Relatório - Fórum Popular 2019
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO
Relatório Final do 1º Fórum Popular da UFAL
Maceió - AL, 17 de Janeiro de 2020.
2
Maria Valéria Costa Correia
Reitora
José vieira da Cruz
Vice-Reitor
Joelma de Oliveira Albuquerque
Pró-Reitora de Extensão
Maria Betânia Gomes da Silva Brito
Coordenadora de Programas e Projetos de Extensão
Ricardo Carvalho Cabús
Coordenador de Assuntos Culturais
Janda Maria Alves de Alencar
Coordenadora do Programa Conexões de Saberes
Ana Maria Bastos
Jobson Lima dos Santos
Secretaria Administrativa
Alex Souza Oliveira
Danilo Gusmão Ferreira Souto
Demétrio Torres da Silva
Marildes Nunes Ferreira
Robson Antônio Amorim Carneiro
Setor Técnico de Projetos
Jailson dos Santos Albuquerque
Giselle Silva do Nascimento
Assessoria de Ações de Extensão
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Introdução
Conforme o projeto do Fórum, A Universidade Federal de Alagoas,
enquanto centro de formação profissional presente em 12 municípios alagoanos,
com seus Campi e Unidades Educacionais fora de Sede, além dos pólos de
Educação à Distância, realizou o 1º Fórum Popular da UFAL, com o objetivo de
estabelecer trocas e possibilitar que as entidades discutam suas problemáticas junto
à comunidade Universitária, gerando a sistematização de um conjunto de demandas
que sejam consideradas em editais internos de ensino-pesquisa-extensão, de forma
que a Ufal institucionalize com recursos próprios o seu atendimento, e fomente o
diálogo científico com as necessidades colocadas na realidade social de Alagoas.
Reconhece-se que estes atendimentos podem se dar através assessoramentos,
cursos, palestras, realização de atividades acadêmicas e culturais, pesquisas,
estágios, projetos de extensão, elaboração de produtos, que deem respostas as
demandas apresentadas e discutidas durante o Fórum, através de seus 889
inscritos, vindos de 28 municípios alagoanos, com a participação de 92
entidades/grupos/projeto/movimentos sociais.
Quanto aos objetivos do Fórum:
- Fortalecer e ampliar a participação e o diálogo entre a UFAL e a
sociedade alagoana para elaboração de diretrizes que subsidiem Editais de
financiamento de ações de ensino-pesquisa-extensão que respondam as demandas
apresentadas pelos participantes;
- Instalar o Conselho Consultivo Popular da UFAL, órgão institucional de
controle social, que tem por objetivo acompanhar a elaboração de políticas
institucionais, propor reflexões sobre grandes necessidades da população, além de
acompanhar as discussões das pautas do Conselho Universitário.
Além desses objetivos, um aspecto fundamental é responder as Diretrizes
para a Extensão na Educação Superior Brasileira, e principalmente o disposto na
Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE
2014-2024, considerando que as atividades de extensão no currículo universitário
devem priorizar “áreas de grande pertinência social”; e na Resolução CNE/CES nº7,
de 18 de dezembro de 2018, que estabelece as Diretrizes para a Extensão na
Educação Superior
/
rasileira e regimenta o disposto na
eta
, que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE
7 da
ei nº
-
e dá
4
outras providências. Desta forma, é imprescindível o diálogo com as demandas
populares, de forma a sistematizar de forma mais concreta e efetiva as áreas
prioritárias com as quais a Universidade deve dialogar e responder por meio de
suas ações acadêmicas.
O Fórum Popular da Ufal se configurou a partir da coordenação da PROEX
e o Gabinete da Reitoria, em reuniões com coordenadores dos grupos temáticos
(extensionistas e pesquisadores convidados pela aproximação com a área
temática), representantes de movimentos sociais e populares, e interessados em
geral. O Fórum foi apresentado em reunião do Comitê Assessor de Extensão, na
qual os presentes foram convidados a participar ativamente desta ação. Instalados
os grupos temáticos, os coordenadores foram incentivados a reunir com todos os
grupos interessados na temática e montar a programação do eixo no Congresso do
Fórum. Diversas reuniões foram realizadas entre os meses de fevereiro e junho de
2019. Foi montada uma equipe de bolsistas dos cursos de Comunicação que
atuaram ativamente na construção e divulgação do Fórum junto à PROEX. Para a
realização do Congresso do fórum, ocorreram três reuniões preparatórias, uma no
Campus A. C. Simões (06/06/2019), Campus Arapiraca (05/06/2019), Campus
Delmiro Gouveia (11/06/2019). Nestas reuniões, foram dadas sugestões quanto as
ementas dos grupos, quanto aos subtemas que deveriam ser contemplados pelos
grupos. E na sequência o 1º Congresso do Fórum Popular da Ufal, 4 a 6 de julho de
2019, no qual, já sinalou-se a realização de uma reunião em setembro, para discutir
a composição do Conselho Consultivo Popular, além da apreciação do documento
final que será encaminhado por e-mail aos grupos participantes, os quais poderão
das sugestões de ajustes, e o mesmo será fechado e publicado. Além disso, outro
encaminhamento é a publicação de um volume especial do periódico Extensão em
Debate, com textos produzidos a partir dos debates dos grupos temáticos. Ainda
como encaminhamento, há o compromisso em pleitear recursos públicos para
atendimento das demandas.
O presente relatório consta de: a) Introdução; b) Sistematização dos
debates por grupo temático (1• Comunicação; 2• Cultura; 3• Direitos Humanos,
violência e Justiça; 4• Educação; 5 • Meio Ambiente e trabalho; 6• Saúde; 7 •
Tecnologia e Produção), os quais procederam com o “Registro das discussões,
demandas e sugestões”, de forma a obter um “resumo” por eixo temático. A ficha foi
previamente preparada para preenchimento durante as atividades do Fórum, na
5
qual constava os seguintes itens: realidade sobre o tema (Síntese descritiva); e listar
os desafios (demandas e sugestões de encaminhamentos); c) Considerações finais;
d) Anexos.
Espera-se que, conforme consta no PDI (2019-2013) nas ações
estratégicas da Proex, o Fórum seja um grupo permanente, representado por seu
Conselho (o Conselho Consultivo Popular da Ufal), com reuniões periódicas, e
diálogo permanente com as Pró-Reitorias Acadêmicas através de seus fóruns, e
esteja representado no Comitê Assessor de Extensão, conforme Resolução
Consuni/Ufal 6 /
, que determina na sua composição: “XIII Representantes
(titular e suplente) externos à Universidade, oriundos da sociedade civil, por Área
Temática, conforme definidas pelo Fórum de Extensão das Instituições Públicas de
Educação Superior do
rasil (FORPROEX)” Esta escolha estará normatizada e
coordenada pela Pró-Reitoria de Extensão, conforme instrução normativa divulgada
para este fim específico.
Quanto às áreas temáticas, no Projeto do Congresso do Fórum Popular
da Ufal, foram alinhadas às áreas temáticas da extensão, as áreas definidas pelo
CNPq para classificação das pesquisas. O intuito é que a comunidade acadêmica
possa se localizar no debate dos grupos, estabelecendo um diálogo científico,
tecnológico, cultural, educacional e político com suas demandas. Partiu-se então da
ideia central de uma universidade popular que tem como desafio uma formação
profissional socialmente referenciada. Assim, a relação dos eixos com as “Áreas
Temáticas” tem por objetivo organizar e possibilitar a sistematização das ações de
Ensino, Extensão e Pesquisa cujas demandas foram sinalizadas, debatidas e
tratadas no Fórum, considerando as oito áreas focos da política de extensão
(FORPROEX), como também, as grandes áreas definidas pelo CNPq, de forma a
estabelecer um diálogo entre as demandas sociais, e a organização do
conhecimento na universidade. No quadro a seguir, seguem listadas as áreas
temáticas da extensão e uma possibilidade de relações com as áreas do CNPq, e
suas correspondências com linhas temáticas:
FORPROEX e CNPq (Áreas temáticas)
Linhas temáticas
1 • Comunicação
Tecnologia da informação e
Dialoga com as áreas do CNPq: Ciências Exatas e da comunicação,
6
Terra: Ciência da Computação, Probabilidade e Estatística.
Comunicação
Ciências
Sociais
Aplicadas:
estratégica,
Direito,
Administração,
Jornalismo,
mídias
Informação,
Museologia,
alternativas,
mídias
comunitárias,
Controle
Demografia,
Ciência
da
Comunicação,
Turismo.
Linguística,
Letras
e
Artes:
Linguística, Letras, Artes. Ciências Humanas: Sociologia,
social
dos
meios
de
Antropologia, Arqueologia, História, Geografia, Psicologia,
comunicação, ou outras.
Educação, Ciência Política.
2 • Cultura
Artes
Dialoga com as áreas do CNPq: Linguística, Letras e Artes:
integradas, Artes plásticas,
Linguística, Letras, Artes. Ciências Humanas: Filosofia,
Artes visuais, Mídias-artes,
Sociologia, Antropologia, Arqueologia, História, Geografia,
Música, Patrimônio cultural,
cênicas,
Educação. Ciências Sociais Aplicadas: Arquitetura e histórico
e
Artes
natural,
Urbanismo, Planejamento Urbano e Regional, Museologia, Estilismo, entre outras.
Comunicação, Turismo.
3 • Direitos Humanos e Justiça
Direitos
individuais
Dialoga com as áreas do CNPq: Ciências Sociais coletivos,
grupos
e
sociais
Aplicadas: Direito, Serviço Social, Economia, Planejamento vulneráveis, pessoas com
Urbano e Regional; Demografia. Ciências Humanas:
deficiências,
Filosofia, Sociologia, Antropologia, Arqueologia, História, gênero
Geografia,
Psicologia,
Educação,
Ciência
Política,
e
diversidade,
segurança pública e defesa
Teologia; Ciências da Saúde: Saúde Coletiva; Ciências social,
Biológicas: Genética, Imunologia, Parasitologia.
mulher,
infância
adolescência,
adultos,
e
jovens
terceira
e
idade,
violência entre outras.
4 • Educação
Alfabetização,
Dialoga com as áreas do CNPq: Linguística, Letras e Artes:
escrita; Educação Popular;
leitura
Linguística, Letras, Artes. Ciências Sociais Aplicadas: Educação
Ciência
da
Informação,
Administração, Turismo.
Museologia,
Comunicação;
e
profissional;
Formação de professores;
Ciências Exatas e da Terra:
Espaços
de
ciência;
Matemática, Probabilidade e Estatística, Física, Química.
Línguas
Ciências da Saúde: Educação Física, Nutrição, Medicina,
Metodologias e estratégias
Odontologia, Fonoaudiologia.
de
estrangeiras;
ensino/aprendizagem;
políticas públicas, currículo,
ou outras.
5 • Meio Ambiente
Questões ambientais como
Dialoga com as áreas do CNPq: Ciências Sociais devastação
ambiental,
7
Aplicadas: Turismo, Planejamento Urbano e Regional,
energias
Alternativas;
Demografia. Ciências Agrárias: Recursos Florestais e Recursos
hídricos,
Engenharia Florestal, Recursos Pesqueiros e Engenharia Resíduos
sólidos,
de Pesca. Ciências Exatas e da Terra: Probabilidade e Econegócios,
Políticas
Estatística,
Ciências
Astronomia,
Biológicas:
Geociências,
Botânica,
Oceanografia.
Zoologia,
Ecologia,
Ambientais,
Desenvolvimento
rural
e
Morfologia, Bioquímica, Biofísica, Microbiologia.
questão agrária.
6• Saúde
Saneamento Básico; Saúde
Dialoga com as áreas do CNPq: Ciências da Saúde:
animal;
Medicina, Odontologia, Farmácia, Enfermagem, Nutrição,
Saúde da família; Saúde e
Saúde
humana;
Saúde Coletiva, Fonoaudiologia, Fisioterapia e Terapia proteção
no
trabalho;
Ocupacional,
Educação
e
epidemias;
Fisiologia,
Farmacologia,
Física.
Ciências
Imunologia,
Biológicas:
Endemias
Microbiologia,
Fármacos e medicamentos;
Parasitologia. Ciências Agrárias: Medicina Veterinária,
Esporte e lazer; Segurança
Ciência e Tecnologia de Alimentos. Ciências Humanas:
alimentar
Psicologia, Geografia, Educação.
técnicas
e
nutricional,
medicinais
alternativas, ou outras.
8 • Trabalho
Emprego e renda, Gestão
Dialoga com as áreas do CNPq: Ciências Humanas:
do
Filosofia, Sociologia, Antropologia, História, Geografia,
informacional,
Gestão
Psicologia, Educação, Ciência Política. Ciências Agrárias:
institucional,
Gestão
Agronomia.
Ciências
Sociais
Aplicadas:
trabalho,
Gestão
Direito, pública, Organizações da
Administração, Economia, Demografia. Ciências Exatas e sociedade
civil
e
da Terra: Matemática, Probabilidade e Estatística, Ciência movimentos
sociais
e
da Computação.
populares.
O quadro acima tem por objetivo aproximar pesquisadores, docentes,
estudantes e técnicos administrativos da Universidade das áreas temáticas em torno
das quais foi organizado o Congresso do Fórum Popular Universitário, de forma que
possa localizar seus estudos e ações nas áreas correspondentes, e possam propor
ações no âmbito do ensino, da pesquisa e da extensão, de forma mais efetiva,
contribuindo com o debate científico, filosófico e cultural.
Após discussão na primeira reunião da comissão organizadora, com as
coordenações de eixos, realizada em dezembro de 2018, elaborou-se propostas de
ementas para cada grupo temático do Fórum Popular. Estas ementas foram sendo
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alteradas conforme foram ocorrendo as reuniões gerais com os grupos interessados
e específicas pelas comissões de cada eixo temático. A perspectiva das ementas foi
dar a direção geral discussão nos grupos, sem prejuízo para novas discussões, mas
que fosse garantido o que era imprescindível ser discutido. A última alteração se
deu nas reuniões preparatórias, ocorridas nos três Campi da Ufal no primeiro
trimestre de 2019. Desta forma consolidou-se:
EIXO1 – EDUCAÇÃO: Educação Popular, inclusão e transformação social.
Linhas temáticas: Alfabetização, leitura e escrita; Educação Popular; Educação
profissional; Formação de professores; Escola pública; Espaços de ciência e de
artes; Línguas estrangeiras; Metodologias e estratégias de ensino/aprendizagem;
políticas públicas; currículo; ou outras.
Ementa: Discutir as diversas demandas da área da educação, observando seus
desafios e possibilidades para a elevação do padrão cultural e humanização da
sociedade, considerando suas especificidades como etnia, gênero e diversidade,
populações indígenas, quilombolas, povos de terreiro, movimentos culturais e
populares, povos do campo, da floresta e das águas, entre outros.
EIXO 2 - SAÚDE: Saúde pública e Sociedade.
Linhas temáticas: Saneamento Básico; Saúde animal; Saúde humana; Saúde da
família; Saúde e proteção no trabalho; Endemias e epidemias; Fármacos e
medicamentos; Esporte e lazer; Segurança alimentar e nutricional, técnicas
medicinais integrativa e complementar, ou outras.
Ementa: Discutir as diversas demandas acerca da dimensão humana da saúde, na
relação indissociável com a natureza, no contexto dos desafios sociais postos
frente às condições de vida da população, considerando as especificidades dos
diferentes grupos sociais participantes.
EIXO 3 – CULTURA: Arte e cultura Popular em Alagoas
Linhas temáticas: Artes cênicas, artes integradas, artes plásticas, artes visuais,
mídias-artes, música, patrimônio cultural, histórico e natural, estilismo, entre outras.
Ementa: Discutir possibilidade de construção e fortalecimento artístico-cultural da
população, considerando a diversidade, liberdade de expressão, complexidade
técnica e estética, considerando os diferentes movimentos culturais da sociedade,
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as necessidades de políticas públicas para o setor, e seu caráter educativo.
EIXO 4 - COMUNICAÇÃO: Mídias alternativas
Linhas temáticas: Tecnologia da informação e comunicação, Comunicação
estratégica, Jornalismo, mídias alternativas, mídias comunitárias, Controle social
dos meios de comunicação, ou outras.
Ementa: Discutir as diversas possibilidades de comunicação e construção de
mídias alternativas, que respondam aos desafios postos na atualidade acerca da
elaboração e divulgação da informação, considerando as diversas características
culturais dos grupos participantes, além dos aspectos educativos em relação à
comunicação social.
EIXO 5 - MEIO AMBIENTE E TRABALHO: Reforma Agrária, soberania alimentar e
meio ambiente.
Linhas temáticas: Questões ambientais como devastação ambiental, energias
alternativas; recursos hídricos, resíduos sólidos, emprego e renda, gestão do
trabalho, gestão informacional, gestão institucional, gestão pública, organizações
da sociedade civil e movimentos sociais e populares, econegócios, políticas
ambientais, desenvolvimento rural e questão agrária.
Ementa: Discutir os diferentes aspectos da relação do ser humano com a natureza,
considerando as relações entre o trabalho e o meio ambiente, diferentes formas de
desenvolvimento humano no contexto social atual, vislumbrando possibilidades
organizativas alternativas que contribuam para superação das desigualdades
sociais e da destruição da natureza.
EIXO 6: TECNOLOGIA E PRODUÇÃO: Tecnologias Sociais, Universidade Popular
e soberania nacional.
Linhas temáticas: tecnologias sociais, economia solidária, desenvolvimento
regional, desenvolvimento urbano, desenvolvimento tecnológico, desenvolvimento
rural e questão agrária, sustentabilidade ambiental e social, desenvolvimento de
produtos, inovação tecnológica, propriedade intelectual e patente entre outras.
Ementa: Discutir as diversas possibilidades de construção de tecnologias
sustentáveis do ponto de vista social e ambiental, visando responder as
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necessidades
dos
grupos
sociais
específicos,
contribuindo
para
seu
desenvolvimento social.
EIXO 7: DIREITOS HUMANOS, VIOLÊNCIA E JUSTIÇA: diversidade social
Linhas temáticas: Direitos individuais e coletivos, grupos sociais vulneráveis,
pessoas com deficiências, mulher, gênero e diversidade, segurança pública e
defesa social, infância e adolescência, jovens e adultos, terceira idade, violência e
segurança pública ou outras.
Ementa: Discutir as possibilidades de superação das desigualdades de todas as
ordens, dando acesso a todos os direitos sociais a todos e todas; de construção de
ações para ampliar o conhecimento da população acerca da diversidade de
caraterísticas dos diferentes grupos sociais, vislumbrando respeito, equidade, fim
da violência em todas as suas dimensões, possibilitando o desenvolvimento social.
Quanto à metodologia, de acordo com uma visão plural, considerando as
especificidades dos diversos movimentos populares, optamos pelo método
participativo que dialogue com as propriedades interativas, comunicativas e/ou
participativas, orientados por um eixo, que é o tema a ser discutido pelos diferentes
grupos na busca de uma sistematização final que atenda aos objetivos do evento.
Foram realizadas as reuniões nos campi e unidades com o objetivo de
apresentar a proposta do Fórum Popular Universitário e seus objetivos, de forma
que as lideranças retornaram para seus grupos e discutiram com estes, na base, os
temas, fazendo o levantamento de demandas por temática. Essa discussão foi
registrada na ficha de inscrição do Grupo no Congresso do Fórum. Esse debate
mais amadurecido foi levado por seus delegados e discutidos durante o Congresso.
A expectativa era que os grupos discutissem suas demandas para chegar a uma
síntese coletiva (diretriz) para o desenvolvimento de ações na área. Essa síntese
será apresentada na plenária final, e deverá compor o documento final do
Congresso e das atividades do Fórum Popular da Ufal. Em cada grupo havia uma
equipe composta de um coordenador, um coordenador adjunto e um relator. Definiuse que a programação do congresso do Fórum estaria organizada da seguinte
maneira:
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Quinta-feira (Noite) – 19:00 às 21:30 – Mesa de Abertura e conferência de abertura
(com o tema Universidade Popular e desenvolvimento social), a qual foi proferida
pela professora Roberta Traspadini (UNILA).
Sexta-feira (manhã e tarde):
Manhã – 8:00 às 12:00 - As mesas foram compostas por eixo temático, com os
expositores especialistas convidados, preparando a discussão para as oficinas de
sistematização na parte da tarde.
Tarde - 14:00 às 18:00: Oficinas de discussão por eixo temático. Na oficina, os
temas serão discutidos no grupo, que deverá sistematizar e apresentar na plenária
final.
Sábado – (Manhã) - 8:00 às 12:00: Plenária final (Apresentação do resultado das
oficinas, sistematização de carta, e encaminhamentos para a composição do
Conselho Consultivo Popular da UFAL).
Desta forma, chegou-se às sínteses que serão apresentadas a seguir.
Espera-se que estas possam ser balizadoras de ações na universidade, de forma
que esta possa cumprir com sua missão.
