Educação Física Bacharelado 2015

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PPC 2015 EDUCAÇÃO FISICA BACHARELADO NOTURNO.pdf
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                    SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICABACHARELADO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS UFAL

Maceió
2015

SUMÁRIO
I. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ................................................................................. 4
1. Dados de identificação institucional ..................................................................... 4
2. Contexto institucional ........................................................................................... 5
3. Contexto regional ................................................................................................. 6
4. Contextualização do curso ................................................................................... 6
II. HISTÓRICO DO CURSO ........................................................................................ 8
III. CONTEXTO DO CURSO ....................................................................................... 9
1. Objetivos do curso ............................................................................................. 10
2. Perfil do egresso ................................................................................................ 12
3. Competências e habilidades .............................................................................. 12
4. Campo de atuação profissional .......................................................................... 14
IV - POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO EDFB-UFAL ............ 16
1. Ensino de Graduação ........................................................................................ 16
2. Inovação e Qualificação ..................................................................................... 16
3. Internacionalização ............................................................................................ 18
4. Relação de convênios com outras Instituições ................................................. 19
5. Gestão Acadêmica do Ensino de Graduação .................................................... 19
6. Avaliação do Curso (docentes e discentes) ....................................................... 20
7. Ensino de Pós-Graduação ................................................................................. 21
8. Pesquisa ............................................................................................................ 22
9. Extensão ............................................................................................................ 23
10. Laboratórios Especializados ............................................................................ 23
11. Responsabilidade Social .................................................................................. 29
12. Acessibilidade .................................................................................................. 30
13. Inclusão ............................................................................................................ 32
14. Política de Cotas .............................................................................................. 33

V - ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA DO CURSO .................................. 34
1. Estrutura Curricular ............................................................................................ 34
2. Componentes Curriculares ................................................................................ 35
3. Ordenamento Curricular ..................................................................................... 36
3.1 Organização Curricular do Curso .................................................................. 36
3.2 Atividades Complementares (Parte Flexível) ................................................ 39
3.3 Estágio Curricular Supervisionado ................................................................ 40
3.4 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) ....................................................... 42
3.5 Interface do Curso com as Atividdades de Extensão ................................... 43
VI – METODOLOGIA ................................................................................................ 45
VII – MATRIZ CURRICULAR.................................................................................... 47
VIII - EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS .................................................................... 51
IX- TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TIC ......................... 85
X - AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL ................................................ 86
XI - PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINOAPRENDIZAGEM ..................................................................................................... 87
XII - AVALIAÇÃO DO CURSO CAA RELATÓRIOS DE CURSO DO ENADE ........ 90
XIII - COLEGIADO DO CURSO ................................................................................ 91
XIV - NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE.......................................................... 92
XV- POLÍTICAS DE APOIO AOS DOCENTES E TÉCNICOS ................................. 93
XVI- POLÍTICAS DE APOIO AOS DISCENTES....................................................... 94
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ......................................................................... 98
ANEXOS ................................................................................................................. 105

I. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1. Dados de identificação institucional
Contextualização da Instituição de Ensino Superior
Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
Dependência: Administrativa Federal

Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código: 577
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço do Campus sede:
Campus A. C. Simões – Cidade Universitária Maceió /AL
Rodovia BR 101, Km 14 CEP: 57.072 - 970
Fone: (82) 3214 - 1100 (Central)
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br
Autores do Documento (Núcleo Docente Estruturante)
Amândio Aristides Rihan Geraldes
Braulio Cesar Alcantara Mendonça
Eduardo Seixas Prado
Gustavo Gomes de Araújo
Leonéa Vitoria Santiago
Maria do Socorro Meneses Dantas
Marta de Moura Costa

4

2. Contexto institucional
A Universidade Federal de Alagoas – UFAL, juntamente com seus campis,
é configurada como Pessoa Jurídica de Direito Público – Federal, inscrita no
CNPJ com o número: 24.464.109/0001-48, sediada à Avenida Lourival de Melo
Mota, S/N, Campus A. C. Simões, no Município de Maceió, no Estado de Alagoas,
CEP 57.072-970.
A partir do agrupamento das Faculdades de Direito (1933), Medicina
(1951), Filosofia (1952), Economia (1954), Engenharia (1955) e Odontologia
(1957), a UFAL foi considerada pela Lei Federal nº 3.867 de 25 de janeiro de
1961, como Instituição Federal de Educação Superior (IFES), de caráter
pluridisciplinar de ensino, pesquisa e extensão, vinculada ao Ministério da
Educação, sendo mantida pela União, com autonomia assegurada pela
Constituição Brasileira, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei
9394/96 e por seus Estatuto e Regimento Geral.
A instituição possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus
A. C. Simões, em Maceió, onde são ofertados 54 cursos de graduação.
O processo de interiorização, iniciado em 2006, expandiu sua atuação para
o Agreste, com o Campus de Arapiraca e com outras Unidades Educacionais em:
Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa ofertando 23 cursos. Em 2010, a IES
chegou ao Sertão, instalando-se em Delmiro Gouveia e uma Unidade Educacional
em Santana do Ipanema, ofertando oito cursos, todos presenciais.

Além dos

cursos presenciais, são ofertados 11 cursos na modalidade de Educação à
Distância, através do sistema Universidade Aberta do Brasil - UAB.
A pós-graduação contribui com 31 programas de Mestrado e nove de
Doutorado, além de inúmeros cursos de especialização nas diferentes áreas do
conhecimento.
A pesquisa na UFAL vem crescendo anualmente e progressivamente com a
participação de linhas e grupos de pesquisa nas diferentes áreas do
conhecimento. Da mesma forma a extensão contribui com diversos programas
sendo uma atividade em constante expansão.

5

O ingresso dos estudantes na UFAL se efetiva por meio de processo
seletivo através do ENEM e da plataforma SISu/MEC (Sistema de Seleção
Unificada).
3. Contexto regional
Com uma extensão territorial de 27.767.661 km², o Estado de Alagoas é
composto por 102 municípios distribuídos em três mesorregiões (Leste, Agreste e
Sertão Alagoano) e treze microrregiões. De acordo com o Censo de 2010 do IBGE,
Alagoas apresentava população residente 3.120.922 de habitantes, sendo 73,64%
em área urbana.
A inserção espacial da UFAL leva em consideração as demandas
apresentadas pela formação de profissionais em nível superior e a divisão do Estado
em suas meso e microrregiões. Essa configuração espacial é contemplada com uma
oferta acadêmica que respeita as características econômicas e sociais de cada
localidade, estando as suas unidades instaladas em cidades polo consideradas
fomentadoras do desenvolvimento local.
Com a interiorização, a UFAL realiza cobertura universitária significativa em
relação à demanda representada pelos egressos do Ensino Médio em Alagoas, à
exceção do seu litoral norte, cujo projeto de instalação do campus no município de
Porto Calvo se encontra em tramitação na SISu//MEC.
O PIB per capita estadual era de R$ 6.728,00, em 2009, sendo o setor de
serviços o mais importante na composição do valor agregado da economia, com
participação de 72 %. Os restantes 28% estão distribuídos em atividades agrárias –
tradicionalmente policultura no Agreste, pecuária no Sertão e cana-de-açúcar na
Zona da Mata, além do turismo, aproveitando o grande potencial da natureza do
litoral.

4. Contextualização do curso
Modalidade: Bacharelado - Presencial
Título oferecido: Bacharel em Educação Física
Nome da Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Campus: A. C. Simões
Município-Sede: Maceió
6

Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço de funcionamento do curso: Av. Lourival Melo Mota, S/N – Tabuleiro
dos Martins – 57072-900

Atos Legais:
Portaria de Autorização: (Resolução COSUNI nº 32/2007 de 25 de maio de 2007).
Portaria de Reconhecimento: (Portaria nº395 de 23 de setembro de 2011 –
Publicada no DOU de 26 de setembro de 2011).
Número de Vagas autorizadas: 35 em cada semestre totalizando 70 vagas anuais.
Turnos de Funcionamento: Noturno
Carga horária total do curso em hora/relógio: 3.238 horas
Tempo de integralização do curso:
Noturno: Mínima: 8 (oito) períodos/ Máxima: 12 (doze) períodos
Coordenador do Curso
Nome: Maria do Socorro Meneses Dantas
Formação acadêmica: Educação Física
Titulação: Doutorado
Regime de trabalho: DE
Tempo de exercício na UFAL: 24 anos
Tempo de exercício na função: 4 anos

Composição do Colegiado do Curso:
Docentes titulares
Coordenação: Profa. Dra. Maria do Socorro Meneses Dantas
Vice Coordenação: Prof. Dr. Amandio Aristides Rihan Geraldes
Prof. Dr. Gustavo Gomes de Araújo
Prof. Dr. Eduardo Seixas Prado
Prof. Msc. Braulio Cesar de Alcantara Mendonça
Docentes Suplentes:
Profa. Dra. Neíza de Lourdes Frederico Fumes
Profa. Dra. Leonéa Vitoria Santiago
7

Prof. Dr. Marco Antônio Chalita
Prof. Dr. Alexandre Magno Câncio Bulhões

Representante Técnico Administrativo
Titular: Suzana Coelho Moura
Suplente: Wilma Maria dos Santos Moraes

Representante Discente
Titular: Davi Cordeiro Wanderley Tenório Farias
Suplente: Héverton Barboza da Rocha

II. HISTÓRICO DO CURSO

Desde a criação do primeiro curso de Educação Física (EDF) no Brasil, na
década de 30, quando foi aberta a Escola de Educação Física e Desportos (EEFD)
idealizada pela Universidade Federal do Rio de janeiro (UFRJ), a EDF como curso,
vem passando por rápidas e dinâmicas mudanças. Nesse contexto, a Resolução nº
CFE 03/87 ampliou a formação do professor de EDF e passou a conferir aos
profissionais, dois diferentes títulos: Bacharel e/ou Licenciado (Art. 1º).
No que diz respeito aos referenciais curriculares, a Resolução nº 03/87 é
reconhecida como um importante e inequívoco avanço por ter assegurado a
autonomia e a flexibilidade permitindo às Instituições de Ensino Superior estabelecer
seus marcos conceituais, os perfis profissionais desejados, bem como, elaborar as
ementas, fixar carga horária para cada disciplina e definir nomenclaturas,
enriquecendo o currículo pleno, sem desrespeitar as peculiaridades regionais. Neste
contexto, embora, o Curso de EDF – UFAL tenha sido criado em 1974, ofertava um
único tipo de graduação em Educação Física: a Licenciatura.
Em 2006, foi criado o Curso de Educação Física/Bacharelado (EDFB) da
Universidade Federal de Alagoas através da Resolução COSUNI nº 32/2007 de 25
de maio de 2007, atendendo aos requisitos estabelecidos pela Resolução CNE
07/2004, que trata dos Cursos Superiores de Bacharelado em Educação Física e,
tendo seu primeiro reconhecimento através da Portaria MEC nº395 de 23 de
8

setembro de 2011 – publicada no DOU de 26 de setembro de 2011. O curso foi
criado para atender a uma crescente demanda social tendo em vista que até aquele
momento, em Maceió, existia apenas um único curso de EDFB, entretanto, ofertado
por uma instituição privada.
Sendo assim, além do Curso de EDF Licenciatura (EDFL), a UFAL passou a
ofertar, em horário noturno, o curso de EDF Bacharelado com o objetivo de preparar
os profissionais egressos desse curso, para entender e aplicar seus conhecimentos
considerando as relações entre os diferentes tipos de atividades físicas:
ocupacionais, domésticas, de transporte, de lazer (exercícios e esportes, dentre
outras), o desempenho físico, a saúde e a qualidade de vida de sujeitos de ambos
os sexos e diferentes escalões etários.
No que concerne à formação do profissional de EDF, desde a formação do
curso de EDFB, temos buscado atender às necessidades regionais e locais, não só
da comunidade acadêmica, mas, também, da sociedade alagoana.

III. CONTEXTO DO CURSO

O profissional de EDF vem conquistando cada vez mais espaço no mercado
de trabalho. Tal valorização não se limitou às áreas de Educação e Esporte, mas
também, à área da Saúde, reconhecendo-se a importância das atividades físicas
para uma vida saudável. O exposto é comprovado pelas políticas desenvolvidas pelo
Ministério da Saúde (MS) que, atento aos fatores determinantes de saúde e
principalmente aos altos índices de sedentarismo no Brasil, incluiu a prática de
atividades físicas no Sistema Único de Saúde (SUS), como fator primordial para
melhorar a qualidade de vida da população.
Iniciou-se, assim, uma série de ações para promoção da saúde e prevenção
de doenças através do exercício físico, incorporando os profissionais de EDF no
quadro de profissionais da Saúde, inclusive com o lançamento da Política Nacional
de Promoção da Saúde (2006). Nesse contexto, foi aprovada a Portaria nº 154 do
Ministério da Saúde que em 24 de janeiro de 2008 criou os Núcleos de Apoio à
Saúde da Família (NASF), estabelecendo a inclusão do profissional de EDF no SUS,
nas Unidades de Atenção Básica à Saúde (UBS), nas Unidades com Estratégia de
9

Saúde da Família, onde desenvolvem um trabalho multidisciplinar, em parceria com
outras categorias profissionais.
Em 2011, o Ministério da Saúde pensando na importância da prática regular
de atividades físicas, criou a Academia da Saúde (Portaria nº 2.681 de 7 de
novembro de 2013), programa voltado para estimular a prática regular de exercício
físico, visando a mudança de hábitos e adoção de estilo de vida ativo.
Tais ações, obrigaram as IES que ofertam cursos de EDF, a incluir em suas
matrizes curriculares disciplinas que tratam da saúde pública, políticas públicas e do
trabalho multiprofissional, potencializando o conhecimento e a competência aos
futuros profissionais de EDF que venham a atuar neste campo de trabalho.

1. Objetivos do curso
Geral
O curso EDFB-UFAL tem como objetivo formar profissionais aptos a
diagnosticar as necessidades das pessoas (crianças, jovens, adultos, idosos,
pessoas com deficiência, de grupos e comunidades especiais) de modo a planejar,
prescrever, ensinar, orientar, assessorar, supervisionar, controlar e avaliar projetos e
programas de atividades físicas, recreativas e esportivas, nas perspectivas da
prevenção, promoção, proteção da saúde, da formação cultural, da educação e
reeducação motora, do rendimento físico esportivo, do lazer e de outros campos que
contemplem a prática das diferentes categorias de atividades físicas.
Específicos
O Curso EDFB-UFAL deverá viabilizar a formação de profissionais capazes de:
 Adquirir conhecimentos conceituais, procedimentais e atitudinais específicos
da Educação Física e aqueles advindos das ciências afins, orientados por
valores sociais, morais, relacionados aos diferentes tipos de atividades
físicas, além de outros campos que oportunizem a prática de atividades
físicas;

10

 Pesquisar, conhecer, compreender, analisar e avaliar a realidade social para
nela intervir acadêmica e profissionalmente, por meio das manifestações e
expressões do movimento humano, tematizadas, com foco nas diferentes
formas e modalidades de atividades físicas: programas de exercícios físicos,
jogos, esportes, lutas (artes marciais), danças, visando à formação, a
ampliação e enriquecimento cultural da sociedade, no sentido de incentivar a
adoção de um estilo de vida fisicamente ativo e saudável;
 Intervir acadêmica e profissionalmente de forma deliberada, adequada e
eticamente balizada, não só nos campos do desempenho atlético e
prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, mas também, da
formação cultural, da educação e reeducação motora, do desempenho físico
(em suas diferentes dimensões), da gestão de empreendimento;
 Participar,

assessorar,

coordenar,

liderar

e

gerenciar

equipes

multiprofissionais de discussão, de definição e de operacionalização de
políticas públicas e institucionais nos campos da saúde, do lazer, do esporte,
da educação, da segurança, do urbanismo, do ambiente, da cultura e do
trabalho, dentre outros;
 Conhecer, dominar, produzir, selecionar e avaliar os efeitos da aplicação de
diferentes

técnicas,

instrumentos,

equipamentos,

procedimentos

e

metodologias para a produção e a intervenção acadêmico-profissional em
Educação Física, nos campos da prevenção, promoção, proteção e
reabilitação da saúde, do rendimento físico desportivo, do lazer, da gestão de
empreendimentos relacionados às atividades físicas, além de outros campos
que oportunizem a prática de atividades físicas;
 Acompanhar as transformações acadêmico-científicas que relacionem a
Educação Física no contexto geral, bem como em suas relações com a saúde
e qualidade de vida, mediante a análise crítica da literatura especializada com
o propósito de contínua atualização e produção acadêmico-profissional;

11

 Utilizar recursos da tecnologia da informação e da comunicação no intento de
ampliar e diversificar as formas de interagir com as fontes de produção e de
difusão de conhecimentos específicos da Educação Física e de áreas afins,
com propósito de contínua atualização e produção acadêmico-profissional.

2. Perfil do egresso
De acordo com o que determina as Diretrizes Curriculares Nacionais dos
Cursos de Bacharelado e Licenciatura, da Secretaria de Educação Superior (MEC),
o Bacharel em EDF atua no planejamento, prescrição, supervisão e coordenação de
projetos e programas de atividades físicas, recreativas e esportivas. Em sua
atividade, avalia as manifestações e expressões do movimento humano, tais como:
ginásticas, jogos, esportes, lutas, artes marciais, dança e outros exercícios físicos.
Pesquisa, analisa e avalia campos da prevenção, promoção e reabilitação da saúde,
da formação cultural, da educação e reeducação motora e do rendimento físico
esportivo. Planeja e gerencia atividades de lazer e de empreendimentos
relacionados às atividades físicas, recreativas e esportivas. Em sua atividade
gerencia o trabalho e os recursos materiais de modo compatível com as políticas
públicas de saúde, primando pelos princípios éticos e de segurança.

3. Competências e habilidades
O curso EDFB-UFAL segue o que determina as Diretrizes do Conselho
Nacional de Educação (CNE)1 no sentido de assegurar uma formação generalista,
humanista

e

crítica,

qualificadora

da

intervenção

acadêmico-profissional,

fundamentada no rigor científico, na reflexão filosófica e na conduta ética. Dessa
forma o graduado em EDFB-UFAL deverá estar qualificado para analisar
criticamente a realidade social e nela intervir acadêmica e profissionalmente, por
meio das diferentes manifestações e expressões do movimento humano, visando a

1

CNE. Resolução CNE/CES 7/2004. Diário Oficial da União, Brasília, 5 de abril de 2004, Seção 1, p. 18.
Alterada pela Resolução CNE/CES nº 7, de 4 de outubro de 2007.

12

formação, a ampliação e o enriquecimento cultural dos indivíduos. E assim, ampliar
a possibilidades da população adotar um estilo de vida fisicamente ativo e saudável.
Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação
em Educação Física:
§ 1º A formação do graduado em Educação Física deverá ser concebida,
planejada, operacionalizada e avaliada visando a aquisição e desenvolvimento das
seguintes competências e habilidades:
- Dominar os conhecimentos conceituais, procedimentais e atitudinais específicos
da Educação Física e aqueles advindos das ciências afins, orientados por valores
sociais, morais, éticos e estéticos próprios de uma sociedade plural e democrática.
- Pesquisar, conhecer, compreender, analisar, avaliar a realidade social para nela
intervir acadêmica e profissionalmente, por meio das manifestações e expressões
do movimento humano, tematizadas, com foco nas diferentes formas e
modalidades do exercício físico, da ginástica, do jogo, do esporte, da luta/arte
marcial, da dança, visando a formação, a ampliação e enriquecimento cultural da
sociedade para aumentar as possibilidades de adoção de um estilo de vida
fisicamente ativo e saudável.
- Intervir acadêmica e profissionalmente de forma deliberada, adequada e
eticamente balizada nos campos da prevenção, promoção, proteção e reabilitação
da saúde, da formação cultural, da educação e reeducação motora, do rendimento
físico esportivo, do lazer, da gestão de empreendimentos relacionados às
atividades físicas, recreativas e esportivas, além de outros campos que
oportunizem a prática de atividades físicas, recreativas e esportivas.
- Participar, assessorar, coordenar, liderar e gerenciar equipes multiprofissionais de
discussão, de definição e de operacionalização de políticas públicas e institucionais
nos campos da saúde, do lazer, do esporte, da educação, da segurança, do
urbanismo, do ambiente, da cultura, do trabalho, dentre outros.
- Diagnosticar os interesses, as expectativas e as necessidades das pessoas
(crianças, jovens, adultos, idosos, pessoas com deficiência, de grupos e
comunidades especiais) de modo a planejar, prescrever, ensinar, orientar,
assessorar, supervisionar, controlar e avaliar projetos e programas de atividades
físicas, recreativas e esportivas nas perspectivas da prevenção, promoção,
proteção e reabilitação da saúde, da formação cultural, da educação e reeducação
motora, do rendimento físico esportivo, do lazer e de outros campos que
oportunizem ou venham a oportunizar a prática de atividades físicas, recreativas e
esportivas.
- Conhecer, dominar, produzir, selecionar, e avaliar os efeitos da aplicação de
diferentes técnicas, instrumentos, equipamentos, procedimentos e metodologias
para a produção e a intervenção acadêmico-profissional em Educação Física nos
campos da prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, da formação
cultural, da educação e reeducação motora, do rendimento físico esportivo, do
lazer, da gestão de empreendimentos relacionados às atividades físicas,
recreativas e esportivas, além de outros campos que oportunizem ou venham a
oportunizar a prática de atividades físicas, recreativas e esportivas.

13

- Acompanhar as transformações acadêmico-científicas da Educação Física e de
áreas afins mediante a análise crítica da literatura especializada com o propósito
de contínua atualização e produção acadêmico-profissional.
- Utilizar recursos da tecnologia da informação e da comunicação de forma a
ampliar e diversificar as formas de interagir com as fontes de produção e de
difusão de conhecimentos específicos da Educação Física.

4. Campo de atuação profissional
Os graduados em Educação Física estarão habilitados a atuar em academias,
hospitais

e

clínicas

especializadas,

áreas

públicas,

clubes

comunitários,

condomínios residenciais, atendimento individualizado ou domiciliar (personal
training) ou em quaisquer locais onde ocorram as perspectivas específicas de
intervenção do graduado e, em outras áreas que venham a oportunizar o
entendimento das relações e importância das práticas dos diferentes tipos de
atividades físicas para o desempenho atlético e saúde.
Para uma efetiva aplicação profissional dos conhecimentos, adquiridos ao
longo do curso, o aluno egresso deverá intervir crítica e pedagogicamente na
perspectiva da habilitação adquirida. Além disso, deverá estar apto a desenvolver as
competências adquiridas que comprovem suas potencialidades para:
 Compreender e dominar o processo de intervenção profissional nos campos
de trabalho relacionados e nas suas relações com o contexto no qual estão
inseridos;
 Resolver problemas concretos da prática profissional e da dinâmica das
instituições afins, zelando pela aprendizagem e pelo desenvolvimento da sua
clientela;
 Considerar as características, os interesses e as necessidades da sua
clientela no planejamento, na aplicação e na avaliação dos programas de
intervenção profissional;
 Sistematizar e socializar a reflexão sobre a prática profissional;

14

 Compreender

as

implicações

socioculturais,

políticas,

econômicas

e

ambientais inerentes à sua intervenção profissional;
 Demonstrar capacidade de lidar autonomamente com a literatura pertinente e
atualizada e com os diversos tipos de produção do conhecimento afins;
 Demonstrar manejo da clientela, clareza e objetividade de comunicação
verbal e não-verbal, desenvoltura no fazer didático, no manuseio do material
didático, de modo a conduzir sua atividade profissional adequadamente;
 Ter argumentos para justificar teoricamente sua prática profissional, bem
como balizar sua intervenção profissional à luz das teorias produzidas a partir
dos campos de conhecimento específico e afim;
 Contribuir na construção de novos conhecimentos.

IV - POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO EDFB-UFAL

1. Ensino de Graduação
O ensino de graduação adota políticas centradas em três grandes eixos,
visando à melhoria contínua da oferta dos cursos. A saber: formação cidadã, o
reconhecimento pela sociedade e a garantia de formação adequada ao perfil de
egresso desejado. Isso passa necessariamente por inovação e qualificação,
internacionalização e gestão acadêmica.

2. Inovação e Qualificação
A universidade deve possibilitar uma revisão permanente dos seus projetos
pedagógicos, incluindo nesse debate os novos desenhos curriculares. Inclusive
aqueles já implantados quando da interiorização, estando atenta a novas tendências
e desafios para a sociedade em um mundo contemporâneo e buscando sempre
novas práticas pedagógicas. Sendo assim, no curso EDFB-UFAL as discussões,
realizadas com o objetivo de promover a atualização do projeto pedagógico do
curso, tem ocorrido constantemente.
15

Para atingir seus objetivos, o curso EDFB-UFAL conta com vários recursos
como, por exemplo, o Moodle, sítio eletrônico utilizado como uma das ferramentas
formais de Tecnologia da Informação e da Comunicação, e as redes sociais a fim de
acompanhar as tendências atuais para divulgação de informações. Além disso,
algumas disciplinas do curso contam com o apoio pedagógico de programa de
monitoria presencial (com e sem bolsas), além de seminários temáticos, realizados
como ações contínuas, no início e término de cada semestre letivo.
O curso EDFB-UFAL é um espaço para a criação e oferta de diferentes ações
extensionistas e de pesquisas relacionadas ao desempenho físico, à prática
esportiva, à saúde e a qualidade de vida de diferentes populações e escalões
etários, proporcionando um ambiente adequado para a aprendizagem e favorecendo
uma ampla rede de atendimento didático-pedagógico.
O curso fomenta o uso de outros recursos didático-pedagógicos na medida
em que intensifica a mobilidade discente e docente, intra e interinstitucional como
forma de ampliar conhecimentos, saberes e culturas a partir dos diferentes
programas e projetos de pesquisa, extensão e parcerias institucionais entre
laboratórios de pesquisa.
Procurando atender o proposto pela política educacional, nomeadamente no
que se refere às Leis 10.639/2003 e 11.645/2008 e às resoluções: CNE/CP nº
01/2012 e CNE/CP 01/2004 que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais
para a inserção das disciplinas: Educação de Relações Étnico Raciais e Ensino de
História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, tais temáticas são abordadas
e fazem parte das

disciplinas: Aspectos Sócio Antropológicos das Atividades

Corporais; Fundamentos Históricos e Filosóficos da Educação Física, e de forma
transversal em outras disciplinas.
A instituição e o curso, não perdem de vista que uma formação completa deve
também levar em consideração a inclusão de outras temáticas como os direitos
humanos, educação ambiental.
Com relação à Educação em Direitos Humanos, de acordo com a Resolução
CNE/CP nº 01/2012 na UFAL, esse conteúdo é incluído nos PPC (s) dos cursos
através da transversalidade, por meio de temas relacionados aos Direitos Humanos
e tratados interdisciplinarmente, ou como um conteúdo específico de uma das
16

disciplinas já existentes no currículo escolar, e de maneira mista, ou seja,
combinando transversalidade e disciplinaridade.
No curso EDFB, a temática da Educação de Direitos Humanos é abordada de
forma transversal nos conteúdos das disciplinas: Bioética e Temas Atuais em
Educação Física, Esporte e Lazer. O tema Educação em Direitos Humanos,
também, pode ser abordado em outras disciplinas de forma multidisciplinar e
indireta.
O Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002, regulamenta a Lei nº 9.795, de
27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá
outras providências. A Resolução CNE/CP nº 02/2012 define formas de
implementação da temática nos currículos dos cursos superiores. Desta forma, o
curso de EDFB busca atender à legislação vigente utilizando a disciplina: Temas
Atuais em Educação Física, Esporte e Lazer para abordar a temática Educação
Ambiental. A temática também é abordada, de forma transversal, em diversas outras
disciplinas que tratam das atividades físicas, qualidade de vida e ecologia.
Ademais, para além da IES, estimular a inclusão das temáticas: Educação
Ambiental, Relações Étnico Raciais e História e Cultura Afro-brasileira, Africana e
Indígena, nas ações de extensão envolvendo os alunos do curso de EDFB, o
mesmo acontece, nos diversos eventos institucionais realizados pela Unidade
Acadêmica e pela UFAL.
Em busca de contemplar tais políticas, estas temáticas são discutidas de
modo

interdisciplinar,

especificamente

nas

disciplinas:

Aspectos

Sócio

antropológicos das Atividades Corporais; Fundamentos Históricos e Filosóficos da
Educação Física, Bioética, Crescimento e Desenvolvimento Humano, Fundamentos
do Lazer, Atividade Física Adaptada, Organização, Marketing e Assessoria de
Programas de Atividades Físicas, Esporte e Lazer, Temas Atuais em Educação
Física, Esporte e Lazer e Epidemiologia das Atividades Físicas e Saúde Pública.

3. Internacionalização
A internacionalização para a graduação é mais uma das possibilidades de
formação e troca de conhecimentos, deixando os currículos locais efetivamente sem
17

fronteiras. Tal proposta implica na criação de novas normas de aproveitamento de
estudos e adequação curricular para permitir o ir e vir dos sujeitos da aprendizagem,
dessa forma, a adequação e modernização curricular é elemento fundamental nesse
processo.
A UFAL se preocupa, também, em dar uma formação inicial e/ou
complementar nas línguas estrangeiras, eliminando um dos grandes limitadores na
concretização do sonho de muitos. Nessa direção, o colegiado do curso está atento
aos editais periódicos lançados por instituições privadas e públicas, incentivando os
alunos à participação nos mesmos. Ademais, através da Faculdade de Letras
(FALE), a IES oferta cursos contínuos de línguas estrangeiras.
Ainda no contexto da internacionalização, a Assessoria de Intercâmbio
Internacional (ASI) é o órgão responsável pelas relações estabelecidas entre a
UFAL e instituições de âmbito internacional. Tais relações abrangem desde acordos
de cooperação, envolvendo pesquisas conjuntas, intercâmbios de alunos e
organização de eventos, visitas de pesquisadores internacionais à UFAL, e
representação da UFAL em instituições estrangeiras.
A ASI, em parceria com diversos órgãos nacionais de fomento à cooperação
internacional,

vem

disponibilizando

informações

relevantes

à

comunidade

acadêmica e pretende elevar ao mais alto nível a cooperação entre a UFAL e
instituições estrangeiras, trazendo benefícios não só para a universidade, mas
também, e principalmente, para o Estado de Alagoas.

