos; NBR-10844/89 – Instalações Prediais de Águas Pluviais
105
Código: EAMB081
Disciplina: Introdução à Engenharia do Petróleo
Carga horária semestral: 60 h
Ano: 4º
Semestre: a partir do 7º
Ementa: História e economia do petróleo. Formação da Terra. Origens do Petróleo e sua
Acumulação. Noções básicas de geologia do petróleo, exploração, perfuração e
completação de poços. Avaliação de formações. Fundamentos de reservatórios. Elevação
natural e artificial. Produção, refino, transporte e distribuição do petróleo.
Bibliografia específica:
• MICHAEL J. ECONOMIDES, A. DANIEL HILL, CHRISTINE EHLIGECONOMIDES - Petroleum Production Systems. Prentice Hall Petroleum
Engineering Series, (1994). Hardback -611 pages - ISBN 013658683X.
• THOMAS, J. E. Fundamentos de Engenharia de Petróleo; São Paulo: Ed.
Interciência, 2001.
• ALEXANDRE SZKLO & VICTOR COHEN ULLER. Fundamentos do Refino de
Petróleo. Ed. Interciência, 2008.
• OTON LUIZ S. CORRÊA. Noções sobre exploração, perfuração, produção e
microbiologia. Ed. Interciência, 1a. edição , 2003 .
• LUIZ ROCHA & CECILIA AZEVEDO. Projetos De Poços De Petróleo 2a. edição , Ed. Interciência, 2009.
Bibliografia Complementar:
• MAURÍCIO VAITSMAN. O Petróleo No Império E Na República. Ed.
Interciência, 2001.
• QUINTAS E QUINTAS. A história Do Petróleo No Brasil E No Mundo. Ed.
Synergia. 2009.
• LUIZ CLÁUDIO CARDOSO. Petróleo - do poço ao posto. Ed. Qualitymark, 2005.
Código: EAMB082
Disciplina: Introdução ao Gás Natural
Carga horária semestral: 30 h
Ano: 4º
Semestre: a partir do 7º
Ementa: Gás Natural: Conceitos e Características. A importância do Gás Natural.
Principais Reservas. Transporte, armazenamento e distribuição do Gás Natural. Aplicação
no setor industrial e do grande comércio. Tecnologias e aplicações em desenvolvimento.
Bibliografia específica:
• Handbook of Natural Gas Engineering, Katz, D. L.,1945.
• Gás Natural Aplicado à Indústria e ao Grande Comércio, Monteiro. J. V. F., Silva.
J. R. N. M., Ed. Blucher, 2010.
• Gas Conditioning and Processing, Campbell, J. M., 7th ed., Oklahoma, 1992.
• Modelagem e Controle na Produção de Petróleo, Nunes. G. C., MEDEIROS. J.L.,
ARAÚJO. O. Q. F., Editora Blucher, 2011.
• Processamento de Petróleo e Gás, Brasil. I., Editora LTC. 2011.
• Tecnologia da Indústria do Gás Natural, Vaz. C. E. M., Maia. J. L. P. e Santos.
W. G., Ed. Blucher, 2011
106
13 CONDIÇÕES DE VIABILIZAÇÃO DO PROJETO
13.1 INFRA-ESTRUTURA
O Curso de Engenharia Ambiental tem em sua grade disciplinas que contemplam
atividades e práticas de laboratório, além de projetos de pesquisa em que estejam evolvidos
alunos de iniciação científica. Para isso, o curso conta com o apoio de alguns laboratórios já
instalados e em funcionamento na Unidade de Tecnologia que são:
•
Laboratório de informática do CTEC (LICTEC), com acesso à internet;
•
Laboratório de Hidráulica (LAHI);
•
Laboratório de estruturas e materiais (LEMA);
•
Laboratório de Solos;
•
Laboratório de Saneamento Ambiental (LSA);
•
Laboratório de Bebidas de Tecnologia dos Alimentos (LBTA);
•
Laboratório de Simulação e Controle (LASIC);
•
Laboratório de Eletricidade;
•
Laboratório de Geologia.
Os alunos do Curso de Engenharia Ambiental também poderão contar com o apoio de
outras instalações e equipamentos de uso comum no CTEC e na UFAL como:
•
Biblioteca Central;
•
Central de Estudos do CTEC;
•
Restaurante Universitário (RU);
•
Quadra de esportes e
•
Áreas de convivência.
14 NDE- NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) é órgão consultivo e propositivo em matéria
acadêmica, de apoio ao Colegiado, sendo formado por docentes da Unidade Acadêmica
Centro de Tecnologia para acompanhar e atuar no processo de concepção, consolidação,
avaliação e atualização do projeto pedagógico do curso. Com base nas determinações contidas
na Portaria MEC nº 147/2007, de 02 de fevereiro de 2007; no Parecer nº 04, de 17 de junho de
107
2010 da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior – CONAES, que trata dos
princípios, criação e finalidade do Núcleo Docente Estruturante, além da Resolução CONAES
nº 01, de 17 de junho de 2010, que normatiza o Núcleo Docente Estruturante e dá outras
providências, o colegiado do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária instituiu o Regimento
Interno do NDE do curso (anexado), em setembro de 2011, composto pelos professores
membros titulares:
Marllus Gustavo F. P. das Neves - Presidente
Marcio Gomes Barboza
Selêude Wanderley da Nóbrega
Christopher Freire Souza
Rochana Campos de A. Lima Santos
Em março de 2012 a Universidade Federal de Alagoas, iniciou a discussão que
regulamenta procedimentos para implantação do Núcleo Docente Estruturante, no âmbito dos
Cursos de Graduação da Universidade Federal de Alagoas. Sendo assim o Colegiado do curso
reformulou a Instrução Normativa NDE Nº02 de 2012 (anexada), que regulamenta
procedimentos para implantação do núcleo docente estruturante do curso de Engenharia de
Ambiental e Sanitária da UFAL.
108
15 ANEXOS
15.1 A
ENGENHARIA
AMBIENTAL
SEGUNDO
AS
DIRETRIZES
CURRICULARES NACIONAIS
As diretrizes curriculares nacionais das engenharias, inclusive a Engenharia
Ambiental, foram determinadas pelo Conselho Nacional de Educação por meio da
RESOLUÇÃO CNE/CES 11, DE 11 DE MARÇO DE 2002.(*) Tal resolução é transcrita
abaixo:
RESOLUÇÃO CNE/CES 11, DE 11 DE MARÇO DE 2002.
O Presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação,
tendo em vista o disposto no Art. 9º, do § 2º, alínea “c”, da Lei 9.131, de 25 de novembro de
1995, e com fundamento no Parecer CES 1.362/2001, de 12 de dezembro de 2001, peça
indispensável do conjunto das presentes Diretrizes Curriculares Nacionais, homologado pelo
Senhor Ministro da Educação, em 22 de fevereiro de 2002, resolve:
Art. 1º A presente Resolução institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de
Graduação em Engenharia, a serem observadas na organização curricular das Instituições do
Sistema de Educação Superior do País.
Art. 2º As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino de Graduação em
Engenharia definem os princípios, fundamentos, condições e procedimentos da formação de
engenheiros, estabelecidas pela Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de
Educação, para aplicação em âmbito nacional na organização, desenvolvimento e avaliação
dos projetos pedagógicos dos Cursos de Graduação em Engenharia das Instituições do
Sistema de Ensino Superior.
Art. 3º O Curso de Graduação em Engenharia tem como perfil do formando
egresso/profissional o engenheiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva,
capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e
criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos,
econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às
demandas da sociedade.
Art. 4º A formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos
conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais:
I - aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à
engenharia;
109
II - projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
III - conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
IV - planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia;
V - identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
VI - desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
VI - supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
VII - avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
VIII - comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
IX - atuar em equipes multidisciplinares;
X - compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;
XI - avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental;
XII - avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
XIII - assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
Art. 5º Cada curso de Engenharia deve possuir um projeto pedagógico que Demonstre
claramente como o conjunto das atividades previstas garantirá o perfil desejado de seu egresso
e o desenvolvimento das competências e habilidades esperadas. Ênfase deve ser dada à
necessidade de se reduzir o tempo em sala de aula, favorecendo o trabalho individual e em
grupo dos estudantes.
§ 1º Deverão existir os trabalhos de síntese e integração dos conhecimentos adquiridos
ao longo do curso, sendo que, pelo menos, um deles deverá se constituir em atividade
obrigatória como requisito para a graduação.
§ 2º Deverão também ser estimuladas atividades complementares, tais como trabalhos
de iniciação científica, projetos multidisciplinares, visitas teóricas, trabalhos em equipe,
desenvolvimento de protótipos, monitorias, participação em empresas juniores e outras
atividades empreendedoras.
Art. 6º Todo o curso de Engenharia, independente de sua modalidade, deve possuir em
seu currículo um núcleo de conteúdos básicos, um núcleo de conteúdos profissionalizantes e
um núcleo de conteúdos específicos que caracterizem a modalidade.
§ 1º O núcleo de conteúdos básicos, cerca de 30% da carga horária mínima, versará
sobre os tópicos que seguem:
I - Metodologia Científica e Tecnológica;
II - Comunicação e Expressão;
III - Informática;
IV - Expressão Gráfica;
V - Matemática;
110
VI - Física;
VII - Fenômenos de Transporte;
VIII - Mecânica dos Sólidos;
IX - Eletricidade Aplicada;
X - Química;
XI - Ciência e Tecnologia dos Materiais;
XII - Administração;
XIII - Economia;
XIV - Ciências do Ambiente;
XV - Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania.
§ 2º Nos conteúdos de Física, Química e Informática, é obrigatória a existência de
atividades de laboratório. Nos demais conteúdos básicos, deverão ser previstas atividades
práticas e de laboratórios, com enfoques e intensividade compatíveis com a modalidade
pleiteada.
§ 3º O núcleo de conteúdos profissionalizantes, cerca de 15% de carga horária mínima,
versará sobre um subconjunto coerente dos tópicos abaixo discriminados, a ser definido pela
IES:
I - Algoritmos e Estruturas de Dados;
II - Bioquímica;
III - Ciência dos Materiais;
IV - Circuitos Elétricos;
V - Circuitos Lógicos;
VI -Compiladores;
VII - Construção Civil;
VIII - Controle de Sistemas Dinâmicos;
IX - Conversão de Energia;
X - Eletromagnetismo;
XI - Eletrônica Analógica e Digital;
XII - Engenharia do Produto;
XIII - Ergonomia e Segurança do Trabalho;
XIV - Estratégia e Organização;
XV - Físico-química;
XVI - Geoprocessamento;
XVII - Geotecnia;
XVIII - Gerência de Produção;
111
XIX - Gestão Ambiental;
XX - Gestão Econômica;
XXI - Gestão de Tecnologia;
XXII - Hidráulica, Hidrologia Aplicada e Saneamento Básico;
XXIII - Instrumentação;
XXIV - Máquinas de fluxo;
XXV - Matemática discreta;
XXVI - Materiais de Construção Civil;
XXVII - Materiais de Construção Mecânica;
XXVIII - Materiais Elétricos;
XXIX - Mecânica Aplicada;
XXX - Métodos Numéricos;
XXXI - Microbiologia;
XXXII - Mineralogia e Tratamento de Minérios;
XXXIII - Modelagem, Análise e Simulação de Sistemas;
XXXIV - Operações Unitárias;
XXXV - Organização de computadores;
XXXVI - Paradigmas de Programação;
XXXVII - Pesquisa Operacional;
XXXVIII - Processos de Fabricação;
XXXIX - Processos Químicos e Bioquímicos;
XL - Qualidade;
XLI - Química Analítica;
XLII - Química Orgânica;
XLIII - Reatores Químicos e Bioquímicos;
XLIV - Sistemas Estruturais e Teoria das Estruturas;
XLV - Sistemas de Informação;
XLVI - Sistemas Mecânicos;
XLVII - Sistemas operacionais;
XLVIII - Sistemas Térmicos;
XLIX - Tecnologia Mecânica;
L - Telecomunicações;
LI - Termodinâmica Aplicada;
LII - Topografia e Geodésia;
LIII - Transporte e Logística.
112
§ 4º O núcleo de conteúdos específicos se constitui em extensões e aprofundamentos
dos conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizantes, bem como de outros conteúdos
destinados a caracterizar modalidades. Estes conteúdos, consubstanciando o restante da carga
horária total, serão propostos exclusivamente pela IES. Constituem-se em conhecimentos
científicos, tecnológicos e instrumentais necessários para a definição das modalidades de
engenharia e devem garantir o desenvolvimento das competências e habilidades estabelecidas
nestas diretrizes.
Art. 7º A formação do engenheiro incluirá, como etapa integrante da graduação,
estágios curriculares obrigatórios sob supervisão direta da instituição de ensino, através de
relatórios técnicos e acompanhamento individualizado durante o período de realização da
atividade. A carga horária mínima do estágio curricular deverá atingir 160 (cento e sessenta)
horas.
Parágrafo único. É obrigatório o trabalho final de curso como atividade de síntese e
integração de conhecimento.
Art. 8º A implantação e desenvolvimento das diretrizes curriculares devem orientar e
propiciar concepções curriculares ao Curso de Graduação em Engenharia que deverão ser
acompanhadas e permanentemente avaliadas, a fim de permitir os ajustes que se fizerem
necessários ao seu aperfeiçoamento.
§ 1º As avaliações dos alunos deverão basear-se nas competências, habilidades e
conteúdos curriculares desenvolvidos tendo como referência as Diretrizes Curriculares.
§ 2º O Curso de Graduação em Engenharia deverá utilizar metodologias e critérios
para acompanhamento e avaliação do processo ensino-aprendizagem e do próprio curso, em
consonância com o sistema de avaliação e a dinâmica curricular definidos pela IES à qual
pertence.
Art. 9º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as
disposições em contrário.
ARTHUR ROQUETE DE MACEDO
Presidente da Câmara de Educação Superior
(*) CNE. Resolução CNE/CES 11/2002. D.O.U., Brasília, 9 de abril de 2002. Seção 1,
p. 32.
