Indicadores - 2019

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                    RELATÓRIO DE GESTÃO
2019

INDICADORES
DE EXTENSÃO

PROEX

Pró-reitoria de Extensão

1

Maria Valéria Costa Correia
Reitora

José vieira da Cruz
Vice-Reitor

Joelma de Oliveira Albuquerque
Pró-Reitora de Extensão

Maria Betânia Gomes da Silva Brito
Coordenadora de Extensão

Ricardo Carvalho Cabús
Coordenador de Assuntos Culturais

Janda Maria Alves de Alencar
Coordenadora do Programa Conexões de Saberes

Ana Maria Bastos
Jobson Lima dos Santos
Secretaria Administrativa

Robson Antônio Amorim Carneiro
Demétrio Torres da Silva
Coordenação de Extensão

Marildes Nunes Ferreira
Alex Souza Oliveira
Danilo Gusmão Ferreira Souto
Setor Técnico de Projetos

Jailson dos Santos Albuquerque
Giselle Silva do Nascimento
Assessoria de Ações de Extensão

2

Sumário

1 – Apresentação................................................................................................................................ 3
2 - Indicadores de extensão universitária........................................................................................ 6
3 - Série histórica de indicadores da extensão na Ufal ................................................................ 12
3.1 Tipos de relações temáticas....................................................................................................... 12
3.2 Números de municípios atingidos pelas ações da extensão.................................................... 13
3.3 Número de visitantes dos museus e equipamentos culturais da Ufal................................... 13
3.4 Demais indicadores.................................................................................................................... 14
4 - Organização didático-pedagógica............................................................................................. 15
5 - considerações finais…................................................................................................................ 16
6 - Anexo A - descrição de indicadores.......................................................................................... 17
7 - Anexo B - fonte dos indicadores................................................................................................ 19
8 - Anexo C - classificação das áreas temáticas............................................................................ 22
9 - Anexo D - linhas de extensão e formas de operacionalização................................................ 23
10 – Referências............................................................................................................................... 27
11 - Nota de fim................................................................................................................................ 28

3

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO

INDICADORES DE EXTENSÃO DA UFAL

Apresentação
O presente texto visa expor uma proposta de definição de indicadores que dialoguem com
os objetivos estratégicos para o PDI 2019-2023, considerando o acúmulo e desenvolvimento da
instituição acerca deste elemento constitutivo da formação profissional que é a extensão
universitária. Desta forma, para a definição destes objetivos foram considerados: as normatizações
vigentes; os mais de 30 anos de discussão e produção acadêmica do Fórum dos Pró-Reitores de
Extensão das Instituições Públicas de Ensino Superior; e a configuração da extensão na UFAL.
Desta maneira, para dar materialidade aos objetivos estratégicos, neste texto seguiu-se a seguinte
lógica:
1) Explicitação dos objetivos estratégicos do PDI e a respectiva fundamentação legal e normativa.
2) Apresentação da fundamentação acerca dos indicadores de extensão, e a proposição de indicadores considerando aqueles já consolidados no último PDI explicitados nos últimos relatórios de
gestão; quanto de novos indicadores, que possibilitem à Ufal acompanhar o desenvolvimento institucional da extensão, compreendendo o conjunto dos indicadores como parâmetros para avaliar
objetivos e ações, possibilitando a instituição rever procedimentos, elaborar novas políticas, e identificar êxitos.
3) Apresentação de uma série histórica de indicadores que já vem sendo utilizados, que foram tomados como base para a definição de novas ações e respectivas metas;
4) Em anexo a lista dos indicadores com sua descrição detalhada, sua fonte de coleta, e a metodologia de sistematização. Também em anexo as áreas temáticas e linhas de extensão.
Também, vale ressaltar que a definição de indicadores pela Ufal, foi objeto do item –
144489, da Solicitação de Auditoria Nº028/2016/AG-UFAL, a saber ‘Promover a criação de
indicadores da extensão para medir o atingimento efetivo das metas previamente acordadas’, que
concedeu prazo para que fossem implementados.
Em 2018, realizaram-se reuniões em Arapiraca com os coordenadores de extensão dos
Campi do Interior; em Maceió, no Campus. A. C. Simões, e com a equipe da Proex expondo e
discutindo-os um a um os indicadores, e as possibilidades de a UFAL defini-los, assim como
formas de acompanhamento e fontes de dados auditáveis.
Com o processo de elaboração do novo PDI (2019-2023), cuja metodologia permitiu amplo
debate nos três Campi da Ufal, em reuniões com os diretores, com a subcomissão da Proex, com o
comitê assessor de extensão, e audiência pública, tendo como resultado a definição de indicadores e
metas, através de um processo de construção coletiva que reforça a legitimidade do trabalho
desenvolvido e seu respectivo resultado.
Sobre objetivos e metas do novo PDI (2019-2023)

4

Quanto aos objetivos estratégicos, estes ficaram definidos da seguinte maneira, e os indicadores são imprescindíveis para observar as aproximações e distanciamentos que a instituição se
encontra em relação a estes objetivos:
1) Ampliar o alcance e o
impacto social das ações
de extensão integrada ao
ensino e à pesquisa.

Efetivar ações que garantam a ampliação do alcance e impacto
social das ações de extensão, construindo relações mais efetivas
com outros setores da sociedade, tais como comunidades
tradicionais, movimentos sociais, escolas públicas etc., em
variados municípios, ampliando o diálogo e a consequente
construção de um perfil profissional que tenha elementos para
atuar de forma ética, tecnicamente competente, e politicamente
comprometida com as áreas de grande pertinência social
(necessidades das populações com maior vulnerabilidade
social), tendo como pano de fundo uma realidade complexa e
contraditória do ponto de vista dos índices de desenvolvimento
humano.

2) Desenvolver os aspectos
pedagógico, formativo e
organizativo a partir das
diretrizes
institucionais
para a extensão da Ufal.

Desenvolver aspectos de organização institucional interna, que
permitam o desenvolvimento da extensão, tais como novas
políticas, resoluções, procedimentos, criação e/ou alteração de
fluxos, produção de instruções normativas, de materiais
didáticos que auxiliem na compreensão do que é a extensão no
processo formativo, dentre outras ações que objetivam ampliar o
grau de organização, de consolidação, de alterações qualitativas
significativas dessas atividades de caráter acadêmico na cultura
universitária, buscando sua valorização como um importante
componente formativo e canal de diálogo científico e cultural
com outros setores da sociedade.

Os objetivos estratégicos expressam e dialogam com a concepção didático-pedagógico da
extensão posta no PPI, que se fundamenta:
a) Na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, no seu Artigo 207, e assegura que
“As universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e
patrimonial, e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão”.
b) Na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996), que reitera e amplia o disposto na
Constituição de 1988, destacando a função social da extensão, a saber: No Art. 43, que explicita a
finalidade da educação superior: “VII - promover a extensão, aberta à participação da população,
visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica
e tecnológica geradas na instituição”; “VIII - atuar em favor da universalização e do aprimoramento
da educação básica, mediante a formação e a capacitação de profissionais, a realização de pesquisas
pedagógicas e o desenvolvimento de atividades de extensão que aproximem os dois níveis escolares”; Art. 52. As universidades são instituições pluridisciplinares de formação dos quadros profissionais de nível superior, de pesquisa, de extensão e de domínio e cultivo do saber humano, (...).
c) No Plano Nacional de Educação - PNE, com vigência por 10 (dez) anos, a contar da publicação
da Lei 13.005 de 25 de junho de 2014, que propõe assegurar no mínimo 10% (dez por cento) do
total de créditos curriculares exigidos para a graduação em programas e projetos de extensão
universitária, orientando sua ação prioritariamente, para áreas de grande pertinência social; E nas

5
Resoluções 65/2014 e 04/2018 Consuni/Ufal que tratam deste assunto, a primeira indicando esta
necessidade, e a segunda implementando a extensão como componente curricular nos cursos de
graduação da Ufal.
d) Na Resolução CNE/CES nº 7, de 18 de dezembro de 2018- Estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014,
que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE 2014-2024 e dá outras providências.
e) Na Política Nacional de Extensão Universitária (PNEU, 2012) que vem sendo elaborada desde
1987 pelo Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições Públicas de Ensino Superior, que
elaborou e aprimorou o conceito de Extensão Universitária, que sob o princípio constitucional da
indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, é um processo interdisciplinar, educativo,
cultural, científico e político que promove a interação transformadora entre Universidade e outros
setores da sociedade, assim como também com nas Diretrizes para Ações de Extensão Universitária
(PNEU, 2012, p.28).
f) Resolução 65/2014-CONSUNI/UFAL, na qual constam as diretrizes e os princípios da UFAL.
Em seu Artigo segundo, constata-se que: As atividades de Extensão reger-se-ão na Universidade
Federal de Alagoas, pelas seguintes diretrizes: I - Interação Dialógica; II - Interdisciplinaridade e
Interprofissionalidade; III - Indissociabilidade do Ensino, da Pesquisa e da Extensão; IV - Impacto
na Formação do discente; V - Impacto e Transformação Social. Já no Artigo terceiro, explicita-se o
conceito de Extensão Universitária, sob a égide dos seguintes princípios gerais: I - O desenvolvimento da ciência, da arte e da tecnologia deve alicerçar-se nas prioridades do local, da região, do
País; II - A Universidade como partícipe da sociedade, deve estar sensível a seus problemas e apelos,
quer através dos grupos sociais com os quais interage, quer através das questões que surgem de suas
atividades próprias de ensino, pesquisa e extensão, sem isolar-se numa postura de detentora de um
saber pronto e acabado, que vai ser oferecido à sociedade; III - A Universidade deve colaborar com
os movimentos sociais, no âmbito de ações que visem à superação das atuais condições de desigualdades e exclusão existentes no Brasil; IV - A ação cidadã da Universidade implica na efetiva
difusão dos saberes nela produzidos, de tal forma que as populações, cujos problemas tornam-se
objeto da pesquisa acadêmica, sejam também consideradas sujeitos desse conhecimento, tendo, portanto, plenos direitos de acesso às informações resultantes dessas pesquisas; V - A atuação junto ao
sistema de ensino público deve se constituir em uma das diretrizes prioritárias para o fortalecimento
da educação básica através de contribuições técnico-científicas e colaboração na construção e difusão dos valores da cidadania; VI - A sistematização das ações de extensão em programas deve ser
priorizada como metodologia para o cumprimento das diretrizes de impacto, interação social dialógica e construção de parcerias, interdisciplinaridade e integração ensino/pesquisa.
g) Resolução Consuni/Ufal 04/2018, que regulamenta ações de extensão como componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação da Ufal. Neste documento, está
firmado o compromisso já exposto na Resolução Consuni Ufal 65/2014, no Capítulo VII da Avaliação, Art. 32 - A avaliação da Extensão Universitária no âmbito da UFAL levará em conta a abordagem conjunta e integrada dos seguintes aspectos: I - O compromisso institucional com a estruturação e efetivação das ações de extensão, traduzido por apoio financeiro, recursos humanos e pela
efetividade da extensão como componente curricular nos Projetos Político-Pedagógico dos Cursos.
Além disso, para a definição dos objetivos e metas, foi realizado um mapeamento dos aspectos que foram acumulados institucionalmente acerca da extensão, através do disposto nos relatórios
de gestão dos últimos cinco anos (referentes ao último PDI 2013-2018); os desafios para a extensão
identificados por meio das reuniões ordinárias do Comitê Assessor de Extensão da Ufal, que de
acordo com a Resolução 65/2014, Artigo 33, deve desenvolver processos, instrumentos e indicadores de avaliação da extensão junto à Comissão Própria de Avaliação – CPA/UFAL; das exigências

6
legais e dos órgãos de controle acerca da transparência nos processos e procedimentos institucionais, da necessidade da definição de indicadores que possibilite uma avaliação sistemática a partir
de dados auditáveis. Assim, ampliar o alcance das ações de extensão na Ufal, de forma integrada ao
ensino e a pesquisa, e implementar o disposto nas diretrizes para a extensão na Ufal, sintetiza na
forma de objetivos, as necessidades a serem perseguidas institucionalmente.