1. Síntese dos grupos temáticos
Neste item serão expostas as sistematizações acerca das inscrições dos
grupos, e a síntese final após os diálogos durante o Congresso do Fórum Popular
da Ufal. Para efetuar as inscrições, os grupos deveriam reunir-se, e elaborar uma
síntese das discussões, que deveria ser transcritas em uma ficha de inscrição, a
qual iria assinada, e com os dados dos oito representantes (e seus respectivos
suplentes) do grupo no Congresso do Fórum. Esta ficha foi encaminhada à
coordenação do evento, que organizou as informações em uma planilha e socializou
com os coordenadores dos grupos temáticos, para que estes pudessem socializar o
conteúdo com os componentes das mesas temáticas, de forma que estes pudessem
dialogar com as demandas postas.
Além das fichas de inscrições, houve um formulário de registro das
discussões durante as atividades do Fórum, por eixo temático. Estas informações
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foram sistematizadas e registradas neste relatório. Ressalta-se a importância de a
Ufal dialogar com as demandas postas nas sínteses finais dos grupos por eixo
temático, pois se trata de uma amostra importante das necessidades das
populações em vulnerabilidade social do Estado de Alagoas. De acordo com a
Resolução CNE/CES Nº 7, de 18 de Dezembro de 2018, a qual Estabelece as
Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto
na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação PNE 2014-2024 e daì outras providências, no seu Art. 6º, consta que “estruturam a
concepção e a prática das Diretrizes da Extensão na Educação Superior”:
I - a contribuição na formação integral do estudante, estimulando sua
formação como cidadão crítico e responsável; II - o estabelecimento
de diálogo construtivo e transformador com os demais setores da
sociedade brasileira e internacional, respeitando e promovendo a
interculturalidade; III - a promoção de iniciativas que expressem o
compromisso social das instituições de ensino superior com
todas as áreas, em especial, as de comunicação, cultura, direitos
humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e
produção, e trabalho, em consonância com as políticas ligadas
às diretrizes para a educação ambiental, educação étnico-racial,
direitos humanos e educação indígena; IV - a promoção da
reflexão ética quanto à dimensão social do ensino e da pesquisa; V o incentivo à atuação da comunidade acadêmica e técnica na
contribuição ao enfrentamento das questões da sociedade
brasileira, inclusive por meio do desenvolvimento econômico,
social e cultural; VI - o apoio em princípios éticos que expressem o
compromisso social de cada estabelecimento superior de educação;
VII - a atuação na produção e na construção de conhecimentos,
atualizados e coerentes, voltados para o desenvolvimento social,
equitativo, sustentável, com a realidade brasileira. (Brasil. Ministério
da Educação. Resolução nº07/2018 CNE/CES, grifos nossos).
Diante do exposto, a Proex apresenta como objetivo deste relatório o de
disponibilizar para toda a comunidade acadêmica, parâmetros concretos para
alinhar as ações de extensão da Ufal com a Política Nacional de Extensão
Universitária. Seguem-se os registros dos debates nos grupos relativos aos eixos
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temáticos. Em seguida, a síntese que foi apresentada na plenária final.
1• EIXO COMUNICAÇÃO
RESUMO EIXO TEMÁTICO: COMUNICAÇÃO
RELATORIA: WANESSA M. DA ROCHA F.
MELO
TURNO: VESPERTINO
REALIDADE SOBRE O TEMA (SÍNTESE DESCRITIVA):
A “Oficina de textos em mídias sociais” com a professora Dr Mércia Pimentel
abordou a importância da redação para assessoria multiplataformas além de
impulsionar a produção prática de textos que visam o gerenciamento de crise. A
oficina foi iniciada às 15:30 até as 17:00. Abordou também a otimização do uso
das redes sociais, programação de postagens em determinados horários tendo
como resultado a prática envolvendo os participantes.
LISTAR OS DESAFIOS (DEMANDAS E SUGESTÕES DE
ENCAMINHAMENTOS)
O tema proposto teve como intuito trabalhar a problemática existente hoje nas
mídias sociais e digitais, propondo um melhor assessoramento. Alguns dos
problemas recorrentes são:
- Pouco engajamento nas plataformas digitais pelo pouco conhecimento das
ferramentas dispostas nelas;
- Má interpretação das mensagens dirigidas;
- Mau planejamento de social media;
- Falta de organização e adequação textual em determinadas plataformas digitais
por parte das empresas;
Com a prática da oficina, foram apresentadas dicas, formas e novas perspectivas
de produção pela professora, avaliando o trabalho dos grupos de trabalho
formados na sala.
RESUMO EIXO TEMÁTICO: COMUNICAÇÃO
RELATORIA: CARLOS RODRIGUES F.
LIMEIRA
TURNO: MATUTINO
REALIDADE SOBRE O TEMA (SÍNTESE DESCRITIVA):
“ obilização social e comunicação na contemporaneidade”, foi o tema abordado
na mesa redonda, que teve também os subtemas temáticos específicos . A greve
dos jornalistas de Alagoas foi um destaque entre os debates, bem como acerca
do projeto cineclube. Foi apresentada ainda uma contextualização acerca das
mídias sociais.
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LISTAR OS DESAFIOS (DEMANDAS E SUGESTÕES DE
ENCAMINHAMENTOS)
*Algumas questões foram apresentadas pelos participantes:
- Em relação ao cineclube, como outros estudantes da Ufal podem participar;
- Perguntas sobre o cineclube, também foi questionado sobre o projeto existente
no bloco de Comunicação Social.
RESUMO EIXO TEMÁTICO: COMUNICAÇÃO (OFICINAS)
RELATORIA: MANUELA CALLOU
TURNO: VESPERTINO
REALIDADE SOBRE O TEMA (SÍNTESE DESCRITIVA):
● Conceito de moda/tendência/macrotendências
● Moda e comunicação: aspectos interligados
● A moda e sua expansão nas diferentes podem da vida.
LISTAR OS DESAFIOS (DEMANDAS E SUGESTÕES DE
ENCAMINHAMENTOS)
● Como trabalhar a moda indígena a partir da participação desse grupo
● Criação de um produto de moda com base nas macrotendências, e o
processo de comunicação.
RESUMO EIXO TEMÁTICO: COMUNICAÇÃO (OFICINAS)
RELATORIA: MANUELA CALLOU
TURNO: VESPERTINO
REALIDADE SOBRE O TEMA (SÍNTESE DESCRITIVA):
●
●
●
●
Origem da fotografia
Conceito e diferenças: fotografia x imagens;
Caracteristicas;
Relações públicas trabalha mais com imagens e jornalismo, com fotografia.
LISTAR OS DESAFIOS (DEMANDAS E SUGESTÕES DE
ENCAMINHAMENTOS)
Fazer parcerias com Sasha Gregory, com relação aos projetos de extensão e de
estudo sobre fotografia e emancipação étnico-racial. Vários participantes
demonstraram interesse.
RESUMO EIXO TEMÁTICO: COMUNICAÇÃO (OFICINAS)
RELATORIA: MANUELA CALLOU
TURNO: VESPERTINO
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REALIDADE SOBRE O TEMA (SÍNTESE DESCRITIVA):
● O que você pretende fazer com vídeo? (Objetivo);
● Pesquisa e produção (levantar necessidades; antecipar problemas; faça
testes; TV mental projetos);
● Roteiro (roteiro de imagens, perguntas de entrevista e checkinlist);
● Enquadramento (planos, usar roteiros de imagens, imagem é luz,
diversifique os planos, 3 por 1);
● Caindo em campo;
● Edição.
LISTAR OS DESAFIOS (DEMANDAS E SUGESTÕES DE
ENCAMINHAMENTOS)
Criar ampliar a oficina de vídeo para movimentos sociais, estudantes, para trocar
experiências e ideias entre a universidade e os movimentos, capacitando-os com
conhecimento e as técnicas necessárias.
2• EIXO CULTURA
RESUMO EIXO TEMÁTICO: CULTURA
RELATORIA: VIVIANE C. RODRIGUES
TURNO: VESPERTINO
REALIDADE SOBRE O TEMA (SÍNTESE DESCRITIVA): LISTAR OS DESAFIOS (DEMANDAS E SUGESTÕES DE
ENCAMINHAMENTOS)
- Uso dos equipamentos da Ufal pela comunidade tais como: Pinacoteca e Edufal.
* Estágio social
- Curso de verão para formação das comunidades.
- A comunidade em parceria com a Ufal construir o projeto do curso de extensão.
- A universidade contribui com projetos arquitetônicos para comunidades
tradicionais.
- Contribuir para o registro de patrimônio material e imaterial.
* Disciplina
- De educação patrimonial nos cursos da Ufal.
- Parceria entre a Ufal e a comunidade para o mapeamento cultural.
RESUMO EIXO TEMÁTICO: CULTURA
RELATORIA: MARCELO GIANINI
TURNO: VESPERTINO
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REALIDADE SOBRE O TEMA (SÍNTESE DESCRITIVA):
- Ausência de projetos educativos nas e/ou para as comunidades.
- Ausência de financiamento público para atividades formativas.
- Deslegitimação das culturas negras, indígenas e da periferia.
- Descrédito das comunidades com projetos vindos da universidade e outros
órgãos públicos.
- Ausência total de ações da universidade em comunidades rurais, do interior ou
distante dos camp: Ufal.
- Dificuldade de diálogo entre universidade e comunidade (aculturação acadêmica
dos alunos vindo destas).
LISTAR OS DESAFIOS (DEMANDAS E SUGESTÕES DE
ENCAMINHAMENTOS)
- A atuação de estudantes extensionistas poderá diminuir ainda mais o campo de
trabalho dos profissionais.
- Capacitação de profissionais em atuação: especialização, mestrado.
- Suporte para o atendimento de demandas populares através de um escritório de
projetos.
- Formação para temas transversais como: pedofilia, feminicídio, LGBTfobia,
racismo etc.
- Confecção de materiais gráficos de apoio para os profissionais atuantes.
- Difusão (circulação) de produção artístico-visual da Ufal.
Que há demanda para formação e capacitação artística, técnica e social é
indiscutível, porém é preciso nos questionarmos como, para quem, para que e
com quais recursos.
Com os extensionistas oferecendo cursos e oficinas de formação não
estaremos ocupando o já restrito campo de trabalho dos profissionais formados
pela própria universidade?
É preciso pensar em uma formação continuada para os profissionais,
através de cursos de especialização e pós-graduação.
A universidade poderia criar escritórios de projeto para auxiliar os grupos
em suas demandas em relação a editais públicos.
É necessária uma formação dos profissionais que os capacite nos
processos de ensino e aprendizagem com crianças, idosos, mulheres.
As comunidades têm direito ao acesso às linguagens artísticas.
Muitas comunidades veem com descrédito projetos da universidade e
outros órgãos públicos devido a sua falta de seriedade e permanência.
A Ufal não atua em comunidades distantes de seus campi, principalmente
as rurais.
É preciso que a Ufal desenvolva estratégias para aviação de parcerias com
órgãos públicos com o objetivo de financiar o trabalho dos profissionais.
RESUMO EIXO TEMÁTICO: CULTURA
RELATORIA: MARCELO GIANINI
TURNO: VESPERTINO
17
REALIDADE SOBRE O TEMA (SÍNTESE DESCRITIVA):
● Necessidade de se entender que os saberes populares não são inferiores
aos saberes acadêmicos;
● parasitismo acadêmico projetos de pesquisas realizadas nas comunidades
que não revertem a própria comunidade;
● dificuldade de se trazer as comunidades indígenas e quilombolas de áreas
rurais do interior do Estado para o fórum (logística de transporte);
● Ausência de projetos culturais para pessoas que sofrem de transtornos
psíquicos;
● O ataque do atual governo Federal as comunidades indígenas.
LISTAR OS DESAFIOS (DEMANDAS E SUGESTÕES DE
ENCAMINHAMENTOS)
● Criar estratégias para que a universidade em parceria com outros órgãos
públicos capacite e financie o trabalho dos profissionais;
● Trazer os mestres da cultura popular para a universidade;
● Desenvolvimento de projetos perenes não transitórios;
● Usar as diretrizes destes documentos do fórum como fiscalização e
direcionamento dos gestores públicos (municipais, estaduais e federais).
Não só a universidade ensina, mas ela tão bem tem que aprender com os
movimentos populares e com os mestres da tradição.
A universidade precisa aprender a dialogar com as comunidades. Muitas
vezes, esta comunidade está presente na academia, mas sofre um processo de
aculturamento e branqueamento eurocêntrico.
A universidade precisa dar suporte e direcionamento aos artistas
populares. Também poderia se transformar em um fiscal dos gestores públicos da
Cultura, sendo que as diretrizes desse fórum podem vir ir a ser um dos momentos
de apoio.
Observou-se que somente um professor da UFAL participou deste
FÓRUM, o que revela um certo descaso dos docentes. Os técnicos do CAC não
puderam participar das reflexões coletivas pois estavam envolvidos na
organização do evento. As duas categorias docentes e técnicos são os agentes
privilegiados para que estas diretrizes sejam implantadas.
Uma coisa que a nossa comunidade mais necessita na cultura é: um
professor de educação física. Precisamos também de aulas de dança, quadrilha,
coco de roda, dança africana para dançarmos 20 de novembro. Precisamos
também de aula de música, teatro, etc.
Precisamos de tudo que seja voltado a cultura. Nós não temos aulas de
artesanato, mas nós queremos.
Destaques da representação: Comunidade Quilombola de Lagoa do Algodão –
Carneiros.
3• EIXO DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA
RESUMO EIXO TEMÁTICO: DIREITOS HUMANOS, VIOLÊNCIA E JUSTIÇA.
18
RELATORIA: ALVANDY FRAZÃO SANTOS
TURNO: VESPERTINO
REALIDADE SOBRE O TEMA (SÍNTESE DESCRITIVA):
Estiveram presentes quilombolas; Mato Grande (Soco dos Mirandas), Conop;
(Sítio Tupete), Delmiro Gouveia; duas tribos indígenas. Katokinn e Jeripankó
(Pariconha) e grupos e entidades negras. Abi Axé (Delmiro); ANU (Associação de
Negros da Ufal); CONEDIR.
LISTAR OS DESAFIOS (DEMANDAS E SUGESTÕES DE
ENCAMINHAMENTOS)
- Quilombolas;
● Mato Grande (Saco dos Mirandas).
● Políticas públicas para jovens buscando inserção social com ênfase na
geração de renda e no mercado de trabalho.
● Locomoção (calçamento), iluminação; circulação no espaço.
● Incentivo à cultura, dança, educação (escolas sucateadas).
● Preservação de sementes crioulas (banco de sementes).
● Distribuição de água.
● Ausência de posto médico.
- Canapi (Sítio Tupete);
● Valorização da identidade negra quilombola contra os casos de racismo
sofridos.
● Inserção social de jovens no mercado de trabalho e geração de renda.
- Delmiro Gouveia;
● Incentivo ao desenvolvimento da cultura local visando o turismo:
artesanato, tecelagem de redes, pesca.
● Demarcação de territórios.
- São José da Tapera (Caboclo):
● Inserção social de jovens com ênfase na geração de renda no mercado de
trabalho.
- Indígenas (Pariconha);
- Katokinn
● Demarcação de terras.
- Jeripankó
● Diálogo de saberes culturais entre à academia e à comunidade (educação
intercultural).
● Valorização da memória do culto e da identidade.
- Povos de terreiro
● Centro de convivência negra (Associação de Negros da Universidade) e
indígenas como incentivo à cultura e afro indígena dentro da Ufal.
● Mapeamento dos terreiros de Alagoas.
● Construção de jardim sagrado/farmácia viva para incentivo do uso de
fitoterapia na universidade e em terreiros próximos aos campos.
● Incentivo à legitimação de terreiros como espaços de educação,
propagação de cultura afro, saúde e cidades, enquanto campos de estágio.
19
RESUMO EIXO TEMÁTICO: SISTEMA DE JUSTIÇA
RELATORIA: AMANDA BALBINO DA SILVA
TURNO: VESPERTINO
REALIDADE SOBRE O TEMA (SÍNTESE DESCRITIVA):
Estava presente pessoas que estudam acerca do encarceramento, da Assessoria
jurídica popular. Foram feitos relatos acerca do envolvimento dos jovens se
envolverem com drogas e álcool, à realidade da gravidez das jovens entre 14 e 15
anos e à falta de perspectiva para os jovens do interior, acarretando inclusive
suicídio.
LISTAR OS DESAFIOS (DEMANDAS E SUGESTÕES DE
ENCAMINHAMENTOS)
- Criação de projeto de combate à violência contra a mulher, que desenvolva
atividades de levantamento e divulgação de dados em Alagoas e capacitação de
lideranças dos movimentos de mulheres.
- Grupos de palestras preventivas acerca das violações humanas nas
comunidades tradicionais.
- Atividades multidisciplinares no bairro da Levada.
- Assistência jurídica para as comunidades tradicionais.
- Universidade fazer uma campanha interna de conscientização dos direitos das
pessoas trans, exemplo: utilização dos banheiros.
RESUMO EIXO TEMÁTICO: GÊNERO E SEXUALIDADE
RELATORIA: LUZANE (MOV. OLGA
BENÁRIO)
TURNO: VESPERTINO
REALIDADE SOBRE O TEMA (SÍNTESE DESCRITIVA):
A opção sexual é um fator agregador (determinante) para muitos chegarem na
condição de rua; preconceito e discriminação contra homens e mulheres trans,
homossexuais são abordado pela família por sua sexualidade ser diferente
(discordante da hetero normatividade.) legados muitas vezes a prostituição e
violência.
LISTAR OS DESAFIOS (DEMANDAS E SUGESTÕES DE
ENCAMINHAMENTOS)
-Implantação de centro de atendimento a população LGBTQI+.
-Curso preparatório pré-enem para pessoas trans.
-Criação de cotas para o ingresso de pessoas trans na Ufal.
-Criação de um núcleo multidisciplinar que agregue todos os grupos de pesquisa
que abordam o debate sobre gênero e sexualidade e que esses possam criar uma
agenda de atividades de extensão.
-Apoio jurídico para retificação do nome social.
20
-levantamento das creches populares e públicas que existem em Maceió em
especial na periferia.
RESUMO EIXO TEMÁTICO: LIBERDADE DE CULTO
RELATORIA: LAMAY PEREIRA
TURNO: VESPERTINO
REALIDADE SOBRE O TEMA (SÍNTESE DESCRITIVA):
O tema se fez pertinente dado o atual contexto político. O que percebi foi que o
fato de sentir falta de núcleos de apoio aos religiosos de matriz africana,
aproximação e valorização desses espaços.
LISTAR OS DESAFIOS (DEMANDAS E SUGESTÕES DE
ENCAMINHAMENTOS)
-Políticas públicas para juventude quilombola (ausência).
-Condição de sobrevivência.
-Territorialização.
-Mapeamento dos terreiros do estado.
-Encaminhar os terreiros como campo de estágio.
-Disciplina eletivas - obrigatórias.
4• EIXO EDUCAÇÃO
RESUMO EIXO TEMÁTICO: EDUCAÇÃO
RELATORIA:
TURNO: Maceió, 05 de julho de
2019 – horário 08 às 12h.
Mesa redonda: EDUCAÇÃO POPULAR,
INCLUSÃO E TRANSFORMAÇÃO SOCIAL.
Moderadoras: Edlene Cavalcanti e Suzana
Barrios; Carolina Nozella e Suzana Marcolino.
REALIDADE SOBRE O TEMA (SÍNTESE DESCRITIVA):
Conjuntura Nacional: Gilberto Coutinho
A partir da categoria da contradição, Coutinho mostra o contexto atual, baseado
nos princípios do Neoliberalismo, fortalecido a partir da crise mundial e da queda
do comunismo em grande parte dos países que despontavam e lideravam a
disputa com o mundo capitalista.
Fala também dos últimos governos brasileiros (especialmente do PT) e como se
relacionaram com o desenvolvimento das políticas sociais inclusivas, embora não
tenha rompido com a agenda neoliberal e com pactos com a burguesia.