Dentro da especificidade da engenharia ambiental, buscando distingui-la das demais
engenharias, a Secretaria da Educação Superior (SESu/MEC) estabeleceu por meio da
PORTARIA N.º 1693, de 5 de DEZEMBRO DE 1994, a área específica de engenharia
ambiental. Tais particularidades são apresentadas abaixo, no corpo inteiro da referida Portaria.
113
PORTARIA N.º 1693 de 5 de DEZEMBRO DE 1994
O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO, no uso de suas
atribuições, e tendo em vista o que dispõe a Medida Provisória 711 de 17 de novembro de
1994, publicado no D.O.U. de 10 de novembro de 1994 e considerando o consubstanciado no
parecer da Comissão de Especialistas do Ensino de Engenharia de Secretaria da Educação
Superior (SESu/MEC), resolve:
Art. 1.º Fica criado a área de Engenharia Ambiental, conforme o disposto no $ 1.º do
art. 6.º da Resolução n.º 48/76-CFE.
Art. 2.º Será incluído a matéria de Biologia, como Formação Básica, na área de
Engenharia Ambiental.
Art. 3.º As matérias de Formação Profissional Geral, para a área de Engenharia
Ambiental serão ainda:
• Geologia
• Climatologia
• Hidrologia
• Ecologia Geral e Aplicada
• Hidráulica
• Cartografia
• Recursos Naturais
• Poluição Ambiental
• Impactos Ambientais
• Sistemas de Tratamento de Água e de Resíduos
• Legislação e Direito Ambiental
• Saúde Ambiental
• Planejamento Ambiental
• Sistemas Hidráulicos e Sanitários
Parágrafo único – As Ementas das Matérias a que se referem os artigos 2.º e 3.º são os
constantes do Anexo desta Portaria.
Art. 4.º Ficam mantidos para a área de Engenharia Ambiental os demais artigos da
Resolução n.º 48/76 – CFE.
Art. 5.º A Comissão de Especialistas do Ensino de Engenharia do SESu/MEC
estabelecerá em documento próprio, recomendações concernentes a carga horária e atividades
laboratoriais.
114
Art. 6.º Esta Portaria entra em vigor na data da publicação, revogadas as disposições
em contrário.
MURILO DE AVELLAR HINGEL
Ministro de Estado da Educação e do Desporto
115
15.2 A ENGENHARIA AMBIENTAL SEGUNDO O SISTEMA CONFEA/CREA
Ajudando ainda mais a especificação da atuação do profissional de engenharia
ambiental o CONFEA-CREA, por meio da RESOLUÇÃO Nº 447, DE 22 DE SETEMBRO
DE 2000, dispôs sobre o registro profissional do engenheiro ambiental e discrimina suas
atividades profissionais. O conteúdo da resolução é apresentado abaixo.
RESOLUÇÃO Nº 447, DE 22 DE SETEMBRO DE 2000
Dispõe sobre o registro profissional do engenheiro ambiental e discrimina suas
atividades profissionais.
O
CONSELHO
FEDERAL
DE
ENGENHARIA,
ARQUITETURA
E
AGRONOMIA - CONFEA, no uso das atribuições que lhe confere a alínea “f” do art. 27 da
Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966, e
Considerando que o art. 7º da Lei nº 5.194, de 1966, refere-se às atividades
profissionais do engenheiro, do arquiteto e do engenheiro agrônomo em termos genéricos;
Considerando a necessidade de discriminar as atividades das diferentes modalidades
profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia para fins de fiscalização do seu
exercício profissional;
Considerando que a Resolução nº 48, de 27 de abril de 1976, do antigo Conselho
Federal de Educação, que estabeleceu os currículos mínimos dos cursos de Engenharia,
permitiu que eles estejam organizados levando em conta as características regionais;
considerando a criação da área de engenharia ambiental pela portaria nº 1.693, de 5 de
dezembro de 1994, do ministério de estado da educação e do desporto, resolve:
Art. 1º Os Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CREAs
devem proceder o competente registro dos profissionais oriundos dos cursos de Engenharia
Ambiental, anotando em suas carteiras profissionais o respectivo título profissional, de acordo
com o constante nos diplomas expedidos, desde que devidamente registrados.
Art. 2º Compete ao engenheiro ambiental o desempenho das atividades 1 a 14 e 18 do
art. 1º da Resolução nº 218, de 29 de junho de 1973, referentes à administração, gestão e
ordenamento ambientais e ao monitoramento e mitigação de impactos ambientais, seus
serviços afins e correlatos.
Parágrafo único. As competências e as garantias atribuídas por esta Resolução aos
engenheiros ambientais, são concedidas sem prejuízo dos direitos e prerrogativas conferidas
aos engenheiros, aos arquitetos, aos engenheiros agrônomos, aos geólogos ou engenheiros
116
geólogos, aos geógrafos e aos meteorologistas, relativamente às suas atribuições na área
ambiental.
Art. 3º Nenhum profissional poderá desempenhar atividades além daquelas que lhe
competem, pelas características de seu currículo escolar, consideradas em cada caso, apenas,
as disciplinas que contribuem para a graduação profissional, salvo outras que lhe sejam
acrescidas em curso de pós-graduação, na mesma modalidade.
Art. 4º Os engenheiros ambientais integrarão o grupo ou categoria da Engenharia,
Modalidade Civil, prevista no art. 8º da Resolução 335, de 27 de outubro de 1989.
Art. 5º A presente Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 6º Revogam-se as disposições em contrário.
Eng. Wilson Lang
Eng. Agr. Jaceguáy Barros
Presidente
1º Vice-Presidente
Publicada no D.O.U. de 13 OUT 2000 - Seção I – Pág. 184/185.
117
15.3 A ENGENHARIA SANITÁRIA SEGUNDO O SISTEMA CONFEA/CREA
RESOLUÇÃO Nº 310, DE 23 DE JULHO DE 1986.
Discrimina as atividades do Engenheiro Sanitarista.
O CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA, no
uso das atribuições que lhe conferem a letra "f" e o parágrafo único do artigo 27 da Lei nº
5.194, de 24 DEZ 1966,
CONSIDERANDO que o artigo 7º da Lei nº 5.194/66 refere-se às atividades do engenheiro,
do arquiteto e do engenheiro-agrônomo em termos genéricos;
CONSIDERANDO que há necessidade de discriminar atividades das diferentes modalidades
profissionais, para fins de fiscalização de seu exercício profissional;
CONSIDERANDO o disposto nas Resoluções números 048/76 e 2/77 do Conselho Federal de
Educação que estabelecem o currículo dos diplomados em Engenharia Sanitária;
CONSIDERANDO o disposto na Resolução nº 218/73 do CONFEA; CONSIDERANDO o
que dispõe a Deliberação nº 031/86-CRN,
RESOLVE:
Art. 1º - Compete ao Engenheiro Sanitarista o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º
da Resolução nº 218/73 do CONFEA, referente a:
. sistemas de abastecimento de água, incluindo captação, adução, reservação, distribuição e
tratamento de água;
. sistemas de distribuição de excretas e de águas residuárias (esgoto) em soluções individuais
ou sistemas de esgotos, incluindo tratamento;
. coleta, transporte e tratamento de resíduos sólidos (lixo);
. controle sanitário do ambiente, incluindo o controle de poluição ambiental;
. controle de vetores biológicos transmissores de doenças (artrópodes e roedores de
importância para a saúde pública);
. instalações prediais hidrossanitárias;
. saneamento de edificações e locais públicos, tais como piscinas, parques e áreas de lazer,
recreação e esporte em geral;
. saneamento dos alimentos.
Art. 2º - Aplicam-se à presente Resolução as disposições contidas no artigo 25 da Resolução
nº 218/73 do CONFEA.
118
Art. 3º - Os Engenheiros Sanitaristas integrarão o grupo ou categoria da
engenharia - modalidade civil - prevista no Art. 6º, letra "a", da Resolução nº 232/75 ou Art.
1º, letra "a", da Resolução nº 284/83.
Art. 4º - A presente Resolução entrará em vigor na data de sua publicação.
Art. 5º - Revogam-se as disposições em contrário.
Brasília, 23 JUL 1986.
LUIZ CARLOS DOS SANTOS
Presidente
ARISTIDES ATHAYDE CORDEIRO
1º Secretário
Publicada no
15.4 APROVAÇÃO DO PROJETO DE CRIAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA
AMBIENTAL
Resolução nº. 20/2005 - CEPE, de 27 de julho de 2005.
APROVA O PROJETO DE
IMPLANTAÇÃO DO CURSO DE
GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA
AMBIENTAL DA UFAL.
O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UFAL –
CEPE/UFAL, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, de acordo com a deliberação
tomada, por unanimidade, em sessão extraordinária ocorrida em 27 de julho de 2005.
CONSIDERANDO
o
Parecer
favorável
da
Pró-Reitoria
de
Graduação
PROGRAD/UFAL.
RESOLVE :
Art. 1º - Aprovar o Projeto de implantação do Curso de Graduação em
ENGENHARIA AMBIENTAL da Universidade Federal de Alagoas – UFAL, a partir do
ano letivo de 2006.
Art. 2º - Esta Resolução entra em vigor nesta data.
Sala dos Conselhos Superiores da UFAL, em 27 de julho de 2005.
•
Profa. Ana Dayse Rezende Dórea
Presidenta do CEPE/UFAL
Documento de domínio público, disponível na COC – Coordenação dos Órgãos
Colegiados da UFAL
120
15.5 QUADRO DE PROFESSORES DO CURSO
15.5.1 Processo de formação do quadro
O quadro de professores do curso de Engenharia Ambiental surgiu a partir do seu
núcleo fundador e de outros professores da Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia
(CTEC) da UFAL. O núcleo, que se tornou o primeiro colegiado do curso era composto por
sete professores dos antigos departamentos que serviam ao curso de Engenharia Civil
principalmente e três professores do antigo departamento de Engenharia Química. Estes
professores ainda estão no quadro que compõe o curso: Prof. Marcio Gomes Barboza, Profa.
Ivete Vasconcelos Lopes Ferreira, Prof. Roberaldo Carvalho de Souza, Profa. Selêude
Wanderley da Nóbrega, Profa. Rosângela Sampaio Reis, Prof. Vladimir Caramori Borges de
Souza, Profa. Nélia Henriques Callado, Prof. Christiano Cantarelli Rodrigues, Prof. Frede de
Oliveira Carvalho, Prof. Valmir de Albuquerque Pedrosa e Profa. Cleuda Custódio Freire.
Os professores que fundaram o curso, já haviam feito o mesmo com o Programa de
Pós-Graduação em Recursos Hídricos e Saneamento (PPGRHS), no ano de 2005.
No ano de 2006, quando o curso de Engenharia Ambiental entrou em funcionamento,
iniciou-se uma nova etapa na UFAL, através da implantação da sua nova estrutura
administrativa, cujo efeito mais visível foi a supressão dos departamentos, juntamente com a
criação de várias unidades acadêmicas novas. No CTEC, até o ano de 2005, havia cinco
departamentos: Águas e Energia, Arquitetura, Construção Civil e Transportes, Engenharia
Estrutural e Engenharia Química.
Com o modelo antigo, os professores eram subordinados diretamente à Chefia de
Departamento; no modelo novo, todos os professores estão subordinados à direção da
Unidade Acadêmica CTEC. O ganho que ocorreu com esta nova estrutura foi o poder maior
de compatibilização entre oferta e demanda de disciplinas, haja vista que o diretor, juntamente
com os coordenadores de colegiados de curso, pôde ter uma visão global das necessidades do
CTEC, sem a intermediação do antigo Chefe de Departamento.
O CTEC abraçou esta idéia de maneira decisiva, o que possibilitou o surgimento de
uma capacidade de suporte para o novo curso de Engenharia Ambiental, criado justamente
nesta época.
Entretanto, mesmo com maior margem de manobra do diretor e maior participação dos
coordenadores dos cursos, o número de professores ainda se mostrou insuficiente, dado o
aumento das atividades de extensão e de pesquisa, esta corroborada pelo fortalecimento dos
três programas de Pós-Graduação: PPGRHS, PPGEC (Engenharia Civil) e PPGEQ
121
(Engenharia Química).
15.6 QUADRO ATUAL
Atualmente, há um processo de crescimento do número de professores, sendo que
somente a partir do ano de 2008 houve um atendimento às demandas específicas do curso de
ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA, com a contratação de professores com
formação diversificada: Profa. Karina Ribeiro Salomon (Engenheira Agrônoma) e Prof.
Roberto Augusto Caffaro Filho (Biólogo). Outros professores, contratados a partir das
demandas específicas dos cursos de Engenharia Civil e Engenharia Química, colaboram de
maneira significativa para o fortalecimento do quadro atual.
Cabe também destacar a grande contribuição que outras unidades acadêmicas dão ao
CTEC e ao curso de ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA: Faculdade de
Arquitetura e Urbanismo (FAU), Faculdade de Direito (FDA), Instituto de Computação (IC),
Instituto de Ciências Atmosféricas (ICAT), Instituto de Física (IF), Instituto de Geografia,
Desenvolvimento e Meio Ambiente (IGDEMA), Instituto de Matemática (IM), Instituto de
Química e Biotecnologia (IQB) e Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde (ICBS).
Com a adesão da UFAL ao projeto REUNI (Reestruturação e expansão das
universidades federais) estão previstas mais contratações de professores efetivos, fortalecendo
o curso. Com todos os elementos citados, o quadro de professores é mostrado a seguir
(Quadro 6).
