Arquitetura e Urbanismo Bacharelado-2019

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Arquitetura e Urbanismo-Arapiraca-2019.pdf
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                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA / SEDE
CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO / BACHARELADO

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO
ARQUITETURA E URBANISMO BACHARELADO

Arapiraca-AL
Julho, 2019

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA / SEDE
CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO / BACHARELADO

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO
ARQUITETURA E URBANISMO BACHARELADO

Projeto pedagógico reformulado para
fins de atualização teórico-metodológica
e adequação às diretrizes curriculares
nacionais.

Arapiraca-AL
Julho, 2019

Reitora

Coordenador do Curso

Prof.ª Dr.ª Maria Valéria Costa Correia

Prof. Me. Edler Oliveira Santos

Vice-reitor

Vice Coordenadora do Curso

Prof. Dr. José Vieira da Cruz

Prof.ª Dr.ª Simone Carnaúba Torres

Pró-Reitora de Graduação
Prof.ª Dr.ª Sandra Regina Paz da Silva
Coordenadoria de Cursos de Graduação –
CCG
Prof.ª Dr.ª Giana Raquel Rosa
Responsável pela Revisão do Projeto
Pedagógico
Ionara Duarte de Gois
- Técnica em Assuntos
Educacionais/CCG/PROGRAD

Comissão de Elaboração do Projeto
Prof.ª Me. Alice de Almeida Barros
Prof.ª Dr.ª Elisabeth de Albuquerque Cavalcanti
Duarte Gonçalves
Prof. Me. Geilson Márcio Albuquerque de
Vasconcelos
Prof. Me. Iuri Ávila Lins de Araújo
Prof. Dr. Odair Barbosa de Moraes
Prof. Me. Rafael Rust Neves
Prof.ª Me. Renata Torres Sarmento de Castro
Prof. Dr. Ricardo Victor Rodrigues Barbosa
Prof.ª Me. Simone Rachel Lopes Moura
Professores Colaboradores
Prof.ª Dr.ª Maria Ester Ferreira da Silva Viegas
Prof. Dr. Marcelo Karloni da Cruz
Prof.ª Dr.ª Maria Madalena Zambi de
Albuquerque
Prof.ª Me Nayane Laurentino da Silva
Prof.ª Me Natiele Vanessa Vitorino
Prof.ª Me. Rosemary Lopes Rodrigues
Prof.ª Me Sofia Campos Christopoulos
Prof. Me. João Paulo Omena

SUMÁRIO
1

IDENTIFICAÇÃO

4

1.1 Dados da Instituição

4

1.2 Dados do curso

4

1.3 Colegiado do Curso de Arquitetura e Urbanismo Bacharelado

5

1.4 Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Arquitetura e Urbanismo 6
1.5 Corpo Docente do Curso de Arquitetura e Urbanismo Bacharelado

7

1.6 Gestão Acadêmica no Curso de Arquitetura e Urbanismo

10

2

12

APRESENTAÇÃO

2.1 Contextualização regional e local

12

2.2 Histórico do Curso de Arquitetura e Urbanismo – Bacharelado

14

3

17

OBJETIVOS DO CURSO

3.1 Objetivo geral

18

3.2 Objetivos específicos

18

3.3 Competências, habilidades e conteúdos

19

4

24

PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO

4.1 Atribuições e ênfases

24

4.2 Campos de atuação

25

5

28

5.1

POLÍTICAS INSTITUCIONAIS
Políticas institucionais no âmbito do curso

28

5.1.1 Inovação e Qualificação

28

5.1.2 Internacionalização

28

5.1.3 A responsabilidade social

29

5.1.4 Acessibilidade

30

5.1.5 Inclusão e política de cotas

32

5.1.6 Assistência ao estudante

33

5.1.7 Políticas de extensão

36

5.1.8 Políticas de pesquisa

45

6

METODOLOGIA DE ENSINO-APRENDIZAGEM

48

7

AS TECNOLOGICAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO – TICs 52

8

PROCESSOS E SISTEMAS DE AVALIAÇÃO

53

8.1 AVALIAÇÃO DISCENTE

53

8.2 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

56

8.3 COMISSÃO DE AUTO-AVALIAÇÃO

57

9

59

INFRAESTRUTURA E RECURSOS MATERIAIS

10 ESTÁGIO SUPERVISIONADO

60

11 ATIVIDADES COMPLEMENTARES

63

12 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

69

13 MATRIZ CURRICULAR

70

13.1 Educação em direitos humanos

76

13.2 Educação para as relações étnico-raciais

78

13.3 Educação ambiental

79

14 ORDENAMENTO CURRICULAR

81

14.1 EMENTAS DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO CURSO

84

14.2 EMENTAS DAS DISCIPLINAS ELETIVAS DO CURSO

118

REFERÊNCIAS

134

1

IDENTIFICAÇÃO

1.1

Dados da Instituição
Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
CNPJ: 00.394.445/0124-52
Município-sede: Brasília – Distrito Federal (DF).
Dependência: Administrativa Federal
Instituição mantida: Universidade Federal de Alagoas
Campus: A. C. Simões
Reitora: Maria Valéria Costa Correia
Vice-Reitor: José Vieira Cruz
Código: 577
Município Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço: Av. Lourival de Melo Mota S/N – Campus A. C. Simões. Bairro:

Tabuleiro do Martins, Cidade: Maceió, Estado: Alagoas.
Telefone: +55 (82) 3482.1840
Portal Eletrônico: www.ufal.edu.br
Missão da IES: A Universidade Federal de Alagoas tem por missão formar,
continuamente, competências por meio da produção, multiplicação e recriação dos
saberes coletivos e do diálogo com a sociedade.
1.2

Dados do curso
Nome do Curso: Arquitetura e Urbanismo – Bacharelado
Modalidade: Presencial
Título ofertado: Bacharel em Arquitetura e Urbanismo
Código: 101932
Campus: Arapiraca / Sede
Unidade Acadêmica: Arapiraca / Sede
Endereço: Av. Manoel Severino Barbosa, Bom Sucesso, CEP: 57309-005,

Arapiraca-Alagoas.
Telefone: (82) 3482-1822 (Direção Geral)
4

4

Autorização: Parecer CES nº. 52/2007.
Portaria de reconhecimento: Portaria 408 de 11/10/2011 (Data de
Publicação D.O.U:14/10/2011).
Ato de renovação de reconhecimento: Portaria nº 920, de 27 de dezembro
de 2018.DOU 28/12/2018 Edição 249.
Turno de funcionamento: Diurno - Vespertino.
Integralização do curso: Mínimo de 10 semestres (5 anos) a, no máximo, 15
semestres (7,5 anos).
Vagas anuais: 40 vagas.
Regime: Semestral.
Formas de ingresso: O ingresso no curso de Arquitetura e Urbanismo é
efetivado por meio do processo seletivo, sendo a prova do Exame Nacional do
Ensino Médio (ENEM) o meio de seleção e a plataforma SISu/MEC (Sistema de
Seleção Unificada) o meio de inscrição, respeitados os critérios de cotas em vigor. A
UFAL poderá adotar outros processos de seleção, simplificados ou não, para o
preenchimento de vagas ociosas ou em casos de convênios firmados no interesse
público. Dentre outros, aqueles que dizem respeito à formação de professores que
atuam na rede pública de ensino e à formação de gestores públicos. Em todos os
casos, a igualdade de oportunidade de acesso é garantida por meio de editais. A
UFAL adota uma perspectiva de não produzir nenhuma vaga ociosa, utilizando,
periodicamente, conforme o seu calendário acadêmico, editais de reopção, de
transferência externa e de reingresso (nesse caso só para os cursos que possuem
as duas modalidades: licenciatura e bacharelado).

Carga Horária total do Curso: 3.772 horas
1.3

Colegiado do Curso de Arquitetura e Urbanismo Bacharelado
O Colegiado de Curso é um órgão consultivo para os assuntos relacionados às

políticas de ensino, pesquisa e extensão do curso de graduação em conformidade com as
diretrizes definidas no Regimento Geral da UFAL de 30/01/2006, Título II Capítulo V, Seção
II, Art. 25 e 26 e a Portaria N° 559 de 28 de junho de 2001. O colegiado é renovado
periodicamente, de dois em dois anos, sendo constituído por cinco professores vinculados

5

5

ao Curso de Arquitetura e Urbanismo, dentre eles o coordenador e o vice-coordenador, um
funcionário e um representante discente.
A atual formação, conforme Portaria nº 54 de 16 de maio de 2018, conta com a
distribuição conforme expresso a seguir:

Membros Titulares
Prof. Me Edler Oliveira Santos – Coordenador
Prof.ª Dr.ª Simone Carnaúba Torres – Vice Coordenadora
Prof.ª Dr.ª Elisabeth de Albuquerque Cavalcanti Duarte Gonçalves
Prof. Dr. Odair Barbosa de Moraes
Prof.ª Me. Simone Rachel Lopes Moura

Membros Suplentes
Prof. Dr. Elthon Allex da Silva Oliveira
Prof. Dr. Marcelo Karloni da Cruz
Prof. Dr. Patrick Henrique da Silva Brito
Prof. Dr. Ricardo Victor Rodrigues Barbosa
Prof.ª Me. Renata Torres Sarmento de Castro

Representantes dos Técnico-Administrativos
Titular: Dayvid Evandro da Silva Lós
Suplente: Vanessa Vasconcelos Dantas da Cunha

Representantes dos Discentes
Titular: Joseph Deodato da Silva
Suplente: Ruan Victor Amaral Oliveira

1.4

Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Arquitetura e

Urbanismo Bacharelado

O Núcleo Docente Estruturante – NDE foi criado considerando as orientações
contidas na Portaria MEC nº. 147/2007, de 02/02/2007, bem como a Resolução
CONAES nº. 01/2010 e o Parecer nº. 04/2010, de 17/06/2012, da Comissão
Nacional de Avaliação da Educação Superior – CONAES, que tratam de sua
normatização, princípios, criação e sua finalidade e, por fim, a resolução n° 52/20126

6

CONSUNI/UFAL, de 05 de novembro de 2012, que institui o núcleo docente
estruturante (NDE) no âmbito dos cursos de graduação da UFAL. Assim, o NDE do
Curso Arquitetura e Urbanismo é composto pelos professores (conforme portaria de
11 de maio de 2018):
Prof. Me Edler Oliveira Santos – Coordenador (presidente)
Prof.ª Dr.ª Simone Carnaúba Torres – Vice-Coordenadora
Prof. Dr. Ricardo Victor Rodrigues Barbosa
Prof.ª Me. Renata Torres Sarmento de Castro
Prof.ª Me. Simone Rachel Lopes Moura

1.5

Corpo Docente do Curso de Arquitetura e Urbanismo Bacharelado
O curso de Graduação em Arquitetura e Urbanismo – Bacharelado da UFAL

apresenta um corpo docente composto de 11 (onze) professores, dos quais 4
(quatro) possuem doutorado e 7 (sete) mestrado, com formação específica nas
áreas de Arquitetura e Urbanismo e área afim (Engenharia Civil). Todos são
contratados com carga-horária de 40h e regime de Dedicação Exclusiva, conforme
exposto nos quadros a seguir (Quadros 1 e 2).
O corpo docente do curso apresenta formação em área específica de
Arquitetura e Urbanismo e conta com a presença de dois profissionais com formação
em Engenharia Civil (área afim). Além disso, tem sido efetuada a integração com
corpo docente de outros cursos e núcleos do Campus Arapiraca (Curso de
Matemática Licenciatura e Núcleo de Estudos Humanísticos e Transdisciplinares
Humanidades – NEHT), tanto nas atividades de ensino (disciplinas ministradas por
professores de outros cursos), como também, no desenvolvimento de ações de
pesquisa e extensão. Desta forma, é possível verificar uma contribuição para
fomentar as discussões fundamentadas na multidisciplinaridade das questões que
tangenciam o papel e atuação do profissional arquiteto urbanista.

7

7

Quadro 1: Corpo Docente do Curso de Arquitetura e Urbanismo – Bacharelado –
Campus UFAL Arapiraca
DOCENTE

REGIME DE
TRABALHO

GRADUAÇÃO

MESTRADO

DOUTORADO

Alice de Almeida
Barros

40 h D.E.

Arquitetura e
Urbanismo /
UFAL

Arquitetura e
Urbanismo /
UFAL

Em andamento
(Arquitetura e
Urbanismo /
UFAL)

Edler Oliveira Santos

40 h D.E.

Arquitetura e
Urbanismo/ UFAL

-

Elisabeth de
Albuquerque
Cavalcanti Duarte
Gonçalves
Geilson Márcio
Albuquerque de
Vanconcelos
Iuri Ávila Lins de
Araújo

40 h D.E.

Arquitetura e
Urbanismo/UFAL

Arquitetura e
Urbanismo /
UFMG
Arquitetura e
Urbanismo
/UFSC

40 h D.E.

Engenharia
Civil/UFAL

40 h D.E.

Arquitetura e
Urbanismo /
UFAL

Odair Barbosa de
Moraes

40 h D.E.

Engenharia Civil /
UFAL

Rafael Rust Neves

40 h D.E.

Arquitetura e
Urbanismo / UFV

Renata Torres
Sarmento de Castro

40 h D.E.

Ricardo Victor
Rodrigues Barbosa

40 h D.E.

Arquitetura e
Urbanismo /
CESMAC
Arquitetura e
Urbanismo/UFAL

Arquitetura e
Urbanismo /
UFAL
Ciências da
Engenharia
Ambiental / USP

Simone Carnaúba
Torres

40 h D.E.

Simone Rachel Lopes
Moura

40 h D.E.

Arquitetura e
Urbanismo /
UFAL
Arquitetura e
Urbanismo/UFAL

Arquitetura e
Urbanismo /
UFAL
Arquitetura e
Urbanismo/UFAL

Engenharia de
Estruturas /
EESC - USP
Arquitetura e
Urbanismo /
UFAL
Engenharia
Ambiental
Urbana / UFBA
Planejamento
Urbano e
Regional /
(IPPUR / UFRJ)

Engenharia
Civil/UFSC

Em andamento
(Engenharia
Civil / UFPE)
Em andamento
(Arquitetura e
Urbanismo /
UFAL)
Engenharia
Civil/USP
Em andamento
(Desenvolviment
o Urbano /
UFPE)
-

Ciências da
Engenharia
Ambiental / USP
Desenvolviment
o Urbano /
UFPE
-

8

8

Quadro 2: Distribuição dos Professores Conforme Titulação
Professores Doutores

4

%
36

Professores Mestres

7

64

Total de Professores

11

100

O número de professores com titulação de mestre é superior ao de
professores com doutorado. Porém, essa maioria se encontra em processo de
doutoramento, o que favorecerá um aumento considerável no percentual de
professores doutores em curto prazo (próximos três anos). O Programa de
Desenvolvimento de Pessoal da Universidade Federal de Alagoas (PRODEP-UFAL),
instituído pela Portaria nº 2.181/2012-GR/UFAL, tem garantido a presença de
professores substitutos para suprir os afastamentos de professores do magistério
superior para participação em programa de Pós-Graduação Stricto Sensu.
As diretrizes curriculares nacionais para educação que tem guiado a série de
reformulações das matrizes dos cursos de graduação da UFAL/Campus Arapiraca
demandam de todo o corpo docente integrante da unidade, a adoção de uma
abordagem transdisciplinar na concepção de cada projeto. Tal necessidade, que não
prescinde, em nenhum grau, da formação técnica profissional no curso de
Arquitetura e Urbanismo foi atendida com a criação do Núcleo de Estudos
Humanísticos Transdisciplinares (NEHT).
Temas como desenvolvimento, meio ambiente, formação social brasileira,
espaço, paisagem e relações étnico-raciais tem lugar de destaque na formação
humanizada do profissional de arquitetura e urbanismo. Aspectos específicos da
formação do arquiteto urbanista ganham ainda mais importância com a contribuição
dos temas discutidos pelo NEHT. Com a inserção desses temas agora distribuídos
ao longo de toda matriz curricular do curso de arquitetura e urbanismo, o profissional
que será formado possuirá em igual medida instrumentalidades para sua ação como
projetista bem como terá aguçada sua percepção da realidade que o cerca por meio
de uma abordagem crítico-reflexiva. O corpo docente deste núcleo tem atuado na
colaboração direta com o Curso de Arquitetura e Urbanismo, incluindo as atividades
de ensino, ministrando disciplinas obrigatórias de formação geral que tangenciam as
questões multidisciplinares, tais como Planejamento Regional Urbano, Teoria e
Estética da Arquitetura, e disciplinas eletivas, tais como Estudos em Segregação
9

9

Sócio-espacial e Cidade, Lugar e Cotidianidade. No Quadro 3, segue a descrição do
corpo docente pertencente ao Núcleo de Estudos Humanísticos Transdisciplinares
(NEHT) e estão descritas informações sobre a qualificação do corpo docente do
respectivo núcleo.
Quadro 3: Corpo docente do Núcleo de Estudos Humanísticos Transdisciplinares
Docente
Prof. Dr. Israel
Alexandria Costa

Regime
40 DE

Graduação
Direito e Filosofia /
UCSAL

Mestrado
Filosofia / UFBA

Doutorado
Filosofia / UFBA

Prof. Dr. José
Vicente M. da Silva

40 DE

Filosofia / UFAL

Filosofia / UFPE

Filosofia / UFPE-UFRN

Profa Dra. Lana
Lisier Palmeira

40 DE

Direito e Filosofia /
UFAL

Educação / UFAL

Educação / UFAL

Prof. Dr. Arary
Galvão

40 DE

Filosofia /

Educação /

Educação / Metodista
SP

Metodista SP

Metodista SP

Prof. Dr. Marcelo
Karloni da Cruz

40 DE

Geografia / UFRN

Sociologia /
UFRN

Geografia / UFPE

Prof. Dr. Marconi T.
de Andrade

40 DE

Sociologia /
UNICAMP

Antropologia /

Sociologia / UFSCAR

UNICAMP
Profa. Dra. Maria E.
F. da S. Viegas

40 DE

Geografia / UFAL

Geografia / UFSE

Geografia / UFSE

Profa. Dra. Sabrina
Ângela F. Silva

40 DE

Sociologia / UFRN

Sociologia /
UFRN

S. Social / UERJ

Prof. Dr. Carley
Rodrigues Alves

40 DE

Geografia / UESB

Desenvolvimento
Sustentável /
UNB

Educação / UFRN

Profa. Dra. Maria

40 DE

Antropologia /

Prodema / UFAL

Comunicação/ UFRGS

Madalena Zambi

1.6

UFPB

Gestão Acadêmica no Curso de Arquitetura e Urbanismo
O ensino de graduação é fundamentado no Projeto Pedagógico do Curso em

consonância com o Projeto Pedagógico Institucional da UFAL. A cada semestre
letivo, são planejadas as atividades de pesquisa, ensino e extensão a partir de
atividades integradoras. Essas atividades são acompanhadas pela coordenação de
10

1

curso e divulgadas pelos docentes.
Alunos e docentes observarão os seus direitos e obrigações de acordo com
as normas e resoluções acadêmicas vigentes. As atividades de ensino serão
fundamentadas a partir de um plano de disciplina, cadastrado no sistema acadêmico
(SieWeb UFAL). Ao final do semestre, o curso deverá promover um processo de
auto-avaliação, a partir dos relatórios de retenção, aproveitamento e evasão
discentes, além dos questionários utilizados pela CAA – Comissão de AutoAvaliação, observando a atuação do docente, a participação dos discentes, os
pontos relevantes no processo de ensino aprendizagem e, não menos importantes,
os indicadores de sucesso comumente conhecidos como evasão e retenção.
Caberá ao Colegiado de Curso coordenar o planejamento, a execução e o
acompanhamento do semestre letivo, mantendo reuniões periódicas regulares. O
Núcleo Docente Estruturante (NDE) é responsável pelo planejamento de médio e
longo prazo do curso. O Fórum dos Colegiados dos Cursos será um espaço de
discussão e proposição aos Conselhos Superiores de normativas, soluções
tecnológicas e de sistemas, planos de capacitações, metodologias inovadoras e,
principalmente, de trocas de experiências entre os gestores dos cursos.

11

1

2

APRESENTAÇÃO

2.1

Contextualização regional e local
Com uma extensão territorial de 27.767.661 km², o Estado de Alagoas é

composto por 102 municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Leste, Agreste e
Sertão alagoano) e 13 microrregiões. De acordo com o Censo de 2010 do IBGE, o
estado apresentava população residente de 3.120.922 habitantes, sendo 73,64% em
meio urbano.
A inserção espacial da UFAL leva em consideração as demandas
apresentadas pela formação de profissionais em nível superior e a divisão do Estado
em suas meso e microrregiões. Essa configuração espacial é contemplada com uma
oferta acadêmica que respeita as características econômicas e sociais de cada
localidade, estando as suas unidades instaladas em cidades pólo consideradas
fomentadoras do desenvolvimento local. Com a interiorização, a UFAL realiza
cobertura universitária significativa em relação à demanda representada pelos
egressos do Ensino Médio em Alagoas.
O PIB per capita estadual era de R$ 6.728,00, em 2009, sendo o setor de
serviços o mais importante na composição do valor agregado da economia, com
participação de 72%. Os restantes 28% estão distribuídos em atividades agrárias –
tradicionalmente policultura no Agreste, pecuária no Sertão e cana-de-açúcar na
Zona da Mata, além do turismo, aproveitando o grande potencial da natureza do
litoral.
A Universidade Federal de Alagoas - UFAL é Pessoa Jurídica de Direito
Público – Federal, com CNPJ: 24.464.109/0001-48, com sede na Avenida Lourival
de Melo Mota, S/N, Campus A. C. Simões, no Município de Maceió, no Estado de
Alagoas, CEP 57.072-970, além de uma Unidade Educacional (UE) em Rio Largo,
município da região metropolitana da Capital. Foi criada pela Lei Federal nº 3.867,
de 25 de janeiro de 1961, a partir do agrupamento das então Faculdades de Direito
(1933), Medicina (1951), Filosofia (1952), Economia (1954), Engenharia (1955) e
Odontologia (1957), como instituição federal de educação superior, de caráter
pluridisciplinar de ensino, pesquisa e extensão, vinculada ao Ministério da Educação,
mantida pela União, com autonomia assegurada pela Constituição Brasileira, pela
12

1

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei 9394/96 e por seus Estatuto e
Regimento Geral.
A UFAL possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus A. C.
Simões, em Maceió, onde são ofertados 54 cursos de graduação. O processo de
interiorização, iniciado em 2006, expandiu sua atuação para o Agreste, com o
Campus de Arapiraca e com Unidades Educacionais em Palmeira dos Índios,
Penedo e Viçosa com a oferta de 23 cursos. Em 2010, o processo de interiorização
chegou ao Sertão, instalando-se em Delmiro Gouveia e uma Unidade Educacional
em Santana do Ipanema com a oferta de 08 cursos, todos presenciais.
Além dos cursos presenciais, há 11 ofertados na modalidade de Educação à
Distância (EAD), através do sistema Universidade Aberta do Brasil - UAB. A pósgraduação contribui com 31 programas de Mestrado e 09 de Doutorado, além dos
cursos de especialização nas mais diferentes áreas do conhecimento. Desde a sua
criação, em 1961, a UFAL teve doze gestões exercidas por oito Reitores e duas
Reitoras, conforme apresentados no quadro abaixo1 (Quadro 4).
Quadro 4: Gestão, Período e Reitores(as) da UFAL
GESTÃO
1ª gestão
2ª gestão

PERÍODO
1961 – 1971
1971 – 1975

3ª gestão
4ª gestão
5ª gestão
6ª gestão
7ª gestão
8ª gestão
9ª gestão
10ª gestão
11ª gestão
12ª gestão
13ª gestão

1975 – 1979
1979 – 1983
1983 – 1987
1987 – 1991
1991 – 1995
1995 – 1999
1999 – 2003
2003 – 2007
2007 – 2011
2011 – 2015
2015 – 2019

REITOR(A)
Aristóteles Calazans Simões
Nabuco Lopes Tavares da Costa
Santos
Manoel Machado Ramalho de Azevedo
João Ferreira Azevedo
Fernando Cardoso Gama
Delza Leite Gitai Goes
Fernando Cardoso Gama
Rogério Moura Pinheiro
Rogério Moura Pinheiro
Ana Dayse Rezende Dorea
Ana Dayse Rezende Dorea
Eurico Barros Lobo Filho
Maria Valéria Costa Correia

Fonte: PROGINST, 2012

As características de cada um desses períodos gerenciais, ao longo de sua
existência de pouco mais de cinco décadas (cinquenta e dois anos), são relacionadas a
grandes transformações internas, sejam acadêmicas, administrativas e/ou estruturais, que
vieram reforçar o compromisso da instituição com a produção e disseminação do
conhecimento, com a formação profissional e cidadã, enfim, com a sociedade regional e,
alagoana em particular.
1

A 13ª gestão, apontada no Quadro 4, está em andamento.

13

1

2.2

Histórico do Curso de Arquitetura e Urbanismo – Bacharelado

O Curso de Arquitetura e Urbanismo do Campus UFAL Arapiraca possui mais
de uma década de existência e é fruto de um projeto de interiorização da
universidade, sendo o primeiro campus no estado no âmbito do crescente processo
de expansão do ensino superior público. Implantado numa região que concentra
75% das matrículas do ensino médio no estado, beneficiando diretamente 37
municípios. Arapiraca, a cidade sede do Campus interiorizado, corresponde a
segunda maior cidade alagoana, com população de 214.000 pessoas (IBGE, 2010).
Considerando a alta demanda nacional para o ensino superior, o governo
federal criou programas para viabilizar o acesso às Universidades, como PROUNI e
REUNI. Em relação às IFES, o REUNI representou um incentivo à expansão. Dentre
as várias universidades federais do país, a Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
foi uma das primeiras a aderir à campanha de expansão promovida pelo governo
federal. De acordo com as diretrizes do Ministério de Educação e Cultura (MEC), a
UFAL iniciou em maio de 2004 os estudos para elaboração de seu projeto de
interiorização. A tríade: forte demanda, base natural e vocações econômicas subregionais do Estado embasaram o projeto, que propôs inicialmente três
novos Campi: Arapiraca (Agreste), Delmiro Gouveia (Sertão) e Porto Calvo (Litoral
Norte). Dentre as prioridades do projeto, destacavam-se a qualidade da instituição
pelo aperfeiçoamento das suas atividades-fim e inclusão social.
A criação do Campus de Arapiraca foi aprovada pela resolução CONSUNI nº
20/2005 de 01 de agosto de 2005; inaugurado em 16 de setembro de 2006 e
autorizado para funcionamento através do Parecer do CNE/CES nº 52/2007. Era
formado por uma sede e três pólos: Penedo, Viçosa e Palmeira dos Índios. O novo
campus

contava

com

16

cursos

de

graduação,

sendo

11

na

sede

do Campus Arapiraca, entre eles, o Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFAL, que
foi implantado em setembro de 2006, a partir da aprovação do projeto de
interiorização, na gestão da Reitora Ana Dayse Rezende Dórea.
A sede do novo campus foi locada no município de Arapiraca, por estar
localizado no centro do Estado, na sub-região Agreste, e distante 136 km de Maceió,
sendo o mais importante município do interior, estendendo-se por 614 km². No
14

1

Censo do IBGE (2000) mostrou uma população de 186.466 habitantes (81,70%
urbana), com 361.037 habitantes nos municípios do seu entorno imediato. Estimavase, na época, uma população de mais de 200.000 habitantes na cidade e mais
400.000 na região. O IBGE aponta tendência à desaceleração do crescimento
populacional nos grandes centros brasileiros e o crescimento acelerado das cidades
de médio porte, como Arapiraca-AL.
A chegada ao interior do estado de Alagoas, por meio do projeto de
interiorização, buscou atender à forte demanda na região agreste, com elevado
número de estudantes egressos do ensino médio e sem condições de deslocamento
para a capital Maceió. A iniciativa reafirmou o papel da UFAL enquanto importante
instrumento de desenvolvimento estadual e regional. O novo campus exerceu
influência imediata sobre toda a porção central do estado de Alagoas, assim como,
sobre o Baixo São Francisco e seu delta, no litoral sul do estado. São 37 municípios
beneficiados diretamente, com uma população de mais de 880.131 habitantes,
correspondente a 31,18% da população do estado.
Devido a localização estratégica no centro do Estado e a dinâmica verificada
nos aspectos econômicos, a cidade de Arapiraca e os municípios circunvizinhos da
mesorregião agreste, têm atraído diversos grupos sociais que buscam oportunidades
de emprego e melhores condições de vida. Este processo resultou na fixação de
significativo contingente populacional, engrossando a parcela já expressiva de
“pobres urbanos”. Sem acesso à cidade regular e ao mercado imobiliário formal,
pela baixíssima remuneração de seu trabalho, esse segmento expressivo da
população urbana se concentra apenas, em equacionar sua sobrevivência. Esse
quadro parcial e sintético da economia e da sociedade já contém indicadores dos
desafios e dilemas que se colocam para o desenvolvimento sociocultural,
particularmente no que diz respeito à provisão dos espaços a serem habitados e aos
impactos das ações empreendidas pelos indivíduos, empresas e instituições sobre o
meio natural e sobre a sociedade. O espectro das desigualdades nas condições de
vida sugere, também, uma multiplicidade de respostas dos indivíduos e grupos
sociais às necessidades espaciais. Essas respostas, em termos de ações concretas
sobre o meio ambiente natural e sociocultural, configuram um vasto campo de
atuação profissional para o arquiteto e urbanista.
O Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFAL, Campus Arapiraca, foi fundado
15

1

em setembro de 2006, tendo suas atividades iniciadas nesse mesmo período. Era,
então, regido por um Projeto Político Pedagógico de um campus inovador no sentido
de oferecer aos alunos uma estrutura acadêmica sequenciada, partindo de
conhecimentos gerais que contribuem na formação cidadã do aluno, em seguida, por
conhecimentos de área de atuação (eixo tecnologia) e, depois, por conhecimentos
profissionalizantes. Essa estrutura foi denominada de Tronco Inicial – para as
disciplinas de 1º período; Tronco Intermediário – para as disciplinas de 2º período e
Tronco Profissionalizante – para as disciplinas de 3º período em diante (seguindo
regime semestral com entrada anual de turmas). Nesse formato, somente a partir do
terceiro período letivo, os conteúdos específicos profissionalizantes eram oferecidos
através de disciplinas específicas da formação do arquiteto urbanista.
A proposta de revisão curricular descrita no presente Projeto Pedagógico visa
atender às especificidades das Diretrizes Curriculares Nacionais contidas na
Resolução CNE/CES Nº 2, aprovada em junho de 2010, como também, representa
uma oportunidade para solucionar dificuldades identificadas no ordenamento
curricular vigente, servindo assim, para incorporar novas experiências didáticas e
estratégias de ensino-aprendizagem.

16

1

3

OBJETIVOS DO CURSO
O curso de Arquitetura e Urbanismo do Campus UFAL Arapiraca, conforme

Resolução CNE/CES Nº2/2010, Art. 3º, § 1º, visa promover uma formação
generalista, para habilitar profissionais capazes de compreender e traduzir as
necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidades, com relação à
concepção, à organização e à construção do espaço interior e exterior, abrangendo
o urbanismo, a edificação, o paisagismo, bem como a conservação e a valorização
do patrimônio construído, a proteção do equilíbrio do ambiente natural e a utilização
racional dos recursos disponíveis.
O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), através da
Resolução Nº 21/2012, no Art. 2, parágrafo único, define que os campos de atuação
do arquiteto urbanista são: Arquitetura e Urbanismo; Arquitetura de Interiores,
Arquitetura Paisagística, Patrimônio Histórico Cultural e Artístico, Planejamento
Urbano e Regional, Topografia, Tecnologia, Sistemas Construtivos, Conforto
Ambiental e Meio Ambiente. Neste sentido, torna-se evidente que a formação do
profissional deve habilitá-lo para atuar na produção e organização do espaço em
variadas escalas.
Considerando que a vivência nas cidades, principalmente nas do cenário
brasileiro, vem sendo caracterizada pela crescente perda da qualidade de vida,
acompanhada pelos impactos sociais e ambientais decorrentes dos padrões de
produção e consumo destes espaços, pode-se afirmar que o papel do Arquiteto e
Urbanista tem se destacado significativamente no mundo contemporâneo.
Desta forma, é importante compreender que o exercício deste profissional não
se limita ao projeto de edificações, sendo cada vez mais evidenciada a sua função
quanto à consideração e adequação ao entorno imediato e suas particularidades
humanas, culturais e ambientais. Assim, o seu desempenho deve ser compreendido
através de três lógicas: do espaço – configuração e significação; da função – habitar
e comunicar; e da produção – tecnologia e socioeconômica, que juntas compõem
uma trama de interações e integrações (CAU, 2016).
Cada vez mais a busca por soluções que promovam o resgate da qualidade
de vida nas cidades e a redução dos impactos ambientais, tanto no nível da
produção de resíduos, como também, do consumo de recursos naturais, vem
17

1

fazendo parte da atuação do Arquiteto e Urbanista. Este escopo se fundamenta na
reflexão acerca do redirecionamento do atual padrão de produção e consumo do
espaço urbano, a partir da otimização da relação do homem com o meio natural.
Destaca-se, portanto, o papel do arquiteto urbanista na compreensão das possíveis
estratégias para o equilíbrio desta relação, principalmente a partir do estudo e
análise do modo de organização territorial de espaços urbanos e rurais. Para isso, é
necessário que a formação profissional seja fundamentada no estímulo à
capacidade de articular escalas de análise e propor soluções de intervenção de
modo transescalar, seguindo princípios da sustentabilidade urbana, da diversidade
cultural e da justiça social.
É nesta perspectiva que a proposta pedagógica do Curso de Arquitetura e
Urbanismo do Campus UFAL Arapiraca se insere, enfatizando a interdisciplinaridade
no processo de construção do conhecimento, a partir de uma abordagem integrada
entre ensino, pesquisa e extensão.