1. INDICADORES DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA
Quanto à extensão na Ufal, para a definição de ações e metas, se fez necessário por um lado,
buscar os estudos acerca de indicadores de extensão no Brasil, e por outro, verificar quais destes
indicadores se alinham aos objetivos estratégicos definidos, assim como verificar quais destes tem o
registro no sistema em uso, que permita o acompanhamento institucional de dados auditáveis.
Para tanto, dois documentos foram tomados como referência:
- Relatório do Grupo de Trabalho Indicadores (GTI), 20151, grupo pertencente ao Fórum de
Pró-reitores de Planejamento e Administração – Forplad, que apresenta dezesseis (16) indicadores
de extensão que dialogam com aspectos administrativos e acadêmicos;
- Relatório de pesquisa 2017 do Fórum dos Pró-Reitores de Extensão das Instituições Públicas de Ensino Superior - Forproex, intitulado “Indicadores Brasileiros de Extensão Universitária
(IBEU)”2, que sistematizou o resultado em uma relação geral de indicadores, agrupados em cinco
dimensões de avaliação da Extensão Universitária, propondo uma “Base de referência nacional de
indicadores de extensão”, a saber: a) Indicadores de Política de Gestão (PG), nesta dimensão foram
definidos 13 indicadores; b) Indicadores de Infraestrutura (Infra), nesta dimensão foram definidos
oito (08) indicadores; c) Indicadores de Plano Acadêmico (PA), para esta dimensão foram definidos
nove (09) indicadores; d) Indicadores de Relação Universidade – Sociedade (RUS), nesta dimensão
foram definidos oito (08) indicadores; e) Indicador de Produção Acadêmica (Prod), para esta dimensão foram definidos nove (09) indicadores.
Cabe pontuar que essas cinco dimensões citadas, são as dimensões de avaliação que caracterizam a extensão universitária: Política de Gestão; Infraestrutura; Plano Acadêmico; Relação Universidade-Sociedade; e Produção Acadêmica. Estas são conceituadas como:
- A política de gestão contida nas finalidades, objetivos, fomento e atribuições da
extensão, bem como seus instrumentos de ação denunciam se a missão da universidade incorpora a função extensionista. - A dimensão infraestrutura informa sobre
as condições físicas e gerenciais, reais, de realização da extensão e sobre as possibilidades de se consolidarem as metas almejadas. - O plano acadêmico analisa as
possibilidades de incorporação da extensão na vida acadêmica, valorizando as experiências desenvolvidas pelo conjunto de participantes na ação extensionista (professores, funcionários e estudantes). - A relação universidade-sociedade revela de
que modo as ações de extensão estão presentes na sociedade, quais seus pressupostos e finalidades e como a universidade interage no sentido de transformações recíprocas. - A produção acadêmica trata da captação dos produtos resultantes da ação
da extensão, que elabora e dissemina conhecimentos e que, no âmbito universitário,
tem o seu valor reconhecido. (FORPROEX, 2001, p.50-51, grifos nossos).

Vale ressaltar que o estudo do Forproex considerou os indicadores do Forplad, e que na
Ufal, conforme indicado, buscamos identificar, com base no Projeto Pedagógico Institucional – PPI,
no que se refere à extensão, indicadores que o sistema acadêmico em uso na Ufal possa nos fornecer
dados seguros. Após as consultas públicas e às unidades acadêmicas acerca dos objetivos estratégi1

Disponível em: <http://www.uff.br/sites/default/files/indicadores_do_forplad.pdf>
Disponível em: <
file:///C:/Users/joelm/Downloads/Relat%C3%B3rio_de_Pesquisa_Forproex_EBOOK_unlocked%20(1).pdf>
2

7
cos, e após um debate preliminar com o Comitê Assessor de Extensão da Ufal acerca desses indicadores, identificamos a necessidade de inclusão de outros aspectos, relativos à: valorização da extensão na progressão funcional, nas avaliações de estágio probatório, e nos baremas para concurso docente. Além disso, a importância de aprimorar as ferramentas tecnológicas institucionais, a exemplo
do SIGAA, módulo de extensão, para dinamizar o registro das ações de extensão no sistema. Outros
aspectos apontados como necessidade, acumulados nos debates do Comitê, é a definição do papel
do coordenador de extensão nas Unidades, o desenvolvimento de uma política de transportes, e de
uma política de financiamento da Extensão.
Nesse sentido, buscamos a definição dos indicadores, para que institucionalmente a extensão
se desenvolva nos aspectos apontados:
Objetivo 1: Ampliar o alcance e o impacto social das ações de extensão integrada ao ensino e à
pesquisa
INDICADORES

META GERAL

Número de ações de extensão

824 ações

12. Ampliar em pelo menos 55 o número de
ações, totalizando 879 ações ou mais até 20233.

Número de projetos de
extensão
Número de eventos de
extensão
Número de cursos de extensão

342 projetos

Número de programas de
extensão
Número de produtos
acadêmicos da extensão

6 programas

13. Ampliar em pelo menos 22 projetos e chegar a
364 projetos4.
14. Ampliar em pelo menos 15 eventos e chegar a
190 ou mais5.
15. Ampliar em pelo menos 15 cursos e chegar a
2516.
16. Ampliar para 100 programas7..

2 produtos

17. Ampliar para 82 produtos8.

Periodicidade semestral das edições
da Revista Extensão em Debate
(RED).

3

SITUAÇÃO
EM 2018

175 eventos
236 cursos

2 edições

Considerando a implementação da extensão como componente curricular obrigatório que ampliará o número de ações;
considerando os Campi, Unidades Educacionais e Pólos EAD em diferentes municípios; considerando que na série
histórica se chegou a 967 ações em um ano. Considerando as ações em torno do financiamento e melhoria da
infraestrutura; etc.
4
Acompanhar o crescimento do item “ações de extensão” visando chegar aos 60% (Acréscimo de 27.150 ao público
total para programas e projetos). Considerando a inserção da extensão como componente curricular, a obrigatoriedade
de cada curso ter pelo menos dois projetos de extensão; Considerando os 100 cursos da UFAL.
5
Acompanhar o crescimento do item “ações de extensão” visando chegar aos 60% (Acréscimo de 4.505 ao público total
para cursos e eventos). Considerando que na série histórica já se alcançou 439 eventos cadastrados. Ampliar o cadastro
de eventos no SIGAA, pois muitos ocorrem e não são cadastrados na instituição.
6
Considerando a expansão de cursos já existentes na capital para os Campi e Unidades Educacionais do Interior.
7
Considerando a inserção da extensão como componente curricular, a obrigatoriedade de cada curso ter pelo menos um
programa de extensão; Considerando os 100 cursos da UFAL.
8
10% das ações de extensão. Significa ampliar para 82 produtos. Considerando que se elaboram diversos produtos,
porém não são registrados no módulo de extensão do SIGAA.

8
Taxa de Inclusão de População
Vulnerável às Ações Extensionistas
(TIVEx)9.
Ações de extensão dirigidas às
escolas públicas.
Municípios atendidos por
ações extensionistas.
Articulação extensão –
pesquisa.

9

65 ações

18. Passar de 65 para 412 ações (50% do total de
ações em 2018) voltadas para populações
vulneráveis10.

177

19. Ampliar em 63 o número de ações dirigidas às
escolas públicas, chegando a 240 em 202311.
20. Alcançar 55 municípios para se chegar aos
102 municípios alagoanos.
21. Ampliar em 322 o número de ações de
extensão vinculadas a grupos devidamente
cadastrados no CNPq.
22. Ampliar em 7.000 (sete mil) os visitantes
aos equipamentos culturais até se chegar a 78
mil13.
23. Ampliar em 80 a oferta de ações culturais
para a comunidade, passando de 116 para
19614.
24. Aumentar em 31.651 o público
atingido15.
26. Aumentar em 4.505 o público total.

47
50212

Número de visitantes dos
museus e beneficiados com
equipamentos culturais.
Oferta de ações culturais para a
comunidade.

71.578

Público atingido pelas ações de
extensão.
Público alcançado por cursos e
eventos.
Número de profissionais
externos envolvidos na
extensão.
Ações divulgadas em meios de
comunicação com a sociedade e
cadastradas no Sigaa.

150.719

116

21.434
1.538

27. Ampliar em 162 profissionais externos,
passando de 1538 para 1700 (ampliar em mais
um profissional em 20% do total de ações)16.
52 ações com 28. Passar de 52 para 195 o número de ações
o dia a dia divulgadas (pelo menos 30% das ações
divulgado.
cadastradas no Sigaa).

