PDTIC 2026-2029
PDTIC_V1.1_02042026.pdf
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
PLANO DIRETOR
DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
E COMUNICAÇÃO
2026-2029
GRUPO DE TRABALHO
Com base na Portaria nº 194 do Gabinete Reitoral, de 19 de março de 2025, o Grupo de Trabalho
responsável pela elaboração deste Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação (PDTIC) foi
constituído pelos seguintes servidores(as):
Área
Tecnologia da
Informação e
Comunicação
Áreas de
Negócio
Membro
Siape
Representação
Reinaldo Cabral Silva Filho
1224919
NTI
Donizetti Calheiros Marques Barbosa Neto
1738783
NTI
Argos de Omena Albuquerque
1905705
NTI
Bruno César Teixeira Cardoso
1612111
NTI
Jairo Menezes de Barros Júnior
2363158
NTI
Francisco Bruno de Souza Meneses
1842339
NTI
Thiago Alexandre Tenório de Holanda Silva
2023516
NTI
Matheus Nascimento Tavares
2996975
NTI
Evertton de Lima Silva
3138440
NTI
Wellington Batalha dos Santos
2209062
NTI
Carlisson Borges Tenorio Galdino
1547733
Campus Arapiraca
Marcelo Almeida Santana
1645188
Campus Arapiraca
Diego Tenório Gomes
1731043
Campus do Sertão
Tibério Lins Padilha
3305641
Campus CECA
Vladimir Caramori Borges de Souza
1357436
Thiago Trindade Matias
1841905
CTEC/Fórum dos Diretores
Campus do
Sertão/Fórum dos Diretores
Willamys Cristiano Soares Silva
2579025
PROGRAD
Abel Aurélio Duarte Filho
1739736
PROGINST
José Vitor de Menezes Torres
1466417
PROPEP
Alex Renner Silva Santos
1646850
PROEST
Jaílson dos Santos Albuquerque
1612400
PROEX
Viviane Regina Costa Sá
1837190
PROGEP
Sirlandro Rodrigues de Amorim
3448294
SINFRA
HISTÓRICO DE ALTERAÇÕES
Data
Versão
Descrição
Elaboração da minuta preliminar com base no
modelo do SISP e documentos produzidos pelo
Grupo de Trabalho: Plano de Trabalho, Diagnóstico,
Levantamento das Necessidades de TIC, Objetivos
Estratégicos, Plano de Gestão de Pessoas, Plano
Orçamentário e Plano de Riscos
Alteração da estrutura do documento padrão para
refletir o encadeamento lógico do planejamento
realizado. A seção 7, passou a ser Diagnóstico da
área de TIC, incluindo o resultado do PDTIC anterior
e a Análise SWOT (antigo subitem 8.2). A
Capacidade de execução passou a ser a seção 8 e o
Inventário de Necessidades passou para a seção 9
Autor
31/08/2025
0.1
Argos Albuquerque
17/09/2025
0.2
08/10/2025
0.3
Conclusão da revisão preliminar da minuta
Reinaldo Cabral
17/10/2025
1.0
Grupo de Trabalho
02/04/2026
1.1
Aprovação da minuta pelo Grupo de Trabalho
Atualização da vigência conforme deliberação do
Comitê de Governança Digital e Segurança da
Informação em 01 de abril de 2026, atualização dos
indicadores referentes aos resultados de 2025
(referencial histórico) e inclusão da restrição de
acesso acerca do indicador de maturidade iSegTI,
nos termos do art. 15 do Decreto no 10.748, de 16
de julho de 2021.
Reinaldo Cabral
Reinaldo Cabral
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO .......................................................................................................................................... 4
1.
INTRODUÇÃO .................................................................................................................................... 5
2.
TERMOS E ABREVIAÇÕES................................................................................................................ 6
3.
METODOLOGIA APLICADA............................................................................................................ 10
4.
DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA ................................................................................................... 11
5.
PRINCÍPIOS E DIRETRIZES ............................................................................................................. 19
6.
ORGANIZAÇÃO DA ÁREA DE TIC ................................................................................................. 20
7.
DIAGNÓSTICO ................................................................................................................................. 25
8.
CAPACIDADE ESTIMADA DE EXECUÇÃO .................................................................................... 45
9.
INVENTÁRIO DE NECESSIDADES .................................................................................................. 47
10. REFERENCIAL ESTRATÉGICO DE TIC ........................................................................................... 56
11. ALINHAMENTO COM A ESTRATÉGIA DA ORGANIZAÇÃO ......................................................... 72
12. PLANO DE METAS E AÇÕES........................................................................................................... 73
13. PLANO DE GESTÃO DE PESSOAS .................................................................................................. 85
14. PLANO ORÇAMENTÁRIO ............................................................................................................. 105
15. PLANO DE GESTÃO DE RISCOS ................................................................................................... 111
16. PROCESSO DE REVISÃO DO PDTIC ............................................................................................. 123
17. FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO ............................................................................................... 124
18.CONCLUSÃO .................................................................................................................................... 126
Apêndice A – Inventário de necessidades ................................................................................................... 126
Apêndice B – Evolução dos Indicadores de TIC e projetos vinculados ......................................................... 126
Apêndice C – Lista de necessidades identificadas ....................................................................................... 126
Apêndice D – Definição dos indicadores .................................................................................................... 126
APRESENTAÇÃO
O PDTIC é o instrumento de diagnóstico, planejamento e gestão dos recursos e processos de
TIC, com o objetivo de atender às necessidades finalísticas e de informação de um órgão ou entidade
para um determinado período, conforme artigo 2º, inciso XXV, da Instrução Normativa SGD/ME nº
94, de 23 de dezembro de 2022. Este instrumento de planejamento orienta e acompanha a atuação da
área de TIC, contendo a estratégia e o plano de ação para sua implementação no âmbito institucional.
Nesse contexto, o PDTIC é um instrumento de governança essencial para a execução das ações
e projetos de TIC da UFAL e inclui as metas anuais a serem atingidas, a necessidade de investimentos,
a identificação dos riscos a serem gerenciados e o planejamento relativo à gestão de pessoas. Estes
elementos visam aumentar as chances de sucesso no alcance dos objetivos estratégicos definidos para
a área de TIC de modo a impulsionar o desenvolvimento da Universidade.
O PDTIC também apresenta informações referentes à organização da área de TIC, os
resultados obtidos com a execução do PDTIC anterior e uma análise contextual que apresenta as
principais oportunidades, ameaças, pontos fortes e pontos fracos que serviram de subsídios para a sua
elaboração. As necessidades de TIC, contidas no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), nos
Planos de Desenvolvimento das Unidades (PDUs), nos apontamentos realizados pelos diretores das
Unidades Acadêmicas (UAs), nas avaliações anuais da área de TIC pela comunidade acadêmica e nos
relatórios de avaliação da Comissão Permanente de Avaliação (CPA), que também serviram de
insumo essencial para a definição dos objetivos estratégicos para a área de TIC.
Espera-se que o PDTIC, enquanto instrumento de planejamento e promoção do controle
social, seja capaz de atender as necessidades institucionais de TIC para os próximos quatro anos
(2026-2029). Para isso, contará com a monitoração permanente do Comitê de Governança Digital e
Segurança da Informação (CGDSI), que também atuará na revisão anual do Plano Diretor para
garantir o alinhamento às estratégias da instituição e adequação ao contexto tecnológico
superveniente.
1.
INTRODUÇÃO
O PDTIC direciona esforços e investimentos em TIC para que a UFAL atinja seus objetivos
institucionais, fornecendo, por meio da definição de metas, mecanismos para avaliação dos resultados
das iniciativas. Adicionalmente, em conformidade com os princípios da legalidade, publicidade e
eficiência, o referido plano constitui uma ferramenta de controle social, permitindo à comunidade
acadêmica o acompanhamento da atuação da área e da aplicação dos recursos de TIC em benefício
do desenvolvimento institucional.
Este plano foi elaborado de forma colaborativa, com a participação de representantes da área
de TIC e de diversas áreas de negócio da organização. Essa abordagem assegurou uma visão
abrangente e integrada das demandas e expectativas em relação à TIC. Considerando a relevância
estratégica da TIC para o alcance dos objetivos organizacionais, este documento estabelece uma
sequência de ações voltadas ao desenvolvimento institucional.
Desse modo, o PDTIC (2026-2029), guia estratégico para a TIC na Universidade, garante que
a TIC esteja alinhada com as metas e objetivos institucionais, atendendo de forma abrangente as
diversas demandas da comunidade acadêmica, visando otimizar processos e impulsionar a inovação
em toda a instituição.
O PDTIC da UFAL está alinhado aos seguintes referenciais:
▪
Avaliação dos Usuários de Tecnologia da Informação e Comunicação;
▪
Avaliação Institucional da Comissão Permanente de Avaliação;
▪
Estratégia Federal de Governo Digital;
▪
Plano de Desenvolvimento Institucional da UFAL;
▪
Planos de Desenvolvimento das Unidades Acadêmicas.
Também são elementos relevantes que devem ser considerados no planejamento:
▪
A Política de Riscos;
▪
O Programa de Transformação Digital;
▪
Plano Anual de Capacitações;
▪
Plano Anual de Contratações.
TERMOS E ABREVIAÇÕES
2.
Termos ou Abreviações
ANDIFES
Análise SWOT
Ascom
BI
Descrição
Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior
Ferramenta estratégica de planejamento que faz parte da análise diagnóstica. Permite a
identificação de fatores internos (Forças e Fraquezas) e fatores externos (Oportunidades e
Ameaças) que influenciam o planejamento futuro.
Assessoria de Comunicação
Business Intelligence
CGTIC
Balanced Scorecard. Modelo adotado como estrutura complementar à metodologia de
elaboração do PDTIC. Permitiu organizar os objetivos estratégicos em perspectivas
adaptadas ao contexto público.
Comitê de Governança Digital e Segurança da Informação. É um colegiado estratégico,
permanente e de natureza deliberativa, com o objetivo de desenvolver e monitorar políticas e
diretrizes estratégicas relativas à governança de TIC na UFAL.
Colégio de Gestores de Tecnologia da Informação e Comunicação
CNPq
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
BSC
CGDSI
CPA
Framework de Governança e Gestão de TI. Uma das abordagens utilizadas para a elaboração
do PDTIC. Foi aplicado para identificar e estruturar as necessidades de TIC com base em
princípios como alinhamento com as metas institucionais e gerenciamento de riscos.
Comissão Permanente de Avaliação
EBIA
Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial
EFGD
Estratégia Federal de Governo Digital
ESR
Escola Superior de Redes
ETP
Estudo Técnico Preliminar
Enap
Escola Nacional de Administração Pública
Finep
Financiadora de Estudos e Projetos
GRSIC
Gestão de Riscos de Segurança da Informação e Comunicações
COBIT 2019
IA
Refere-se à gestão e supervisão da área de TIC, sendo um instrumento essencial para a
execução de ações e projetos de TIC. Busca aperfeiçoar a gestão da TIC e é monitorada pelo
Comitê de Governança Digital e Segurança da Informação (CGDSI).
Inteligência Artificial
ICTI
Índice de Custos de Tecnologia da Informação
IFES
Instituições Federais de Ensino Superior
INDA
Infraestrutura Nacional de Dados Abertos
INPI
Instituto Nacional da Propriedade Industrial
Governança de TIC
IoT
Framework de Gestão de Serviços de TI. Uma das metodologias aplicadas na elaboração do
PDTIC. Oferece práticas voltadas à gestão de serviços de TI, focando na experiência do
usuário, na melhoria contínua e na entrega eficiente de soluções.
Conjunto de recursos físicos e lógicos necessários para suportar o processamento,
armazenamento, transmissão e proteção da informação.
Internet of Things ou Internet das Coisas
Ipea
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
LAI
Lei de Acesso à Informação
LGPD
Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais
LOA
Lei Orçamentária Anual
ME
Ministério da Economia
ITIL 4
Infraestrutura
computacional
MEC
Ministério da Educação
MGI
Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos
NTI
Núcleo de Tecnologia da Informação
PAC
Plano Anual de Capacitação
PCA
Plano de Contratações Anual
PDA
Plano de Dados Abertos
POSIC
Plano de Desenvolvimento Institucional. Documento de planejamento que serviu como fonte
para a identificação das necessidades de TIC.
Plano de Desenvolvimento da Unidade. Documento de planejamento das unidades da UFAL,
também utilizado como fonte para identificar as necessidades de TIC.
Política de Segurança da Informação e Comunicações
PPPDP
Política de Privacidade e de Proteção de Dados Pessoais
PPSI
Programa de Privacidade e Segurança da Informação
PDI
PDU
PROGINST
Pró-reitora de Gestão Institucional
PTD
Plano de Transformação Digital
Pnaes
Programa Nacional de Assistência Estudantil
Proford
Programa de Formação em Docência
RDC
Regime Diferenciado de Contratações Públicas
RNP
Rede Nacional de Ensino e Pesquisa
SGD
Secretaria de Governo Digital
SGSI
Sistema de Gerência da Segurança da Informação
SIGAA
Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas
SIPAC
Sistema Integrado de Patrimônio, Administração e Contratos
SISP
Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação
SLA
Acordos de Nível de Serviço
SOC
SPGC
Security Operations Center (Centro de Operações de Segurança). Sua implantação é uma das
necessidades de alta prioridade identificadas e faz parte da estratégia de fortalecimento da
segurança da informação na UFAL.
Sistema de Planejamento e Gerenciamento de Contratações
Sefti
Componente crítico da infraestrutura computacional. Estrutura física essencial que requer
monitoração, redundância e contingência e para a qual o NTI mantém contratos de serviços
essenciais.
Secretaria de Fiscalização de Tecnologia da Informação
Sisp
Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação
TCU
Tribunal de Contas da União
TI
Tecnologia da Informação
Sala Cofre
Tecnologia da Informação e Comunicação. Área que o PDTIC visa planejar e gerir recursos
e processos. É considerada de relevância estratégica para o alcance dos objetivos
organizacionais da UFAL.
Processo estratégico que busca o desenvolvimento institucional. Envolve a informatização e
Transformação Digital a otimização de processos, resultando em mudanças significativas na operação da UFAL,
como a viabilidade do ensino não presencial e a adoção do processo eletrônico.
Unidade Acadêmica
UA
TIC
WCAG 2.1
Wi-Fi
Web Content Accessibility Guidelines. Diretrizes de acessibilidade que a UFAL deve buscar
seguir para garantir plataformas acessíveis, como o Ambiente Virtual de Aprendizagem
(AVA) e sites institucionais.
Wireless Fidelity
3.
METODOLOGIA APLICADA
A elaboração do PDTIC (2026-2029) da UFAL baseou-se no Guia de PDTIC do SISP v2.1,
COBIT 2019, ITIL 4 e BSC. Essas abordagens foram fundamentais para a condução da análise
diagnóstica e elaboração do plano propriamente dito. A análise diagnóstica incluiu a caracterização
da área de TIC da UFAL, a avaliação dos resultados do PDTIC vigente e uma Análise SWOT. Já o
BSC, incorporado à metodologia de elaboração do PDTIC, favoreceu o alinhamento às estratégias da
organização.
Durante a fase de definição dos objetivos estratégicos, as metodologias COBIT 2019 e ITIL
4 foram aplicadas para agrupar as necessidades institucionais em grandes temas de TIC. O COBIT
2019, atuando como um framework de governança e gestão de Tecnologia da Informação (TI), foi
utilizado para identificar e estruturar as necessidades de TIC com base em princípios como o
alinhamento com as metas institucionais, a entrega de valor, a otimização de recursos e o
gerenciamento de riscos. Complementarmente, o ITIL 4 ofereceu práticas voltadas à gestão de
serviços de TI, com foco na experiência do usuário, na melhoria contínua e na entrega eficiente de
soluções, caracterizando também as necessidades operacionais e táticas. A categorização completa
das necessidades, baseada no COBIT 2019 e ITIL 4, consta no “Apêndice A”.