3.1

Objetivo geral
Formar arquitetos e urbanistas aptos a intervirem no ambiente construído a

partir da compreensão de sua complexidade e de seus aspectos multidimensionais,
estimulando a percepção quanto ao entendimento da realidade da região Nordeste e
do estado de Alagoas, em particular, a mesorregião do agreste, a fim de promover
ações direcionadas à melhoria da qualidade de vida no espaço habitado através da
abordagem multidisciplinar.
3.2

Objetivos específicos
● Desenvolver a capacidade de reflexão crítica a respeito da sociedade local e
de seus mecanismos de produção do espaço, atrelados aos procedimentos
educativos baseados na solução de problemas locais, fundamentados na
responsabilidade técnica, social e ambiental;
● Compreender os aspectos que influenciam a qualidade de vida dos habitantes
dos assentamentos humanos e a qualidade material do ambiente construído;

18

1

● Desenvolver a capacidade de formular propostas arquitetônicas e urbanísticas
fundamentadas no uso da tecnologia em respeito às necessidades sociais,
culturais, estéticas e econômicas das comunidades;
● Compreender os princípios necessários para o alcance do equilíbrio ecológico
e o desenvolvimento sustentável do ambiente natural e construído;
● Conhecer os conceitos e instrumentais necessários para a valorização e a
preservação da arquitetura, do urbanismo e da paisagem como patrimônio e
responsabilidade coletiva;
● Conhecer os aparatos necessários para a realização de atividades práticas da
construção civil, incluindo a assistência técnica, a fim de identificar
recomendações para a melhoria da habitabilidade em espaços urbanos do
agreste alagoano marcados pela degradação social e funcional de
assentamentos humanos.
3.3

Competências, habilidades e conteúdos
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação

em Arquitetura e Urbanismo, conforme Resolução CNE/CES Nº 2/2010, Art. 5º, o
Curso de Arquitetura e Urbanismo do Campus UFAL Arapiraca, a partir da
interlocução entre os seus setores de estudos, tem a função pedagógica de habilitar
o seu egresso com ênfase nas seguintes competências e habilidades:
● Os setores de estudos Tecnologia da Construção Civil, Representação e
Projeto de Arquitetura e Planejamento e Urbano e Paisagem (Quadro 5), por
meio de atividades integradas de projeto, desenvolvem as habilidades
necessárias à concepção de projetos de arquitetura, urbanismo e paisagismo,
considerando condicionantes gerais de projeto, desde o programa de
necessidades até os aspectos construtivos. Para o desenvolvimento destas
competências, são ofertadas do 1º ao 4º semestre do curso as disciplinas
instrumentais relacionadas ao processo de desenho e representação de
projetos de arquitetura, urbanismo e paisagismo, onde são utilizadas
ferramentas e técnicas de levantamento topográfico, expressão gráfica,
desenho geométrico, perspectiva, maquetes, modelos e imagens virtuais. Os
discentes aplicam de forma gradativa e integrada os conteúdos das
19

1

disciplinas instrumentais no desenvolvimento de projetos em diversas escalas
e níveis de complexidade (do 1° ao 8° período do curso), em recortes urbanos
situados especificamente no agreste alagoano, sobretudo na cidade de
Arapiraca/AL. O desenvolvimento desses projetos tem como premissa uma
abordagem multidisciplinar que converge, além do instrumental mencionado,
os conteúdos das disciplinas de Conforto Ambiental (com enfoque no
entendimento das condições climáticas, acústicas, lumínicas e termoenergéticas), das disciplinas de Tecnologia da Construção (com enfoque em
materiais, sistemas construtivos e redes de infraestrutura urbana), culminando
no projeto integrado desenvolvido na disciplina Projeto de Arquitetura,
Urbanismo e Paisagismo, no 9° período do curso (ver capítulo 14);
● O setor de estudos de Planejamento Urbano e Paisagem (Quadro 5),
desenvolve o conhecimento dos aspectos antropológicos, sociológicos e
econômicos relevantes para intervenções e projetos relacionados ao
ambiente construído, como também, a compreensão das questões que
subsidiam as ações de preservação da paisagem e de avaliação dos
impactos no meio ambiente. Além disso, esses setores promovem o
conhecimento de técnicas e metodologias de pesquisa em planejamento
urbano e regional, urbanismo e desenho urbano, bem como a compreensão
dos sistemas de infraestrutura e de trânsito, necessários para a concepção de
estudos, análises e planos de intervenção no espaço urbano e regional. O
desenvolvimento dessas competências acontece em disciplinas ofertadas do
5º ao 9º do curso. Nesse âmbito, a disciplina Teoria do Urbanismo estuda
como os aspectos antropológicos, sociológicos e econômicos foram
abordados pelas correntes de pensamento urbanístico ao longo da história,
em contexto global, nacional, regional e local. A disciplina Planejamento
Regional e Urbano contextualiza a importância de instrumentos de
planejamento urbano a fim de auxiliar o entendimento referente ao processo
de ordenamento e ocupação do território de cidades a partir da consideração
de suas dimensões socioambientais e socioeconômicas. As disciplinas de
Projeto de Urbanismo 1 e 2, também, desenvolvem essas habilidades por
meio da caracterização e diagnóstico de recortes urbanos e comunidades
20

2

locais do agreste alagoano, sobretudo da cidade de Arapiraca/AL. São
utilizados instrumentos de coleta, sistematização e análise de condicionantes
de projeto (tais como a entrevista, a observação participante e a cartografia),
os quais direcionam as intervenções no ambiente natural e construído (ver
capítulo 14). Nesse âmbito, destaca-se a integração, no 9° período do curso,
entre as disciplinas Projeto de Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo e
Tecnologia da Construção 8 (pertencente ao setor de estudos Tecnologia da
Construção Civil) que considera a relação entre o desenho das redes de
infraestrutura urbana e o de espaços coletivos urbanos;
● O setor de estudos Teoria e História da Arquitetura (Quadro 5), por meio da
compreensão do pensamento estético e da produção material de arte,
arquitetura

e

cidade,

tanto

internacional

como

brasileira,

estimulam

abordagens críticas necessárias à concepção do projeto de arquitetura,
urbanismo e paisagismo. As disciplinas deste setor desenvolvem habilidades
no uso de procedimentos, ferramentas de projeto e soluções tecnológicas
para a preservação, conservação, restauração, reconstrução, reabilitação e
reutilização de edificações, conjuntos e cidades. Essas competências são
desenvolvidas do 1º ao 5° período do curso nas disciplinas Teoria e história
da arquitetura, arte e cidade 1, 2 e 3, e Teoria e história da arquitetura, arte e
cidade no Brasil. Não obstante, no 8° período do curso acontece a integração
entre as disciplinas Projeto de Arquitetura 7 e Teoria e Projeto de Restauro
com o desenvolvimento de uma atividade integrada relativa ao diagnóstico e
projeto de restauro em edificação de relevância cultural do Agreste Alagoano
(ver capítulo 14);
●

Os setores de estudos Tecnologia da Construção Civil e Estrutura das
construções (Quadro 5) abordam competências relativas ao projeto e a
execução de edifícios. O setor de estudos Tecnologia da Construção Civil
desenvolve conhecimentos relativos aos materiais, técnicas e sistemas
construtivos, que se configuram como condicionantes de projeto, uma vez que
a sua escolha depende, sobretudo, das condições ambientais e econômicas
do contexto onde o projeto está inserido. Além disso, as características de
21

2

cada material e técnica (tais como plasticidade, resistência, rapidez de
execução, dentre outros fatores) determinam a qualidade do processo
construtivo e do edifício acabado. Além disso, as disciplinas desse setor
envolvem

conhecimentos sobre

instalações e equipamentos prediais

enquanto subsistemas responsáveis pelo desempenho adequado das
edificações. O setor de estudos Estruturas das Construções, por sua vez,
envolve a compreensão dos sistemas estruturais e o domínio da concepção e
do projeto estrutural, tendo por fundamento os estudos de resistência dos
materiais, estabilidade das construções e fundações. Há dois aspectos
relacionados a essas competências que se destacam no curso de Arquitetura
e Urbanismo da UFAL Campus Arapiraca. O primeiro se relaciona a uma
abordagem integrada ao projeto de arquitetura por meio da Tectônica (na
disciplina Tecnologia da Construção 6 e Projeto Arquitetônico 6, no 7°
período), onde o discente é orientado a realizar a interface entre forma
estrutural e forma arquitetônica no processo de concepção de edifícios, a
partir da utilização da gama de conhecimentos de ambos os setores:
Tecnologia da Construção e Estruturas das Construções. O segundo aspecto
também se relaciona a essa abordagem integrada com disciplinas do setor
Representação e Projeto de Arquitetura, (entre Projeto Arquitetônico 3 e
Tecnologia da Construção 3; entre Projeto Arquitetônico 4 e Tecnologia da
Construção 4; entre Projeto Arquitetônico 5, Tecnologia da Construção 5 e
Sistemas Estruturais; respectivamente no 3°, 4° e 5° períodos do curso ) que
utiliza o agreste alagoano, sobretudo a cidade de Arapiraca/AL, como lócus
da produção de projetos arquitetônicos e, assim, incorpora as características
e

especificidades

desse

contexto

na

consolidação

das

habilidades

necessárias ao arquiteto e urbanista (ver capítulo 14).
Estas competências e habilidades estão diretamente relacionadas com os
conteúdos do ordenamento curricular que estão distribuídos em:
● Conhecimentos de Fundamentação: composto por disciplinas que fornecem
o embasamento teórico necessário para que o futuro profissional possa
desenvolver seu aprendizado;
● Conhecimentos Profissionais: conteúdos disciplinares necessários à
caracterização da identidade profissional;
22

2

● Trabalho de Conclusão de Curso (TCC): componente curricular obrigatório
e realizado no último ano, centrado em determinada área teórico-prática ou de
formação profissional, como atividade de síntese e integração de
conhecimento de maneira individual.
De acordo com a resolução CNE/CES Nº 2/2010, todos os conhecimentos,
competências e habilidades do arquiteto e urbanista são abordados no curso a partir
da estruturação em cinco setores de estudo (Quadro 5). No âmbito dessa
estruturação setorial, são estimuladas as práticas de articulação e integração entre
os campos disciplinares que compõem a formação do arquiteto e urbanista evitando
a fragmentação do conhecimento. Desta forma, espera-se contribuir com o
desenvolvimento do senso crítico do estudante a partir da compreensão da
totalidade sobre os fenômenos estudados em suas diferentes escalas (edifício e
seus detalhes e a cidade e suas conexões).
Quadro 5: Descrição dos setores do Curso de Arquitetura e Urbanismo do
Campus UFAL Arapiraca
SETOR DE ESTUDO
Representação e
Projeto de
Arquitetura

Planejamento
Urbano e Paisagem

Teoria e História da
Arquitetura

Tecnologia da
Construção Civil

Estruturas das
Construções

CARACTERÍSTICAS
Engloba disciplinas relacionadas com a compreensão da linguagem
técnica de representação do fenômeno arquitetônico, com a produção do
projeto arquitetônico. Quanto ao projeto, são desenvolvidas a
compreensão das relações espaciais e das condições climáticas,
acústicas, luminosas e energéticas unto com o domínio das técnicas
apropriadas a elas associadas.
Compreende as disciplinas que apresentam as técnicas e metodologias
de pesquisa em planejamento urbano e regional, urbanismo, desenho
urbano e paisagismo, necessários para a concepção de estudos, análises
e planos de intervenção na cidade.
Corresponde às disciplinas relacionadas com a compreensão da história
das artes e da estética, suscetível de influenciar a qualidade da
concepção e da prática de arquitetura, urbanismo e paisagismo,
considerando sua produção no contexto social, cultural, político e
econômico.
Engloba as disciplinas relacionadas com os conhecimentos
especializados para o emprego adequado e econômico dos materiais de
construção e das técnicas e sistemas construtivos, como também, para a
definição de instalações e equipamentos prediais, para a organização de
obras e canteiros e para a implantação de infraestrutura urbana.
Corresponde às disciplinas que desenvolvem a compreensão dos
sistemas estruturais e o domínio da concepção e do projeto estrutural,
tendo por fundamento os estudos de resistência dos materiais,
estabilidade das construções e fundações.

23

2

4

PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO
O curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo possibilita a formação de

um profissional generalista, capaz de compreender e intervir no ambiente construído
a partir da interpretação dos seus aspectos multidimensionais, considerando a
interdisciplinaridade entre seus campos de atuação.

4.1

Atribuições e ênfases
Desde 31 de dezembro de 2010, a Lei Federal 12.378 passou a regulamentar

a profissão de arquiteto e urbanista no Brasil. Por força dessa Lei, portanto, somente
profissionais registrados no Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) estão
habilitados a exercer o ofício no país. O CAU possui a função de orientar, disciplinar
e fiscalizar o exercício da profissão, zelar pela ética e disciplina e pugnar pelo
aperfeiçoamento do exercício da Arquitetura e Urbanismo.
Conforme a Lei 12.378/2010, Art.2º, as atribuições profissionais do Arquiteto e
Urbanista são as seguintes:
I - supervisão, coordenação, gestão e orientação técnica;
II - coleta de dados, estudo, planejamento, projeto e especificação;
III - estudo de viabilidade técnica e ambiental;
IV - assistência técnica, assessoria e consultoria;
V - direção de obras e de serviço técnico;
VI - vistoria, perícia, avaliação, monitoramento, laudo, parecer técnico,
auditoria e arbitragem;
VII - desempenho de cargo e função técnica;
VIII - treinamento, ensino, pesquisa e extensão universitária;
IX - desenvolvimento, análise, experimentação, ensaio, padronização,
mensuração e controle de qualidade;
X - elaboração de orçamento;
XI - produção e divulgação técnica especializada; e
XII - execução, fiscalização e condução de obra, instalação e serviço técnico.
24

2

4.2

Campos de atuação

A Lei Nº 12.378 estabelece genericamente 11 campos de atuação para
arquitetos e urbanistas:
● Arquitetura e Urbanismo, concepção e execução de projetos;
● Arquitetura de Interiores, concepção e execução de projetos de ambientes;
● Arquitetura Paisagística, concepção e execução de projetos para espaços
externos, livres e abertos, privados ou públicos, como parques e praças,
considerados isoladamente ou em sistemas, dentro de várias escalas,
inclusive a territorial;
● Patrimônio

Histórico

paisagístico,

Cultural

monumentos,

e

Artístico,

restauro,

arquitetônico,

urbanístico,

de

e

práticas

projeto

soluções

tecnológicas para reutilização, reabilitação, reconstrução, preservação,
conservação, restauro e valorização de edificações, conjuntos e cidades;
● Planejamento Urbano e Regional, planejamento físico-territorial, planos de
intervenção no espaço urbano, metropolitano e regional fundamentados nos
sistemas de infraestrutura, saneamento básico e ambiental, sistema viário,
sinalização, tráfego e trânsito urbano e rural, acessibilidade, gestão territorial
e

ambiental,

parcelamento

do

solo,

loteamento,

desmembramento,

remembramento, arruamento, planejamento urbano, plano diretor, traçado de
cidades, desenho urbano, sistema viário, tráfego e trânsito urbano e rural,
inventário urbano e regional, assentamentos humanos e requalificação em
áreas urbanas e rurais;
● Topografia, elaboração e interpretação de levantamentos topográficos
cadastrais para a realização de projetos de Arquitetura, de Urbanismo e de
Paisagismo, foto-interpretação, leitura, interpretação e análise de dados e
informações topográficas e sensoriamento remoto;
● Tecnologia e resistência dos materiais, dos elementos e produtos de
construção, patologias e recuperações;
● Sistemas construtivos e estruturais, estruturas, desenvolvimento de estruturas
e aplicação tecnológica de estruturas;
● Instalações e equipamentos referentes à arquitetura e urbanismo;
25

2

● Conforto Ambiental, técnicas referentes ao estabelecimento de condições
climáticas,

acústicas,

luminosas

e

ergonômicas

para

a

concepção,

organização e construção dos espaços;
● Meio Ambiente, estudo e avaliação dos impactos ambientais, licenciamento
ambiental, utilização racional dos recursos disponíveis e desenvolvimento
sustentável.
O município de Arapiraca-AL, como também, os demais municípios
pertencentes à região agreste do Estado, apresentam atualmente uma carência de
profissionais aptos a intervirem no ambiente construído com competência para
exercer atividades nos campos de atuação da Arquitetura e Urbanismo. Dentre as
principais demandas existentes nos municípios do Estado de Alagoas, destacam-se
as seguintes:
● Qualificação profissional para atuação em órgãos de gestão municipal, para
desenvolvimento e revisão de planos e legislação urbanística condizentes
com as realidades socioambientais e econômicas. A maioria dos municípios
apresenta um aparato legal significativamente frágil quanto aos aspectos
relacionados ao planejamento urbano e instrumentos de regulação de uso e
ocupação do solo. Com um número elevado de assentamentos urbanos
irregulares, a maioria das cidades necessita de soluções quanto à dimensão
socioambiental dos problemas urbanos, a partir da aproximação da
arquitetura e do desenho urbano;
● Assistência técnica, em conjunto com setor público e privado, para otimização
de processos construtivos voltados para atendimento das demandas de
habitação social;
● Desenvolvimento de projetos arquitetônicos, urbanísticos e de interiores que
contemplem os aspectos de adequação ambiental, com enfoque no conforto
térmico, acústico e luminoso, atendendo às normas construtivas vigentes, e
valorizando a cultura local. Este aspecto é significativamente importante visto
a difusão atual de uma produção arquitetônica descontextualizada das
características socioambientais locais;

26

2

● Identificação do Patrimônio Histórico Cultural e Artístico, Arquitetônico,
Urbanístico e Paisagístico local. Mesmo apresentando fundação recente, a
cidade de Arapiraca e sua circunvizinhança não possuem instrumentos para o
reconhecimento de conservação e valorização da identidade local.

27

2

5

POLÍTICAS INSTITUCIONAIS

5.1

Políticas institucionais no âmbito do curso

O ensino de graduação adotará políticas centradas em três grandes eixos,
visando à melhoria contínua da oferta de seus cursos: a formação cidadã, o
reconhecimento pela sociedade e a garantia de formação adequada ao perfil de
egresso desejado. Isso passa necessariamente por inovação e qualificação,
internacionalização e gestão acadêmica.

5.1.1

Inovação e Qualificação

A universidade deve possibilitar uma revisão permanente dos seus projetos
pedagógicos, incluindo nesse debate os novos desenhos curriculares, inclusive
aqueles já implantados quando da interiorização, estando atenta a novas tendências
e desafios para a sociedade em um mundo contemporâneo e buscando sempre
novas práticas pedagógicas.
No Curso de Arquitetura e Urbanismo, Campus Arapiraca, promove-se o uso
das ferramentas de Tecnologia da Informação e da Comunicação por meio de
Ambientes Virtuais de Aprendizagem; da implantação de sistemas de tutoria e
reforço das monitorias, sejam elas via presencial ou à distância; do desenvolvimento
de atividades integradas, criando assim uma rede de atendimento didático
pedagógico. Além disso, o Curso estimula a mobilidade intra e interinstitucional
como forma de ampliar conhecimentos, saberes e culturas.
A universidade reconhece a necessidade de uma formação completa que leve
em consideração a inclusão dos estudos dos direitos humanos, da sustentabilidade,
da acessibilidade, das questões étnicos raciais e afrodescendentes e, por fim, do
empreendedorismo.
5.1.2 Internacionalização
O ensino de graduação considera a internacionalização como um caminho de
possibilidades de formação, permitindo que os currículos locais trabalhem com
28

2

problemáticas regionais, mas em sintonia com temáticas e discussões atuais na
área. A possibilidade de intercâmbios de alunos entre universidades implica no
ajuste de normas de aproveitamento de estudos e adequação curricular para permitir
o ir e vir dos sujeitos da aprendizagem. A flexibilização curricular, assim, é peça
fundamental nesse processo. Por isso, os alunos do curso são estimulados e têm
participado dos editais de graduação-sanduíche ou de complementação de formação
fora do país.

5.1.3 A responsabilidade social

A Universidade Federal de Alagoas não se considera proprietária de um saber
pronto e acabado que vai ser oferecido à sociedade, mas, ao contrário, ao participar
dessa sociedade, é sensível aos seus saberes, problemas e apelos, quer através
dos grupos sociais com os quais interage, quer através das questões que surgem de
suas próprias atividades de ensino, de pesquisa e de extensão.
Atenta aos movimentos sociais, priorizando ações que visem à superação das
atuais condições de desigualdade e exclusão existentes em Alagoas, no Nordeste e
no Brasil, a ação cidadã da UFAL não pode prescindir da efetiva difusão do
conhecimento nela produzidos. Portanto, as populações, cujos problemas se tornam
objeto da pesquisa acadêmica são, também, consideradas sujeito desse
conhecimento, o que lhes assegura pleno direito de acesso às informações e aos
produtos então resultantes.
Neste sentido, a prestação de serviços é considerada produto de interesse
acadêmico, científico, filosófico, tecnológico e artístico do ensino, da pesquisa e
extensão, devendo ser a realidade e sobre a realidade objetiva, produzindo
conhecimentos que visem à transformação social.
O Curso de Arquitetura e Urbanismo tem contribuído para o desenvolvimento
da responsabilidade social da UFAL, uma vez que as atividades de ensino, pesquisa
e extensão se realizam em estreita relação com a realidade social e política do
Estado de Alagoas e em diálogo com as demandas advindas de diversos grupos
sociais.
O conjunto das atividades do Curso responde a atual abertura do leque de
atuação profissional do arquiteto e urbanista nos diversos campos de intervenção e
29

2

visa contribuir significativamente na formação de profissionais que atuem em
processos sócio-políticos e culturais para além do universo acadêmico. Para tal
propósito, têm se tornado o foco das atividades do Curso, tais como as políticas
públicas, a valorização da memória e do patrimônio cultural, a produção cultural e
artística, as práticas e comportamentos políticos, os pleitos e características das
comunidades tradicionais, rurais, quilombolas e indígenas.
O investimento do Curso na formação de profissionais eticamente
compromissados com a sociedade e cientes de sua responsabilidade social, bem
como na produção e divulgação de conhecimentos resultantes de processos
dialógicos junto aos diversos grupos e movimentos sociais, tem como objetivo
contribuir para dirimir as desigualdades sociais presentes no estado e oferecer à
sociedade instrumentos de investigação academicamente orientados para a ação
social.

5.1.4 Acessibilidade

A UFAL possui um núcleo de estudos voltado para o entendimento das
necessidades postas para o seu corpo social, no sentido de promoção de
acessibilidade e de atendimento diferenciado para pessoas com necessidades
especiais em atenção à Política de Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação
pertinente, o Núcleo de Acessibilidade - NAC.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, juntase agora o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política de
Acessibilidade, qual sejam a acessibilidade: pedagógica, metodológica, de
informação e de comunicação.

A acessibilidade pedagógica e metodológica do

curso atenta para o que rege o art. 59 da Lei 12.764/2012, que afirma: “Os sistemas
de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais: I - currículos,
métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às
suas necessidades”. Neste sentido, a Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI /
DPEE, de 21 de março de 2013, orienta os sistemas de ensino no sentido de sua
implantação. Em especial, recomenda que os “PPC contemplem orientações no
sentido da adoção de parâmetros individualizados e flexíveis de avaliação
pedagógica, valorizando os pequenos progressos de cada estudante em relação a si
30

3

mesmo e ao grupo em que está inserido”.
O Núcleo de Acessibilidade foi criado em outubro de 2013 e desde então tem
consolidado suas ações na Instituição, e, de acordo com a Lei 13.146/2015 visa
“assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das
liberdades fundamentais da pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e
cidadania”.
Em 17 de fevereiro de 2017 foi inaugurada a sua nova sede, no Centro de
Interesse Comunitário (CIC), com três salas, as quais são utilizadas para reuniões
com estudantes, professores, coordenadores e familiares, bem como há a produção
de materiais demandados por discentes com deficiência atendidos. Atualmente, o
NAC conta com uma coordenação, um revisor em Braille, 12 (doze) bolsistas de
apoio ao estudante com deficiência (selecionados por edital específico) e um
psicólogo clínico. O próprio dimensionamento dessas necessidades merece um
cuidado especial, haja vista a forma atual de identificação dos alunos: a auto
declaração. Assim, professores e estudantes com deficiência, precisam solicitar
atendimento educacional especializado e este ocorre continuamente e de acordo
com as suas necessidades.
O NAC ainda disponibiliza o empréstimo de equipamentos de acessibilidade,
como livros e máquina para escrita em Braile, por exemplo. Os acompanhamentos
são avaliados ao final de cada semestre por professores dos estudantes com
deficiência e pelos próprios estudantes, com a finalidade de aperfeiçoar os serviços
oferecidos. O NAC tem investido na formação da comunidade universitária com a
proposição de projetos, cursos e oficinas (Tecnologia Assistiva - Deficiência Visual e
Deficiência Física, Estratégias de Ensino do Surdo cego, Práticas Inclusivas na
Educação Superior, Sextas Inclusivas, entre outros).
A UFAL assume o compromisso de prestar atendimento especializado aos
alunos portadores de deficiência auditiva, visual, visual e auditiva e cognitiva sempre
que for diagnosticada sua necessidade. Procura-se, desta forma, não apenas
facilitar o acesso, mas estar sensível às demandas de caráter pedagógico e
metodológico de forma a permitir sua permanência produtiva no desenvolvimento do
curso. À luz do Decreto Nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004 – Regulamenta a Lei n.
10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas
que especifica, e a Lei n. 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece
31

3

normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas
portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências.
A partir de 2016, o NAC ainda tem atuado na intermediação com os diferentes
órgãos da UFAL, principalmente junto à SINFRA, PROGRAD e PROEST, para a
minimização de possíveis barreiras (físicas e acadêmicas) à permanência do
estudante com deficiência, como preconiza a Lei 10.098/2000, que estabelece
normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas
com deficiência ou com mobilidade reduzida. Aqui, merece destaque a construção
de calçadas táteis, rampas de acesso aos prédios, corrimãos, adaptações de
banheiros e salas de aula, entre outras obras necessárias à permanência dos
estudantes e professores com deficiência na universidade.
Com relação ao atendimento de discentes com Transtorno do Espectro
Autista, conforme disposto na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012, incluso no
instrumento de avaliação dos cursos de graduação do INEP de junho de 2015, a
Universidade Federal de Alagoas, nesse momento fomenta estudos e debates no
intuito de constituir uma política institucional que explicite ações neste âmbito e que
fundamente os cursos de graduação desta instituição em metodologias e ações que
visem à inclusão de pessoas com este transtorno. Os discentes com transtorno do
espectro autista também são atendidos pelo NAC.
No que tange ao curso de Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo, dentro
de suas limitações e especificidades, tem-se incentivado docentes e técnicos a
atender, sempre que houver necessidade, de forma especializada, àqueles que
necessitam. Ainda, do ponto de vista das estratégicas relativas à organização
didático-pedagógica, o curso conta com a inserção da disciplina eletiva de Língua
Brasileira de Sinais (LIBRAS) em seu Projeto Pedagógico e tem como norteador em
todas as disciplinas de projeto arquitetônico, urbanístico e de paisagismo as normas
e leis referentes à acessibilidade e ergonomia (ABNT, NBR 9050).

5.1.5 Inclusão e política de cotas
No ano de 2015, foram reservadas 40% (quarenta por cento) das vagas de
cada curso e turno ofertados pela UFAL para os alunos egressos das escolas
públicas de Ensino Médio. Destas, 50% (cinquenta por cento) das vagas foram
32

3

destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou inferior a 1,5
salários mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per capita e 50% (cinquenta por
cento) foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou
superior a 1,5 salários mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per capita. Nos dois
grupos que surgem depois de aplicada a divisão socioeconômica, foram reservadas
vagas por curso e turno, na proporção igual à de Pretos, Pardos e Indígenas (PPI)
do Estado de Alagoas, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) de 2010, que corresponde a 67,22% (sessenta e sete vírgulas
vinte e dois por cento). A meta da UFAL de destinar 50% de suas vagas a alunos
egressos de escolas públicas foi atendida em 2016. Nesse momento, a instituição
atende plenamente à Lei nº 12.711/2012, inclusive no que tange a cotas para
pessoas com deficiência.
5.1.6 Assistência ao estudante
A Pró-reitoria Estudantil (PROEST) disponibiliza bolsas e auxílios para
estudantes de todos os campi e unidades da UFAL. O programa visa atender
a estudantes em situação de vulnerabilidade social com a finalidade de respaldar
sua permanência na Universidade.
Para concorrer às bolsas e auxílios, o estudante deve participar de Edital de
Seleção da Pró-reitoria Estudantil, que ocorre ao menos uma vez por ano e é
divulgado no Portal da UFAL (www.ufal.edu.br). O processo do Edital seleciona
estudantes em situação de vulnerabilidade social. Para estudantes do Campus
Arapiraca (Sede), tem sido disponibilizada a Bolsa Pró-graduando, Auxílio
Alimentação e Auxílio Moradia.
O Campus UFAL Arapiraca possui um Núcleo de Apoio Estudantil – NAE,
vinculado à Pró-reitoria Estudantil (PROEST), constituído por um grupo de
profissionais e técnicos que auxiliam a coordenação dos procedimentos para
disponibilização dos serviços desta pró-reitoria, como acolhimento de estudantes por
psicólogos para orientação ou encaminhamento para rede SUS.
A política de Assistência Estudantil desenvolvida pela PROEST segue os
princípios e diretrizes estabelecidos pelo PNAES (Plano Nacional de Assistência
Estudantil) que tem como objetivo viabilizar a igualdade de oportunidades entre
33

3

todos os estudantes e contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico, a partir
de medidas que buscam combater situações de repetência e evasão (ver Decreto nº
7.234, de 19 de julho de 2010). O Plano Nacional de Assistência Estudantil (PNAES)
apoia a permanência de estudantes em situação de vulnerabilidade e risco social
matriculados em cursos de graduação presencial das Instituições Federais de
Ensino Superior (IFES). Dentre os programas incentivados pelo PNAES, destacamse os de assistência à moradia estudantil, à alimentação, ao transporte, à saúde, à
inclusão digital, à cultura, ao esporte, à creche e ao apoio pedagógico.
A instância de discussão e resolução das políticas de assistência estudantil é
o Fórum Nacional de Pró-reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis –
FONAPRACE, que a UFAL tem assento, e que se realiza anualmente, no qual são
feitos diagnósticos e reflexões sobre a realidade estudantil nas IFES e se
estabelecem as diretrizes e linhas de ação das Pró-Reitorias em nível nacional.
O Núcleo de Assistência ao Estudante – NAE se constitui numa instância de
atendimento psicológico e assistencial aos estudantes vinculados aos campi do
Sertão e Arapiraca (e as Unidades Educacionais fora da sede). O NAE tem
vinculação direta com a Gerência de Assistência Estudantil (GAE), a Gerência de
Esportes (GEE) e as Coordenações de Política Estudantil e Ações Acadêmicas, sob
a supervisão da Gerência Administrativa da PROEST. Os objetivos do NAE são:
I – fornecer dados de realidade que contribuam para elaboração de
programas e projetos que atendam às necessidades da comunidade;
II – realizar estudos socioeconômicos visando à seleção de candidatos
inscritos nos diversos programas;
III – realizar visitas domiciliares permitindo, assim, o conhecimento in loco da
realidade social dos estudantes, estabelecendo formas de intervenção da
instituição junto ao núcleo familiar da comunidade;
IV – viabilizar o acesso da comunidade acadêmica às diferentes modalidades
de assistência;
V – proporcionar campo de estágio no NAE, possibilitando aos estudantes vivência
teoria/prática e a interação junto ao setor;
VI – prestar atendimento individual aos estudantes que sejam encaminhados por
suas coordenações ou que procurem espontaneamente o setor;

34

3

VII – propor formas de intervenção visando à formação com qualidade e inclusão
social;
VIII – fazer levantamentos contínuos de dados sobre a realidade estudantil que
permitam contribuir para delimitação e desenvolvimento de ações voltadas para a
permanência do estudante em sua formação universitária;
IX – estimular discussões e reflexões sobre temas que contribuam para a formação
acadêmica e cidadã dos estudantes;
X – incentivar a participação dos estudantes em eventos acadêmicos, culturais e
esportivos.

No que se refere à Monitoria, a Coordenação de Monitoria, vinculada à
Coordenadoria de Graduação do Campus Arapiraca (COGRAD), conduz o processo
seletivo dos monitores seguindo cronograma da UFAL, e acompanha, através de
encontros com os professores responsáveis pela(s) disciplina(s) e com os monitores,
o desempenho discente. O cronograma de acompanhamento das atividades é
apresentado pelo responsável pela atividade após conclusão de cada processo
seletivo.
Para estimular a atualização e capacitação dos alunos, foi instituída no âmbito
do Curso, a Semana de Arquitetura e Urbanismo – SEMANAU, realizada
anualmente, constituindo em um evento onde ocorrem palestras, mini-cursos e
mesas redondas para discussão sobre temas (ou abordagens) contemporâneos,
contemplando temáticas diversas e circulantes no mundo presente, em escalas local
e global, não restringindo apenas à área de formação.
O Centro Acadêmico – CA tem gestão colegiada formada por alunos de vários
semestres e com representação garantida nas reuniões de colegiado de curso. O
CA, com o apoio do colegiado do curso, busca orientar os alunos do curso e
estimular sua participação nas ações de extensão e de mobilização no campus. Uma
das atividades mais marcantes do CA é a Semana de Integração, onde os alunos
ingressantes do curso são recebidos pelos veteranos com aulas sobre conteúdos
específicos e atividades artísticas. Pelo CA, os alunos podem expor suas
necessidades específicas em torno da acessibilidade, visando garantir a inclusão
social e a acessibilidade plena.

35

3

5.1.7 Políticas de extensão
A Universidade Federal de Alagoas, orientada pela base legal da Extensão
Universitária Nacional, como preceitua a Constituição (1988), a Lei de Diretrizes de
Bases da Educação Nacional (1996), o Plano Nacional de Educação (2001-2011) e
a Resolução Consuni-UFAL 04/2018, estabelece em seus objetivos institucionais
consolidar e expandir os programas de extensão das unidades acadêmicas,
articulando-os às demandas sociais. A consolidação dessa finalidade passa,
obrigatoriamente,

pela

formação

do

estudante,

sujeito

da

construção

do

conhecimento.
A UFAL assume o compromisso, legitimado por seu Estatuto (UFAL, 2003), e
dimensiona a extensão como a vivência do processo ensino-aprendizagem, com a
participação da comunidade acadêmica e de toda a sociedade, utilizando como
meio, os Programas e os Projetos que são elaborados e executados pelas Unidades
Acadêmicas. A política de extensão da UFAL, alinhada ao cumprimento dos
propósitos e missão da universidade pública se fundamenta em Dimensões,
Princípios e Metodologias gerais norteadoras, no sentido da consolidação da
institucionalização em suas dimensões processual e acadêmica, envolvendo setores
da sociedade e a universidade, sobretudo todos os estudantes como corporação
obrigatória na execução e no protagonismo da ação extensionista.
Cumpre destacar que tais diretrizes se associam à premissa da educação
continuada, a qual afirma que a graduação superior é apenas uma etapa do
processo de ensino e aprendizagem e não o seu término. Deve-se salientar também
que, como contrapeso à tendência de diversificar e flexibilizar, o aparato normativo
define a necessidade de existirem processos de avaliação permanentes para
identificar desvios e propor correções de rumo. A Universidade Federal de Alagoas
atua em todas as oito áreas temáticas de extensão classificadas pelo Plano Nacional
de Extensão: Comunicação, Cultura, Direitos Humanos e justiça, Educação, Meio
Ambiente, Saúde, Tecnologia e Produção e Trabalho.
5.1.7.1 Dimensões da extensão
As dimensões da extensão são compromissos prioritários e elementos
estruturantes que devem funcionar como uma das diretrizes gerais do curso
36

3

orientando o planejamento, a execução e a avaliação das ações extensionistas.
Assim, a UFAL institui quatro dimensões estratégicas, como seguem: a) formação
acadêmica; b) produção de conhecimento; c) interação com a sociedade e d)
produção, preservação e difusão cultural.

Dimensão 1: formação acadêmica
A formação acadêmica, entendida como uma das dimensões da Extensão
Universitária, em consonância com a realidade contemporânea, deve acompanhar
as transformações sociais e as oportunidades. Nesse sentido, devem-se buscar
mecanismos para uma formação generalista, humanística, crítica e reflexiva como
definido nas Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação
(Parecer CNE/CES n.º 67/2003). Espera-se que o cidadão formado pela UFAL, além
da robusta formação científica e filosófica possua habilidades comunicativas,
empreendedoras, contextualizado com a realidade local, regional e do mundo, que
seja comprometido com a preservação ambiental e respeito aos direitos humanos.
Dimensão 2: produção de conhecimento
A extensão transcende a sala de aula tradicional e promove a interação com
os diversos setores da sociedade, favorecendo a produção, inovação e a difusão do
conhecimento, permitindo a ampliação do acesso ao saber e ao desenvolvimento
tecnológico e social do país. Cabe à extensão vincular a pesquisa e o ensino às
necessidades da sociedade e, ao mesmo tempo, buscar a construção e produção de
conhecimento, visando à transformação da sociedade em que está inserida. Dentro
desse balizamento, a produção de conhecimento, via extensão, dá-se na troca de
saberes sistematizados - acadêmico e popular, tendo a participação efetiva da
comunidade na atuação da universidade com a consequente produção resultante do
confronto com a realidade. Vale salientar que a pesquisa é parte indissociável da
extensão. Contudo, essa pesquisa deve ser concebida como método investigativo de
trabalho voltado às transformações sociais e à produção de conhecimentos.
Caracteriza-se, efetivamente, como um processo educativo, reafirmando o
compromisso da UFAL com a sociedade.
37

3

Dimensão 3: interação com os setores da sociedade
A extensão como espaço de vivência com as problemáticas sociais deve
assegurar a relação bidirecional entre a universidade e os setores da sociedade, de
tal modo que os problemas sociais emergentes recebam atenção produtiva por parte
da UFAL. A participação da universidade na elaboração, acompanhamento,
avaliação e implantação das políticas públicas voltadas para a maioria da população
se constituem em diretriz importante na interação com a sociedade.
Dimensão 4: valorização da cultura local
As atividades voltadas ao desenvolvimento, produção, preservação e difusão
cultural e artística devem permear a práxis acadêmica como elemento transversal no
respeito à diversidade cultural e para a elevação do nível cultural da população. O
estímulo à formação técnica deve ser referenciado pelas ações extensionistas que
valorizem a cultura local.
5.1.7.2 Princípios da extensão
As ações de extensão na UFAL, desenvolvidas como processo educativo,
visa, sobretudo, colaborar como parte indissociável na formação de profissionais
éticos que possam contribuir na elevação das condições de vida da comunidade
local e para o progresso e desenvolvimento regional. Essas ações se
consubstanciam em forma de programas, projetos, cursos de extensão, eventos,
prestação de serviço, produções e produtos acadêmicos. Assim, para cumprimento
dos propósitos e missão, a UFAL deve seguir os seguintes princípios gerais:
● Princípio I – Ação a ciência, a arte e a tecnologia devem alicerçar-se nas
prioridades do local, da região, do país;
● Princípio II - a universidade não pode se imaginar proprietária de um saber
pronto e acabado, que vai ser oferecido à sociedade, mas, ao contrário,
exatamente porque participa dessa sociedade, a instituição deve estar
sensível a seus problemas e apelos, quer através dos grupos sociais com os
38

3

quais interage, quer através das questões que surgem de suas atividades
próprias de ensino, pesquisa e extensão;
● Princípio III - a universidade deve estar atenta aos movimentos sociais,
priorizando ações que visem à superação das atuais condições de
desigualdade e exclusão existentes no Brasil;
● Princípio IV - a ação cidadã da universidade não pode prescindir da efetiva
difusão dos saberes nela produzidos, de tal forma que as populações cujos
problemas tornam-se objeto da pesquisa acadêmica sejam também
consideradas sujeito desse conhecimento, tendo, portanto, pleno direito de
acesso às informações resultantes dessas pesquisas;
● Princípio V - a prestação de serviços deve ser produto de interesse
acadêmico, científico, filosófico, tecnológico e artístico do ensino, pesquisa e
extensão, devendo ser encarada como um trabalho social, ou seja, como
ação deliberada que se constitui a partir da realidade e sobre a realidade
objetiva, produzindo conhecimentos que visem à transformação social;
● Princípio VI - a atuação junto ao sistema de ensino público deve se constituir
em uma das diretrizes prioritárias para o fortalecimento da educação básica
através de contribuições técnico-científicas e colaboração na construção e
difusão dos valores da cidadania.