4. Relação de convênios vigentes com outras Instituições
Docentes e discentes do curso EDFB-UFAL têm participado, de maneira
contínua, das ações e convênios relacionados ao curso de graduação e Programas
de Pós-Graduação. Nesse sentido, docentes e discentes participam de ações com
diversos laboratórios de diferentes estados da União, como por exemplo, o
Laboratório de Promoção da Saúde (LABSAU) na Universidade Estadual do Rio de
Janeiro (UERJ) e o Laboratório de Antropometria e da Universidade Federal da
Paraíba

(UFPB),

além

de

ações

internacionais

com

IES

portuguesas,

nomeadamente, com as Universidades de Coimbra (FCDF-UC) e Porto (FADEUUP).
18

5. Gestão Acadêmica do Ensino de Graduação
Na UFAL, o ensino de graduação tem como planejamento maior o Projeto
Pedagógico do Curso (PPC) em consonância com o Projeto Pedagógico
Institucional.

O plano de ações para a oferta semestral dos cursos deverá ser

elaborado e/ou revisado semestralmente em momentos que antecedem o início das
aulas.
Tais atividades constarão do calendário acadêmico e serão coordenadas pelo
Colegiado de Curso sendo da responsabilidade de todos os docentes, sob a
supervisão da Direção da Unidade Acadêmica ou Direção Acadêmica do Campus
Fora de Sede.
Alunos e docentes deverão observar seus direitos e obrigações, de acordo
com as normas e resoluções acadêmicas vigentes, sendo a atividade de aula
orientada pelo plano de aula.
Ao final do semestre as Unidades/Campus Fora de Sede e seus respectivos
cursos deverão promover um processo de avaliação, observando a atuação do
docente, a participação dos discentes, os pontos relevantes no processo de
ensino/aprendizagem e, não menos importantes, os indicadores de sucesso
comumente conhecidos como evasão e retenção.
A avaliação é um fator de gestão no sentido de possibilitar correções,
reorientar práticas pedagógicas, refletir sobre os projetos pedagógicos, delimitar os
obstáculos administrativos. Deste modo, ela precisa estar definida, de forma clara e
objetiva, no Projeto Pedagógico que, deverá prever tempo amplo para o processo de
auto avaliação pedagógica.

6. Avaliação do Curso (docentes e discentes)
A avaliação institucional é um mecanismo que ajuda a responder mais
efetivamente às demandas da sociedade e da comunidade científica, devendo ser
entendida como um processo amplo e co-participativo, respeitando os critérios
estabelecidos no regulamento geral dos cursos de graduação.

19

O acompanhamento e a avaliação do processo ensino-aprendizagem deverão
estar em consonância com a própria dinâmica curricular. A avaliação é, portanto,
uma atitude de responsabilidade da instituição, dos professores e dos alunos acerca
do processo formativo.
A avaliação que aqui se propõe não é uma atividade puramente técnica, ela
deve ser processual e formativa, mantendo coerência com todos os aspectos do
planejamento e execução do PPC. Ela transcende a concepção de avaliação da
aprendizagem

e

deve

ser

integrada

ao

PPC

como

dado

que

interfira

consistentemente na ação pedagógica do curso, de maneira que garanta a
flexibilização curricular e que permita a adequação do desenvolvimento acadêmico à
realidade na qual se insere a UFAL.
A avaliação requer, portanto, a participação de todos os atores envolvidos
com o processo educacional, em uma permanente aferição avaliativa do PPC em
relação aos fins pré-constituídos, às metas e às ações definidas. Assim, a avaliação
deve ser percebida como movimento de reflexão sobre os constitutivos do processo
de ensino-aprendizagem, do plano político-pedagógico e das atividades curriculares.
Nesse sentido, em termos de avaliação dos docentes, caberá ao Colegiado
do curso EDFB-UFAL, a cada novo semestre, coordenar o planejamento, a
execução e o acompanhamento das ações a serem realizadas durante o semestre
letivo, mantendo reuniões periódicas regulares. Ao Núcleo Docente Estruturante
(NDE) caberá a responsabilidade do planejamento do currículo do Curso, sendo
qualquer mudança submetida ao colegiado para a devida aprovação.
Em termos institucionais, o Fórum dos Colegiados dos Cursos é um dos
principais espaços de discussão e proposição aos Conselhos Superiores da IES
para normativas, soluções tecnológicas e de sistemas, planos de capacitações,
metodologias inovadoras e, principalmente, de trocas de experiências entre os
gestores dos cursos.

7. Ensino de Pós-Graduação
As políticas que norteiam o ensino de Pós-Graduação na UFAL visam garantir
sua expansão e consolidação de maneira sustentável, tendo no horizonte a

20

internacionalização e o aprofundamento das relações com a graduação e o ensino
básico.
Todas as iniciativas na área da internacionalização da Pós-Graduação, no
âmbito da UFAL, estão alinhadas com os preceitos e orientações da política nacional
e visam à internacionalização da produção científica, tecnológica e cultural e a
transferência de conhecimento entre fronteiras que permite o crescimento
profissional e desenvolvimento da ciência em Alagoas e no Brasil.
A sustentabilidade da expansão e consolidação da Pós-graduação será
alcançada, principalmente, através de ações detalhadas a seguir, que contribuirão
para a melhoria dos índices dos programas existentes, além de induzir a expansão
dos novos programas em áreas estratégicas para o desenvolvimento regional e
nacional. Nessa direção, foi ofertado um curso Pós-Graduação latu sensu em
parceria com a Universidade de Coimbra.
Dentro da UFAL, são estabelecidas outras parcerias, vários de nossos
docentes atuam em programas de mestrado e doutorado de outros cursos e
Unidades da UFAL, como por exemplo: Programa de Mestrado e Doutorado em
Educação (CEDU), Programa de Mestrado em Nutrição (PPG-FANUT) e Programa
de Pós-Graduação em Ciências da Saúde (PPGCS).

8. Pesquisa
Dado o caráter interdisciplinar das pesquisas, a UFAL incentiva a promoção
da pesquisa nas mais diversas áreas de conhecimento, estimulando a formação de
grupos e núcleos de estudo que atuam nas mais diversificadas linhas de pesquisa,
considerando a classificação das áreas de conhecimento do CNPq.
No âmbito da graduação, o curso EDFB-UFAL foi pensado para a formação
de profissionais capazes de compreender os efeitos dos níveis de atividades físicas,
do treinamento físico e do comportamento sedentário, bem como, as relações
dessas variáveis com os diferentes tipos ou dimensões de atividades físicas:
ocupacional, transporte, domésticas e lazer, nomeadamente no que se refere aos
exercícios físicos e esportes com o desempenho físico, funcionalidade, saúde e
qualidade de vida.

21

O curso EDFB-UFAL foi estruturado para contemplar estudos relacionados ao
treinamento físico e às diferentes atividades físicas, bem como, suas relações com o
desempenho físico esportivo, saúde e qualidade de vida. Para alcançar tais
objetivos, vários de nossos laboratórios: Laboratório de Aptidão Física, Desempenho
e Saúde (LAFIDES), Laboratório de Ciências Aplicadas ao Esporte (LACAE),
Laboratório de Bioquímica e Fisiologia do Exercício (LABIOFEX) e Grupos de
Pesquisa: Núcleo de Extensão e Pesquisa em Aptidão Física, Desempenho e Saúde
(NEPAFIDES-NEFD/CEDU/UFAL), Grupo de Estudo, Pesquisa e Extensão em
Esporte (GEPEXE - UFAL), Grupo de Estudos em Esporte, Corpo e Sociedade
(GEECS/UFAL), Grupo de Estudo e Pesquisa em Exercício Físico e Metabolismo
(GEPEFIM/UFAL), Grupo de Pesquisa em Ciências Aplicadas ao Esporte
(GPCAE/UFAL), Grupo de Estudos e Extensão em Atividade Motora Adaptada
(GEEAMA/UFAL) e Núcleo de Estudo em Educação e Diversidade (NEEDI/UFAL),
dão suporte aos professores pesquisadores e alunos do EDFB, bem como, os de
outros cursos da UFAL.

9. Extensão
A LDB (lei 9.39496)2 traz entre seus princípios a necessidade da
diversificação dos cursos superiores e a flexibilização dos projetos acadêmicos,
permitindo às IES adequarem os projetos pedagógicos às respectivas naturezas
institucionais, às realidades regionais e às finalidades inerentes aos cursos, tanto
voltados à formação profissional quanto às ciências ou às artes.
Cumpre destacar que tais diretrizes se associam à premissa da educação
continuada, a qual afirma que a graduação superior é apenas uma etapa do processo
de ensino e aprendizagem e não o seu término. Deve-se salientar que, como
contrapeso à tendência de diversificar e flexibilizar, o aparato normativo define a
necessidade de que os processos de avaliações devem acontecer sistematicamente
para identificar desvios e propor correções de rumo.

2

LEI Nº 11.741, DE 16 DE JULHO DE 2008.Altera dispositivos da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de

1996.

22

A UFAL atua em todas as oito áreas temáticas de extensão classificadas pelo
Plano Nacional de Extensão: Comunicação, Cultura, Direitos Humanos e justiça,
Educação, Meio Ambiente, Saúde, Tecnologia e Produção e Trabalho.
Atualmente, no âmbito do curso EDFB-UFAL, são ofertadas diversas ações
de extensão, com o objetivo de contribuir com a melhoria da qualidade de vida da
população têm envolvido vários docentes e discentes do curso, atendendo a mais de
1.000 pessoas a cada ano, da comunidade acadêmica e das comunidades
circunvizinhas da UFAL.

10. Laboratórios Especializados
Atualmente, os seguintes laboratórios dão suporte às atividades de ensino,
pesquisa e extensão do curso:
Laboratório de Aptidão Física, Desempenho e Saúde (LAFIDES/UFAL).
O LAFIDES é um dos vários laboratórios do grupo de laboratórios do Instituto
de Educação Física e Esportes (IEFE) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).
Desde sua criação em 1999, o LAFIDES vem dando apoio às ações de
graduação, extensão e pesquisa, atendendo a docentes e discentes dos cursos de
Educação Física e de outras Unidades da UFAL, como por exemplo, a Faculdade de
Nutrição (FANUT/UFAL), através de seu programa de Pós-Graduação.
O LAFIDES se distribui por duas salas: 02 e 03. As características destas
instalações, bem como, os equipamentos a elas pertencentes são descritas a seguir:
Sala 02. - Esta sala, com aproximadamente 250 m², dispõe de dois
ambientes: uma pequena sala pequena (separada por divisórias) com mais ou
menos 10 m² e uma sala maior com 240 m². Nestas salas, encontram-se os
seguintes mobiliários: 03 computadores (desktop) ligados à Internet via Wi-Fi, 03
aparelhos de ar refrigerado (dois na sala grande e um na sala menor), 01 bebedouro
elétrico, 01 pia (com armário), 01 bancada de madeira (onde estão dois
computadores), 35 cadeiras de plástico, 03 cadeiras giratórias de madeira e tela, 02
cadeiras giratórias acolchoadas, 01 cadeira de diretor (escritório/sala pequena), 04
cadeiras giratórias de plástico, 01 conjunto de cadeiras de sala de espera com 04
unidades, 07 fichários de aço com quatro gavetas cada, 05 armários de aço com
duas portas, 02 armários de madeira com duas portas e 02 mesas de computador.
23

Além do exposto, o laboratório possui os seguintes equipamentos: 02 cadeiras de
Bonnet adaptadas para testes de força isométrica, 01 Escada de fisioterapia, 05
Bicicletas ergométricas (Ergofit 167), 01 Balança mecânica (Welmy, Brasil), 01
Balança mecânica (Asimed, Espanha), 03 células de carga (EMG, Brasil), 04
goniômetros eletrônicos (EMG, Brasil), 02 Eletromiógrafos com dois canais (EMG
Brasil), 01 esteira ergométrica profissional com controle de inclinação (Inbrasport,
Brasil), 02 Dinamômetros de Membros Inferiores e Lombar; 04 plicômetros de marca
Lange; 01 Dinamômetro manual, 02 Dinamômetros escapulares, 01 Plataforma
estabilométrica (EMG, Brasil), dentre outros.
Sala

03

-

Conhecida

como

LABNEURO,

este

ambiente,

com

aproximadamente 250m², na realidade, é uma sala de musculação completa que,
além de servir para apoio a diversas disciplinas da graduação dos dois cursos de
Educação Física, como por exemplo: Testes, Medidas e Avaliação em Educação
Física

e

Atividades

Físicas,

Metodologia

do

Treinamento

Neuromuscular,

Metodologia do Treinamento Desportivo e Treinamento Personalizado, dentre
outras, atende a programas de pesquisa/extensão, como por exemplo: Academia da
Universidade, além de dar apoio a vários projetos de Trabalhos de Conclusão de
Curso e mestrado. Neste ambiente encontram-se os seguintes mobiliários: 02
Armários fichários, 02 Cadeiras giratórias, 01 mesa de mármore de apoio e 02
aparelhos de ar refrigerado (50.000 BTUS). Ainda neste ambiente, localizam-se dois
vestiários completos: um masculino (composto por: 01 mictório de aço, 02 cabines
com vasos sanitários e quatro chuveiros) e outro feminino com 02 cabines com
vasos sanitários e 04 chuveiros, além de uma cabine privativa para pessoas com
deficiências motoras. Constam dessa sala, os seguintes equipamentos de ginástica
e musculação: 01 Hack Machine, 01 Leg Horizontal, 01 Panturrilheira em pé, 01
Flexora em pé, 02 Mesas flexoras, 02 Máquinas de glúteos, 02 Cadeiras adutoras,
01 Suporte para barras, 02 Bacos supinos, 04 Bancos, 01 Banco Scortt, 02 Smith
Machine, 01 Cross over, 01 Máquina para abdominais, 02 Cadeiras extensoras, 01
Máquina para desenvolvimento sentado, 01 Supino sentado com placas, 04
Bicicletas ergométricas, 05 Barras longas, 02 Barras “H”, 02 Barras “W”, 08 Anilhas
de 2kg, 08 Anilhas de 5kg, 10 Anilhas de 10kg, 01 Aparelho de som além de

24

caneleiras, bastões, colchonetes, “steps” e vários pares de halteres manuais de
diferentes cargas.
O LAFIDES se relaciona e presta apoio direto às disciplinas da graduação dos
cursos de EDF: - Adaptações Agudas e Crônicas aos Exercícios Físicos; Testes,
Medidas e Avaliação em Atividades Físicas; Métodos e Sistemas para o
Treinamento Físico Geral; Nutrição e Atividade Física; Atividades Físicas para
Grupos Especiais; Métodos e Sistemas de Treinamento Neuromuscular; Métodos e
Sistemas de Treinamento Cardiovascular; Métodos e Sistemas das Ginásticas em
Academias e Clubes; Treinamento Físico Personalizado; Atividades Físicas para a
Terceira Idade.
Atividades de Pesquisa - Destaca-se que grande parte dos equipamentos
hoje disponíveis no LAFIDES, foram obtidos através de auxílios captados por
pesquisas, como por exemplo: “Aptidão Física e Desempenho Funcional de Idosos
Alagoanos: Um Estudo Normativo” realizado entre 2008 e 2010 e que recebeu de
auxílio do CNPQ, na chamada do Universal 2008 (processo: 472491/2008-3), a
quantia de: R$ 49.500,00 (Quarenta e Nove mil e Quinhentos Reais). O LAFIDES
apoia as pesquisas na Graduação e Pós-Graduação.

Atividades de extensão: Parte dos equipamentos que, atualmente, compõem
o acervo do LAFIDES, foi adquirido com auxílio da chamada do Programa de
extensão Universitária PROEXT 2007/SESu-MEC, na qual concorremos com o
Projeto de Extensão: “Atividades Física: “Promoção da Saúde e Qualidade de vida”.
Atualmente, dois grandes Projetos de Extensão: “Academia da Universidade” e
Cuidando da Saúde Óssea de Idosas (projeto componentes do Programa:
“Exercitando a melhor idade” que recebeu auxílio de R$ 150.000,00 do Programa de
Extensão Universitária: PROEXT 2013/SESu-MEC), realizado em parceria com a
Faculdade de Nutrição (FANUT) da UFAL, envolvendo um total de cerca de 400
pessoas, acontecem com apoio do LAFIDES.
O LAFIDES desenvolve projetos e presta apoio logístico, a outros
Grupos/Diretórios de Pesquisa, como por exemplo: Grupo de Estudos, Esportes e
Corpo e Sociedade (NEECS), Grupo de Pesquisa em Exercício Físico e
Metabolismo (GEPEFIM) e Grupo de Pesquisa em Ciências do Esporte (GPCE).
25

Outro laboratório do curso é o LABIOFEX que tem como objetivo principal
estudar os diversos aspectos metabólicos, a partir de bases bioquímicas, fisiológicas
e nutricionais, necessários para o diagnóstico, acompanhamento e evolução do
desempenho de atletas e não atletas, especialmente, em ambiente quente.

Laboratório de Bioquímica e Fisiologia do Exercícios (LABIOFEX)
Através do Grupo de Pesquisa em Exercício Físico e Metabolismo
(GEPEFIM), cadastrado no diretório do CNPq, o LABIOFEX proporciona ambiente
para o desenvolvimento de ensino, pesquisa e extensão, com estudantes da
Graduação e/ou Pós-Graduação através de aulas práticas, trabalhos de conclusão
de curso, PIBIC, dissertações de mestrado e avaliação metabólica e nutricional em
projetos de extensão.
Atualmente, o LABIOFEX conta com 7 pesquisadores (sendo 3 doutores e 4
mestres) e 12 estudantes (sendo 2 alunos de mestrado). Além disso, dispõe de uma
sala de 30 m2, com os seguintes equipamentos e materiais: Espectrofotômetro
digital, Refratômetro manual, Termômetro de globo, Monitores de frequência
cardíaca, Aquecedor elétrico, Centrifuga clínica, Balança de precisão, Medidor de
pH, Cubetas de vidro óptico, Tubos de ensaio, Estante poli tubos, Micropipeta de
volume regulável 0-10 μL, Micropipeta de volume regulável 10-100 μL, Micropipeta
de volume regulável 100-1000 μL, Banho Maria, Refrigerador, Ciclocomputadores,
Cicloergômetros, Computadores portáteis, Software para avaliação nutricional,
Impressora.

Laboratório de Ciências Aplicadas ao Esporte (LACAE)
Vinculado ao Grupo de Pesquisa em Ciências Aplicadas ao Esporte (GPCAE)
o LACAE tem como objetivo, desenvolver ações teóricas e práticas para os alunos
de graduação e pós-graduação por meio de projetos científicos do GPCAE e em
parceria com outros grupos de pesquisa e atender as demandas dos projetos de
extensão vinculados ao UFAL para avaliações das capacidades físicas.
O LACAE foi criado em 2014 e atende projetos de extensão, alunos de
graduação vinculados aos cursos de Educação Física, Nutrição e Biologia da UFAL,
bem como alunos de Fisioterapia, Educação Física e Nutrição de outras Instituições
26

de Nível superior para desenvolvimento de trabalhos de conclusão de curso,
projetos relacionados ao GPCAE e projetos de Iniciação Científica.
O LACAE tem abrigado alunos de mestrado e doutorado devido ao vínculo
com o Programa de Pós-Graduação em Nutrição e de parcerias interinstitucionais
com a UFPE, UFS, UNICAMP e USP.
O espaço físico do LACAE tem aproximadamente 150 m², dispõe de dois
ambientes: uma pequena sala pequena (separada por divisórias) com mais ou
menos 10 m² e uma sala maior. Nestas salas, encontram-se os seguintes
mobiliários: 01 computador (desktop) ligado á Internet via Wi-Fi, 02 aparelhos de ar
refrigerado (um na sala grande e um na sala menor), 10 cadeiras de plástico, 01
cadeiras giratórias acolchoadas, 02 armários de aço com duas portas, 02 mesas de
computador. Além do exposto, o laboratório possui os seguintes equipamentos: 02
Bicicletas ergométricas (Ergofit 167), 01 Bicicleta ergométrica CEFISE, 01 Balança
mecânica (Filizola, Brasil), 01 Eletromiógrafo multi-canais (EMG Brasil), 01 esteira
ergométrica profissional com controle de inclinação (Inbrasport, Brasil), 01
Analisador de gases (Quark, COSMED), 01 Esteira ergométrica de inclinação
adaptada para roedores (Inbrasport, Brasil), dentre outros.
Atividades de Ensino:
O LACAE apoia às seguintes disciplinas da graduação dos cursos de EDF:
Adaptações Agudas e Crônicas aos Exercícios Físicos; Testes, Medidas e Avaliação
em Atividades Físicas; Métodos e Sistemas para o Treinamento Físico Geral;
Nutrição e Atividade Física; Métodos e Sistemas de Treinamento neuromuscular;
Métodos e Sistemas de Treinamento Cardiovascular; Métodos e Sistemas das
Ginásticas em Academias e Clubes; Treinamento Físico Personalizado.
O LACAE desenvolve diversas atividades de pesquisa com mestres, doutores
e estudantes de PIBIC, doutorado, pós-doutorado. O LACAE apresenta parcerias
com outras universidades do país, como por exemplo: Universidade Federal de
Pernambuco (UFPE), Universidade Federal de Sergipe (UFS), Universidade de
Campinas (UNICAMP) e Universidade de São Paulo (USP).
Na UFAL o LACAE encontra-se vinculado aos programas de pós-graduação
stricto sensu da Faculdade de Nutrição (FANUT) e do Instituto de Ciências

27

Biológicas e da Saúde (ICBS). A produção cientifica e o quantitativo de alunos
formados ou em formação podem ser visualizados através do link:
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4556877T9
Nas ações de extensão, o LACAE atende aos alunos pertencentes ao projeto
“Fábrica Coletiva de Talentos” – Lei de Incentivo ao Esporte/Ministério do
Esporte/Banco do Nordeste (aproximadamente R$ 184.000,00) para avaliação
antropométrica, potência aeróbia e polimorfismo genético (parceria com ICBS –
Professor Dr. Daniel Gitaí). Também desenvolve projetos e presta apoio logístico, a
outros Grupos/Diretórios de Pesquisa, como por exemplo: Grupo de Pesquisa em
Exercício Físico e Metabolismo (GEPEFIM) e LAFIDES.
São beneficiários diretos do referido laboratório: Alunos de graduação dos
cursos de Educação Física-Bacharelado, Nutrição e Biologia da UFAL; alunos de
Pós-graduação em Nutrição da UFAL.
Os beneficiários indiretos são: Alunos de graduação em Educação Física
(Faculdade Estácio - FAL) e Nutrição (Faculdade Maurício de Nassau e
Universidade Tiradentes); alunos de mestrado e doutorado de PPGs do Nordeste.

11. Responsabilidade Social

Texto do Plano Nacional de Extensão

A UFAL não se considera proprietária de um saber pronto e acabado que vai
ser oferecido à sociedade, mas, ao contrário, ao participar dessa sociedade, é
sensível aos seus saberes, problemas e apelos dos grupos sociais com os quais
interage, através das questões que surgem de suas próprias atividades de ensino,
de pesquisa e de extensão.
Atenta aos movimentos sociais, priorizando ações que visem a superação das
atuais condições de desigualdade e exclusão existentes em Alagoas, no Nordeste e
no Brasil, a ação cidadã da UFAL não pode prescindir da efetiva difusão do
conhecimento nela produzidos. Portanto, as populações, cujos problemas tornam-se
objeto da pesquisa acadêmica são, também, consideradas sujeito desse

28

conhecimento, o que lhes assegura pleno direito de acesso às informações e
produtos então resultantes.
Neste sentido, a prestação de serviços é considerada produto de interesse
acadêmico, científico, filosófico, tecnológico e artístico do ensino, da pesquisa e
extensão, devendo ser a realidade e sobre a realidade objetiva, produzindo
conhecimentos que visem à transformação social.
O curso atua em relação à responsabilidade social, no sentido da inclusão
social, exercício dos direitos humanos, através dos diversos projetos de extensão
ofertados, possibilitando às pessoas, participarem

de

inúmeras atividades

objetivando o aprendizado de várias modalidades esportivas, o conhecimento dos
benefícios relacionados à prática de diferentes programas de atividade físicas.

12. Acessibilidade
A UFAL atualmente possui o Núcleo de Acessibilidade (NAC) que tem a
função de apoiar o processo de inclusão da pessoa com deficiência na educação
superior, de maneira a tornar a instituição e seus serviços mais acessíveis às
pessoas pertencentes ao público alvo da Educação Especial. Essas ações são no
sentido de atender à Política de Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação
pertinente.
No curso EDFB-UFAL, particularmente no que diz respeito à inclusão de
estudantes do público alvo da Educação Especial (com deficiência, Transtornos
do Espectro Autista e Altas habilidades/superdotação), poderá contar com o apoio
do Núcleo de Acessibilidade da UFAL.
O NAC foi criado a partir do Programa INCLUIR, do Ministério da
Educação, em 2013, e atualmente integra as ações da Plano Nacional de
Assistência Estudantil (PNAES). Sua missão é promover a inclusão do aluno do
público alvo da Educação Especial na Educação Superior, principalmente com a
eliminação das diferentes barreiras de aprendizagem.
O NAC tem atuado na formação de professores da UFAL pensando no
gradativo aumento de ingresso de universitários do público alvo da Educação
29

Especial. Nesse sentido, foram oferecidos cursos sobre Tecnologias Assistivas,
Escrita e Leitura no Sistema Braille e Iniciação à Libras.

Também têm sido

adquiridos recursos de acessibilidade que poderão ser disponibilizados para o
processo de aprendizagem de estudantes com deficiência, TEA e/ou Altas
Habilidades/Superdotação, como ainda oferece regularmente o Atendimento
Educacional Especializado.
O NAC atua provendo a eliminação das barreiras de aprendizagem das
mais diferentes naturezas – arquitetônicas, comunicacionais, digitais, de
transporte, pedagógicas e atitudinais.

Suas ações também focam na

disponibilização de recursos materiais e pedagógicos que tornem acessíveis o
ambiente, a comunicação e a aprendizagem; como ainda oferece o Atendimento
Educacional Especializado para aqueles discentes do público alvo da Educação
Especial que demandem esse serviço, a formação para a inclusão de professores,
técnicos e alunos, a divulgação de informações que levem o reconhecimento dos
direitos da pessoa com deficiência e que sensibilizem a comunidade universitária
para o respeito à diversidade. É preciso esclarecer que o dimensionamento das
ações e das necessidades merece um cuidado especial, haja vista a forma atual
de identificação dos alunos: auto declaração.
Essas e outras informações estão disponíveis em:
http://nucleodeacessibilidadeufal.blogspot.com.br/p/contato.html ou no Facebook
(Núcleo de Acessibilidade da UFAL).
De uma geral, é preciso enfatizar que a UFAL tem investido na capacitação
técnica de seus servidores para o estabelecimento de competências para
diagnóstico,

planejamento

e

execução

de

ações

voltadas

para

essas

necessidades.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica,
junta-se agora o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela
Política de Acessibilidade, qual sejam a acessibilidade: pedagógica, metodológica,
de informação e de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica se apoia no art. 59 da Lei
12.764/2012, que afirma: “Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos
com necessidades especiais: I - currículos, métodos, técnicas, recursos
30

educativos e organização, específicos para atender às suas necessidades”. Neste
sentido, a Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de 21 de março de
2013 orienta os sistemas de ensino no sentido de sua implantação. Em especial,
recomenda que os PPCs contemplem orientações no sentido da adoção de
parâmetros individualizados e flexíveis de avaliação pedagógica, valorizando os
pequenos progressos de cada estudante em relação a si mesmo e ao grupo em
que está inserido.
Diante do exposto, o NAC desempenha importante papel de apoio às
coordenações de curso, uma vez que pode atuar na consultoria com professores,
técnicos e coordenadores no trato com a pessoa do público alvo da Educação
Especial, na produção de materiais didáticos e de apoio, na orientação de
avaliação acessível às necessidades do alunado, assim por diante.
Para tal atendimento a UFAL assume o compromisso de prestar
atendimento especializado aos alunos com deficiência auditiva/surdez, visual,
física, intelectual, múltiplas, Transtornos do Espectro Autista, entre outros, sempre
que for identificada a necessidade. Procura-se, desta forma, não apenas facilitar o
acesso, mas estar sensível às demandas de caráter pedagógico e metodológico
de forma a garantir a permanência e a conclusão bem-sucedida do curso.
Além disso, a UFAL também dispõe do Núcleo de Assistência Educacional
– NAE – oferece o necessário apoio pedagógico de forma a atender ao corpo
social da UFAL em suas demandas específicas de forma a promover a integração
de todos ao ambiente acadêmico.
Libras - De acordo com o Art. 3º do Decreto n. 5.626 de 22 de dezembro de
2005, que Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, e dispõe sobre a
Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de
dezembro de 2000. O curso de bacharelado em Educação Física UFAL oferece a
disciplina de Libras como disciplina eletiva/optativa a partir do 1º semestre do
curso de forma e regular a cada semestre, podendo também a disciplina ser
considerada parte dos componentes curriculares complementares.

31

Sendo assim, o curso EDFB-UFAL poderá contar a qualquer momento com
os serviços de bolsistas e profissionais do Núcleo de Acessibilidade NAC, que
funciona no próprio Centro de Educação. Do mesmo modo, o próprio aluno com
deficiência, TEA e/ou Altas Habilidades/Superdotação poderá procurar o NAC e
solicitar serviços, como AEE, acompanhamento de bolsistas, ledores, transcritores
de Braille, intérpretes de Libras, guias-intérpretes e assim por diante.

