Biblioteconomia Bacharelado 2017

Projeto Pedagógico Biblioteconomia Bacharelado 2017

Arquivo
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA 2017.pdf
Documento PDF (1.3MB)
                    SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES

PROJETO PEDAGÓGICO
CURSO DE BIBLIOTECONOMIA

MACEIÓ
2017

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES

REITORIA
MARIA VALÉRIA COSTA CORREIA

VICE-REITORIA
JOSÉ VIEIRA DA CRUZ

PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
SANDRA REGINA PAZ DA SILVA

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO
ALEJANDRO CESAR FRERY ORGAMBIDE

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO
JOELMA DE OLIVEIRA ALBUQUERQUE

PRÓ-REITORIA ESTUDANTIL
ANALICE DANTAS SANTOS

PRÓ-REITORIA DE GESTÃO INSTITUCIONAL
FLÁVIO JOSÉ DOMINGOS

PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS E DO TRABALHO
CAROLINA GONÇALVES DE ABREU

DIRETORIA/ICHCA
JOSÉ EDSON LINO MOREIRA

VICE-DIRETORIA/ICHCA
ALBERTO VIVAR FLORES

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES

CURSO DE BIBLIOTECONOMIA
COLEGIADO DE CURSO
Docentes Titulares
Prof. Dr. Edivanio Duarte de Souza – Coordenador
Profa. Ma. Adriana Lourenço
Profa. Dra. Francisca Rosaline Leite Mota
Profa. Dra. Maria de Lourdes Lima
Prof. Dr. Ronaldo Ferreira de Araujo
Docentes Suplentes
Profa. Ma. Clarice Vanderlei Ferraz
Profa. Dra. Nelma Camêlo de Araujo
Profa. Ma. Lívia Aparecida Ferreira
Prof. Dr. Marcos Aurélio Gomes
Prof. Me. Iuri Rocio Franco Rizzi
Representantes dos Técnico-Administrativos
Titular: João Carlos de Almeida Uchôa
Suplente: Pedro Manuel da Silva
Representantes dos Discentes
Titular: Eduardo Correia de Araújo Lima
Suplente: Andeson Medeiros do Nascimento
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
Profa. Ma. Clarice Vanderlei Ferraz
Prof. Dr. Edivanio Duarte de Souza
Profa. Dra. Francisca Rosaline Leite Mota
Profa. Ma. Lívia Aparecida Ferreira
Prof. Dr. Marcos Aurélio Gomes
Profa. Dra. Nelma Camêlo de Araujo
EQUIPE DE ATUALIZAÇÃO DO PPC
Profa. Ma. Clarice Vanderlei Ferraz
Prof. Dr. Edivanio Duarte de Souza
Profa. Dra. Francisca Rosaline Leite Mota
Profa. Ma. Lívia Aparecida Ferreira
Prof. Me. Marcos Aparecido Rodrigues do Prado
Prof. Dr. Marcos Aurélio Gomes
Profa. Dra. Maria de Lourdes Lima
Profa. Dra. Nelma Camêlo de Araujo
Profa. Ma. Robéria de Lourdes de Vasconcelos Andrade
Prof. Dr. Ronaldo Ferreira de Araujo

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES

CURSO DE BIBLIOTECONOMIA

PROJETO PEDAGÓGICO
CURSO DE BIBLIOTECONOMIA
Projeto
Pedagógico
do
Curso
de
Biblioteconomia ajustado ao Instrumento de
Avaliação de Cursos de Graduação presencial
e a distância.

MACEIÓ
2017

FICHA CATALOGRÁFICA

U58p

Universidade Federal de Alagoas. Curso de Biblioteconomia.
Projeto pedagógico Curso de Biblioteconomia / Universidade Federal
de Alagoas, Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes, Curso
de Biblioteconomia. – Maceió, 2017.
195 f. : il: ; 30 cm.
Projeto Pedagógico do Curso de Biblioteconomia ajustado ao
Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância.
Bibliografia: f. 125-132.
Disponível: <http://www.ichca.ufal.br/graduacao/biblioteconomia>
1. Biblioteconomia – Ensino. 2. Biblioteconomia – Formação. I.
Título.
CDU 02:378:011.3-051

FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

Instituição Mantenedora:
Denominação: Ministério da Educação (MEC)
Código: 391
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
Dependência: Administrativa Federal

Instituição Mantida
Denominação: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código: 577
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço: Rodovia BR 101, Km 14, Campus A. C. Simões – Cidade Universitária,
Maceió /AL - CEP: 57.072 - 970
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br
Fone: + 55 82 3214 1100 (Central)

Curso de Biblioteconomia
Denominação: Biblioteconomia
Modalidade: Bacharelado Presencial
Título: Bacharel em Biblioteconomia
Dispositivo legal de autorização: Resolução nº 20/98 - CEPE/UFAL, de 11 de maio de 1998
Dispositivo legal de reconhecimento: Portaria nº 828/2005 - INEP/MEC, de 11 de março de
2015
Dispositivo legal de renovação de reconhecimento: Portaria nº 417/2011 - INEP/MEC, de
11 de outubro de 2011
Carga horária total do curso em hora/relógio: 2.900 horas
Tempo de integralização:
 Mínimo: 8 semestres letivos (4 anos)
 Máximo: 12 semestres letivos (6 anos)
Número de vagas autorizadas: 50 por ano (25 discentes por semestre)
Conceito do Curso ENADE: 3 (três)

Formas de ingresso:
 Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), nos termos da Resolução nº 32/2009 CONSUNI/UFAL, de 21 de maio de 2009
 Reopção, nos termos da Resolução nº 50/96 - CEPE/UFAL, de 14 de outubro de 1996,
alterada pela Resolução nº 01/99 - CEPE/UFAL, de 11 de janeiro de 1999, e pela
Resolução nº 10/2003 - CEPE/UFAL, de 17 de fevereiro de 2013
 Transferência, nos termos da Resolução nº 26/2009 - CONSUNI/UFAL, de 04 de
maio de 2009
Turno de funcionamento: Noturno
Endereço de funcionamento:
Prédio do Curso de Biblioteconomia
Rodovia BR 101, km 14, Campus A. C. Simões – Cidade Universitária,
Maceió /AL - CEP: 57.072 - 970
Portal eletrônico: http://www.ichca.ufal.br/graduacao/biblioteconomia/v1/
Endereço eletrônico: coordenação.bib@ichca.ufal.br
Fone: + 55 82 3214 1479 (Secretaria)
Coordenador:
Nome: Edivanio Duarte de Souza
Formação acadêmica: Bacharel em Biblioteconomia (Universidade Federal da Paraíba,
1999)
Registro no Conselho Regional de Biblioteconomia – 4ª Região (PE-AL): CRB-4
1276
Titulação:
Mestre em Ciência da Informação (Programa de Pós-Graduação em Ciência da
Informação, Universidade Federal da Paraíba, 2004)
Doutor em Ciência da Informação (Programa de Pós-Graduação em Ciência da
Informação, Universidade Federal de Minas Gerais, 2011)
Regime de trabalho: Dedicação exclusiva
Tempo de exercício na docência do ensino superior: 17 (dezessete) anos
Tempo de exercício na UFAL: 13 (treze) anos
Tempo de exercício na função de coordenador: 4 (quatro) anos

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
AACR
AAPB
AB
AL
ANCIB
ASI
BC
BDTD
BE
CAA
CAIITE
CAPES
CBBD
CBIB
CDD
CDU
CEP
CEPE
CES
CFB
CIC
CNE
CNPJ
CNPq
CONAES
CONSUNI
Coord.
CP
CPA
CRB
CSAU
CT&I
DDC
DCE
DGP
DPEE
DSU
DTT
Ed.
ed.
EDICIC
ENADE
ENANCIB
ENEBD

Anglo-American Cataloguing Rules
Associação Alagoana de Profissionais em Biblioteconomia
Avaliação Bimestral
Alagoas
Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação
Assessoria de Intercâmbio Internacional
Biblioteca Central
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações
Biblioteca Escola
Comissão de Autoavaliação
Congresso Acadêmico Integrado de Inovação e Tecnologia
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da
Informação
Curso de Biblioteconomia
Classificação Decimal de Dewey
Classificação Decimal Universal
Código de Endereçamento Postal
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão
Câmara de Educação Superior
Conselho Federal de Biblioteconomia
Centro de Interesse Comunitário
Conselho Nacional de Educação
Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior
Conselho Universitário
Coordenador
Conselho Pleno
Comissão Própria de Avaliação
Conselho Regional de Biblioteconomia
Centro de Ciências da Saúde
Ciência, Tecnologia e Inovação
Divisão de Desenvolvimento de Coleções
Diretório Central dos Estudantes
Diretório de Grupos de Pesquisa
Diretoria de Políticas de Educação Especial
Divisão de Serviços aos Usuários
Divisão de Tratamento Técnico
Editora
Edição
Encontro da Associação de Educação e Pesquisa em Ciência da Informação
da Iberoamérica e Caribe
Exame Nacional de Desempenho de Estudantes
Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação
Encontro Nacional de Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Gestão

e Ciência da Informação
Exame Nacional do Ensino Médio
Encontro Regional de Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Gestão
e Ciência da Informação
ESENFAR
Escola de Enfermagem e Farmácia
ETA
Escola Técnica de Artes
FAPEAL
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas
FONAPRACE Fórum Nacional de Pró-Reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis
h
Horas
HUPAA
Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
IAEB
Informação e Acessibilidade em Escolas e Bibliotecas
IBGE
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
IBICT
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
ICAT
Instituto de Ciências Atmosféricas
ICHCA
Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes
IFAL
Instituto Federal de Alagoas
IFES
Instituição Federal de Ensino Superior
INEP
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Educacionais Anísio Teixeira
IPES
Instituições Públicas de Ensino Superior
ISKO
International Society for Organization of Knowledge
Lab-iMetrics
Laboratório de Estudos Métricos da Informação
LACRE
Laboratório de Conservação e Restauração
LAGED
Laboratório de Gerenciamento Eletrônico de Documentos
LAPIIS
Laboratório de Pesquisa em Informação e Informática em Saúde
LEBECI
Leitura, Biblioteca Escolar e Cidadania
LIBRAS
Língua Brasileira de Sinais
LTD
Laboratório de Técnicas Documentárias
LTI
Laboratório de Tecnologias da Informação
MEC
Ministério da Educação
N
Norte
NAE
Núcleo de Assistência Estudantil
NDE
Núcleo Docente Estruturante
NE
Nordeste
NF
Nota Final
Observinter
Observatório de Estudos Interdisciplinares da Informação
Org.
Organizador
PAINTER
Programa de Ações Interdisciplinares
PASS
Política de Atenção à Saúde do Servidor
PDI
Plano de Desenvolvimento Institucional
PE
Pernambuco
PET
Programa de Educação Tutorial
PF
Prova Final
PIBIC
Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica
PIBITI
Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento
Tecnológico e Inovação
PANAE
Programa Nacional de Assistência Estudantil
PPC
Projeto Pedagógico do Curso
PPGH
Programa de Pós-Graduação em História
PPI
Projeto Pedagógico Institucional
PQVT
Programa de Qualidade de Vida do Trabalhador
ENEM
EREBD

PROEST
PROEX
PROFORD
PROGRAD
PROPEP
PSS
RA
REUNI
RI
RU
RUA
SABI
SECADI
SIGAA
SIGRH
SINAES
SIPAC
TCC
UFAL
UFRJ
UnB
UNCISAL
UNEAL

Pró-Reitoria Estudantil
Pró-Reitoria de Extensão
Programa de Formação Continuada em Docência do Ensino Superior
Pró-Reitoria de Graduação
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
Processo Seletivo Seriado
Reavaliação
Reestruturação e Expansão das Universidades Federais
Repositório Institucional
Restaurante Universitário
Residência Universitária de Alagoas
Semana Acadêmica de Biblioteconomia
Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão
Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas
Sistema Integrado de Gestão e Recursos Humanos
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior
Sistema Integrado de Patrimônio, Administração e Contratos
Trabalho de Conclusão de Curso
Universidade Federal de Alagoas
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Universidade de Brasília
Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas
Universidade Estadual de Alagoas

SUMÁRIO

1
2
2.1
2.2
2.3
2.3.1
2.3.2
2.3.3

11
14
16
19
22
23
24
25

3
3.1
3.2
3.3
3.4

CONTEXTO INSTITUCIONAL .......................................................................
CONTEXTO EDUCACIONAL .........................................................................
MARCO SITUACIONAL ....................................................................................
MARCO CONCEITUAL ......................................................................................
MARCO OPERACIONAL ...................................................................................
Organização e Gestão Colegiada do Curso ...........................................................
Núcleo Docente Estruturante do Curso .................................................................
Infraestrutura e Funcionamento do Curso .............................................................
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA .
POLÍTICAS DE ENSINO ....................................................................................
POLÍTICAS DE EXTENSÃO ..............................................................................
POLÍTICAS DE PESQUISA ................................................................................
POLÍTICAS DE COTAS ......................................................................................

4
4.1
4.2

OBJETIVOS DO CURSO ..................................................................................
OBJETIVO GERAL .............................................................................................
OBJETIVOS ESPECÍFICOS ................................................................................

37
37
37

5
6
6.1
6.2
6.3
6.4

PERFIL PROFISSIONAL DO(A) EGRESSO(A): CAMPO DE
ATUAÇÃO E COMPETÊNCAIS .....................................................................
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ....................................................................
EIXOS TEMÁTICOS ...........................................................................................
MATRIZ CURRICULAR .....................................................................................
DISCIPLINAS ELETIVAS ..................................................................................
UNIDADES CURRICULARES E PRÉ-REQUISITOS .......................................

39
42
42
47
49
50

7
7.1
7.2
7.3

CONTEÚDOS CURRICULARES E BIBLIOGRAFIAS ...............................
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS ........................................................................
DISCIPLINAS ELETIVAS ..................................................................................
ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS OBRIGATÓRIOS .......................................

52
52
74
95

8
8.1

METODOLOGIA DE FORMAÇÃO INTEGRADA ......................................
INTEGRAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA E RELAÇÕES
INTERDISCIPLINARES ......................................................................................
EDUCAÇÃO AMBIENTAL ................................................................................
EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS .........................................................
EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E ENSINO DE
HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA, AFRICANA E INDÍGENA ..

97

101

ESTÁGIOS CURRICULARES SUPERVISIONADOS ..................................
ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO ..............................................
ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO ....................................

104
104
106

8.2
8.3
8.4
9
9.1
9.2

29
29
31
33
34

97
98
99

10
11
12
13
14
14.1
14.2
14.3

ATIVIDADES COMPLEMENTARES .............................................................
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO .................................................
AVALIAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM ...............
ATIVIDADES DE AVALIAÇÃO DO CURSO ................................................
PROGRAMAS DE INCLUSÃO SOCIAL E APOIO À COMUNIDADE .....
PROGRAMAS DE PROMOÇÃO DA ACESSIBILIDADE ................................
PROGRAMAS DE APOIO AO(À) DISCENTE ..................................................
PROGRAMAS DE APOIO AOS(ÀS) DOCENTES E TÉCNICOS(AS) ............

107
110
112
114
116
116
117
119

15

LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS ..........................................................
REFERÊNCIAS ..................................................................................................
ANEXO A – RESOLUÇÃO Nº 05/2017 – CBIB/UFAL ..................................
ANEXO B – RESOLUÇÃO Nº 01/2017 – CBIB/UFAL ..................................
ANEXO C – RESOLUÇÃO Nº 02/2017 – CBIB/UFAL ..................................
ANEXO D – RESOLUÇÃO Nº 03/2017 – CBIB/UFAL ..................................
ANEXO E – RESOLUÇÃO Nº 06/2017 – CBIB/UFAL ..................................
ANEXO F – RESOLUÇÃO Nº 04/2017 – CBIB/UFAL ..................................

122
125
133
148
158
166
173
180

11

1 CONTEXTO INSTITUCIONAL

A Universidade Federal de Alagoas (UFAL) é Pessoa Jurídica de Direito Público
Federal, inscrita no CNPJ: 24.464.109/0001-48, sediada à Avenida Lourival de Melo Mota,
s/n, Campus A. C. Simões, no Município de Maceió, no Estado de Alagoas, CEP: 57.072970.
Preliminarmente, é importante considerar que se trata de uma Instituição Federal de
Educação Superior (IFES), criada pela Lei nº 3.867/61, de 25 de janeiro de 1961, a partir
do esforço de integração das antigas faculdades e escolas isoladas de Ensino Superior,
fundadas entre as décadas de 1930 e 1950, a saber, Faculdade Direito (1933), Faculdade
Medicina (1951), Faculdade de Filosofia (1952), Faculdade de Economia (1954),
Faculdade de Engenharia (1955), Faculdade de Odontologia (1957) e Escola Padre
Anchieta, onde funcionava o Curso de Serviço Social (1957).
A UFAL, como muitas outras IES brasileiras, foi criada sob a égide do processo
denominado “populismo democrático”. Em síntese, tratou-se de um período marcado por
grandes transformações fruto das condições de destruição e precariedade deixadas pela
Segunda Guerra Mundial (1939-1945), em diversas partes do mundo. Na base dessas
transformações,

encontravam-se

as

tentativas

de

construir

uma

estrutura

desenvolvimentista, centrada fundamentalmente no capital industrial e financeiro. A partir
dos anos 1980, o Brasil passou por um processo de democratização que condicionou
paulatinamente a emergência de políticas públicas destinadas à implantação de
infraestrutura de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no país.
Em que pesem essas condições sócio-históricas mais amplas, as IES apresentam
suas particularidades, desde as condições locais e regionais aos diferentes movimentos e
estratégias adotadas na consecução de seus objetivos. Nesse contexto, merece citar as
assimetrias que caracterizam historicamente as condições de desenvolvimento nas
diferentes regiões do país, que, muitas vezes, se traduzem pela divisão bipolar, Norte e Sul.
Com efeito, essas assimetrias não apenas evidenciam necessidades diferenciadas de
planejamento e implantação de instituições, programas e políticas públicos, como também
possibilitam uma melhor compreensão da forma como esses vêm sendo conduzidos, nesse
contexto complexo.
No particular, é importante considerar primeiro que a UFAL está situada na Região
Nordeste do Brasil, que historicamente é apontada pelo atraso socioeconômico, na
comparação com outras regiões do país. Segundo, está sediada no Estado de Alagoas, cujas

12

estatísticas apontam para uma realidade ainda menos favorável, por assim dizer, na
comparação com outros estados da Região Nordeste. Com uma extensão territorial de
27.767.661 km2, o Estado de Alagoas é formado por três mesorregiões, a saber,
Mesorregião do Leste Alagoano, Mesorregião do Agreste Alagoano e Mesorregião do
Sertão Alagoano, com 102 (cento e dois) municípios, distribuídos em 13 (treze)
microrregiões.
De acordo com estimativas do Censo de 2016 realizado pelo Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE), a população do estado é formada por 3.358.393 habitantes. No
censo realizado em 2010, a população era de 3.120.494 habitantes. Há, portanto, um
crescimento considerável na população, principalmente, em relação às condições
socioeconômicas. Ainda de acordo com estimativa do IBGE (2016), a renda nominal mensal
domiciliar per capita da população residente nesta unidade da federação era de apenas R$
662,00 (seiscentos e sessenta e dois reais), que correspondia a cerca de 75% do valor do
salário mínimo.
A economia do estado é formada por serviços, produção agroindustrial e pecuária,
com alto grau de concentração de renda. Além disso, é fundamental destacar os elevados
índices de analfabetismo, trabalho infantil e violência, embora tenha havido consideráveis
melhoras nesses indicadores nos últimos anos. (IBGE, 2010, 2016).
Nesse contexto, transcorrido mais de meio século, a UFAL passou por um processo de
ampliação e consolidação em diferentes áreas e, por conseguinte, é caracterizada como uma
IES multidisciplinar dedicada à oferta das atividades de ensino, pesquisa e extensão,
vinculada ao Ministério da Educação (MEC) e mantida pela União, com autonomia
assegurada, principalmente, pela Constituição da República Federativa do Brasil de 1988,
pela Lei nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da
Educação Nacional, e pelos dispositivos normativos internos, alicerçados no Estatuto e no
Regimento Geral.
Atualmente, a UFAL tem funcionamento descentralizado em diferentes campi e
unidades educacionais, mantendo a sede na capital do estado, localizada no Campus A.
Simões. Firmada em seu compromisso de prover para a sociedade ensino, pesquisa e extensão
de forma democrática, com qualidade e socialmente referenciada, atualmente oferta
regularmente cursos de graduação, pós-graduação (aperfeiçoamento, especialização, mestrado
e doutorado) e profissionalização, nas diferentes regiões do Estado de Alagoas.
No ano de 2006, a UFAL iniciou o processo de interiorização implantando campi e
unidades educacionais do litoral ao alto sertão. Na mesorregião do Leste Alagoano, implantou

13

as unidades educacionais de Penedo e Viçosa. Na mesorregião do Agreste Alagoano,
implantou o Campus de Arapiraca e a unidade educacional de Palmeira dos Índios. E, na
mesorregião do Sertão Alagoano, implantou o Campus do Sertão, com unidades educacionais
em Delmiro Gouveia e Santana do Ipanema.
Com essa infraestrutura descentralizada, a UFAL ofertou no ano de 2017:
 99 (noventa e nove) cursos de graduação, sendo 88 (oitenta e oito) na modalidade
presencial e 11 (onze) na modalidade de ensino a distância;
 13 (treze) cursos de especialização;
 41 (quarenta e um) cursos de mestrado;
 12 (doze) cursos de doutorado.
No ano de 2013, a UFAL lançou o seu mais recente Plano de Desenvolvimento
Institucional (PDI), abrangendo o período de 2013-2017, que representa um esforço coletivo
no sentido de estabelecer diretrizes, programas, projetos e ações, visando à ampliação e à
melhoria de condições materiais e humanas para a promoção do ensino superior público e de
qualidade no Estado de Alagoas.
Resta mencionar, nesta contextualização, que a UFAL se compromete a acompanhar
as atividades desenvolvidas em seus diversos setores, sejam eles de ordem acadêmica, de
serviços e de gestão, confirmando a grandeza da instituição no cenário nacional. O Curso de
Biblioteconomia, como foi proposto e vem sendo mantido, é constitutivo desses processos de
transformações porque vem passando o ensino superior e, especificamente, a UFAL, no que
se refere à formação superior pública e de qualidade.

14

2 CONTEXTO EDUCACIONAL

O Curso de Biblioteconomia da UFAL foi criado por intermédio da Resolução nº 20
CEPE/UFAL, de 11 de maio de 1998, a partir do esforço conjunto de bibliotecárias da
Biblioteca Central (BC/UFAL), Sueli Maria Goulart Silva e Sílvia Regina Cardeal, da
Associação Alagoana de Profissionais em Biblioteconomia (AAPB), e de docentes e
profissionais participantes do Curso de Especialização em Administração e Gerência de
Serviços de Informação, que foi realizado na UFAL, em 1997, com o apoio da Coordenação
de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Ensino Superior (CAPES) e da Comissão Técnica
designada pela Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD/UFAL)1.
A proposta apresentada às instâncias competentes da Universidade para análise e
aprovação revelava uma visível preocupação em romper com a formação tradicional adotada
em alguns cursos de Biblioteconomia do país, embora fosse necessário atender às exigências
do currículo mínimo, em vigência.
No seu primeiro ano de funcionamento, o Curso passava pelo impacto de mudanças
importantes, sobretudo, no que concerne à substituição do currículo mínimo obrigatório por
diretrizes curriculares estabelecidas pelo MEC. Tais diretrizes visaram orientar o currículo,
por isso, trazendo componentes de flexibilização, que permitiram a cada curso adaptação à
sua filosofia. Para atender a essas mudanças, o Curso passou, no ano 2000, por algumas
atualizações que objetivaram, primordialmente, ajustar o projeto inicial às diretrizes
curriculares do MEC e alterar a denominação para Curso de Ciência da Informação,
habilitação em Biblioteconomia.
Este primeiro ajuste teve como objetivo ampliar o horizonte de formação com a
possibilidade de abrigar outras habilitações, tais como Arquivologia e Gestão da Informação.
A finalidade era formar um(uma) profissional capacitado(a) para atuar na organização e
disseminação da informação e na gestão de acervos, utilizando técnicas modernas e
tecnologias de informação e comunicação contemporâneas. A atuação desse(dessa)
profissional, compreendida a partir de uma reflexão crítica do valor social, econômico, político
e cultural do ambiente de geração e disseminação do conhecimento, tem como referência a
1

A Comissão Técnica responsável pela elaboração proposta do Curso de Biblioteconomia foi formada pelos(as)
docentes Ana Lúcia Tenório Ribeiro Ferreira e Fernando Antônio Netto Lobo e pela, então bibliotecária da
BC/UFAL, Sueli Maria Goulart, conforme portaria n° 05/96-PROGRAD/UFAL. Além dessa, o projeto recebeu
sugestões dos(as) professores(as) Dr. Antônio Miranda (Universidade de Brasília – UNB), Dra. Lena Vânia
Ribeiro Pinheiro (Instituto Brasileiro de Informação Científica e Tecnologia/Universidade Federal do Rio de
Janeiro – IBICT/UFRJ), Dra. Maria Carmen Romcy de Carvalho (IBICT) e Dra. Maria das Graças Targino
(Universidade Federal do Piauí – UFPI).

15

democratização do acesso aos recursos informacionaiscomo meio de assegurar o exercício da
cidadania. Essas características se coadunam com duas prioridades contemporâneas
detectadas e amplamente difundidas em relatos de pesquisas, recomendações de congressos e
seminários da área, bastante defendidas em meados da década de 90:
 a necessidade de atender a uma demanda potencial de profissionais competentes
em tecnologias digitais de informação e comunicação; e
 a necessidade de contextualizar as atividades de informação, formando um(uma)
profissional para atuar com compromisso social visando à democratização da
informação para o exercício da cidadania e para o desenvolvimento social e
econômico.
Pautado nesta proposta de estrutura curricular apontando para diferentes relações
interdisciplinares, o Projeto Pedagógico do Curso de Ciência da Informação, com habilitação
em Biblioteconomia, foi avaliado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira (INEP/MEC), em 2004, sendo reconhecido, segundo a Portaria
de nº 828 – INEP/MEC, de 11 de março de 2005.
A comissão de avaliação do INEP/MEC apontou, naquele momento, a necessidade de
alteração da nomenclatura do Curso, voltando a denominar-se Curso de Biblioteconomia. Essa
consideração foi reiterada pela PROGRAD/UFAL e prontamente realizada pelo corpo docente.
Ainda no ano de 2005, a PROGRAD/UFAL solicitou, por exigência do INEP/MEC, ajuste no
regime acadêmico do Curso de Biblioteconomia, que, até então, foi ofertado em regime anual.
Assim, com base no arcabouço institucional previsto na Lei de Diretrizes e Bases da
Educação e nas normas internas da UFAL, especialmente, na Resolução nº 25/2005 CEPE/UFAL, de 26 de outubro de 2005, que institui e regulamenta o funcionamento do
regime acadêmico semestral nos Cursos de Graduação da UFAL, a partir do ano letivo de
2006, o Curso de Biblioteconomia passou a ser ofertado semestralmente.
A identidade atual do Curso de Biblioteconomia foi concebidaa partir desse percurso
de mudanças e dos marcos situacional, conceitual e operacional que o mantêm, considerando
especialmente que sua estrutura curricular foi planejada e implantada em torno de um núcleo
epistemológico que possibilitasse ao(à) profissional bibliotecário(a) atuar no mundo
contemporâneo, globalizado e competitivo, ofertando produtos e serviços de informação
imprescindíveis para o desenvolvimento social, político e econômico da sociedade.
No contexto mais amplo, é preciso considerar que a diminuição das assimetrias do
ensino universitário no Brasil se constitui em necessidade social em consonância com o atual
momento econômico e político por que passa o país. Há de se observar que, além das

16

dimensões geográficas continentais com número exorbitante de municípios, que ultrapassam
os 5.000 (cinco mil), as diferenças econômicas acentuadas que se traduzem em concentração
de renda repercutem na formação universitária que também se encontra nas regiões em que o
setor produtivo se alicerça.
No Estado de Alagoas, em particular, grande parte da oferta de vagas em nível
superior se localiza em quatro Instituições Públicas de Ensino Superior (IPES): Instituto
Federal de Alagoas (IFAL), Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL), Universidade
Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (UNCISAL) e Universidade Federal de Alagoas
(UFAL). Além disso, boa parte dessas se encontra localizada nas principais cidades do estado,
embora o ensino superior venha passando nos últimos anos por um processo de interiorização,
principalmente, a partir da expansão da UFAL e da UNEAL. Disso decorre que uma grande
parcela da população alagoana se encontra desprovida da possibilidade de ingressar no ensino
superior.
O Curso de Biblioteconomia faz parte do elenco de cursos existente nas regiões do
país que procura atender às demandas de ampliação na formação de Bibliotecários(as), na
medida em que esses são compreendidos(as) como profissionais essenciais ao planejamento, à
implantação e ao funcionamento de instituições sociais que encerram importante papel social,
cultural e pedagógico para o(a) cidadão(ã). A partir desse entendimento, os órgãos
responsáveis pela legislação e fiscalização da área Biblioteconômica no Brasil recentemente
aprovaram diretrizes orientando propostas pedagógicas que privilegiem a modalidade de
ensino a distância.
É pertinente ainda destacar a Lei nº 12.244/2010, de 24 de maio de 2010, que dispõe
sobre a universalização das bibliotecas nas instituições de ensino do país e, por conseguinte, a
disponibilidade de profissionais habilitados(as), no prazo de 10 (dez) anos, a contar da
publicação daquela normativa. Portanto, em que pese a oferta de vagas nos cursos espalhados
nas regiões do país, há uma grande defasagem de profissionais no mercado para atuarem
nestas e em outras instituições, principalmente, em estados da Federação em que a
Biblioteconomia se instalou há pouco tempo.

2.1 MARCO SITUACIONAL

Partindo da década de 90, período em que o Curso de Biblioteconomia foi implantado,
é importante considerar que a realidade social, política e cultural apontava demandas e
exigências que impuseram mudanças de amplas consequências nos ambientes sociais e

17

econômicos. Os novos paradigmas da sociedade atual indicam a informação e o conhecimento
como insumos básicos para o desenvolvimento, nas diferentes esferas sociais. Com efeito, o
papel definidor que tiveram a terra e a fábrica, por assim dizer, no desenvolvimento da
humanidade, está hoje centrado na informação e no conhecimento. De sociedade agrária,
passando pela industrial, passa-se a conviver na sociedade da informação ou sociedade do
conhecimento, onde o poder está condicionado à capacidade de se produzir e utilizar
informações de valor agregado, isto é, definidoras de transformação social. A atuação
profissional, neste contexto, exige avanço urgente e imediato no processo educacional da
população, sobre cujas bases o conhecimento se desenvolve e se aprimora, na medida em que
o avanço das tecnologias e das diversas condições materiais a ela relacionadas gera melhoria
nas condições de vida.
A sociedade da informação é, conforme Takahashi (2000), um novo ambiente global
baseado em comunicação e informação, cujas regras e modos de operação estão sendo
constituídos em todo o mundo. Não se trata somente de redes físicas e sistemas lógicos de
comunicação digital que estão sendo pesquisados, desenvolvidos, instalados e utilizados
mundialmente, mas essencialmente de uma miríade de novos modelos, serviços, aplicações e
regras de uso àqueles relacionados, que estão sendo discutidos e desenvolvidos em escala
global.
O paradigma tecnológico e as consequências industriais, sociais, econômicas e
culturais da era da informação serão cada vez mais sustentados por setores de conhecimento
intensivo, associados às tecnologias de informação e comunicação. Esta nova matriz
tecnológica, industrial e econômica condiciona a maioria dos produtos e serviços,
fundamentais para a atração de investimentos e criação sustentada de empregos nas diversas
partes do mundo.
O desafio do Brasil, nesse contexto, é significativo, pois necessita avançar
tecnologicamente e, assim, tornar sua economia moderna e competitiva e, ao mesmo tempo,
resolver graves problemas sociais em um espaço de dimensões continentais. A rigor, o país
tem pela frente inúmeros obstáculos definidores de transformação social, entre eles as
diferenças regionais e a concentração do poder político-econômico e da capacidade de
produção e uso de informação de valor agregado. É fundamental, portanto, identificar e
organizar de forma sistemática o conhecimento produzido e, ao mesmo tempo, promover
espaços em que esse possa ser disseminado e utilizado.
O planejamento racional das atividades de pesquisa em CT&I evita a repetição de erros
e a fragmentação de recursos, e possibilita, em última análise, direcionar esforços para áreas

18

prioritárias. A dotação de uma infraestrutura de informação no país tem sido preocupação
constante do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), órgão do
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) que, desde a
década de 70, coordena a implantação de centros e sistemas de informação para este fim, em
cooperação com governos e órgãos de fomento estaduais.
Assim, as atividades para implantação de um Sistema Estadual de Informação em
CT&I, em estados brasileiros, têm recebido apoio significativo do IBICT, que criou uma
metodologia para organização e recuperação das informações disponíveis em cada região
visando a uma grande base de dados nacional. Trata-se de uma ferramenta que pretende
abrigar informações sobre o potencial de CT&I em cada estado, possibilitando o
embasamento de decisões políticas governamentais nos estados e municípios.
No que diz respeito ao Estado de Alagoas, sabe-se ser detentor de alto índice de
analfabetismo, dominado pela monocultura da cana-de-açúcar, vivendo algumas contradições
que aprofundam a crise que os estados brasileiros enfrentam: a geração de empregos depende
substancialmente de investimentos governamentais, seja através da oferta de vagas no serviço
público, seja no investimento em infraestrutura que viabilize a instalação efetiva de seu
parque industrial bastante incipiente. Ainda assim, um percentual dos(as) profissionais
demandados(as) pelo mercado é trazido de fora, muitas vezes, pela inexistência de
candidatos(as) em Alagoas.
Por outro lado, o Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB/2010) entende que a
distribuição de vagas para formação de Bibliotecários(as) é deficiente quanto ao tamanho do
país, refletindo a necessidade de prover alternativas que atendam à demanda nacional. De
fato, a lei 12.244, em seu artigo 3º, faz menção à obrigatoriedade da existência do(a)
profissional Bibliotecário(a) nas instituições de caráter público e privado de todos os sistemas
de ensino do Brasil.
Mediante as constatações explicitadas, o Curso de Biblioteconomia da UFAL vem se
apresentando como alternativa para transformar o cenário com profissionais habilitados(as)
para atuarem nas mais diversas unidades de informação, especificamente, escolares,
especializadas, públicas e universitárias, no Estado de Alagoas. Corroborando com esse
entendimento, bem como com a necessidade de ampliar a formação de profissionais nesta
área é importante mencionar que, a partir do programa do governo federal de Reestruturação e
Expansão das Universidades Federais (REUNI), a instituição vem buscando atender à forte
demanda e reafirmar o seu papel como importante instrumento no desenvolvimento
econômico, político, cultural e educacional do estado e da Região Nordeste.

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2.2 MARCO CONCEITUAL

O Curso Biblioteconomia da UFAL é tributário do conjunto de transformações que
vêm ocorrendo no campo híbrido da Biblioteconomia e Ciência da Informação, nos últimos
anos. Com efeito, o campo das atividades de informação tem sido arena de mudanças e
conflitos paradigmáticos, desde a segunda metade do século passado. O termo
“Biblioteconomia” apontou, por muito tempo, para um conjunto de atividades de informação
delimitadas dentro de um espaço físico que é a biblioteca. Essas atividades vêm sendo
impactadas desde o século passado pela introdução de novos conceitos, metodologias e, mais
recentemente, pelas tecnologias digitais de informação e de comunicação.
A primeira mudança paradigmática nesse campo de atividades ocorreu, no princípio do
século passado, com a publicação do Tratado de Documentação, de Paul Otlet. O conceito de
livro e as teorias que sustentavam as atividades da Biblioteconomia passaram por um
processo de transformação com a introdução da noção de documento. Para Otlet (1996), o
conceito de documento compreende livro, revista, jornal, disco, fundo de arquivo, fotografia,
partitura de música, filme e outros, tais como amostras, espécimes, modelos e fac-símiles.
Essa nova visão ampliou o campo de atuação dos(as) profissionais da área ao ultrapassar os
limites do espaço da biblioteca e agregar novas práticas de organização e novos serviços de
documentação e informação.
A grande renovação desse campo de atividades acontece, no entanto, com o surgimento
do computador e das técnicas de recuperação da informação. O encontro da Documentação e
Recuperação da Informação com o auxílio do computador possibilitou o nascimento da
Ciência da Informação, que surgiu com a preocupação de resolver os problemas que
envolvem a produção, a organização e a disseminação de conhecimentos. Vista dessa
maneira, a Ciência da Informação constitui um campo interdisciplinar ligado à tecnologia da
informação e com a responsabilidade social de organizar e disseminar conhecimentos
(SARACEVIC, 1992).
Este campo de conhecimento, nos entendimentos de Borko (1968) e Le Coadic (2004),
investiga as propriedades gerais e o comportamento da informação, as forças que governam
seu fluxo e os meios de processá-la para otimizar sua acessibilidade e seu uso. É uma área de
conhecimento que contempla o corpo de conhecimentos relativos à origem, coleta, estocagem,
recuperação, interpretação, transmissão, transformação e ao uso da informação.
A Ciência da Informação é compreendida como ciência social aplicada, uma vez que
busca suas teorias fundamentais e opera, principalmente, no desenvolvimento de produtos e

20

serviços de informação. Essa visão de um campo amplo da informação sustentado por um
corpo de teorias da Ciência da Informação permite que muitas habilidades profissionais sejam
ali ampliadas, aprofundadas e aprimoradas, possibilitando novas competências e outros
espaços de atuação para os(as) profissionais Bibliotecários(as). Assim, além de bibliotecas e
centros de documentação, historicamente identificados como espaços de atuação desse(dessa)
profissional, emergem outras possibilidades vinculadas, sobretudo, à gestão de produtos e
serviços de informação científica, tecnológica, empresarial, cultural e industrial. A crescente
diversificação e complexidade dessas atividades exigem mudanças nos perfis dos(as)
profissionais que atuam no campo.
Atento a essas mudanças, o Departamento de Políticas Públicas do MEC incorporou às
diretrizes curriculares do Curso de Biblioteconomia mudanças significativas, considerando o
contexto social amplo e as mudanças por que vem passando o campo híbrido da
Biblioteconomia e Ciência da Informação. Além disso, por ser considerada uma profissão
destinada à promoção de produtos, recursos e serviços informacionais, a Biblioteconomia
detém um núcleo básico de conhecimentos, metodologias, técnicas e tecnologias específicas
que tem como base o diálogo com diversas áreas do conhecimento, dentre as quais podemos
destacar a Administração, Ciência da Computação, Ciência da Informação, Comunicação
Social, Filosofia, História, Letras e Psicologia.
As políticas públicas que caracterizam o Estado Moderno, ou Pós-Moderno, como
sugerem alguns, nas suas interfaces com a sociedade civil, se inserem no interior de uma rede
conceitual constituída pela relação entre conhecimento e informação. Ao longo dessa rede, há
interfaces não só com a História, como devir e operação intelectual, mas com a cultura,
expressão de uma teia de relações e de vestígios materiais e simbólicos produzidos pelas
representações sociais (GEERTZ, 1989).
Nesse sentido, o(a) Bibliotecário(a) tem consolidado como campo de atuação todo o
sistema educacional e cultural, que compreende arquivos, bibliotecas, instituições de ensino,
institutos de pesquisa, museus e universidades, além de outros espaços emergentes, tais como
empresas de prestação de serviços; entidades de apoio a empresas, indústrias e comércios;
indústrias de pequeno, médio e grande porte; e organizações de classe, entre outras. A
formação profissional considera, portanto, que a atuação do(a) Bibliotecário(a) ultrapassa as
barreiras do suporte tradicional da informação, o papel, e de formas de acesso local, a
biblioteca, arquivo e museu. Assim, busca-se a formação de um(uma) profissional capaz de
atuar em novos contextos como técnico(a), administrador(a), consultor(a), educador(a),

21

estrategista e mediador(a), potencialmente habilitado(a) a contribuir com o desenvolvimento
regional em toda a sua extensão.
O Curso de Biblioteconomia da UFAL busca, em certa medida, contribuir com a
superação dos óbices que impedem o direito à informação e à formação na educação pública
superior de qualidade, com base na garantia de direitos individuais e coletivos inerentes à
construção da cidadania e do estado de direito.
A manutenção do ensino público superior no Brasil e, particularmente, na Região
Nordeste, conjugada à qualificação de profissionais, responde pela gestão institucional do
ensino público superior, sujeito a processos de avaliação conduzidos pelo INEP/MEC. Em
conjunto, todos esses dispositivos podem assegurar não só a formação profissional do(a)
Bibliotecário(a), mas o estímulo à pesquisa e à produção de conhecimento, no âmbito do
ensino público superior, em conformidade com as necessidades individuais e as demandas
oriundas das esferas públicas e privadas.
Partindo desse quadro histórico e conceitual, temos a dimensão geral que potencializa
a formação acadêmica no Curso de Biblioteconomia, sem perder de vista a sua interface com
a Ciência da Informação e áreas afins. Portanto, algumas balizas sinalizam, de modo
implícito, possíveis contextos, onde intervêm a tensão entre tempo e espaço, representação
social e institucional, processos e registros culturais. Estes formam uma tríade constituída por
informação, tecnologia e conhecimento, representativos de diferentes sociedades e/ou
agrupamentos humanos.
A institucionalização desse campo híbrido da Biblioteconomia e Ciência da
Informação tem, em última análise, sua base nos registros culturais, em diferentes suportes,
também denominados de documentos, que incorporam dimensões simultâneas da informação,
do conhecimento e da prova (SMIT; BARRETO, 2002). Na dimensão particular da formação
do(a) profissional Bibliotecário(a), em território alagoano, se inscrevem os fluxos de
informação que o sistema de armazenamento e recuperação da informação constrói com base
em um lastro onde estão presentes as atividades de seleção, aquisição, organização,
armazenamento e uso de diferentes registros de informação, conhecimento e cultura. Essas e
outras atividades que respondem pela institucionalização da informação vão se constituir nos
eixos fundamentais da relação ensino-aprendizagem.

22

2.3 MARCO OPERACIONAL

A formação do(a) profissional em Biblioteconomia tem importância fundamental para
a Região Nordeste, especialmente, para o Estado de Alagoas, pois vem ao encontro das
exigências e necessidades prementes. A oferta do Curso de Graduação em Biblioteconomia se
coloca como alternativa viável, voltada para o futuro, no sentido de resgatar os serviços
bibliotecários incipientes e, ao mesmo tempo, avançar as fronteiras para atuação competente
na sociedade da informação, contribuindo para superar as mais adversas situações que
atingem este ente da Federação. Este projeto se configura como proposta significativa para o
papel que a UFAL representa no espaço regional, principalmente, na produção de
conhecimentos e na formação de profissionais qualificados(as) que promovam o
desenvolvimento social, a partir das potencialidades advindas da informação e do
conhecimento.
A concepção que orienta a operacionalização deste projeto contempla a formação
do(a) Bibliotecário(a) com competências específicas para produzir, organizar e gerir
informação e conhecimento, preparando-o para atuar de forma competente no apoio às
diversas atividades de ensino, pesquisa, cultura, lazer e gestão da informação em CT&I, em
ambientes de constantes mudanças.
Com efeito, como instituição formadora, cabe à Universidade prover a formação de
profissionais que possam atuar eficazmente nesse processo, gerando novas possibilidades de
avanço do conhecimento em áreas estratégicas para o desenvolvimento humano. O Curso de
Biblioteconomia fundamenta-se nos princípios básicos da indissociabilidade do ensino, da
pesquisa e da extensão, configurando-se em currículo capaz de enfrentar dois desafios
importantes:


o imperativo tecnológico, que vem exigindo o desenvolvimento e a aplicação de uma
crescente gama de produtos e serviços de informação;



a realidade regional, que apresenta altas taxas de analfabetismo.
As instituições bibliotecárias, notadamente, as bibliotecas públicas, escolares e

especializadas, desempenham papel fundamental de apoio a programas de alfabetização e
educação continuada de grupos sociais diversos. Para a operacionalização deste projeto,
alguns elementos precisam ser descritos, especificamente, aqueles que se referem às
condições administrativas e pedagógicas de implantação e manutenção das atividades de
ensino, pesquisa e extensão.