Quadro 6. Quadro atual de professores do curso de ENGENHARIA AMBIENTAL E
SANITÁRIA, lotados no CTEC
Professores que fazem ou que fizeram parte do colegiado do curso
Nome
Título
Regime de trabalho
Christopher Freire Souza
Doutor
DE
Christiano Cantarelli Rodrigues
Doutor
DE
Cleuda Custódio Freire
Doutora
DE
Carlos Ruberto Fragoso Junior
Doutor
DE
Eduardo Lucena Cavalcante de Amorim
Doutor
DE
Ivete Vasconcelos Lopes Ferreira
Doutora
DE
122
Karina Ribeiro Salomon
Doutora
DE
Marcio Gomes Barboza
Doutor
DE
Marllus Gustavo Ferreira Passos das Neves
Doutor
DE
Nélia Henriques Callado
Doutora
DE
Roberto Augusto Caffaro Filho
Doutor
DE
Roberaldo Carvalho de Souza
PhD
DE
Rosangela Sampaio Reis
Doutora
DE
Selêude Wanderley da Nóbrega
Doutora
DE
Valmir Albuquerque Pedrosa
Doutor
DE
Vladimir Caramori Borges de Souza
Doutor
DE
Outros professores que colaboram ou colaboraram em atividades relacionadas ao curso
Nome
Título
Regime de trabalho
Abel Galindo Marques
Mestre
40H
Adriana de Oliveira Santos
Mestre
DE
Aline da Silva Ramos Barboza
Doutora
DE
Altair Marques da Silva
Doutor
DE
Amaro Monteiro de Carvalho Filho
Mestre
Ana Karla de Souza Abud
Doutora
DE
Antônio Osimar Sousa da Silva
Doutor
DE
Celso Luiz Piatti Neto
Mestre
DE
Cristiane Holanda Sodré
Doutora
DE
Edinaldo Afonso Marques de Melo
Mestre
20H
Eduardo Nobre Lages
Doutor
DE
Eduardo Setton Sampaio da Silveira
Doutor
DE
Frede de Oliveira Carvalho
Doutor
DE
Francisco Patrick de Araújo Almeida
Doutor
DE
Edvaldo Monteiro Lisboa
123
Geoberto Espírito Santo
Heliene Ferreira da Silva
Doutora
DE
Jerônimo Leandro Leoni Lima
Graduado
20H
José Edmundo Accioly de Souza
Mestre
20H
Luciana Correia Laurindo Martins Vieira
Mestre
DE
Luciano Barbosa dos Santos
Doutor
DE
Maria Emilia Travassos Rios Tomé
Doutor
DE
Renata Maria Rosas Garcia Almeida
Doutora
DE
Rubens de Oliveira Duarte
Mestre
20H
Roberto Barbosa dos Santos
Mestre
DE
Silvia Beatriz Beger Uchoa
Doutora
DE
Thiago Luiz de Oliveira Gomes Martins
Mestre
20H
Viviane Carrilho Leão Ramos
Doutora
DE
Wayne Santos de Assis
Doutor
DE
William Wagner Matos Lira
Doutor
DE
124
15.7 REGIMENTO INTERNO DO NDE
Regimento Interno do Núcleo Docente Estruturante do Curso de Graduação em
Engenharia Ambiental e sanitária da Universidade Federal de Alagoas
Aprovado pelo Colegiado do Curso em 02 de Setembro de 2011.
Capítulo I
Das disposições preliminares
Art. 1º - O presente regimento disciplina as atribuições e o funcionamento do Núcleo
Docente Estruturante (NDE) do curso de graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária da
Universidade Federal de Alagoas (UFAL) em acordo com o disposto na Portaria nº 147, de 2
de fevereiro de 2007, do Ministério da Educação, no Parecer da Comissão Nacional de
Avaliação da Educação Superior (CONAES) nº 4, de 17 de junho de 2010 e na Resolução nº
01, de 17 de junho de 2010, também da CONAES.
Art. 2º - O NDE é um órgão que integra a estrutura de gestão acadêmica do curso e
tem função consultiva, propositiva e de assessoramento sobre matéria de natureza acadêmica,
sendo dessa forma responsável pela concepção, implementação, atualização periódica e
consolidação do Projeto Pedagógico do Curso (PPC).
Capítulo II
Das atribuições
Artigo 3º São atribuições do NDE:
I – contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
II - zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino
constantes no currículo;
III – indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão,
oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas
com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso;
IV – zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
Graduação;
V – acompanhar e discutir a avaliação interna do curso, no que tange a matérias de natureza
acadêmica;
VI - analisar e avaliar os planos de ensino dos componentes curriculares, dando parecer a
respeito de possíveis alterações dos itens destes planos para decisão posterior do
colegiado do curso;
VII – analisar e avaliar a inclusão ou remoção de disciplinas eletivas, dando parecer para
decisão posterior do colegiado do curso;
Capítulo III
Da constituição do Núcleo Docente Estruturante
Art. 4º - O NDE será constituído por:
I – um mínimo de cinco professores pertencentes ao corpo docente do curso;
II – pelo menos 60% de seus membros com titulação acadêmica obtida em programas de pósgraduação stricto sensu;
III – por todos os membros em regime de trabalho de tempo parcial ou integral, sendo pelo
menos 20% em tempo integral.
125
Art. 5º - Os membros do NDE serão indicados pelo colegiado do curso e, juntamente
com o seu Presidente, terão mandato de no mínimo 3 (três) anos, permitida uma recondução
parcial dos membros de modo a assegurar a continuidade no processo de acompanhamento do
curso.
Capítulo IV
Das atribuições do Presidente do NDE
Art. 6º Compete ao presidente do NDE:
I - convocar e coordenar as reuniões;
II - representar o NDE junto aos órgãos da instituição; e
III - encaminhar as decisões do NDE ao Colegiado de Curso.
Capítulo V
Do funcionamento do Núcleo Docente Estruturante
Art. 7º - O NDE reunir-se-á, ordinariamente, por convocação de iniciativa do seu
Presidente, 1 (uma vez) por semestre e, extraordinariamente, sempre que convocado pelo
Presidente ou pela maioria de seus membros titulares.
Art. 8º - As reuniões ocorrerão e serão iniciadas com a presença de, no mínimo, a
maioria de seus membros titulares.
Art. 9º - As decisões do NDE serão tomadas por maioria simples de votos, com base
no número de presentes.
Art. 10º - Todas as reuniões deverão ser lavradas em ata, para efeito de
acompanhamento e histórico das ações do NDE.
Art. 11º - A ata terá formato simplificado, contendo, pelo menos os itens seguintes:
Participantes, Assuntos (de acordo com a pauta da reunião), deliberações correspondente a
cada assunto e registro de fala.
Art. 12º - A ata da reunião anterior será enviada aos membros do NDE no máximo 72
horas após a reunião.
Art. 13º - No início da reunião, a ata da reunião anterior poderá ser aprovada sem a sua
leitura, caso todos os membros presentes à reunião concordem.
Capítulo V
Das disposições finais
Art. 14º - Este Regimento entra em vigor na data da sua aprovação pelo colegiado do
curso, conselho da unidade e Pró-reitoria de Graduação.
126
15.8 INSTRUÇÃO NORMATIVA CARGA HORÁRIA FLEXÍVEL
INSTRUÇÃO NORMATIVA APROVEITAMENTO DA CARGA HORÁRIA
REFERENTE À PARTE FLEXÍVEL
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 /2012-CCEAS, DE 08 DE AGOSTO DE
2012.
ESTABELECE OS CRITÉRIOS PARA O APROVEITAMENTO DA CARGA
HORÁRIA REFERENTE À PARTE FLEXÍVEL DO CURSO DE ENGENHARIA
AMBIENTAL E SANITÁRIA DA UFAL
O Colegiado do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da Universidade Federal de
Alagoas, no uso de suas atribuições, e de acordo com decisões tomadas em reuniões ocorridas
em 08 de agosto de 2012;
CONSIDERANDO a Resolução n.o 113/95 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da
Universidade Federal de Alagoas, de 13/11/1995, que estabelece normas para o
funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de graduação;
CONSIDERANDO a Instrução normativa n.o 06/99 do Colegiado do Curso de Engenharia
Civil, de 19/07/1999, que estabelece os critérios para o aproveitamento da carga horária
referente à parte flexível do curso.
CONSIDERANDO o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Ambiental e Sanitária
em Regime Seriado Semestral – Grade 2011, que estabelece o cumprimento de uma carga
horária mínima de 240 (duzentas e quarenta) horas de atividades complementares.
Estabelece:
1º) As atividade complementares do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária devem seguir
a seguinte classificação:
1 – Atividades de Ensino;
2 – Atividades de Pesquisa;
3 – Atividades de Extensão;
4 – Atividades de Representação Estudantil;
5- Outras Atividades.
2º) A carga horária da Parte Flexível deverá, preferencialmente, ser distribuída ao
longo do Curso e não poderá ser preenchida com um só tipo de atividade.
3º) A distribuição da carga horária das atividades complementares serão computadas
de acordo com a tabela em anexo, abrangendo a classificação estabelecida.
4º)Para o aproveitamento das Atividades Complementares de Graduação, o aluno
solicitará no final de cada semestre ao Colegiado do Curso, através de requerimento padrão
127
fornecido pela Secretaria do Curso, o registro e o cômputo de horas, anexando
obrigatoriamente a cópia da documentação devidamente reconhecida pela Secretaria do
Curso.
5º) Somente serão computadas as atividades realizadas após o ingresso no curso.
6º) Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado de Curso de Engenharia de
Ambiental e Sanitária.
7º) Aplicar-se-á a proporcionalidade nos casos em que o discente não cumprir o tempo
de referência para a pontuação.
128
ATIVIDADES COMPLEMENTARES (240 HORAS)
ATIVIDADE
Ensino
MODALIDADE
Disciplinas eletivas cursadas além da carga horária mínima
estabelecida na grade curricular: Carga horária da disciplina
Disciplinas isoladas dentro da área de formação de
conhecimento do discente: Carga horária da disciplina
Disciplinas isoladas cursadas em regime de mobilidade
acadêmica: Carga horária da disciplina
Participação em programa de monitoria (bolsista ou
colaborador) com certificação expedida ou reconhecida pela
UFAL: 20 horas/semestre
Pesquisa
Participação em iniciação científica, na qualidade de bolsista
ou colaborador: 30 horas por semestre. Esta carga horária não é
cumulativa quando o discente também participa dos programas
PET, PEC ou outros programas institucionalizados.
Publicação
Internacional:
15
horas/artigo
Trabalhos Publicados
Publicação Nacional: 10 horas/artigo
em eventos
Publicação Regional: 5 horas/artigo
Publicação
Internacional:
30
Trabalhos Publicados horas/artigo
em periódicos
Publicação Nacional: 20 horas/artigo
CARGA
HORÁRIA
MÁXIMA
90
60
Integral
40
90
60
60
Publicação Regional: 10 horas/artigo
Extensão
Eventos: seminários,
congressos, jornadas
conferências,
encontros, simpósios,
ciclos de palestras e
semanas acadêmicas.
Cursos
Como participante: 4 horas/dia do
evento
Evento
Internacional: 10
horas/evento
Como
Evento Nacional:
apresentador:
8 horas/evento
Evento Regional:
6 horas/evento
Evento
Internacional: 10
horas/evento
Como
Evento Nacional:
organizador:
8 horas/evento
Evento Regional:
6 horas/evento
Curso dentro da área de formação do
discente: carga horária do curso
40
60
60
80
129
Cursos de línguas estrangeiras: 10
horas por semestre. O discente que
apresentar certificado de proficiência
na língua, com aproveitamento de 60%
da pontuação total da prova, receberá a
máxima pontuação.
Instrutor: 2 horas/dia.
Representaçã
o Estudantil
Outras
Atividades
60
20
Palestras
Como participante: 1 hora/evento.
Como expositor: 5 horas/evento
15
Empresa Júnior
Para atividade administrativa: 30 horas
por semestre. Para participação em
projetos: carga horária especificada
no formulário de registro do projeto
90
Participação nas entidades estudantis locais (Centro
Acadêmico e Diretório Central dos Estudantes) e nacionais:
Titular - 10 horas por semestre e suplente - 5 horas por
semestre
30
Participação no PEC, PET ou outros
institucionalizados: 30 horas por semestre
90
programas
Participação em programas de Bolsa de Desenvolvimento
Institucional, desde que no plano de trabalho constem
atividades relacionadas à área de formação: 20 horas por
semestre
Aproveitamento da carga horária excedente ao estágio
obrigatório
Participação em atividades de pesquisa ou extensão para alunos
NÃO vinculados a projetos e/ou disciplinas, comprovadas via
declaração assinada pelo coordenador do projeto ou pela
coordenação do curso no caso de visitas técnicas, tendo estas
sido registradas na coordenação: 2 horas por atividade
40
90
20
130
15.9 INSTRUÇÃO NORMATIVA NDE Nº 02/2012-CCEAS, DE----DE-------- DE 2012.
REGULAMENTA PROCEDIMENTOS PARA IMPLANTAÇÃO DO NÚCLEO
DOCENTE ESTRUTURANTE DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL E
SANITÁRIA DA UFAL
Aguardando aprovação no CONSUNI.
O Colegiado do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da Universidade Federal de
Alagoas, no uso de suas atribuições, e de acordo com decisões tomadas em reuniões ocorridas
em xxXX, 2012;
Considerando as determinações contidas na Portaria MEC nº
147/2007, de 02 de fevereiro de 2007;
Considerando o Parecer nº 04, de 17 de junho de 2010 da Comissão
Nacional de Avaliação da Educação Superior – CONAES, que trata dos princípios, criação e
finalidade do Núcleo Docente Estruturante;
Considerando a Resolução CONAES nº 01, de 17 de junho de 2010,
que normatiza o Núcleo Docente Estruturante e dá outras providências;
Considerando os artigos 25 e 26 do Regimento Geral da UFAL, que
tratam da composição e das atribuições dos Colegiados dos Cursos de Graduação da UFAL;
Considerando a RESOLUÇÃO Nº xxx/2012-CONSUNI, DE
00/00/2012, que Regulamenta procedimentos para implantação do Núcleo Docente
Estruturante, no âmbito dos Cursos de Graduação da Universidade Federal de Alagoas
Considerando o Regimento Interno do Núcleo Docente Estruturante do curso
de graduação em Engenharia Ambiental da Universidade Federal de Alagoas, de 02 de
setembro de 2011.
RESOLVE:
Art. 1º – Instituir o Núcleo Docente Estruturante (NDE) no âmbito do Curso de
Graduação em Engenharia Ambiental da Universidade Federal de Alagoas e estabelecer as
normas de seu funcionamento e constituição.