5.1.7.3 Metodologias gerais norteadoras
A participação do aluno é um dos pilares das ações que viabiliza a extensão
como momento da prática profissional, da consciência social e do compromisso
político, devendo ser obrigatória para todos os cursos, desde o primeiro semestre, se
possível, e estar integrada a programas decorrentes das Unidades Acadêmicas e à
temática curricular, sendo computada para a integralização do currículo dos
discentes. Assim, as atividades de extensão devem ser parte integrante dos
currículos dos cursos de graduação, assegurando, no mínimo, 10% do total de
créditos curriculares exigidos na forma de programas e projetos de extensão
universitária como preconiza a Meta 12.7 do Plano Nacional de Educação para o
decênio 2014 a 2024. No caso do curso de Arquitetura e Urbanismo – Bacharelado
este percentual é 10%.
39

3

5.1.7.4 Política de extensão no curso
Conforme as diretrizes da Política Nacional de Extensão Universitária (2012),
o Curso vem aprimorando estratégias político-pedagógicas que viabilizem a
superação da antiga concepção das ações extensionistas, tornando-as o principal
instrumento de interação entre universidade e sociedade, bem como o alicerce da
recíproca transformação.
Nesse sentido, o Curso de Arquitetura e Urbanismo - Bacharelado tem
reformulado e qualificado as ações extensionistas, visando proporcionar sólida
fundamentação à formação de profissionais compromissados com a mudança social
e potencializar o alcance das produções para além do âmbito acadêmico. A fim de
melhor atrelar as ações de extensão às atividades de ensino e pesquisa, as
disciplinas têm incorporado nas ementas os temas transversais solicitados pelo MEC
(Direitos Humanos, Acessibilidade e Inclusão Social, Relações Étnico-Raciais e Meio
Ambiente), abrindo espaços para debates que oportunizam aos discentes reflexões
críticas sobre esses aspectos da realidade social, etapa necessária tanto para o
refinamento da compreensão da complexidade que a caracteriza, quanto para a
elaboração e desenvolvimento das ações de pesquisa e extensão.
A partir da vigência do novo ordenamento curricular apresentado neste
documento, o Programa de Extensão do Curso de Arquitetura e Urbanismo UFAL
Campus Arapiraca denominado “Cidades e Comunidades Contemporâneas” será
efetivado. Este programa tem como objetivo inserir a problemática arquitetônica e
urbanística na pauta de discussão sobre o desenvolvimento regional do Agreste
Alagoano, abordando de forma ampla e participativa, as tendências, os limites e os
caminhos para a construção de um conhecimento arquitetônico, urbanístico e
paisagístico que seja comprometido com o enfrentamento das desigualdades
regionais e das injustiças sociais e com a adequação ambiental de conjuntos
edificados urbanos.
O

programa

articula

ações

relacionadas

às

linhas

de

extensão:

desenvolvimento tecnológico; desenvolvimento urbano; inovação tecnológica e
questões ambientais e contempla quatro tipos de Atividades Curriculares de
Extensão (ACE): Projetos, Produtos, Cursos e Eventos.

Estas atividades

correspondem a um processo interdisciplinar, educativo, cultural, científico e político
40

4

que promove a interação transformadora entre a Universidade e outros setores da
sociedade (Resolução CONSUNI UFAL Nº04/2018), além de serem configuradas
como componentes curriculares creditadas no histórico dos discentes do Curso de
Arquitetura e Urbanismo. A seguir serão descritas as informações referentes às
atividades de extensão obrigatórias contempladas no Programa de Extensão do
Curso (quadros 6 a 11). Todas as atividades curriculares de extensão serão
coordenadas

em

conjunto

com

o

Núcleo

de

Estudos

Humanísticos

Transdisciplinares (NEHT). A carga horária total das atividades de curriculares de
extensão corresponde a 378 horas.
Quadro 6: Descrição da Atividade Curricular de Extensão 1:
Projeto Cidade e Cidadania (Componente Obrigatório)
ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO 1 (ACE 1): Projeto Cidade e Cidadania: o papel do
arquiteto e urbanista na contemporaneidade
Carga horária: 90h
Período de integralização: 1º período
Ementa: Arquitetura, urbanismo e cidadania. O profissional de arquitetura e urbanismo na
construção da cidadania. Arquitetura e urbanismo como expressões da modernidade. O espaço
urbano como categoria explicativa da contemporaneidade. Arquitetura, urbanismo e meio
ambiente. Arquitetura, urbanismo e identidade cultural. Arquitetura, urbanismo e patrimônio
histórico. Arquitetura, urbanismo e intervenção urbana. Etnicidade. Educação em direitos humanos

Objetivo geral: Compreender o papel do arquiteto e urbanista frente às questões contemporâneas
a partir de uma problemática arquitetônica e urbanística de Arapiraca e região sob a perspectiva
inter e multidisciplinar. Pretende-se desenvolver uma aproximação dos discentes com
comunidades locais para auxiliar no entendimento das carências e potencialidades de territórios
urbanos e promover um contributo intelectual através do retorno social aos agentes sociais
envolvidos.

Objetivos específicos:
●
●
●

Compreender a formação em arquitetura e urbanismo e sua correlação direta com as
problemáticas contemporâneas como: meio-ambiente, direito à moradia, identidade
cultural, patrimônio histórico, ordenamento do espaço urbano e direitos humanos;
Introduzir o discente de Arquitetura e urbanismo na sua formação por meio de uma
abordagem crítica-reflexiva acerca de sua realidade local e;
Problematizar questões urbanas locais urgentes por meio de ações de intervenção
programadas e articuladas à formação curricular do período onde os discentes estejam
inseridos.

Metodologia:
O desenvolvimento da ACE se dará em dois momentos de formação:
1) Seminário de abertura do semestre: Arquitetura, urbanismo e cidadania: O protagonismo do
arquiteto-urbanista na formação cidadã.

41

4

O Seminário tem por objetivo apresentar aos discentes ingressantes, bem como a comunidade
acadêmica e sociedade em geral, o papel da arquitetura e do urbanismo na formação da cidadania.
Por meio de mesas redondas, palestras e exposições orais com temas relacionados ao campo de
produção da arquitetura e urbanismo, será construída a trajetória da área de conhecimento bem
como de sua importância para a formação da cidadania.
A programação, que se desenvolverá nas primeiras semanas do semestre de entrada, será
organizada pelos discentes e docentes do curso de arquitetura e urbanismo em cooperação com
docentes, pesquisadores de áreas correlatas de dentro e fora da universidade.
Serão disponibilizadas no cronograma do projeto, atividades em sala de aula orientada para os
alunos do primeiro período, exclusivamente, com objetivo de definir as áreas de intervenção
programada segundo os eixos direitos humanos, etnicidade, meio-ambiente, identidade cultural,
patrimônio histórico e direito à moradia.
Cada eixo contará com um professor que será chamado de tutor da intervenção e obedecerá a
área de pesquisa e interesse do referido docente, porém, sempre em consonância com as
disciplinas ministradas naquele semestre.
2) Intervenções Programadas: Serão desenvolvidas atividades em conjunto com as comunidades
locais selecionadas na primeira etapa do projeto (1º período) para elaboração de intervenções
programadas, considerando os respectivos contextos urbanos e viabilidade.

Quadro 7: Descrição da Atividade Curricular de Extensão 2:
Produto (Componente Obrigatório)
ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO 2 (ACE 2): PRODUTO: Cidade e Cidadania
Carga Horária: 36 horas
Período de integralização: 2º período
Esta atividade está vinculada à conclusão do Projeto de Extensão 1 e será obrigatória para
discentes matriculados no 2º período do Curso. O objetivo desta ACE é a elaboração de produtos
artísticos pelos discentes tais como: vídeos, poesia, música, fotografias, instalações, para
expressar e divulgar de forma diferenciada a interpretação das problemáticas urbanas estudadas.

Quadro 8: Descrição da Atividade Curricular de Extensão 2:
Evento (Componente Obrigatório)
ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO 3 (ACE 3): EVENTO: Cidade e Cidadania
Carga Horária: 36 horas
Período de integralização: 2º período
Arquitetos-urbanistas em formação: Apresentação da produção dos alunos do segundo período /
Seminário de encerramento do 2º semestre. Esse seminário que se dará ao fim do segundo
semestre e tem por objetivo apresentar a execução dos projetos realizados pelos discentes
ingressantes. Por meio de uma rodada de apresentações, ter-se-á o resultado dos projetos
orientados segundo os quatro seguintes eixos: meio-ambiente, identidade cultural, patrimônio
histórico e direito à moradia.

42

4

Quadro 9: Descrição da Atividade Curricular de Extensão 4:
Projeto Maloca (Componente Obrigatório)
ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO 4 (ACE 4): Projeto Maloca: Escritório de Habitação
Social
Carga horária: 108h.
Períodos de integralização: 3º e 4º períodos
Esta atividade visa proporcionar um aprendizado ao aluno com base na realidade local ao mesmo
tempo em que buscará dar respostas aos problemas cotidianos da comunidade relacionados à
habitação. O projeto será realizado em dois semestres consecutivos. No primeiro semestre, será
realizada uma capacitação do discente para a pesquisa-ação, culminando na vivência em
comunidade cujo objetivo será a elaboração de um diagnóstico que subsidiará a composição de um
programa de necessidades. Esta etapa será composta por uma imersão supervisionada e
programada em uma comunidade, a ser realizada em grupos. A escolha das comunidades e o
calendário da vivência serão realizados anualmente, em acordo com o calendário acadêmico e a
comunidade. No semestre seguinte, o discente deverá elaborar proposta de intervenção na
comunidade, sempre tendo como pressupostos a participação comunitária e a
transdisciplinaridade.

Ementa: Conceito de habitação. Histórico da questão habitacional no Brasil. Carência habitacional.
Gestão habitacional e seus condicionantes. Habitação de interesse social. Política Nacional de
Habitação. Direitos humanos. Plano Nacional de Habitação. Habitação e tecnologia. Tecnologias
para habitação de interesse social. Lei de assistência técnica para habitação social. Experiências
de assistência técnica em habitação social no Brasil.
Objetivo geral: Desenvolver ações que auxiliem as comunidades de baixa renda do Agreste
Alagoano no acesso ao direito à moradia.

Objetivos específicos:
●
●
●
●
●

Capacitar o aluno para a elaboração de propostas em habitação de interesse social;
Elaborar diagnóstico participativo sobre as necessidades habitacionais nas comunidades
de baixa renda do Agreste Alagoano;
Estabelecer uma base de dados sobre as necessidades habitacionais no Agreste
Alagoano;
Elaborar propostas de intervenções habitacionais nas comunidades do Agreste Alagoano;
Capacitar a população na discussão e elaboração de projetos para o seu habitar, no
sentido mais amplo.

Metodologia:
Este projeto busca consolidar as ações já desenvolvidas durante os editais PAINTER 2013/2014 e
2014/2015, PROEXT 2014 “Escritório Piloto de Habitação Social” e PROCCAEXT 2016/2017 e
2018/2019 que tem desenvolvido ações que auxiliem as comunidades no acesso ao direito à
moradia. Neste projeto, a tríade do ensino superior se articula de modo indissociável com
atividades concernentes à produção, transmissão e apropriação social do conhecimento. Deste
modo, o avanço tecnológico sobre a habitação e as diversas formas de apropriação do espaço,
estará comprometido com o controle social da tecnologia e o protagonismo social, fundamento do
conceito de Tecnologia Social e, neste caso específico, Tecnologia Social para a Habitação. Esse
retorno social vai muito além da criação de diretrizes projetuais ou da elaboração de projetos e
assessoria aos moradores. O Projeto de Escritório de Habitação Social pretende empoderar a
população na discussão e elaboração de projetos para o seu habitar no sentido mais amplo. A
situação de Alagoas como um dos estados da União que apresenta os piores indicadores

43

4

socioeconômicos do país coloca este Programa em uma condição de relevo no preenchimento de
uma lacuna no apoio à população de baixa renda. Possivelmente a concentração de problemas
que aqui se verifica, poderá ser importante para encontrar soluções válidas também para
ambientes com problemas menos evidentes que os que aqui se encontram.
O Projeto contribui para que a Universidade cumpra seu papel social na medida em que adota uma
prática inclusiva: os moradores participam do processo de produção do conhecimento sobre o
espaço em que vivem. Esse viés é fundamental, uma vez que os grupos sociais e a universidade
participam ativamente da produção do conhecimento, de forma biunívoca, estabelecendo uma
troca de conhecimentos entre o universo acadêmico e o universo popular. São previstas nesse
programa a realização de três atividades, que poderão ser realizadas em até três semestres:
Projeto de Assistência Técnica para habitação social (diagnóstico e proposições) a ser realizado
em dois semestres consecutivos, Curso/Oficinas na comunidade e a realização de um evento –
Fórum Maloca.
A execução das atividades previstas no Projeto pretende dar respostas para problemas
vivenciados por populações com variados graus de vulnerabilidades sociais, tais como os
moradores dos empreendimentos habitacionais de interesse social e dos assentamentos precários,
inclusive os que passaram por intervenções de urbanização. Os impactos sociais esperados estão
relacionados com a melhoria dos projetos de habitação de interesse social, melhoria da qualidade
do espaço público nesses empreendimentos, a integração desses espaços ao conjunto da cidade
e, principalmente, a criação de mecanismos que permitam um acompanhamento sistêmico das
necessidades dos moradores.

Quadro 10: Descrição da Atividade Curricular de Extensão 5 (ACE 5):
Curso (Componente Obrigatório)
ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO 5 (ACE 5): CURSO: Maloca: Escritório de
Habitação Social

Carga horária: 54h
Período de integralização: 4º período
Esta atividade busca a prática do ensino e aprendizagem do discente baseada na busca de
soluções dos problemas da comunidade, em conjunto com a comunidade. Serão realizadas no
formato de oficinas ou minicursos nos quais deverão ser priorizados questões sobre educação
ambiental/comunitária, geração de trabalho e renda, tecnologias sociais e organização comunitária.
Quadro 11: Descrição da Atividade Curricular de Extensão 6 (ACE 6):
Evento (Componente Obrigatório)
ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO 6 (ACE 6) – EVENTO: Fórum Maloca: Escritório de
Habitação Social
Carga horária: 54h
Período de integralização: 4º período
Esta atividade visa consolidar o Fórum Maloca como espaço de discussões dos problemas e
soluções relacionados à habitação. A organização do Fórum ficará sob a responsabilidade dos
discentes participantes do Projeto sob a supervisão de um ou mais docentes. O Fórum será
composto por mostras, oficinas e debates com a participação das comunidades envolvidas.

44

4

5.1.8 Políticas de pesquisa

Dado o caráter pluri e multidisciplinar que lhe é inerente, a Universidade
Federal de Alagoas promove a pesquisa nas mais diversas áreas de conhecimento,
incentivando a formação de grupos e núcleos de estudo que atuam nas mais
diversificadas linhas de pesquisa, considerando a classificação das áreas de
conhecimento do CNPq. O incentivo à produção científica, tecnológica e cultural
qualificada se dará através mecanismos que visem o aumento da produção do
conhecimento produzido na UFAL. Entre eles, vale salientar a política de apoio
prioritário à publicação em periódicos de alto fator de impacto, através de
lançamento de edital de concessão de recursos para a tradução e pagamento de
taxas de publicação. Além disso, o incentivo à vinda de pesquisadores e docentes
estrangeiros para colaboração científica amplia as parcerias para elaboração
conjunta de projetos de pesquisa com instituições e/ou pesquisadores estrangeiros.
Todas as ações de pesquisa desenvolvidas na UFAL são registradas e
institucionalizadas, no âmbito da PROPEP, através da sua inclusão no Diretório de
Grupos de Pesquisa do CNPq. Os grupos existentes na UFAL e suas linhas de
pesquisa podem ser consultados, sempre de forma atualizada, com informações
disponíveis em <http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/>.
É imprescindível a existência de uma política de utilização e manutenção de
equipamentos multiusuários de pesquisa adquiridos via projetos institucionais. Para
tal, deve-se ampliar a divulgação da lista dos equipamentos adquiridos em projetos
institucionais e o estabelecimento de regras e critérios de sua utilização. Além disso,
serão criados programas de manutenção de equipamentos multiusuários de uso
institucional.
5.1.8.1 Políticas de pesquisa no curso
As pesquisas realizadas no curso de Arquitetura e Urbanismo - Bacharelado
estão ambientadas nos diferentes grupos ou núcleos de pesquisa vinculados à
Unidade. Sempre que possível, as pesquisas contam com financiamento público.
Também é uma prática da unidade motivar os professores a desenvolverem
pesquisas com presença de alunos bolsistas ou voluntários vinculados ao Programa
45

4

Institucional de Bolsa de Iniciação Científica (PIBIC) do CNPq. Os grupos de
pesquisa vinculados ao curso são os seguintes:
● Grupo de Extensão e Pesquisa Qualidade do Ambiente Construído: QARA, através do Maloca - Escritório de Habitação Social: sendo o primeiro
grupo de pesquisa do Curso de Arquitetura e Urbanismo do Campus
Arapiraca junto a Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPEP) e ao
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O
grupo visa agregar as linhas de pesquisa do Curso consolidando o caráter
interdisciplinar dos trabalhos desenvolvidos bem como integrando o seu corpo
docente. Leva em consideração os aspectos projetuais, tecnológicos, sociais
e culturais. O Projeto “Escritório Piloto de Habitação Social”, envolve os
cursos de Arquitetura e Urbanismo, Psicologia e Serviço Social e tem por
objetivo geral assessorar a população de baixa renda da Região Agreste de
Alagoas na busca por melhoria das condições habitacionais de suas
comunidades, através do recolhimento e análise de informações das regiões
envolvidas, com vistas à programação e aplicação de um plano de ação
dentro das reais condições dos lugares;
● Grupo de Estudos da Atmosfera Climática Urbana (GATU): tem como
objetivo desenvolver estudos sobre os impactos da cidade no clima em suas
diversas escalas, discutindo alternativas de organização dos espaços
externos, fundamentadas em critérios ambientais, entre os quais, o de
conforto térmico. O grupo possui 4 linhas de pesquisa: Climatologia aplicada
ao ambiente urbano, Clima e planejamento urbano, Conforto ambiental
urbano e Clima e energia em edificações urbanas. Diante das crescentes
discussões a respeito da otimização dos espaços urbanos, torna-se cada
vez mais importante o desenvolvimento de pesquisas que auxiliem o
planejador urbano quanto à possibilidade de mostrar diversas alternativas de
organização dos espaços urbanos, fundamentadas em critérios ambientais,
entre os quais, o de conforto térmico dos ambientes urbanos. A importância
do clima para o planejamento urbano já pode ser considerada como um
consenso. Entretanto, a aplicação dos conhecimentos da climatologia
urbana ainda é bastante incipiente nos planos de desenvolvimento e
46

4

ocupação das cidades brasileiras. Desta forma, torna-se um desafio a
incorporação das recomendações fundamentadas nas análises climáticas do
meio urbano nas atividades relacionadas às ações de planejamento urbano.

47

4

6

METODOLOGIA DE ENSINO-APRENDIZAGEM
O Curso de Arquitetura e Urbanismo trabalha com uma concepção de ensino-

aprendizagem orientada para a mediação entre teoria e prática, entre o
desenvolvimento da capacidade intelectual, da sensibilidade social e de habilidades
técnicas. O Curso procura orientar suas práticas de ensino, na sala de aula como
fora dela, para as possibilidades de aplicação dos conhecimentos teóricos no
desenvolvimento de pesquisas de distintas naturezas e de atividades de intervenção.
A matriz curricular do Curso prevê que o ensino/aprendizagem seja
desenvolvido através da interdisciplinaridade, associando conteúdos teóricos a
atividades práticas, sem deixar de lado os princípios éticos e o compromisso com o
desenvolvimento da sociedade.
É possível dividir a forma de ensino/aprendizagem do Curso de Arquitetura e
Urbanismo – Bacharelado em duas formas básicas:

a) Aulas teóricas: desenvolvido a partir de aulas expositivas, com apresentação dos
conteúdos previstos na matriz curricular. Cabe ao docente conduzir as aulas e optar
pelo método de avaliação a exposição dos conteúdos, cujos níveis de intensidade e
graus de dificuldades e aprofundamento são definidos pela especificidade de cada
disciplina estudada;
b) Aulas práticas: cada disciplina do ordenamento curricular contempla uma carga
horária para atividades práticas para subsidiar a absorção e compreensão dos
conteúdos ministrados. Além disso, as atividades de estágio obrigatório forçam o
discente a lidar diretamente com a prática de realização de levantamentos,
diagnósticos e pesquisas, em função dos seus objetos de estudos.

Atualmente, com a evolução da tecnologia e a consequente mudança nas
formas de ensino exige dos docentes novos métodos de ensino. Em um cenário
altamente dinâmico, as técnicas docentes devem ser sempre aprimoradas,
atendendo às necessidades que vão surgindo e buscando a construção da
qualidade no processo de aprendizagem.
Assim, atualmente tem sido perceptível a necessidade de aprimoramento das
tradicionais formas de ensinar (onde o professor tem o papel de apenas transmitir o
48

4

conteúdo) e buscar melhoramento nas práticas dos saberes.

Neste sentido, o

professor poderá assumir o papel de mentor e facilitador, intermediando o acesso do
aluno à informação, reconhecendo o aluno como um agente principal do seu próprio
aprendizado, estimulando-o a participar ativamente do processo e capacitando-o a
construir satisfatoriamente seu próprio desenvolvimento escolar.
A formação das técnicas docentes deve estar focada no desenvolvimento de
habilidades e competências, de valores e atitudes, os quais possibilitem, juntamente
com os discentes, a construção constante de saberes, a partir de desafios impostos
no cotidiano.
Desta forma, o curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de
Alagoas, Campus Arapiraca, busca introduzir metodologias ativas e dialógicas no
parâmetro de ensino e aprendizagem, promovendo a interdisciplinaridade e a
flexibilidade curricular, a partir do emprego das seguintes metodologias:
● Visitas técnicas: realização de visitas às empresas e lojas que atuam na
área de arquitetura e urbanismo, bem como às obras civis, visando integrar
teoria e prática, além de contribuir para o estreitamento das relações entre
instituição de ensino e campo de trabalho, facilitando uma visão estratégica e
mais ampla sobre a atuação do profissional da arquitetura e urbanismo;
● Projetos

de

Extensão:

realização

de

visitas

às

comunidades

da

circunvizinhança do Campus UFAL Arapiraca com o intuito de conhecer a
realidade local e desenvolver projetos artísticos, urbanísticos e arquitetônicos
que possam contribuir com o desenvolvimento social da cidade, promovendo
a interdisciplinaridade e a flexibilidade curricular;
● Proposição de problemas: frequentemente, durante as disciplinas, os
alunos são submetidos à problemas relacionados com aspectos tangenciáveis
à arquitetura e urbanismo, tendo que buscar propostas embasadas para
solucionar as dificuldades impostas através de projetos;
● Realização de maquetes: os alunos são estimulados a confeccionar
maquetes físicas (ou digitais) para facilitar a visualização tridimensional dos
espaços, além de estimular a criatividade e a arte;

49

4

● Estudos de casos: atividade de colocar em prática o conteúdo teórico
aprendido, visando o desenvolvimento da habilidade técnica e conceitual,
bem como exercer a avaliação de resultados práticos obtidos;
● Projetos culturais: realização de projetos culturais e históricos, visando à
manutenção da memória cultural e histórica da cidade de Arapiraca e regiões
próximas, estimulando a criatividade e o posicionamento técnico, além de
estimular e visualizar o potencial artístico dos alunos;
● Dinâmicas em grupo: realização de atividades interativas, como debates e
jogos, estimulando o trabalho em grupo e estimulando a postura de liderança,
bem como o desenvolvimento da contextualização crítica. Além disso, exerce
a criatividade, a iniciativa e a habilidade em negociação;
● Ciclo de palestras: organizado por alunos sob a orientação de professores,
são realizadas palestras e minicursos com participação de ex-alunos e
profissionais externos à Universidade e atuantes no mercado de trabalho.
Esta atividade visa promover o desenvolvimento de habilidades científicas dos
alunos e o avanço de conhecimentos da prática do profissional da arquitetura
e do urbanismo, como também, favorecer a integração das turmas e o
desenvolvimento da habilidade e organização de eventos;
● Práticas de exercícios: durante o curso, os alunos participam de exercícios
práticos, em campo ou em sala de aula, utilizando equipamentos para
realização de levantamentos arquitetônicos e topográficos. Estimula-se
também, a utilização frequentemente de pranchetas de desenho, bem como a
realização de experimentos práticos de medição.
● Estudo dirigido: estudo realizado em grupo sobre um determinado tema
para apresentação em seminários, com o intuito de preparar o aluno para
criação de artigos e apresentação oral, evidenciando e despertando o espírito
científico e a formação de sujeitos autônomos e cidadãos;
● Aulas Expositivas: a exposição do conteúdo em sala de aula é
acompanhada por recursos tecnológicos que auxiliam no processo de
ensino e aprendizagem como utilização de equipamentos de multimídia,
vídeos, programas de computador, aplicativos computacionais de arquitetura
e urbanismo e aulas semipresenciais através da elaboração de exercícios e
discussões na plataforma AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem);
50

5

● Acompanhamento aos discentes: o curso conta com vagas para
monitores em todas as áreas de conhecimento, os quais contribuem no
desenvolvimento da aprendizagem através de assessorias aos alunos. Além
disso, os professores disponibilizam horários para atendimento ao aluno de
forma a esclarecer dúvidas sobre os conteúdos das disciplinas;
● Bancas de projeto: entendendo que as disciplinas de projeto são a espinha
dorsal do curso, em cada semestre é realizada uma banca de projeto, onde
professores do curso, monitores, alunos veteranos e profissionais atuantes
no mercado avaliam o produto apresentado de forma ampla. Nesse
momento, são propostos projetos integrados com as disciplinas do período,
possibilitando uma discussão mais ampla do tema e aprofundando o
conhecimento do aluno.
Neste sentido, os conteúdos curriculares das disciplinas podem ser
ministrados em diversas formas de organização, utilizando as metodologias
mencionadas, de acordo com a carga horária e plano de estudos de cada disciplina,
sempre prezando pela flexibilização curricular, interdisciplinaridade e articulação
teórico-prática. Na condição de sujeitos ativos e questionadores, os alunos
desenvolvem competências e habilidades de reconstruir conhecimento com
autonomia.

51

5

7

AS TECNOLOGICAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO – TICS
O Curso de Arquitetura e Urbanismo – Bacharelado – congrega docentes e

discentes a uma série de recursos tecnológicos na conexão do trinômio universitário
ensino-pesquisa-extensão. O uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação
– TICs – ocorre em estudos coletivos, individuais, em apoios de monitoria e
formação etc. Os estudantes acessam tais tecnologias como ferramenta de inclusão
digital indispensável à formação do bacharel em Arquitetura e Urbanismo.
Os professores podem usar plataformas digitais de interação e informação,
tais como blogs e sites no qual disponibilizam material de consulta e oferecem
espaço para procedimentos de interação assíncronos. Alguns docentes, inclusive,
utilizam as plataformas das redes sociais para manter a comunicação com os
alunos, por via de perfil próprio e grupos de debate exclusivos dos alunos. Tanto na
plataforma da universidade- AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem), quanto nos
perfis das redes sociais são disponibilizados avisos, ações e material didático,
agilizando o relacionamento e a troca de informações de forma assíncrona e
intermitente entre os alunos do curso. Na plataforma Universidade Digital, é possível
acessar o repositório de trabalhos de conclusão de curso desenvolvidos pelos
alunos.
As aulas são mediadas por recursos tecnológicos como o uso de projetores
de multimídia e computadores interligados com a rede de internet wi-fi gratuita com
acesso liberado aos alunos, permitindo uma troca de informações e acesso às
plataformas de exibição de vídeos e materiais de consulta durante as aulas.
Na estrutura física, os educandos têm acesso a um laboratório de Informática
com computadores que possuem acesso à internet e softwares apropriados para as
atividades de formação educacional, bem como outros específicos da atuação
profissional, além de contarem com rede wi-fi gratuita em todo o campus.

52

5

8

PROCESSOS E SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
A avaliação é um fator de gestão no sentido de possibilitar correções,

reorientar práticas pedagógicas, refletir sobre os projetos pedagógicos, delimitar os
obstáculos administrativos. Deste modo, ela precisa estar definida, de forma clara e
objetiva, no Projeto Pedagógico que, deverá prever tempo amplo para o processo de
auto-avaliação pedagógica. A avaliação é um mecanismo que contribui para as
respostas dadas às demandas da sociedade e da comunidade científica e deve ser
entendida como um processo amplo e co-participativo, respeitando os critérios
estabelecidos no regulamento geral dos cursos de graduação. O acompanhamento e
a avaliação do processo ensino-aprendizagem deverão estar em consonância com a
própria dinâmica curricular.
A avaliação é, portanto, uma atitude de responsabilidade da instituição, dos
professores e dos alunos acerca do processo formativo. A avaliação que aqui se
propõe não é uma atividade puramente técnica, ela deve ser processual e formativa;
e, manter coerência com todos os aspectos do planejamento e execução do Projeto
Pedagógico do curso. Ela transcende a concepção de avaliação da aprendizagem e
deve ser integrada ao PPC como dado que interfira consistentemente na ação
pedagógica do curso, de maneira que garanta a flexibilização curricular e que
permita a adequação do desenvolvimento acadêmico à realidade na qual se insere a
UFAL.
A avaliação requer, portanto, por parte de todos os atores envolvidos com o
processo educacional, uma permanente aferição avaliativa do Projeto Pedagógico
em relação aos fins pré-constituídos, às metas e às ações definidas. Assim, a
avaliação deve ser percebida como movimento de reflexão sobre os constitutivos do
processo de ensino-aprendizagem, do plano político-pedagógico e das atividades
curriculares.

8.1

AVALIAÇÃO DISCENTE
A avaliação do processo ensino-aprendizagem se insere na própria dinâmica

curricular. A avaliação é, portanto, uma atitude de responsabilidade da instituição,
dos professores e dos alunos acerca do processo formativo. A avaliação da
53

5

aprendizagem considera os aspectos legais determinados na Lei de DBEN no que
concerne à aferição quantitativa do percentual de 75% de presença às atividades de
ensino previstas pela carga horária de cada disciplina e no total da carga horária do
curso e qualitativa em relação ao total de pontos obtidos pelo aluno em cada
disciplina.
No plano interno, a avaliação da aprendizagem atende ao Art. 9º. da
Resolução 25/05– CEPE que determina que o regime de aprovação do aluno em
cada disciplina será efetivado mediante a apuração da frequência às atividades
didáticas e do rendimento escolar.
Neste entendimento, o Art. 10 afirma que: “Será considerado reprovado por
falta o aluno que não comparecer a mais de 25% (vinte e cinco por cento) das
atividades didáticas realizadas no semestre letivo. Parágrafo Único - O abono,
compensação de faltas ou dispensa de frequência, só será permitido nos casos
especiais previstos nos termos do Decreto-Lei no 1.044 (21/10/1969), Decreto-Lei no
6.202 (17/04/1975) e no Regimento Geral da UFAL. A mesma resolução apresenta
um capítulo detalhando como se efetiva a apuração do como se efetiva a apuração
do rendimento escolar.
No curso de Arquitetura e Urbanismo – Bacharelado, a avaliação da
aprendizagem é condizente com a concepção de ensino e aprendizagem que norteia
a metodologia adotada para a consecução da proposta curricular, de forma a
fortalecer a perspectiva da formação integral dos alunos respeitando a diversidade e
a pluralidade das suas formas de manifestação e participação nas atividades
acadêmicas, sem se distanciar, entretanto, das determinações legais e institucionais.
O docente opta pelos métodos de avaliação (provas abertas, fechadas,
atividades práticas, projetos, seminários, relatórios, participação nas discussões,
etc.), cujos níveis de intensidade e graus de dificuldades e aprofundamento são
definidos pela especificidade de cada disciplina estudada. O sistema de avaliação da
aprendizagem em cada uma das disciplinas irá observar o que normatiza a
resolução no 25/2005 do CEPE (Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão) da
Universidade Federal de Alagoas, que estabelece:
Art. 11 - A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;

54

5

(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
§ 1º – Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive
prova final, após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e
oito) horas, das notas obtidas pelo aluno em avaliações anteriores.
§ 2º - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de
avaliação e, no prazo de 02 (dois) dias úteis após a divulgação de cada
resultado, poderá solicitar revisão da correção de sua avaliação, por uma
comissão de professores designada pelo Colegiado do Curso.
Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio
Curricular Obrigatório, quando previsto no PPC.
Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que
possível, aos conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será
resultante de mais de 01 (um) instrumento de avaliação, tais como: provas
escritas e provas práticas, além de outras opções como provas orais,
seminários, experiências clínicas, estudos de caso, atividades práticas em
qualquer campo utilizado no processo de aprendizagem.
§ 1º - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou
mais dos instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral
(AB) respectiva, calculada considerando-se a média das avaliações
programadas e efetivadas pela disciplina.
§ 2º - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em
uma das 02 (duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre
letivo, a ser reavaliado naquela em que obteve menor pontuação,
prevalecendo, neste caso, a maior nota.
Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média
aritmética, apurada até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações
Bimestrais.
§ 1º - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final
(NF) das Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
§ 2º - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual
ou superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a
Prova Final (PF).

55

5

Parágrafo Único - A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da
disciplina ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em
época posterior às reavaliações, conforme o Calendário Acadêmico da
UFAL.
Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF),
em cada disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5
(cinco inteiros e cinco décimos).
Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a média
ponderada da Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis),
e da nota da Prova Final (PF), com peso 4 (quatro).
Art. 17 - Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo
comparecido à Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de
doença, devendo requerê-la ao respectivo Colegiado do Curso no prazo de
48 (quarenta e oito) horas após a realização da prova.
Parágrafo Único - A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05
(cinco) dias após a realização da primeira chamada, onde prevalecerá o
mesmo critério disposto no Parágrafo único do Art. 16.

Visando diminuir o índice de retenção e maximizar a possibilidade de
recuperação acadêmica dos alunos, o sistema de avaliação prevê a realização de
uma Reavaliação de Aprendizagem que substituirá a menor de suas notas obtidas
entre as duas avaliações bimensais. Esta ação acontece antes da avaliação final,
possibilitando o aluno não apenas recuperar a nota e melhorará sua média, como ter
um melhor aproveitamento acadêmico.

8.2

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
A avaliação permanente do Projeto Pedagógico do Curso é importante para

aferir a adequação do novo currículo, como também para se certificar da
necessidade de alterações futuras que possam contribuir para a otimização do
mesmo. Esta avaliação é feita pelo colegiado do curso e pelo NDE, tomando como
instrumento base os relatórios da CAA – Comissão de Auto Avaliação e os relatórios
acadêmicos relativos à evasão, retenção e aproveitamento escolar dos discentes.
Os mecanismos a serem utilizados deverão permitir tanto uma avaliação institucional
56

5

como uma avaliação do desempenho acadêmico – ensino e aprendizagem – de
acordo com as normas vigentes, viabilizando uma análise diagnóstica e formativa
durante o processo de implementação do projeto. Deverão ser utilizadas estratégias
que possam garantir uma discussão ampla do projeto, mediante um conjunto de
questionamentos organicamente ordenados que facilitem a identificação de
possíveis deficiências e/ou de mudanças histórica que atuem dinamicamente sobre
a estrutura curricular, forçando a sua adequação.
O Curso será também avaliado pela sociedade, através da ação/intervenção
docente/discente expressa na produção e nas atividades concretizadas no âmbito da
extensão universitária, em parceria com instituições e empreendimentos alagoanos,
assim como com estágios curriculares não obrigatórios, a partir do momento que
suas ações e procedimentos serão divulgados em ambientes de redes sociais do
curso e na página do curso (site institucional). O roteiro proposto pelo INEP/MEC
para a avaliação das condições de ensino, em atendimento ao artigo 9, inciso IX, da
lei n 9.394/96 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), servirá de
instrumento para avaliação, sendo o mesmo constituído pelos seguintes tópicos:
I. Organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto do
curso, atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;
II. Corpo docente: formação profissional, condições de trabalho, atuação e
desempenho acadêmico e profissional;
III. Infraestrutura: instalações gerais, biblioteca, instalações e laboratórios
específicos.