23

2.3.1 Organização e Gestão Colegiada do Curso

O Curso de Biblioteconomia está subordinado ao Instituto de Ciências Humanas,
Comunicação e Artes (ICHCA) e, em contexto mais amplo, suas decisões administrativas
estão diretamente vinculadas ao colegiado desta unidade acadêmica.
O Curso de Biblioteconomia mantém organização e gestão colegiada nas esferas
administrativa, pedagógica e discente, que é composta por Colegiado de Curso, Núcleo
Docente Estruturante e Centro Acadêmico.
O Colegiado de Curso é composto por 14 (catorze) membros eleitos da seguinte
forma:


cinco docentes(as) efetivos(as), vinculados(as) ao Curso e seus(suas)
respectivos(as) suplentes, que estejam no exercício da docência, eleitos(as) em
consulta efetivada com a comunidade acadêmica, para cumprirem mandato de
2 (dois) anos, admitida uma única recondução;



um(a) representante do corpo discente, e seu(sua) respectivo(a) suplente,
escolhidos(as) em processo organizado pelo respectivo Centro ou Diretório
Acadêmico, para cumprir mandato de 1 (um) ano, admitida uma única
recondução;



um(a) representante do corpo técnico-administrativo, e seu(sua) respectivo(a)
suplente, escolhidos(as) dentre os(as) técnicos(as) da unidade acadêmica,
eleitos(as) pelos seus pares, para cumprir mandato de 2 (dois) anos, admitida
uma única recondução (UFAL, 2006).

O Colegiado de Curso é formado também por uma Coordenação e uma ViceCoordenação que são exercidas por docentes eleitos(as) pelos seus membros titulares.
O Colegiado do Curso de Biblioteconomia tem as seguintes atribuições:
 coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto Pedagógico
do Curso, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, no perfil do(a)
profissional desejado(a), nas características e necessidades da área de
conhecimento, do mercado de trabalho e da sociedade;
 coordenar os processos de ensino e de aprendizagem, promovendo a integração
docente-discente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da ação docente
com os planos de ensino, com vistas à formação profissional planejada;

24

 coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos resultados obtidos,
executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as alterações que se
fizerem necessárias;
 colaborar com os demais órgãos acadêmicos;
 exercer outras atribuições compatíveis. (UFAL, 2010, p. 54-55).
O Centro Acadêmico Manuel Bastos Tigre é formado por discentes do Curso de
Biblioteconomia eleitos(as) pelos seus pares que se encontrem em situação acadêmica regular.
Além desses componentes de organização e gestão colegiada, o Curso de
Biblioteconomia constituirá coordenações de apoio para dar suporte às atividades que
compõem as diferentes unidades curriculares, a saber:
 Coordenação de Estágio;
 Coordenação de Extensão;
 Coordenação de Monitoria;
 Coordenação de Pesquisa;
 Coordenação de Trabalho de Conclusão de Curso.
As coordenações de apoio têm suas atribuições especificadas e regulamentas em
normativas internas do Curso de Biblioteconomia e são exercidas por docentes do quadro
permanente designados(as) pelo Colegiado de Curso.
As decisões colegiadas são tomadas em reuniões realizadas ordinária e
extraordinariamente, cujas decisões são registradas em atas. As primeiras, em regra,
acontecem na última quinta-feira de cada mês.

2.3.2 Núcleo Docente Estruturante do Curso

O NDE do Curso de Biblioteconomia foi implantado nos termos da Resolução nº
52/2012 - CONSUNI/UFAL, que o institui nos cursos de graduação, em observância às
determinações da Portaria nº 147/2007 - MEC, de 02 de fevereiro de 2007, da Resolução nº
01/2010 - Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES) e do Parecer nº
04/2010 – CONAES, de 17 de junho de 2012, que contemplam a normatização, os princípios,
a criação e a finalidade do NDE.
O NDE tem finalidade consultiva e propositiva em matéria didático-pedagógica. E,
nesse sentido, é importante esclarecer que, mesmo antes da vigência da referida normativa, o
Curso de Biblioteconomia já realizava discussões e proposições em torno de grupos de

25

trabalho, por assim dizer, visando ao assessoramento do Colegiado do Curso, principalmente,
nos processos de atualização por que passou este PCC, nos anos de 2006 e 2008.
Com efeito, a partir da Portaria nº 522/2013 - REITORIA/UFAL, de 13 de março de
2013, que designou cinco docentes para comporem o NDE, o Curso de Biblioteconomia
iniciou o processo de formalização e sistematização em torno das atividades didáticopedagógicas. Essa equipe desenvolveu uma série de atividades visando à avaliação e ao
acompanhamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão.
O NDE, em atendimento ao que dispõe o artigo 6º da Resolução nº 52/2012 CONSUNI/UFAL, vem adotando estratégias de renovação parciais, buscando assegurar a
continuidade da filosofia que fundamenta o PPC. De modo mais preciso, os componentes têm
como atribuição:
 zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de
Biblioteconomia;
 contribuir para a consolidação do perfil profissional do(a) egresso(a) do Curso;
 zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de
ensino constantes no currículo;
 incentivar o desenvolvimento dos programas de extensão, monitoria e de
pesquisa, visando à consolidação do eixos temáticos do Curso e ao atendimento às
demandas sociais;
 incentivar o incremento e a manutenção de conteúdos e práticas didáticopedagógicas no campo da educação ambiental, educação em direitos humanos e
educação das relações étnico‐raciais, bem como a inserção do ensino de história e
cultura afro‐brasileira e africana.
O NDE é fundamental para o alcance e a manutenção da formação profissional de
qualidade, na medida em que é responsável pela dinâmica das condições de operacionalização
e funcionamento do Curso de Biblioteconomia. Essa relevância vem ganhando maior
significado durante o processo de adequação do PPC às atualizações curriculares, que
buscam, de forma integrada, o atendimento aos instrumentos de avaliação do INEP/MEC e às
demandas do contexto em que se encontra inserido.

2.3.3 Infraestrutura e Funcionamento do Curso

O Curso de Biblioteconomia funciona de segunda-feira a sexta-feira, no horário das 14
h às 22 h. Para tanto, conta com uma infraestrutura organizada de forma centralizada e

26

descentralizada, buscando o melhor funcionamento das diversas atividades que o compõem. A
parte centralizada corresponde aos espaços, mobiliário e equipamentos que formam a sede do
Curso e são destinados à maioria das atividades cotidianas. A parte descentralizada é formada
pelos demais espaços que a UFAL disponibiliza para os diversos cursos, tais como auditórios,
bibliotecas, restaurantes, salas de aula, quadras de esporte e espaços de lazer diversos. Toda
essa estrutura se encontra disponível no Campus A. C. Simões.
O Curso de Biblioteconomia, inicialmente, não tinha espaço físico próprio e funcionou
nas dependências da Biblioteca Central (BC) e do Centro de Ciências da Saúde (CSAU), que
hoje corresponde à Escola de Enfermagem e Farmácia (ESENFAR).
Atualmente, o Curso tem sede própria com a seguinte estrutura física:


espaço administrativo: coordenação, vice-coordenação e secretaria;



espaço de apoio administrativo: almoxarifado e sala de reunião;



espaço de convivência: hall de entrada, corredores e copa;



espaço de aula, estudo e pesquisa: biblioteca, laboratórios, sala de extensão, sala de
fotocópias, sala de pesquisa e salas de aula;



espaço para discentes: centro acadêmico;



espaço para docentes: gabinetes de docentes;



espaço para uso pessoal: banheiros e toilets.

É importante esclarecer que grande parte dos espaços indicados acima se encontra
equipada com mobília, rede integrada de sistemas e equipamentos tecnológicos que permitem
o seu uso adequado; outra parte se encontra em processo de implantação. Com efeito, é bom
mencionar a importância dos laboratórios especializados, principalmente, nas áreas de
técnicas documentárias e de tecnologias da informação, que são abordados em item próprio
neste projeto. Essa infraestrutura permite aos(às) docentes, discentes e funcionários(as) o
acesso a diversos serviços e/ou produtos, especialmente, a partir de equipamentos, recursos e
redes telefônica e de wi-fi presentes, que dão cobertura a todo o perímetro de funcionamento
do Curso.
Os processos administrativos e acadêmicos são, em sua maioria, realizados com base
em sistemas especializados e automatizados, que compõem a central de sistema da UFAL, tais
como Sistema Acadêmico, Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA),
Sistema Integrado de Gestão e Recursos Humanos (SIGRH) e Sistema Integrado de
Patrimônio, Administração e Contrato (SIPAC), entre outros.
Embora tenha sede própria, o Curso ainda conta com uma estrutura descentralizada da
UFAL, principalmente, Auditório da Reitoria, Auditório da BC e salas de aulas de outros

27

blocos, cujo uso é condicionado à necessidade e à disponibilidade de agenda. Toda esta
infraestrutura se encontra disponível para o(a) discente de Biblioteconomia no Campus A. C.
Simões, em Maceió, Estado de Alagoas. Nesse conjunto, merecem destaque:


Auditório da Reitoria;



Auditório da BC;



BC;



Centro de Interesse Comunitário (CIC);



Ginásio Poliesportivo;



Restaurante Universitário (RU).

Além do espaço físico para atendimento à comunidade, a BC disponibiliza o acervo
destinado a atender à demanda de dados, informação e conhecimento da comunidade
universitária. Acrescentando ao acervo geral, que atende às bibliografias básicas e
complementares do Curso de Biblioteconomia, a BC disponibiliza diversas fontes de
informações técnico-científicas, dentre as quais se podem destacar bases e bancos de dados,
coleções especiais (obras raras, monografias, dissertações e teses, etc.), periódicos científicos
especializados e publicações de referência (atlas, biografias, dicionários, enciclopédias, etc.).
No que concerne à infraestrutura pessoal, o Curso de Biblioteconomia conta com
corpo docente e corpo técnico-administrativo. O corpo docente permanente, hoje, é formado
por 12 (doze) docentes, dos(as) quais 10 (dez) têm formação básica em Biblioteconomia,
uma, em História e uma, em Ciências Sociais. Do total desses(dessas) docentes, 11 (onze) têm
mestrado em Ciência da Informação e seis têm doutorado em Ciência da Informação. Entre
os(as) mestres(as), cinco estão em processo de doutoramento, sendo quatro em Ciência da
Informação e uma, em Educação.
O corpo docente é responsável, entre outras, pelas seguintes atividades:


ministrar os conteúdos programáticos das disciplinas;



orientar trabalhos de conclusão de curso;



coordenar e supervisionar estágios curriculares e extracurriculares;



desenvolver programas e projetos de extensão;



coordenar e supervisionar atividades de monitorias;



coordenar grupos de pesquisa, e desenvolver e orientar projetos de pesquisa;



coordenar atividades administrativas do Curso.

O Curso de Biblioteconomia conta, complementarmente, com docentes de outras
unidades acadêmicas e/ou cursos para ministrar disciplinas de fundamentação geral, tais como

28

Formação Social, Econômica e Política do Brasil, Língua Portuguesa, Inglês Instrumental 1,
Inglês Instrumental 2, Introdução à Informática e Introdução à Lógica, entre outras.
O Curso de Biblioteconomia procura manter também corpo técnico-administrativo que
tem por função oferecer o apoio necessário à plena realização das atividades que subsidiam o
processo ensino-aprendizagem, ao acompanhamento e à avaliação do projeto pedagógico. De
modo mais preciso, essa equipe atua em funções de secretaria acadêmica, no registro e
acompanhamento

de

procedimentos

de

matrícula,

no

registro,

recebimento

e

acompanhamento de processos, bem como no apoio ao corpo docente e ao corpo discente,
notadamente, no uso da biblioteca e dos laboratórios, entre outros.
A interação e o processo de comunicação deverão ser garantidos para o bom
funcionamento do Curso de Biblioteconomia. Dessa forma, o Curso estará ancorado em uma
rede de comunicação que permite a interação entre corpo docente, corpo discente, equipe de
funcionários(as) e outras pessoas de outros setores e/ou instituições. Essa rede de
comunicação é composta por canais formais e informais visando garantir a funcionalidade do
Curso. Nesse contexto, merecem ser citados o atendimento pessoal e o atendimento remoto,
especialmente, via telefone, endereço eletrônico (e-mail), sítio do Curso e redes sociais
(Facebook, Instagram e Twitter). Esses recursos são importantíssimos, principalmente, pela
capilaridade que os constitui e a dinâmica que envolve a atualização, a disseminação e a
recuperação de informação.

29

3 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA

Além dos parâmetros normativos nacionais, o Curso de Biblioteconomia procura
atender ao conjunto de políticas estabelecidas pela UFAL, nas três esferas básicas de atuação,
a saber, ensino, pesquisa e extensão, tomando como referência o PDI (UFAL, 2013c). Tratase de um conjunto de diretrizes que, em última análise, visa à ampliação e à qualificação das
atividades, dos processos e dos procedimentos que envolvem o ensino-aprendizagem no
espaço institucional. Essas políticas têm com finalidade a melhoria dos cursos de graduação, a
formação cidadã, o reconhecimento social e a garantia da formação adequada à proposta de
perfil do(a) egresso(a).
A UFAL ainda define políticas que objetivam contribuir com redução das assimetrias
presentes no ensino superior e, por conseguinte, promover a inclusão social de parte da
comunidade em que se encontra inserida. Nesse contexto, merece destaque a implantação de
políticas de cotas, programas de inclusão e ações afirmativas.

3.1 POLÍTICAS DE ENSINO

A UFAL estabelece três grandes eixos para a implantação e consolidação das políticas
de ensino, a saber, a inovação e a qualificação, a internacionalização e a gestão acadêmica.
A inovação e a qualificação são elementos fundamentais para a manutenção da
qualidade no processo ensino-aprendizagem. Nesse sentido, o Curso de Biblioteconomia
procura, a cada semestre, realizar um conjunto de atividades que contemple as políticas
institucionais de ensino. Nesse rol, podem-se citar a realização de eventos, a organização de
grupos de estudos e pesquisas, e a inserção e/ou o aprimoramento de ferramentas
tecnológicas. Assim, é relevante destacar a Semana Acadêmica de Biblioteconomia (SABI),
que possibilita a realização de diferentes atividades visando, essencialmente, à integração
entre corpo discente e corpo docente e à dinamização das práticas pedagógicas a partir de
exposições, feiras de livros, hora do conto e sarau, entre outros.
No que se refere ao processo de internacionalização, o Curso de Biblioteconomia vem
trabalhando em três frentes, quais sejam conteúdos curriculares, bolsas de estudo e convênios
com instituições internacionais.
No domínio dos conteúdos curriculares, merece destacar o estudo de idiomas e
culturas de outros países a partir da inserção da língua inglesa na matriz curricular (Inglês
Instrumental 1 e Inglês Instrumental 2) e a possibilidade de inclusão de outras línguas e

30

culturas, por intermédio de disciplinas eletivas e de aproveitamentos de curso, sobretudo, a
partir do desenvolvimento de atividades complementares que compõem a parte flexível do
currículo (Espanhol Instrumental, Francês Instrumental, História da Arte, e Literatura
Universal), entre outras, conforme interesses e demandas dos(as) discentes.
No domínio das políticas de bolsas de estudo direcionadas à internacionalização,
destaca-se o incentivo aos(às) discentes, por meio da Assessoria de Intercâmbio Internacional
(ASI) da UFAL, a participarem de editais de programas de bolsa de estudos, tais como as
chamadas de Bolsas Ibero-Americanas e do Programa de Bolsas Luso-Brasileiras do
Santander Universidade, entre outros. Todas as chamadas realizadas pela ASI são divulgadas
junto ao corpo discente, especialmente, no sítio e nas redes sociais do Curso de
Biblioteconomia.
Ainda no plano da internacionalização, a UFAL, com a participação do Curso de
Biblioteconomia, estabeleceu convênios com a Universidade do Porto (Portugal) e o Museu
Darwin (Rússia). O primeiro tem relação direta com a qualificação de docentes e, por
conseguinte, o contato com conteúdos, idiomas e, em última análise, culturas de outros países,
por intermédio da realização de programas de doutoramento. O segundo teve a participação
de docentes do Curso de Biblioteconomia na organização do I Ciclo de Debates sobre o
Binômio Cultura/Natureza, cuja temática discorreu sobre Uma Cultura Anfíbia na
Transversalidade de Saberes: Alagoas e Rússia, realizado na cidade de Maceió, Alagoas, em
novembro de 2013.
Na ocasião, foi assinado um Convênio de Cooperação Técnica entre a UFAL e o
Museu Darwin de Moscou, intermediado pela ASI. O intercâmbio objetivou consolidar os
vínculos de pesquisa, experiência profissional e articulação científica entre as instituições
citadas, com a participação direta do Programa de Pós-Graduação em História (PPGH), do
Museu de História Natural, dos cursos de Biblioteconomia e Ciências Biológicas, e do
Instituto de Ciências Atmosféricas (ICAT/UFAL). O Convênio, de modo geral, propõe a
“elevação da qualidade dos trabalhos técnico-científicos e culturais, na realização de
pesquisas e expedições, e na promoção de extensão” (LIMA, 2015, p. 15).
E, por fim, mas não menos importante, no conjunto de políticas institucionais de
ensino, é importante destacar as diversas relações estabelecidas, direta ou indiretamente, com
docentes e pesquisadores(as) de IES de outros países, em eventos realizados pelo Curso de
Biblioteconomia e/ou dos quais os(as) docentes deste participam. Atinentes àqueles, é
oportuno destacar o XXIV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e
Ciência da Informação (CBBD) e o I Encontro Internacional de Ciência da Informação:

31

múltiplos saberes, realizados em Maceió, Alagoas, respectivamente, nos anos de 2011 e 2013.
No que se refere a estes, pode-se destacar a participação do corpo docente em eventos
internacionais tais como o Encontro Ibérico da Associação de Educação e Investigação em
Ciência da Informação de Iberoamérica e do Caribe (EDICIC) (Portugal, 2009, 2013;
Espanha, 2015) e o I Congresso ISKO Espanha e Portugal promovido pela International
Society for Organization of Knowledge (Portugal, 2013). Não se pode perder de vista os
contatos anuais no Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ENANCIB),
promovido pela Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da
Informação (ANCIB), que tem participação constante de pesquisadores(as) de diferentes
países, notadamente, Argentina, Espanha, México, Portugal e Uruguai.
Em consonância com as políticas estabelecidas no PDI/UFAL (2013c), o Curso de
Biblioteconomia envidará esforços no sentido de promover outros fóruns que potencializem a
participação direta dos(as) discentes e docentes.
No âmbito da gestão acadêmica, o Curso de Biblioteconomia vem implantando as
políticas institucionais de ensino a partir da adequação do PCC ao Projeto Pedagógico
Institucional (PPI/UFAL, 2013c). Nesse contexto, é importante frisar a atuação do NDE, com
base na Resolução nº 52/2012 - CONSUNI/UFAL, e a participação direta dos(as) discentes e
docentes na avaliação institucional. De modo mais preciso, o Curso envida esforços no
sentido de realizar, pelo menos, no início de cada semestre letivo, uma reunião dedicada à
discussão e à avaliação das atividades realizadas no período anterior e ao planejamento das
atividades acadêmicas que serão desenvolvidas no período que se inicia.

3.2 POLÍTICAS DE EXTENSÃO

A UFAL estabelece, por meio do PDI, como um dos objetivos institucionais, a
consolidação e a expansão das ações de extensão2 por intermédio de suas unidades
acadêmicas, promovendo substancial interação entre a universidade e a sociedade (UFAL,
2013c).
Levando-se em conta o princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e
extensão, a universidade concebe a extensão universitária “como um processo interdisciplinar,

2

Classificadas como: programas, projetos, cursos (minicurso, curso livre, curso de qualificação profissional e
curso de aperfeiçoamento), eventos de extensão, prestação de serviços, produção e publicações (UFAL, 2014b).

32

educativo, cultural, científico e político que promove a interação transformadora entre
universidade e outros setores da sociedade” (UFAL, 2014b).
Como parte orgânica da instituição, o Curso de Biblioteconomia, através do seu
Colegiado, estabeleceu uma Coordenação de Extensão, que se configura como uma
representação de apoio, ou seja, assume papel colaborativo junto à Coordenação do Curso
para que possa articular o conhecimento construído nas dimensões do binômio ensinopesquisa à sociedade. Desta forma, alinha-se à proposta da instituição em fixar a extensão
como uma prática essencial ao processo de ensino-aprendizagem.
A extensão é considerada como um instrumento que
[...] pode proceder a difusão, socialização e democratização do conhecimento
existente, bem como das novas descobertas à comunidade. A Extensão também
propicia a complementação da formação dos universitários, dada nas atividades de
ensino, com a aplicação prática. Assim, forma-se um ciclo onde a pesquisa aprimora
e produz novos conhecimentos, os quais são difundidos pelo ensino e pela extensão,
de maneira que as três atividades tornam-se complementares e dependentes, atuando
de forma sistêmica. (SILVA, 1997).

Nessa perspectiva, a Coordenação de Extensão busca se alinhar às diretrizes
estabelecidas na Resolução nº 65/2014 – CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014, e às
proposições do Comitê Assessor de Extensão/UFAL, como também manter estreita
articulação com a Unidade Acadêmica da qual faz parte – ICHCA/UFAL.
As ações extensionistas do Curso de Biblioteconomia se correlacionam com três
elementos estruturantes:


dimensões instituídas pelo PDI: formação acadêmica; produção de conhecimento;
interação com a sociedade; e produção, preservação e difusão cultural;



áreas predominantes de atuação dos(as) docentes; e



interesses dos(as) discentes.

Dessa forma, tal estrutura possibilita uma complexa associação entre a prática, a teoria
e a interação com a comunidade (externa e interna), no contexto das áreas predominantes do
Curso de Biblioteconomia e seus respectivos desdobramentos e, consequentemente,
estabelecendo uma relação com uma metodologia ampla de formação integrada,
interdisciplinar e dialógica, propiciando ensino-aprendizagem não restrito à sala de aula.
As ações extensionistas desenvolvidas e/ou em desenvolvimento no Curso de
Biblioteconomia representam o comprometimento na formação de um(a) cidadão(ã)
consciente da realidade social, tanto no âmbito local como regional e nacional, como também
visam propiciar a construção de conhecimento resultante das experiências adquiridas.

33

De forma a exemplificar, apresentam-se tais ações de extensão: (Re)Construindo
ecologias cognitivas: ações de informação e inclusão social na Comunidade Pontal da Barra,
Maceió-AL (Educação Ambiental); ÒdeAyé conectado: narrativas dos movimentos sociais
afro-alagoanos na web (Educação das Relações Étnico-Raciais e Ensino de História e Cultura
Afro-Brasileira, Africana e Indígena); Do agogô ao beatbox: racismo e cultura hip-hop em
Maceió (Educação das Relações Étnico-Raciais e Ensino de História e Cultura AfroBrasileira, Africana e Indígena); Memória e cultura popular em Alagoas: elaboração do guia
de acervos do Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore (Educação das Relações
Étnico-Raciais e Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena); A
literatura de cordel incentivando a leitura; O incentivo à leitura por meio da hora do conto;
Biblioencanta; Anjos do HUPAA: a arte de contar histórias e outras práticas
biblioterapêuticas em hospital de ensino e assistência; SABI e produção e publicações
(cartilha e vídeo), entre outras ações.

3.3 POLÍTICAS DE PESQUISA

O PDI/UFAL (2013c) ressalta o caráter multidisciplinar da UFAL no desenvolvimento
e promoção da pesquisa, no incentivo à formação de grupos e núcleos de estudo nas mais
diversas áreas de conhecimento, bem como à produção científica, tecnológica e cultural
qualificada.
No âmbito do Curso de Biblioteconomia, as políticas de pesquisa são desenvolvidas
com significativa importância da colaboração de docentes nas orientações de Trabalhos de
Conclusão de Curso (TCCs) e por meio de iniciativas institucionais de apoio a grupos e
projetos depesquisa.
Atualmente, o Curso conta com cinco grupos de pesquisa devidamente cadastrados no
Diretório de Grupos de Pesquisa (DGP) do CNPq e certificados pela universidade, a saber:


Informação e Acessibilidade em Escolas e Bibliotecas (IAEB);



Laboratório de Estudos Métricos da Informação na Web (Lab-iMetrics);



Laboratório de Pesquisa em Informação e Informática em Saúde (LAPIIS);



Leitura, Biblioteca Escolar e Cidadania (LEBECI);



Observatório de Estudos Interdisciplinares da Informação (Observinter).

Os grupos contam com recursos advindos de editais internos, como o Programa
Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), o Programa Institucional de Bolsas de
Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI) e o Programa de Ações

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Interdisciplinares (PAINTER); e externos, como, por exemplo, editais e programas de auxílio
à pesquisa locais, como da Fundação de Amparo à Pesquisa de Alagoas (FAPEAL), e
nacionais, do CNPq. Nesses casos, a participação do(a) discente nas atividades de pesquisa se
dá por meio de seleção e vínculo aos projetos de pesquisa aprovados de docentes, sendo
desenvolvidos e acompanhados por planos de atividades individuais e relatórios, parciais e
finais.
O Curso de Biblioteconomia procura estimular a criação de ambientes de produção
acadêmica científica, com a participação de docentes e discentes, inseridos(as) em grupos de
pesquisa reconhecidos e certificados pela UFAL/CNPq, além de incentivar os(as) discentes a
iniciarem suas atividades de pesquisa e a participarem de eventos científicos, e, sempre que
possível, com a submissão de artigos. Como resultado destas ações, discentes e docentes do
Curso têm publicado resultados de suas pesquisas em revistas científicas da área e participado
de eventos científicos tanto internos à UFAL como eventos externos.
Os eventos internos mais recorrentes são a SABI e o Congresso Acadêmico Integrado
de Inovação e Tecnologia (CAIITE). A primeira é organizada pelo Curso e o segundo, pela
UFAL, com a participação do Curso. Os eventos externos com maior participação dos(as)
discentes e docentes são, respectivamente, Encontro Nacional de Estudantes de
Biblioteconomia, Documentação, Gestão e Ciência da Informação (ENEBD) e Encontro
Regional de Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Gestão e Ciência da Informação
(EREBD), e CBBD e ENANCIB.
Nesse contexto, ainda é importante mencionar o incentivo à produção docente e
discente com a edição da Ciência da Informação em Revista, desde o ano de 2014. Trata-se de
um periódico científico corrente de publicação quadrimestral, que tem como finalidade
promover a produção e a divulgação do conhecimento técnico-científico no campo
multidisciplinar da Ciência da Informação e Biblioteconomia, e de áreas afins.

3.4 POLÍTICAS DE COTAS

A UFAL implantou em 2004 um sistema de cotas que orienta os princípios de sua
política institucional voltada a minimizar os efeitos das desigualdades sociais e históricas em
nosso país. Ressalta-se que esta Universidade mantém compromissos com a adequação
contínua do seu Programa de Políticas Afirmativas para Afrodescendentes no Ensino Superior
na UFAL, condição utilizada tanto para atender à legislação federal vigente quanto ao
acolhimento das manifestações pertinentes apresentadas pela sociedade civil. Assim, seus

35

órgãos colegiados, especialmente o Conselho de Ensino, Pesquisa, Extensão (CEPE)3 e o
Conselho Universitário (CONSUNI), baseiam regulamentações do tema com diretrizes
normativas para o estabelecimento do emprego das cotas na UFAL.
É importante apontar que a Lei nº 12.711/2012, de 29 de agosto de 2012,
regulamentada pelo Decreto nº 7.824/2012, de 11 de outubro de 2012, e a Portaria Normativa
nº 18/2012 - MEC, de 11 de outubro de 2012, são disposições legais que determinam o
ingresso, a distribuição e a reservas de vagas nos cursos de graduação ofertados pelas IFES.
A relevância de ações afirmativas que representem a inserção de cotas nas vagas
ofertadas pelos cursos de graduação da UFAL pode ser confirmada com a série de resoluções
que foram determinadas por esta instituição. Primeiramente, cita-se a Resolução nº 33/2003 CONSUNI/UFAL, de 06 de novembro de 2003, que aprovou o Programa de Políticas
Afirmativas para Afrodescendentes no Ensino Superior na UFAL.
Posteriormente, um conjunto de outras resoluções incorporou os seus esforços
institucionais para regulamentar o tratamento da questão de cotas. Neste sentido, para efeito
de evidenciar a disposição institucional sobre o tema, faz-se necessário citar as seguintes
resoluções estabelecidas por esta Universidade: Resolução nº 09/2004 - CEPE/UFAL, de 10
de maio de 2004, que redefine normas referentes ao Processo Seletivo Seriado (PSS) para
ingresso nos cursos de graduação da UFAL; Resolução nº 01/2007 - CONSUNI/UFAL, que
aprovou ad referendum, a consolidação das normas reguladoras do Processo Seletivo para
ingresso nos Cursos de Graduação da UFAL; Resolução nº 40/2007 - CONSUNI/UFAL, de
18 de junho de 2007, que define critérios de matrícula institucional e acadêmica de discentes
ingressantes na UFAL através do PSS/UFAL; Resolução nº 54/2012 – CONSUNI/UFAL, 05
de novembro de 2012, que normatiza a reserva de vagas (cotas) no processo seletivo de
ingresso nos cursos de graduação da UFAL; Resolução n° 76/2013 - CONSUNI/UFAL, de 04
de novembro de 2013, que estabelece percentual de 30% a ser aplicado na reserva de vagas do
processo seletivo de ingresso nos cursos de graduação da UFAL em 2014; e Resolução nº
60/2014 - CONSUNI/UFAL, de 06 de outubro de 2014, que estabelece percentual de 40% a
ser aplicado na reserva de vagas do processo seletivo de ingresso nos cursos de graduação da
UFAL e da Escola Técnica de Artes (ETA/UFAL) em 2015.
Essas normativas evidenciam que o reconhecimento do dever público sensibiliza as
diversas instâncias e colegiados desta Universidade com o engajamento de ações afirmativas
que visem promover contribuições para eliminar ou, pelo menos, minimizar as distorções
3

Com a reforma universitária, o CEPE foi extinto, mas as normativas não revogadas expressamente continuam
em vigência.

36

historicamente imposta à sociedade brasileira. Em tal perspectiva, consta entre as metas
estratégicas registradas no último PDI o anseio de “Ampliação do sistema de cotas da UFAL
dos atuais 20% para 50% em três anos” (UFAL, 2013c, p. 19).
No âmbito do Curso de Biblioteconomia, predomina espírito de comprometimento
social em que o Programa de Políticas Afirmativas para Afrodescendentes no Ensino Superior
na UFAL idealiza as suas fundamentações. O Curso não dispõe de diretrizes normativas
internas para regulamentar as suas ações tocantes à adoção de cotas, considerando que as
determinações são estabelecidas pelas instâncias superiores, mas o engajamento institucional
persiste na filosofia pedagógica adotada para formar sujeitos críticos e conscientes a respeito
das distorções existentes na realidade brasileira.
Pautado em princípios educacionais que valorizam a diversidade sociocultural, o
Curso de Biblioteconomia orienta-se pela metodologia de formação integrada para estabelecer
a composição de repertórios didáticos que contemplem atitudes teóricas e práticas de ensino
em áreas interdisciplinares. Assim, temas e ações que priorizem reflexões e experiências com
“Educação Ambiental”, “Educação em Direitos Humanos” e “Educação das Relações ÉtnicoRaciais e Ensino de História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena” são abordagens
imprescindíveis à plena formação do(a) profissional Bibliotecário(a).
As questões sociais e raciais que implicam a urgência do delineamento de políticas
públicas em sistemas de cotas são temáticas explícitas e implícitas, nos programas e projetos
de extensão, que fundamentam os princípios idealizados na formação profissional adotada
pela pedagogia instituída no Curso de Biblioteconomia da UFAL.

37

4 OBJETIVOS DO CURSO

A Biblioteconomia possui em sua trajetória uma tradição que permite caracterizá-la
como “[...] área do conhecimento que estuda as práticas, perspectivas e as aplicações de
métodos de representação e gestão da informação e do conhecimento em diferentes ambientes
de informação [...]” (CUNHA; AMARAL; DANTAS, 2015, p. 60). Logo, essa área do
conhecimento torna-se imprescindível, pois permite ter a informação como objeto ou
instrumento de trabalho, consequentemente, há urgência de um(uma) profissional para ser
o(a) mediador(a) entre a informação e aqueles(as) que dela necessitam para a tomada de
decisões.
Assim, o Curso de Graduação em Biblioteconomia, no contexto social em que se
apresenta, busca alinhar-se ao objetivo estratégico desta instituição que visa “Proporcionar
formação contemporânea: flexível e adaptável” (UFAL, 2013c, p. 19). Ao considerar tal
finalidade norteadora emanada pelo PDI, o Curso estabeleceu, em consonância com os
componentes curriculares, os objetivos a seguir.

4.1 OBJETIVO GERAL

Formar profissionais competentes para atuarem de forma crítica e inovadora no ciclo
informacional4, por meio dos espaços multirreferenciais de informação presentes na
sociedade.

4.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS


Desenvolver potencial criativo nos(nas) discentes para atuarem como gestores(as)
e/ou mediadores(as) da informação nos diversos segmentos institucionais;

4

O ciclo informacional, conforme o documento “Referenciais Curriculares Nacionais dos Cursos de
Bacharelado e Licenciatura” (BRASIL, 2010, p. 14), compreende: produção, mediação, acesso, uso,
disseminação, recuperação e apropriação da informação. Em sua atividade, recupera, coleta, produz, seleciona,
trata e dissemina informações; forma, desenvolve, avalia e preserva acervos informacionais. Medeia o acesso, a
busca, o uso e a apropriação da informação. Explora, produz, aplica, adapta e utiliza Tecnologias da Informação
e da Comunicação. Cria, organiza, provê, dissemina e avalia produtos e serviços de informação. Elabora e
gerencia políticas, programas, planos e projetos para a prospecção e a promoção de serviços de informação.
Participa, assessora e intervém na formulação de políticas de informação. Identifica, analisa e traduz
necessidades informacionais em contextos sociais específicos. Coordena e supervisiona equipes de trabalho. Em
sua atuação, considera a ética, a segurança e as questões socioambientais.

38



Preparar os(as) discentes para o tratamento, mediação, transferência e uso da
informação independentemente do ambiente, suporte e tecnologia;



Possibilitar aos(às) discentes uma postura crítica, criativa e inovadora para
desenvolverem de maneira empreendedora diversificadas formas autônomas de
atuação profissional na sociedade: consultorias, diagnósticos, pesquisas, produtos,
projetos e serviços.

39

5 PERFIL PROFISSIONAL DO(A) EGRESSO(A): CAMPO DE ATUAÇÃO E
COMPETÊNCIAS

A Biblioteconomia, como diversos campos científicos e profissionais, encontra-se em
um processo de modernização tanto nas suas práticas como nos serviços que disponibiliza
para a sociedade. Assim, essa área do conhecimento “[...] estende a sua esfera de atuação para
outros setores da sociedade [...] na medida em que amplia o conceito de acesso aos itens
bibliográficos e documentais para o acesso à informação.” (SOUZA, 2015, p. 37).
O acesso à informação torna-se potencialmente crítico para a sociedade para que possa
adquirir maior consciência em relação às suas ações e decisões e ao exercício de sua
cidadania. A atuação do(a) profissional graduado(a) em Biblioteconomia encontra-se em
espaços nos quais a informação torna-se um instrumento de trabalho, podendo atuar como
gestor(a) e/ou mediador(a) da informação, pesquisador(a) e de maneira autônoma. Então,
consideram-se como loci próprios de atuação do(a) bibliotecário(a): IES, empresas e
laboratórios de pesquisa científica e tecnológica, unidades, redes, sistemas e serviços de
documentação e informação localizados em centros de pesquisa, centros culturais, bibliotecas,
museus, arquivos, jornais e ainda atuando como microempreendedores(as) ou fornecendo
serviços de consultoria (BRASIL, 2010c).
Nessa perspectiva, o perfil estabelecido para o(a) Bacharel(a) em Biblioteconomia ou
Bibliotecário(a) do Curso de Graduação em Biblioteconomia da UFAL considera o domínio
dos conteúdos presentes em sua estrutura curricular que possibilite ao(à) egresso(a)
desenvolver competências, habilidades e atitudes necessárias ao exercício profissional, desta
forma, que possam intervir e gerar valor de forma ética nos diversos contextos sociais, tanto
no âmbito local, regional e nacional. Em conformidade com as Diretrizes Curriculares em
Biblioteconomia, as competências e habilidades gerais dos(as) graduados(as) compreendem:
 gerar produtos a partir dos conhecimentos adquiridos e divulgá-los;
 formular e executar políticas institucionais;
 elaborar, coordenar, executar e avaliar planos, programas e projetos;
 utilizar racionalmente os recursos disponíveis;
 desenvolver e utilizar novas tecnologias;
 traduzir as necessidades de indivíduos, grupos e comunidades nas respectivas áreas de
atuação;
 desenvolver atividades profissionais autônomas, de modo a orientar, dirigir,
assessorar, prestar consultoria, realizar perícias e emitir laudos técnicos e pareceres;

40

 responder a demandas sociais de informação produzidas pelas transformações
tecnológicas que caracterizam o mundo contemporâneo.
As Diretrizes Curriculares ainda determinam as seguintes competências e habilidades
específicas para os(as) graduados(as) em Biblioteconomia:
 interagir e agregar valor nos processos de geração, transferência e uso da informação,
em todo e qualquer ambiente;
 criticar, investigar, propor, planejar, executar e avaliar recursos e produtos de
informação;
 trabalhar com fontes de informação de qualquer natureza;
 processar a informação registrada em diferentes tipos de suporte, mediante a aplicação
de conhecimentos teóricos e práticos de coleta, processamento, armazenamento e
difusão da informação;
 realizar pesquisas relativas a produtos, processamento, transferência e uso da
informação.
A articulação entre conteúdos disciplinares das áreas de Biblioteconomia e Ciência da
Informação no Curso possibilita estruturar cinco áreas predominantes de atuação:
Fundamentos Teóricos da Biblioteconomia e da Ciência da Informação; Organização,
Processamento e Tratamento da Informação; Recursos e Serviços de Informação; Tecnologia
da Informação; e Gestão de Unidades e Serviços de Informação.
Em face da complexidade e diversidade presentes no contexto social, econômico,
político e cultural do Estado de Alagoas, o Curso de Biblioteconomia evidencia um duplo
perfil. A atual proposta do Curso de Biblioteconomia defende como base teórica a Ciência da
Informação, com conteúdos de fundamentação geral, aliados aos conteúdos específicos de
modo a possibilitar a formação de um perfil comum e um perfil específico.
O perfil comum define um(uma) profissional com espírito crítico, domínio das práticas
essenciais de produção e difusão do conhecimento, para suprir demandas relativas ao seu
campo de atuação, trabalhando em unidades de informação como espaços onde se praticam a
reflexão, a pesquisa e a produção do conhecimento. O perfil específico, por sua vez, define ser
o(a) bibliotecário(a) um(uma) profissional qualificado(a) para interagir com o processo de
transferência da informação, da geração ao uso, e dos registros do conhecimento, participando
da interpretação crítica da realidade social.
Os(As) egressos(as) do Curso de Biblioteconomia deverão, assim, ser capazes de atuar
junto a instituições e organizações que demandem intervenções de natureza e alcance
variados: bibliotecas, centros de documentação, centros de informação, centros culturais,

41

serviços, redes e sistemas de informação públicos e/ou privados, órgãos de gestão do
patrimônio cultural, etc.

42

6 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

O Curso de Biblioteconomia mantém sua organização curricular com fundamento em
três princípios estabelecidos no Regimento Geral da UFAL, a saber, a compreensão do
currículo de forma integrada, a oferta de formação teórica e prática, e a flexibilização
curricular (UFAL, 2006).
Assim, buscando se adequar ao disposto acima, a organização curricular compõe-se de
um conjunto de unidades curriculares distribuídas da seguinte forma:


Parte fixa obrigatória:
o Disciplinas obrigatórias;
o Disciplinas eletivas;
o Estágios Supervisionados Obrigatórios;
o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).



Parte flexível obrigatória:
o Atividades complementares.

Essas unidades curriculares estão organizadas em eixos temáticos e distribuídas em
períodos letivos, considerando os domínios teórico-conceituais e, complementarmente, as
relações de coordenação e subordinação entre os conteúdos que as constituem. Essas têm por
finalidade a organização sistemática dos conteúdos e o estabelecimento de pré-requisitos entre
algumas unidades curriculares.

6.1 EIXOS TEMÁTICOS

O Curso de Biblioteconomia está organizado em seis eixos temáticos, abrangendo
conteúdos de formação geral e conteúdos específicos ou profissionalizantes, conforme o
Parecer nº 492/2001 - CES/CNE/MEC, de 03 de abril de 2001, que estabelece, entre outras, as
diretrizes curriculares para o Curso de Biblioteconomia.
Do ponto de vista operacional, os eixos temáticos compõem as grandes áreas de
estudos e pesquisas adotadas na formação profissional. Cada eixo temático tem ementa e
objetivos bem definidos que, no conjunto, visam ao alcance da formação desejável do(a)
Bibliotecário(a).

43

Eixo 0: Fundamentos Gerais
Ementa:
Formação geral externa ao campo da Biblioteconomia. Fundamentos sociais e
humanísticos da formação em Biblioteconomia.

Objetivos:
 Compreender a relevância de outras áreas de conhecimento na formação do(a)
Bibliotecário(a);
 Oferecer fundamentos sociais e humanísticos à formação do(a) Bibliotecário(a);
 Potencializar o melhor aproveitamento dos conteúdos específicos na formação
do(a) Bibliotecário(a).

Disciplinas:
 Formação Social, Econômica e Política do Brasil
 Inglês Instrumental 1
 Inglês Instrumental 2
 Língua portuguesa
 Espanhol Instrumental (eletiva)
 Francês Instrumental (eletiva)
 História da Arte (eletiva)
 História e Cultura de Alagoas (eletiva)
 Informação e Cidadania (eletiva)
 Introdução à Lógica (eletiva)
 LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais (eletiva)
 Literatura Brasileira (eletiva)
 Literatura Universal (eletiva)
 Teoria da Comunicação (eletiva)

Eixo 1: Fundamentos Teóricos da Biblioteconomia e da Ciência da Informação
Ementa:
Delimitação dos campos científicos e profissionais da Biblioteconomia e da Ciência da
Informação. Produção, registro e comunicação da informação e do conhecimento. Formação e
atuação profissional.

44

Objetivos:
 Situar os processos de produção, registro e comunicaçãoda informação e do
conhecimento na formação do(a) Bibliotecário(a);
 Introduzir aspectos teóricos e metodológicos na formação do(a) Bibliotecário(a);
 Conhecer os principais espaços de atuação profissional do(a) Bibliotecário(a).