Art. 2º – O Núcleo Docente Estruturante (NDE) é órgão consultivo e propositivo em
matéria acadêmica, de apoio ao Colegiado, sendo formado por docentes do curso.
Art. 3º – O Núcleo Docente Estruturante terá as seguintes atribuições:
I. contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso e
desenvolver ações de acompanhamento;
131
II. zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de
ensino constantes no currículo;
III. indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão,
oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e consoantes
com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso;
IV. zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
Graduação.
Art. 4o – O Núcleo Docente Estruturante (NDE) de um curso de graduação constitui-se de um
grupo de docentes, com atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de
concepção, consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso.
§1o – O Núcleo Docente Estruturante será composto por docentes indicados pelo
Colegiado do Curso, garantindo a representatividade das diversas áreas de conhecimento, com
posterior aprovação pelo Conselho da Unidade Acadêmica.
§2o – A composição do Núcleo Docente Estruturante deverá observar as seguintes
proporções:
I. ser constituído por um mínimo de 5 (cinco) professores pertencentes ao corpo docente do
curso, preferencialmente graduados na área do respectivo curso;
II. ter pelo menos 60% de seus membros com titulação acadêmica obtida em
programas de pós- graduação stricto sensu;
III. ter todos os membros em regime de trabalho de tempo parcial ou integral, sendo pelo
menos 20% em tempo integral;
Art. 5º – Os membros do NDE devem permanecer por, no mínimo, 3 (três) anos,
sendo adotadas estratégias de renovações parciais, de modo a assegurar a continuidade no
pensar pedagógico do curso.
§1o – A renovação parcial será de no máximo 50% dos seus membros.
§2o – A inclusão de novos membros no NDE será feita a qualquer momento.
Art. 6o – O presidente do Núcleo Docente Estruturante será escolhido por seus pares,
preferencialmente que seja um membro do colegiado de curso, cabendo-lhe as seguintes
atribuições:
I. convocar e presidir as reuniões, com direito a voto, inclusive o de qualidade;
II. encaminhar as propostas do NDE;
III. designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser tratada pelo NDE;
IV. designar um representante do Núcleo para secretariar e lavrar as atas.
Art. 7º – O NDE reúne-se, ordinariamente, ao menos uma vez por bimestre e,
extraordinariamente, sempre que convocado pelo presidente ou por dois terços dos seus
membros.
§1º – A convocação de todos os seus membros é feita pelo presidente por e-mail ou
mediante aviso expedido pela Secretaria da Unidade, pelo menos 48 (quarenta e oito) horas
úteis antes da hora marcada para o início da sessão com a pauta da reunião.
132
§2º – Somente em casos de reuniões extraordinárias poderá ser reduzido o prazo de
que trata o parágrafo anterior, desde que todos os membros do NDE tenham conhecimento da
convocação e ciência das causas determinantes da sessão.
§3o – O não comparecimento de algum membro em três (três) reuniões do NDE,
consecutiva ou não, sem justificativa, implicará sua substituição, que será solicitado ao
colegiado pelo presidente do NDE.
Art. 8o – O presidente será substituído nas faltas e impedimentos por um membro do
NDE escolhido por seus pares.
Parágrafo único. As reuniões serão iniciadas com a maioria simples de seus
membros.
Art. 9º – No prazo de 60 dias, a partir da data de publicação desta Resolução, os
Núcleos Docentes Estruturantes de todos os cursos de graduação deverão estar implantados
no âmbito da Universidade Federal de Alagoas.
Art. 10º - Todas as reuniões deverão ser lavradas em ata, para efeito de
acompanhamento e histórico das ações do NDE.
§1º - A ata terá formato simplificado, contendo, pelo menos os itens seguintes:
Participantes, Assuntos (de acordo com a pauta da reunião), deliberações correspondentes a
cada assunto e registro de fala.
§2º - A ata da reunião anterior será enviada aos membros do NDE no máximo 72
horas após a reunião.
§3º - No início da reunião, a ata da reunião anterior poderá ser aprovada sem a sua
leitura, caso todos os membros presentes à reunião concordem.
Art. 11 – Os casos omissos nesta Resolução serão resolvidos pelo Colegiado do curso.
Art. 12 –- Este Regimento entra em vigor na data da sua aprovação pelo colegiado do
curso, Conselho da Unidade Acadêmica e Pró-reitoria de Graduação.
133
15.10 INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO- FORMULÁRIO DE RECONHECIMENTO
DE CURSO-ATUALIZADO 2012.
1. Organização didática pedagógica
1.1.
Implementação
das
políticas
institucionais
constantes
do
Plano
de
Desenvolvimento Institucional – PDI, no âmbito do curso
O curso de Engenharia Ambiental e Sanitária iniciou suas atividades no ano de 2006,
quando da reestruturação administrativa da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). O curso
também foi criado logo após a criação do Programa de Pós-Graduação em Recursos Hídricos
e Saneamento (PPGRHS), no ano de 2005. Dois anos após a implementação do curso, surgiu
o PDI com seus princípios diretrizes e metas, dos quais, para a formação na graduação,
podemos citar: articulação entre teoria e prática e entre ensino, pesquisa e extensão,
interdisciplinaridade e flexibilização curricular, pode-se dizer que: a integração teoria e
prática está mais presente na realização do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), no estágio
supervisionado e na experiência prática dos professores das disciplinas, sobretudo das
profissionalizantes. Quanto à integração entre ensino, pesquisa e extensão: atualmente a
unidade acadêmica Centro de Tecnologia (Ctec) conta com três cursos de mestrado e um
curso de Doutorado, sendo que o mesmo núcleo de professores que participou da criação de
um deles, o PPGRHS, participou também da criação do curso de Engenharia Ambiental e
Sanitária, possibilitando a participação dos professores da graduação em pesquisas nas
diversas áreas, favorecendo o desenvolvimento de iniciação científica por parte dos alunos de
graduação. Recursos obtidos dos projetos são aplicados: em compra de equipamentos,
bibliografia e outros materiais permanentes e de consumo, em salas de aulas e de permanência
e em financiamentos de bolsas de mestrado e de iniciação científica, permitindo aos alunos de
graduação uma importante troca de informações com os da pós-graduação e também a
participação daqueles em eventos científicos diversos, publicação de artigos, além de permitir
um bom conhecimento a respeito da possibilidade de seguir à pós-graduação. Quanto à
interdisciplinaridade, é da natureza do engenheiro ambiental ter formação interdisciplinar, por
meio de oferta de disciplinas eletivas novas e o incentivo a alunos para procurar disciplinas
isoladas de outros cursos. Quanto à flexibilização curricular, o PDI da Ufal sugere revisão
criteriosa da necessidade ou não de pré-requisitos em cada estruturação curricular, dando
maior autonomia ao aluno no seu processo formativo. A flexibilização poderá ser
134
operacionalizada pelo arejamento do currículo, respeito à individualidade no percurso de
formação, utilização da modalidade do ensino à distância, incorporação de experiências
extracurriculares creditadas na formação, adoção de formas diferenciadas de organização
curricular, flexibilização das ações didático-pedagógicas e programas de mobilidade ou
intercâmbio estudantil. Atualmente, o curso de Engenharia Ambiental e Sanitária não possui
pré-requisitos, mas há a necessidade do cumprimento dos 50% da carga horária de um
semestre para a matrícula nas disciplinas do período subseqüente. Quanto às práticas
pedagógicas, professores do curso, sobretudo os mais novos, têm procurado atender ao
chamamento da Ufal. O colegiado também tem apoiado os alunos na participação nos editais
de mobilidade estudantil. Desde o ano passado até o momento, tivemos 1 aluno no programa
Top China Santander e 6 alunos no programa Ciências sem fronteiras. Uma das metas da Ufal
é promover a inclusão social. Neste sentido, pode-se dizer que o curso de Engenharia
Ambiental e Sanitária, no âmbito do Ctec, compromete-se cada vez mais por meio de atuação
nos diversos projetos que envolvem escolas públicas, como o PAESPE (Programa de Apoio
às Escolas Públicas do Estado), CEENG (Conhecer e experimentar Engenharia), o recémaprovado FORPETRO (Formação de Multiplicadores para difusão de conhecimentos nos
setores de petróleo, gás, biocombustíveis e petroquímica no ensino médio), entre outros com
forte interação com o ensino médio.
1.2. Auto-avaliação do curso
Conforme consta no Projeto Pedagógico do curso (PPC), o curso de Engenharia
Ambiental e Sanitária deve ser avaliado sistematicamente a cada semestre letivo através de
instrumentos diversos pelos docentes e discentes, a fim de se expressarem sobre a condução
do próprio PPC. Com este objetivo, o colegiado do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária
(CCEA) realizou algumas ações. No mês de agosto do ano de 2009, criou um grupo de
trabalho (GT) a parte que, após diversas reuniões, propôs uma metodologia e apresentou os
resultados do que foi chamado de diagnóstico das necessidades do curso, no que concerne à
ampliação do quadro de professores para viabilizar o aumento da oferta anual de vagas. O GT,
composto pelos professores Christopher Freire Souza, Frede de Oliveira Carvalho, Ivete
Vasconcelos Lopes Ferreira, Karina Ribeiro Salomon, Marllus Gustavo Ferreira Passos das
Neves e Roberto Augusto Caffaro Filho, organizou um cronograma. Os princípios que
nortearam os trabalhos foram: definir áreas de estudo a partir da matriz curricular atual e
promover a discussão entre o CCEA e os professores destas áreas, bem como tomar as
opiniões das representações discentes, de modo que todos possam expor suas idéias. O GT se
135
reuniu 9 vezes, com as seguintes pautas: definição das áreas, definição dos passos da
metodologia e primeiros passos do diagnóstico, simulações de carga horária com o cenário
atual do quadro de professores, simulações com o cenário previsto de expansão do curso,
apresentação dos primeiros resultados ao CCEA, revisão do texto pelo GT, revisão do texto
pelo CCEA e impressão. O trabalho do GT gerou um ofício enviado à Pró-Reitoria de
Graduação (Prograd), no dia 11 de março de 2010, com a síntese de tal diagnóstico,
colocando esta a par da situação e mostrando que, para viabilizar o aumento da entrada anual
de alunos, são necessárias mais contratações de professores via concurso público.
Continuando a avaliação interna do curso, foi realizada no semestre letivo de 2010/1 uma
aplicação de um questionário, concebido e construído por um grupo de alunos voluntários
liderados pelo professor Christopher Freire Souza. O questionário foi aprovado pelo CCEA e
Através de um processo de amostragem, foram sorteados alguns alunos que cursaram algumas
disciplinas, cujas turmas foram consideradas representativas dos semestres. Com a
colaboração dos professores destas disciplinas, os alunos foram encaminhados ao laboratório
de informática para opinar sobre vários aspectos do curso, incluindo divulgação de
informações atualizadas em sites e redes sociais, projeto de divulgação do curso nas escolas,
recepção da sociedade na feira de profissões, atuação nos conselhos estaduais de recursos
hídricos e de proteção ambiental, participação como júri em prêmios (jornalismo e
saneamento), formação de multiplicadores para produção de bioenergia, planos Municipais de
saneamento, Empresa Júnior (Proteq Jr.), eventos do PET (SMAEA, Fórum de Desastres),
infraestrutura física e organizacional, disciplinas, professores e inclusive uma autoavaliação.
O interessante deste processo é que este grupo de alunos, autodenominado Pré-Pet, trabalhou
a construção de uma proposta que resultou na implementação do Grupo PET-Engenharia
Ambiental (PET – Programa de Educação Tutorial), o qual completará 2 anos no mês
dezembro deste ano.
A avaliação interna feita pelos alunos tem aplicação semestral e
contínua, sendo os resultados repassados ao CCEA para apreciação e deliberação a respeito da
divugação e medidas a serem adotadas. O próximo passo é a aplicação dos resultados nos
estudos desenvolvidos pelo NDE para planejamento do curso no escopo do PPC
1.3. Atuação do coordenador do curso
É praxe entre professores que compõem a unidade acadêmica Centro de Tecnologia
(Ctec) a eleição de professores para que se dediquem o máximo de tempo possível às
atividades de coordenação dos colegiados. Neste sentido, o coordenador do curso possui
regime de trabalho em dedicação exclusiva, normalmente atendendo aos discentes em sua sala
136
de permanência, ou na secretaria da coordenação, ou mesmo frequentemente via internet. O
suporte dos professores mais experientes, do tutor de PET e o constante e proveitoso diálogo
com a direção do Ctec e demais coordenadores (engenharia civil, engenharia química e
engenharia do petróleo) fazem com que o trabalho do coordenador seja melhor encaminhado.
1.4. Objetivos do curso (imprescindível)
Conforme PPC, o curso de graduação em Engenheira Ambiental pela Universidade
Federal de Alagoas (Ufal) visa à formação do Engenheiro Ambiental que atenda às demandas
da sociedade com vistas às políticas de desenvolvimento nacional, com base nos
conhecimentos científicos, tecnológicos e sociais visando ao desenvolvimento sustentável. O
curso tem os objetivos específicos seguintes: (a) formar um engenheiro (pleno e de
concepção) que transite nas diversas áreas do conhecimento humano que tenham interface
com o Meio Ambiente, além de oferecer ao aluno condições de se tornar um bom profissional,
um cidadão com pleno conhecimento das suas responsabilidades dentro da realidade atual de
seu país, e das medidas a serem adotadas na promoção do bem estar da sociedade; (b)
proporcionar condições para a formação de um profissional com capacidade e aptidão para
pesquisar, elaborar e prover soluções que permitam a harmonização das diversas atividades
humanas com o meio físico e os ecossistemas. Recorrer-se-á à tecnologia a partir de uma
sólida formação em Engenharia, envolvendo os campos da Matemática, Física e Química,
contando com o adequado suporte de conhecimento em Informática, Biologia, Geociências,
Ecologia e Legislação; (c) ofertar conteúdos que proporcionem aos alunos compreensão clara
da área de atuação da Engenharia Ambiental e Sanitária, que atualmente exige a integração
entre diversos campos do conhecimento, com ênfase nas áreas de recursos hídricos,
saneamento ambiental, avaliação e monitoramento dos impactos ambientais do setor industrial
e urbano, e gerenciamento e avaliação de recursos naturais; e (d) ofertar atividades afins ao
curso como: programas de extensão universitária, estágios, atividades de pesquisa, monitoria,
participação em congressos e seminários entre outras atividades. Todas estas coordenadas
pelo Colegiado do Curso.