13. Inclusão

Desde 1999 a UFAL preocupa-se com a questão da inclusão, tendo
aprovado em 2003 a Resolução 33 – COSUNI, posteriormente modificada pelo
Decreto 7.824, de 11 de outubro de 2012 que dispõe sobre a política de ingresso
nas IFES. Ainda, a Resolução 54/2012 – CONSUNI institucionaliza a reserva de
vagas/cotas no processo seletivo de ingresso nos cursos de graduação da UFAL.
Neste entendimento, em 2015, foram reservadas 40% (quarenta por cento)
das vagas de cada curso e turno ofertados pela UFAL para os alunos egressos
das escolas públicas de Ensino Médio. Destas vagas, 50% (cinquenta por cento)
foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou inferior
a 1,5 salários mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per capita e 50%
(cinquenta por cento) foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias com
renda igual ou superior a 1,5 salários mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per
capita. Nos dois grupos que surgem, após a divisão socioeconômica, serão
reservadas vagas por curso e turno, na proporção igual à de Pretos, Pardos e
Indígenas (PPI) do Estado de Alagoas, segundo o último censo do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, que corresponde a 67,22%
(sessenta e sete vírgulas vinte e dois por cento). A meta da UFAL é destinar até o
ano de 2016 50% de suas vagas a alunos egressos de escolas das redes
públicas.

32

14. Política de Cotas
Com o objetivo de atender à demanda das cotas, no ano de 2015 foram
reservadas 40% (quarenta por cento) das vagas de cada curso e turno ofertados
pela UFAL para os alunos egressos das escolas públicas de Ensino Médio. Destas,
50% (cinquenta por cento) foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias
com renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio bruto per capita e 50%
(cinquenta por cento) foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias com
renda igual ou superior a um salário mínimo e meio bruto per capita.
Nos dois grupos que surgem depois de aplicada à divisão socioeconômica,
serão reservadas vagas por curso e turno, na proporção igual à de Pretos, Pardos e
Indígenas (PPI) do Estado de Alagoas, de acordo com o último censo do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, que corresponde a 67,2%
(sessenta e sete, vírgula, dois por cento).
A meta da UFAL é destinar até o ano de 2016, 50% de suas vagas a alunos
egressos de escolas públicas.

V - ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA DO CURSO
Para o desenvolvimento deste projeto propomos um modelo de currículo que
venha garantir uma relação interdisciplinar entre as diferentes áreas de
conhecimento do curso em formação. Para isso, é necessária uma articulação entre
os conhecimentos propostos, em uma perspectiva teórico-prática favorecendo que
os eixos norteadores, entre ensino, pesquisa e extensão. A abordagem deve
acontecer de maneira prática e aplicada, de forma que os conhecimentos adquiridos
sejam utilizados em vivências práticas na esfera do cotidiano acadêmicoprofissional.
Esta relação, inserida e explicitada no contexto programático das unidades de
conhecimento das disciplinas do currículo, poderá ser viabilizada sob a forma de
oficinas, laboratórios, projetos de extensão, entre outros tipos de organização. O que
permite aos graduandos vivenciarem o nexo entre as dimensões conceituais e a
aplicabilidade do conhecimento.
33

1. Estrutura Curricular

O curso EDFB-UFAL tem seu currículo pautado na Resolução CNE/CES
7/2004. De acordo com esta resolução, os cursos de graduação devem pretender
formar profissionais de EDF, qualificados para analisar criticamente a realidade
social, para nela intervir acadêmica e profissionalmente por meio das diferentes
manifestações e expressões do movimento humano, visando à formação, a
ampliação e o enriquecimento cultural das pessoas, para aumentar as possibilidades
e caminhos para adotar um estilo de vida fisicamente ativo e saudável.
Portanto, o curso de graduação EDFB-UFAL deverá ter a duração mínima de
08 (oito) e máxima de 12 períodos letivos, compreendendo uma carga horária de
3.238 horas. Estão incluídos nesta carga horária: os estágios curriculares
supervisionados e os conteúdos curriculares de natureza humana e social; Biológica
do corpo humano; Produção do conhecimento científico e tecnológico; Culturais do
movimento humano; Técnico-instrumental e Didático-pedagógico.
O curso EDFB-UFAL apresenta sua proposta curricular, dividida em duas
formações: a) Formação Ampliada; b) Formação Específica.

a) Formação Ampliada
A Formação Ampliada é guiada pelo critério da orientação científica, da
integração teoria e prática e do conhecimento do homem, da cultura e da sociedade.
Isto possibilitará uma formação abrangente para a competência profissional de um
trabalho

com

seres

humanos

em

contextos

histórico-sociais

específicos,

promovendo um contínuo diálogo entre as áreas de conhecimento científico e a
especificidade da Educação Física.
A Formação Ampliada apresenta-se constituída por três subáreas de
conhecimento: Relação ser humano e Sociedade; Produção do conhecimento
Científico-Tecnológico; Aspectos Biológicos do Ser Humano.

b) Formação Específica
Refere-se aos conhecimentos relacionados ao tipo de formação almejada.
Identifica-se com as disciplinas cujos conhecimentos se apresentam como
34

identificadores da Educação Física e da Atividade Física: Aspectos Culturais do
Movimento Humano; Dimensões Técnicas e Instrumentais do Conhecimento;
Dimensões Didáticas e Pedagógicas do Conhecimento.

2. Componentes Curriculares

2.1 Disciplinas Obrigatórias
As disciplinas obrigatórias estão distribuídas entre os conteúdos de Formação
Ampliada e Formação Específica, totalizando 3.238 horas.

2.2 Disciplinas Eletivas
O aluno pode eleger as disciplinas eletivas dentre o rol de disciplinas
propostas pelo curso ou ainda, sempre que possível, dentre as disciplinas oferecidas
pelos demais cursos de graduação da UFAL, desde que atendidos os pré-requisitos,
com a aprovação do Colegiado do Curso EDFB-UFAL. Disciplinas de outros cursos
oferecidos por outras universidades, que possam contribuir para a formação do perfil
do egresso, podem integralizar o currículo do discente desde que, aprovadas pelos
órgãos competentes da UFAL. Diante da existência de demanda, o curso EDFBUFAL poderá ofertar outras disciplinas eletivas, além das listadas no presente
documento. Para tal, será necessária aprovação do Colegiado do Curso.
São denominadas de eletivas, as disciplinas capazes de proporcionar aos
alunos, momentos de inserção no campo de atuação profissional, sendo necessárias
para integralizar o currículo do curso.
O aluno deverá cursar um número mínimo de disciplinas eletivas que
contemplem 216 horas/aulas da carga horária do curso. Estas disciplinas serão
realizadas em tempo integral ao curso, além da ocorrência regular das demais
disciplinas.
O aluno pode eleger as disciplinas eletivas dentre o rol de disciplinas
ofertadas pelo Curso ou dentre disciplinas oferecidas pelos demais cursos de
graduação da UFAL, desde que, aprovadas pelo Colegiado do curso EDFB-UFAL.
O curso EDFB-UFAL poderá ofertar outras disciplinas eletivas, além das listadas no

35

rol descrito no PPC, desde que haja demanda e que estas sejam aprovadas pelo
colegiado do curso.
O Estágio Obrigatório e o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), nas suas
diversas modalidades, complementam a formação do aluno dando ao mesmo a
oportunidade efetiva de observar como os mais diversos conhecimentos adquiridos
no curso são executados na prática.

3. Ordenamento Curricular
3.1 Organização Curricular do Curso
No quadro a seguir apresenta a organização curricular do curso de EDFBUFAL.
Quadro 1
Áreas

Sub-áreas

Disciplinas Obrigatórias

Carga
Horária
(Aula
60min)

Formação
Ampliada
Relação Ser Humano e
Sociedade

Aspectos Biológicos do Ser
Humano

Fundamentos Históricos e
Filosóficos da EDF

54

Bioética

36

Bases da Anatomia Humana

72

Teorias da Aprendizagem e do
Controle Motor

72

Bioquímica Aplicada às Atividades
Físicas

54

Bases da Fisiologia Humana

72

Cinesiologia e Biomecânica
Aplicada à Atividade Física

72

Crescimento e Desenvolvimento
Humano

72

36

Produção do Conhecimento
Científico-tecnológico

Formação
Específica
(Conhecimentos
Identificadores
da EDF)

Aspectos Culturais do
Movimento Humano

Dimensões Técnicas e
Instrumentais do
Conhecimento

Adaptações Agudas e Crônicas aos
Exercícios Físicos

72

Informática Instrumental

36

Organização do Trabalho
Acadêmico

36

Fundamentos do Lazer

54

Fundamentos de Bioestatística I

36

Fundamentos de Bioestatística II

36

Metodologia da Pesquisa Científica

54

Seminário de Pesquisa em
Educação Física, Esporte e Lazer

36

Seminário de Trabalho de
Conclusão de Curso

36

Epidemiologia das Atividades
Físicas e Saúde Pública

72

Aspectos Sócio Antropológicos das
Atividades Corporais

36

Política e Organização da
Educação Física, Esporte e Lazer

36

Corpo, Movimento e Expressão

36

Socorros Urgentes

36

Fundamentos da Ginástica

54

Testes, Medidas e Avaliação nas
Atividades Físicas

54

Nutrição e Atividades Físicas

54

Atividade Física Adaptada

72

Organização, Marketing e
Assessoria de Programas de
Atividade Física, Esporte e Lazer

36

Métodos e Sistemas das Ginásticas
em Academias

54

37

Dimensões Didáticas e
Pedagógicas do
Conhecimento

Núcleo de Aprofundamento
de Conhecimento

Métodos e Sistemas de
Treinamento Físico Geral

36

Métodos e Sistemas de
Treinamento Físico Cardiovascular

36

Métodos e Sistemas de
Treinamento Físico Neuromuscular

54

Atividades Físicas para Grupos
Específicos (hipertensos,
cardiopatas, obesos, gestantes,
diabéticos).

72

Atividades Físicas para a Terceira
Idade

54

Metodologia das Práticas Corporais
Integrativas

72

Planejamento e Didática em
Educação Física

36

Metodologia dos Esportes
Individuais

180

Metodologia dos Esportes Coletivos

180

Estágio Profissional Curricular
Supervisionado I, II, III, IV

400

Eletiva I

36

Eletiva II

36

Eletiva III

36

Eletiva IV

36

Eletiva V

36

Eletiva VI

36

38

Quadro 2 - Organização Curricular do Curso de Educação Física – Bacharelado
Carga

%

horária
Componentes Curriculares
(Aula

60

min)
1- Disciplinas obrigatórias

2.142

66

2- Disciplinas eletivas

216

7

3- Atividades Complementares (parte flexível)

300

9

4- Estágio Supervisionado

400

12

5- Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

180

6

3238

100

TOTAL 3.238 horas

3.2 Atividades Complementares (Parte Flexível)

As Atividades Complementares da UFAL estão institucionalizadas através da
Resolução 4.122/95 e previstas para se integralizarem entre 5-10% da carga horário
total do curso, sendo atividades acadêmicas obrigatórias devendo ser realizadas
presencialmente e/ou à distância, desenvolvidas pelo aluno de acordo com a
formação proposta pelo curso.
Serão reconhecidas como atividades complementares: monitorias e estágios
não obrigatórios; programas de iniciação científica; programas de extensão;
congressos, seminários e cursos. Participação em eventos esportivos oficiais
internacionais, nacionais, regionais e locais, como árbitro, atleta ou organizador.
As atividades complementares deverão ser desenvolvidas durante o decorrer
do Curso e reconhecidas de acordo com a legislação vigente. O registro e validação

39

de Atividades Complementares seguirá o quadro de orientação e normas, instituídos
pelo NDE e Colegiado do Curso.

3.3 Estágio Curricular Supervisionado

O Estágio Curricular Supervisionado (ECS) representa uma carga horária de
13% da carga horária total do curso (Resolução CNE/CES nº 04/2009). A carga
horária total do ECS é computada para a integralização da carga horária total do
curso. Deve ser apresentado sob a forma de um projeto constando a forma de
institucionalização e a legislação pertinente.
A Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, define o “estágio como o ato
educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à
preparação para o trabalho produtivo do estudante”. A Resolução 71/2006 do
CONSUNI trata sobre a questão do estágio na UFAL.
Para a integralização do curso EDFB-UFAL, será obrigatório o ECS com
carga horária mínima de 400 horas.
A Iniciação à Prática Profissional do Ciclo de Estudos conducente ao grau de
Bacharel em Educação Física da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) integra
os ECS: I, II, II e IV e a correspondente estruturação do Relatório Final de Estágio
de cada uma das atividades de Estágio. Rege-se pelas normas institucionais e pela
legislação específica acerca da Habilitação Profissional para o exercício do bacharel
em Educação Física. Os Estágios Curriculares Supervisionados são desenvolvidos
em quatro períodos letivos, com 100 horas em cada, perfazendo um total de 400
horas.

Integram o itinerário formativo do Estudante Estagiário, fazem parte do

Projeto Pedagógico do Curso (PPC) e são atividades curriculares obrigatórias que
decorrem a partir do quinto semestre letivo.
Deve ser entendido como um processo de intervenção acadêmicoprofissional, pelo qual os Estudantes Estagiários têm a oportunidade de vivenciar a
realidade da prática profissional em todas as suas dimensões (conceituais,
procedimentais e atitudinais), e em consonância com as áreas de desempenhos e
as atividades de Estágios Curriculares Supervisionados.

40

Os objetivos dos ECS buscam oportunizar ao Estudante Estagiário a vivência
das situações de trabalho, em instituições que ofertam à comunidade serviços
(público ou privado) específicos do Profissional de Educação Física, além disso, visa
potencializar a aquisição das competências e habilidades exigidas na prática
profissional.
Para o Estudante Estagiário ingressar nos ECS, deverá estar devidamente
matriculado em um dos ECS. Em seguida, de posse de uma Carta de Apresentação
(assinada pelo Professor Supervisor) e Carta de Autorização de Estágio (assinada
pelo Coordenador de Estágio), o Estudante Estagiário, deverá dirigir-se a Instituição
concedente do Estágio para o Preenchimento do Termo de Compromisso.
Posteriormente, deverá encaminhar todos os documentos acima informados,
devidamente preenchidos e assinados, ao Módulo de Gerenciamento de Estágio MGE/PROGRAD/UFAL, para fins de emissão do Termo de Compromisso de
Estágio. O MGE/PROGRAD/UFAL se encarregará de emitir o termo de
compromisso, que será disponibilizado para o Estudante Estagiário.
O Estudante Estagiário deverá imprimir o Termo de Compromisso de Estágio
em 3 (três) vias, assinar e, por fim, coletar as assinaturas do Coordenador de
Estágio e do representante legal da Instituição Concedente.
O Estudante Estagiário só poderá iniciar as atividades práticas de ECS, após
a conclusão de todas as etapas condizentes à regulamentação documental para o
exercício de prática profissional inicial em campo de estágio.
A organização de cada um dos componentes do ECS é da responsabilidade
do professor Supervisor, em estreita relação com o Módulo de Gerenciamento de
Estágio - MGE/PROGRAD/UFAL e a Coordenação de Estágios do Curso de
Educação Física – Bacharelado.
A dinâmica do estágio se dará a partir de normatização própria aprovada pelo
Colegiado do Curso a partir da legislação vigente (Anexo I).

41

3.4 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

O TCC está institucionalizado através da Resolução Nº 25/2005 - CEPE, de
26 de outubro de 2005 que em seu Art. 18 afirma:
 O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório em
todos os Projetos Pedagógicos dos Cursos da UFAL.
 O TCC não se constitui como disciplina, não tendo, portanto, carga horária fixa
semanal, sendo sua carga horária total prevista no PPC e computada para a
integralização do Curso.

Nesta perspectiva, cada PPC toma a para si a responsabilidade de definir a
forma de realização, acompanhamento. Apresentação e avaliação do TCC,
estabelecendo normas próprias. No curso EDFB, a elaboração do TCC pode ser
iniciada a partir do 6º período, centrado em determinada área teórico-prática ou de
formação profissional, como atividade de síntese e integração de conhecimento.
O TCC deverá ser realizado individualmente ou em duplas, mediante
consentimento expresso de maneira formal do orientador, devendo abordar
temáticas relacionados as disciplinas da matriz curricular do Curso e/ou áreas afins,
preferentemente, sob orientação dos docentes dos Cursos da Universidade Federal
de Alagoas, sendo apresentado sob a forma de “Artigo científico”.
A confecção do TCC/Artigo Científico deverá respeitar às normas exigidas
pelo Colegiado do Curso de EDFB/UFAL, de acordo com o Regulamento do
Trabalho de Conclusão de Curso Educação Física-Bacharelado (Anexo I).
Os detalhes dos componentes curriculares, bem como, sua distribuição
percentual, podem ser observados no Quadro 2 e na Figura 1.

42

Quadro 2 – Componentes Curriculares
Carga Horária –
Componentes Curriculares
Hora Aula 60 minutos

Obrigatórias

2142

Eletivas

216

TCC

180

Estágio Supervisionado

400

Atividades Complementares

300

Total

3238

Figura 1. Distribuição da carga horária total do curso (%)

43

VI – METODOLOGIA

As metodologias utilizadas no Curso EDFB-UFAL buscam proporcionar uma
formação que vai ao encontro das diretrizes curriculares, o perfil do egresso e o
objetivo do curso. Procura proporcionar ao aluno o conhecimento do mercado de
trabalho, fomentando a criatividade e estimulando a formação de profissionais
capazes de realizar diagnósticos para intervir de maneira consciente e autônoma.
As metodologias têm como foco superar a fragmentação do processo de
conhecimento,

assim

procurar-se-á

enfatizar

ações

interdisciplinares

e

multidisciplinares que atendam a tríade ensino, pesquisa e extensão. As aulas são
diversificadas adotando estratégias que facilitem o processo de assimilação do
conhecimento. Nas aulas expositivas, deve-se estimular a reflexão procurando
promover a construção do saber crítico.
Diante do exposto, as disciplinas devem fornecer subsídios para construção
de um novo conceito ou consolidação de um conceito objeto do estudo, com espaço
para a participação e construção coletiva do conhecimento, conforme prevê o Plano
de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UFAL: A articulação entre teoria e prática
é compreendida como um princípio de aprendizagem que se afasta da lógica
positivista de produção do conhecimento e possibilita o envolvimento dos alunos em
problemas reais, tomando contato com seus diferentes aspectos e influenciando
soluções.
As aulas teóricas são desenvolvidas em sala de aula onde o professor com os
alunos tratam os conteúdos através de problematização, pesquisas, seminários e
discussões sobre o tema. Como estratégias de apoio à aprendizagem, os
professores podem selecionar monitores, através de processo seletivo, para auxiliar
nas disciplinas por eles ministradas.
Também pode fazer parte do desenvolvimento das aulas e aprendizado do
aluno as aulas com suporte das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC),
da Plataforma Moodle, entre outros, com suporte de acompanhamento do professor.
Outros mecanismos como encontros extraclasses e atendimento individualizado ao
aluno já são adotados pelo curso EDFB-UFAL.

44

Para os acadêmicos com qualquer tipo de deficiência a instituição possui
recursos na medida da necessidade apresentada.
Com estas atividades pretende-se garantir o alicerce dos conhecimentos
como principal objetivo do processo de ensino fazendo com que os acadêmicos
adquiram habilidades e competências inerentes à sua formação.
A dimensão prática das aulas procura assegurar os conhecimentos que irão
garantir a adequada atuação do futuro profissional no mercado de trabalho.
No desenvolvimento das aulas práticas são observadas as especificidades de
cada disciplina de forma que os equipamentos, materiais, espaços e, inclusive a
vestimenta sejam adequados ao momento para que o professor tenha condições de
assegurar o cumprimento das atividades propostas.
As Atividades Curriculares de Extensão (ACE) poderão entrar como espaço
de aplicação das práticas das disciplinas ofertadas, garantindo um formato
interdisciplinar.

VII – MATRIZ CURRICULAR

Os componentes da matriz curricular do curso de EDFB-UFAL podem ser
observados no quadro a seguir (Quadro 03)
Quadro 3 – Componentes Curriculares do Curso de Educação Física/Bacharelado/UFAL

CÓDIGO DISCIPLINA
Fundamentos Históricos e
Filosóficos da EDF

1º PERÍODO
CH
CH
CRÉDITOS TEÓRICA PRÁTICA

CH
EAD TOTAL

PRÉ-REQUISITO

3

54

0

0

54

------------

Informática Instrumental
Organização do Trabalho
Acadêmico

2

18

18

0

36

------------

2

36

0

0

36

------------

Fundamentos do Lazer
Bases da Anatomia
Humana
Fundamentos da
Ginástica

3

54

0

0

54

------------

4

36

36

0

72

------------

3

36

18

0

54

------------

17

234

72

0

306

------------

CH TOTAL SEMESTRE

45

CÓDIGO

DISCIPLINA
Bioética
Bioquímica Aplicada às
Atividades Físicas
Bases da Fisiologia
Humana
Fundamentos de
Bioestatística I
Corpo, Movimento e
Expressão
Metodologia das Práticas
Corporais Integrativas
Aspectos Sócio
Antropológicos das
Atividades Corporais

CH TOTAL SEMESTRE

CÓDIGO

DISCIPLINA
Cinesiologia e
Biomecânica Aplicada à
Atividade Física
Planejamento e Didática
em Educação Física
Crescimento e
Desenvolvimento
Humano

2º PERÍODO
CH
CH
CRÉDITOS TEÓRICA PRÁTICA

EAD

CH
TOTAL

PRÉ-REQUISITO
------------

2

36

0

0

36

3

36

18

0

54

4

68

4

0

72

2

36

0

0

36

------------

2

18

18

0

36

------------

4

54

18

0

72

2

36

0

0

36

-----------Fundamentos
Históricos e Filosóficos
da EDF

19

284

58

0

342

------------

EAD

CH
TOTAL

3º PERÍODO
CH
CH
CRÉDITOS TEÓRICA PRÁTICA

-----------Bases da Anatomia
Humana

PRÉ-REQUISITO
Bases da Anatomia
Humana/Bases da
Fisiologia Humana

4

54

18

0

72

2

18

18

0

36

4

72

0

0

72

2

18

18

0

36

2

36

0

0

36

Adaptações Agudas e
Crônicas aos Exercícios
Físicos

4

54

18

0

72

Eletiva I

2

36

0

0

36

------------

20

288

72

0

360

------------

Socorros Urgentes
Política e Organização da
Educação Física, esporte e
lazer

CH TOTAL SEMESTRE

-----------Bases da Fisiologia
Humana
Bases da Anatomia
Humana/Bases da
Fisiologia Humana

-----------Bases da Fisiologia
Humana / Bioquímica
Aplicada às Atividades
Físicas

46

CÓDIGO

DISCIPLINA

Teorias da Aprendizagem
e do Controle Motor
Testes, Medidas e
Avaliação nas Atividades
Físicas
Nutrição e Atividades
Físicas
Metodologia da Pesquisa
Científica
Atividade Física Adaptada
CH TOTAL SEMESTRE

CÓDIGO

DISCIPLINA
Metodologia dos Esportes
Individuais
Epidemiologia das
Atividades Físicas e Saúde
Pública

4º PERÍODO
CH
CH
CRÉDITOS TEÓRICA PRÁTICA

4

54

18

EAD

CH
TOTAL

0

72

PRÉ-REQUISITO
Crescimento e
Desenvolvimento
Humano
Adaptações Agudas e
Crônicas aos Exercícios
Físicos

3

36

18

0

54

3

36

18

0

54

3

54

0

0

54

Bioquímica Aplicada às
Atividades Físicas
Organização do
Trabalho Acadêmico

4

36

36

72

------------

17

216

90

0
0

306

------------

EAD

CH
TOTAL

PRÉ-REQUISITO

5º PERÍODO
CH
CH
CRÉDITOS TEÓRICA PRÁTICA
10

90

90

0

180

------------

4

72

0

0

72

------------

47

Métodos e Sistemas para
o Treinamento Físico
Geral

36
36
2

Estágio Supervisionado I
CH TOTAL SEMESTRE

CÓDIGO

DISCIPLINA
Seminário de Pesquisa em
Educação Física, esporte e
lazer

Metodologia dos Esportes
Coletivos

16

0

0

0

0

100

------------

198

90

0

388

------------

EAD

CH
TOTAL

0

36

36

0

PRÉ-REQUISITO
Metodologia da
Pesquisa
Planejamento e
Didática em Educação
Física

10

90

90

0

180
Métodos e Sistemas
para o Treinamento
Físico Geral

Métodos e Sistemas de
Treinamento Físico
Cardiovascular

2

36

0

0

36

Eletiva II

2

36

0

0

36

0

0

0

100

-----------Estágio Supervisionado
I

198

90

0

388

------------

EAD

CH
TOTAL

PRÉ-REQUISITO

Estágio Supervisionado II
CH TOTAL SEMESTRE

CÓDIGO

0

6º PERÍODO
CH
CH
CRÉDITOS TEÓRICA PRÁTICA

2

Adaptações Agudas e
Crônicas aos Exercícios
Físicos;
Bioquímica Aplicada às
Atividades Físicas

DISCIPLINA

16

7º PERÍODO
CH
CH
CRÉDITOS TEÓRICA PRÁTICA

Organização, Marketing e
Assessoria de Programas
de Atividade Física,
esporte e lazer

2

36

0

0

36

Métodos e Sistemas das
Ginásticas em Academias

3

36

18

0

54

Métodos e Sistemas de
Treinamento Físico
Neuromuscular

3

54

0

0

54

-----------Cinesiologia e
Biomecânica Aplicada à
Atividade Física
Métodos e Sistemas
para o Treinamento
Físico Geral

48

Fundamentos de
Bioestatística I

Fundamentos de
Bioestatística II

2

36

0

0

36

Eletiva III

2

36

0

0

36

------------

Eletiva IV

2

36

0

0

36

0

0

0

100

-----------Estágio Supervisionado
II

234

18

0

352

------------

EAD

CH
TOTAL

PRÉ-REQUISITO

Estágio Supervisionado III
CH TOTAL SEMESTRE

CÓDIGO

DISCIPLINA
Atividades Físicas para
Grupos Específicos
(doenças
cardiovasculares,
obesidade, diabetes,
câncer e gestante)
Atividades Físicas para a
Terceira Idade
Seminário de Trabalho de
Conclusão de Curso

14

8º PERÍODO
CH
CH
CRÉDITOS TEÓRICA PRÁTICA

Métodos e Sistemas do
treinamento físico
geral, neuromuscular e
cardiovascular
4

54

18

0

72

2

36

0

0

36

------------

2

36

0

0

36

Seminário de Pesquisa

Eletiva V

2

36

0

0

36

------------

Eletiva VI

2

36

0

0

36

0

0

0

100

-----------Estágio Supervisionado
III

198

18

0

316

------------

Estágio Supervisionado IV
CH TOTAL SEMESTRE

12

49

Quantitativo de disciplinas

CH TOTAL
(Hora/Aula 60
min)

Disciplinas Obrigatórias

37

2142

Disciplinas Eletivas

06

216

Estágio Supervisionado

04

400

COMPONENTE CURRICULAR

Trabalho de Conclusão de Curso

180

Atividades Complementares

300

CARGA HORÁRIA TOTAL

3238

50

VIII - EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS
1º PERÍODO
Disciplina: Fundamentos Históricos e Filosóficos da Educação Física
Carga Horária: 54h
Ementa: Análise dos conceitos filosóficos e históricos básicos da racionalidade
humana em sua relação com a modernidade (científico-tecnológica), com a visão
dialética, com a formação dos sujeitos históricos (corporais) e com a Educação
Física e o Esporte, como aquisição de um instrumental teórico e epistemológico que
possibilite a especulação e reflexão acerca dos desafios mais cruciais da Área de
Educação Física na atualidade. Desafios, perspectivas e concepções sobre o corpo
e suas relações com a saúde, qualidade de vida e a prática regular de atividades
físicas.
Bibliografia Básica
CASTELLANI, F. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. 2. ed.
Campinas: Papirus, 1991.
CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1995.
MARINHO, I. História da Educação Física no Brasil. São Paulo: Cia. Brasil, 1980.
Bibliografia Complementar
BENJAMIN, W. Sobre o conceito da História. In: Magia e técnica, arte e política:
ensaios sobre literatura e história da cultura. Tradução de Sérgio Paulo Rouanet. 7.
ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.
BEREOFF, P. Experiência formativa e Educação Física. São Paulo: UNISA,
1999.
GHIRALDELLI JÚNIOR, P. Educação Física Progressista: a pedagogia críticosocial dos conteúdos e a educação física brasileira. São Paulo: Loyola, 1988.
LIBÂNEO, J. Democratização da escola pública: a pedagogia crítico-social dos
conteúdos. São Paulo: Loyola, 1985.
MOREIRA, W. (org.) Educação Física e esportes: perspectivas para o século
XXI. 4. ed. Campinas: Papirus, 1999.

51

Disciplina: Disciplina: Informática Instrumental
Carga Horária: 36h
Ementa: Introdução ao uso do microcomputador: conceitos básicos e aplicações.
Introdução ao uso dos mecanismos de busca (WEB e bancos de dados),
processadores de texto, gerenciadores de banco de dados, planilhas eletrônicas
(incluindo noções básicas de estatística) e aplicativos próprios de programas
utilizados na Educação Física e no Treinamento Físico e Esportivo. Ferramentas e
navegação na internet e correio eletrônico.
Bibliografia Básica
FERNANDES, N. Professores e computadores: navegar é preciso. Porto Alegre:
Mediação, 2004.
HAHN, H.; STOUT, R. Dominando a Internet. São Paulo: Makron Books, 1995.
TANENBAUM, A. Sistemas Operacionais Modernos. 2. ed. New Jersey: Prentice
Hall, 2001.
Bibliografia Complementar
CAPRON, H.; JOHNSON, J. Introdução a Informática. São Paulo: Prentice Hall
Brasil, 2004.
MANZANO, A.; MANZANO, M. Estudo dirigido de informática básica. 6. ed. São
Paulo: Erica, 2004.
MERCADO, L. Vivências com aprendizagem na Internet. Maceió: EDUFAL, 2005.
MICROSOFT CORPORATION. Treinamento rápido em Microsoft Excel 2003.
São Paulo: Berkeley, 2003.

Disciplina: Organização do Trabalho Acadêmico
Carga Horária: 36h
Ementa: Procedimentos de estudos da Universidade (procedimentos e normas).
Discussões sobre: levantamentos bibliográficos, acesso à informação (bibliotecas
físicas e virtuais), organização do material de estudo, tipos e técnicas de leitura e
redação, tipos de trabalhos e apresentações acadêmicas. Plataforma Lattes e
Plataforma Brasil.
Bibliografia Básica
BARROS, A.; LEHFELD, N. Fundamentos de metodologia científica. 3. ed. São
Paulo: Pearson Education, 2008.
FACHIN, O. Fundamentos de metodologia. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2006.
MATTOS, M.; ROSSETO JÚNIOR, A.; BLECHER, S. Teoria e Prática da
Metodologia da Pesquisa em Educação Física. São Paulo: Phorte, 2004.
52

Bibliografia Complementar
GIL, A. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
MAYS, C. Pesquisa qualitativa na atenção à saúde. 2. ed. Porto Alegre: Artmed,
2005.
MEDEIROS, J. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas.
10. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
RUDIO, F. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 4. ed. Rio de Janeiro:
Petrópolis: Vozes, 2007.
SEVERINO, A. Metodologia do trabalho científico. 21. ed. São Paulo: Cortez,
2000.