Educação e movimentos agrários – Débora Nunes: A partir da discussão dos
21
princípios político-filosóficos para a educação, como Educação como elemento de
transformação, alfabetização massiva (porque sem essa condição não há relação
prática-teoria), Débora apontou demandas para a Universidade em suas
dimensões pesquisa e extensão, de forma a atender às necessidades dos povos,
especialmente para que a Universidade não seja referência só para os donos da
produção canavieira. Nesse sentido, a UFAL cria em 2018 o primeiro curso do
Brasil em Agroecologia do Pronera. Isso é um avanço e é um resgate da
experiência de alafabetização do Pronera ocorrido no final dos anos 90, que tanto
foi importante. Destacou a importância e objetivo deste congresso, que é criar o
Fórum Popular da Ufal, que deve analisar a política de ensino, pesquisa e
extensão e apresentar propostas para a Universidade
Movimentos de mulheres – Lenilda Luna: a partir do apontamento acerca da
dinâmica de classe e de gênero, aponta a importância da educação popular e da
Universidade socialmente referenciada colaborar para a organização da luta e
conscientização da classe trabalhadora. A luta organizada é o pri ncipal
instrumento para a transformação social. Conclamou a juventude a participar e se
engajar nas lutas
Movimentos LGBTq+ - Luciano Amorim: a denominação é um pouco fluida, por
conta das mudanças recentes na configuração dessa população. As questões de
intersexualidade estão relacionadas à classe social, gênero e raça. O movimento
LGBT sempre existiu, apenas vem tendo visibilidade social nos últimos anos para
fortalecer a luta e de fato construir espaços de luta organizada para conquistar o
reconhecimento das diferenças, o acesso às políticas públicas e terem o respeito
da sociedade. Também apresentou apontamentos acerca da BNCC, cujo texto
deixou totalmente de fora as questões de gênero, diversidade, intersexualidade,
não permitindo avanços curriculares nessa temática e práticas pedagógicas que
enfrentem o preconceito e a discriminação. Como é que o Fórum também poderia
ir a esses movimentos que não conseguem estar aqui? Como pensar a
articulação do Ambulatório que vai receber pessoas LGBT no HUPAA, que foi
desmontado na gestão anterior? Não tem como pensar Educação popular se não
estiver com o povo, sem romper com os muros da Universidade.
Consuelo do SINTEAL: apresenta um histórico, a partir da constituição cidadão
dos avanços em relação à universalização da educação básica, legislação,
financiamento, condições de trabalho, sistemas de avaliação, entre outros.
Também apresentou a conjuntura atual após o golpe de 2016, com diversos
desmontes de políticas e programas educacionais, reformas de Estado, bem
como ataques à Educação e a seus trabalhadores. Fez a defesa do princípio da
gestão democrática, que já está sendo desmontada, assim como fóruns,
conselhos nacional, estaduais e municipais, conferências e fóruns temáticos estão
sendo desmontados ou desmobilizados, como é o caso do próprio PNE, em vias
de ser revogado pela EC 95.
LISTAR OS DESAFIOS (DEMANDAS E SUGESTÕES DE
ENCAMINHAMENTOS)
Houve uma discussão sobre a defesa da profissionalização docente, com base
22
nos princípios de liberdade de ensinar e aprender, da valorização profissional, da
autonomia pedagógica, combate à meritocracia e defesa da unidade da classe
trabalhadora. Outro aspecto abordado foi a defesa da Educação Pública, a partir
da manutenção da vinculação constitucional dos recursos para a Educação,
manutenção do FUNDEB, garantia de gratuidade, políticas de acesso e
permanência
Desafios: manter a gratuidade da Universidade Pública;
- Relação direta com as redes públicas;
- Relação com Undime, Uncme, Fepeal, CEE, SEDUC;
- Promual;
- Política de Formação de Profissionais da Educação;
- Produção científica à altura dos desafios;
- Criar uma disciplina (Educação e Movimentos Sociais/Populares), no âmbito da
Prograd, ofertada para todos os cursos de graduação.
RESUMO EIXO TEMÁTICO: EDUCAÇÃO
RELATORIA:
Grupo de Trabalho I e II: Políticas Públicas,
Movimentos Sociais e Educação e práticas
educativas.
Moderadoras: Edlene Cavalcanti e Suzana
Barrios; Carolina Nozella e Suzana Marcolino
TURNO: Matutino e
Vespertino
REALIDADE SOBRE O TEMA (SÍNTESE DESCRITIVA):
Momento inicial:
- Organização da roda e acolhida participantes;
- Objetivo: ouvir e acolher as demandas, sistematizando os pontos comuns para
expor na Plenária Final.
Proposta do evento é mapear necessidades dos movimentos populares para
organizar as políticas de pesquisa, ensino e extensão para que o tripé se
referencie na sociedade alagoana.
- Apresentações:
1. Carolina – CEDU (profª setor didática).
2. Suzana – CEDU (profª setor Ed. Infantil, Fórum alagoano de educação infantil,
vice-pres. Conselho Municipal de Educação).
3. Veriane – Auxliar de sala da rede municipal Maceió e participou da construção
do Fórum Popular.
4. Manuela – CPI, ensina reforço e é catequista.
5. Raíssa – est. Graduação OnG Erê.
6. Joseana – ONG ERê.
7. Luciana - Estudante pós-graduação e ONG ERê.
8. Vitoria – educadora ed. Infantil ONG ERê.
9. Simone – educação escolar indígena.
10. Leticia – administrativo na escola de Paripueira.
11. Francisco – prof. escola.
23
12. Fábio – prof. pedagogia Arapiraca no 1º semestre de trabalho na Ufal; compõe
o comitê assessor do fórum alagoana em defesa da educação infantil.
13. Edlene Cavalcanti – profª CEDU.
14. Talita – profª matemática ensino médio Estado em Sergipe e Alagoas
15. Luiza – instituto feminista Janete Vianna (Village Campestre e Canaã);
Projetos Fala Preta e Empondera Mana; Proj. de trabalho e renda (ateliê de
costura na moda africada e indígena); Proj. Faça o Coração Feliz (filhos
adolescentes das mulheres foco do instituto); ação no presídio com mulheres em
situação de privação de liberdade.
16. Margarete – profª ed. infantil da rede pública de Maceió.
17. Hugo – Delmiro Gouveia.
18. Nicole – estudante Ufal e Movimento Popular de juventude.
19. Josefa – pedagoga município Maceió, em processo de aposentadoria. E no
Estado com EJA coordenadora pedagógica; diretora do sindicato dos
trabalhadores da educação na secretaria de assuntos municipais, presidência
Conselho Municipal de Educação.
20. Manuela – estudante pedagogia.
21. Kelvin – estagiário da educação infantil (CMEI) estudante pedagogia, é do Rio
de Janeiro e participou da educação municipal no RJ.
22. Carolina – estudante de pedagogia.
23. Adélia - estudante de pedagogia.
24. Suzana Barrios – profª CEDU.
25. Margarida – educação no campo em áreas de assentamentos MST.
26. Maria José – MST; foco na rede municipal.
27. Zé Américo – Piranhas coordenador MST; trabalho com jovens em Piranhas e
Delmiro Gouveia.
28. André – prof. ensino médio coord. Pedagógico e estudante pedagogia.
29. Franciele - estudante de pedagogia.
30. Eni – comunidade quilombola de Agua branca – cursou EAD.
31. Danilo – estudante de relações públicas e equipe organização Fórum Popular.
32. Nubia - profª Delmiro Gouveia, especialista em Ed. Especial (crianças
especiais).
33. Raine – monitora Fórum Popular, estudante de ciências biológicas.
+ 5 participantes chegaram ao grupo no decorrer das atividades.
Meta do GT:
Trabalhar com pequenos grupos para debater as preocupações por especificidade
e gerar as propostas para o Relatório do Fórum Popular.
G1 Quilombolas, indígenas e agrário.
G2 Educação infantil.
G3 Gênero e a questão das mulheres e educação básica/formação de
professores.
Debate e sistematização com foco comum em Políticas Públicas e em Práticas
educativas.
LISTAR OS DESAFIOS (DEMANDAS E SUGESTÕES DE
ENCAMINHAMENTOS)
24
Propostas gerais do GT para o Eixo Educação:
Após o debate por subgrupos, no grande grupo a síntese das propostas foi:
Grupo 01- Quilombolas, indígenas e agrário
- Ofertar mais cursos a partir da realidade dos povos além dos editais (ex:
PRONERA);
- Ofertar formação de professores e dar retorno as comunidades das
pesquisas;
- Ofertar cursos de graduação específicos para todos os povos (ex: curso
que houve na UNEAL) para desenvolver o conhecimento a partir do olhar
indígena etc.;
- Divulgação das ações e cursos ofertados, ocupar vagas ociosas também;
- Ofertar cursos que ajudem a entrar na universidade (cursos pré-vestibular
e ENEM);
- Recursos de permanência na universidade para todos os povos, a política
de educação precisa destinar recursos para isso, reduzindo a desistência;
- Manutenção de encontros regulares que consolidem o diálogo continuo e
sistemático da realidade dos povos;
- Disciplinas especificas para conteúdos voltados para os conteúdos e
conhecimentos da realidade indígena, quilombola e do campo;
- Alocar recursos na extensão para fomentar pesquisa nas comunidades.
Grupo 02 - Educação infantil
- democratização do acesso para as crianças (ed. Infantil);
- educação que acolha e atenda as necessidades das crianças;
- caracterização das crianças que não estão na escola (quem são, onde
estão, o que estão fazendo);
- formação no chão da escola;
- relação com a comunidade e as famílias;
- momentos de troca de experiências;
- identificação dos espaços não escolares e suas práticas;
- estudo, pesquisa e extensão sobre a intersetorialidade no atendimento a
criança de zero á seis anos;
- ações que pautem socialmente a Educação Infantil e suas
especificidades.
- Grupo 03 - Gênero e a questão das mulheres e educação básica/formação
de professores
- fazer parcerias com uma escola que tenha educação básica = fazer
laboratório de práticas;
- mapear as experiências com ações territorializadas de extensão;
- fazer formação para que as legislações sejam conhecidas, ex: ECA;
- insistir na elaboração dos PPP das escolas por professores que
trabalhem na comunidade;
- investir em atitudes de vínculos para reduzir os muros e para que a
escola seja um espaço onde a comunidade goste de estar e contribua para
preservar sua existência (física e simbólica);
- a extensão tem o papel de trazer elementos que modifiquem as práticas
25
dos novos educadores (ainda na graduação);
- gerar debates para refletir que nossa prática política no Estado é
representativa e passa pela organização e por quadros partidários;
- absorver na atenção básica as reflexões que modifiquem as práticas para
meninos, meninas e LGBTQI+ (debates de sexualidade e autoafirmação);
- garantir formação política junto com a formação técnica na perspectiva do
trabalhos socialmente útil os movimentos sociais ensinam isso (autoorganização, auto-responsabilização, função social) = fomentar a formação
acadêmica uma sugestão é resgatar a “ideia de microuniversidade
cubana", experiência que dá conta das pontes que na academia fica
restrita no momento de estágio;
- a partir das ações de estágio, melhorar a prática da escuta para
referenciar as decisões técnico-profissionais da escola com foco nos
sujeitos que atende;
- fomentar o exercício dos grêmios estudantis, impulsionar iniciativas a
partir da formação política em ação concreta.
5 • EIXO MEIO AMBIENTE E TRABALHO
RESUMO EIXO TEMÁTICO: DIREITO À CIDADE
RELATORIA: CARLA MENDES (CARLOTA)
TURNO: VESPERTINO
REALIDADE SOBRE O TEMA (SÍNTESE DESCRITIVA):
Cada um se sente parte da cidade?
- Direito à cidade é para todos.
- Rodada de apresentações.
- Debate.
- Encaminhamentos de propostas.
LISTAR OS DESAFIOS (DEMANDAS E SUGESTÕES DE
ENCAMINHAMENTOS)
- Proposta de discutir estratégias para o “ oradia Primeiro” (First House)
- Habilitação - que moradia queremos? E como queremos?
- Estudos sobre o debate da localização distante dos conjuntos habitacionais.
- Como poderíamos articular os movimentos de rua e da moradia? Dialogar.
- Cuidado em saúde com crianças e adolescentes em situação de rua. Como
fazer legalmente?
- Nome social.
- Sistema prisional para mulheres trans e LGBT.
- Centro de atendimento à pessoas LGBT em Maceió.
- Cartilha educativa - direitos - respeito entre os LGBTs.
- Cobrar à realização de conselhos municipais e estaduais das cidades.
26
- Levantamento das vagas urbanas em toda cidade, principalmente Centro e
Jaraguá.
- Discutir cooperativa e geração de renda.
- Projetos de inovação e geração de renda e emprego.
- Importância do 3º setor para políticas públicas urbanas.
- GT de Reforma Urbana.
-GT de população de rua e moradias vulneráveis.
- Portal para divulgação de todas as pesquisas de extensão da ufal (online).
- Unir população de rua e arquitetura.
- Fórum popular ser itinerante.
- Sair da Ufal e ir para bairros populares.
- Unir trocas de conhecimento.
- Políticas para discutir formação para acadêmicos
- Criar matérias da faculdade onde os alunos saiam da faculdade (matérias na
vivência).
RESUMO EIXO TEMÁTICO: UNIVERSIDADE POPULAR NO TERRITÓRIO
RELATORIA: DÉBORA CAVALCANTI
TURNO: VESPERTINO
REALIDADE SOBRE O TEMA (SÍNTESE DESCRITIVA):
Luta urbana por moradia, por creche, por conquistar a terra, lutas periféricas para atrair
os trabalhadores, fazer a ocupação de terras, governo sem compromisso com a cidade,
maquiagem do vida nova nas grotas, discutir a casa ao invés de acertar o que a prefeitura
quer, violação de direitos, jovens assassinados, é só sem trabalho sem educação, sem
formação política, falta discutir política social, machismo, temas indígenas, comunidade
cigana. Comunidade pescadores de Jaraguá
*Falta espaço para melhor funcionamento do ponto de cultura enseada das Canoas que
desenvolve oficinas de arte, percussão, capoeira e trabalham com a inclusão de crianças
e jovens deficientes.
*Assessoria para atuar nas áreas de tecnologia da informação, assistência social e
fortalecer núcleos de produção de artes visuais, artesanato e implantar núcleo de
comercialização de alimentos.
LISTAR OS DESAFIOS (DEMANDAS E SUGESTÕES DE ENCAMINHAMENTOS)
Resgate de identidade da comunidade, resgate cultural da história (artesanato, feira,
reciclagem de lixo, trançando um sonho), palestras informativas (agricultura artesanato e
pesca), cursos, espaços de produção de diálogo direto, envolvendo os participantes,
continuar o apoio já iniciado, tem recursos para mudar a realidade.
*Definir o papel universidade, agregar o conhecimento;
*Profissionalizar a comunidade para desnaturalizar a pobreza;
*Agregar a interdisciplinaridade;
*Estudar a realidade local.
27
6• EIXO SAÚDE
RESUMO EIXO TEMÁTICO: SEGURANÇA E SOBERANIA ALIMENTAR
RELATORIA: JOSÉ ROBERTO DOS S. LIMA
TURNO: VESPERTINO
REALIDADE SOBRE O TEMA (SÍNTESE DESCRITIVA):
Inicia-se com uma dinâmica da professora Edna com um pão em uma roda ao
som da música ilton Nascimento “Debulhar o trigo”, onde teve o principal
objetivo de mostrar que a alimentação é direito de todos. A professora Wanda
Ilivai, de Serviço Social demonstrou em reflexão e a PAA da Ufal. Iniciou a revisão
com conceitos de Losan (Lei nº 1346 de 15 de Setembro de 2006) Acesso regular
e permanente a uma qualidade e quantidade de produção ambiental, econômico e
socialmente sustentável para toda a população. Entrou no conceito de soberania
alimentar e destacou o papel da mulher no campo. Programa de Aquisição de
Alimentos - PAA (Lei nº 10.696 de 2003 com o objetivo de fortalecer AF. Ufal
utiliza o PAA para fortalecer o AF na compra de alimentos para seus
RU‟s
Inicia-se em parceria com o departamento da reitoria e SEMED/AL. Em primeira
chamada pública obtiveram 10 contratos para o RU (A.C. Simões e CECA). Com
demandas de hortifruti, tubérculos, laticínios, ovos sem perecíveis e polpa de
frutas R$ 742.187,08. No Grupo II (Arapiraca) 2 contratos R$ 154.479,51. No III
(Viçosa) com 1 contrato R$ 26.347,32 e IV (Sertão) 4 contratos R$ 141.620,42.
Na fala o representante do CONSEA, Júlio reafirma o papel e importância do
conselho na construção de políticas públicas do país.
LISTAR OS DESAFIOS (DEMANDAS E SUGESTÕES DE
ENCAMINHAMENTOS)
- Há dificuldade de adequar a compra em contexto com a realidade local.
- Compras públicas e aquisições de contratos sofrem um pouco de dificuldade por
conta das especificidades e demandas de cada RU.
- Preocupação do uso de agrotóxicos por agricultores e manejo com os mesmos.
- Construir uma demanda com os agricultores e sensibilizá-los a respeito do uso
de agrotóxicos.
- Utilizar uma ação específica com as políticas PAA e PNAN para aquisição de
alimentos de agricultores familiar.
- A vontade política em prosseguir e fortalecer essas políticas ainda é algo que
temos a pressionar e lutar pelos mesmos.
RESUMO EIXO TEMÁTICO: SAÚDE E DEMOCRACIA
RELATORIA: ALEYA ANTUNES /ISLLA
PIMENTEL
TURNO: MATUTINO
REALIDADE SOBRE O TEMA (SÍNTESE DESCRITIVA):
28
8ª Conferência de Saúde (1986): com a participação popular de acordo com o
tema - Saúde de Democracia.
Movimento da Reforma Sanitária: para ter saúde é necessário moradia, terra,
alimentação, condições dignas de vida. Saúde não é mercadoria.
Alagoas (2015): 72% dos recursos hospitalares são depositados no setor privado.
Tentativa de retomar os princípios da reforma sanitária da década de 80.
Conferências:
*Saúde da Mulher - descriminalização do aborto;
*Vigilância à Saúde;
*Necessidade de militância;
*Saúde como direito.
LISTAR OS DESAFIOS (DEMANDAS E SUGESTÕES DE
ENCAMINHAMENTOS)
* Desmonte da Saúde Pública;
- Corte de gastos;
- Limitação e desconstrução do SUS;
- Privatização - Capital na Saúde, Planos de Saúde, Indústria Farmacêutica.
- Novos modelos de gestão Relações Público - Privado.
- Terceirização e concessão de serviços estatais e expressas.
* Governo Temer.
- Ameaça aos SUS.
- Diminuição do tamanho do SUS.
- Aprovação da PEC dos congelamentos dos gastos que limita ao mínimo
investimento por 20 anos.
- Estímulo ao setor privado.
- Revisão da política nacional de Atenção Básica e da Saúde Mental.
- Redução de toda a Atenção Primária ao mínimo.
- Proposta central (2019): Reforma da Previdência.
- Censura as Universidade Públicas.
- Ministro da Saúde vinculado ao Setor Privado.
- Hospitais federais e universitários em processo de crise.
- Desafio de ampliação e integração dos diversos movimentos sociais.
- Falta de percepção da saúde como algo amplo e fora da ideologia generalizada
que a caracteriza minimamente como “ausência da doença” deixando a desejar
no entendimento que saúde deve significar qualidade de vida.
- Ampliação da luta em defesa da Saúde como direito para a população e do
dever do Estado na garantia disso.
- Indignação perante a utilização da necessidade populacional de saúde como
uma forma de gerar lucro, utilizando a saúde como uma forma de mercadoria
capitalista. Como exemplo disso há o maior investimento no setor privado do que
no setor público e as propostas de privatização do setor público e as propostas de
privatização dos setores públicos existentes.
- Desmonte do programa de saúde da família e do programa Mais Médicos.
- Necessidade do estudante em espaços como o CAPS e outros locais onde se
atua a saúde pública mas que não possui uma boa imagem segundo a sociedade.
- Facilidade do acesso a clínicas populares (preço e comodidade) em relação aos
hospitais públicos.
29
- Propostas práticas sobre o retrocesso na saúde mental.
- Como cobrar das representantes uma militância no setor da saúde.
- O ataque contra conquistas da área da saúde como a descriminalização do
aborto, proibição de agrotóxicos, etc.
- Reconhecimento da dimensão do Sistema Único de Saúde.
RESUMO EIXO TEMÁTICO: SAÚDE - OFICINA SAÚDE E GÊNERO
RELATORIA: GIAN CARLOS R.
NASCIMENTO
TURNO: VESPERTINO
REALIDADE SOBRE O TEMA (SÍNTESE DESCRITIVA):
A oficina iniciou com a apresentação do coletivo e a rodada de apresentação, em
seguida alguns conceitos acerca da temática, como por exemplo orientação
sexual, identidade, expressão de gênero e sexo biológico foram abordados e
disparado a discussão para que os participantes desconstruíssem ideais préestabelecidas. Ao longo da oficina houve uma abordagem do panorama geral
sobre gênero e saúde e a importância minimização do machismo. A construção
social, respeito e direitos humanos foram pontuados em todos os momentos do
espaço, com ênfase no viver em sociedade plural e importância da busca por
igualdade de gênero. Reafirma-se os avanços da universidade com a inclusão do
nome social e luta pela inclusão de cotas para transgênero.
LISTAR OS DESAFIOS (DEMANDAS E SUGESTÕES DE
ENCAMINHAMENTOS)
*Desafios:
- Cultura do estupro.
- Construção social.
- Machismo.
- Igualdade de gênero.