De acordo com os indicadores formulados pelo FORPLAD, a interpretação de população vulnerável é: Quantidade de
ações de extensão dirigidas à população em situação de vulnerabilidade social, tais como: violência, gênero, préuniversitário, dependência química, desastres naturais, pessoas deficientes, comunidades indígenas e quilombolas,
discriminação. Disponível em: <http://www.uff.br/sites/default/files/indicadores_do_forplad.pdf>.
10
Considerando que 648 dessas ações são nas áreas de Educação, Cultura e Saúde, é possível que pelo menos 50% (324)
das ações nessas áreas em alguma momento tratem desta temática. Considerando ainda a área de direitos Humanos e
Justiça com 31 ações, essa meta pode ser alcançada; Considerando como uma das ações, incluir esse critério com maior
peso na seleção dos projetos de editais de bolsas da PROEX.
11
Considerando a implementação da extensão como componente curricular obrigatório que ampliará as ações em áreas
de grande pertinência social; Considerando que são 100 cursos de graduação presenciais, fora EAD; Considerando
como uma das ações, incluir esse critério com maior peso na seleção dos projetos de editais de bolsas da PROEX; è
possível avançar para que pelo menos 50% das ações em algum momento dirijam atividades às escolas públicas.
12
Provavelmente, esse número seja ainda maior, basta que no momento do cadastro da ação o coordenador mencione
esta informação. A ação de incentivar as ações de extensão para os grupos de pesquisa são necessárias para ampliar o
impacto social dos resultados das pesquisas.
13
Considerando as ações para ampliação da divulgação; ações dirigidas às escolas públicas que devem crescer, por
exemplo: um cálculo de duas turmas de escolares com 35 crianças a mais que o já posto, por mês, em 10 meses, são
7000 escolares (uma simulação); a abertura dos museus aos fins de semana; o projeto arte todos dia que ampliará a
circulação dos equipamentos.
14
Considerando o projeto arte todo dia; considerando a reforma prevista para conclusão em 2019 do auditório do
espaço cultural; considerando a ampliação do registro do que já se faz no SIGAA; considerando a abertura de
equipamentos e espaços de convivência onde estas atividades podem se desenvolver; etc.
15
Hoje se atinge uma média de 39% do público estimado. Ampliar em 21%, chegando a 60% do público. Hoje se atinge
uma média de 39% do público estimado. Ampliar em 21%, chegando a 60% do público. Atuar nos meios de
comunicação e divulgação para os públicos das ações.
16
Considerando que em 2018 houve 176 eventos, e na série histórica chegou-se a 439; Considerando o aumento no
número de registros de eventos que já ocorrem e não são registrados; entre outros fatores. Os índices são
respectivamente: 2,74 profissionais por projeto; 2,68 profissionais por evento (pode crescer considerando externos do
próprio estado, outros órgãos públicos e IES); e 0,68 por curso (pode crescer também). Esse indicador sinaliza para a
ampliação de parcerias interinstitucionais, intercâmbio e redes entre grupos de estudos e pesquisas etc.

9

Número de estudantes participantes
de ações de extensão.
Número de docentes extensionistas.

459 matérias;
734 postagens
em rede social
5.735
29. Duplicar a quantidade de estudantes
extensionistas, chegando ao menos a 11.470 em
202317.
531

30. Ampliar em 160 o número de docentes
extensionistas, chegando ao menos a 691 em 202318

Objetivo 2: Desenvolver os aspectos pedagógicos, formativo e organizativo a partir das
diretrizes institucionais para a extensão da Ufal
INDICADORES
Número de técnicos
extensionistas.

SITUAÇÃO EM
2018
441

Número de ações de extensão 6 ações em 2 campi
no âmbito da cultura corporal,
esportiva e de lazer e número
530 participantes
de participantes nessas ações.
Estrutura organizacional de
3 resoluções. (n°
suporte a extensão
65/2014, n° 4/2018 e
universitária.
n° 75/2018).
Nível de inclusão da
46 novos PPCs
extensão nos currículos.
Capacitação em extensão para
Um curso, com
a comunidade acadêmica.
oito turmas
ofertadas, nos
Campi e Ues.
Ações para a
3 ações (PLEI;
internacionalização
CCC; CCEC).
da extensão.
Estrutura organizacional de
3 resoluções (n°
suporte a extensão
65/2014, n° 4/2018
universitária.
e n° 75/2018).
17

META GERAL
31. Ampliar em 88 técnicos atuando na extensão,
chegando a 52919.
32. Ampliar em pelo menos 13 a oferta de ações
e em 570 o número de participantes.

33. Elaborar quatro novas instruções normativas
de forma a atender as diretrizes para a extensão
na Ufal.
34. Ofertar 100 cursos até 2020, conforme
Resolução n° 4/2018- CONSUNI/UFAL.
35. Promover 2 cursos ao ano nos Campi e
Unidades Educacionais20.

36. Ampliar para, ao menos, mais uma ação ao ano,
totalizando cinco novas ações.
37. Elaborar quatro novas instruções normativas de
forma a atender as diretrizes para a extensão na
Ufal.

Ampliar em 20% ao ano o número de estudantes extensionistas; duplicar o número de estudantes nessas atividades,
considerando a inserção da extensão como componente curricular, a obrigatoriedade para todos os estudantes que
ingressarem a partir da aprovação dos novos PPCs de cursar este componente curricular; considerando a quantidade de
estudantes ingressantes a cada semestre que é de cerca de 2.750, em cinco anos serão 27.520 estudantes que ingressarão
gradativamente, significa que a meta é atingível (11.470 será 41% dos estudantes da graduação).
18
Ampliar em 30% o número de docentes envolvidos em ações de extensão na Ufal, 235 a mais, são, em média, dois
professores a mais por curso, considerando os 100 cursos de graduação. É importante lembrar que, dos 1.672 docentes
da Ufal, 1619 atuam na graduação, e 516 na pós-graduação. A meta é que se amplie o número de docentes que atuam
na extensão, considerando a inserção da extensão como componente curricular obrigatório dos cursos de graduação.
Desta forma a meta será atingida na medida em que a distribuição do trabalho se dê de forma mais equitativa e a maior
parte dos docentes possam colaborar com a oferta de ações de extensão.
19
Ampliar em 20% de técnicos envolvidos em ações de extensão na Ufal. Considerando que a Ufal tem 1.770
servidores técnicos administrativos, sendo que destes, 1.409 tem formação em nível superior (611 graduação; 446
especialização; 191 mestrado; e 31 doutorado). Considerando a participação do técnico como critério para a provação
de ações de extensão; considerando as políticas institucionais de incentivo a participação em ações de extensão.
20
Foi realizado o curso sobre a Curricularização da extensão, nos três Campi com 8 turmas no Geral. Outro curso que
deve ocorrer anualmente é sobre o uso do SIGAA.

10
Valorização
da
prática Normatizações
38. Aprovar três resoluções que valorizem a
extensionista como critério de sobre: Carga Horária extensão em diferentes instrumentos avaliativos do
promoção na carreira, ingresso Docente; progressão trabalho na
por concurso público e estágio na carreira; barema Universidade.
probatório.
para
concurso
público.
Representação da sociedade Resolução
n° 39. Elaborar duas instruções normativas para
na IES.
65/2014
ampliar a representação da sociedade na IES.
(composição
do
comitê assessor de
extensão)

Produção de materiais para
instrumentalização
da
extensão.
Logística de transporte de
apoio
à extensão.
Acesso e transparência das
ações extensão.

Neab Campus A.
C. Simões.
81
artes
e
infográficos.

5 40. Produzir pelo menos10 vídeos e
cartilhas/folders/manuais com temas sobre
Extensão.
Solicitação por livre 41. Produzir uma instrução normativa sobre
demanda.
extensão.
Página da Ufal –
aba extensão no
Sigaa

10

42. Ampliar em 100% o acesso às informações
sobre a extensão no site da Ufal21.

Site da Ufal –
aba extensão –
item ações.
Relatórios
fechados no Sigaa
Não há seção
“extensão”
no
Sibi

Sistema informatizado de
apoio à extensão.
Disponibilidade de
equipamentos adequados
para eventos culturais

21

Páginas das UAs
e dos Campi.
Módulo de extensão
do Sigaa.
Caixas de som,
mesa
de som, microfones,
tendas, entre outros.

43. Ajustar o sistema aos fluxos e organização
política e pedagógica da UFAL22.
44. Ampliar a diversidade e quantidade de
equipamentos para eventos culturais.

Ampliar a variedade de mídias e número de matérias, textos, vídeos, comunicações, postagens em geral para redes
sociais, site da Ufal, e páginas dos equipamentos culturais, de ações de extensão cadastradas no SIGAA. Atingir 30%
das ações cadastradas no SIGAA (23,69% a mais), o que significa 195 ações. Foram 52 ações de extensão que tiveram
seu dia a dia divulgados. Considerando as 824 ações de extensão de 2018 (116 só de ações culturais), há ampla
possibilidade de atingir a meta. Considerando que nossa meta é que 100% de ações de extensão que são realizadas e não
cadastradas no módulo de extensão do SIGAA o seja. O que significa ampliar o número de registros de ações de
extensão. Considerando a ofertas de cursos para lidar com o sistema; considerando a elaboração de cartilha sobre o uso
do sistema.
22
Considerando as necessidades acumuladas nos quatro primeiros anos de uso. Considerando o novo contrato de
manutenção, realizar as customizações necessárias para incluir os indicadores de extensão da Ufal no sistema de forma
que seja gerados relatórios automaticamente.

11
Política
para
financiamento
extensão na Ufal

o
da

Resoluções
n°
65/2014 (diretrizes
da extensão) e
75/2018 (concessão
de bolsas para
servidores)
Desconhecido

Parcerias
interinstitucionais

Avaliação da inserção da
As primeiras ações
extensão como componente foram
curricular
obrigatório nos implementadas
cursos de graduação da Ufal
em 2019
Construções e reformas na
Auditório
do
infraestrutura que favoreçam
Espaço
Cultural;
a extensão na Ufal
Ginásio de Esportes
e
Bloco
de
Laboratórios
dos
cursos
de
licenciatura
do
Campus de
Arapiraca.

45. Desenvolver a política de financiamento
da extensão na Ufal

46. Ampliar o número de parcerias em 20%,
tomando como referência os dados do primeiro
ano.
47. Realizar evento sobre a inserção da extensão
como
componente curricular obrigatório nos cursos
de Graduação da Ufal.
48. Ampliar de 3 para 10 o número de setores em
processo de reforma ou construção

Observando os desafios em acompanhar alguns indicadores qualitativos, a equipe da Proex
fez o levantamento de três destes nas ações, um estudo piloto do acompanhamento institucional. A
seguir um exemplo que demonstra a dinâmica dos indicadores em todas as ações do ano de 2018:
900
800
700
600
500
400
300
200
100
0

775

840

840

840

663
502
338
177
65
IND 01 Inclui a temática das IND 02: É uma ação dirigida IND 03: A ação vinculada a
relações étnico-raciais?
as escolas públicas?
algum Grupo de pesquisa,
ou desenvolve pesquisa
vinculada ao projeto?
SIM

NÃO

TOTAL DE ATIVIDADES.

O quadro acima é uma síntese geral destes indicadores, mas a coleta das informações foi
realizada em todos os tipos de ações, porém de forma manual pela equipe do setor de projetos. É um
desafio a customização do sistema, que possibilitará o acompanhamento pedagógico sistemático e
verificação do cumprimento das diretrizes da extensão na UFAL (Conforme Resolução 65/2014).
Do ponto de vista Nacional, o FORPROEX vem trabalhando junto à comissão do Forplad na
Andifes para que a extensão possa compor a matriz orçamentária.

12
2. SÉRIE HISTÓRICA DE INDICADORES DA EXTENSÃO NA UFAL

Esta série histórica toma como ponto de partida os indicadores já consolidados nos relatórios de
gestão entre os anos de 2013 a 2018, e complementado pelos dados dos relatórios dos Equipamentos Culturais, além daqueles gerados pelo módulo de extensão do SIGAA (Sistema Integrado de
Gestão de Atividades Acadêmicas), sistema em uso desde dezembro de 2015. Neste sentido, os novos indicadores, terão seu mapeamento realizado a partir de 2018, firmando novos parâmetros (uma
proposta está explicitada no quadro em anexo). Estão destacadas na planilha o maior número atingido pelos indicadores cujos dados estão disponíveis, que podem nos sinalizar e perspectivar as
novas metas.