Disciplina: Fundamentos do Lazer
Carga Horária: 54h
Ementa: Estudo dos conceitos e pressupostos teóricos-metodológicos,
características e contextos da Recreação e do Lazer; da relação do lazer do
trabalho na sociedade contemporânea; dos meios de recreação; das atividades
recreativas nos diversos setores da sociedade; da função educativa da recreação e
o papel do professor; do jogo e do brinquedo e sua dimensão sociocultural; do lazer
como promotor da saúde e qualidade de vida. Lazer no campo do turismo, parques,
praças e ruas públicas e privadas. Lazer e meio ambiente – esportes de aventura;
Lazer e minorias sociais.
Bibliografia Básica
ALVES JUNIOR, E.; MELO, V. Introdução ao lazer. 1. ed. Barueri, São Paulo:
Manole, 2003.
MARCELLINO, N. (Org.). Políticas públicas setoriais de lazer: o papel das
prefeituras. Campinas: Autores Associados, 1996.
MASCARENHAS. F. Entre o ócio e o negócio: teses acerca da anatomia do lazer.
Tese (Doutorado) – Faculdade de Educação Física, Universidade Estadual de
Campinas, Campinas, 2005.
Bibliografia Complementar
FLAUSINO, M.; MASCARENHAS, F. O direito ao esporte e lazer: apontamentos
críticos à sua mistificação. Licere (Centro de Estudos de Lazer e Recreação.
Online), v. 15, p. 1-16, 2012.
ISAYAMA, H.; WERNECK, C. (Org.). Lazer, Recreação e Educação Física. Belo
Horizonte: Autêntica, 2003.
MELO, V. Lazer e camadas populares: reflexões a partir da obra de Edward
Palmer Thompson. In: Lazer e minorias sociais. São Paulo: Ibrasa, 2003.
MOURA, E. As relações entre lazer, futebol e gênero. Dissertação (Mestrado) Faculdade de Educação Física, Universidade Estadual de Campinas, Campinas,
SP, 2003.
53

PADILHA, V. Shopping Center: a catedral das mercadorias. São Paulo: Editora
Boitempo, 2006.

Disciplina: Bases da Anatomia Humana
Carga Horária: 72h
Ementa: Estudo da nomenclatura anatômica e sua identificação: músculos, ossos,
articulação, órgãos e sistemas. Análise descritiva do sistema esquelético, articular,
muscular, digestório, urinário, genital, circulatório, respiratório, endócrino e noções
do sistema nervoso e sua importância prática nas atividades físicas.
Bibliografia Básica
BLANDINE et al. Atlas de anatomia para o movimento. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1998.
D’ANGELO, J.; FATTINI, C. Anatomia básica dos sistemas orgânicos: com a
descrição dos ossos, junteiras, músculos, vasos e nervos. São Paulo: Editora
Atheneu, 2000.
_________. Anatomia humana básica. São Paulo: Editora Atheneu, 1998.
Bibliografia Complementar
FERNER et al. Atlas de anatomia humana: homem e sociedade. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1998.
GUSMÃO, L.; LIMA, J. Anatomia Humana: aplicada aos cursos de Educação
Física e Fisioterapia. Maceió: Edições Catavento, 2003.
MOORE, K. Anatomia aplicada. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.
PALASTANGA, N.; FIELD, D.; SOAMES, R. Anatomia e movimento humano:
estrutura e função. São Paulo: Manole, 2000.
WEINECK, J. Anatomia aplicada ao esporte. 3. ed. São Paulo: Manole, 1990.

Disciplina: Fundamentos da Ginástica
Carga Horária: 54h
Ementa: Estudo dos fundamentos e aplicação dos métodos propostos pelas
principais escolas de ginástica, suas raízes, tendências, influência na atualidade e
suas dimensões pedagógicas.

54

Bibliografia Básica
DAOLIO, J. Da cultura do corpo. 12. ed. Campinas: Papirus, 2007.
PAOLIELLO, E. Ginástica Geral: experiências e reflexões. São Paulo: Phorte,
2008.
SOARES, C. Educação Física: raízes europeias e Brasil. 3. ed. Campinas:
Autores Associados, 2004.
Bibliografia Complementar
FARINATTI, P. Saúde, promoção da saúde e educação física: conceitos,
princípios e aplicações. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2006.
FERNANDO, B. Fundamentos de Ginástica Artística e de Trampolins. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
LAFFRANCHI, B. Treinamento desportivo aplicado à ginástica rítmica. Londrina:
UNOPAR, 2001.
SHARKEY, Brian. Aptidão física ilustrada. Porto Alegre: Artmed, 2012.
WEINECK, J. Biologia do esporte. São Paulo: Editora Manole Ltda., 1991.

2º PERÍODO
Disciplina: Bioética
Carga Horária: 36h
Ementa. Origem e evolução da bioética: filosofia, o princípio da sacralidade da vida
e o princípio da qualidade da vida. A bioética nas situações cotidianas (exclusão,
cidadania, solidariedade e compromisso social); a bioética nas situações limites ou
de fronteira; a bioética e o pluralismo moral. A análise ética das possibilidades de
suspender, alterar, e/ou prolongar o curso da vida, do mercado primitivo tecnológico.
A compra, a venda e o aluguel de partes do corpo humano, a liberdade e a
responsabilidade científica, omissão, tolerância e radicalidade, os direitos humanos,
a participação de grupos minoritários (afrodescendentes, quilombolas e indígenas).
Princípios éticos profissionais da Educação Física.
Bibliografia Básica
ARAÚJO, L. A Bioética nos experimentos com seres humanos e animais.
Montes Claros: Ed. Unimontes, 2002.
BERLINGUER, G. Ética da Saúde. São Paulo: Editora Hucitec, 1996.
COHEN, C.; SEGRE, M. Breve discurso sobre valores, moral, eticidade e ética.
Bioética, 2: 19-24, 1994.
Bibliografia Complementar
55

BARCHIFONTAINE, C.; PESSINI, L. Bioética e saúde. 2.ed. rev. e ampl. São
Paulo: CEDAS, 1990. 332p.
FORTES, P.; ZOBOLI, E. Bioética e saúde pública. São Paulo: Centro
Universitário São Camilo: Loyola, 2003. 167 p.
OLIVEIRA, F. BIOÉTICA: uma face da cidadania. São Paulo: Ed. Moderna, 1997.
SGRECCIA, E. Manual de bioética: fundamentos e ética biomédica. São Paulo:
Loyola, 1996.
SALLES, A. (Org.). Bioética: a ética da vida sob múltiplos olhares. Rio de
Janeiro, RJ: Editora Interciência, 2009. 222 p.

Disciplina: Bioquímica Aplicada às Atividades Físicas
Carga Horária: 54h
Ementa: Estudo dos conceitos básicos e fenômenos bioquímicos aplicados a
atividade física: noções sobre organização da matéria, ligações e reações químicas,
soluções e concentrações e balanço ácido-básico. Estrutura celular, tecidos, órgãos
relacionados a bioquímica. Bioenergética. Carboidrato, lipídio e proteína: função,
estrutura e metabolismo
Bibliografia Básica
MAUGHAM, M.; GREENHAFF, P. Bioquímica do exercício e do treinamento. São
Paulo: Manole, 2000.
MAUGHAN, R.; GLEESON, M. As bases bioquímicas do desempenho nos
esportes. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
NELSON, D.; COX, M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 5. ed. Artmed: São
Paulo, 2011.
Bibliografia Complementar
CAMPBELL, M.; FARRELL, S. Bioquímica: bioquímica metabólica. São Paulo:
Thomson Learning, 2008.
CISTERNAS, J.; MONTE, O.; MONTOR, W. Fundamentos teóricos e práticos em
bioquímica. São Paulo: Atheneu, 2011.
HARVEY, R.; FERRIER, D. Bioquímica ilustrada. 5. ed. Porto Alegre: Artmed,
2012.
KOOLMAN, J.; RÖHM, K. Bioquímica: texto e atlas. 3. ed. Porto Alegre: Artmed,
2005.
MARZZOCO, A.; TORRES, B. Bioquímica básica. 4. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2015.
56

Disciplina: Bases da Fisiologia Humana
Carga Horária: 72h
Ementa: Estudo do corpo humano com enfoque na organização funcional e os
mecanismos de ajustes homeostáticos nos sistemas: neuromuscular, nervoso,
cardiovascular, respiratório, renal, endócrino e termorregulador.
Bibliografia Básica
SILVERTHORN, D. U. Fisiologia Humana - Uma Abordagem Integrada, 7ª ed.
Porto Alegre: Artmed, 2017.
CONSTANZO, L. Fisiologia. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
KOEPPEN, B.& STANTON, B. Berne & Levy: Fisiologia, 6ª ed., Rio de Janeiro:
Ed. Elsevier, 2009.
Bibliografia Complementar
FOX, S. Fisiologia Humana. 7ª ed. São Paulo: Manole, 2007.
GUYTON & HALL. Tratado de Fisiologia Médica. 13ª Edição. Elsevier, 2017.
POWERS, S.; HOWLEY, E. Fisiologia do Exercício: teoria e aplicações ao
condicionamento e ao desempenho. São Paulo: 5ª ed. Manole. São Paulo, 2006.
TORTORA, G.; DERRICKSON, B. Princípios de Anatomia e Fisiologia (Livro
Digital). 12ª ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
WILMORE, J.; COSTILL, D. Fisiologia do Exercício e do Esporte. São Paulo: Ed.
Manole, 2010.
http://www.periodicos.capes.gov.br

Disciplina: Fundamentos de Bioestatística I
Carga Horária: 36h
Ementa: Estudo e discussão sobre os principais conceitos e ferramentas da análise
exploratória de dados em estatística: distribuições de frequência, tabelas e gráficos,
medidas de tendência central, de posição e de dispersão. Assimetria e Curtose.
Introdução ao Estudo da Teoria das Probabilidades. Uso de softwares e planilhas
computacionais na organização e análise de dados na Educação Física. Teoria da
Amostragem.

57

Bibliografia Básica
CALLEGARI-JACQUES, S. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre:
Artmed, 2003. 255 p.
MEYER, P. Probabilidade: aplicações à estatística. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2000.
MORETTIN, Pedro; BUSSAB, W. Estatística básica. 6. ed. São Paulo: Saraiva,
2010. 540 p.
Bibliografia Complementar
COSTA, S. Introdução Ilustrada à Estatística. 5. ed. São Paulo: Editora Harbra
Ltda., 2013, 416 p.
LAPPONI, J. Estatística usando Excel. 4. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2005, 476
p.
TRIOLA, M. Introdução à estatística. 10. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos Editora S. A., 2008, 696 p.
VIEIRA, S. Estatística Experimental. 2. edição, São Paulo: Atlas, 1999.
______. Introdução a bioestatística. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.

Disciplina: Corpo, movimento e expressão
Carga Horária: 36h
Ementa: Estudo do corpo, corporeidade e motricidade. Experiências expressivas do
corpo em movimento: práticas corporais, percepção corporal, improvisação e ritmo.
Bibliografia Básica
BERTHERAT, T.; Bernstein, C. O corpo tem suas razões: antiginástica e
consciência de si. 21. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da percepção. 3. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2006.
TAVARES, G. A temperatura do corpo. Lisboa: Instituto Piaget, 2001.
Bibliografia Complementar
FERNANDES, C. O corpo em movimento: o sistema Laban/Bartenieff na
formação e pesquisa em artes cênicas. 2. ed. São Paulo: Annablume, 2006.
HASELBACH, B. Dança, improvisação e movimento: expressão corporal na
educação física. Rio de janeiro: Ao livro Técnico, 1988.
LIGIERO, Z. Corpo a corpo: estudo das performances brasileiras. Rio de
Janeiro: Editora Garamond, 2010.
LIMA, D. Gestos: práticas e discursos. Rio de Janeiro: Editora Cabogó, 2013.
MAUSS, M. As técnicas do corpo. In: MAUSS, M. Sociologia e antropologia. São
Paulo: Cosac & Naify, 2003.
58

Disciplina: Metodologia das Práticas Corporais Integrativas
Carga Horária: 72h
Ementa: Estudo dos fundamentos teóricos e experimentação de práticas corporais
(integrativas, complementares, alternativas, holísticas) na perspectiva da atuação
dos profissionais de Educação Física, visando a produção do cuidado e a promoção
da saúde das diversas populações, com ênfase nas práticas de percepção,
sensibilização e conscientização corporal.
Bibliografia Básica
BERTHERAT, T.; BERNSTEIN, C. O corpo tem suas razões: antiginástica e
consciência de si. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
BOLSANELLO, D. P. (Org.). Em pleno corpo: educação somática, movimento e
saúde. Curitiba: Juruá, 2010.
KNASTER, M. Descubra a sabedoria do seu corpo. São Paulo: Cultrix, 1996.
MONTAGU, A. Tocar: o significado humano da pele. São Paulo: Summus, 1986.
Bibliografia Complementar
ARORA, H. L. Ciência moderna sob a luz do yoga milenar. Fortaleza: EUFC,
1994.
BERGE, Y. Viver o seu corpo: por uma pedagogia do movimento. São Paulo:
Martins Fontes, 1988.
BERTHERAT, T; BERNSTEIN, C. O correio do corpo: novas vias da
antiginástica. São Paulo: Martins Fontes, 1981.
FRAGA, A.; WACHS, F. (Coord.). Educação física e saúde coletiva: políticas de
formação e perspectivas de intervenção. Porto Alegre, RS: 2007.
LACERDA, Y. Atividades Corporais: O Alternativo e o Suave na Educação
Física. Rio de Janeiro: Sprint Editora, 1995.
VISHNIVETZ, B. Eutonia: educação do corpo para o ser. São Paulo: Summus,
1995.

59

Disciplina: Aspectos Sócio-Antropológicos das Atividades Corporais
Carga Horária: 36h
Ementa: Identificação geral das principais correntes teóricas no campo da
Antropologia e da Sociologia, e suas relações com as práticas corporais. Reflexão
sobre a diversidade da construção social e cultural do corpo e das práticas
corporais. Relações entre Educação Física, Sociologia e Antropologia, a partir dos
conceitos de corpo e movimento humano. Investigação etnográfica de práticas
corporais no campo de atuação do profissional em Educação Física.
Bibliografia Básica
GARCIA, R. Antropologia do Esporte. Rio de Janeiro: Shape Editora, 2007.
LE BRETON, D. A sociologia do corpo. Petrópolis: Vozes, 2010.
MURAD, M. Sociologia e Educação Física: diálogos, linguagens do corpo,
esportes. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2009.
Bibliografia complementar
ARON, R. As etapas do pensamento Sociológico. Martins Fortes: São Paulo,
1995.
BRACHT, V. Sociologia crítica do esporte: uma introdução. 3. ed. Ijuí: Editora
Unijuí, 2009.
HELAL, R. O que é sociologia do esporte. São Paulo: Brasiliense, 1990.
LE BRETON, D. As paixões ordinárias: antropologia das emoções. Petrópolis:
Vozes, 2009.
MAUSS, M. As técnicas do corpo. In: MAUSS, MARCEL. Sociologia e
antropologia. São Paulo: Cosac & Naify, 2003.

3º PERÍODO
Disciplina: Cinesiologia e Biomecânica Aplicadas à Atividade Física
Carga Horária: 72h
Ementa: Estudos dos fundamentos de análise biomecânica e cinesiológica do
movimento humano, na prática das diferentes categorias de atividades físicas.
Postura corporal dinâmica e estática.
Bibliografia Básica
60

BANKOFF, A. Morfologia e Cinesiologia aplicada ao movimento. Rio de Janeiro:
Editora Guanabara Koogan, 2007.
HALL, S. Biomecânica Básica. 7. ed. São Paulo: Manole, 2016
THOMPSON, W.; FLOYD, R. Manual de Cinesiologia Estrutural. 19. ed. São
Paulo: Manole, 2016.
Bibliografia Complementar
OATIS, C. Cinesiologia: a mecânica e a patomecânica do movimento humano.
2. ed. São Paulo: Manole, 2014.
LIMA, C.; PINTO, R. Cinesiologia e Musculação. Porto Alegre: Artmed, 2006.
GINNIA, P.M. Biomecânica do Esporte e do Exercício. 3a ed. Porto Alegre:
Artmed, 2015.
NEUMANN, D. Cinesiologia do aparelho musculoesquelético. 2. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
HAMILTON, N. Cinesiologia: teoria e prática do movimento humano. 12a ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.

Disciplina: Planejamento e Didática em Educação Física
Carga Horária: 36h
Ementa: Estudo e discussão das práticas de planejamento, estratégias e modelos
de estruturação de processos didáticos utilizados pela Educação Física em
academias, clubes, clínicas, empresas, hospitais e outros. Caracterização do
planejamento do ensino e seus componentes. Projetos de planejamento das
atividades físicas. Registro e documentação do trabalho pedagógico.
Bibliografia Básica
DARCI, P.; LADEIRA, F. Planejamento e controle de projetos. 3. ed. Nova Lima:
Falconi, 2014. (Série: gerenciamento de projetos).
GANDIN, D. A prática do planejamento participativo. 12ª. ed. Petrópolis: Vozes,
2010.
TAJRA, S. Planejamento e informação: métodos e modelos organizacionais
para saúde pública. São Paulo: Editora Érica, 2014.
Bibliografia Complementar
GANDIN D. Soluções de planejamento para uma prática estratégica e
participativa. Petrópolis: Vozes, 2013.
LÜCK, H. Metodologia de projetos. 2ª ed. Petrópolis/RJ: Editora Vozes, 2003.
OLIVEIRA, D. Planejamento estratégico: conceitos, metodologias e práticas.
61

20ª ed. São Paulo: Editora Atlas, 2004.
SILVA, A. Utilizando o planejamento como ferramenta de aprendizagem. São
Paulo: Global Editora, 2009.
SILVA, M.; FORTES, W. Eventos: estratégias de planejamento e execução. São
Paulo: Editora Summus, 2011.

Disciplina: Crescimento e Desenvolvimento Humano
Carga Horária: 72h
Ementa: Estudo e discussões sobre o crescimento e desenvolvimento humano:
princípios, conceitos, mecanismos e variáveis relacionadas. As diferentes
perspectivas teóricas utilizadas para a explicação do crescimento e desenvolvimento
humano e suas relações com o exercício físico nos diferentes escalões etários.
Discussões sobre as diferenças no crescimento e desenvolvimento humano,
longevidade e expectativa de vida, considerando as diferenças étnicas raciais.
Bibliografia Básica
GALLAHUE, D.; OZMUN, J. Compreendendo o desenvolvimento motor: bebês,
crianças, adolescentes e adultos. São Paulo: Phorte, 2003.
GUEDES, D.; PINTO, J. Crescimento, composição corporal e desempenho
motor. Curitiba: CLR Balieiro, 1997.
PAPALIA, D.; FELDMAN, R.; MARTORELL, G. Desenvolvimento humano. 12ª. ed.
Porto Alegre: AMGH Editora, 2013. 800 p.
Bibliografia Complementar
BEE, H. L; BOYD, D. A criança em desenvolvimento. 12ª. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2011. 567p.
ECKERT, H. Desenvolvimento Motor. São Paulo: Manole, 1996.
HANDAN, A. Introdução à psicologia do desenvolvimento. Campo Grande:
Solivros, 1998.
LA TAILLE, Y.; OLIVEIRA, M.; DANTAS, H. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias
psicogenéticas em discussão. 23ª. Ed. São Paulo: Summus, 1992. 117 p.
SHAFFER, D. R.; KIPP, K. Psicologia do desenvolvimento: infância e
adolescência. São Paulo: CENGAGE Learning, 2012. 879 p.

62

Disciplina: Socorros Urgentes
Carga Horária: 36h
Ementa: Reconhecimento das situações de emergência, equipamentos, ambientes,
prioridades e condutas. Principais causas dos acidentes; noções e classificações
dos traumatismos e demais procedimentos de primeiros socorros nas possíveis
situações do cotidiano profissional em Educação Física.
Bibliografia Básica
GOMES, A. Emergência. São Paulo: EPU, 1994.
MISSIANO, F. Guia para situações de emergência. São Paulo: Editora Cultrix,
1997.
NOVAES, J.; NOVAES, G. Manual de primeiros socorros para Educação Física.
Rio de Janeiro: Editora Sprint, 1994.
Bibliografia Complementar
LEGEL, M. Primeiros socorros no esporte. 5. ed. Barueri, SP: Manole, 2015. 278
p.
PRIMEIROS Socorros: fundamentos e práticas na comunidade, no esporte e
ecoturismo. São Paulo: Atheneu, 2003. 178p.
SANTOS, R.; CANETTI, M. Manual de socorros de emergência. Rio de Janeiro:
Atheneu Editora, 1999.
VIANA, M. Socorros de emergência: guia básico. Rio de Janeiro: Atheneu
Editora, 1999.
ROSENBERG, S. Livro de primeiros socorros: Johnson e Johnson. 2. ed. Rio
de Janeiro: Record, 1985. 171p.

Política e Organização da Educação Física, Esporte e Lazer
Carga horária: 36h
Ementa: Estrutura e organização política da educação física esporte e lazer no
Brasil. Atividade física e sua relação com os domínios da qualidade de vida.
Competências do profissional de educação física no esporte, lazer e promoção da
saúde. Gestão de programas de atividades físicas.

63

Bibliografia Básica
BARROS, M.; SANTOS-FILHO, S. Trabalhador da saúde: muito prazer!
Protagonismo dos trabalhadores na gestão do trabalho em saúde. Ijuí: Unijuí, 2009.
FRAGA, A.; WACHS, F. (Org.). Educação física e saúde coletiva: políticas de
formação e perspectivas de intervenção. Porto Alegre: 2007.
GONÇALVES, A. Conhecendo e discutindo saúde coletiva e atividade física.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
Bibliografia Complementar
REZENDE, J. Organização e administração no esporte. Rio de Janeiro: Sprint,
2000.
BAGRICHEVSKY, M. et al. A saúde em debate na educação física. Blumenau:
Ed. Nova Letra, 2004. (v.1).
_____________. A saúde em debate na educação física. Blumenau: Ed. Nova
Letra, 2006. (v. 2).
CAMPOS, G. (Org.). Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec, 2012.
GUTIERREZ, G. Lazer e prazer questões metodológicas e alternativas
públicas. Campinas: Autores Associados, 2001.
MARCELLINO, N. Legados e megaeventos esportivos. Campinas: Papirus, 2013.

Disciplina: Adaptações Agudas e Crônicas aos Exercícios Físicos
Carga Horária: 72h
Ementa: Estudo dos fenômenos fisiológicos agudos e crônicos, ocorrentes no
organismo como efeito da atividade física para saúde e desempenho esportivo:
ajustes e adaptações metabólicas, musculares, cardiovasculares, respiratórias,
endócrinas, imunológicas, renais e do sistema nervoso; influência dos diferentes
ambientes (calor, altitude e mergulho); princípios da avaliação fisiológica e
metabólica.
Bibliografia Básica
KENNEY, W.; WILMORE, J.; COSTILL, D. Fisiologia do esporte e do exercício. 5.
ed. São Paulo: Manole, 2013.
MCARDLE, W.; KATCH, F.; KATCH, V. Fisiologia do exercício: nutrição, energia
e desempenho humano. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
POWERS, S.; HOWLEY, E. Fisiologia do exercício: teoria e aplicação ao
condicionamento e ao desempenho. 8. ed. Barueri, SP: Manole, 2009.
Bibliografia Complementar
BROOKS, G.; FAHEY, T.; BALDWIN, K. Fisiologia do exercício: bioenergética
humana e suas aplicações. 4. ed. São Paulo: Phorte, 2013.
64

FOX, E.; BOWERS, R.; FOSS, M. Bases fisiológicas da educação física e dos
desportos. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991.
GARRETT, W.; KIRKENDALL, D. A ciência do exercício e dos esportes. Porto
Alegre: Artmed, 2003. 911 p.
TEIXEIRA, L. Atividade física adaptada e saúde: da teoria à prática. São Paulo:
Phorte, 2008. 455 p.
WILMORE, J.; COSTILL, D. Fisiologia do esporte e do exercício. 2.ed. Barueri:
Manole, 2001. 709 p.

4º PERÍODO
Disciplina: Teorias da Aprendizagem e Controle Motor
Carga Horária: 72h
Ementa: Estudo e discussão das diferentes teorias da aprendizagem e controle
motor. Conceitos e aplicações. O movimento humano e suas relações com a prática
e experiência. Os elementos básicos da aprendizagem motora: as habilidades
motoras, a prática, os estágios da aprendizagem, o processamento de informação e
tomada de decisão, feedback, atenção e memória. O sistema nervoso no movimento
e o ajuste motor.
Bibliografia Básica
ENOKA, R. Bases neuromecânicas do movimento humano. 2 Ed. São Paulo:
Manole, 2000.
MAGILL, R. Aprendizagem motora: conceitos e aplicações. São Paulo: Ed.
Bllucher, 1984.
PAPALIA, F. Desenvolvimento Humano, 12ª ed., Porto Alegre: AMGH, 2013.
Bibliografia Complementar
GRECO, P. (Org.). Iniciação esportiva universal: da aprendizagem motora ao
treinamento técnico. Belo Horizonte: 2007. 228 p. (Coleção Aprender; v. 1).
KNUDSON, D.; MORRISON, C. Análise qualitativa do movimento. São Paulo:
Manole, 2001.
SCHMIDT, R. Aprendizagem e performance motora: dos princípios à prática.
São Paulo: Movimento, 1993.
SHUMWAY-COOK, A. & WOOLLACOTT, M. H. Controle Motor: Teoria e
aplicações práticas. 3ª ed. Baueri, São Paulo: Manole, 2010.
TANI, Go. Comportamento motor: aprendizagem e desenvolvimento. São Paulo:
Guanabara Koogan, 2005.

65

Disciplina: Testes, Medidas e Avaliação em Atividades Físicas.
Carga Horária: 54h
Ementa. Estudo e discussão dos principais conceitos relacionados ao processo
avaliativo em Educação Física; sobre as qualidades psicométricas, protocolos e
aplicabilidade dos testes destinados à avalição da aptidão física, sob a ótica do
desempenho motor e promoção da saúde e qualidade de vida.
Bibliografia Básica
AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Manual do ACSM para avaliação
da aptidão física relacionada à saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2011.
HEYWARD, V.; STOLARCZYK, L. Avaliação da composição corporal aplicada.
São Paulo: Manole, 2000.
TRITSCHLER, K. Medida e Avaliação em Educação Física e Esportes de
Barrow. 2. ed. São Paulo: Manole. 2003.
Bibliografia Complementar
AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Manual de pesquisa das
diretrizes do ACSM para os testes de esforço e sua prescrição. 4. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
BRASIL. Ministério da Saúde. Vigitel Saúde Suplementar: Vigilância de fatores de
risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico. Brasília:
Agência Nacional de Saúde Suplementar, Ministério da Saúde, 2011.
GUEDES, D.; GUEDES, E. Manual prático para avaliação em Educação Física.
São Paulo: Manole, 2006.
HEYWARD, V. Informações sobre referência: Avaliação Física e Prescrição de
Exercício: Técnicas Avançadas. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2013.
MARINS, J. Revisão crítica dos métodos disponíveis para avaliar a composição
corporal em grandes estudos populacionais e clínicos. Archivos
Latinoamericanos de Nutrición, 57(4), p.327-334, 2007.

66

Disciplina: Nutrição e Atividades Físicas
Carga Horária: 54h
Ementa: Estudo dos conceitos básicos da nutrição aplicada a atividade física
relacionada à saúde e ao desempenho esportivo: natureza e fontes dos nutrientes;
aspectos metabólicos e fisiológicos envolvidos; princípios para o uso de recursos
ergogênicos nutricionais; relação da alimentação e atividade física na prevenção e
tratamento das doenças crônicas não transmissíveis; princípios básicos da
avaliação nutricional.
Bibliografia Básica
McARDLE, W.; KATCH, F. e KATCH, V. Nutrição para o Esporte e Exercício. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
________. KATZH, F. Fisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho
humano. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1992.
OLIVEIRA, J.; MARCHINI, J. Ciências nutricionais. São Paulo: Savier, 1998.
PASCHOAL, V. Tratado de nutrição esportiva Funcional. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2014.
Bibliografia Complementar
HIRSCHBRUCH, M.; Carvalho, J. Nutrição esportiva: uma visão prática. Barueri:
Manole, 2008
KLEINER, S.; Greenwood-Robinson, M. Nutrição Para o Treinamento de Força.
Tamboré: Manole, 2002.
LANCHA JÚNIOR A.; Campos-Ferraz, P.; Rogeri, P. Suplementação Nutricional
no esporte. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2009.
MCARDLE, W.; KATCH, F.; KATCH, V. Nutrição: para o desporto e o
exercício. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2001. 694 p.
TIRAPEGUI, J. Nutrição, metabolismo e suplementação na atividade física. São
Paulo: Atheneu. 2005.

Disciplina: Metodologia da Pesquisa Científica
Carga Horária: 54h
Ementa: Estudo e discussão sobre a pesquisa científica como processo de solução
de problemas; o trabalho científico como forma de leitura e sistematização da
observação empírica. Orientação, discussão e adequabilidade das possíveis
67

escolhas temáticas, os diferentes paradigmas e a construção das etapas de projetos
científicos.
Bibliografia Básica
CRESWELL, J. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto.
3. ed. Porto Alegre: Artmed/Bookman, 2010.
HOSSNE, W.; VIEIRA, S. Metodologia científica para a área da saúde. Rio de
Janeiro: Editora Campus, 2001.
THOMAS, J.; NELSON, J. Métodos de Pesquisa em Atividade Física. 3. ed. Porto
Alegre: ARTMED, 2002.
Bibliografia Complementar
GIL, A. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2010.
KÖCHE, J. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e
iniciação à pesquisa. 27. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
LAKATOS, E.; MARCONI, M. Técnicas de pesquisa. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
MINAYO, M. O Desafio do conhecimento. São Paulo: Editora Hucitec, 2006.
PEREIRA, J. Manual de metodologia da pesquisa científica. 3. ed. São Paulo:
Atlas, 2012.