Para assegurar a coesão e o alinhamento dos objetivos, o BSC foi adotado como uma estrutura
complementar. Este modelo permitiu organizar os objetivos estratégicos em perspectivas adaptadas
ao contexto público, substituindo a tradicional perspectiva financeira por 'resultados institucionais' e
a perspectiva de clientes por ‘comunidade acadêmica’. Essa adaptação visou manter o foco na geração
de valor público e no apoio às atividades de ensino, pesquisa, extensão e gestão da Universidade,
avaliando o desempenho com base em indicadores de impacto, eficiência dos serviços e satisfação da
comunidade. O mapa estratégico resultante demonstra como os investimentos em pessoas e
infraestrutura sustentam os processos internos, que, por sua vez, viabilizam a entrega de valor à
Universidade e culminam nos resultados institucionais.
4.
DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA
Constituição
da
República
Federativa
do
Brasil
de
1988.
Leis
▪
Lei nº 14.133, de 1º de abril de 2021 – Lei de Licitações e Contratos Administrativos;
▪
Lei nº 14.129, de 29 de março de 2021 – Dispõe sobre princípios, regras e instrumentos para o
Governo Digital e para o aumento da eficiência pública;
▪
Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018 – Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD);
▪
Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014 – Estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o
uso da Internet no Brasil;
▪
Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011 – Regula o acesso à informações (Lei de Acesso à
Informação);
▪
Lei nº 12.462, de 4 de agosto de 2011 – Institui o Regime Diferenciado de Contratações Públicas
(RDC).
Decretos
▪
Decreto nº 11.462, de 31 de março de 2023 – Regulamenta os art. 82 a art. 86 da Lei nº 14.133,
de 1º de abril de 2021, para dispor sobre o sistema de registro de preços para a contratação de
bens e serviços, inclusive obras e serviços de engenharia, no âmbito da Administração Pública
federal direta, autárquica e fundacional;
▪
Decreto nº 11.246, de 27 de outubro de 2022 – Regulamenta o disposto no § 3º do art. 8º da Lei
nº 14.133, de 1º de abril de 2021, para dispor sobre as regras para a atuação do agente de
contratação e da equipe de apoio, o funcionamento da comissão de contratação e a atuação dos
gestores e fiscais de contratos, no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e
fundacional;
▪
Decreto nº 10.947, de 25 de janeiro de 2022 – Regulamenta o inciso VII do caput do art. 12 da
Lei nº 14.133, de 1º de abril de 2021, para dispor sobre o plano de contratações anual e instituir o
Sistema de Planejamento e Gerenciamento de Contratações no âmbito da administração pública
federal direta, autárquica e fundacional;
▪
Decreto nº 10.403, de 19 de junho de 2020 – Altera o Decreto nº 10.046, de 9 de outubro de 2019,
que dispõe sobre a governança no compartilhamento de dados no âmbito da administração pública
federal e institui o Cadastro Base do Cidadão e o Comitê Central de Governança de Dados;
▪
Decreto nº 10.332, de 28 de abril de 2020 – Institui a Estratégia de Governo Digital para o período
de 2020 a 2022, no âmbito dos órgãos e das entidades da administração pública federal direta,
autárquica e fundacional e dá outras providências;
▪
Decreto nº 10.024, de 20 de setembro de 2019 – Regulamenta a licitação, na modalidade pregão,
na forma eletrônica, para a aquisição de bens e a contratação de serviços comuns, incluídos os
serviços comuns de engenharia, e dispõe sobre o uso da dispensa eletrônica, no âmbito da
administração pública federal;
▪
Decreto nº 9.903, de 8 de julho de 2019 – Altera o Decreto nº 8.777, de 11 de maio de 2016, que
institui a Política de Dados Abertos do Poder Executivo federal, para dispor sobre a gestão e os
direitos de uso de dados abertos;
▪
Decreto nº 9.854, de 25 de junho de 2019 – Institui o Plano Nacional de Internet das Coisas e
dispõe sobre a Câmara de Gestão e Acompanhamento do Desenvolvimento de Sistemas de
Comunicação Máquina a Máquina e Internet das Coisas;
▪
Decreto nº 9.756, de 11 de abril de 2019 – Institui o portal único "gov.br" e dispõe sobre as regras
de unificação dos canais digitais do Governo federal;
▪
Decreto nº 9.488, de 30 de agosto de 2018 – Altera o Decreto nº 7.892, de 23 de janeiro de 2013,
que regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21 de
junho de 1993, e o Decreto nº 7.579, de 11 de outubro de 2011, que dispõe sobre o Sistema de
Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação - SISP, do Poder Executivo federal;
▪
Decreto nº 8.936, de 19 de dezembro de 2016 – Institui a Plataforma de Cidadania Digital e dispõe
sobre a oferta dos serviços públicos digitais, no âmbito dos órgãos e das entidades da
administração pública federal direta, autárquica e fundacional;
▪
Decreto nº 8.777, de 11 de maio de 2016 – Institui a Política de Dados Abertos do Poder Executivo
federal;
▪
Decreto nº 7.579, de 11 de outubro de 2011 – Dispõe sobre o Sistema de Administração dos
Recursos de Tecnologia da Informação - SISP, do Poder Executivo federal;
▪
Decreto nº 7.174, de 12 de maio de 2010 – Regulamenta a contratação de bens e serviços de
informática e automação pela administração pública federal, direta ou indireta, pelas fundações
instituídas ou mantidas pelo Poder Público e pelas demais organizações sob o controle direto ou
indireto da União.
Instruções Normativas da Secretaria de Governo Digital
▪
Instrução Normativa SGD/MGI nº 6, de 29 de março de 2023 – Regulamenta os requisitos e
procedimentos para aprovação de contratações ou de formação de atas de registro de preços, a
serem efetuados por órgãos e entidades integrantes do Sistema de Administração dos Recursos de
Tecnologia da Informação - SISP do Poder Executivo federal, relativos a bens e serviços de
Tecnologia da Informação e Comunicação - TIC;
▪
Instrução Normativa SGD/ME nº 94, de 23 de dezembro de 2022 – Dispõe sobre o processo de
contratação de soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação - TIC pelos órgãos e
entidades integrantes do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação SISP do Poder Executivo Federal;
▪
Instrução Normativa SLTI nº 1, de 19 de janeiro de 2010 – Dispõe sobre os critérios de
sustentabilidade ambiental na aquisição de bens, contratação de serviços ou obras pela
Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional e dá outras providências.
Outras Instruções Normativas, Resolução e Norma Complementar
▪
Instrução Normativa SEGES/ME nº 81, de 25 de novembro de 2022 – Dispõe sobre a elaboração
do Termo de Referência - TR, para a aquisição de bens e a contratação de serviços, no âmbito da
administração pública federal direta, autárquica e fundacional, e sobre o Sistema TR digital;
▪
Instrução Normativa SEGES/ME nº 73, de 30 de setembro de 2022 – Dispõe sobre a licitação
pelo critério de julgamento por menor preço ou maior desconto, na forma eletrônica, para a
contratação de bens, serviços e obras, no âmbito da Administração Pública federal direta,
autárquica e fundacional;
▪
Instrução Normativa SEGES/ME nº 58, de 8 de agosto de 2022 – Dispõe sobre a elaboração dos
Estudos Técnicos Preliminares - ETP, para a aquisição de bens e a contratação de serviços e obras,
no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, e sobre o Sistema
ETP digital;
▪
Instrução Normativa SEGES/ME nº 67, de 8 de julho de 2021 – Dispõe sobre a dispensa de
licitação, na forma eletrônica, de que trata a Lei nº 14.133, de 1º de abril de 2021, e institui o
Sistema de Dispensa Eletrônica, no âmbito da Administração Pública federal direta, autárquica e
fundacional;
▪
Instrução Normativa SEGES/ME nº 65, de 7 de julho de 2021 – Dispõe sobre o procedimento
administrativo para a realização de pesquisa de preços para aquisição de bens e contratação de
serviços em geral, no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional;
▪
Instrução Normativa SEGES/ME nº 73, de 5 de agosto de 2020 – Dispõe sobre o procedimento
administrativo para a realização de pesquisa de preços para a aquisição de bens e contratação de
serviços em geral, no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional;
▪
Instrução Normativa GSI nº 1, de 27 de maio de 2020 – Dispõe sobre a Estrutura de Gestão da
Segurança da Informação nos órgãos e nas entidades da administração pública federal;
▪
Instrução Normativa SEGES/MP nº 5, de 26 de maio de 2017 – Dispõe sobre as regras e diretrizes
do procedimento de contratação de serviços sob o regime de execução indireta no âmbito da
Administração Pública federal direta, autárquica e fundacional;
▪
Instrução Normativa SLTI nº 4, de 13 de abril de 2012 – Institui a Infraestrutura Nacional de
Dados Abertos – INDA;
▪
Resolução SETIC nº 3, de 13 de outubro de 2017 – Aprova as normas sobre elaboração e
publicação de Planos de Dados Abertos, conforme disposto no Decreto nº 8.777, de 11 de maio
de 2016;
▪
Norma Complementar GSI nº 4, de 14 de agosto de 2009 – Estabelece diretrizes para o processo
de Gestão de Riscos de Segurança da Informação e Comunicações - GRSIC nos órgãos ou
entidades da Administração Pública Federal, direta e indireta.
Portarias
▪
Portaria SGD/MGI nº 6.680, de 4 de outubro de 2024 – Altera a Portaria SGD/MGI nº 1.070, de
1º de junho de 2023, que estabelece modelo de contratação de serviços de operação de
infraestrutura e atendimento a usuários de Tecnologia da Informação e Comunicação, no âmbito
dos órgãos e entidades integrantes do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da
Informação - SISP do Poder Executivo Federal;
▪
Portaria SGD/MGI nº 6.679, de 17 de setembro de 2024 – Altera os Anexos I e II e inclui os
Anexos VII e VIII da Portaria SGD/MGI nº 750, de 20 de março de 2023, que estabelece modelo
para a contratação de serviços de desenvolvimento, manutenção e sustentação de software, no
âmbito dos órgãos e entidades integrantes do Sistema de Administração dos Recursos de
Tecnologia da Informação - SISP do Poder Executivo Federal;
▪
Portaria SGD/MGI nº 5.950, de 26 de outubro de 2023 – Estabelece modelo de contratação de
software e de serviços de computação em nuvem, no âmbito dos órgãos e entidades integrantes
do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação - SISP do Poder
Executivo Federal;
▪
Portaria SGD/MGI nº 2.715, de 21 de junho de 2023 – Estabelece Modelo de Contratação e
Gestão de Estações de Trabalho, no âmbito dos órgãos e entidades integrantes do Sistema de
Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação - SISP do Poder Executivo Federal;
▪
Portaria SGD/MGI nº 1.070, de 1º de Junho de 2023 – Estabelece o modelo de contratação de
serviços de operação de infraestrutura e atendimento a usuários de Tecnologia da Informação e
Comunicação, no âmbito dos órgãos e entidades integrantes do Sistema de Administração dos
Recursos de Tecnologia da Informação - SISP do Poder Executivo Federal;
▪
Portaria SGD/MGI nº 750, de 20 de março de 2023 – Estabelece modelo para a contratação de
serviços de desenvolvimento, manutenção e sustentação de software, no âmbito dos órgãos e
entidades integrantes do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação SISP do Poder Executivo Federal;
▪
Portaria SGD/MGI nº 370, de 8 de março de 2023 – Institui o Modelo de Contratação de Serviços
de Outsourcing de Impressão, no âmbito dos órgãos e das entidades integrantes do Sistema de
Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação - SISP do Poder Executivo Federal;
▪
Portaria SGD nº 778, de 4 de abril de 2019 – Dispõe sobre a implantação da Governança de
Tecnologia da Informação e Comunicação nos órgãos e entidades pertencentes ao Sistema de
Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação do Poder Executivo Federal - SISP.
Outros Documentos
▪
Guia de PDTIC do SISP (versão 2.1);
▪
Pesquisa de Avaliação de Satisfação;
▪
Plano de Dados Abertos da UFAL;
▪
Plano de Desenvolvimento Institucional da UFAL;
▪
Plano de Gestão de Riscos da UFAL;
▪
Plano de Transformação Digital da UFAL;
▪
Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação (2020-2024) da UFAL;
▪
Planos de Desenvolvimento das Unidades Acadêmicas da UFAL;
▪
Política de Segurança da Informação da UFAL;
▪
Portaria GR/UFAL nº 735, de 17 de outubro de 2023 – Institui o Comitê de Governança Digital
e Segurança da Informação - CGDSI, colegiado estratégico, permanente e de natureza
deliberativa, com o objetivo de desenvolver e monitorar políticas e diretrizes estratégicas relativas
à governança de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC);
▪
Portaria GR/UFAL nº 736, de 17 de outubro de 2023 – Aprova a Política de Privacidade e de
Proteção de Dados Pessoais da UFAL;
▪
Resolução CGGRCI/UFAL nº 1, de 15 de março de 2021 – Aprova a Política de Gestão de Riscos
da UFAL;
▪
Resolução CONSUNI/UFAL nº 20, de 9 de março de 2021 – Institui o Programa de
Transformação Digital da UFAL;
▪
Acórdão 1.855/2025 - Plenário – Analisa a contratação de serviços contínuos, com foco em
planejamento de contratações e avaliação de preços. Embora o caso específico seja sobre
alimentação, as diretrizes são relevantes para contratos de Tecnologia da Informação e
Comunicação (TIC);
▪
Acórdão 1.372/2025 - Plenário – Trata de auditoria sobre a conformidade de órgãos públicos com
a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), apontando o descumprimento de dispositivos
e fazendo recomendações para melhorar a segurança e o tratamento de dados pessoais;
▪
Acórdão 309/2025 - Plenário – Foca na governança de TIC integrada à governança corporativa,
aplicando os princípios no contexto do Ministério da Saúde (MS);
▪
Acórdão 3.706/2024 - 1ª Câmara – Trata da contratação de serviços contínuos de suporte de TIC,
com recomendações para garantir a eficiência e a transparência;
▪
Acórdão 1.648/2024 - Plenário – Aborda a importância do acesso a dados abertos e da
transparência das informações, ratificando a necessidade de publicar dados em formatos abertos
e legíveis por máquina;
▪
Acórdão 616/2024 - Plenário – Analisa a implementação da Estratégia Brasileira de Inteligência
Artificial (EBIA). Avalia o andamento das ações do governo em relação à IA, incluindo a
necessidade de diretrizes para o seu uso ético;
▪
Acórdão 390/2024 - Plenário – Aborda a governança de dados na administração pública federal,
destacando a importância da Estratégia de Governo Digital (EGD) e plataformas de
compartilhamento como o GovData e o ConectaGov;
▪
Acórdão 1688/2023 - Plenário – Relata o acompanhamento da governança de TIC na Rede
Federal de Educação Tecnológica. Aponta problemas como a falta de transparência nos sites e a
baixa implementação de políticas de segurança da informação.
5.
PRINCÍPIOS E DIRETRIZES
O NTI, no exercício de suas atribuições institucionais, adotará, além dos princípios gerais
estabelecidos pela Constituição Federal de 1988 (legalidade, impessoalidade, moralidade,
publicidade e eficiência), os seguintes princípios:
▪
Alinhamento estratégico: assegurar que as iniciativas de TIC tenham como propósito
auxiliar a Instituição a alcançar seus objetivos estratégicos;
▪
Segurança da informação: prezar pela confidencialidade, integridade e disponibilidade das
informações;
▪
Sustentabilidade: as iniciativas de TIC devem considerar a eficiência energética, o descarte
responsável, a seleção de fornecedores com compromisso ambiental, a aquisição de
equipamentos de maior durabilidade e facilidade para o descarte e/ou reciclagem, além de
priorizar a adoção de práticas sustentáveis;
▪
Valorização das pessoas: o incentivo à qualificação, o respeito e o reconhecimento pelas
contribuições como parte essencial para o alcance dos objetivos da área de TIC.
6.
ORGANIZAÇÃO DA ÁREA DE TIC
O NTI, unidade central de TIC da UFAL, vinculado à Reitoria, possui sede no prédio principal
do Campus Aristóteles Calazans Simões, 1º andar, na Avenida Lourival Melo Mota, s/n, Cidade
Universitária, Maceió-AL, ademais há outras unidades de TIC que atuam de forma independente,
vinculadas diretamente à gestão central dos outros campi da UFAL.