2.1. Tipos de ações e áreas temáticas

A Extensão A Universidade Federal de Alagoas é organizada por tipos de ações de extensão, a
saber: programa, projeto, evento, cursos de extensão e produto acadêmico, conforme resolução
65/201423, e registro no sistema em uso, o SIGAA – Módulo de Extensão; e desenvolvida nas oito
áreas temáticas classificadas na PNEU/Forproex 2012: Comunicação, Cultura, Direitos Humanos e
justiça, Educação, Meio Ambiente, Saúde, Tecnologia e Produção e Trabalho.
- Por Programa de Extensão entende-se um conjunto articulado de projetos e outras ações de
extensão, que possuem caráter orgânico-institucional, clareza de diretrizes e orientação para um
objetivo comum, sendo executado a médio e longo prazo, preferencialmente integrando as ações de
pesquisa e de ensino.
- Projeto é um conjunto de atividades processuais e contínuas, de caráter educativo, social,
artístico, científico ou tecnológico, com objetivo definido e prazo determinado.
- O Curso é uma ação pedagógica, de caráter teórico e/ou prático, presencial e/ou à distância,
planejada e organizada de modo sistemático, com carga horária e critérios de avaliação definidos.
- Evento é uma ação pontual de divulgação do conhecimento ou produto cultural, artístico,
científico, filosófico, político e tecnológico desenvolvida ou reconhecida pela Universidade, ou
direcionada ao público alvo específico, que pode ou não integrar programas e/ou projetos de
extensão.
- Produção e Publicação em Extensão constituem-se em produtos acadêmicos e publicações que
instrumentalizam ou são decorrentes das ações de extensão, para a difusão e divulgação cultural,
artística, filosófica, política, científica e tecnológica.

Relatório Geral de Ações por área - 2013 a 2018

23

Áreas temáticas

2013

2014

2015

2016

2017

2018

Comunicação

27

23

8

28

43

31

Cultura

147

104

41

187

258

231

Direitos Humanos
e Justiça

46

60

15

50

55

26

Educação

464

241

137

226

343

205

Disponível em: <https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/diretrizes-gerais-das-atividades-de-extensao-no-ambito-daufal/view>.

13
Meio Ambiente

31

48

15

60

62

47

Saúde

154

179

103

194

259

149

Tecnologia e produção

54

37

30

79

75

43

Trabalho

44

51

24

18

25

17

Total de ações:
743
373
551
761
749
967
Fonte: Relatórios de gestão 2013, 2014, 2015. Relatórios fornecidos pelo módulo de
extensão no SIGAA 2016 e 2017.

Quanto às áreas temáticas, ver mais no item “4 – Organização Didático-Pedagógica”, e ver suas
definições no anexo deste documento.

2.2. Número de municípios atingidos pelas ações de extensão
Alagoas, conta com 102 municípios, estando a UFAL em oito deles (Maceió, Arapiraca,
Penedo, Palmeira dos Índios, Viçosa, Delmiro Gouveia, Santana do Ipanema, Rio Largo) com três
Campi, e cinco unidades fora de sede, as quais vão desde a região do Sertão, até o litoral na capital
alagoana. Além disso, a UFAL oferta cursos de Educação a Distância (EaD), através do Sistema
Universidade Aberta do Brasil (UAB), os quais abrangem todas as regiões geográficas alagoanas,
estando presente com polos em 10 municípios: Maceió, Arapiraca, Delmiro Gouveia, Santana do
Ipanema, Palmeira dos Índios, Penedo, Olho d'água das Flores, Maragogi, Matriz do Camaragibe e
São José da Laje, com novos cursos previstos para um novo polo na cidade de Cajueiro.

Descrição

2013

2014

2015

2016

2017

2018

Número de municípios abrangidos
pelas ações de extensão.

15

15

7

11

41

47

Fonte: Relatórios de gestão 2013, 2014, 2015. Relatórios fornecidos pelo módulo de extensão no
SIGAA 2016 e 2017.

2.3. Número de visitantes dos museus e equipamentos culturais da Ufal
Atualmente a Ufal conta com os seguintes equipamentos culturais em funcionamento:
Museu Theo Brandão de Antropologia e Folclore; Museu de História Natural; Pinacoteca
Universitária; Usina Ciência; Orquestra Sinfônica Universitária; Corufal; Corpo Cênico; e Grupo de
Cultura Negra Abí Axé Egbé.
Descrição da meta

2013

2014

2015

Número de visitantes dos 58.809i 67.737ii 20.299
museus e equipamentos
culturais.

iii

2016

2017

2018

35.065iv 34.320v

71.578vi

Fonte: Relatórios de gestão 2013, 2014, 2015. Relatórios fornecidos pelo módulo de extensão no SIGAA
2016 e 2017. Relatório anual dos equipamentos culturais da Ufal.

14
2.4. Demais indicadores
Neste item, encontram-se os dados dos indicadores disponíveis.
Descrição da meta

2013

2014

2015

2016

2017

2018

Quantidade de oferta de ações culturais para a
comunidade;

147

104

41

119

196

51

Número de projetos de extensão;

293

231

106

277

332

341

Número de eventos de extensão;

439

276

143

123

155

173

Número de cursos de extensão;

172

173

92

120

203

235

Número de programas de extensão;

51

55

31

04

05

06

Número de PPCs avaliados, com a inclusão da
extensão como componente curricular.

--

--

02

--

22

42

Número de alunos extensionistas na UFAL.

2380

2754

1590

3408

4457

5.121

Número de professores extensionistas na
UFAL.

789

678

439

683

563

1.603

Número de técnicos extensionistas na UFAL.

178

148

49

199

310

413

Público atingido pelas ações de extensão na
UFAL.

146.965 165.739 30.583

82.699

111.818 179.333

Fonte: Relatórios de gestão 2013, 2014, 2015. Relatórios fornecidos pelo módulo de extensão no SIGAA 2016, 2017 e
2018 Relatório anual dos equipamentos culturais da Ufal. Dados da PROEX.

No geral, quatro aspectos são importantes para serem verificados quanto aos dados
apresentados, a fim de compreender a dinâmica de oscilação que podem contribuir para gerenciar os
riscos, entre estes:
a) Um se refere à implantação do módulo de Extensão SIGAA, que se deu em dezembro de
2015. Esta implantação mudou significativamente o fluxo das ações e a cultura
acadêmica de registro das ações, que encontrou dificuldades, uma vez que requer o
domínio da nova plataforma por parte da comunidade acadêmica. Desta forma, muitas
ações, apesar de terem ocorrido, não foram registradas no sistema. A instituição vem
investindo nos cursos de formação para que ao longo do tempo, a comunidade se
aproprie desta nova ferramenta. Tem sido verificado, que desde a implantação do
módulo, a tendência tem sido o aumento no registro das ações (verificar 2016 e 2017),
porém ainda há uma margem que permite ampliar o número de ações registradas.
b) Oscilação na periodicidade da oferta de financiamento e Editais de financiamento
externo, e interno; Quanto ao financiamento externo, como exemplo, podemos citar a
existência do Edital do Proext/MEC/SeSu, que financiava projetos e programas de
extensão de todo o país, e que foi extinto em 2016.
c) A inclusão da extensão como componente curricular obrigatório nos currículos dos
cursos tende a ampliar: a) Número de programas, que serão no mínimo um por curso,
portanto, a Ufal chegará a, no mínimo, 99 programas em 2020; b) Número de estudantes,
docentes e técnicos envolvidos tende a aumentar significativamente. Quanto aos
estudantes a tendência, em quatro anos é que esse número seja proporcional ao número
de ingressantes, uma vez que todos os estudantes devem cursar o componente curricular
da extensão para integralizar seu curso.

15
d) O fechamento temporário da exposição permanente do Museu Theo Brandão de
Antropologia e Folclore entre 2015 e 2017; o fechamento temporário do Museu de
História Natural em 2015, tendo em vista sua mudança para o novo prédio no início de
2016, também são fatores que implicaram em oscilação dos dados apresentados.
Atualmente os museus encontram-se abertos e em plena atividade. Além do fechamento
da exposição permanente da Pinacoteca que reabriu em 2018.
São diversos aspectos que, de forma articulada, subsidiam uma tendência de definição de
metas para a ampliação do alcance da extensão que é realizada na Ufal, assim como a consolidação
de processos, procedimentos organizativos, além do avanço da compreensão acerca das diretrizes e
princípios para as ações de extensão na UFAL.
A definição das metas se deu considerando o número de Docentes, Técnicos Administrativos
e estudantes da instituição, o número de estudantes ingressantes a cada semestre, projetando o
aumento das ações conforme:
a) o aumento progressivo do número de Programas, projetos, estudantes, docentes e técnicos
administrativos envolvidos com as ações de extensão a partir das mudanças curriculares nos
projetos pedagógicos dos cursos, para contemplar o disposto na Resolução 04/2018 Consuni UFAL.
b) o aumento progressivo do registro institucional das ações no sistema acadêmico – SIGAA,
Módulo de Extensão.
c) o avanço nas políticas de financiamento da extensão;
d) o avanço na política de compra, aquisições e serviços com o planejamento em torno do PAAC;
e) o esforço da gestão da UFAL em buscar recursos para as reformas e novas construções que
venham a favorecer a ampliação de ações de extensão.

3. Organização didático-pedagógica
A organização da extensão do ponto de vista institucional se dá a partir do disposto na
Resolução 65/2014 Consuni/Ufal, que dispõe sobre as diretrizes da extensão na Ufal, assim como
na organização proposta pelo FORPROEX, através da Política Nacional de Extensão Universitária,
na qual se baseia a resolução da Ufal.
Desta forma, além das diretrizes (já apresentadas na apresentação deste texto e no PPI Extensão), a extensão é organizada nacionalmente em oito áreas temáticas, a saber: Educação,
Saúde, Cultura, Comunicação, Trabalho, Tecnologia e Produção, Meio Ambiente, e direitos
Humanos e Justiça. Todas as ações de extensão devem ser classificadas em uma das áreas temáticas,
considerando seu foco principal, de forma a favorecer a organização e sistematização de estudos,
relatórios e políticas de extensão. Em anexo, é possível verificar um quadro com a definição das
áreas.
As ações, em cada área temática, devem ser executadas segundo linhas de extensão, observando
e estimulando a interdisciplinaridade, o que supõe a existência de interfaces e interações temáticas,
e tem especial importância para a nucleação das ações de extensão – ou seja, a construção de
programas. De acordo com a PNEU, as linhas de extensão não são, necessariamente, ligadas a uma
área temática em especial. Por exemplo, ações relativas à linha de extensão “Inovação Tecnológica”
podem ser registradas na área temática Saúde, ou Educação, ou Trabalho, ou mesmo Tecnologia,
dependendo do tema em questão. Em anexo é possível verificar um quadro com as linhas de
extensão e descrições que discriminam formas de operacionalização mais comuns; essa descrição é
apenas uma “ajuda”, para melhor identificação da linha à qual a ação se vincula.
Outro aspecto importante da organização das ações, é por tipo de ação: eventos, cursos de
extensão, projetos, produtos e programas. As definições destes elementos se encontra na Resolução
65/2014 Consuni/Ufal. Quando inseridos nos PPCs, as ações de extensão são denominadas de ACE
– Ações Curriculares de Extensão. Cada curso deve apresentar nó mínimo um programa e dois
projetos de extensão para torná-los componentes curriculares obrigatórios à formação profissional

16
do curso.