8.3

COMISSÃO DE AUTO-AVALIAÇÃO
O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) instituiu a

criação de comissões internas de auto-avaliação. Respeitando essas orientações o
CONSUNI – UFAL afere através da Resolução Nº 52/2013, a criação das Comissões
de Auto Avaliação (CAA’s). Como o curso de Arquitetura e Urbanismo - Bacharelado
está vinculado à unidade acadêmica Campus Arapiraca, a CAA está sob a
responsabilidade da Coordenadoria de Graduação do Campus. Esta coordenadoria
coleta as análises realizadas pelas comissões internas de cada curso de graduação
57

5

pertencentes à unidade acadêmica para efetuar a avaliação geral e gerar o relatório
da CAA – Campus Arapiraca.
A Comissão interna de Avaliação (CA) do curso de Arquitetura e Urbanismo é
composta por membros do Núcleo Docente Estruturante, incluindo a participação de
um membro representante do corpo técnico do Campus UFAL Arapiraca e um
representante discente. A Comissão é responsável por elaborar relatório anual sobre
a avaliação do Curso, conforme os procedimentos e dados coletados pela Comissão
de Auto Avaliação (CAA) do Campus UFAL Arapiraca. e Comissão Própria de
Avaliação (CPA) da Universidade Federal de Alagoas. Os objetivos da Comissão de
Avaliação do Curso de Arquitetura e Urbanismo são os seguintes:
● Promover uma cultura avaliativa no âmbito do Curso de Arquitetura e
Urbanismo;
● Estimular a melhoria da qualidade nas atividades de ensino, pesquisa e
extensão do Curso;
● Elaborar relatórios de auto avaliação do Curso de Arquitetura e Urbanismo e
identificar

estratégias

para

otimizar

o

desempenho

das

atividades

desenvolvidas no âmbito do curso.
Dentre os principais parâmetros de análise para avaliação, destacam-se como
principias: desempenho do corpo discente na avaliação do ENADE, condições de
infraestrutura do curso e percepção dos discentes sobre as condições do processo
formativo.

58

5

9

INFRAESTRUTURA E RECURSOS MATERIAIS
As atividades pedagógicas e técnico-administrativas do Curso de Arquitetura

e Urbanismo são realizadas no espaço da sede do Campus Arapiraca, inaugurado
em julho de 2006. O Curso conta com a seguinte infraestrutura:
● (01) uma sala para funcionamento da Coordenação de Curso;
● 03 (três) ateliers para atividades práticas, equipados com armários e
pranchetas. Estes comportam entre 20 e 40 alunos. Um deles ficou reservado
para projetos urbanos e conta também com mapoteca e projetor multimídia;
● Salas de aula compartilhadas com outros cursos do Campus Arapiraca. São
disponibilizadas semestralmente, de acordo com os horários das disciplinas,
algumas salas do Bloco A, Bloco B e Bloco C, equipadas com carteiras
escolares, quadros e mesa (geralmente são disponibilizadas duas a três salas
no turno vespertino);
● 01 laboratório de informática equipado com 20 computadores e um projetor
multimídia;
● 01 sala para permanência de professores com mesas e armários;
● 01 sala para o Escritório de Habitação Social – Maloca;
● 01 sala para o Grupo de Estudos Atmosfera Climática Urbana -GATU;
● 01 sala para o Grupo de Extensão e Pesquisa Qualidade do Ambiente
Construído - Grupo Q-ARA;
● 01 auditório com capacidade de 200 pessoas (que também atende às
demandas dos demais cursos do Campus Arapiraca);
● Restaurante Universitário com oferecimento de 2 refeições diárias (Central do
Campus Arapiraca);
● 01 Biblioteca (Central do Campus Arapiraca).

59

5

10 ESTÁGIO SUPERVISIONADO
A Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008 – Lei do Estágio define o “estágio
como o ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho,
que visa à preparação para o trabalho produtivo do estudante”.
Na UFAL, os estágios curriculares supervisionados são regulamentados a
partir da Lei do Estágio em conjunto com a Resolução nº 71/2006-CONSUNI/UFAL,
de 18 de dezembro de 2006, ficando definido como componente curricular, presente
nos cursos de graduação, sendo dividido em estágios curriculares supervisionados,
obrigatório e não obrigatório, desde que previstos nos projetos pedagógicos dos
cursos.
O estágio curricular supervisionado obrigatório para o curso de Arquitetura e
Urbanismo está previsto e orientado a partir do Art.7º das Diretrizes Curriculares
Nacionais para o Curso Superior de Graduação em Arquitetura e Urbanismo
(Resolução CNE/CES Nº2/ 2010), a qual institui as Diretrizes Curriculares Nacionais
dos Cursos de Graduação em Arquitetura e Urbanismo, em seu Art. 7º, salienta que:
Os estágios supervisionados são conjuntos de atividades de formação,
programados e diretamente supervisionados por membros do corpo docente
da instituição formadora e procuram assegurar a consolidação e a
articulação das competências estabelecidas (CNE/CES Nº2/ 2010).

A proposta curricular do Curso de Arquitetura e Urbanismo do Campus UFAL
Arapiraca, inclui o Estágio Supervisionado Obrigatório, com carga horária mínima de
200 (duzentas) horas, podendo ser realizado entre o 6º e o 10º período do curso. O
estágio não obrigatório pode ser realizado a partir do 3º período do curso e deve
propiciar a complementação do ensino e da aprendizagem por meio de atividades
práticas, pela participação em situações reais de vida e de trabalho na área de
formação do estudante, realizadas na comunidade em geral ou junto às pessoas
jurídicas de direito público ou privado, sob responsabilidade e coordenação da
Instituição de Ensino.
O aluno / estagiário é supervisionado periodicamente por um professor do
curso com formação ou com experiência na área de atuação das atividades do
estágio. No local de estágio, o aluno é supervisionado diariamente por um
60

6

profissional de Arquitetura e Urbanismo ou áreas afins, o qual avaliará o
desempenho do estagiário periodicamente até a sua finalização. As atividades de
estágio deverão ser orientadas e programadas a partir de um plano de atividades,
com a obrigatoriedade de avaliações periódicas previstas nas normativas
institucionais e específicas do curso.
Em relação às condições de exequibilidade, ressalta-se que as atividades do
estágio

serão

desenvolvidas

de

forma

teórico/prática,

podendo

ser

nas

dependências da UFAL, como prevê o §3º do Art. 2º da Lei do Estágio, além de
empresas públicas, privadas ou junto a profissionais liberais de nível superior, desde
que devidamente registrados em seus respectivos conselhos de fiscalização
profissional, cadastrados e/ou conveniados de acordo com a legislação vigente, sob
a supervisão de um funcionário da empresa (supervisor) e de um professor da UFAL
(orientador).
A estruturação do estágio formaliza-se através de atividades compreendendo,
obrigatoriamente, as seguintes etapas:
● Preenchimento da Ficha de Solicitação de Estágio: a empresa (pública,
particular ou ainda pessoa física) deve preencher um formulário solicitando
estagiário, informando dados da empresa (ou pessoal), período pretendido e
as atividades a serem desenvolvidas;
● Apresentação de termo de compromisso: o estágio só será válido a partir
do preenchimento e assinatura do Termo de Compromisso de Estágio (TCE),
celebrado entre o estudante, a instituição de ensino e a instituição concedente
de estágio. Esse termo é um documento institucional, contendo os dados
gerais do estágio em questão, o número da apólice de seguros que o discente
tem direito, disponibilizado, anualmente, pela Gerência de Estágio (GEST);
● Elaboração do plano de trabalho: o estágio deve estar no contexto da
formação acadêmica e ser apresentado para registro pelo Colegiado e
devidamente aprovado e acompanhado por um docente orientador;
● Desenvolvimento das ações programadas: o estágio deve ressaltar o lado
da qualidade formal, no aprimoramento das condições instrumentais do
exercício profissional;

61

6

● A avaliação final do estágio: deverá ser apresentado um relatório completo
das atividades ao Coordenador de Estágio e ao Colegiado do Curso, avaliado
e assinado pelo orientador e pelo supervisor do estágio.

As atividades desenvolvidas no estágio deverão estar compreendidas dentro
das diferentes áreas de atuação do curso, tais como: arquitetura de interiores,
projeto arquitetônico, planejamento urbano, projeto de urbanismo e paisagismo.
O Estágio Curricular Supervisionado Não Obrigatório é atividade opcional
integrante

do

conjunto

de

possibilidades

previstas

para

as

atividades

complementares. A carga horária será de no máximo 30 horas semanais, desde que
não haja prejuízo nas atividades acadêmicas obrigatórias. Nos períodos de férias
escolares poderão ocorrer atividades de estágios não obrigatórios, sendo a jornada
de trabalho estabelecida entre o estagiário e a parte concedente, com interveniência
da UFAL, através da Coordenação de Estágios Curriculares do curso.
O Estágio Não-Obrigatório poderá, respeitada a Resolução nº 71/2006CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006, ser aproveitado como Estágio
Obrigatório, mediante parecer favorável do Colegiado de Curso, a depender da
análise das documentações e relatório de estágio apresentado pelo aluno /
estagiário.
A Resolução Nº04/2012 do Curso de Arquitetura e Urbanismo UFAL Campus
Arapiraca dispõe sobre as normas internas para Estágio Curricular Supervisionado e
Extracurricular. Conforme o Art. 2º O estágio tem por objetivo: “permitir ao aluno
tomar os primeiros contatos com o ambiente de trabalho, complementando a
formação profissional e adquirindo a experiência humano-social, por meio da
convivência dos problemas técnicos, científicos, sociais e culturais”.

62

6

11 ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As atividades acadêmico-científico-culturais são regulamentadas a partir da
Resolução nº05/2012 do curso de Arquitetura e Urbanismo, que estão baseadas nas
seguintes resoluções:
● Resolução nº 56/1995-CEPE/UFAL, de 18 de julho de 1995, que define
normas referentes à implantação e implementação do regime acadêmico
seriado anual quanto à organização e funcionamento dos cursos de
graduação da Universidade Federal de Alagoas;
● Resolução nº 25/2005-CEPE/UFAL, de 26 de outubro de 2005, que institui e
regulamenta o funcionamento do Regime Acadêmico Semestral nos Cursos
de Graduação da UFAL, a partir do ano letivo de 2006.
O objetivo das atividades acadêmico-científico-culturais é:
Enriquecer os currículos dos cursos de graduação em Arquitetura e
Urbanismo, possibilitando aos alunos o aprofundamento de Atividades
acadêmico-científico-culturais a estrutura curricular básica, contribuindo
assim para o desenvolvimento de competências e habilidades importantes
para a sua formação profissional (Art. 6º, Resolução 05/2012).

Conforme a resolução do curso, a parte flexível do curso é composta de, no
mínimo, 200 horas cursadas ao longo dos períodos, sendo dividida em quatro
segmentos de atividades: ensino, extensão, pesquisa e gestão, sendo obrigatória a
participação de, pelo menos, duas atividades.
Conforme Art. 15º: compete ao Colegiado do Curso avaliar e aprovar o relatório
elaborado pelo discente e esclarecer dúvidas referentes à interpretação das presentes
normas, bem como suprir suas lacunas. O registro acadêmico é promovido de acordo com
um quadro de pontuações (Quadro 12 ao 15), sendo um professor do curso responsável
pelo desenvolvimento, registro no sistema acadêmico e organização das atividades
acadêmico-científico-culturais. A carga horária das Atividades Acadêmico-CientíficoCulturais poderá ser distribuída ao longo do Curso e deverá ser composta por ao menos
dois grupos de atividades descritos no Regulamento do curso (anexo 2).

Segundo a Resolução CNE/CES Nº2/2010, as atividades complementares
63

6

podem incluir projetos de pesquisa, monitoria, iniciação científica, projetos de
extensão, módulos temáticos, seminários, simpósios, congressos, conferências, até
disciplinas oferecidas por outras instituições de educação. No quadro a seguir, estão
especificadas os diferentes tipos de atividades aceitas pelo Curso de Arquitetura e
Urbanismo, Campus Arapiraca, previstas no anexo 1 da Resolução nº05/2012 e as
respectivas cargas horárias.
Quadro 12: Descrição dos tipos de atividades de ensino consideradas para a composição da carga
horária destinada à integralização das atividades acadêmico-científico-culturais
GRUPO DE
ATIVIDADES

ATIVIDADES

1.1 - DISCIPLINAS
ELETIVAS CURSADAS

GRUPO 1
ATIVIDADES
DE ENSINO
(FLEX01)

1.2 - MONITORIA

CARACTERIZAÇÃO
DOCUMENTOS
APROVEITAMENTO
E CRITÉRIOS
COMPROBATÓRIOS
DA CARGA
HORÁRIA
Disciplinas eletivas
ofertadas pelo Curso
que extrapolem a CH
obrigatória para
eletivas. Não pode
Histórico Escolar
ser aproveitada a
fornecido pela
carga horária
Instituição onde
excedente de uma
conste a aprovação
disciplina eletiva
aproveitada para
integralização de
carga horária de
disciplinas eletivas.
Cumprida sob
orientação de
Professor da
Instituição e
finalizada sem
pendências.

2

MÁXIMO DE
150 HORAS

A) Cursos, Cursos, minicursos,
minicursos, oficinas e workshops
oficinas e que tenham
workshops. vinculação com a
arquitetura e o
urbanismo
1.3 OUTRAS
Curso de idiomas
ATIVIDADES B) Cursos cursados em outras
de idiomas instituições de
ensino.

Relatório Final da
Monitoria e
Declaração do
Professor
Orientador
ou
Certificado da
Monitoria

Aproveitamento
integral da carga
horária, desde que o
aluno tenha sido
aprovado.

Aproveitamento
máximo da carga
horária da disciplina
objeto da monitoria,
mediante relatório do
professor orientador.

Certificado ou
Declaração da
Aproveitamento
Instituição Promotora.
máximo da carga
(É necessário que a
horária.
CH conste no
certificado)
Certificado ou
Declaração da
Instituição Promotora.
(É necessário que a
CH conste no
certificado)

C) Estágio Estágio não
não
obrigatório
Relatório de estágio
obrigatório oficializado no MGE.

Aproveitamento de
carga horária
equivalente a uma
disciplina eletiva.
Aproveitamento
máximo de carga
horária

2

A carga horária máxima indica o número máximo de horas possíveis de serem aproveitadas para cada
atividade. Caso a carga horária do aluno ultrapasse a carga horária máxima, o excedente não será computado
para fins de integralização da carga horária, mas constará do cômputo final, registrado no Histórico Escolar.

64

6

Quadro 13: Descrição dos tipos de atividades de extensão consideradas para a composição da carga
horária destinada à integralização das atividades acadêmico-científico-culturais
GRUPO DE
ATIVIDADES

ATIVIDADES

CARACTERIZAÇÃO E
CRITÉRIOS

DOCUMENTOS
APROVEITAME
COMPROBATÓRIOS
NTO DA
CARGA
HORÁRIA

Podem ser realizadas em
outros cursos de graduação e
pós-graduação (alunos que já
tenham curso superior
2.1 DISCIPLINAS
CURSADAS EM
OUTROS CURSOS

concluído) desta IES ou em
outras Instituições de
Ensino
Superior. É necessário que a
disciplina tenha relação com o
curso.

GRUPO 2
ATIVIDADES
DE
EXTENSÃO
(FLEX02)

Aproveitamento
Histórico Escolar
integral da carga
fornecido pela
horária, desde
Instituição onde conste
que o aluno
a aprovação e o
tenha sido
programa da disciplina.
aprovado.

Certificado ou
Participação em eventos
Aproveitamento
promovidos por instituições de Declaração da
da carga horária
ensino, entidades de classe e instituição promotora
2.2 pelo Colegiado
do evento.
PARTICIPAÇÃO EM setores da administração
(É necessário que a CH de Curso,
pública que tenham relação
EVENTOS
mediante
conste no certificado,
com o curso.
certificado de
ou apresentação do
frequência.
programa do evento)
Relatório Final do aluno
e
Declaração do
Aproveitamento
A) PARTICIPAÇÃO Devem ser realizados em Professor
de carga horária
áreas correlatas à
Orientador
EM PROJETOS
pelo Colegiado
Arquitetura e Urbanismo ou
DE EXTENSÃO
de
e coordenados por
(PIBIP-AÇÃO,
Certificado da
Curso, mediante
PROINART)
docentes da UFAL
Instituição. (É
comprovação
necessário que a CH
conste no certificado
ou declaração)

2.3 - OUTRAS ATIVIDADES

MÁXIMO DE
150 HORAS

Participação na comissão Certificado ou
Aproveitamento
organizadora de eventos Declaração da
da carga horária
instituição promotora
B) ORGANIZAÇÃO científicos e culturais
pelo Colegiado
ligados ao curso de
do evento.
DE EVENTO
de Curso,
Arquitetura e Urbanismo (É necessário que a CH mediante
ou áreas afins.
conste no certificado)
comprovação.

Participação em
C) PROGRAMA DE Programas de
INTERCÂMBIO
Intercâmbio
Institucional

Certificado
Relatório do aluno

Aproveitamento
da carga horária
pelo Colegiado
de Curso,
mediante
certificado
e relatório
individual
circunstanciado
e avaliativo.

65

6

Relatório Final do aluno
e Declaração do
Aproveitamento
Professor supervisor da
da carga horária
atividades
desenvolvidas
atividade
D) PARTICIPAÇÃO
pelo Colegiado
ou
EM ESCRITÓRIO pelo Escritório Modelo
de Curso,
Certificado
MODELO
em
(É necessário que a CH mediante
Arquitetura e Urbanismo conste no certificado ou comprovação.
declaração)
Participação em

E)
PARTICIPAÇÃO
EM EMPRESA
JUNIOR

Relatório Final do aluno
e Declaração do
Professor supervisor da Aproveitamento
Participação em
atividade
da carga horária
atividades
ou
pelo Colegiado
desenvolvidas por
Certificado
de Curso,
Empresa Junior em
(É necessário que a CH mediante
Arquitetura e Urbanismo
conste no certificado ou comprovação.
declaração)

Quadro 14: Descrição dos tipos de atividades de pesquisa consideradas para a composição da carga
horária destinada à integralização das atividades acadêmico-científico-culturais
GRUPO DE
ATIVIDADE
S

ATIVIDADES

CARACTERIZAÇÃO
DOCUMENTOS
APROVEITAME
E CRITÉRIOS
COMPROBATÓRIOS
NTO DA
CARGA
HORÁRIA
Relatório Final do
aluno e Declaração
do Professor
supervisor da

3.1 INICIAÇÃO CIENTÍFICA

GRUPO 3
ATIVIDADE
S
DE
PESQUISA
(FLEX03)
MÁXIMO DE
3.2 - PET
150 HORAS

A)
3.3 NÚCLEOS PARTICIPAÇÃO
TEMÁTICOS EM NÚCLEOS
TEMÁTICOS

Participação em
Projeto de Pesquisa.

atividade
ou
Certificado
(É necessário que a
CH conste no
certificado ou
declaração)

Aproveitamento
de carga horária
pelo Colegiado
de Curso,
mediante
comprovação.

Relatório Final do
aluno e Declaração
do Professor
supervisor da
atividade
Participação em
Programa Especial de ou
Certificado
Treinamento.
(É necessário que a
CH conste no
certificado ou
declaração)

Aproveitamento
de carga horária
pelo Colegiado
de
Curso, mediante
comprovação

Declaração do
Coordenador do
Núcleo Temático
(É necessário que a
CH conste na
declaração)

Aproveitamento
de carga horária
pelo Colegiado
de Curso,
mediante
comprovação.

Deve ser atestada
pelo Coordenador do
Núcleo
Temático

66

6

Declaração do
Coordenador do
B)
Deve ser atestada
Grupo de
PARTICIPAÇÃO pelo Coordenador do
Pesquisa
EM GRUPOS DE Grupo de
(É necessário que a
Pesquisas
PESQUISA
CH conste na
declaração)

Aproveitamento
de carga horária
pelo Colegiado
de Curso,
mediante
comprovação.
Aproveitamento
de carga horária
pelo Colegiado
de Curso,
mediante
comprovação.

C)
PARTICIPAÇÃO
EM GRUPOS DE
ESTUDOS

Deve ser atestada
pelo Coordenador do
Grupo de
Estudos

Declaração do
Coordenador do
Grupo de Estudos.
(É necessário que a
CH conste na
declaração)

A) RESUMOS
PUBLICADOS

Trabalho publicado
em periódicos ou
Anais de Eventos
Científicos na
categoria Resumo

Cópia do Sumário da
20 horas por
publicação e do
Resumo
Trabalho

B) ARTIGOS
PUBLICADOS

Trabalho publicado
em periódicos ou
Anais de Eventos
Científicos na
categoria Art.
Completo

Cópia do Sumário da
publicação e do
40 horas por Art.
Trabalho

C) CAPÍTULO DE
Capítulo de Livro
LIVRO
publicado
PUBLICADO
D)
ORGANIZAÇÃO
3.4 OUTRAS DE LIVRO
ATIVIDADES
DE
PESQUISA
D) LIVRO
PUBLICADO

Cópia do Capítulo

100 horas por
Capítulo

Cópia da Capa e
Ficha
Organização de Livro
Catalográfic
publicado
a ou
Exemplar do livro

100 horas

Cópia da Capa e
Ficha
Catalográfic
a ou
Exemplar do livro

150 horas

Livro publicado

E)
Apresentação de
APRESENTAÇÃ trabalho científico
O DE TRABALHO em Simpósios,
EM EVENTO
Encontros,
CIENTÍFICO
Congressos

Certificado de
Apresentação, no
qual conste o nome
do aluno, o título do
trabalho e o tipo de
participação.

20 horas
por
Trabalho
apresentad
o em
modalidade
Painel 40
horas para
trabalho
apresentad
o em
modalidade
oral.

67

6

Quadro 15: Descrição dos tipos de atividades de gestão consideradas para a composição da carga
horária destinada à integralização das atividades acadêmico-científico-culturais

GRUPO DE
ATIVIDADES

ATIVIDADES

CARACTERIZAÇÃO
DOCUMENTOS
E CRITÉRIOS
COMPROBATÓRIOS

Participação em
Centro
Acadêmico, Diretório
4.1 Central dos
PARTICIPAÇÃO EM
Estudantes ou outras
ENTIDADES
instituições de
ESTUDANTIS
Representação
estudantil na
instituição.

4.2 - COLEGIADOS
DE CURSO
GRUPO 4

Participação
institucionalizada
como membro
efetivo ou suplente
do Colegiado do
Curso.

Certificado ou
Declaração onde
conste a Carga
horária da atividade.

Aproveitamento da carga
horária pelo Colegiado de
Curso, mediante
comprovação.

Certificado ou
Declaração onde
conste a Carga
horária da atividade.

Aproveitamento da carga
horária pelo Colegiado de
Curso, mediante
comprovação.

Participação
institucionalizada em Certificado ou
ATIVIDADES
Câmara
Declaração onde
DE GESTÃO 4.3 - CÂMARAS
DEPARTAMENTAIS Departamental na
conste a Carga
(FLEX04)
Instituição, vinculada horária da atividade.
ao Curso.
MÁXIMO DE
150 HORAS
Participação
institucionalizada em
Certificado ou
Conselho da Unidade
4.4 - CONSELHOS
Declaração onde
na
DE CENTRO
conste a Carga
Instituição, vinculada
horária da atividade.
ao
Curso.

4.5 - CONSELHOS
SUPERIORES

Participação
institucionalizada
em Conselho
Superior na
Instituição,
vinculada ao Curso.

APROVEITAMENTO DA
CARGA HORÁRIA

Certificado ou
Declaração onde
conste a Carga
horária da atividade.

Aproveitamento da carga
horária pelo Colegiado de
Curso, mediante
comprovação.
Aproveitamento da carga
horária pelo Colegiado de
Curso, mediante
comprovação.

Aproveitamento da carga
horária pelo Colegiado de
Curso, mediante
comprovação.

68

6

12 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

O Trabalho de Conclusão de Curso é componente curricular obrigatório e
realizado ao longo do último ano de estudos, centrado em determinada área teóricoprática ou de formação profissional, como atividade de síntese e integração de
conhecimento e consolidação das técnicas de pesquisa. Corresponde a um trabalho
individual, com tema de livre escolha do aluno, obrigatoriamente relacionado com as
atribuições profissionais. O TCC deve ser desenvolvido sob a supervisão de um
professor orientador, escolhido pelo estudante entre os docentes do curso, conforme
Resolução Nº 2, CNE/CES 2010.
O Trabalho de Conclusão de Curso está institucionalizado na UFAL através
da Resolução Nº 25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005 e é componente
curricular obrigatório em todos os Projetos Pedagógicos dos Cursos da UFAL. De
acordo com a referida resolução, o TCC não constitui uma disciplina, não tendo,
portanto, carga horária fixa semanal, no entanto, de acordo com este projeto, possui
uma carga horária de 60h (sessenta horas) e é considerado um componente
curricular obrigatório para a integralização do curso.
O Trabalho de Conclusão de Curso deve contemplar todos os procedimentos
de

uma

investigação

técnico-científica.

Para

fundamentar

e

subsidiar

o

desenvolvimento do TCC foram incluídas na nova proposta curricular as disciplinas
obrigatórias: Seminário de TCC 1 (9º período) e Seminário de TCC 2 (10º período).
Estas

disciplinas

contemplam

conteúdos

relacionados

com

procedimentos

metodológicos e normas referentes à elaboração de trabalhos acadêmico-científicos.
Para regulamentar as normas de elaboração, apresentação e avaliação do Trabalho
de Conclusão de Curso foi criada a Resolução Nº01/2010 do Curso de Arquitetura e
Urbanismo do Campus UFAL Arapiraca que se encontra atualmente em processo de
revisão.

69

6

13 MATRIZ CURRICULAR
A matriz curricular apresentada neste documento atende à Minuta de
Relatório Nº 02, de 29 de setembro de 2016 (UFAL) que autoriza a extinção de
troncos do conhecimento (inicial, intermediário e profissionalizante) presentes no
Projeto Pedagógico do Campus UFAL Arapiraca desde sua implantação.
Como requisito obrigatório, a carga horária exigida está subdividida em: 2.826
horas de disciplinas obrigatórias; 108 horas de disciplinas eletivas; 200 horas de
Estágio Supervisionado; 60 horas para Trabalho de Conclusão de Curso; 200 horas
de Atividades Complementares e 378h de Atividades Curriculares de Extensão,
totalizando 3.772 horas para a integralização do curso (Tabela 01).
Tabela 01: Descrição dos componentes da matriz curricular do Curso de Arquitetura e
Urbanismo, Campus Arapiraca, vigentes a partir de Novembro de 2018.
Legenda

Componentes da Matriz Curricular

Carga Horária

Percentual

Disciplinas obrigatórias

2.826

74,92%

Disciplinas Eletivas

108

2,86%

Estágio Curricular Supervisionado

200

5,3%

Atividades Complementares

200

Trabalho de Conclusão de Curso

60

1,59%

378

10,02%

Atividades Curriculares de Extensão
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO

5,3%

3.772

Figura 01: Gráfico representativo da distribuição da carga horária dos componentes curriculares
obrigatórios do Curso de Arquitetura e Urbanismo – Campus UFAL Arapiraca

1,59%
5,30%

Carga Horária das
Disciplinas obrigatórias

10,02%

Carga Horária das
Disciplinas Eletivas

2,86%
Estágio Curricular
Supervisionado

5,30%

Atividades
Complementares
74,92%

Trabalho de Conclusão
de Curso
Carga Horária em
Atividades Curriculares
de Extensão

70

7

O ordenamento curricular contempla o atendimento às Diretrizes Curriculares
Nacionais contidas na Resolução CNE/CES Nº2/2010, por isso, os conteúdos do
curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo do Campus UFAL Arapiraca estão
distribuídos em dois núcleos (quadro 16) e um Trabalho de Conclusão de Curso:
Quadro 16: Classificação das disciplinas por núcleos de conhecimentos do Curso de
Arquitetura e Urbanismo Campus Arapiraca

Núcleo de
Conhecimentos
de
Fundamentação

Composto por campos de
saber que fornecem o
embasamento
teórico
necessário para que o
futuro profissional possa
desenvolver
seu
aprendizado.







Desenho de Expressão;
Desenho Técnico;
Fundamentos do cálculo;
Desenho Arquitetônico;
Mecânica dos Sólidos.


















Tecnologia da construção 1;
Teoria e história da arquitetura, arte e cidade 1;
Projeto de Arquitetura 1;
Tecnologia da construção 2;
Análise Estrutural;
Teoria e história da arquitetura, arte e cidade 2;
Projeto de Arquitetura 2;
Informática aplicada à Arquitetura;
Teoria e história da arquitetura, arte e cidade 3;
Projeto de Arquitetura 3;
Modelagem Computacional;
Tecnologia da Construção 3;
Teoria e história da arquitetura, arte e cidade 3;
Projeto de Arquitetura 4;
Tecnologia da construção 4;
Teoria e história da arquitetura, arte e cidade no
Brasil;
Teoria do urbanismo;
Projeto de Arquitetura 5;
Tecnologia da Construção 5;
Sistemas Estruturais;
Planejamento Regional Urbano;
Projeto de Arquitetura 6;
Projeto de Interiores;
Tecnologia da Construção 6;
Projeto de Urbanismo 1;
Projeto de Arquitetura 7;
Tecnologia da Construção 7;
Teoria e Projeto de Restauro;
Projeto de Urbanismo 2;
Projeto de Paisagismo;
Projeto de Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo;
Tecnologia da Construção 8;
Seminário de TCC 1;
Ética e Exercício profissional;
Seminário de TCC 2.

Núcleo de
Conhecimentos
Profissionais

Composto por campos de
saber
destinados
à
caracterização da identidade
profissional do egresso.





















71

7

O ordenamento apresentado, portanto, contempla as seguintes diretrizes
quanto à distribuição dos conteúdos curriculares exigidos pela Resolução CNE/CES
Nº2/2010:

I. Integração de conteúdos de disciplinas de um mesmo setor de estudo,
(principalmente do setor de Representação e Projeto de Arquitetura), para
favorecer a aplicação direta dos conteúdos nas atividades relacionadas à
elaboração de projetos. Conforme algumas avaliações do NDE, algumas
disciplinas no PPC anterior (2010) eram ofertadas em sequência inadequada
impossibilitando a aplicação do conhecimento teórico-prático nas atividades
disciplinares relacionadas ao desenvolvimento de projeto arquitetônico. A
exemplo disso, destacam-se todas as disciplinas relacionadas ao Conforto
Ambiental (conforto luminoso, conforto térmico e conforto acústico) e as
disciplinas de representação gráfica como Detalhes Arquitetônicos e
Construtivos que constituem um arcabouço para o alcance de estratégias de
otimização de espaços arquitetônicos e urbanos. Desta forma, todas as
disciplinas denominadas como Projeto de Arquitetura serão ofertadas de
modo sequencial a partir do 2º período do Curso, contemplando a fusão dos
conteúdos anteriormente fragmentados em mais de uma disciplina a partir de
uma abordagem integrada para o desenvolvimento de um tema de projeto
(arquitetura escolar, arquitetura hospitalar etc.) (figura 02, 03 e 04). As aulas
serão realizadas a partir do estabelecimento de módulos para exposição da
carga

horária

teórica

e

de

atividades

em

ateliê

integrado

para

assessoramento aos discentes na etapa de elaboração de propostas
projetuais. Esta etapa irá contemplar presença de professores de outros
setores do curso para acompanhar os assessoramentos necessários para o
desenvolvimento das propostas arquitetônicas;

72

7

Figura 02: Esquema representativo da integração de conteúdos da disciplina Projeto de
Arquitetura 2 no Ordenamento Curricular do atual PPC.

Figura 03: Esquema representativo da integração de conteúdos da disciplina Projeto de
Arquitetura 3 no Ordenamento Curricular do atual PPC.

Figura 04: Esquema representativo da integração de conteúdos da disciplina Projeto de
Arquitetura 4 no Ordenamento Curricular do atual PPC.

II. Redistribuição dos conteúdos disciplinares correspondentes à antiga
estrutura de troncos de conhecimento (PPC 2010) para favorecer
abordagens didáticas vinculadas às atuais perspectivas de atuação do
profissional arquiteto urbanista. Os conteúdos das disciplinas do Tronco Inicial
e Tronco Intermediário apresentavam carga horária elevada e enfoques
pouco articulados aos objetivos do Curso de Arquitetura e Urbanismo,
acarretando o desestímulo do discente. Como exemplo, podemos citar as
73

7

disciplinas: Sociedade, Natureza e desenvolvimento (figura 05 e 06) e a
disciplina Teoria e Estética da Arquitetura;
Figura 05: Esquema representativo da distribuição dos conteúdos da disciplina do tronco
inicial em diferentes disciplinas do núcleo de conhecimentos profissionais na Ordenamento Curricular
do PPC atual – Redistribuição de Conteúdos.

O conteúdo da disciplina de Teoria e Estética da Arquitetura presente no PPC
anterior (PPC 2010) foi diluído nas disciplinas de Teoria e História da Arquitetura,
Arte e Cidade, com o intuito de ampliar as discussões acerca dos pensamentos
filosóficos na construção histórica da arquitetura e da cidade. A união dos conteúdos
favorecerá a formação do pensamento crítico do percurso histórico de produção
arquitetônica e a dimensão estética presente neste processo, influenciada pelos
condicionantes econômicos, socioculturais e políticos.
Figura 06: Distribuição dos Conteúdos da disciplina Teoria e Estética (PPC 2010) em
disciplinas de conteúdo integrado: Teoria e história da arquitetura, arte e cidade, ofertadas de modo
sequencial a partir do 1º período até o 5º período.

74

7

Seguindo o princípio de integração dos conteúdos, algumas disciplinas que
anteriormente pertenciam ao Núcleo de Conhecimentos de Fundamentação, como
“Sociedade Natureza e Desenvolvimento” e a disciplina “Teoria e Estética da
Arquitetura”, apresentam, no novo ordenamento, seus respectivos conteúdos
diluídos em disciplinas do Núcleo de Conhecimentos Profissionais. O Núcleo de
Conhecimentos de Fundamentação, portanto, engloba apenas cinco disciplinas,
ofertadas do 1º ao 3ª período do curso.

IV. Criação de novas disciplinas obrigatórias, contemplando conteúdos que
atendam às demandas do mercado de trabalho e da otimização da atuação
profissional na contemporaneidade. No PPC anterior, conteúdos importantes
para atuação no mercado de trabalho estavam sendo contemplados apenas
em disciplinas eletivas, gerando a necessidade de incorporação de novas
disciplinas obrigatórias. Dentre as disciplinas inseridas no novo ordenamento
curricular, destacam-se as seguintes (quadro 17);
Quadro 17: Descrição das novas disciplinas do ordenamento curricular 2018:

Modelagem
computacional

O escopo desta disciplina é fornecer um aparato para a prática da
representação digital de projeto em plataforma BIM, utilizada também
para subsidiar o processo criativo. Permitirá o desenvolvimento do
raciocínio simultâneo do discente quanto à definição dos diversos
subsistemas do projeto arquitetônico.

Projeto de Interiores

Esta disciplina visa atender à demanda atual do mercado de trabalho,
principalmente na região do agreste alagoano, que possui um Arranjo
Produtivo Local no setor moveleiro.

Projeto de Arquitetura 6

No currículo anterior, eram ofertadas apenas 5 disciplinas de Projeto de
Arquitetura. A ampliação do número de disciplinas deste setor visa
explorar o desenvolvimento de diferentes temáticas e tipologias
arquitetônicas. Nesta disciplina serão desenvolvidos projetos de
edificações de saúde.

Projeto de Arquitetura 7

Nesta disciplina serão explorados os processos projetuais relacionados
com os conceitos de reabilitação, revitalização e requalificação de
edificações e espaços urbanos a partir do retrofit. Pretende-se
desenvolver propostas fundamentadas na adaptação de novos usos ao
meio ambiente de valor patrimonial.

Projeto de Arquitetura 8

Nesta disciplina serão desenvolvidas propostas de projeto
fundamentadas na integração entre desenho urbano, paisagem e
projeto arquitetônico, utilizando-se como temática principal a habitação
de interesse social.