*Sugestões:
- Inclusão de cotas para transgênero;
- Mais espaços de socialização acerca da temática fora da universidade;
- Implementação do laboratório trans no Hospital Universitário Professor Alberto
Antunes.
RESUMO EIXO TEMÁTICO: SAÚDE MENTAL
RELATORIA: ALYCIA ANTUNES E ISLLA
PIMENTEL
TURNO: VESPERTINO
REALIDADE SOBRE O TEMA (SÍNTESE DESCRITIVA):
●
Oficina com o propósito de reflexão de assuntos que perpassam a universidade e
30
●
●
reflete em nossa sociedade;
Apontamento da universidade como um dos motivos para o adoecimento mental e
para a intensificação do mesmo além da reflexão de como evitá-lo e desenvolver
ações e estratégias de Saúde mental para melhorias na qualidade de vida da
sociedade acadêmica e o reflexo disso na sociedade em geral;
Apontamento de dificuldades que podem intensificar o adoecimento mental e a
reflexão sobre ações que podem ser desenvolvidas para redução de danos como
a diminuição do tempo no celular melhores noites de sono realização de práticas
de relaxamento.
LISTAR OS DESAFIOS (DEMANDAS E SUGESTÕES DE ENCAMINHAMENTOS)
● Universidade como intensificador do adoecimento
● Pessoas já chegam doentes?
● Pessoas adoecem na universidade?
● Queixas de adoecimento.
● Falta de adesão e informação sobre ações e estratégias.
● Desvalorização da Saúde mental e qualidade de vida.
● Falta de prevenção
● Como a universidade nos adoece e como pode ser?
● Melhor organização e planejamento individual
● Não saber o que fazer diante do adoecimento mental na universidade
● Representatividade
● Ampliação de local de fala para que todos possam ser ouvidos
● Carência de espaços de convivência integradores dentro da universidade
● Tornar os ambientes mais agradáveis acolhedores e confortáveis
Proposta de ação na universidade: criação de caixas de sugestão distribuídas em pontos
estratégicos com perguntas como "como a universidade te adoece?" O que poderia gerar
um feedback para o planejamento de ações de melhoria de qualidade de vida.
- Dia 21 de julho: ação no bebedouro com práticas de música, dança, forma de
relaxamento.
- Práticas integrativas para promoção de saúde e dinamização pautadas em convívio
social e redução de fatores de riscos ligados principalmente ao psicossocial;
- Maior ação no Ceca (Rio Largo) dada à distância;
- Integração maior de cursos proposta de realização de uma reunião convocada pela
PROEST com a presença de todos os centros acadêmicos da universidade a fim de
discutir estratégias a respeito de saúde mental e melhor utilização dos espaços de
convivência;
- Empecilhos: falta de recursos para realização de ações;
- Ampliação e desenvolvimento de espaços da universidade para melhorar políticas
estudantis.
7 • EIXO TECNOLOGIA E PRODUÇÃO
RESUMO EIXO TEMÁTICO: TECNOLOGIA E PRODUÇÃO
RELATORIA: Oficina: Economia Solidária
TURNO: -
31
Responsável: Marconi Tabosa de Andrade
REALIDADE SOBRE O TEMA (SÍNTESE DESCRITIVA):
Os dois grupos que participaram do I Fórum Popular da UFAL, vindos de
Igaci, definiram demandas nos dois eixos a seguir:
Comunidade Município
Igaci
Igaci
Igaci
Arapiraca
Objetivo/área
de atuação
Eixo
Tecnologia e
produção
Promover
Mediação da
inclusão
Universidade
financeira/fina na
nças
articulação
solidárias
com a esfera
pública
municipal
para
ampliação
do apoio e
aporte
de
recursos
para
consolidação
das
ações
do Banco de
Igaci.
Comercializa Incorporação
ção de
de produtos
produtos da
processados
agricultura
pela
familiar/comé agricultura
rcio justo e
familiar, nas
solidário
compras
públicas
realizadas
pela UFAL,
para
abastecer os
Rus.
Eixo Educação
Formação em
educação
financeira para
pequenos
produtores
rurais e
familiares.
Formação em
gestão de
negócios e
produção em
pequena
escala: gestão
do trabalho, da
produção e da
contabilidade.
Formação em
educação
financeira para
pequenos
produtores
rurais e
familiares.
Formação em
gestão de
negócios e
produção em
pequena
escala: gestão
do trabalho, da
produção e da
contabilidade.
LISTAR OS DESAFIOS (DEMANDAS E SUGESTÕES DE
ENCAMINHAMENTOS)
Na oficina do dia anterior, além dos conteúdos previstos, o grupo aproveitou para
definir, em linhas gerais, as principais demandas, os desafios e as sugestões
32
amadurecidas.
As demandas para o desenvolvimento das atividades de extensão podem ser
agrupadas em três linhas gerais:
Logística: deslocamento das equipes de professores e estudantes
extensionistas para as comunidades, bem como o deslocamento dos
grupos formados nas comunidades para visitações técnicas e formação no
espaço da Universidade.
Formação: definição de conjuntos de formações básicas necessárias aos
empreendimentos, tais como organização da produção, contabilidade do
negócio, plano de negócio, design de produto, comercialização digital,
autogestão, formação de redes de produção e comercialização.
Comercialização:
composição
de
redes
de
comercialização,
estabelecimento de plataformas de comercialização digital (Instagram,
Facebook, sites próprios, blogs etc), logística de escoamento da produção.
RESUMO EIXO TEMÁTICO: TECNOLOGIA E PRODUÇÃO
RELATORIA: ODAIR BARBOSA/ MARIA ESTER
TURNO: VESPERTINO
REALIDADE SOBRE O TEMA (SÍNTESE DESCRITIVA):
● A discussão se deu de forma dinâmica com a representação dos seguintes:
Wagner Souza do assentamento (MST); Gastrone Beltrão de olho d'água do
Casado; 2: Orestes dos Santos assentamento lagoa da cachoeira da cidade de
Piranhas (MST), 3: Jerônimo dos anjos da cidade de Igaci da associação de
agricultores alternativos; 4: Jaciel Guilherme do Nascimento da sociedade CURL,
da cidade de Arapiraca. Todos foram unânimes em concordar que as tecnologias
sociais não existem nos lugares onde residem. A grande ausência apontada pelos
participantes do fórum é assistência técnica rural, sendo a água potável uma
problemática presente em todos os lugares: olho d'Água do casado e em
Piranhas. Em relação à Igaci assistência técnica é em relação à agropecuária.
Novo representante da cidade de Arapiraca, a indicação foi ausência de
percepção da urbanidade dos moradores de Arapiraca em relação a sua
humanidade.
LISTAR OS DESAFIOS (DEMANDAS E SUGESTÕES DE ENCAMINHAMENTOS)
●
●
●
PENSAR SISTEMAS DE CAPTAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA POTÁVEL
PARA OS ASSENTAMENTOS DE LAGOA DA CACHOEIRA EM PIRANHAS E
GASTONE BELTRÃO EM OLHO D'ÁGUA DO CASADO;
PENSAR PARCERIAS ENTRE A UNIVERSIDADE E OS ASSENTAMENTOS,
ONDE FOSSE POSSÍVEL UM ASSISTÊNCIA TÉCNICA DE BAIXO CUSTO;
DESSALINIZAÇÃO DOS POÇOS ARTESIANOS DOS ASSENTAMENTOS.
RESUMO EIXO TEMÁTICO: TECNOLOGIA E PRODUÇÃO
RELATORIA: NÃO IDENTIFICADO (PÁGINA 13)
TURNO: VESPERTINO
33
REALIDADE SOBRE O TEMA (SÍNTESE DESCRITIVA):
Usar a tecnologia para promoção de melhores condições de vida e saúde da
comunidade.
LISTAR OS DESAFIOS (DEMANDAS E SUGESTÕES DE ENCAMINHAMENTOS)
Proposta 1: implantação do uso de energia solar na comunidade.
Ou como pode ser chamada de energia foto voltaica, é proveniente da luz do sol e do
cavalo do Sol, os quais são convertidos em eletricidade, existem dois tipos: a falta voltar
que já térmica.
Proposta 2: promover a produção de biofertilizantes. Biofertilizante é o sub produto da Bio
digestão é de extrema importância como próprio biogás.
Substâncias que contém organismos vivos que quando aplicado em sementes, superficial
de plantas, promove o circuito de forma mais nutrida.
Proposta 3: promover a produção de gás natural da biodigestão.
Tecnologia e produção
1° ampliar e fortalecer os estudos nas áreas tecnológicas e produtivas, e que é esses
estudos sejam internalizados para as comunidades;
2° na área de estudo, pesquisa e extensão, fazer com que, nos trabalhos voltados a
produção agrícola, estudo do solo, perfuração de poços e estudos agroecológicos, a
dente as comunidades indígenas a fim de promover conhecimento na área e troca de
saberes.
Tecnologia e produção
Chayene da Conceição Silva
Comunidade 1/ representante: Ademir (981837862)
Coité do Nóia - Comunidade Cruzes - associação dos trabalhadores rurais
- Produção de cestos e peneiras artesanais - Bambu/Folha de coqueiro
- Demandas identificadas
- Exploração da mão de obra (atravessadores) - sistema exploratório
- Falta nascimento da cooperativa
- Organização do processo de produção e venda
- Como explorar o nicho do mercado?
- Sugestões de desafios:
- Criação de identidade visual (reconhecimento de pertencimento da
cooperativa);
- Utilizar plataformas para disseminação divulgação
- Criação de Sub produtos;
- Implementação de oficinas;
- Trabalhar a economia solidária.
Comunidade 2/representante - Leda ( 9828-1027)
Arapiraca - associação das mulheres do Agreste
- Demandas identificadas:
- Falta de estímulo;
- Fomento do saber fazer;
- Sugestão de desafios:
- Reconhecimento das habilidades e limitações das artesãs;
- Trabalhar o empoderamento e o fortalecimento do grupo;
- Capacitação do grupo: métodos, técnicas e ferramentas;
- Divulgação e disseminação: cartilhas/plataformas digitais.
34
Comunidade 3 - representante: Shakti
Comunidades indígenas: Kalanko/Karuazú/Wassul Cocal/Kacupanká/Xucuru
Marido/Fulni-ô/Jeripankó/Kariri Cocó
- Estabelecer uma ponte entre a comunidade e a universidade;
- Visibilidade valorização das comunidades;
- Logística para facilitar a comunicação e divulgação das comunidades;
- Preservação ambiental;
- Criação de uma plataforma de integração;
- Reintegração entre as diferentes comunidades;
- Utilização de plataformas digitais;
- Elaboração de cartilhas informativas;
- Arquitetura: projetos voltados para a sustentabilidade.
Comunidades/regiões: Água Branca, São Sebastião, Palmeira dos Índios, Inhapi,
Pariconha, Porto real do Colégio, Joaquim Gomes.
Plenária Final do Congresso do Fórum Popular da Ufal e encaminhamentos
gerais
No dia 06 de Julho de 2019, na parte da manhã, ocorreu no Auditório da
Reitoria. Optou-se pela dinâmica de cada grupo apresentar sua síntese no tempo de
dez minutos. Os representantes do grupo presentes compuseram a mesa que foi
coordenada pela Pró-Reitora e Extensão, profa. Joelma Albuquerque. A seguir,
explicita-se de forma descritiva o que os grupos destacaram de mais significativo
acerca do que foi debatido durante o Congresso do Fórum Popular da Ufal.
O primeiro grupo a expor foi o do Meio Ambiente e Trabalho. Albani
Rocha, de Maravilha, destacou a necessidade de bancos comunitários de sementes
crioulas Relatou dificuldades dos estudos das “nossas sementes”, pois a maioria
das ações é contra as “nossas sementes” São 6
bancos, mas não se compra
uma semente, destacou. Apontou que precisam entender a ferramenta do
orçamento do Estado. Afonso, de Delmiro Gouveia (MST), trata sobre o meio
ambiente, sobre a escassez de chuvas no sertão, o solo é muito pobre e acontece
que a terra está salinizando e desertificando, o que dificulta a produção. Não temos
agricultores para trabalhar com a agricultura irrigada. As plantas nativas estão
sendo extintas, das quais o bode se alimenta. É necessário Preservar, sem falar no
Rio São Francisco, que sofre poluição. O grupo de quilombolas de Água Branca,
destaca a questão do lixo, chamando atenção que quando chove, o lixo é levado
para os riachos e desagua no Rio São Francisco. Aponta necessidade de ações de
35
Educação Ambiental, contra o desmatamento, que está acabando com as abelhas.
Quanto aos estudos do solo, as margens do canal do sertão estão salinizando.
Maria de Fátima Santos, de Arapiraca, trata sobre a relação da sociedade com a
natureza, destacando as varias nascentes degradadas com o esgoto do residencial
onde mora. Também destaca que é necessário discutir os saberes do campo e da
cidade, e saberes científicos, apontando que precisam da extensão para fazer
estudos, levantamento arbóreo, análise das águas para reivindicar melhorias.
Agradece a todos, desde Arapiraca, pela oportunidade de estar no Fórum.
O Segundo grupo foi o eixo cultura. Professor Gianinni destacou a
importância das diretrizes do Fórum, que passam a servir para lutar pelos direitos
junto aos gestores. Também aponta que a universidade não está só para ensinar,
mas para aprender, que deixe de olhar para a comunidade como objeto. Acrescenta
que essa produção é tão válida como a acadêmica; que o difícil é que para o senso
comum não é economia, mas é importante destacar que é profissão, fonte de renda,
e deve haver sustentabilidade econômica com a produção cultural. Necessário
mostrar a força dessa produção para enfrentar as violências contra mulheres e
LGBTs. Aponta como demandas a necessidade de ensino, formação e capacitação
técnica ser realizada pelos profissionais não tornando a extensão como substitutiva
nesse campo de trabalho. Também destaca a relação entre política pública, direito a
arte e à cidade. É importante intervir no conselho (de cultura), quanto à produção de
editais, seus critérios etc. Sobre Território e mapeamento cultural, é importante
tratar com „carinho‟ dessa produção cultural, pois sentiu falta dos produtores
culturais participando da discussão, e somente um professor participou – é uma
preocupação final. Edineide aponta que cultura é mistura, é alegria, e que a
universidade tem muito a contribuir e fazer pela cultura. A Juventude rural, do
campo, precisa de cultura, mas quem ta entrando é a „visão mundial‟ É preciso
ampliar a parceria com a Ufal, pois o future do Jovem não é amanhã, é hoje,
destaca.
O terceiro grupo foi o de Direitos Humanos, Violência e Justiça.
Destacou-se como ponto positivo o eixo ter sido pensado na programação.
Destacou o problema da criminalização dos movimentos sociais, a violação dos
direitos políticos e dos direitos humanos; a vulnerabilidade das comunidades
tradicionais; a fome; direitos básicos como saúde e educação negados. Necessário
36
pensar novas formas de fazer extensão, como a universidade pode colaborar com a
construção de políticas públicas e gerar conhecimentos que fortaleça os argumentos
para a conquista de direitos; tratar também sobre a migração dos jovens; fazer
campanha interna na Ufal sobre a transfobia; Sobre a religiosidade, combater o
racismo religioso; possibilitar a qualificação técnica dos movimentos, e o acesso à
cidade. Edneide agradece ao Prof. Lucas (Sertão), e sugere que se for haver um
próximo, que deixe todos os grupos juntos porque gostaria de participar de todos.
Agradece por trazer Mata Grande para a universidade, pois esta precisa pesquisar
como ajudar a concretizar mais sonhos, ver o que está acontecendo com „a gente‟,
querer saber da nossa vida, „precisamos nos sentir gente‟, enfatiza O país até hoje
não disse o que realmente precisa. Está ocorrendo a retirada dos direitos que já são
poucos. Sobre os laboratórios, questiona, se esses equipamentos estão disponíveis,
como podemos acessar? Almir Rodrigues, comunidade indígena Kapukin de
Pariconha coloca que a Ufal deve ser uma ponte para suprir as necessidades da
comunidade, pois querem garantir uma vida digna e honesta. Destaca que a aldeia
não consta no marco do município a que pertencem, portanto é necessário a
demarcação de terras, pois a cidade está crescendo e os “espremendo” Aponta
muitos casos de violência também. Laércio, pescador, do Povoado Cruz, aponta
que a escravidão continua, que estão explicita a violência, a injustiça, sugerindo que
a luta por dignidade deve continuar.
O quarto eixo a apresentar a síntese foi o da Educação. Professora
Carolina (CEDU) e Mauriza do Instituto Jarede Vianna, destacaram que houveram
duas oficinas, uma de Políticas Públicas, Movimentos Sociais; e outra de Educação
e práticas educativas. Quanto aos Quilombolas, indígenas e movimentos agrários,
levanta possibilidades para o ensino, pesquisa e extensão, com cursos específicos,
com divulgação desses cursos; oferta de cursos para entrar na universidade; além
de garantir recursos para a permanência; ter encontros sistemáticos com disciplinas
específicas dos cursos. No que se refere à educação infantil, é necessário
reconhecer quem são as crianças que estão na escolar, fortalecendo o fórum
alagoano de educação infantil e outras instituições como a ONG Erê. No tema
Gênero, Mulher e formação de professores, é importante ter laboratório de praticas
socialmente relevantes; considerar na elaboração dos PPCs e a extensão para
modificar as práticas dos professores. Recuperar no âmbito da formação de
professores “microuniversidades”; trazer princípios que nos ensinam a formação
37
política no âmbito da graduação, incorporando nos processos formativos na
licenciatura, e não contribuir para o interesse do povo não esteja representado.
Destacou a reforma trabalhista, lei da terceirização, da previdência, a EC 95, por
isso é necessário a formação política, e é necessário pensar de que forma fazê-la.
Letícia Katokin de Pariconha agradeceu a oportunidade de estar participando. Maria
José do
ST destaca que não é nesse espaço que irão resolver os „nossos‟
problemas, mas é uma construção, pois é necessário gostar da política para saber o
que é bom e o que é ruim, pois vivemos e dependemos da política. Aponta, por fim,
que a gestão deve continuar com essa política do Fórum Popular.
Quinto eixo a apresentar sua síntese foi o da saúde. Lucas do MST
destacou a importância de ocupar o espaço da universidade. Quanto a Saúde e
democracia, destaca o problema do desmonte do SUS, e que consigamos (os
indigenas, os sem-terra) chegar junto da frente nacional em defesa da saúde. Sobre
a segurança alimentar e soberania, importante saber como disputar o PAA de forma
mais qualificada. Disputar também o PNAE, os editais e programas estatais da
merenda escolar. Defender a continuidade do curso de agroecologia, explicitando a
diferença entre a agroecologia e o agronegócio, como a questão dos agrotóxicos,
que hoje são 190 liberados. Bruna Katokin de Pariconha aponta a união dos povos
para ir a luta, por espaços de construção de políticas, e produção de conhecimento
para avançar nas conquistas; exemplo da saúde indígena, para a qual há poucos
lutando por muitos. Também aponta apoio ao PAA, nas escolas indígenas esses
alimentos não chegam. Tobias do MOPS, profissional da saúde mental, destaca que
na universidade é necessário ter práticas integrativas, pois se observa o
adoecimento dos professores, dos estudantes. A produção do conhecimento vem
causando sofrimento e adoecimento, sendo necessário definir ações macro para
enfrentar esse problema, como ter espaço de saúde mental, programa de promoção
da saúde nas pró-reitorias, espaços de convivência, espaços comerciais; fazer
mutirões para limpeza dos espaços; destaca que não fazer nada também é
importante; fomentar práticas integrativas, práticas populares e tradicionais de
saúde. Ampliar a sala de cuidados para outros campi, Arapiraca e Sertão. Também
proporcionar cursos de formação nas práticas integrativas; formar um núcleo de
práticas integrativas.
O sexto grupo a apresentar a síntese foi o da comunicação. A profa.
38
Manoella Calou destacou a importância da realização do Fórum, para dar vez e voz
aos movimentos sociais, como tema da mobilização social e comunicação. Aponta
que a união de todos é importante porque temos histórias a contar, pois foi muita
luta, e foi importante a universidade abrir as portas, é um movimento histórico na
UFAL. Rapuã, indígena, estudante de história do campus do sertão, destaca que é
importante estar na luta, e pensa que hoje cada pessoa pode se comunicar, contudo
a comunicação pode ser muito perigosa, como as Fakenews, que são um tipo de
desinformação. É importante verificar as fontes, conseguir fontes boas. As redes
sociais ajudam na nossa organização, mas é importante a ação e não só a internet.
Não existe fé sem ação, destaca. Precisamos muito da divulgação, como dos jogos
indígenas; da moda que nos identifica como povo, que é um símbolo, é “nossa”
Heloísa e Alessandra apontaram que é muito gratificante estar nesse momento e
tem muita satisfação de o povo estar sendo ouvido. Destacam que a universidade
não é composta apenas de pessoas que defendem os direitos sociais, e que é
necessário democratizar a comunicação. Aponta que isso só irá mudar se for pela
ação, como a experiência do Cineclube, discutir os filmes, despertar a consciência
política por exemplo, fazer ações e divulgar. Conclui apontando que esse momento
vai ficar para a história.