Considerações Finais
O processo de definição, estudo, acompanhamento, sistematização de indicadores na Ufal
foi iniciado, e deve continuar tendo em vista as atuais definições de ações do FORPROEX. A
perspectiva é que o conjunto das IPES se valha de indicadores básicos para que seja possível a
atuação junto à ANDIFES no sentido de incluir a extensão na matriz de cálculo para distribuição de
recursos das Universidades. Isto porque foi feita uma proposta junto a comissão da Andifes, porém
se constatou que as universidades não tinham o acompanhamento sistemático e com unidade de
conceitos dos dados sobre a extensão. O desafio está posto para que no próximo período a Ufal
possa aprimorar seus indicadores de extensão.
A avaliação dos indicadores se pauta no âmbito do que é registrado no módulo de extensão
no SIGAA; assim como a avaliação dos novos Projetos Pedagógicos de Curso que contemplem a
extensão como componente curricular obrigatório, de acordo com a Resolução CONSUNI/Ufal
04/2018 e IN 01/2019 Proex/Ufal.
Cabe ressaltar que a elaboração dos relatórios anuais dos equipamentos culturais, programas
e projetos, assim como o compromisso das coordenações com o seu registro institucional no
módulo de extensão no SIGAA, são fundamentais para as avaliações institucional e pedagógica
visando o avanço nas políticas que favoreçam a extensão na Ufal.

17
ANEXO A – Descrição dos indicadores
INDICADORES
Ações de extensão que incluam a temática das relações
étnico-raciais e populações
vulneráveis (FORPLAD).
Ações de extensão dirigidas
às escolas públicas (IBEU);
Número de ações de extensão
por áreas temáticas
(UFAL/SIGAA/PNEU);
Articulação extensão – pesquisa (IBEU).
Municípios atendidos por
ações extensionistas (IBEU).
Número de visitantes dos
museus e equipamentos culturais (UFAL);
Oferta de ações culturais para
a comunidade.
Público atingido pelas ações
de extensão na UFAL (UFAL,
SIGAA).
Público alcançado por programas e projetos (IBEU).
Público alcançado por cursos
e eventos (IBEU).
Envolvimento de profissionais
externos na extensão (IBEU);
Meios de comunicação com a
sociedade (IBEU).

Ampliar a taxa de alunos extensionistas na UFAL (Forplad).

Ampliar a taxa de professor
extensionista na UFAL (Forplad).
Ampliar a taxa de técnico
extensionista na UFAL (Forplad).
Estrutura organizacional de
suporte a extensão universitária (IBEU).

Nível de inclusão da extensão

Metas 2019 - 2023
Ampliar o número de ações de extensão que incluam a temática
das relações étnico-raciais, tomando como referência o ano de
2019.
Ampliar o número de ações de extensão para e em escolas públicas, tomando como referência o ano de 2019.
Ampliar o número de ações de extensão nas áreas temáticas
definidas na PNEU/Forproex: comunicação, cultura, direitos
humanos e justiça, educação, saúde, meio ambiente, tecnologia
e produção, trabalho.
Ampliar o número de ações que articulam essas suas dimensões
da formação, tomando como referência o ano de 2019.
Ampliar o número de municípios atendidos por ações extensionistas (IBEU).
Ampliar o número de visitantes dos museus e equipamentos
culturais (UFAL).
Ampliar a oferta de ações culturais para a comunidade.
Ampliar o público geral atingido pelas ações (cursos, eventos,
projetos, programas) de extensão na UFAL (UFAL, SIGAA).
Ampliar o público alcançado por programas e projetos (IBEU);
Ampliar o público alcançado por cursos e eventos (IBEU);
Ampliar o envolvimento de profissionais externos na extensão
(IBEU);
Ampliar a diversidade e o alcance das mídias institucionais
utilizadas pela PROEX na comunicação: sites, redes sociais,
jornais, rádios, tv, outras, visando ampliar o número de comunicações, textos, relatórios, acerca da extensão da Ufal.
Ampliar a proporção de estudantes que fazem extensão em
relação ao total de estudantes da Ufal. (Ampliação prevista com
a curricularização da extensão, considerando a média do número de alunos da graduação ingressantes ao ano, a partir de 2019
quando haviam 42 novos PPCs aprovados que incluem a extensão como componente curricular obrigatório).
Ampliar a proporção de docentes que fazem extensão em relação ao total de docentes da Ufal.
Ampliar a proporção de servidores técnicos que fazem extensão
em relação ao total de técnicos da Ufal.
Identificar na IES a existência de órgãos definidores de políticas de extensão, responsáveis pela implementação de normas e
regulamentações. Acompanhar a implementação dos comitês
locais de extensão nas Unidades. Avaliar as ações para a normatização das atribuições do comitê assessor nas unidades e na
Universidade.
Implantar ações de extensão como componente curricular nos

18
nos currículos (IBEU).
Capacitação em extensão
promovida ou apoiada pela
pró-reitoria (ou equivalente)
aberta à comunidade acadêmica (IBEU).
Ampliar o número de projetos
de extensão (UFAL, SIGAA).
Ampliar o número de eventos
de extensão (UFAL, SIGAA).
Ampliar o número de cursos
de extensão (UFAL, SIGAA).
Ampliar o número de programas de extensão (UFAL, SIGAA).
Ampliar o número de produtos acadêmicos da extensão
(UFAL, SIGAA).
Implantar ações para a internacionalização da extensão.
Valorização da prática extensionista como critério de promoção na carreira (IBEU).
Representação da sociedade
na IES (IBEU);
Produção de materiais para
instrumentalização da extensão (IBEU).
Logística de transporte de
apoio à extensão (IBEU).
Acesso e transparência das
ações extensão (IBEU).
Sistemas informatizados de
apoio a extensão (IBEU).

Disponibilidade de equipamentos* adequados para
eventos culturais (IBEU).
Desenvolver a política para o
financiamento da extensão na
Ufal. (UFAL).
Parcerias interinstitucionais
(IBEU).

cursos de graduação da UFAL;
Avaliar a participação em treinamentos em extensão de docentes, técnicos e alunos de modo a despertar o interesse pela prática extensionista, visando à formação para a atuação em ações
de extensão na UFAL.
Avaliar o crescimento do número de projetos de extensão na
instituição;
Avaliar o crescimento do número de eventos de extensão na
instituição;
Avaliar o crescimento do número de cursos de extensão na instituição;
Avaliar o crescimento do número de programas de extensão na
instituição;
Avaliar o crescimento do número de produtos acadêmicos de
extensão na instituição;
De acordo com a Resolução Consu/Ufal nº16/2018 (Plano Institucional de Internacionalização no âmbito da UFAL).
(UFAL/ASI);
Avaliar as ações para implementar o critério na promoção da
carreira, nas avaliações de estágio probatório, e nos baremas
para concurso (UFAL/Novo);
Aprimorar o protagonismo da comunidade no desenvolvimento
da extensão universitária, com a criação de fóruns sociais temáticos, e conselho social consultivo da Ufal.
Identificar a produção de materiais para orientação e apoio ao
desenvolvimento das ações de extensão: livros, manuais, cartilhas, outros.
Avaliar a capacidade de atendimento de demandas de transporte
para as ações de extensão, em parceria com o setor de transporte.
Identificar a existência de bases de dados e de ações de extensão disponíveis para consulta pública.
Identificar a existência de infraestrutura de sistemas de informação com a finalidade de apoiar a extensão: inscrição, acompanhamento e controle, prestação de contas das ações. Aprimorar o módulo de extensão no SIGAA e uso.
Avaliar a disponibilidade de espaços culturais com infraestrutura adequada (teatros, salas de exposição, cinemateca etc.).
Acompanhar as ações para melhoria desses espaços.
Avaliar ações para a construção dessa política.

Identificar a proporção de convênios, contratos e acordos de
cooperação com organizações do setor público, privado e movimentos sociais organizados, em relação ao total de ações de
extensão desenvolvidas.

19

ANEXO B – Fonte dos Indicadores
INDICADORES
Ações de extensão que incluam a temática das relações
étnico-raciais e populações
vulneráveis.
Ações de extensão dirigidas
às escolas públicas (IBEU);
Número de ações de extensão
por áreas temáticas
(UFAL/SIGAA/PNEU);

Articulação extensão – pesquisa (IBEU);
Municípios atendidos por
ações extensionistas (IBEU).
Número de visitantes dos
museus e equipamentos culturais (UFAL);
Oferta de ações culturais para
a comunidade

Público atingido pelas ações
de extensão na UFAL (UFAL,
SIGAA).
Público alcançado por programas e projetos (IBEU);

Público alcançado por cursos
e eventos (IBEU);

Envolvimento de profissionais externos na extensão
(IBEU);
Meios de comunicação com a
sociedade (IBEU);

Indicador/forma de acompanhamento
Módulo de Extensão do SIGAA; Será
acompanhado através do item “resumo”
da ação de extensão.

Setor responsável
Setor de projetos

Será acompanhado através dos itens “público alvo” e “local da realização” da
ação de extensão.
Será acompanhado através do relatório
do “Total de Ações de Extensões, por
Modalidade” do Módulo de extensão do
SIGAA, nas áreas comunicação, cultura,
direitos humanos e justiça, educação,
saúde, meio ambiente, tecnologia e produção, trabalho.
Módulo de extensão do SIGAA, através
dos itens “resumo”, “justificativa” e
“metodologia”.
Módulo de extensão do SIGAA, relatório
do “Total de Ações por Localidade”.
Registro das Atas de visitação em cada
um dos museus e equipamentos.

Setor de projetos

Módulo de extensão do SIGAA, relatório
do NÚMERO TOTAL DE EVENTOS
DESENVOLVIDOS, POR TIPO DE
EVENTO E PÚBLICO
PARTICIPANTE, POR ÁREA
TEMÁTICA (Cultura – Enquadrar em
uma categoria – tem que ter o registro).
Módulo de extensão do SIGAA, Relatório “Total de Público Atingido com Base
nos Relatórios Submetidos”.
Módulo de extensão do SIGAA, Relatório “Total de Público Atingido com Base
nos Relatórios Submetidos”, somatório
dos participantes do item “Tipo Relatório”, a saber, “PROJETO”.
Módulo de extensão do SIGAA, Relatório “Total de Público Atingido com Base
nos Relatórios Submetidos”, somatório
dos participantes do item “Tipo Relatório”, a saber, “CURSO/EVENTO”
Módulo de extensão do SIGAA, Relatório “TOTAL DE PARTICIPANTES EXTERNOS POR TIPO DE AÇÃO”.
Número de comunicações, textos, relatórios, matérias, publicações, acerca da
extensão da Ufal nas mídias institucio-

Setor SIGAA

Setor de projetos

Setor SIGAA
Relatório anual dos
museus e equipamentos.
Setor SIGAA

Setor SIGAA

Setor SIGAA

Setor SIGAA

Setor SIGAA

Setor de Comunicação (Sede e
CAC/PROEX).