75

7

V. Desenvolvimento de Atividades Curriculares de Extensão para o
cumprimento da Meta 12.7 do Plano Nacional de Educação - PNE (2014) e o
atendimento à Resolução CONSUNI UFAL Nº04/2018, as quais visam
assegurar, no mínimo, 10% (dez por cento) do total de créditos curriculares
exigidos para a graduação em programa e projetos de extensão universitária.
Assim, estão incluídos no atual ordenamento a carga horária obrigatória das
Atividades Curriculares de Extensão (ACE), vinculadas ao Programa de
Extensão do Curso apresentado na sessão 5.1.7. Como aspecto inovador
deste novo ordenamento, destaca-se a inserção do discente na atividade de
extensão já no primeiro período do curso, contribuindo para uma formação
consciente da realidade local a partir da aplicação dos conhecimentos
teóricos e práticos das disciplinas obrigatórias. Serão ofertadas seis
Atividades Curriculares de Extensão obrigatórias distribuídas do 1º ao 4ª
período do curso, incluindo projetos, eventos, cursos e produtos;

VI. Flexibilização Curricular a partir da oferta de disciplinas eletivas,
possibilitando a autonomia do discente quanto a sua formação complementar
de acordo com os setores de interesse no curso. Desta forma, foram
elaboradas novas disciplinas eletivas relacionadas com os cinco setores de
estudo do curso, incluindo disciplinas ofertadas pelo Núcleo de Estudos
Humanísticos Transdisciplinares (NEHT).
13.1 Educação em direitos humanos
De acordo com o Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos
(PNEDH, 2006), a educação em Direitos Humanos pode ser executada no ensino
superior de várias maneiras. A Educação em Direitos Humanos na UFAL se adequa
à Resolução CNE/CP N.01/2012. Sua inserção no PPC dos cursos deve ocorrer pela
transversalidade, por meio de temas relacionados aos Direitos Humanos e tratados
interdisciplinarmente; como um conteúdo específico de uma das disciplinas já
existentes no currículo escolar ou de maneira mista, ou seja, combinando
transversalidade e disciplinaridade.
O curso de Arquitetura e Urbanismo em suas disciplinas obrigatórias do setor
de “Representação e Projeto Arquitetônico” e “Planejamento Urbano e Paisagem”,
76

7

como também, através de seu Programa de Extensão, aborda a partir de diferentes
contextos a compreensão da diversidade e a luta por uma sociedade democrática e
igualitária. As disciplinas destes setores de estudo pretendem enfatizar a
necessidade de debater e assegurar o interesse de grupos minoritários, tais como a
população pobre urbana e rural, pessoas com deficiência entre outros. Ao debater os
direitos que concernem a tais grupos, estimula-se uma reflexão sobre o modo como
políticas hegemônicas e globais pretendem dar conta da especificidade de relações
étnicas, ambientais e promover a dignidade humana e a diversidade. Evidencia-se a
importância das contribuições teóricas destacadas pela atuação do Núcleo de
Estudos Humanísticos Transdisciplinares (NEHT) a partir da atuação em disciplinas
obrigatórias, disciplinas eletivas e atividades curriculares de extensão.
Pretende-se, portanto, fundamentar a discussão desta temática a partir da
contextualização sobre o debate da promoção dos direitos humanos e de uma
sociedade diversa e plural. Alguns marcos legais são evidenciados e utilizados para
embasar estas discussões:
● Legislação sobre Acessibilidade: Lei Nº 10.098/2000 e Decreto Nº 5.296/2004.
Estabelecem normas gerais e critérios básicos para a promoção da
acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade
reduzida;
● Estatuto da Cidade – LEI Nº 10.257/2001: Regulamenta o Capítulo II da
Constituição Federal de 1988 e define outros instrumentos da política urbana
e da gestão democrática da cidade;
● Lei do Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social – LEI Nº
11.124/2005: Dispõe sobre o Sistema Nacional de Habitação de Interesse
Social (SNHIS), cria o Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social
(FNHIS) e institui o Conselho Gestor do FNHIS. A partir desta lei, os
municípios ficam obrigados a realizar seus planos locais de habitação de
interesse social (PLHIS);
● Lei de Assistência Técnica (LEI Nº 11.888/2008): Assegura às famílias de
baixa renda assistência técnica pública e gratuita para o projeto e a
construção de habitação de interesse social;
77

7

● Legislação Federal Pertinente à Regularização Fundiária: Existem inúmeras
legislações que regulam os processos de regularização fundiária. Serão
citadas apenas as mais relevantes;
● Política Nacional de Mobilidade Urbana – LEI Nº 12.587/2012: Institui as
diretrizes (princípios, regulação, direitos do usuário, planejamento e gestão)
que compõem a Política Nacional de Mobilidade Urbana. A partir desta lei, os
municípios ficam obrigados a realizarem seus planos municipais de
mobilidade.
13.2 Educação para as relações étnico-raciais
Além de cumprir com as exigências normativas educacionais brasileiras, a
proposta de uma Educação para as Relações Étnico-raciais (ERER), incorporada
aos currículos dos cursos de licenciatura e bacharelado desta instituição de ensino
superior, por meio dos Projetos Pedagógicos de Cursos (PPCs), estimula a
integração entre saberes étnicos constitutivos da cultura brasileira (branco, indígena,
negro e cigano). Destaca-se a cultura alagoana, além de possibilitar a produção de
novos conhecimentos científico, cultural, tecnológico e artístico ou a revisão dos
conhecimentos existentes, de modo a promover condutas e políticas de formação
profissional que valorizem as diversidades étnico-raciais.
Em decorrência dessa proposta, referendar-se-á o compromisso firmado pela
UFAL, dentre outros, de aperfeiçoamento das políticas de ações afirmativas, dos
cursos de graduação à pós-graduação, implementadas, oficialmente, desde 11 de
novembro de 2003, por meio da Resolução CONSUNI/UFAL nº 33, que aprovou o
Programa Ações Afirmativas para Afro-descendentes (PAAF) nesta instituição, com
o empenho do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (NEAB-UFAL), criado em 1981,
inicialmente Centro de Estudos Afro-brasileiros (CEAB), que atua tanto internamente
à UFAL, com o papel de promover cursos de formação/capacitação, debates,
disponibilização de acervo (documental e bibliográfico) para consulta e coordenação
geral de editais sobre ERER; quanto externamente, em parceria com outras
instituições educacionais do estado, do país e/ou outros países, e com os
movimentos sociais.
A partir da atuação do Núcleo de Estudos Humanísticos Transdisciplinares
78

7

(NEHT), em conjunto com o Curso de Arquitetura e Urbanismo, o novo ordenamento
curricular pretende ampliar a discussão desta temática, através das atividades
curriculares de extensão, descritas no capítulo 5 (seção 5.1.7.4) deste documento,
como também, a partir de disciplinas eletivas, como “Diversidade, espaço e relações
étnico-raciais em Alagoas”.

13.3 Educação ambiental
Desde os anos de 1970, o mundo está envolvido em transformações sem
precedentes nas esferas econômica, política, sociocultural e ambiental. Essas
transformações, configuradas pela reestruturação produtiva do processo capitalista,
encerradas no pensamento neoliberal e do processo de globalização, desestruturam
conquistas sociais importantes e tornam ainda mais evidentes quão frágeis são a
economia, a política e a organização social da maioria dos estados nacionais do
Planeta.
Resgata-se de Carvalho (2002), a ideia de que toda educação é ambiental,
pois se a Educação não vier acompanhada pela dimensão ambiental, “perde sua
essência e pouco pode contribuir para a continuidade da vida humana” (p. 36).
Assim, a Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, regulamentada pelo Decreto nº
4.281, de 25 de junho de 2002, dispõe especificamente sobre a Educação Ambiental
(EA) e institui a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), como componente
essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma
articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo. As DCNs de
Educação Ambiental (Resolução CNE/CP Nº2/2012) destacam que “o papel
transformador e emancipatório da Educação Ambiental torna-se cada vez mais
visível diante do atual contexto nacional e mundial em que a preocupação com as
mudanças climáticas, a degradação da natureza, a redução da biodiversidade, os
riscos socioambientais locais e globais, as necessidades planetárias evidenciam-se
na prática social”.
O ordenamento curricular do Curso de Arquitetura e Urbanismo do Campus
UFAL Arapiraca/Sede, contempla a temática da Educação Ambiental de forma
interdisciplinar, articulando os conhecimentos de diversas disciplinas específicas
com as questões ambientais. O trabalho interdisciplinar de educação ambiental se
79

7

caracteriza pela ampliação do espaço social e visa à disseminação crítica dos
conhecimentos socioambientais, culturais e políticos, articulando-os à realidade
local, nacional e global com a formação cidadã e ética.
As legislações urbanas e ambientais se relacionam diretamente ao exercício
profissional do arquiteto e urbanista nos mais variados campos de atuação, desde o
projeto de um edifício até planos e projetos urbanos nas mais diversas escalas. É
necessário, portanto, que o profissional esteja constantemente atualizado em
relação às leis e regulamentos pertinentes a essas temáticas (CAU,2016). Esta
temática, portanto, é tratada no ordenamento curricular do modo transversal nas
disciplinas do núcleo de conhecimentos profissionais. Dentre o vasto aparato legal,
destacam-se como importantes para essa reflexão os seguintes: Lei Nacional de
Parcelamento Solo (Lei Nº 6.766/1979), Estatuto da Cidade – (Lei Nº 10.257/2001) e
Código Florestal (Lei Nº 12.651/2012).
As disciplinas obrigatórias relacionadas ao Projeto Arquitetônico, à Tecnologia
da construção, ao Planejamento Regional Urbano e ao Projeto de Urbanismo
discutem as questões socioambientais articulando-as com uma reflexão sobre o
papel do arquiteto urbanista na contemporaneidade. As Atividades Curriculares de
Extensão apresentam enfoque na prática de análises, diagnósticos e propostas de
melhoria de áreas de fragilidade socioambiental localizadas na cidade de Arapiraca
e/ou áreas circunvizinhas pertencentes ao agreste alagoano. Esta abordagem
contribuirá significativamente para a formação profissional dos estudantes, pois
possibilitará o exercício de vivência e problematização frente à complexidade
inerente aos problemas urbanos, auxiliando-os na identificação de propostas visando
à sustentabilidade urbana.
Isso posto, destaca-se ainda que a UFAL possui um Núcleo de Educação
Ambiental (NEA), ligado ao Centro de Educação, que está aberto a apoiar o trabalho
de educação ambiental em diversos cursos. O NEA desenvolve atividades com o
Coletivo Jovem, cursos de formação para professores e estudantes sobre Educação
Ambiental, curso de especialização em Educação Ambiental (2012).

80

8

14 ORDENAMENTO CURRICULAR

No quadro 18 é apresentado o ordenamento curricular do curso com a
descrição da carga horária obrigatória para atendimento das diretrizes propostas
anteriormente.
Quadro 18: Ordenamento curricular do curso de arquitetura e urbanismo – bacharelado - regime
semestral.
Carga Horária
Período

Disciplina

Obrigatória
Semanal Teórica Prática

1º

Semestral
Total

Desenho de expressão

Sim

3

10

44

-

54

Desenho técnico

Sim

4

20

52

-

72

Tecnologia da construção 1

Sim

3

34

20

-

54

Fundamentos do cálculo

Sim

4

52

20

-

72

Teoria e história da
arquitetura, arte e cidade 1

Sim

3

44

10

-

54

ACE 1: PROJETO: Cidade e
Cidadania: o papel do
arquiteto e urbanista na
contemporaneidade

Sim

5

-

-

90

90

Total semanal 1º semestre

2º

Extensão

22

Total de C.H. no 1º Semestre

396

Projeto de Arquitetura 1

Sim

4

20

52

-

72

Desenho Arquitetônico

Sim

4

20

52

-

72

Tecnologia da construção 2

Sim

3

34

20

-

54

Análise Estrutural

Sim

4

52

20

-

72

Teoria e história da
arquitetura, arte e cidade 2

Sim

3

44

10

-

54

ACE 2: PRODUTO: Cidade
e Cidadania

Sim

2

-

-

36

36

ACE 3: EVENTO: Cidade e
Cidadania

Sim

2

-

-

36

36

Total semanal 2º semestre

22

Total de C.H. no Semestre

396

81

8

3º

Projeto de Arquitetura 2

Sim

7

26

100

-

126

Informática aplicada à
Arquitetura

Sim

3

20

34

-

54

Mecânica dos Sólidos

Sim

3

44

10

-

54

Teoria e história da
arquitetura, arte e cidade 3

Sim

3

44

10

-

54

ACE 4: Projeto Maloca:
Escritório de Habitação
Social

Sim

6

-

-

108

108

Total semanal 3º semestre

4º

22
Sim

7

26

100

-

126

Modelagem Computacional

Sim

3

20

34

-

54

Tecnologia da Construção 3

Sim

3

34

20

-

54

Teoria e história da
arquitetura, arte e cidade 4

Sim

3

44

10

-

54

Sim

3

-

-

54

54

Sim

3

-

-

54

54

Total semanal 4º semestre

22

Total de C.H. no Semestre

396

Projeto de Arquitetura 4

Sim

7

26

100

-

126

Tecnologia da construção 4

Sim

3

34

20

-

54

Teoria e história da
arquitetura, arte e cidade no
Brasil

Sim

3

44

10

-

54

Teoria do urbanismo

Sim

4

60

12

-

72

2

-

-

36

36

Total de C.H. no Semestre

342

Eletiva 1
Total semanal 5º semestre

6º

396

Projeto de Arquitetura 3

ACE 5: Curso: Maloca:
Escritório de Habitação
Social
ACE 6: Evento: Fórum
Maloca: Escritório de
Habitação Social

5º

Total de C.H. no 4º Semestre

19

Projeto de Arquitetura 5

Sim

7

26

100

-

126

Tecnologia da Construção 5

Sim

3

34

20

-

54

Sistemas Estruturais

Sim

4

60

12

-

72

Planejamento Regional
Urbano

Sim

4

60

12

-

72

Eletiva 2

2

-

-

36

36

Total semanal 6º semestre

20

Total de C.H. no Semestre

360

82

8

7º

Projeto de Arquitetura 6

Sim

6

20

88

-

108

Projeto de Interiores

Sim

4

20

52

-

72

Tecnologia da Construção
6

Sim

3

34

20

-

54

Projeto de Urbanismo 1

Sim

4

12

60

-

72

2

-

-

36

36

Eletiva 3
Total semanal 7º semestre

19

Total de C.H. no Semestre

342

Sim

5

20

70

-

90

Sim

3

34

20

-

54

Sim

4

36

36

-

72

Projeto de Urbanismo 2

Sim

4

12

60

-

72

Projeto de Paisagismo

Sim

4

12

60

-

72

20

Total de C.H. no Semestre

360

Sim

8

44

100

-

144

Sim

3

34

20

-

54

Sim

2

18

18

-

36

Total semanal 9º semestre

13

Total de C.H. no Semestre

234

Ética e Exercício
profissional

Sim

3

54

-

-

54

Seminário de TCC 2

Sim

2

18

18

-

36

5

Total de C.H. no Semestre

Projeto de Arquitetura 7
Tecnologia da Construção
7
Teoria e Projeto de
Restauro
8º

Total semanal 8º semestre

9º

Projeto de Arquitetura,
Urbanismo e Paisagismo
Tecnologia da Construção
8
Seminário de TCC 1

10º

Total semanal 10º semestre

90

Carga Horária das Disciplinas obrigatórias

2.826

Carga Horária das Disciplinas Eletivas

108

Estágio Curricular Supervisionado

200

Atividades Complementares

200

Trabalho de Conclusão de Curso

60

Carga Horária em Atividades Curriculares de Extensão

378

TOTAL DO CURSO

3.772

83

8

14.1 EMENTAS DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO CURSO
1º SEMESTRE
DESENHO DE EXPRESSÃO

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Linguagem Visual. Desenho artístico e à mão livre. Desenho de observação e
de memória. Técnicas de percepção de objetos. Técnicas de expressão do desenho.
Croquis. Plástica aplicada à arquitetura. Composições e relações figura-espaço. Noções
de perspectivas, proporção, luz e sombras, textura e volume. Estudo de cores.
Bibliografia básica
HALLAWELL, Philip. A mão livre: a linguagem do desenho. São Paulo: Melhoramentos,
2006.
HALLAWELL, Philip. A mão livre 2: técnicas do desenho. São Paulo: Melhoramentos,
2006.
MONTENEGRO, Gildo A. A perspectiva dos profissionais: sombra, insolação,
axonometria. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2010.
Bibliografia complementar
GUIMARÃES, Luciano. A cor como informação: a construção biofísica, linguística e
cultural da simbologia das cores. 3. ed. São Paulo: Annablume, 2004.
LAWSON, Bryan. Como arquitetos e designers pensam. São Paulo: Oficina de Textos,
2011.
MONTENEGRO, Gildo A. Inteligência visual e 3-D: compreendendo conceitos básicos
da geometria espacial. São Paulo: Edgard Blücher, 2005.
SILVA, Antônio Carlos Rodrigues. Desenho de vegetação em arquitetura e
urbanismo. São Paulo: Blücher, 2009.
YEE, Rendow. Desenho arquitetônico: um compêndio visual de tipos e métodos. 3. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2009.

DESENHO TÉCNICO

Carga-horária Total: 72h

EMENTA: Projeções e vistas ortográficas, cortes e seções de sólidos geométricos.
Perspectivas cavaleira e isométrica. Normas de desenho técnico da ABNT. Cotas e
escalas. Introdução ao Desenho Arquitetônico: plantas, cortes e fachadas.
Bibliografia básica
FARRELLY, Lorraine. Técnicas de representação. Porto Alegre: Bookman, 2011.
MONTENEGRO, Gildo A. A perspectiva dos profissionais: sombra, insolação,
axonometria. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2010.
PRINCIPE JÚNIOR, Alfredo dos Reis. Noções de geometria descritiva. São Paulo:
Nobel, 2009.

84

8

Bibliografia complementar
CHING, Francis D. K. Representação gráfica em Arquitetura. Porto Alegre: Bookman,
2011.
MONTENEGRO, Gildo A. Inteligência visual e 3-D: compreendendo conceitos básicos
da geometria espacial. São Paulo: Edgard Blücher, 2005.
SILVA, Arlindo (et al.). Desenho técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
SILVA, E. de Oliveira (et al.). Desenho técnico fundamental. São Paulo: EPU, 2009.
SPECK, H. J.; PEIXOTO, V. V. Manual básico de desenho técnico. 5. ed. Florianópolis:
UFSC, 2009.
YEE, Rendow. Desenho arquitetônico: um compêndio visual de tipos e métodos. 3. ed.
Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2009.

TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 1

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Estudo dos sistemas construtivos em um contexto histórico, com ênfase nas
relações entre materiais e inovações tecnológicas. Conceito e classificação das técnicas e
tecnologias. Técnicas de locação de terreno. Construção em terra. Técnicas de
construção em pedra. O concreto armado. Agregados, aglomerantes e argamassas. O
aço na construção. Materiais contemporâneos.
Bibliografia básica
AZEREDO, Hélio A. de. O edifício até a sua cobertura. 2. ed. São Paulo: Edgard
Blücher, 1997.
BAUER, Luiz A. F. Materiais de Construção. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1994.
BORGES, Alberto de C. Prática das pequenas construções. 5. ed. v. 1. São Paulo:
Edgard Blücher, 2000.
Bibliografia complementar
BORGES, Alberto de C. Prática das pequenas construções. 5. ed. v. 2. São Paulo:
Edgard Blücher, 2000.
MEDEIROS, Jonas S. Construção: 101 perguntas e respostas – dicas de projetos,
materiais e técnicas. Manole 124 (e-book).
KOWALTOWSKI, Doris C. C. K. et al (orgs.). O processo de projeto em arquitetura: da
teoria à tecnologia. São Paulo: Oficina de Textos, 2011.
RECENA, Fernando A. P. Conhecendo Argamassa. Rio Grande do Sul: EdiPUC 188 (ebook).
YAZIGI, Walid. A Técnica de Edificar. 11.ed. São Paulo: Sinduscon; PINI, 2011.

FUNDAMENTOS DO CÁLCULO

Carga-horária Total: 72h

EMENTA: Estudo de funções e gráficos. Limite e continuidade. Derivada. Técnicas de
construção de gráficos. Integração e a integral definida. Cálculo de áreas e volumes.
Aplicação de problemas aplicados à arquitetura.

85

8

Bibliografia básica
AVILA, Geraldo. Introdução ao Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
STEWART, J. Cálculo. 5. ed. São Paulo: CENGAGE Learning, 2008.
WEIR, Maurice D.; HASS, Joel; GIORDANO, Frank R. Cálculo: George B. Thomas. 11.
ed. (e-book).
Bibliografia complementar
AVILA, Geraldo. Cálculo das funções de uma variável. 7. ed. v.1. Rio de Janeiro: LTC,
2003.
FINNEY, Ross L.; WEIR, Maurice D.; GIORDANO, Frank R. Cálculo: George B. Thomas.
10. ed. vol. 1. (e-book).
FINNEY, Ross L.; WEIR, Maurice D.; GIORDANO, Frank R. Cálculo: George B. Thomas.
10. ed. vol. 2. (e-book).
FLEMMING, Diva M.; Gonçalves, Mirian B. Cálculo A: funções, limite, derivação e
integração. 6. ed. (e-book).
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994.

TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA, ARTE E
CIDADE 1

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Discussão da arquitetura enquanto fenômeno cultural. Estudo da arte,
arquitetura e cidade da Pré-História à Idade Média. Compreensão do contexto histórico,
político, econômico e sociocultural das épocas estudadas. Análise de obras e seus
criadores. Identificação das principais características e dimensões estéticas do período na
arte, arquitetura e cidade.
Bibliografia básica
ARGAN, Giulio Carlo. História da arte como história da cidade. 5. ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2005.
BENEVOLO, Leonardo. História da cidade. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2005.
JANSON, H. W. (Horst Woldemar); JANSON, Anthony F. Iniciação à história da arte. 2.
ed. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

Bibliografia complementar
ANDE, Edna. Arte primitiva cristã. Callis 33 (e-book).
BAUMGART, Fritz Erwin. Breve história da arte. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
LE CORBUSIER. Por uma arquitetura. 6. ed. São Paulo: Perspectiva, 2004.
MUMFORD, Lewis. A cidade na história: suas origens, transformações e perspectivas. 4.
ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
TZU, Sun. Arte da Guerra. Editora Vozes 95 (e-book).

86

8

ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO (ACE 1):
PROJETO: CIDADE E CIDADANIA: O papel do arquiteto e
urbanista na contemporaneidade

Carga-horária Total: 90h

EMENTA: Arquitetura, urbanismo e cidadania. O profissional de arquitetura e urbanismo
na construção da cidadania. Arquitetura e urbanismo como expressões da modernidade.
O espaço urbano como categoria explicativa da contemporaneidade. Arquitetura,
urbanismo e meio ambiente. Arquitetura, urbanismo e identidade cultural. Arquitetura,
urbanismo e patrimônio histórico. Arquitetura, urbanismo e intervenção urbana.
Etnicidade. Educação em direitos humanos.
Bibliografia básica
BOBBIO, Norberto. A era dos direitos. Rio de Janeiro: Elsevier, Campus, 2004.
PEREIRA, Miguel Alves. Arquitetura: cultura, formação, prática e política profissional.
São Paulo: Pini, 2005.
VALENÇA, Márcio M. Brasil Urbano. Rio de Janeiro: MAUAD, 2004.
Bibliografia complementar
ABIKO, Alex K.; ORNSTEIN, Sheila W. Inserção Urbana e Avaliação Pós-Ocupação
(APO) da Habitação de Interesse Social. São Paulo: FAUUSP, 2002.
ANDRADA, Cris Fernandes.; PATTO, Maria Helena Souza. A cidadania
negada: políticas públicas e formas de viver. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2009. (ebook).
ANDRADE, Thompson Almeida e SERRA, Rodrigo. Cidades médias brasileiras. Rio de
Janeiro: IPEA, 2001.
CSABA, Deàk; SCHIFFER, Sueli R. O processo de urbanização no Brasil. 2. ed. São
Paulo: Edusp, 2010.
MATTOS, Regiane Augusto de. História e cultura afro-brasileira. São Paulo: Contexto,
2007. (e-book).
PAULO CÉSAR NODARI. Ética, meio ambiente e direitos humanos: a cultura de paz e
não violência. Educs 397 (e-book).
SANTOS, Milton. Manual de Geografia Urbana. São Paulo: Edusp, 2008.
SANTOS, Milton. O Brasil: Território e sociedade no início do século XXI. São Paulo:
Saraiva, 2013.
VASCONCELLOS, Eduardo Alcântara. Mobilidade urbana e cidadania. Rio de janeiro:
SENAC, 2012.

87

8

2º SEMESTRE
PROJETO DE ARQUITETURA 1

Carga-horária Total: 72h

EMENTA: Estudo da forma por meio de composições bi e tridimensionais. Relações e
organizações espaciais. Analogias projetuais. O processo criativo em arquitetura.
Introdução a formulação de problemas e soluções de projeto. Desenvolvimento de estudo
volumétrico de equipamento ou mobiliário urbano.
Bibliografia básica
CHING, Francis D. K. Arquitetura: forma, espaço e ordem. São Paulo: Martins Fontes,
1998.
LAWSON, Bryan. Como arquitetos e designers pensam. São Paulo: Oficina de Textos,
2011.
KOWALTOWSKI, D. K. (et al.). O processo de projeto em arquitetura: da teoria à
tecnologia. São Paulo: Oficina de Textos, 2011.
Bibliografia complementar
BARROS, Lilian R. M. A cor no processo criativo: um estudo sobre a Bauhaus e a
teoria de Goethe. São Paulo: SENAC, 2006.
DONDIS, D. A. Sintaxe da linguagem visual. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
MUNARI, Bruno. Design e comunicação visual: contribuição para uma metodologia
didática. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
OSTROWER, Fayga. Criatividade e processos de criação. 21. ed. Petrópolis: Vozes,
2007.
WONG, Wucius. Princípios de forma e desenho. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

DESENHO ARQUITETÔNICO

Carga-horária Total: 72h

EMENTA: Representação gráfica do projeto arquitetônico. Normas técnicas para desenho
arquitetônico. Simbologia gráfica de desenho de arquitetura. Cobertas e telhados.
Elementos de circulação vertical: escadas e rampas.
Bibliografia básica
FERREIRA, Patrícia. Desenho de arquitetura. 2. ed. Rio de Janeiro: Imperial Novo
Milênio, 2011.
MONTENEGRO, Gildo A. A perspectiva dos profissionais: sombra, insolação,
axonometria. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2010.
MONTENEGRO, Gildo A. Desenho de projetos. São Paulo: Blücher, 2007.
Bibliografia complementar
CAMBIAGHI, Silvana. Desenho universal: métodos e técnicas para arquitetos e
urbanistas. 2. ed. São Paulo: SENAC, 2007.
CHING, Francis D. K. Representação gráfica em arquitetura. Porto Alegre: Bookman,

88

8

2011.
MONTENEGRO, Gildo A. Desenho arquitetônico: para cursos técnicos de 2º grau e
faculdades de arquitetura. 4. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2001.
MONTENEGRO, Gildo A. Inteligência visual e 3-D: compreendendo conceitos básicos
da geometria espacial. São Paulo: Edgard Blücher, 2005.
YEE, Rendow. Desenho arquitetônico: um compêndio visual de tipos e métodos. 3. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2009.

TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 2

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Estudo dos conceitos relacionados a Topografia. Escalas. Sistemas de
Coordenadas Geográficas. Planimetria. Distância horizontal. Rumo e Azimute. Altimetria.
Curvas de Nível. Perfil Topográfico. Métodos de levantamentos topográficos. Noções de
Fotogrametria e Fotointerpretação.
Bibliografia básica
BORGES, Alberto de Campos. Topografia aplicada à engenharia civil. 2. ed. São
Paulo: Edgard Blücher, 1977.
COMASTRI, Jose A.; TULER, Jose C. Topografia: altimetria. 3. ed. Minas Gerais:
Imprensa Universitária, 1999.
MCCORMICK, J. Topografia. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
Bibliografia complementar
CAMBIAGHI, Silvana. Desenho universal: métodos e técnicas para arquitetos e
urbanistas. 2. ed. São Paulo: SENAC, 2007.
FERREIRA, Patrícia. Desenho de arquitetura. 2. ed. Rio de Janeiro: Imperial Novo
Milênio, 2011.
IEZZI, Gelson. Fundamentos de matemática elementar, 3: trigonometria. 8. ed. São
Paulo: Atual, 2004.
LIMA, Elon L. Coordenadas no plano: geometria analítica, vetores e transformações
geométricas. Rio de Janeiro: IMPA, 1992.
MONTENEGRO, Gildo A. Desenho de projetos. São Paulo: Blücher, 2007.

ANÁLISE ESTRUTURAL

Carga-horária Total: 72h

EMENTA: Estudo dos princípios elementares da estática aplicados aos pontos materiais e
corpos rígidos. Análise de estruturas isostáticas planas: vigas, pórticos, treliça e arcos.
Estudo das características geométricas dos corpos. Estudos e compreensão dos esforços
internos solicitantes das estruturas isostáticas. Aplicação do comportamento da estrutura
ao projeto arquitetônico.
Bibliografia básica
BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON, E. Russell. Mecânica vetorial para engenheiros:
estática. 5. ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 1994.

89

8

HIBBELER, R. C. Estática: Mecânica para Engenharia. 12 ed. São Paulo: Pearson
Prentice-Hall, 2011.
REBELO, Yopanan C. P. A concepção estrutural e a Arquitetura. 6. ed. São Paulo:
Zigurate, 2000.
Bibliografia complementar
ENGEL, Heino. Sistemas de estructuras. Barcelona: G. Gili, 2001.
MACHADO JÚNIOR., Eloy F. Introdução à Isostática. São Carlos: EESC-USP, 1999.
MERIAN, J. L.; KRAIGE, L. G. Mecânica Estática. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
PARETO, Luis. Mecânica e cálculo de estruturas: formulário técnico. Ed. Hemus,
2003.
VIEIRO, Edison H. Isostática: passo a passo. Ed. EDUCS, 2005.

TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA, ARTE E
CIDADE 2

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Estudo da arte, arquitetura e cidade da Idade Moderna, do Renascimento ao
Ecletismo. Compreensão do contexto histórico, político, econômico e sociocultural da
época. Análise de obras e seus criadores. Identificação das características e dimensões
estéticas do período na arte, arquitetura e cidade. Discussão das principais correntes
filosóficas do julgamento estético na Idade Moderna.
Bibliografia básica
ARGAN, Giulio Carlo. História da arte como história da cidade. 5. ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2005.
BENEVOLO, Leonardo. História da cidade. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2005.
JANSON, H. W. (Horst Woldemar); JANSON, Anthony F. Iniciação à história da arte. 2.
ed. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
Bibliografia complementar

BAUMGART, Fritz Erwin. Breve história da arte. 2. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 1999.
CONTI, Flavio. Como reconhecer a arte do renascimento. Lisboa: Ed. 70, 1978.
ENGELMANN, Ademir Antonio. Filosofia. Editora Intersaberes (e-book).
MICELI, Paulo. História moderna. Contexto (e-book).
MUMFORD, Lewis. A cidade na história: suas origens, transformações e
perspectivas. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

90

9

ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO 2 (ACE 2):
PRODUTO: CIDADE E CIDADANIA

Carga-horária Total: 36h

EMENTA: O arquiteto e urbanista no contexto da cidadania, etnicidade e do meio
ambiente. Introdução à representação visual com foco em produtos para grupos sociais.
Formas criativas de representação visual, conceitual e estética de produtos sociais.
Prática do desenho a mão livre (croqui) e introdução tecnológica para representação.
Tratamento da questão espacial e volumétrica do produto social. Introdução do aluno nas
formas criativas de investigação, interpretação e de produção do espaço. Evolução do
processo criativo. Socialização. Divulgação. Avaliação da experiência.
Bibliografia básica
ARNHEIM, Rudolf. Arte & percepção visual: uma psicologia da visão criadora. Pioneira,
1980.
BENEVOLO, Leonardo. A arquitetura no novo milênio. São Paulo: Estação Liberdade,
2007.
CALGARO, C. Ética, direitos humanos e meio ambiente: reflexões e pistas para uma
educação cidadã responsável e pacífica. Educs 341 (e-book).
CHICARINO, Tathiana (Org). Educação em direitos humanos. Pearson 203 (e-book).
HALLAWELL, Philip Charles. À mão livre: a linguagem e as técnicas do desenho. 2. ed.
São Paulo: Melhoramentos, 2006.
HANSEL, Claudia Maria. Cultura de Paz: processo em construção. Educs 264 (e-book).
LAFER, Celso. A internacionalização dos direitos humanos: constituição, racismo e
relações internacionais. Barueri, SP: Manole, 2005 (e-book).
SOUZA, Marcelo Lopes de. ABC do desenvolvimento urbano. 5. ed. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2010.
WOLF, Peter J.; CARDINALI, Luciano (Rev). Design gráfico: um dicionário visual de
termos para um design global. São Paulo: Blücher, 2011.
Bibliografia complementar
ABBUD, Benedito. Criando paisagens: guia de trabalho em arquitetura paisagística. 2.
ed. São Paulo: SENAC São Paulo, 2007.
BAUMGART, Fritz Erwin. Breve história da arte. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
CHICARINO, Tathiana (Org). Educação em direitos humanos. Pearson 203 (e-book).
DORFMAN, Beatriz R. A arquitetura e a diferença: Uma leitura da
desconstrução. Edipuc-Rs (e-book).
HANSEL, Maria Claudia. Cultura de Paz: processo em construção. Educs 264 (e-book).
JANSON, H. W.; JANSON, Anthony F. Iniciação à história da arte. 2. ed. São Paulo:
Martins Fontes, 1996.
LAFER, Celso. A internacionalização dos direitos humanos: constituição, racismo e
relações internacionais. Barueri, SP: Manole, 2005 (e-book).
WILLIAMS, Robin. Design para quem não é design: noções básicas de planejamento
visual. 2. ed. São Paulo: Callis, 2005.

91

9

ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO 3 (ACE3):
EVENTO: CIDADE E CIDADANIA

Carga-horária Total: 36h

EMENTA: Planejamento, organização e execução do evento de conclusão das
atividades de pesquisa e intervenção executadas nas atividades curriculares de extensão
01 e 02. Exposição do processo desenvolvido nas atividades curriculares de extensão 01
e 02. Contemplação dos eixos: meio-ambiente, etnicidade, direitos humanos, identidade
cultural, patrimônio histórico e direito à moradia. Avaliação da experiência.

Bibliografia básica
BELLO, Enzo, (Org). Ensaios críticos sobre cidadania e meio ambiente. Caxias do Sul,
RS: EDUCS, 2012.
MAGNOLI, Demétrio. VÁRIOS AUTORES. História da paz. São Paulo: Contexto, 2008.
(e-book).
MARCHIORI, Marlene. Comunicação e organização: reflexões, processos e práticas.
São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2010 (e-book).
RIBEIRO, Mara Rejane Alves Nunes.; RIBEIRO, Getúlio (org.). Educação em direitos
humanos e diversidade: diálogos interdisciplinares. Maceió: EDUFAL, 2012.
WILLIAMS, Robin. Design para quem não é design: noções básicas de planejamento
visual. 2. ed. São Paulo: Callis, 2005.
Bibliografia complementar
ABBUD, Benedito. Criando paisagens: guia de trabalho em arquitetura paisagística. 2.
ed. São Paulo: SENAC São Paulo, 2007.
ARNHEIM, Rudolf. Arte & Percepção visual: uma psicologia da visão criadora: Pioneira,
1980.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. 32. ed. Petrópolis: Vozes,
1987.
PEREIRA, Miguel Alves. Arquitetura: cultura, formação, prática e política profissional.
São Paulo: Pini, 2005.
SOUZA, Marcelo Lopes de. Mudar a Cidade: Uma introdução crítica ao Planejamento e à
gestão urbanos. Rio de Janeiro: BERTRAND BRASIL, 2006.
MARÇAL, José Antonio; LIMA, Silvia Maria Amorim. Educação escolar das relações
étnico-raciais: história e cultura afro-brasileira e indígena no Brasil. Curitiba:
Intersaberes, 2015. (e-book).

92

9

3º SEMESTRE
PROJETO DE ARQUITETURA 2

Carga-horária Total: 126h

EMENTA: Desenvolvimento de estudo preliminar de edificação residencial unifamiliar.
Aplicação de sistemas construtivos tradicionais e industrializados.
Acessibilidade
espacial. Pré-dimensionamento, organograma e fluxograma. Princípios de arquitetura
sustentável. Condicionantes legais. Conforto térmico: condicionantes climáticos e tipos de
clima, variáveis e índices do conforto térmico, estratégias bioclimáticas, ventilação natural
no exterior e no interior das edificações, noções de eficiência energética. Detalhamento
arquitetônico: cobertura, esquadrias e muros.
Bibliografia básica

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 9050:
Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de
Janeiro: ABNT, 2015.
BORGES, Alberto de Campos. Prática das pequenas construções. 5. ed. São Paulo:
Edgard Blücher, 2000.
CHING, Francis D. K.; ONOUYE, Barry S.; ZUBERBUHLER, Douglas. Sistemas
estruturais ilustrados: padrões, sistemas e projeto. Porto Alegre: Bookman, 2010.
LAMBERTS, Roberto; DUTRA, Luciano; PEREIRA, Fernando O.R. Eficiência Energética
na Arquitetura. 3. ed. PROCEL, 2013. Disponível em:
<http://www.labeee.ufsc.br/sites/default/files/apostilas/eficiencia_energetica_na_arquitetur
a.pdf>.
LAWSON, Bryan. Como arquitetos e designers pensam. São Paulo: Oficina de Textos,
2011.
Bibliografia complementar
BITTENCOURT, Leonardo; CÂNDIDO, Christhina. Introdução à ventilação natural. 2.
ed. Maceió: EDUFAL, 2006.