Disciplina: Atividade Física Adaptada
Carga Horária: 72h
Ementa: Estudo da pessoa com deficiência e TEA a partir de um modelo
biopsicossocial. Conhecimento da área da Atividade Física Adaptada em suas
diferentes manifestações. Estudo de estratégias, recursos, equipamentos e serviços
para a promoção da participação da pessoa com deficiência e TEA na área da
Atividade Física Adaptada. Planejamento e aplicação de projetos em Atividade
Física Adaptada para diferentes públicos e contextos.
Bibliografia Básica
CASTRO, E.M. Atividade física adaptada. SP, Ribeirão Preto: Tecmedd, 2005.
GOMEDIO, M. Educação física para la integracion de niños con necesidades
educativas especiales: programa de actividadad física para niños de 6 a 12
años. Madrid: Gymnos, 2000.
GORGATTI, M. G.; COSTA, R. F. Atividade física adaptada. São Paulo: Manole,
2005.

68

Bibliografia Complementar
CIDADE, R.; FREITAS, P. Introdução à Educação Física Adaptada para pessoas
com deficiência. CURITIBA, Editora da UFPR, 2009.
DOLL-TEPPER, G. et al (ed.) Adapted Physical Activity: an interdisciplinary
approach. Berlin, Springer-Verlag, 2011.
GREGUOL, M.; COSTA, R. Atividade física adaptada. 3.ed. São Paulo: Manole,
2013.
MELLO, M.; WINCKLER, C. Esporte olímpico. São Paulo, Atheneu, 2012.
WINNICK, J. Educação física e esportes adaptados. São Paulo: Manole, 2004.

5º PERÍODO
Disciplina: Metodologia dos esportes individuais
Carga Horária: 180h
Ementa: Estudo teórico-prático das diferentes atividades esportivas individuais em
seus aspectos históricos, técnicos e normativos; planejamento e execução da
iniciação ao treinamento esportivo.
Bibliografia Básica
COICEIRO, G. Atletismo: 1000 exercícios e jogos. 2. Rio de Janeiro: Sprint, 2008.
FRANCHINI, E. Preparação Física para Atleta de Judô. São Paulo: Editora Phorte, 2008.

MACHADO, D.; CARVALHO, S. Metodologia da natação. Ed. rev. e ampliada. São
Paulo: EPU, 2004.
Bibliografia Complementar
FERNANDES, J. Atletismo: saltos. São Paulo: EPU, 2001.
___________. Atletismo: lançamentos e arremessos. São Paulo: EPU, 2003.
___________. Atletismo: corridas. São Paulo: EPU, 2001.
MAGLISCHO, E. Nadando ainda mais rápido. São Paulo: Manole, 1999.
PALMER, M. Ciência do ensino da natação. São Paulo: Manole, 1990.

69

Disciplina: Epidemiologia das Atividades Físicas e Saúde Pública
Carga Horária: 72h
Ementa: Introdução à Saúde Pública. Conceitos de Saúde Pública, problema de
saúde pública, campo de intervenção da saúde pública; Processo saúde/doença;
Determinantes e Condicionantes em Saúde; Indicadores de Saúde; Introdução a
Epidemiologia. Noções básicas de epidemiologia; Transição demográfica e
epidemiológica; Vigilância em Saúde e Epidemiológica; Pesquisa Epidemiológica;
Epidemiologia da Atividade Física. Barreiras e Facilitadores para a Prática da
Atividade Física; Aspectos sanitários de espaços utilizados na prática da Educação
Física (vestiários, piscinas, etc.); Promoção e Educação em Saúde; Atividade Física
na Promoção da Saúde: experiências de intervenção na empresa, na comunidade e
no sistema local de saúde.
Bibliografia Básica
CAMPOS, G. Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec, 2012.
FLORINDO, A.; HALLAL, P. Epidemiologia da Atividade Física. São Paulo:
Atheneu, 2011.
MEDRONHO, R. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2008.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA FILHO, N.; ROUQUARYOL, M. Epidemiologia e Saúde. 5. ed., Rio de
Janeiro: Medsi, 2003.
GONÇALVES, A. Conhecendo e discutindo saúde coletiva. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004.
MINAYO, M. (Org.) Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec, 2006.
PEREIRA, M. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1995.
ROSEN, G. Uma história da saúde pública. São Paulo: UNESP, 1994.

Disciplina: Métodos e Sistemas para o Treinamento Físico Geral
Carga Horária: 36h
Ementa: Estudo da evolução do treinamento físico: principais qualidades físicas
relacionadas ao desempenho e saúde, bases gerais do treinamento e
condicionamento físico; princípios científicos do treinamento esportivo, prescrição e
periodização do treinamento.
70

Bibliografia Básica
BARBANTI, V. Treinamento físico: bases científicas. 3. ed. São Paulo: CLR
Balieiro, 2001.
BOMPA, T.; HAFF, G.G. Periodização: Teoria e Metodologia do Treinamento.
Phorte Editora. 2012.
GOBBI, S.; VILLAR, R.; A.; ZAGO, A.S. Bases teórico-práticas do
condicionamento físico. Guanabara Koogan, 2005
Bibliografia Complementar
MAGLISCHO, E. Nadando o mais rápido possível. 3. ed. São Paulo: Manole,
2010.
TUBINO, M.; MOREIRA, S. Metodologia científica do treinamento desportivo.
13. ed. Rio de Janeiro: Shape editora, 2003.
WIENEC K, J. Treinamento Ideal. 9. ed. São Paulo: Manole, 1999.
ANDRADE, M.; LIRA, C. A. B. Fisiologia do Exercício. 1. ed. São Paulo: Manole,
2016.
DANTAS, E. A prática da preparação Física. Rio de Janeiro. 6. ed. Rio de Janeiro:
Shape editora, 2004.

Estágio Supervisionado I
Carga Horária: 100h
Ementa: Identificação, descrição e formas de organização do campo de atuação do
profissional de Educação Física vinculado à área de Educação Física, Esporte e
Lazer; Levantamento das diferentes Instituições que oferecem serviços neste campo
de intervenção profissional. Elaboração de relatório final de estágio.
Bibliografia Básica
ISAYAMA, H.; DIAS, C. Organização de atividades de lazer e recreação. São
Paulo: Editora Érica, 2014. (Coleção Série Eixos).
PIMENTA, S.; LIMA, M. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004.
ZABALZA, M. O estágio e as práticas em contextos profissionais na formação
universitária. São Paulo: Editora Cortez, 2014. (Coleção Docência na Formação).
Bibliografia Complementar
BURIOLLA, M. O estágio supervisionado. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
BUSATO, Z. Avaliação nas práticas de ensino e estágio: a importância dos
registros na reflexão sobre ação docente. Porto Alegre: mediação, 2005.
71

IMBERNÓN, F. Formação docente profissional: formar-se para a mudança e
incerteza. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
MARCELLINO, N. Estudos do lazer: uma introdução. 8. ed. Campinas: Editora
Autores associados, 2003.
PIMENTA, S.; LIMA, M. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004.

6º PERÍODO
Disciplina: Seminário de Pesquisa em Educação Física, esporte e lazer
Carga Horária: 36h
Ementa: Definição e qualificação da comunicação acadêmico-científica utilizada
como trabalho de conclusão de curso. Construção dos Projetos de Pesquisas para o
TCC.
Bibliografia Básica
CERVO, A.; BERVIAN, P. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Prentice-Hall,
2006.
GIL, A. Como elaborar Projetos de Pesquisa. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
THOMAS, J.; NELSON, J. Métodos de pesquisa em atividade física. Porto Alegre:
ARTMED, 2010.
Bibliografia Complementar
HENZ, G. Como aprimorar o formato de um artigo científico. Horticultura
Brasileira, Brasília, v. 21, n. 2, p. 145-148, 2003.
LAKATOS, E.; MARCONI, M. Metodologia do trabalho científico: procedimentos
básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos
científicos. 6. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2006.
LAPPONI, J. Estatística usando o excel. 4. ed. São Paulo: Editora Elsevier, 2004.
SEVERINO, A. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. rev. e ampl. São Paulo:
Cortez, 2007.
VIEIRA, S.; HOSSNE, W. Metodologia científica para a área de saúde. Rio de
janeiro: Elsevier, 2003.

72

Disciplina: Metodologia dos Esportes Coletivos
Carga Horária: 180h
Ementa: Estudo teórico-prático das diferentes atividades esportivas coletivas em
seus aspectos históricos, técnicos e normativos; planejamento e execução da
iniciação ao treinamento esportivo.
Bibliografia Básica
ALMEIDA, M. Basquetebol: iniciação. Rio de janeiro: Sprint, 1998.
BOJIKIAN, J. Ensinando Voleibol. 2. ed. São Paulo: Phorte, 2003.
MARTINI, K.O handebol: técnica, tática e metodologia. Lisboa:
Europa-América, 1980.

Publicações

Bibliografia Complementar
BELLO JUNIOR, N. A ciência do esporte aplicada ao futsal. Rio de Janeiro:
Sprint, 1988.
FREIRE, J. Pedagogia do futebol. Rio de Janeiro: Ney Pereira, 1998.
MENEZES, M. Futsal: aprimoramento técnico e tático. Rio de Janeiro: Sprint,
1988.
ROTHI, K; EHRET, A.; SPATE, D.; SCHUBERT, R. Manual de Handebol. São
Paulo: Phorte,
SUVOROV, Y.; GRISHIN, O. Voleibol: iniciação. 5. Ed. Rio de Janeiro: Sprint,
2004. (v. 1).

Disciplina: Métodos e Sistemas de Treinamento Físico Cardiovascular
Carga Horária: 36h
Ementa: Estudo do condicionamento cardiovascular, considerando os princípios
fundamentais, os métodos de treinamento, as orientações para a prescrição, os
riscos e recomendações.
Bibliografia Básica
DIOGUARDI, G.; GHORAYEB, N. Tratado de cardiologia do exercício e do
esporte. São Paulo: Atheneu, 2006.
NEGRAO, C.; BARRETO, A. Cardiologia do esporte: do atleta ao cardiopata.
São Paulo: Manole, 2005.
ANDRADE, M.; LIRA, C. A. B. Fisiologia do Exercício. 1. ed. São Paulo: Manole,
2016.
73

Bibliografia Complementar
GHORAYEB, N.; DIOGUARDI, G. Tratado de cardiologia do exercício e do
esporte. São Paulo: Atheneu, 2007. 637 p.
THOMPSON, P. O exercício e a cardiologia do esporte. São Paulo: Manole,
2004.
WEINECK, J. Biologia do Esporte. São Paulo: Manole, 2006.
ANDRADE, M.; LIRA, C. A. B. Fisiologia do Exercício. 1. ed. São Paulo: Manole,
2016.
BERTUZZI, R.; BRUM, P.C.; ALVES, C.R.R.; LIMA-SILVA. A. E. Aptidão Aeróbia:
Desempenho Esportivo, Saúde e Nutrição. 1ed. Barueri: Manole, 2017

Estágio Supervisionado II
Carga Horária: 100h
Ementa: Participação no processo de planejamento, avaliação e operacionalização
de atividades físicas no contexto de uma instituição especializada (Academias) na
área da promoção da saúde; Elaboração de relatório de campo.
Bibliografia Básica
BURIOLLA, M. O estágio supervisionado. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
BUSATO, Z. Avaliação nas práticas de ensino e estágio: a importância dos
registros na reflexão sobre ação docente. Porto Alegre: Mediação, 2005.
CHARLOT, B. Relação com o saber, formação dos professores e globalização:
questões para a educação hoje. Porto Alegre: Artmed, 2005.
Bibliografia Complementar
AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Programa de condicionamento
físico da ACSM. 2.ed. São Paulo, SP: Manole, 1999.
BURIOLLA, M. O estágio supervisionado. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
IMBERNÓN, F. Formação docente profissional: formar-se para a mudança e
incerteza. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
MARCELLINO, N. Estudos do lazer: uma introdução. 8. ed. Campinas: Editora
Autores associados, 2003.
PIMENTA, S.; LIMA, M. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004.

74

7º PERÍODO
Disciplina: Organização, Marketing e Assessoria de Programas de Atividade
Física, esporte e lazer
Carga Horária: 36h
Ementa. Estudo e aplicação das técnicas de marketing utilizadas na Educação
Física sob as diferentes dimensões das atividades físicas do lazer, com o objetivo
de promoção de competições, saúde e qualidade de vida. Conceituação e utilização
de diversas ferramentas do marketing na concepção, promoção, no preço, na
logística e na avaliação de produtos e serviços relacionados à atividade física.
Organização e o assessoramento de programas de atividades físicas.
Bibliografia Básica
KOTLER, P. Administração de Marketing: análise, planejamento,
implementação e controle. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1998.
_______. Princípios de marketing. 7. ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil,
1998.
PITTS, B.; STOTLAR, D. Fundamentos de Marketing esportivo. São Paulo:
Phorte, 2002.
Bibliografia Complementar
AFIF, A. A Bola da Vez - o marketing esportivo como estratégia de sucesso.
São Paulo: Editora Infinito, 2000.
GESTÃO da educação física e esporte. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
MATIAS, M. Organização de eventos Esportivos. São Paulo: Manole, 2001.
MELO NETO, F. Marketing esportivo. 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 2003.
TRIBE, J. Economia do lazer e do turismo. 2. ed. Barueri: Manole, 2003.

Disciplina: Método e Sistemas de Ginásticas em Academias
Carga Horária: 54h
Ementa. Estudo e discussão dos procedimentos pedagógicos, enfocando a
aplicação de métodos e sistemas do ensino na prática das diferentes modalidades
de ginástica em academias, numa perspectiva teórico-prática.
Bibliografia Básica
FLECK, S.; KRAEMER, W. Fundamentos do treinamento de força muscular. 3.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
75

GERALDES, A. Ginástica Localizada: teoria e prática. Rio de Janeiro: Sprint,
1993.
NETTO, E.; LIMA, V. Ginástica Localizada: cinesiologia e treinamento aplicado.
Rio de Janeiro: Sprint, 2010.
Bibliografia Complementar
BAUN, M. Exercícios de hidroginástica: exercícios e rotinas para tonificação,
condicionamento físico e saúde. São Paulo: Manole, 2010.
CAMPION, M. Hidroterapia: princípios e prática. São Paulo: Manole, 2000.
DOMINGUES FILHO, L. (org.). Ciclismo indoor: guia teórico prático. Jundiaí:
Fontoura, 2005.
NOVAES, J. Ciência do treinamento dos exercícios resistidos. São Paulo:
Phorte, 2008.
UCHIDA, M. et al. Manual de musculação. 5. ed. Rio de Janeiro: Phorte, 2008.

Disciplina: Métodos e Sistemas de Treinamento Físico Neuromuscular
Carga Horária: 54h
Ementa: Estudo do condicionamento neuromuscular, considerando os princípios
fundamentais, os métodos de treinamento, as orientações para a prescrição, os
riscos e recomendações.
Bibliografia Básica
FLECK S.; KRAEMER, W. Fundamentos do treinamento de força muscular. 3.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
BOMPA, T. Treinamento de Potência Para o Esporte, São Paulo: Phorte Editora.
2004.
FRANKLIN, B.; GRAVES, J. Treinamento resistido na saúde e reabilitação. Rio
de Janeiro: Revinter, 2006.
Bibliografia Complementar
CAMPOS, M.; COURACCI NETO, B. Treinamento funcional resistido. Rio de
Janeiro: Revinter, 2004.
COSSENZA, C.; CARNAVAL, P. Musculação: teoria e pratica. Rio de Janeiro:
Sprint, 1985.
PRESTES, J.; FOSCHINI, D.; MARCHETTI, P.; CHARRO, M. Prescrição e
Periodização do Treinamento de Força em Academias. Barueri: Manole, 2010.
WEINECK, J. Treinamento ideal. 9. ed. São Paulo: Manole, 1999.
PLATONOV, V. Tratado Geral de Treinamento Desportivo. Paulo: Phorte, 1999.
76

Disciplina: Fundamentos de Bioestatística II
Carga Horária: 36h
Ementa: Distribuições de probabilidades para variáveis discretas e contínuas.
Principais pressupostos de parametria. Testes de hipóteses. Testes de
comparações paramétricas e não-paramétricas. Análise de Correlação e Regressão
Lineares. Aplicação da estatística em Epidemiologia.
Bibliografia Básica
CALLEGARI-JACQUES, M. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre:
Artmed, 2003. 255 p.
JEKEL, J.; ELMORE, J.; KATZ, D. Epidemiologia, Bioestatística e Medicina
Preventiva. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005, 432p.
MORETTIN, P.; BUSSAB, W. Estatística básica. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2010.
540 p.
Bibliografia Complementar
GOMES, F. Curso de estatística experimental. Piracicaba: Editora São Paulo,
2000. 477 p.
PADOVANI, C. Estatística na metodologia da investigação científica. Botucatu:
Unesp, 1995. 22 p.
ROUQUAYROL, M.; ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia e Saúde. Rio de Janeiro:
MEDSI, 2003.
SIEGEL, S. Estatística não-paramétrica para ciências do comportamento. 2. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2006. 448 p.
VIEIRA, S. Bioestatística: tópicos avançados. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2004. 216p.

77

Estágio Supervisionado III
Carga Horária: 100h
Ementa. Observação e coparticipação em instituições especializadas no campo da
Atividade Física (Esportes), do desempenho e da saúde. Elaboração de relatório de
campo.
Bibliografia Básica
BURIOLLA, M. O estágio supervisionado. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
BUSATO, Z. Avaliação nas práticas de ensino e estágio: a importância dos
registros na reflexão sobre ação docente. Porto Alegre: mediação, 2005.
CHARLOT, B. Relação com o saber, formação dos professores e globalização:
questões para a educação hoje. Porto Alegre: Artmed, 2005.
Bibliografia Complementar
IMBERNÓN, F. Formação docente profissional: formar-se para a mudança e
incerteza. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
PIMENTA, S. O estágio na formação de professores: unidade, teoria e
prática. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2010. 200 p.
________; LIMA, M. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004.
TUBINO, M.; MOREIRA, S. Metodologia científica do treinamento desportivo.
13. ed. Rio de Janeiro: Shape editora, 2003.
ZABALZA, M. O estágio e as práticas em contextos profissionais na formação
universitária. São Paulo: Cortez, 2014. 327 p.

8º PERÍODO
Disciplina: Atividades Físicas para Grupos Específicos
cardiovasculares, obesidade, diabetes, câncer e gestante)

(doenças

Carga Horária: 72h
Ementa: Alterações fisiológicas no processo saúde doença (cardiovasculares,
diabetes, obesidade, câncer) e no período gestacional. Adaptações crônicas e
agudas ao exercício em situações específicas. Parâmetros para avaliação e
prescrição de programas de atividade física para determinados subgrupos.
Bibliografia Básica
78

AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Diretrizes do ACSM para os
testes de esforço e sua prescrição. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2014.
NEGRÃO, C.E.; BARRETO, A.C.P. Cardiologia do Exercício: do atleta ao
cardiopata. 3a ed. São Paulo: Manole, 2010.
NIEMAN, D. Exercício e Saúde: teste e prescrição de exercícios. 6. ed. São
Paulo: Manole, 2011.
Bibliografia Complementar
IRWIN, M.L. Guia do ACSM para Exercício e Sobrevivência ao Câncer. São
Paulo: Phorte, 2015.
HEYWARD, V.H. Avaliação Física e Prescrição de Exercício: técnicas
avançadas. 6ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2013.
LOPES, M.A.B.; ZUGAIB, M. Atividade física na gravidez e no pós-parto. São
Paulo: Roca, 2009.
LE MURA, L.; DUVILLARD, S. Fisiologia do exercício clínico. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006.
RASO, V.; GREVE, J.; POLITO, M. Pollock: fisiologia clínica do exercício. São
Paulo: Manole, 2013.

Disciplina: Atividades Físicas para a Terceira Idade
Carga Horária: 36h
Ementa: Características na fase adulta e terceira idade em relação ao ciclo da vida.
Estudo das transformações anátomo-fisiológicas decorrentes da faixa etária e suas
relações com ecossistema e cultura. Desenvolvimento de programas de atividades
físicas.
Bibliografia Básica
MATSUDO, S. Avaliação do Idoso - Física & Funcional. São Paulo: Phorte, 2002.
SHEPHARD, R. Envelhecimento, atividade física e saúde. (Tradução: Maria
Aparecida Pereira Araújo). São Paulo, Phorte Editora, 2003.
SPIRDUSO, W. Dimensões Físicas do Envelhecimento. São Paulo: Manole,
2004.
Bibliografia Complementar
BATES & HANSON. Exercícios aquáticos terapêuticos. São Paulo: Manole,
2002.
BLAIR, S. Prova de esforço e prescrição de exercício. Rio de Janeiro: Revinter
1994.
LE MURA, L.; DUVILLARD, S. Fisiologia do Exercício Clínico: aplicação e
princípios fisiológicos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
LORDA, R. Recreação na terceira idade. Rio Janeiro: Sprint, 1995.
79

NIEMAN, D. Exercício e saúde. São Paulo: Manole,1999.

Disciplina: Seminário de Trabalho de Conclusão de Curso
Carga Horária: 36h
Ementa: Desenvolvimento do projeto do trabalho de conclusão de curso:
levantamento, análise e documentação dos dados, relatório final do trabalho.
Seminário de apresentação da versão final do trabalho de conclusão do curso.
Bibliografia Básica
CHIZZOTTI, A. Pesquisa em ciências humanas e sociais. São Paulo: Cortez,
1991.
COSTA, A., et al. Orientações metodológicas para a produção de trabalhos
acadêmicos. Maceió: EDUFAL, 2006.
THOMAS, J.; NELSON J. Métodos de pesquisa em atividade física. 3. ed. Porto
Alegre: ARTMED, 2002.
Bibliografia Complementar
CORNELSEN, J.; MÜLLER, M. Normas e padrões para teses, dissertações e
monografias. Londrina: EDUEL, 2003.
CRUZ, A.; MENDES, M. Trabalhos acadêmicos, dissertações e teses: estruturas
e apresentação. Niterói: Intertexto, 2004.
_____, CURTY, M. Guia para apresentação de trabalhos acadêmicos,
dissertações e teses. Maringá: Dental Press, 2001. 104 p.
LAKATOS, E.; MARCONI, M. Técnicas de pesquisa. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
PEREIRA, J. Manual de metodologia da pesquisa científica. 3. ed. São Paulo:
Atlas, 2012.

Estágio Supervisionado IV
Carga Horária: 100h
Ementa: Participação no processo de planejamento, avaliação e operacionalização
de atividades físicas no contexto de uma instituição especializada na área da
promoção da saúde (o tipo de atividade física e/ou Instituição deverá ser,
preferencialmente, diferente da prática III); Elaboração de relatório de campo.
Bibliografia Básica
BURIOLLA, M. O estágio supervisionado. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
80

BUSATO, Z. Avaliação nas práticas de ensino e estágio: a importância dos
registros na reflexão sobre ação docente. Porto Alegre: mediação, 2005.
CHARLOT, B. Relação com o saber, formação dos professores e globalização:
questões para a educação hoje. Porto Alegre: Artmed, 2005.
Bibliografia Complementar
AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Manual do ACSM para avaliação
da aptidão física relacionada à saúde. 3. ed. Rio de Janeiro: GEN: Guanabara
Koogan, 2011. XV, 175 p. ISBN 9788527717564(broch.).
BARROS, M. V, G.; CATTUZZO, M. T. (Org.). Atualização em atividade física e
saúde. Recife: EDUPE, 2009.
GONÇALVES, A. Conhecendo e discutindo saúde coletiva e atividade
física. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 206p.
IMBERNÓN, F. Formação docente profissional: formar-se para a mudança e
incerteza. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
PIMENTA, S.; LIMA, M. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004.

DISCIPLINAS ELETIVAS
Disciplina: Ludomotricidade
Carga Horária: 36h
Ementa: Analise filosófica e antropossociológica do comportamento motor típico das
atividades lúdicas. Estudo do homem na sua relação consigo mesmo e na
transformação do meio. Atividades psíquicas como reguladoras das condutas
humanas. Análise da estrutura do comportamento como regulador das condutas. A
experiência corporal na formação da consciência. Reflexões sobre o jogo, o esporte,
a dança, a brincadeira e a festa, envolvendo os componentes da alegria,
divertimento e desenvolvimento. Implicações ideológicas e ação contra ideológica.
Bibliografia Básica
CHÂTEAU, J. O jogo e a criança. São Paulo: Summus, 1987.
LOPES, M. Jogos na educação: criar, fazer, jogar. São Paulo: Cortez, 1999.
KISHIMOTO, T. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo: Cortez,
1996.
Bibliografia Complementar
BROUGÉRE, G. Brinquedo e cultura. São Paulo: Cortez, 1997.
HUIZINGA, J. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. São Paulo:
perspectiva, 1980.
81

MARCELINO, N. Pedagogia da animação. São Paulo: Papirus, 1990.
SCHMIDT, R. A.; WRISBERG, C. A. Aprendizagem e performace motora: uma
abordagem baseada no problema. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2001. 352 p
SERGIO, M. Motricidade humana: um paradigma emergente. Blumenau: Ed. da
FURB, 1995. 95 p.

Disciplina: Treinamento Físico Personalizado
Carga Horária: 36h
Ementa: Estudo e discussão do treinamento físico personalizado: estrutura para
intervenção, princípios biológicos e pedagógicos, avaliação, periodização,
prescrição e intervenção do exercício físico personalizado na saúde e na doença.
Bibliografia Básica
HEYWARD, V. Avaliação física e prescrição de exercício: técnicas avançadas.
6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2013.
HOWLEY, E.; FRANKS, B. Manual do instrutor de condicionamento físico para a
saúde. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
MONTEIRO, A.; NEIRA, M. Treinamento personalizado: uma abordagem
didático-metodológica. 3. ed. São Paulo: Phorte, 2006.
Bibliografia Complementar
AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Diretrizes do ACSM para os
testes de esforço e sua prescrição. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003.
_________. Programa de condicionamento físico da ACSM. 2. ed. São Paulo:
Manole, 1999.
BARROW, H.; MCGEE, R.; TRITSCHLER, K. Medida e avaliação em educação
física e esportes: de Barrow & McGee. 5. ed. Barueri: Manole, 2003. 828p.
GUEDES, D.; GUEDES, J. Manual prático para avaliação em educação
física. Barueri: Manole, 2006. 484 p.
PITANGA, F. Testes, medidas e avaliação em educação física. São Paulo:
Phorte, 2005 200 p

82

Disciplina: Exercícios Aquáticos para a Saúde de Diferentes Populações
Carga Horária: 36h
Ementa: Estudo teórico e prático dos exercícios aquáticos, seus benefícios e fatores
de risco. Planejamento, execução e implementação de intervenções na prática de
exercícios aquáticos visando a promoção da saúde e qualidade de vida.
Bibliografia Básica
ARCHER, R. B. Natação adaptada. São Paulo: Ícone, 1998.
BATES & HANSON. Exercícios aquáticos terapêuticos. São Paulo: Manole,
2002.
GUZMAN, R. Natação: exercícios de técnica para melhorar o nado. Barueri:
Manole, 2008. 277 p.
Bibliografia Complementar
AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Diretrizes do ACSM para os
testes de esforço e sua prescrição. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003.
BETTI, I. Manual de ginástica respiratória e natação. 2. ed. Rio de janeiro: Sprint,
1997.
CABRAL, F.; SOUZA, W. Natação: 1000 exercícios. 4. ed. Rio de janeiro: Sprint,
2001.
GREGUOL,
M. Natação
adaptada: em
busca
do
movimento
com
autonomia. São Paulo, SP: Manole, 2010. 174 p.
MACHADO, D. Metodologia da natação. São Paulo: EPU, 2004. 155 p.

Disciplina: Atividades Físicas na Natureza
Carga Horária: 36h
Ementa: Estudo das atividades físicas na natureza: classificação e perspectivas de
intervenção. Educação ambiental. Fundamentação básica e vivência prática de
diferentes atividades físicas de aventura na natureza Atividades físicas na natureza:
classificação e perspectivas de intervenção.
Bibliografia Básica
BRUHNS, H. O corpo parceiro e o corpo adversário. Campinas: Papirus, 1993.
GUATTARI, F. As três ecologias. Campinas: Papirus, 1996.
MARINHO, A.; BRUHNS, H. T. (orgs.) Turismo, lazer e natureza. São Paulo:
83

Manole, 2003.
Bibliografia Complementar
ALBUQUERQUE, A.; SANTIAGO, L.; FUMES, N. Educação física, desporto e
lazer: perspectivas luso-brasileiras. Maceió: EDUFAL, 2008. 230 p.
DIAS, C. A. G. Epopeias em dias de prazer: uma história do lazer na natureza
(1779-1838). Goiânia: UFG, c2013. 182 p
MOTA, J. Actividade física no lazer; reflexões sobre sua prática. Lisboa: Livros
Horizonte, 1997.
SCHWARTZ, G. Atividades recreativas. Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
211 p.
STIGGER, M. P. Esporte, lazer e estilos de vida: um estudo etnográfico. São
Paulo: Autores Associados, 2002. 259 p.