20

Ampliar a taxa de alunos
extensionistas na UFAL (Forplad);
Ampliar a taxa de professor
extensionista na UFAL (Forplad);
Ampliar a taxa de técnico
extensionista na UFAL (Forplad);
Estrutura organizacional de
suporte a extensão universitária (IBEU);

Nível de inclusão da extensão
nos currículos (IBEU);
Capacitação em extensão
promovida ou apoiada pela
pró-reitoria (ou equivalente)
aberta à comunidade acadêmica (IBEU);
Ampliar o número de projetos
de extensão (UFAL, SIGAA);
Ampliar o número de eventos
de extensão (UFAL, SIGAA);
Ampliar o número de cursos
de extensão (UFAL, SIGAA);
Ampliar o número de programas de extensão (UFAL,
SIGAA);
Ampliar o número de produtos acadêmicos da extensão
(UFAL, SIGAA).
Implantar ações para a internacionalização da extensão;
Valorização da prática extensionista como critério de
promoção na carreira (IBEU);
Representação da sociedade
na IES (IBEU);

Produção de materiais para
instrumentalização da exten-

nais utilizadas pela PROEX na comunicação: sites, redes sociais, jornais, rádios,
tv, outras.
Módulo de extensão do SIGAA, relatório
“Relatório de Total de Discentes Participantes em equipes de projetos em Atividade de Extensão” SIGAA.
Módulo de extensão do SIGAA, relatório
“Total de Docentes Participantes de
Ações de Extensão” SIGAA.
Módulo de extensão do SIGAA, relatório
“TOTAL DE TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS POR TIPO DE AÇÃO”
SIGAA.
Acompanhar a implementação dos comitês locais de extensão nas Unidades. Ata
de reunião de pleno da Unidade informando a criação, encaminhada via memorando eletrônico. Avaliar as ações
para a normatização das atribuições do
comitê assessor nas unidades e na Universidade.
Acompanhamento anual; número de
pareceres nos PPC emitidos.
Busca por “Formação em Extensão”, nos
relatórios de ações de extensão.

Setor SIGAA

Setor SIGAA

Setor SIGAA

Setor de projetos

Setor de projetos
Setor SIGAA

Módulo de extensão do SIGAA, relatório
do “Total de Ações de Extensões, por
Modalidade (SIGAA)”.
Módulo de extensão do SIGAA, relatório
do “Total de Ações de Extensões, por
Modalidade (SIGAA)”.
Módulo de extensão do SIGAA, relatório
do “Total de Ações de Extensões, por
Modalidade (SIGAA)”.
Módulo de extensão do SIGAA, relatório
do “Total de Ações de Extensões, por
Modalidade (SIGAA)”.
Módulo de extensão do SIGAA, relatório
do “Total de Ações de Extensões, por
Modalidade (SIGAA)”.
Relatório ASI.

Setor SIGAA

Atas de reuniões; novas resoluções e
normativas acerca dos assuntos.

Gestão da Proex/PROGEP

Atas de reuniões; relatório de eventos;
novas resoluções e normativas acerca do
assunto. Criação de fóruns sociais temáticos, e conselho social consultivo da
Ufal.
Identificar a produção de materiais para
orientação e apoio ao desenvolvimento

Gestão da Proex/Setor de projetos

Setor SIGAA

Setor SIGAA

Setor SIGAA

Setor SIGAA

ASI/ Setor SIGAA

Setor de projetos/
Setor de comunica-

21
são (IBEU).

Logística de transporte de
apoio à extensão (IBEU);
Acesso e transparência das
ações extensão (IBEU);
Sistemas informatizados de
apoio a extensão (IBEU);

Disponibilidade de equipamentos* adequados para
eventos culturais (IBEU).
Desenvolver a política para o
financiamento da extensão na
Ufal. (UFAL)
Parcerias interinstitucionais
(IBEU).

das ações de extensão: livros, manuais,
cartilhas, outros. Publicação da Revista
Extensão em Debate.
Número de atendimento de demandas de
ações de extensão cadastradas no SIGAA.
Atualizações do site da Ufal, inclusão de
relatórios.
Número de atendimentos por e-mail,
telefone e presencial; número de cursos
para aperfeiçoamento de uso ofertados;
número de tutoriais produzidos.
Número de projetos produzidos; de solicitações de recursos.

Atas de reuniões; normativas; resoluções; e editais.
Número de convênios, contratos e acordos de cooperação com organizações do
setor público, privado e movimentos
sociais organizados. Relatórios de gestão
dos equipamentos culturais; Módulo de
extensão do SIGAA, registro das ações,
item “Resumo”.

ção

Setor de transporte.

Setor de comunicação.
Setor SIGAA

Gestão da Proex/Gabinete da reitoria e Vice Reitoria
Gestão da Proex/Setor de Projetos
Gestão da Proex/Setor de Projetos/Equipamentos
culturais/Proginst

22
ANEXO C – CLASSIFICAÇÃO DAS ÁREAS TEMÁTICAS
(Fonte: Sistema de dados e informações e RENEX - Rede Nacional de Extensão)
Número Denominação
I
Comunicação

II

Cultura

III

Direitos
humanos
e Justiça

IV

Educação

V

Meio ambiente

VI

Saúde

VII

Tecnologia

VIII

Trabalho

Definições
Comunicação social; mídia comunitária; comunicação escrita e eletrônica;
produção e difusão de material educativo; televisão universitária; rádio
universitária; capacitação e qualificação de recursos humanos e de gestores
de políticas públicas de comunicação social; cooperação interinstitucional e
cooperação internacional na área.
Desenvolvimento de cultura; cultura, memória e patrimônio;
cultura e memória social; cultura e sociedade; folclore, artesanato e tradições
culturais; produção cultural e artística na área de artes plásticas e artes gráficas;
produção cultural e artística na área de fotografia, cinema e vídeo; produção
cultural e artística na área de música e dança; produção teatral e circense; rádio
universitária; capacitação de gestores de políticas públicas; cooperação
interinstitucional e cooperação Internacional na área; cultura e memória social.
Assistência jurídica; capacitação e qualificação de recursos humanos e de
gestores de políticas públicas de direitos humanos; cooperação
interinstitucional e cooperação internacional na área; direitos de grupos
sociais; organizações, populares; questão agrária.
Educação básica; educação e cidadania; educação a distância; educação
continuada; educação de jovens e adultos; educação especial; educação
infantil; ensino fundamental; ensino médio; incentivo à leitura; capacitação e
qualificação de recursos humanos e de gestores de políticas públicas de
educação; cooperação interinstitucional e internacional na área.
Preservação e sustentabilidade do meio ambiente; meio ambiente e
desenvolvimento sustentável; desenvolvimento regional sustentável; aspectos de
meio ambiente e sustentabilidade do desenvolvimento urbano e do
desenvolvimento rural; capacitação e qualificação de recursos humanos e de
gestores de políticas públicas de meio ambiente; cooperação interinstitucional e
cooperação internacional na área; educação ambiental, gestão de recursos
naturais, sistemas integrados para bacias regionais.
Promoção à saúde e qualidade de vida ; atenção a grupos de pessoas com
necessidades especiais; atenção integral à mulher; atenção integral à criança;
atenção integral à saúde de adultos; atenção integral à terceira idade; atenção
integral ao adolescente e ao jovem; capacitação e qualificação de recursos
humanos e de gestores de políticas públicas de saúde; cooperação
interinstitucional e cooperação internacional na área; desenvolvimento do
sistema de saúde; saúde e segurança no trabalho; esporte, lazer e saúde;
hospitais e clínicas universitárias; novas endemias e epidemias; saúde da
família; uso e dependência de drogas.
Transferência de tecnologias apropriadas; empreendedorismo; empresas
juniores; inovação tecnológica; pólos tecnológicos; capacitação e qualificação
de recursos humanos e de gestores de políticas públicas de ciências e
tecnologia; cooperação interinstitucional e cooperação internacional na área;
direitos de propriedade e patentes.
Reforma agrária e trabalho rural; trabalho e inclusão social; capacitação e
qualificação de recursos humanos e de gestores de políticas públicas do
trabalho; cooperação interinstitucional e cooperação internacional na área;
educação profissional; organizações populares para o trabalho; cooperativas
populares; questão agrária; saúde e segurança no trabalho; trabalho infantil;
turismo e oportunidades de trabalho.

23
ANEXO D – LINHAS DE EXTENSÃO E FORMAS DE OPERACIONALIZAÇÃO
(Fonte: Extensão Universitária: Organização e Sistematização. Belo Horizonte, MG. 2007)

Linha de Extensão

Formas de operacionalização

1. – Alfabetização,
leitura e escrita.

Alfabetização e letramento de crianças, jovens e adultos; formação do leitor e do
produtor de textos; incentivo à leitura; literatura; desenvolvimento de metodologias de
ensino da leitura e da escrita e sua inclusão nos projetos político-pedagógico das
escolas.

2. – Artes cênicas

Dança, teatro, técnicas circenses, performance; formação, capacitação e qualificação
de pessoas que atuam na área; memória, produção e difusão cultural e artística.

3. – Artes integradas

Ações multiculturais, envolvendo as diversas áreas da produção e da prática artística
em um único programa integrado; memória, produção e difusão cultural e artística.

4. – Artes plásticas

Escultura, pintura, desenho, gravura, instalação, apropriação; formação, memória,
produção e difusão cultural e artística.

5. – Artes visuais

Artes gráficas, fotografia, cinema, vídeo; memória, produção e difusão cultural e
artística.

6. – Comunicação
estratégica

Elaboração, implementação e avaliação de planos estratégicos de comunicação;
realização de assessorias e consultorias para organizações de natureza diversa em
atividades de publicidade, propaganda e de relações públicas; suporte de comunicação
a programas e projetos de mobilização social, a organizações governamentais e da
sociedade civil.

7. – Desenvolvimento
de produtos

Produção de origem animal, vegetal, mineral e laboratorial; manejo, transformação,
manipulação, dispensação, conservação e comercialização de produtos e subprodutos.

8. – Desenvolvimento
regional

Elaboração de diagnóstico e de propostas de planejamento regional (urbano e rural)
envolvendo práticas destinadas à elaboração de planos diretores, a soluções,
tratamento de problemas e melhoria da qualidade de vida da população local, tendo
em vista sua capacidade produtiva e potencial de incorporação na implementação das
ações; participação em fóruns Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável –
DLIS; participação e assessoria a conselhos regionais, estaduais e locais de
desenvolvimento e a fóruns de municípios e associações afins; elaboração de matrizes
e estudos sobre desenvolvimento regional integrado, tendo como base recursos locais
renováveis e práticas sustentáveis; permacultura; definição de indicadores e métodos
de avaliação de desenvolvimento, crescimento e sustentabilidade.