Disciplinas:
 História da Cultura e dos Registros do Conhecimento
 História do Pensamento Científico
 Introdução à Biblioteconomia e à Ciência da Informação
 Métodos e Técnicas de Pesquisa
 Biblioteca e Sociedade (eletiva)
 Comunicação Científica e Métricas da Informação na Web (eletiva)
 Elaboração de Trabalho Científico (eletiva)
 Seminário de Integração em Biblioteconomia e Ciência da Informação (eletiva)
 Semiótica da Informação (eletiva)

Eixo 2: Organização, Processamento e Tratamento da Informação
Ementa:
Aspectos teóricos e práticos dos processos de tratamento e organização da informação.
Instrumentos e produtos de tratamento e organização da informação.

Objetivos:
 Apreender os aportes teóricos dos processos de tratamento e organização da
informação;
 Desenvolver competências práticas nos processos de tratamento e organização da
informação;
 Usar os instrumentos auxiliares nos processos de tratamento e organização da
informação;
 Elaborar produtos destinados à recuperação da informação.

Disciplinas:
 Análise da Informação 1
 Análise da Informação 2

45

 Representação Descritiva 1
 Representação Descritiva 2
 Representação Temática 1
 Representação Temática 2
 Informação Documental e Histórica (eletiva)
 Seminários de Organização da Informação (eletiva)
 Técnicas de Preservação e Restauração de Documentos (eletiva)

Eixo 3: Recursos e Serviços de Informação
Ementa:
Contextos de produção, disseminação e uso da informação. Ciclo informacional.
Tipologias de recursos e serviços de informação. Políticas de formação e desenvolvimento de
coleções.

Objetivos:
 Conhecer os contextos diversos de produção, disseminação e uso de informação;
 Planejar e elaborar políticas de formação e desenvolvimento de coleções;
 Capacitar para o desenvolvimento de atividades de (re)seleção, aquisição,
avaliação, e desbastamento de fontes de informação;
 Elaborar programas e cursos de educação e treinamento de usuários(as);
 Desenvolver competências na disseminação de recursos e serviços de informação.

Disciplinas:
 Fontes e Disseminação da Informação 1
 Fontes e Disseminação da Informação 2
 Formação e Desenvolvimento de Coleções 1
 Formação e Desenvolvimento de Coleções 2
 Biblioteca e Ação Cultural (eletiva)
 Contação de Histórias (eletiva)
 Editoração (eletiva)
 Fontes Documentais: uso e produção (eletiva)
 Leitura e Biblioteca (eletiva)

46

Eixo 4: Gestão de Unidades e Serviços de Informação
Ementa:
Fundamentos teóricos da Administração. Perfis de usuários(as) e necessidades de
informação. Planejamento, implantação e promoção de unidades e serviços de informação.

Objetivos:
 Introduzir as teorias gerais da Administração na formação do(a) Bibliotecário(a);
 Planejar e realizar estudos de usuários(as) e de necessidades de informação;
 Estudar e elaborar programas, políticas e projetos nos diversos contextos da
informação;
 Desenvolver competências em coordenação e assessoramento em ambientes
dinâmicos da informação.

Disciplinas:
 Administração de Unidades da Informação
 Estudos de Usuários e Necessidades de Informação 1
 Estudos de Usuários e Necessidades de Informação 2
 Planejamento e Gestão de Serviços da Informação
 Políticas de Informação Científica, Tecnológica e Empresarial
 Políticas Regionais de Informação e Cultura
 Unidades de Informação Públicas, Escolares e Especializadas
 Economia da Informação (eletiva)
 Marketing Aplicado à Biblioteconomia (eletiva)
 Seminários sobre Empreendedorismo (eletiva)

Eixo 5: Tecnologias da Informação
Ementa:
Infraestrutura de tecnologias da informação. Bibliotecas digitais, eletrônicas e virtuais.
Processos eletrônicos de tratamento, disseminação, recuperação e gestão da informação.

Objetivo:
 Estudar as transformações tecnológicas no contexto da informação;
 Conhecer sistemas operacionais, aplicativos e interfaces no contexto das unidades
de informação;

47

 Instrumentalizar a formação no uso de tecnologias digitais, eletrônicas e virtuais;
 Capacitar o(a) formando(a) para automação de produtos, serviços e unidades de
informação.

Disciplinas:
 Informática Aplicada à Biblioteconomia 1
 Informática Aplicada à Biblioteconomia 2
 Introdução à Informática
 Tecnologias de Disseminação da Informação
 Informação e Processos Tecnológicos (eletiva)
 Sistemas de Informação e Internet (eletiva)
 Tecnologias de Informação em Saúde (eletiva)

6.2 MATRIZ CURRICULAR

A matriz curricular do Curso de Biblioteconomiaé composta por 2.900 (duas mil e
novecentas) horas, atendendo à Resolução nº 2/2007 - CES/CNE/MEC, de 18 de junho de
2017, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e
duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. Nos termos desse
dispositivo, o Curso de graduação em Biblioteconomia tem carga horária mínima de 2.400
(duas mil e quatrocentas) horas que devem ser integralizadas em três ou quatro anos
(BRASIL, 2007).
O total de horas que compõe a matriz deste PPC está distribuído em oito semestres
letivos e, por conseguinte, deve ser integralizado no período mínimo de quatro anos letivos,
atendendo ao disposto no artigo 2º, III, a, do referido dispositivo legal.
A matriz curricular é composta por quatro unidades curriculares, a saber, disciplinas,
estágios supervisionados, TCC e atividades complementares, conforme o Quadro 1.
Outro elemento que deve ser observado na matriz curricular se refere aos percentuais
dos

componentes

curriculares,

especificamente,

dos

estágios

e

das

atividades

complementares, que, no conjunto, não devem exceder o limite de 20% da carga horária total
do curso, exceto quando houver alguma determinação legal (BRASIL, 2007).

48

Quadro 1 – Matriz Curricular
Semestre

1º

2º

3º

4º

5º

6º

7º

8º

Unidades Curriculares
(Disciplinas, Estágios Supervisionados e TCC)
Introdução à Biblioteconomia e à Ciência da Informação
Língua Portuguesa
Inglês Instrumental 1
Introdução à Informática
Eletiva
TOTAL
História do Pensamento Científico
Formação Social, Econômica e Política do Brasil
Informática Aplicada à Biblioteconomia 1
Inglês Instrumental 2
Eletiva
TOTAL
Informática Aplicada à Biblioteconomia 2
Representação Temática 1
Representação Descritiva 1
História da Cultura e dos Registros do Conhecimento
Eletiva
TOTAL
Análise da Informação 1
Representação Temática 2
Representação Descritiva 2
Estudos de Usuários e Necessidades de Informação 1
Eletiva
TOTAL
Formação e Desenvolvimento de Coleções 1
Fontes e Disseminação da Informação 1
Métodos e Técnicas de Pesquisa
Administração de Unidades de Informação
Eletiva
TOTAL
Estudo de Usuários e Necessidades de Informação 2
Formação e Desenvolvimento de Coleções 2
Fontes e Disseminação da Informação 2
Planejamento e Gestão de Serviços de Informação
Eletiva
TOTAL
Políticas Regionais de Informação e Cultura
Políticas de Informação Científica, Tecnológica e
Empresarial
Tecnologias de Disseminação da Informação
Estágio Supervisionado1
Eletiva
TOTAL
Unidades de Informação Públicas, Escolares e
Especializadas
Análise da Informação 2
Estágio Supervisionado2
Trabalho de Conclusão de Curso
Eletiva
TOTAL

Disciplinas
Estágios Supervisionados
Atividades Complementares
Trabalho de Conclusão de Curso
Carga Horária do Curso

Carga Horária
Parcial
Teórica
Prática
60 h
20 h
60 h
20 h
30 h
30 h
40 h
40 h
60 h
20 h
60 h
20 h
30 h
30 h
30 h
30 h
30 h
30 h
30 h
30 h
30 h
30 h
60 h
20 h
30 h
30 h
30 h
30 h
30 h
30 h
40 h
20 h
40 h
20 h
40 h
20 h
40 h
40 h
60 h
20 h
40 h
20 h
40 h
20 h

40 h
40 h

20 h
20 h

Carga
Horária
Total
80 h
80 h
60 h
80 h
60 h
360 h
80 h
80 h
60 h
60 h
60 h
340 h
60 h
60 h
60 h
80 h
60 h
320 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
300 h
60 h
60 h
80 h
80 h
60 h
340 h
60 h
60 h
60 h
80 h
60 h
320 h
60 h
60 h

40 h

20 h
120 h
20 h

60 h
120 h
60 h
360 h
60 h

30 h
120 h
60 h
-

60 h
120 h
120 h
60 h
420 h
2.400 h
240 h
140 h
120 h
2.900 h

60 h
-

40 h
30 h
60 h
-

20 h
-

49

No Gráfico 1, consta a distribuição dos percentuais de horas das unidades curriculares.
A partir dele é possível constatar que o Curso de Biblioteconomia atende ao disposto na
Resolução nº 2/2007 - CES/CNE/MEC, na medida em que os estágios supervisionados e as
atividades complementares constituem 13% do total da carga horária a ser integralizada.

Gráfico 1 – Percentuais dos Componentes Curriculares do Curso de Biblioteconomia

É importante lembrar também que as horas complementares compreendem a parte
flexível do Curso e o TCC tem seu percentual de horas computado, mas não distribuído
semanalmente. Além disso, as atividades de pesquisa e extensão são contempladas a partir da
inserção das horas no cômputo das atividades complementares.

6.3 DISCIPLINAS ELETIVAS

A organização curricular do Curso de Biblioteconomia é composta por 29 (vinte e
nove) disciplinas eletivas que são ofertadas semestral e alternadamente, conforme demanda
discente e disponibilidade de docentes para ministrá-las.
O(A) discente regular deverá escolher oito disciplinas, uma por período, para
integralizar sua formação, totalizando 480 (quatrocentos e oitenta) horas. As escolhas das
disciplinas representam, em certa medida, flexibilização curricular e, por conseguinte, devem
ter por base a opção vocacional do(a) discente, dentro do conteúdo multidisciplinar da
Biblioteconomia. As disciplinas eletivas serão ofertadas a partir do primeiro período. Todas as
disciplinas eletivas têm carga horária de 60 (sessenta) horas/aulas, conforme o Quadro 2.

50

Quadro 2 – Disciplinas Eletivas
Disciplinas
Biblioteca e Ação Cultural
Biblioteca e Sociedade
Comunicação Científica e Métricas da Informação na Web
Contação de História
Economia da Informação
Editoração
Elaboração de Trabalho Científico
Espanhol Instrumental
Fontes Documentais: uso e produção
Francês Instrumental
História da Arte
História e Cultura de Alagoas
Informação Documental e Histórica
Informação e Cidadania
Informação e Processos Tecnológicos
Introdução à Lógica
Leitura e Biblioteca
Libras – Língua Brasileira de Sinais
Literatura Brasileira
Literatura Universal
Marketing Aplicado à Biblioteconomia
Seminário sobre Empreendedorismo
Seminários de Integração em Biblioteconomia e Ciência da Informação
Seminários em Organização da Informação
Semiótica da Informação
Sistemas de Informação e Internet
Técnica de Preservação e Restauração de Documentos
Tecnologias de Informação em Saúde
Teoria da Comunicação

Carga Horária
Parcial
Teórica Prática
20 h
40 h
40 h
20 h
30 h
30 h
30 h
30 h
45 h
15 h
30 h
30 h
40 h
20 h
30 h
30 h
40 h
20 h
30 h
30 h
45 h
15 h
40 h
20 h
40 h
20 h
45 h
15 h
40 h
20 h
40 h
20 h
40 h
20 h
40 h
20 h
45 h
15 h
45 h
15 h
40 h
20 h
20 h
40 h
20 h
40 h
20 h
40 h
45 h
15 h
40 h
20 h
30 h
30 h
40 h
20 h
45 h
15 h

Carga
Horária
Total
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h
60 h

6.4 UNIDADES CURRICULARES E PRÉ-REQUISITOS

A fixação de relações de coordenação e subordinação entre unidades curriculares, no
funcionamento regular e sistemático do Curso, requer o estabelecimento de pré-requisitos que
deverão ser obrigatoriamente obedecidos, nos termos do artigo 5º, § 1º, da Resolução nº
69/2010 - CEPE/UFAL, de 12 de novembro de 2010, que regulamenta o regime acadêmico
dos cursos de graduação da UFAL.
No Quadro 3, consta a distribuição, por semestres letivos, das unidades curriculares e
seus respectivos pré-requisitos. À exceção do primeiro semestre letivo, os demais possuem
unidades que dependem de pré-requisitos. Além disso, em toda a matriz curricular, são 21
(vinte e uma) unidades curriculares que possuem pré-requisitos, sendo 19 (dezenove)
disciplinas e dois estágios supervisionados.

51

Quadro 3 – Pré-Requisitos
Semestre
2º

3º

4º

5º

Unidades Curriculares

Pré-Requisito

Informática Aplicada à Biblioteconomia 1

Introdução à Informática

Inglês Instrumental 2

Inglês Instrumental 1

Informática Aplicada à Biblioteconomia 2

Informática Aplicada à Biblioteconomia 1

Representação Temática 1

Introdução à Biblioteconomia e à Ciência da
Informação

Representação Descritiva 1

Introdução à Biblioteconomia e à Ciência da
Informação

Análise da Informação 1

Introdução à Biblioteconomia e à Ciência da
Informação

Representação Temática 2

Representação Temática 1

Representação Descritiva 2

Representação Descritiva 1

Estudos de Usuários e Necessidades de
Informação 1

Introdução à Biblioteconomia e à Ciência da
Informação

Formação e Desenvolvimento de Coleções 1

Estudos de Usuários e Necessidades de
Informação 1

Fontes e Disseminação da Informação 1

Estudos de Usuários e Necessidades de
Informação 1
Informática Aplicada à Biblioteconomia 2

6º

Administração de Unidades de Informação

Estudos de Usuários e Necessidades de
Informação 1

Estudos de Usuários e Necessidades de
Informação 2

Estudos de Usuários e Necessidades de
Informação 1

Formação e Desenvolvimento de Coleções 2

Formação e Desenvolvimento de Coleções 1

Fontes e Disseminação da Informação 2

Fontes e Disseminação da Informação 1

Planejamento e Gestão de Serviços de
Informação

Administração de Unidades de Informação

Tecnologias de Disseminação da Informação

Informática Aplicada à Biblioteconomia 1
Representação Descritiva 1

7º

Estágio Supervisionado 1

Representação Descritiva 2
Representação Temática 1
Representação Temática 2

8º

Unidades de Informação Públicas, Escolares e
Especializadas

Estudos de Usuários e Necessidades de
Informação 1

Análise da Informação 2

Análise da Informação 1

Estágio Supervisionado 2

Estágio Supervisionado 1

52

7 CONTEÚDOS CURRICULARES E BIBLIOGRAFIAS

Os conteúdos curriculares estão distribuídos em disciplinas obrigatórias e eletivas, e
estágios supervisionados. Cada uma dessas unidades curriculares contém três referências
(bibliográficas) obrigatórias e cinco referências (bibliográficas) complementares. A
BC/UFAL disponibiliza quantidade suficiente de exemplares para o bom atendimento das
demandas decorrentes do funcionamento do Curso de Biblioteconomia.
Além dos livros referenciados, nas bibliografias básicas e complementares, a
BC/UFAL disponibiliza acervo composto por bases e bancos de dados, dicionários,
dissertações, monografias, periódicos científicos e teses. Nesse universo, destacam-se a
Biblioteca de Digital de Teses e Dissertações (BDTD), o Portal de Periódicos da CAPES e o
Repositório Institucional (RIUFAL).

7.1 DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS

ADMINISTRAÇÃO DE UNIDADES DE INFORMAÇÃO
Ementa
Teoria geral da administração. Funções da administração. Gestão administrativa. Gestão de
pessoal. Administração financeira. Processos de tomada de decisão, motivação e liderança em
unidades de informação. Planejamento, conceito e etapas. Planejamento de unidades, serviços
e produtos de informação. Elaboração, análise e financiamento de projetos.
Bibliografia Básica
CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração. 9. ed. Barueri: Manole,
2016. 654p.
GIL, A. C. Gestão de pessoas: enfoque nos papéis profissionais. São Paulo: Atlas, 2007.
307p.
MACIEL, A. C.; MENDONÇA, M. A. R. Bibliotecas como organizações. Rio de Janeiro:
Interciência; Niterói: Intertexto, 2000. 96p.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA, M. C. B. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. 2. ed.
Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2005. 114p.
BARBALHO, C. R. S.; BERAQUET, V. S. M. Planejamento estratégico para unidades de
informação. São Paulo: Polis, 1995. 69p.

53

MAXIMIANO, A. C. A. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução
digital. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 491p.
PRADO, H. A. Organização e administração de bibliotecas. 2. ed. São Paulo: T. A.
Queiroz, 2003. 209p.
SORDI, J. O. Gestão por processos: uma abordagem da moderna administração. 2. ed. rev. e
atual. São Paulo: Saraiva, 2008. 270p.

ANÁLISE DA INFORMAÇÃO 1
Ementa
Analisa as estruturas de diferentes gêneros textuais, apresentando normas e técnicas de
condensação de texto gerando resumo documentário. Discute a leitura do indexador, identifica
e aplica técnicas de indexação.
Bibliografia Básica
BAZERMAN, C. Gêneros textuais, tipificação e interação. 4. ed. São Paulo, SP: Cortez,
2011. 176p.
CINTRA, A. M. et al. Para entender as linguagens documentárias. 2. ed. São Paulo: Polis,
2002. 92p.
LANCASTER, F. W. Indexação e resumos: teoria e prática. 2. ed. Brasília: Briquet de
Lemos/Livros, 2004. 452p.
Bibliografia Complementar
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: informação e
documentação – resumo – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. 2p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12676: Métodos para
análise de documentos - determinação de seus assuntos e seleção de termos de indexação procedimento. Rio de Janeiro, 1992.
BLANC-MONTMAYEUR, M.; DANSET, F. Lista de cabeçalhos de assunto para
bibliotecas. Lisboa: Caminho, 1999. 311p.
CURRÁS, E. Ontologias, taxonomias e tesauros: em teoria de sistemas e sistemáticas.
Brasília, DF: Thesauros, 2010. 182p.
DIAS, E. J. W.; NAVES, M. M. L. Análise de assunto: teoria e prática. Brasília: Thesaurus,
2007. 116p.
DODEBEI, V. L. D. Tesauro: linguagem de representação da memória documentária.
Niterói, RJ: Intertexto; Rio de Janeiro: Interciência, 2002. 119p.

54

LEIVA, I. G. Manual de indización: teoría y práctica. Gijón, Asturias: Ediciones Trea,
c2008. 429p.

ANÁLISE DA INFORMAÇÃO 2
Ementa
Discute o controle de vocabulário na recuperação da informação. Apresenta a contribuição da
linguística na construção de tesauros. Aplica metodologia de construção e gestão automática
de tesauro.
Bibliografia Básica
BARROS, L. A. Curso básico de terminologia. São Paulo, SP: EDUSP, 2004. 285p.
CURRÁS, E. Ontologias, taxonomias e tesauros: em teoria de sistemas e sistemáticas.
Brasília, DF: Thesauros, 2010. 182p.
DODEBEI, V. L. D. Tesauro: linguagem de representação da memória documentária.
Niterói, RJ: Intertexto; Rio de Janeiro: Interciência, 2002. 119p.
Bibliografia Complementar
BRUSCHINI, C.; UNBEHAUM, S. G; ARDAILLON, D. Tesauro para estudos de gênero e
sobre mulheres. São Paulo: Fundação Carlos Chagas: Ed. 34, 1998. 302p.
CINTRA, A. M. et al. Para entender as linguagens documentárias. 2. ed. São Paulo: Polis,
2002. 92p.
CUNHA, I. M. R. F. Do mito a análise documentária. São Paulo: EDUSP, 1990. 163p.
DIAS, E. J. W.; NAVES, M. M. L. Análise de assunto: teoria e prática. Brasília: Thesaurus,
2007. 116p.
NAUMIS PEÑA, C. Los tesauros documentales y su aplicación em la información
impresa, digital y multimedia. México: Universidad Nacional Autonoma de Mexico.
Buenos Aires, AR: Alfagrama, 2007. 284p.

ESTUDOS DE USUÁRIOS E NECESSIDADES DE INFORMAÇAO 1
Ementa
Investiga por meio de metodologias específicas os perfis, atitudes comportamentais e
necessidades informacionais dos usuários reais, potenciais e não usuários das unidades de
informação. Discute os estudos de usuários como ferramenta para a formulação de programas
de educação dos usuários.

55

Bibliografia Básica
BELLUZZO, R. C. B.; FERES; G. G.; VALENTIM, M. L. P. (Org.). Redes de
conhecimento e competência em informação: interfaces da gestão, mediação e uso da
informação. Rio de Janeiro: Interciência, 2015. 414p.
CUNHA, M. B.; AMARAL, S. A.; DANTAS, E. B. Manual de estudo de usuários da
informação. São Paulo: Atlas, 2015. 448p.
DIAS, M. M. K; PIRES, D. Usos e usuários da informação. São Carlos: EDUFSCAR, 2004.
48p.
Bibliografia Complementar
FIGUEIREDO, N. M. Avaliação de coleções e estudos de usuários. Brasília, DF:
Associação dos Bibliotecários do Distrito Federal, 1979. 96p.
FIGUEIREDO, N. M. Estudos de uso e usuários da informação. Brasília: IBICT, 1994.
154p.
GARCIA CANCLINI, N. Leitores, espectadores e internautas. São Paulo: Iluminuras,
2008. 94p.
GUINCHAT, C.; MENOU, M. J. Introdução geral as ciências e técnicas da informação e
documentação. 2. ed. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia,
1994. 540p.
LIMA, A. B. A. Aproximação crítica a teoria dos estudos de usuários de biblioteca.
Londrina, c1993. 94p.

ESTUDOS DE USUÁRIOS E NECESSIDADES DE INFORMAÇÃO 2
Ementa
Fatores socioeconômicos que interferem no uso da informação. Estudos de uso e de
necessidades de informação. Estudos de impacto da informação em grupos sociais. A
necessidade de informação como área de pesquisa e base para o desenvolvimento de serviços
e produtos de informação.
Bibliografia Básica
BELLUZZO, R. C. B; FERES, G. G.; VALENTIM, M. L. P. (Org.). Redes de conhecimento
e competência em informação: interfaces da gestão, mediação e uso da informação. Rio de
Janeiro: Interciência, 2015. 414p.
CUNHA, M. B.; AMARAL, S. A.; DANTAS, E. B. Manual de estudo de usuários da
informação. São Paulo: Atlas, 2015. 448p.

56

MCGARRY, K. O contexto dinâmico da informação: uma análise introdutória. Brasília,
DF: Briquet de Lemos/Livros, 1999. 206p.
Bibliografia Complementar
CHOO, C. W.A organização do conhecimento: como as organizações usam a informação
para criar significado, construir conhecimento e tomar decisões. 2. ed. São Paulo: SENAC,
2006. 425p.
DIAS, M. M. K; PIRES, D. Usos e usuários da informação. São Carlos: EDUFSCAR, 2004.
48p.
FIGUEIREDO, N. M. Metodologias para promoção do uso da informação: técnicas
aplicadas particularmente em bibliotecas universitárias e especializadas. São Paulo: Nobel,
1991. 144p.
LIMA, A. B. A. Aproximação crítica a teoria dos estudos de usuários de biblioteca.
Londrina, 1993. 94p.
SOUTO, L. F. Informação seletiva, mediação e tecnologia: a evolução dos serviços de
disseminação seletiva da informação. Rio de Janeiro: Interciência, 2010. 130p.

FONTES E DISSEMINAÇÃO DA INFORMAÇÃO 1
Ementa
Introduz ao controle bibliográfico universal. Conceitua e classifica as fontes de informação
gerais e especializadas. Caracteriza a coleção de referência. Discute os critérios de avaliação
das fontes de informação, gerais e especializadas, impressas e eletrônicas. Analisa a evolução
do serviço de referência e informação. Apresenta as principais atividades do serviço de
referência, seus produtos e as técnicas de disseminação da informação.
Bibliografia Básica
CAMPELLO, B. S. Introdução ao controle bibliográfico. 2. ed. Brasília: Briquet de
Lemos/Livros, 2006. 94p.
CAMPELLO, B. S.; CALDEIRA, P. T. (Org.). Introdução às fontes de informação. 2. ed.
Belo Horizonte: Autêntica, 2008. 181p.
GROGAN, D. A prática do serviço de referência. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 1995.
196p.
Bibliografia Complementar
CAMPELLO, B. S.; CENDÓN, B. S.; KREMER, J. M. (Org.) Fontes de informação para
pesquisadores e profissionais. Belo Horizonte: UFMG, 2000. 319p.

57

CUNHA, M. B. Manual de fontes de informação. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2010.
182p.
CUNHA, M. B. Para saber mais: fontes de informação em ciência e tecnologia. Brasília:
Briquet de Lemos/Livros, 2001. 168p.
DIAS, M. M.; PIRES, D. Fontes de informação: um manual para cursos de graduação em
biblioteconomia e ciência da informação. São Carlos: UFSCar, 2005. 105p.
FIGUEIREDO, N. M. Textos avançados em referência & informação. São Paulo: Polis,
APB, 1996. 124p.

FONTES E DISSEMINAÇÃO DA INFORMAÇÃO 2
Ementa
Analisa e avalia as fontes de informação especializadas nas áreas de ciência, tecnologia e
empresarial. Discute os sistemas e as redes de recuperação de informação especializada.
Discute a problemática da disseminação e mediação da informação em outros ambientes
informacionais. Examina os métodos de avaliação de serviços e de produtos de informação.
Bibliografia Básica
CAMPELLO, B. S.; CENDÓN, B. S.; KREMER, J. M. (Org.) Fontes de informação para
pesquisadores e profissionais. Belo Horizonte: UFMG, 2000. 319p.
TOMAÉL, M. I. Fontes de informação na Internet. Londrina, PR: EDUEL, 2008. 176p.
TOMAÉL, M. I.; VALENTIM, M. L. P. (Org.). Avaliação de fontes de informação na
Internet. Londrina: EDUEL, 2004. 155p.
Bibliografia Complementar
CUNHA, M. B. Para saber mais: fontes de informação em ciência e tecnologia. Brasília,
DF: Briquet de Lemos/Livros, 2001. 168p.
LANCASTER, F. W. Avaliação de serviços de bibliotecas. Brasília, DF: Briquet de
Lemos/Livros, 1996. 356p.
MARCONDES, C. H. et al. (Org.). Bibliotecas digitais: saberes e práticas. Salvador: UFBA;
Brasília: IBICT, 2005. 278p. (Livro Digital). Disponível em:
<http://livroaberto.ibict.br/bitstream/1/1013/1/Bibliotecas%20Digitais.pdf>. Acesso em: 6
jun. 2017.
SILVA, A. G. Fontes de informação jurídica: conceitos e técnicas de leitura para o
profissional da informação. Rio de Janeiro: Interciência, 2010. 227p.
SOUTO, L. F. Informação seletiva, mediação e tecnologia: a evolução dos serviços de
disseminação seletiva da informação. Rio de Janeiro: Interciência, 2010. 130p.

58

FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES 1
Ementa
Discute os fatores que afetam a formação e o desenvolvimento de coleções em unidades de
informação. Analisa os processos e os critérios de seleção, aquisição e descarte de materiais.
Examina os principais métodos quantitativos e qualitativos para avaliação de coleções e a
estrutura da política de seleção.
Bibliografia Básica
ANDRADE, D.; VERGUEIRO, W. C. S. Aquisição de materiais de informação. Brasília:
Briquet de Lemos/Livros, 1996. 118p.
VERGUEIRO, W. C. S. Desenvolvimento de coleções. São Paulo: Polis: Associação Paulista
de Bibliotecários, 1989. 95p.
VERGUEIRO, W. C. S. Seleção de materiais de informação. 3. ed. Brasília: Briquet de
Lemos/Livros, 2010. 120p.
Bibliografia Complementar
DIAS, M. M.; PIRES, D. Formação e desenvolvimento de coleções de serviços de
informação. São Carlos: EDUFSCAR, 2003. 71p.
LANCASTER, F. W. Avaliação de serviços de bibliotecas. Brasília: Briquet de
Lemos/Livros, 1996. 356p.
RAMA, A.; VERGUEIRO, W. C. S. (Org.). Como usar as histórias em quadrinhos na sala
de aula. 3. ed. São Paulo: Contexto, 2006. 155p.
RANGANATHAN, S. R. As cinco leis da Biblioteconomia. Brasília: Briquet de
Lemos/Livros, 2009. 336p.
WEITZEL, S. R. Elaboração de uma política de desenvolvimento de coleções em
bibliotecas universitária. São Paulo: Interciência, 2006. 76p.

FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES 2
Ementa
Analisa os componentes da política de seleção nos diversos tipos de unidades de informação.
Discute as peculiaridades das principais modalidades de aquisição: compra, doação e permuta,
bem como a aquisição cooperativa. Fornece subsídios para seleção de métodos de avaliação
de coleções. Apresenta normas e padrões relacionados às coleções.

59

Bibliografia Básica
ANDRADE, D.; VERGUEIRO, W. C. S. Aquisição de materiais de informação. Brasília:
Briquet de Lemos/Livros, 1996. 118p.
VERGUEIRO, W. C. S. Seleção de materiais de informação. 3. ed. Brasília: Briquet de
Lemos/Livros, 2010. 120p.
WEITZEL, S. R. Elaboração de uma política de desenvolvimento de coleções em
bibliotecas universitária. São Paulo: Interciência, 2006. 76p.
Bibliografia Complementar
DIAS, M. M.; PIRES, D. Formação e desenvolvimento de coleções de serviços de
informação. São Carlos: EDUFSCAR, 2003. 71p.
FIGUEIREDO, N. M. Avaliação da coleção de referência nas bibliotecas. Brasília:
Thesaurus, 1997. 239p.
LANCASTER, F. W. Avaliação de serviços de bibliotecas. Brasília: Briquet de
Lemos/Livros, 1996. 356p.
RAMA, A.; VERGUEIRO, W. C. S. (Org.). Como usar as histórias em quadrinhos na sala
de aula. 3. ed. São Paulo: Contexto, 2006. 155p.
RANGANATHAN, S. R. As cinco leis da Biblioteconomia. Brasília: Briquet de
Lemos/Livros, 2009. 336p.

FORMAÇÃO SOCIAL, ECONÔMICA E POLÍTICA DO BRASIL
Ementa
O feudalismo e o capitalismo mercantil na Europa e em Portugal – vias de desenvolvimento
capitalista, e o caso brasileiro – etapas da formação social brasileira e o surgimento das teorias
de modernização. Aspectos da conjuntura social, política e econômica do Brasil
contemporâneo.
Bibliografia Básica
FURTADO, C. Formação econômica do Brasil. 34. ed. São Paulo: Companhia das Letras,
2007. 354p.
PRADO JÚNIOR, C. Formação do Brasil contemporâneo: colônia. 23. ed. Brasiliense,
1994. 390p.
SODRÉ, N. W. Formação histórica do Brasil. 14. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2004. 454 p.

60

Bibliografia Complementar
ANDRADE, M. C. Formação territorial e econômica do Brasil. Recife: Fundação Joaquim
Nabuco: Massangana, c2006. 308p.
FAORO, R. Os donos do poder: formação do patronato político brasileiro. Globo, 2008. 2v.
FERNANDES, F. A revolução burguesa no Brasil: ensaio de interpretação sociológica. 5.
ed. São Paulo: Globo, c2006. 504p.
FREYRE, G. Casa-grande & senzala: formação da família brasileira sob o regime da
economia patriarcal. 51. ed. São Paulo: Global, 2006. 727p.
PRADO JÚNIOR, C. Evolução política do Brasil e outros estudos. Coleção Brasil. 6.
Edição. São Paulo: Brasiliense, 1969. 251p.

HISTÓRIA DA CULTURA E DOS REGISTROS DO CONHECIMENTO
Ementa
Conceito de cultura. Evolução dos registros do conhecimento humano. Aspectos das
tecnologias utilizadas na produção dos vários tipos de suportes do conhecimento, tais como:
formas de reprodução gráfica, magnética e eletrônica, microfilmagem e outros.
Bibliografia Básica
ALBUQUERQUE JR., D. M. História: a arte de inventar o passado: ensaios de teoria da
história. Bauru, SP: EDUSC, 2007. 257p.
BORGES, V. P. O que é história. 18. ed. São Paulo: Brasiliense, 2007. 84p.
PINSKY, C. B.; DE LUCA, T. R. O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, 2011.
333p.
Bibliografia Complementar
CARDOSO, C. F. S. Sociedades do antigo Oriente próximo. 4. ed. São Paulo, SP: Ática,
2007. 93p.
CHARTIER, R.; LEBRUN, J. A aventura do livro: do leitor ao navegador: conversações
com Jean Lebrun. São Paulo: EDUNESP, 1998. 159p.
DARNTON, R. A questão dos livros: passado, presente e futuro. São Paulo: Companhia das
Letras, 2010. 231p.
LE GOFF, J. Para uma outra Idade Média: tempo, trabalho e cultura no ocidente. 2. ed.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2013. 533p.

61

POULOT, D. Uma história do patrimônio no Ocidente, século XVIII-XXI: do monumento
aos valores. São Paulo: Estação Liberdade, 2009. 239p.

HISTÓRIA DO PENSAMENTO CIENTÍFICO
Ementa
Introdução ao estudo de perspectivas teóricas e metodológicas das ciências sociais. Análise
dos modelos explicativos: (1) As ciências sociais na perspectiva do positivismo; (2) O
neopositivismo a concepção materialista da história. Modelo dialético de explicação; (3)
Fenomenologia e a crítica das ciências. A hermenêutica. Ciência e ideologia.
Bibliografia Básica
ALFONSO-GOLDFARB, A. M. O que é história da ciência. São Paulo: Brasiliense, 2004.
248p.
ANDERY, M. A. et al. Para compreender a ciência: uma perspectiva histórica. 14. ed. Rio
de Janeiro: Garamond; EDUC, 2006. 436p.
BACHELARD, G. A formação do espírito científico. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996.
314p.
Bibliografia Complementar
KOYRÉ, A. Estudos de historia do pensamento científico. Rio de Janeiro: Forense
Universitária: Rio de Janeiro: EDUnB, 1982. 388p.
KUHN, T. S. A estrutura das revoluções científicas. 9. ed. São Paulo: Perspectiva, 2006.
260p.
ROSENBERG, A. Introdução à filosofia da ciência. 2. ed. São Paulo: Edições Loyola,
2013. 264p.
SCHWARTZMAN, S. Ciência, universidade e ideologia: a política do conhecimento. Rio
de Janeiro: CEPS, c2008. 141p.
TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em
educação: o positivismo, a fenomenologia, o marxismo. São Paulo: Atlas, 2012. 175p.

INFORMÁTICA APLICADA À BIBLIOTECONOMIA 1
Ementa
Tecnologias de informação e comunicação nas unidades de informação. Informática
documentária. Informatização de unidades de informação. Automação de produtos e serviços
em unidades de informação.

62

Bibliografia Básica
CAPRON, H. L. Introdução à informática. 8. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004.
350 p.
LUBISCO, N. M. L.; BRANDÃO, L. M. B. (Org.). Informação & informática. Salvador:
EDUFBA, 2000. 306p.
ROWLEY, J. E. Informática para bibliotecas. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 1994.
307p.
Bibliografia Complementar
CÔRTE, A. R. Avaliação de softwares para bibliotecas e arquivos: uma visão do cenário
nacional. 2. ed. São Paulo: Polis, 2002. 221p.
BARSOTTI, R.A informática na Biblioteconomia e na Documentação. São Paulo: Polis;
APB, 1990. 127p.
FARRER, H. et al. Algoritmos estruturados: programação estruturada de computadores. 3.
ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2008. 284p.
REZENDE, D. A. Planejamento de sistemas de informação e informática: guia prático
para planejar a tecnologia da informação integrada ao planejamento estratégico das
organizações. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2011. 179p.
SOUTO, L. F. Informação seletiva, mediação e tecnologia: a evolução dos serviços de
disseminação seletiva da informação. Rio de Janeiro: Interciência, 2010. 130p.

INFORMÁTICA APLICADA À BIBLIOTECONOMIA 2
Ementa
Tecnologias de informação e comunicação nas unidades de informação. Catálogos online.
Bibliotecas eletrônicas, virtuais e digitais. Recursos e serviços de informação via Web.
Biblioteca 2.0.
Bibliografia Básica
ANTOUN, H. Web 2.0: participação e vigilância na era da comunicação distribuída. Rio de
Janeiro: Mauad X, 2008. 286p.
FEITOSA, A. L. G. Organização da informação na Web: das tags à web semântica.
Brasília: Thesaurus, c2006. 131p.
VIDOTTI, S. A. B. G. Tecnologia e conteúdos informacionais: abordagens teóricas e
práticas. São Paulo: Polis, 2004. 187p.

63

Bibliografia Complementar
LUBISCO, N. M. L.; BRANDÃO, L. M. B. (Org.). Informação & informática. Salvador:
EDUFBA, 2000. 306p.
ROBREDO, J. Da Ciência da Informação revisitada aos sistemas humanos de
informação. Brasília, DF: Thesaurus, 2003. 245p.
ROWLEY, J. E. A biblioteca eletrônica. 2. ed. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 2002.
399p.
SAAD, B. Estratégias 2.0 para a mídia digital: Internet, informação e comunicação. 3. ed.
São Paulo: SENAC, 2012. 218p.
TARAPANOFF, K.; MIRANDA, D. M.; ARAÚJO JÚNIOR, R. H. Técnicas para tomada
de decisão nos sistemas de informação. 2. ed. Brasília, DF: Thesaurus, c1995. 163p.

INGLÊS INSTRUMENTAL 1
Ementa
Aspectos gramaticais pertinentes à compreensão da língua inglesa: estratégias de leitura.
Textos sobre assuntos gerais e específicos da área de informação.
Bibliografia Básica
ABSY, C. A.; COSTA, G. C.; MELLO, L. F. Leitura em língua inglesa: uma abordagem
instrumental. São Paulo: Disal, 2010. 203p.
MUNHOZ, R. Inglês instrumental: estratégias de leitura. São Paulo: Textonovo, 2001.
134p.
NUTTALL, C. Teaching reading skills in a foreign language. 3. ed. Oxford, UK:
Macmillan, 2006. 282p.
Bibliografia Complementar
ALIANDRO, H. Dicionário escolar: english-portuguese, português-inglês. 10. ed. Rio de
Janeiro: Ao Livro Técnico, 2004.640p.
DAVIES, P. A. Information technology. Oxford: Oxford University Press, 2010.30p.
MICHAELIS: minidicionário inglês: inglês-português, português-inglês. 3. ed. São Paulo:
Melhoramentos, 2016. 864p.
MURPHY, R. Essential grammar in use. 4. ed. United States of America: Cambridge
University Press, 2015.391p.
OLIVEIRA, S. Reading strategies for computing. Brasília: UnB, 1999. 219p.

64

INGLÊS INSTRUMENTAL 2
Ementa
Entendimento de textos científicos. Conhecimento da terminologia técnica da área de
Biblioteconomia e Ciência da Informação.
Bibliografia Básica
ABSY, C. A.; COSTA, G. C.; MELLO, L. F. Leitura em língua inglesa: uma abordagem
instrumental. São Paulo: Disal, 2010. 203p.
MUNHOZ, R. Inglês instrumental: estratégias de leitura. São Paulo: Textonovo, 2001.
134p.
NUTTALL, C. Teaching reading skills in a foreign language. 3. ed. Oxford, UK:
Macmillan, 2006. 282p.
Bibliografia Complementar
ALIANDRO, H. Dicionário escolar: english-portuguese, português-inglês.10. ed. Rio de
Janeiro: Ao Livro Técnico, 2004.640p.
DAVIES, P. A. Information technology. Oxford: Oxford University Press, 2010.30p.
MICHAELIS: minidicionário inglês: inglês-português, português-inglês. 3. ed. São Paulo:
Melhoramentos, 2016. 864p.
MURPHY, R. Essential grammar in use.4. ed. United States of America: Cambridge
University Press, 2015.391p.
OLIVEIRA, S. Reading strategies for computing. Brasília: UnB, 1999. 219p.

INTRODUÇÃO À BIBLIOTECONOMIA E À CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO
Ementa
Contextualiza a relação da informação com a sociedade contemporânea. Apresenta os
princípios, fundamentos, objetivos e história da Biblioteconomia e da Ciência da Informação.
Discute a natureza interdisciplinar da Ciência da Informação e sua interação com a
Biblioteconomia, Documentação e Arquivologia. Examina a introdução da Biblioteconomia e
da Ciência da Informação no Brasil. Apresenta o Bibliotecário e o profissional da informação,
sua formação e atuação.
Bibliografia Básica
FONSECA, E. N. Introdução à Biblioteconomia. 2. ed. Brasília: Briquet de Lemos/Livros,
2007. 152p.

65

OLIVEIRA, M. (Coord.). Ciência da Informação e Biblioteconomia: novos conteúdos e
espaços de atuação. Belo Horizonte: EDUFMG, 2005. 143p.
SOUZA, E. D. A Ciência da informação: fundamentos epistêmico-discursivos do campo
científico e do objeto de estudo. Maceió: EDUFAL, 2015. 222p.
Bibliografia Complementar
CASTRO, A. C. Históriada Biblioteconomia brasileira. Brasília: Thesaurus, 2000. 287p.
LE COADIC, Y. A Ciência da Informação. 2. ed. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2004.
124p.
MCGARRY, K. O contexto dinâmico da informação: uma análise introdutória. Brasília,
DF: Briquet de Lemos/Livros, 1999. 206p.
MILANESI, L. Biblioteca. São Paulo: Atelie Editorial, 2002. 116p.
TARGINO, M. G. Olhares e fragmentos: cotidiano da Biblioteconomia e Ciência da
Informação. Teresina: EDUFPI, 2006. 299p.

INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA
Ementa
Conceitos básicos sobre computadores. Sistemas operacionais. Interfaces gráficas. Pacotes
aplicativos. Rede de computadores. Introdução à análise de sistemas e banco de dados. Novas
tecnologias de informação e de comunicação.
Bibliografia Básica
CAPRON, H. L.; JOHNSON, J. A. Introdução à informática. 8. ed. São Paulo: PrenticeHall, 2004. 350p.
MONTEIRO, M. A. Introdução à organização de computadores. 5. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2012. 698p.
VELLOSO, F. C. Informática: conceitos básicos. 9. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2014.408p.
Bibliografia Complementar
BRAGA, W. Open Office Calc & writer passo a passo: tutorial de instalação do
Openoffice. Editora Alta Books, 2005.184p.
DALTRINI, B. M.; JINO, M.; MAGALHÃES, L. P. Introdução a sistemas de computação
digital. São Paulo: Makron Books, c1999. 239p.
FEDELI, R. D.; POLLONI, E. G. F.; PERES, F. E. Introdução à ciência da computação. 2.
ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2010. 250p.

66

KUROSE, J. F. Redes de computadores e a internet: uma abordagem top-down. 6. ed. São
Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013. 634p.
SILBERSCHATZ, A.; GALVIN, P. B.; GAGNE, G. Fundamentos de sistemas
operacionais: princípios básicos. Rio de Janeiro, RJ: Livros Técnicos e Científicos, c2013.
432 p.