O NTI é a área responsável por gerir a TIC e pelo planejamento, coordenação e
acompanhamento das ações relacionadas às soluções tecnológicas e tem os seguintes objetivos:
▪
Aperfeiçoar a gestão e a governança em TIC na Universidade;
▪
Atuar na articulação com organizações públicas ou privadas, visando ao aumento da
qualificação da equipe que compõe o NTI e à ampliação e melhoria dos serviços de TIC da
Universidade;
▪
Coordenar a elaboração do PDTIC e atuar para o alcance dos objetivos e metas para a área de
TIC;
▪
Estabelecer as regras, procedimentos e condições para uso racional dos recursos, serviços e
soluções de TIC sob a responsabilidade do NTI;
▪
Gerenciar os riscos relacionados aos objetivos e metas definidos para a área de TIC;
▪
Planejar, executar e avaliar as ações de TIC da Universidade de forma alinhada ao PDI, às
orientações dos órgãos de controle e às estratégias definidas por órgãos superiores;
▪
Prover e manter soluções e serviços de TIC para auxiliar o alcance dos objetivos da
Universidade;
▪
Zelar pela integridade, confidencialidade e disponibilidade dos dados institucionais
armazenados nos sistemas sob a responsabilidade do NTI;
▪
Zelar pelo cumprimento da POSIC da UFAL e propor aperfeiçoamentos.
Para o cumprimento de suas competências legais e da execução de suas atividades, o NTI
dispõe da seguinte estrutura organizacional:
▪
Coordenadoria Geral de Rede (CGR);
▪
Coordenadoria de Qualidade de Segurança da Informação (CQSI);
▪
Coordenadoria de Redes e Infraestrutura (CIN);
▪
Coordenadoria de Relacionamento Institucional (CRI);
▪
Coordenadoria de Service Desk (CSD);
▪
Coordenadoria de Sistemas (CSI);
Figura 1 - Organograma da área de TIC da UFAL
6.1. Coordenadoria Geral de Redes
Compete à Coordenadoria Geral de Redes:
▪
Apoiar a contratação e fiscalizar a execução de serviços de rede;
▪
Atender as demandas por serviços de rede da UFAL e assegurar o cumprimento dos acordos
de nível de serviços de TIC prestados pelo NTI;
▪
Definir e manter atualizada a descrição dos serviços de redes que podem ser demandados
pelos usuários;
▪
Elaborar projetos de expansão e de melhorias na rede;
▪
Especificar necessidades de materiais ou serviços para a manutenção ou expansão da rede
▪
Gerenciar o ciclo de vida dos ativos que integram a rede UFAL;
▪
Monitorar o desempenho da rede, elaborar diagnóstico e coordenar as ações corretivas;
▪
Monitorar o uso e a demanda por expansões na rede;
▪
Planejar, coordenar e executar ações para implantação e manutenção da rede UFAL.
UFAL;
6.2. Coordenadoria de Qualidade de Segurança da Informação
Compete à Coordenadoria de Qualidade de Segurança da Informação:
▪
Assessorar o CGDSI da UFAL nas questões que envolvem segurança da informação;
▪
Definir e evoluir procedimentos, estratégias e ferramentas para aperfeiçoar a política e o
sistema de segurança da informação da UFAL;
▪
Divulgar políticas, normas e orientações relacionadas à segurança da informação para a
comunidade acadêmica;
▪
Estimular ações de capacitação e de profissionalização de recursos humanos em temas
relacionados à segurança da informação;
▪
Estabelecer canais de comunicação com agentes internos e externos visando a cooperação e
colaboração na prevenção e resposta a incidentes de segurança;
▪
Garantir segurança na conectividade e no acesso aos recursos de TIC sob a responsabilidade
do NTI;
▪
Gerenciar e operar os sistemas e serviços que atuam na proteção e segurança da Infraestrutura
computacional da UFAL;
▪
Identificar, monitorar, analisar, tratar e reportar vulnerabilidades e incidentes relacionados à
segurança da informação;
▪
Mobilizar equipes e coordenar a resposta a incidentes, conforme o nível de exposição ao risco;
▪
Zelar pela disponibilidade e integridade dos dados de uso dos ativos e serviços de TIC da
UFAL.
6.3. Coordenadoria de Redes e Infraestrutura
Compete à Coordenadoria de Redes e Infraestrutura:
▪
Administrar todos os sistemas e ativos que constituem a infraestrutura computacional central
e mantê-los atualizados e em plena operação;
▪
Apoiar a contratação de materiais e serviços inerentes à manutenção da infraestrutura
computacional e segurança da informação, bem como monitorar e fiscalizar a prestação destes serviços;
▪
Definir e manter atualizada a descrição dos procedimentos de operação da infraestrutura
computacional;
▪
Gerenciar e operar o sistema de backup e de recuperação de dados;
▪
Gerenciar o compartilhamento dos recursos da infraestrutura computacional da UFAL;
▪
Monitorar o funcionamento dos links que conectam a UFAL à internet e atuar na resolução
de incidentes;
▪
Operar e monitorar o funcionamento da infraestrutura computacional central da UFAL
(hardware e software), atuar na prevenção e correção de falhas para garantir a continuidade dos serviços;
▪
Planejar e coordenar as ações de manutenção e evolução da infraestrutura computacional.
6.4. Coordenadoria de Relacionamento Institucional
Compete à Coordenadoria de Relacionamento Institucional:
▪
Assessorar a gestão do NTI;
▪
Coordenar as ações de contratação de soluções de TIC da UFAL;
▪
Gerenciar o relacionamento com atores relevantes para o setor (fornecedores, parceiros,
órgãos governamentais, departamentos de TIC de outras instituições etc.);
▪
Monitorar a execução dos contratos sob a responsabilidade do NTI;
▪
Monitorar e comunicar o desempenho do setor com relação aos objetivos e metas definidos
para o período;
▪
Promover ações em prol da melhoria contínua da governança e da gestão.
6.5. Coordenadoria de Service Desk
Compete à Coordenadoria de Service Desk:
▪
Acionar a garantia dos ativos de TIC da UFAL junto aos fornecedores e acompanhar a
solução;
▪
Assistir e orientar os usuários com relação aos serviços providos pelo NTI;
▪
Apoiar a aquisição e fiscalização de serviços, soluções e ativos de TIC para os usuários finais;
▪
Definir e manter atualizado catálogo de materiais e serviços de TIC com os respectivos
acordos de nível de serviço;
▪
Gerenciar as contas dos usuários da UFAL;
▪
Planejar, orientar e coordenar a prestação de assistência técnica aos usuários na instalação,
utilização e operação dos recursos de hardware e software de propriedade da UFAL;
▪
Realizar a gestão de ativos de TIC e monitorar seu ciclo vida;
▪
Realizar ações visando o aumento da segurança da informação nos ativos de TIC utilizados
diretamente pelos usuários;
▪
Receber, organizar, distribuir e monitorar a execução das demandas de serviço de TIC dos
usuários.
6.6. Coordenadoria de Sistemas
Compete à Coordenadoria de Sistemas:
▪
Adotar procedimentos para garantir a qualidade interna e externa dos sistemas sob a
responsabilidade do NTI;
▪
Assegurar a integridade, a disponibilidade, a confiabilidade, a confidencialidade e a
autenticidade de todos os dados contidos nos sistemas sob a responsabilidade do NTI;
▪
Atuar na aquisição e fiscalização de soluções e serviços de software sob a responsabilidade
do NTI;
▪
Gerenciar a configuração e as mudanças dos sistemas de informação sob a responsabilidade
do NTI;
▪
Gerenciar o desenvolvimento, a manutenção e a implantação de sistemas de informação na
▪
Identificar oportunidades e analisar demandas por novas soluções baseadas em software;
▪
Identificar, tratar e gerir os incidentes ocorridos nos sistemas desenvolvidos e mantidos pelo
▪
Prover suporte aos usuários dos sistemas e atender demandas por dados e informações
UFAL;
NTI;
armazenadas nos sistemas;
▪
Selecionar, projetar e especificar soluções baseadas em software.
7.
DIAGNÓSTICO
Esta seção estabelece uma visão holística da situação atual da área de TIC, por meio da análise
integrada de quatro elementos: uma breve caracterização geral, os resultados do PDTIC anterior, a
avaliação anual da área de TIC e a análise SWOT.
A caracterização geral provê uma dimensão do escopo de atuação da área de TIC. A revisão
do PDTIC anterior fornece subsídios sobre o cumprimento de metas e o desempenho atual da área
em relação aos indicadores. A avaliação anual da área de TIC revela a perspectiva da comunidade
com relação à qualidade dos principais serviços e atuação geral da área de TIC. A análise SWOT
contribui com uma visão prospectiva, identificando forças, fraquezas, oportunidades e ameaças que
influenciam o planejamento futuro. Estas três visões constituem uma análise situacional para
subsidiar o planejamento e a melhoria contínua da área de TIC.
7.1. Caracterização geral
A área de TIC da UFAL tem atuação estratégica e essencial para o funcionamento da
instituição. Entre 2020 e 2024, a equipe foi responsável por gerenciar mais de 7 mil computadores,
500 ativos de rede, 190 máquinas virtuais e uma Sala cofre, de forma comprometida com a segurança
e a disponibilidade dos serviços. A abrangência da rede física, com mais de 500 km de cabos de rede
e 100 km de fibras ópticas, além de 350 pontos de acesso Wi-fi, traduz o desafio de garantir
conectividade em larga escala para toda a comunidade acadêmica.
Tabela 1 - Caracterização do escopo de atuação da área de TIC da UFAL com resultados entre 2020 e 2025
Escopo de Atuação
Servidores de TI da UFAL
Resultados
+ 7 Mil Computadores
1 Sala cofre
+ 500 Ativos de Rede
+ 30 Mil Usuários
+ 200 Sites e Portais
30 Analistas em TI
+ 7,4 Milhões de Linhas de Código
15 Técnicos em TI
+ 190 Máquinas Virtuais
3 Assistentes em TI
+ 500 Km de Cabos de Rede
Serviços Executados:
30.810
Projetos Executados:
247
+ 100 Km de Fibras Ópticas
+350 Pontos de Acesso Wi-fi
Além da infraestrutura computacional, a unidade central de TIC da UFAL atua no
desenvolvimento e manutenção de mais de 7,4 milhões de linhas de código, além dos mais de 200
sites e portais, que atendem cerca de 30 mil usuários internos e a sociedade civil. A execução de 247
projetos e mais de 30 mil solicitações de serviço nos últimos cinco anos refletem a capacidade técnica
e o dinamismo da equipe em atender às demandas institucionais. Esses números revelam a dimensão
operacional da área e seu papel estratégico na transformação digital da Universidade, promovendo
apoio contínuo às atividades acadêmicas e administrativas.
7.2. Resultado do PDTIC Anterior
O PDTIC (2020-2024) definiu metas a serem alcançadas ao longo de sua vigência. As metas
foram quantificadas em 21 indicadores, dos quais 11 foram alcançados, o que representa 52,38% de
alcance das metas propostas. A “Tabela 2” apresenta a evolução dos indicadores relacionados com
cada meta.
Considerando todas as ações realizadas neste período, em que o mundo foi acometido por uma
pandemia, o Programa de Transformação Digital da UFAL, que englobou diversos projetos,
proporcionou mudanças significativas na operação da UFAL, com destaque para a viabilidade do
ensino em formato não presencial durante a pandemia, do aumento do quantitativo de serviços digitais
oferecidos pela UFAL e da adoção do processo eletrônico.
Contudo, para promover estas transformações, a unidade central de TIC precisou atuar na
atualização da infraestrutura computacional, na recuperação da infraestrutura de rede, dos serviços
ofertados à comunidade e na melhoria da gestão, da governança e dos processos de trabalho. Os
resultados desta atuação, bem como o reflexo dos obstáculos enfrentados ao longo do período, estão
refletidos na avaliação dos alcances das metas, revelados pelos indicadores definidos no PDTIC.
O desempenho de alguns indicadores foi bem acima do planejado. Um deles é o “(I2)
Capacidade de processamento instalada”, o qual esperava-se alcançar 300Hz em 2024, mas foram
alcançados 403,2 Hz. A capacidade de armazenamento disponível teve meta em 25% e chegou a 83%.
O número máximo de usuários conectados simultaneamente com meta de 8.464, alcançou 11.000.
Por outro lado, 10 dos 21 indicadores não atingiram a meta planejada. Em alguns casos foi
observado que as metas estabelecidas não consideraram a incidência de riscos inerentes ao contexto
da UFAL. Um exemplo são os indicadores “(I14) Taxa de disponibilidade da rede” e “(I19) Taxa de
disponibilidade dos sistemas da UFAL”. A meta estabelecida para esses indicadores não levou em
consideração o modelo de operação com relação à resiliência energética. A existência de apenas uma
linha de fornecimento de energia, um único gerador e um único nobreak não viabiliza o alcance de
um índice de 99,9% de disponibilidade, visto que há necessidade de realizar paradas para manutenção
preventiva no gerador e nobreak que podem superar as 9 horas anuais (0,1%).
Outro aspecto que convém destacar é a utilização de indicadores que não estão sob o controle
da área de TI. Por exemplo, “(I8) Tempo médio de resposta (em dias) aos pedidos de acesso à
informação” e “(I9) Ranking da UFAL com relação ao tempo de resposta para prover informação”,
mensuram o desempenho da UFAL para prover informações à sociedade, contudo, a TIC é apenas
uma das áreas que atua no provimento destas informações. Por isso, os indicadores não são capazes
de retratar o desempenho isolado da TIC neste quesito.
É importante ressaltar que as ações realizadas para o alcance das metas estabelecidas são
materializadas em projetos, inseridos dentro de um portfólio anual gerenciado pela gestão do NTI. O
“Apêndice B” apresenta a evolução histórica de cada um dos indicadores e relaciona aos projetos
executados para consecução das metas.
Indicador
(I1) Taxa de
disponibilidade
da estrutura
computacional
(I2) Capacidade
de
processamento
instalada
(I3) Capacidade
de
armazenamento
disponível
(I4) Capacidade
em estrutura e
processos de
segurança da
informação
(I5) Boas
práticas de
segurança da
informação
institucionaliza
das
(I6) Número de
Vulnerabilidade
s no CAIS
(I7) Conjuntos
de dados
disponibilizado
à sociedade
(I8) Tempo
médio de
resposta aos
pedidos de
acesso à
informação.
(I9) Ranking da
UFALpara
prover
informação.
(I10) Média
diária de
operações no
sistema SIG
(I11)
Quantidade de
módulos do
Tabela 2: Indicadores das metas do PDTIC (2020-2024)
2021
2022
2023
2020
2024
Plan.
Realiz.
Plan.
Realiz.
Plan.
Realiz.
Plan.
Realiz.
Plan.
Realiz.