9. – Desenvolvimento
rural e questão agrária

Constituição e/ou implementação de iniciativas de reforma agrária, matrizes
produtivas locais ou regionais e de políticas de desenvolvimento rural; assistência
técnica; planejamento do desenvolvimento rural sustentável; organização rural;
comercialização; agroindústria; gestão de propriedades e/ou organizações; arbitragem
de conflitos de reforma agrária; educação para o desenvolvimento rural; definição de
critérios e de políticas de fomento para o meio rural; avaliação de impactos de
políticas de desenvolvimento rural.

10. – Desenvolvimento
tecnológico

Processos de investigação e produção de novas tecnologias, técnicas, processos
produtivos, padrões de consumo e produção (inclusive tecnologias sociais, práticas e
protocolos de produção de bens e serviços); serviços tecnológicos; estudos de
viabilidade técnica, financeira e econômica; adaptação de tecnologias.

11. – Desenvolvimento
urbano

Planejamento, implementação e avaliação de processos e metodologias visando
proporcionar soluções e o tratamento de problemas das comunidades urbanas;
urbanismo.

12. – Direitos
individuais e coletivos

Apoio a organizações e ações de memória social, defesa, proteção e promoção de
direitos humanos; direito agrário e fundiário; assistência jurídica e judiciária,
individual e coletiva, a instituições e organizações; bioética médica e jurídica; ações

24
educativas e preventivas para garantia de direitos humanos.
13. – Educação
profissional

Formação técnica profissional, visando a valorização, aperfeiçoamento, promoção do
acesso aos direitos trabalhistas e inserção no mercado de trabalho.

14.–
Empreendedorismo

Constituição e gestão de empresas juniores, pré-incubadoras, incubadoras de
empresas, parques e polos tecnológicos, cooperativas e empreendimentos solidários e
outras ações voltadas para a identificação, aproveitamento de novas oportunidades e
recursos de maneira inovadora, com foco na criação de empregos e negócios,
estimulando a pró- atividade.

15. – Emprego e renda

Defesa, proteção, promoção e apoio a oportunidades de trabalho, emprego e renda
para
empreendedores,
setor
informal,
proprietários
rurais,
formas
cooperadas/associadas de produção, empreendimentos produtivos solidários,
economia solidária, agricultura familiar, dentre outros.

16. – Endemias e
epidemias

Planejamento, implementação e avaliação de metodologias de intervenção e de
investigação tendo como tema o perfil epidemiológico de endemias e epidemias e a
transmissão de doenças no meio rural e urbano; previsão e prevenção.

17. – Espaços de
ciência

Difusão e divulgação de conhecimentos científicos e tecnológicos em espaços de
ciência, como museus, observatórios, planetários, estações marinhas, entre outros;
organização desses espaços.

18. – Esporte e lazer

Práticas esportivas, experiências culturais, atividades físicas e vivências de lazer para
crianças, jovens e adultos, como princípios de cidadania, inclusão, participação social
e promoção da saúde; esportes e lazer nos projetos político-pedagógico das escolas;
desenvolvimento de metodologias e inovações pedagógicas no ensino da Educação
Física, Esportes e Lazer; iniciação e prática esportiva; detecção e fomento de talentos
esportivos.

19. – Estilismo

Estilismo e moda.

20. – Fármacos e
medicamentos

Uso correto de medicamentos para a assistência à saúde, em seus processos que
envolvem a farmacoterapia; farmácia nuclear; diagnóstico laboratorial; análises
químicas, físico-químicas, biológicas, microbiológicas e toxicológicas de fármacos,
insumos farmacêuticos, medicamentos e fitoterápicos.

21. – Formação de
professores (formação
docente)

Formação e valorização de professores, envolvendo a discussão de fundamentos e
estratégias para a organização do trabalho pedagógico, tendo em vista o
aprimoramento profissional, a valorização, a garantia de direitos trabalhistas e a
inclusão no mercado de trabalho formal.

22. – Gestão do
trabalho

Estratégias de administração; ambiente empresarial; relações de trabalho urbano e
rural (formas associadas de produção, trabalho informal, incubadora de cooperativas
populares, agronegócios, agroindústria, práticas e produções caseiras, dentre outros).

23. – Gestão
informacional

Sistemas de fornecimento e divulgação de informações econômicas, financeiras,
físicas e sociais das instituições públicas, privadas e do terceiro setor.

24. – Gestão
institucional

Estratégias administrativas e organizacionais em órgãos e instituições públicas,
privadas e do terceiro setor, governamentais e não governamentais.

25. – Gestão pública

Sistemas regionais e locais de políticas públicas; análise do impacto dos fatores
sociais, econômicos e demográficos nas políticas públicas (movimentos
populacionais, geográficos e econômicos, setores produtivos); formação, capacitação
e qualificação de pessoas que atuam nos sistemas públicos (atuais ou potenciais).

26. – Grupos sociais
vulneráveis

Questões de gênero, de etnia, de orientação sexual, de diversidade cultural, de credos
religiosos, dentre outros, processos de atenção (educação, saúde, assistência social,
etc), de emancipação, de respeito à identidade e inclusão; promoção, defesa e garantia
de direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção.

27. – Infância e

Processos de atenção (educação, saúde, assistência social, etc.), promoção, defesa e
garantia de direitos; ações especiais de prevenção e erradicação do trabalho infantil;

25
adolescência

desenvolvimento de metodologias de intervenção tendo como objeto enfocado na
ação crianças, adolescentes e suas famílias.

28. – Inovação
tecnológica

Introdução de produtos ou processos tecnologicamente novos e melhorias
significativas a serem implementadas em produtos ou processos existentes nas
diversas áreas do conhecimento; considera-se uma inovação tecnológica de produto
ou processo aquela que tenha sido implementada e introduzida no mercado (inovação
de produto) ou utilizada no processo de produção (inovação de processo).

29. – Jornalismo

Processos de produção e edição de notícias para mídias impressas e eletrônicas;
assessorias e consultorias para órgãos de imprensa em geral; crítica de mídia.

30. – Jovens e adultos

Processos de atenção (saúde, assistência social, etc.), emancipação e inclusão;
educação formal e não formal; promoção, defesa e garantia de direitos;
desenvolvimento de metodologias de intervenção, tendo como objeto a juventude e/ou
a idade adulta.

31. – Línguas
estrangeiras

Processos de ensino/aprendizagem de línguas estrangeiras e sua inclusão nos projetos
político-pedagógico das escolas; desenvolvimento de processos de formação em
línguas estrangeiras; literatura; tradução.

32. – Metodologias e
estratégias de
ensino/aprendizagem

Metodologias e estratégias específicas de ensino/aprendizagem, como a educação a
distância, o ensino presencial e de pedagogia de formação inicial, educação
continuada, educação permanente e formação profissional.

33. – Mídias-artes

Mídias contemporâneas, multimídia, web-arte, arte digital.

34. – Mídias

Veículos comunitários e universitários, impressos e eletrônicos (boletins, rádio,
televisão, jornal, revistas, internet, etc.); promoção do uso didático dos meios de
educação e de ações educativas sobre as mídias.

35. – Música

Apreciação, criação e performance; formação, capacitação e qualificação de pessoas
que atuam na área musical; produção e divulgação de informações, conhecimentos e
material didático na área; memória, produção e difusão cultural e artística.

36. – Organizações da
sociedade civil e
movimentos sociais e
populares

Apoio à formação, organização e desenvolvimento de comitês, comissões, fóruns,
associações, ONG’s, OSCIP’s, redes, cooperativas populares, sindicatos, dentre
outros.

37. – Patrimônio
cultural, histórico,
natural e imaterial.

Preservação, recuperação, promoção e difusão de patrimônio artístico, cultural e
histórico (bens culturais móveis e imóveis, obras de arte, arquitetura, espaço urbano,
paisagismo, música, literatura, teatro, dança, artesanato, folclore, manifestações
religiosas populares), natural (natureza, meio ambiente) material e imaterial
(culinária, costumes do povo), mediante formação, organização, manutenção,
ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, centros culturais, arquivos e outras
organizações culturais, coleções e acervos; restauração de bens móveis e imóveis de
reconhecido valor cultural; proteção e promoção do folclore, do artesanato, das
tradições culturais e dos movimentos religiosos populares; valorização do patrimônio;
memória, produção e difusão cultural e artística.

38. – Pessoas com
deficiências,
incapacidades, e
necessidades especiais

Processos de atenção (educação, saúde, assistência social, etc.), de emancipação e
inclusão de pessoas com deficiências, incapacidades físicas, sensoriais e mentais,
síndromes, doenças crônicas, altas habilidades, dentre outras; promoção, defesa e
garantia de direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção individual e
coletiva, tendo como objeto enfocado na ação essas pessoas e suas famílias.

39. – Propriedade
intelectual e patente

Processos de identificação, regulamentação e registro de direitos autorais e sobre
propriedade intelectual e patente.

40. – Questões
ambientais

Implementação e avaliação de processos de educação ambiental de redução da
poluição do ar, águas e solo; discussão da Agenda 21; discussão de impactos
ambientais de empreendimentos e de planos básicos ambientais; preservação de
recursos naturais e planejamento ambiental; questões florestais; meio ambiente e

26
qualidade de vida; cidadania e meio ambiente.
41. – Recursos
hídricos

Planejamento de microbacias, preservação de mata ciliar e dos recursos hídricos,
gerenciamento de recursos hídricos e bacias hidrográficas; prevenção e controle da
poluição; arbitragem de conflitos; participação em agências e comitês estaduais e
nacionais; assessoria técnica a conselhos estaduais, comitês e consórcios municipais
de recursos hídricos.

42. – Resíduos sólidos

Orientação para desenvolvimento de ações normativas, operacionais, financeiras e de
planejamento com base em critérios sanitários, ambientais e econômicos, para coletar,
segregar, tratar e dispor o lixo; orientação para elaboração e desenvolvimento de
projetos de planos de gestão integrada de resíduos sólidos urbanos, coleta seletiva,
instalação de manejo de resíduos sólidos urbanos reaproveitáveis (compostagem e
reciclagem), destinação final (aterros sanitários e controlados), e remediação de
resíduos a céu aberto; orientação à organização de catadores de lixo.

43. – Saúde animal

Processos e metodologias visando a assistência à saúde animal: prevenção,
diagnóstico e tratamento; prestação de serviços institucionais em laboratórios, clínicas
e hospitais veterinários universitários.

44. – Saúde da família

Processos assistenciais e metodologias de intervenção para a saúde da família.

45. – Saúde e proteção
no trabalho

Processos assistenciais, metodologias de intervenção, ergonomia, educação para a
saúde e vigilância epidemiológica ambiental, tendo como alvo o ambiente de trabalho
e como público os trabalhadores urbanos e rurais; saúde ocupacional.