LÍNGUA PORTUGUESA
Ementa
Aspectos gramaticais pertinentes à compreensão da língua portuguesa: estratégias de leitura.
Textos sobre assuntos gerais e específicos da área de informação.
Bibliografia Básica
GARCIA, O. M. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever, aprendendo a
pensar. 27. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2010. 548p.
KAUFMAN, A.; RODRIGUEZ, M. E. Escola, leitura e produção de textos. Porte Alegre:
Artes Médicas, 1995. 179p.
KLEIMAN, A. Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura. 9. ed. Campinas: Pontes, 2004.
82p.
Bibliografia Complementar
BAZERMAN, C. Gêneros textuais, tipificação e interação. 4. ed. São Paulo, SP: Cortez,
2011. 176p.
BORTONI-RICARDO, S. M. (Org.). Leitura e mediação pedagógica. São Paulo: Parábola,
2012. 255p.
FIORIN, J, L.; SAVIOLI, S. P. Para entender o texto: leitura e redação. 16. ed. São Paulo:
Ática, 2007. 431p.
KOCHE, V. S.; BOFF, O. M. B.; MARINELLO, A. F. Leitura e produção textual: gêneros
textuais do argumentar e expor. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 2010. 127p.
SILVEIRA, M. I. M. Modelos teóricos & estratégias de leitura: suas implicações no ensino.
Maceió: EDUFAL, 2005. 144p.

67

MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA
Ementa
Metodologia da pesquisa científica. Perspectivas teórico-metodológicas das ciências sociais.
A pesquisa em Biblioteconomia e Ciência da Informação. O processo de pesquisa. Etapas de
elaboração e execução do projeto de pesquisa. Normalização do trabalho científico.
Bibliografia Básica
FRANÇA, J. L.; VASCONCELLOS, A. C. Manual para normalização de publicações
técnico-científicas. 9. ed. Belo Horizonte: EDUFMG, 2014. 263p.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São
Paulo: Atlas, 2010. 297p.
MARCONI, M. A; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de
pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. 7.
ed. São Paulo: Atlas, 2013. 277 p.
Bibliografia Complementar
LAVILLE, C.; DIONNE, J. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em
ciências humanas. Porto Alegre: Artmed; Belo Horizonte, MG: EDUFMG, 1999. 340p.
FRAGOSO, S.; RECUERO, R.; AMARAL, A. Métodos de pesquisa para a internet. Porto
Alegre: Sulina, 2011. 239p.
MINAYO, M. C. S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 8. ed. São
Paulo: Hucitec; 2004. 269p.
MINAYO, M. C. S (Org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 28. ed. Petrópolis,
RJ: Vozes, 2009. 108p.
MIRANDA, J. L. C.; GUSMÃO, H. R. Os caminhos do trabalho científico: orientação para
não perder o rumo. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2003. 96p.
PLANEJAMENTO E GESTÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO
Ementa
Planejamento e implementação de sistemas de informação. Administração de recursos. Custos
de produtos e serviços. Informação para tomada de decisão. Marketing em serviços de
informação. Avaliação de serviços de informação.
Bibliografia Básica
ALMEIDA, M. C. B. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. 2. ed.
Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2005. 114p.

68

CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração. 9. ed. Barueri: Manole,
2016. 654p.
PRADO, H. A. Organização e administração de bibliotecas. 2. ed. São Paulo: T. A.
Queiroz, 2003. 209p.
Bibliografia Complementar
AMARAL, S. A. Marketing: abordagem em unidades de informação. Thesaurus: Brasília,
1998. 254 p.
DAVENPORT, T. H. Ecologia da informação: por que só a tecnologia não basta para o
sucesso na era da informação. São Paulo: Futura, 1998. 316p.
LANCASTER, F. W. Avaliação de serviços de bibliotecas. Brasília, DF: Briquet de
Lemos/Livros, 1996. 356p.
MACIEL, A. C.; MENDONÇA, M. A. R. Bibliotecas como organizações. Rio de Janeiro:
Interciência; Niterói: Intertexto, 2000. 96p.
TARAPANOFF, K.; MIRANDA, D. M.; ARAÚJO JÚNIOR, R. H. Técnicas para tomada
de decisão nos sistemas de informação. 2. ed. Brasília, DF: Thesaurus, c1995. 163p.
WALTER, M. T. M. T.; EIRÃO, T. G.; REIS, L. Regulamentos, orçamentos, etcétera:
miniguia. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2010. 62p.

POLÍTICAS DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA, TECNOLÓGICA E EMPRESARIAL
Ementa
O papel da informação nos diferentes contextos sociais. Relação entre ciência, Estado e
sociedade da informação. Implicação das políticas nacionais no planejamento e
desenvolvimento de serviços de informação científica, tecnológica, em empresas e negócios.
Bibliografia Básica
CASTELLS, M. A galáxia da internet: reflexões sobre a internet, os negócios e a sociedade.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. 243p.
DIAS, M. M. K. Gestão da informação em ciência e tecnologia sob a ótica do cliente.
Bauru: SP: EDUSC, 2003. 184p.
JANNUZZI, C. A. S. C. Informação tecnológica e para negócios no Brasil. Campinas:
Alínea, 2002. 134p.
Bibliografia Complementar
CHARLMERS, A. A fabricação da ciência. São Paulo: Fundação da EDUNESP, 1994.
185p.

69

DUPAS, G. Ética e poder na sociedade da informação: de como a autonomia das novas
tecnologias obriga rever o mito do progresso. 2. ed. São Paulo: EDUNESP,2001. 134p.
LASTRES, H. M. M.; CASSIOLATO, J. E.; ARROIO, A. Conhecimento, sistemas de
inovação e desenvolvimento. Rio de Janeiro: UFRJ, 2005. 450p.
TIGRE, P. B. Gestão da inovação: a economia da tecnologia no Brasil. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2006. 282 p.
VALENTIM, M. L. P.O custo da informação tecnológica. São Paulo: Polis; APB, 1997.
91p.

POLÍTICAS REGIONAIS DE INFORMAÇÃO E CULTURA
Ementa
Políticas e sistemas de informação no Estado de Alagoas. O papel do Estado e da sociedade
civil na construção e preservação da cultura. Políticas de incentivo à cultura no Brasil em
Alagoas.
Bibliografia Básica
ALBUQUERQUE JR., D. M. A invenção do Nordeste: e outras artes. 5. ed. São Paulo:
Cortez, 2011. 376p.
DEMO, P. Política social, educação e cidadania. 8. ed. Campinas: Papirus, 2005. 124p.
GARCÍA CANCLINI, N. A globalização imaginada. São Paulo: Iluminuras, c2003. 223p.
Bibliografia Complementar
BAUMAN, Z. Globalização: as consequências humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999.
145p.
CHARTIER, R.A história ou a leitura do tempo. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2010.
77p.
HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade. 12. Ed. Rio de Janeiro: Lamparina,
2015. 58p.
HOBSBAWM, E. J. Globalização, democracia e terrorismo. São Paulo: Companhia das
Letras, c2007. 182p.
PIGNATARI, D. Informação, linguagem, comunicação. 28. ed. Cotia, SP: Atelie Editorial,
2008. 155p.

70

REPRESENTAÇÃO DESCRITIVA 1
Ementa
Apresenta a história da catalogação e de seus instrumentos, o Controle Bibliográfico
Universal, os códigos pré-AACR. Discute a Conferência de Paris e os princípios descritivos
por ela apresentados. Identifica os elementos da descrição bibliográfica e sua associação em
áreas. Elabora a representação descritiva de documentos e define pontos de acesso.
Bibliografia Básica
CÓDIGO DE CATALOGAÇÃO ANGLO AMERICANO. 2 ed., rev. 2002. Tradução para a
língua portuguesa sob a responsabilidade da FEBAB. São Paulo: FEBAB/Imprensa Oficial do
Estado de São Paulo, 2005. 2v.
MEY, E. S. A. Introdução à catalogação. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 1995. 123p.
MEY, E. S. A.; SILVEIRA, N. C. Catalogação no plural. Brasília, DF: Briquet de
Lemos/Livros, 2009. 217p.
Bibliografia Complementar
CAMPELLO, B. S. Introdução ao controle bibliográfico. 2. ed. Brasília, DF: Briquet de
Lemos/Livros, 2006. 94p.
CRUZ, A. C.; CORRÊA, R. M. R.; COSTA, V. M. G. Catalogação descritiva: área da
descrição física e área da série. Rio de Janeiro: Interciência; Niterói: Intertexto, 2000. 179p.
DECLARAÇÃO dos princípios internacionais de catalogação: documento preliminar
aprovado pelo 1º Encontro de Peritos sobre um código de catalogação internacional.
Frankfurt, Alemanha, 2009. Disponível em:
<http://www.ifla.org/files/cataloguing/icp/icp_2009-pt.pdf>. Acesso em: 5 jun. 2017.
MACHADO, A. M. N. Informação e controle bibliográfico: um olhar sobre a cibernética.
São Paulo: EDUNESP, 2003. 159p.
PRADO, H. A. Tabela PHA: para individualizar os autores dentro das diversas classes de
assunto, isto é, dentro dos mesmos números de classificação. 3. ed. São Paulo: T.A. Queiroz.
2001. 109p.
RIBEIRO, A. M. C. M. Catalogação de recursos bibliográficos: AACR2R em MARC21. 4.
ed. Brasília: Ed. do Autor, 2009.
REPRESENTAÇÃO DESCRITIVA 2
Ementa
Apresenta as redes bibliográficas nacionais e internacionais, a catalogação copiada, as redes
de cooperação e os formatos de intercâmbio. Aplica a descrição de diferentes suportes
utilizando a estrutura de um formato de intercâmbio.

71

Bibliografia Básica
CÓDIGO DE CATALOGAÇÃO ANGLO AMERICANO. 2 ed., rev. 2002. São Paulo:
FEBAB/Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2005. 2v.
MEY, E. S. A. Não brigue com a catalogação!. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2003.
186p.
ZAFALON, Z. R. Formato MARC 21 bibliográfico: estudo e aplicações para livros,
folhetos, folhas impressas e manuscritos. São Carlos, SP: EDUFSCAR, 2010. 112p.
Bibliografia Complementar
CAMPELLO, B. S. Introdução ao controle bibliográfico. 2. ed. Brasília, DF: Briquet de
Lemos/Livros, 2006. 94p.
CRUZ, A. C.; CORRÊA, R. M. R.; COSTA, V. M. G. Catalogação descritiva: área da
descrição física e área da série. Rio de Janeiro: Interciência; Niterói: Intertexto, 2000. 179p.
FURRIE, B. O MARC bibliográfico: um guia introdutório: catalogação legível por
computador. Brasília, DF: Thesaurus, 2000. 95p.
MESSINA-RAMOS, M. A. F. Manual para entrada de dados bibliográficos em formato
MARC 21: ênfase em obras raras e especiais. Belo Horizonte: EDUFMG, 2011. 273p.
RIBEIRO, A. M. C. M. Catalogação de recursos bibliográficos: AACR2R em MARC21. 4.
ed. Brasília: Ed. do Autor, 2009.

REPRESENTAÇÃO TEMÁTICA 1
Ementa
Apresenta aspectos culturais e empíricos da classificação, percorrendo a classificação
filosófica, a classificação das ciências até a classificação bibliográfica. Discute a organização
de documentos e a organização de informação. Aborda a classificação bibliográfica como
linguagens documentárias pré-coordenadas. Aplica o sistema de Classificação Decimal de
Dewey.
Bibliografia Básica
CINTRA, A. M. M. et al. Para entender as linguagens documentárias. 2. ed. rev. e atual.
São Paulo: Polis, 2002. 92p.
DEWEY, M. Dewey decimal classification and relative index. 22. ed. Dublin. 2004. 4v.
LANGRIDGE, D. Classificação: abordagem para estudantes de Biblioteconomia. Rio de
Janeiro: Interciência, 2006. 120p.

72

Bibliografia Complementar
INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA.
Organização do conhecimento e sistemas de classificação. Brasília, DF: IBICT, 1996.
150p.
MENDES, E. B. M. Visão panorâmica dos principais sistemas de classificação
bibliográfica. Campinas: PUCCAMP/FABI, 1995. 84p.
PIEDADE, M. A. R. Introdução à teoria da classificação. 2. ed. Rio de Janeiro:
Interciência, 1983. 221p.
RANGANATHAN, S. R. As cinco leis da Biblioteconomia. Brasília: Briquet de
Lemos/Livros, 2009. 336p.
SOUZA, F. C. Organização do conhecimento na sociedade. Florianópolis: UFSC, 1998.
107p.

REPRESENTAÇÃO TEMÁTICA 2
Ementa
Apresenta o histórico dos sistemas de classificação. Estuda e aplica os recursos e tabelas,
principais e auxiliares, da Classificação Decimal Universal.
Bibliografia Básica
PIEDADE, M. A. R. Introdução à teoria da classificação. 2. ed. Rio de Janeiro:
Interciência, 1983. 221p.
SOUZA, S. CDU: como entender e utilizar a edição padrão internacional em Língua
Portuguesa. 3. ed. Thesaurus, 2004. 108p.
UNIVERSAL DECIMAL CLASSIFICATION CONSORTIUM. Classificação Decimal
Universal. Edição-padrão internacional em língua portuguesa. Brasília: IBICT, 1997. v. 1.
UNIVERSAL DECIMAL CLASSIFICATION CONSORTIUM. Classificação Decimal
Universal. Edição-padrão internacional em língua portuguesa. Brasília: IBICT, 1999. v. 2.
Bibliografia Complementar
CINTRA, A. M. M. et al. Para entender as linguagens documentárias. 2. ed. rev. e atual.
São Paulo: Polis, 2002. 92p.
LANGRIDGE, D. Classificação: abordagem para estudantes de Biblioteconomia. Rio de
Janeiro: Interciência, 2006. 120p.
MENEZES, E. M.; CAMPOS, L. Classificação Decimal Universal: instruções e exercícios.
Florianópolis: EDUFSC, 1987. 103p.

73

OLIVEIRA, R. M. S. Classificação Decimal Universal: origem, estrutura, situação atual.
Brasília, DF: ABDF; INL, 1980. 116p.
SILVA, O. P.; GANIM, F. Manual da CDU. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 1994.
89p.

TECNOLOGIAS DE DISSEMINAÇÃO DA INFORMAÇÃO
Ementa
A tecnologia da informação como recurso para organização e disseminação da informação.
Conceitos básicos de bases de dados. Geração, uso e disseminação de bases de dados.
Aplicativos e metodologias específicas. Formatos de intercâmbio. Sistemas de recuperação de
base de dados. Automação de serviços e produtos. Análise de softwares para automação de
bibliotecas. Redes e sistemas de informação.
Bibliografia Básica
CÔRTE, A. R. et al. Avaliação de softwares para bibliotecas e arquivos. 2. ed. São Paulo:
Polis, 2002. 221p.
LAUDON, K. C.; LAUDON, J. P. Sistemas de informação gerenciais. 11. ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2011.452p.
SOUTO, L. F. Informação seletiva, mediação e tecnologia: a evolução dos serviços de
disseminação seletiva da informação. Rio de Janeiro: Interciência, 2010. 130p.
Bibliografia Complementar
LÉVY, P. As tecnologias da inteligência: o futuro de pensamento na era da informática.
2.ed. São Paulo: Ed. 34, 2010. 206p.
LUBISCO, N. M. L.; BRANDÃO, L. M. B. (Org.). Informação & informática. Salvador:
EDUFBA, 2000. 306p.
ROBREDO, J.; CUNHA, M. B. Documentação de hoje e de amanhã: uma abordagem
informatizada da Biblioteconomia e dos sistemas de informação. São Paulo: Global, 1994.
400p.
STAIR, R. M.; REYNOLDS, G. W. Princípios de sistemas de informação: uma abordagem
gerencial. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, Cengage Learning, c2006. 437p.
VIDOTTI, S. A. B. G. Tecnologia e conteúdos informacionais: abordagens teóricas e
práticas. São Paulo: Polis, 2004. 187p.

74

UNIDADES DE INFORMAÇÃO PÚBLICAS, ESCOLARES E ESPECIALIZADAS
Ementa
Apresenta de forma integrada os diferentes serviços e atividades de informação em unidades
públicas, escolares e especializadas e sua relação com a educação, a cultura e as
transformações sociais e tecnológicas. Discute o ambiente informacional e os recursos das
unidades de informação em escolas, órgãos do governo, indústrias, empresas e negócios.
Analisa os processos das unidades de informação especializadas: serviços e atividades em
instituições públicas, não governamentais e privadas.
Bibliografia Básica
ALMEIDA JÚNIOR, O. F. Biblioteca pública: avaliação de serviços. Londrina, PR:
EDUEL, 2003. 288p.
CÔRTE, A. R.; BANDEIRA, S. P. Biblioteca escolar. Brasília: Briquet de Lemos/Livros,
2011. 176p.
ROMANI, C.; BORSZCZ, I. Unidades de informação: conceitos e competências.
Florianópolis: EDUFSC, 2006. 133p.
Bibliografia Complementar
CANFORA, L. A biblioteca desaparecida: histórias da biblioteca de Alexandria. São Paulo:
Companhia das Letras, 1989. 195p.
LEITÃO, B. Avaliação qualitativa e quantitativa numa biblioteca universitária: grupos
de foco. Rio de Janeiro: Interciência, 2005. 148p.
MILANESI, L. A casa da invenção: biblioteca, centro de cultura. 4. ed. São Caetano do Sul:
Atelie Editorial, 2003. 271p.
SILVA, W. C. Miséria da biblioteca escolar. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2003. 119p.
SUAIDEN, E. Biblioteca pública e informação à comunidade. São Paulo: Global, 1995.
112p.

7.2 DISCIPLINAS ELETIVAS

BIBLIOTECA E AÇÃO CULTURAL
Ementa
Analisa os conceitos de cultura, ação, animação e fabricação cultural. Relaciona as práticas de
ação cultural em diferentes unidades de informação. Discute a problemática da ação cultural
no contexto contemporâneo.

75

Bibliografia Básica
COELHO NETO, J. T. O que é ação cultural. São Paulo: Brasiliense, 1988. 94p.
LARAIA, R. B. Cultura: um conceito antropológico. 22. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
2008. 117p.
MILANESI, L. A casa da invenção: biblioteca, centro de cultura. 4. ed. São Caetano do Sul:
Atelie Editorial, 2003. 271p.
Bibliografia Complementar
COELHO, T. Dicionário crítico de política cultural: cultura e imaginário. 2. ed. rev. e
ampliada. São Paulo: Iluminuras, 2014. 447p.
GARCÍA CANCLINI, N. Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade.
São Paulo: EDUSP, 1989. 385p.
FREIRE, P. Ação cultural para a liberdade e outros escritos. 12. ed. São Paulo: Paz e
Terra, 2007. 176p.
MILANESI, L. Ordenar para desordenar: centros de cultura e bibliotecas públicas. São
Paulo: Brasiliense, 1986. 261p.
RÖSING, T. M. K.; BECKER, P. (Org.). Leitura e animação cultural: repensando a escola
e a biblioteca. 2. ed. Passo Fundo, RS: Universidade de Passo Fundo, 2005. 221p.

BIBLIOTECA E SOCIEDADE
Ementa
A ação do Estado brasileiro no campo das bibliotecas, especialmente a partir de 1930. A
biblioteca na atual sociedade brasileira. A situação da biblioteca em relação à indústria da
produção dos registros do conhecimento. Política governamental e legislação. Papel das
organizações públicas e não governamentais.
Bibliografia Básica
ALMEIDA JUNIOR, O. F. Sociedade e Biblioteconomia. São Paulo: Polis, 1997. 129p.
MILANESI, L. Biblioteca. Cotia, SP: Atelie Editorial, 2002. 116p.
SOUZA, F. C. Biblioteconomia, educação e sociedade. Florianópolis: EDUFSC, 1993.
102p.
Bibliografia Complementar
BIBLIOTECA NACIONAL (BRASIL). Biblioteca publica: princípios e diretrizes. Rio de
Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2000. 160p.

76

CÔRTE, A. R.; BANDEIRA, S. P. Biblioteca escolar. Brasília: Briquet de Lemos/Livros,
2011. 176p.
MACIEL, A. C.; MENDONÇA, M. A. R. Bibliotecas como organizações. Rio de Janeiro:
Interciência; Niterói: Intertexto, 2000. 96p.
MANGUEL, A. A biblioteca à noite. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. 301p.
SUAIDEN, E. Biblioteca pública e informação à comunidade. São Paulo: Global, 1995.
112p.

COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA E MÉTRICAS DA INFORMAÇÃO NA WEB
Ementa
Estudos métricos da informação científica em contextos digitais. Informetria. Cibermetria.
Webometria. Altmetria. Monitoramento e mensuração de informação científica em blogs,
redes e mídias sociais.
Bibliografia Básica
FONSECA, E. N. (Org.). Bibliometria: teoria e prática. São Paulo, EDUSP, 1986. 141p.
MEADOWS, A. J. A comunicação científica. Brasilia: Briquet de Lemos/Livros, 1999.
268p.
MUELLER, S. P. M.; PASSOS, E. J. L. (Org.). Comunicação cientifica. Brasília, DF:
DCI/UnB, 2000. 144p.
Bibliografia Complementar
ALBAGLI, S. (Org.) Fronteiras da Ciência da Informação. Brasília, DF: IBICT, 2013.
262p. Disponível em:
<http://livroaberto.ibict.br/bitstream/1/1020/11/Fronteiras%20da%20Ci%C3%AAncia%20da
%20Informa%C3%A7%C3%A3o.pdf>. Acesso em: 9 jun. 2017.
COMPAGNON, A. O trabalho da citação. Belo Horizonte: EDUFMG, 2007. 176p.
RECUERO, R. Redes sociais na Internet. 2. ed. Porto Alegre, RS: Sulina, 2011. 206p.
RECUERO, R.; BASTOS, M. T.; ZAGO, G. Análise de redes para mídia social. Porto
Alegre: Sulina, 2015. 183p.
TORRES, C. A bíblia do marketing digital: tudo o que você queria saber sobre marketing e
publicidade na Internet e não tinha a quem perguntar. São Paulo: Novatec, 2009. 399p.

CONTAÇÃO DE HISTÓRIA

77

Ementa
Contação de histórias como forma de incentivo à leitura: usos e possibilidades em ambientes
educacionais formais e não formais. A contação de história como recurso terapêutico.
Bibliografia Básica
FREIRE, P. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 47. ed. São
Paulo: Cortez, 2006. 87p.
KUHLTHAU, C. Como usar a biblioteca na escola: um programa de atividades para o
ensino fundamental. 3. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2002. 303p.
NEVES, Iara C. B. et al. (Org). Ler e escrever: compromisso de todas as áreas. Porto Alegre:
EDUFRGS, 2006. 236p.
Bibliografia Complementar
BARCELLOS, G. M. F.; NEVES, I. C. B. Hora do conto: da fantasia ao prazer de ler:
subsídios a sua realização em bibliotecas públicas e escolares. Porto Alegre: Sagra-DC
Luzzato, 1995. 136p.
FARIA, M. A. Como usar a literatura infantil na sala de aula.São Paulo: Contexto, 2012.
156p.
LAJOLO, M.; ZILBERMAN, R. A formação da leitura no Brasil. São Paulo: Ática, 1996.
372p.
OUAKNIN, M. Biblioterapia. São Paulo: Loyola, 1996. 341p.
SILVA, L. C. B. Práticas de leitura na infância: imagens e representações. Campinas, SP:
Autores Associados, c2008. 147p.

ECONOMIA DA INFORMAÇÃO
Ementa
Entender a informação como mercadoria e bem de produção, a reestruturação capitalista e o
papel desempenhado pelas tecnologias de informação e comunicação, notadamente com o
advento das atividades ligadas à gestão da informação e do conhecimento e também das
modificações promovidas sobre o mundo do trabalho sob o capitalismo atual.
Bibliografia Básica
CASTELLS, M. A sociedade em rede: economia, sociedade e cultura. 8. ed. São Paulo: Paz
e Terra, 2005. 698p.

78

CHOO, C. W.A organização do conhecimento: como as organizações usam a informação
para criar significado, construir conhecimento e tomar decisões. 2. ed. São Paulo: SENAC,
2006. 425p.
DAVENPORT, T. H., PRUSAK, L. Ecologia da informação: por que só a tecnologia não
basta para o sucesso na era da informação. São Paulo: Futura, 1998. 316p.
Bibliografia Complementar
BAUMAN, Z. Globalização: as consequências humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999.
145p.
CASTELLS, M. Fim de milénio. 3. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2002. 497p.
MATTELART, A. História da sociedade da informação. 2. ed. São Paulo: Loyola, 2006.
197p.
ROSINI, A. M.; PALMISANO, A. Administração de sistemas de informação e a gestão do
conhecimento. 2. ed. São Paulo: CENGAGE Learning, c2012. 212p.
SOUTO, L. F.; (Org.). Gestão da informação e do conhecimento: práticas e reflexões. Rio
de Janeiro: Interciência, 2014. 293p.

EDITORAÇÃO
Ementa
Introdução geral às técnicas de edição de texto e aos processos de produção, distribuição e
comercialização de livros e periódicos. Editoração eletrônica de documentos.
Bibliografia Básica
CHARTIER, R.; LEBRUN, J. A aventura do livro: do leitor ao navegador: conversações
com Jean Lebrun. São Paulo: EDUNESP, 1998. 159p.
ARAÚJO, E. A construção do livro: princípios da técnica de editoração. 2. ed. Rio de
Janeiro: Lexikon; 2008. 635p.
LUPTON, E. Pensar com tipos: guia para designes, escritores, editores e estudantes. São
Paulo: Cosac Naify, 2006. 181p.
Bibliografia Complementar
AZEVEDO, E.; CONCI, A.; LETA, F. R. Computação gráfica: teoria e prática. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2008. 353p. 2v.
COSTA, E. A. Broffice.org: da teoria à prática. Rio de Janeiro: Brazport, 2007. 192p.
HALLEWELL, L. O livro no Brasil: sua história. 2. ed. São Paulo: EDUSP, 2005. 809p.

79

KOTAIT, I. Editoração científica. São Paulo: Ática, 1981. 118p.
WEST, M. L. Crítica textual e técnica editorial: aplicável a textos gregos e latinos. Lisboa,
Portugal: Fundação Calouste Gulbenkian, 2002. 211p.

ELABORAÇÃO DE TRABALHO CIENTÍFICO
Ementa
Pesquisa, leitura e documentação. Pesquisa bibliográfica e pesquisa documental. Elaboração
de projeto de pesquisa. Estrutura e organização de trabalho científico. Formatos de
apresentação de trabalho científico.
Bibliografia Básica
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 184p.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do trabalho científico: procedimentos
básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 7. ed.
São Paulo: Atlas, 2009. 225p.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2007.
304p.
Bibliografia Complementar
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e
documentação – referências - elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 24p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024: informação e
documentação - numeração progressiva das seções de um documento escrito - apresentação.
Rio de Janeiro: 2012. 4p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: informação e
documentação - resumo - apresentação. Rio de Janeiro, 2003. 2p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: informação e
documentação - citações em documentos - apresentação. Rio de Janeiro, 2002. 7p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e
documentação - trabalhos acadêmicos - apresentação. Rio de Janeiro, 2011. 11p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15287: informação e
documentação - projeto de pesquisa - apresentação. Rio de Janeiro, 2011. 8p.
GUEDES, E. M. et al. (Org.). Padrão UFAL de normalização. Maceió: EDUFAL, 2013.
51p. Disponível em: <http://www.ufal.edu.br/arquivos/prograd/manuais/padrao-ufal-denormalizacao-2/padrao-ufal-de-normalizacao>. Acesso em: 6 jun. 2017.

80

ESPANHOL INSTRUMENTAL
Ementa
Aspectos gramaticais pertinentes à compreensão da língua espanhola: estratégias de leitura.
Textos sobre assuntos gerais e específicos da área de informação.
Bibliografia Básica
EL ESPAÑOL de Espana y El español de America. SM Ediciones, 2003.
FERNÁNDEZ, G. E.; MORENO, C. Gramática constrativa del español para brasileños.
Madrid: Sgel Educación, 2007.
SILVA, C. F.; SILVA, L. M. P. Español através de textos: estúdio contrastivo para
brasileños. Rio de Janeiro: Imperial Novo Milênio, 2013.
Bibliografia Complementar
CERROLAZA GILI, O. Diccionario práctico de gramática. Madrid: EDELSA, 2005.
GARCÍA-TALAVERA, D. M. Dicionário santillana para estudantes. 4. ed. São Paulo,
Moderna, 2014.
FANJUL, A. Gramática y práctica de español - para brasileños. 3. ed. Moderna, 2014.
GONZALES HERMOSO, A. Conjugar es fácil en espanol de Espana y de America.2. ed.
Madrid: Edelsa, 1999.
SARMIENTO, R. Gramatica básica del espanol: norma y uso. Madrid: Sociedad general
espanola de libreria, 1999.

FONTES DOCUMENTAIS: USO E PRODUÇÃO
Ementa
A disciplina está voltada para uma discussão interdisciplinar. Cuja abordagem incidirá sobre
uma tipologia das fontes, seus principais conceitos, políticas e instrumentos de pesquisa
identificados no âmbito das unidades de informação, a saber: arquivos, bibliotecas e museus.
Enquanto que os seus diferentes usos e produção serão uma prerrogativa dessas unidades de
informação, assim como de seus usuários, munidos de um determinado método, objeto,
problema e abordagem.
Bibliografia Básica
BELLOTTO, H. L. Arquivos permanentes: tratamento documental. 4. ed. Rio de Janeiro:
EDFGV, 2006. 318p.

81

MENDES, M.; RIBEIRO, V. Conservação: conceitos e práticas. 2. ed. Rio de Janeiro: UFRJ,
2011. 334p.
SILVA, Z. L. Arquivos, patrimônio e memória: trajetórias e perspectivas. São Paulo:
UNESP: FAPESP, 1999
Bibliografia Complementar
BERWANGER, A. R.; LEAL, J. E. F. Noções de paleografia e de diplomática. 3. ed. Santa
Maria, RS: EDUFSM, 2008. 124p.
INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE ALAGOAS. Catálogo de documentos do
Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas. Maceió: Gráfica Graciliano Ramos, 2008.
510p.
MONTANER, J. M. Museos para El siglo XXI. Barcelona: Gustavo Gili, 2003. 157p.
ROUILLÉ, A. A fotografia: entre documento e arte contemporânea. São Paulo: SENAC São
Paulo, c2009. 483p.
TOMAÉL, M. I.; VALENTIM, M. L. P. (Org.). Avaliação de fontes de informação na
Internet. Londrina: EDUEL, 2004. 155p.

FRANCÊS INSTRUMENTAL
Ementa
Estudo da língua francesa, enfatizando a compreensão de textos e a expressão oral. Iniciação
ao estudo da gramática.
Bibliografia Básica
BESCHERELLE. Conjugaison, orthographe et grammaire. Paris: Hatier, 2015.
COURTILLON, J.; GUYOT-CLÉMENT, C.; SALINS, G. Libreéchange 1. Livre de l´élève.
Paris: Hatier/Didier, 1995. 25p.
RÓNAI, P. Dicionário francês-português/ português-francês. 4. ed. São Paulo: Nova
Fronteira, 2012.
Bibliografia Complementar
BESCHERELLE.La Grammaire pour tous. Paris: Hatier, 2012. 320p.
DICTIONNAIRE Le petit Robert de la langue française. Paris: Le Robert, 2016. 2880p.
LE ROBERT et Nathan – conjugaison. Paris: Éditions Nathan, 1996. 255p.

82

LEHMANN, D. Objectifs specifiques en langues etrangeres. Les programmes en question.
Paris: Hachette, 1993.
VICHER, A. Grammaire progressive Du français. 3. ed. Paris: 2013. 280p.

HISTÓRIA DA ARTE
Ementa
Arte: conceito e definição. Evolução histórica da arte. Arte e sociedade. Arte contemporânea
em Alagoas.
Bibliografia Básica
ARGAN, G. C. História da arte como história da cidade. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes,
2005. 280 p.
CAMPOS, C. Uma visualidade: trajetória e crítica da pintura alagoana (1892-1992). São
Paulo: Escrituras Editora, 2000. 167p.
PROENÇA, G. História da arte. 17. ed. São Paulo: Ática, 2007. 448p.
Bibliografia Complementar
BAUMGART, F. E. Breve história da arte. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999. 376p.
DEMPSEY, A. Estilos, escolas e movimentos: guia enciclopédico da arte moderna. 2. ed.
São Paulo: Cosac &Naify, 2010. 311p.
JOLI, M. Introdução à análise da imagem. Campinas, SP: Papirus, 1996. 152p.
SALGEMA. Arte contemporânea das Alagoas. Maceió: [s.n.], 1989. 117p.
TENÓRIO, D. A.; DANTAS, C. L. T. A. Caminhos do açúcar: engenhos e casas-grandes
das Alagoas. 2. ed. Maceió: SEBRAE/AL, [200?]. 251p.

HISTÓRIA E CULTURA DE ALAGOAS
Ementa
Aspectos relevantes da história de Alagoas. Os movimentos regionais/locais: Cabanada,
Sedição dos lisos e cabeludos, Revolta do Quebra-Quilos e Quilombo dos Palmares. A
emancipação política de Alagoas. A dinâmica da produção cultural em Alagoas. As
instituições de cultura. Fatores condicionantes da cultura alagoana.
Bibliografia Básica
COSTA, C. Maceió. Maceió, Maceió: Sergasa, 1981. 219p.

83

CARVALHO, C. P. Formação histórica de Alagoas. Maceió: Grafitex, 1982. 315p.
TENÓRIO, D. A. Metamorfose das oligarquias. Curitiba: HD Livros Editora, 1997. 144p.
Bibliografia Complementar
COSTA, C. Instrução pública e instruções culturais de Alagoas & outros ensaios.
Maceió: EDUFAL, 2011. 233p.
DIÉGUES JÚNIOR, M. O banguê nas Alagoas: traços da influência do sistema econômico
do engenho de açúcar na vida e na cultura regional. 3. ed. Maceió: EDUFAL, 2006. 339p.
LIMA JÚNIOR, F. Maceió de outrora: obra póstuma. Maceió: EDUFAL, 2001.
RAFAEL, U. N. Xangó rezado baixo: religião e política na primeira república. São
Cristóvão, SE: EDUFS; Maceió: EDUFAL, 2013. 276p.
SILVA, M. A. (Org.). O olhar holandês e o novo mundo. Maceió: EDUFAL, 2011. 301p.

INFORMAÇÃO DOCUMENTAL E HISTÓRICA
Ementa
Introdução aos fundamentos básicos da Arquivologia: teoria das três idades, gestão de
documentos e arquivos correntes, intermediários e permanentes. Fontes primárias. Ciclo vital
dos documentos e função arquivística. Arquivo e memória alagoanos. Conceituação e
tipologia de museus. Museus, história e patrimônio científico e cultural.
Bibliografia Básica
BELLOTTO, H. L. Arquivos permanentes: tratamento documental. 4. ed. Rio de Janeiro:
EDFGV, 2006. 318p.
SCHELLENBERG, T. R. Arquivos modernos: princípios e técnicas. 3. ed. Rio de Janeiro:
EDFGV, 2004. 386p.
SILVA, Z. L.(Org.). Arquivos, patrimônio e memória: trajetórias e perspectivas. São Paulo:
UNESP; FAPESP, 1999. 154p.
Bibliografia Complementar
FEIJÓ, V. M. Documentação e arquivos. Porto Alegre: Sagra, 1988. 147p.
MENDES, M.; RIBEIRO, V. Conservação: conceitos e práticas. 2. ed. Rio de Janeiro:
EDUFRJ, 2011. 334p.
PAES, M. L. Arquivo: teoria e prática. 3. ed. Rio de Janeiro: EDFGV, 1997. 225 p.

84

PAULA, R. P. M. Como elaborar a tabela de temporalidade documental: racionalização
de custos de armazenagem e administração de arquivos empresariais. São Paulo: CENADEM,
1995. 89p.
TENÓRIO, D. A.A casa das Alagoas: Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas. Maceió:
EDUFAL, 2007. 119p.

INFORMAÇÃO E CIDADANIA
Ementa
Concepções de informação e cidadania. Relação entre informação e cidadania. Informação,
cidadania e sociedade brasileira.
Bibliografia Básica
CARVALHO, J. M. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 21. ed. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2016. 254p.
VARELA, A. Informação e construção da cidadania. Brasília: Thesaurus, 2007. 167p.
PINSKY, J.; PINSKY, C. B. (Org.). História da cidadania. São Paulo: Contexto, 2005.
591p.
Bibliografia Complementar
BUFFA, E. et al. Educação e cidadania: quem educa o cidadão? 2. ed. São Paulo: Cortez,
1995. 94p.
COMPARATO, F. K. A afirmação histórica dos direitos humanos. 3. ed. São Paulo:
Saraiva, 2003. 577p.
DEMO, P. Cidadania tutelada e cidadania assistida. Campinas, SP: Autores Associados,
1995. 171p.
GEORGES, A. A construção dos saberes e da cidadania: da escola à cidade. Porto Alegre:
Artmed, 2002. 254p.
TAKAHASHI, T. (Org.). Sociedade da informação no Brasil: livro verde. Brasília, DF:
Ministério da Ciência e Tecnologia, 2000. 203p.
INFORMAÇÃO E PROCESSOS TECNOLÓGICOS
Ementa
A natureza da informação na era digital. Deslocamentos tecnológicos e a dinâmica da cultura.
Hipertexto e a dimensão multimídia das informações. Processos de produção, tratamento,
armazenamento e circulação da informação. Interfaces eletrônico-digitais. A virtualização do
conhecimento e novas formas de socialidades.

85

Bibliografia Básica
CASTELLS, M. A sociedade em rede: economia, sociedade e cultura. 8. ed. São Paulo: Paz
e Terra, 2005. 698p.
DUPAS, G. Ética e poder na sociedade da informação. 2. ed. São Paulo: EDUNESP. 2001.
134p.
LEVY, P. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. 2.
ed. Rio de Janeiro: Ed. 34, 2010. 206p.
Bibliografia Complementar
CASTELLS, M. A galáxia Internet: reflexões sobre a Internet, negócios e a sociedade. Jorge
Zahar Ed., 2003. 243p.
DAVENPORT, T. H., PRUSAK, L. Ecologia da informação: por que só a tecnologia não
basta para o sucesso na era da informação. São Paulo: Futura, 1998. 316p.
LEVY, P. O que é o virtual? São Paulo: Ed. 34, 1996. 157p.
RECUERO, R. Redes sociais na Internet. 2. ed. Porto Alegre, Sulina, 2011. 206p.
SILVEIRA, S. A. Exclusão digital: a miséria na era da informação. São Paulo: Fundação
Perseu Abramo, 2001. 46p.

INTRODUÇÃO À LÓGICA
Ementa
Concepções básicas da epistemologia no século XX, com ressalva entre processos cognitivos
e escrita; ponto de partida para o estudo da lógica, ênfase na natureza, objeto e utilidade da
lógica. Estudo da inferência com ênfase na dedução e indução. Lógica como instrumento de
análise de processos documentários e informacionais.
Bibliografia Básica
ABELARDO, P. Lógica para principiantes. 2. ed. São Paulo: UNESP, 2005. 80p.
DUTRA, L. H. A. Introdução à epistemologia. São Paulo: EDUNESP, 2010. 190p.
LUNGARZO, C.O que é lógica. 3. ed. São Paulo: Brasiliense, 1993. 79p.
Bibliografia Complementar
IDE, P. A arte de pensar. 2. ed. São Paulo : Martins Fontes, 2000. 299p.
KELLER, V.; BASTOS, C. L. Aprendendo lógica. 16. ed. Petrópolis: Vozes, c2000. 179p.

86

MORTARI, C. A. Introdução à lógica. São Paulo: EDUNESP: Imprensa Oficial, 2001.
393p.
ROSENBERG, A. Introdução à filosofia da ciência. 2. ed. São Paulo: Edições Loyola,
2013. 264p.
SALMON, W. C. Lógica. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 92p.

LEITURA E BIBLIOTECA
Ementa
Leitura, natureza e funções. Formação do leitor: motivações interesse de leitura. Tipologias do
leitor. Literatura infanto-juvenil. Discussões sobre gênero e panorama histórico. Literatura
infanto-juvenil e pedagogia. Práticas de leitura na biblioteca. Pesquisa escolar e biblioteca.
Bibliografia Básica
CÔRTE, A. R.; BANDEIRA, S. P. Biblioteca escolar. Brasília: Briquet de Lemos/Livros,
2011. 176p.
PAIVA, A. et al. (Org.). Leituras literárias: discursos transitivos. Belo Horizonte:
Ceale/FAE, Autêntica, 2008. 203p.
ZILBERMAN, Z. A literatura infantil na escola. 11. ed. São Paulo: Global,2003. 235p.
Bibliografia Complementar
ALLIEND, F.; CONDEMARIN, M. A leitura: teoria, avaliação e desenvolvimento. Porto
Alegre: Artmed, 2005. 215p.
CAMPELLO, B. S. A biblioteca escolar: temas para uma prática pedagógica. Belo
Horizonte: Autêntica, 2008. 62p.
CAMPELLO, B. S. Letramento informacional: função educativa do Bibliotecário na escola.
Belo Horizonte: Autêntica, 2009. 79p.
KUHLTHAU, C. C. Como orientar a pesquisa escolar: estratégias para o processo de
aprendizagem. Belo Horizonte: Autêntica, 2010. 252p.
SILVA, E. T. Leitura na escola e na biblioteca. 8. ed. Campinas: Papirus, 2003. 115p.

LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
Ementa
Estudo dos fundamentos da Língua Brasileira de Sinais com noções práticas de sinais e
interpretação, destinado às práticas pedagógicas na educação inclusiva.

87

Bibliografia Básica
CAPOVILLA, F. C. (Coord). Novo deit-libras: dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue
da língua de sinais brasileira, baseado em linguística e neurociências cognitivas. 3. ed. São
Paulo: EDUSP, 2013. 2v.
GESSER, A. Libras? que língua é essa ?: crenças e preconceitos em torno da língua de
sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola, 2009. 87p.
QUADROS, R. M.; KARNOPP, L. Língua de sinais brasileira: estudos lingüísticos. Porto
Alegre: Artmed, 2009. 221 p.
Bibliografia Complementar
BRITO, L. F. Por uma gramática de Língua de Sinais. 2. ed. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro; UFRJ, Departamento de Lingüística e Filologia, 2010. 273p.
LACERDA, C. B. F. Intérprete de libras: em atuação na educação infantil e no ensino
fundamental. 8. ed. Porto Alegre, RS: Mediação, 2017. 95p.
RECTOR, M.; TRINTA, A. R. Comunicação do corpo. 4. ed. São Paulo: Ática, 2003. 88p.
SACKS, O. W.; MOTTA, L. T. Vendo vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo:
Companhia das Letras, 1998. 215p.
SKLIAR, C. (Org.). A surdez: um olhar sobre as diferenças. 6. ed. Porto Alegre: Mediação,
2012. 190p.

LITERATURA BRASILEIRA
Ementa
Aspectos da literatura brasileira. Literatura e sociedade. Principais movimentos estéticos.
Bibliografia Básica
BOSI, A. História concisa da literatura brasileira. 37. ed. São Paulo: Cultrix, 2006.567p.
CANDIDO, A. Literatura e sociedade: estudos de teoria e história literária. 9. ed. Rio de
Janeiro: Ouro Sobre Azul, 2006. 204p.
MOISES, M. História da literatura brasileira. 3. ed. São Paulo: Cultrix, 1993.5v.
Bibliografia Complementar
ARAÚJO, J. S. Jorge de Lima e o idioma poético afro-nordestino. Maceió: EDUFAL,
1983. 219p.

88

CANDIDO, A. Formação da literatura brasileira: (momentos decisivos 1750-1880). São
Paulo: FAPESP; Rio de Janeiro: Ouro Sobre Azul, 2009. 800p.
MOISES, M. Dicionário de termos literários. 12. ed. São Paulo: Cultrix, 2004. 520p.
POUND, E. ABC da literatura. 11. ed. São Paulo, SP: Cultrix, 2006. 218p.
ROMERO, S.; RIBEIRO, J.; BARRETO, L. A. Compêndio de história da literatura
brasileira. Rio de Janeiro: Imago: EDUFS, 2001. 460p.