CORBELLA, Oscar Daniel; YANNAS, Simos. Em busca de uma arquitetura
sustentável para os trópicos: conforto ambiental. Rio de Janeiro: Revan, 2003.
FITZGERALD, Eileen; SANMIGUEL, Sandra. Un vitruvio ecológico: principios y
práctica del proyecto arquitectónico sostenible. Barcelona, España: Editorial
Gustavo Gili, SL, 2007.
FROTA, Anésia B.; SCHIFFER, Sueli R. Manual de conforto térmico. 7. ed. São Paulo:
Nobel, 2003.

JOURDA, Françoise-Hélène. Pequeno manual do projeto sustentável. São
Paulo: Gustavo Gili, 2013.
MULLER-GAUZIN, Dominique. Arquitetura ecológica. São Paulo: SENAC, 2011.
NEUFERT, Ernst. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos
sobre projeto, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de
edifícios, ambientes, mobiliário, objetos. 17. ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2004.
OLGYAY, V. Arquitetura y clima: manual de diseño bioclimatico para arquitectos y
urbanistas. Barcelona: Gustavo Gili, 1998.

SILVA, Arlindo (et al.). Desenho técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC,
93

9

2006.
INFORMÁTICA APLICADA À ARQUITETURA

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Introdução ao desenho assistido por computador. Comandos de construção,
visualização, edição de textos, bibliotecas de símbolos, escalas, cotagem, linhas,
impressão em sistema CAD.
Bibliografia básica
CAMBIAGHI, Henrique (Org.). Diretrizes gerais para intercambialidade de projetos em
CAD. São Paulo: Pini, 2002. (CD-ROM).
CAVASSANI, Glauber. V-Ray para Google Sketchup 8: acabamento, iluminação e
recursos avançados para maquete eletrônica. São Paulo: Érica, 2012.
LIMA, Claudia C. N. A. de. Autodesk Revit Architecture 2013: conceitos e
aplicações. São Paulo: Erica, 2013.
Bibliografia complementar
BALDAM, Roquemar de L.; COSTA, L. AutoCAD 2007: utilizando totalmente. 2. ed. São
Paulo: Érica, 2007.
KOWALTOWSKI, D. K. (et al.). O processo de projeto em arquitetura: da teoria à
tecnologia. São Paulo: Oficina de Textos, 2011.
PELLEGRINO, Pierre. Arquitectura e informática. Barcelona: Gustavo Gili, 1999.
SILVA, Arlindo (et al.). Desenho técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
SPECK, H. J.; PEIXOTO, V. V. Manual básico de desenho técnico. 5. ed. Florianópolis:
UFSC, 2009.

MECÂNICA DOS SÓLIDOS

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Estudos dos elementos sob tração, compressão, cisalhamento e flexão.
Comportamento e propriedades dos materiais submetidos às várias ações. Deformações
dos elementos estruturais. Entendimento do comportamento dos elementos
hiperestáticos. Elementos comprimidos sujeitos à flambagem. Compreensão do
comportamento dos elementos estruturais no projeto arquitetônico.
Bibliografia básica
BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Resistência dos materiais: para entender e
gostar. São Paulo: Blücher, 2013.
CRAIG, Roy R. (et. al.). Mecânica dos materiais. 2. ed. Rio de Janeiro: 2003.
HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 7. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2010.
Bibliografia complementar
BEER, Ferdinand Pierre. Resistência dos materiais. 3. ed. São Paulo: Makron
Books,1995.
ERIAM, J. L.; KRAIGE, L. G.; PALM, William J. Mecânica. 5. ed. v. 1. Rio de Janeiro:
LTC, 2004.

94

9

HIBBELER, R. C. Estática: mecânica para engenharia. 10. ed. Pearson Prentice Hall (e book).
NUNES, Laerce de P. Materiais: aplicações de engenharia, seleção e integridade. Ed.
Interciência (e-book).
SHAMES, Irving Herman. Estática: mecânica para engenharia. 4. ed., v. 1. Pearson
Prentice Hall.

TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA, ARTE E
CIDADE 3

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Estudo da arte, arquitetura e cidade da Revolução Industrial até o final do
século XIX. Compreensão do contexto histórico, político, econômico e sociocultural deste
período. Análise de obras e seus criadores. Identificação das características e dimensões
estéticas na arte, arquitetura e cidade. Discussão das principais correntes filosóficas do
julgamento estético da época.
Bibliografia básica
ARGAN, Giulio Carlo. História da arte como história da cidade. 5. ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2005.
BENEVOLO, Leonardo. História da cidade. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2005.
JANSON, H. W. (Horst Woldemar); JANSON, Anthony F. Iniciação à história da arte. 2.
São Paulo: Martins Fontes, 1996.
Bibliografia complementar
BAUMGART, Fritz Erwin. Breve história da arte. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
FEITOSA, Samara. Da Revolução Francesa até nossos dias: um olhar histórico. Editora
Intersaberes (e-book).
HAUSER, Arnold. História social da arte e da literatura. São Paulo: Martins Fontes,
1995.
MUMFORD, Lewis. A cidade na história: suas origens, transformações e perspectivas.
4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
WHARTON, Edith. A época da inocência. Cia. das Letras (e-book).

ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO 4 (ACE 4):
PROJETO MALOCA - ESCRITÓRIO DE HABITAÇÃO
SOCIAL

Carga-horária Total: 108h

EMENTA: Conceito de habitação. Histórico da questão habitacional no Brasil. Carência
habitacional. Gestão habitacional e seus condicionantes. Habitação de interesse social.
Política Nacional de Habitação. Direitos humanos. Plano Nacional de Habitação.
Habitação e tecnologia. Tecnologias para habitação de interesse social. Lei de assistência
técnica para habitação social. Experiências de assistência técnica em habitação social no
Brasil.

95

9

Bibliografia básica
AUGUSTIN, Sérgio; OLIVEIRA, Mara de. Direitos humanos: emancipação e ruptura.
Caxias do Sul, RS: Educs, 2013 (e-book).
CARLOS, Ana Fani Alessandri; DE SOUZA, Marcelo Lopes; SPOSITO, Maria
Encarnação. A PRODUÇÃO DO ESPAÇO URBANO: Agentes e Processos, Escalas e
Desafios. Contexto (e-book).
FERREIRA, Antônio Domingos Dias. Habitação de Interesse Social - Aspectos
Históricos, Legais e Construtivos. Editora Interciência (e-book).
PATTO, Maria Helena Souza (org.). A Cidadania negada: políticas públicas e formas de
viver. 1. ed. Pearson 610 (e-book).
Bibliografia complementar
ABIKO, Alex Kenya; ORNSTEIN, Sheila Walbe. Inserção Urbana e Avaliação PósOcupação (APO) da Habitação de Interesse Social. Coletânea HABITARE/FINEP. São
Paulo: FAUUSP, 2002. Disponível em:
<http://www.habitare.org.br/publicacao_coletanea1.aspx>.
BUENO, Laura M. de M. Projeto e favela: metodologia para projetos de urbanização.
2000. 176f. Tese (Doutorado em Arquitetura e Urbanismo) – Faculdade de Arquitetura e
Urbanismo, Universidade de São Paulo. São Paulo, 2000. Disponível em:
<http://labhab.fau.usp.br/biblioteca/teses/bueno_doutorado_projetofavela.pdf>.
FERREIRA, Antônio Domingos Dias. HABITAÇÃO AUTOSSUFICIENTE - Interligação e
integração de sistemas alternativos. 1. ed. Editora Interciência 156 (e-book).
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. 32. ed. Petrópolis: Vozes,
1987.
SOUZA, Marcelo Lopes de. ABC do desenvolvimento urbano. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ:
Bertrand Brasil, 2010.

96

9

4º SEMESTRE
PROJETO ARQUITETÔNICO 3

Carga-horária Total: 126h

EMENTA: Desenvolvimento de estudo preliminar de edificação escolar. Condicionantes
legais. Sistemas construtivos tradicionais e industrializados na produção do projeto.
Detalhes arquitetônicos de áreas molhadas: bancadas e revestimentos. Acessibilidade
espacial. Princípios de arquitetura sustentável. Conforto luminoso: clima luminoso,
grandezas fotométricas, carta solar, máscara de sombra, projeto de proteções solares,
conforto visual e variáveis arquitetônicas, noções de luminotécnica. Eficiência energética
na arquitetura.
Bibliografia básica
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 9050: Acessibilidade
a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro: ABNT, 2015
BITTENCOURT, Leonardo. Uso das cartas solares: diretrizes para arquitetos. 4. ed.
Maceió: EDUFAL, 2004.
KOWALTOWSKI, Doris C. C. K. Arquitetura escolar: o projeto do ambiente de ensino.
São Paulo: Oficina de Textos, 2011.
LAMBERTS, Roberto; DUTRA, Luciano; PEREIRA, Fernando O.R. Eficiência Energética
na Arquitetura. 3. ed. PROCEL, 2013. Disponível em:
<http://www.labeee.ufsc.br/sites/default/files/apostilas/eficiencia_energetica_na_arquitetur
a.pdf>.
SILVA, Mauri Luiz da. Luz, lâmpadas & iluminação. 3. ed. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, 2004.
Bibliografia complementar
BROWN, G. Z.; DEKAY, M. Sol, vento e luz: estratégias para o projeto de arquitetura.
Porto Alegre: Bookman, 2004.
CHING, Francis D. K.; ONOUYE, Barry S.; ZUBERBUHLER, Douglas. Sistemas
estruturais ilustrados: padrões, sistemas e projeto. Porto Alegre: Bookman, 2010.
ENGEL, Heino. Sistemas de estructuras. Barcelona: Gustavo Gili, 2001.
FROTA, Anésia B; SCHIFFER, Sueli R. Manual de conforto térmico. 7. ed. São Paulo:
Nobel, 2003.
NEUFERT, Ernst. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos
sobre projeto, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de
edifícios, ambientes, mobiliário, objetos. 17. ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2004.
LAMBERTS, Roberto; DUTRA, Luciano; PEREIRA, Fernando O.R. Eficiência Energética
na Arquitetura. 3. ed. PROCEL, 2013. Disponível em:
<http://www.labeee.ufsc.br/sites/default/files/apostilas/eficiencia_energetica_na_arquitetur
a.pdf>.

97

9

MODELAGEM COMPUTACIONAL

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Fundamentos da Modelagem da Informação da Construção (BIM). Modelagem
paramétrica. Ferramentas computacionais de modelagem 3D para representação de
projetos arquitetônicos. Renderização de imagens. Compatibilização de projetos.
Bibliografia básica
CAMBIAGHI, Henrique (org.). Diretrizes gerais para intercambialidade de projetos em
CAD. São Paulo: Pini, 2002. (CD-ROM).
CAVASSANI, Glauber. V-Ray para Google Sketchup 8: acabamento, iluminação e
recursos avançados para maquete eletrônica. São Paulo: Érica, 2012.
LIMA, Claudia Campos Netto Alves de. Autodesk Revit Architecture 2013: conceitos e
aplicações. São Paulo: Erica, 2013.
Bibliografia complementar
BALDAM, Roquemar de Lima; COSTA, Lourenço. AutoCAD 2007: utilizando totalmente.
2. ed. São Paulo: Érica, 2007.
KOWALTOWSKI, D. K. (et al.). O processo de projeto em arquitetura: da teoria à
tecnologia. São Paulo: Oficina de Textos, 2011.
PELLEGRINO, Pierre. Arquitectura e informática. Barcelona: Gustavo Gili, 1999.
SILVA, Arlindo (et al.). Desenho técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
SPECK, Henderson J.; PEIXOTO, Virgílio V. Manual básico de desenho técnico. 5. ed.
Florianópolis: UFSC, 2009.

TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 3

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Estudo dos sistemas construtivos tradicionais e industrializados e sua inserção
em projetos arquitetônicos sob o enfoque da sustentabilidade. Elaboração de canteiro
ecológico, aplicação da coordenação modular, estruturas mistas e interfaces concreto-aço
na produção de edifícios de pequena e média escala. Etapas de construção de obras
arquitetônicas, dos serviços preliminares aos serviços finais de construção civil.
Bibliografia básica
AZEREDO, Hélio Alves de. O edifício até sua cobertura. 2. ed. São Paulo: Blücher,
1997.
JOURDA, Françoise-Hélène. Pequeno manual do projeto sustentável. São Paulo:
Gustavo Gili, 2013.
BORGES, Alberto de C. Prática das pequenas construções. 5. ed. São Paulo: Blücher,
2000.
Bibliografia complementar
FORMOSO, Carlos Torres; INO, Akemi (ed.). Inovação, Gestão da Qualidade e
Produtividade e Disseminação do Conhecimento na Construção Habitacional. v. 2.
Coletânea Habitare. Porto Alegre: ANTAC, 2003.
CHING, Francis D. K; ADAMS, Cassandra. Técnicas de construção ilustradas. 2. ed.

98

9

Porto Alegre: Bookman, 2001.
MELHADO, Silvio B. (Coord.). Coordenação de projetos de edificações. São Paulo: O
Nome da Rosa, 2005.
MULLER-GAUZIN, Dominique. Arquitetura ecológica. São Paulo: SENAC, 2011.
BAUER, Luiz A. F. Materiais de construção. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1994.
YAZIGI, Walid. A técnica de edificar. 11. ed. São Paulo: Sinduscon; PINI, 2011.

TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA, ARTE E
CIDADE 4

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Estudo da arte, arquitetura e cidade do século XX à contemporaneidade.
Compreensão do contexto histórico, político, econômico e sociocultural. Análise de obras,
propostas conceituais e métodos de projeto na arquitetura moderna e pós-moderna.
Identificação das características e dimensões estéticas na arte, arquitetura e cidade.
Discussão das principais correntes filosóficas do julgamento e da experiência estética
deste período.
Bibliografia básica
ARGAN, Giulio Carlo. História da arte como história da cidade. 5. ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2005.
BENEVOLO, Leonardo. História da cidade. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2005.
MONTANER, Josep Maria. A modernidade superada: arquitetura, arte e pensamento do
século XX. Barcelona: Gustavo Gili, 2001.
Bibliografia complementar
DUARTE, Rodrigo. O belo autônomo - Textos clássicos de estética. Editora Autêntica
401 (e-book).
GOMBRICH, E. H. A História da arte. 16. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1999.
LE CORBUSIER. Por uma arquitetura. 6. ed. São Paulo: Perspectiva, 2004.
MUMFORD, Lewis. A cidade na história: suas origens, transformações e perspectivas. 4.
ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
ZEVI, Bruno. Saber ver a arquitetura. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO 5 (ACE 5):
CURSO: MALOCA - ESCRITÓRIO DE HABITAÇÃO
SOCIAL

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Esta atividade busca a prática do ensino e aprendizagem do discente baseada
na busca de soluções dos problemas em conjunto com a comunidade. Oficinas e/ou
minicursos sobre educação ambiental/comunitária, geração de trabalho e renda,
tecnologias sociais e organização comunitária. Direitos humanos.
Bibliografia básica:
ABIKO, Alex Kenya; ORNSTEIN, Sheila Walbe. Inserção Urbana e Avaliação PósOcupação (APO) da Habitação de Interesse Social. Coletânea HABITARE/FINEP. São

99

9

Paulo:
FAUUSP,
2002.
<http://www.habitare.org.br/publicacao_coletanea1.aspx>.

Disponível

em:

FERREIRA, Antônio Domingos Dias. HABITAÇÃO AUTOSSUFICIENTE - Interligação e
integração de sistemas alternativos. 1. ed. Editora Interciência 156 (e-book).
MARCONI, Marina de Andrade. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de
pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de
dados. 7. ed. São Paulo: ATLAS, 2015.
CHICARINO, Tathiana (Org). Educação em direitos humanos. Pearson 203 (e-book).
Bibliografia complementar
BUENO, Laura M. de M. Projeto e favela: metodologia para projetos de urbanização.
2000. 176f. Tese (Doutorado em Arquitetura e Urbanismo) – Faculdade de Arquitetura e
Urbanismo, Universidade de São Paulo. São Paulo, 2000. Disponível em:
<http://labhab.fau.usp.br/biblioteca/teses/bueno_doutorado_projetofavela.pdf>.
CLEIDE
CALGARO. Fronteiras
da
socioambientais. Educs 213 (e-book).

bioética:

os

reflexos

éticos

e

FERREIRA, Antônio Domingos Dias. Habitação de Interesse Social - Aspectos
Históricos, Legais e Construtivos. Editora Interciência (e-book).
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. 32. ed. Petrópolis: Vozes,
1987.
PATTO, Maria Helena Souza (org.). A Cidadania negada: políticas públicas e formas de
viver. 1. ed. Pearson 610 (e-book).
SOUZA, Marcelo Lopes de. ABC do desenvolvimento urbano. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ:
Bertrand Brasil, 2010.
ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO 6 (ACE 6):
EVENTO: FÓRUM MALOCA: ESCRITÓRIO DE
HABITAÇÃO SOCIAL

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Planejamento e organização do Fórum pelos discentes sob a supervisão dos
docentes do Projeto Maloca e convidados. Socialização dos resultados obtidos na ACES
4 e 5 por meio de mostras, oficinas e debates com a participação das comunidades
envolvidas.
Bibliografia básica
MARCHIORI, Marlene. Comunicação e organização: reflexões, processos e práticas.
São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2010. (e-book).
MARCONI, Marina de Andrade. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de
pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de
dados. 7. ed. São Paulo: ATLAS, 2015.
WILLIAMS, Robin. Design para quem não é design: noções básicas de planejamento
visual. 2. ed. São Paulo: Callis, 2005.
Bibliografia complementar
ABIKO, Alex K.; ORNSTEIN, Sheila W. Inserção Urbana e Avaliação Pós-Ocupação
(APO) da Habitação de Interesse Social. Coletânea HABITARE/FINEP. São Paulo:
FAUUSP, 2002. Disponível em: <http://www.habitare.org.br/publicacao_coletanea1.aspx>.
CARLOS, Ana Fani Alessandri. Crise Urbana. Contexto 194 (e-book).

100

1

FERREIRA, Antônio Domingos Dias. HABITAÇÃO AUTOSSUFICIENTE - Interligação e
integração de sistemas alternativos. 1. ed. Editora Interciência 156 (e-book).
_________. Habitação de Interesse Social - Aspectos Históricos, Legais e Construtivos.
Editora Interciência (e-book).
PATTO, Maria Helena Souza (org.). A Cidadania negada: políticas públicas e formas de
viver. 1. ed. Pearson 610 (e-book).
5º SEMESTRE
PROJETO ARQUITETÔNICO 4

Carga-horária Total: 126h

EMENTA: Desenvolvimento de anteprojeto de edificação de grande porte para lazer e
cultura. Condicionantes legais. Resolução da interface entre o projeto arquitetônico e o
projeto hidrossanitário. Acessibilidade espacial. Princípios de arquitetura sustentável.
Detalhes arquitetônicos: esquadrias, paredes, lajes e forros acústicos. Conforto acústico:
propriedades e comportamento do som, acústica de salas e de edificações, controle de
ruído em ambientes fechados, acústica urbana e ruído comunitário, princípios de
eletroacústica.
Bibliografia básica
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 9050: Acessibilidade
a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro: ABNT, 2015
CHING, Francis D. K.; ONOUYE, Barry S.; ZUBERBUHLER, Douglas. Sistemas
estruturais ilustrados: padrões, sistemas e projeto. Porto Alegre: Bookman, 2010.
NEUFERT, Ernst. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos
sobre projeto, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de
edifícios, ambientes, mobiliário, objetos. 17. ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2004.
SOUZA, Lea C. L.; ALMEIDA, Manuela G.; BRAGANÇA, Luís. Bê-a-bá da acústica
arquitetônica. Bauru: EDUFSCAR, 2003.
Bibliografia complementar
ENGEL, Heino. Sistemas de estructuras = Sistemas de estruturais. Barcelona:
Gustavo Gili, 2001.

FITZGERALD, Eileen; SANMIGUEL, Sandra. Un vitruvio ecológico: principios y
práctica del proyecto arquitectónico sostenible. Barcelona, España: Editorial
Gustavo Gili, SL, 2007.
JOURDA, Françoise-Hélène. Pequeno manual do projeto sustentável. São
Paulo: Gustavo Gili, 2013.
PRO ACUSTICA. Manual ProAcústica Recomendações Básicas para Contrapisos
Flutuantes: Guia prático e orientativo para a padronização de informações com base em
normas internacionais, na ausência de normas nacionais. Disponível em:
<http://www.proacustica.org.br/publicacoes/manuais-tecnicos-sobre-acustica.html>.
PRO ACUSTICA. Manual ProAcústica sobre a Norma de Desempenho: Guia prático
sobre cada uma das partes relacionadas à área de acústica nas edificações da Norma
ABNT NBR 15575:2013 Edificações habitacionais – Desempenho. Disponível em:
<http://www.proacustica.org.br/publicacoes/manuais-tecnicos-sobre-acustica/manualproacustica-sobre-a-norma-de-desempenho.html>.
REBELLO, Yopanan C. P. A concepção estrutural e a arquitetura. São Paulo: Zigurate,

101

1

2006.

SEEP, B.; GLOSEMEYER, R. et al. Acústica de salas de aula. Revista de
Acústica e Vibrações. n.29. 2002. Disponível em: <http://acustica.org.br/revistas/>.
TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 4

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Estudo das instalações hidrossanitárias prediais com enfoque em seu
desempenho, dimensionamento e execução. Introdução a captação, adução, reserva,
tratamento e distribuição de águas. Instalações de água fria e quente, de esgotos prediais,
de águas pluviais, de prevenção e combate a incêndios. Instalações sustentáveis de
reaproveitamento e aquecimento de água. Resolução da interface entre o projeto
arquitetônico e os projetos de instalações prediais.
Bibliografia básica
AZEVEDO NETTO, José M. de (et al.). Manual de hidráulica. 8. ed. Edgard Blücher,
1998.
CARVALHO JÚNIOR, R. de. Instalações hidráulicas e o projeto de arquitetura. 4. ed.
São Paulo: Blucher, 2011.
MACINTYRE, A. J. Instalações hidráulicas: prediais e industriais. Rio de Janeiro: LTC,
2010.
Bibliografia complementar
CHING, Francis D. K; ADAMS, Cassandra. Técnicas de construção ilustradas. 2. ed.
Porto Alegre: Bookman, 2001.
CREDER, Hélio. Instalações hidráulicas e sanitárias. 6. ed. rev. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 2006.
MASCARÓ, Juan Luis; YOSHINAGA, Mário. Infraestrutura urbana. Porto Alegre: Mais
Quatro Ed., 2005.
TELLES, Dirceu D'Alkmin; COSTA, Regina Helena Pacca Guimarães; NUVOLARI,
Ariovaldo et al. Reúso da água: conceitos, teorias e práticas. São Paulo: Blucher, 2007.
YAZIGI, Walid. A técnica de edificar. 11. ed. São Paulo: Sinduscon; PINI, 2011.

TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA, ARTE E
CIDADE NO BRASIL

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Estudo da arte, arquitetura e cidade no Brasil do período pré-colonial à
contemporaneidade. Apresentação das contribuições indígenas, africanas e européias na
formação do território nacional. Compreensão dos períodos históricos brasileiros com
seus aspectos políticos, econômicos e socioculturais. Análise de obras e seus criadores.
Identificação das principais características e dimensões estéticas do Brasil na arte,
arquitetura e cidade.
Bibliografia básica

BRUAND, Yves. Arquitetura contemporânea no Brasil. Tradução de Ana M.
Goldberger. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2005.
BUCHMANN, Armando José. Lúcio Costa: o inventor da cidade de Brasília:
102

1

centenário de nascimento. Thesaurus, 2002.
REIS FILHO, Nestor Goulart. Quadro da arquitetura no Brasil. 10. ed. São Paulo:
Perspectiva, 2002.
Bibliografia complementar

AMARAL, Araci. Arte e sociedade no Brasil - Vol. 3. Callis 49 (e-book).
FREYRE, Gilberto. Casa-grande e senzala: formação da família brasileira sob o
regime da economia patriarcal. 51. ed. São Paulo: Global, 2006.
LIPOVETSKY, Gilles. Da leveza: rumo a uma civilização sem peso. Manole (ebook).
MATTOS, Regiane Augusto de. História e cultura afro-brasileira. São Paulo:
Contexto, 2007. (e-book).
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido de Brasil. 2ª ed. São
Paulo: Companhia das Letras, 1995.
NIEMEYER, Oscar. A forma na arquitetura. 4. ed. Rio de Janeiro: Revan, 2005.

TEORIA DO URBANISMO

Carga-horária Total: 72h

EMENTA: Estudo das principais abordagens teórico/metodológicas sobre a produção do
espaço e a estética urbana. Análise das principais teorias descritivas, interpretativas e
propositivas para a organização espacial e estética da cidade. Utopias urbanísticas
abordadas a partir da Revolução Industrial no contexto global, nacional, regional e local.
Reflexão com uma abordagem crítica sobre o pensamento da origem do urbanismo
brasileiro até a contemporaneidade.
Bibliografia básica
BENÉVOLO, Leonardo. História da Cidade. São Paulo: Perspectiva, 1983.
CHOAY, Françoise. O urbanismo: utopias e realidade. São Paulo: Perspectiva, 1992.
JACOBS, Jane. Morte e vida de grandes cidades. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes,
2011.
Bibliografia complementar
ARANTES, Otilia B. F.; VAINER, Carlos; MARICATO, Ermínia. A cidade do pensamento
único: desmanchando consensos. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 2011.
KOOLHAAS, Rem. Três textos sobre a cidade. Barcelona: Gustavo Gili, 2010.
LE CORBUSIER. Urbanismo. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
LYNCH, Kevin. A Boa forma da cidade. Lisboa, Portugal: Edições 70, 2012.
MUMFORD, Lewis. A cidade na história: suas origens, transformações e perspectivas. 4.
ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

103

1

6º SEMESTRE
PROJETO ARQUITETÔNICO 5

Carga-horária Total: 126h

EMENTA: Verticalização no Brasil. Projeto de remembramento de terreno. Projeto
Arquitetônico de edificação de multipavimentos. Acessibilidade espacial. Princípios de
arquitetura sustentável. Condicionantes legais. Introdução de projetos complementares
básicos: estrutura, hidrossanitário e luminotécnico. Circulação vertical: escada
enclausurada e elevadores. Memorial descritivo. Especificações técnicas.
Bibliografia básica
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 9050: Acessibilidade
a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro: ABNT, 2015
CARVALHO JÚNIOR, Roberto de. Instalações hidráulicas e o projeto de arquitetura.
4. ed. São Paulo: Blücher, 2011.
NEUFERT, Ernst. Arte de projetar em arquitetura. 17. ed. Barcelona: Gustavo Gili,
2004.
REBELLO, Yopanan Conrado Pereira. A concepção estrutural e a arquitetura. São
Paulo: Zigurate, 2006.
Bibliografia complementar
BITTENCOURT, Leonardo. Uso das cartas solares: diretrizes para arquitetos. 4. ed.
Maceió: EDUFAL, 2004. (CD-ROM).
BITTENCOURT, Leonardo; CÂNDIDO, Christhina. Introdução à ventilação natural. 2.
ed. Maceió: EDUFAL, 2006.
CHING, Francis D. K.; ONOUYE, Barry S.; ZUBERBUHLER, Douglas. Sistemas
estruturais ilustrados: padrões, sistemas e projeto. Porto Alegre: Bookman, 2010.

FITZGERALD, Eileen; SANMIGUEL, Sandra. Un vitruvio ecológico:
principios y práctica del proyecto arquitectónico sostenible. Barcelona, España:
Editorial Gustavo Gili, SL, 2007.
JOURDA, Françoise-Hélène. Pequeno manual do projeto sustentável.
São Paulo: Gustavo Gili, 2013.
LIMA FILHO, Domingos Leite. Projetos de instalações elétricas prediais. 12. ed. São
Paulo: Érica, 2012.
MIRAVETE, A.; LARRODÉ, E. Elevadores: principios e innovaciones. Barcelona: Editorial
Reverté, 2007.
TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 5

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Estudo das instalações elétricas prediais de baixa tensão com enfoque em seu
desempenho, dimensionamento e execução. Noções elementares de geração,
transmissão, rebaixamento e elevação de eletricidade. Circuitos elétricos. Luminotécnica e
aplicação do método dos lúmens. Instalações elétricas sustentáveis e energeticamente
eficientes. Resolução da interface entre o projeto arquitetônico e os projetos de
instalações prediais.

104

1

Bibliografia básica
LIMA FILHO, Domingos Leite. Projetos de instalações elétricas prediais. 12. ed. São
Paulo: Érica, 2012.
ROMÉRO, Marcelo de A.; REIS, Lineu B. dos; PHILIPPI JR., Arlindo (Coord). Eficiência
energética em edifícios. Barueri, SP: Manole, 2012.
SILVA, Mauri Luiz da. Luz, lâmpadas & iluminação. 3. ed. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, 2004.
Bibliografia complementar
MIRAVETE, A.; LARRODÉ, E. Elevadores: principios e innovaciones. Barcelona: Editorial
Reverté, 2007.
NISKIER, Julio; MACINTYRE, Archibald J. Instalações elétricas. 5. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2011.
PHILIPPI JR., Arlindo. Energia e Sustentabilidade. Manole. (e-book).
PRUDENTE, Francesco. Automação predial e residencial: uma introdução. Rio de
Janeiro: LTC, 2011.
YAZIGI, Walid. A técnica de edificar. 11. ed. São Paulo: Sinduscon; PINI, 2011.

SISTEMAS ESTRUTURAIS

Carga-horária Total: 72h

EMENTA: Classificação dos sistemas estruturais. Sistemas estruturais em concreto
armado, concreto protendido, madeira e aço. Sistemas estruturais em alvenaria estrutural.
Estruturas de fundações. Estruturas de contenção. Desenvolvimento de conhecimentos
básicos dos sistemas estruturais e fundações para auxílio na concepção e adoção de
soluções estruturais das edificações.
Bibliografia básica
CHING, Francis D. K.; ONOUYE, Barry S.; ZUBERBUHLER, Douglas. Sistemas
estruturais ilustrados: padrões, sistemas e projeto. Porto Alegre: Bookman, 2010.
REBELLO, Yopanan Conrado Pereira. A concepção estrutural e a arquitetura. São
Paulo: Zigurate, 2006.
CINTRA, José C. A.; AOKI, Nelson; ALBIERO, José H. Fundações diretas. Oficina de
Textos (e-book).
Bibliografia complementar
BOTELHO, Manoel H. C. Concreto armado, eu te amo, para arquitetos. São Paulo:
Blücher, 2006.
ENGEL, Heino. Sistemas de estructuras. Barcelona: Gustavo Gili, 2001.
HIBBELER, R. C. Estática: mecânica para engenharia. 10. ed. Pearson Prentice Hall (ebook).
VIERO, Edison Humberto. Isostática: passo a passo: sistemas estruturais em engenharia
e arquitetura. Caxias do Sul, RS: EDUCS, 2004.
SILVA, Valdir P.; PANNONI, Fábio D. Estruturas de aço para edifícios: aspectos
tecnológicos e de concepção. São Paulo: Blücher, 2010.

105

1

PLANEJAMENTO REGIONAL URBANO

Carga-horária Total: 72h

EMENTA: Estudo sobre a Cidade e o território. Fundamentos teóricos do planejamento
urbano, regional e local. Aspectos do planejamento urbano no Brasil. A dimensão
socioambiental do planejamento urbano. Marcos jurídicos legais do planejamento urbano.
Estado, ativismos sociais e os diversos agentes do processo de planejamento urbano,
regional e local.
Bibliografia básica
ARANTES, Otilia B. F.; VAINER, Carlos; MARICATO, Ermínia. A cidade do pensamento
único: desmanchando consensos. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 2011.
SOUZA, Marcelo L. de. Mudar a cidade: uma introdução crítica ao planejamento e à
gestão urbanos. 4. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2006.
VALENÇA, Márcio M. Brasil urbano. Rio de Janeiro: Mauad, 2004.
Bibliografia complementar
BELLO, Enzo, (Org). Ensaios críticos sobre direitos humanos e
constitucionalismo. Caxias do Sul, RS: EDUCS, 2012. (e-book).
CASTELLS, Manuel. A questão urbana. 3.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006.
DEAK, Csaba; SCHIFFER, Sueli Ramos. O processo de urbanização no Brasil. 2. ed.
São Paulo: EDUSP, 2010.
JUBILUT, Liliana Lyra. Direitos humanos e meio ambiente: minorias
ambientais. Manole 436 (e-book).
JUBILUT, Liliana Lyra. Direitos humanos e meio ambiente: minorias ambientais. Manole
436 (e-book).
LEFEBVRE, Henri. O direito à cidade. 5. ed. São Paulo: Centauro, 2008.

MAZZAROTTO, Ângelo Augusto Valles de Sá. Gestão da sustentabilidade
urbana: leis, princípios e reflexões. Editora Intersaberes 364 (e-book).
PAULO CÉSAR NODARI. Ética, meio ambiente e direitos humanos: a cultura de paz e
não violência. Educs 397 (e-book).

RECH, Adir Ubaldo, (Org). Instrumentos de desenvolvimento
sustentabilidade urbana. Caxias do Sul, RS: EDUCS, 2014. (e-book).

e

REIS FILHO, Nestor Goulart (Org.). Brasil: estudos sobre dispersão urbana. São Paulo:
FAU-USP, 2007.
SANTOS, Milton. Metamorfoses do espaço habitado: fundamentos teóricos e
metodológicos da geografia. 6. ed. São Paulo: EDUSP, 2008.

VASCONCELLOS, Eduardo Alcântara. Mobilidade urbana e cidadania. Rio de
janeiro: SENAC, 2012.

106

1

7º SEMESTRE
PROJETO ARQUITETÔNICO 6

Carga-horária Total: 108h

EMENTA: Desenvolvimento de anteprojeto de equipamentos de saúde de grande porte.
Condicionantes legais. Acessibilidade espacial. Aplicação de sistemas construtivos
industrializados sob o enfoque da tectônica na arquitetura. Princípios de arquitetura
sustentável. Detalhamento arquitetônico: calçadas e rampas. Arquitetura humanizada.
Noções de Ergonomia. Acessibilidade e desenho universal.
Bibliografia básica
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 9050: Acessibilidade
a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro: ABNT, 2015
KOWALTOWSKI, D. K. (et al.). O processo de projeto em arquitetura: da teoria à
tecnologia. São Paulo: Oficina de Textos, 2011.
KROEMER, Karl H. E.; GRANDJEAN, E. Manual de ergonomia: adaptando o trabalho ao
homem. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2005.
MATIA, Graciele de. Ambiente e arquitetura hospitalar. Editora Intersaberes (e-book).
Bibliografia complementar
CYBIS, Walter; BETIOL, Adriana H.; FAUST, Richard. Ergonomia e usabilidade:
conhecimentos, métodos e aplicações. 2. ed. São Paulo: Novatec, 2010.

FITZGERALD, Eileen; SANMIGUEL, Sandra. Un vitruvio ecológico: principios y
práctica del proyecto arquitectónico sostenible. Barcelona, España: Editorial
Gustavo Gili, SL, 2007.
GÓES, Ronald de. Manual prático de arquitetura para clínicas e laboratórios. 2. ed.
São Paulo: Blücher, 2010.

JOURDA, Françoise-Hélène. Pequeno manual do projeto sustentável. São
Paulo: Gustavo Gili, 2013.
LUKIANTCHUKI, Marieli A.; SOUZA, Gisela B. de. Humanização da arquitetura
hospitalar: entre ensaios de definições e materializações híbridas. Disponível em
<http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/10.118/3372>.
MONTEIRO, Márcia R. Hospital do açúcar de Alagoas: arquitetura e assistência à
saúde: 50 anos de história. Maceió: EDUFAL, 2015.
WACHOWICZ, Marta C. Segurança, saúde e ergonomia. Editora Intersaberes (e-book).

PROJETO DE INTERIORES

Carga-horária Total: 72h

EMENTA: Projeto arquitetônico de reforma e de ambientação de espaços internos
residenciais, comerciais e institucionais. Acessibilidade espacial. Princípios de arquitetura
sustentável. Organização de espaços internos de edifícios. Estudo da história e evolução
do mobiliário. Mobiliário e materiais de acabamentos. Cores, Iluminação e projeto
luminotécnico. Ergonomia.