Disciplina: Ginástica Laboral
Carga Horária: 36h
Ementa: A Ginástica Laboral: conceitos, classificação e fatores que a influenciam; A
saúde e qualidade de vida do trabalhador; O benefício da Ginástica Laboral para o
trabalhador e para a empresa; Os fatores de risco; Planejamento da Ginástica
Laboral; Programação e execução de sessões. Planejamento e implementação de
intervenções para a promoção da atividade física na empresa.
Bibliografia Básica
FERREIRA, E. Ginástica Laboral: Teoria e Prática. Rio de janeiro: Sprint, 2002.
LIMA, V. Ginastica Laboral - Atividade Física no Ambiente de Trabalho. 1ª
edição. 264 p. Phorte Editora. São Paulo, 2003.
MENDES, R.; LEITE, N. Ginástica Laboral: princípios e aplicações. 3 ed. Barueri,
SP: Manole, 2012.
Bibliografia Complementar
ALTER M. Ciência da Flexibilidade. Porto Alegre: Artmed, 1999.
BERG, K. Indicações de alongamento: eliminando a dor e prevenindo as
lesões. Porto Alegre: Artmed, 2012. 154p.
GEOFFROY, C. Alongamento para todos. São Paulo: Manole, 2001.
LIMA, D. Ginástica Laboral - metodologia de implantação de programas com
abordagem ergonômica. Jundiaí: Fontoura, 2004.
MELO,
R. Direito
ambiental
do
trabalho
e
a
saúde
do
trabalhador: responsabilidades legais, dano material, dano moral, dano
estético, indenização pela perda de uma chance, prescrição. 4. ed. São Paulo:
84

2010. 559 p.

Disciplina: Alongamento, Relaxamento e Flexibilidade
Carga Horária: 36h
Ementa: Os tipos de alongamento, relaxamento e o aumento da flexibilidade.
Fatores limitantes. Benefícios da flexibilidade no esporte e na aptidão física
relacionada à saúde. Prescrição de exercícios de alongamento.
Bibliografia Básica
ABDALLAH, A. J. Exercícios de alongamento: anatomia e fisiologia. São Paulo:
Manole, 2000.
ALTER, J. M. Alongamento nos esportes (2ª ed.). São Paulo: Manole, 2002.
DANTAS, E. H. M. Flexibilidade, alongamento e flexionamento. Rio de janeiro:
Shape, 1995.
Bibliografia Complementar
ALTER M.J. Ciência da Flexibilidade. Porto Alegre: Artmed, 1999.
BERG, K. Indicações de alongamento: eliminando a dor e prevenindo as
lesões. Porto Alegre: Artmed, 2012. 154p.
GEOFFROY, C. Alongamento para todos. São Paulo: Manole, 2001
PRENTICE WE. & Voight ML. Técnicas em Reabilitação Musculoesquelética.
Porto Alegre: Artmed, 2003.
VOIGT, L. A prática da flexibilidade. Rio de janeiro: Sprint, 2002.

Disciplina: Metodologia do Ensino de Lutas
Carga Horária: 36h
Ementa: Aspectos históricos, filosóficos e conceituais das lutas. Desportos de
combate antigos e contemporâneos. Aspectos técnicos e pedagógicos da
aprendizagem de lutas. Noções básicas de arbitragem. Defesa pessoal básica.
Bibliografia Básica
ANTUNES, M. Aspectos multidisciplinares das artes marciais. 1. ed. São Paulo:
Paco Editorial, 2013.
BREDA, M.; GALATTI, L.; SCAGLIA, A. J.; PAES, R. R. Pedagogia do esporte
85

aplicada as lutas. 1. ed. São Paulo: Phorte, 2010.
SANTOS, A. F.; VIEIRA, S. A. Metodologia do ensino da prática de lutas na
educação física.1. ed. São Paulo: Nelpa, 2012.
Bibliografia Complementar
FLEGEL, M. J. Primeiros socorros no esporte. 4. ed. Barueri: Manole, 2012.
GONÇALVES, N. L. G. Metodologia do ensino de educação física. 1. ed. Curitiba:
IBPEX, 2006.
REIS, A. L. T. Capoeira – saúde e bem-estar social. 1. ed. Brasília: Thesaurus,
2010.
BRUTCHER, A. Judô. Rio de Janeiro: Sprint, 2003
FRANCHINNI. Judô: desempenho competitivo. São Paulo: Manole, 2004.

Disciplina: Ginástica Rítmica Desportiva
Carga Horária: 36h
Ementa: Histórico e evolução da Ginástica Rítmica Desportiva. Estrutura e
características fundamentais do movimento em ginástica rítmica desportiva.
Metodologias de ensino da ginástica rítmica desportiva. Técnicas específicas do
trabalho a mãos livres. Avaliação da ginástica rítmica desportiva: noções básicas do
código de pontuação. Aspectos relativos ao gráfico do esforço e da forma. Ritmo e
movimento.
Bibliografia Básica
ALONSO, H. Pedagogia da ginástica rítmica: teoria e prática. 1. ed. São Paulo:
Phorte, 2011.
GAIO, R. Ginástica rítmica - da iniciação ao alto nível. 2. ed. Jundiaí: Fontoura,
2013.
SANTOS, E. V. N.; LOURENÇO, M. A.; GAIO, R. Composição coreográfica em
Ginástica Rítmica - do compreender ao fazer. 1. ed. Jundiaí: Fontoura, 2010.
Bibliografia Complementar
ARTAXO, I.; MONTEIRO, G. A. Ritmo e Movimento: teoria e prática. 5. ed. São
Paulo: Phorte, 2013.
GAIO, R. Ginástica rítmica popular. 2. ed. Jundiaí: Fontoura, 2007.
GAIO, R. Ginastica e dança: no ritmo da escola. 1. ed. Jundiaí: Fontoura, 2010.
GARCIA, A.; HAAS, A. N. Ritmo e dança. Canoas: 1. ed. Canoas: Ulbra, 2003.
TOLEDO, E.; SILVA, P. C. C. Democratizando o ensino da ginástica: estudos e
exemplos de sua implantação em diferentes contextos sociais. 1. ed. Jundiaí:
Fontoura, 2013.
86

Disciplina: Ginástica Artística
Carga Horária: 36h
Ementa: Histórico e evolução da ginástica artística. Fundamentos básicos e
aspectos metodológicos do ensino da ginástica artística. Apoios e proteções para a
execução dos exercícios. Elaboração de estudos e séries de movimentos.
Bibliografia Básica
BROCHADO, F.; BROCHADO, M. Fundamentos de ginástica artística e de
trampolins. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
NUNOMURA, M.; NISTA-PICCOLO, V. Compreendendo a ginastica artística. 1.
ed. São Paulo: Phorte, 2004.
NUNOMURA, M. Ginástica artística: o espírito do esporte. 2. ed. São Paulo:
Odysseus, 2009.
Bibliografia Complementar
KNIJNIK, J.; ZUZZI, R. Meninas e meninos na educação física. 1. ed. Jundiaí:
Fontoura, 2010.
NUNOMURA, M.; TSUKAMOTO, M. Fundamentos das ginásticas. 1. ed. Jundiaí:
Fontoura, 2009.
SILVA, l. Desempenho esportivo: treinamento com crianças e adolescentes. 2.
ed. São Paulo: Phorte, 2010.

Disciplina: Esportes de Raquete
Carga Horária: 36h
Ementa: História e evolução dos esportes de raquete. Materiais, equipamentos,
regras e competições; O processo de ensino e aprendizagem, de treinamento
técnico e tático das modalidades esportivas de raquete: Badminton, squash, Tênis
de Mesa e Tênis de Campo; Estratégias de treinamento voltadas à adaptação das
principais variáveis da aptidão física em cada modalidade esportiva de raquete; A
prática pedagógica sob orientação e supervisão docente, A relevância da
observação dirigida e da experiência de ensino.
Bibliografia Básica
ISHIZAKI, M.Tênis - Aprendizagem e Treinamento. 2. Ed. São Paulo: Phorte,
87

2009.
MARINOVIC, W.; LIZUKA, C. A.; NAGAOKA, K. T. Tênis de Mesa. 1. Ed. São
Paulo: Phorte, 2006.
SESI-SP. Tênis, tênis de mesa e badmington. São Paulo: Editora SESI-SP, 2012.
Bibliografia Complementar
FARIA, E. Tênis e Saúde: guia básico de condicionamento físico. 1. Ed. São
Paulo: Manole, 2002.
BALBINOTTI, C. O Ensino do Tênis - Novas Perspectivas de Aprendizagem. 1.
Ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
HAWKEY, D. Guia prático do squash. Bacarena-Portugal: Editora presença, 1991.
NUNES, W.J. Tênis: metodologia e técnica. Rio de Janeiro: Shape, 2009.
CASTRO, M. Tênis: aprendizagem e treinamento. São Paulo: Phorte, 2008.

Disciplina: Farmacologia aplicada à atividade física
Carga Horária: 36h
Ementa: Estudo dos conceitos básicos da farmacologia aplicada à atividade física
relacionada à saúde e ao desempenho esportivo: farmacocinética e
farmacodinâmica; terapia farmacológica nas doenças crônico-degenerativas; uso
farmacológico no esporte e o doping.
Bibliografia Básica
BRUNTON, L.; CHABNER, A.; KNOLLMAN, C. As bases farmacológicas da
terapêutica de Goodman & Gilman. 12. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012.
GOODMAN, L. Goodman & Gilman: manual de farmacologia e terapêutica.
Porto Alegre: AMGH, 2010.
KATZUNG, B.; Masters, S.; Trevor, A. Farmacologia básica e clínica. 12. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2014.
Bibliografia Complementar
NELSON, D.; COX, M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 6 ed. Artmed: São
Paulo, 2014.
SILVA, P. Farmacologia. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.

88

Disciplina: Libras
Carga Horária: 36h
Ementa: A história da educação dos surdos. Aspectos fonológicos, morfológicos e
sintáticos da Língua Brasileira de Sinais. A relação entre LIBRAS e a Língua
Portuguesa. O ensino-aprendizagem em LIBRAS. A linguagem viso-gestual e suas
implicações em produções escritas.
Bibliografia Básica
GESSER, A. LIBRAS: que língua é essa? São Paulo: Parábola, 2009.
GESSER, A. O ouvinte e a Surdez: sobre ensinar e aprender a LIBRAS. São
Paulo: Parábola Editorial, 2012.
LODI, A. et al. Letramento e minorias. Porto Alegre: Mediação, 2002.
QUADROS, R. O bilinguismo na educação de surdos. Porto Alegre: Editora
Mediação, 2007.
Bibliografia Complementar
FELIPE, T. Libras em Contexto: Curso básico. Brasília: Ministério da Educação,
Secretaria de Educação Especial, 2007.
GUARINELLO, A. O papel do outro na escrita de sujeitos surdos. São Paulo:
Plexus, 2007.
LIMA-SALES, H. (Org.). Bilinguismo dos Surdos: Questões Linguísticas e
Educacionais. Brasília: Cânone Editorial, 2007.
LODI, A.et al. Letramento e minorias. Porto Alegre: Mediação, 2002

IX- TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TIC

A implantação de plataforma de ensino e a capacitação dos docentes da
UFAL para o uso das ferramentas da Tecnologia da Informação e da Comunicação TIC têm sido pontos estruturantes para a transformação das aulas tradicionais,
levando a universidade para um novo patamar de interação e facilitando a
acessibilidade e a melhor integração de docentes e discentes às atividades
acadêmicas.
Para essa consolidação a UFAL está se comprometendo com duas ações
básicas preponderantes: a) a substituição dos seus sistemas informatizados
acadêmicos e administrativos e, b) reestruturação da rede lógica, em especial o
aumento de velocidade e o alcance da rede, permitindo salas de aula
89

verdadeiramente eletrônicas. Está, portanto, atenta às novas tendências e desafios
para a sociedade em um mundo contemporâneo e buscando sempre novas práticas
pedagógicas.
As ferramentas de Tecnologia da Informação e da Comunicação estão
disponibilizadas por meio de Ambientes Virtuais de Aprendizagem, a Plataforma
Moodle, para aulas na modalidade a Distância e ou semipresenciais não
ultrapassando os 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso, conforme
orienta a Portaria MEC Nº 4.059, de 10 de dezembro de 2004.
O uso das TICs, por parte dos estudantes com necessidades educacionais
favorece não só o aprendizado, mas a participação, com autonomia, na vida
acadêmica. Assim, a UFAL possui o Núcleo de Assistência Educacional – NAE –
visando promover e facilitar a acessibilidade pedagógica, metodológica de
informação e comunicação conforme previstas na Política de Acessibilidade. Desta
forma, os docentes são incentivados a buscar junto a esses núcleos, orientações
sobre o uso devido dessas tecnologias. As disciplinas podem utilizar a Tecnologia de
Informação e comunicação como ferramenta de trabalho do professor e do aluno,
como: Moodle, software, redes sociais, dentre outros recursos, assim como, o
laboratório de Informática.

X - AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL
A avaliação conforme concebida no Projeto Pedagógico Institucional – PPI - é
um fator de gestão no sentido de possibilitar correções, reorientar práticas
pedagógicas, refletir sobre os projetos pedagógicos, delimitar os obstáculos
administrativos e se processa no âmbito do curso pelo acompanhamento do Projeto
Pedagógico e pela avaliação da do processo ensino/aprendizagem. Deste modo, ela
se explicita, de forma clara e objetiva, no Projeto Pedagógico de Curso que, deverá
prever tempo amplo para o processo de sua auto-avaliação pedagógica.
A avaliação é um mecanismo que contribui para as respostas dadas às
demandas da sociedade e da comunidade científica e deve ser entendida como um
processo amplo e co-participativo, respeitando os critérios estabelecidos no
regulamento geral dos cursos de graduação transcendendo a concepção de
90

avaliação da aprendizagem, devendo ser integrada ao PPC como dado que interfira
consistentemente na ação pedagógica do curso, de maneira que garanta a
flexibilização curricular e que permita a adequação do desenvolvimento acadêmico à
realidade na qual se insere a UFAL. A avaliação requer, portanto, por parte de todos
os atores envolvidos com o processo educacional, uma permanente aferição
avaliativa do Projeto Pedagógico em relação aos fins pré-constituídos, às metas e às
ações definidas.
Assim, a avaliação deve ser percebida como movimento de reflexão sobre os
constitutivos do processo de ensino-aprendizagem, do plano político-pedagógico e
das atividades curriculares.

XI - PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINOAPRENDIZAGEM
A avaliação do processo ensino-aprendizagem insere-se na própria dinâmica
curricular. A avaliação é, portanto, uma atitude de responsabilidade da instituição,
dos professores e dos alunos acerca do processo formativo.
A avaliação que aqui se propõe não é uma atividade puramente técnica, ela
deve ser processual e formativa; e, manter coerência com todos os aspectos do
planejamento e execução do Projeto Pedagógico do Curso.
A avaliação da aprendizagem considera os aspectos legais determinados na
Lei de DBEN no que concerne à aferição quantitativa do percentual de 75% de
presença às atividades de ensino previstas pela carga horária de cada disciplina e
no total da carga horária do curso e qualitativa em relação ao total de pontos obtidos
pelo aluno em cada disciplina.
No plano interno, a avaliação da aprendizagem atende ao Art. 9º. da
Resolução 25/05 – CEPE que determina que o regime de aprovação do aluno em
cada disciplina será efetivado mediante a apuração da frequência às atividades
didáticas e do rendimento escolar.
Neste entendimento, o Art. 10 afirma que:

91

Será considerado reprovado por falta o aluno que não comparecer a mais de 25% (vinte
e cinco por cento) das atividades didáticas realizadas no semestre letivo.
Parágrafo Único - O abono, compensação de faltas ou dispensa de frequência, só será
permitido nos casos especiais previstos nos termos do Decreto-Lei no 1.044
(21/10/1969), Decreto-Lei no 6.202 (17/04/1975) e no Regimento Geral da UFAL.
A mesma resolução apresenta um capítulo detalhando como se efetiva a apuração do
rendimento escolar.
Art. 11 - A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
§ 1o – Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive prova final,
após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e oito) horas, das notas
obtidas pelo aluno em avaliações anteriores.
§ 2o - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de avaliação e, no
prazo de 02 (dois) dias úteis após a divulgação de cada resultado, poderá solicitar
revisão da correção de sua avaliação, por uma comissão de professores designada pelo
Colegiado do Curso.
Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio Curricular
Obrigatório, quando previsto no PPC.
Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que possível, aos
conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de mais de 01 (um)
instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas práticas, além de outras
opções como provas orais, seminários, experiências clínicas, estudos de caso,
atividades práticas em qualquer campo utilizado no processo de aprendizagem.
§ 1o - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais dos
instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva,
calculada considerando-se a média das avaliações programadas e efetivadas pela
disciplina.
§ 2o - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma das 02
(duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a ser reavaliado
naquela em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a maior.
Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética, apurada
até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
§ 1o - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
§ 2o - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das Avaliações
Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou superior
a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova Final (PF).
Parágrafo Único - A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina ministrada
e será realizada no término do semestre letivo, em época posterior às reavaliações,
conforme o Calendário Acadêmico da UFAL.
Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em cada
disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco
décimos).

92

Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada da
Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da Prova Final
(PF), com peso 4 (quatro).
Art. 17 - Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo comparecido à
Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de doença, devendo requerê-la
ao respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas após a
realização da prova.
Parágrafo Único - A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05 (cinco) dias
após a realização da primeira chamada, onde prevalecerá o mesmo critério disposto no
Parágrafo único do Art. 16.

Ao nível do PPC do curso de Educação Física-Bacharelado, a avaliação da
aprendizagem é condizente com a concepção de ensino aprendizagem que norteia a
metodologia adotada para a consecução da proposta curricular, de forma a
fortalecer a perspectiva da formação integral dos alunos, respeitando a diversidade e
a pluralidade das suas formas de manifestação e participação nas atividades
acadêmicas, sem se distanciar, entretanto, das determinações legais e institucionais.
Portanto, as avaliações têm caráter formativo e somativo.
Caracterizado, essencialmente como um curso de intensas interações entre
os conhecimentos advindos da teoria e da prática, entendemos que as avaliações
devam ser estruturadas pelo professor numa perspectiva processual, não perdendo
de vista os seguintes princípios: integração de conteúdos tratados ao longo do
curso, coerência entre os conteúdos trabalhados em sala de aula e aqueles
requeridos nos momentos de avaliação, consideração da relação entre teoria e
prática, com a distribuição de pontos equilibrada e compatível com a natureza da
disciplina; elaboração de instrumentos de avaliação justos e coerentes com as
especificidades de cada disciplina; adequação da avaliação à realidade e condições
do curso e da Instituição e, compromisso ético entre docentes e discentes.
A distribuição de pontos em relação à realização de atividades dentro de cada
disciplina, assim como, as diretrizes avaliativas devem ser informadas pelo professor
no início do período letivo, quando da apresentação do plano de ensino, pois é
reconhecidamente fundamental que o aluno tenha conhecimentos de como se dará
o processo avaliativo em relação a distribuição de pontos, instrumentos de avaliação
(provas teóricas, práticas, seminários, trabalhos, relatórios, eventos, entre outros) e

93

critérios selecionados. Existe a possibilidade de reconhecimento das avaliações
realizadas através da Plataforma Moodle.

XII - AVALIAÇÃO

DO CURSO

- COMISSÃO

DE

AUTOAVALIAÇÃO

-

RELATÓRIOS DE CURSO DO ENADE

AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO – atribuição do Núcleo Docente
Estruturante
As ações visando a avaliação dos cursos são orientadas pelas normatizações
oriundas da Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior - CONAES - e se
expressa de diferentes formas. Assim, o processo de avaliação do PPC do Curso de
Educação Física-Bacharelado é realizado por uma comissão representativa dos
diferentes segmentos da comunidade acadêmica, com predomínio de docentes,
identificada

no

Projeto

de

Auto-avaliação

da

UFAL

como

Comissão

de

Autoavaliação – CAA, instalada em cada Unidade Acadêmica (UA) e/ou Unidade
Educacional (EU), no caso dos campi interioranos.
O curso EDFB-UFAL é avaliado anualmente pela citada Comissão e, em
caráter permanente, pelos membros do Núcleo Docente Estruturante – NDE.
Na primeira situação, o processo é conduzido em primeira instância pela CAA
que coleta dados através de diferentes estratégias junto ao corpo docente, discente
e técnico administrativo da UA ou EU. Há, também, o acesso espontâneo da
comunidade acadêmica através de formulários on-line, disponibilizados, segundo
cronograma de desempenho divulgado pela Comissão Própria de Avaliação (CPA).
Em ambas as situações os participantes se expressam sobre a condução do Projeto
Pedagógico do Curso, entre outros aspectos como a atuação, a qualificação e a
relação com os docentes e as condições da infraestrutura disponibilizada para a
realização das atividades acadêmicas. Desta forma, os dados computados são
organizados e analisados pela Comissão de Autoavaliação – CAA e enviados para
serem consolidados pela CPA/UFAL e incorporados ao Relatório de Avaliação
Institucional, de periodicidade anual.
Em relação ao NDE, há um acompanhamento permanente da implementação
e desenvolvimento do PPC, de forma a garantir a melhor qualidade educativa em
94

todas as suas etapas. Através de reuniões periódicas os seus membros avaliam a
pertinência das disciplinas, seu ordenamento, a atualização da bibliografia
referenciada e as condições de realização de práticas e estágios supervisionados,
de modo a ter condições concretas de intervir sempre que necessária no sentido do
aperfeiçoamento do PPC.

XIII - COLEGIADO DO CURSO
Considerando os artigos 25 e 26 do Regimento Geral da UFAL, o Colegiado
do Curso tem as seguintes características e atribuições:
Art. 25. O Colegiado de Curso de Graduação é órgão vinculado à Unidade Acadêmica, com o objetivo
de coordenar o funcionamento acadêmico de Curso de Graduação, seu desenvolvimento e avaliação
permanente, sendo composto de:
I. 05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos suplentes, que
estejam no exercício da docência, eleitos em Consulta efetivada com a comunidade
acadêmica, para cumprirem mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução;
II. 01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente, escolhido em processo
organizado pelo respectivo Centro ou Diretório Acadêmico, para cumprir mandato de 01
(um) ano, admitida uma única recondução;
III. 01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo suplente,
escolhidos dentre os Técnicos da unidade acadêmica, eleito pelos seus pares, para
cumprir mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução.
Parágrafo Único – O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu Suplente, escolhidos
pelos seus membros dentre os docentes que o integram.
Art. 26. São atribuições do Colegiado de Curso de Graduação:
I. Coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto Pedagógico do Curso,
com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, no perfil do profissional desejado, nas
características e necessidades da área de conhecimento, do mercado de trabalho e da
sociedade;
II. Coordenar o processo de ensino e de aprendiza gem, promovendo a integração docentediscente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da ação docente com os planos de
ensino, com vistas à formação profissional planejada;
III. Coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos resultados obtidos, executando
e/ou encaminhando aos órgãos competentes as alterações que se fizerem necessárias;
IV. Colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;
V.
VI. Exercer outras atribuições compatíveis.

95

No Curso de EDFB o Colegiado de Curso é formado pelas representações
docente, discente e técnico-administrativo. O Colegiado se reúne mensalmente, e
tem os registros das reuniões (encaminhamentos, decisões) em atas.

XIV - NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
Em atendimento à Portaria 147/2007, ao Parecer CONAES 04/2010 e a
Resolução CONAES 01/2010 a UFAL instituiu, através da Resolução 52/2012 no
âmbito de seus cursos de graduação os Núcleos Docentes Estruturantes – NDE –
em conformidade com as especificações legais.
Neste sentido, o NDE deve ser composto pelo mínimo de cinco membros,
todos docentes com titulação de pós-graduação stricto senso e formação na área do
curso. Considera-se, igualmente, a afinidade da produção científica com o eixo do
curso e sua dedicação ao mesmo.
No curso EDFB-UFAL, o NDE, instituído em dezembro de 2011 pela Portaria
nº 1504, é composto por cinco docentes do curso dos quais: cinco doutores e um
mestre.
O NDE se reúne sistematicamente com o objetivo de avaliar as estruturas
curriculares previstas no PPC.

XV- POLÍTICAS DE APOIO AOS DOCENTES E TÉCNICOS
Com a promulgação da Constituição Federal de 1988, o Estado Brasileiro
passou a ter uma nova configuração, privilegiando os deveres sociais e repercutindo
prontamente na Administração Pública. Entre seus princípios - legalidade,
impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência -, este último, traduzido no
aperfeiçoamento da prestação do serviço público de qualidade, diz respeito
diretamente às ações institucionais das IFES, para o apoio ao seu quadro de
pessoal. Diante do exposto, a UFAL, produtora e, provavelmente, principal
disseminadora do conhecimento e do desenvolvimento econômico e social no
estado de Alagoas, precisa abraçá-lo e materializá-lo em suas ações cotidianas.
Considerando a previsão legal expressa na Lei 5707/06, que dispõe sobre a
Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da Administração
96

Pública Federal, a UFAL ajusta seu PDI a este novo paradigma, tendo como
objetivo, sem prejuízo de outros, o desenvolvimento permanente do seu servidor.
A UFAL considera o desenvolvimento do servidor como uma atividade
essencial para a melhoria de seu desempenho profissional, bem como de
seu crescimento pessoal. Realizando ações de desenvolvimento, a Política
de Gestão de Pessoas busca, principalmente, melhorar a qualidade dos
serviços prestados ao cidadão e orienta-se pelo alinhamento da
competência do servidor com os objetivos da instituição, pela divulgação e
gerenciamento das ações de capacitação e pela racionalização e
efetividade dos gastos com treinamentos (2013, p.71).

O Plano de Desenvolvimento Institucional dos Servidores compõe-se de eixos
integrados:

Dimensionamento

das

Necessidades

Institucionais

de

Pessoal,

Capacitação, Avaliação de Desempenho e Qualidade de Vida no Trabalho,
recortados por diretrizes e princípios, muitos deles, diretamente relacionados à
atividade docente.
No que concerne ao dimensionamento das necessidades institucionais, diz
respeito à otimização dos Recursos Humanos, a fim de garantir o cumprimento dos
objetivos institucionais. A capacitação, por seu turno, atua em duas frentes: por um
lado, melhorar o desempenho do servidor e por outro, assegurar um quadro mais
confiante, motivado e consequentemente, mais satisfeito. A capacitação é realizada
em diferentes momentos e modalidades: Iniciação ao serviço público, formação
geral, educação formal, gestão, inter-relação entre os ambientes e formação
específica.
Outra ação voltada para o servidor é a avaliação de desempenho que objetiva
redimensionar as ações desenvolvidas pelos servidores no exercício do cargo e
auferir seu desempenho, deixando-o ciente de suas fragilidades e potencialidades e
oferecendo subsídios para a organização do plano de capacitação.
No plano social, o Programa de Qualidade de Vida no Trabalho (PQVT),
promove ações embasadas na Política de Atenção à Saúde do Servidor (PASS),
baseadas no conceito de prevenção de doenças como garantia de condições mais
justas de trabalho, valorizando o servidor e garantindo o pleno exercício de suas
funções.

97

Dentre as políticas de apoio ao servidor, uma se destaca por ter como
enfoque o docente: o Programa de Formação Continuada em Docência do Ensino
Superior (PROFORD), que consiste em um plano de capacitação contemplando
desde os docentes recém-empossados, até aqueles com mais tempo na Instituição.
O objetivo é incentivá-los à reflexão sobre suas práticas, estabelecendo uma
intersecção entre ensino, pesquisa e extensão, dentro de dois enfoques: a prática
docente e a atuação destes profissionais na gestão acadêmica e institucional.
Esta Política de Apoio ao Docente consolidada é objeto contínuo de
avaliação, a fim de garantir a satisfação do professor e o respeito ao Princípio
Constitucional da Eficiência, do qual nenhuma Instituição de Ensino Superior pode
se furtar.
No curso EDFB a política de valorização do servidor se manifesta pela
oportunidade de formação continuada, na medida em que possibilita o afastamento
para capacitação profissional do seu quadro de professores e técnicos.

XVI- POLÍTICAS DE APOIO AOS DISCENTES
As políticas de apoio aos discentes se fundamentam no PDI/UFAL e nos
princípios e diretrizes estabelecidos pelo Plano Nacional de Assistência Estudantil –
PNAES, que objetiva viabilizar a igualdade de oportunidades entre todos os
estudantes e contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico, a partir de
medidas que buscam combater situações de repetência e evasão (Decreto nº 7.234,
de 19 de julho de 2010). Apoia, prioritariamente, a permanência de estudantes em
situação de vulnerabilidade e risco social matriculados em cursos de graduação
presencial das Instituições Federais de Ensino Superior – IFES. Sua instância de
discussão e resolução é o Fórum Nacional de Pró-reitores de Assuntos Comunitários
e Estudantis – FONAPRACE, realizado anualmente e no qual a UFAL tem assento.
Na ocasião são feitos diagnósticos e reflexões sobre a realidade estudantil nas IFES
e se estabelecem as diretrizes e linhas de ação das Pró-Reitorias em nível nacional.
De acordo com o PDI/UFAL as políticas discentes da instituição vão além do
PNAES, pois trabalham também com a perspectiva de universalidade no
atendimento dos estudantes que frequentam o espaço universitário. Assim, podem
ser identificadas:
98

 Apoio pedagógico - buscam reforçar e/ou orientar o desenvolvimento
acadêmico; apoio ao acesso às tecnologias de informação e línguas
estrangeiras, com a oferta de cursos para capacitação básica na área.
Atenção aos discentes como forma de orientá-los na sua formação
acadêmica

e/ou

encaminhá-los/as

a

profissionais

específicos

para

atendimento através da observação das expressões da questão social.
Articulação com as Coordenações de Curso sobre dificuldades pedagógicas
desses alunos e planejamento para superação das mesmas. Ex.: PAINTER,
Monitoria, Tutoria.
 Estímulo à permanência - atendimento às expressões da questão social que
produzem impactos negativos na subjetividade dos estudantes e que
comprometem

seu desempenho

acadêmico;

atendimento psicossocial

realizado por profissionais qualificados, com vistas ao equilíbrio pessoal para
a melhoria do desempenho acadêmico; atendimento do estudante na área da
saúde através da assistência médico odontológica; fomento à prática de
atividades física e de esporte; promoção de atividades relacionadas à arte e
cultura no espaço universitário; implementação de bolsas institucionais que
visam ao aprimoramento acadêmico. Ex.: Bolsa Permanência (PróGraduando).
 Apoio financeiro - disponibilização de bolsa institucional a fim de incentivar os
talentos e potenciais dos estudantes de graduação, mediante sua participação
em projetos de assuntos de interesse institucional, de pesquisa e/ou de
extensão universitária que contribuam para sua formação acadêmica;
disponibilização

de bolsas

aos discentes em

situação

de risco

e

vulnerabilidade social, prioritariamente, a fim de ser provida uma condição
favorável aos estudos, bem como ser uma fonte motivadora para ampliação
do conhecimento, intercâmbio cultural, residência e restaurante universitários.
Ex.: PIBID, PIBIC, PET.
 Organização estudantil – ação desenvolvida por intermédio de projetos e
ações esportivos, culturais e acadêmico-científicos quer sejam promovidos
pela universidade quer sejam promovidos pelos estudantes. Alguns espaços
99

físicos são reservados para as atividades dos centros acadêmicos, vindo a
colaborar com a ampliação dos espaços de discussão e diálogo que
contribuam para a formação

política

dos estudantes. Ex.:

Centros

Acadêmicos, Diretório Central de Estudantes.
 Plano de acompanhamento do assistido – proporciona uma maior segurança
para o aluno quanto à sua possibilidade de sucesso na instituição, evitando
assim um aumento da retenção e/ou da evasão. Evita também a acomodação
do mesmo ao longo do curso. Busca a reorientação e a preparação para a
saída dos mesmos, diminuindo a ansiedade entre a academia e o mercado de
trabalho. Ex.: Estágios.
O

curso

EDFB-UFAL,

procura

favorecer

uma

melhor

integração

e

conhecimento, propondo a realização de dois seminários semestrais: Seminário
Integrador – no inicio do semestre letivo, organizado por professores e alunos. Este
Seminário tem como principal objetivo apresentar a estrutura do curso EDFB-UFAL
aos alunos ingressantes.
Tais seminários representam momentos e espaços para integração entre
docentes e discentes onde, são apresentados e discutidos os projetos de pesquisa e
extensão desenvolvidos dentro do curso e a dinâmica do desenvolvimento do curso
(disciplinas, forma de avaliação, entre outras).
O segundo seminário acontece no final de cada semestre e tem como objetivo
apresentar a produção científica do curso. Neste seminário, é apresentada e
discutida a produção acadêmico/científica do curso, além da discussão de outros
temas pertinentes à formação do aluno.
É disponibilizado, para todos os alunos, em datas e horários fixos um
determinado período de atendimento individual, prestado por todos os docentes do
curso. Este atendimento ou orientação é feita individualmente.
No âmbito da internacionalização o Curso tem firmado intercâmbio com a
Faculdade e Desporto da Universidade do Porto e com a Faculdade de Ciências do
desporto e de Educação Física da Universidade de Coimbra. A UFAL publica
anualmente editais para intercâmbio do Programa de Bolsas Luso-Brasileiras
Santander Universidades, bem como, Ciências sem Fronteiras. A internacionalização
proporciona ao estudante a abertura de possibilidades de novos conhecimentos,
100

culturas e valores.