LITERATURA UNIVERSAL
Ementa
Principais movimentos e autores da literatura universal.
Bibliografia Básica
AUERBACH, E.; PAES, J. P. Introdução aos estudos literários. São Paulo: Cultrix, 1970.
278p.
CARPEAUX, O. M. História da literatura ocidental. Rio de Janeiro: Alhambras, 1978. 4v.
TRINGALLI, D. Escolas literárias. São Paulo: Musa Editora, 1994. 246p.
Bibliografia Complementar
ÁVILA, A. (Org.). O Modernismo. São Paulo: Perspectiva, 2002.
GUINSBURG, J. (Org.). O Classicismo. São Paulo: Perspectiva, 1996.
GUINSBURG, J. O Romantismo. São Paulo: Perspectiva, 1993.
HATZFELD, H. Estudos sobre o Barroco. São Paulo: Perspectiva, 1988.
MELLO FRANCO, A. A. et al. O Renascimento. Rio de Janeiro: Agir Editora, 1978.

MARKETING APLICADO À BIBLIOTECONOMIA
Ementa
Discute os serviços e produtos desenvolvidos no âmbito das unidades de informação por meio
de uma abordagem mercadológica.
Bibliografia Básica
AMARAL, S. A. Marketing: abordagem em unidades de informação. Thesaurus: Brasília,
1998. 254p.

89

KOTLER, P.; KELLER, K. L. Administração de marketing. 12. ed. Pearson Prentice Hall,
2014.750p.
PALMER, A. Introdução ao marketing: teoria e prática. São Paulo: Ática, 2006. 527p.
Bibliografia Complementar
ALI, M. Como aplicar conceitos de marketing. São Paulo: Publifolha, 2001. 72p.
AMARAL, S. A. (Org.) Marketing na Ciência da Informação. Brasília: EDUnB, 2007.
229p.
BUZZELL, R. D. O impacto das estratégias de mercado no resultado das empresas:
baseado no maior banco de dados de informações estratégicas do mundo. São Paulo: Pioneira,
1991. 397p.
MCGEE, J.; PRUSAK, L.Gerenciamento estratégico da informação: aumente a
competitividade e a eficiência de sua empresa utilizando a informação como uma ferramenta
estratégica. Rio de Janeiro: Campus, 1994. 244p.
MAXIMIANO, A. C. A. Administração para empreendedores. 2. ed. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2011. 240p.

SEMINÁRIOS DE INTEGRAÇÃO EM BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA
INFORMAÇÃO
Ementa
Reflexão sobre temas contemporâneos em Biblioteconomia/Ciência da Informação e áreas
afins. Ênfase na função social do Bibliotecário como profissional da informação e a sua
relação com o mercado de trabalho, priorizando as questões éticas presentes no cotidiano.
Bibliografia Básica
LE COADIC, Y. A Ciência da Informação. 2. ed. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2004.
124p.
MCGARRY, K. O contexto dinâmico da informação: uma análise introdutória. Brasília,
DF: Briquet de Lemos/Livros, 1999. 206p.
MIRANDA, A. Ciência da Informação: teoria e metodologia de uma área em expansão.
Brasília: Thesaurus, 2003. 212p.
Bibliografia Complementar
PINHEIRO, L. V. R. (Org.). Ciência da Informação, ciências sociais e
interdisciplinaridade. Brasília; Rio de Janeiro: IBCT, 1999. 182p.

90

SOUZA, E. D. A Ciência da Informação: fundamentos epistêmico-discursivos do campo
científico e do objeto de estudo. Maceió: EDUFAL, 2015. 222p.
SOUZA, F. C. Ética e deontologia: textos para profissionais atuantes em bibliotecas.
Florianópolis: EDUFSC; Itajaí: EDUNIVALI, 2002. 165p.
VALENTIM, M. L. P. (Org.). Formação do profissional da informação. São Paulo: Polis,
2002. 152p.

SEMINÁRIOS EM ORGANIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO
Ementa
Aspectos históricos e fundamentos em organização da informação. Processos, instrumentos e
produtos da organização da informação. Atuais correntes em organização da informação.
Organização da informação em ambientes digitais.
Bibliografia Básica
FEITOSA, A. L. G. Organização da informação na Web: das tags à web semântica.
Brasília: Thesaurus, 2006. 131p.
MCGARRY, K. O contexto dinâmico da informação: uma análise introdutória. Brasília,
DF: Briquet de Lemos, 1999. 206p.
NAVES, M. M. L.; KURAMOTO, H. Organização da informação: princípios e tendências.
Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2006. 142p.
Bibliografia Complementar
CANÇADO, M. Manual de semântica: noções básicas e exercícios. São Paulo: Contexto,
2012. 190p.
CURRÁS, E. Ontologias, taxonomias e tesauros: em teoria de sistemas e sistemáticas.
Brasília, DF: Thesauros, 2010. 182p.
LANCASTER, F. W. Indexação e resumos: teoria e prática. 2. ed. Brasília: Briquet de
Lemos/Livros, 2004. 452p.
MÜLBERT, A. L. Organizações do conhecimento: infra-estrutura, pessoas e tecnologias. 2.
ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 363p.
ROBREDO, J. BRÄCHER, M. Passeios pelo bosque da informação: estudos sobre
representação e organização da informação e do conhecimento. Brasília, DF: IBICT, 2010.
336p. Disponível em: <http://repositorio.ibict.br/bitstream/123456789/36/1/eroic.pdf>.
Acesso em: 5 maio 2017.

91

SEMINÁRIOS SOBRE EMPREENDEDORISMO
Ementa
Conhecimentos básicos de empreendedorismo. Serviços de informação e empreendedorismo.
Gerenciamento de negócios e pequenas empresas.
Bibliografia Básica
CHIAVENATO, I. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. 4. ed. São
Paulo: Manole, 2012. 315p.
FIALHO, F. A. P. et al. Empreendedorismo na era do conhecimento. Florianópolis: Visual
Books, 2007. 188 p.
MAXIMIANO, A. C. A. Administração para empreendedores. 2. ed. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2011. 240p.
Bibliografia Complementar
BIAGIO, L. A. Empreendedorismo: construindo seu projeto de vida. Barueri, SP: Manole,
2012. 249p.
FELIPINI, D. Empreendedorismo na Internet: como encontrar e avaliar um lucrativo nicho
de mercado. Rio de Janeiro: Brasport, 2010. 197p.
LONGENECKER, J. G. et al. Administração de pequenas empresas.São Paulo: Thompson
Learning, 2007. 498p.
PONCHIROLLI, O. Capital humano: sua importância na gestão estratégica do
conhecimento. Curitiba: Juruá, 2010. 183p.
VALENTIM, M. L. P. (Org.). Os profissionais da informação: formação, perfil e atuação
profissional. São Paulo: Polis, 2000. 156p.
SEMIÓTICA DA INFORMAÇÃO
Ementa
Conceitos de semiótica. Os sistemas verbais e não verbais. A natureza complexa dos signos.
Representação, linguagem e informação. Semiótica aplicada à Ciência da Informação.
Bibliografia Básica
BARTHES, R. Elementos de semiologia. 16. ed. São Paulo: Cultrix, 2006. 116p.
COELHO, T. Semiótica, informação e comunicação: diagrama da teoria do signo. 7. ed.
São Paulo: Perspectiva, 2010. 217p.
SANTAELLA, L. O que é semiótica. São Paulo: Brasiliense, 1983. 84p.

92

Bibliografia Complementar
BARTHES, R. Crítica e verdade. Lisboa: Edições 70, 2007. 75p.
ECO, U. A estrutura ausente: introdução a pesquisa semiológica. 3. ed. São Paulo:
Perspectiva, 1976. 426p.
ECO, U. As formas do conteúdo. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 2010. 184p.
SANTAELLA, L. Matrizes da linguagem e pensamento: sonora, visual, verbal: aplicações
na hipermídia. São Paulo: Iluminuras: FAPESP, 2001. 431p.
TUZZO, S. A. Deslumbramento coletivo: opinião pública, mídia e universidade. São Paulo:
Annablume, 2004. 236p.

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E INTERNET
Ementa
Bibliotecas virtuais. Serviços e produtos eletrônicos e digitais. Mecanismos de busca e
indexação na Web.
Bibliografia Básica
LEVY, P. O que é o virtual? São Paulo: Ed. 34, 1996. 157p.
O'BRIEN, J. A.; MARAKAS, G. M. Administração de sistemas de informação: uma
introdução. 13. ed. São Paulo, SP: McGraw-Hill, 2007. 537p.
RECUERO, R. Redes sociais na Internet. 2. ed. Porto Alegre, RS: Sulina, 2011. 206p.
Bibliografia Complementar
ANTOUN, H. Web 2.0: participação e vigilância na era da comunicação distribuída. Rio de
Janeiro: Mauad X, 2008. 286p.
DIAS, E. J. W.; NAVES, M. M. L. Análise de assunto: teoria e prática. Brasília: Thesaurus,
2007. 116p.
OLIVEIRA, M. (Coord.). Ciência da Informação e Biblioteconomia: novos conteúdos e
espaços de atuação. Belo Horizonte: EDUFMG, 2005. 143p.
RECUERO, R. A conversação em rede: comunicação mediada pelo computador e redes
sociais na Internet. Porto Alegre: Sulina, 2012. 238p.
ROWLEY, J. E. A biblioteca eletrônica. 2. ed. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 2002.
399p.

93

TÉCNICAS DE PRESERVAÇÃO E RESTAURAÇÃO DE DOCUMENTOS
Ementa
Processos e procedimentos de conservação e restauração. Equipamentos e materiais básicos.
Políticas de preservação documental em Alagoas.
Bibliografia Básica
BRANDI, C. Teoria da restauração. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2004. 261p.
MENDES, M.; RIBEIRO, V. Conservação: conceitos e práticas. 2. ed. Rio de Janeiro:
EDUFRJ, 2011. 334p.
SEWELL, G. H. Administração e controle da qualidade ambiental. São Paulo: EPU, 2011.
295p.
Bibliografia Complementar
CORUJEIRA, L. A. Conserve e restaure seus documentos. Salvador: Itapuã, 1971. 92 p.
CORREIA, M. R. Oficina de estudos da preservação: coletânea II. Rio de janeiro:
IPHAN/RJ, 2009. 207p.
LUCCAS, L.; SERIPIERRI, D. Conservar para não restaurar: uma proposta para
preservação de documentos em Bibliotecas. Brasília, DF: Thesaurus, 1995. 125p.
REILLY, J. M.; NISHIMURA, D. W.; ZINN, E. Novas ferramentas para preservação:
avaliando os efeitos ambientais a longo prazo sobre coleções de bibliotecas e arquivos. 2. ed.
Rio de Janeiro, RJ: Projeto Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos, 2001. 44p.
TRINKLEY, M. Considerações sobre preservação na construção e reforma de
bibliotecas: planejamento para preservação. 2. ed. Rio de Janeiro: Projeto Conservação
Preventiva em Bibliotecas e Arquivos, 2001. 117p.

TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE
Ementa
Noções elementares de informação e saúde. Introdução geral ao uso de tecnologias de
informação e informática em saúde. Registros de informação na área da saúde. Sistemas de
informação em saúde.
Bibliografia Básica
BRANCO, M. A. F. Informação e saúde: uma ciência e suas políticas em uma nova era. Rio
de Janeiro: EDFIOCRUZ, 2006. 223p.

94

SANTOS, A. F. et al. (Org.). Telessaúde: um instrumento de suporte assistencial e educação
permanente. Belo Horizonte: EDUFMG, 2006. 502p.
TARABOULSI, F. A. Administração de hotelaria hospitalar: serviços aos clientes,
humanização do atendimento, departamentalização, gerenciamento, saúde e turismo,
hospitalidade, tecnologia de informação, psicologia hospitalar. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
206 p.
Bibliografia Complementar
CASTIEL, L. D.; VASCONCELLOS-SILVA, P. R. Precariedades do excesso: informação e
comunicação em saúde coletiva. Rio de Janeiro: EDFIOCRUZ, 2006. 165p.
FABBRO, L. Manual dos documentos médicos. Porto Alegre: AGE, 2006. EDIPUCRS,
197p.
FOUCAULT, M. O nascimento da clínica. 6. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária,
2006. 231p.
MALAGON-LONDOÑO, G.; MORERA, R. G.; LAVERDE, G. P. Administração
hospitalar. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2010. 519p.
RODRIGUES, R. J. Informática e o administrador de saúde. São Paulo: Pioneira:
PROAHSA, 1987. 128p.
TEORIA DA COMUNICAÇÃO
Ementa
Princípios teóricos da comunicação e informação. Processos de comunicação e informação,
modalidades de mensagens, natureza dos veículos. Comunicação e seu inter-relacionamento
com ciências afins. A biblioteca como sistema de comunicação e sua função cultural.
Bibliografia Básica
COELHO, T. Semiótica, informação e comunicação: diagrama da teoria do signo. 7. ed.
São Paulo: Perspectiva, 2010. 217p.
ECO, U. As formas do conteúdo. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 2010. 184p.
LIMA, J. A. N. Teorias da comunicação: um panorama crítico e comparativo. Maceió:
EDUFAL, 2011. 213p.
Bibliografia Complementar
DIAZ BORDENAVE, J. E. Além dos meios e mensagens: introdução à comunicação como
processo, tecnologia, sistema e ciência. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 1986. 110 p.

95

MAYER-SCHÖNBERGER, V.; CUKIER, K. Big data: como extrair volume, variedade,
velocidade e valor da avalanche de informação cotidiana. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
163p.
MILANESI, L. Ordenar para desordenar: centros de cultura e bibliotecas públicas. São
Paulo: Brasiliense, 1986. 261p.
SANTAELLA, L. Matrizes da linguagem e pensamento: sonora, visual, verbal: aplicações
na hipermídia. São Paulo: Iluminuras: FAPESP, 2001. 431p.
WURMAN, R. S. Ansiedade de informação 2: um guia para quem comunica e dáinstruções.
São Paulo: 2005. 299p.

7.3 ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS OBRIGATÓRIOS
ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1
Ementa
Aplicação dos conhecimentos teóricos e práticos ministrados nas disciplinas através do
contato direto com a rotina da Biblioteca Central da Universidade Federal de Alagoas.
Bibliografia Básica
BRASIL. Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes.
Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, 26 set. 2008. Seção 1, p. 3.
MEY, E. S. A. Não brigue com a catalogação!. Brasília: Briquet de Lemos, 2003. 186p.
ZABALZA, M. A. O estágio e as práticas em contextos profissionais na formação
universitária. São Paulo: Cortez, c2014. 327p.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA, M. C. B. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. 2. ed.
Brasília: Briquet de Lemos, 2005. 144p.
LANCASTER, F. W. Avaliação de serviços de bibliotecas. Brasília, DF: Briquet de Lemos,
1996. 356p.
MACIEL, A. C.; MENDONÇA, M. A. R. Bibliotecas como organizações. Rio de Janeiro;
Niterói: Interciência; Intertexto, 2006. 96p.
ROMANI, C.; BORSZCZ, I. (Org.). Unidades de informação: conceitos e competências.
Florianópolis: EDUFSC, 2006. 133p.
VERGUEIRO, W. C. S. Seleção de materiais de informação: princípios e técnicas. 2. ed.
Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 1997. 125p.

96

ESTÁGIO SUPERVISIONADO 2
Ementa
Aplicação dos conhecimentos teóricos e práticos ministrados nas disciplinas de formação
através do contato direto com diferentes tipos de unidades de informação.
Bibliografia Básica
BRASIL. Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes.
Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, 26 set. 2008. Seção 1, p. 3.
LANCASTER, F. W. Avaliação de serviços de bibliotecas. Brasília, DF: Briquet de Lemos,
1996. 356p.
ZABALZA, M. A. O estágio e as práticas em contextos profissionais na formação
universitária. São Paulo: Cortez, c2014. 327p.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA, M. C. B. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. 2. ed.
Brasília: Briquet de Lemos, 2005. 144p.
MACIEL, A. C.; MENDONÇA, M. A. R. Bibliotecas como organizações. Rio de Janeiro;
Niterói: Interciência; Intertexto, 2006. 96p.
MEY, E. S. A. Não brigue com a catalogação!. Brasília: Briquet de Lemos, 2003. 186p.
ROMANI, C.; BORSZCZ, I. (Org.). Unidades de informação: conceitos e competências.
Florianópolis: EDUFSC, 2006. 133p.
VERGUEIRO, W. C. S. Seleção de materiais de informação: princípios e técnicas. 2. ed.
Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 1997. 125p.

97

8 METODOLOGIA DE FORMAÇÃO INTEGRADA

O Curso de Biblioteconomia adota uma metodologia de formação integrada, que se
caracteriza essencialmente pela identificação da realidade estudada e o concerto entre
domínios complementares. Essa abordagem tem dois grandes fundamentos, a saber, a
constante busca de integração entre teoria e prática e, complementarmente, a promoção de
diálogos entre disciplinas cooperantes na formação profissional.
A metodologia de formação integrada ganha força na relação interdisciplinar bastante
projetada e perseguida entre Biblioteconomia, Ciência da Informação e áreas afins. O Curso
de Biblioteconomia, conforme já discutido mais acima, foi implantado nessa confluência
teórico-metodológica que cerca os diferentes processos, produtos e serviços informacionais.

8.1 INTEGRAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA E RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES

A integração entre a teoria e a prática tem como finalidade a obtenção de
conhecimento a partir da colaboração de duas perspectivas historicamente conhecidas na
teoria do conhecimento, racionalista e empirista. Com efeito, a compreensão e a construção de
um arcabouço teórico são fundamentais para sedimentar os diversos processos informacionais
e, complementarmente, a realização de atividades práticas condiciona o contato com a
experiência, possibilitando inclusive demonstrações ilustrativas que qualificam ainda mais a
formação.
A estrutura do Curso de Biblioteconomia é composta por unidades curriculares que
possuem menores condições de abordagens integradas, na medida em que os conteúdos
contemplados se apresentam, em grande medida, centrados em uma das abordagens, teórica
ou prática. Assim, disciplinas como Economia da Informação; Formação Social, Econômica e
Política do Brasil; História do Pensamento Científico; Introdução à Biblioteconomia e à
Ciência da Informação; e Introdução à Lógica, por exemplo, adotam, pela natureza dos
conteúdos, abordagens eminentemente teóricas. Por outro lado, as unidades curriculares
formadas por estágios supervisionados e parte flexível possibilitam abordagem focada em
atividades práticas. Assim, podem-se mencionar o Estágio Supervisionado 1 e o Estágio
Supervisionado 2, além das atividades complementares, que podem ser obtidas com a
realização de diversas atividades práticas, tais como estágios não obrigatórios, exposições,
feiras de livros, feiras literárias e monitorias, entre outras.

98

Há, contudo, um percentual considerável de disciplinas que possibilita uma abordagem
equitativa entre teoria e prática. Nesse contexto, destacam-se as disciplinas Análise da
Informação 1; Análise da Informação 2; Inglês Instrumental 1; Inglês Instrumental 2;
Biblioteca e Ação Cultural; Editoração; Representação Descritiva 1; Representação Descritiva
2; Representação Temática 1 e Representação Temática 2, apenas para mencionar algumas. É
importante considerar que essas são disciplinas que compõem tradicionalmente a base da
formação dos(as) profissionais Bibliotecários(as).
As dificuldades encontradas na integração imediata são superadas ou, pelo menos,
minimizadas, em grande medida, a partir da adoção de abordagens transversais, que são muito
exigidas nos estudos de temas e/ou problemas complexos, bastantes presentes na
Biblioteconomia e na Ciência da Informação. Nesse contexto, há inexoravelmente a
necessidade de construções colaborativas orientadas à reflexão e à construção de
conhecimentos multidisciplinares e, com maior esforço, interdisciplinares. Assim, questões
complexas como acesso à informação, cidadania, comportamentos de usuários(as), meio
ambiente, relações de gênero, relações étnico-racionais e uso de tecnologias, entre outras,
exigem a cooperação de conteúdos de diversas áreas do conhecimento, condicionada, em
certa medida, ao estabelecimento de relações interdisciplinares.
A epistemologia interdisciplinar deve encontrar agenda nos currículos que pretendem
superar o estado de fragmentação em que se encontram diversas áreas de conhecimento. O
estabelecimento de fundamentos gerais advindos de áreas como, por exemplo, Administração,
da Ciência da Computação, Filosofia, Linguística e Sociologia, já evidenciam uma abordagem
integrada centrada numa proposta interdisciplinar. Com efeito, mais do que isso, a abordagem
transversal de temáticas complexas condiciona a efetividade dessa prática na formação
dos(as) discentes. Além dessas áreas, muitas outras estão presentes nos componentes
curriculares do Curso de Biblioteconomia que emergem e se expressam tangencialmente.

8.2 EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Partindo da metodologia de formação integrada, no domínio da educação ambiental
apoiam-se as iniciativas que promovam o envolvimento dos(as) discentes, dentro e fora da
universidade, no cuidado com meio ambiente e na gestão ambiental, por meio de atividades
participativas nas disciplinas ofertadas no Curso, nos projetos de pesquisa e extensão. Essas
atividades primam pela disseminação de informações à sociedade, capacitando a comunidade
alagoana e também em nível nacional, uma vez que os(as) discentes são preparados(as) para

99

atuarem em território brasileiro, considerando a importância da preservação e conservação do
meio ambiente.
A Lei nº 9.795/1999, de 27 de abril de 1999, que instituiu a Política Nacional de
Educação Ambiental, orienta sobre a importância da educação ambiental no processo de
formação holística do indivíduo. Nesse sentido, o Curso de Biblioteconomia da UFAL vem
exercendo atividades que promovem a percepção dos(as) discentes sobre o meio ambiente
com base em atividades externas, como, por exemplo, visitas a instituições de cultura e
memória (arquivos, bibliotecas e museus) e a comunidades em seu entorno.
A participação dos(as) docentes em editais nacionais que possibilitem essas ações, de
acordo com o Decreto nº 4.281/2002, de 25 de junho de 2002, que regulamenta o dispositivo
acima, pode ser percebida em programas e projetos de extensão e pesquisa, com vistas a
envolver os(as) discentes em trabalhos com as comunidades de Maceió, disseminando os
conhecimentos sobre assuntos relacionados à preservação da cultura e do patrimônio imaterial
de Alagoas.
Contemplando a Resolução nº 2/2012 - CNE/CP/MEC, de 19 de fevereiro de 2002,
que institui a duração e a carga horária de cursos, o Curso de Biblioteconomia oferta em sua
matriz curricular disciplinas eletivas, promovendo o conhecimento do(a) discente sobre as
questões ambientais, a relação do indivíduo com a preservação e conservação do bem-estar
social, por meio de comportamento ético, responsável e interação com as demais áreas que
envolvam ações ambientais, sendo essas disciplinas ministradas por docentes de formação
interdisciplinar do próprio Curso ou dos cursos da própria instituição acadêmica.

8.3 EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

O Curso Biblioteconomia mantém conteúdos programáticos para a formação de
profissionais com capacidades e a sensibilidade de compreender a realidade brasileira e o seu
latente contraste na organização do espaço nacional. Assim, orientado fundamentalmente por
propósitos pedagógicos, o(a) Bibliotecário(a) formado(a) pela UFAL é capacitado(a) a
compreender as constantes formas de violações dos direitos humanos no país, sobretudo na
Região Nordeste e no Estado de Alagoas. Neste sentido, objetiva-se permear a integralidade
de um discurso educacional consciente que prioriza abordagens para o reconhecimento de
inúmeros desafios na realidade social. Destaca-se que a informação é um instrumento político
que elabora o pensamento e qualifica a consciência da ação humana. Dotada de aportes que
caracterizam o seu sentido, a informação compreendeum fluxo de elementos que figuram

100

aspectos fundamentais do objeto estruturante da Ciência da Informação, campo disciplinar
que alicerça as bases do saber desenvolvido pela Biblioteconomia.
O(A) Bibliotecário(a) como profissional da informação mantém uma estratégica
função social para atuar com gestão, organização, mediação e disseminação da informação.
Com tais habilidades, faz-se necessário compreender os direitos humanos como princípios
essenciais que devam prevalecer no engajamento das relações interpessoais e institucionais da
sociedade brasileira e do seu poder público. Mas, além da consciência ética e moral que
precisam compor a construção da identidade do(a) profissional Bibliotecário(a) graduado(a)
pela UFAL, também se considera necessário que, nos termos do Parecer nº 8/2012 - CNE/CP,
de 06 de março de 2012, que estabelece as Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos
Humanos, este sujeito esteja capacitado a identificar:
[...] a existência de graves violações destes direitos em consequência da exclusão
social, econômica, política e cultural que promovem a pobreza, as desigualdades, as
discriminações, os autoritarismos, enfim, as múltiplas formas de violências contra a
pessoa humana (BRASIL, 2012d, p. 2).

Regido pela orientação educativa que compreende o seu PPC, o Curso de
Biblioteconomia estrutura-se em um conjunto de estratégias em que a “Educação em Direitos
Humanos” é uma das temáticas transversais. Esta questão é um dever assumido com a
sociedade brasileira para reconhecer que justiça social, igualdade e diversidade são atributos
fundamentais que enaltecem a formação cultural da cidadania do país. Em tal direção, a
Biblioteconomia da UFAL tem como desígnio elucidativo basear valores que atendam à
promoção efetiva de educação para efetuar mudanças significativas nas condições humanas e
colaborar com os dinâmicos processos de transformações sociais. Naturalmente, estes
propósitos contemplam o artigo 3º do documento que estabelece as ações das diretrizes
nacionais para a “Educação em Direitos Humanos”. É necessário apontar que a Resolução nº
1/2012 - CNE/CP/MEC, de 30 de maio de 2012, instituiu um conjunto de diretrizes para
consolidar as práticas educacionais dos sistemas de ensino e suas instituições. Nesse
dispositivo, podem ser destacados os princípios que se articulam essencialmente com
elementos de valores fundamentais à educação no Brasil, a saber:
I - dignidade humana;
II - igualdade de direitos;
III - reconhecimento e valorização das diferenças e das diversidades;
IV - laicidade do Estado;
V - democracia na educação;
VI - transversalidade, vivência e globalidade; e
VII - sustentabilidade socioambiental (BRASIL, 2012f, p. 1-2).

101

Contemplar tais qualidades de valores fundamentais na formação acadêmica envolve
um empenho coletivo do corpo docente do Curso de Biblioteconomia para integrar ações que
visem perpetrar articulações estruturadas. Em tal condição, assumem-se pedagogicamente os
“[...] compromissos nacionais com a formação de sujeitos de direitos e de responsabilidades”
(BRASIL, 2012d, p. 2).
Pautado nestes compromissos, orienta-se a formação acadêmica com empenho
sistemático pela determinação fundamental dos Direitos Humanos, pois atua coordenado por
fatores elementares que valorizam a dignidade humana como valor essencial da formação de
um sujeito que pessoal e profissionalmente estará capacitado para agir como agente social.
Assim, o Curso de Biblioteconomia desta instituição baseia-se em “[...] uma educação integral
que visa o [sic] respeito mútuo, pelo outro e pelas diferentes culturas e tradições” (BRASIL,
2012d, p. 2). Naturalmente, a formação envolve o emprego de reflexões e experiências,
presentes em conteúdos de disciplinas, em projetos de pesquisa e em programas e projetos de
extensão, que têm por finalidade realçar a contextualização das profundas contradições que
assolam a sociedade brasileira, condições decorrentes das implicações históricas e culturais na
consolidação da democracia no país.

8.4 EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E ENSINO DE HISTÓRIA E
CULTURA AFRO-BRASILEIRA, AFRICANA E INDÍGENA

As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e
para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, estabelecidas pelo Parecer nº
003/2004 - CNE/CP/MEC, de 17 de junho de 2004, “apontam para a necessidade de diretrizes
que orientem a formulação de projetos empenhados na valorização da história e cultura dos
afro-brasileiros e dos africanos, assim como comprometidos com a de educação de relações
étnico-raciais” (BRASIL, 2004, p. 9).
A formação histórica e cultural do Estado de Alagoas, ao longo do seu processo
civilizatório, foi constituída por grupos sociais de origens afrodescendente e indígena. Nesse
contexto amplo e diversificado, a UFAL vem, ao longo da sua trajetória, desenvolvendo ações
afirmativas por meio de políticas, projetos e práticas que buscam ainda proporcionar à
sociedade, através do ensino, pesquisa e extensão, maior inserção dos sujeitos no contexto
social, político e econômico.
A universidade estabelece, por meio do seu PDI, que “[...] uma formação completa
deve também levar em consideração a inclusão dos estudos dos direitos humanos, da

102

sustentabilidade, da acessibilidade, das questões étnicos raciais e afrodescendentes” (UFAL,
2013c, p.44).
A considerar o exposto, o PPC do Curso de Biblioteconomia, por meio de sua matriz
curricular e de atividades complementares, busca alinhar-se às políticas institucionais no
sentido de oferecer uma formação que seja compatível com as propostas apresentadas a partir
de seus eixos constitutivos.
No eixo temático Organização, Processamento e Tratamento da Informação, a
disciplina Representação Temática 1, por exemplo, evidencia que os sistemas de classificação
documentária materializam as relações entre os seres, os fenômenos e os saberes, no processo
de organização do conhecimento. Nesse contexto, merece destaque a abordagem específica de
relações étnico-raciais e de idiomas, presentes, por exemplo, em números auxiliares da
Classificação Decimal de Dewey (CDD) e adotadas na composição da notação. Com efeito, o
processo classificatório é mandatário da coordenação e hierarquização dessas relações na
análise e representação de conceitos compostos e complexos.
Considerando as disciplinas do eixo temático Recursos e Serviços de Informação,
disciplinas como Formação e Desenvolvimento de Coleções 1; Formação e Desenvolvimento
de Coleções 2, Fontes e Disseminação de Informação 1; Fontes e Disseminação de
Informação 2; Leitura e Biblioteca; Biblioteca e Ação Cultural; e, por fim, Contação de
História, torna-se imprescindível que propostas e ações desenvolvidas no âmbito da formação
dos(as) discentes de Biblioteconomia procurem capacitá-los(as) de modo a questionarem as
contradições existentes na sociedade, bem como nas formas de exclusão levadas a cabo pelo
Estado brasileiro no que tange ao papel desempenhado por segmentos étnicos brasileiros,
desde há muito excluídos de uma política de bem-estar social.
Nesse sentido, para Vergueiro (2010, p. 86), “Aos[Às] bibliotecários[as] cabe talvez
desempenhar um papel único, com o objetivo de garantir que todos os membros da
comunidade tenham acesso às informações necessárias importantes para sua vida”. De modo
amplo, o eixo de estudo Recursos e Serviços de Informação, a partir de suas disciplinas e
projetos de extensão, reflete sobre os aspectos que envolvem os atos de censura na seleção de
fontes para a formação do acervo e a promoção de produtos e serviços oferecidos aos(às)
usuários(as) que visem ao combate ao racismo e às discriminações, assim a definição de
critérios permitirá a formação de uma consciência política e histórica sobre a diversidade
presente na sociedade.
Já as disciplinas Estudos de Usuários e Necessidades de Informação 1 e Estudos de
Usuários e Necessidades de Informação 1, por exemplo, presentes no eixo de estudo Gestão

103

de Unidades e Serviços de Informação, visam estabelecer na formação do(a) discente uma
compreensão da dimensão dos estudos que envolvem o comportamento e as necessidades de
informação de cada grupo social, ao mesmo tempo o desenvolvimento de produtos e serviços
que garantam a sua inclusão. Trata-se de considerar as particularidades do contexto em que a
formação e a atuação profissionais se encontram inseridas.
Além das disciplinas presentes nos eixos de estudo específicos ou profissionalizantes,
somam-se aquelas existentes na fundamentação geral, conforme Portaria n° 492/2001 CES/CNE/MEC, como Formação Social, Econômica e Política do Brasil, e História e Cultura
de Alagoas. Essas disciplinas, em consonância com o PDI, tratam, especificamente, sobre
questões de afrodescendentes que permitem ao(à) discente maior conhecimento acerca de sua
história política, social, econômica e cultural nas esferas local, regional e nacional
contemporâneas.

104

9 ESTÁGIOS CURRICULARES SUPERVISIONADOS

A Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, define o “estágio como o ato educativo
escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o
trabalho produtivo do[a] estudante” (BRASIL, 2008). Esse componente curricular tem por
objetivo proporcionar aos(às) discentes a aproximação com a realidade profissional, visando
ao aperfeiçoamento técnico, cultural, científico e pedagógico de sua formação, habilitandoo(a) para o exercício efetivo da profissão.
Os Estágios Supervisionados no Curso de Biblioteconomia podem ser realizados nas
dependências da Universidade ou em instituições externas com as quais esta mantenha
convênio. O estágio é composto por duas modalidades: estágio supervisionado obrigatório e
estágio supervisionado não obrigatório.
Essas atividades são regidas nos termos da Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008,
da Resolução nº 71/2006 - CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006, que disciplina os
estágios curriculares dos cursos de graduação da UFAL, e da Resolução nº 05/2017 CBIB/UFAL, de 04 de setembro de 2017, que estabelece as normas e os procedimentos
adotados no funcionamento dos Estágios Curriculares do Curso de Biblioteconomia (ANEXO
A).
A Coordenação do Curso de Biblioteconomia fornecerá o apoio institucional
necessário para a realização dos estágios por meio de sua Coordenação de Estágios e conta
também com o apoio e infraestrutura da PROGRAD, por intermédio da Gerência de Estágios
da UFAL.

9.1 ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO

Na modalidade obrigatória, o estágio supervisionado corresponde à atividade
pedagógica planejada e supervisionada que “[...] possibilita a inserção do[a] estudante no
mundo laboral e na prática social, estimulando a reflexão crítica e a criatividade, a construção
do conhecimento sobre a realidade social e a sensibilização do[a] aluno[a] para o atendimento
das demandas sociais”, conforme orienta o PDI (UFAL, 2013c, p. 42).
O estágio obrigatório é componente curricular do Curso de Biblioteconomia e
constitui-se pré-requisito básico para integralização do Curso. Essa modalidade de estágio
compreende dois estágios, Estágio Supervisionado 1 e Estágio Supervisionado 2, ambos de

105

120 (cento e vinte) horas, e devem ser realizados, de acordo com a matriz curricular, no
sétimo e oitavo períodos.
As atividades do Estágio Supervisionado 1 serão desenvolvidas no âmbito das
bibliotecas universitárias da UFAL (BC e bibliotecas setoriais). As atividades do Estágio
Supervisionado 2 serão realizadas em instituições, públicas e privadas, do Estado de Alagoas
que ofertem serviços de informação.
Para a realização do Estágio Supervisionado 1, devem-se seguir obrigatoriamente os
seguintes itens:


estar matriculado(a) no 7º período do Curso, no caso do fluxo padrão;



ter cursado as disciplinas pré-requisitos, a saber, Representação Descritiva 1,
Representação Descritiva 2, Representação Temática 1 e Representação Temática
2;



elaborar plano de estágio, sob orientação do(a) docente supervisor(a);



dispor de termo de compromisso assinado pela instituição, pelo(a) docente
supervisor(a) e pelo(a) discente;



constar, no termo de compromisso, o número da apólice de seguro de
responsabilidade da UFAL.

Para a realização do Estágio Supervisionado 2, devem-se seguir obrigatoriamente os
seguintes itens:


estar matriculado(a)no 8º período do Curso, no caso do fluxo padrão;



ter cursado como pré-requisito o Estágio Supervisionado 1;



elaborar plano de estágio, sob orientação do(a) docente supervisor(a);



dispor de termo de compromisso assinado pela instituição, pelo(a) docente
supervisor(a) e pelo(a) discente;



constar, no termo de compromisso, o número da apólice de seguro de
responsabilidade da instituição concedente do estágio.

Para os estágios supervisionados obrigatórios, os(as) discentes deverão realizar, com a
orientação do(a) docente supervisor(a), um plano de estágio com uma proposta de atividades a
serem desempenhadas.
Para obter aprovação, além do cumprimento total da carga horária definida por
período, o(a) discente receberá avaliações periódicas de seu(sua) docente supervisor(a) e de
seu(sua) supervisor(a) no local do estágio. No Estágio Supervisionado 1, a avaliação deve ser
realizada, parcialmente, em cada setor da BC/UFAL, a saber, Divisão de Desenvolvimento de
Coleções (DDC), Divisão de Tratamento Técnico (DTT) e Divisão de Serviços ao Usuário

106

(DSU). No Estágio Supervisionado 2, a avaliação deve ser realizada a cada 60 (sessenta)
horas. Ao final do estágio, o(a) discente deverá apresentar o relatório das atividades
desenvolvidas de forma oral e escrita.

9.2 ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO

O estágio supervisionado não obrigatório é uma modalidade de estágio optativa,
ficando a critério do(a) graduando(a) realizá-lo ou não, porém, desde que as atividades a
serem desenvolvidas sejam pertinentes à Biblioteconomia e compatíveis com o nível de sua
formação (graduação). A sua realização deve ocorrer em locais conveniados com a UFAL, ou
mediante agentes de integração que também possuam convênio em vigência com esta
instituição.
A instituição em que o estágio será realizado deverá comprovar a existência de
um(uma) Bibliotecário(a), no exercício legal da profissão, ou de outro(a) profissional que
tenha experiência comprovada, através de currículo e declaração. Além disso, o(a) discente
deverá contar com a orientação pedagógica de um(uma) docente do Curso de Biblioteconomia
que assuma a Coordenação de Estágio.
Os(As) discentes em exercício nessa modalidade de estágio ficam obrigados(as) a
apresentar relatórios semestrais, estabelecer termo de compromisso e apresentar plano de
atividades, conforme estabelece a legislação. O seguro fica a cargo da instituição contratante
do(a) estagiário(a).
O estágio não obrigatório, excepcionalmente, com a supervisão de um(uma)
Bibliotecário(a), poderá ser submetido a uma avaliação para integralização curricular,
aproveitando-se como componente curricular Estágio Supervisionado, mediante parecer de
comissão de avaliação composta por docentes do Curso de Biblioteconomia. O parecer deve
descrever as atividades desenvolvidas de forma detalhada, o tempo de realização do estágio
não obrigatório, as contribuições das atividades desenvolvidas para a unidade de informação e
a opinião favorável ou desfavorável da comissão de avaliação. O parecer deve ser aprovado
pelos membros do Colegiado do Curso de Biblioteconomia para que o aproveitamento como
Estágio Supervisionado possa ser registrado no sistema acadêmico. O aproveitamento será de
50% da carga-horária do estágio, 60 (sessenta) horas.

107

10 ATIVIDADES COMPLEMENTARES

A parte flexível é componente obrigatório, nos currículos de graduação, e deve
corresponder a, no mínimo, 5% e, no máximo, a 10% da carga horária prevista para a parte
fixa. A matriz curricular do Curso de Biblioteconomia é composta por uma carga horária de
140 (cento e quarenta) horas que equivale a pouco mais de 5% do total da carga horária fixa,
composta por disciplinas obrigatórias (1920h), disciplinas eletivas (480h), estágios
supervisionados (240h) e TCC (120h), contemplando, portanto, o que estabelecem os
dispositivos legais.
Essas atividades complementares que compõem a parte flexível são regulamentadas de
acordo com a Resolução nº 113/95 - CEPE/UFAL, de 13 de novembro de 1995, que
estabelece normas para o funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de
graduação. A parte flexível, nos currículos de graduação, promove a integração das diversas
atividades complementares na formação superior, na medida em que são estruturadas em
quatro grupos de atividades:


Ensino:



Extensão;



Pesquisa;



Representação estudantil.

Além desse dispositivo legal, o Curso de Biblioteconomia instituiu internamente a
Resolução nº 01/2017 - CBIB/UFAL, de 17 de agosto de 2017, que estabelece as normas e os
procedimentos adotados na análise, no cômputo e no registro das atividades complementares
que formam a parte flexível da matriz curricular. Além de definir procedimentos específicos,
este dispositivo elenca uma série de atividades que são fundamentais à formação do(a)
Bibliotecário(a) (ANEXO B).
No conjunto de atividades complementares, o Curso de Biblioteconomia procura
promover a extensão, a monitoria e a pesquisa. Primeiro, é importante observar o processo de
curricularização por que vem passando a extensão na UFAL, com a implantação de
programas e o desenvolvimento permanente de projetos de extensão, nas unidades
acadêmicas. Nesse sentido, foi instituída a Resolução nº 65/2014 - CONSUNI/UFAL, de 03
de novembro de 2014, que estabelece a atualização das diretrizes gerais das atividades de
extensão no âmbito da UFAL. A implantação de programa de extensão busca desenvolver
projetos específicos, conforme as necessidades e as demandas da comunidade do entorno da
UFAL, em consonância com os conteúdos e as práticas acadêmicas desenvolvidas no Curso.

108

Essas atividades extensionistas visam à integração entre docentes, discentes e comunidade
externa, em busca da qualidade na formação acadêmica.
No Curso de Biblioteconomia, foi instituída a Resolução nº 02/2017 - CBIB/UFAL, de
17 de agosto de 2017, que estabelece as normas e os procedimentos relativos ao
funcionamento das ações de extensão (ANEXO C). Essa resolução sistematiza as ações de
extensão que são tipificadas em programa, projeto, curso, evento, prestação de serviço,
produção e publicação. A resolução ainda institui a Coordenação de Extensão, para coordenar
e acompanhar as ações de extensão desenvolvidas no Curso. Esta é exercida por um(uma)
docente do quadro permanente do Curso de Biblioteconomia, designado(a) pelo Colegiado de
Curso, a quem cabe o acompanhamento e a verificação do bom andamento dessa atividade e
do aproveitamento de docentes e discentes, bolsistas e colaboradores(as) envolvidos(as).
O Curso de Biblioteconomia mantém programa de extensão junto à Pró-Reitoria de
Extensão (PROEX), que condiciona a implantação de projetos e ações de extensão, a
participação em editais de fomento locais, estaduais e nacionais, e a consolidação dos eixos de
estudos e pesquisa que sustentam a organização curricular, como um todo.
A Resolução nº 55/2008 - CONSUNI/UFAL, de 10 de novembro de 2008, aprova
normas disciplinares para o programa de monitoria da UFAL. Assim, em consonância com os
propósitos do Programa de Monitoria coordenado pela UFAL, foi instituída internamente a
Resolução nº 03/2017 - CBIB/UFAL, de 23 de agosto de 2017, que estabelece as normas e os
procedimentos relativos aos programas e as atividades de monitoria no Curso de
Biblioteconomia, observando a infraestrutura e as atividades, bem como o aproveitamento de
docentes e discentes, bolsistas e colaboradores(as) envolvidos(as) (ANEXO D).
O Curso de Biblioteconomia oferece tal atividade educativa como estímulo à melhoria
do processo de ensino-aprendizagem na experiência acadêmica discente. Ressalta-se que este
programa consiste fundamentalmente em uma ação pedagógica direcionada essencialmente ao
complemento da formação discente.
A monitoria cumpre funções previamente planejadas pelo(a) docente com finalidades
estritas à capacitação de habilidades acadêmicas. Em direção a estes propósitos, o(a) docente
coordena e supervisiona a execução das atividades programadas com o(a) discente monitor(a)
vinculado à sua supervisão. Desta forma, além do cumprimento de horários estabelecidos,
compete ao(à) monitor(a) executar ações programadas pelo(a) docente para a efetiva
realização do processo de monitoria. Também compreende o aporte a atividades relacionadas
à monitoria a colaboração em preparativos de materiais e recursos didáticos utilizados em
aulas, assim como o atendimento aos(às) demais discentes.