99%
99,37%
99,30%
99,61%
99,50%
99,72%
99,90%
99,99%
99,90%
99,47%
203.11
203,11
250.1
543
250.11
543
300
403.2
300
403,2
10%
5,98%
40%
9%
35%
7%
25%
79%
25%
82,57%
3,74%
3,74%
10%
17,75%
15%
17,75%
20%
17,75%
20%
58,00%
4
5
5
5
6
4
7
16
7
14
1110
1151
1055
126
1002
40
952
25
952
79
4
0
8
0
16
0
24
0
24
11
12,59
14,5
12,21
15,11
11,84
11,44
11,49
12,63
11,49
15,69
143
189
139
220
136
141
133
175
133
213
16698
59842
17533
123697
18409
369262
19330
399627
19330
289133,
35
25
28
28
29
31
29
35
35
35
35
sistema SIG em
uso
(I12) Média
diária de
acessos aos
sistemas SIG
(I13) Total de
indicadores
institucionais
interativos
(I14) Taxa de
disponibilidade
da rede
(I15) Uso de
banda da rede/
banda
disponível
(I16) Número
máximo de
usuários
simultâneos
conectados na
rede Ufal
(I17) Avaliação
do atendimento
e suporte do
NTI
(I18) Avaliação
da qualidade
dos sistemas da
UFAL
(I19) Taxa de
disponibilidade
dos sistemas da
UFAL
(I20) Avaliação
da
conectividade e
internet
(I21) Avaliação
do NTI
320
1057
336
1154
353
1791
370
1848
370
1819
10
0
20
20
30
33
40
47
40
58
99,00%
99,98%
99,30%
99,67%
99,50%
99,15%
99,90%
99,42%
99,90%
99.85%
7%
58%
10%
30,75%
15%
47%
20%
52%
20%
16,26%
7312
3444,66
7677
2281
8061
4859
8464
5989
8464
11000
3,65
3,79
3,75
3,48
3,8
3,35
3,9
3,5
3,9
3,5
3,4
3,36
3,5
3,36
3,65
3,31
3,8
3,29
3,8
3,29
99%
97,27%
99,30%
97,73
99,50%
99,03%
99,90%
99.2%
99,90%
99,47%
3,1
3,12
3,2
2,04
3,3
2,76
3,5
2,37
3,5
2,37
7
7,28
7,2
6,34
7,5
6,67
7,7
6,97
7,7
6,97
7.3. Avaliação da TIC na perspectiva da comunidade acadêmica
O NTI realiza uma pesquisa de satisfação anual para obter subsídios para o planejamento de
ações de melhoria. As avaliações foram iniciadas em 2020 e vêm contribuindo para priorizar as ações
na área de tecnologia. A pesquisa de satisfação inclui as perspectivas de atendimento, conectividade
e sistemas (em uma escala de 0 a 5), além de uma avaliação geral (em escala de 0 a 10), que indica
uma percepção sobre a atuação do NTI.
Gráfico 1 - Avaliação da comunidade acadêmica sobre a atuação do NTI
No geral, a avaliação do NTI neste período pode ser considerada estável, com leve tendência
de melhoria, conforme ilustra a “Gráfico 1”, porém ainda abaixo da meta projetada na ocasião do
planejamento em 2020.
Para cada perspectiva avaliada pela comunidade foram realizadas análises qualitativas sobre
os apontamentos realizados em forma de texto. A análise qualitativa agrupou as questões em
categorias para que se fosse possível perceber com mais clareza os aspectos mais importantes a serem
melhorados de forma e subsidiar a priorização para atender as necessidades indicadas pelos usuários.
Para cada perspectiva, foi elaborada uma tabela que indica as categorias com maior frequência de
comentários feitos pelos usuários. Cada categoria contém uma descrição e exemplos de respostas
enviadas na ocasião da avaliação.
Tabela 3: Extratos mais relevantes da análise qualitativa sobre a atuação do NTI
Categorização da Análise Qualitativa sobre Atuação do NTI
Categoria
Quadro de
Profissionais
Comunicação e
Relacionamento
Modernização de
Sistemas
Capacitação e
Formação
Manutenção e
Equipamentos
Freq.
Descrição
Exemplos de Respostas
24
Refere-se à escassez de funcionários
especializados e técnicos no setor,
dificultando o atendimento e a
resolução eficiente das demandas
"Falta pessoal, falta equipamento, falta
investimento."; "Contratem mais gente para o
campus Sertão."; "Precisamos de técnicos
especializados e em maior número."
18
Relaciona-se com a necessidade de
melhorar a comunicação entre o NTI e
os usuários, garantindo clareza,
acessibilidade e respostas rápidas
"Melhorar a comunicação com os alunos.";
"Enviar avisos de manutenção por e-mail.";
"O diálogo do NTI com os usuários é nulo."
16
Envolve a atualização e modernização
dos sistemas utilizados pela
Universidade, buscando torná-los mais
funcionais, rápidos e intuitivos
"Tornar os sistemas mais funcionais e
intuitivos."; "Melhorar o Sigaa, ele sempre
dá problema."; "Precisamos de soluções mais
modernas."
12
Refere-se à necessidade de aprimorar a
formação e capacitação dos servidores,
bolsistas e técnicos para garantir um
atendimento qualificado
"Oferecer cursos ou tutoriais sobre os
sistemas."; "Preparar melhor os bolsistas e a
equipe técnica."; "Capacitação constante para
o NTI."
10
Refere-se à necessidade de
manutenção e atualização de
equipamentos de TI, incluindo
hardware e periféricos, para garantir
"Revisar os cabos HDMI nas salas.";
"Realizar manutenção constante nos
laboratórios."; "Atualizar computadores e
impressoras."
um bom funcionamento das unidades
Monitoramento e
Transparência
8
Envolve a criação de mecanismos para
monitorar e informar os usuários sobre
o status dos serviços de TI, garantindo
transparência e comunicação ativa
"Criar um sistema online para verificar a
disponibilidade da internet."; "Sinalizar
manutenções programadas."; "Transparência
sobre status dos serviços."
As seções seguintes apresentam a evolução histórica nas perspectivas do atendimento,
sistemas e conectividade.
7.3.1. Atendimento
Gráfico 2 - Evolução do nível de satisfação com o atendimento do NTI
A análise da evolução histórica denota que a qualidade do serviço de atendimento tem decaído.
A meta estabelecida para este indicador não foi atendida. O período da pandemia, a ausência de
atendimento presencial (devido à falta de espaço físico) e a dificuldade para realizar ligações para o
NTI podem ter contribuído com este cenário. O retorno ao atendimento presencial na reitoria ocorreu
em 2024 o que reforça este entendimento.
A análise das observações dos usuários revela fragilidades que afetam a qualidade do
atendimento prestado, sobretudo nos aspectos relacionados à agilidade, comunicação institucional e
usabilidade das plataformas.
Um dos pontos mais recorrentes é a demora nas respostas e na resolução de problemas. Relatos
como “as respostas esperadas às vezes demoram a ser atendidas” e “seria importante agilizar o
atendimento aos processos dos alunos” evidenciam a insatisfação com o tempo de retorno às
demandas. Em momentos importantes, como o período de matrícula, essa lentidão provoca nos
estudantes uma sensação de desamparo. Um exemplo disso aparece no pedido para que o NTI “tenha
mais agilidade nas matrículas e responda com mais rapidez”, reforçando este entendimento.
Além disso, faltam informações claras e disponíveis sobre os serviços prestados pelo setor.
Muitos usuários afirmam desconhecer o que é o NTI ou como acioná-lo, como evidenciam
comentários como: “Seria bom divulgar o que é o NTI para os alunos” e “Não sei nem onde buscar
atendimento quando tenho um problema com o sistema”. Esse desconhecimento pode ser reflexo de
uma falha de comunicação institucional. Vários estudantes sugeriram ações simples, porém eficazes,
como a elaboração de “uma cartilha digital explicando o funcionamento do NTI e os procedimentos
básicos”, ou a utilização de “murais e redes sociais para manter os alunos informados”.
Tabela 4: Análise qualitativa sobre o atendimento
Categorização da Análise Qualitativa sobre o Atendimento
Categoria
Freq.
Descrição
Exemplos de Respostas
120
Demandas apontam demora na
resolução de problemas e necessidade
de maior celeridade, especialmente em
questões prioritárias
1. "Abri um chamado há duas semanas e
ainda não recebi nenhuma atualização."2. "É
frustrante esperar tanto tempo por uma
solução."
88
Falta de clareza sobre o papel do NTI,
canais de contato pouco acessíveis e
ausência de tutoriais ou manuais
explicativos
1. "Não sei a quem recorrer quando há
problemas no SIGAA."2. "Não há guias
explicativos de como acessar certos serviços."
60
Sistema SIGAA descrito como confuso
e ultrapassado, especialmente em
dispositivos móveis. Recomendações
para torná-lo mais intuitivo
1. "É difícil navegar no SIGAA pelo celular,
nada funciona direito."2. "A interface do
sistema parece de 20 anos atrás."
52
Solicitações por maior preparo e
cordialidade da equipe, além de
sensibilidade em tratar demandas
específicas
1. "O técnico foi rude e não parecia saber
como resolver meu problema."2. "Faltam
profissionais mais bem treinados para nos
atender."
Falta de
Recursos e
Estrutura
47
Escassez de pessoal técnico,
dificuldades no atendimento de
unidades do interior, ausência de
equipamentos adequados
1. "Os laboratórios estão sem computadores
funcionando."2. "No campus do interior,
ninguém resolve nossos problemas."
Política e
Priorização de
Demandas
40
Necessidade de priorizar demandas
críticas, como folha de pagamento e
problemas estruturais nos prédios
1. "Resolver a folha de pagamento deveria ser
prioridade máxima."2. "Há problemas graves
que são deixados de lado por meses."
25
Demandas por manutenção de
computadores, impressoras e outros
equipamentos sem recursos para
atendimento eficaz
1. "Os computadores do laboratório de
informática estão sem manutenção há
meses."2. "As impressoras nunca têm toner
disponível."
Agilidade no
Atendimento
Comunicação e
Divulgação
Interface e
Usabilidade
Capacitação e
Atendimento
Humanizado
Suporte Técnico
e Equipamentos
No que diz respeito aos sistemas e interfaces digitais, há percepção de que as ferramentas
estão defasadas ou são pouco amigáveis. Comentários como “o sistema é confuso e difícil de usar”,
“o SIGAA não é intuitivo” e “o site institucional precisa de melhorias no visual e na versão para
celular” apontam para a necessidade de modernização. A ausência de elementos visuais acessíveis
que facilitem a navegação dificulta o uso das plataformas para estudantes com menos familiaridade
com tecnologia: “Para quem acabou de entrar na Universidade, é difícil entender como tudo funciona
sem ajuda”.
Outro ponto relevante é a falta de integração entre os setores de atendimento, o que pode gerar
desinformação e sensação de abandono. Um estudante relatou: “Quando tive um problema com o
SIGAA, fui encaminhado de um setor para outro sem que ninguém resolvesse. Fiquei sem resposta
por semanas.” Esse tipo de experiência demonstra a importância de um atendimento mais coordenado
e com retorno ao usuário, mesmo que a demanda ainda não tenha sido totalmente resolvida.
Apesar das críticas, vale destacar que a equipe do NTI recebe elogios pela postura e
comprometimento. Frases como “o atendimento foi excelente”, “os servidores são sempre educados
e prestativos” e “nunca tive problemas com os funcionários, que sempre me ajudaram” mostram que
as falhas estão mais relacionadas à estrutura e à organização do setor do que à atuação dos
colaboradores.
7.3.2. Sistemas
Gráfico 3 - Grau de satisfação com sistemas
A evolução do nível de satisfação com os sistemas disponíveis à comunidade não tem sofrido
uma variação significativa, com uma leve tendência de queda na percepção de qualidade dos usuários.
No período de transição para o SIGAA Graduação, que ocorreu entre 2023 e 2024, já se esperava
uma queda no indicador em função dos problemas inerentes à transição e mudanças na cultura.
A análise qualitativa revela que a percepção de qualidade dos sistemas apresenta desafios
como lentidão e falhas de desempenho, complexidade da interface e baixa acessibilidade em
dispositivos móveis. A lentidão e as falhas de desempenho são os problemas mais citados pelos
usuários. Comentários como "o sistema é muito lento, especialmente no final do semestre" e "durante
o período de matrícula, é quase impossível usar o SIGAA" indicam que os sistemas frequentemente
operam de forma inadequada, especialmente em períodos de pico de uso. Isso sugere a necessidade
urgente de otimização da infraestrutura e dos processos internos do sistema, para garantir estabilidade
e disponibilidade.
A complexidade da interface é outro aspecto alvo de críticas. Usuários relatam que "a interface
do SIGAA é muito perdida, às vezes fico até perdida" e que a "página inicial do SIGAA tem muitas
opções escondidas em outros menus". Essa dificuldade de navegação impacta na experiência do
usuário.
Tabela 5: Análise qualitativa nos comentários sobre os sistemas
Categorização da Análise Qualitativa sobre os Sistemas
Categoria
Freq.
Descrição
Exemplos de Respostas
Lentidão e
Falhas de
Desempenho
20
Sistema lento, frequentemente
fora do ar, especialmente em
momentos de pico
1."O sistema é muito lento, especialmente no final
do semestre." 2. "Durante o período de matrícula,
é quase impossível usar o SIGAA."
18
Processos como bolsas e
documentos demoram demais
e são difíceis de completar
1."A solicitação de bolsa demora muito para ser
processada, fico esperando dias." 2."O processo de
requerimento de documentos é uma burocracia
sem fim."
Interface
Complexa e
Confusa
15
A interface é difícil de
navegar, opções e menus são
confusos, dificultando o
acesso
1."A interface do SIGAA é muito perdida, às
vezes fico até perdida." 2."A página inicial do
SIGAA tem muitas opções escondidas em outros
menus."
Acessibilidade e
Usabilidade em
Dispositivos
Móveis
15
A versão mobile do sistema é
ruim, dificultando o acesso
em dispositivos móveis
1."Usar o SIGAA no celular é uma experiência
frustrante, é muito difícil de usar." 2. "A interface
no celular não é amigável e não carrega direito."
12
Funcionalidades limitadas
para avaliação de alunos e
gestão de atividades
acadêmicas
1. "O SIGAA não tem uma boa ferramenta para
lançar notas de várias atividades ao mesmo
tempo." 2."Precisamos de mais funcionalidades
para acompanhar o progresso dos alunos."
Excesso de
Burocracia e
Lentidão em
Processos
Administrativos
Funcionalidades
Insuficientes em
Módulos
Acadêmicos
Em suma, os dados revelam que, para melhorar a percepção de qualidade dos sistemas do
NTI, é preciso otimizar o desempenho, a simplificar funcionalidades, melhorar a interface com foco
na usabilidade e melhorar a acessibilidade em dispositivos móveis, além de considerar a expansão e
o aprimoramento das funcionalidades acadêmicas.
7.3.3. Conectividade
Gráfico 4 - Grau de satisfação com conectividade
Desde 2021, com o aumento de equipamentos danificados por problemas na energia elétrica
e a ausência de equipamentos para reposição de ativos de rede danificados, houve queda na percepção
da comunidade acadêmica a respeito da qualidade da conectividade. Adicionalmente, o aumento do
número de obras e acidentes sucessivos no meio físico (postes com as fibras óticas da UFAL) também
influenciaram na disponibilidade da conexão e, consequentemente, aumentou a insatisfação dos
usuários sem acesso à internet a partir da UFAL. A ausência de um contrato que possibilitasse a
realização de reparos e a manutenção da infraestrutura de rede, também colaborou com a baixa
qualidade da conectividade.
Tabela 6: Análise qualitativa sobre conectividade
Categorização da Análise Qualitativa sobre a Conectividade
Categoria
Freq.
Descrição
Exemplos de Respostas
Instabilidade e
quedas de
internet
63
Conexões instáveis e quedas
frequentes de internet,
impossibilitando atividades
1."A internet cai muito no CIC", "Muita das vezes a
Universidade fica sem acesso à internet", 2. "Sempre
dar problemas na internet"
Velocidade da
internet
45
Velocidade lenta e
insatisfatória para atividades
acadêmicas e profissionais
1."A internet é muito lenta", 2. "Melhorar a
velocidade", 3."A internet é péssima, cai toda hora"
Cobertura da
rede de Wi-fi
52
Sinal fraco ou inexistente em
várias áreas do campus, com
pontos cegos
1."Não tem internet em algumas salas", 2."Wi-fi em
todas as áreas da UFAL", "O sinal da internet vive
caindo, principalmente nos blocos mais distantes"
27
Equipamentos antigos, falta
de manutenção e
infraestrutura precária
1."Equipamentos antigos, sinal fraco e cai com muita
frequência", 2."A internet não funciona devido a
equipamentos defeituosos", 3."O cabeamento de fibra
ótica deveria ser feito de forma mais adequada"
18
Falta de informações claras
sobre o funcionamento da
rede e dificuldades para
acesso
1."Necessito de mais informações sobre a
manutenção da internet", 2."Não sabemos o que
acontece quando a rede fica indisponível", 3."A
comunicação sobre problemas de internet é muito
fraca"
Infraestrutura e
equipamento
Apoio e
informações
claras
7.4. Análise SWOT
A Análise SWOT é uma ferramenta estratégica de planejamento que auxilia na identificação
e avaliação de fatores internos e externos que podem influenciar no desempenho e sucesso de uma
organização. Ao categorizar os fatores internos em Forças (Strengths) e Fraquezas (Weaknesses), e
os fatores externos e incontroláveis em Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats), é
possível construir uma visão holística e estruturada da situação atual, auxiliando na formulação de
estratégias e identificação de necessidades, visando reforçar os pontos fortes, mitigar as fraquezas,
explorar as oportunidades e preparar-se para enfrentar as ameaças, de forma a contribuir como insumo
para o planejamento da área de TIC da UFAL.