101

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Política
nacional de promoção da saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à
Saúde. – 60 p. – (Série B. Textos Básicos de Saúde) ISBN 85-334-1198-7. Brasília:
Ministério da Saúde, 2006.
BRASIL. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Casa Civil. Subchefia para Assuntos
Jurídicos. LEI Nº 11.741, DE 16 DE JULHO DE 2008. Altera dispositivos da Lei no
9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional, para redimensionar, institucionalizar e integrar as ações da
educação profissional técnica de nível médio, da educação de jovens e adultos e da
educação profissional e tecnológica.
Disponível

em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-

2010/2008/Lei/L11741.htm. Acesso em: 16 de agosto de 2015.
BRASIL.

MINISTÉRIO

DA

EDUCAÇÃO.

CONSELHO

NACIONAL

DE

EDUCAÇÃO.CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR.RESOLUÇÃO Nº 4, DE 6 DE
ABRIL DE 2009 (*) dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à
integralização e duração dos cursos de graduação em Biomedicina, Ciências
Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia,
Nutrição e Terapia Ocupacional, bacharelados, na modalidade presencial.
Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rces004_09.pdf. Acesso em:
16 ago. 2015.
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de
Atenção à Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde / Ministério da Saúde,
Secretaria de Vigilância em Saúde, Secretária de Atenção à Saúde. – 3. ed. –
Brasília: Ministério da Saúde, 2010. 60 p. – (Série B. Textos Básicos de Saúde)
(Série Pactos pela Saúde 2006; v. 7).
BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. CONAES - Comissão Nacional de
Avaliação da Educação Superior. Parecer N° 4, de 17 de junho de 2010 - Dispõe
sobre

o

Núcleo

Docente

Estruturante

–

NDE.

Disponível

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102

<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=15712&Ite
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CURRICULARES

NACIONAIS

DOS

CURSOS

DE

BACHARELADO E LICENCIATURA. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - SECRETARIA
DE

EDUCAÇÃO

SUPERIOR.

Brasília

–

Abril

de

2010.

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<http://www.castelobranco.br/site/arquivos/pdf/Referenciais-Curriculares-Nacionaisv-2010-04-29.pdf. Acesso em: 16 de agosto de 2015.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL. Secretaria Executiva dos
Conselhos Superiores – SECS/UFAL. RESOLUÇÃO Nº 69/2010-CONSUNI/UFAL,
de 12 de novembro de 2010.MODIFICA DISPOSITIVOS DA RESOLUÇÃO Nº
25/2005-CEPE/UFAL, QUE REGULAMENTA O REGIME ACADÊMICO DOS
CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UFAL.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL. Secretaria Executiva dos
Conselhos Superiores - SECS/UFAL. RESOLUÇÃO Nº 52/2012-CONSUNI/UFAL,
de 05 de novembro de 2012.INSTITUI O NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
(NDE) NO ÂMBITO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UFAL. Novembro de
2012.
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PROGRAD/Fórum dos Colegiados, de 20 de setembro de 2013. Dispõe sobre os
procedimentos para reformulação dos projetos pedagógicos dos cursos de
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BRASIL. Lei nº. 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental,
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ago. 2015.

103

BRASIL. Lei nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Art. 66 - referente a titulação do
corpo

docente.

Disponível

em:

<http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/leis/L9394.htm>. Acesso em: 20 ago. 2015.
(Outras legislações podem ser encontradas no site do MEC e da UFAL).
BRASIL. Lei nº. 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a
obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", e dá outras
providências.

Disponível

em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.639.htm>. Acesso em: 20 ago.
2015.
BRASIL. Lei nº. 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de
Sinais

-

Libras

e

dá

outras

providências.

Disponível

em:

<http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/Leis/2002/L10436.htm>. Acesso em: 20 ago.
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Aprova o Plano Nacional de Educação e dá outras providências. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10172.htm>. Acesso em: 20 ago.
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BRASIL. Lei nº. 11.645, de 10 de março de 2008. Estabelece as diretrizes e bases
da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a
obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena. Disponível
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http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11645.htm>.

Acesso em: 20 ago. 2015.
BRASIL. Lei nº. 12.319, de 1º de setembro de 2010. Regulamenta a profissão de
Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Disponível em: <
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12319.htm>.

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Aprova o Plano Nacional de Educação (PNE) e dá outras providências. Disponível
104

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FEDERAL DE ALAGOAS. Resolução Nº 25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005.
Institui e regulamenta o funcionamento do Regime Acadêmico Semestral nos Cursos
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de junho de 2007. Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à
105

integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade
presencial.
Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/2007/rces002_07.pdf>.
Acesso em: 20 ago. 2015.
______. Resolução CNE/CES n°. 07, de 31 de março de 2004. Institui as diretrizes
curriculares nacionais para os cursos de graduação em Educação Física, em nível
superior

de

graduação

plena.

Disponível

em:

<http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/ces0704edfisica.pdf>. Acesso em: 28 jul.
2015.
______. Resolução CNE/CES nº. 04, de 06 de abril de 2009. Dispõe sobre carga
horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de
graduação em Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem,
Farmácia,

Fisioterapia,

bacharelados,

na

Fonoaudiologia,
modalidade

Nutrição

presencial.

e

Terapia
Disponível

Ocupacional,
em:

<

http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rces004_09.pdf>. Acesso em: 20 ago. 2015.
BRASIL. Decreto nº. 4.281, de 25 de junho de 2002. Regulamenta a Lei nº. 9.795,
de 27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá
outras providências.
Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, v. *, n. *, p. *, 26 de jun.
2002.
BRASIL. Decreto nº. 5.296, de 02 de dezembro de 2004. Regulamenta as Leis nº.
10.048, de 08 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas
que especifica, e nº. 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas
gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras
de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências.
Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, v. *, n. *, p. *, 03 dez. 2004.

106

BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº
10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, v. *, n. *, p. *, 23 dez. 2005.
BRASIL. Decreto nº. 5.622, de 19 de dezembro de 2005. Regulamenta o art. 80 da
Lei nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional - referente a EaD.
Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, v. *, n. *, p. *, 20 dez. 2005.
BRASIL. Decreto nº. 5.622, de 19 de dezembro de 2005. Regulamenta o art. 80 da
Lei nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional (LDB). (Oferta de disciplinas semipresenciais).
Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, v. *, n. *, p. *, 20 dez. 2005.
BRASIL Ministério da Educação. Parecer CNE/CES nº 09/2001, de 08 de maio de
2001.

Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da

Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação.
Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, 18 jan. 2002. Seção 1,
p.31.
BRASIL. Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior. Parecer CONAES
N° 04, de 17 de junho de 2010. Dispõe sobre o Núcleo Docente Estruturante – NDE.
Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, ****. Seção *, p. *
Plano de Desenvolvimento Institucional da UFAL 2013-2017. Disponível em:
<http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/plano-de-desenvolvimento/20132017>. Acesso em: 20 ago. 2015.
BRASIL. Ministério da Educação. Portaria n° 1024, de 11 de maio de 2006. As
atualizações do Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia serão
divulgadas no sítio eletrônico oficial do Ministério da Educação e outras
providências.
107

Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, seção 1, p. 11, 11 mai.
2005.
BRASIL. Ministério da Educação. Portaria Normativa nº. 40, de 12 de dezembro de
2007. Institui o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de
informações relativas aos processos de regulação, avaliação e supervisão da
educação superior no sistema federal de educação, e o Cadastro e-MEC de
Instituições e Cursos Superiores e consolida disposições sobre indicadores de
qualidade, banco de avaliadores (Basis) e o Exame Nacional de Desempenho de
Estudantes (ENADE) e outras disposições.
Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, seção 1, p. 23, 29
dez.2010.

108

ANEXOS

109

ANEXO I
MANUAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO CURSO DE
EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO

110

MANUAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

2015
111

SUMÁRIO

I – NATUREZA........................................................................................................................ 113
II – OBJETIVOS ...................................................................................................................... 113
III – OPERACIONALIZAÇÃO PARA INICIAR O ESTÁGIO............................................. 114
IV - ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO .................................................................................... 114
(1)

A Caracterização dos Estágios Curriculares Supervisionados ....................... 115

(2)

Os Campos de Aplicação ...................................................................................... 116

(3)

As Áreas de Desempenhos e as Atividades de Estágio Curricular Supervisionado
116

V – AVALIAÇÃO ..................................................................................................................... 120
VI - DESLIGAMENTO DA DISCIPLINA E/OU REGISTRO DE OCORRÊNCIAS QUE
POSSAM GERAR SANÇÕES .............................................................................................. 123
VII – DISPOSIÇÕES FINAIS ................................................................................................ 123
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .................................................................................... 124

112

MANUAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO CURSO DE
EDUCAÇÃO FÍSICA BACHARELADO

(1)

I – NATUREZA
A Iniciação à Prática Profissional do Ciclo de Estudos conducente ao grau de

Bacharel em Educação Física da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) integra
os Estágios Curriculares Supervisionados I, II, II e IV e a correspondente
estruturação do Relatório Final de Estágio de cada uma das atividades de Estágio.
Rege-se pelas normas institucionais e pela legislação específica acerca da
Habilitação Profissional para o exercício do bacharel em Educação Física.
Os Estágios Curriculares Supervisionados são desenvolvidos em quatro
períodos letivos, com 100 horas em cada, perfazendo um total de 400 horas.
Integram o itinerário formativo do Estudante Estagiário, fazem parte do Projeto
Pedagógico do Curso (PPC) e são atividades curriculares obrigatórias que decorrem
a partir do quinto semestre letivo.
A estrutura e funcionamento dos Estágios Curriculares Supervisionados
consideram os princípios decorrentes das orientações legais, nominalmente as
constantes na Lei Federal nº 11.788 de 25 de setembro de 2008, Cartilha
esclarecedora sobre a lei do estágio: Lei nº 11.788 (2008), Orientação normativa nº
07 de 30 de Outubro de 2008, Resolução CNE/CES nº 04 de 06 de abril de 2009,
Resolução CONSUNI/UFAL nº 71 de 18 de dezembro de 2006 e tem em conta o
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Educação Física – Bacharelado.
Deve ser entendido como um processo de intervenção acadêmicoprofissional, pelo qual os Estudantes Estagiários têm a oportunidade de vivenciar a
realidade da prática profissional em todas as suas dimensões (conceituais,
procedimentais e atitudinais), e em consonância com as áreas de desempenhos e as
atividades de Estágios Curriculares Supervisionados.

(2)

II – OBJETIVOS
Os objetivos dos Estágios Curriculares Supervisionados é oportunizar ao

Estudante Estagiário a vivência das situações de trabalho, em instituições que
ofertam à comunidade serviços (público ou privado) específicos do Profissional de
113

Educação Física, além disso, visa potencializar a aquisição das competências e
habilidades exigidas na prática profissional.

(3)

III – OPERACIONALIZAÇÃO PARA INICIAR O ESTÁGIO
Para o Estudante Estagiário ingressar nos Estágios

Curriculares

Supervisionados, deverá estar devidamente matriculado em um dos e Estágios
Supervisionados. Em seguida, o mesmo deverá, de posse de uma Carta de
Apresentação (assinada pelo Professor Supervisor) e Carta de Autorização de
Estágio (assinada pelo Coordenador de Estágio) dirigir-se a Instituição concedente
do Estágio para o Preenchimento do Termo de Compromisso.
Posteriormente, deverá encaminhar todos os documentos acima informados,
devidamente preenchidos e assinados, ao Módulo de Gerenciamento de Estágio MGE/PROGRAD/UFAL, para fins de emissão do Termo de Compromisso de
Estágio. O MGE/PROGRAD/UFAL se encarregará de emitir o termo de
compromisso, encaminhando-o diretamente ao Estudante Estagiário.
O Estudante Estagiário deverá imprimir o Termo de Compromisso de Estágio
em 3 (três) vias, assinar e, por fim, coletar as assinaturas do Coordenador de
Estágio e do representante legal da Instituição Concedente.
O Estudante Estagiário só poderá iniciar as atividades práticas de Estágios
Curriculares Supervisionados, após a conclusão de todas as etapas condizentes à
regulamentação documental para o exercício de prática profissional inicial em campo
de estágio.

(4)

IV - ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO
A organização de cada um dos componentes de Estágio Curricular

Supervisionado é da responsabilidade do professor Supervisor, em estreita relação
com o Módulo de Gerenciamento de Estágio - MGE/PROGRAD/UFAL e a
Coordenação de Estágios do Curso de Educação Física – Bacharelado.
Para sua organização, defende-se a ideia central de que a articulação do
estágio com a pesquisa constitui instrumento epistemológico-teórico-metodológico
fundante de um modelo alternativo/inovador da formação inicial. O Estágio Curricular
Supervisionado deve ser visto como condição de desenvolvimento da autonomia
114

intelectual, profissional e da identidade profissional, tendo em vista a formação de
um profissional-pesquisador crítico-reflexivo.
O Estágio Curricular Supervisionado está dividido em 4 (quatro) componentes de
formação, dispostas nos últimos 4 (quatro) semestres letivos do Curso de Educação
Física - Bacharelado e se dará a partir de normatização própria aprovada pelo Colegiado
do Curso, que percorrem transversalmente três parâmetros de organização:
(5) A Caracterização dos Estágios Curriculares Supervisionados
5º PERÍODO
Ementa

Estágios
Supervisionados I
(Lazer)

Identificação, descrição e formas de organização
do campo de atuação do profissional de educação
física vinculado à área de Educação Física e
Lazer; Levantamento das diferentes Instituições
que oferecem serviços neste campo de
intervenção profissional. Elaboração de relatório
de campo.

6º PERÍODO
Ementa

Estágios
Supervisionados II
(Academia)

Observação e coparticipação em instituições
especializadas no campo da Atividade Física
(Esportes), do desempenho e da saúde.
Elaboração de relatório de campo.

7º PERÍODO
Ementa

Estágios
Supervisionados III
(Esportes)

Participação no processo de planejamento,
avaliação e operacionalização de atividades
físicas no contexto de uma instituição
especializada (Academias) na área da promoção
da saúde; Elaboração de relatório de campo.

8º PERÍODO
Ementa

Estágios
Supervisionados IV

Participação no processo de planejamento,
avaliação e operacionalização de atividades
físicas no contexto de uma instituição
especializada na área da promoção da saúde (o
tipo de atividade física e/ou Instituição deverá ser
preferencialmente, diferente da prática III);
Elaboração de relatório de campo.

Carga
Horária

100h

Carga
Horária
100h

Carga
Horária

100h

Carga
Horária

100h

PréRequisito
Planejamento
e Didática em
Educação
Física;
Política
e
Organização
da Educação
Física,
esporte
e
Lazer;
Metodologia
da Pesquisa.

Pré-Requisito
Estágios
Supervisionados
I
(Lazer)

Pré-Requisito
Estágios
Supervisionados
II
(Academia)

Pré-Requisito
Estágios
Supervisionados
III
(Esportes)

115

(6) Os Campos de Aplicação
O Estudante Estagiário deverá atuar em ambientes não formais como:
academias,

hospitais,

clínicas

especializadas,

áreas

públicas,

clubes

comunitários, condomínios residenciais, atendimento individualizado (Personal
training), cursos de graduação e pós-graduação, dentre outros ambientes onde
ocorram ou possam ocorrer tais perspectivas de intervenção e em consonância
com os programas de Estágios Curriculares Supervisionados definidos pelo PPC.

(7) As Áreas de Desempenhos e as Atividades de Estágio Curricular
Supervisionado
Os Estágios Curriculares Supervisionados visam à integração do Estudante
Estagiário no exercício da vida profissional de forma progressiva e orientada,
pelo desenvolvimento das competências profissionais para a intervenção da
Educação Física nas seguintes Áreas de Desempenho: (a) Organização e
Gestão das Atividades de Intervenção; (b) participação no Estágio; (c) relações
com a Comunidade; e, (d) desenvolvimento profissional.
São consideradas atividades de Estágios Curriculares Supervisionados: (a)
Intervenção Prática Supervisionada; (b) atividades de observação e colaboração
em situações de intervenção, nas áreas de desempenho; (c) atividades incluídas
nos programas de cada um dos Estágios Curriculares Supervisionados; (d) plano
de estágio; (e) relatório de estágio.
As áreas de desempenhos e as atividades de Estágios Curriculares
Supervisionados servirão de requisitos para o processo de avaliação nos
diferentes campos de Estágios Curriculares Supervisionados em termos de
desenvolvimento

de

competências,

conhecimentos

teórico-conceituais,

habilidades e atitudes, em situações de aprendizagem, conduzidas no ambiente
profissional, sob a supervisão da Universidade e a orientação da Instituição
Concedente.
O Estágio Curricular Supervisionado é constituído pelas seguintes partes:
1 – Estudante Estagiário;
2 – Coordenador de Estágio (Docente da UFAL);
116

3- Professor Supervisor (Docente da UFAL);
4 – Preceptor de Estágio (Profissional da Instituição Concedente de Estágio).

Ao Estudante Estagiário compete:
(1) Cumprir todas as tarefas previstas nos documentos orientadores e
reguladores dos Estágios Curriculares Supervisionados;
(2) Elaborar e desenvolver o seu Plano de Estágio bem como os planos
específicos de atividades de Estágios;
(3) Apresentar o Termo de Compromisso devidamente preenchido, de acordo
com o que preconiza a Resolução CONSUNI/UFAL nº 71 de 18 de dezembro
de 2006;
(4) Efetivar as tarefas e as avaliações solicitadas pelo Professor Supervisor e
pelo Preceptor da Instituição concedente;
(5) Comparecer às atividades de formação profissional inicial, regidas pelo
supervisor da instituição concedente;
(6) Respeitar a hierarquia administrativa da UFAL e da Instituição concedente,
bem como as cláusulas do Termo de Compromisso;
(7) Comunicar e justificar, com antecedência, ao Professor Supervisor, sua
ausência nas atividades de estágio;
(8) Comparecer às atividades de estágios portando vestuários adequados às
atividades a serem desenvolvidas;
(9) Manter contato permanente com o Professor Supervisor, deixando-o
informado sobre o desenvolvimento do Plano de Estágio;
(10) Apresentar Ficha de Presença preenchida e assinada pelo Preceptor de
Estágio da Instituição concedente, a qual deve conter o carimbo da
instituição e assinatura do Preceptor de Estágio, conforme formulário
específico. Esta Ficha deverá ser entregue ao Professor Supervisor em
momento solicitado;
(11) Elaborar, manter atualizado e apresentar o Relatório Final de Estágio, de
acordo

com

o

definido

em

cada

um

dos

Estágios

Curriculares

Supervisionados;
(12) Apresentar, ao Professor Supervisor, Ficha de Avaliação Final do Estudante
117

Estagiário, preenchida pelo Preceptor de Estágio, ao término do seu
programa de Estágios Curriculares Supervisionados;
(13) Participar de eventos/sessões de natureza científica cultural e pedagógica;
(14) Zelar

pelo

cumprimento

das

normas

de

Estágios

Curriculares

Supervisionados.

Ao Coordenador de Estágio compete:
(1) Presidir a Comissão de Estágios Curriculares Supervisionados, composta
pelos Professores Supervisores;
(2) Dar cumprimento às normas gerais do Estágio Curricular Supervisionado;
(3) Coordenar a Comissão de Estágios Curriculares Supervisionados do Curso
de Educação Física – Bacharelado/UFAL
(4) Definir a concepção, juntamente com os Professores Supervisores, a
estrutura e funcionamento dos Estágios Curriculares Supervisionados;
(5) Assegurar o relacionamento necessário com os setores de gestão da ProReitoria de Graduação – PROGRAD/UFAL;
(6) Dar parecer sobre o recrutamento de Instituições que servirão de campo de
Estágio Curricular Supervisionados;
(7) Encaminhar, ao MGE/PROGRAD, a relação de Estudantes Estagiários
vinculados aos Estágios Curriculares Supervisionados para providências de
aquisição de seguro individual de acidentes pessoais, garantindo a
atualização da mesma, quando pertinente;
(8) Acompanhar e supervisionar o desenvolvimento Estágios Curriculares
Supervisionados I, II, III e IV;
(9) Apresentar ao MGE/PROGRAD, a proposta de Regulamento dos Estágios
Curriculares Supervisionados e zelar pelo seu cumprimento; convocar e
presidir as reuniões iniciais, intercalares e finais de avaliação dos Estágios
Curriculares Supervisionados;
(10)

Sugerir planos de expansão tendo em vista as necessidades de

formação inicial dos Estudantes Estagiários;
(11)

Estimular e apoiar a investigação profissional no âmbito dos diferentes

campos de Estágios Curriculares Supervisionados.
118

Ao Professor Supervisor compete:
(1) Dar

cumprimento

às

normas

gerais

dos

Estágios

Curriculares

Supervisionados;
(2) Apoiar e orientar os Estudantes Estagiários no planejamento, condução e
avaliação

das

atividades

formativas

de

Estágios

Curriculares

Supervisionados;
(3) Planejar e supervisionar, em colaboração com o Preceptor de Estágio, todas
as atividades de estágio, de acordo com o regulamento e as decisões da
Coordenação e da Comissão de Estágio;
(4) Participar nas reuniões da Comissão de Estágio;
(5) Garantir todas as fases do ciclo de formação na realização do Estágio
Curricular Supervisionado de cada Estudante Estagiário;
(6) Supervisionar a prática de estágio dos Estudantes Estagiários em todas as
áreas de desempenho, de acordo com os documentos orientadores
pertinentes a cada Estágio Supervisionado;
(7) Orientar e apoiar os Estudantes Estagiários no tratamento de atividades de
caráter científico e pedagógico didático;
(8) Orientar, em colaboração com o Preceptor de Estágio, os Estudantes
Estagiários na elaboração dos seus Planos e Relatórios de Estágio,
analisando os documentos de planejamento e avaliação das atividades de
Estágio Curricular Supervisionado e emitindo parecer fundamentado sobre
eles;
(9) Avaliar, sistematicamente, em colaboração com o Preceptor de Estágio, as
atividades práticas de Estágio Curricular Supervisionado do estudante
Estagiário;
(10)

Produzir, em colaboração com o Preceptor de Estágio, relatórios

escritos com as avaliações intercalares fundamentada, reportando-se ao
percurso de formação de cada Estudante Estagiário;
(11)

Participar, em colaboração com o Preceptor de Estágio, na avaliação

final dos estagiários;
(12)

Produzir um relatório final de balanço do

Estágio Curricular
119

Supervisionado, especificando o seu entendimento em relação às áreas de
desempenho dos Estudantes Estagiários.

Ao Professor Preceptor compete:
(1) Programar as atividades de Estágio Curricular Supervisionado do Estudante
Estagiário;
(2) Cooperar na elaboração do Plano de estágio dos Estudantes Estagiários,
aos quais supervisiona;
(3) Supervisionar as intervenções profissionais dos Estudantes Estagiários, em
contexto de prática situada;
(4) Orientar a atividade do Estudante Estagiário nas áreas de atuação, às quais
está vinculado;
(5) Realizar sessões sistemáticas de cariz pedagógico-didático, com todos os
Estudantes Estagiários vinculados à sua Instituição, das quais devem ser
elaborados os registos escritos, para fins de elaboração do relatório Final de
Estágio;
(6) Avaliar individualmente o Estudante Estagiário, elaborando todos os
documentos de avaliação decorrentes do de formação profissional inicial, no
âmbito do Estágio Curricular Supervisionado;
(7) Colaborar na classificação do desempenho do Estudante Estagiário,
emitindo e registrando o parecer final em Ficha de Avaliação Final, relativo
às áreas de desempenhos e atividades de Estágios Curriculares
Supervisionados.

(8)

V – AVALIAÇÃO
A avaliação dos Estágios Curriculares Supervisionados se dará de maneira

processual, com caráter formativo e somativo. Ao final de cada Estágio, o Estudante
Estagiário deverá apresentar o Relatório Final de Estágio como requisito para a
conclusão de cada um dos Estágios Curriculares Supervisionados.
A avaliação dos Estágios Curriculares Supervisionados atenderá às
orientações prescritas nas normatizações acadêmicas que regem os critérios de
120

avaliação de aprendizagem da UFAL e daquelas definidas a partir da dinâmica de
cada um dos Estágios Curriculares Supervisionados.
O aproveitamento acadêmico, resultado obtido pelo Estudante Estagiário,
relativo às atividades de Estágios Curriculares Supervisionados, é expresso pelas
médias das Avaliações Bimestrais (AB), sempre no mínimo de duas, ou pela média
alcançada, após submetido à Prova Final (PF).
A verificação do rendimento do Estudante Estagiário na perspectiva dos
Estágios Curriculares Supervisionados far-se-á por meio de produção de Planos de
Estágios, Avaliação intermédia atestada pelo Preceptor de Estágio, produção de
Relatório Final de Estágio, Avaliação final atestada pelo Preceptor de Estágio e
outras avaliações de atividades equivalentes, quando solicitadas pelo Professor
Supervisor.
A avaliação será feita pelo Preceptor de Estágio e pelo Professor Supervisor.
Nela, serão consideradas as Áreas de Desempenho, as atividades de Estágios
Curriculares Supervisionados e as Competências Profissionais, a serem percorridas
e adquiridas pelo Estudante Estagiário no percurso da formação.
O enquadramento conceitual e pedagógico, com vistas à avaliação, ocorrerá
em termos de desenvolvimento de competências na formação e para o exercício da
profissão. A avaliação de desempenho do Estudante Estagiário deve ser concebida
pelo modelo de avaliação criterial, de perspectiva formativa, que demanda de uma
lógica transversal de modo que a regulação das aprendizagens e as características
individuais do Estudante Estagiário assumam uma destacada importância. Assim se
enquadram os critérios de avaliação:
ÁREAS DE DESEMPENHO
Tipo

Detalhamento

Organização e Gestão das Atividades de Intervenção

Busca verificar a capacidade do Estudante Estagiário em projetar a
sua atividade de intervenção no quadro legal das concepções de
ensino e de aprendizagem, das relações educativas e do
planejamento, mediatizadas pelos conhecimentos pedagógicos, das
normas e das metodologias, no sentido de projetar a sua atividade de
intervenção.

Participação no Estágio

Considera as ações que levam o Estudante Estagiário a contribuir
para o reforço do papel do profissional de Educação Física, da
importância da Educação Física de forma contextualizada,
responsável e inovadora. Para isso, deve-se privilegiar o
entendimento e a importância de ações pedagógicas e pessoais que o
conduza à competente atitude de caráter integrador, cooperante,
sociabilizador e autônomo.
Refletem sobre o papel social que a instituição concedente deve
desempenhar. Na sua constituição, o Estudante Estagiário deve

Relações com a Comunidade

121

Desenvolvimento Profissional

considerar, não só o lado pessoal, institucional ou profissional,
isoladamente, mas ser capaz de fazer uma ligação entre estas três
dimensões de maneira interativa e reflexiva, incluindo neste processo,
o aluno/cliente, a instituição concedente e as principais características
da comunidade em que eles se inserem.
O Estudante Estagiário deve demonstrar domínio e competência em
sistematizar suas necessidades pessoais e profissionais em termos da
prática e dos saberes docentes, da investigação científica, das
propostas de planejamentos, dos ajustamentos pedagógicos e da
autocrítica reflexiva sobre estas dimensões e seus condicionantes
profissionais e sociais.