1.5. Perfil do egresso
Conforme PPC, o curso entende que a formação do aluno se dá a partir da sua entrada
na academia, continuando durante o curso e posteriormente a ele. O profissional deve estar
em consonância com os princípios propostos para a educação no século XXI: aprender a
137
conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser. De acordo com o MEC,
através do Conselho Nacional de Educação (CNE), no modelo de enquadramento das
propostas de diretrizes curriculares, o perfil traçado para o profissional egresso do Curso de
Engenharia Ambiental e Sanitária é o seguinte: - Perfil Comum: formação generalista,
humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias,
estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas,
considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão
ética e humanista, em atendimento às demandas da sociedade; - Perfil Específico:
compreensão dos elementos e processos concernentes ao ambiente natural e ao construído,
com base nos fundamentos filosóficos, teóricos e metodológicos da Engenharia e a aplicação
desse conhecimento na busca do desenvolvimento sócio-ambiental e econômico; domínio e
permanente aprimoramento das abordagens científicas e suas aplicações em busca do
desenvolvimento sustentável. O graduado deverá possuir sólida formação para atuar nas
diversas áreas de concentração devido aos conteúdos contemplados na grade curricular,
proporcionando aos mesmos uma visão ampla e crítica além de estimular a criatividade para a
identificação e resolução de problemas relacionados ao meio ambiente. Para obter o perfil
desejado o projeto pedagógico dará especial ênfase aos recursos hídricos, saneamento
ambiental e todas as suas ramificações em função das características ambientais regionais. O
graduado em Engenharia Ambiental e Sanitária deverá apresentar conhecimentos para o
exercício das competências e habilidades contidas na Resolução CNE/CES 11, de 11 de
março de 2002, no contexto do meio ambiente, sabendo transitar pelas diversas áreas do
conhecimento fronteiriço das Engenharias, buscando promover o bem-estar do ser humano,
estimulando o aprendizado da autonomia e da responsabilidade profissional, favorecendo e
estimulando a vivência de relações profissionais e interpessoais. Quanto à possibilidade de
atuação, o mercado de trabalho é constituído por empresas públicas ou privadas, órgãos
governamentais nas três esferas de governo, além de organizações sociais de interesse público
e organizações não governamentais, incluindo os organismos públicos, privados e nãogovernamentais que compõem o Sistema Nacional de Meio Ambiente e o Sistema Nacional
de Gerenciamento de Recursos Hídricos, destacando-se: Funasa, Ibama, Conama, Ministério
do meio ambiente, Ministério das cidades, Ministério Público, Petrobrás, secretarias estaduais
e municiais do meio ambiente, empresas de consultoria em meio ambiente, entre outros. Há
necessidade crescente de profissionais para os comitês e agências de bacia hidrográfica, na
medida em que a gestão de recursos hídricos, por força legal, utilizará a bacia hidrográfica
como unidade básica de gestão e, dentro deste contexto a questão ambiental tem grande
destaque. Há também o grande passivo ambiental que necessitará de um profissional
138
preparado para delinear e executar ações de mitigação de impactos provenientes da atividade
industrial como a de produção de cana-de-açúcar e álcool, da geração de resíduos sólidos
urbanos, entre outros campos de atuação tanto no âmbito nacional como no âmbito regional e
local. As empresas de consultoria que elaboram planos de uso do solo, estudos de impactos
ambiental /relatório de impacto ao meio ambiente (Eia-Rima), pareceres técnicos e projetos
específicos na área ambiental, constituem um dos principais mercados de trabalho, grandes
empresas de extração e de transformação e de geração de energia apresentam demanda
crescente por engenheiros Ambientais.
1.6. Número de vagas
São oferecidas 40 vagas anuais com entrada no primeiro semestre de cada ano, via
Enem/Sisu. Entretanto, o curso recebe mais alunos oriundos de outras entradas como o
Programa Estudante Convênio. Há dois alunos de Cabo Verde que ingressaram dessa forma,
sendo um no ano de 2009 e outro no ano de 2010. A unidade acadêmica Centro de Tecnologia
(Ctec) recebe ainda 80 alunos por ano do curso de engenharia civil, 80 alunos por ano do
curso de engenharia química, 40 alunos por ano de engenharia de Petróleo e todos os
professores do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária ministram aulas também para estes
cursos. Existem ainda duas outras formas de entrada: reopção (processo interno) e
transferência (de outras Instituições).
1.7. Conteúdos curriculares (imprescindível)
Atualmente, segundo o PPC, para integralizar o curso, o aluno tem que cumprir a
carga horária mínima de 3.810 horas, distribuídas da forma seguinte: 330 horas no primeiro
semestre, 360 horas no segundo semestre, 360 horas no terceiro semestre, 390 horas no quarto
semestre, 360 horas no quinto semestre, 390 horas no sexto semestre, 390 horas no sétimo
semestre (sendo 360 horas de disciplinas obrigatórias e 30 horas mínimas de eletivas), 360
horas no oitavo semestre (sendo 300 horas de disciplinas obrigatórias e 60 horas mínimas de
eletivas), 330 horas no nono semestre (sendo 330 horas de disciplinas obrigatórias e 60 horas
mínimas de eletivas), 240 horas mínimas de carga horária flexível e 300 horas mínimas de
estágio supervisionado. O curso, com funcionamento diurno, tem tempo de 5 (cinco) anos e
máximo de 9 (nove) anos para sua conclusão, em regime acadêmico semestral, em 100 (cem)
dias letivos anuais. Esta distribuição fornece uma média semestral de 363 horas de aulas com
coeficiente de variação de 6,5%, com disciplinas de 2 ou 4 horas aulas por semana, em um
139
total de 6 horas aulas por manhã, com um intervalo a cada duas horas aulas. Na grade
curricular proposta o discente tem a possibilidade de concluir o curso em 9 semestres, ou seja
4,5 anos, tendo a em vista a flexibilidade da oferta do décimo semestre destinada a realização
do estágio obrigatório, podendo ser iniciado a partir do sétimo semestre do curso, e as
atividades complementares que podem ser iniciadas desde o primeiro semestre. Há um núcleo
de disciplinas básicas (42,9% CHT), um de disciplinas profissionalizantes (42,9% CHT), e
um de atividades complementares (14,2% da CHT), denominada de parte flexível, com
atividades diversas de caráter específico ou geral, complementando a formação do aluno.
Com o núcleo de disciplinas básicas, espera-se que o discente tenha acumulado os
conhecimentos necessários para a compreensão dos fenômenos físicos, químicos, biológicos,
sociais e legais exigidos para permitir um bom desempenho do aprendizado das disciplinas do
núcleo profissionalizante. Com relação a este, espera-se do discente a construção de soluções
de problemas reais de Engenharia Ambiental e Sanitária, tendo para isto acumulado os
conhecimentos imprescindíveis no núcleo básico. Além disto, espera-se que o graduado
adquira espírito científico que o torne de capaz de propor, desenvolver e aplicar tecnologias
inovadoras para solução de problemas ambientais. O aluno deverá ser capaz também de
reconhecer que os temas ambientais são essencialmente interdisciplinares, exigindo visão
holística e capacidade de iteração com profissionais das mais diversas áreas do conhecimento.
Com as atividades complementares espera-se que o discente seja capaz de aplicar os
conhecimentos teóricos adquiridos na prática profissional facilitando sua inserção no mercado
de trabalho, no mundo científico, nas relações de trabalho, em ações de atendimento às
necessidades sociais emergentes, tudo isso contribuindo para o amadurecimento profissional.
São do núcleo básico as disciplinas de matemática, física, química, fenômenos de transporte,
mecânica dos sólidos, informática, comunicação e expressão, economia, administração,
humanidade e ciências sociais, eletricidade aplicada, ciência e tecnologia dos materiais e
biologia. São do núcleo profissionalizante as disciplinas de ecologia geral e aplicada,
geologia, cartografia, hidráulica, hidrologia, recursos naturais, saúde ambiental, sistemas de
tratamento de água e de resíduos, poluição ambiental, planejamento ambiental, impactos
ambientais, sistemas hidráulicos e sanitários. As disciplinas eletivas reforçam a formação em
diversas áreas e ofertadas por vários professores do CTEC e de outras unidades acadêmicas.
1.8. Metodologia
O curso de Engenharia Ambiental e Sanitária é conduzido pelo colegiado (CCEA),
através de reuniões ordinárias dos seus membros, participação nas instâncias da unidade
140
acadêmica Centro de Tecnologia (Ctec), como o conselho da unidade e a câmara acadêmica,
participação no Fórum dos colegiados da Ufal, organizado pela Pró-Reitoria de Graduação
(Prograd), ações de apoio ao estudante, sobretudo no ingresso da universidade, como o curso
de nivelamento e o programa de orientação acadêmica (PROA), entre outros. Cabe destacar
que a direção do Ctec dá o suporte necessário ao bom funcionamento do CCEA, procurando
trabalhar com os quatro colegiados de curso da unidade acadêmica de forma a promover o
mesmo nível de qualidade para os cursos de engenharia civil, engenharia química, Engenharia
Ambiental e Sanitária e engenharia de Petróleo. A gestão atual do colegiado iniciou em
janeiro do ano de 2011. Cabe destacar também a estreita relação entre a Pós-Graduação em
Recursos Hídricos e Saneamento (PPGRHS) e a graduação, haja vista os professores mais
envolvidos na graduação são os mesmos envolvidos no PPGRHS. Um exemplo desta relação
foi a decisão conjunta no final do ano de 2009 e início do ano de 2010, em reuiões com os
dois colegiados (graduação e Pós-Graduação) de definir que professores que fazem parte do
corpo de membros titulares CCEA não sejam os mesmos do colegiado do PPGRHS. Outro
exemplo da relação estreita é o de que a maioria dos alunos do curso de Engenharia
Ambiental e Sanitária que possuem bolsa de iniciação científica estão inseridos em projetos
de pesquisa do PPGRHS.
1.9. Atendimento ao discente
O colegiado do curso de engenharia ambiental (CCEA) trabalha com alguns
programas de apoio ao discente. No âmbito do próprio curso e da unidade acadêmica Centro
de Tecnologia (Ctec). Duas ações se destacam: o curso de nivelamento e o programa de
orientação acadêmica (PROA). Conforme PPC, o CCEA promove o curso de nivelamento
tendo por objetivo orientar os recém ingressos de Engenharia Ambiental tanto no que se
refere à Ufal e ao Ctec, como também aprender a estudar durante o curso. Desde a criação do
Grupo pré-PET (2009.2), posteriormente consolidado pela aprovação do PET, este planeja e
executa o curso, auxiliado pelo centro acadêmico, professores e alunos voluntários, sob a
supervisão do CCEA. Os objetivos imediatos do curso de nivelamento são: (i) promover a
integração destes alunos entre si e com os demais do corpo discente, com os docentes do
curso, de forma a incentivá-los a participar das várias atividades desenvolvidas pela Ufal; (ii)
mostrar a estrutura acadêmica e administrativa da Ufal; (iii) apresentar informações sobre a
matriz curricular do curso, (iv) apresentar o CCEA, PET-Engenharia Ambiental, o Centro
Acadêmico, o Programa Especial de Capacitação Discente (Pec), a empresa júnior (Proteq Jr.)
e os Programas de iniciação científica e tecnológica da Ufal; (v) avaliar e complementar os
141
conhecimentos destes alunos em matemática; e (vi) enfatizar a importância das matérias
básicas para a formação profissional. O curso é realizado antes do início das aulas, geralmente
no mês de fevereiro, e é composto por aula inaugural com a direção do Ctec e com os demais
coordenadores e professores dos quatro cursos, aulas de revisão e resolução de problemas
matemática, dinâmicas e palestras para conhecimento da Ufal e da profissão. O PROA tem
como objetivo promover uma melhoria no desempenho acadêmico dos alunos através de um
processo de acompanhamento e orientação exercido por professores selecionados,
denominados Orientadores Acadêmicos ou Tutores. Seus objetivos imediatos consistem em:
(i) proporcionar uma melhor integração do aluno iniciante ao curso e ao ambiente
universitário; (ii) conscientizar o aluno da importância das disciplinas básicas para sua
formação e para compreensão dos conteúdos das disciplinas profissionalizantes; (iii) orientar
o aluno na escolha de disciplinas e nos modos de estudá-las; (iv) detectar eventuais
deficiências do aluno e procurar corrigí-las; (v) acompanhar o desempenho do aluno em todas
as disciplinas cursadas durante o período da orientação acadêmica; (vi) reduzir o índice de
reprovação e a evasão, freqüentes no início do curso; (vii) motivar o aluno a desenvolver as
atividades do curso; (viii) garantir a melhoria na qualidade do curso. Os orientadores
acadêmicos devem ser escolhidos entre os professores do curso de Engenharia Ambiental que
tenham como características a boa relação com os alunos, apresentem grande motivação pelo
trabalho acadêmico e apresentem disponibilidade de tempo para o exercício da orientação
acadêmica.
A escolha dos orientadores acadêmicos é feita pelo professor da disciplina
introdutória do curso (Engenharia e Sistemas Ambientais), em conjunto com o CCEA,
tentando excluir, preferencialmente, os que lecionem disciplinas no primeiro semestre do
curso. Os tutores também orientam seus acompanhados no trabalho final da disciplina
Metodologia Científica. Outros programas de apoio são parte da ação da administração
central, através da Pró-Reitoria Estudantil (PROEST). Conforme PDI, no âmbito e sob a
responsabilidade da Ufal há as seguintes políticas em aplicação ou a serem implantadas:
políticas na área da saúde, programa de residência universitária, programa restaurante
universitário, programa de bolsa de estudo/trabalho, programa cultural e esportivos, programa
de apoio e incentivo à participação em eventos.