Os resultados do PDTIC anterior permitiram identificar iniciativas bem-sucedidas que
consolidaram pontos fortes, como a qualificação da equipe e a integração de sistemas. Ao mesmo
tempo, evidenciou desafios persistentes e áreas de deficiência, como o déficit de pessoal e a
insuficiência orçamentária, que se manifestaram como fraquezas. A avaliação da área de TIC,
realizada pela comunidade acadêmica, auxiliou na compreensão das percepções dos usuários e foi
fundamental para assegurar que a análise refletisse as necessidades e expectativas de quem utiliza os
serviços do NTI no dia a dia.
O cenário social, político e econômico atual e as tendências tecnológicas e das políticas
públicas para o setor de TIC permitiram a identificação de cenários que poderiam influenciar as
operações de TI. Por exemplo, a ascensão de novas tecnologias representa oportunidade para inovar,
enquanto as restrições orçamentárias e a crescente demanda por segurança da informação foram
classificadas como ameaças.
Finalmente, a análise considerou elementos inerentes à cultura organizacional do NTI. A
cultura de planejamento contínuo, por exemplo, foi identificada como uma força que permeia as ações
do NTI e contribui para sua resiliência e capacidade de adaptação.
Ao integrar esses múltiplos fatores – resultados históricos, feedback da comunidade, contexto
externo e dinâmica interna – obteve-se como resultado uma ferramenta capaz de subsidiar a
elaboração do próximo PDTIC de forma alinhada às necessidades da instituição. O resultado da
Análise SWOT consta na “Tabela 7”.
Tabela 7: Análise de SWOT para o PDTIC (2026-2029)
Forças (Strengths)
a) Nível de qualificação e conhecimento técnico da
equipe
b) Nível de Comprometimento, colaboração e espírito de
equipe
Fraquezas (Weaknesses)
a) Déficit de pessoal na área de TIC
b) Falta de incentivos para retenção de talentos e
ausência de gratificações
c) Imprevisibilidade e insuficiência Orçamentária
c) Atuação organizada e ambiente físico de trabalho
adequado
d) Aumento da Integração entre sistemas e existência de
planos para renovação contínua da infraestrutura
e) Serviços institucionalizados
f) Planejamento contínuo
d) Existência de sistemas legados e demanda constante
de licenciamento
e) Déficit na infraestrutura computacional
f) Publicização limitada do escopo de atuação do NTI
g) Falta de um regime de trabalho 24x7
h) Baixo nível de governança em TIC
Oportunidades (Opportunities)
Ameaças (Threats)
a) Ampliar a capacitação para o desenvolvimento
contínuo da equipe
b) Estabelecer parcerias institucionais e estratégicas para
o desenvolvimento de inovações
c) Adotar tecnologias emergentes
d) Captação de recursos externos para investimentos
e) Adoção de soluções de código aberto
f) Integrar a equipe de TIC (incluindo os campi fora de
sede) nas ações de alcance institucional
a) Limitações orçamentárias
b) Evasão de profissionais qualificados
c) Crescimento das demandas sem aumento
proporcional da equipe
d) Aumento dos riscos à segurança da informação e
ataques cibernéticos
e) Dependência de uma estrutura física fragilizada
f) Dificuldade para acompanhar a evolução tecnológica
g) Burocracia e entraves administrativos para a
aquisição de tecnologia e a contratação de serviços
h) Novas exigências legais e regulatórias
Como forma de possibilitar a recuperação de todos os aspectos discutidos durante a análise,
subseções a seguir detalham cada um dos elementos que constituem a matriz SWOT resultante.
7.4.1. Forças
a) Nível de qualificação e conhecimento técnico da equipe
Caracterizada por elevado nível de formação e qualificação em diversas áreas de TIC. A busca
contínua pela excelência é intrínseca à cultura da equipe, impulsionada, entre outros, pela
disponibilidade de formação continuada por meio de plataformas de capacitação online, o que
possibilita a atualização constante do conhecimento e a capacidade de propor soluções eficazes,
mesmo com recursos limitados. Esse corpo técnico especializado, composto por servidores públicos
de TIC com expertise relevante e um profundo conhecimento institucional com capacidade de
inovação, assegura um suporte abrangente e o desenvolvimento de soluções internas de alta
qualidade, otimizadas para as necessidades específicas da Universidade.
b) Nível de comprometimento, colaboração e espírito de equipe
A colaboração, o comprometimento e a forte integração entre as equipes impulsionam a
geração de resultados e a entrega de valor à comunidade acadêmica. O ambiente de trabalho é
caracterizado por um sólido espírito de equipe entre servidores e bolsistas, pela colaboração efetiva
entre diferentes áreas e perfis técnicos, e por um consistente alinhamento com a missão institucional
da UFAL. Essa coesão interna favorece a prestação de serviços de alta qualidade e possibilita o
desenvolvimento de soluções internas personalizadas para atender às necessidades específicas da
Universidade.
c) Atuação organizada e ambiente físico de trabalho adequado
A Unidade Central de TIC dispõe de espaço físico adequado e setores bem definidos, o que
promove uma atuação organizada e com clareza das responsabilidades de cada área. Destacam-se a
eficaz gestão de tarefas implementadas, sobretudo na sede, e a aplicação de uma gestão de portfólios
de projetos abrangentes, bem estruturados e com indicadores de controle de qualidade para o
acompanhamento.
d) Aumento da integração entre sistemas e existência de planos para renovação contínua
da infraestrutura
O crescimento e a resiliência de uma instituição como a Universidade dependem criticamente
do aumento da integração entre sistemas, de projetos para renovação contínua da infraestrutura e da
manutenção de contratos essenciais. Em um cenário de infraestrutura em crescimento, onde o uso de
sistemas acadêmicos e administrativos é constante e a integração de sistemas acadêmicos se torna
vital, a robustez tecnológica é imperativa. Para garantir a continuidade das operações, a redundância
na conectividade externa do Campus A. C. Simões tem se mostrado fundamental, assegurando que a
infraestrutura tecnológica de servidores, redes e sistemas esteja sempre apta a suprir as demandas da
Universidade. Além disso, a manutenção de contratos de serviços considerados essenciais ativos
(Rede Lógica, Sala cofre, Suporte aos Sistemas Integrados de Gestão) que, juntamente com a
disponibilidade de pregões de equipamentos e materiais de TIC, asseguram a perenidade e a eficiência
dos serviços de TIC, mitigando riscos e promovendo um ambiente tecnológico confiável, capaz de
evoluir e acompanhar o desenvolvimento institucional.
e) Serviços institucionalizados
A oferta de serviços da área de TIC tem foco nas necessidades institucionais e estão definidos
e publicados em uma Carta de Serviços. Os serviços podem ser solicitados presencialmente, por
telefone e e-mail. O estado da execução dos serviços pode ser acompanhado pelos usuários e contém
informações sobre todo o histórico do atendimento.
f) Planejamento contínuo
O planejamento das ações de TIC é contínuo, diretamente alinhado aos objetivos da instituição
é balizado por pesquisas de satisfação, aumentando as chances que as soluções implementadas
atendam às necessidades e expectativas da comunidade acadêmica. Todas as ações são executadas
por meio de projetos que integram o portfólio das unidades organizacionais da unidade central de
TIC. Os projetos são vinculados a uma ou mais ações estratégicas definidas no PDTIC e contribuem
para o alcance das respectivas metas estabelecidas para a área de TIC.
7.4.2. Fraquezas (Weaknesses)
a) Déficit de pessoal em TIC
O déficit de pessoal na área de TIC representa uma fragilidade interna crítica, comprometendo
a eficiência e a capacidade de resposta. O quantitativo insuficiente de servidores, distribuídos de
forma dispersa entre diversas unidades organizacionais, resulta em equipes reduzidas e dificulta a
coordenação efetiva. Essa escassez de profissionais técnicos, exemplificada pela unidade central de
TIC, com apenas 25 servidores para atender toda a UFAL, sobrecarrega a equipe existente e limita a
execução de projetos, a manutenção de sistemas e, de forma crucial, a adaptação e a evolução do
sistema integrado de gestão às necessidades específicas da Universidade a longo prazo.
Adicionalmente, a concentração do conhecimento técnico em localidades específicas gera gargalos
operacionais e dependência individual, impactando negativamente a qualidade dos serviços prestados
à comunidade acadêmica e a capacidade de inovação da área de TIC.
b) Sobrecarga e concentração de funções
O cenário de sobrecarga e concentração de responsabilidades na equipe é um risco
significativo para a eficiência e segurança operacional. Observa-se o acúmulo de atribuições cruciais,
de alto nível de responsabilidade e sem a devida gratificação. Essa acumulação gera consequências
como: dependência excessiva de poucos profissionais para serviços específicos, concentração de
atividades e sistemas em poucas pessoas, aumento da exposição a falhas e comprometimento de
processos inteiros, além da falta de disponibilidade da equipe para treinamentos aprofundados e
atualização tecnológica, limitando o desenvolvimento de competências essenciais e a capacidade de
inovação.
c) Falta de incentivos para retenção de talentos e ausência de gratificações
A ausência de funções gratificadas e de incentivos para a retenção de profissionais,
especialmente para aqueles que assumem elevados níveis de responsabilidades, contribui
significativamente para a perda de talentos qualificados, motivada, entre outros aspectos, pela
disparidade salarial.
d) Imprevisibilidade e insuficiência orçamentária
A incerteza orçamentária representa um desafio crítico para a modernização e operação da
área de TIC na UFAL. A falta de recursos financeiros impede investimentos necessários em novas
tecnologias e atualização de sistemas, comprometendo a manutenção adequada das operações e
serviços. A ausência de um percentual mínimo do orçamento destinado à TIC agrava essa escassez e
imprevisibilidade, dificultando o planejamento a longo prazo e a resposta a demandas tecnológicas
emergentes.
e) Existência de sistemas legados e demanda constante de licenciamento
A instituição enfrenta a dependência de uma infraestrutura legada (hardware e software). Essa
condição, sem a garantia de um orçamento contínuo para sua manutenção, limita a agilidade na
adoção de novas tecnologias, demanda mais esforço de monitoramento, introduz vulnerabilidades
operacionais que são agravadas pelas demandas constantes por adaptações do sistema integrado de
gestão à realidade da UFAL.
f) Déficit na infraestrutura computacional
A infraestrutura computacional da UFAL apresenta um déficit significativo em diversas áreas.
Em algumas localidades, faltam acesso e qualidade na conexão à internet, comprometendo a
conectividade e o uso de recursos online essenciais para atividades acadêmicas e administrativas. O
parque tecnológico é heterogêneo, com equipamentos antigos e parcialmente funcionais, dificultando
a padronização e a modernização. Fora da Unidade Central de TIC, são comuns improvisações, como
o reaproveitamento inadequado de equipamentos, uso de dispositivos "caseiros", impressoras
ineficientes e desktops utilizados como servidores. Parte da infraestrutura é obsoleta, gerando
gargalos de desempenho e riscos à segurança. Além disso, a falta de redundância do link de internet
torna a Universidade vulnerável a interrupções, impactando negativamente todas as atividades que
dependem de conectividade.
g) Publicização limitada do escopo de atuação do NTI
A publicização limitada do escopo de atuação do NTI representa um obstáculo para a
percepção de valor e o alinhamento de expectativas da comunidade acadêmica. Essa limitação se
manifesta pela falta de divulgação dos serviços oferecidos, bem como pela falta de clareza sobre os
limites de atuação do NTI, impedindo que usuários compreendam plenamente como a área pode
apoiá-los e o que a equipe pode e não pode oferecer. A falta de indicadores públicos de desempenho,
a ausência de transparência sobre SLAs e a incipiente divulgação sobre as métricas de atendimento e
eficiência limitam a percepção de qualidade do serviço prestado e dificultam a avaliação objetiva do
desempenho da área de TI.
h) Regime de trabalho do setor restrito a 12x5 (12 horas, nos 5 dias uteis da semana)
O atual regime de trabalho do setor, limitado a 12 horas por dia, cinco dias por semana (12x5),
representa uma significativa fragilidade para a Universidade. A ausência de previsão legal para a
atuação remunerada nos finais de semana e fora do horário de expediente impede que ações
importantes e urgentes sejam endereçadas prontamente. Consequentemente, o tempo de resposta para
incidentes críticos depende exclusivamente do altruísmo e da boa vontade dos servidores, o que pode
comprometer a continuidade dos serviços. A indisponibilidade de pessoal para a ampliação do regime
de trabalho do setor também é uma restrição e reforça um cenário que precariza a capacidade de
resposta a eventos inesperados e limita a demanda por disponibilidade contínua.
i) Baixo nível de governança
A inexistência de políticas e normativos internos que disciplinam a utilização dos recursos de
TIC, a falta de um arcabouço normativo que facilite a criação e atualização desses documentos e a
ausência de critérios e procedimentos claros para subsidiar a tomada de decisões, torna a instituição
dependente da discricionariedade individual e fragiliza a gestão, a segurança e o desempenho da área
de TIC. Além disso, a carência de processos de trabalho bem definidos diminui a eficiência, afeta a
qualidade da alocação das pessoas e resulta em gargalos, atrasos e uma incapacidade de garantir a
padronização e a repetibilidade das tarefas. A falta de pessoal também impede a execução de ciclos
de melhoria, a implantação de novas práticas de boa governança e até a avaliação da qualidade dos
produtos e serviços conforme normativos estabelecidos.
7.4.3. Oportunidades (Opportunities)
a) Ampliar a capacitação para o desenvolvimento contínuo da equipe
Investir na capacitação contínua dos servidores é uma oportunidade estratégica para fortalecer
a atuação institucional por meio da participação ativa em eventos da área e programas de
desenvolvimento profissional. A ampliação de iniciativas como a plataforma ALURA, bem como o
incentivo a participação em cursos e certificações ofertados por instituições como RNP e ENAP,
promove a atualização técnica e de gestão, potencializando o know-how da equipe. A possibilidade
de afastamento para treinamentos, tanto presenciais quanto online, reforça o compromisso com o
aprendizado constante, permitindo que os servidores acompanhem as inovações tecnológicas e
práticas de excelência no setor público. Dessa forma, a capacitação contínua deixa de ser apenas uma
demanda e se consolida como uma oportunidade concreta de evolução institucional e valorização do
capital humano.
b) Estabelecer parcerias institucionais e estratégicas para o desenvolvimento de
inovações
Oportunidade para impulsionar a inovação por meio da colaboração com outras organizações.