O sétimo grupo foi o eixo da Tecnologia e Produção. A professora
Simone destaca a satisfação em estar participando do Fórum. O tema principal foi o
da tecnologia social, e a proposta em síntese foi: de assistência técnica rural;
educação para acessibilidade urbana, pelo direito de ir e vir; quanto à economia
solidária, fomentar grupos produtivos, finanças solidárias, articulação para
financiamento, formação de núcleos para educação financeira para os produtores
rurais, abordando como trabalhar esses processos. Eliane destaca que acordou na
universidade, mostrando a importância da universidade popular, a necessidade de
continuidade, não só com os bolsistas, mas ter recursos, construir ações
interdisciplinares, ter incentivos financeiros para atuar nos territórios, pois não basta
a ação de extensão, tem que ter recurso. Também aponta o trabalho com a
agricultura urbana, quintais produtivos, com participação direta de alunos e
professores, para que esta instituição esteja no meio do povo. Aloísio Katokin afirma
que ficaram indecisos quanto ao grupo que participaria, mas manifesta o desejo de
que a universidade esteja olhando para as comunidades, por isso escolheram a
Universidade Popular. Aponta que sua comunidade está de portas abertas para os
39
estudantes, que é necessário trabalhar mais nas escolas indígenas; também sobre
placas fotovoltaicas os alunos podem fazer estudos sobre isso. Edson, Jeripankó,
reforça que estes estudos devem ser voltados para as comunidades indígenas, com
o estudo do solo, de abertura de poços entre outros. Genivaldo, Xucurú-Cariri,
agradece esse momento em nome de seu povo. Coloca que é artesão junto com
seus filhos, e aponta que sobre a educação, tá deixando a desejar, faltando a escola
na comunidade deles, pois são 17 anos com apenas quatro sala de aulas. Shakti
aponta que o povo quer ter voz, pois na maioria das vezes não conseguem que
suas vozes sejam ouvidas, e ficam apenas como adorno, como acessório. As
universidades tem uma responsabilidade imensa com os que fazem o nosso Brasil
ser o nosso Brasil, destaca. Quem faz isso é a escola. Aponta que são povos
originários, e questiona porque não podem ter representação? Podemos ter uma
plataforma de comunicação de Editais, e a informação deve chegar em quem é de
direito. É necessário se fazer visível, reafirmando que é necessário acabar com a
invisibilidade.
Debate e encaminhamentos finais
Após a apresentação, se inicia os debates e encaminhamentos. A profa.
Telma afirma a necessidade de a universidade absorver o que foi dito esse
documento oficial vai gerar várias propostas, uma presença sistemática da
Universidade junto às comunidades. Fernando destaca a necessidade da sociedade
civil nos conselhos. É importante ter um documento aclamado pelos movimentos
sociais. Também aponta como importante provocar os órgãos de defesa para
avaliar os presídios; fazer grande mobilização pela defesa da política de saúde, de
educação. Maria Inês destaca que poucos professores defendem uma universidade
comprometida, e que se vê que é um novo momento que se inaugura na
Universidade pública, de uma universidade popular. Sobre a questão da barragem,
aponta que a contaminação vai chegar, e é importante haver pesquisas sobre o vale
do Xingó, pois está ocorrendo o desaparecimento de peixes. Tobias destaca que
existem espaços a ser ocupados, e é necessário pensar em um edital para
ocupação. Célia da Arca, colocou a questão do espaço no CECA.
Por fim, a Magnifica Reitora, Profa. Valéria Correia, e a Pró-Reitora de
Extensão Joelma Albuquerque encaminharam que o relatório será enviado aos
40
grupos participantes, e que será realizada reunião do fórum para dar continuidade
das ações, dentre elas, do edital que vise atender as demandas. O Fórum foi
instalado e precisa ser registrado institucionalmente. Agradeceu-se a participação
de todos e todas, ressaltando a importância da presença do povo na universidade,
com o qual o diálogo científico, artístico-cultural, educativo, político, deve acontecer
de forma sistemática, para que a Universidade cumpra com a sua missão
institucional, conforme posto no PDI 2019-2023.
41
Anexos
Anexo A – Grupos da comunidade externa participantes do Fórum Popular da
UFAL
Movimento social/ projeto/ associação/ comunidade
1. Associação Comunitária dos Moradores do Conjunto Frei Damião – Canafístula - Arapiraca
2. Projeto I.U.P.I. - Integ. da Unidade de Palhaçoterapia Intensiva - Arapiraca
3. PENEIRAR PARA FORTALECER: implantação de empreendimento solidário
nas comunidades do Município de Coité do Nóia/AL
4. Grupo ECOBRISA - Arapiraca - AL
5. COMUNIDADE REMANESCENTES QUILOMBOLA SACO DOS MIRANDAS - MATA
GRANDE/AL
6. Associação dos Remanescentes Quilombo Cruz
7. Grupo de Educação Ambiental Vida no Sertão - GEAVS
8. MST Brigada: José Elenilson (Sertão – Delmiro Gouveia)
9. Associação do conselho Administrativo do Assentamento Maria Bonita, Delmiro Gouveia
10. Terreiro de Oxossi Ilê Axé Dabalaxé Alayê Odé Erilé, Vila Operária, Delmiro Gouveia
11. Terreiro de Oxossi Ilê Axé Omim Ofá Luaderan, Delmiro Gouveia
12. Centro Espiríta Ilê Axé Oxum Iyássomy – Delmiro Gouveia
13. Quilombolas Serra das Viúvas e Quilombolas Ouricuri
14. Aldeia Indigena Jiripankó - Pariconha
15. Grupo de Educação Ambiental Vida no Sertão - GEAVS, Pedra Velha - Delmiro Gouveia - AL
16. Comunidade Indígena Wokanã Xucuru Kariri
17. Movimentos Populares de Alagoas - CMP/AL
18. Comunidade Indígena Tribo Xucurú Kariri
19. Comunidade Indígena Kariazú - Pariconha
20. Comunidade indígena Kalankó, Sítio Januária - Água Branca
21. Comunidade Indígena Katokinn/ Associação dos Jovens Indígenas Katokinn- AIK - Pariconha
22. Pastoral da Juventude Rural / PJR - Pariconha
23. Associação Quilombola do sítio Queimadas – Água Branca
24. Associação Quilombola Lagoa das Pedras – Água Branca
25. Associação Quilombola Maria das Dores - Água Branca
26. Movimento dos Trabalhadores Riurais Sem-Terra - Alagoas
42
27. Comunidade Ouricuri
28. Comunidade indígena Koiupanká - Inhapi
29. Grupo de mulheres do distrito Boacica - Igreja Nova/AL
30. Forum Estadual Permanente de Educação Escolar Indígena de Alagoas- FEPEEIND/AL Joaquim Gomes
31. Grupo de Ciclistas de Arapiraca
32. Comunidade Quilombola Bom Despacho – Barra de Camaragibe
33. Associação Artística Cultural O Arrebol - AACA
34. Associação da Comunidade Remanescente de Quilombo Mameluco
35. Quilombo Lunga
36. A Trinca
37. Banda de Fanfarra Independente Fênix
38. Movimento Cultural Folia na 15
39. Quilombo Oiteiro Penedo e Quadrilha Fulô do Quilombo
40. Movimento dos Trabalhadores Sem Teto
41. Associação dos Moradores e Amigos dos Conjuntos Novo São Vicente (Jagata) e
São Sebastião
42. Núcleo Atalaiense de Cultura e Arte
43. Comunidade indígena Fuwi-B
44. Quilombo Puxinanan
45. Associação Quilombola Mumbaça
46. Associação Quilombola Bengo
47. Associação Quilombola Uruçu
48. Comunidade Quilombola Sítio tupete
49. Associação Quilombola Santa Luzia do Norte
50. Movimento TodosUm
51. Quilombo Comunidade Caboclo – São José da Tapera
52. Comunidade Caboclo
53. Associação do desenvolvimento do Quilombo Lagoa do Algodão, Carneiros Alagoas.
54. ONG Viva Mundaú – Fernão velho, Maceió
55. Movimento Popular Comunitário
56. MTST (Movimento dos Trabalhadores sem Teto)
43
57. Projeto Alternativo de Apoio a Meninas e Meninos de Rua – ERÊ – Marechal Deodoro
58. Fórum de Saúde Mental de Maceió
59. Coletivo Afrocaeté - Maceió
60. ANU (ASSOCIAÇÃO DE NEGRAS E NEGROS DA UFAL) - Maceió
61. NAJUP (Núcleo de Assessoria Jurídica Popular) – Aqualtune - Maceió
62. Movimento Nacional da População de Rua – Maceió.
63. Instituto Feminista Jarede Viana, Maceió.
64. Movimento de Mulheres Olga Benário, Maceió.
65. VILA DOS PESCADORES DO LAGO DA PERUCABA – ARAPIRACA
66. AMAJAR
67. Grupo das Mulheres Marisqueiras de Maceió
68. Grupo União Espírita Santa Bárbara – GUESB/Inaê
69 Circularte e “ ora Circar?”
70. Movimento Periferico Parte Alta
71. Fórum Alagoano em defesa do SUS
72. Associação Comunitária das Mulheres do Agreste - Arapiraca
73. Associação dos Remanescente Quilombo Cruz - Delmiro Gouveia
74. Comunidade do Residencial Agreste – Arapiraca
75. Articulação Semiárido Alagoano - Asa Alagoas
76. Centro de Desenvolvimento Comunitário de Maravilha-CDECMA de Maravilha/AL;
77. Cooperativa dos Pequenos Produtores Agrícolas de Bancos Comunitário de Sementes Coppabacs em Delmiro Gouveia/AL
78. Projeto Acolher - abrigo de animais no Village Campestre
79. Projeto Doguinhos da Ufal de Arapiraca
80. Associação de Desenvolvimento da Comunidade Remanescente de Quilombo carrasco
Arapiraca Alagoas
44
Anexo B
Municípios de origem dos participantes
1. Igaci
2. Coité do Nóia
3. Maravilha
4. Maceió
5. Carneiros
6. São José da Tapera
7. PilarSanta Luzia do Norte
8. Canapi
9. Traipu
10. Belém
11. Cacimbinhas
12. São Miguel dos Campos
13. Limoeiro de Anadia
14. Atalaia
15. Penedo
16. Taquarana
17. Passo de Camaragibe
18. Mata Grande
19. Marechal Deodoro
20. Joaquim Gomes
21. Igreja Nova
22. Inhapi
23. Água Branca
24. Pariconha
25. Palmeira dos Índios
26. Delmiro Gouveia
27. Arapiraca
45
Anexo C
Matérias Publicadas no Site da UFAL - 1º Congresso do Fórum Popular da Ufal
02/01/2020
Ufal realiza Congresso do Fórum Popular em julho — Universidade Federal de Alagoas
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ÓRGÃOS DO GOVERNO
UNIVERSIDADE
FEDERAL DE ALAGOAS
Página Inicial Ufal Notícias 2019 5 Ufal realiza Congresso do Fórum Popular em julho
Ufal realiza Congresso do Fórum Popular em
julho
Objetivo do evento é ampliar diálogo entre a Universidade e os movimentos
sociais
Por: Carlos Rodrigues - estudante de Jornalismo - 21/05/2019 às 15h06 - Atualizado em 21/05/2019 às
16h37
Evento será de 4 a 6 de julho no Campus A.C. Simões
A Pró-Reitoria de Extensão (Proex) da Ufal realizará, de 4 a 6 de julho de 2019 no Campus A.C.
Simões, em Maceió, o 1º Congresso do Fórum Popular. A proposta do evento é promover debates
entre a comunidade acadêmica e os movimentos populares e sociais do campo e da cidade.
Com o tema Universidade e sociedade em diálogo: diversidade, inclusão e equidade, o fórum tem a
intenção de estabelecer trocas de informações e possibilitar que as entidades discutam suas
problemáticas junto à comunidade universitária.
https://ufal.br/ufal/noticias/2019/5/ufal-realiza-congresso-do-forum-popular-em-junho
1/3
02/01/2020
Ufal realiza Congresso do Fórum Popular em julho — Universidade Federal de Alagoas
Os debates vão ser divididos pelos seguintes eixos: Educação, Saúde, Cultura, Comunicação, Meio
Ambiente e Trabalho, Tecnologia e Produção, além de Direitos Humanos e Justiça. A Ufal vai buscar
institucionalizar, com recursos próprios, o atendimento de demandas apresentadas por meio do
diálogo científico a partir da atual realidade social de Alagoas e do país.
Para discutir as demandas do Fórum Popular, já foram realizadas seis reuniões. Na última quintafeira (16), foi apresentada, em Arapiraca, a proposta de Congresso do Fórum e os objetivos
propostos a partir dessa ação. Na sexta-feira (17), a equipe do Fórum se reuniu no Campus A.C.
Simões, na Faculdade de Serviço Social, para discussão dessas temáticas.
Serviço
1º Fórum Popular Universitário
Quando: 4 a 6 de julho de 2019
Onde: Campus A.C. Simões da Ufal
Próximas reuniões: 5 de junho em Arapiraca; 6 de junho em Maceió
Quer participar? Entre em contato com a gente! Pelo email forumpopularufal@gmail.com, Facebook ou Instagram (@forumpopularufal).
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Biblioteca
Carta de Serviços
Central de Sistemas
Comissão própria de avaliação
Consulta de processos
Períodicos
https://ufal.br/ufal/noticias/2019/5/ufal-realiza-congresso-do-forum-popular-em-junho
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02/01/2020
Ufal realiza Congresso do Fórum Popular em julho — Universidade Federal de Alagoas
Sistema Integrado de Gestão - SIG
Sistema de Gestão de Pessoas - SIGEPE
Ouvidoria Geral - OG
Desenvolvido com o CMS de código aberto
https://ufal.br/ufal/noticias/2019/5/ufal-realiza-congresso-do-forum-popular-em-junho
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02/01/2020
Proex convida comunidade para participar do 1° Fórum Popular da Ufal — Universidade Federal de Alagoas
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Página Inicial Ufal Notícias 2019 7 Proex convida comunidade para participar do 1° Fórum Popular
da Ufal
Proex convida comunidade para participar do
1° Fórum Popular da Ufal
Evento começa neste dia 4 e segue até a sexta-feira (6), no Campus A.C.
Simões, em Maceió
Por: Luciano Cardeal – estudante de Jornalismo - 04/07/2019 às 09h34
Arte de divulgação
A comissão organizadora do 1° Congresso do Fórum Popular da Universidade Federal de Alagoas,
por meio da Pró-reitoria de Extensão (Proex), convida todos a participarem das programações do
evento, que abre apartir das 18h30 desta quinta-feira (4), no auditório Nabuco Lopes, localizado na
Reitoria.
Embora o Fórum esteja voltado a ouvir as necessidades de várias entidades e movimentos sociais,
tanto da capital como do interior do Estado, e não somente do meio acadêmico, os alunos,
professores e servidores em geral poderão acompanhar toda programação durante os três dias do
evento. Será a oportunidade para construção de conhecimentos mais abrangentes e uma relação
mais estreita
com os assuntos demandados
pelos movimentos
locais sediados em Alagoas.
https://ufal.br/ufal/noticias/2019/7/proex-convida-comunidade-para-participar-do-1deg-forum-popular-da-ufal
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02/01/2020
Proex convida comunidade para participar do 1° Fórum Popular da Ufal — Universidade Federal de Alagoas
Os debates ocorrerão em torno de mesas temáticas e grupos de trabalhos, que abordarão diversos
assuntos interligados a cada um dos sete eixos que compõem o Fórum: Educação; Saúde; Cultura;
Comunicação; Meio Ambiente e Trabalho; Tecnologia e Produção; e Direitos Humanos, Violência e
Justiça.
O credenciamento começará às 17h, haverá uma apresentação do Corpo Cênico da Ufal às 18h30 e,
em seguida, uma conferência ministrada pela professora Roberta Esperandio Traspadini (Unila). O
evento ainda conta com uma vasta programação de mesas, oficinas e grupos de trabalhos.
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Carta de Serviços
Central de Sistemas
Comissão própria de avaliação
Consulta de processos
Períodicos
Sistema Integrado de Gestão - SIG
Sistema de Gestão de Pessoas - SIGEPE
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02/01/2020
Reuniões preparatórias para o Fórum Popular ocorrem em junho — Universidade Federal de Alagoas
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Página Inicial Ufal Notícias 2019 5 Reuniões preparatórias para o Fórum Popular ocorrem em junho
Reuniões preparatórias para o Fórum Popular
ocorrem em junho
Objetivo é apresentar a iniciativa aos movimentos sociais de Alagoas e à
comunidade universitária
Por: Carlos Rodrigues - estudante de Jornalismo - 27/05/2019 às 16h56 - Atualizado em 27/05/2019 às
17h46
Imagem de divulgação
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02/01/2020
Reuniões preparatórias para o Fórum Popular ocorrem em junho — Universidade Federal de Alagoas
Nos dias 5 e 6 de junho de 2019, nos campi A.C. Simões e Arapiraca, serão realizadas as reuniões
para apresentação do 1º Fórum Popular na Ufal. Estarão presentes movimentos populares,
entidades sindicais e culturais do campo e da cidade. Durante o encontro, será feita a entrega de
formulários de participação e discussão com representantes dessas organizações, com o objetivo
de que os movimentos possam levar a proposta do Fórum para seus integrantes.
A comunidade acadêmica que desenvolve ações de ensino, pesquisa e extensão será chamada a
fazer parte da construção do evento, já que a ideia do fórum é promover o estreitamento entre a
universidade e os movimentos sociais.
As reuniões serão abertas para a comunidade universitária que deseja fazer parte do Fórum, o qual
será realizado de 4 a 6 de julho de 2019 no Campus A.C. Simões da Ufal.
Serviço:
Reuniões em preparação para o 1º Fórum Popular Universitário
Quando: 5 de junho de 2019, às 9h, na Sala 1, Bloco A, do Campus Arapiraca
- 6 de junho de 2019, às 14h, na Sala de Multimeios da Faculdade de Serviço Social, Campus A.C.
Simões, em Maceió
Quer participar do Fórum? Entre em contato com a gente através de nossas redes sociais e fique
por dentro de tudo!
Mais informações pelo e-mail forumpopularufal@gmail.com, Facebook ou no
Instagram: @forumpopularufal
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Carta de Serviços
Central de Sistemas
Comissão
própria de avaliação
https://ufal.br/ufal/noticias/2019/5/reunioes-preparatorias-para-o-forum-popular-ocorrem-em-junho
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02/01/2020
Reuniões preparatórias para o Fórum Popular ocorrem em junho — Universidade Federal de Alagoas
Consulta de processos
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Sistema de Gestão de Pessoas - SIGEPE
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02/01/2020
1º Fórum Popular da Ufal abre edital para monitores — Universidade Federal de Alagoas
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Página Inicial Estudante Notícias 2019 6 1º Fórum Popular da Ufal abre edital para monitores
1º Fórum Popular da Ufal abre edital para
monitores
Evento pretende preencher 50 vagas com estudantes que auxiliarão nas
atividades do evento
Por: Paulo Canuto, estudante de Jornalismo - 26/06/2019 às 15h00 - Atualizado em 26/06/2019 às 15h00
Divulgação
O Fórum Popular da Ufal coordenado pela Pró-reitoria de Extensão, convida a comunidade
universitária a participar da seleção de monitores no 1º Congresso do Fórum Popular da Ufal, que
irá acontecer entre os dias 4 à 6 de julho no Campus A.C. Simões. O intuito do chamado é compor
https://ufal.br/estudante/noticias/2019/6/1o-forum-popular-da-ufal-abre-edital-para-monitores
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02/01/2020
1º Fórum Popular da Ufal abre edital para monitores — Universidade Federal de Alagoas
uma equipe de trabalho para atuar durante a realização do congresso, além de possibilitar a
participação e integração de estudantes e servidores voluntários nas atividades relacionadas a
indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.
O período de inscrição vai até o dia 1º de julho, a partir da análise das informações e documentos
apresentados pelos candidatos no formulário de inscrição que deve ser enviado para o e-mail
forumpopularufal@gmail.com. A análise ficará a cargo de uma subcomissão de monitoria já formada
para esse fim.
As vagas para monitores são destinadas aos alunos devidamente matriculados em diversos cursos
de graduação da Ufal e, preferencialmente, aos bolsistas dos projetos de extensão desta
instituição, conforme especificações do edital. Serão selecionados e posteriormente convocados
um total de 50 monitores, com um acréscimo de um cadastro de reserva. A definição do local de
atuação dos monitores será realizada pela Subcomissão de Monitoria, tendo como parâmetro os
requisitos de interesse manifesto, pelo candidato, durante as inscrições, dentre outros critérios
estabelecidos por esta subcomissão.