109

A divulgação de vagas para monitoria, o controle da assiduidade do(a) monitor(a) e o
amparo na interlocução institucional quanto a assuntos referentes às atividades são de
responsabilidade da Coordenação de Monitoria, que é exercida por um(uma) docente do
quadro permanente do Curso de Biblioteconomia, designado(a) pelo Colegiado do Curso de
Biblioteconomia.
A oferta do Programa de Monitoria coopera para a realização de ações e dinâmicas
educativas que agregam inúmeros benefícios à comunidade acadêmica, com prioridades na
integração entre os(as) docentes e os(as) discentes.
E, por fim, evidenciando a indissocialibidade entre ensino, extensão e pesquisa, no
comprimento da carga flexível, o Curso de Biblioteconomia procura inserir a pesquisa como
uma atividade complementar da formação profissional. Nesse sentido, foi instituída
internamente a Resolução nº 06/2017 - CBIB/UFAL, de 11 de setembro de 2017, que
estabelece as normas e os procedimentos necessários ao bom funcionamento de grupos e
projetos de pesquisa (ANEXO E). Ela institui a Coordenação de Pesquisa, sob a
responsabilidade de um(uma) docente do quadro permanente, que visa ao acompanhamento e
à verificaçãoda infraestrutura e das atividades de pesquisa, bem como ao aproveitamento de
docentes e discentes, bolsistas e colaboradores(as) envolvidos(as).
O Curso de Biblioteconomia mantém grupos de pesquisa cadastrados no DGP/CNPq,
que condicionam a implantação de projetos de pesquisa, a participação em editais de fomento
locais, estaduais e nacionais, e a consolidação dos eixos de estudos e pesquisa que sustentam a
organização curricular, como um todo.

110

11 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

O TCC é componente curricular obrigatório da organização didático-pedagógica, nos
termos do artigo 47 do Regimento Geral da UFAL, dos artigos 11, alínea c, do artigo 18 da
Resolução nº 25/2005 - CEPE/UFAL e, especificamente, da Instrução Normativa nº 02/2013 PROGRAD/UFAL, de 27 de setembro de 2013, que disciplina a construção deste trabalho nos
cursos de graduação da UFAL.
Apesar de não se apresentar como disciplina e não exigir carga horária fixa semanal, o
TCC tem carga horária total fixa que deverá ser cumprida para a integralização do curso em
que se insere. No Curso de Biblioteconomia, o TCC tem carga horária de 120 (cento e vinte)
horas e deverá ser cumprida pelo(a) discente que se encontra em situação regular, a partir do
7º semestre letivo. Este trabalho resultará de uma pesquisa técnico-científica e será
apresentado no formato de monografia, nos termos da Resolução nº 04/2017 - CBIB/UFAL,
de 23 de agosto de 2017, que estabelece as normas e os procedimentos adotados na
elaboração, apresentação e avaliação deste componente curricular (ANEXO F).
Em decorrência do seu caráter monográfico, o TCC versará necessariamente sobre
temática única que faça parte dos conteúdos da formação do(a) Bibliotecário(a), situada em
um dos eixos temáticos do Curso de Biblioteconomia, a saber, Fundamentos Teóricos da
Biblioteconomia e da Ciência da Informação; Organização, Processamento e Tratamento da
Informação; Recursos e Serviços de Informação; Gestão de Unidades e Serviços de
Informação; e Tecnologias da Informação. O trabalho poderá contemplar ainda conteúdos do
eixo de Fundamentação Geral, desde que devidamente justificado e delimitado na relação com
o campo científico e/ou profissional da Biblioteconomia. Embora exista a possibilidade de a
temática tangenciar mais de um eixo temático, faz-se necessário situá-la em um destes
visando à melhor delimitação do objeto de estudo e à maior aderência à determinada linha de
pesquisa.
O TCC será elaborado individualmente e sob a orientação de um(uma) docente
permanente do Curso de Biblioteconomia. A orientação será definida considerando a temática
do trabalho e área predominante de atuação do(a) docente. Além disso, será apresentado em
sessão pública, e avaliado por uma banca examinadora composta por três docentes, incluindo
o(a) orientador(a), na condição de presidente(a).
Os demais procedimentos e prazos adotados na elaboração e na defesa do TCC são
planejados, definidos e acompanhados pela Coordenação de Trabalho de Conclusão de Curso,
que é exercida por um(uma) docente do quadro permanente, designado(a) pelo Colegiado do

111

Curso de Biblioteconomia. Essas e outras definições são estabelecidas nos termos da
Resolução nº 04/2017 - CBIB/UFAL. E, na omissão desta e dos demais dispositivos
normativos acima citados, o Colegiado do Curso de Biblioteconomia será a instância
competente imediata para definir os procedimentos a serem adotados e dirimir os conflitos
porventura existentes.

112

12 AVALIAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

A avaliação no processo de ensino-aprendizagem insere-se na própria dinâmica de
execução curricular, na medida em que é uma ação de responsabilidade da instituição, dos(as)
docentes e dos(as) discentes acerca do processo formativo. A avaliação no Curso de
Biblioteconomia não é concebida como uma atividade puramente técnica, pois é realizada de
forma processual e formativa, procurando manter coerência com todos os aspectos do
planejamento e da operacionalização deste PPC.
A avaliação da aprendizagem considera os aspectos legais determinados na Lei nº
9.394/96, de 20 de dezembro de 1996, Diretrizes e Bases da Educação Nacional, no que
concerne à aferição quantitativa do percentual de 75% (setenta e cinco por cento) de presença
às atividades de ensino previstas pela carga horária de cada disciplina e no total da carga
horária do Curso, e qualitativa em relação ao total de pontos obtidos pelo(a) discente em cada
disciplina.
No plano interno, a avaliação da aprendizagem atende ao artigo 9º da Resolução nº
25/05 – CEPE/UFAL, de 26 de outubro de 2005, que determina que o regime de aprovação
do(a) discente em cada disciplina será efetivado mediante a apuração da frequência às
atividades didáticas e do rendimento escolar.
Nesse entendimento, o artigo 10 afirma que:
Será considerado reprovado por falta o[a] aluno[a] que não comparecer a mais de
25% (vinte e cinco por cento) das atividades didáticas realizadas no semestre letivo.
Parágrafo Único – O abono, compensação de faltas ou dispensa de freqüência, só
será permitido nos casos especiais previstos nos termos do Decreto-Lei nº 1.044
(21/10/1969), Decreto-Lei nº 6.202 (17/04/1975) e no Regimento Geral da UFAL.
(UFAL, 2005).

De acordo com a Resolução nº 25/05 - CEPE/UFAL, a apuração do rendimento
escolar no Curso de Biblioteconomia será realizada a partir dos seguintes elementos
avaliativos:


Avaliação Bimestral (AB), duas por semestre;



Reavaliação (RA), quando necessária;



Prova Final (PF), quando necessária;



Estágio Curricular Obrigatório;



TCC.

A AB, bem como a respectiva RA, quando necessária, compreenderão, na medida do
possível, exclusivamente os conteúdos ministrados no bimestre a que se refere, e mais de um

113

instrumento de avaliação, como provas escritas, provas práticas, seminários, estudos de caso e
estudos dirigidos, entre outros.
O(A) discente que obtiver nota inferior a 7,00 (sete) em uma das ABs terá direito a
fazer, no final do semestre letivo, RA daquela em que tiver obtido menor nota, considerando
para cômputo da Nota Final (NF), neste caso, as duas maiores notas.
O(A) discente que obtiver como NF média aritmética inferior a 5,00 (cinco) será
automaticamente reprovado. Por outro lado, a PF será considerada necessária quando aquela
for igual ou superior a 5,00 (cinco) e menor que 7,00 (sete). Neste caso, no final do semestre,
será realizada a PF com todos os conteúdos ministrados. Havendo ausência na AF por
impedimento legal ou motivo de doença, o(a) discente terá direito à segunda chamada, que
será realizada até cinco dias após a primeira chamada. A segunda chamada deverá ser
requerida ao Colegiado do Curso de Biblioteconomia, até 48 (quarenta e oito) horas após a
realização da primeira chamada.
Havendo PF, a média final da disciplina resulta da média ponderada entre a NF das
avaliações bimestrais e a nota da PF, com pesos, respectivamente, seis e quatro. Será
considerado(a) aprovado(a) o(a) discente que obtiver média final igual ou superior a 5,50
(cinco inteiros e cinco décimos) pontos.
O Estágio Curricular Obrigatório também será avaliado bimestralmente, nos termos da
Resolução nº 05/2017 - CBIB/UFAL, de 04 de setembro de 2017, considerando o conjunto de
atividades realizadas pelo(a) discente. Será considerado(a) aprovado(a) o(a) discente que
obtiver média aritmética igual ou superior a 7,00 (sete).
O TCC será avaliado por uma comissão de avaliação, nos termos do artigo 23 da
Resolução 04/2017 - CBIB/UFAL, de 23 de agosto de 2017, considerando-se aprovado(a)
o(a) discente que obtiver a NF igual ou superior a 7,00 (sete). Esta será resultado da média
aritmética das notas atribuídas ao trabalho por cada avaliador(a).
No Curso de Biblioteconomia, a avaliação da aprendizagem é condizente com a
concepção de ensino-aprendizagem que referencia a metodologia adotada para a consecução
da proposta curricular, de forma a fortalecer a perspectiva da formação integral dos(as)
discentes e respeitar a diversidade e a pluralidade das formas de manifestação e participação
nas atividades acadêmicas, sem se distanciar, entretanto, das determinações legais e
institucionais acima estabelecidas.

114

13 ATIVIDADES DE AVALIAÇÃO DO CURSO

A avaliação é um mecanismo que contribui para as respostas dadas às demandas da
sociedade e da comunidade científica e deve ser entendida como um processo amplo e
coparticipativo, respeitando os critérios estabelecidos no regulamento geral dos cursos de
graduação. Com efeito, ela transcende a concepção de avaliação da aprendizagem e deve ser
integrada ao PPC como dado que interfira consistentemente na ação pedagógica do curso, de
maneira que garanta a flexibilização curricular e que permita a adequação do
desenvolvimento acadêmico à realidade na qual se insere a UFAL.
A avaliação é um instrumento de gestão que possibilita a realização de correções, a
adequação de práticas pedagógicas e a superação de obstáculos administrativos e didáticopedagógicos. Deste modo, a avaliação requer, por parte de todos os sujeitos envolvidos com o
processo educacional, uma permanente aferição das potencialidades e condições de execução
do PPC em relação aos fins pré-estabelecidos, às metas e às ações definidas.
As atividades de avaliação do Curso de Biblioteconomia são divididas em três
categorias, a saber, avaliação institucional, avaliação de desenvolvimento acadêmico e
avaliação do PPC. Essas avaliações estão em consonância com os instrumentos normativos do
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) e da UFAL.
A avaliação institucional segue as orientações da Comissão Própria de Avaliação
(CPA) da instituição e os procedimentos utilizados para avaliar o projeto de curso, conforme
disposto na Lei nº 10.861/2004, de 14 de abril de 2004, que institui o SINAES.
Complementarmente, o Curso de Biblioteconomia dispõe de instrumentos específicos, tais
como resoluções, formulários e documentos que possibilitam, além da instituição, o
acompanhamento das atividades no âmbito das coordenações de apoio.
No que se refere à avaliação de desenvolvimento acadêmico, em conformidade com
a política de avaliação da instituição, o Curso é avaliado por meio de questionário
disponibilizado no Sistema Acadêmico, que possibilita aos(às) docentes e discentes expor
suas impressões sobre a instituição, o próprio Curso, as disciplinas ministradas e os(as)
docentes, entre outros elementos que compõem a infraestrutura do processo de ensinoaprendizagem. Essas avaliações podem ser consultadas na página da instituição, na aba
destinada à “transparência”, inclusive com a possibilidade de acesso aos documentos relativos
às avaliações realizadas nos últimos anos.
As avaliações do PPC se orientam pelas normas oriundas da Comissão Nacional de
Avaliação do Ensino Superior (CONAES), sendo operacionalizadas também de diferentes

115

formas. Assim, o processo dessa avaliação no Curso de Biblioteconomia é realizado por uma
comissão representativa dos diferentes segmentos da comunidade acadêmica, com predomínio
de docentes, que é identificada no Projeto de Autoavaliação da UFAL como Comissão de
Autoavaliação (CAA) e instalada na Unidade Acadêmica, ICHCA.
Na primeira situação, o processo é conduzido em primeira instância pela CAA, que
coleta dados por intermédio de diferentes estratégias junto ao corpo docente, discente e
técnico-administrativo. Há, também, o acesso espontâneo da comunidade acadêmica por
intermédio de formulários on-line, disponibilizados segundo cronograma de desempenho
divulgado pela CPA. Em ambas as situações, os(as) participantes se expressam sobre a
condução do PPC, entre outros aspectos, tais como a qualificação e a atuação dos(as) docentes
e a infraestrutura disponibilizada para a realização das atividades acadêmicas. Desta forma, os
dados computados são organizados e analisados pela CAA e enviados para serem
consolidados pela CPA/UFAL e incorporados ao Relatório de Avaliação Institucional, de
periodicidade anual.
A partir desses dados, o Curso de Biblioteconomia procura realizar o
acompanhamento da implantação e do desenvolvimento do PPC de forma a garantir a melhor
qualidade do processo de ensino-aprendizagem em todas as suas etapas. Através de reuniões
periódicas, os seus membros avaliam a pertinência das disciplinas, a dinâmica de oferta, a
atualização das bibliografias referenciadas (básicas e complementares) e as condições de
realização de práticas e estágios supervisionados, de modo a terem condições concretas de
intervir, sempre que necessário, no sentido do aperfeiçoamento do PPC.
A partir do estabelecimento da Resolução nº 52/2012 - CONSUNI/UFAL, de 05 de
novembro de 2012, que institui o NDE no âmbito dos cursos de graduação da UFAL, o Curso
Biblioteconomia vem organizando periodicamente seu NDE e passou a ser acompanhado e
avaliado a partir desse instituto, conforme abordado anteriormente.

116

14 PROGRAMAS DE INCLUSÃO SOCIAL E APOIO À COMUNIDADE

A UFAL não se considera proprietária de um saber pronto e acabado oferecido à
sociedade, mas, ao contrário, ao participar dessa sociedade, é sensível aos seus saberes,
problemas e apelos, quer através dos grupos sociais com os quais interage, quer através das
questões que surgem de suas próprias atividades de ensino, pesquisa e extensão, sobretudo, na
relação com sua comunidade formada por discentes, docentes e técnico-administrativos.
Atenta aos movimentos sociais, priorizando ações que visem à superação das atuais
condições de desigualdade e exclusão existentes no Estado de Alagoas, no Nordeste e no
Brasil, a ação cidadã da UFAL não pode prescindir da efetiva difusão do conhecimento nela
produzido. Portanto, as populações cujos problemas tornem-se objeto da pesquisa acadêmica
são, também, consideradas sujeitos desse conhecimento, o que lhes assegura pleno direito de
acesso às informações e aos produtos então resultantes.
Nesse sentido, a prestação de serviços é considerada produto de interesse acadêmico,
científico, filosófico, tecnológico e artístico do ensino, da pesquisa e da extensão, devendo ser
a realidade e sobre a realidade objetiva, produzindo conhecimentos que visem à
transformação social. Para tanto, faz-se necessário o estabelecimento de condições que
potencializem a responsabilidade dos diversos sujeitos envolvidos com o processo de ensinoaprendizagem. O Curso de Biblioteconomia, nesse horizonte, participa de diversos programas,
projetos e atividades de apoio à comunidade acadêmica.

14.1 PROGRAMAS DE APOIO À ACESSIBILIDADE

Preliminarmente, é importante destacar que, visando aprimorar a inclusão social,
atualmente, a UFAL possui um núcleo de estudos voltado para o entendimento das
necessidades postas para o seu corpo social, no sentido de promoção de acessibilidade e de
atendimento diferenciado aos(às) portadores(as) de necessidades especiais em atenção à
Política de Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação pertinente. O fato é que o próprio
dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado especial, haja vista a forma atual
de identificação dos(as) discentes por meio da autodeclaração. Complementarmente, a UFAL
tem investido na capacitação técnica de seus(suas) servidores(as) para o estabelecimento de
competências para diagnóstico, planejamento e execução de ações voltadas para essas
necessidades.

117

Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica se junta agora o
cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política de Acessibilidade, quais
sejam a acessibilidade pedagógica, a acessibilidade metodológica, a acessibilidade de
informação e a acessibilidade de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para o artigo 59 da Lei nº
12.764/2012, de 27 de dezembro de 2012, que afirma que “Os sistemas de ensino assegurarão
aos educandos com necessidades especiais: I - currículos, métodos, técnicas, recursos
educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades [...]”. (BRASIL,
2012c).
Nesse sentido, a Nota Técnica nº 24/2013 - MEC/SECADI/DPEE, de 21 de março de
2013, orienta os sistemas de ensino na implantação do dispositivo legal acima mencionado.
Em especial, recomenda que os PPCs contemplem orientações para a adoção de parâmetros
individualizados e flexíveis de avaliação pedagógica, valorizando os pequenos progressos de
cada discente em relação a si mesmo e ao grupo em que está inserido(a).
Para tal atendimento, a UFAL assume o compromisso de prestar atendimento
especializado aos(às) discentes portadores(as) de deficiência auditiva, visual, visual e
auditiva, e cognitiva, sempre que for diagnosticada sua necessidade. Procura-se, desta forma,
não apenas facilitar o acesso, mas estar sensível às demandas de caráter pedagógico e
metodológico de forma a permitir sua permanência produtiva na realização do Curso.
O Curso de Biblioteconomia conta ainda com a disponibilidade de programas e
projetos do Núcleo de Assistência Educacional (NAE), que oferece o apoio pedagógico
necessário de forma a atender à comunidade da UFAL, em suas demandas específicas,
notadamente, na integração de todos(as) ao ambiente acadêmico. Nos últimos semestre,
particularmente, vem ofertando regularmente a disciplina de LIBRAS - Língua Brasileira de
Sinais, visando preparar os(as) discentes para atuar mais adequadamente junto às
comunidades com necessidades especiais.

14.2 PROGRAMAS DE APOIO AO(À) DISCENTE

Os programas e as políticas de apoio aos(às) discentes se fundamentam no PDI/UFAL
e nos princípios e diretrizes estabelecidos pelo Plano Nacional de Assistência Estudantil
(PNAES), que objetiva viabilizar a igualdade de oportunidades entre todos(as) os(as)
discentes e contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico, a partir de medidas que
buscam combater situações de repetência e evasão, nos termos do Decreto nº 7.234, de 19 de

118

julho de 2010. Apoiam, prioritariamente, a permanência de discentes em situação de
vulnerabilidade e risco social matriculados(as) em cursos de graduação presencial das IFES. A
instância de discussão e resolução é o Fórum Nacional de Pró-Reitores de Assuntos
Comunitários e Estudantis (FONAPRACE), realizado anualmente, com a participação direta
da UFAL. Na ocasião, são feitos diagnósticos e reflexões sobre a realidade discente nas IFES
e se estabelecem as diretrizes e linhas de ação das Pró-Reitorias em nível nacional.
De acordo com o PDI/UFAL (2013c), as políticas discentes da instituição vão além do
PNAES, pois trabalham também com a perspectiva de universalidade no atendimento dos(as)
discentes que frequentam o espaço universitário. Assim, podem ser identificadas:
 Políticas de apoio pedagógico: Buscam reforçar e/ou orientar o desenvolvimento
acadêmico; apoio ao acesso às tecnologias de informação e línguas estrangeiras, com a
oferta de cursos para capacitação básica na área. Atenção aos(às) discentes como
forma de orientá-los(as) na sua formação acadêmica e/ou encaminhá-los(as) a
profissionais específicos(as) para atendimento através da observação das expressões
da questão social. Articulação com as Coordenações de Curso sobre dificuldades
pedagógicas desses(as) discentes e planejamento para superação das mesmas. Nesse
conjunto, podem ser citadas a Monitoria, o PAINTER e a Tutoria.
 Políticas de estímulo à permanência: Visam ao atendimento às expressões da questão
social que produzam impactos negativos na subjetividade dos(as) discentes e que
comprometam seu desempenho acadêmico; atendimento psicossocial realizado por
profissionais qualificados(as), com vistas ao equilíbrio pessoal para a melhoria do
desempenho acadêmico; atendimento do(a) discente na área da saúde através da
assistência médico-odontológica; fomento à prática de atividades física e de esporte;
promoção de atividades relacionadas à arte e cultura no espaço universitário;
implementação de bolsas institucionais que visem ao aprimoramento acadêmico.
Nesse contexto, destaca-se a Bolsa Permanência Pró-Graduando.
 Políticas de apoio financeiro: Objetivam a disponibilização de bolsa institucional a fim
de incentivar os talentos e potenciais dos(as) discentes de graduação, mediante sua
participação em projetos de assuntos de interesse institucional, de pesquisa e/ou de
extensão universitária que contribuam para sua formação acadêmica; disponibilização
de bolsas aos(às) discentes em situação de risco e vulnerabilidade social,
prioritariamente, a fim de ser provida uma condição favorável aos estudos, bem como
ser uma fonte motivadora para ampliação do conhecimento, intercâmbio cultural,
residência e restaurante universitários. Nesse universo, é importante destacar os

119

programas PIBIC, PIBID e PET.
 Políticas de organização estudantil: Visam à manutenção de projetos e ações
esportivos, culturais e acadêmico-científicos,

quer sejam promovidos

pela

universidade, quer sejam promovidos pelos(as) discentes. Alguns espaços físicos são
reservados para as atividades dos centros acadêmicos, vindo a colaborar com a
ampliação dos espaços de discussão e diálogo que contribuam para a formação política
dos(as) discentes. Podem ser citados como exemplos a manutenção de Centros
Acadêmicos e do DCE.
 Plano de acompanhamento do(a) assistido(a): Procura proporcionar maior segurança
para o(a) discente quanto à sua possibilidade de sucesso na instituição, evitando assim
um aumento da retenção e/ou da evasão. Evita também a acomodação do(a) mesmo(a)
ao longo do curso. Busca a reorientação e a preparação para a saída do(a) discente,
diminuindo a ansiedade entre a academia e o mercado de trabalho. Aqui é importante
destacar a constante oferta de estágios supervisionados.
De modo mais preciso, o apoio ao(à) discente, na estrutura do Curso de
Biblioteconomia, é elemento fundamental e estruturante para a manutenção do diálogo e o
bom andamento das atividades. No âmbito institucional, a UFAL possui vários programas de
apoio que, por meio da Pró-Reitoria Estudantil (PROEST) e da Pró-Reitoria de Pesquisa e
Pós-Graduação (PROPEP), dão vazão à demanda discente.
O Curso de Biblioteconomia, ao longo da permanência dos(as) discentes, incentiva a
participação dos(as) mesmos(as) nos programas institucionais, como bolsas de pesquisa,
auxílio à moradia estudantil, auxílio-alimentação via restaurante universitário, apoio
psicológico ofertado pelo Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HUPAA/UFAL),
participação nos grupos de pesquisa, além de manter redes sociais, sítio e canal direto de
comunicação entre coordenação, docentes, técnicos(as) e discentes.
Além de dispor infraestrutura específica para convivência na sede do Curso, o Centro
Acadêmico de Biblioteconomia Manuel Bastos Tigre, os(as) discentes são contemplados(as)
com acompanhamento nas diversas atividades de ensino (estágio e monitoria), extensão e
pesquisa pelas respectivas coordenações de apoio.

14.3 PROGRAMAS DE APOIO AOS(ÀS) DOCENTES E TÉCNICOS(AS)

Com a promulgação da Constituição Federal de 1988, o Estado brasileiro passou a ter
uma nova configuração, privilegiando os direitos e deveres sociais, repercutindo prontamente

120

na Administração Pública. É importante frisar que, entre seus princípios, a saber, legalidade,
impessoalidade,

moralidade,

publicidade

e

eficiência,

este

último,

traduzido

no

aperfeiçoamento da prestação do serviço público de qualidade, diz respeito diretamente às
ações institucionais das IFES, para o apoio ao seu quadro de pessoal. Assim, a UFAL,
produtora e disseminadora do conhecimento e do desenvolvimento econômico e social no
Estado de Alagoas, precisa abraçá-lo e materializá-lo em suas ações cotidianas.
Considerando a previsão legal expressa no Decreto 5.707/2006, de 23 de fevereiro de
2006, que dispõe sobre a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da
Administração Pública Federal, a UFAL ajusta seu PDI a este novo paradigma, tendo como
objetivo, sem prejuízo de outros, o desenvolvimento permanente do(a) seu(sua) servidor(a).
A UFAL considera o desenvolvimento do[a] servidor[a] como uma atividade
essencial para a melhoria de seu desempenho profissional, bem como de seu
crescimento pessoal. Realizando ações de desenvolvimento, a Política de Gestão de
Pessoas busca, principalmente, melhorar a qualidade dos serviços prestados ao[à]
cidadão[ã] e orienta-se pelo alinhamento da competência do[a] servidor[a] com os
objetivos da instituição, pela divulgação e gerenciamento das ações de capacitação e
pela racionalização e efetividade dos gastos com treinamentos. (UFAL, 2013c,
p.71).

O PDI dos(as) Servidores(as) compõe-se de eixos integrados: dimensionamento das
necessidades institucionais de pessoal; capacitação, avaliação de desempenho e qualidade de
vida no trabalho, contemplados por diretrizes e princípios, muitos deles diretamente
relacionados à atividade docente.
No que concerne ao dimensionamento das necessidades institucionais, diz respeito à
otimização dos Recursos Humanos, a fim de garantir o cumprimento dos objetivos
institucionais. A capacitação, por seu turno, atua em duas frentes: por um lado, melhorar o
desempenho do(a) servidor(a) e, por outro, assegurar um quadro mais confiante, motivado e
consequentemente, mais satisfeito. A capacitação é realizada em diferentes momentos e
modalidades: iniciação ao serviço público, formação geral, educação formal, gestão, interrelação entre os ambientes e formação específica.
Outra ação voltada para o(a) servidor(a) é a avaliação de desempenho, que objetiva
redimensionar as ações desenvolvidas pelos(as) servidores(as) no exercício do cargo e auferir
seu desempenho, deixando-os(as) cientes de suas fragilidades e potencialidades e oferecendo
subsídios para a organização do plano de capacitação. Essa avaliação é realizada conforme
descrita no item anterior.
No plano social, o Programa de Qualidade de Vida no Trabalho (PQVT) promove
ações referenciadas pela Política de Atenção à Saúde do Servidor (PASS), e baseadas no

121

conceito de prevenção de doenças como garantia de condições mais justas de trabalho,
valorizando o(a) servidor(a) e garantindo o pleno exercício de suas funções.
Dentre as políticas de apoio ao(à) servidor(a), que têm como foco o(a) docente,
destaca-se o Programa de Formação Continuada em Docência do Ensino Superior
(PROFORD), que consiste em um plano de capacitação contemplando desde os(as) docentes
recém-empossados(as), até aqueles(as) com mais tempo na instituição. O objetivo é incentiválos(as) à reflexão sobre suas práticas, estabelecendo uma intersecção entre ensino, pesquisa e
extensão, dentro de dois enfoques: a prática docente e a atuação destes(as) profissionais na
gestão acadêmica e institucional.
Esta política de apoio ao(à) docente consolidada é objeto de contínua avaliação, a fim
de garantir a satisfação do(a) docente e o respeito ao princípio da eficiência, não podendo
nenhuma IES se excluir desse dever institucional.
Além disso, os(as) docentes e técnicos(as) do Curso de Biblioteconomia contam com
infraestrutura física e tecnológica, dispondo de salas de aula, salas exclusivas para os(as)
docentes, sala de reuniões e laboratórios. Eles(Elas) são constantemente incentivados(as) e
apoiados(as) a se qualificarem, seja pela participação em eventos, afastamento/liberação para
cursos de atualização, capacitação técnica e doutorado, ofertados fora e dentro da própria
universidade.

122

15 LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS

O Curso de Biblioteconomia vem passando por um processo de ampliação e
modernização, nos últimos anos, que contemplou essencialmente a sua infraestrutura. Nesse
sentido, foi elaborado um projeto visando implantar uma infraestrutura adequada à formação
de qualidade. Configura-se como um espaço equipado por aparatos tecnológicos, sobretudo,
com a criação de laboratórios especializados que atendam às disciplinas que envolvem
processamentos técnicos de produtos e serviços de informação, além de outros itens que
favorecem a convivência dos(as) discentes e docentes.
Assim, o projeto de modernização concentrou seus esforços na aquisição de materiais
e equipamentos para a implantação dos seguintes laboratórios especializados:


Laboratório de Conservação e Restauro (LACRE);



Laboratório de Técnicas Documentárias (LTD);



Laboratório de Gerenciamento Eletrônico de Documentos (LAGED);



Laboratório de Tecnologia da Informação 1 (LTI-1);



Laboratório de Tecnologia da Informação 2 (LTI-2);



Biblioteca Escola (BE).

Não obstante, o projeto de modernização propôs também a aquisição de equipamentos
que contribuam com processo de ensino-aprendizagem, contemplando as atividades de
ensino, pesquisa e extensão, na medida em que possibilitam ampliar a capacidade técnica,
tecnológica e a infraestrutura do Curso de Biblioteconomia.
Com espaço físico garantido na infraestrutura do Curso, o LACRE está em processo
de implantação e será um espaço experimental de ensino-aprendizagem em torno da
conservação e restauração de documentos, possibilitando atender inclusive a demandas
externas de cursos de graduação como Administração e História, e de cursos de
especialização e aperfeiçoamento em Arquivos, entre outras, formando pessoal capacitado
para atuar em diversos espaços sociais. Este laboratório poderá também, dentro de seu caráter
pedagógico, tratar e recuperar obras e documentos da UFAL e até mesmo de instituições
públicas externas, se for o caso.
O LTD é o espaço especializado dedicado às diversas técnicas documentárias, dentre
as quais se destacam classificação, catalogação, indexação e elaboração de resumos, entre
outras. Já implantado, este laboratório conta com móveis, equipamentos e instrumentos
necessários ao desenvolvimento daqueles processos. Nesse conjunto, merecem destaque o
AACR2, as Listas de Cabeçalhos de Assuntos, a Classificação Decimal de Dewey (CDD), a

123

Classificação Decimal Universal (CDU) e a Tabela de Cutter. As aulas e monitorias das
disciplinas Análise da Informação 1, Análise da Informação 2, Representação Descritiva 1,
Representação Descritiva 2, Representação Temática 1 e Representação Temática 2
acontecem, preferencialmente, neste espaço de estudo.
O LAGED é um espaço que se encontra em implantação e tem como intuito apresentar
e avaliar soluções em softwares (livres ou proprietários), trabalhando com as principais
metodologias implementadas para o gerenciamento e a disponibilização de registros em
formato eletrônico. O LAGED é o espaço especializado que dará suporte direto às disciplinas
Informática aplicada à Biblioteconomia 1 e Informática aplicada à Biblioteconomia 2, com
potencial para estabelecer parcerias com as Unidades Acadêmicas da UFAL nas atividades de
digitalização e gerenciamento eletrônico de documentos. Além do suporte ao ensino, este
laboratório será um espaço fundamental para atividades de ensino (estágio e monitoria),
extensão e pesquisa cujos objetos envolvam os ciclos de produção, tratamento, organização,
armazenamento e disseminação de documentos eletrônicos.
Os Laboratórios de Tecnologia da Informação (LTI-1 e LTI-2) têm como objetivo
atender às demandas de ensino, extensão e pesquisa do Curso de Biblioteconomia vinculadas
às tecnologias digitais, eletrônicas e virtuais. Esses laboratórios estão equipados com
mobiliário, computadores e rede de acesso à Internet.
O LTI-1, já implantado, é usado como espaço para a realização de atividades práticas
de disciplinas como Análise da Informação 2, Introdução à Informática, Informática Aplicada
à Biblioteconomia 1, Informática Aplicada à Biblioteconomia 2, Informação e Processos
Tecnológicos, e Sistemas de Informação e Internet. Além dessas, outras disciplinas que
preveem a utilização de sistemas de informação, a análise e avaliação de produtos e serviços
de informação online ou mesmo a realização de pesquisas e consultas neste ambiente.
O LTI-2, em processo de implantação, atende, atualmente, ao uso discente no apoio às
pesquisas, na elaboração de trabalhos acadêmicos e na realização de consultas diversas à rede
mundial de computadores. Ao término de sua implantação, contudo, além daquelas atividades,
este laboratório será destinado também ao desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa
e extensão, possibilitando maior dinâmica ao processo de ensino-aprendizagem.
A BE, em processo de implantação, é um laboratório experimental que pretende
desenvolver um ambiente para a prática de diversas atividades desenvolvidas no Curso e na
dinâmica de funcionamento de uma biblioteca. Atualmente, este laboratório está equipado
com mobiliário e acervo que possibilita o desenvolvimento de atividades práticas de
diferentes disciplinas, dentre as quais se destacam: Estudos de Usuários e Necessidade de

124

Informação 1, Estudos de Usuários e Necessidade de Informação 2, Fontes e Disseminação da
Informação 1, Fontes e Disseminação da Informação 2, Formação e Desenvolvimento de
Coleções 1, Formação e Desenvolvimento e Coleções 2, Planejamento e Gestão de Serviços
de Informação, Representação Descritiva 1, Representação Descritiva 2, Representação
Temática 1 e Representação Temática 2. É importante ressaltar que o acervo é especializado
nas áreas de Biblioteconomia e Ciência da Informação e, atualmente, é composto por anais,
livros, periódicos e TCCs, entre outros.
Além dessas, as possibilidades de uma biblioteca laboratório no Curso de
Biblioteconomia são inúmeras. Pode-se dizer que praticamente toda disciplina tenha um
aspecto ou abordagem que pode também ser trabalhada, neste espaço de ensino, extensão e
pesquisa. Pretende-se que os(as) discentes participem de todos os momentos de
desenvolvimento da Biblioteca, desde o seu planejamento, estabelecimento de diretrizes, até a
parte prática de processamento dos materiais e do desenvolvimento de produtos e serviços que
são ofertados à comunidade interna. É possível buscar, inclusive, uma estrutura que
contemple uma biblioteca autogerida pelos(as) próprios(as) discentes, com características
peculiares aos demais tipos de bibliotecas. Não obstante, no contexto social do Estado de
Alagoas, um laboratório como este se reveste de grande importância, uma vez que não são
raros os casos de discentes que ingressam no Curso de Biblioteconomia sem o menor contato
com bibliotecas e/ou centros de informação.

125

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reserva de vagas (cotas) no processo seletivo de ingresso nos cursos de graduação da UFAL.
Maceió, 2012b. Disponível em:
<http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/conselhossuperiores/consuni/resolucoes/diversas/graduacao/resolucao-no-54-2012-de-05-112012/view>. Acesso em: 04 jun. 2017.
______. Resolução nº 55/2008-CONSUNI/UFAL, de 10 de novembro de 2008. Aprova
normas que disciplinam o programa de monitoria da UFAL. Maceió, 2008. Disponível em:
<http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/conselhossuperiores/consuni/resolucoes/2008/resolucao-no-55-2008-de-10-11-2008/view>. Acesso em:
04 jun. 2017.
______. Resolução nº 60/2014 - CONSUNI/UFAL, de 06 de outubro de 2014. Estabelece
percentual de 40% a ser aplicado na reserva de vagas do processo seletivo de ingresso nos
cursos de graduação da UFAL e da Escola Técnica de Artes (ETA/UFAL) em 2015. Maceió,
20014a. Disponível em: <http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/conselhossuperiores/consuni/resolucoes/diversas/graduacao/resolucao-no-60-2014-de-06-102014/view>. Acesso em: 04 jun. 2017.
______. Resolução nº 65/2014 - CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014.
Estabelece a atualização das diretrizes gerais das atividades de extensão no âmbito da UFAL.
Maceió, 2014b. Disponível em:
<http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/conselhossuperiores/consuni/resolucoes/2014/resolucao-no-65-2014-de-03-11-2014/view>. Acesso em:
04 jun. 2017.
______. Resolução nº 69/2010 - CONSUNI/UFAL, de 12 de novembro de 2010. Modifica
dispositivos da Resolução nº 25/2005-CEPE/UFAL, que regulamenta o regime acadêmico dos
cursos de graduação da UFAL. Maceió, 2010. Disponível em:
<http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/conselhossuperiores/consuni/resolucoes/2010/resolucao-no-69-2010-de-12-11-2010>. Acesso em: 04
jun. 2017.

132

______. Resolução nº 71/2006 - CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006. Disciplina
os estágios curriculares dos cursos de graduação da UFAL. Disponível em:
<http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/conselhossuperiores/consuni/resolucoes/diversas/graduacao/resolucao-consuni-no-71-2006/view >.
Acesso em: 04 jun. 2017.
______. Resolução n° 76/2013 - CONSUNI/UFAL, de 04 de novembro de 2013.
Estabelece percentual de 30% a ser aplicado na reserva de vagas do processo seletivo de
ingresso nos cursos de graduação da UFAL em 2014. Maceió, 2013e. Disponível em:
<http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/conselhossuperiores/consuni/resolucoes/diversas/graduacao/resolucao-no-76-2013-de-04-112013/view>. Acesso em: 04 jun. 2017.
______. Resolução n° 113/95 - CEPE/UFAL, 13 de novembro de 1995. Estabelece normas
para o funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de graduação. Maceió,
1995. Disponível em:
<http://www.ufal.edu.br/estudante/graduacao/normas/documentos/resolucoes/resolucao_113_
95_cepe>. Acesso em: 04 jun. 2017.
VERGUEIRO, W. Seleção de materiais de informação: princípios e técnicas. 3. ed.
Brasília:Briquet de Lemos/Livros, 2010. 120p.

133

ANEXO A – RESOLUÇÃO Nº 05/2017 – CBIB/UFAL
De 04 de setembro de 2017
Estabelece as normas e os procedimentos adotados no funcionamento dos Estágios Curriculares do
Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).

134

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES

CURSO DE BIBLIOTECONOMIA
RESOLUÇÃO Nº 05/2017 - CBIB/UFAL, de 04 de setembro de 2017.
Estabelece as normas e os procedimentos adotados
no funcionamento dos Estágios Curriculares do
Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal
de Alagoas (UFAL).

O COLEGIADO DO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DA UNIVERSIDADE
FEDERAL DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições regimentais, em reunião ordinária
realizada no dia 04 de setembro de 2017;
CONSIDERANDO a Lei Federal nº 11.788/2008, de 25 de setembro de 2008, que dispõe
sobre o estágio de estudantes;
CONSIDERANDO a Resolução nº 71/2006 - CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de
2006, que disciplina os estágios curriculares de graduação da Universidade Federal de
Alagoas;
CONSIDERANDO a necessidade de disciplinar as normas e os procedimentos relativos ao
funcionamento dos Estágios Curriculares do Curso de Biblioteconomia;

RESOLVE:
Art. 1° Disciplinar, na forma desta Resolução, as normas e os procedimentos
necessários ao funcionamento, ao acompanhamento e à avaliação dos Estágios Curriculares
do Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).
Do Caráter Curricular
Art. 2º O estágio curricular de caráter formativo, que pode ser obrigatório ou não
obrigatório, constitui parte do processo de aprendizagem teórico-prática que integra o Projeto
Pedagógico do Curso de Biblioteconomia, sendo inerente à formação acadêmico-profissional.
§ 1º O estágio curricular é considerado obrigatório quando exigido em decorrência das
diretrizes curriculares do curso e/ou previsto no Projeto Pedagógico do Curso, como
componente curricular que integraliza a estrutura curricular.
§ 2º O estágio curricular é considerado não obrigatório quando previsto no Projeto
Pedagógico do Curso como atividade opcional à formação profissional, e/ou como parte
integrante do conjunto de possibilidades previstas para as atividades complementares.
§ 3º O estágio curricular pressupõe planejamento, acompanhamento, avaliação e
validação pela UFAL, em comum acordo com a Instituição Concedente.

135

Art. 3° O estágio do Curso de Biblioteconomia é componente curricular em que o(a)
discente permanece em contato direto com o ambiente de trabalho em exercício préprofissional, desenvolvendo atividades profissionalizantes, programadas ou projetadas,
avaliáveis, com duração limitada, sob orientação e supervisão docente.
Das Finalidades
Art. 4° O objetivo do estágio é o aprimoramento da prática vinculada à teoria,
proporcionando condições de aplicação experimental da teoria adquirida durante o Curso de
Biblioteconomia ao ambiente profissional dos serviços de informação e ao mercado de
trabalho.
Art. 5º As finalidades do estágio são:
I - proporcionar ao(à) discente do Curso a aprendizagem teórico-prática, visando ao
processo de formação profissional;
II – oportunizar espaços para convivência, compreensão, análise e intervenção na
realidade da formação profissional;
III - complementar a formação acadêmica;
IV - desenvolver atividades rotineiras realizadas em unidades de informação e
dispositivos culturais.
Dos Campos e Das Áreas
Art. 6° Constituem campos de estágio as instituições públicas, privadas e do terceiro
setor.
Art. 7° Constituem áreas de estágio as seguintes unidades de informação e
dispositivos culturais:
I – bibliotecas;
II - arquivos;
III – museus;
IV - centros culturais;
V - centros de documentação;
VI - centros de informação;
VII - agências de serviços de informação;
VIII - outras instituições que desenvolvem atividades da mesma natureza.