46. – Saúde humana

Promoção da saúde das pessoas, famílias e comunidades; humanização dos serviços;
prestação de serviços institucionais em ambulatórios, laboratórios, clínicas e hospitais
universitários; assistência à saúde de pessoas em serviços especializados de
diagnóstico, análises clínicas e tratamento; clínicas odontológicas, de psicologia,
dentre outras.

47. – Segurança
alimentar e nutricional

Incentivo à produção de alimentos básicos, auto-abastecimento, agricultura urbana,
hortas escolares e comunitárias, nutrição, educação para o consumo, regulação do
mercado de alimentos, promoção e defesa do consumo alimentar.

48. – Segurança
pública e defesa social

Planejamento, implementação e avaliação de processos e metodologias, dentro de
uma compreensão global do conceito de segurança pública, visando proporcionar
soluções e tratamento de problemas relacionados; orientação e assistência jurídica,
judiciária, psicológica e social à população carcerária e seus familiares; assessoria a
projetos de educação, saúde e trabalho aos apenados e familiares; questão
penitenciária; violência; mediação de conflitos; atenção a vítimas de crimes violentos;
proteção a testemunhas; policiamento comunitário.

49. – Tecnologia da
informação

Desenvolvimento de competência informacional para identificar, localizar, interpretar,
relacionar, analisar, sintetizar, avaliar e comunicar informação em fontes impressas ou
eletrônicas; inclusão digital.

50. – Temas específicos
/ Desenvolvimento
humano

Temas das diversas áreas do conhecimento, especialmente de ciências humanas,
biológicas, sociais aplicadas, exatas e da terra, da saúde, ciências agrárias,
engenharias, linguística, (letras e artes), visando a reflexão, discussão, atualização e
aperfeiçoamento humano

51. – Terceira idade

Planejamento, implementação e avaliação de processos de atenção (educação, saúde,
assistência social, etc.), de emancipação e inclusão; promoção, defesa e garantia de
direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção, tendo como objeto
enfocado na ação pessoas idosas e suas famílias.

52. – Turismo

Planejamento e implementação do turismo (ecológico, cultural, de lazer, de negócios,
religioso, etc.) como setor gerador de emprego e renda; desenvolvimento de novas
tecnologias para avaliações de potencial turístico; produção e divulgação de imagens
em acordo com as especificidades culturais das populações locais.

53. – Uso de drogas e

Prevenção e limitação da incidência e do consumo de drogas; tratamento de

27
dependência química

dependentes; assistência e orientação a usuários de drogas; recuperação e reintegração
social.

REFERÊNCIAS
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Lei de 05 de outubro de 1988. Disponível
em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm>.
BRASIL, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9.394/96, de 20 de dezembro de
1996. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9394.htm>.
BRASIL. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação (PNE) e dá
outras providências. 2. ed. Brasília: Câmara dos Deputados, Edição Câmara, 2015. Disponível em
<http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/20204/plano_nacional_educacao_20142024_2ed.pdf?sequence=8>
BRASIL. Universidade Federal de Alagoas – UFAL. Pró-Reitoria de Extensão – PROEX.
Resolução nº. 65/2014 – CONSUNI/UFAL de 03 de novembro de 2014. Maceió, AL, 03 nov. 2014.
Disponível em: <http://www.ufal.edu.br/arapiraca/extensao/documentos/resolucoes/resolucaoproex-n-65-de-03.10> Acesso em 16 mai. 2016.
BRASIL. Universidade Federal de Alagoas – UFAL. Pró-Reitoria de Extensão – PROEX.
Regulamenta ações de extensão como componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos
dos cursos de graduação da UFAL. Resolução nº. 04/2018 – CONSUNI/UFAL de 19 de fevereiro de
2018. Disponível em: <https://ufal.br/ufal/noticias/2018/2/conselho-universitario-aprovacurricularizacao-da-extensao/rco-n-04-de-19-02-2018.pdf/view>
FÓRUM DE PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO DAS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS DE
EDUCAÇÃO SUPERIOR BRASILEIRAS - FORPROEX. Avaliação Nacional da Extensão
Universitária. Brasília: MEC/ SESu; Paraná: UFPR; Ilhéus, BA: UESC, 2001a. (Coleção Extensão
Universitária; v.3).
______. Indicadores Brasileiros de Extensão Universitária (IBEU). Relatório de Pesquisa 2017.
Campina Grande-PB: EDUFCG, 2017. Disponível em:
file:///C:/Users/joelm/Documents/PDI_PPI/Relat%C3%B3rio_de_Pesquisa_Forproex_EBOOK.pdf
______. Política Nacional de Extensão Universitária. Gráfica da UFRGS. Porto Alegre, RS, 2012
(Coleção Extensão Universitária; v.7).

______. Extensão Universitária: Organização e Sistematização. Belo Horizonte, MG. 2007. 10 mai.
Disponível em: <https://www.ufmg.br/proex/renex/documentos/ColecaoExtensao-Universitaria/06Organizacao-e-Sistematizacao/Organizacao-e-Sistematizacao.pdf.> Acesso em: 16 mai. 2016.
______. Plano Nacional de Extensão Universitária – PNEU. Manaus, AM, 02 mai. 2012.
Disponível em: <https://www2.ufmg.br/proex/content/download/7042/45561/file/PNEU.pdf.>
Acesso em: 16 mai. 2016.
______. Relatório final do GT de Sistema de dados e informações e RENEX - Rede Nacional de
Extensão. Distrito Federal: Brasília, 1999. Disponível em:
<https://www.ufmg.br/proex/renex/images/documentos/Relatorio-final-Grupo-Tecnico-1999.pdf >.

28
BRASIL. Associação Nacional Dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior –
ANDIFES. Fórum Nacional de Pró-Reitores de Planejamento e Administração – FORPLAD.
Planejamento da Coordenação Nacional do FORPLAD Gestão 2016-2017. Disponível em:
http://www.forplad.andifes.org.br/sites/default/files/Planejamento_Coordena
%C3%A7%C3%A3o_FORPLAD_2016-2017.pdf. Acesso em: 16 mai. 2016.
FÓRUM DE PRÓ-REITORES DE PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO - FORPLAD.
Relatório do Grupo de Trabalho Indicadores (GTI), 2015, Disponível em:
http://www.uff.br/sites/default/files/indicadores_do_forplad.pdf

Notas de fim

i

MTB (12.530 visitantes); MHN (um curso com 21 participantes); Pinacoteca (01 projeto, três cursos e 09 eventos, com
110 participantes. Houve 07 exposições e não foi registrado o número de visitantes das mesmas); Usina Ciência
(40.896), Orquestra Universitária (3.967, trata-se do projeto Quinta Sinfônica, dos concertos de Natal, e dos Concertos
didáticos. Não há o registro do número de participantes nos concertos de natal, mas informa-se que eles ocorreram e em
qual espaço ocorreram. Atribuiu-se 500 participantes para estas duas atividades); e Corufal (1285, trata-se do Concerto
didático, Projeto Quinta Sinfônica e Concertos de natal, mas informa-se que eles ocorreram e em qual espaço ocorreram.
Atribuiu-se 500 participantes para estas duas atividades). Dados do relatório de gestão de 2013, disponível em:
<https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/relatorios/gestao/2013/view>.
ii

MTB (15.690); MHN (registrou-se um evento com 5000 participantes, exposição itinerante, no Parque Municipal de
Maceió, no período compreendido entre outubro e novembro); Pinacoteca (05 exposições, apenas com o registro de
visitação de uma, a saber, 1645 visitantes. Quanto às demais atividades não se apresentou dados); Usina Ciência
(33.959); Orquestra Sinfônica (7.400, contando projeto Quinta Sinfônica, dos concertos de Natal e a circulação do
Quinta Sinfônica); Corufal (4.043, projeto Quinta Sinfônica, dos concertos de Natal e, circulação do Quinta Sinfônica, e
apresentação
no
MTB).
Dados
do
relatório
de
gestão
de
2014,
disponível
em:
<https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/relatorios/gestao/2014/view>.
iii

No relatório não consta quadro sinóptico com os dados, a exemplo do que era feito nos anos anteriores. Para chegar
nesse número somamos os números apresentados ao longo do relatório de gestão referente a cada equipamento. MTB
(6.088 participantes nas atividades); MHN (1.309 pessoas circularam nos, 25 anos do MHN, na Exposição Itinerante na
Biblioteca Central da UFAL, no Campus A. C. Simões); Pinacoteca (04 exposições, sem registro de público); Usina
Ciência (não há informações referente ao ano de 2015 no relatório); Orquestra e Corufal (12.902 expectadores, Quinta
Sinfônica, Circulação Quinta Sinfônica pelo interior, Concerto de Natal, Concerto Didático e Concertos nas Igrejas. Os
dados foram presentados considerando que os dois equipamentos tivessem atuados conjuntamente nas ações). Dados do
relatório
de
gestão
de
2015,
disponível
em:
<https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/relatorios/gestao/2015/view>.
iv

MTB (4.643 participantes em diversas atividades e visitas as exposições); MHN (3.122 visitantes e participantes de
atividades, nos “Fim de semana no Museu” e visita de escolas); Pinacoteca (2.719 participantes nas atividades); Usina
Ciência (18.300 participantes nas atividades); Orquestra Universitária (5000 espectadores, nas “Quintas Sinfônicas”, 11
apresentações); Corufal (4000 espectadores, 20 apresentações). Dados do relatório de gestão de 2016, disponível em:
<https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/relatorios/gestao/2016/view>.
v

MTB (5.806 participantes das ações e exposições); MHN (7.512 participantes dos “Fins de Semana no Museu” e
exposições); Pinacoteca (3.097 participantes de ações e exposições); Usina Ciência (9.355 participantes de ações);
Orquestra Universitária (5.000 espectadores); Corufal (2.450 espectadores); Abí Axé Egbé (não há o quantitativo de
espectadores e participantes das ações, porém contabilizando só de apresentações foram 11, além de oficinas e outras
iniciativas, calculamos 100 pessoas por cada uma das apresentações, totalizando 1.100 pessoas em média participaram

29
das atividades do grupo); Corpo Cênico (3 apresentações com 220 espectadores). Dados do relatório de gestão de 2017,
disponível
em:
<https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/relatorios/gestao/relatorio-de-atividades_2017_proex.pdf/view>.
vi

MTB (12.728 participantes das ações e exposições); MHN (13.195 participantes dos “Fins de Semana no Museu” e
exposições); Pinacoteca (4.555 participantes de ações e exposições); Usina Ciência (27.000 participantes de ações);
Orquestra Universitária (5.000 espectadores); Corufal (5000 espectadores); Abí Axé Egbé (3.600 pessoas em média
participaram das atividades do grupo); Corpo Cênico (500 espectadores). Dados do relatório de gestão de 2018,
disponível em: <https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/relatorios/gestao/relatorio-2018.pdf/view>.
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