Para mais informações acesse o edital.
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Comissão própria de avaliação
Consultade processos
https://ufal.br/estudante/noticias/2019/6/1o-forum-popular-da-ufal-abre-edital-para-monitores
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1º Fórum Popular da Ufal abre edital para monitores — Universidade Federal de Alagoas
Períodicos
Sistema Integrado de Gestão - SIG
Sistema de Gestão de Pessoas - SIGEPE
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Desenvolvido com o CMS de código aberto
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Estão abertas as inscrições individuais para o 1º Fórum Popular da Ufal — Universidade Federal de Alagoas
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Página Inicial Ufal Notícias 2019 7 Estão abertas as inscrições individuais para o 1º Fórum Popular
da Ufal
Estão abertas as inscrições individuais para o
1º Fórum Popular da Ufal
As inscrições devem ser feitas pelo Sigaa e são direcionadas à alunos,
técnicos, professores e membros externos
Por: Eloysa Lopes, estudante de Relações Públicas - 01/07/2019 às 15h45 - Atualizado em 01/07/2019 às
15h46
A Pró-Reitoria de Extensão (Proex) da Universidade Federal de Alagoas, realiza de 4 a 6 de julho no
Campus A.C. Simões, em Maceió, o 1º Congresso do Fórum Popular. A proposta do evento é
https://ufal.br/ufal/noticias/2019/7/estao-abertas-as-inscricoes-individuais-para-o-1o-forum-popular-da-ufal
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Estão abertas as inscrições individuais para o 1º Fórum Popular da Ufal — Universidade Federal de Alagoas
promover debates entre a comunidade acadêmica e os movimentos populares e sociais tanto do
campo como da cidade.
As inscrições para estudantes, servidores e membros externos que não fazem parte efetivamente
de movimentos sociais estão abertas no Sigaa e podem ser feitas até o dia do congresso. Os
interessados devem se inscrever no evento geral para poder participar das atividades dos diversos
eixos.
Como fazer o cadastro no Sigaa
Acesse a plataforma Sigaa, clique em “ainda não possuo cadastro”, preencha o formulário, aguarde
o e-mail de confirmação enviado pelo sistema e confirme o cadastro, e não esqueça de verificar a
caixa de spam. Somente após esse processo será possível acessar todas as funcionalidades e se
inscrever nas atividades de extensão. Em caso de dúvidas, entre em contato através do e-mail
sigaaextensaoufal@gmail.com ou pelo número 3214-1305, ou acesse o passo a passo.
A programação geral do evento está organizada entre os dias 04 e 06 de Julho da seguinte forma:
04/07 às 19h: Conferência de abertura - local: auditório Nabuco Lopes (Reitoria)
05/07, de 8h às 12h: mesas temáticas dos eixos - locais: auditórios no Campus A. C Simões
05/07, de 13h às 18h: Grupos de Trabalho (GT's) e Oficinas - locais: salas de aulas no Campus A.C
Simões
06/07, às 8h: Plenária final de encerramento - local: auditório Nabuco Lopes (Reitoria)
Já a programação de cada eixo com os temas das mesas e oficinas estarão disponíveis nas redes
sociais do evento e no Facebook da Proex. Mais informações através do e-mail
forumpopularufal@gmail.com, Facebook ou Instagram (@forumpopularufal).
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Estão abertas as inscrições individuais para o 1º Fórum Popular da Ufal — Universidade Federal de Alagoas
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Ufal em Arapiraca sedia reunião preparatória para Fórum Popular — Universidade Federal de Alagoas
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Página Inicial Servidor Notícias 2019 6 Ufal em Arapiraca sedia reunião preparatória para Fórum
Popular
Ufal em Arapiraca sedia reunião preparatória
para Fórum Popular
Demandas dos participantes sobre articulações específicas para a realização
de congresso também foram definidas com representantes em Maceió
Por: Luciano Cardeal - estudante de Jornalismo e Eloysa Lopes - estudante de Relações Públicas 11/06/2019 às 07h30 - Atualizado em 11/06/2019 às 09h29
Reunião realizada em Arapiraca
Foi realizada, na última quarta-feira (5), mais uma reunião do1ºI Fórum Popular na Ufal, dessa vez, no
Campus Arapiraca. Na ocasião, estiveram presentes docentes e representantes de movimentos
populares da região. Dentre os assuntos abordados, foram discutidas questões voltadas para a
realização do evento e o público do Fórum, incluindo critérios para o cadastramento.
Representantes dos movimentos falaram de suas demandas e o que pretendem tratar durante o
Fórum. Os professores da Ufal, contaram um pouco sobre as atividades que vêm realizando em
seus respectivos projetos.
A pró-reitora de Extensão da Ufal, Joelma Albuquerque ressaltou que desse Fórum pretende-se
a
tirar pessoas
da sociedade para representar
o conselho. Já a professora
Simone Romão destacou
https://ufal.br/servidor/noticias/2019/6/ufal-em-arapiraca-sedia-reuniao-preparatoria-para-forum-popular
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Ufal em Arapiraca sedia reunião preparatória para Fórum Popular — Universidade Federal de Alagoas
importância das articulações voltadas para a realização do Fórum, e que as pessoas têm se
manifestado positivamente.. “As pessoas têm parabenizado a Ufal pela iniciativa. Elas entendem
que a realização do Fórum será importante para a Universidade e para o estado de Alagoas”, disse
Romão.
Questões sobre transportes e estadia também foram abordadas. Será feito um levantamento do
quantitativo de pessoas para definições sobre transporte e alojamento. Representantes de
movimentos saíram com o indicativo de levar fichas de inscrição para seus respectivos movimentos,
como também, estará disponível um formulário online.
Reunião em Maceió
Na última quinta-feira (6) a mesma reunião preparatória aconteceu no Campus A.C. Simões, em
Maceió. A reitora Valéria Correia também participou com a pró-reitora de Extensão, Joelma
Albuquerque, e a coordenadora de Extensão da Proex, Betânia Gomes. Estiveram presentes cerca
de 50 pessoas, entre docentes e representantes de movimentos populares da região.
Ao fim das duas reuniões, ficaram definidas orientações relacionadas aos interessados em
participar do Fórum. Será preciso estar presente em, pelo menos, uma reunião preparatória ;
discutir as principais demandas que quer levar ao debate; listar na ficha de inscrição os nomes dos
representantes e suplentes, com os respectivos contatos e dados pessoais; além de detalhar as
demandas por eixos.
O prazo limite para entrega da ficha e garantir a participação é até o dia 21 de junho.
registrado em:
Extensão
https://ufal.br/servidor/noticias/2019/6/ufal-em-arapiraca-sedia-reuniao-preparatoria-para-forum-popular
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Ufal em Arapiraca sedia reunião preparatória para Fórum Popular — Universidade Federal de Alagoas
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Delmiro Gouveia sedia reunião preparatória para o Fórum Popular — Universidade Federal de Alagoas
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Página Inicial Ufal Notícias 2019 6 Delmiro Gouveia sedia reunião preparatória para o Fórum
Popular
Delmiro Gouveia sedia reunião preparatória
para o Fórum Popular
Comunidade universitária da Ufal se reuniu com movimentos sociais na sede
do Campus do Sertão para construir o evento
Por: Pedro Vianna - estagiário de Jornalismo - 21/06/2019 às 09h59 - Atualizado em 21/06/2019 às 09h59
Reunião preparatória para Fórum Popular, em Delmiro Gouveia
A Pró-reitoria de Extensão da Ufal (Proex) realizou, no último dia 11 de junho, mais uma reunião
preparatória do 1º Congresso do Fórum Popular, desta vez em Delmiro Gouveia. Representantes de
movimentos sociais de Alagoas estiveram presentes no encontro ocorrido no miniauditório do
Campus do Sertão. Ficou decidida a criação de uma subcomissão própria da região, composta pela
comunidade universitária e pelos movimentos sociais, com o objetivo de articular o sertão com
maior foco para essa atividade.
https://ufal.br/ufal/noticias/2019/6/delmiro-gouveia-sedia-reuniao-preparatoria-para-o-forum-popular
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Delmiro Gouveia sedia reunião preparatória para o Fórum Popular — Universidade Federal de Alagoas
A pró-reitora de Extensão, Joelma Albuquerque, destacou que a Universidade não tem a intenção e
nem a função de substituir as políticas públicas que deverão ocorrer nas comunidades, mas o maior
objetivo é aproximar um diálogo com as comunidades em vulnerabilidade social, se colocando de
maneira igualitária e dialógica com os grupos envolvidos no processo de trabalho.
Representantes dos movimentos falaram de suas demandas e o que pretendem tratar durante o
Fórum. Os professores da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) contaram um pouco sobre as
atividades que vêm realizando em seus respectivos projetos.
Segundo o professor de Geografia, Lucas Lima, que vai integrar a comissão do Sertão, foram
discutidas questões que contemplam essa região do Estado e que serão levadas para o Fórum
Popular, tais como: as consequências da utilização de agrotóxicos dentro e fora das lavouras; o
fechamento de escolas situados no espaço rural e a ausência de professores nelas. O atendimento
à saúde dos quilombolas também foi levado em conta.
A localização do Campus do Sertão e sua relação com a sede da Ufal em Maceió, no que se refere
às demandas da região, foi outro ponto tratado pelos representantes de movimentos e professores.
“Nós tratamos da importância da colaboração da Ufal na formulação de soluções para as pessoas
que vivem no campo. As comunidades ainda enxergam a Ufal muito distante”, explica Lucas Lima.
Foram levantados, ainda, temas como a Reforma Agrária e a necessidade de desapropriação do
latifúndio para que as famílias, que atualmente ocupam essas propriedades, possam produzir na
terra. Além de questões sobre a utilização da água do Canal do Sertão, o apoio e o fortalecimento
das cooperativas da região, sejam elas de produção, de comercialização, ou de turismo.
Assim como aconteceu em Arapiraca, foram discutidas questões operacionais da realização do
Fórum, como: transporte, alojamento e alimentação dos participantes do Sertão para Maceió.
Ao fim da reunião, ficaram definidas orientações relacionadas aos interessados em fazer parte do
Fórum. Será preciso estar presente em, pelo menos, uma reunião preparatória; discutir as principais
demandas que queiram levar ao debate; listar na ficha de inscrição os nomes de representantes e
suplentes, com os respectivos contatos e dados pessoais, além de detalhar as demandas por eixos.
O prazo limite para entrega da ficha e garantir a participação é até esta sexta-feira (21).
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Delmiro Gouveia sedia reunião preparatória para o Fórum Popular — Universidade Federal de Alagoas
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Consulta de processos
Períodicos
Sistema Integrado de Gestão - SIG
Sistema de Gestão de Pessoas - SIGEPE
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02/01/2020
Fórum Popular aborda demandas sociais divididas por eixos temáticos — Universidade Federal de Alagoas
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temáticos
Fórum Popular aborda demandas sociais
divididas por eixos temáticos
Congresso será dividido em sete eixos com programação espalhada pelo
campus da Ufal
Por: Pedro Vianna - estagiário de Jornalismo - 02/07/2019 às 13h05 - Atualizado em 03/07/2019 às 14h38
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Fórum Popular aborda demandas sociais divididas por eixos temáticos — Universidade Federal de Alagoas
A Pró-reitoria de Extensão (Proex) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realizará, de 4 a 6 de
julho, no Campus A.C Simões, em Maceió, o 1º Congresso do Fórum Popular. Com o tema
Universidade e sociedade em diálogo: diversidade, inclusão e equidade, o Fórum tem a intenção de
estabelecer trocas de informações e possibilitar que as entidades discutam suas problemáticas
junto à comunidade universitária.
A programação terá início na próxima quinta-feira (4), às 19h, no auditório da Reitoria com a
Conferência de Abertura ministrada pela professora Roberta Esperandio Traspadini. Na sexta-feira
(5), segundo dia do evento, ocorrerão as mesas de discussão separadas por eixo, das 8h às 12h e
os Grupos de Trabalho das 13h às 18h. Cada eixo estará situado em um local específico dentro da
Ufal.
Os debates serão divididos da seguinte maneira:
Eixo Educação
Local: Centro de Educação (Cedu)
Esse eixo vai discutir as diversas demandas da área da educação, observando seus desafios e
possibilidades para a elevação do padrão cultural e humanização da sociedade. Serão
consideradas as diversidades como etnia, raça, gênero e pessoas com deficiência, geracional,
orientação sexual, identidade de gênero, populações indígenas, quilombolas, povos de terreiro,
movimentos culturais e populares, povos do campo, da floresta e das águas, entre outras.
Eixo Saúde
Local: Faculdade de Medicina (Famed)
Irá discutir as diversas demandas acerca da dimensão humana da saúde, na relação indissociável
com a natureza, no contexto dos desafios sociais postos frente às condições de vida da população,
considerando as diversidades dos diferentes grupos sociais participantes.
Eixo Cultura
Local: Instituto de Ciências Humanas Comunicação e Artes (Ichca)
Tem como linha temática discutir a possibilidade de construção e fortalecimento artístico-cultural da
população, considerando as diversidades, liberdade de expressão, complexidade técnica e
estética, dos diferentes movimentos culturais da sociedade. Também vai levar em consideração as
necessidades de políticas públicas para o setor, e seu caráter educativo, além do enfrentamento às
resistências no âmbito da cultura das religiões de matriz africana.
Eixo Comunicação
Local: “Severinão”, no Instituto de Química e Biotecnologia
Esse eixo irá tratar das diversas possibilidades de comunicação e construção de mídias alternativas,
que respondam aos desafios postos na atualidade acerca da elaboração e divulgação da
informação, considerando as diversas características culturais dos grupos participantes, além dos
aspectos educativos em relação à comunicação social.
Eixo Meio Ambiente e Trabalho
Local: Centro de Interesse Comunitário (CIC)
Esse eixo irá discutir os diferentes aspectos da relação do ser humano com o ambiente que o cerca,
considerando o trabalho, a tradicionalidade, a sustentabilidade e as alternativas para problemas
sociais, no campo e na cidade. Os participantes vão refletir sobre os impactos antrópicos e as
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02/01/2020
Fórum Popular aborda demandas sociais divididas por eixos temáticos — Universidade Federal de Alagoas
diferentes formas de desenvolvimento, além de vislumbrar possibilidades organizativas que
contribuam para superação de problemas sociais e para o disciplinamento da relação homem e
natureza.
Eixo Tecnologia e Produção
Local: Faculdade de Serviço Social (FSSO)
Discussão sobre as diversas possibilidades de construção de tecnologias sustentáveis do ponto de
vista social e ambiental, visando responder e valorizar o conhecimento local diante das
necessidades dos grupos sociais e comunidades tradicionais, contribuindo para seu
desenvolvimento.
Eixo Direitos Humanos e Trabalho
Local: Faculdade de Alagoas (FDA)
Esse eixo vai trazer para discussão as possibilidades de superação das desigualdades de todas as
ordens, dando acesso a todos os direitos sociais; de construção de ações para ampliar o
conhecimento da população acerca da diversidade de características dos diferentes grupos sociais,
vislumbrando respeito, equidade, fim da violência em todas as suas dimensões, possibilitando o
desenvolvimento social.
As inscrições para estudantes, servidores e membros externos que não fazem parte efetivamente
de movimentos sociais estão abertas no Sigaa e podem ser feitas até o dia do congresso.
Mais informações pelo e-mail forumpopularufal@gmail.com, Facebook ou Instagram
(@forumpopularufal).
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Abertura do 1º Fórum Popular movimenta Ufal — Universidade Federal de Alagoas
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Página Inicial Ufal Notícias 2019 7 Abertura do 1º Fórum Popular movimenta Ufal
Abertura do 1º Fórum Popular movimenta Ufal
Evento pretende estreitar laços entre a Universidade e os movimentos
populares
Por: Izadora Garcia - relações públicas - 05/07/2019 às 11h02 - Atualizado em 05/07/2019 às 13h09
Abertura do 1º Fórum Popular foi realizada na noite desta quinta-feira (4)
Aconteceu, na noite de ontem (4), a cerimônia de abertura do 1º Fórum Popular da Universidade
Federal de Alagoas. Além da mesa solene, o evento realizado no auditório da Reitoria teve a
encenação da peça Igreja Dialética Bretchiana – O Acordo, pelo Corpo Cênico da Ufal, e a palestra
Universidade e Sociedade em Diálogo, ministrada pela professora Roberta Sperandio Traspadini da
Universidade Federal da Integração Latinoamericana (Unila).
Na ocasião, estiveram presentes a reitora, Valéria Correia; a pró-reitora de Extensão, Joelma
Albuquerque; o reitor da Uneal, Odilon Morais; o presidente da Fapeal, Fábio Guedes; o diretorpresidente da Fundepes, Gerson Maciel; o secretário de Cultura de Maceió, Vinicius Palmeira; a
https://ufal.br/ufal/noticias/2019/7/abertura-do-1o-forum-popular-da-ufal-movimenta-reitoria
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Abertura do 1º Fórum Popular movimenta Ufal — Universidade Federal de Alagoas
representante do Diretório Central dos Estudantes, Lysanne Ferro; e a representante do Coletivo de
Mulheres Olga Benário, Amanda Balbino.
Com o tema Universidade e sociedade em diálogo: diversidade, inclusão e equidade, o Fórum
pretende reforçar os vínculos entre a Ufal, a comunidade externa e os movimentos sociais,
estabelecendo a troca de informações e a possibilitando que as entidades possam discutir suas
problemáticas junto à Universidade.
A relevância do evento para a comunidade universitária foi refletida no discurso dos participantes.
“Quando a gente fala de Ufal pintada de povo, é exatamente disto aqui que estamos falando”,
afirmou Lysanne Ferro. “Enquanto estudante, eu sonhava com essa representatividade, em ver a
Universidade tomada pelo povo. É emocionante ver a transformação desse sonho em uma
realidade”, completou Amanda Balbino.
Segundo Gerson Maciel, o Fórum é um grande marco na relação entre a Ufal e a comunidade.
“Discutir as temáticas dos movimentos sociais dentro da Ufal é uma vitória, é a universidade
cumprindo, efetivamente, o seu papel”.
Já o secretário de Cultura de Maceió falou sobre a importância da Ufal para o estado de Alagoas e
sobre como a Universidade tem cumprido seu papel de atuar beneficiando toda a sociedade.
“Temos tido uma aproximação grande com a Ufal porque ela representa cultura para o estado de
Alagoas. A Universidade está sempre tentando extrapolar seus muros e é exatamente o que deve
fazer: levar a cultura e a ciência produzida aqui para a população”, disse.
“As pessoas querem vir para a universidade pública, elas são bem acolhidas aqui em suas
singularidades, em suas diversidades. A Ufal é, e deve continuar sendo, um lugar de resistência e
de representatividade”, afirmou a pró-reitora de Extensão, Joelma Albuquerque.
Durante a palestra, a professora Roberta Traspadini falou sobre a negação da cultura popular
dentro do universo de erudição do ensino superior. De acordo com a pesquisadora, é cultural que
as manifestações populares sejam renegadas dentro do ambiente acadêmico, e espaços como o
Fórum são conquistas, visto a necessidade de que as universidades, em especial as públicas e
gratuitas, dialoguem com o povo.
A reitora avaliou a recepção do evento como positiva e ressaltou a importância de trazer a
comunidade externa e os movimentos sociais para debater e defender as universidades públicas.
“Esse é um momento histórico, em que precisamos dizer de que lado a Universidade está: e é ao
lado do povo, fortalecendo nosso ensino, pesquisa e extensão com o intuito de dar o retorno social
a tudo que é produzido aqui dentro”, finalizou Valéria.
Confira a programação completa e o mapa do evento nos anexos.
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Abertura do 1º Fórum Popular movimenta Ufal — Universidade Federal de Alagoas
Programação Geral
Mapa do evento
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Abertura do 1º Fórum Popular movimenta Ufal — Universidade Federal de Alagoas
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Fórum Popular destaca debates em mídias e comunicação — Universidade Federal de Alagoas
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Página Inicial Ufal Notícias 2019 7 Fórum Popular destaca debates em mídias e comunicação
Fórum Popular destaca debates em mídias e
comunicação
Evento reuniu comunidade acadêmica e movimentos populares na Ufal
Por: Carlos Rodrigues - estudante de Jornalismo - 09/07/2019 às 14h35 - Atualizado em 09/07/2019 às
14h43
Professora Mércia Pimentel em oficina de texto para mídias sociais
Na tarde da quinta-feira (4), aconteceu no Auditório do Núcleo de Pesquisa Multidisciplinar da Ufal,
a primeira oficina do eixo de Comunicação do Fórum Popular, com o tema: Oficina de texto para
mídias sociais, realizada pela professora Mercia Pimentel. Em destaque da atividade, a importância
de ter um pouco de cuidado ao interagir nas redes sociais, e que hoje já existe a Lei da Informação.