136

Art. 8º O estágio curricular poderá ser realizado nas dependências da UFAL ou nas da
Instituição Concedente de estágio.
§ 1º Quando o estágio curricular ocorrer nas dependências da UFAL, será celebrado
Termo de Responsabilidade entre os setores envolvidos.
§ 2º Quando o estágio curricular ocorrer nas dependências da Instituição Concedente,
será firmado convênio em que serão especificadas as condições do estágio e as obrigações e
os direitos das partes.
§ 3º Os convênios referidos no § 2º serão periodicamente avaliados, ficando sua
renovação condicionada ao atendimento dos objetivos didático-pedagógicos do estágio
curricular.
Art. 9° Os campos de estágio deverão oferecer condições para:
I - planejamento e execução conjunta das atividades de estágio;
II - aprofundamento dos conhecimentos teórico-práticos do campo específico de
formação, a saber: seleção, aquisição, organização, produção, disseminação, recuperação,
preservação, acesso, mediação, apropriação e uso da informação;
III - vivência efetiva de situações reais de trabalho no campo profissional;
IV - avaliação das atividades realizadas.
Da Documentação
Art. 10. Para a validade do estágio, faz-se necessária, além do convênio firmado entre
a Universidade e a Instituição Concedente, a existência de:
I - Plano de Estágio elaborado pelo(a) estagiário(a) sob orientação dos(as) docentes do
Curso, responsáveis pelo estágio obrigatório (componentes curriculares Estágio
Supervisionado 1 e Estágio Supervisionado 2), e da Instituição Concedente;
II - Plano de Atividades definido pela área de estágio cadastrada pela Instituição
Concedente, previamente aprovado pelo(a) Coordenador(a) de Estágio do Curso, no caso de
estágio não obrigatório;
III - Documento de Encaminhamento do(a) estagiário(a) à Instituição Concedente,
feito pela Coordenadoria de Estágios Curriculares da Pró-Reitoria de Graduação
(CEC/PROGRAD), no caso de estágio não obrigatório, nos termos do Apêndice A –
Encaminhamento Padrão do Estágio Não Obrigatório, e pelo(a) Docente Supervisor(a) do
Curso, no caso do estágio obrigatório, nos termos do Apêndice B – Encaminhamento Padrão
do Estágio Obrigatório;
IV - Termo de Compromisso assinado pelo(a) estagiário(a), pelo(a) representante da
Instituição Concedente e pelo(a) Coordenador(a) de Estágio (para os estágios obrigatórios e
não obrigatórios), em conformidade com o convênio firmado;

137

V - Relatório de Acompanhamento, Avaliação e Validação do Estágio elaborado pela
UFAL conjuntamente com a Instituição Concedente;
VI - Relatório de Atividades, elaborado pelo(a) estagiário(a), apresentado em período
não superior a seis meses à UFAL e à Instituição Concedente.
§ 1º O Relatório a que se refere o inciso VI será arquivado na pasta individual do(a)
discente por, pelo menos, cinco anos, após a desvinculação definitiva do Curso.
§ 2º O Termo de Compromisso conterá os seguintes dados:
I - identificação do(a) estagiário(a), número de matrícula e indicação do Curso;
II - valor da bolsa mensal, quando for o caso;
III - jornada semanal a ser cumprida e período do estágio;
IV - número da apólice do seguro de acidentes pessoais e nome da companhia
seguradora;
V - menção de que o estágio não acarretará vínculo empregatício, podendo ser
remunerado ou não;
VI - identificação do(a) docente supervisor(a) de estágio e do(a) supervisor(a) de
estágio na Instituição Concedente, que deverá ser um(uma) profissional com formação ou
experiência na área de concessão do estágio.
§ 3º Quando se tratar de estágio obrigatório, o Plano de Estágio curricular conterá os
objetivos, a descrição das atividades, o cronograma, o período (início e término do estágio), o
local e caracterização da Instituição Concedente que receberá o(a) estagiário(a), o horário do
estágio, o nome e a formação acadêmica do(a) supervisor(a) de estágio, que deverá ser em
Biblioteconomia.
§ 4º A Instituição Concedente, quando do desligamento do(a) estagiário(a), deverá
entregar o termo de realização de estágio com a indicação resumida das atividades
desenvolvidas, do período de permanência e da avaliação de desempenho.
Da Coordenação
Art. 11. A Coordenação de Estágios do Curso de Biblioteconomia é a unidade de
coordenação, articulação e administração dos estágios.
Art. 12. A Coordenação será exercida por um(uma) docente do quadro permanente
designado(a) pelo Colegiado do Curso de Biblioteconomia.
Parágrafo único. O(A) Coordenador(a) de Estágios exercerá a função por um período
de 02 (dois) anos, podendo ser reconduzido(a) para mais um período igual.

138

Do(a) Coordenador(a)
Art. 13. Compete ao(à) Coordenador(a) de Estágios:
I - executar a política de estágios da UFAL de acordo com os objetivos do Curso;
II - propor políticas, elaborar normas, supervisionar, orientar e analisar as atividades
do estágio, em conjunto com os(as) docentes supervisores(as);
III - gerenciar vagas para os estágios;
IV - enviar à Gerência de Estágios Curriculares da PROGRAD as propostas, quando
necessário, de novas instituições para celebração de convênio, para abertura, manutenção ou
alteração de estágios;
V - propor alterações na Resolução de Estágios do Curso, submetendo à aprovação
conjunta do Colegiado de Curso;
VI - analisar e conferir a documentação e o cumprimento do estabelecido no artigo 6°
da Resolução nº 71/2006 - CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006;
VII - manter cadastro atualizado sobre os campos de estágio para atender à demanda e
oferta desses estágios;
VIII - manter sob seu controle a documentação pertencente às atividades da
Coordenação de Estágios;
IX - apresentar, semestralmente, ao Colegiado do Curso e demais instâncias
pertinentes, relatório de suas atividades;
Parágrafo único. Conforme Portaria nº 01/2016 - PROGRAD/UFAL, de 25 de janeiro
de 2016, em caso de impedimento ou ausência do(a) Coordenador(a) de Estágios, a
Coordenação do Curso pode assinar o Termo de Compromisso.
Do(a) Docente Supervisor(a)
Art. 14. Compete ao(à) docente supervisor(a):
I - supervisionar o estágio obrigatório;
II - acompanhar as atividades dos estágios, nos termos do Apêndice C – Ficha de
Acompanhamento do(a) Docente Supervisor(a);
III - aprovar os planos de estágios a serem executados junto às instituições que
servirão de campo de estágio;
IV - orientar, supervisionar e avaliar a execução do Plano de Estágio e o desempenho
do(a) estagiário(a);
V - participar das reuniões de estágio;

139

VI - acompanhar, orientar e avaliar o relatório final dos(das) discentes;
VII - visitar, conforme cronograma estabelecido entre as partes envolvidas, o local de
estágio, ouvindo os(as) supervisores(as) técnicos(as) que orientam as atividades, e os(as)
estagiários(as) na execução dos seus planos de estágio;
VIII - encaminhar à Coordenação de Estágios, no final de cada semestre, cópia do
Termo de Compromisso, do Plano de Estágio, os relatórios dos(das) seus(suas)
estagiários(as), bem como sua avaliação e a dos(as) supervisores(as) de estágio da Instituição
Concedente.
Das Modalidades
Art. 15. Os estágios curriculares atendem a duas modalidades, obrigatório e não
obrigatório.
Art. 16. O estágio obrigatório será realizado através de matrícula no Sistema
Acadêmico pelo(a) discente no componente curricular Estágio Supervisionado, com carga
horária total de 240 (duzentas e quarenta) horas práticas.
§ 1° As atividades constantes no Plano de Estágio do(a) discente serão realizadas em
uma unidade de informação ou dispositivo cultural, sob a orientação e supervisão de um(uma)
bibliotecário(a), em exercício legal da profissão, e de um(uma) docente supervisor(a)
lotado(a) no Curso.
§ 2º A matrícula no componente curricular Estágio Supervisionado será permitida
aos(às) discentes que tenham cursado todos os componentes pré-requisitos estabelecidos no
Projeto Pedagógico do Curso.
Art. 17. Quando o campo de Estágio Obrigatório 2 for aquele no qual o(a) discente
mantenha qualquer vínculo, seja de caráter empregatício permanente ou temporário, estágio
não obrigatório, bolsa de trabalho ou outro similar, o mesmo poderá ser contabilizado, desde
que atenda às seguintes condições:
I - a Instituição Concedente deverá ter convênio com a UFAL;
II – um(uma) profissional bibliotecário(a) responsável pela supervisão do estágio na
Instituição Concedente;
III - as atividades exercidas devem estar de acordo com o campo específico de
formação em Biblioteconomia, nos termos do artigo 9º, II.
IV – o aproveitamento será de 50% da carga horária do estágio, 60 (sessenta) horas.
§ 1º O aproveitamento a que se refere o artigo 16, § 3º, deverá ser requerido pelo(a)
discente à Coordenação do Curso, acompanhado de Plano de Atividades e Relatório
devidamente assinado pelo(a) bibliotecário(a) responsável.
§ 2º Caberá à Coordenação do Curso designar comissão de avaliação para emitir
parecer, que será submetido à aprovação do Colegiado do Curso.

140

§ 3º Avaliação do Plano de Atividades e do Relatório deverá considerar as atividades
desenvolvidas de forma detalhada, o tempo de realização do estágio não obrigatório, as
contribuições das atividades desenvolvidas para a unidade de informação.
§ 4º Havendo aprovação pelo Colegiado do Curso, as horas a que se refere o artigo 17,
inciso IV, serão registradas no histórico acadêmico do(a) discente.
Art. 18. O estágio não obrigatório se constitui em atividade de formação acadêmica,
realizado a critério do(a) discente, desde que atenda às seguintes condições:
I – estar matriculado(a) nos componentes curriculares obrigatórios a partir do 2º
período do Curso;
II – ter sido aprovado(a) em todos os componentes obrigatórios do 1º período do
Curso;
III – comprovar a existência de um(a) bibliotecário(a), em exercício legal da profissão,
ou de outro(a) profissional que tenha experiência comprovada, através de currículo e
declaração, no local onde será desenvolvido o estágio;
IV – apresentar Plano de Atividades assinado pelo(a) bibliotecário(a) ou supervisor(a)
responsável pelas atividades do estágio não obrigatório.
§ 1º O(A) Coordenador(a) do Estágio é o(a) responsável pela aprovação do Plano de
Atividades e pela assinatura do termo de compromisso de estágio não obrigatório.
§ 2º A jornada diária das atividades de estágio não obrigatório a ser cumprida pelo(a)
estagiário(a) não poderá ultrapassar seis horas, conforme o artigo 10 da Lei Federal nº
11.788/2008, de 25 de setembro de 2008.
§ 3º É vedado ao(à) discente a realização do estágio não obrigatório quando:
I - o(a) discente tiver integralizado os créditos obrigatórios e eletivos;
II – o(a) discente tiver efetuado a matrícula vínculo;
III - o Coeficiente de Rendimento Escolar Acumulado for inferior a 5,00 (cinco);
IV – o(a) discente estiver matriculado(a) em menos de três disciplinas, das quais ao menos
uma deverá ser obrigatória.
Art. 19. Admitir-se-á a validação do estágio curricular não obrigatório, através de
requerimento à Coordenação do Estágio para apreciação do plano, devidamente assinado
pelo(a) profissional bibliotecário(a) responsável, para os estágios intermediados pelas
empresas ou instituições de integração, IEL, CIEE, ABRE ou instituições que possuem
contrato próprio, para aprovação do Colegiado do Curso de Biblioteconomia.
§ 1º Será informado à entidade contratante o cancelamento do Termo de Compromisso
do estágio não obrigatório do(a) discente que se enquadre nos seguintes casos:

141

I – efetuar trancamento do semestre letivo;
II – efetuar matrícula vínculo;
III – apresentar Coeficiente de Rendimento semestral inferior a 5,00 (cinco);
§ 2º O(A) discente que não obtiver aprovação em, pelo menos, 75% (setenta e cinco
por cento) da carga horária total das disciplinas em que esteja matriculado(a), será
desligado(a) do estágio durante 1 (um) período letivo.
Das Avaliações
Art. 20. A avaliação do estágio obrigatório será realizada pelo(a) docente responsável
pelo Estágio Supervisionado e pelos(as) supervisores(as) técnicos(as) que orientam nos locais
de estágio, nos termos do Apêndice D – Avaliação do(a) Estagiário(a).
Parágrafo único. Além do acompanhamento dos(as) supervisores(as), docente e
bibliotecário(a), serão considerados os seguintes aspectos:
I - participação do(a) discente (interesse, seriedade, pontualidade e assiduidade), nos
termos do Apêndice E – Acompanhamento da Frequência de Estágio Obrigatório;
II – habilidades e competências do(a) discente (fundamentação teórico-prática
consistente, capacidade para resolução de problemas, criatividade, entre outros);
III – relações do(a) discente com as pessoas e a instituição de estágio (respeito,
confiança, solidariedade, trabalho participativo, entre outros);
IV - outros aspectos que se julgarem necessários.
Do(a) Estagiário(a)
Art. 21. O(A) estagiário(a) deverá desenvolver seu estágio obrigatório e/ou não
obrigatório, com senso crítico fundamentado em conceitos teóricos próprios da área em que
está atuando.
Art. 22. Compete ao(à) estagiário(a):
I - obedecer à legislação de estágio vigente;
II - escolher seu campo de estágio, dentre aqueles credenciados pela Coordenação de
Apoio Acadêmico da PROGRAD com o auxílio do(a) Coordenador(a) de Estágios e do(a)
docente-supervisor(a), no caso do estágio obrigatório;
III - assinar o Termo de Compromisso, em conjunto com o(a) Coordenador(a) de
Estágio e a Instituição Concedente onde irá desenvolver o estágio;
IV - elaborar e cumprir o Plano de Estágio aprovado pelo(a) docente supervisor(a), no
caso do estágio obrigatório;

142

V – elaborar e cumprir o Plano de Atividades aprovado pelo(a) supervisor(a)
técnico(a) e pelo(a) Coordenador(a) de Estágio, no caso do estágio não obrigatório;
VI - aceitar e respeitar as normas do campo de estágio onde estiver atuando;
VII - comparecer ao local de estágio, pontualmente, nos dias e horas, conforme
estipulado no Termo de Compromisso;
VIII - cumprir as cláusulas constantes no Termo de Compromisso;
IX - elaborar textualmente e apresentar para as partes envolvidas, o relatório parcial e
final;
X - manter em todas as atividades desenvolvidas, durante o estágio, uma atitude ética.
Das Disposições Finais
Art. 23. Durante o período de estágio curricular obrigatório e não obrigatório, o(a)
estagiário(a) ficará coberto(a), obrigatoriamente, por apólice de seguro, contra risco de
acidentes pessoais, a ser paga pela instituição concedente ou pela UFAL, conforme cláusula
do Termo de Compromisso.
Art. 24. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação de Estágios, submetidos
à apreciação do Colegiado do Curso de Biblioteconomia.
Art. 25. Ficam revogadas as disposições anteriores em contrário, especialmente, a
Resolução nº 01/01 – CCI/UFAL, de 13 de março de 2011.
Art. 26. Esta Resolução entra em vigor na data de sua aprovação pelo Colegiado do
Curso de Biblioteconomia.

Sala de Reunião do Curso de Biblioteconomia, Maceió, Alagoas, em 04 de setembro
de 2017.

Colegiado do Curso de Biblioteconomia

Prof. Dr. Edivanio Duarte de Souza
Coordenador do Curso

143

APÊNDICE A – ENCAMINHAMENTO PADRÃO DO ESTÁGIO NÃO
OBRIGATÓRIO

Prezado(a) Senhor(a),

Conforme sua solicitação, estamos encaminhando, para realizar Estágio Curricular
Supervisionado, Não Obrigatório, o(a) discente:
___________________________________________________________________________
__,
do

Curso

de

___________________________________________________________________,
matriculado(a) na UFAL sob o nº _________________________, com o coeficiente de
rendimento acumulado de ______________.
Cumpre-nos lembrar que o estágio do(a) discente selecionado(a) somente terá início
após as devidas assinaturas do Termo de Compromisso.

Atenciosamente,

_____________________________________
Assinatura do(a) Coordenador(a) do Curso

144

APÊNDICE B – ENCAMINHAMENTO PADRÃO DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO

Prezado(a) Senhor(a),
Estamos encaminhando, para realizar Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório,
o(a)

discente:

__________________________________________________________________,
do Curso de Biblioteconomia, matriculado(a) na UFAL sob o nº ____________________,
que deseja cumprir nesta instituição uma etapa da Disciplina de Estágio Supervisionado 2 em
Biblioteconomia.
O(A)

discente

está

sob

a

supervisão

do(a)

docente

______________________________________________,
email:_________________________.
Este estágio constitui uma atividade curricular obrigatória do Curso de
Biblioteconomia da Universidade Federal de Alagoas, não se caracterizando como uma
relação de trabalho com a sua instituição. Sendo assim, solicitamos a sua colaboração no
sentido de participar no processo de elaboração de um Plano de Atividades a ser desenvolvido
pelo(a) discente e de uma avaliação de desempenho (que pode ser realizada em cada setor ou
a cada 60 horas de atividade).
Cumpre-nos lembrar que o estágio do(a) discente selecionado(a) somente terá início
após as devidas assinaturas do Termo de Compromisso.
Aproveitamos a oportunidade para agradecer o acolhimento de nossos(as) discentes,
na certeza de que tal ação contribuirá para a formação profissional.
Colocamo-nos à disposição para quaisquer esclarecimentos necessários.

Atenciosamente,

_________________________________________
Docente Supervisor(a) do Curso Biblioteconomia

145

APÊNDICE C – FICHA DE ACOMPANHAMENTO DO(A) DOCENTE
SUPERVISOR(A)

Nome do(a) Estagiário(a):
Docente supervisor(a):
Período do estágio:
Horário de atendimento:

Data

ATENDIMENTO
Assinatura do(a)
Conteúdos desenvolvidos
discente

Assinatura do(a)
docente

146

APÊNDICE D – AVALIAÇÃO DO(A) ESTAGIÁRIO(A)

Estágio Supervisionado: ( ) 1

( )2

EMPRESA E/OU INSTITUIÇÃO:
AVALIAÇÃO
Período:

Não

Sim

Às vezes

Deficiente

CURSO:

Regular

DISCENTE:

Bom

CARGA HORÁRIA SEMANAL:

Excelente

NÚMERO

RAMO DE PRODUÇÃO:

ASPECTOS TÉCNICOS
2

Qualidade de trabalho
Segurança com que executa o trabalho

3

Interesse pelos aspectos do trabalho

4

Grau de iniciativa própria

5

Grau de aprendizagem dentro do trabalho

6

Produtividade

7

Pró-atividade

8

Nível de conhecimentos teóricos e/ou técnicos

1

ASPECTOS HUMANOS
1

Relacionamento social – Espírito de equipe

2

Apresentação pessoal

3

Pontualidade

4

Assiduidade

5

Responsabilidade

6

Procura adquirir novos conhecimentos – iniciativa

7

Revela domínio dos princípios de organização do trabalho e de
organização pessoal

8

Esforça-se para superar as falhas

Outras observações:

Supervisor(a) na Empresa

Docente supervisor(a)
____/____/_____
Data

147

APÊNDICE E – ACOMPANHAMENTO DA FREQUÊNCIA DE ESTÁGIO
OBRIGATÓRIO

Estágio Supervisionado: ( ) 1

EMPRESA E/OU INSTITUIÇÃO:
ENDEREÇO:
NOME DO(A) ESTAGIÁRIO(A):
Data

Horário
Entrada
Saída

Horas
cumpridas

( )2

SETOR OU SEÇÃO:
MATRÍCULA:
Especificação da atividade realizada

Rubrica do(a)
Estagiário(a)

Rubrica do(a)
Supervisor(a)

Total em Horas

Assinatura do(a) supervisor(a) de estágio

Data de encaminhamento ao(à) docente
responsável

148

ANEXO B – RESOLUÇÃO Nº 01/2017 – CBIB/UFAL
De 17 de agosto de 2017
Estabelece as normas e os procedimentos adotados na análise, no cômputo e no registro das
atividades complementares que formam a Parte Flexível do Curso de Biblioteconomia da
Universidade Federal de Alagoas (UFAL).

149

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES

CURSO DE BIBLIOTECONOMIA
RESOLUÇÃO Nº 01/2017 - CBIB/UFAL, de 17 de agosto de 2017.
Estabelece as normas e os procedimentos adotados
na análise, no cômputo e no registro das atividades
complementares que formam a Parte Flexível do
Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal
de Alagoas (UFAL).

O COLEGIADO DO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DA UNIVERSIDADE
FEDERAL DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições regimentais, em reunião ordinária
realizada no dia 17 de agosto de 2017;
CONSIDERANDO a Resolução nº 56/95 – CEPE/UFAL, de 19 de julho de 1995, sobre a
obrigatoriedade de uma Parte Flexível em todos os cursos do regime seriado;
CONSIDERANDO a Resolução nº 113/95 – CEPE/UFAL, de 13 de novembro de 1995,
sobre o funcionamento da Parte Flexível do sistema seriado dos cursos de graduação;
CONSIDERANDO a necessidade de estabelecer as normas e os procedimentos adotados na
análise, no cômputo e no registro das atividades complementares que formam a Parte Flexível do
Curso de Biblioteconomia;

RESOLVE:
Art. 1º Disciplinar, na forma desta Resolução, as normas e os procedimentos
necessários à promoção, ao acompanhamento, à análise, ao cômputo e ao registro das
atividades complementares do Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal de Alagoas
(UFAL).
Das Atividades
Art. 2º As atividades complementares são unidades curriculares e integram a Parte
Flexível do Curso de Biblioteconomia.
Art. 3º As atividades complementares serão classificadas em quatro grupos:
I - atividades de ensino;
II - atividades de extensão;
III - atividades de pesquisa;
IV - atividades de representação estudantil.

150

Art. 4º O Curso de Biblioteconomia promoverá atividades complementares de forma
sistemática e permanente que potencializem a participação do(a) discente no cumprimento da
Parte Flexível.
§ 1º As atividades complementares deverão ser obtidas exclusivamente após o
ingresso do(a) discente no Curso.
§ 2º O(A) discente poderá realizar as atividades complementares em outros cursos,
unidades acadêmicas e/ou instituições, desde que pertencentes aos grupos a que se referem os
incisos I a IV do artigo 3º e sejam devidamente certificadas.
Do Plano de Atividades
Art. 5º O(A) discente deverá elaborar plano individual de atividades complementares
que integrarão a Parte Flexível, considerando que:
I - a escolha do conjunto de atividades complementares que integrará o plano é uma
atribuição do(a) discente;
II - as atividades complementares serão desenvolvidas, preferencialmente, no decorrer
dos oito semestres letivos de Curso;
III - as atividades serão distribuídas em, no mínimo, dois grupos a que se referem os
incisos I a IV do artigo 3º.
Do Relatório de Atividades
Art. 6º O(A) discente elaborará relatório individual em que descreverá as atividades
complementares realizadas, de acordo com o Apêndice A – Relatório de Atividades
Complementares, destacando:
I – a identificação do(a) discente autor(a) do relatório;
II – os grupos e subgrupos em que estão distribuídas as atividades complementares;
II – o título expresso de cada atividade complementar, conforme documento de
certificação;
IV – a quantidade de horas das atividades, considerando o Apêndice B – Barema de
Atividades Complementares.
7º As atividades complementares que compõem o relatório individual deverão ser
devidamente comprovadas por intermédio de cópias das certidões.
§ 1º O relatório de atividades complementares deverá ser entregue, em formato
impresso, no início de cada semestre na Secretaria do Curso.
§ 2º No momento da entrega do relatório, o(a) discente deverá apresentar os
documentos originais de certificação para a devida conferência das cópias.

151

Da Avaliação das Atividades
Art. 8º A Coordenação do Curso de Biblioteconomia designará Comissão de
Avaliação ad hoc composta por três docentes titulares e três docentes suplentes, que analisará
os relatórios individuais.
Art. 9º As atividades complementares serão classificadas e codificadas, nos termos
desta resolução, considerando as seguintes convenções:
I - a codificação é composta por quatro partes “FLX 00 a.b.cde”;
II - a primeira parte, “FLX 00”, é imutável e designa o radical das horas
complementares;
III - a segunda parte, “a”, é mutável e designa o grupo das atividades complementares;
IV - a terceira parte, “b”, é mutável e designa o subgrupo das atividades
complementares;
V - a quarta parte, “cde”, é mutável e designa a quantidades de horas das atividades
complementares.
Art. 10. O relatório de atividades complementares de cada discente será analisado de
acordo com os parâmetros estabelecidos no Apêndice B.
§ 1º No cômputo das atividades complementares de cada discente, deverão ser
atribuídas as quantidades de horas expressas nos documentos que as certificam, desde que não
ultrapassem os tetos estabelecidos no anexo a que se refere o caput deste artigo.
§ 2º A Comissão de Avaliação poderá, a seu critério, sugerir alterações no relatório
apresentado pelo(a) discente, no que se refere aos grupos, aos subgrupos e às quantidades de
horas das atividades descritas.
Art. 11. A Comissão de Avaliação a que se refere o artigo 8º apresentará ao Colegiado
do Curso de Biblioteconomia parecer sobre o relatório do(a) discente, conforme Apêndice C –
Parecer de Avaliação do Relatório de Atividades Complementares.
Parágrafo único. O Colegiado do Curso apreciará o parecer da Comissão de Avaliação
e o homologará, conforme entendimento.
Do Registro das Atividades
Art. 12. Após aprovação, o Colegiado do Curso de Biblioteconomia encaminhará ao
Departamento de Registro e Controle Acadêmico (DRCA) o relatório final de cada discente
para o devido registro das atividades complementares no histórico escolar.
§ 1º A Coordenação do Curso poderá realizar o registro a que se refere o caput deste
artigo, desde que devidamente autorizada pelo DRCA.

152

§ 2º No registro da atividade complementar, deverá ser utilizado exatamente o título
da atividade expressa no documento que a certifica.
§ 3º No registro da atividade complementar, deverá ser atribuída a quantidade de horas
expressa no relatório aprovado pelo Colegiado do Curso.
§ 4º Após o devido registro, o relatório e as cópias de certidões deverão ser arquivados
na pasta individual do(a) discente por um período de, pelo menos, cinco anos, após a
desvinculação definitiva do Curso.
§ 5º Transcorrido o período a que se refere o parágrafo anterior, o relatório e as cópias
de certidões serão encaminhados para o Arquivo Central da UFAL.
Art. 13. O relatório final deverá também ser elaborado nos termos do artigo 6º e do
artigo 9º, incisos I a V.
Das Disposições Finais
Art. 14. Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado do Curso de
Biblioteconomia, ouvida a Comissão de Avaliação ad hoc em exercício.
Art. 15. Esta Resolução entra em vigor na data de sua aprovação pelo Colegiado do
Curso de Biblioteconomia.

Sala de Reunião do Curso de Biblioteconomia, Maceió, Alagoas, em 17 de agosto de
2017.

Colegiado do Curso de Biblioteconomia
Prof. Dr. Edivanio Duarte de Souza
Coordenador do Curso

153

APÊNDICE A – RELATÓRIO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES

DISCENTE: _____________________________________ MATRÍCULA: ____________
EMAIL: _________________________________________ TELEFONE: ______________

Prezada Comissão de Avaliação,
Venho solicitar o registro das horas complementares abaixo discriminadas como componentes
da parte flexível do meu histórico escolar junto ao Curso de Biblioteconomia. Para tanto:
Entrego relatório com anexo das cópias das certidões comprobatórias das horas
solicitadas.

Apresento as certidões originais para devida verificação de autenticidade.

Subgrupo

GRUPO 1 – ATIVIDADES DE ENSINO (FLX 001)
Atividade

Horas solicitadas

Subgrupo

GRUPO 2 – ATIVIDADES DE EXTENSÃO (FLX 002)
Atividade

Horas solicitadas

Subgrupo

GRUPO 3 – ATIVIDADES DE PESQUISA (FLX 003)
Atividade

Horas solicitadas

Subgrupo

GRUPO 4 – ATIVIDADES DE REPRESENTAÇÃO ESTUDANTIL (FLX 004)
Atividade
Horas solicitadas

Maceió, Alagoas, ______/______/__________.

____________________________________
Nome do(a) Discente
Matrícula do(a) Discente

154

APÊNDICE B – BAREMA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Subgrupo
1

GRUPO 1 - ATIVIDADES DE ENSINO (FLX 001)
Atividade
Disciplina eletiva extra
Cursada em outro curso da UFAL

2

Disciplina isolada

3

Estágio extracurricular

4

Monitoria registrada no programa institucional da UFAL

5

Formação complementar

Cursada em curso de outra instituição
reconhecido pelo Ministério da Educação
(MEC)
Estágio em biblioteca (escolar, especial,
especializada, pública ou universitária)
Estágio em outro tipo de instituição
(arquivo, centro de documentação,
museu e afins)

Curso, mini-curso, oficina, treinamento e
workshop na área de Biblioteconomia
Curso, mini-curso, oficina, treinamento e
workshop em áreas afins
Curso de idiomas
Bolsa de incentivo ao estudo ou afins

Subgrupo
1

2

Valoração
60 horas por disciplina,
máximo de 120 horas
Carga horária total da
disciplina, máximo de 120
horas
Carga horária total da
disciplina, máximo de 120
horas
Carga horária total, máximo
de 120
10 horas por semestre,
máximo de 40 horas
Carga horária total, máximo
de 120
10 horas por evento, máximo
de 40 horas
5 horas por evento, máximo de
20 horas
20 horas por semestre,
máximo de 80 horas
10 horas por semestre,
máximo de 40 horas

GRUPO 2 - ATIVIDADES DE EXTENSÃO (FLX 002)
Atividade
Valoração
30 horas por semestre,
Programa ou projeto de extensão registrado e aprovado na UFAL
máximo de 120 horas
30 horas por participação,
Apresentador oral
máximo de 120 horas
25 horas por participação,
Apresentador em pôster
Evento acadêmico,
máximo de 100 horas
científico ou técnico
20 horas por participação,
internacional
Organizador
máximo de 80 horas
15 horas por participação,
Ouvinte
máximo de 60 horas
25 horas por participação,
Apresentador oral
máximo de 100 horas
20 horas por participação,
Apresentador em pôster
Evento acadêmico,
máximo de 80 horas
científico ou técnico
15 horas por participação,
nacional
Organizador
máximo de 60 horas
10 horas por participação,
Ouvinte
máximo de 40 horas
20 horas por participação,
Apresentador oral
máximo de 80 horas
15 horas por participação,
Evento acadêmico,
Apresentador em pôster
máximo de 60 horas
científico ou técnico
regional
10 horas por participação,
Organizador
máximo de 40 horas
Ouvinte
5 horas por participação,

155

Apresentador oral
Evento acadêmico,
científico ou técnico
estadual

Apresentador em pôster
Organizador
Ouvinte
Apresentador oral

Evento acadêmico,
científico ou técnico
local

Apresentador em pôster
Organizador
Ouvinte

3

Equipe editorial de
periódico científico com
ISSN

Indexado na Qualis
Não indexado na Qualis

4

Equipe editorial de anais de evento acadêmico, científico ou técnico

5

Mesário em eleição nacional, estadual e municipal

6

Outras atividades de extensão a critério do Colegiado do Curso

Subgrupo
1
2

3

4

5

máximo de 20 horas
15 horas por participação,
máximo de 60 horas
10 horas por participação,
máximo de 40 horas
5 horas por participação,
máximo de 20 horas
3 horas por participação,
máximo de 12 horas
15 horas por participação,
máximo de 60 horas
10 horas por participação,
máximo de 40 horas
5 horas por participação,
máximo de 20 horas
3 horas por participação,
máximo de 12 horas
20 horas por participação,
máximo de 80 horas
10 horas por participação,
máximo de 40 horas
10 horas por participação,
máximo de 40 horas
8 horas por participação,
máximo de 80 horas
10 horas por participação,
máximo de 80 horas

GRUPO 3 - ATIVIDADES DE PESQUISA (FLX 003)
Atividade
Valoração
Grupo de pesquisa registrado no Conselho Nacional de
10 horas por semestre,
Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
máximo de 80 horas
Projeto de pesquisa aprovado pelo Programa Institucional de Bolsa
30 horas por semestre,
de Iniciação Científica (PIBIC) ou afim
máximo de 120 horas
30 horas por comunicação,
Internacional
máximo de 120 horas
25 horas por comunicação,
Nacional
Publicação de
máximo de 100 horas
comunicação na íntegra
20 horas por comunicação,
em anais de evento
Regional
máximo de 80 horas
acadêmico, científico ou
15 horas por comunicação,
técnico
Estadual
máximo de 60 horas
10 horas por comunicação,
Local
máximo de 40 horas
20 horas por resumo, máximo
Internacional
de 80 horas
15 horas por resumo, máximo
Nacional
de 60 horas
Publicação de resumo de
comunicação em anais de
10 horas por resumo, máximo
Regional
evento acadêmico,
de 40 horas
científico ou técnico
5 horas por resumo, máximo
Estadual
de 20 horas
3 horas por resumo, máximo
Local
de 12 horas
30 horas por artigo, máximo
Indexado na Qualis
Publicação de artigo em
de 120 horas
periódico científico com
15 horas por artigo, máximo
ISSN
Não indexado na Qualis
de 60 horas

156

6
7

Subgrupo

1

2

Publicação de livro com
ISBN

Capítulo
Completo

Outras atividades de pesquisa a critério do Colegiado do Curso

30 horas por capítulo, máximo
de 120 horas
60 horas por livro, máximo de
120 horas
10 horas, máximo de 80 horas

GRUPO 4 - ATIVIDADES DE REPRESENTAÇÃO ESTUDANTIL (FLX 004)
Atividade
Valoração
30 horas por semestre,
Conselhos superiores
máximo de 120 horas
Representação colegiada
25 horas por semestre,
Conselho de unidade acadêmica
da UFAL
máximo de 100 horas
20 horas por semestre,
Colegiado de curso
máximo de 80 horas
30 horas por semestre,
Internacional
máximo de 120 horas
25 horas por semestre,
Nacional
máximo de 100 horas
20 horas por semestre,
Regional
máximo de 80 horas
Representação em
entidade estudantil
15 horas por semestre,
Estadual
máximo de 60 horas
10 horas por semestre,
Municipal
máximo de 40 horas
5 horas por semestre, máximo
Institucional (UFAL)
de 20 horas

157

APÊNDICE C – PARECER DE AVALIAÇÃO DO RELATÓRIO DE ATIVIDADES
COMPLEMENTARES

Prezado Colegiado do Curso de Biblioteconomia,

Após análise do relatório de atividades complementares do(a) discente
_________________________________, matrícula ________________________, a presente
Comissão de Avaliação apresenta o seguinte parecer:
( ) Deferimento integral do requerimento, com o devido registro das horas flexíveis
no histórico escolar do(a) discente.
( ) Deferimento parcial do requerimento, com o devido registro das horas flexíveis no
histórico escolar do(a) discente condicionado às seguintes alterações:
Subgrupo

GRUPO 1 – ATIVIDADES DE ENSINO (FLX 001)
Atividade

Horas obtidas

Subgrupo

GRUPO 2 – ATIVIDADES DE EXTENSÃO (FLX 002)
Atividade

Horas obtidas

Subgrupo

GRUPO 3 – ATIVIDADES DE PESQUISA (FLX 003)
Atividade

Horas obtidas

Subgrupo

GRUPO 4 – ATIVIDADES DE REPRESENTAÇÃO ESTUDANTIL (FLX 004)
Atividade
Horas obtidas

( ) Indeferimento integral do requerimento, não podendo ser realizado nenhum registro no
histórico escolar do(a) discente.
Maceió, Alagoas, ______/______/__________.
Comissão de Avaliação
Nome Legível

Assinatura

158

ANEXO C – RESOLUÇÃO Nº 02/2017 – CBIB/UFAL
De 17 de agosto de 2017
Estabelece as normas e os procedimentos relativos ao funcionamento das ações de extensão
do Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).

159

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES

CURSO DE BIBLIOTECONOMIA
RESOLUÇÃO Nº 02/2017 - CBIB/UFAL, de 17 de agosto de 2017.
Estabelece as normas e os procedimentos
relativos ao funcionamento das ações de
extensão do Curso de Biblioteconomia da
Universidade Federal de Alagoas (UFAL).
O COLEGIADO DO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DA UNIVERSIDADE
FEDERAL DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições regimentais, em reunião ordinária
realizada no dia 17 de agosto de 2017;
CONSIDERANDO a Resolução nº 113/95 – CEPE/UFAL, de 13 de novembro de 1995, que
estabelece normas para o funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de
graduação;
CONSIDERANDO a Resolução nº 65/2014 - CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de
2014, que estabelece a atualização das diretrizes gerais das atividades de extensão no âmbito
da Universidade Federal de Alagoas;
CONSIDERANDO a necessidade de disciplinar as normas e os procedimentos relativos ao
funcionamento das ações de extensão do Curso de Biblioteconomia;
RESOLVE:
Art. 1° Disciplinar, na forma desta Resolução, as normas e os procedimentos
necessários ao funcionamento e ao acompanhamento das ações de extensão do Curso de
Biblioteconomia da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).
Do Caráter Curricular
Art. 2º A extensão é componente curricular flexível do Curso de Biblioteconomia, nos
termos da Resolução nº 113/95 - CEPE/UFAL, de 13 de novembro de 2005, e da Resolução
nº 01/2017 - CBIB/UFAL, de 17 de agosto de 2017.
§ 1º A carga horária da extensão poderá ser computada como atividade complementar
na integralização do Curso, atendido o disposto no artigo 5º, inciso III, do instrumento
complementar a que se refere o caput.
§ 2º Cabe ao(à) discente incluir a extensão no Relatório de Atividades
Complementares, conforme estabelece o artigo 6º, incisos I a IV, e artigo 7º, §1º e §2º, do
instrumento complementar a que se refere o caput.
Art. 3º A extensão universitária é um processo educativo, cultural e científico
orientado pelo princípio constitucional da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e

160

extensão, com vistas a ações interativas direcionadas às demandas das comunidades interna e
externa da UFAL.
Das Finalidades
Art. 4º As ações de extensão universitária do Curso de Biblioteconomia terão como
finalidades:
I - estabelecer a integração entre o ensino, a pesquisa e a realidade social presente no
Estado de Alagoas;
II - capacitar os(as) discentes para atender aos anseios sociais, promovendo uma
integração entre o ensino e as práticas da área de Biblioteconomia;
III - contribuir para a melhoria das condições socioeconômicas, políticas e culturais da
comunidade;
IV - estimular e apoiar o corpo docente e o corpo discente na publicação e divulgação
de suas produções acadêmicas decorrentes das ações de extensão;
V - realizar projetos, cursos e eventos a partir das necessidades e demandas dos(as)
discentes, dos(as) docentes e da comunidade.
Das Modalidades
Art. 5º As ações de extensão universitária serão desenvolvidas no Curso de
Biblioteconomia, nas seguintes modalidades:
I – programa: conjunto de projetos de extensão que têm objetivos afins;
II – projeto: conjunto de atividades de extensão processuais e contínuas;
III – curso: há quatro modalidades de curso de extensão:
a) minicurso: destinado à comunidade em geral e deverá ter duração de 4 (quatro) a 8
(oito) horas;
b) curso livre: destinado à comunidade em geral e deverá ter duração superior a 8 (oito)
horas;
c) curso de qualificação profissional: destinado a diversos(as) profissionais e deverá ter
entre 60 (sessenta) e 179 (cento e setenta e nove) horas;
d) curso de aperfeiçoamento: destinado a graduados(as) e deverá ter duração mínima
de 180 (cento e oitenta) horas.
IV – evento: ação de divulgação e outras atividades destinadas a público específico e
terão duração mínima de 4 (quatro) horas.

161

Das Áreas Temáticas
Art. 6º Cada ação de extensão universitária deverá ser definida dentre uma das
seguintes áreas temáticas:
I – informação e comunicação;
II - cultura;
III - direitos humanos e justiça;
IV - educação;
V - ética;
VI - meio ambiente;
VII - saúde;
VIII – tecnologia, produção e inovação;
IX- trabalho;
X - responsabilidade social;
XI - inclusão social.
Art. 7º O Curso de Biblioteconomia poderá definir outras áreas temáticas, observando
a aderência às linhas de estudo e as necessidades locais e regionais.
Da Coordenação
Art. 8º O Curso de Biblioteconomia instituirá a Coordenação de Extensão.
Parágrafo único. A Coordenação de Extensão será designada pelo Colegiado do Curso
para mandato de dois anos e prorrogável por igual período.
Art. 9º Caberá à Coordenação de Extensão:
I – propor o plano de ações de extensão do Curso;
II – organizar o processo seletivo de extensão;
III – acompanhar o cronograma da atividade de extensão estabelecido pelo
respectivo(a) orientador(a);
IV – acompanhar a execução de ações de extensão;
V – participar da avaliação da orientação de extensão;

162

VI – participar da avaliação da satisfação dos(as) discentes vinculados às atividades de
extensão;
VII – promover o envio da documentação da extensão para o Instituto de Ciências
Humanas Comunicação e Artes (ICHCA);
VIII – promover o arquivamento do material resultante da atividade de extensão na
Secretaria do Curso;
IX - manter contato permanente com a Coordenação de Extensão do ICHCA visando
ao melhor andamento das ações de extensão do Curso;
X – manter contato permanente com a Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) visando ao
melhor andamento das ações de extensão do Curso.
Da Proposta de Ações
Art. 10. As ações de extensão universitária deverão ser propostas por docentes do
Curso de Biblioteconomia.
Parágrafo único. Poderão participar de proposta de ações de extensão discentes e
funcionários(as) do Curso e/ou de outros cursos da UFAL.
Art. 11. As ações de extensão universitária poderão ser encaminhadas e iniciadas em
qualquer época do ano letivo, conforme fluxo contínuo, e/ou em atendimento aos editais da
UFAL ou outras instituições.
Art. 12. O(A) proponente das ações de extensão universitária será seu(sua)
orientador(a).
§ 1º Caberá ao(à) proponente da ação de extensão:
I - registrar a ação de extensão junto à PROEX/UFAL;
II - coordenar a ação de extensão;
III - elaborar relatório final;
IV – solicitar, em parceria com a Coordenação de Extensão, certificados de
participação na atividade de extensão junto à PROEX;
V – realizar prestação de contas físico-financeira, caso tenha sido contemplado com
recursos da UFAL ou outros.
§ 2º As atividades a que se referem os incisos III, IV e V do parágrafo anterior deverão
ser realizadas no prazo máximo de 30 (trinta) dias corridos, a contar da data de término da
ação de extensão.
Art. 13. O projeto de extensão que necessitar de recursos financeiros deverá conter
orçamento detalhado, discriminando as necessidades fundamentais relativas ao material de

163

consumo, material permanente e, se necessário, às despesas com transportes ou outras
necessidades.
Dos(as) Bolsistas e Colaboradores(as)
Art. 14. A participação do(a) discente em ações de extensão dar-se-á nas seguintes
modalidades:
I – bolsista;
II – colaborador(a).
Art. 15. O ingresso nas ações de extensão dar-se-á exclusivamente por intermédio de
processo seletivo.
Art. 16. São requisitos necessários ao ingresso do(a) bolsista e colaborador(a):
I – ser discente regularmente matriculado(a) no Curso;
II – ter sido aprovado(a) nas disciplinas que fundamentam as ações de extensão com
média igual ou superior a 7,00 (sete);
III – ser aprovado(a) no processo seletivo com média igual ou superior a 7,00 (sete);
IV – dispor de 12 (doze) horas semanais para as atividades de extensão.
Parágrafo único. Discentes de outros cursos poderão participar do processo seletivo,
conforme entendimento do(a) proponente da ação de extensão.
Art. 17. Havendo desistência de bolsa, esta deverá ser repassada para um(uma)
colaborador(a), considerando sempre a ordem de classificação.
Art. 18. O(A) discente que tiver outro tipo de bolsa poderá ser bolsista de ação de
extensão, desde que atenda ao disposto nos artigos 16 e 19.
Art. 19. São atribuições do(a) bolsista e colaborador(a):
I – desenvolver atividades de extensão previstas no plano ou projeto de que participa;
II - auxiliar o(a) coordenador(a) das ações de extensão na elaboração de materiais
didático-pedagógicos;
III – preparar materiais necessários ao exercício das atividades de extensão sob sua
responsabilidade;
IV – atender aos sujeitos assistidos pelas ações de extensão, no que lhe couber;
V – promover a comunicação entre o(a) orientador(a) e os(as) assistidos(as) pela ação
de extensão;
VI – participar da avaliação do(a) orientador(a) da ação de extensão da qual fez parte;

164

VII – participar da avaliação da satisfação dos(as) assistidos pela ação de extensão da
qual faz parte;
VIII – realizar as atividades previstas no plano do(a) bolsista ou colaborador(a).
Art. 20. Os(As) colaboradores(as) terão os mesmos direitos e obrigações dos(as)
bolsistas, excetuando exclusivamente a obtenção de bolsa.
Da Avaliação
Art. 21. A avaliação das ações de extensão compreende o desempenho do(a) bolsista
e/ou colaborador(a), a orientação do(a) docente e a satisfação dos(as) assistidos(as) pelas
atividades que as compõem.
Art. 22. O(A) docente orientador(a) avaliará o desempenho do(a) bolsista e/ou
colaborador(a) semestralmente, considerando:
I – assiduidade;
II – pontualidade;
III – participação;
IV – presteza.
Parágrafo único. Outros critérios de avaliação poderão ser considerados, conforme
disposição do Plano de Extensão do ICHCA.
Art. 23. A avaliação da orientação será realizada pela Coordenação de Extensão, com
a participação do(a) bolsista e/ou colaborador(a) da respectiva ação de extensão.
Art. 24. A avaliação da satisfação dos(as) assistidos pela ação de extensão será
realizada pelo(a) coordenador(a), com a participação do(a) bolsista e/ou colaborador(a) da
ação de extensão desenvolvida.
Do Certificado
Art. 25. O certificado de extensão será emitido pela PROEX.
Parágrafo único. A obtenção do certificado de extensão está condicionada ao
atendimento às normas estabelecidas neste instrumento e noutros que o fundamentem.
Do Registro no Sistema Acadêmico
Art. 26. A atividade de extensão será registrada como atividade complementar,
considerando, para este fim, o máximo de horas estabelecido na Resolução nº 01/2017 CBIB/UFAL.
§ 1º O registro será realizado conforme o disposto nos artigos 12, § 1º a § 4º, e 13 da
Resolução nº 01/2017 - CBIB/UFAL.