1.10. Estímulo a atividades acadêmicas
O aluno do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária é sempre incentivado a
participar das atividades acadêmicas. Já na aula inaugural, no curso de nivelamento, são
mostrados vários eventos que ocorrem na unidade acadêmica Centro de Tecnologia (Ctec).
142
Nas disciplinas de Metodologia Científica e Engenharia e Sistemas Ambientais, os alunos
recém chegados são obrigados a assistir às palestras e apresentações de trabalhos técnicos,
com a confecção de resenhas, resumos ou relatórios do Congresso de Engenharia, Ciência e
Tecnologia (Conecte), realizado no Ctec a partir dos esforços conjuntos de alunos do
Programa Especial de Capacitação Discente (Pec). Com 6 edições realizadas até o ano de
2010, o evento tem o objetivo de apresentar à comunidade acadêmica alagoana as pesquisas
que estão sendo realizadas, promovendo o intercâmbio científico e tecnológico. O evento
conta com a participação de trabalhos de pesquisa de outras unidades acadêmicas da Ufal e de
outras instituições de ensino superior do Estado de Alagoas. Cabe então destacar que o
programa Pec, que até janeiro de 2010 era vinculado ao Colegiado do Curso de Engenharia
Civil, agora passou a ser vinculado ao Ctec. O programa visa congregar os discentes de
graduação envolvidos em atividades de pesquisa, fomentando a interação, com conseqüente
transferência de informações entre os mesmos. São diretrizes e ações do Programa: divulgar e
estimular a produção técnico-científica dos cursos, estimular a interação entre as atividades
desenvolvidas por seus membros e estimular a multidisciplinaridade entre pesquisadores de
diferentes áreas do conhecimento. Os membros do Programa são discentes que deverão estar
vinculados a um projeto de pesquisa devidamente institucionalizado. Dentre as ações mais
recentes do Programa, constam a preparação de um Torneio de Integração Científica e a
elaboração/editoração de uma revista eletrônica. O Programa Institucional de Bolsas de
Iniciação Científica (Pibic) tem contado cada vez mais com a participação dos alunos do
curso de Engenharia Ambiental e Sanitária. Outras atividades que os alunos são incentivados
a participar: encontros nacionais e regionais de estudantes de Engenharia Ambiental e
Sanitária, simpósio alagoano de engenharia civil (Saec), organizado pelo Programa de
Educação Tutorial do curso de Engenharia Civil (Pet-Engenharia Civil), mas que procura
abranger áreas afins, semana de engenharia química e semana Braskem, organizados pelo
Centro Acadêmico do curso de engenharia química, congresso acadêmico da Ufal, com
espaço para trabalhos de iniciação científica, extensão, resultados de projetos de sala de aula,
palestras, etc. Entre os dias 21 e 23 de novembro de 2007, o Centro Acadêmico e o colegiado
do curso organizaram o primeiro ciclo de palestras da Engenharia Ambiental e Sanitária, com
a participação de 31 alunos, incluindo aqueles vindos dos cursos de Geografia, Pedagogia e
Engenharia Química. No evento ocorreram quatro palestras. Atualmente, o Grupo PetEngenharia Ambiental e Sanitária organiza a Semana de Meio Ambiente da Engenharia
Ambiental e Sanitária, no primeiro semestre de cada ano, além de um segundo evento no
segundo semestre. Este ano o grupo participou junto a outros grupos PET da instituição da
organização do Fórum Interdisciplinar de Desastres. Os alunos também sempre procuram
143
participar de eventos ligados ao meio ambiente, organizados por outras unidades acadêmicas
da Ufal e outras instituições e empresas do Estado, como a Jornada Alagoana de Saneamento
Ambiental, Simpósios Nordestino e Brasileiro de Recursos Hídricos, sendo o brasileiro em
2011 realizado em Maceió, Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental,
Congresso Brasileiro de Águas Subterrâneas, Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto,
etc. Em 2010 vários alunos participaram do X Simpósio Ítalo-Brasileiro de Engenharia
Sanitária e Ambiental em Maceió.
1.11. Estágio supervisionado e prática profissional
O estágio curricular deve propiciar a complementação do ensino e da aprendizagem,
através de atividades práticas, pela participação em situações reais de vida e de trabalho na
área de formação do estudante, realizadas na comunidade em geral ou junto às pessoas
jurídicas de direito público ou privado, sob responsabilidade e coordenação da Instituição de
Ensino. Atualmente a Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, dispõe sobre o estágio de
estudantes. O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, através da Secretaria de
Recursos Humano, estabelece orientação sobre a aceitação de estagiários no âmbito da
administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional na orientação normativa nº 7,
de 30 de outubro de 2008. E ainda Resolução Nº 71/2006-Consuni/Ufal, de 18 de dezembro
de 2006, disciplina os estágios curriculares dos cursos de graduação da Ufal. Os estágios
curriculares classificam-se como obrigatório e não obrigatório, oficializados através de
parcerias com empresas vinculadas à engenharia por meio de convênios registrados, devendo
os mesmos ser planejados, executados, acompanhados e avaliados em conformidade com os
currículos, programas e calendários escolares. O Estágio Supervisionado obrigatório completa
os requisitos para a integralização do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária e, terá uma
carga horária mínima de 300 (trezentas) horas, podendo ser iniciado a partir do sétimo
semestre do curso. O desenvolvimento desta atividade tem destacada importância na
formação do Engenheiro Ambiental, pois possibilita ao aluno a aplicação dos conceitos e
informações adquiridas durante o curso, através da aplicação na prática destes conhecimentos
pela vivência do dia-a-dia do profissional. A dinâmica do Estágio Supervisionado dar-se-á
através da inserção do aluno em empresas ou órgãos públicos ou privados, que desenvolvam
atividades relacionadas à atuação do Engenheiro Ambiental. Para operacionalização desta
atividade, será criada uma Coordenação de Estágio, vinculada ao Colegiado do Curso, que
terá a função de gerenciar esta atividade através da mediação entre as instituições que estão
ofertando vagas para estágio e os alunos do curso. O Estágio Supervisionado deverá ser
144
desenvolvido com base na Lei nº 11.788/2008 além de alguma Instrução Normativa que o
colegiado possa elaborar e aprovar. O CCEA elegeu a professora Karina Ribeiro Salomon
(atualmente coordenadora do CCEA) como a primeira coordenadora de estágio. Atualmente, a
função está com o Prof. Christiano Cantarelli Rodrigues. O processo é levado a cabo através
do Módulo de Gerenciamento de Estágios (MGE), e há alunos em estágio obrigatório e não
obrigatório cadastrados em diversas empresas de diversas áreas de atuação como consultoria e
projetos na área de recursos hídricos, saneamento e meio ambiente, em órgãos públicos como
a Secretaria de Estado do meio ambiente e recursos hídricos, etc.. Cada um destes alunos tem
um supervisor, que é um professor ligado ao curso. Tivemos também alunos em empresas do
ramo da construção civil, gerenciando os de resíduos sólidos da construção. A procura dos
alunos por vêm aumentando e a divulgação do curso junto às empresas também. Atualmente o
MGE possui várias Empresas com Convênio ativo, empresas estas das mais diversas áreas
sendo públicas e privadas oferecendo oportunidade de estágios aos nossos alunos.
1.12. Atividades complementares
Conforme o Projeto Pedagógico do Curso (PPC), o núcleo de atividades
complementares tem uma carga horária de 240 (duzentas e quarenta) horas. As atividades
desenvolvidas têm como objetivo complementar a educação do estudante tanto
profissionalmente quanto no aspecto de cidadania e deverão estar relacionadas ao ensino,
pesquisa, extensão universitária, representação estudantil, entre outras. A oferta deve ser
dinâmica e sempre objetivando proporcionar ao discente o maior número possível de
atividades, como: tópicos especiais, disciplinas de outros cursos da Ufal (disciplinas isoladas),
programa de monitoria (Resolução Nº 55/2008 - Consuni - Ufal), programa de iniciação
científica (Pibic), estágios não obrigatórios (Resolução Nº 71/2006 - Consuni/Ufal),
seminários, congressos e encontros, programas de extensão universitária, representação
discente nos diversos níveis de administração da UFAL, programa de tutoria coordenado pelo
Colegiado do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária (CCEA) e outras atividades desde
que atendam a Resolução 113/95 - Cepe - Ufal e sejam regulamentadas pelo CCEA. A carga
horária não poderá ser preenchida com um único tipo de atividade, conforme determinado
pela Resolução Nº 113/95 95 - Cepe - Ufal e orientações do CCEA. Algumas destas
atividades compreendem atualmente: curso de nivelamento para os recém aprovados no
processo seletivo da Ufal, Congresso de Engenharia, Ciência e Tecnologia (Conecte),
realizado anualmente pelo Programa Especial de Capacitação Discente (Pec), antes
pertencente somente ao curso de engenharia civil, mas que atualmente pertencente à unidade
145
acadêmica, podendo receber alunos dos outros cursos (engenharia química e Engenharia
Ambiental e Sanitária), encontros nacionais e regionais de estudantes de Engenharia
Ambiental e Sanitária, simpósio alagoano de engenharia civil (Saec), organizado pelo
Programa de Educação Tutorial do curso de Engenharia Civil, mas que procura abranger áreas
afins, semana de engenharia química e semana Braskem, organizados pelo Centro Acadêmico
do curso de engenharia química, congresso acadêmico da Ufal, organizado pelo Gabinete da
Reitoria, com espaço para trabalhos de iniciação científica, extensão, resultados de projetos de
sala de aula, palestras, etc. Como destacado no item estímulo às atividades acadêmicas, entre
os dias 21 e 23 de novembro de 2007, o Centro Acadêmico e o colegiado do curso
organizaram o primeiro ciclo de palestras da Engenharia Ambiental e Sanitária, com a
participação de 31 alunos, incluindo aqueles vindos dos cursos de Geografia, Pedagogia e
Engenharia Química e os alunos também sempre procuram participar de eventos ligados ao
meio ambiente, organizados por outras unidades acadêmicas da Ufal e outras instituições e
empresas do Estado. Visitas técnicas ligadas ou não às disciplinas são realizadas, como visitas
ao Parque Municipal, visitas a ecossistemas como restingas. Nestes casos, os professores
sempre convidam alunos bolsistas e outros alunos não necessariamente ligados às suas
disciplinas, além de outros professores.
2. Corpo docente
2.1. Composição do NDE Núcleo Docente Estruturante
O colegiado do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária e Sanitária instituiu o
Regimento Interno do NDE do curso em setembro de 2011, composto pelos professores
membros titulares: Marllus Gustavo F. P. das Neves – Presidente, Marcio Gomes Barboza,
Selêude Wanderley da Nóbrega, Christopher Freire Souza e Rochana Campos de Andrade
Lima Santos. Em março de 2012 a Ufal iniciou a discussão que regulamenta procedimentos
para implantação do Núcleo Docente Estruturante, no âmbito de todos os seus cursos de
Graduação. Sendo assim o Colegiado do curso reformulou a Instrução Normativa NDE Nº02
de 2012, anexada ao PPC, que regulamenta procedimentos para implantação do núcleo
docente estruturante do curso de Engenharia de Ambiental e Sanitária da Ufal. Os demais
cursos do Ctec também estão implantando seus núcleos e a Direção da Unidade acadêmica
manifestou interesse em uma discussão interNDE, de forma a uniformizar parte do ciclo
básico dos seus cursos de engenharia.
146
2.2. Titulação e formação acadêmica do NDE
Todos os professores do NDE são doutores: Marllus Gustavo Ferreira Passos das
Neves e Christopher Freire Souza (Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental), Marcio
Gomes Barboza (Engenharia Hidráulica e Saneamento), Selêude Wanderley da Nóbrega
(Engenharia Química) e Rochana Campos de Andrade Lima Santos (Geociências).
2.3. Regime de trabalho do NDE
Tanto a Instrução normativa do PPC e a resolução da Ufal em discussão preveem uma
reunião por bimestre. O NDE do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária e Sanitária da
Ufal realizou reuniões em uma frequência maior por julgar necessário no momento presente
de revisão do PPC.
2.4. Titulação e formação do coordenador do curso
A coordenadora tem graduação em engenharia agronômica pela Universidade Federal
de Lavras- MG - Ufla, com mestrado em Engenharia da Energia e doutorado em Engenharia
Mecânica pela universidade Federal de Itajubá – MG UNIFEI, com ênfase em controle
ambiental.
2.5. Regime de trabalho do coordenador do curso
A coordenadora tem regime de trabalho de Dedicação Exclusiva (DE)
2.6. Composição e funcionamento do colegiado de curso ou equivalente
Professores titulares: Karina Ribeiro Salomon (Coordenador), Marllus Gustavo F. P.
das Neves (Vice-Coordenadora), Christiano Cantarelli Rodrigues, Ivete Vasconcelos Lopes
Ferreira, Eduardo Lucena Cavalcante de Amorim. Professores suplentes: Cleuda Custódio
Freire, Christopher Freire Souza, Carlos Ruberto Fragoso Junior, Roberto Augusto Caffaro
Filho Selêude Wanderley da Nóbrega. Discente titular: Adriano Gabriel Sampaio de Amorim.
Técnico administrativo titular: Quitéria Maria Guedes Leite. Quitéria Maria Guedes Leite. O
CCEA funciona continuamente na unidade acadêmica Centro de Tecnologia (Ctec). As
reuniões ordinárias são quinzenais, mas os professores estão sempre em contato diário, o que
147
é facilitado pelo fato de todos serem dedicação exclusiva, seus gabinetes de trabalho (salas de
permanência) serem no mesmo prédio e todos pertencerem ao Programa de Pós-Graduação
em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental.