No decorrer da oficina, houve a interação dos participantes, e a professora solicitou que todos
fizessem uma atividade prática, que foi o gerenciamento das redes sociais em tempo de crise.
https://ufal.br/ufal/noticias/2019/7/forum-popular-destaca-debates-em-midias-e-comunicacao
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Fórum Popular destaca debates em mídias e comunicação — Universidade Federal de Alagoas
Para o participante Manoell de Oliveira, sobre sua participação, destacou: “Imagino que a oficina
seja de grande importância para a formação continuada dos estudantes e demais interessados,
principalmente através das atividades práticas. Já estagio com mídia social e aprendi bastante com
a oficina, tanto na descoberta de novos conhecimentos, quanto no aprimoramento do que já sabia.
A professora fez uma excelente abordagem teórica acerca do tema e finalizou com uma excelente
atividade prática, na qual todos participaram e se saíram muito bem. Com certeza aplicarei os
aprendizados da oficina em minha vida profissional e acadêmica. Parabéns à organização do
evento!”.
Já na manhã da sexta-feira (5), as atividades trabalharam o tema: Mobilização social e Comunicação
na contemporaneidade. A professora de Jornalismo, Priscila Muniz, destacou os potenciais, limites e
desafios no uso do ciberespaço para fins de mobilização social, abordando que foram formando
movimentos de cidadania no ciberespaço. O estudante de História e integrante do movimento
Afronte – Maceió, Gabriel Santos, falou sobre “Comunicação sindical e popular no século XXI:
Afronte e esquerda online”, afirmando a importância da comunicação popular na esfera pública.
Comunicação: desafios da esquerda brasileira no século XX foi o assunto tratado pelo professor de
filosofia política, Magno Francisco, que destacou os meios alternativos, como o jornal A Verdade,
como uma das potencialidades para dar voz às comunidades que não tem visibilidade na mídia
tradicional.
Levante Popular da Juventude: a comunicação popular como ferramenta de luta foi tema abordado
pelo estudante de jornalismo, Vinícius Braga, que trouxe exemplos práticos do movimento com as
comunidades de Maceió, consolidando a importância da academia e dos alunos nessa construção
da cidadania ativa. Seguindo as discussões, a professora de jornalismo, Raquel do Monte, falou
sobre O cineclube papa-sururu/ vídeo e emancipação social destacando que “o cineclube é um
espaço de formação e que esse desejo por diálogo é o que prescinde de uma construção coletiva”,
disse.
Para encerrar as atividades da manhã, o Coletivo Plural: ações de mobilização social foi tema
abordado por Adésio Júnior e Guilherme Rocha, estudantes de Relações Públicas da Ufal.
Destacaram que o coletivo plural articula projetos voltados à comunicação e cidadania, e que a
empresa Júnior tem o objetivo de fomentar a inserção dos estudantes no mercado de trabalho.
Para a participante Alessandra Lima, “é importante a inserção do estudante no mercado de
trabalho, ainda na academia, pois garante a prática e conhecimento bem explorado”.
No período da tarde, aconteceram as oficinas: às 14h, a oficina de Fotografia que teve como
facilitadores Gregory Aguiar e Everaldo Dantas. “A fotografia serve como um conselho pra explicar
o conceito humano. O jornalismo trabalha esse recurso midiático. Fotografia usa seu sentido visual,
mas utiliza também os sub-sentidos. Relações Públicas utilizam mais imagens, já Jornalismo mais
fotografia”, destacaram. Após os conceitos abordados, houve uma atividade prática de fotografia no
qual os participantes tiraram uma foto de uma roupa colorida, para identificar se as cores se
perderiam na imagem capturada.
A segunda oficina foi ministrada pela professora Danúbia Barbosa, que falou sobre o tema Moda e
comunicação. “Moda é caráter transitório de tudo, é cíclico. Já o estilo, é diferente”, afirmou.
Encerrando as atividades, Gustavo Amorim, técnico e professor de telejornalismo da Ufal,
apresentou a oficina de Vídeo. Explicou que, primeiramente, é necessário saber o que pretendemos
fazer com o vídeo, ou seja, qual é a intenção que o vídeo quer causar, seguindo as demais fases:
pesquisa e produção, roteiro, enquadramento, caindo em campo, edição e pós-produção.
Para o participante das oficinas, Luís Henrique de Souza Feitoza, conhecido como Rapuã, da
comunidade Koiupanká, da cidade de Inhapi, perto de Delmiro Gouveia, o eixo de comunicação
https://ufal.br/ufal/noticias/2019/7/forum-popular-destaca-debates-em-midias-e-comunicacao
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Fórum Popular destaca debates em mídias e comunicação — Universidade Federal de Alagoas
destacou temas da atualidade para reflexão e para a prática: “Achei muito interessante, acredito
que vai ser de grande proveito. Nós temos várias atividades que fazemos, por exemplo, jogos
indígenas, e não temos como divulgar porque não temos habilidades com a fotografia, filmagem. A
partir dos conhecimentos de hoje, a gente pode se aprofundar, e quem sabe até nós mesmos
produzirmos o nosso material pra divulgar, inclusive em redes sociais”, disse. Para a coordenadora
do eixo de Comunicação, professora Manuela Callou, foram enumeradas demandas que serão
discutidas com a gestão da Ufal para criação de parcerias e cursos destinados às comunidades
participantes.
O Fórum
Entre os dias 4 e 6 de julho a Universidade Federal de Alagoas recebeu em seu Campus A. C.
Simões, o 1º Fórum Popular. Realizado pela Pró-Reitoria de Extensão (Proex), a proposta do evento
foi debater entre a comunidade acadêmica e os movimentos populares e sociais do campo e da
cidade sobre diversidade, inclusão e equidade.
Os debates foram divididos pelos seguintes eixos: Educação, Saúde, Cultura, Comunicação, Meio
Ambiente e Trabalho, Tecnologia e Produção, além de Direitos Humanos e Justiça. Através desse
evento, a Ufal buscou institucionalizar, com recursos próprios, o atendimento de demandas que
foram apresentadas por meio do diálogo científico diante da atual realidade social em que se
encontra Alagoas e o país.
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Eixo Cultura do Fórum Popular apresenta grupos de trabalhos nesta sexta-feira — Universidade Federal de Alagoas
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nesta sexta-feira
Eixo Cultura do Fórum Popular apresenta
grupos de trabalhos nesta sexta-feira
Durante manhã e tarde os grupos apresentaram questões sociais e desafios
entre os povos indígenas e quilombolas
Por: Blenda Machado e Olivio Candido - estudantes de Jornalismo - 05/07/2019 às 18h25 - Atualizado em
05/07/2019 às 18h24
Questões sociais, reconhecimento de formação e projetos de extensão estiveram em debate
hoje no Eixo Cultura
O Eixo Cultura, promovido pelo 1º Fórum Popular da Ufal, reuniu grupos para debater sobre
questões sociais, reconhecimento de formação e projetos de extensão para sociedade. O evento
ocorreu, nesta sexta-feira (5), no Instituto de Ciências Humanas Comunicação e Artes (Ichca) na
Universidade Federal de Alagoas, Campus A. C. Simões.
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Eixo Cultura do Fórum Popular apresenta grupos de trabalhos nesta sexta-feira — Universidade Federal de Alagoas
Durante a tarde, os temas foram discutidos nas salas de 1 à 3 no Ichca. Na sala 1, o professor de
teatro Marcelo Gianini ministrou o grupo de discussão intitulado: Ensino, formação e capacitação
técnica, artística e social, o grupo começou o debate sobre os problemas que os artistas
comunitários passam no ensino nas comunidades e a possibilidade de projetos de capacitação
profissional, além do papel desses atores sociais pela universidade podendo unir a
profissionalização em conjunto com o ensino socioeducativo.
Na sala 2, o grupo foi ministrado por Udson Pinheiro e Ticiane Simões. que debateram o tema:
Política pública, sustentabilidade e financiamento da cultura. O grupo debateu sobre financiamentos
culturais, economia solidária, e a necessidade de ter uma cartilha indígena e a implantação da
língua indígena nas escolas. No evento também levantaram questões sobre a falta de feiras
indígenas e quilombolas, para que os povos pudessem comercializar seus artesanatos. A
professora de Sociologia e Filosofia, Marluce Cavalcante, participou do grupo e falou da questão da
sustentabilidade. ‘‘Se vem com a garantia de recursos sobrevivência do artista de quem vive disso,
sem financiamento e sem recursos não dar para viver, por isso escolhi esse tema no eixo cultura ’’,
disse.
Na sala 3, o grupo Memória, patrimônio, pesquisa e mapeamento cultural foi ministrado pela
professor de Relações Públicas, Viviane Rodrigues, houve debate sobre projetos sociais que
possibilitem o acesso das comunidades as informações históricas sobre os patrimônios, além de
discursos sobre preservação e degradação dos patrimônios do estado.
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1º Fórum Popular da Ufal é encerrado com plenária — Universidade Federal de Alagoas
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Página Inicial Ufal Notícias 2019 7 1º Fórum Popular da Ufal é encerrado com plenária
1º Fórum Popular da Ufal é encerrado com
plenária
Durante a sessão, participantes e organizadores puderam avaliar impactos do
evento
Por: Izadora Garcia - relações públicas - 06/07/2019 às 20h55 - Atualizado em 08/07/2019 às 10h12
Na manhã de hoje (6), foi realizada a plenária de encerramento do 1º Fórum Popular da Ufal, no
auditório Nabuco Lopes do Campus A.C. Simões. O evento contou com a participação de
representantes dos eixos temáticos que compartilharam as principais deliberações de cada área,
com a mediação da pró-reitora de Extensão, Joelma Albuquerque. Além disso, foi realizada uma
reflexão coletiva sobre a importância do evento. A reitora, Valéria Correia, também participou da
atividade, instituindo oficialmente o Conselho Consultivo Popular da Universidade Federal de
Alagoas.
“Esse evento inaugura uma nova história na Universidade, com a participação efetiva dos
movimentos populares em uma atividade específica para escutar suas demandas. O Fórum não se
aqui, ele é um pontapé inicial.
Temos agora o nosso Conselho
encerra
Consultivo Popular
https://ufal.br/ufal/noticias/2019/7/1o-forum-popular-da-ufal-e-encerrado-com-plenaria-1
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1º Fórum Popular da Ufal é encerrado com plenária — Universidade Federal de Alagoas
instaurado, que precisamos fortalecer em um processo contínuo. Além disso, não pode haver o
memoricídio desse evento, então faremos um documentário e um livro de registro”, afirmou a
reitora.
Cada um dos 7 eixos – Educação; Direitos Humanos, Violência e Justiça; Meio Ambiente e Trabalho;
Saúde; Comunicação; Tecnologia e Produção – contou com a participação ativa de membros dos
movimentos sociais e da comunidade universitária, promovendo debates sobre como a Ufal e
outras instituições de ensino superior podem atuar no enfrentamento das urgentes demandas
sociais e suas problemáticas. Foram três dias de atividades, contabilizando cerca de 22 horas de
evento, com mesas, oficinas, grupos de trabalho e cursos.
De acordo com a comissão organizadora da Fórum, foram mais de 600 inscritos dentre estudantes,
servidores técnicos, docentes e componentes de movimentos sociais. Estima-se que o evento
tenha reunido 54 grupos, com participantes de 25 municípios alagoanos, com representações de
comunidades remanescentes de quilombolas, indígenas, populações em situação de rua e
movimentos agrários.
“Esse evento vem sendo construído desde novembro do ano passado. Tomamos como ponto de
partida a organização científica da universidade nas áreas dos eixos temáticos e chamamos
reuniões com pessoas que gostariam de coordenar esses grupos. Após isso, fomos estruturando,
chamando os movimentos, fizemos reuniões preparatórias descentralizadas nos campi Arapiraca,
Sertão e A.C. Simões, explicando como seria o evento e solicitando que os movimentos se
reunissem em suas bases para discutir as demandas e questões que gostariam que a Universidade
respondesse”, explicou Joelma Albuquerque.
Segundo a pró-reitora, todo o debate realizado durante o evento foi sistematizado e os registros
ajudarão a compor o regimento com diretrizes para ensino, pesquisa e extensão que contemplem a
dimensão social na Universidade Federal de Alagoas.
Universidade conectada às demandas sociais
Durante a plenária de encerramento, os participantes e a comissão organizadora puderam realizar
reflexões sobre a dimensão e a importância do evento. Também foram expostos os
encaminhamentos gerados por cada um dos sete eixos temáticos, que servirão de subsídios para a
construção de um regimento inclusivo.
“Foi muito importante a participação, muito representativa, e conseguimos atingir o objetivo do
Fórum de sistematizar esses debates, diálogos e sugestões para compor um documento final que
será apresentado à comunidade universitária para elaborar políticas institucionais que dialoguem
com o conteúdo desse documento”, afirmou Joelma Albuquerque.
Os participantes avaliaram positivamente o evento. “Queria agradecer a Ufal por estar abrindo as
portas para nós. Antes, não tínhamos acesso ao ambiente universitário. Essa universidade é nossa e
é também de todo povo brasileiro, mas, pela primeira vez, ela está verdadeiramente aberta para
nós. Nesses dias de evento eu me senti gente, gente de verdade, de ocupar um lugar na Ufal.
Quem sabe, um dia, eu volto aqui como estudante de geografia, que é o meu sonho”, disse
Edneide Nascimento, da comunidade quilombola Monte do Carmo, de Mata Grande.
“Esse é um momento único na minha vida. Eu pude passar meu conhecimento para os professores
de uma universidade, que vão passar para os seus alunos, e esses estudantes serão interlocutores
desse conhecimento. Com isso, vamos replicando tudo que foi dito por aqui” avaliou Mareval
Gomes Ricardo, da comunidade quilombola de Lagoa das Pedras, em Água Branca.
“Estou emocionada desde o início deste evento. A construção de um Fórum Popular é a efetivação
de Alagoas se constitui como
da democracia
dentro das universidades.
E a Universidade Federal
https://ufal.br/ufal/noticias/2019/7/1o-forum-popular-da-ufal-e-encerrado-com-plenaria-1
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1º Fórum Popular da Ufal é encerrado com plenária — Universidade Federal de Alagoas
um exemplo para todo o Brasil”, afirmou Maria Inês Bravo, professora adjunta aposentada da UFRJ,
docente associada da Uerj e pesquisadora reconhecida nacionalmente.
De acordo com a reitora da Ufal, o evento cumpriu seu papel de inserir as demandas do povo nas
discussões que regem o ensino público superior.
“É do nosso interesse que o povo esteja dentro da Universidade. Para isso, enfrentamos e
enfrentaremos desafios a partir dos que não têm a mesma visão que a nossa – de que a Ufal deve
servir, atender e respeitar a cultura popular, os povos originários e os movimentos sociais. Mas
estamos construindo essa força no cotidiano, no seio da Universidade”, finalizou.
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Plenária de encerramento do Fórum Poupular da Ufal será neste sábado (6) — Universidade Federal de Alagoas
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sábado (6)
Plenária de encerramento do Fórum Poupular
da Ufal será neste sábado (6)
Reunião acontece no Auditório Nabuco Lopes, a partir das 8h da manhã
Por: Ascom Ufal - 05/07/2019 às 18h27 - Atualizado em 08/07/2019 às 07h16
Após dois dias de amplas atividades sobre Educação e transformação popular, movimentos sociais
e políticas públicas, o I Fórum Popular da Ufal apresenta neste sábado, 6 de julho, às 8h, a plenária
de encerramento.
Com o tema Universidade e sociedade em diálogo: diversidade, inclusão e equidade, o Fórum deve
reforçar os vínculos entre a Ufal, a comunidade externa e os movimentos sociais, estabelecendo a
troca de informações e a possibilitando que as entidades possam discutir suas problemáticas junto
à Universidade.
https://ufal.br/ufal/noticias/2019/7/plenaria-de-encerramento-do-i-forum-poupular-da-ufal-sera-neste-sabado-6
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Plenária de encerramento do Fórum Poupular da Ufal será neste sábado (6) — Universidade Federal de Alagoas
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Fórum popular da Ufal discutiu inclusão, arte e mobilização social — Universidade Federal de Alagoas
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Página Inicial Ufal Notícias 2019 7 Fórum popular da Ufal discutiu inclusão, arte e mobilização social
Fórum popular da Ufal discutiu inclusão, arte e
mobilização social
Mesas de discussão com temas variados foram oferecidas para vários
movimentos sociais
Por: Cristovão Santos - estudante de Jornalismo - 05/07/2019 às 16h40 - Atualizado em 08/07/2019 às
07h41
Fórum tem a intenção de estabelecer trocas de informações junto à comunidade universitária
Aconteceu hoje (5), pela manhã, as primeiras atividades do 1º Congresso do Fórum Popular da Ufal,
no Campus A.C Simões, em Maceió, com o tema Universidade e sociedade em diálogo:
diversidade, inclusão e equidade, o Fórum tem a intenção de estabelecer trocas de informações e
possibilitar que as entidades discutam suas problemáticas junto à comunidade universitária.
A programação foi dividida em torno de sete eixos (Educação; Saúde; Cultura; Comunicação; Meio
Ambiente e Trabalho; Tecnologia e Produção; e Direitos Humanos, Violência e Justiça), espalhados
por toda a Universidade.
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02/01/2020
Fórum popular da Ufal discutiu inclusão, arte e mobilização social — Universidade Federal de Alagoas
No eixo Educação, que aconteceu nas dependências do Centro de Educação (Cedu) o tema foi
“Educação popular, inclusão e transformação popular”, entre os convidados estavam a jornalista,
Lenilda Luna e os professores, Gilberto Coutinho e Luciano Silva, discutindo sobre a comunidade
LGBTQ+; Além do professor Consuelo Correia, representando o Sindicato dos Trabalhadores em
Educação de Alagoas (Sinteal) e Débora Nunes, do MST, representando os movimentos agrários.
A mesa do eixo Saúde aconteceu no auditório da Faculdade de Medicina (Famed), com participação
da reitora Valéria Correia e as professoras Maria Inês Brito (UFRJ) e Lenira Almeida (Ufal), foi
abordado o tema “Saúde e Democracia: reafirmando os princípios do SUS”. No Instituto de Ciências
Comunicação e Arte (Ichca) onde está acontecendo o eixo Cultura, houve discussões sobre a
cultura alagoana e além das demandas que as comunidades trouxeram para debater dentro da
universidade.
No eixo Cultura, a mesa redonda trouxe o debate sobre “Arte e Cultura Popular em Alagoas”, com
mediação do professor Marcelo Gianini da Escola Técnica de Arte (ETA), e participação de Felipe
Guimarães, Udson Pinheiro e Viviane Rodrigues. A cultura alagoana foi bastante discutida entre os
que estiveram presentes bem como todas as demandas trazidas por representantes das
comunidades que se fizeram presentes.
Já no eixo Meio Ambiente e Trabalho, o tema abordado foi “Bem Estar Animal, Risco Ambiental e
Preservação da Natureza”, que teve a participação da representante da Comissão do Bem-estar
Animal, Rosana Jambo, que trouxe discussões sobre a importância da denúncia à Polícia Ambiental
sobre maus tratos com animais. Sandro Acioli, representante do movimento “Viva Mundaú”, trouxe
debates sobre a poluição da Lagoa Mundaú, além da situação que se encontra Fernão Velho, local
onde se encontra boa parte da lagoa. Por fim, a professora Sandra Nunes discutiu as questões
sobre o bairro do Pinheiro e sobre o que pode ser feito na região.
"Mobilização social e comunicação na contemporaneidade”, esse foi o tema tratado pela mesa do
eixo Comunicação. A professora Priscila Muniz debateu o tema: "Potenciais, limites e desafios no
uso do ciberespaço de mobilização social", e em sua fala abordou a formação de movimentos de
cidadão no ciberespaço. Além disso, temas como "Comunicação sindical e popular no século XXI:
Afronte! Juventude sem medo!", comandado por Gabriel Santos; "O cineclube papa-sururu/ vídeo e
emancipação social" que teve a professora Raquel do Monte, "Levante Popular da Juventude: A
comunicação como ferramenta de luta", que foi discutido pelos estudantes de relações públicas
Adésio Júnior, Guilherme e Vinícius com o "Coletivo Plural: ações de mobilização social", foram os
subtemas discutidos nesta manhã. Entre as falas, destacam-se: "o trabalho gera valor" e "a
comunicação popular fortalece e constrói a cidadania". Além disso, os participantes interagiram com
os facilitadores.