165

§ 2º O registro será realizado no sistema acadêmico exclusivamente ao término da
ação de extensão.
§ 3º Após o devido registro, o relatório e as cópias de certidões deverão ser arquivados
na pasta individual do(a) discente por um período de, pelo menos, cinco anos, após a
desvinculação definitiva do Curso.
§ 4º Transcorrido o período a que se refere o parágrafo anterior, o relatório e as cópias
de certidões serão encaminhados para o Arquivo Central da UFAL.
Das Disposições Finais
Art. 27. Os casos omissos serão resolvidos pelo(a) Coordenador(a) de Extensão,
submetidos à apreciação do Colegiado do Curso de Biblioteconomia.
Art. 28. Esta Resolução entra em vigor na data de sua aprovação pelo Colegiado do
Curso de Biblioteconomia.

Sala de Reunião do Curso de Biblioteconomia, Maceió, Alagoas, em 17 de agosto de
2017.

Colegiado do Curso de Biblioteconomia
Prof. Dr. Edivanio Duarte de Souza
Coordenador do Curso

166

ANEXO D – RESOLUÇÃO Nº 03/2017 – CBIB/UFAL
De 23 de agosto de 2017
Estabelece as normas e os procedimentos relativos aos programas e às atividades de
monitoria do Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).

167

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES

CURSO DE BIBLIOTECONOMIA
RESOLUÇÃO 03/2017 - CBIB/UFAL, de 23 de agosto de 2017.
Estabelece as normas e os procedimentos
relativos aos programas e às atividades de
monitoria do Curso de Biblioteconomia da
Universidade Federal de Alagoas (UFAL).

O COLEGIADO DO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DA UNIVERSIDADE
FEDERAL DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições regimentais, em reunião
extraordinária realizada no dia 23 de agosto de 2017;
CONSIDERANDO a Resolução nº 113/95 – CEPE/UFAL, de 13 de novembro de 1995, que
estabelece normas para o funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de
graduação;
CONSIDERANDO a Resolução nº 39/96 – CEPE/UFAL, de 12 de agosto de 1996, que
estabelece normas para regulamentar o programa de monitoria da Universidade Federal de
Alagoas;
CONSIDERANDO a Resolução nº 55/2008 - CONSUNI/UFAL, de 10 de novembro de
2008, que aprova normas que disciplinam o programa de monitoria da UFAL;
CONSIDERANDO a necessidade de disciplinar as normas e os procedimentos relativos aos
programas e às atividades de monitoria do Curso de Biblioteconomia;
RESOLVE:
Art. 1º Disciplinar, na forma desta Resolução, as normas e os procedimentos relativos
aos programas e às atividades de monitoria do Curso de Biblioteconomia da Universidade
Federal de Alagoas (UFAL).
Do Caráter Curricular
Art. 2º A monitoria é componente curricular flexível do Curso de Biblioteconomia,
nos termos da Resolução nº 113/95-CEPE/UFAL, de 13 de novembro de 2005, e da
Resolução nº 01/2017-CBIB/UFAL, de 17 de agosto de 2017.
§ 1º A carga horária da monitoria poderá ser computada como atividade complementar
na integralização do Curso, atendido o disposto no artigo 5º, inciso III, do instrumento interno
a que se refere o caput.
§ 2º Cabe ao(à) discente incluir a monitoria no Relatório de Atividades
Complementares, conforme estabelece o artigo 6º, I a IV, e 7º, § 1º e § 2º, do instrumento
interno a que se refere o caput.

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Art. 3º A monitoria é atividade didático-pedagógica que tem como finalidade a
formação acadêmica do(a) discente e a melhoria do processo ensino-aprendizagem do Curso
de Biblioteconomia, nos termos do artigo 5º da Resolução nº 55/2008-CONSUNI/UFAL.
Da Coordenação
Art. 4º O Curso de Biblioteconomia instituirá a Coordenação de Monitoria.
Parágrafo único. A Coordenação de Monitoria será designada pelo Colegiado do
Curso para mandato dois anos e prorrogável por igual período.
Art. 5º Caberá à Coordenação de Monitoria:
I – elaborar o plano de monitoria do Curso;
II – organizar o processo seletivo de monitoria;
III - organizar o cronograma das atividades de monitoria;
IV – acompanhar a execução do plano de monitoria;
V – participar da avaliação da orientação da monitoria;
VI – participar da avaliação da satisfação dos(as) discentes assistidos(as) pela
monitoria;
VII – promover o envio da documentação da monitoria para Instituto de Ciências
Humanas, Comunicação e Artes (ICHCA);
VIII – promover o arquivamento do material resultante da atividade de monitoria na
Secretaria do Curso.
Das Modalidades
Art. 6º O Curso de Biblioteconomia disponibilizará dois tipos de monitoria:
I – monitoria com bolsa;
II – monitoria sem bolsa.
Art. 7º Os(As) monitores(as) sem bolsa terão os mesmos direitos e obrigações dos(as)
monitores(as) bolsistas, excetuando exclusivamente a obtenção de bolsa.
Do(a) Monitor(a)
Art. 8º São requisitos necessários à investidura da monitoria:
I – ser discente regularmente matriculado(a) no Curso;

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II – ter sido aprovado(a) na disciplina em que pretende ser monitor(a) com média igual
ou superior a 7,00 (sete);
III – ser aprovado(a) no processo seletivo com média igual ou superior a 7,00 (sete);
IV – dispor de 12 (doze) horas semanais para as atividades de monitoria.
Art. 9º São atribuições do(a) monitor(a):
I – auxiliar o(a) docente da disciplina na realização de trabalhos práticos e
experimentais;
II – preparar materiais didáticos para o exercício da monitoria;
III – atender aos(às) discentes da disciplina sob sua monitoria;
IV – promover a interação entre discentes e docentes da disciplina sob sua monitoria;
V – participar da avaliação da orientação da monitoria sob sua responsabilidade;
VI – participar da avaliação da satisfação dos(as) discentes da monitoria sob sua
responsabilidade;
VII – realizar outras atividades previstas no Roteiro de Atividades.
Das Vagas e Das Bolsas
Art. 10. As vagas de monitoria serão definidas pelo Colegiado do Curso de
Biblioteconomia, observando:
I – a modalidade de monitoria;
II – a dotação orçamentária para monitoria com bolsa;
III – a disponibilidade de monitoria com bolsas pelo ICHCA.
Art. 11. As vagas de monitoria sem bolsa dependem exclusivamente da propositura
de um plano e da aprovação pelo Colegiado do Curso de Biblioteconomia.
Art. 12. Havendo desistência de discente com bolsa, esta deverá ser repassada para
os(as) monitores(as) sem bolsa, considerando sempre a ordem de classificação.
Art. 13. O(A) discente que tiver outro tipo de bolsa não poderá ser monitor(a) bolsista.
Do Plano
Art. 14. O Plano de Monitoria Acadêmica consiste em um documento obrigatório a
ser apresentado para apreciação do Colegiado do Curso de Biblioteconomia como requisito de
compromisso ao seu desenvolvimento.

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Art. 15. O Plano de Monitoria Acadêmica deve conter fundamentos na execução de
atividades de monitoria para aprofundar conhecimentos teóricos e práticos dentro da
disciplina a que estiver ligado o(a) monitor(a).
Art. 16. A duração do Plano de Monitoria será de até dois semestres letivos.
Art. 17. A composição formal do Plano de Monitoria Acadêmica deve
obrigatoriamente dispor da seguinte estrutura:
I - dados do(a) docente coordenador(a);
II - pessoal envolvido: número de docentes, número de técnicos(as), número de
bolsistas e não bolsistas;
III - relação dos(as) docentes orientadores(as) com o número de discentes por
disciplinas, setores, ou áreas do conhecimento;
IV - objetivos específicos;
V - roteiros de Atividades Individuais;
VI - acompanhamento e avaliação.
Art. 18. Adota-se como requisito obrigatório no Plano de Monitoria Acadêmica a
descrição do itinerário das ações que serão cumpridas pelo(a) discente durante a experiência
de monitoria.
Art. 19. Os planos de monitoria do Curso de Biblioteconomia comporão o Programa
de Monitoria do ICHCA.
Da Orientação
Art. 20. A Orientação de monitoria será realizada exclusivamente por docentes do
quadro permanente no Curso de Biblioteconomia.
§ 1º Docentes não pertencentes ao quadro permanente do Curso poderão orientar
monitoria, mediante autorização do Colegiado do Curso.
§ 2º Cada monitoria terá como orientador(a) o(a) respectivo(a) docente da disciplina a
que se refere.
§ 3º Cada orientador(a) é responsável pela execução do Roteiro de Atividade da
disciplina sob sua titularidade.
Art. 21. São atribuições do(a) orientador(a) de monitoria:
I – manifestar interesse ao Colegiado de Curso na monitoria de disciplina;
II – propor o Roteiro de Atividades da disciplina sob sua titularidade;
III – orientar e assistir o(a) monitor(a) na execução das atividades de monitoria;

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IV – realizar o controle de assiduidade e pontualidade do(a) monitor(a);
V – avaliar o desempenho do(a) monitor(a) na execução do Roteiro de Atividade sob
sua responsabilidade;
VI - realizar outras atividades previstas no Plano de Monitoria.
Do Roteiro de Atividades
Art. 22. O Roteiro de Atividades deverá ser elaborado pelo(a) docente orientador(a),
descrevendo as ações e o cronograma de execução.
Da Avaliação
Art. 23. A avaliação da monitoria compreende o desempenho do(a) monitor(a), a
orientação do(a) docente e a satisfação dos(as) discentes da disciplina a que se refere a
monitoria.
Art. 24. O(A) docente orientador(a) avaliará o desempenho do(a) monitor(a)
semestralmente, considerando:
I – assiduidade;
II – pontualidade;
III – participação;
IV – presteza.
Parágrafo único. Outros critérios de avaliação poderão ser considerados, conforme
disposição do Plano de Monitoria do ICHCA.
Art. 25. A avaliação da orientação será realizada pela Coordenação de Monitoria, com
a participação do(a) monitor(a) e dos(as) discentes da disciplina a que se refere.
Art. 26. A avaliação da satisfação dos(as) discentes da disciplina será realizada pela
Coordenação de Monitoria, com a participação do(a) monitor(a) e do(a) docente orientador(a).
Da Obtenção do Certificado
Art. 27. O certificado da Monitoria será emitido pela Pró-Reitoria de Graduação
(PROGRAD).
Parágrafo único. A obtenção do certificado de monitoria está condicionada ao
atendimento às normas estabelecidas neste instrumento e noutros que o fundamentam.

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Do Registro no Sistema Acadêmico
Art. 28. A atividade de monitoria será registrada como atividade complementar,
considerando, para este fim, o máximo de horas estabelecido na Resolução nº 01/2017 CBIB/UFAL.
§ 1º O registro será realizado conforme o disposto nos artigos 12, § 1º a § 4º, e 13 da
Resolução nº 01/2017 - CBIB/UFAL.
§ 2º O registro será realizado no sistema acadêmico exclusivamente ao término da
monitoria.
Das Disposições Finais
Art. 29. Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado do Curso de
Biblioteconomia, ouvida a Coordenação de Monitoria.
Art. 30. Esta Resolução entra em vigor na dada de sua aprovação pelo Colegiado do
Curso de Biblioteconomia.

Sala de Reunião do Curso de Biblioteconomia, Maceió, Alagoas, em 23 de agosto de
2017.

Colegiado do Curso de Biblioteconomia
Prof. Dr. Edivanio Duarte de Souza
Coordenador do Curso

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ANEXO E – RESOLUÇÃO Nº 06/2017 – CBIB/UFAL
De 11 de setembro de 2017
Estabelece as normas e os procedimentos adotados nas atividades de pesquisa do Curso de
Biblioteconomia da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES

CURSO DE BIBLIOTECONOMIA
Resolução nº 06/2017 - CBIB/UFAL, de 11 de setembro de 2017
Estabelece as normas e os procedimentos adotados
nas atividades de pesquisa do Curso de
Biblioteconomia da Universidade Federal de
Alagoas (UFAL).

O COLEGIADO DO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DA UNIVERSIDADE
FEDERAL DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições regimentais, em reunião
extraordinária realizada no dia 11 de setembro de 2017;
CONSIDERANDO o princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão,
previsto no Estatuto da UFAL;
CONSIDERANDO a Resolução nº 113/95 – CEPE/UFAL, de 13 de novembro de 1995, que
estabelece normas para o funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de
graduação;
CONSIDERANDO o incentivo à produção científica, tecnológica e cultural qualificada
como mecanismo que visa ao aumento da produção do conhecimento gerado na universidade;
CONSIDERANDO a necessidade de estabelecer as normas e os procedimentos relativos às
atividades de pesquisa do Curso de Biblioteconomia;
RESOLVE:
Art. 1° Disciplinar, na forma desta Resolução, as normas e os procedimentos
necessários ao funcionamento, ao acompanhamento e à avaliação das Atividades de Pesquisa
do Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).
Do Caráter Curricular
Art. 2º A pesquisa é componente curricular flexível do Curso de Biblioteconomia, nos
termos da Resolução nº 113/95 – CEPE/UFAL, de 13 de novembro de 1995, e da Resolução
nº 01/2017 - CBIB/UFAL, de 17 de agosto de 2017.
§ 1º A carga horária da pesquisa poderá ser computada como atividade complementar
na integralização do Curso, atendido o disposto no artigo 5º, inciso III, do instrumento
complementar a que se refere o caput.
§ 2º Cabe ao(à) discente incluir a pesquisa no Relatório de Atividades
Complementares, conforme estabelecem os artigos 6º, incisos I a IV, e 7º, § 1º e 2º, do
instrumento complementar a que se refere o caput.
Art. 3º O Curso de Biblioteconomia instituirá e manterá núcleos, grupos e linhas de

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pesquisa de acordo com os eixos temáticos do Projeto Pedagógico do Curso de
Biblioteconomia.
Art. 4° As ações de pesquisa desenvolvidas no Curso de Biblioteconomia deverão ser
registradas e institucionalizadas, no âmbito da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
(PROPEP) e da Unidade Acadêmica.
Das Finalidades da Pesquisa
Art. 5° O objetivo da pesquisa, no âmbito do Curso de Biblioteconomia, é a produção
de novos conhecimentos científicos na proposição ou resolução de problemas por meio de
métodos rigorosos que assegurem e garantam a obtenção de verdades verificáveis com vistas
a beneficiar a sociedade no atendimento das demandas prementes relacionadas à área de
Biblioteconomia e Ciência da Informação.
Art. 6º As finalidades da pesquisa científica são:
I - compreender a presença ou ausência de relação entre diferentes fenômenos;
II - demonstrar consistência interna entre conceitos e teorias dentro de certas
disciplinas;
III - desenvolver novas aplicações tecnológicas ou aprimorar tecnologias existentes;
IV - descrever e explicar as condições sob as quais um fenômeno ocorre;
V - aumentar e promover a generalidade do conhecimento científico.
Dos Grupos de Pesquisa
Art. 7º A criação de Grupos de Pesquisa deverá estar alinhada aos eixos temáticos
estabelecidos no Projeto Pedagógico do Curso de Biblioteconomia.
Art. 8º A criação de Grupos de Pesquisa deverá ser devidamente aprovada em reunião
de colegiado do Curso de Biblioteconomia.
Art. 9º A criação de Grupos de Pesquisa no âmbito do Curso de Biblioteconomia
deverá seguir as normativas estabelecidas pela UFAL e pelo Conselho Nacional de
Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
§ 1º Os Grupos de Pesquisa deverão ser constituídos por pesquisadores, estudantes e
técnicos do Curso, podendo ter a participação de componentes de outros setores da UFAL e
de outras instituições, públicas e privadas.
§ 2º Os Grupos de Pesquisa serão liderados somente por pesquisadores do quadro
docente permanente do Curso que detenham o título de Doutor.
§ 3º Caberão ao Líder do Grupo de Pesquisa o acompanhamento e a constante
atualização das informações junto ao Diretório de Grupos de Pesquisa (DGP) do CNPq.

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Da Documentação da Pesquisa
Art. 10. Os projetos de pesquisa deverão obedecer aos padrões exigidos nas
especificidades de cada edital a que forem submetidos.
Art. 11. Será considerada como documentação mínima a ser arquivada na
Coordenação de Pesquisa:
I - documentos de apoio às atividades dos grupos de pesquisa, a saber:
a) formulários de seleção de alunos;
b) editais de convocação de seleção de alunos;
c) resultados de seleção de alunos;
d) atas de reuniões de grupos de pesquisa.
II - projetos de pesquisa submetidos, compostos pelos seguintes elementos:
a) resumo;
b) contextualização e justificativa;
c) objetivos geral e específicos;
d) metodologia;
e) referências;
f) cronograma.
III - plano de atividades;
IV - relatórios parciais e finais;
V - produção intelectual oriunda da pesquisa.
Da Coordenação de Pesquisa
Art. 12. O Curso de Biblioteconomia instituirá a Coordenação de Pesquisa.
§1º A Coordenação de Pesquisa é a unidade de coordenação, articulação e
administração das atividades de pesquisa.
§ 2º O(A) Coordenador(a) de Pesquisa será designado(a) pelo Colegiado do Curso
para mandato de 2 (dois) anos e prorrogável por igual período.
Art. 14. Compete ao(à) Coordenador(a) de Pesquisa do Curso de Biblioteconomia:

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I - propor o plano de pesquisa;
II - acompanhar as atividades de pesquisa;
II - comunicar aos(às) docentes quando da abertura de editais internos e externos
voltados ao fomento da pesquisa;
III - comunicar aos(às) docentes quando da abertura de processos de submissão de
artigos em periódicos ou de trabalhos em eventos da área de Biblioteconomia e Ciência da
Informação;
IV – promover a atualização periódica das informações relativas aos núcleos, grupos e
projetos de pesquisa, no site do Curso;
V – promover o arquivamento do material resultante de atividade de pesquisa na
Secretaria do Curso;
VI - manter contato permanente com a Coordenação de Pesquisa do ICHCA visando
ao melhor andamento das atividades de pesquisa do Curso;
VII – manter contato permanente com a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
(PROPEP) visando ao melhor andamento das atividades de pesquisa do Curso.
Do(a) Docente Orientador(a)
Art. 13. Compete ao(à) docente orientador(a):
I – comunicar ao(à) Coordenador(a) de Pesquisa o calendário de seleção de bolsistas e
colaboradores(as);
II - realizar processo seletivo para ingresso ou substituição de bolsistas ou
colaboradores(as);
III - comunicar à Coordenação de Pesquisa a substituição de bolsistas e/ou
colaboradores(as);
IV - elaborar plano de atividades para os(as) discentes que participarão da pesquisa;
V - acompanhar o(a) discente nas ações previstas em seu plano de atividades;
VI - entregar à coordenação de pesquisa a documentação referente às pesquisas em
andamento e concluídas.
Dos(as) Bolsistas e Colaboradores(as)
Art. 14. A participação do(a) discente em atividades de pesquisa dar-se-á nas
seguintes modalidades:
I – bolsista;

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II – colaborador(a).
Art. 15. O ingresso nas atividades de pesquisa dar-se-á exclusivamente por intermédio
de processo seletivo.
Art. 16. São requisitos necessários ao ingresso do(a) bolsista e colaborador(a):
I – ser discente regularmente matriculado(a) no Curso;
II – ter currículo cadastrado na Plataforma Lattes;
III - estar cadastrado(a) no Grupo de Pesquisa do(a) orientador(a);
IV – ser aprovado(a) no processo seletivo com média igual ou superior a 7,00 (sete);
V – dispor de 12 (doze) horas semanais para as atividades de pesquisa.
Parágrafo Único. Discentes de outros cursos poderão participar do processo seletivo,
conforme entendimento do(a) proponente da pesquisa.
Art. 17. Havendo desistência de bolsa, esta deverá ser repassada para um(uma)
colaborador(a), considerando sempre a ordem de classificação.
Art. 18. O(A) discente que tiver vínculo empregatício ou outro tipo de bolsa não
poderá ser bolsista de atividades de pesquisa, salvo disposição contrária estabelecida no
edital.
Art. 19. São atribuições do(a) bolsista e/ou colaborador(a):
I – desenvolver atividades de pesquisa previstas no plano de atividades do projeto de
que participa;
II - auxiliar o(a) orientador(a) da pesquisa na elaboração de instrumentos de apoio à
pesquisa;
III – elaborar relatórios parciais e finais do projeto de pesquisa do qual faz parte;
IV – participar do Encontro de Iniciação Científica da UFAL;
V – participar de outros eventos técnico-científicos locais, regionais e nacionais;
VI – participar da avaliação do(a) orientador(a) do projeto de pesquisa do qual fez
parte;
VII – realizar outras atividades previstas no plano de atividades do(a) bolsista e/ou
colaborador(a);
Art. 20. Os(As) colaboradores(as) terão os mesmos direitos e obrigações dos(as)
bolsistas, excetuando exclusivamente a obtenção de bolsa.

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Das Avaliações
Art. 21. As avaliações deverão obedecer às normativas e aos instrumentos
estabelecidos nos editais de concessão de bolsas das instituições de fomento à pesquisa,
nacionais, regionais ou locais.
Art. 22. As pesquisas desenvolvidas, a depender do período de duração, deverão
apresentar relatórios parcial e final, obedecendo ao interstício de seis meses.
Parágrafo único. Os relatórios a que se refere o caput deverão ser encaminhados para
as entidades que concedem as bolsas, e uma cópia deve ser arquivada no Curso.
Do Certificado de Pesquisa
Art. 23. O certificado de pesquisa será emitido pela PROPEP.
Parágrafo Único. A obtenção do certificado de pesquisa está condicionada ao
atendimento às normas estabelecidas neste instrumento e noutros que o fundamentem.
Do Registro no Sistema Acadêmico
Art. 24. A atividade de pesquisa será registrada como atividade complementar,
considerando, para este fim, o máximo de horas estabelecido na Resolução nº 01/2017 –
CBIB/UFAL.
§ 1º O registro será realizado conforme o disposto nos artigos 12, § 1º a § 4º, e 13 da
Resolução nº 01/2017 – CBIB/UFAL.
§ 2º O registro será realizado no sistema acadêmico exclusivamente ao término das
atividades de pesquisa.
§ 3º Após o devido registro, o relatório e as cópias de certidões deverão ser arquivados
na pasta individual do(a) discente por um período de, pelo menos, cinco anos, após a
desvinculação definitiva do Curso.
Das Disposições Finais
Art. 25. Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado do Curso de Biblioteconomia,
ouvida a Coordenação de Pesquisa.
Art. 26. Esta resolução entra em vigor na data de sua aprovação pelo Colegiado do
Curso de Biblioteconomia.
Sala de Reunião do Curso de Biblioteconomia, Maceió, Alagoas, 11 de setembro de
2017.
Colegiado do Curso de Biblioteconomia
Prof. Dr. Edivanio Duarte de Souza
Coordenador do Curso

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ANEXO F – RESOLUÇÃO Nº 04/2017 – CBIB/UFAL
De 23 de agosto de 2017
Estabelece as normas e os procedimentos adotados na elaboração, apresentação e avaliação do
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal de
Alagoas (UFAL).

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES

CURSO DE BIBLIOTECONOMIA
RESOLUÇÃO 04/2017 - CBIB/UFAL, de 23 de agosto de 2017.
Estabelece as normas e os procedimentos adotados
na elaboração, apresentação e avaliação do
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do Curso
de Biblioteconomia da Universidade Federal de
Alagoas (UFAL).

O COLEGIADO DO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DA UNIVERSIDADE
FEDERAL DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições regimentais, em reunião
extraordinária realizada no dia 23 de agosto de 2017;
CONSIDERANDO a Resolução nº 25/2005 – CEPE/UFAL, de 26 de outubro de 2005, que
institui e regulamenta o funcionamento do regime acadêmico semestral nos cursos de
graduação da UFAL;
CONSIDERANDO a Instrução Normativa nº 02/2013 – PROGRAD/UFAL, de 27 de
setembro de 2013, que disciplina a construção de TCC nos cursos de graduação da UFAL;
CONSIDERANDO a necessidade de disciplinar as normas e os procedimentos relativos à
elaboração, apresentação e avaliação do TCC do Curso de Biblioteconomia;
RESOLVE:
Art. 1º Disciplinar, na forma desta Resolução, as normas e os procedimentos
necessários à elaboração, apresentação e avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
do Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).
Do Caráter Curricular
Art. 2º O TCC é componente curricular obrigatório do Curso de Biblioteconomia,
porém, sem carga fixa semanal.
§ 1º A carga horária total do TCC será computada na integralização do Curso.
§ 2º O início da elaboração do TCC ocorrerá, para os(as) discentes do fluxo padrão, no
5º semestre letivo, e a conclusão, no 8º semestre letivo.
§ 3º A ausência de conclusão do TCC, no período previsto no parágrafo anterior,
implicará na matrícula vínculo, que poderá ser renovada até o tempo máximo de conclusão do
Curso de 12 (doze) semestres letivos.
§ 4º A não conclusão e defesa do TCC, no período máximo estabelecido no parágrafo
anterior, ensejará no desligamento definitivo do(a) discente do Curso.

182

Da Coordenação
Art. 3º O Curso de Biblioteconomia constituirá Coordenação de TCC.
Parágrafo único. A Coordenação será designada pelo Colegiado do Curso para
mandato de dois anos e prorrogável por igual período.
Art. 4º Caberá à Coordenação de TCC:
I – organizar a documentação necessária à condução do TCC;
II – analisar projetos de pesquisa e apresentar proposta de orientação do TCC;
III – apresentar, quando necessária, a proposta de mudança de orientação do TCC;
IV – acompanhar o cronograma de orientação do TCC;
V – solicitar o cadastro dos dados do TCC no sistema acadêmico;
VI - organizar a Semana de Defesa de TCC;
VII – providenciar junto à Coordenação do Curso as declarações de participação nas
bancas examinadoras de TCC;
VIII – promover o arquivamento do material resultante da elaboração e da defesa de
TCC.
Da Forma de Apresentação
Art. 5º O TCC terá caráter técnico-científico e será resultado de uma pesquisa
apresentada no formato de monografia.
Art. 6º O TCC versará obrigatoriamente sobre um assunto de um dos eixos temáticos
do Curso de Biblioteconomia:
I – Fundamentos Teóricos da Biblioteconomia e Ciência da Informação;
II – Organização, Processamento e Tratamento da Informação;
III – Recursos e Serviços de Informação;
IV – Gestão de Unidades e Serviços de Informação;
V – Tecnologias da Informação.
Art. 7º O TCC terá, no mínimo, 30 (trina) páginas textuais e deverá observar as
seguintes normas, em vigor, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT):
I - NBR 6023: informação e documentação – referências – elaboração;

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II - NBR 6024: informação e documentação – numeração progressiva das seções de
um documento escrito – apresentação;
III – NBR 6027: informação e documentação – sumário – apresentação;
IV - NBR 6028: informação e documentação – resumo – apresentação;
V - NBR 10520: informação e documentação – citações em documentos –
apresentação;
VI – NBR 12225: informação e documentação – lombada – apresentação;
VI - NBR 14724: informação e documentação – trabalhos acadêmicos – apresentação.
§ 1º A NBR 12225/ABNT deverá ser observada apenas na apresentação da versão
final.
§ 2º Na normalização de quadros e tabelas, observar-se-ão os padrões do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Art. 8º O TCC será obrigatoriamente de elaboração individual.
Da Orientação
Art. 9º A orientação do TCC será realizada por docentes lotados(as) no Curso de
Biblioteconomia.
§ 1º Cada docente orientará simultaneamente, no máximo, cinco discentes, podendo
este quantitativo ser ampliado, a critério do Colegiado do Curso.
§ 2º Docentes externos(as) e profissionais liberais com atuação em áreas relacionadas
ao tema do TCC poderão ser coorientadores(as), desde que autorizados(as) pelo(a)
orientador(a) e aprovados(as) pelo Colegiado do Curso.
Art. 10. A Coordenação de TCC analisará os projetos de pesquisa até o final do 6º
semestre letivo e apresentará proposta de quadro de orientação aos(às) docentes,
considerando:
I – a aderência do projeto de pesquisa aos eixos temáticos do Curso;
II – a predominância na área de atuação do(a) orientador(a);
III – a disponibilidade de vaga por orientador(a), nos termos do § 1º do artigo 9º;
IV – a inexistência de recusa expressa e justificada por parte de discente e/ou docente.
§ 1º O(A) docente da disciplina Métodos e Técnicas de Pesquisa deverá depositar o
projeto de pesquisa dos(as) discentes junto à Coordenação de TCC, no período de ajustes de
matrícula do semestre seguinte.

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§ 2º O(A) discente poderá, observando os incisos I a IV do artigo 6º, apresentar
sugestão de orientação.
§ 3º Havendo alguma recusa à orientação, esta deverá ser apresentada de forma
expressa e justificada à Coordenação de TCC, que a submeterá à apreciação do Colegiado do
Curso.
§ 4º O Colegiado do Curso definirá as orientações que se iniciarão no semestre
subsequente, na última reunião ordinária semestral.
Art. 11. A formalização da orientação será realizada com o preenchimento de
formulário de orientação e a assinatura das partes envolvidas, nos termos do Apêndice A –
Formalização de Orientação de Trabalho de Conclusão de Curso.
Art. 12. Caberá ao(à) orientador(a) do TCC:
I – organizar e supervisionar as atividades do TCC sob sua orientação;
II – criar mecanismos operacionais que permitam a orientação com presteza,
segurança e aproveitamento;
III – orientar o(a) discente no desempenho de suas atividades;
IV – fazer cumprir os cronogramas e os prazos das atividades do TCC;
V – submeter, quando necessário, o projeto do TCC ao Comitê de Ética em Pesquisa
da UFAL.
Art. 13. A orientação, para o discente do fluxo padrão, terá início no 7º semestre letivo
e será concluída com a defesa, no 8º semestre letivo.
Art. 14. A orientação, para o(a) discente do fluxo individual, terá inicio no período em
que aquele(a) estiver cursando, pelo menos, 50% das disciplinas do 7º semestre letivo.
Art. 15. A orientação será realizada conforme cronograma estabelecido pelo(a)
orientador(a).
§ 1º Deverá ser realizado o controle sistemático de frequência da orientação, nos
termos do Apêndice B – Frequência de Orientação de Trabalho de Conclusão de Curso.
§ 2º A ausência injustificada por uma das partes envolvidas, por três encontros
consecutivos ou cinco alternados, enseja a desistência da orientação.
Art. 16. A mudança de orientação poderá ser proposta à Coordenação de TCC, desde
que de forma justificada e até o final do primeiro período a que se refere o artigo 13.
§ 1º A mudança de orientação será realizada pela Coordenação de TCC, observando o
disposto nos artigos 6º, I a V, e 10, I a IV, e autorizada pelo Colegiado do Curso.

185

§ 2º A mudança de orientação será efetivada com a realização de requerimento
devidamente assinado pelas partes envolvidas, nos termos do Apêndice C – Mudança de
Orientação de Trabalho de Conclusão de Curso.
Da Banca Examinadora
Art. 17. A banca examinadora será composta por três docentes titulares e um(uma)
docente suplente lotados(as) no Curso de Biblioteconomia.
§ 1º Um dos membros a que se refere o caput poderá ser externo ao Curso, desde que
tenha comprovada experiência na temática do TCC.
§ 2º O(A) docente orientador(a), em todas as circunstâncias, será o(a) presidente da
banca examinadora.
Art. 18. A banca examinadora será formalizada pelo(a) orientador(a) junto à
Coordenação de TCC e aprovada pelo Colegiado do Curso de Biblioteconomia.
§ 1º A formalização a que se refere caput deverá ser realizada em formulário próprio,
até 15 (quinze) dias antes da Semana de Defesa de TCC, nos termos do Apêndice D –
Composição de Banca de Defesa de Trabalho de Conclusão de Curso.
§ 2º A data e o horário de apresentação do TCC serão propostos pela orientação,
considerando o que estabelece o parágrafo anterior.
§ 3º O cronograma de defesa de TCC será proposto pela Coordenação de TCC e
aprovado pelo Colegiado do Curso.
Art. 19. Cada avaliador(a) receberá uma cópia do TCC com antecedência mínima de
10 (dez) dias da sessão de apresentação.
Da Defesa
Art. 20. A defesa de TCC será realizada em sessão pública, na Semana de Defesa de
TCC, que ocorrerá na última quinzena de cada semestre letivo.
Parágrafo único. A defesa poderá ser realizada em período distinto do que estabelece o
caput, desde que devidamente justificada e autorizada pelo Colegiado do Curso.
Art. 21. O(A) discente terá 30 (trinta) minutos para a apresentação do TCC, podendo
esse tempo ser prorrogado por até 10 (dez) minutos.
Art. 22. Cada membro da banca examinadora terá até 20 (vinte) minutos para tecer
considerações, podendo esse tempo ser prorrogado por até 10 (dez) minutos.
Da Avaliação
Art. 23. A Avaliação do TCC será realizada pela banca examinadora, considerando os
seguintes critérios e suas respectivas pontuações:

186

I - significado ou relevância do tema – 0,50 (meio ponto);
II - estruturação do trabalho – 1,00 (um ponto);
III - redação e linguagem: clareza, objetividade, coerência e coesão – 2,00 (dois
pontos);
IV - conteúdo – introdução, fundamentação teórica, procedimentos metodológicos,
resultados e considerações finais – 4,00 (quatro pontos);
V - apresentação gráfica e normalização – 1,00 (um ponto);
VI - referências utilizadas: pertinência e atualidade – 1,50 (um ponto e meio).
Art. 24. A banca examinadora atribuirá nota entre 0,00 (zero ponto) e 10,00 (dez
pontos) ao TCC, sendo considerado aprovado o discente que obtiver a nota mínima 7,00
(sete).
§ 1º Cada avaliador(a) atribuirá individualmente as pontuações aos itens a que ser
refere o artigo 24, I a VI, nos termos do Apêndice E – Ata de Defesa de Trabalho de
Conclusão de Curso.
§ 2º No final, será atribuída uma única nota ao TCC, resultado da média aritmética das
notas atribuídas pelos(as) componentes da banca examinadora.
Art. 25. A divulgação da nota a que se refere o parágrafo § 2º do artigo anterior só
será realizada após a entrega definitiva da versão final do TCC.
Art. 26. Além da atribuição da nota, cumpre à banca examinadora a sugestão de
alterações e/ou acréscimos, quando necessários, nos termos do Apêndice F – Alteração do
Trabalho de Conclusão de Curso.
Parágrafo único. As alterações e/ou os acréscimos a que se refere o caput são de
inteira responsabilidade do(a) discente e, quando realizados, deverão ser validados pelo(a)
respectivo(a) orientador(a).
Do Depósito e Do Arquivamento
Art. 27. A versão definitiva do TCC será depositada junto à Coordenação de TCC no
prazo máximo de 20 (vinte) dias úteis a contar da data da defesa.
Art. 28. O depósito será realizado mediante a entrega à Coordenação de TCC de:
I – 2 (dois) exemplares impressos em folhas na cor branca e encadernados em capas
duras na cor preta com fonte dourada;
II – 1 (um) exemplar digital, gravado em CD-ROM (Compact Disc Read-Only
Memory) ou DVD (Digital Video Disc), no formato PDF (Portable Document Format), com a
seguinte padronização:
a) invólucro em plástico transparente ou acrílico;

187

b) capa branca em cujo anverso constem impressos os dados da capa do TCC, com
fonte na cor preta;
c) contracapa branca em cujo verso conste impressa a ficha catalográfica, conforme a
segunda edição do Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR2), com fonte
na cor preta;
d) adesivo branco do CD em cuja superfície constem impressos os dados da capa do
TCC.
III – a autorização para publicação do TCC no site do Curso e no Repositório
Institucional da UFAL, nos termos do Apêndice G – Autorização da Publicação.
Art. 29. No momento do depósito, as versões impressas deverão estar devidamente
assinadas pelos membros da banca examinadora.
Parágrafo único. Será de inteira responsabilidade do(a) concluinte a obtenção das
assinaturas dos membros da banca examinadora.
Art. 30. Um exemplar impresso do TCC será encaminhado para compor o acervo da
Biblioteca Central da UFAL e o outro fará parte do acervo da Biblioteca do Curso de
Biblioteconomia.
Art. 31. Toda documentação referente ao TCC será arquivada na pasta individual
do(a) discente por, pelo menos, cinco anos, após a desvinculação definitiva do Curso de
Biblioteconomia.
Do Registro da Nota no Sistema Acadêmico
Art. 32. A nota final somente será registrada no sistema acadêmico após o
cumprimento de todos os dispositivos e procedimentos previstos nesta Resolução.
Parágrafo único. O registro da nota do TCC no sistema acadêmico deve ser realizado
pela Coordenação de Curso, verificada sistematicamente a inexistência de qualquer tipo de
pendência.
Das Disposições Finais
Art. 33. Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado do Curso de
Biblioteconomia, ouvida a Coordenação de TCC.
Art. 34. Ficam revogadas todas as disposições em contrário, em especial a Resolução
nº 01/2002 - CBIB/UFAL, de 09 de abril de 2002, incluindo as atualizações realizadas em 07
de fevereiro de 2011.
Art. 35. Esta Resolução entra em vigor na data de sua aprovação pelo Colegiado do
Curso de Biblioteconomia.

188

Sala de Reunião do Curso de Biblioteconomia, Maceió, Alagoas, em 23 de agosto de
2017.

Colegiado do Curso de Biblioteconomia

Prof. Dr. Edivanio Duarte de Souza
Coordenador do Curso

189

APÊNDICE A – FORMALIZAÇÃO DE ORIENTAÇÃO DE TRABALHO DE
CONCLUSÃO DE CURSO

Orientando(a):

Matrícula:

Título do Trabalho de Conclusão de Curso:

Orientador(a):

Coorientador(a):

Eixo de Estudo:
(
(
(
(
(

) Fundamentos Teóricos da Biblioteconomia e da Ciência da Informação
) Organização, Processamento e Tratamento da Informação
) Recursos e Serviços de Informação
) Gestão de Unidades e Serviços de Informação
) Tecnologia da Informação

Data de início:

Data de defesa prevista:

______/______/__________

______/______/__________

Maceió/Alagoas, _______/______/__________.
Assinatura do(a) orientando(a)
Assinatura do(a) orientador(a)

Assinatura do(a) coorientador(a)

190

APÊNDICE B – FREQUÊNCIA DE ORIENTAÇÃO DE TRABALHO DE
CONCLUSÃO DE CURSO

Matrícula:

Orientando(a):
Titulo do Trabalho de Conclusão de Curso:

Orientador(a):
Coorientador(a):
Assinaturas
Data

Atividade

Orientando(a)

Orientando(a)

Coordenador(a)
de TCC

191

APÊNDICE C – MUDANÇA DE ORIENTAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO
DE CURSO

Orientando(a):

Matrícula:

Título do Trabalho de Conclusão de Curso:

Orientador(a) substituído(a):

Orientador(a) substituto(a):

Eixo de Estudo:
(
(
(
(
(

) Fundamentos Teóricos da Biblioteconomia e da Ciência da Informação
) Organização, Processamento e Tratamento da Informação
) Recursos e Serviços de Informação
) Gestão de Unidades e Serviços de Informação
) Tecnologia da Informação

Justificativa para mudança de orientação:

_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
[Se necessário, use o verso da folha.]

Maceió/Alagoas, _______/______/__________.
Assinatura do(a) orientando(a)
Assinatura do(a) orientador(a)
substituído(a)

Assinatura do(a) orientador(a)
substituto(a)

192

APÊNDICE D – COMPOSIÇÃO DE BANCA DE DEFESA DE TRABALHO DE
CONCLUSÃO DE CURSO

Orientando(a):

Matrícula:

Título do Trabalho de Conclusão de Curso:

Eixo de Estudo:
(
(
(
(
(

) Fundamentos Teóricos da Biblioteconomia e da Ciência da Informação
) Organização, Processamento e Tratamento da Informação
) Recursos e Serviços de Informação
) Gestão de Unidades e Serviços de Informação
) Tecnologia da Informação

Examinador(a) 1 (orientador(a)):

Instituição:
Curso:
Email:

Examinador(a) 2:

Telefone:

Instituição:
Curso:
Email:

Examinador(a) 3:

Telefone:

Instituição:
Curso

Data da defesa:

Email:

Telefone:

Local da defesa:

Horário da defesa:

Maceió/Alagoas, _______/______/__________.

___________________________________________
Assinatura do(a) Orientador(a)

193

APÊNDICE E – ATA DE DEFESA DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

Matrícula:

Orientando(a):
Titulo do Trabalho de Conclusão de Curso:

Orientador(a):
Coorientador(a):

Aspecto Avaliado

Referência

Significado e relevância do tema

0,50

Estruturação do TCC

1,00

Redação e linguagem – clareza,
objetividade, coerência e coesão.

2,00

Conteúdo – introdução,
fundamentação teórica,
procedimentos metodológicos,
resultados e considerações finais.

4,00

Apresentação gráfica e normalização

1,00

Referências – pertinência e
atualidade.

1,50

Pontuação Final

10,00

Membro 1

Pontuação
Membro 2

Membro 3

Média

Banca Examinadora
Nome legível

Assinatura

Maceió/Alagoas, ______/______/__________.

194

APÊNDICE F – ALTERAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

Orientando(a):

Matrícula:

Titulo do Trabalho de Conclusão de Curso:

Orientador(a):
Coorientador(a):
Alterações solicitadas:

_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
[Se necessário, use o verso da folha.]

Banca Examinadora
Nome legível

Assinatura

Maceió/Alagoas, ______/______/__________.

195

APÊNDICE G – AUTORIZAÇÃO DA PUBLICAÇÃO DO TRABALHO DE
CONCLUSÃO DE CURSO

Autor(a):

CPF:
RG/UF:

Título do Trabalho de Conclusão de Curso:

Eixo de Estudo:
(
(
(
(
(

) Fundamentos Teóricos da Biblioteconomia e da Ciência da Informação
) Organização, Processamento e Tratamento da Informação
) Recursos e Serviços de Informação
) Gestão de Unidades e Serviços de Informação
) Tecnologia da Informação

Orientador(a)
Coorientador(a)
Banca examinadora:

_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
Data de defesa:
Tipo de liberação
( ) Parcial
( ) Total
Em caso de liberação parcial, especificar os itens de acesso restrito:

_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
[Se necessário, use o verso da folha.]

Cláusula de autorização:
Na qualidade de titular dos direitos de autor(a) da publicação, autorizo o Curso de Biblioteconomia da Universidade
Federal de Alagoas (UFAL) a disponibilizar, no sítio institucional, sem ressarcimento dos direitos autorais, de
acordo com a Lei no 9610/98, o texto integral da obra acima especificada, conforme permissões assinaladas, para
fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir da data de
assinatura deste termo.

Maceió/Alagoas, ______/______/__________.

Assinatura do(a) autor(a)
                
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