107

1

Bibliografia básica
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 9050: Acessibilidade
a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro: ABNT, 2015.
CYBIS, Walter; BETIOL, Adriana H.; FAUST, Richard. Ergonomia e usabilidade:
conhecimentos, métodos e aplicações. 2. ed. São Paulo: Novatec, 2010.
NEUFERT, Ernst. Arte de projetar em arquitetura. 17. ed. Barcelona: Gustavo Gili,
2004.
PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Dimensionamento humano para espaços interiores:
um livro de consulta e referência para projetos. Barcelona: Gustavo Gili, 2002.
Bibliografia complementar
DOYLE, Michael E. Desenho a cores: técnicas de desenho de projeto para arquitetos,
paisagistas e designers de interiores. Porto Alegre: Bookman, 2002.
FERRARA, Lucrecia D'Alessio. Design em espaços. Edições Rosari, 2002.

GURGEL, Miriam. Projetando espaços: guia de arquitetura de interiores para
áreas residenciais. 3. ed. São Paulo: Ed. SENAC, 2005.
LAMBERTS, Roberto; DUTRA, Luciano; PEREIRA, Fernando O.R. Eficiência Energética
na Arquitetura. 3. ed. PROCEL, 2013. Disponível em:
<http://www.labeee.ufsc.br/sites/default/files/apostilas/eficiencia_energetica_na_arquitetur
a.pdf>.
PEVSNER, Nikolaus. Origens da arquitetura moderna e do design. 3. ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2001.

SILVA, Mauri Luiz da. Luz, lâmpadas & iluminação. 3. ed. Rio de Janeiro:
Ciência Moderna, 2004.
TILLEY, Alvin R. As medidas do homem e da mulher: fatores humanos em design.
Porto Alegre: Bookman, 2005.

TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 6

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Estudo dos sistemas construtivos industrializados sob o enfoque da tectônica
na arquitetura. Estruturas mistas, interfaces concreto-aço e Sistemas Integrados de
Construção a Seco (SICS) na produção de edifícios de média e grande escala. Inovações
em materiais, técnicas e processos construtivos no setor da construção civil.
Bibliografia básica
BOTELHO, Manoel H. C. Concreto armado, eu te amo, para arquitetos. São Paulo:
Blücher, 2006.
BELLEI, Ildony H. Interfaces aço-concreto. Rio de Janeiro: IABr/CBCA, 2006. Disponível
em: < www.cbca-acobrasil.org.br>.
SILVA, Valdir P.; PANNONI, Fábio D. Estruturas de aço para edifícios: aspectos
tecnológicos e de concepção. São Paulo: Blücher, 2010.

108

1

Bibliografia complementar
AMARAL, Izabel. Quase tudo que você queria saber sobre tectônica, mas tinha
vergonha de perguntar. Revista Pós. v. 16, n. 26, p. 148-167, 2009. Disponível em: <
http://www.periodicos.usp.br>.
COLETÂNEA HABITARE. Tecnologias construtivas inovadoras e gestão da cadeia
produtiva. Porto Alegre, RS: Antac, 2009.
CHING, Francis D. K; ADAMS, C. Técnicas de construção ilustradas. 2. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2001.
DIAS, Luís A. de M. Estruturas de aço: conceitos, técnicas e linguagem. 4. ed. São
Paulo: Zigurate, 2002.
MELHADO, Silvio B. (Coord.). Coordenação de projetos de edificações. São Paulo: O
Nome da Rosa, 2005.
YAZIGI, Walid. A técnica de edificar. 11. ed. São Paulo: Sinduscon; PINI, 2011.

PROJETO DE URBANISMO 1

Carga-horária Total: 72h

EMENTA: Parcelamento do solo urbano. Legislação urbanística e ambiental.
Levantamento e análise dos condicionantes da área de intervenção e do entorno.
Densidade urbana. Sistema viário urbano. Traçado de vias, quadras e lotes. Infraestrutura
urbana. Projeto de loteamento e memorial descritivo. Plano ação: Diretrizes, Projeto
urbanístico e Detalhamento. Participação social no processo projetual. Retorno do projeto
urbanístico ao público do objeto de estudo.
Bibliografia básica
ACIOLY, Claudio C; DAVIDSON, Forbes. Densidade urbana: um instrumento de
planejamento e gestão urbana. Rio de Janeiro: Mauad, 1998.
HIGUERAS, Ester. Urbanismo bioclimático. Barcelona: Gustavo Gilli, 2006.
MASCARÓ, Juan Luís. Loteamentos urbanos. 2. ed. Porto Alegre: +4 Editora, 2005.
Bibliografia complementar

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 9050:
Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de
Janeiro: ABNT, 2015.
CAMPOS FILHO, Candido M. Cidades brasileiras: seu controle ou o caos. São Paulo:
Nobel, 1989.
CASTELLO, Iára R. Bairros, loteamentos e condomínios: elementos para o projeto de
novos territórios habitacionais. Porto Alegre: UFRGS, 2008.
MASCARO, Juan L.; YOSHINAGA, Mário. Infraestrutura urbana. Porto Alegre: +4
Editora, 2005.
MASCARO, Lucia R. de. Ambiência urbana. 2.ed. Porto Alegre, RS: +4 Editora, 2004.

MAZZAROTTO, Ângelo Augusto Valles de Sá. Gestão da sustentabilidade
urbana: leis, princípios e reflexões. Editora Intersaberes 364 (e-book).
RECH,

Adir

Ubaldo,

(Org).

Instrumentos

de

desenvolvimento

e
109

1

sustentabilidade urbana. Caxias do Sul, RS: EDUCS, 2014. (e-book).
SILVA, Edson Jacinto da. Loteamento urbano: doutrina e prática. 3. ed. Leme: JH
Mizuno, 2014.

VASCONCELLOS, Eduardo Alcantara. Mobilidade urbana e cidadania. Rio de
janeiro: SENAC, 2012.

8º SEMESTRE
PROJETO ARQUITETÔNICO 7

Carga-horária Total: 90h

EMENTA: Estudo de conceitos de intervenção no meio ambiente: Reabilitação,
Revitalização e Requalificação. Adaptação de novos usos ao meio ambiente de valor
patrimonial. Aplicação de novos materiais e tecnologias construtivas para atendimento às
demandas contemporâneas. Acessibilidade espacial. Aproveitamento dos condicionantes
ambientais em projetos de Retrofit. Atendimento às normas de acessibilidade e aplicação
no ambiente construído. Desenvolvimento de projeto executivo de Retrofit.
Bibliografia básica
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 9050: Acessibilidade
a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro: ABNT, 2015.
COSTA, Angelina D. L.; ARAÚJO, Nelma M. C. de; ARAÚJO JUNIOR, Aarão P. de.
Acessibilidade no ambiente construído: questões contemporâneas. 2. ed. João
Pessoa: Editora IFPB, 2014.
HOLANDA, Armando de. Roteiro para construir no Nordeste: arquitetura como lugar
ameno nos trópicos ensolarados. Recife: IAB, UFPE, 2010.
VARGAS, Heliana C.; CASTILHO, Ana Luisa H. (orgs.). Intervenções em Centros
Urbanos: objetivos, estratégias e resultados. 3.ed. Manole. (e-book).
Bibliografia complementar
BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Manual de primeiros socorros do engenheiro e
do arquiteto. São Paulo: Edgard Blucher, 1986.
CHING, Francis D. K; ADAMS, Cassandra. Técnicas de construção ilustradas. 2. ed.
Porto Alegre: Bookman, 2001.
CORREA, Roberto Lobato; ROSENDAHL, Zeny (org.). Paisagem, tempo e cultura. Rio
de Janeiro: UERJ, 1998.
GONÇALVES, Cristiane S. Restauração arquitetônica: a experiência do SPHAN em São
Paulo, 1937-1975. São Paulo: Annablume, 2007.
RIBEIRO, Sandra B. Brasília: memória, cidadania e Gestão do patrimônio Cultural. São
Paulo: Annablume, 2005.
SCHAMA, Simon. Paisagem e memória. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
TELLES, Augusto C da S. Atlas dos monumentos históricos e artísticos do Brasil. Rio
de Janeiro: MEC; FENAME, 1980.

110

1

TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 7

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Estudo do planejamento da construção civil de edificações. Ferramentas de
planejamento. Ciclo PDCA. Estrutura analítica de projetos. Diagramas de Rede.
Cronograma. Elaboração de orçamentos e estudos de viabilidade técnica. Gestão de
projetos.
Bibliografia básica
BORGES, Alberto de Campos. Prática das pequenas construções. 5. ed. rev. Edgard
Blücher, 2000.
SAURIN, Tarcísio A.; FORMOSO, Carlos T. Planejamento de canteiros de obra e
gestão de processos. v. 3. Recomendações Técnicas Habitare. Porto Alegre: ANTAC,
2006.) Disponível em:
<http://www.habitare.org.br/publicacoes_recomendacao_vol3.aspx>.
SEBRAE. Curso de gestão e compatibilização de projetos para a construção civil.
Maceió: SEBRAE, 2007.
Bibliografia complementar
ANDRÉ NAGALLI. Gerenciamento de resíduos sólidos na construção civil. Oficina de
Textos (e-book).
BAUER, Luiz Alfredo Falcão. Materiais de construção. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1994.
BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Manual de primeiros socorros do engenheiro e
do arquiteto. São Paulo: Edgard Blücher, 1986.
CHING, Francis D. K; ADAMS, Cassandra. Técnicas de construção ilustradas. 2. ed.
Porto Alegre: Bookman, 2001.
MELHADO, Silvio Burattino. Coordenação de projetos de edificações. São Paulo: O
Nome da Rosa, 2005.

TEORIA E PROJETO DO RESTAURO

Carga-horária Total: 72h

EMENTA: Estudo dos primeiros conceitos do patrimônio cultural: história, memória,
identidade, significância, materialidade e imaterialidade. Compreensão das correntes
teóricas basilares sobre restauração. Estudo das principais cartas patrimoniais.
Conhecimento de bens de natureza material (cidades históricas e edifícios arquitetônicos
individuais) tombados no contexto internacional, nacional e local. Realização de
diagnóstico e projeto de restauro em edificação de relevância cultural do Agreste
Alagoano.
Bibliografia básica
CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. 3. ed. São Paulo: Estação Liberdade:
UNESP, 2006.
BRANDI, Cesare. Teoria da restauração. Tradução de Beatriz Mugayar Kuhl. Cotia, SP:
Ateliê Editorial, 2004.
RUSKIN, John. As pedras de Veneza. São Paulo: Martins Fontes, 1992.

111

1

Bibliografia complementar
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 9050: Acessibilidade
a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro: ABNT, 2015
INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL.
Patrimoniais. Disponível em: <http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/226>.

Cartas

INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL. Educação
Patrimonial: histórico, conceitos e processos. Brasília: Instituto do Patrimônio Histórico
e
Artístico
Nacional,
2014.
Disponível
em:
<http://portal.iphan.gov.br/publicacoes/lista?categoria=30&busca=>.
INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL. Inventário
nacional de referências culturais: manual de aplicação. Apresentação de Célia Maria
Corsino. Introdução de Antônio Augusto Arantes Neto. – Brasília: Instituto do Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional, 2000. Disponível em:
<http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/685/>.
INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL. Manual de
elaboração de projetos de preservação do patrimônio cultural. Elaboração José
Hailon Gomide, Patrícia Reis da Silva, Sylvia Maria Nelo Braga. _Brasília: Ministério da
Cultura,
Instituto
do
Programa
Monumenta,
2005.
Disponível
em:
<http://portal.iphan.gov.br/publicacoes/lista?categoria=29&busca=>.

OLIVEIRA, Mario Mendonça de. A documentação como ferramenta de
preservação da memória – Brasília, DF: IPHAN: Programa Monumenta, 2008.
(cadernos
Técnicos,
7).
Disponível
em:
<http://portal.iphan.gov.br/publicacoes/lista?categoria=29&busca=A+documenta%
C3%A7%C3%A3o+como+Ferramenta+de+preserva%C3%A7%C3%A3o+da+mem
%C3%B3ria>.
RIBEIRO, Sandra B. Brasília: memória, cidadania e Gestão do patrimônio Cultural. São
Paulo: Annablume, 2005.

PROJETO DE URBANISMO 2

Carga-horária Total: 72h

EMENTA: Identificação de elementos perceptivos, topoceptivos e morfológicos.
Identidade do lugar. Intervenção urbana em áreas centrais e novas centralidades.
Legislação urbanística e ambiental. Patrimônio histórico-cultural e ambiental. Centralidade
urbana. Diagnóstico urbanístico: carências, problemas, potencialidades e tendências.
Conceito da intervenção. Plano ação: Diretrizes, Projeto urbanístico e Detalhamento.
Participação social no processo projetual. Retorno do projeto urbanístico ao público do
objeto de estudo.
Bibliografia básica
CULLEN, Gordon. Paisagem urbana. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
ROMERO, Marta A. B. Arquitetura bioclimática do espaço público. Brasília: UnB,
2001.
VASCONCELOS, Eduardo A. de. Mobilidade urbana e cidadania. Rio de Janeiro:
SENAC, 2012.

112

1

Bibliografia complementar

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 9050:
Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de
Janeiro: ABNT, 2015.
DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William (Orgs.). Desenho Urbano Contemporâneo no
Brasil. Rio de Janeiro: Grupo Gen, 2013.
DUARTE, F. Introdução à mobilidade urbana. Curitiba: Juruá, 2007.
GEHL, Jan. Cidades para pessoas. São Paulo: Perspectiva, 2013.
JACOBS, Jane. Morte e vida de grandes cidades. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes,
2011.

MAZZAROTTO, Ângelo Augusto Valles de Sá. Gestão da sustentabilidade
urbana: leis, princípios e reflexões. Editora Intersaberes 364 (e-book).
PEIXOTO, Nelson B. Paisagens urbanas. 3.ed. São Paulo: SENAC: 2004.

RECH, Adir Ubaldo, (Org). Instrumentos de desenvolvimento
sustentabilidade urbana. Caxias do Sul, RS: EDUCS, 2014. (e-book).

PROJETO DE PAISAGISMO

e

Carga-horária Total: 72h

EMENTA: Estudo e conhecimento da paisagem: conceituação, elementos constituintes,
representação gráfica e fatores condicionantes. Procedimentos de intervenção
paisagística em escala micro: metodologia, diagnóstico, elaboração de programa e
conceituação do projeto. Elaboração de anteprojeto paisagístico. Análise da paisagem
edificada.
Bibliografia básica
ABBUD, Benedito. Criando paisagens: guia de trabalho em arquitetura paisagística. 2.
ed. São Paulo: SENAC São Paulo, 2007.
FARAH, I; SCHLEE, M. B; TARDIM, R. (org.) Arquitetura paisagística contemporânea
no Brasil. São Paulo: Senac, 2009.
MACEDO, Silvio Soares. Paisagismo brasileiro na virada do século: 1990-2010. São
Paulo: Edusp, 2012.
Bibliografia complementar
BURLE MARX, R. Arte e Paisagem: conferências escolhidas. São Paulo: Nobel, 2004.
DEMATTÊ, Maria Esmeralda S. P. Princípios de paisagismo. 3. ed. Jaboticabal:
FUNEP, 2006.
LEENHARDT, J. (org.) Nos jardins de Burle Marx. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1996.
MASCARO, Lucia R. de; MASCARO, Juan Luis. Vegetação urbana. 2. ed. Porto Alegre:
Finep, 2005.
PRONSATO, Sylvia A. D. Arquitetura e paisagem: projeto participativo e criação
coletiva. São Paulo: Annablume; FUPAM; FAPESP, 2005.

113

1

9º SEMESTRE
PROJETO DE
PAISAGISMO

ARQUITETURA,

URBANISMO

E Carga-horária Total: 144h

EMENTA: Desenvolvimento de habilidades para concepção de projetos executivos de
edificações, de desenho urbano e de paisagismo de espaços livres, no âmbito da
habitação de interesse social. Processo de projeto participativo. Diagnóstico das
condições socioeconômicas e físico-ambientais da área de intervenção e do entorno
Condicionantes legais. Tecnologias sociais. Acessibilidade espacial. Estratégias de
sustentabilidade urbana. Detalhamento: mobiliário e equipamentos urbanos, redes de
infraestrutura urbana.
Bibliografia básica
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 9050: Acessibilidade
a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro: ABNT, 2015.
FERREIRA, Antônio Domingos Dias. Habitação de Interesse Social - Aspectos
Históricos, Legais e Construtivos. Editora Interciência (e-book).
JOURDA, Françoise-Hélène. Pequeno manual do projeto sustentável. São Paulo:
Gustavo Gili, 2013.
MASCARO, Juan Luis; YOSHINAGA, Mário. Infraestrutura urbana. Porto Alegre: +4
Editora, 2005.
MULLER-GAUZIN, Dominique. Arquitetura ecológica. São Paulo: SENAC, 2011.
BONDUKI, Nabil Georges.
SOUZA, Marcelo Lopes de. ABC do desenvolvimento urbano. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ:
Bertrand Brasil, 2010.
Bibliografia complementar
BRASIL. Ministério das Cidades. Ações Integradas de Urbanização de Assentamentos
Precários.
Brasília;
São
Paulo:
MCidades,
2009.
Disponível
em:
<http://www.capacidades.gov.br/media/doc/biblioteca/SNH003.pdf>.
BUENO, Laura M. de M. Projeto e favela: metodologia para projetos de urbanização.
2000. 176f. Tese (Doutorado em Arquitetura e Urbanismo) – Faculdade de Arquitetura e
Urbanismo, Universidade de São Paulo. São Paulo, 2000. Disponível em:
<http://labhab.fau.usp.br/biblioteca/teses/bueno_doutorado_projetofavela.pdf>.
CORBELLA, Oscar Daniel; YANNAS, Simos. Em busca de uma arquitetura sustentável
para os trópicos: conforto ambiental. Rio de Janeiro: Revan, 2003.
GONÇALVES, J.C.S.; BODE, K (Org). Edifício Ambiental. São Paulo: Oficina de Textos,
2015. (e-book).

MAZZAROTTO, Ângelo Augusto Valles de Sá. Gestão da sustentabilidade
urbana: leis, princípios e reflexões. Editora Intersaberes 364 (e-book).
MELHADO, Silvio Burattino. Coordenação de projetos de edificações. São Paulo: O
Nome da Rosa, 2005.
PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Dimensionamento humano para espaços interiores:
um livro de consulta e referência para projetos. Barcelona: Gustavo Gili, 2002.

RECH, Adir Ubaldo, (Org). Instrumentos de desenvolvimento
sustentabilidade urbana. Caxias do Sul, RS: EDUCS, 2014. (e-book).

e
114

1

VASCONCELLOS, Eduardo Alcantara. Mobilidade urbana e cidadania. Rio de
janeiro: SENAC, 2012. 213 p.
WERNA, Edmundo. Pluralismo na habitação: baseado nos resultados do projeto 'o novo
papel do estado na oferta de habitação: parceria entre agentes públicos e não-públicos'
convênio 63.96.0737.00 - FINEP. São Paulo: ANNABLUME, 2001.

TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 8

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Estudo das instalações e infraestrutura das cidades sob o enfoque do
saneamento ambiental. Redes convencionais e alternativas sustentáveis para
abastecimento de água, esgotamento sanitário, drenagem de águas pluviais, coleta de
resíduos sólidos e iluminação pública. Relação entre o desenho das redes de
infraestrutura urbana e de espaços coletivos urbanos.
Bibliografia básica
BARROS, Regina Mambeli. Tratado sobre resíduos sólidos: gestão, uso e
sustentabilidade. Editora Interciência (e-book).
FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE. Manual de saneamento. 3. ed. Brasília:, 2004.
Disponível em:
<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_saneamento_3ed_rev_p1.pdf>.
MASCARO, Juan Luis; YOSHINAGA, Mário. Infraestrutura urbana. Porto Alegre: Mais
Quatro Ed., 2005.
Bibliografia complementar
PHILIPPI JR., Arlindo; ROMÉRO, Marcelo de A.; BRUNA, Gilda C. (ed.). Curso de
gestão ambiental. 2. ed. Manole (e-book).
PHILIPPI JR., Arlindo. Energia e Sustentabilidade. Manole (e-book).
FREITAS, Marcos A. V. Vulnerabilidade e ações de adaptação dos recursos hídricos
às mudanças climáticas no Brasil. Editora Interciência (e-book).
PHILIPPI JR., Arlindo; GALVÃO JR., Alceu de Castro. Gestão do Saneamento Básico:
abastecimento de água e esgotamento sanitário. Manole (e-book).
TELLES, Dirceu D'Alkmin; COSTA, Regina Helena Pacca Guimarães; NUVOLARI,
Ariovaldo et al. Reúso da água: conceitos, teorias e práticas. São Paulo: Blücher, 2007.

SEMINÁRIO DE TCC 1

Carga-horária Total: 36h

EMENTA: Instrumental teórico metodológico para elaboração de trabalho de conclusão de
curso. Formas de apresentação de trabalhos acadêmicos de acordo com as normas da
ABNT.
Bibliografia básica
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia
científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.

115

1

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo:
Cortez, 2007.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Manual para elaboração de monografias e
dissertações. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
Bibliografia complementar
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2005.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica: ciência e
conhecimento científico, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis, metodologia
jurídica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e
iniciação à pesquisa. 27. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas,
2010.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa:
planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração,
análise e interpretação de dados. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2013.

10º SEMESTRE
ÉTICA E EXERCÍCIO PROFISSIONAL

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Princípios, valores e direitos humanos. Direitos e deveres do profissional da
arquitetura e urbanismo. Paradigmas profissionais. Atribuições e exercício profissional.
Responsabilidade e autoria profissional. Organização do sistema CAU/BR e dos CAU/UF
e das principais entidades nacionais e internacionais de arquitetura e urbanismo.
Bibliografia básica
CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO BRASIL. Manual do Arquiteto e
Urbanista. 2ª ed. Brasília: CAU/BR, 2015. Disponível em: <http://www.caubr.gov.br/wpcontent/uploads/2017/09/MANUAL_DO_AU_2016.pdf>.
MELLO FILHO, João Honoro de. Ética em Arquitetura e Urbanismo: Comentários ao
Código de Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil. Brasília:
Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil, 2018. Disponível em: <
http://www.caubr.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/Comentario_Codigo_de_Etica26DEZ-FINAL.pdf>.
CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO BRASIL. RESOLUÇÃO N° 67, DE 5
DE DEZEMBRO DE 2013. Direitos Autorais na Arquitetura e Urbanismo. Brasília:
Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil, 2013. Disponível em:
<http://www.caubr.gov.br/wp-content/uploads/2012/07/RES_67_ALTERADA_74.pdf>.
Bibliografia complementar
CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO BRASIL. Carta-compromisso do
Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil sobre a nova Agenda Urbana.
Brasília: Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil, 2016. Disponível em: <
http://www.caubr.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/CARTA_HABITAT_III-071014x28cm-web-ok.pdf>.

116

1

FELIZARDO, Aloma Ribeiro (Org.). Ética e direitos humanos. Editora Intersaberes (ebook).
MONTEIRO, Ana Maria R. G. (org.). A construção de um novo olhar sobre o ensino de
arquitetura e urbanismo no Brasil: os 40 anos da Associação Brasileira de Ensino de
Arquitetura e Urbanismo. Brasília: ABEA, 2013.Disponível em <
http://www.caubr.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/A-Constru%C3%A7%C3%A3o-deUm-Novo-Olhar-Sobre-o-Ensino-de-Arquitetura-e-Urbanismo-no-Brasil.pdf>.
SANTOS, Alexandre Pereira. Manual para a Implantação da Assistência Técnica
Pública e Gratuita a Famílias de Baixa Renda para Projeto e Construção de
Habitação de Interesse Social. Rio Grande do Sul: Instituto de Arquitetos do Brasil,
2010. Disponível em: <http://www.caubr.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Manual-paraa-Implanta%C3%A7%C3%A3o-da-Assist%C3%AAncia-T%C3%A9cnica.pdf>.
TELLO, Rafael; RIBEIRO, Fabiana Batista. Guia CBIC de boas práticas em
sustentabilidade na indústria da Construção. Brasília: Câmara Brasileira da Indústria
da Construção; Serviço Social da Indústria; Nova Lima: Fundação Dom Cabral, 2012.
Disponível em: <http://www.caubr.gov.br/wpcontent/uploads/2013/08/Guia_de_Boas_Praticas_em_Sustentabilidade_CBIC_FDC.pdf>.
SEMINÁRIO DE TCC 2

Carga-horária Total: 36h

EMENTA: Desenvolvimento do trabalho de conclusão de curso em Arquitetura e
Urbanismo. Formas de apresentação de trabalhos acadêmicos de acordo com as normas
da ABNT.
Bibliografia básica
ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas
ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2. ed. São Paulo:
Pioneira, 1999.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa:
planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração,
análise e interpretação de dados. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2013.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo:
Cortez, 2007.
Bibliografia complementar
GUEDES, Enildo M. (et. al.). Padrão UFAL de Normalização. EDUFAL: 2012. Disponível
em: <http://www.ufal.edu.br/arquivos/prograd/manuais/padrao-ufal-de-normalizacao2/padrao-ufal-de-normalizacao/at_download/file>.
PÁDUA, Elisabete M. M. de. Metodologia da pesquisa: abordagem teórico-prática. 17.
ed. Campinas, SP: Papirus, 2014.
PEREIRA, Júlio César R. Análise de dados qualitativos: estratégias metodológicas para
as ciências da saúde, humanas e sociais. 3. ed. São Paulo: EDUSP: FAPESP, 2001.
SILVA, Edna Lúcia da; MENEZES, Estera M. Metodologia da Pesquisa e elaboração de
dissertação. 3. ed. Florianópolis: Laboratório de Ensino a distância da UFSC, 2001.
Disponível em: <http://www.projetos.inf.ufsc.br>.
SPECTOR, Nelson. Manual para a redação de teses, projetos de pesquisa e artigos
científicos. 2. ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2001.

117

1

14.2 EMENTAS DAS DISCIPLINAS ELETIVAS DO CURSO
CIDADES BRASILEIRAS

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Análises e reflexões sobre as configurações morfológicas das cidades
brasileiras. Origem e formação das cidades brasileiras. Formação das Paisagens
Brasileiras. O processo de povoamento e a organização territorial brasileira. Discussão
sobre o desenvolvimento das cidades brasileiras até a contemporaneidade. Cidades
alagoanas.
Bibliografia básica
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. Companhia das
Letras, 2006.
SORJ, B. A nova sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.
SOUZA, Ricardo Luiz de. Identidade nacional e modernidade brasileira: o diálogo entre
Sílvio Romero, Euclides da Cunha, Câmara Cascudo e Gilberto Freyre. Belo Horizonte:
Autêntica, 2007 (e-book).
Bibliografia complementar
ARRABAL, José. A sociedade de todos os povos. Manole (e-book).
CAMPOS FILHO, Candido Malta. Cidades brasileiras: seu controle ou o caos: o que os
cidadãos devem fazer para a humanização das cidades no Brasil. 3. ed. São Paulo:
Nobel, 1989.
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: Lamparina,
2014.
LIRA, Fernando. Formação da riqueza e da pobreza de Alagoas. Maceió: EDUFAL,
2007.
STANCKI, Rodolfo. Sociedade brasileira contemporânea. Editora Intersaberes (e-book).

DIVERSIDADE, ESPAÇO E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS Carga-horária Total: 54h
EM ALAGOAS
EMENTA: Etnicidade. Diversidade. Territórios negro e indígenas. Identidade. Preconceito.
Sociedade.
Bibliografia básica
ANJOS, Rafael S. A. dos. As geografias oficial e invisível do Brasil: algumas
referências. Geousp – Espaço e Tempo. v. 19, n. 2, p. 375- 391, 2015. Disponível em:
<http://www.revistas.usp.br/geousp/article/viewFile/102810/105686>.
MUNANGA, Kabengele (Org.). Superando o Racismo na Escola. Brasília: Ministério da
Educação; Secretaria de Ensino Fundamental. 2000. Disponível
em: <http://portal.mec.gov.br/secad/arquivos/pdf/racismo_escola.pdf>.
LINDOSO, Dirceu. A Utopia Armada: Rebelião de Pobres nas Matas do Tombo Real,
(1832-1850). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.

118

1

Bibliografia complementar

VALENTE, Ana Lúcia E. F. Ser negro no Brasil hoje. 7. ed. São Paulo: Moderna,
1987.
MOURA, Clovis. Sociologia do negro brasileiro. São Paulo: Ática, 1988. 250 p
BUARQUE, Cristóvam. O que é apartação: o apartheid social no Brasil. São Paulo:
Brasiliense, 2003.
FERNANDES, Sheyla C. S. Preconceito de cor e racismo: aspectos teóricos e
metodológicos. Maceió, AL: EDUFAL, 2018.
SALGARI, Emílio; ROCHA, Maiza (Trad). O corsário negro. São Paulo: Iluminuras, 2011.
DUARTE, Abelardo. Folclore negro das Alagoas: (áreas da cana-de-açúcar) pesquisa e
interpretação. 2. ed. Maceió: EDUFAL, 2010.

PAISAGEM CONTEMPORÂNEA

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Evolução histórica do conceito de paisagem e paisagismo. A arquitetura da
comunicação. O processo de modernização. Cultura do consumo. Identidade. Escalas e
espaço. Os edifícios e seus significados na paisagem urbana, considerando seus
elementos simbólicos. As novas tecnologias de comunicação e informação e seus efeitos.
Estudos críticos de projetos referenciais na atualidade. Sustentabilidade na paisagem
contemporânea. Tendências futuras.
Bibliografia básica
CASTELLS, Manuel; GERHARDT. O poder da identidade. Tradução de Klauss Brandini
5. ed. Paz e Terra, 2006.
FARAH, Ivete; SCHLEE, Mônica Bahia; TARDIN, Raquel (org.). Arquitetura paisagística
contemporânea no Brasil. São Paulo: SENAC, 2010.
FRANCO, Maria de Assunção Ribeiro. Desenho ambiental: uma introdução à arquitetura
da paisagem com o paradigma ecológico. São Paulo: Annablume, FAPESP, 1997.
KOOLHAAS, Rem; KOOLHAAS, Rem. Três textos sobre a cidade: Grandeza, ou o
problema do grande.... Barcelona, Espanha: Gustavo Gili, 2010.
PRONSATO, Sylvia Adriana Dobry. Arquitetura e paisagem: projeto participativo e
criação coletiva. São Paulo: Annablume; FUPAM; FAPESP, 2005.
Bibliografia complementar
CULLEN, Gordon. Paisagem urbana. Lisboa: Ed. 70, 1983.
FORBES, Jorge; REALE JR., Miguel; FERRAZ JR., Tércio Sampaio. A Invenção do
Futuro: um debate sobre a pós-modernidade e a hipermodernidade. Manole. (e-book).
LEENHARDT, Jacques (org.). Nos jardins de Burle Marx. Tradução de Perola de
Carvalho. 2.ed. São Paulo: Perspectiva, 1994.
LYNCH, Kevin. A boa forma da cidade. Lisboa, Portugal: Edições 70, 2012.
VARGAS, Heliana Comin. Turismo, arquitetura e cidade. Manole (e-book).

119

1

PROBLEMAS URBANOS BRASILEIROS

Carga-horária Total: 36h

EMENTA: Estudo e conhecimento dos principais problemas urbanos brasileiros. A
formação urbana, o processo recente de urbanização e seus principais impactos na
configuração da rede de cidades e na sociedade brasileiras.
Bibliografia básica
ARANTES, Otília; VAINER, Carlos; MARICATO, Ermínia. A cidade do pensamento
único: desmanchando consensos. Rio de Janeiro: Petrópolis, Vozes, 2000.
DEAK, Csaba; SCHIFFER, Sueli R. O processo de urbanização no Brasil. 2. ed. São
Paulo: EDUSP, 2010.
LEFEBVRE, Henri. O direito à cidade. 5. ed. São Paulo: Centauro, 2008.
SANTOS, Milton; SILVEIRA, Maria Laura. O Brasil: território e sociedade no início do
século XXI. 8.ed. Rio de Janeiro: Record, 2005.
SOUZA, Marcelo Lopes de. Mudar a cidade: uma introdução crítica ao planejamento e à
gestão urbanos. 4.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2006.
Bibliografia complementar
CAMPOS FILHO, Cândido Malta. Cidades brasileiras: seu controle ou o caos. São
Paulo: Nobel, 1989.
CASTELLS, Manuel. A questão urbana. 3.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006.
HARVEY, David. Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança
cultural. São Paulo: Loyola, 2006.
MARICATO, Ermínia (et al.). Cidades rebeldes: Passe Livre e as manifestações que
tomaram as ruas do Brasil. São Paulo: Boitempo / Carta Maior, 2013.
SANTOS, Milton. Metamorfoses do espaço habitado: fundamentos teóricos e
metodológicos da geografia. 6. ed. São Paulo: EDUSP, 2008.

PROCESSOS ESPACIAIS URBANOS

Carga-horária Total: 36h

EMENTA: Análise das transformações do espaço urbano. Processos espaciais urbanos:
Segregação socioespacial, especulação imobiliária, descentralização urbana,
gentrificação, degradação das áreas centrais, dispersão urbana, verticalização.
Conceituação, impactos no desenvolvimento urbano e instrumentos urbanísticos utilizados
para a mitigação. Relações entre o espaço urbano e o rural.
Bibliografia básica
CAMPOS FILHO, Cândido Malta. Cidades brasileiras: seu controle ou o caos. São
Paulo, Nobel, 1989.
DEAK, Csaba; SCHIFFER, Sueli R. O processo de urbanização no Brasil. 2. ed. São
Paulo: EDUSP, 2010.
FERNANDES, Edésio; VALENÇA, Márcio Moraes. Brasil urbano. Rio de Janeiro: Mauad,
2004.

120

1

SANTOS, Milton. Metamorfoses do espaço habitado: fundamentos teóricos e
metodológicos da geografia. 6. ed. São Paulo: EDUSP, 2008.
SOUZA, Marcelo Lopes de. ABC do desenvolvimento urbano. 5. ed. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2010.
MATTOS, Regiane Augusto de. História e cultura afro-brasileira. São Paulo: Contexto,
2007. (e-book).
Bibliografia complementar
ACIOLY, Claudio C.; DAVIDSON, Forbes. Densidade urbana: um instrumento de
planejamento e gestão urbana. Rio de Janeiro: Mauad, 1998.
ARANTES, Otília; VAINER, Carlos e MARICATO, E. A cidade do pensamento único:
desmanchando consensos. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.
CASTELLS, Manuel. A questão urbana. 3.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006.
ROLNIK, Raquel. O que é cidade. São Paulo: Brasiliense, 2004.
SOUZA, Marcelo Lopes de. Mudar a cidade: uma introdução crítica ao planejamento e à
gestão urbanos. 4.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2006.

PRODUÇÃO E ANÁLISE DE DADOS SOCIOESPACIAIS
URBANOS DE ARAPIRACA

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Aplicação prática dos conceitos de sustentabilidade urbana e territorial.
Evolução urbana. Cidade contemporânea. Observatório urbano. Densidade urbana.
Políticas urbanas. Planejamento urbano. Desenvolvimento urbano. Estatuto das Cidades.
Leitura da conjuntura urbana de Arapiraca a partir de dados estatísticos. Levantamento de
dados do IBGE por setores urbanos. Levantamento de dados disponíveis nos órgãos
oficiais de pesquisa no país e no exterior. Levantamento de notícias e informações nas
mídias sociais. Produção iconográfica temática para leitura da realidade local de
Arapiraca. Análise dos dados. Análise do discurso. Análise de Arapiraca no contexto
regional, estadual e nacional. Organização de um banco de dados. Projeção futura de
estudos urbanos e tendências. Monitoramento dos dados estatísticos. Socialização.
Avaliação.
Bibliografia básica
ACIOLY, Claudio C.; DAVIDSON, Forbes. Densidade urbana: um instrumento de
planejamento e gestão urbana. Rio de Janeiro, RJ: Mauad, 1998.
CARLOS, Ana Fani A.; OLIVEIRA, Ariovaldo Umbelino de (orgs.). Geografias das
Metrópoles. Contexto (e-book).
DUARTE, Fábio. Planejamento Urbano. Editora Intersaberes. (e- book).
LYNCH, Kevin. A boa forma da cidade. Lisboa, Portugal: Edições 70, 2012.
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência
universal. Rio de Janeiro: Record, 2000.
Bibliografia complementar
OLIVEIRA, Francisco de. Elegia para uma re(li)gião: Sudene, Nordeste planejamento e
conflitos de classes. 6. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1993.

121

1

SACHS, Ignacy. Desenvolvimento e direitos humanos. Maceió: PRODEMA/UFAL,
2000
SORJ, B. A nova sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.
SOUZA, Marcelo Lopes de. ABC do desenvolvimento urbano. 5. ed. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2010.
ULTRAMARI, Clovis. Desenvolvimento Local e Regional. Editora Intersaberes 160.