A construção de alianças com outras Universidades, centros de pesquisa e demais instituições
viabiliza o desenvolvimento de projetos conjuntos, fomentando soluções inovadoras com impacto
direto na melhoria dos serviços públicos, fortalece o ecossistema de inovação, favorecendo a troca de
conhecimentos, o uso compartilhado de recursos e o desenvolvimento de tecnologias emergentes. O
desenvolvimento de projetos de inovação também pode contar com a participação de alunos dos
cursos de graduação da UFAL, quer seja em ações extensionistas como também em projetos de
pesquisa, trabalhos de conclusão de curso, dissertações e teses, com foco em soluções criativas e
sustentáveis que beneficiem a Instituição.
c) Adotar tecnologias emergentes
A adoção de tecnologias emergentes representa uma oportunidade estratégica para
transformar processos institucionais e ampliar a eficiência dos serviços prestados. O crescimento do
uso de IA, por exemplo, aliado a outras tendências tecnológicas, pode contribuir com a modernização
de fluxos internos e a digitalização de serviços, reduzindo a burocracia e melhorando o atendimento
à comunidade acadêmica e, na educação, otimizar desde o gerenciamento de dados até a
personalização do aprendizado. A incorporação dessas tecnologias fortalece a capacidade da
instituição de inovar e responder com agilidade às demandas contemporâneas e dar suporte direto
para melhoria do desempenho das áreas finalísticas (ensino, pesquisa e extensão).
d) Captação de recursos externos para investimentos
A captação de recursos externos viabiliza a ampliação dos investimentos na área de TIC para
atender a toda a Universidade. A articulação política, especialmente junto ao Poder Legislativo, pode
facilitar a destinação de verbas parlamentares para a melhoria da infraestrutura institucional. Além
disso, a participação ativa da UFALem editais de fomento oferecidos por órgãos como CNPq, MEC,
RNP, Finep e outras agências de apoio à pesquisa, representa um caminho possível para atrair
financiamentos voltados a projetos inovadores e potencializar a realização de ações estruturantes com
maior autonomia e sustentabilidade.
e) Adoção de soluções de código aberto
A adoção de soluções tecnológicas de código aberto, que sejam eficientes e caracterizadas
pelo baixo custo pode otimizar recursos e ampliar a autonomia institucional. A utilização de softwares
livres permite a redução de gastos com licenciamento e fortalece a cultura de colaboração e o
compartilhamento de conhecimento, aspectos que favorecem o desenvolvimento sustentável e
contínuo de tecnologias alinhadas aos princípios da administração pública.
f) Integrar a equipe de TIC (incluindo os campi fora de sede) nas ações de alcance
institucional
Integrar a equipe de TIC dos campi fora de sede às ações de alcance institucional é uma
oportunidade valiosa para ampliar a força de trabalho e promover uma atuação mais coesa e eficiente
em toda a Universidade. O alinhamento entre as equipes técnicas, independentemente da localização,
permite o compartilhamento de conhecimentos, a padronização de práticas e a execução colaborativa
de projetos estratégicos. Ao envolver servidores de diferentes unidades nos projetos institucionais,
fortalece-se o senso de pertencimento, otimiza-se o uso dos recursos humanos disponíveis e aumentase a capacidade de entrega de soluções tecnológicas inovadoras. Essa integração amplia o impacto
das ações de TIC e reforça o compromisso com uma gestão descentralizada, colaborativa e mais
alinhada às necessidades da comunidade acadêmica como um todo.
7.4.4. Ameaças (Threats)
a) Limitações orçamentárias
As limitações orçamentárias representam um desafio para o fortalecimento da área de TIC,
especialmente diante dos sucessivos cortes financeiros impostos pelo governo federal. A redução da
dotação orçamentária e a instabilidade no financiamento público comprometem a capacidade da
instituição de investir em infraestrutura tecnológica, inovação e qualificação da equipe, impactando
diretamente na manutenção e expansão de serviços essenciais e na implementação de soluções
modernas e eficientes.
b) Evasão de profissionais qualificados
A evasão de profissionais qualificados em TIC é uma ameaça crescente à sustentabilidade e à
eficiência das áreas tecnológicas das instituições públicas. A escassez de profissionais no mercado,
aliada aos altos salários e benefícios oferecidos por empresas privadas, torna a retenção de talentos
um desafio constante. Muitos servidores acabam sendo cooptados por oportunidades mais atrativas,
o que resulta na perda de conhecimento estratégico, descontinuidade de projetos e sobrecarga das
equipes remanescentes. Além disso, a ausência de incentivos competitivos e a falta de
reconhecimento profissional dentro da estrutura pública contribuem para a evasão de servidores
altamente capacitados.
c) Crescimento das demandas sem aumento proporcional da equipe
O crescimento contínuo das demandas por serviços de TIC, sem a devida expansão da equipe,
representa um desafio para a manutenção da qualidade, segurança e agilidade no atendimento
institucional. A crescente quantidade de solicitações, impulsionada pelo aumento do número de
usuários e necessidade de ampliação dos serviços digitais, tem sobrecarregado os profissionais da
área. Essa realidade é agravada pela complexidade crescente do ambiente tecnológico, que exige
constante atualização técnica, integração de sistemas diversos e atenção rigorosa à segurança da
informação. A pressão por transformação digital e melhorias contínuas, necessárias para manter a
qualidade dos serviços e a conformidade com padrões de segurança ocorre em um contexto de
recursos humanos limitados, dificultando uma resposta ágil e segura às demandas.
d) Aumento dos riscos à segurança da informação e ataques cibernéticos
O aumento dos ataques cibernéticos e das ameaças à segurança da informação representa uma
das principais vulnerabilidades enfrentadas pelas instituições públicas. A ausência de uma estrutura
robusta de proteção, aliada à falta de manutenção e atualização contínua dos sistemas, expõe a
Universidade a riscos como vazamentos de dados sensíveis, comprometimento de sistemas
acadêmicos e administrativos, interrupções em serviços essenciais perdas operacionais, danos à
imagem institucional e impactos diretos à comunidade acadêmica.
Ignorar essa ameaça é
comprometer não apenas a integridade dos dados, mas também a continuidade e a confiabilidade dos
serviços digitais que sustentam as atividades da Universidade.
e) Dependência de uma infraestrutura física fragilizada
A Universidade enfrenta desafios recorrentes como quedas no fornecimento de energia e
manutenções na rede elétrica durante o horário de funcionamento, que impactam diretamente na
disponibilidade dos sistemas. Além disso, a presença de equipamentos obsoletos, a ausência de
equipamentos adequados e a falta de manutenção preventiva e corretiva agravam a instabilidade
operacional. A infraestrutura da UFAL, incluindo equipamentos, rede elétrica e até aspectos externos
como a falta de serviços regulares de jardinagem, contribui para um ambiente vulnerável a falhas e
intempéries. Essa realidade compromete a eficiência da área de TIC, aumentando o risco de
interrupções nos serviços essenciais e dificultando a implementação de soluções modernas e
resilientes.
f) Dificuldade para acompanhar a evolução tecnológica
A rápida evolução tecnológica tem imposto um ritmo intenso de transformação digital que
muitas instituições públicas, como a UFAL, enfrentam dificuldades para acompanhar. A incapacidade
de adquirir novas ferramentas, atualizar sistemas e atender às demandas digitais emergentes
compromete a eficiência dos serviços e a capacidade de inovação. Essa defasagem tecnológica resulta
em perda de competitividade frente a outras instituições que conseguem se adaptar mais rapidamente
às mudanças, adotando soluções modernas e eficientes. A ausência de investimentos contínuos em
tecnologia e capacitação torna ainda mais desafiadora a integração de novas tendências, como
inteligência artificial, automação e computação em nuvem, limitando o potencial da instituição em
oferecer serviços de qualidade, seguros e alinhados às expectativas da sociedade.
g) Burocracia e entraves administrativos para a aquisição de tecnologia e a contratação
de serviços
A burocracia administrativa representa um obstáculo à agilidade na área de TIC, dificulta a
aquisição de tecnologias e a contratação de serviços essenciais para atender às demandas crescentes
da Universidade. Embora necessários para garantir a legalidade e a transparência, esses
procedimentos frequentemente retardam a implementação de soluções inovadoras e a capacidade de
resposta da TIC frente aos desafios operacionais imediatos.
h) Novas exigências legais e regulatórias
O estabelecimento de novas exigências regulatórias em TIC no setor público, como a LGPD,
o PPSI, a LAI, as diretrizes de Governança de Dados e de Contratações de TIC (comumente
orientadas por órgãos de controle como o TCU), e a Política de Dados Abertos do Poder Executivo
federal, impõem ao setor uma ameaça de sobrecarga e concentração de responsabilidades. Isso ocorre
porque o cumprimento dessas normativas exige a implementação de novos e complexos controles de
segurança e privacidade, como os do PPSI, que demandam grandes investimentos em infraestrutura,
ferramentas e capacitação, além da conformidade com padrões de transparência, interoperabilidade e
eficiência na gestão e disponibilização de recursos e dados públicos.
Essa demanda acarreta o acúmulo de atribuições sem a devida gratificação e com um time que
não cresce proporcionalmente à demanda de serviços, resultando na dependência excessiva de poucos
profissionais para funções cruciais. Essa centralização aumenta a exposição a falhas pela
superalocação em tarefas diárias, comprometendo a qualidade dos serviços e a resiliência do setor.
8.
CAPACIDADE ESTIMADA DE EXECUÇÃO
A capacidade de execução da área de TIC está baseada na força de trabalho da unidade central,
que atua diretamente nas ações de suporte aos objetivos institucionais e na disponibilidade
orçamentária para viabilizar a execução das ações que demandam de investimentos.
A força de trabalho da unidade central, constituída por 31 servidores (sendo 22 da área de
TIC, 2 administradores e 7 assistentes em administração) e 47 bolsistas, executam, anualmente, uma
média de 5,6 mil solicitações de serviço e entregam uma média de 43 projetos.
O número de serviços executados pelo NTI tem apresentado estabilidade, com suave tendência
de crescimento (Gráfico 5). Contudo, em função da incidência da pandemia e das limitações de espaço
físico de 2021 a 2024, o NTI limitou a gama de serviços ofertado à comunidade. A manutenção de
computadores, por exemplo, foi um dos serviços prejudicado neste período. Por outro lado, também
houve uma atuação intensiva do desenvolvimento de soluções para minimizar o número de
solicitações de serviço. Um dos exemplos foi a execução do projeto UFAL em Números, que
possibilitou a diminuição expressiva de solicitações de informações por meio da disponibilidade dos
dados de forma aberta.
Gráfico 5 - Total de serviços atendidos pelo NTI de 2020 a maio de 2025
Desde 2020, pode-se observar uma tendência de aumento da capacidade de executar projetos
(Gráfico 6). No período que incluiu a pandemia, foram executados projetos importantes para a UFAL,
a exemplo da implantação do processo digital, a solução para viabilizar as aulas remotas durante a
pandemia, a recuperação da Sala cofre, e a possiblidade de prover chips para os alunos em
vulnerabilidade social sem conectividade disponível nas suas casas.
Neste período também foram feitos avanços na reestruturação da rede lógica da UFAL,
aumento da banda de conectividade, desenvolvimento de soluções inovadoras para atender
necessidades institucionais, implantação do módulo graduação do SIGAA, implantação da nova rede
sem fio com suporte a Wi-fi 6, recuperação da infraestrutura computacional, evolução do painel
UFAL em Números, implantação de controles de segurança da informação, etc.
Em 2024 houve um aumento expressivo do número de projetos, influenciado, em parte, pela
sinergia e do sentimento de valorização e pertencimento resultante da percepção de qualidade do novo
ambiente de trabalho do NTI.
Gráfico 6 - Quantitativo de projetos concluídos pelo NTI de 2020 a maio de 2025
No âmbito da execução de serviços, é esperada a manutenção da média de 5,6 mil
atendimentos. Embora o NTI tenha investido esforços para atuar nas causas dos eventos que implicam
em solicitações de usuário, também é esperado um aumento de chamados relativos a novos serviços
ou decorrentes de problemas relacionados às novas soluções ofertadas à comunidade.
Com relação ao número de projetos, a expectativa é que o NTI tenha sua capacidade de
execução de projetos similar a 2024, com 82 projetos concluídos, especialmente como efeito das
ações contínuas de integração da equipe, descontinuidade de sistemas legados e com um possível
incremento de pessoal na equipe.
9.
INVENTÁRIO DE NECESSIDADES
O processo de identificação das necessidades teve como fontes: PDI, PDUs, a avaliação anual
da atuação da área de TIC, a avaliação institucional realizada anualmente pela CPA e a análise
diagnóstica, elaborada por este Grupo de Trabalho, que incluiu a caracterização da área de TIC da
UFAL, a avaliação dos resultados obtidos no PDTIC vigente e uma análise SWOT, contendo os
pontos fracos, pontos fortes, ameaças e oportunidades para a área de TIC, considerando o cenário
atual.
A identificação das necessidades no PDI e nos PDUs foi realizada a partir da análise dos
referidos documentos. Conforme estratégia definida pelo Grupo de Trabalho, as necessidades
identificadas nos PDUs publicados foram remetidas aos respectivos diretores para confirmação do
entendimento. Os diretores de unidade fizeram a devolutiva, fizeram destaques e tiveram
oportunidade de acrescentar novas necessidades. Também foram recebidas contribuições de diretores
de unidades que ainda não possuíam PDU aprovado.
As necessidades identificadas a partir da avaliação anual da atuação da área de TIC foi feita a
partir da análise qualitativa das sugestões e críticas realizadas pelos usuários. As observações foram
agrupadas por tema ou questão chave e a sua relevância foi destacada pela quantidade de observações
associadas à cada questão.
O levantamento culminou com uma lista preliminar de 183 necessidades. Após análise, foi
constatado que parte destas necessidades (48) não pertenciam ao escopo de atuação da área de TIC
da UFAL. O item #110 “Aquisição de novos computadores para o laboratório e sala de professores”,
é um exemplo. Neste caso, a unidade organizacional deve incluir a previsão desta aquisição em seu
plano de aquisições. Indiretamente, a área de TIC, por meio da comissão de TIC, assegura a presença
de critérios técnicos de qualidade nos itens para que a aquisição seja adequada ao uso e que tenha
longevidade, sob a ótica da sustentabilidade. Os itens #21, #46, #57, #58, #61. #65, #114, #115, #139
e #148 são casos similares.
Outro exemplo fora do escopo de atuação da área de TIC é o item, “Desenvolvimento de
trilhas de capacitação online, sistemas de EAD internos ou uso de plataformas como Moodle.”. Neste
caso, entende-se que a desenvolvimento de trilhas de capacitação, para todos os níveis de ensino,
compete à área finalística. Mesmo nos casos em que o propósito seja a qualificação técnica de
servidores em ferramentas de TIC para atuação acadêmica ou administrativa, esta demanda deve ser
conduzida pelo PAC ou pelo Proford da UFAL. Os itens #24, #51 e #132 também se enquadram neste
caso.
Por fim, as necessidades consideradas fora do escopo da atuação da área de TIC foram
excluídas da lista de necessidades identificadas (Apêndice C) e resultou em um conjunto de 134
necessidades.
9.1. Critérios de priorização
Após a identificação de todas as necessidades, foi realizada uma caracterização visando
agrupá-las. Para realizar este agrupamento foram utilizados os objetivos do COBIT 2019 e as práticas
do ITIL 4. O COBIT 2019, oferece um conjunto de objetivos que ajudam a identificar e estruturar as
necessidades de TIC com base em princípios como alinhamento com as metas institucionais, entrega
de valor, otimização de recursos e gerenciamento de riscos. Ao aplicar os objetivos do COBIT 2019,
é possível mapear as áreas críticas que precisam de atenção, como segurança da informação,
continuidade de serviços, conformidade regulatória, inovação e suporte à tomada de decisão. Esses
objetivos funcionam como guias para entender o que a TIC deve entregar para apoiar a missão
institucional e gerar valor público.
Por outro lado, o ITIL 4 complementa essa visão ao oferecer práticas voltadas à gestão de
serviços de TI, com foco na experiência do usuário, na melhoria contínua e na entrega eficiente de
soluções. As práticas do ITIL 4 ajudam a caracterizar necessidades operacionais e táticas, como
gerenciamento de incidentes, requisições, mudanças, ativos e configuração, além de práticas voltadas
à governança e à estratégia. Além de apoio à priorização das necessidades, esta caracterização
também auxiliou na definição dos objetivos estratégicos para área de TIC.
Tendo em vista as possíveis limitações ao atendimento de todas as necessidades, foram
estabelecidos três critérios de priorização: amplitude, viabilidade e exigência legal e importância
operacional.
A amplitude é um critério que trata do alcance da ação proposta, ou seja, quantas pessoas,
setores ou unidades da instituição serão beneficiadas diretamente. Demandas que impactam um
número maior de usuários tendem a gerar maior valor agregado, promovendo ganhos em escala e
contribuindo para a melhoria da experiência institucional como um todo.