2.7. Titulação do corpo docente (imprescindível)
Os professores do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária são, antes disto,
professores da unidade acadêmica Centro de Tecnologia (Ctec). Entretanto, há um grupo de
professores que estão mais diretamente envolvidos com o curso e com o Programa de PósGraduação em Recursos Hídricos e Saneamento (PPGRHS). A maioria destes pertence ou
pertenceu ao colegiado do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária. Os professores que
fazem ou que fizeram parte do colegiado do curso são todos Doutores. São eles: Carlos
Ruberto Fragoso Júnior (também coordenador do PPGRHS) Christiano Cantarelli Rodrigues,
Christopher Freire Souza, Cleuda Custódio Freire, Eduardo Lucena Cavalcante de Amorim,
Frede de Oliveira Carvalho, Ivete Vasconcelos Lopes Ferreira, Karina Ribeiro Salomon,
Marcio Gomes Barboza, Marllus Gustavo Ferreira Passos das Neves, Nélia Henriques
Callado, Renata Maria Rosas Garcia Almeida, Roberaldo Carvalho de Souza, Roberto
Augusto Caffaro Filho, Rosangela Sampaio Reis, Selêude Wanderley da Nóbrega, Valmir
Albuquerque Pedrosa e Vladimir Caramori Borges de Souza. Outros professores doutores
que, por pertencerem ao Ctec, colaboram com o curso: Aline da Silva Ramos Barboza, Altair
Marques da Silva, Ana Karla de Souza Abud, Antônio Osimar Sousa da Silva, Cristiane
Holanda Sodré, Eduardo Nobre Lages, Eduardo Setton Sampaio da Silveira, Francisco Patrick
de Araújo Almeida, Heliene Ferreira da Silva, Luciano Barbosa dos Santos, Silvia Beatriz
Beger Uchoa, Viviane Carrilho Leão Ramos, Wayne Santos de Assis e William Wagner
Matos Lira. Outros professores mestres que, por pertencerem ao Ctec, colaboram com o
curso: Abel Galindo Marques, Adriana de Oliveira Santos, Alberto Rostand Fernandes
Lanverly de Melo, Amaro Monteiro de Carvalho Filho, Antonio Vieira Batista de Nazare,
Celso Luiz Piatti Neto, Edinaldo Afonso Marques de Melo, José Edmundo Accioly de Souza,
Luciana Correia Laurindo Martins Vieira, Roberto Barbosa dos Santos, Thiago Luiz de
Oliveira Gomes Martins e Rubens de Oliveira Duarte. Há ainda o professor graduado
Jerônimo Leoni Leandro Lima. Assim, no Ctec, 17 professores doutores participam ou
participaram do CCEA. Outros 15 professores doutores colaboram com o curso, assim como
12 professores mestres e 1 graduado. Vários professores do Ctec já realizaram pesquisas pósdoutorado, como: Roberaldo Carvalho de Souza (University of South Carolina), Valmir de
Albuquerque Pedrosa (University of California Davis), Rosangela Sampaio Reis (Cambridge
148
University), Selêude Wanderley da Nóbrega (Universidade Nova de Lisboa, U. NOVA DE
LISBOA, Portugal) e Christiano Cantarelli Rodrigues (Universidade Nova de Lisboa, U.
NOVA DE LISBOA, Portugal). Dois professores estão em Pós-Doutorado: Nélia Henriques
Callado e Vladimir Caramori Borges de Souza (Escola de Engenharia de São Carlos – Usp).
Além dos professores do Ctec, outros professores ministram ou já ministraram aulas no curso,
pertencentes à unidades acadêmicas: Instituto de Matemática, Instituto de Física, Instituto de
Química e Biotecnologia, Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente e
Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde e Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, na
maioria doutores.
2.8. Regime de trabalho do corpo docente (imprescindível)
Da relação de professores do item titulação, para aqueles que fazem ou que fizeram
parte do colegiado do curso são todos Dedicação Exclusiva: Carlos Ruberto Fragoso Júnior,
Christiano Cantarelli Rodrigues, Christopher Freire Souza, Cleuda Custódio Freire, Eduardo
Lucena Cavalcante de Amorim, Frede de Oliveira Carvalho, Ivete Vasconcelos Lopes
Ferreira, Karina Ribeiro Salomon, Marcio Gomes Barboza, Marllus Gustavo Ferreira Passos
das Neves, Nélia Henriques Callado, Renata Maria Rosas Garcia Almeida, Roberaldo
Carvalho de Souza, Roberto Augusto Caffaro Filho, Rosangela Sampaio Reis, Selêude
Wanderley da Nóbrega, Valmir Albuquerque Pedrosa e Vladimir Caramori Borges de Souza.
Outros professores dedicação exclusiva: Abel Galindo Marques, Adriana de Oliveira Santos,
Alberto Rostand Fernandes Lanverly de Melo, Aline da Silva Ramos Barboza, Amaro
Monteiro de Carvalho Filho, Altair Marques da Silva, Ana Karla de Souza Abud, Antônio
Osimar Sousa da Silva, Antonio Vieira Batista de Nazare, Celso Luiz Piatti Neto, Cristiane
Holanda Sodré, Edinaldo Afonso Marques de Melo, Eduardo Nobre Lages, Eduardo Setton
Sampaio da Silveira, Francisco Patrick de Araújo Almeida, Heliene Ferreira da Silva, Luciana
Correia Laurindo Martins Vieira, Luciano Barbosa dos Santos, Roberto Barbosa dos Santos,
Silvia Beatriz Beger Uchoa, Viviane Carrilho Leão Ramos, Wayne Santos de Assis e William
Wagner Matos Lira. Os professores seguintes são de regime de 20 horas: Jerônimo Leoni
Leandro Lima, José Edmundo Accioly de Souza, Rubens de Oliveira Duarte e Thiago Luiz de
Oliveira Gomes Martins. Dessa forma, 41 professores que colaboram ou colaboraram com o
curso de Engenharia Ambiental e Sanitária são dedicação exclusiva e 4 professores são 20
horas. Além dos professores do Ctec, outros professores ministram ou já ministraram aulas no
curso, pertencentes à unidades acadêmicas: Instituto de Matemática, Instituto de Física,
Instituto de Química e Biotecnologia, Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio
149
Ambiente,
Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde e Faculdade de Arquitetura e
Urbanismo.
2.9. Tempo de experiência de magistério superior ou experiência do corpo docente
Tempo de magistério no ensino superior para os professores que fazem ou que fizeram
parte do colegiado do curso: Carlos Ruberto Fragoso Júnior (3 anos), Christiano Cantarelli
Rodrigues (17 anos), Christopher Freire Souza (3 anos), Cleuda Custódio Freire (21 anos),
Eduardo Lucena Cavalcante de Amorim (2 anos), Frede de Oliveira Carvalho (13 anos), Ivete
Vasconcelos Lopes Ferreira (23 anos), Karina Ribeiro Salomon (4 anos), Marcio Gomes
Barboza (20 anos), Marllus Gustavo Ferreira Passos das Neves (7 anos), Nélia Henriques
Callado (19 anos), Renata Maria Rosas Garcia Almeida (8 anos), Roberaldo Carvalho de
Souza (26 anos), Roberto Augusto Caffaro Filho (3 anos), Rosangela Sampaio Reis (19 anos),
Selêude Wanderley da Nóbrega (18 anos), Valmir Albuquerque Pedrosa (16 anos) e Vladimir
Caramori Borges de Souza (10 anos). Tempo de magistério no ensino superior para outros
professores: Abel Galindo Marques (35 anos), Adriana de Oliveira Santos (4 anos), Alberto
Rostand Fernandes Lanverly de Melo (30 anos), Aline da Silva Ramos Barboza (21 anos),
Amaro Monteiro de Carvalho Filho (35 anos), Altair Marques da Silva (21 anos), Ana Karla
de Souza Abud (5 anos), Antônio Osimar Sousa da Silva (6 anos), Antonio Vieira Batista de
Nazare (32 anos), Celso Luiz Piatti Neto (35 anos), Cristiane Holanda Sodré (21 anos),
Edinaldo Afonso Marques de Melo (32 anos), Eduardo Nobre Lages (19 anos), Eduardo
Setton Sampaio da Silveira (11 anos), Francisco Patrick de Araújo Almeida (6 anos), Heliene
Ferreira da Silva (23 anos), Luciana Correia Laurindo Martins Vieira (4 anos), Luciano
Barbosa dos Santos (12 anos), Roberto Barbosa dos Santos (10 anos), Silvia Beatriz Beger
Uchoa (24 anos), Viviane Carrilho Leão Ramos (25 anos), Wayne Santos de Assis (4 anos) e
William Wagner Matos Lira (7 anos). Os professores seguintes são de regime de 20 horas:
Jerônimo Leoni Leandro Lima (3 anos), José Edmundo Accioly de Souza (26 anos), Rubens
de Oliveira Duarte (22 anos) e Thiago Luiz de Oliveira Gomes Martins (4 anos). Além dos
professores do Ctec, outros professores ministram ou já ministraram aulas no curso,
pertencentes à unidades acadêmicas: Instituto de Matemática, Instituto de Física, Instituto de
Química e Biotecnologia, Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente,
Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde e Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.
2.10. Número de vagas anuais autorizadas por "docente equivalente a tempo integral"
150
No semestre letivo 2009.1 foram ofertadas 218 horas semanais de disciplinas. No
semestre letivo 2009.2 foram ofertadas 256 horas semanais de disciplinas, o mesmo
ocorrendo nos semestres 2010.1 e 2010.2. Em 2011.1 foram ofertadas 264 horas e em 2011.2
foram ofertadas 208 horas semanais. Já em 2012.1 foram ofertadas 244 horas semanais.
Dividindo os valores das horas semestrais por 40, é obtido o valor de “Docentes equivalentes
a tempo integral” O numero de vagas autorizadas anualmente são 40 vagas. Dessa forma, o
número de vagas anuais autorizadas por "docente equivalente a tempo integral” para o ano de
2009.1 foi de 7,34, em 2009.2 foi de 6,25, em 2010.1 e 201.2 foi de 6,25, em 2011.1 foi de
6,06, em 2011.2 foi de 7,69 e finalmente de 2012.1 está relação está em 6,56.
2.11. Alunos por turma em disciplina teórica
As disciplinas teóricas são preponderantes no núcleo básico do curso. No primeiro
semestre são formadas turmas com 40 alunos somente do curso de Engenharia Ambiental e
Sanitária recém integrados à Ufal, os chamados feras. Do segundo semestre em diante, os
alunos do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária compartilham as salas com alunos dos
cursos de engenharia civil e engenharia química e não é raro a turma ser preenchida por
alunos de outros cursos como física, matemática, ciências da computação. Este
compartilhamento ocorre, sobretudo, nas disciplinas ministradas por professores de outras
unidades acadêmicas, como o Instituto de Matemática (IM) e o Instituto de Física (IF). Assim,
as turmas continuam com o número de alunos entre 40 e 50 em disciplinas como cálculo 1 e
2, física 1 e 2. Em algumas disciplinas do terceiro semestre compartilhadas com outros cursos,
como estatística, cálculo numérico, cálculo 3 e física 3, há entre 30 e 40 alunos. As disciplinas
específicas do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária do terceiro semestre possuem cerca
de 35 alunos, como biologia, ecologia e balanço de massa e energia. Disciplinas do quarto e
quinto semestres como fenômenos de transporte 1, mecânica e resistência dos materiais,
hidráulica, hidrologia, geologia ambiental, economia, topografia 1, são ocupadas por mais de
40 alunos porque são compartilhadas com engenharia civil e/ou engenharia química. No
quinto semestre, disciplinas como fenômenos de transporte 2 e ciência e tecnologia dos
materiais são ocupadas por 30 alunos. As turmas diminuem mais de tamanho a partir do sexto
período, nas disciplinas específicas da matriz curricular ficando em média com 15 alunos.
2.12. Número médio de disciplinas por docente
151
Os professores geralmente têm uma média de 2 disciplinas obrigatórias por semestre
na graduação e uma disciplina no mestrado. Alguns ainda ofertam disciplinas eletivas (uma
por semestre).
2.13. Pesquisa e produção científica
Os professores envolvidos com o curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da Ufal
desenvolvem, desde a criação do curso, pesquisas em diversas áreas e ambientes, abrangendo
aspectos de recursos hídricos e saneamento, em consonância com as linhas de pesquisa do
PPGRHS: modelagem de processos ambientais, tratamento de efluentes, planejamento, gestão
e tecnologias. Nestas 3 linhas de pesquisa, destacam-se os temas relacionados à hidrologia do
Semiárido (instalação e monitoramento em bacias experimentais), Águas Urbanas (índices e
indicadores de salubridade de bacias urbanas, modelagem e simulação hidrológica e
hidráulica para estudos de efeitos da urbanização em alagamentos e poluição difusa,
monitoramento, estudo de técnicas alternativas de controle do escoamento superficial),
Sistemas estuarinos (modelagem e monitoramento de alta frequencia), eventos extremos de
cheias (simulação hidrológica para caraterização de cheias e zoneamento de inundações nas
bacias onde houve as cheias de 2010), impactos das mudanças climáticas na hidrologia
(integração com as ciências atmosféricas), transporte e tratamento dos resíduos de petróleo,
águas subterrâneas (Integração dos instrumentos de Outorga, Enquadramento e Cobrança),
contaminação de águas subterrâneas, geoprocessamento e sensoriamento remoto aplicados ao
meio ambiente, Qualidade das Águas Litorâneas do Estado de Alagoas, Caracterização
Ecotoxicológica Inicial de Rios e Lançamentos na Região Costeira do Estado de Alagoas,
biologia molecular aplicada ao meio ambiente e a processos de tratamento de efluentes,
gestão integrada de resíduos sólidos, caracterização de resíduos sólidos, Produção de carvões
ativados para adsorção de gás natural, produção biológica de hidrogênio e metano a partir de
resíduo de manipueira, de suinocultura e da vinhaça gerados no estado de Alagoas,
desenvolvimento sistemas locais e descentralizados de manejo de águas residuárias de origem
doméstica, entre outros. A maior parte dos projetos de pesquisa são realizados em rede com
diversas outras instituições sob financiamento do Ministério de Ciência e Tecnologia, com
recursos do CTHIDRO - Fundo Setorial de Recursos Hídricos, repassados através da FINEP e
CNPq: UFAL, UFBA, UFPE, UFCG, UFPB, UFRN, FUNCEME, UFC, INSA, UFMG,
EESC/USP. UFSM, CETREL, UNESP-Ilha Solteira, UFRJ, UEPB, UFES, UFMS, UFPA,
UnB, UFSC, entre outras. Os resultados estão publicados em eventos e revistas ligados à
152
Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH), Associação Brasileira de Engenharia
Sanitária e Ambiental (ABES), além de outros periódicos como Water Science and
Technology, Journal of Hazardous Materials, International Journal of Hydrogen Energy e
Biomass & Bioenergy, Hydrobiologia, Environmental Modelling & Software, Aquatic
Ecology, Environmental Engineering Science, etc.