Na tarde desta sexta-feira (5), seguem as programações para as demandas do Fórum, se
estendendo até esta noite. São sete eixos espalhados por todo o Campus A.C Simões, e todos
estão convidados a virem participar das mesas de debates, discutindo temas importantes para
todas as comunidades.
https://ufal.br/ufal/noticias/2019/7/forum-popular-da-ufal-discutiu-inclusao-arte-e-mobilizacao-social-na-manha-desta-sexta
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Fórum popular da Ufal discutiu inclusão, arte e mobilização social — Universidade Federal de Alagoas
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Fórum popular da Ufal discutiu inclusão, arte e mobilização social — Universidade Federal de Alagoas
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Fórum Popular deixa legado na produção do conhecimento — Universidade Federal de Alagoas
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Página Inicial Ufal Notícias 2019 7 Fórum Popular deixa legado na produção do conhecimento
Fórum Popular deixa legado na produção do
conhecimento
As discussões nas diversas temáticas dialogaram diretamente com os
movimentos sociais durante o evento
Por: Carlos Rodrigues - estudante de Jornalismo - 15/07/2019 às 10h18 - Atualizado em 15/07/2019 às
14h25
Fórum Popular da Ufal foi realizado de 4 a 6 de julho
Entre os dias 4 e 6 de julho a Universidade Federal de Alagoas realizou o 1º Fórum Popular,
promovido pela Pró-reitoria de Extensão (Proex). O Fórum debateu propostas entre a comunidade
universitária e os movimentos populares e sociais do campo e da cidade, como a diversidade,
inclusão e equidade.
https://ufal.br/ufal/noticias/2019/7/forum-popular-deixou-legado-na-producao-do-conhecimento
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Fórum Popular deixa legado na produção do conhecimento — Universidade Federal de Alagoas
Os debates foram em torno de sete eixos: Educação; Saúde; Cultura; Comunicação; Meio Ambiente
e Trabalho; Tecnologia e Produção; e Direitos Humanos e Justiça. A Ufal utilizou recursos próprios
para o atendimento de demandas que foram apresentadas por meio de diálogo científico diante da
realidade social que se encontra Alagoas e o país.
As atividades do eixo Comunicação iniciaram na tarde de quinta-feira (5), no Auditório do Núcleo de
Pesquisa Multidisciplinar. Mobilização social e Comunicação na contemporaneidade foi o tema
central que definiu as mesas e oficinas, durante dois dias. Participaram os professores de
Jornalismo e Relações Públicas Priscilla Muniz; Mércia Pimentel, Raquel do Monte e Gustavo
Amorim, além do professor de Filosofia, Magno Francisco; a docente de Moda, do Senac Alagoas,
Danúbia Barbosa; e os fotógrafos Gregory Aguiar e Everaldo Dantas. Também participaram da mesa
os estudantes Adésio Júnior, Guilherme Rocha, Gabriel Santos, Vinícius Braga e Lysanne Ferro.
O eixo refletiu sobre diversas demandas da comunicação na sociedade, como devemos nos
comportar nas mídias digitais, além disso, projetos foram apresentados pelos professores e alunos
de Relações Públicas e Jornalismo da Ufal. Oficinas de Fotografia, Vídeo, Moda e Comunicação
levaram os participantes a realizarem atividades práticas.
Saúde e e direitos humanos
As atividades do eixo Saúde aconteceram na Faculdade de Medicina (Famed), e tiveram a
participação da reitora Valéria Correia. No primeiro dia houve a mesa com a frente pela defesa do
SUS, e a professora Maria Inês Brito que defenderam, com a reitora, a importância da saúde pública
no Brasil. As oficinas do eixo abordaram o tema Soberania e segurança alimentar, com a
representante do Consea e a Associação dos Agricultores de Ibateguara, que fornecem alimentos
ao Restaurante Universitário.
Já na Faculdade de Direito de Alagoas (FDA) aconteceram as atividades do eixo Direitos Humanos,
Violência e Justiça. As discussões foram sobre direito à cidade, liberdade de culto, identidades,
povos e os embates travados para garantir o cumprimento dos direitos humanos. “Esse espaço é
um marco na história da Universidade. Eu nunca vi isso antes, a Universidade cheia de gente de
verdade”, afirmou Carla Mendes, representante do Coletivo Urbano Aqui fora, sobre sua
experiência no 1º Fórum Popular da Ufal.
Cultura em pauta
A discussão do eixo Cultura girou em torno de pautas como a produção cultural em Alagoas, a
identidade de cada comunidade, o financiamento cultural e as necessidades da extensão prática da
Universidade dentro das comunidades. As atividades aconteceram no Instituto de Ciências
Humanas, Comunicação e Arte (Ichca). “É importante esse diálogo entre a Universidade e a
comunidade, que nós possamos ser ouvidos e respeitados pela nossa cultura”, afirmou Di Ferrari,
representante do PDI Nordeste Coletivo de Hip Hop.
Educação e tecnologia
O eixo Educação, com o tema central Educação popular, inclusão e transformação popular, teve
como convidados a jornalista e militante feminista, Lenilda Luna; os professores Gilberto Coutinho e
Luciano H. da Silva, que discutiu sobre a comunidade LGBTQ+; a professora Consuelo Correia,
representando o Sinteal, e Débora Nunes, do MST, representando os movimentos agrários. As
oficinas foram divididas em grupos temáticos como educação infantil, educação no campo, gênero
e formação de professores. Nessas oficinas os movimentos sociais e seus componentes expuseram
demandas e necessidades, das quais foram apresentadas na Plenária Final, no sábado (6).
Coordenada pela professora do curso de Arquitetura e Urbanismo (Ufal/Arapiraca), Simone Romão,
as atividades no início da
manhã do dia 5, no auditório
da
o eixoTecnologia e Produção começou
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Fórum Popular deixa legado na produção do conhecimento — Universidade Federal de Alagoas
Biblioteca Central. Mediada pelo professor Marcelo Karloni Cruz, do Núcleo de Humanidades Ufal/Arapiraca, a mesa debateu em torno do tema geral Tecnologia e Produção: Tecnologias
Sociais, Universidade Popular e Soberania Nacional. As oficinas ocorreram na Faculdade de Serviço
Social (FSSO), e foram voltadas a ouvir separadamente as demandas de cada instituição e
movimento. Foram quatro oficinas discutidas e divididas nos seguintes temas: Tecnologia Social;
Universidade Popular no Território; Economia Solidária e, Design, Inovação e Artesanato.
Sementes crioulas para o meio ambiente
O último eixo, Meio Ambiente e Trabalho, foi dividido em duas mesas de discussão, no auditório do
Centro de Interesse Comunitário (CIC), abordando temas sobre os diferentes aspectos da relação
do ser humano com o ambiente e o que pode ser disciplinado nesta interação. Os grupos de
trabalho colocaram em pauta as demandas definidas que foram apresentadas na Plenária Final do
evento. O presidente da Cooperativa do Banco de Sementes (Coopabacs), Mardônio Graça, que
participou da mesa de abertura O Campesinato, a agricultura e as cidades produtivas- práticas
tradicionais de alimentação, falou sobre a importância em trazer a discussão sobre as sementes
crioulas para a Universidade, porque cria uma responsabilidade na instituição de incorporar e
trabalhar nesse tema, dentro dos cursos.
Já na manhã do sábado (6), no auditório da Reitoria, após dois dias de atividades, os mais de 600
participantes do evento expuseram as ideias e demandas discutidas ao longo das mesas e oficinas
no 1º Fórum Popular da Ufal. Era o momento de apresentar o que foi produzido, as questões que
vão de encontro a cada um dos eixos. A reitora Valéria Correia finalizou: “O papel da Universidade,
além de cumprir com o eixo de pesquisa, ensino e extensão, é o de dialogar com os movimentos,
articular projetos em conjunto e contribuir cada vez mais para uma sociedade igualitária”.
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Fórum Popular deixa legado na produção do conhecimento — Universidade Federal de Alagoas
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Comunidade acadêmica da Ufal discute sobre movimentos sociais em AL | Notícias |
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Comunidade acadêmica da Ufal discute sobre movimentos sociais em AL
Fórum, que acontece até este sábado, pretende resolver problemáticas por meio de intervenções acadêmicas COMENTE
Por Patrícia Mendonça | Portal Gazetaweb.com 05/07/2019 12h10
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%23GAZETAWEB)
Comunicar erro (https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScTsMR5NImX07xm52wgcKU6uq7oi0XuihCZsJRMKrHvxYnE9A/viewform)
A
s
Evento acontece entre os dias 4 e 6 de junho no campus A. C. Simões
FOTO: DIVULGAÇÃO
necessidades dos movimentos sociais de Alagoas voltadas à Educação;
Saúde; Cultura; Comunicação; Meio Ambiente e Trabalho; Tecnologia e
Produção; Direitos Humanos; Violência e Justiça estão sendo discutidas, no
âmbito científico, no 1° Congresso do Fórum Popular da Universidade
Federal de Alagoas (Ufal). O evento acontece até este sábado (6), no
Auditório Nabuco Lopes, situado na Reitoria do Campus A. C. Simões.
Participam do fórum integrantes da comunidade acadêmica de todas as
áreas, além da comunidade compõe e defende os movimentos sociais do
Estado. É uma oportunidade para construção de conhecimentos mais
abrangentes e uma relação mais estreita com os assuntos demandados
pelos movimentos das diversas causas sediados em Alagoas.
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Comunidade acadêmica da Ufal discute sobre movimentos sociais em AL | Notícias |
A expectativa é que, a partir das discussões das problemáticas sociais dos
movimentos junto à comunidade universitária, sejam estabelecidas
demandas que, posteriormente, sejam trabalhadas pelos docentes e
discentes da Ufal, por meio de editais internos de ensino, pesquisa e
extensão.
O fórum promove mesas, oficinas e grupos de trabalho nas diversas áreas
citadas. Os facilitadores são pesquisadores da Ufal e convidados de demais
universidades do Brasil.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pela internet. Clique aqui
(https://doity.com.br/congresso-do-forum-popular-na-ufal)!
Leia tudo sobre: Ufal (http://gazetaweb.globo.com/portal/busca.php?
q=Ufal) • movimentos sociais
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sociais) • Fórum (http://gazetaweb.globo.com/portal/busca.php?
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q=pesquisa)
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04/07 - Abertura do 1º Fórum Popular Universitário para a sociedade alagoana na Ufal
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04/07 - Abertura do 1º Fórum Popular Universitário
para a sociedade alagoana na Ufal
Por Izadora Garcia
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Aconteceu, na noite de sexta-feira (4), a cerimônia de abertura do 1º Fórum Popular da
Universidade Federal de Alagoas
A conferencista da noite Roberta Traspadini em sua
apresentação na abertura do evento ao lado da próreitora da Proex, Joelma Albuquerque.
Clique na foto acima para acessar a galeria
Em 05/07/19
Fonte: Ascom
Além da mesa solene, o evento realizado no auditório da Reitoria teve a encenação da
peça Igreja Dialética Bretchiana – O Acordo, pelo Corpo Cênico da Ufal, e a palestra
Universidade e Sociedade em Diálogo, ministrada pela professora Roberta Sperandio
Traspadini da Universidade Federal da Integração Latinoamericana (Unila).
Na ocasião, estiveram presentes a reitora, Valéria Correia; a pró-reitora de Extensão,
Joelma Albuquerque; o reitor da Uneal, Odilon Morais; o presidente da Fapeal, Fábio
Guedes; o diretor-presidente da Fundepes, Gerson Maciel; o secretário de Cultura de
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04/07 - Abertura do 1º Fórum Popular Universitário para a sociedade alagoana na Ufal
Maceió, Vinicius Palmeira; a representante do Diretório Central dos Estudantes, Lysanne
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Ferro; e a representante do Coletivo de Mulheres Olga Benário, Amanda Balbino.
Com o tema Universidade e sociedade em diálogo: diversidade, inclusão e equidade, o
Fórum pretende reforçar os vínculos entre a Ufal, a comunidade externa e os movimentos
sociais, estabelecendo a troca de informações e possibilitando que as entidades possam
discutir suas problemáticas junto à Universidade.
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Fórum Popular da Ufal debate situação no Pinheiro | TribunaHoje.com
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CIDADES
6 de julho de 2019 12:28
Fórum Popular da Ufal debate situação no
Pinheiro
Geóloga apresentou a avaliação no grupo de trabalho do Fórum. Regla explica que participou
como consultora nos estudos do Serviço Geológico do Brasil e sintetizou o tema
https://tribunahoje.com/noticias/cidades/2019/07/06/forum-popular-da-ufal-debate-situacao-no-pinheiro/
1/7
02/01/2020
Fórum Popular da Ufal debate situação no Pinheiro | TribunaHoje.com
↑ Recuperação da área requer trabalho multidisciplinar, diz geóloga (Foto: Edilson Omena)
NOTÍCIAS RELACIONADAS
O
Fórum Popular da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) discutiu
os impactos socioambientais da crise instalada nos bairros do
Pinheiro, Bebedouro e Mutange. A doutora e geóloga Regla Massahud
falou sobre o assunto.
Defesa Civil debate Plano de
Contingência do Pinheiro com
Nudec
Rui Palmeira discute situação do
Pinheiro com novo presidente da
OAB/AL
(https://tribunahoje.com/noticias/politica/20
palmeira-discute-situacao-dopinheiro-com-novo-presidente-daoab-al/)
Religiosos colaboram com trabalho
da Defesa Civil no Pinheiro
(https://tribunahoje.com/noticias/cidades/2
colaboram-com-trabalho-da-defesacivil-no-pinheiro/)
A geóloga apresentou a avaliação no grupo de trabalho do Fórum.
Regla explica que participou como consultora nos estudos do Serviço
Geológico do Brasil e sintetizou o tema.
“O que eu apresento aqui na verdade são os resultados. Eu vou
apresentar um pouco os resultados que o Serviço Geológico emitiu como relatório das causas da
subsidência no bairro do Pinheiro. Eu tive a honra de participar como colaboradora deste trabalho a
convite dos pesquisadores, especi camente da geóloga Adelaide. O que eu vou apresentar é mais a
parte
que eu participei, como alguns dados de Raio X, tipos de solo de lá da região, basicamente isso”,
destaca. Soluções para a problemática segundo a avaliação da professora partem do sistema de
Proteção e Defesa Civil.
https://tribunahoje.com/noticias/cidades/2019/07/06/forum-popular-da-ufal-debate-situacao-no-pinheiro/
2/7
02/01/2020
Fórum Popular da Ufal debate situação no Pinheiro | TribunaHoje.com
“Eu penso que qualquer trabalho, qualquer proposta para recuperar uma área, um acidente de modo
geral, precisa de uma equipe multidisciplinar. No caso, a Defesa Civil Municipal, do Estado e Nação,
devem ter elementos de como proceder, acredito que eles já tenham os dados, plano de contingência,
questão social, pagamento de indenizações, que já é outro ramo do que fazer agora. Mas com certeza
a Defesa Civil já tem o que deve ser feito, nós pesquisadores não temos muito a ser feito. O que fazer
agora é Ministério da Integração Nacional e Defesa Civil”, pontua.
Durante a apresentação, a geóloga disse ainda que durante quatro anos morou no bairro do Pinheiro e
acompanhou o período entre o tremor e as primeiras evacuações. Segundo ela, devido a seu
conhecimento e experiência, inicialmente suspeitou de duas hipóteses: as falhas geológicas e
exploração em grandes volumes de água. No entanto, ela a rma que jamais suspeitou que a atividade
de mineração estivesse associada.
“Quando houve o tremor eu estava em casa, e devido a algumas parcerias anteriores com a Defesa
Civil Municipal, eles me ligaram e perguntaram o que poderia ser. Me explicaram que o tremor havia
sido sentido em alguns bairros, inclusive na cidade de Satuba. Então perguntaram o que eu achava
que podia ser, e expliquei que seria difícil determinar, mas que de acordo com meu conhecimento,
poderia ser algo ligado a falhas geológicas ou uma retirada ou inserção de água em grandes volumes,
que neste caso, pode impactar na camada de rochas, haver um desequilíbrio momentâneo.
65
Fonte: Tribuna Independente / Evellyn Pimentel
Comentários
MAIS NO TH
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https://tribunahoje.com/noticias/cidades/2019/07/06/forum-popular-da-ufal-debate-situacao-no-pinheiro/
3/7
02/01/2020
Fórum Popular da Ufal debate situação no Pinheiro | TribunaHoje.com
(https://tribunahoje.com/noticias/cidades/2020/01/02/material-escolar-procon-maceio-divulga-pesquisa-de-
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Material escolar: Procon Maceió divulga pesquisa de preços
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Militares da 2ª CPM/I realizam dia de ação social em Novo Lino
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(https://tribunahoje.com/noticias/cidades/2020/01/02/militares-da-2a-cpm-i-realizam-dia-de-acao-social-em-novo-lino/)
(https://tribunahoje.com/noticias/cidades/2020/01/02/prefeitura-implanta-contorno-de-quadra-na-bomba-do-
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Prefeitura implanta contorno de quadra na Bomba do Gonzaga
QUI 08:51 • EM CIDADES
(https://tribunahoje.com/noticias/cidades/2020/01/02/prefeitura-implanta-contorno-de-quadra-na-bomba-do-gonzaga/)
(https://tribunahoje.com/noticias/cidades/2020/01/01/passagem-de-onibus-a-r-410-em-maceio-quase-anularia-
TRANSPORTE PÚBLICO
Passagem de ônibus a R$ 4,10 em Maceió quase anularia aumento do mínimo
QUA 15:20 • EM CIDADES
(https://tribunahoje.com/noticias/cidades/2020/01/01/passagem-de-onibus-a-r-410-em-maceio-quase-anularia-aumento-do-minimo/)
(https://tribunahoje.com/noticias/cidades/2020/01/01/colisao-entre-veiculos-provoca-atropelamentos-de-duas-
ACIDENTE
Colisão entre veículos provoca atropelamentos de duas pessoas em Maragogi
QUA 13:00 • EM CIDADES
(https://tribunahoje.com/noticias/cidades/2020/01/01/colisao-entre-veiculos-provoca-atropelamentos-de-duas-pessoas-em-maragogi/)
https://tribunahoje.com/noticias/cidades/2019/07/06/forum-popular-da-ufal-debate-situacao-no-pinheiro/
4/7
02/01/2020
Fórum Popular da Ufal debate situação no Pinheiro | TribunaHoje.com
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PREVISÃO DO TEMPO
Chuva na virada do ano em Maceió vira memes nas redes sociais
QUA 10:08 • EM CIDADES
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VIOLÊNCIA
Ano começa com três homicídios em Paripueira
QUA 08:26 • EM CIDADES
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SALÁRIO
Falha no envio de arquivo impede pagamento de servidores da Saúde
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COMEMORAÇÃO
Con ra como vai ser a programação de réveillon nos bairros de Maceió
TER 15:10 • EM CIDADES
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MACEIÓ
SMTT amplia área de interdição na orla para o Réveillon
TER 11:25 • EM CIDADES
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https://tribunahoje.com/noticias/cidades/2019/07/06/forum-popular-da-ufal-debate-situacao-no-pinheiro/
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DEZEMBRO LARANJA
Proteção solar é o melhor remédio para evitar câncer de pele
TER 10:18 • EM CIDADES
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Show pirotécnico atrairá multidão para orla de Maceió na virada de 2019 para 2020
TER 10:00 • EM CIDADES
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ESTILO
Maceioenses apostam em roupas novas para usar no Réveillon
TER 09:47 • EM CIDADES
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MACEIÓ
Prefeitura registra quase um milhão de integrações temporais
TER 09:31 • EM CIDADES
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ÚLTIMAS NOTÍCIAS
FISCALIZAÇÕES
PRF encerra Operação Ano novo com redução de 80% no número de acidentes graves em Alagoas
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BANCOS
Serviço Não Perturbe começa a funcionar nesta quinta-feira
2 de janeiro de 2020
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SÓ LAZER
Governo de Alagoas divulga calendário de feriados previstos para 2020
2 de janeiro de 2020
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Corpo de lho de secretário é encontrado degolado no Agreste alagoano
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IMOBILIZADO
Suspeito de roubo é preso pelo Ronda no Bairro na Ponta Verde
2 de janeiro de 2020
(https://tribunahoje.com/noticias/politica/2020/01/02/suspeito-de-roubo-e-preso-pelo-ronda-no-bairro-na-ponta-verde/)
Empresarial Humberto Lobo
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Anexo D – Programação
Anexo E – Fotos reuniões Preparatórias
Campus Arapiraca
Campus Arapiraca
Campus Sertão
Campus A.C. Simões
Campus A.C. Simões
Anexo F
Fotos da Abertura – 04/07/2019
Apresentação do Corpo Cênico da Ufal
Mesa de abertura
Mesa de Abertura – Profa. Dra. Roberta Traspadini - Unila
Debate – Representantes das comunidades e movimentos sociais, e professoras da
UFAL e IFAL
Anexo G – Atividades durante o I Fórum Popular da Ufal
Eixo temático tecnologia e produção
Eixo temático saúde
Eixo temático meio ambiente e trabalho
Eixo temático educação
Eixo Saúde
GRUPO CURSO DE EXTENSÃO