SABERES SOBRE O URBANO

Carga-horária Total: 36h

EMENTA: Estudo interdisciplinar do espaço urbano. A contribuição dos autores da
segunda metade do século XX para a formação do pensamento sobre a cidade e o
urbano na contemporaneidade. As contribuições dos diversos saberes disciplinares para a
abordagem dos problemas urbanos.
Bibliografia básica
CALVINO, Ítalo. As cidades invisíveis. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
CASTELLS, Manuel. A questão urbana. 3.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006.
DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo: comentários sobre a sociedade do
espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. Petrópolis: Vozes, 1987.
LEFEBVRE, Henri. O direito à cidade. 5. ed. são p: Centauro, 2008.
Bibliografia complementar
ARGAN, Giulio Carlo. História da arte como história da cidade. 5. ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2005.
BOURDIEU, Pierre. O poder simbólico. 2. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998.
ROSSI, Aldo. A Arquitetura da cidade. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
HARVEY, David. Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança
cultural. São Paulo: Loyola, 2006.
MUMFORD, Lewis. A cidade na história: suas origens, transformações e perspectivas. 4.
ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

TEORIA DE RENDA DA TERRA

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Exposição teórica da renda da terra. Teorias clássicas da renda da terra.
Concentração fundiária. Aplicações do conceito de preço da terra para o planejamento
urbano. Renda da terra e fronteira imobiliária. Renda fundiária urbana. Estado e questão
fundiária. Movimentos sociais e luta fundiária.
Bibliografia básica
ALMEIDA, Renan P. R.; MONTE-MÓR, Luís de M. Renda da terra e o espaço urbano
capitalista contemporâneo. Revista de Economia Política. v. 37, n. 2, p. 417-436, 2017.
Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rep/v37n2/1809-4538-rep-37-02-00417.pdf>.

122

1

BOTELHO, Adriano. A renda fundiária urbana: uma categoria de análise ainda válida.
Geographia: Revista do Programa de Pós-graduação em Geografia da Universidade
Federal Fluminense. v. 10, n. 19, p. 24-45, 2008. <Disponível em:
http://www.geographia.uff.br/index.php/geographia>.
DUALDE, Ricardo. A utilização da renda fundiária no financiamento das cidades
brasileiras: estudo das relações-chave em municípios da área metropolitana de São
Paulo. 2009. 191f. Tese (Doutorado em Planejamento Urbano e Regional) - Universidade
de São Paulo, São Paulo, 2009. Disponível em:
<www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16139/tde-29032010.../RD090212_TESE.pdf>.
LACERDA, Norma. Estado, capital financeiro e espaço habitacional: O caso da Região
Metropolitana do Recife. 1985. 198 f. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Urbano)
- Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 1985. Disponível em:
<https://repositorio.ufpe.br/>.
Bibliografia complementar
ALDIQUERI, Camila Rodrigues. Metamorfose da terra na produção da cidade e da
favela em Fortaleza. 2017. Tese (Doutorado em Arquitetura e Urbanismo) – Universidade
de São Paulo, São Paulo, 2017. Disponível em:
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16137/tde-19122017-122014/pt-br.php
BARRETO, Cláudio Paes. Renda fundiária, legislação urbanística, disputa de usos de
solo: A transformação da Avenida 17 de Agosto em eixo comercial ao longo da última
década. 2013.184f. Dissertação (Mestrado em Filosofia) – Universidade Federal de
Pernambuco, 2013. Disponível em: <https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/17709>.
BASTOS, Rodrigo Dantas. Economia política do imobiliário – o programa Minha casa
Minha vida e o preço da terra urbana no Brasil. 2012. 106p. Dissertação (Mestrado em
Sociologia) – Universidade Estadual de Campinas, São Paulo, 2012. Disponível em:
<http://repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/280109>.
MARX, Karl. A mercadoria. In: MARX, Karl. O Capital: Crítica da economia política. Livro
I: O processo de produção do capital. Tradução de Rubens Enderle. São Paulo: Boitempo,
2013.
NARDOQUE, Sedeval. Renda da terra e produção do espaço urbano em Jales - SP.
2007. 445f. Tese (Doutorado em Geografia) - Universidade Estadual Paulista, Instituto de
Geociências e Ciências Exatas, 2007. Disponível em:
<http://hdl.handle.net/11449/104438>.

URBANISMO BIOCLIMÁTICO

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Bioclimatologia e sustentabilidade urbana. Clima Urbano: conceitos elementos
e fatores. Desempenho climático de tecidos urbanos. Estratégias bioclimáticas aplicáveis
ao desenho urbano. Adensamento construtivo e desempenho climático urbano.
Metodologias e ferramentas para análise de desempenho climático urbano. Modelos para
análise preditiva de clima urbano. Parâmetros urbanísticos e qualidade ambiental urbana.
Bibliografia básica
FREITAS, Ruskin. Marinho. Entre Mitos e Limites: as possibilidades do adensamento
construtivo face a qualidade de vida no ambiente urbano. 2005. 280p. Tese (Doutorado
em Arquitetura e Urbanismo) - Programa de Pesquisa e Pós-graduação em Arquitetura e
Urbanismo, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre/RS, 2005.

123

1

Disponível em:< https://lume.ufrgs.br/handle/10183/6771>.
HIGUERAS, Ester. Urbanismo bioclimático. Barcelona: G. Gili, 2006.
GONÇALVES, J.C.S.; BODE, K (Org). Edifício Ambiental. São Paulo. Oficina de Textos.
2015
ROMERO, Marta Adriana Bustos. Arquitetura bioclimática do espaço público. Brasília,
DF: UnB, 2001.
Bibliografia complementar
HOUGH, Michael. Naturaleza y ciudad: planificación urbana y procesos ecológicos.
Barcelona: Gustavo Gili, 1998.
TORRES, S.C. Forma e Conforto: estratégias para (re)pensar o adensamento
construtivo urbano a partir dos parâmetros urbanísticos integrados à abordagem
bioclimática. 2017. 395f. Tese (Doutorado em Desenvolvimento Urbanismo) - Programa
de Pós-graduação em Desenvolvimento Urbano, Universidade Federal de Pernambuco.
Recife, 2017. Disponível em: <https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/22459>
BARBIRATO, Gianna Melo; SOUZA, Léa Cristina Lucas de; TORRES, Simone Carnaúba.
Clima e cidade: a abordagem climática. Maceió: EDUFAL, 2007.
GUSSON, C. dos S. Efeito da densidade construída sobre o microclima urbano:
construção de diferentes cenários possíveis e seus efeitos no microclima da cidade
de São Paulo. 2014. 152p. Dissertação (Mestrado em Tecnologia da Arquitetura).
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo. São Paulo. 2014.
MULLER-GAUZIN, Dominique. Arquitetura ecológica. São Paulo: SENAC, 2011.
URBANISMO
BRASIL

MODERNO

E

CONTEMPORÂNEO

NO

Carga-horária Total: 36h

EMENTA: Análise crítica das principais propostas e intervenções urbanas realizadas no
Brasil no século XX, apresentando sua periodização e referenciando-as aos paradigmas
teóricos do urbanismo moderno e contemporâneo.
Bibliografia básica
BENEVOLO, Leonardo. História da arquitetura moderna. 3. ed. São Paulo: Perspectiva,
1994.
BONDUKI, Nabil Georges. Origens da habitação social no Brasil: arquitetura moderna,
lei do inquilinato e difusão da casa própria. 4. ed. São Paulo: Estação Liberdade;
FAPESP, 2004.
BRUAND, Yves. Arquitetura contemporânea no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 2005.
HALL, Peter. Cidades do amanhã: uma história intelectual do planejamento e do projeto
urbanos do século XX. São Paulo: Perspectiva, 1988.
LEFEBVRE, Henri. O direito à cidade. 5. ed. são p: Centauro, 2008.
Bibliografia complementar
ARANTES, Otília; VAINER, Carlos; MARICATO, Ermínia. A cidade do pensamento
único: desmanchando consensos. Rio de Janeiro: Petrópolis, Vozes, 2000.
CHOAY, Françoise. O urbanismo: utopias e realidades, uma antologia. 6. ed. São Paulo;
Perspectiva, 1992.
GOUVÊA, Luiz A. de C. Brasília: a capital da segregação e do controle social. São Paulo:

124

1

Annablume, 1995.
JACOBS, Jane. Morte e vida de grandes cidades. São Paulo: Martins Fontes, 2011.
KOOLHAAS, Rem. Três textos sobre a cidade. Barcelona: Gustavo Gili, 2010.
Le CORBUSIER. Planejamento urbano. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 1984.
AVALIAÇÃO PÓS-OCUPAÇÃO

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Conceitos e definições. Histórico. Técnicas de APO. Níveis de avaliação.
Avaliação de desempenho físico. Avaliação de satisfação dos usuários. Técnicas de
análise de dados. Relatórios de pesquisa. Bancos de dados. Recomendações e diretrizes.
Retroalimentação do processo de projeto.
Bibliografia básica
ABIKO, Alex Kenya; ORNSTEIN, Sheila Walbe. Inserção Urbana e Avaliação PósOcupação (APO) da Habitação de Interesse Social. Coletânea HABITARE/FINEP. São
Paulo: FAUUSP, 2002. Disponível em:
<http://www.habitare.org.br/publicacao_coletanea1.aspx>.
KOWALTOWSKI, Doris C. C. K. Arquitetura escolar: o projeto do ambiente de ensino. São
Paulo: Oficina de Textos, 2011.
MORAES, Odair B. de; SARMENTO, Thaisa F. C. S.; ORNSTEIN, Sheila (Org.).
Avaliação pós-ocupação da UFAL - Campus Arapiraca: uma experiência didática.
Maceió: EDUFAL, 2011.
ROMÉRO, Marcelo de Andrade; ORNSTEIN, Sheila, (coord. ed.). Avaliação pósocupação: métodos e técnicas aplicados à habitação social. Coletânea
HABITARE/FINEP. Porto Alegre: ANTAC, 2003. Disponível em:
<http://www.habitare.org.br/publicacao_colecao.aspx>.
Bibliografia complementar
COSTA NETO, Pedro Luiz de Oliveira. Estatística. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher,
2002.
FEDERAL FACILITIES COUNCIL. Learning from Our Buildings - a state of the practice
summary of post-occupancy evaluation. Washington, DC: National Academy Press, 2001.
Disponível em: <https://www.nap.edu/catalog/10288/learning-from-our-buildings-a-state-ofthe-practice-summary>.
KOWALTOWSKI, Doris C. C. K. et al (orgs.). O processo de projeto em arquitetura: da
teoria à tecnologia. São Paulo: Oficina de Textos, 2011.
NEUFERT, Ernst. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos
sobre projeto, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de
edifícios, ambientes, mobiliário, objetos. 17. ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2004.
SPIEGEL, Murray R; STEPHENS, Larry J. Estatística. 4. ed. Porto Alegre: Bookman,
2009.

125

1

GESTÃO AMBIENTAL

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Proporcionar conhecimentos relativos ao meio ambiente, visando identificar,
discutir e refletir os impactos ambientais causados pelas atividades humanas,
principalmente pela construção civil.
Bibliografia básica
ARAUJO, Gustavo Henrique de Sousa; ALMEIDA, Josimar Ribeiro de; GUERRA, Antonio
JoséTeixeira. Gestão ambiental de áreas degradadas. 6. ed. Rio de Janeiro: Bertrand
Brasil, 2010.
ARLINDO PHILIPPI JR. Energia e Sustentabilidade. Manole (e-book).
MORAES, Clauciana Schmidt Bueno de (Org.). Auditoria e certificação ambiental. 1°
ed. Editora Intersaberes (e-book).
VALLE, Cyro Eyer do. Qualidade ambiental: ISO 14000. 10. ed. São Paulo, SP: Editora
SENAC São Paulo: 2010.
Bibliografia complementar
ANDRÉA CRISTINA DE OLIVEIRA STRUCHEL. Licenciamento ambiental municipal.
Oficina de Textos (e-book).
ARNALDO JARDIM, Consuelo Yoshida, José Valverde Machado Filho. Política
nacional, gestão e gerenciamento de resíduos sólidos. Manole (e-book).
NASCIMENTO, Luís Felipe. Gestão ambiental e sustentabilidade. Maceió: Q Gráfica,
2009.
SANCHEZ, Luis Enrique. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São
Paulo: Oficina de Textos, 2008.
STHOH, Paula Y. (org.). Cidade, lixo e cidadania. Maceió: EDUFAL, 2009.

GESTÃO HABITACIONAL

Carga-horária Total: 36h

EMENTA: Conceito de habitação. Histórico da questão habitacional no Brasil. Carência
habitacional. Gestão habitacional e suas condicionantes. Habitação de interesse social.
Política habitacional. Plano de habitação. Habitação e tecnologia. Tecnologias para
habitação de interesse social.
Bibliografia básica
FERREIRA, Antônio Domingos Dias. Habitação de Interesse Social: Aspectos
Históricos, Legais e Construtivos. Editora Interciência. (e-book).
KAUCHAKJE, Samira. Políticas públicas sociais: a cidade e a habitação em questão.
Editora Intersaberes. (e-book).
SEN, Amartya. Desenvolvimento como liberdade. São Paulo: Companhia das Letras,
2010.

126

1

SOUZA, Marcelo Lopes de. ABC do desenvolvimento urbano. 5. ed. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2010.
VASCONSELOS, Pedro de Almeida. A cidade contemporânea: segregação espacial.
Contexto. (e-book).
Bibliografia complementar
ACIOLY, Claudio C; DAVIDSON, Forbes. Densidade urbana: um instrumento de
planejamento e gestão urbana. Rio de Janeiro, RJ: Mauad, 1998.
BENEVOLO, Leonardo. A arquitetura no novo milênio. São Paulo: Estação Liberdade,
2007.
CUNHA, Eglaísa M. P.; ARRUDA, Ângelo M. V. de; MEDEIROS, Yara (Org.).
Experiências em habitação de interesse social no Brasil. Brasília: Ministério das
Cidades; Secretaria Nacional de Habitação, 2007. Disponível em:
<http://www.capacidades.gov.br/biblioteca/detalhar/id/80/titulo/assistencia-tecnica-umdireito-de-todos---construindo-uma-politica-nacional---experiencias-em-habitacao-deinteresse-social-no-brasil>.
NASCIMENTO, Thalita Lins do. Casas e gentes: modos de viver e morar em uma cidade
do interior de Alagoas. 2015. 234f. Dissertação (Mestrado em Dinâmica do Espaço
Habitado) - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Programa de Pós-Graduação em
Arquitetura e Urbanismo, Universidade Federal de Alagoas, Maceió, 2015. Disponível em:
<http://www.repositorio.ufal.br/handle/riufal/1282>.
BRASIL. Guia para o Mapeamento e Caracterização para Assentamentos precários.
Brasília: Ministério das Cidades; Secretaria Nacional de Habitação, 2010. Disponível em:
<http://www.capacidades.gov.br/biblioteca/detalhar/id/181/titulo/guia-para-o-mapeamentoe-caracterizacao-de-assentamentos-precarios>.
ABIKO, Alex Kenya; ORNSTEIN, Sheila Walbe. Inserção Urbana e Avaliação PósOcupação (APO) da Habitação de Interesse Social. Coletânea HABITARE/FINEP. São
Paulo: FAUUSP, 2002. Disponível em:
<http://www.habitare.org.br/publicacao_coletanea1.aspx>.
ABIKO, Alex Kenya; COELHO, Leandro de Oliveira. Mutirão habitacional:
procedimentos de gestão. Coletânea Habitare - Recomendações Técnicas. Porto
Alegre: ANTAC; UFRGS, 2006. Disponível em:
<http://www.habitare.org.br/publicacoes_coletanea5.aspx)>.

GESTÃO DE PROJETOS ARQUITETÔNICOS

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: A gestão do processo de projeto em arquitetura, desde a elaboração de
projetos até a execução da obra. Utilização de modelos de referência e ferramentas
computacionais de apoio à gestão de projetos. Compatibilização entre o projeto
arquitetônico e os projetos complementares. Gestão da qualidade do projeto
Bibliografia básica
KOWALTOWSKI, Doris C.C.K. et al (orgs.). O processo de projeto em arquitetura: da
teoria à tecnologia. São Paulo: Oficina de Textos, 2011.
SAURIN, Tarcísio A.; FORMOSO, Carlos T. Planejamento de canteiros de obra e
gestão de processos. v. 3. Recomendações Técnicas Habitare. Porto Alegre: ANTAC,
2006.)
Disponível
em:

127

1

<http://www.habitare.org.br/publicacoes_recomendacao_vol3.aspx>.
SEBRAE. Curso de gestão e compatibilização de projetos para a construção civil.
Maceió: SEBRAE, 2007.’
Bibliografia complementar
ANDRÉ NAGALLI. Gerenciamento de resíduos sólidos na construção civil. Oficina de
Textos. (e-book).
BAUER, Luiz Alfredo Falcão. Materiais de construção. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1994.
BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Manual de primeiros socorros do engenheiro e
do arquiteto. São Paulo: Edgard Blucher, 1986.
CHING, Francis D. K; ADAMS, Cassandra. Técnicas de construção ilustradas. 2. ed.
Porto Alegre: Bookman, 2001.
MELHADO, Silvio Burattino. Coordenação de projetos de edificações. São Paulo: O
Nome da Rosa, 2005.

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NA ARQUITETURA

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Tecnologias passivas para conservação de energia. Arquitetura Bioclimática.
Iniciativas de combate ao desperdício em energia elétrica. Certificação para eficiência
energética e sustentabilidade O consumo no setor de edificações. Eficiência no setor
residencial. Eficiência no setor comercial.
Bibliografia básica
GONÇALVES, J.C.S.; BODE, K (Org). Edifício Ambiental. São Paulo. Oficina de Textos.
2015.
LAMBERTS, Roberto; DUTRA, Luciano; PEREIRA, Fernando Oscar Ruttkay. Eficiência
energética na arquitetura. 3. ed. São Paulo: PW, 2011. Disponível em:
<http://www.labeee.ufsc.br/sites/default/files/apostilas/eficiencia_energetica_na_arquitetur
a.pdf>.
LAMBERTS, R.; VANESSA C. P.; DUARTE, M. A. Desempenho Térmico de
Edificações (apostila). 7. ed. 2016. Disponível
em:<http://www.labeee.ufsc.br/sites/default/files/disciplinas/ApostilaECV5161_v2016.pdf>.
Bibliografia complementar
BRASIL. Lei n. 10295, de 17 de outubro de 2001. Dispõe sobre a Política Nacional de
Conservação e Uso Racional de Energia. Lex: Diário Oficial da União, Brasília, 2001.
Disponível em: <
http://www.mme.gov.br/documents/10584/1139097/Decreto_nx_4.059_2001.pdf/b88c794f
-09fe-4305-acc4-92c3f54a6f96>.
ELETROBRÁS – PROCEL EDIFICA. Manual para aplicação do RTQ-C. Versão 4. 2017.
Disponível em:< file:///C:/Users/monet/Downloads/Manual_RTQ-C_2017_V04.pdf>.
ELETROBRÁS – PROCEL EDIFICA. Diretrizes para obtenção de classificação nível A
para edificações residenciais – Zona Bioclimática 8. Versão 1. Com base na portaria
N.18/202. Disponível em:< file:///C:/Users/monet/Downloads/Manual_A_ZB8.pdf.>.
FROTA, Anésia B.; SCHIFFER, Sueli R. Manual de conforto térmico. 7. ed. São Paulo:
Nobel, 2003.

128

1

MULLER-GAUZIN, Dominique. Arquitetura ecológica. São Paulo: SENAC, 2011.

TECTÔNICA NA ARQUITETURA

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Origem e desdobramentos do conceito de Tectônica na Arquitetura. Os
diferentes papéis da estrutura. Interface entre forma estrutural e forma arquitetônica.
Categorias e elementos expressivos da Tectônica. Aplicação prática de diretrizes para o
projeto de edificações.
Bibliografia básica
ENGEL, Heino. Sistemas de estructuras. Barcelona: Gustavo Gili, 2001.
ANDRADE, Rogério Pontes. Matrizes Tectônicas da Arquitetura Moderna Brasileira
1940 - 1960. 2016. 182f. Tese (Doutorado em Arquitetura e Urbanismo) - Programa de
Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Arquitetura e
Urbanismo da Universidade de Brasília, Brasília, 2016. Disponível em: <
http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/22327/1/2016_Rog%C3%A9rioPontesAndrade.pd
f>.
REBELLO, Yopanan C. P. A concepção estrutural e a arquitetura. São Paulo: Zigurate,
2006.
Bibliografia complementar
AMARAL, Izabel. Quase tudo que você queria saber sobre tectônica, mas tinha vergonha
de perguntar. Pós. Revista do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e
Urbanismo. n. 26. São Paulo: FAUUSP, 2009. Disponível em:
<http://www.revistas.usp.br/posfau/article/view/43644>.
CHING, Francis D. K.; ONOUYE, Barry S.; ZUBERBUHLER, Douglas. Sistemas
estruturais ilustrados: padrões, sistemas e projeto. Porto Alegre: Bookman, 2010.
GREGOTTI, V.; FRASCARI, M.; FRAMPTON, K. Expressão tectônica. In: KATE
NESBITT (org). Uma nova agenda para a arquitetura: analogia teórica. São Paulo: Cosac
Naify, 2008.
KOWALTOWSKI, Doris C. C. K. et al (orgs.). O processo de projeto em arquitetura: da
teoria à tecnologia. São Paulo: Oficina de Textos, 2011.
SANTA CECÍLIA, Bruno. Tectônica moderna e construção nacional. MDC – Revista de
Arquitetura e Urbanismo. n.1. Belo Horizonte/Brasília, 2006. Disponível em:
<https://mdc.arq.br/2006/01/31/tectonica-moderna-e-construcao-nacional/>.

ESTÉTICA CONTEMPORÂNEA NA ARQUITETURA

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Evolução do conceito de beleza e estética. A estética pós-modernidade versus
modernidade na arquitetura. A arquitetura e sua relação com outras ciências. Escala,
proporção e linguagem arquitetônica. Espaços efêmeros. O edifício como mercadoria.
Conceitos contemporâneos. Análise sobre a estética no espaço contemporâneo. Análise
crítica de projetos. Arquitetura sustentável. Tendências futuras.
Bibliografia básica
CORBELLA, Oscar Daniel; CORBELLA, Oscar Daniel; YANNAS, Simos. Em busca de

129

1

uma arquitetura sustentável para os trópicos: conforto ambiental. 2. ed. Rio de
Janeiro: Revan, 2010.
FORBES, Jorge; REALE JR., Miguel; FERRAZ JR., Tércio Sampaio. A Invenção do
Futuro: um debate sobre a pós-modernidade e a hipermodernidade. Manole. (e-Book).
KOOLHAAS, Rem. Grandeza, ou o problema do grande. In: Três textos sobre a cidade.
Barcelona: Gustavo Gili, 2010.
MONTEIRO, Ivan Luiz. História da filosofia contemporânea. Editora Intersaberes. (ebook).
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência
universal. Rio de Janeiro: Record, 2000.
Bibliografia complementar
BRUAND, Yves. Arquitetura contemporânea no Brasil. Tradução de Ana M.
Goldberger. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2005.
CALVINO, Ítalo; MAINARDI, Diogo. As cidades invisíveis. 2. ed. São Paulo: Companhia
das Letras, 2007.
GONÇALVES, Joana Carla Soares, Klaus Bode. Edifício Ambiental. Oficina de Textos.
(e- book).
MARX, Karl. A mercadoria. In: MARX, Karl. O Capital: Crítica da economia política. Livro
I: O processo de produção do capital. Tradução de Rubens Enderle. São Paulo: Boitempo,
2013.
MULLER-GAUZIN, Dominique. Arquitetura ecológica. São Paulo: SENAC, 2011.

PARA ALÉM DO EDIFICADO: CULTURA, MEMÓRIA,
IDENTIDADE E PAISAGEM

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Refletir e debater a partir de distintas perspectivas teórico-metodológicas, a
relação compartilhada entre cultura, memória, identidade, paisagem e atores sociais sob o
ponto de vista da realidade local com suas dinâmicas e temporalidades; Compreensão
dos elementos, materiais e imateriais constitutivos da paisagem, da diversidade e da
dinâmica cultural do espaço; Processos de construção identitária da paisagem; Vínculos
espaciais em relação ao pertencimento e de auto-referência entre os atores sociais
locais e regionais.
Bibliografia básica
CAUQUELIN, Anne. A invenção da paisagem. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
FREYRE, Gilberto. Nordeste: aspectos da influência da cana sobre a vida e a paisagem
do Nordeste do Brasil. 7. ed. São Paulo: Global, 2004.. 255 p.
CANDAU, Joel. Memória e Identidade. Contexto 226 (e-book).
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 11. ed. Rio de Janeiro: DP&A,
2006..
ORTIZ, Renato. Cultura brasileira e identidade nacional. São Paulo. Ed. Brasiliense,
2006.
Bibliografia complementar
ORTIZ, Renato. Mundialização e cultura. São Paulo: Ed. Brasiliense,1998

130

1

CANCLINI, Néstor García. Culturas híbridas. Estratégias para entrar e sair da
modernidade. São Paulo: EDUSP, 2008
CASTELLS, Manuel; GERHARDT, KlaussBrandini (Trad.). O poder da identidade. 5. ed.
Paz e Terra, 2006.
PEDRO PAULO FUNARI, JAIME PINSKY. Turismo e Patrimônio Cultural. Contexto 138
(e-book).
FRANCO, Maria de Assunçao Ribeiro. Desenho ambiental: uma introdução à arquitetura
da paisagem com o paradigma ecológico. São Paulo: Annablume, FAPESP, 1997.

MÉTODOS E TÉCNICAS DA PESQUISA QUALITATIVA

Carga-horária Total: 54h

EMENTA: Panorama conceitual com diferenças e complementaridades entre métodos
qualitativos e quantitativos. Caracterização das técnicas qualitativas. Natureza e
adequação de métodos e técnicas da pesquisa qualitativa como história oral, etnografia,
observação participante, histórias de vida, entrevista aberta, estudo de caso e produção
de diários de campo. Abordagem sobre a realidade do cotidiano embasada em métodos e
técnicas da pesquisa que valoriza a inserção do pesquisador no campo da pesquisa, da
memória, da identidade, da paisagem e da oralidade tendo como fonte de investigação
um objeto de estudo. Incentivo à prática da pesquisa por meio da experiência
metodológica e, no uso social de resultados de investigações científicas.
Bibliografia básica
ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas
ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2. ed. São Paulo:
Pioneira, 1999.
ARNOLDI, Marlene Aparecida Gonzales Colombo; Rosa, Maria Virgínia de Figueirdedo P.
do Couto. A entrevista na pesquisa qualitativa - mecanismos para validação dos
resultados. 1. ed. Editora Autêntica 114 (e-book).
FREYRE, Gilberto. Nordeste: aspectos da influência da cana sobre a vida e a paisagem
do Nordeste do Brasil. 7. ed. São Paulo: Global, 2004.
KAUFMANN, Jean-Claude. A entrevista compreensiva - Um guia para pesquisa de
campo. Editora Vozes 205 (e-book).
MEIHY, José Carlos Sebe Bom; Holanda, Fabíola. História Oral: como fazer, como
pensar. Contexto 180 (e-book).
Bibliografia complementar
ARLINDO PHILIPPI JR. Práticas da interdisciplinaridade no ensino e pesquisa.
Manole.
CAMPOS, Regina Célia Passos Ribeiro de. Pesquisa, Educação e Formação Humana:
nos trilhos da História. 1. ed. Editora Autêntica 178.
FLÁVIO CARVALHO FERRAZ. Cidade e subjetividade: Memória e imaginário em torno
do Teatro Amazonas. Casa do Psicólogo 131.
GUIMARÃES, César; França, Vera. Na mídia, na rua: Narrativas do cotidiano. 1. ed.
Editora Autêntica 114.
HUTCHISON, Edward. O desenho no projeto da paisagem. Barcelona, Espanha:
Gustavo Gili, 2011.

131

1

ESTRURAS DE AÇO

Carga-horária Total: 54h

Ementa: Propriedades gerais dos aços. Tipos de aços. Tração, compressão e flexão em
elementos de aço. Peças complementares. Noções de cálculo e dimensionamento de
estruturas.
Bibliografia Básica:
DIAS, Luís Andrade de Mattos. Aço e arquitetura: estudo de edificações no Brasil. São
Paulo: Zigurate, 2001.
PFEIL, Walter; PFEIL, Michèle. Estruturas de aço: dimensionamento prático. 7. ed.
atual. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2000.
SILVA, Valdir Pignatta e; PANNONI, Fábio Domingos. Estruturas de aço para
edifícios: aspectos tecnológicos e de concepção. São Paulo: Blücher, 2010.
Bibliografia complementar:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 8800: Projeto e
Execução de estruturas de aço em edifícios (método dos estados limites). Rio de Janeiro:
ABNT, 1988.
BELLEI, Ildony H.; PINHO, Fernando O; PINHO, Mauro O. Edifícios de múltiplos
andares em aço. São Paulo: Pini, 2004.
DIAS, Luís Andrade de Mattos. Edificações de aço no Brasil. 3. ed. São Paulo: Zigurate,
2002.
DIAS, Luís Andrade de Mattos. Estruturas de aço: conceitos, técnicas e linguagem. 4.
ed. São Paulo: Zigurate, 2002.
RICARDO HALLAL FAKURY. Dimensionamento de elementos estruturais de aço e
mistos de aço e concreto. Pearson 514.

ESTRUTURAS DE CONCRETO

Carga-horária Total: 54h

Ementa: Estudo das propriedades gerais dos concretos e dos aços. Normas Técnicas.
Estados limites de utilização e de serviço. Elementos do projeto estrutural. Noções de
dimensionamento dos elementos de concreto. Escadas. Reservatórios d’água.
Bibliografia básica:
BOTELHO, M. H. C. Concreto armado, eu te amo – para arquitetos. São Paulo: Edgard
Blücher, 2006.
GILI, G. Hormigón: diseño, construcción, ejemplos. Barcelona: 2007.
REBELLO, Yopanan Conrado Pereira. Estruturas de aço, concreto e
madeira: atendimento da expectativa dimensional. São Paulo: Zigurate, 2005.
Bibliografia complementar:
Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 6118 – Projeto de Estruturas de
Concreto - Procedimentos. Rio de Janeiro: ABNT, 2004.
CARVALHO, Roberto Chust; FIGUEIREDO FILHO, Jasson Rodrigues de. Cálculo e
detalhamento de estruturas usuais de concreto armado: segundo a NBR
6118:2003. 2. ed. São Carlos: EdUFSCar,

132

1

FUSCO, Pericles Brasiliense. Técnica de armar as estruturas de concreto. 2.ed. São
Paulo: PINI, 2013.
GRAZIANO, Francisco Paulo. Projeto e execução de estruturas de concreto
armado. São Paulo: O nome da rosa, 2005.
REBELLO, Yopanan Conrado Pereira. Bases
arquitetura. São Paulo: Zigurate, 2011.

SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

para

projeto

estrutural

na

Carga-horária Total: 54h

Ementa: Teoria do Fogo. Tipos de Incêndio. Normas relacionadas a incêndios em
Edificações. Comportamento de materiais em situação de incêndio. Métodos de avaliação
de estruturas em situação de incêndio. Sistemas básicos de proteção passiva e ativa
contra incêndio. Simulação de incêndios.
Bibliografia básica
SEITO, A.I. et al. A Segurança Contra Incêndio no Brasil. São Paulo: Projeto Editora,
2008.
Silva V.P. Estruturas de Aço em Situação de Incêndio. São Paulo: Zigurate Editora,
2004.
SILVA, Valdir Pignatta e. Projeto de estruturas de aço em situação de
incêndio: conforme ABNT NBR 15200:2012. São Paulo: Blücher, 2012.
Bibliografia complementar
Ferreira, W.G. et al. Dimensionamento de Estruturas de Aço e Mistas em Situação de
Incêndio. Vitória: Grafer, 2006. Notas de Aula.
NBR 14432 (2001). Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de
edificações – Procedimento. Associação Brasileira de Normas Técnicas, Brasil.
NBR 15200 (2012). Projeto de estruturas de concreto em situação de incêndio.
Associação Brasileira de Normas Técnicas, Brasil.
NBR 14323 (2013). Projeto de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e
concreto de edifícios em situação de incêndio. Associação Brasileira de Normas
Técnicas, Brasil.
VARGAS, Mauri Resende,; SILVA, Valdir Pignatta e. Resistência ao fogo das
estruturas de aço. Rio de Janeiro: IBS/CBCA, 2003.

133

1

REFERÊNCIAS

BRASIL. LEI 9.795, de 27 de abril de 1999 - Dispõe sobre a educação
ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras
providências. Brasil, 1999.
BRASIL. DECRETO N. 4.281, de 25 de junho de 2002, Regulamenta a Lei no
9.795, de 27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação
Ambiental, e dá outras providências. Brasil, 2002.
CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO BRASIL - CAU/BR.
RESOLUÇÃO Nº 21, de 05 de Abril de 2012. Dispõe sobre as atividades e
atribuições profissionais do arquiteto e urbanista e dá outras providências.
Brasil, 2012.
CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE
FEDERAL DE ALAGOAS. RESOLUÇÃO Nº 56/1995-CEPE/UFAL, de 18 de
julho de 1995, define normas referentes à implantação e implementação do
regime acadêmico seriado anual quanto à organização e funcionamento dos
cursos de graduação da Universidade Federal de Alagoas. Alagoas, 1995.
CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE
FEDERAL DE ALAGOAS. RESOLUÇÃO Nº 25/2005 – CEPE/UFAL, de 26 de
outubro de 2005, institui e regulamenta o funcionamento do Regime Acadêmico
Semestral nos Cursos de Graduação da UFAL, a partir do ano letivo de 2006.
Alagoas, 2005.
COMISSÃO NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR CONAES. RESOLUÇÃO Nº 01/2010 de 17 de Junho de 2010. Normatiza o
Núcleo Docente Estruturante e dá outras providências. Brasil, 2010.
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO - CONSELHO PLENO.
RESOLUÇÃO Nº 1/2004, de 17 de junho de 2004. Institui Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o
Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Brasil, 2004.
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO – CÂMARA DE EDUCAÇÃO
SUPERIOR. RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 02/2007, de 18 de Junho de 2007 Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e
duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial.
Brasil, 2007.
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO – CÂMARA DE EDUCAÇÃO
SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 02/2010, de 17 de Junho de 2010 Dispõe sobre Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de
graduação em Arquitetura e Urbanismo, alterando dispositivos da Resolução
CNE/CES nº6/2006.
IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo
Demográfico 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2010. Disponível em:
134

1

<https://censo2010.ibge.gov.br>.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO.
PARECER CNE/CES Nº 52/2007, que trata da autorização para o
funcionamento de campus fora de sede da Universidade Federal de Alagoas.
Brasil, 2007.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Estatuto e Regimento Geral da
UFAL. Serviço Público Federal. Ministério da Educação. Alagoas, 2006.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Instrução Normativa Nº 03
PROGRAD/Fórum dos Colegiados, de 20 de setembro de 2013 - Dispõe
sobre os procedimentos para reformulação dos projetos pedagógicos dos
cursos de graduação da UFAL. Alagoas, 2013.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - COORDENADORIA DOS
ÓRGÃOS COLEGIADOS SUPERIORES – COC/UFAL. RESOLUÇÃO Nº
20/2005-CONSUNI, de 01 de agosto de 2005. Aprova a criação e a
implantação do Campus de Arapiraca da UFAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – SECRETARIA EXECUTIVA DOS
CONSELHOS SUPERIORES – SECS/UFAL. RESOLUÇÃO Nº 69/2010CONSUNI/UFAL, de 12 de novembro de 2010. Modifica dispositivos da
Resolução nº 25/2005-CEPE/UFAL, que regulamenta o regime acadêmico dos
cursos de graduação da UFAL.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. CURSO DE ARQUITETURA E
URBANISMO, CAMPUS ARAPIRACA RESOLUÇÃO Nº 05/2012, de 07 de
Novembro de 2012. Define aproveitamento da carga horária de Atividades
Acadêmico-Científico-Culturais do Regime Seriado Semestral do Curso de
Arquitetura e Urbanismo do Campus Arapiraca da Universidade Federal de
Alagoas.

135

1

Projeto Pedagógico aprovado na Sessão Ordinária do Conselho
Universitário da Universidade Federal de Alagoas CONSUNI/UFAL do dia 05
de novembro de 2018.
Resolução CONSUNI Nº 72/2018

Ionara Duarte de Gois Fireman
Técnico em Assuntos Educacionais
PROGRAD/UFAL

Edna Cristina do Prado

Coordenadora de Currículo e Acompanhamento
de Projetos Pedagógicos dos Cursos
PROGRAD/UFAL

Sandra Regina Paz da Silva
Pró-Reitora de Graduação
PROGRAD/UFAL
                
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