O critério viabilidade avalia se a necessidade pode ser efetivamente atendida dentro das
condições reais da instituição e considera aspectos como disponibilidade de recursos financeiros,
técnicos e humanos. Ao analisar a viabilidade, é possível evitar o comprometimento de recursos com
necessidades que, embora desejáveis, não são exequíveis no momento, garantindo que os esforços
sejam direcionados para ações que tenham maior chance de sucesso.
O uso de exigência legal como critério visa manter a Instituição em conformidade com as leis,
normas técnicas de segurança da informação e diretrizes de órgãos reguladores, protegendo a
instituição contra riscos jurídicos, sanções administrativas e danos à reputação.
A importância operacional é um critério que avalia a criticidade da necessidade para o
funcionamento contínuo e seguro da infraestrutura de TIC. Isso inclui ações relacionadas à segurança
da informação, disponibilidade de sistemas, conectividade, suporte técnico e continuidade de serviços
essenciais.
9.2. Necessidades Identificadas
Tabela 8: Identificação das Necessidades de TIC da UFAL
ID
Necessidade
Prior.
Origem
Unidade ou
Área
demandante
Pesquisa e Pósgraduação
1
Integração e customização do SIGAA para gerenciar
bolsas e voluntários PIBIC/PIBITI
Média
PDI
2
Adequação do SIGAA para cadastro e emissão de
certificados de voluntários
Baixa
PDI
3
Suporte para plataformas de ensino remoto, gravação e
disponibilização de conteúdo
Média
PDI
5
Implica em demandas de apoio técnico especializado em
sistemas de inovação e propriedade intelectual
Baixa
PDI
6
Necessidade de sistemas de submissão, edição e
publicação de trabalhos científicos
Baixa
PDI
7
Apoio a ferramentas de análise de produção científica e
visualização de dados bibliométricos
Baixa
PDI
8
Integração sistêmica entre sistemas institucionais e a
Plataforma Carolina Bori (MEC)
Baixa
PDI
Baixa
PDI
Baixa
PDI
9
10
Gerenciamento de acessos, controle de segurança da
informação e suporte técnico para o uso dos sistemas
Clarivate InCites e Sistema Financiar
Desenvolvimento ou adoção de sistema/módulos para
acompanhamento de execução, prestação de contas e
geração de relatórios de projetos de pesquisa
11
Suporte multilíngue em CMS institucional, com sistema
de tradução integrado
Média
PDI
12
Atualização e manutenção da infraestrutura de
servidores e suporte técnico especializado para o
SEER/OJS
Média
PDI
13
Desenvolvimento ou ampliação de portal institucional,
com funcionalidades de navegação estruturada, busca e
integração de dados
Média
PDI
14
Infraestrutura de TIC para coworkings: redes de dados
(cabeamento,Wi-fi), segurança da informação, controle
de acesso e suporte a ambientes de trabalho remoto
Baixa
PDI
Alta
PDI
Baixa
PDI
Média
PDI
15
16
17
Demanda por políticas de controle de acesso, segurança
da informação e gestão de contratos com fornecedores
externos
Regulamentação da Plataforma para desenvolvimento
ou aquisição de sistema para agendamento, controle e
relatórios sobre uso de equipamentos
Sistema de Business Intelligence (BI) integrado ao
SIGAA para dashboards de: Taxas de evasão, retenção e
desempenho por curso. Alertas automáticos para CPA e
coordenações sobre indicadores críticos
Categorias
COBIT 2019
Categorias
ITIL V4.0
BAI03
Gerenciamento
Gerenciar
de Produtos e
soluções
Portfólio
BAI03
Gerenciamento
Pesquisa e PósGerenciar
de Produtos e
graduação
soluções
Portfólio
DSS01
Pesquisa e PósGerenciamento
Gerenciar
graduação
de Serviços
operações
APO03
Gerenciamento
Pesquisa e PósGerenciar
de Riscos e
graduação
arquitetura
Segurança
empresarial
BAI03
Gerenciamento
Pesquisa e PósGerenciar
de Produtos e
graduação
soluções
Portfólio
BAI03
Pesquisa e PósHabilitar Valor
Gerenciar
graduação
para o Cliente
soluções
BAI03
Gerenciamento
Pesquisa e PósGerenciar
de Produtos e
graduação
soluções
Portfólio
APO13
Gerenciamento
Pesquisa e PósGerenciar
de Riscos e
graduação
segurança
Segurança
BAI03
Gerenciamento
Pesquisa e PósGerenciar
de Produtos e
graduação
soluções
Portfólio
BAI03
Pesquisa e PósHabilitar Valor
Gerenciar
graduação
para o Cliente
soluções
BAI04
Gerenciamento
Pesquisa e PósGerenciar
de
graduação
disponibilidade Infraestrutura e
e capacidade
Plataformas
BAI03
Gerenciamento
Pesquisa e PósGerenciar
de Produtos e
graduação
soluções
Portfólio
BAI04
Gerenciamento
Pesquisa e PósGerenciar
de
graduação
disponibilidade Infraestrutura e
e capacidade
Plataformas
APO13
Gerenciamento
Pesquisa e PósGerenciar
de Riscos e
graduação
segurança
Segurança
BAI03
Gerenciamento
Pesquisa e PósGerenciar
de Produtos e
graduação
soluções
Portfólio
Ensino
BAI03
Gerenciar
soluções
Gerenciamento
de Produtos e
Portfólio
BAI03
Gerenciamento
Gerenciar
de Produtos e
soluções
Portfólio
BAI03
Gerenciamento
Gerenciar
de Produtos e
soluções
Portfólio
BAI03
Habilitar Valor
Gerenciar
para o Cliente
soluções
BAI03
Gerenciamento
Gerenciar
de Produtos e
soluções
Portfólio
BAI04
Gerenciamento
Gerenciar
de
disponibilidade Infraestrutura e
e capacidade
Plataformas
18
Ferramenta de análise preditiva (ex.: Python/R + Power
BI) para identificar estudantes em risco
Baixa
PDI
Ensino
19
Módulo de avaliação docente digital (com relatórios
automatizados)
Média
PDI
Ensino
Alta
PDI
Ensino
Alta
PDI
Ensino
Alta
PDI
Ensino
Baixa
PDI
Ensino
BAI03
Gerenciar
soluções
Gerenciamento
de Produtos e
Portfólio
Baixa
PDI
Ensino
BAI03
Gerenciar
soluções
Gerenciamento
de Produtos e
Portfólio
20
22
23
25
26
27
28
29
Plataforma acessível (WCAG 2.1) para: AVA (Moodle
com leitores de tela como NVDA). Sites institucionais
com tradução para Libras (Hand Talk ou VLibras)
Sistema de gestão do Atendimento Educacional
Especializado (NAC) para agendamento de
atendimentos e monitoramento de demandas
Infraestrutura escalável: Servidores de alta
disponibilidade para streaming de aulas. Ferramentas de
proctoring (ProctorU ou Safe Exam Browser)
Plataforma de mobilidade acadêmica: Integração com
sistemas de Universidades parceiras (ex.: Erasmus+).
Módulo no SIGAA para validação automática de
créditos
Sistema de gestão para estudantes estrangeiros: Portal
multilíngue (inglês/espanhol) com informações sobre
vistos, moradia, etc.Chatbot para tirar dúvidas (ex.:
Dialogflow)
Wi-fi 6 em todos os campi (com priorização para
acervos digitais e AVAs)
Sistema de inventário digital: Banco de dados
georreferenciado (QGIS ou ArcGIS) para mapear
salas/laboratórios. Integração com SIPAC para gestão
de manutenções
Salas inteligentes: Projetores interativos (como Smart
Boards). Sistemas de videoconferência para aulas
híbridas
Média
PDI
Ensino
Baixa
PDI
Ensino
Baixa
PDI
Ensino
BAI04
Gerenciamento
Gerenciar
de
disponibilidade Infraestrutura e
e capacidade
Plataformas
BAI03
Gerenciar
soluções
Gerenciamento
de Produtos e
Portfólio
BAI03
Habilitar Valor
Gerenciar
para o Cliente
soluções
APO01
Gerenciar o
Habilitar Valor
framework de
para o Cliente
gerenciamento
de TI
BAI03
Gerenciamento
Gerenciar
de Produtos e
soluções
Portfólio
Gerenciamento
APO12
de Riscos e
Gerenciar risco
Segurança
30
Portal de transparência: Dados abertos em formatos
reutilizáveis (CSV, JSON). Módulo de prestação de
contas do PNAES em tempo real
Alta
PDI
Ensino
31
Integração de sistemas: SIGAA + SIPAC + SID (gestão
de estágios) para evitar retrabalho
Média
PDI
Ensino
32
Ferramenta de gestão de riscos (ex.: GRC da SAP)
Baixa
PDI
Ensino
Baixa
PDI
Extensão
Baixa
PDI
Extensão
Alta
PDI
Extensão
Baixa
PDI
Extensão
BAI03
Gerenciar
soluções
Habilitar Valor
para o Cliente
Baixa
PDI
Extensão
BAI03
Gerenciar
soluções
Habilitar Valor
para o Cliente
Baixa
PDI
Extensão
BAI03
Gerenciar
soluções
Habilitar Valor
para o Cliente
Baixa
PDI
Extensão
Baixa
PDI
Extensão
33
34
35
36
37
39
40
41
Módulo avançado de extensão no SIGAA com:
Cadastro de projetos vinculados a grupos do CNPq,
Relatórios automáticos de impacto social, Integração
com sistemas do CNPq e CAPES
Sistema de digitalização de projetos/relatórios com:
Armazenamento em nuvem (ex: AWS Educate),
Metadados para busca por temática/público-alvo
Soluções de inclusão digital: Plataforma acessível
(WCAG 2.1) com recursos para: Tradução em Libras
(VLibras). Leitores de tela para deficientes visuais
Ferramentas para extensão remota: Kits de conexão
móvel (roteadores 4G) para equipes em campo,
Aplicativo offline para coleta de dados em áreas sem
internet
Portal unificado de extensão com: Banco de dados de
ações searchable, Integração com redes sociais
(postagem automática de resultados)
Painel de BI para extensão com: Mapa interativo de
cobertura municipal, Gráficos de metas vs. realização
(ex: 322 ações vinculadas a grupos CNPq), Exportação
para relatórios do Consuni
Sistema de avaliação de impacto: Formulários
eletrônicos para comunidades atendidas, Análise de
sentimentos em redes sociais (Python + NLTK)
Solução de colaboração: Licenças de Microsoft
Teams/GSuite para: Voluntários externos Parcerias com
escolas públicas
BAI03
Gerenciar
soluções
Gerenciamento
de Produtos e
Portfólio
BAI03
Gerenciar
soluções
BAI03
Gerenciar
soluções
Gerenciamento
de Produtos e
Portfólio
BAI03
Gerenciar
soluções
BAI03
Gerenciar
soluções
Habilitar Valor
para o Cliente
Habilitar Valor
para o Cliente
Habilitar Valor
para o Cliente
42
Infraestrutura para eventos: Plataforma híbrida
(presencial+virtual) com: Inscrições integradas ao
SIGAA, Certificados automáticos
Baixa
PDI
Extensão
43
Readequação da rede de internet no IM/Novo
Média
PDU
IM
44
Instalação de ramais telefônicos nos gabinetes dos
docentes
Baixa
PDU
IM
47
Manutenção e atualização de equipamentos de
informática para docentes, técnicos administrativos e
laboratórios de ensino e pesquisa
Baixa
PDU
IF
48
Suporte para a infraestrutura de rede, incluindo a
expansão e melhoria da conectividade (com e sem fio)
para atender às demandas de ensino, pesquisa e extensão
Média
PDU
IF
Baixa
PDU
IF
Baixa
PDU
IF
Baixa
PDU
IF
Baixa
PDU
IF
Baixa
PDU
IF
Média
PDU
IEFE
49
52
53
54
56
60
Necessidade de softwares especializados para as
atividades de pesquisa, incluindo análise de dados,
simulação e modelagem, e ferramentas de colaboração
Suporte e desenvolvimento de plataformas para a gestão
de dados de pesquisa, incluindo armazenamento,
organização e compartilhamento de dados
Apoio no desenvolvimento e manutenção de
plataformas para eventos de extensão, como o
Expofísica, e para a divulgação de atividades do IF
Suporte para a implementação de ferramentas de ensino
online e híbrido, incluindo plataformas de
videoconferência e ambientes virtuais de aprendizagem
Suporte para a infraestrutura de TI necessária para a
operação de equipamentos de grande porte, como o
Microscópio Eletrônico de Transmissão (MET) e outros
equipamentos do Grupo de Nano-Fotônica e Imagens
Resolver problemas de internet e ar-condicionado nas
salas de aula, laboratórios, sala de informática e sala de
videoconferência
63
Apoio no desenvolvimento e manutenção de
plataformas para eventos e atividades acadêmicas
Baixa
PDU
IEFE
64
Desenvolvimento de um sistema de controle do
patrimônio através de software de gestão de dados
Baixa
PDU
ICF
66
Apoio no desenvolvimento e manutenção de
plataformas para gestão de dados e informações
acadêmicas
Média
PDU
ICF
68
Modernização de salas e ambulatórios com foco em
conectividade
Baixa
PDU
FOUFAL
71
Aprimorar a infraestrutura de TI para atender às
necessidades dos cursos e programas
Média
PDU
FEAC
72
Suporte técnico para a utilização de ferramentas e
plataformas digitais para ensino, pesquisa e extensão
Baixa
PDU
FEAC
73
Desenvolvimento e manutenção de sistemas de
informação para gestão acadêmica e administrativa
Baixa
PDU
FEAC
74
Disponibilizar recursos de TI para inovação pedagógica
e metodologias ativas de aprendizagem
Baixa
PDU
FEAC
75
Reestruturar as salas com conectividade
Média
PDU
FAMED
84
Agilidade no Atendimento: Demandas apontam demora
na resolução de problemas e necessidade de maior
celeridade, especialmente em questões prioritárias
Alta
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
BAI03
Habilitar Valor
Gerenciar
para o Cliente
soluções
BAI04
Gerenciamento
Gerenciar
de
disponibilidade Infraestrutura e
e capacidade
Plataformas
BAI05
Gerenciamento
Gerenciar
de
capacidade e Infraestrutura e
desempenho
Plataformas
Gerenciamento
DSS01
de
Gerenciar
Infraestrutura e
operações
Plataformas
BAI04
Gerenciamento
Gerenciar
de
disponibilidade Infraestrutura e
e capacidade
Plataformas
BAI03
Gerenciamento
Gerenciar
de Produtos e
soluções
Portfólio
BAI03
Gerenciamento
Gerenciar
de Produtos e
soluções
Portfólio
BAI03
Habilitar Valor
Gerenciar
para o Cliente
soluções
DSS01
Gerenciamento
Gerenciar
de Serviços
operações
Gerenciamento
DSS01
de
Gerenciar
Infraestrutura e
operações
Plataformas
DSS01
Gerenciamento
Gerenciar
de Serviços
operações
BAI03
Habilitar Valor
Gerenciar
para o Cliente
soluções
BAI03
Gerenciamento
Gerenciar
de Produtos e
soluções
Portfólio
BAI03
Gerenciamento
Gerenciar
de Produtos e
soluções
Portfólio
Gerenciamento
BAI03
de
Gerenciar
Infraestrutura e
soluções
Plataformas
APO03
Gerenciar
Melhoria
arquitetura
Contínua
empresarial
DSS01
Gerenciamento
Gerenciar
de Serviços
operações
BAI03
Gerenciamento
Gerenciar
de Produtos e
soluções
Portfólio
APO03
Gerenciar
Habilitar Valor
arquitetura
para o Cliente
empresarial
Gerenciamento
BAI03
de
Gerenciar
Infraestrutura e
soluções
Plataformas
DSS02
Gerenciar
Gerenciamento
solicitações de de Serviços
serviço e
85
86
Comunicação e Divulgação: Falta de clareza sobre o
papel do NTI, canais de contato pouco acessíveis e
ausência de tutoriais ou manuais explicativos
Interface e Usabilidade: Sistema SIGAA descrito como
confuso e ultrapassado, especialmente em dispositivos
móveis. Recomendações para torná-lo mais intuitivo
Alta
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Baixa
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
87
Capacitação e Atendimento Humanizado: Solicitações
por maior preparo e cordialidade da equipe, além de
sensibilidade em tratar demandas específicas
Alta