3. Instalação física
3.1. Sala de professores e sala de reuniões
A unidade acadêmica Centro de Tecnologia (Ctec) dispõe de 12 salas de permanência
para os professores com regime de trabalho de Dedicação Exclusiva e duas salas atualmente
ocupadas por professores de regime de 20 horas. As reuniões são realizadas na sala de
reuniões da Direção da unidade acadêmica, contígua à secretaria do Ctec.
3.2. Gabinetes de trabalho para professores
As salas de permanência para os professores com regime de trabalho de Dedicação
Exclusiva são ocupadas, cada uma, por dois professores, cujos nomes são indicados na porta
das mesmas. As salas possuem ramal telefônico, condicionador de ar, mesas, estantes e
armários. As salas são visíveis facilmente pelos alunos. Os coordenadores costumam atender
seus alunos em suas salas de permanência. A secretaria dos cursos de graduação possui
atualmente três servidores técnicos administrativos e três bolsistas que se revezam nos três
turnos de funcionamento dos quatro cursos de graduação. A secretaria possui quatro
computadores com conexão à internet, uma impressora, ramal telefônico, arquivos e material
de consumo.
3.3. Salas de aula
A unidade acadêmica Centro de Tecnologia (Ctec) dispõe de 16 salas de aula para a
graduação. São seis salas com capacidade para 50 cadeiras, uma sala com capacidade para 40
cadeiras, sete salas com capacidade para 30 cadeiras e duas salas com capacidade para 60
cadeiras. Ainda há a duas salas de aula do laboratório de informática, uma com capacidade
para 25 alunos e outra com capacidade de 40 alunos que também servem como espaços de
aulas dos laboratórios para as disciplinas pertinentes. Há uma sala com computadores com
153
acesso a internet para pesquisa dos alunos. Segundo informações colhidas com os professores
destas disciplinas, o laboratório de saneamento ambiental tem espaço para 15 alunos por aula,
o laboratório de hidráulica também, o laboratório de solos tem capacidade para 15 alunos por
aula, o laboratório de geologia tem capacidade para 15 alunos por aula. Segundo o diretor do
Instituto de física, as disciplinas de laboratório de física podem ocorrer com, no máximo, 15
alunos por aula. O atelier para aulas prática de desenho tem a capacidade de 20 alunos por
turma. Este deverá ser ampliado com a criação do atelier digital, já existe o espaço físico
somente aguardando a compra dos equipamentos. O novo bloco de laboratórios e salas de
permanência de professores, em licitação, deverá aumentar a oferta de salas de aula práticas
com a expansão dos laboratórios, dentre os quais o de hidráulica. Experimentos podem ser
conduzidos ainda nos equipamentos do programa CEENGE (Conhecer e experimentar
Engenharia). O projeto FORPETRO (Formação de Multiplicadores para difusão de
conhecimentos nos setores de petróleo, gás, biocombustíveis e petroquímica no ensino médio)
deverá fortalecer a parte de ensino do laboratório de saneamento.
3.4. Acesso dos alunos aos equipamentos de informática
Além do laboratório de informática do Ctec, que possui duas salas de aula
(Laboratório de Informática) para 60 alunos, há ainda outra sala com 12 computadores para
uso nos três turnos, com funcionários e/ou bolsistas de trabalho, os alunos do curso de
Engenharia Ambiental e Sanitária possuem uma sala no laboratório de hidráulica destinada
prioritariamente aos bolsistas de iniciação científica. A sala do Programa Especial de
Capacitação Discente (Pec) possui computadores que podem ser utilizados por seus membros,
dentre os quais estão alunos do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária. Alguns
professores também instalam computadores para os bolsistas de iniciação científica em suas
salas de permanência. O programa de educação tutorial (Pet) da Engenharia Ambiental e
Sanitária permite o uso de seus computadores para seus membros. O centro acadêmico de
Engenharia Ambiental e Sanitária e Sanitária permite o uso de seus computadores e rede de
internet para seus membros e outros alunos quando há necessidade. A Biblioteca Central da
UFAL disponibiliza o uso de computadores para pesquisa.
3.5. Registros acadêmicos
Os registros acadêmicos do curso são feitos atualmente no sistema acadêmico (Sie
Web módulo acadêmico) da Ufal, em pastas (secretaria da coordenação de curso) e no
154
Departamento de Registro e Controle Acadêmico (DRCA), no prédio da Reitoria. A oferta,
matrícula, digitação de notas, conteúdos programáticos, ementas, planos de trabalho, métodos
de avaliação e de ensino, são realizados no sistema acadêmico. O coordenador e o vicecoordenador têm acesso a relatórios da situação geral dos alunos e das chamadas pagelas das
disciplinas, que são a síntese do andamento da turma durante o semestre. Os diários de classe
em papel deixaram de ser fornecidos desde o semestre letivo 2009/1, sendo os professores
obrigados pela Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) a utilizar o sistema acadêmico, que
sempre está em aprimoramento. É comum a equipe de trabalho do Núcleo de Tecnologia da
Informação (NTI) participar das reuniões mensais do Fórum dos colegiados da Ufal. No mês
de junho de 2010, o NTI promoveu o treinamento dos coordenadores para a utilização do
novo sistema acadêmico de oferta. Outro sistema que é empregado nas atividades do
colegiado do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária (CCEA) é o MGE, módulo de
gerenciamento de estágio. O coordenador de estágio do CCEA possui senha para seu acesso
ao MGE, onde o mesmo faz todo o gerenciamento dos estágios obrigatórios e não
obrigatórios.
3.6. Livros da bibliografia básica (imprescindível)
A relação da bibliografia básica de todas as disciplinas está apresentada no PPC do
curso, atualizada a partir de um levantamento realizado pelo colegiado do curso de
Engenharia Ambiental e Sanitária (CCEA), no segundo semestre de 2009, e recentemente
neste ano de 2012, atendendo à solicitação da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). Foi
identificado que a bibliografia básica está concentrada nas disciplinas do núcleo básico do
curso. No intuito de melhorar o acervo, a Biblioteca Central anualmente abre o sistema SIBI
para que os professores sugiram novos títulos. A divulgação da biblioteca central compreende
faixas na entrada da Ufal, avisos na página eletrônica da Ufal, mensagens eletrônicas para as
unidades acadêmicas e coordenações de curso e ofícios. O CCEA sempre aproveita estas
oportunidades para incentivar os professores a sugerir os livros para suas disciplinas. Além do
acervo da Biblioteca Central, os alunos do curso dispõem de uma Biblioteca Setorial/Pessoal
de Professores, contendo bibliográficas do núcleo profissionalizante de disciplinas contidas no
PPC. Os livros foram obtidos por intermédio do PPGRHS.
3.7. Livros da bibliografia complementar
155
A relação da bibliografia complementar de todas as disciplinas está apresentada no
PPC do curso. Durante o levantamento realizado para a bibliografia básica, o colegiado do
curso de Engenharia Ambiental e Sanitária (CCEA) também identificou que a bibliografia
complementar está concentrada nas disciplinas do núcleo básico do curso. Como mencionado
anteriormente, além do acervo da Biblioteca Central, os alunos do curso dispõem de um
acervo obtido por intermédio do curso de Pós Graduação em Recursos Hídricos e
Saneamento. O CCEA incentiva os professores a solicitarem à biblioteca central, quando da
abertura do sistema SIBI para tal, a compra destes livros, de modo que, se for o caso, os
mesmos passem a integrarem a bibliografia básica.
3.8. Periódicos especializados, indexados e correntes
Esta coleção coloca à disposição do aluno as publicações seriadas: periódicos
científicos, revistas informativas, publicações oficiais, boletins técnicos, jornais e o Diário
Oficial da União - DOU (parte em papel, parte em CD-ROM). O seu acervo está disponível
para consulta local e reprodução. Sob a forma informatizada, estão disponíveis o Portal de
Periódicos da Capes é uma biblioteca virtual que reúne e disponibiliza a instituições de ensino
e pesquisa no Brasil o melhor da produção científica internacional. Ele conta com um acervo
de cerca de 15 mil títulos com texto completo, 126 bases referenciais, seis bases dedicadas
exclusivamente a patentes, além de livros, enciclopédias e obras de referência, normas
técnicas, estatísticas e conteúdo audiovisual. Quando solicitado é possível obter a versão
impressa do Periódico.
3.9. Laboratórios especializados (imprescindível)
A unidade acadêmica Centro de Tecnologia (Ctec) dispõe de vários laboratórios,
sendo dedicados prioritariamente ao ensino os seguintes: Laboratórios de informática do
CTEC; Laboratório de Hidráulica (LAHI); Laboratório de Geologia, Laboratório de
Eletricidade. Os laboratórios seguintes possuem trabalhos voltados ao ensino e à pesquisa:
Laboratório de estruturas e materiais (LEMA); Laboratório de Solos; Laboratório de Bebidas
de Tecnologia dos Alimentos (LBTA); Laboratório de Simulação e Controle (LASIC);
Laboratório de Sistemas de Separação e Otimização de Processos (LASSOP), Laboratório de
Sistemas Inteligentes Aplicados (LABSIA), o Laboratório de Computação Científica e
Visualização (LCCV) e o Laboratório de Saneamento Ambiental (LSA). O LSA é o
laboratório que mais se identifica com o curso. É nele que os alunos recém chegados à Ufal
156
para o curso de Engenharia Ambiental e Sanitária tomam o primeiro contato com as técnicas
laboratoriais, nas disciplinas Laboratório de Química Ambiental 1 e 2, além de possibilitar
suporte a outras disciplinas tais como: Tratamento de águas residuárias 1 e 2, Tratamento de
Águas de Abastecimento e Tratamento de Efluentes Gasosos. No LSA os alunos da graduação
também desenvolvem seus trabalhos de Iniciação Científica (IC) e de Conclusão de Curso
(TCC). Os laboratórios de informática também têm grande utilidade no curso, haja vista que
neste espaço físico são ministradas aulas das disciplinas introdução à computação,
geoprocessamento, parte da disciplina sistemas de abastecimento de águas, grande parte da
disciplina águas subterrâneas. O Laboratório de geologia é utilizado na disciplina Laboratório
de geologia ambiental. Nele, estudantes descrevem a petrografia dos materiais (primários) e
utilizam estereoscópio de bolso, além das atividades de campo eventuais. O LAHI é utilizado
na disciplina Laboratório de hidráulica para realização de ensaios de orifícios, perdas de carga
e canais, etc. Nele estão guardados materiais de campo de estudos hidrológicos que podem ser
utilizados na disciplina hidrologia e em visitas de campo de projetos de pesquisa. O
Laboratório de Solos é utilizado na disciplina homônima. As disciplinas Laboratório de física
1 e laboratório de física 2 são ministradas em laboratórios de outra unidade acadêmica, o
Instituto de física. O LABSIA e o LASIC já tiveram alunos do curso como bolsistas de
iniciação científica. O LCCV possui um auditório com vários recursos e tem sido utilizado em
eventos e defesas de TCC. Não há atualmente alunos em pesquisa neste laboratório.
3.10. Infra-estrutura e serviços dos laboratórios especializados
O Laboratório de Saneamento Ambiental (LSA) possui área de aproximadamente 188
m2, distribuída em salas para análises físico-químicas e microbiológicas, produção de carvão
ativado, almoxarifado, sistemas experimentais, permanência de alunos e aulas práticas. A
infra-estrutura básica do LSA conta com: condicionadores de ar, instalações hidrosanitárias e
elétricas, pontos de internet, ramal telefônico, retroprojetor, bancadas, etc. O LSA está
equipado para o desenvolvimento das atividades de pesquisa e ensino, inseridas no âmbito do
curso de Engenharia Ambiental e Sanitária e de pós-graduação. Conta para tanto com os
seguintes equipamentos, pHmetros, muflas, turbidímetros, colorímetros, chapas aquecedoras e
agitadoras, destiladores de água, centrifuga refrigerada, microscópios binocular; capelas,
estufas, mesa agitadora, incubadora com agitação tipo shaker, autoclaves de 30 litros,
condutivímetro, oxímetros, balanças analíticas, digestor de amônio, extrator de óleos e graxas,
jar test, espectofotômetros UV-VIS, incubadoras de DBO, autoclave, bombas de vácuo,
incubadoras bacteriológicas, garrafas para leitura automática de DBO por respirometria,
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seladora para Colilert, digestor de DQO, analisador seletivo de íon, moinho, agitador de
peneiras, série de peneiras, banho termostático, refrigeradores, analisador de carbono orgânico
total, cromatógrafo líquido de alto desempenho (HPLC) (em fase de instalação), cromatógrafo
gasoso (em fase de compra), sonda multiparâmetros HORIBA U-53, entre outros. O
Laboratório de Hidráulica e Recursos Hídricos (LAHI) possui 140m2, com equipamentos para
medição de vazão, molinetes, GPS, garrafa Van Dorn de 02 litros, disco de Secchi com 0,30
m de diâmetro, coletor de material em suspensão US-39, draga para coleta de sedimentos,
garrafas, botas e capas para coletas de campo, roupas de medição de vazão, etc. O LAHI
deverá ser tranaferido para novo bloco de laboratórios de ensino de graduação (construção),
vizinho ao novo bloco de salas de aula. O recém-aprovado FORPETRO (Formação de
Multiplicadores para difusão de conhecimentos nos setores de petróleo, gás, biocombustíveis
e petroquímica no ensino médio) fortalecerá o laboratório de saneamento.