ATIVIDADES DE ESTÁGIOS CURRICULARES SUPERVISIONADOS
Tipo
Intervenção Prática Supervisionada

Atividades de Observação e Colaboração em
Situações de intervenção, nas áreas de desempenho.
Atividades incluídas nos Programas de cada um dos
Estágios Curriculares Supervisionados
Plano de Estágio

Relatório de Estágio

Detalhamento
Considera-se a capacidade do Estudante Estagiário em planejar,
executar e avaliar as atividades de formação que de estágios
Curriculares Supervisionados exigem.
Avalia-se a capacidade crítica do Estudante Estagiário com vistas à
organização das ideias para uma efetiva autorreflexão.
Considera a avaliação das atividades específicas, constantes em cada
um dos programas de Estágios Supervisionados Curriculares.
Considera a capacidade de planejamento que o Estudante Estagiário
deva demonstrar na organização das tarefas interventivas de Estágio
Supervisionado Curricular, em contexto de prática situada.
Refere à avaliação da organização e registro das principais atividades
de formação inicial profissional ocorridas no âmbito dos Estágios
Supervisionados Curriculares.
COMPETÊNCIAS

Tipo

Detalhamento

Conhecimento

Avalia a capacidade que o Estudante Estagiário adquiriu na
transformação de saberes disciplinares em saberes profissionais.

Atuação

Avalia a capacidade de agir e de tomar decisões, (saber decidir, saber
ousar, saber aprender com os erros, emocionar-se, saber
recomeçar...) do Estudante Estagiário, de concretizar as atividades
concebidas e planejadas nas quatro áreas de desempenho, com
especial relevância para a atividade de prática profissional.
Avalia a capacidade de autorreflexão do Estudante Estagiário acerca
das exigências colocadas ao profissional de Educação Física no
contexto institucional do exercício da sua profissão, no sentido do seu
desenvolvimento profissional.
Está vinculada à capacidade de se relacionar com a comunidade.
Avalia a capacidade que o Estudante Estagiário demonstra na
sedimentação de atitudes de cooperação com outros atores sociais,
para um desempenho adequado, responsável, autônomo e
colaborativo da profissão.

Reflexão

Comportamento social

Assim, as estratégias de acompanhamento e avaliação propostas pelo
programa aproximam-se de uma visão interpretativa (SHULMAN, 1986) que inclui
desde a verificação dos aspectos acadêmicos (participação, interesse, pesquisas e o
progresso do Estudante Estagiário no desenvolvimento dos Estágios Curriculares
Supervisionados) até os aspectos operacionais (elaboração de plano de estágio,
fichas ou relatórios parciais do desenvolvimento do plano de estágio e relatório final
de estágio) com vistas à compreensão da forma de representação e sistematização

122

dos conceitos, por parte do Estudante Estagiário (ZEICHNER, 2008; SÁ-CHAVES,
2008).
Nota: Prazos de entrega e outras especificações sobre planos, relatórios e
programas, serão estabelecidos no início do semestre letivo, em comum
acordo entre o Professor Supervisor e o Estudante Estagiário e deverão ser
entregues em datas especificadas em cronograma de cada um dos Estágios
Curriculares Supervisionados.
(9)
VI - DESLIGAMENTO DA DISCIPLINA E/OU REGISTRO DE
OCORRÊNCIAS QUE POSSAM GERAR SANÇÕES
O desligamento do Estágio Curricular Supervisionado poderá ser interrompido
a qualquer momento. São considerados motivos para o desligamento:
(1) Trancamento de matrícula ou abandono;
(2) Não cumprimento das horas mínimas de estágio, firmadas nas normas do
Projeto Pedagógico do Curso; ou,
(3) Outro motivo qualquer que impeça ao Estudante Estagiário a continuidade
do Estágio Curricular Supervisionado.
Nota: Não haverá abono ou compensação de faltas ou dispensa de frequência,
salvo nos casos especiais previstos nos termos do Decreto-Lei nº 1.044 (21 de
outubro de 1969), Lei nº 6.202 (17 de abril de 1975) e no Regimento Geral da
UFAL (Art. 57).
As ocorrências que possam vir gerar sanções disciplinares são caracterizadas
por:
(1) Negligência em relação às normas e regulamentos da Instituição Concedente,
do Curso e dos Estágios Curriculares Supervisionados;
(2) Negligência das atividades programadas no Plano de Estágio;
(3) Não cumprimento do Plano de Estágio, por parte do Estudante Estagiário,
através da prática de atividades penosas, insalubres ou outras que impliquem
em desvirtuamento dos estágios; ou
(4) Outro motivo qualquer que caracterize indisciplina.

(10)

VII – DISPOSIÇÕES FINAIS

123

Em

situações

de

casos

omissos,

os

mesmos

serão

resolvidos

prioritariamente, pelo Professor Supervisor com anuência do Coordenador dos
Estágios Curriculares Supervisionados e do Coordenador do Curso, quando for o
caso.

(11)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALAGOAS, Universidade Federal de Alagoas. Resolução nº 71 de 18 de dezembro
de 2006 (Disciplina os estágios curriculares dos cursos de graduação da UFAL).
Maceió: CONSUNI/UFAL, 2006.
ALAGOAS, Universidade Federal de Alagoas. Projeto pedagógico do curso de
graduação em educação física – bacharelado. Maceió, PROGRAD, 2006. 39p.
ALAGOAS, Universidade Federal de Alagoas. Manual do professor. Maceió:
UFAL/PROGRAD, 2007.
BRASIL, Congresso Nacional. Lei nº 6.494, de 7 de dezembro de 1977 (Dispõe
sobre os estágios de estudantes de estabelecimento de ensino superior e ensino
profissionalizante do 2º Grau e Supletivo e dá outras providências). Brasília: DUO,
1977.
BRASIL, Congresso Nacional. Lei nº 8.859, de 23 de março de 1994 (Modifica
dispositivos da Lei nº 6.494, de 7 de dezembro de 1977, estendendo aos alunos de
ensino especial o direito à participação em atividades de estágio). Brasília: DUO,
1994.
BRASIL, Ministério da Educação. Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional. Lei nº 9394, de 20 de dezembro de 1996. Brasília: MEC, 1996.
BRASIL, Ministério do Trabalho e Emprego. Cartilha esclarecedora sobre a lei do
estágio: Lei nº 11.788/2008. Brasília: MTE, SPPE, DPJ, CGPI, 2008. 22 p.
BRASIL, Ministério do Trabalho e Emprego. Lei nº 11.788 de 25 de Setembro de
2008 (Dispõe sobre o estágio de estudantes) – Brasília: DUO, 2008.
BRASIL, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. (2008). Orientação
Normativa nº 7, de 30 de outubro de 2008 (Estabelece orientação sobre a
aceitação de estagiários no âmbito da Administração Pública Federal direta,
autárquica e fundacional). Brasília: DUO, 2008.
BRASIL, Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de
Educação Superior. Resolução CNE/CES nº 04 de 06 de abril de 2009. Dispõe
sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração
124

dos cursos de graduação em Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física,
Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição e Terapia
Ocupacional, bacharelados, na modalidade presencial. Brasília: DUO, 2009.
GANDIN, Danilo. Planejamento como prática educativa. 11ª ed. São Paulo:
edições Loyola, 2000.
GARCÍA, Carlos. M. Formação de professores: para uma mudança educativa.
Porto: Porto Editora, 2009.
HERNANDEZ, Fernando & VENTURA, Montserrat. A organização do currículo por
projetos de trabalho. 7ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
SÁ-CHAVES, Idalina. da S. C. Portfólios reflexivos: Estratégia de formação e de
supervisão. In: Formação de professores: Cadernos Didácticos. Série Supervisão
nº 1. Aveiro: Universidade de Aveiro, UIDTFF, 2008.
SCHÖN, Donald. A. El profesional reflexivo: como piensan los profesionales
cuando actúan. José Bayo (trad.). Barcelona, A & M Gráfic, 2003.
UFAL.
(s/d).
Normas
Acadêmicas.
Disponível
em:
http://www.ufal.edu.br/estudante/graduacao/legislacao/normas. Acesso em: 12.
Ago.2015.
ZABALA, Antony. A prática educativa: Como ensinar. 4 ed. Porto Alegre: Artmed,
2008.
ZEICHNER, Kenneth. Uma análise crítica sobre a ‘reflexão’ como conceito
estruturante na formação docente. Educação & Sociedade, Campinas, v. 29, n.
103, maio/ago. 2008 Disponível em: http://www.cedes.unicamp.br. Acesso em: 25
nov. 2008.

125

ANEXO II
REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EDUCAÇÃO
FÍSICA-BACHARELADO

126

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EDUCAÇÃO
FÍSICA-BACHARELADO

2015

127

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
EDUCAÇÃO FÍSICA-BACHARELADO

Este

regulamento

tem

por

finalidade

normatizar

o

processo

de

desenvolvimento dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) do curso de Educação
Física

Bacharelado

da

Universidade

Federal

de

Alagoas

(EDFB/UFAL),

estabelecendo critérios e procedimentos gerais a serem adotados. O presente
regulamento foi elaborado, considerando-se as especificidades e interesses da
graduação do citado curso.

CAPÍTULO 1
Das Disposições Preliminares
Art. 1º - O presente regulamento disciplina o processo de elaboração, apresentação e
avaliação de Trabalho de Conclusão do curso de graduação em EDFB/UFAL.
Art. 2º - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) deverá ser realizado
individualmente ou em duplas, mediante consentimento expresso de maneira formal
do Orientador, devendo abordar temáticas relacionados as disciplinas da matriz
curricular do Curso e/ou áreas afins, preferentemente, sob orientação dos docentes
dos Cursos da Universidade Federal de Alagoas, sendo apresentado sob a forma de
“Artigo científico”.
Parágrafo único – Será permitida a orientação por docente externo, desde que, haja
uma coorientação realizada por um docente de um dos Cursos Educação Física da
UFAL. As orientações por docente externo deverão passar por Aprovação do
Colegiado do Curso EDFB/UFAL.
Art. 3º - O TCC, será realizado sob a forma de Artigo Científico e, deverá propiciar
aos alunos do curso de Educação Física/Bacharelado, a oportunidade de demonstrar
as competências adquiridas ao longo da graduação cursada. Intencionando-se que os
128

mesmos se iniciem na prática de pesquisa, buscando aprofundar e produzir os
conhecimentos.
CAPÍTULO 2
Do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
Art. 4º - O processo de confecção do TCC/Artigo Científico deverá compreender
etapas sucessivas que serão desenvolvidas ao longo dos semestres letivos em que o
aluno estiver matriculado no Curso.
Art. 5º - A mudança do Projeto de Pesquisa para a elaboração do TCC somente
poderá ocorrer, a partir de proposta do aluno e/ou do Professor-Orientador, com
parecer conclusivo deste.

Art. 6º - A solicitação de Defesa do TCC deverá ser realizada pelo ProfessorOrientador, assim que o mesmo entenda que o Artigo Científico esteja pronto para
tal processo avaliativo, através de documento próprio (Anexo I).

CAPÍTULO 3
Dos alunos e professores-orientadores
Art. 7º - A escolha do tema a ser abordado na confecção do TCC será feita
juntamente

com

o

Professor-Orientador

escolhido

pelo

aluno,

mediante

disponibilidade do mesmo, explicitada através da assinatura do Termo de
Compromisso (APÊNDICE A)
Parágrafo único – Para consolidar e reforçar a produção acadêmico/científica, é
preferível que a temática abordada seja relacionada por uma das várias linhas de
pesquisa ou temática de interesse dos Professores-Orientadores do Curso.
129

Art. 8º - Caberá ao aluno do curso de EDFB/UFAL os seguintes deveres específicos:

I. Apresentar, em primeiro lugar, ao Professor-Orientador um anteprojeto
contendo: o tema, a justificativa da escolha do tema, os objetivos e a
bibliografia a ser consultada;
II. Sob

a

supervisão

do

Professor-Orientador,

apresentar

cronograma,

determinando as etapas a serem cumpridas e os prazos para a realização das
mesmas;
III. Cumprir o calendário divulgado pela coordenação do curso, para realização
das atividades propostas para a defesa de TCC;
IV. Frequentar as reuniões convocadas pelo seu Professor-Orientador;
V. Elaborar a versão final do TCC, obedecendo às normas e instruções deste
regulamento e outras, aprovadas pela coordenação do curso de EDFB/UFAL;
VI. Comparecer no dia, hora e local determinados pela coordenação do curso para
apresentar e defender a versão final de seu TCC, perante banca examinadora.
Art 9º - Só haverá substituição do Professor-Orientador mediante concordância das
partes e aprovação do Colegiado do Curso.

Parágrafo único – A solicitação para a substituição do professor-orientador deverá
ser feita por escrito, através de documento próprio (APÊNDICE B).
Art. 10° - São deveres do Professor-Orientador:
I. Orientar os alunos na escolha do tema e na elaboração e execução do
TCC/Artigo Científico a ser desenvolvido ao longo do curso;
II. Sugerir ao Colegiado do Curso de EDFB/UFAL, alterações destinadas ao
aprimoramento da elaboração do TCC/Artigo Científico;
III. Acompanhar, através de documento próprio, o desenvolvimento do
TCC/Artigo Científico, por meio de reuniões semanais ou quinzenais, de
130

orientação em dia e hora, antecipadamente combinados com o aluno e
informados, através de relatório final Coordenação do Curso de Educação
Física da UFAL (APÊNDICE C);
IV. Participar de reuniões, convocadas pela Coordenação, para análise do
andamento do TCC/Artigo Científico, assim como para a avaliação dos
alunos;
V. Marcar, com antecedência, o dia, hora e local da apresentação e/ou defesa do
TCC/Artigo Científico, perante banca examinadora.
VI. Anotar as sugestões da banca examinadora durante a defesa do trabalho e
acompanhar a inclusão das mesmas, na elaboração do trabalho final a ser
entregue pelo aluno.
CAPÍTULO 4
Da Defesa e Entrega Final do TCC/Artigo Científico
Art. 11° - O TCC/Artigo Científico deverá respeitar às normas exigidas pelo
Colegiado do Curso de EDFB/UFAL, devendo ser depositado na secretária do curso,
em três vias encadernadas, em espiral simples, com antecedência de no mínimo 15
(quinze) dias úteis antes do prazo estipulado para a defesa, (APÊNDICE E);
Art. 12° - O período de defesa do TCC/Artigo Científico deverá estar disponível na
Coordenação do Curso EDFB/UFAL, no início do semestre previsto para a mesma.
Art. 13° - Após a defesa e aprovação do TCC/Artigo Científico, o aluno terá o prazo
máximo 30 (trinta) dias corridos, a contar da data da defesa, para os devidos ajustes e
correções.
Parágrafo único – Imediatamente após as correções feitas ao TCC/Artigo Científico,
a versão definitiva, em uma via, encadernada em capa dura, na cor verde, com letras

131

escritas em dourado, acompanhada de uma cópia em CD-Rom, deverá ser entregue
na Secretaria do Curso de Educação Física.
Art. 14° - Caso o TCC/Artigo Científico tenha sido aprovado para publicação antes
da data de apresentação e defesa do mesmo, desde que em periódico indexado e com
avaliação do Sistema QUALIS/CAPES, o aluno estará automaticamente aprovado
com Conceito “A”, Nota 10,0. Nestas situações a Ata de Defesa será preenchida e
assinada pelo Orientador, Professor da Disciplina e Coordenador do Curso.

Art. 15° - O professor-orientador tem autonomia e poder PLENO para impedir que
um TCC/Artigo Científico, seja submetido para publicação ou apresentado,
propondo a reprovação do aluno a qualquer tempo, desde que, consubstancie e
justifique sua decisão, encaminhado-a, por escrito, ao Colegiado do Curso.

CAPÍTULO 5
Da avaliação do TCC/Artigo Científico
Art. 16° - Caso o TCC/Artigo Científico não tenha sido aprovado para publicação a
avaliação do mesmo será feita por uma banca composta por três avaliadores: o
Professor-Orientador; um Professor do Curso de EDFB/UFAL indicado pelo
Colegiado, que presidirá a Banca de Defesa, e; um Professor Convidado que tenha
expertise na área de conhecimento do trabalho a ser defendido.
Parágrafo 1º - Caberá ao Professor-Orientador, solicitar junto ao Colegiado o
deferimento do nome do Professor Convidado para compor a Banca de Defesa
(Anexo F).

132

Parágrafo 2º- Todas as notas referentes à avaliação do TCC/Artigo Científico
compreenderão valores entre zero (0) e dez (10) e, ficarão sujeitas, nas composições,
aos critérios de arredondamento estabelecidos pela UFAL.

Art. 17º - A avaliação do TCC/Artigo Científico e da Defesa Oral do mesmo, deverá,
obrigatoriamente, seguir os critérios estabelecidos no Formulário de (APÊNDICE G).
Parágrafo único: A apresentação pública - no caso do Artigo Científico já ter sido
publicado - ou a defesa do TCC, deverá ser realizada em um tempo máximo de 20
(vinte) minutos e, em seguida, a Banca Examinadora disporá de até 30 (trinta)
minutos para arguição e/ou considerações.
Art. 18° - Com base no exame do trabalho escrito e apresentação oral do mesmo, os
membros da banca deverão atribuir suas notas e, a média aritmética das notas
determinará o resultado final do trabalho. Os resultados possíveis são: (Apêndice H):

I. Média igual ou superior a 9,0 – trabalho aprovado com louvor (publicado ou
indicado para submissão imediata) obtendo “Conceito A”;
II. Médias entre 8,0 e 8,9 – trabalho aprovado, obtendo “Conceito B”,
condicionado a realização dos ajustes solicitados pela Banca Examinadora;
III. Médias entre 7,0 e 7,9 – trabalho aprovado, obtendo “Conceito C”,
condicionado a realização dos ajustes solicitados pela Banca Examinadora;
IV. Médias inferiores a 7,0 – trabalho reprovado, devendo ser corrigido e
apresentado posteriormente.
Art. 19° - O aluno reprovado na defesa de seu TCC/Artigo Científico terá direito a
recurso perante o Colegiado do Curso. O recurso deverá ser apresentado por escrito,
no prazo máximo de dois dias úteis, contados a partir da data da defesa.

Parágrafo Único - Caberá ao Colegiado do Curso, juntamente com o Professor133

orientador do aluno, analisar a pertinência do pedido, determinando seu
arquivamento definitivo ou, em caso de aceitação das justificativas, nomear uma
nova banca examinadora e uma nova data para a defesa.
Art. 20° - A coordenação do curso publicará a relação dos alunos que procederam à
entrega, dentro da data prevista, do TCC, com a devida anuência do professor
orientador definindo a data, horário e local das defesas e a constituição das bancas
examinadoras.

Parágrafo 1º. - A defesa oral do TCC /Artigo Científico, será realizada em sessão
pública;
Parágrafo 2º. – As notas finais das defesas dos TCC/Artigo Cientifico serão
registradas em Atas (Apêndice I).
Parágrafo 3º. - As notas finais das defesas dos TCC/Artigo Científico, serão
publicadas após a entrega da versão definitiva do mesmo.

CAPÍTULO 6
Das disposições gerais
Art. 21° - É de inteira responsabilidade do aluno, junto à secretaria acadêmica e à
coordenação do curso de EDFB/UFAL, a observação e respeito aos seus prazos e
obrigações;
Art. 22° - Todas as suspeitas de fraude acadêmica, seja pela suspeita de utilização de
trabalhos já realizados - nesta ou em outras instituições -, seja o recorte de partes de
outros trabalhos, serão rigorosamente verificadas.
Parágrafo único: - Em caso de confirmação das suspeitas será nomeada uma
comissão de ética presidida pelo coordenador do curso e pelo professor-orientador
134

que irá analisar a extensão e a gravidade do plágio acadêmico, ficando o aluno
passível de aplicação das normas disciplinares da UFAL.

CAPÍTULO 7
Das disposições finais
Art. 23° - Os casos omissos e as interpretações deste Regulamento devem ser
resolvidos pela coordenação do curso de EDFB/UFAL, com recurso, em instância
final, para o colegiado do curso.

Art. 24° - Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo Colegiado
do Curso de Educação Física-Bacharelado da UFAL.

135

APÊNDICE A
TERMO DE COMPROMISSO DO PROFESSOR /A ORIENTADOR /A/ DO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
TERMO DE COMPROMISSO DO PROFESSOR (A) ORIENTADOR (A) DO TRABALHO
DE CONCLUSÃO DE CURSO

Eu,______________________________________________________________________,
Professor/a
do
Curso
_____________________________________________________________________da Instituição
________________________________, declaro para os devidos fins, estar de acordo em
assumir a orientação do Trabalho de Conclusão de Curso do/a aluno/a:

_____________________________________________________________________
Título Provisório

E-mail e número de telefone do/a orientador/a
_____________________________________________________________________

Maceió, ____de__________de 20____

________________________________________
Nome do Professor/a Orientador/a

Aluno/a__________________________________________________
Aluno/a__________________________________________________
136

APÊNDICE B
FORMULÁRIO SOLICITAÇÃO DE MUDANÇA DE PROFESSOR/A
ORIENTADOR/A
Solicito de acordo com o estabelecido no Art. 9° do Regulamento Geral do
Trabalho de Conclusão do Curso de Educação Física-Bacharelado, substituição do (a)
professor/a orientador/a.
ALUNO/A
MATRÍCULA
TEMA
PROFESSOR/A
ORIENTADOR/A ATUAL
NOME
ASSINATURA
PROFESSOR/A
ORIENTADOR/A
PROPOSTO/A
NOME
ASSINATURA
MOTIVO

Maceió /AL, _____de __________________de ________.
____________________________________
Assinatura do/a aluno/a

137

APÊNDICE C
RELATÓRIO DAS ORIENTAÇÕES

NOME DO ALUNO/A:
TÍTULO DO TRABALHO:
PROFESSOR-ORIENTADOR/A:
CURSO:
Horári
Data

(início/

Rubrica
Atividade Desenvolvida
Orientador/a

Aluno/a

término)

138

APÊNDICE D
ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO TCC SOB A FORMA DE ARTIGO
CIENTÍFICO

Embora o artigo científico submetido, possa ter sido publicado por periódicos
que utilizem normas diferentes das exigidas pela instituição, a versão do trabalho
final a ser entregue para depósito na biblioteca, deverá estar de acordo com Padrão
UFAL de Normalização, que obedece à seguinte estrutura: elementos pre-textuais,
textuais e pós-textuais.

Os elementos Pré-textuais são compostos de:
 Folha de rosto
 Errata (opcional)
 Folha de aprovação
 Dedicatória (opcional)
 Agradecimentos (opcional)
 Epígrafe (opcional)
 Resumo na língua vernácula
 Resumo em língua estrangeira
 Lista de ilustrações (opcional)
 Lista de tabelas (opcional)
 Lista de abreviaturas e siglas (opcional)
 Lista de símbolos (opcional)
 Sumário

Os elementos textuais são compostos de:
 Introdução
 Desenvolvimento
 Conclusão
139

A nomenclatura dos títulos e seções dos elementos textuais fica a critério do autor(a)
do trabalho.
Os elementos pós-textuais são compostos de:
 Referências
 Glossário (opcional)
 Apêndice (opcional)
 Anexo (opcional)
 Índice (opcional)

140

APÊNDICE E
FORMULÁRIO PARA PEDIDO DE CONSTITUIÇÃO DE BANCA
EXAMINADORA
Do (a): Professor (a) Orientador (a)
Para: Coordenação do Curso de Educação Física-Bacharelado

Eu,

Professor/a

__________________________________________________________, em comum acordo
com

meu/minha

orientando/a,

o/a

_______________________________________________________,

sugerimos

aluno/a
como

professor/a convidado/a para compor a Banca Examinadora do TCC com o título:
___________________________________________________________________________
____,

o

Sr/a:

________________________________________________________________________.

Aguardando a homologação da Banca Examinadora pela Coordenação do
Curso de Educação Física-Bacharelado, subscrevemo-nos.
Atenciosamente.
___________________________________________
Professor/a Orientador/a

Banca aprovada pela Coordenação do curso em ____/____/____

141

APÊNDICE F
FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DE TCC/ARTIGO CIENTÍFICO E DEFESA
ORAL
DADOS DO/A (S) ALUNO/A(S)
Nome:
Título do Trabalho:
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

NOTA

TEMÁTICA:
Relevância do Estudo
Sub-total
INTRODUÇÃO
Fundamentação Teórica
Coerência Textual
Clareza do Objetivo
Sub-total
MÉTODOS
Adequação de Método ao Objetivo
Clareza Textual
Pertinência do Protocolo/Instrumento de Coletas
Análise/Tratamento dos Dados Adotados
Sub-total
RESULTADOS
Organização dos Dados
Clareza Textual
Sub-total
DISCUSSÃO
Fundamentação Teórica
Coerência com os Resultados
Interpretação
CONCLUSÃO
Compatibilidade com o(s) objetivo(s)
142

ADEQUAÇÃO AS NORMAS TÉCNICAS ADOTADAS

APRESENTAÇÃO ORAL
Domínio do Tema
Tempo de Apresentação
Domínio do Recurso Utilizado
Total: soma total das notas

Maceió/ AL ____de______________de____.

Nome do avaliador/a

Assinatura

143

ESCLARECIMENTOS SOBRE OS ITENS AVALIADOS
SOBRE O TRABALHO ESCRITO
I. CONHECIMENTO TEÓRICO é o nível demonstrado de informação
atualizada sobre os trabalhos mais representativos publicados na área.
II. DOMÍNIO PRÁTICO DO TEMA é a capacidade de utilizar as informações
teóricas selecionadas aplicando-as adequadamente, seja em termos de análise
de uma situação concreta, seja em nível de intervenção na realidade.
III. COMPLEXIDADE DO TRABALHO - corresponde a dois aspectos: de um lado
cabe checar o processo de produção do trabalho, no nível das dificuldades
para a coleta de dados e acesso a informações compatíveis, bem como avaliar
as dificuldades intrínsecas de estudo do tema proposto. Cabe checar também
o produto do trabalho em termos da sua contribuição para a área de
conhecimento em que se insere. Neste sentido, deve ser avaliada a capacidade
do aluno de propor soluções diferenciadas e adequadas à problemática
dissertada no TCC/Artigo Científico, bem como a capacidade de integrar as
principais contribuições dos autores consultados, com sensibilidade e senso
crítico.
IV. COMPATIBILIDADE DAS CONCLUSÕES COM A PROPOSTA INICIAL - ela
implica na análise do nível de consistência lógica do trabalho, avaliação
quanto à adequação da metodologia e dos dados coletados aos objetivos
propostos, e do grau da clareza nas conclusões apresentadas.
SOBRE A PARTE METODOLÓGICA
I. FUNDAMENTAÇÃO TEORICA deve expressar o conjunto de idéias ou teorias
que orientaram o desenvolvimento do trabalho. De forma operacional, esta
fundamentação fica patente no trabalho pela indicação expressa pelo autor
representativo (que fez escola) da área em questão, de uma teoria de renome
144

ou de um modelo já defendido em trabalhos anteriores.
II. COERÊNCIA TEMÁTICA diz respeito à ordenação lógica e consistente do
conteúdo do trabalho. Tema, objetivos a atingir, as hipóteses elaboradas e
metodologia escolhida para pesquisa devem afinar-se e apresentar-se de
forma particular, ou seja: Introdução, Desenvolvimento e Conclusão.
III. ESTRUTURA FORMAL trata da apresentação gráfica da monografia e sua
construção de acordo com os padrões ortográficos e metodológicos vigentes.
IV. BIBLIOGRAFIA refere-se ao conjunto de obras consultadas cuja indicação no
trabalho é absolutamente indispensável. Devem ser levadas em conta, neste
caso, regras rígidas para correta reprodução de referências bibliográficas.
SOBRE A APRESENTAÇÃO

O aluno deverá decidir, com o apoio do professor orientador, qual a melhor
forma de apresentar o trabalho diante da Banca Examinadora, no sentido de
otimizar sua participação buscando a objetividade, clareza, criatividade, recursos
utilizados e, acima de tudo, demonstrar domínio do tema desenvolvido,
observando o tempo estabelecido para esta tarefa.

145

APÊNDICE G
FICHA DE AVALIAÇÃO FINAL DO TCC
DADOS DO/A ALUNO/A
Nome:
Título do Trabalho:

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

Av1
Orientador/a

Av2
Presidente

Av3
Prof.
Convidado/a

SOBRE O TRABALHO ESCRITO
Sub-total
SOBRE A PARTE METODOLÓGICA
Sub-total
SOBRE A APRESENTAÇÃO
Sub-total
Média aritmética das notas dos membros da banca
Total das notas do orientador/a X 0,50
Média aritmética da soma das notas dos membros da
banca X 0,50
Resultado final: soma dos resultados das notas do
orientador/a e dos membros da banca

146

ATA DE REUNIÃO DE BANCA EXAMINADORA DE DEFESA DE TRABALHO DE
CONCLUSÃO DE CURSO

Aos _____ dias de _______de_____, às________ horas, sob a Presidência do/a
Professor/a

____________________________________________________,

em

sessão pública na sala _______, do Curso de Educação Física - UFAL, reuniu-se a
Banca Examinadora de defesa do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) intitulado
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
__________do/a (s) aluno/a(s)
___________________________________________________________________
_____(matrícula),
___________________matrícula(s)______________________________,do

Curso

de Educação Física-Bacharelado, constituída pelo/a professor/a (orientador/a)
______________________________________ e o/a Professor/a

convidado/a,

________________________________________________. Iniciados os trabalhos,
foi dado a/o aluno/a um tempo máximo de 20 (vinte) minutos para apresentação, em
seguida, a Banca Examinadora dispôs de até 30 (trinta) minutos para arguição e
considerações. Terminada a defesa do trabalho, procedeu-se o julgamento final,
cujo resultado foi: nota _________________________________ (______). O/a
aluno/a foi notificado/a do prazo de máximo de 30 (trinta) dias, a partir desta data,
para entregar na Secretaria do Curso de Educação Física, devidamente protocolada,
uma via impressa e encadernada na cor verde e letras douradas, da versão definitiva
do trabalho defendido, e uma cópia digitalizada em CD com as correções sugeridas
pela Banca, sem o que, esta avaliação se tornará sem efeito, passando o/a (s)
aluno/a (s) a ser considerado/a (s) reprovado/a (s). Nada mais havendo a tratar, os
trabalhos foram encerrados para a lavratura da presente ATA, que depois de lida e
achada conforme, vai assinada pelo/a (s) aluno/a (s), por todos os membros da
Banca Examinadora, pelo coordenador (a) do Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC) e pelo Coordenador/a do Curso de Educação Física-Bacharelado, da
Universidade Federal de Alagoas.

147

_________________________________________________________
Presidente

_________________________________________________________
Orientador/a

_______________________________________________________
Professor/a Convidado/a

Aluno/a (s) ___________________________________________________

Aluno/a (s) __________________________________________________

148

149
                
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