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
88
Falta de Recursos e Estrutura: Escassez de pessoal
técnico, dificuldades no atendimento de unidades do
interior, ausência de equipamentos adequados
Alta
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Alta
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Alta
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Alta
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Baixa
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Baixa
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Média
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Baixa
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Alta
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
89
90
91
92
93
94
95
96
Política e Priorização de Demandas: Necessidade de
priorizar demandas críticas, como folha de pagamento e
problemas estruturais nos prédios
Suporte Técnico e Equipamentos: Demandas por
manutenção de computadores, impressoras e outros
equipamentos sem recursos para atendimento eficaz
Lentidão e Falhas de Desempenho: Sistema lento,
frequentemente fora do ar, especialmente em momentos
de pico
Excesso de Burocracia e Lentidão em Processos
Administrativos: Processos como bolsas e documentos
demoram demais e são difíceis de completar
Interface Complexa e Confusa: A interface é difícil de
navegar, opções e menus são confusos, dificultando o
acesso
Acessibilidade e Usabilidade em Dispositivos Móveis:
A versão mobile do sistema é ruim, dificultando o
acesso em dispositivos móveis
Funcionalidades Insuficientes em Módulos Acadêmicos:
Funcionalidades limitadas para avaliação de alunos e
gestão de atividades acadêmicas
Instabilidade e quedas de internet: Conexões instáveis e
quedas frequentes de internet, impossibilitando
atividades
pequenos
incidentes
APO08
Habilitar Valor
Gerenciar
para o Cliente
relacionamentos
BAI03
Habilitar Valor
Gerenciar
para o Cliente
soluções
APO07
Gerenciar
Gerenciamento
recursos
de Serviços
humanos
APO07
Gerenciar
Gerenciamento
recursos
de Serviços
humanos
APO05
Melhoria
Gerenciar
Contínua
portfólio
DSS01
Gerenciamento
Gerenciar
de Serviços
operações
DSS01
Gerenciamento
Gerenciar
de Serviços
operações
APO05
Melhoria
Gerenciar
Contínua
portfólio
BAI03
Habilitar Valor
Gerenciar
para o Cliente
soluções
BAI03
Habilitar Valor
Gerenciar
para o Cliente
soluções
BAI03
Habilitar Valor
Gerenciar
para o Cliente
soluções
DSS01
Gerenciamento
Gerenciar
de Serviços
operações
DSS01
Gerenciamento
Gerenciar
de Serviços
operações
DSS01
Gerenciamento
Gerenciar
de Serviços
operações
Gerenciamento
DSS01
de
Gerenciar
Infraestrutura e
operações
Plataformas
APO08
Habilitar Valor
Gerenciar
para o Cliente
relacionamentos
APO07
Gerenciar
Gerenciamento
recursos
de Serviços
humanos
97
Velocidade da internet: Velocidade lenta e insatisfatória
para atividades acadêmicas e profissionais
Alta
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
98
Cobertura da rede deWi-fi: Sinal fraco ou inexistente
em várias áreas do campus, com pontos cegos
Alta
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
99
Infraestrutura e equipamentos: Equipamentos antigos,
falta de manutenção e infraestrutura precária
Alta
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Média
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Média
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Alta
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Baixa
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
BAI03
Gerenciar
soluções
Melhoria
Contínua
Alta
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
APO07
Gerenciar
recursos
humanos
Melhoria
Contínua
Alta
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
DSS01
Gerenciar
operações
Gerenciamento
de
Infraestrutura e
Plataformas
Apoio e informações claras: Falta de informações claras
100 sobre o funcionamento da rede e dificuldades para
acesso
Quadro de Profissionais: Refere-se à escassez de
funcionários especializados e técnicos no setor,
101
dificultando o atendimento e a resolução eficiente das
demandas
Comunicação e Relacionamento: Relaciona-se com a
necessidade de melhorar a comunicação entre o NTI e
102
os usuários, garantindo clareza, acessibilidade e
respostas rápidas
Modernização de Sistemas: Envolve a atualização e
modernização dos sistemas utilizados pela
103
Universidade, buscando torná-los mais funcionais,
rápidos e intuitivos
Capacitação e Formação: Refere-se à necessidade de
aprimorar a formação e capacitação dos servidores,
104
bolsistas e técnicos para garantir um atendimento
qualificado
Manutenção e Equipamentos: Refere-se à necessidade
de manutenção e atualização de equipamentos de TI,
105
incluindo hardware e periféricos, para garantir um bom
funcionamento das unidades
APO08
Habilitar Valor
Gerenciar
para o Cliente
relacionamentos
Monitoramento e Transparência: Envolve a criação de
mecanismos para monitorar e informar os usuários
106
sobre o status dos serviços de TI, garantindo
transparência e comunicação ativa
MEA01
Monitorar,
Comunidade
avaliar e
Melhoria
Acadêmica
mensurar o
Contínua
desempenho e a
conformidade
BAI04
Gerenciamento
Campus
Gerenciar
de
Arapiraca
disponibilidade Infraestrutura e
e capacidade
Plataformas
BAI04
Gerenciamento
Gerenciar
de
FDA
disponibilidade Infraestrutura e
e capacidade
Plataformas
BAI03
Gerenciamento
Campus
Gerenciar
de Produtos e
Arapiraca
soluções
Portfólio
BAI03
Campus
Habilitar Valor
Gerenciar
Arapiraca
para o Cliente
soluções
BAI03
Gerenciamento
Campus
Gerenciar
de Produtos e
Arapiraca
soluções
Portfólio
BAI03
Gerenciamento
IC
Gerenciar
de Produtos e
soluções
Portfólio
BAI03
Gerenciamento
IC
Gerenciar
de Produtos e
soluções
Portfólio
BAI03
Gerenciamento
IC
Gerenciar
de Produtos e
soluções
Portfólio
BAI03
Gerenciamento
ICHCA
Gerenciar
de Produtos e
soluções
Portfólio
BAI03
Gerenciamento
FDA
Gerenciar
de Produtos e
soluções
Portfólio
BAI03
Habilitar Valor
FDA
Gerenciar
para o Cliente
soluções
BAI03
Habilitar Valor
IC
Gerenciar
para o Cliente
soluções
APO03
Gerenciar
Melhoria
ICHCA
arquitetura
Contínua
empresarial
Alta
Avaliação da
TI
Média
PDU
Média
PDU
Baixa
PDU
Baixa
PDU
Baixa
PDU
Implementação da política de Relatórios Técnicos online com corpo editorial
Baixa
PDU
121 Ativar um repositório de TCC´S e Dissertações on-line
Média
PDU
Desenvolvimento de um sistema de controle do
122 patrimônio do ICF através de software de gestão de
dados
Baixa
PDU
Média
PDU
Baixa
PDU
Baixa
PDU
Baixa
PDU
Baixa
PDU
Média
PDU
IP
Ampliar o acesso e a qualidade da internet na Unidade
Palmeira dos Índios, incluindo a reativação do
108
laboratório de informática e melhoria da velocidade da
internet nos computadores eWi-fi
Ampliação e melhoria da redeWi-fi nas dependências da
FDA, visando oferecer um acesso à internet de alta
109
velocidade e estável para alunos, professores e
funcionários
117
Desenvolvimento de um sistema de controle do
patrimônio através de software de gestão de dados
Apoio no desenvolvimento e manutenção de
118 plataformas para eventos e atividades acadêmicas e de
extensão
Necessidade de softwares especializados para atividades
119 de pesquisa, análise de dados, simulação, modelagem e
colaboração
120
123
Falta de um sistema informatizado para
acompanhamento de egressos
Desenvolvimento ou aquisição de sistemas de
124 informação para otimizar a gestão acadêmica,
administrativa e financeira da FDA
Disponibilização de recursos de TI para apoiar o ensino
125 remoto, a produção de materiais didáticos digitais e o
desenvolvimento de pesquisas acadêmicas
126
Ambientes Interativos de Aprendizagem baseados na
Web e Educação On-line
Disponibilidade de recursos tecnológicos digitais de
informação e comunicação para melhoria dos processos
de ensino-aprendizagem, de pesquisa, de extensão e de
gestão
Necessidade de manutenção no Sistema Integrado de
Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA) e ao
128
Sistema Integrado de Gestão e Recursos Humanos
(SIGRH), para eles
127
Disponibilizar recursos de TI para inovação pedagógica
129
e metodologias ativas de aprendizagem
Média
PDU
Campus
Arapiraca
Conexão com internet em alguns pontos do prédio da
FOUFAL
Média
Feedback dos
diretores
FOUFAL
Apoio da gestão UFAL, seja por uso da assinatura de
137 algum software ou pelo desenvolvimento de um
software próprio
Média
Feedback dos
diretores
FOUFAL
Estabilização da cobertura de rede sem fio dentro do
laboratório
Média
Feedback dos
diretores
IM
Baixa
Feedback dos
diretores
FAMED
Baixa
Feedback dos
diretores
FAMED
136
144
Instalação de controle informatizado de acesso às salas,
149 via perfil de usuários cadastrados com acesso por cartão
magnético, para docentes, discentes e técnicos
Implantação de sistema de perfil de usuários móveis
150
para os computadores da Famed, permitindo que o
DSS01
Gerenciar
operações
Gerenciamento
de Serviços
APO03
Gerenciar
Habilitar Valor
arquitetura
para o Cliente
empresarial
BAI04
Gerenciamento
Gerenciar
de
disponibilidade Infraestrutura e
e capacidade
Plataformas
APO06
Gerenciamento
Gerenciar
de Produtos e
orçamento e
Portfólio
custos
BAI04
Gerenciamento
Gerenciar
de
disponibilidade Infraestrutura e
e capacidade
Plataformas
APO13
Gerenciamento
Gerenciar
de Riscos e
segurança
Segurança
APO13
Gerenciamento
Gerenciar
de Riscos e
usuário acesse seus arquivos e programas a partir de
qualquer computador da unidade
segurança
Média
Análise
SWOT
GT PDTIC
Alta
Análise
SWOT
GT PDTIC
154 Tornar todos os sistemas integrados
Média
Análise
SWOT
GT PDTIC
Treinamento constante dos usuários internos da
155 comunidade acadêmica para uso dos novos canais,
sistemas e Serviços
Baixa
Análise
SWOT
GT PDTIC
Alta
Análise
SWOT
GT PDTIC
Média
Análise
SWOT
GT PDTIC
Alta
Análise
SWOT
GT PDTIC
159 Falta de pessoal qualificado para atuar nesse escopo
Alta
Análise
SWOT
GT PDTIC
Definir trilhas no aprendizado, estabelecer metas e
cobrar um feedback da equipe
Média
Análise
SWOT
GT PDTIC
Baixa
Análise
SWOT
GT PDTIC
Alta
Análise
SWOT
GT PDTIC
Média
Análise
SWOT
GT PDTIC
Média
Análise
SWOT
GT PDTIC
165 Ver projetos de fomento via MEC/FNDE/RNP
Baixa
Análise
SWOT
GT PDTIC
166 Política de renovação constante do parque tecnológico
Alta
Análise
SWOT
GT PDTIC
167 Gratificações para disponibilidade aos FDS e feriados
Média
Análise
SWOT
GT PDTIC
Firmar parcerias com outros órgãos de TI do governo,
ex, Dataprev, SERPRO, Petrobras, BB
Média
Análise
SWOT
GT PDTIC
Baixa
Análise
SWOT
GT PDTIC
152 Aumentar a equipe de REDES e Suporte
153
156
Diversificar a qualificação dos servidores (servidores
serem qualificados em mais de uma especialidade)
Oferecer treinamentos e capacitações contínuas para os
gestores e equipes de TIC / Aprimorar a Gestão do
Portfólio de Projetos e Estabelecer critérios objetivos de
priorização
157 Gratificações inadequadas para a função exercida
158
160
Migrar e integrar os sistemas legados, mais colaboração
dos gestores diretos desses sistemas
161 Unificar os serviços e soluções
162
Ter uma equipe específica e especializada para atuar
nesse escopo / Estruturar uma Política de Segurança da
Informação / Alinhar-se com Normas e Boas Práticas
vigentes
163 Treinamentos específicos e presenciais
164
168
Definir processos; Reuniões periódicas para reavaliação
dos fluxos e processos
169 Ver projetos de fomento via MEC/FNDE/RNP
APO07
Gerenciar
recursos
humanos
APO07
Gerenciar
recursos
humanos
BAI03
Gerenciar
soluções
APO07
Gerenciar
recursos
humanos
APO05
Gerenciar
portfólio
Segurança
Gerenciamento
de Serviços
Melhoria
Contínua
Gerenciamento
de Produtos e
Portfólio
Melhoria
Contínua
Melhoria
Contínua
APO07
Gerenciar
Gerenciamento
recursos
de Serviços
humanos
BAI03
Gerenciamento
Gerenciar
de Produtos e
soluções
Portfólio
APO07
Gerenciar
Gerenciamento
recursos
de Serviços
humanos
MEA01
Monitorar,
avaliar e
Melhoria
mensurar o
Contínua
desempenho e a
conformidade
APO03
Gerenciar
Melhoria
arquitetura
Contínua
empresarial
APO13
Gerenciar
segurança
Gerenciamento
de Riscos e
Segurança
APO07
Gerenciar
Melhoria
recursos
Contínua
humanos
APO01
Gerenciar o
Melhoria
framework de
Contínua
gerenciamento
de TI
APO06
Gerenciar
Gerenciamento
orçamento e
de Serviços
custos
BAI04
Gerenciamento
Gerenciar
de
disponibilidade Infraestrutura e
e capacidade
Plataformas
APO07
Gerenciar
Gerenciamento
recursos
de Serviços
humanos
APO08
Melhoria
Gerenciar
Contínua
relacionamentos
APO06
Gerenciar
Gerenciamento
orçamento e
de Serviços
custos
170 Melhor priorização e planejamento das demandas
Alta
Análise
SWOT
GT PDTIC
171 Implantação de um SoC
Alta
Análise
SWOT
GT PDTIC
172 Elevar o NTI a nível de superintendência
Baixa
Análise
SWOT
GT PDTIC
173 Desenvolvimento de Soluções Internas Customizadas
Baixa
Análise
SWOT
GT PDTIC
174 Fortalecimento da Infraestrutura de TI
Média
Análise
SWOT
GT PDTIC
Alta
Análise
SWOT
GT PDTIC
176 Expansão e Integração de Sistemas
Média
Análise
SWOT
GT PDTIC
177 Capacitação e Retenção de Talentos em TI
Alta
Análise
SWOT
GT PDTIC
178 Governança e Transparência em TI
Alta
Análise
SWOT
GT PDTIC
179 Inovação e Adoção de Tecnologias Emergentes
Baixa
Análise
SWOT
GT PDTIC
Burocracia administrativa: Processos de compras,
180 contratos e implementação de novas soluções podem ser
lentos devido a exigências legais
Baixa
Análise
SWOT
GT PDTIC
Melhorar a publicidade das ações de TI que são
realizadas no NTI
Média
Análise
SWOT
GT PDTIC
Aumentar parcerias com instituições de fomento.
182 Instituições Públicas (nacionais): FINEP, CNPq,
CAPES, BNDES, Embrapii, FAPs estaduais
Média
Análise
SWOT
GT PDTIC
Alta
Análise
SWOT
GT PDTIC
175
181
183
Gestão de Segurança da Informação e Conformidade
Legal
Apoiar aquisições de TIC: participar das aquisições de
tic como integrante técnico do processo de aquisição
APO05
Melhoria
Gerenciar
Contínua
portfólio
APO13
Gerenciamento
Gerenciar
de Riscos e
segurança
Segurança
APO01
Gerenciar o
Melhoria
framework de
Contínua
gerenciamento
de TI
BAI03
Gerenciamento
Gerenciar
de Produtos e
soluções
Portfólio
BAI04
Gerenciamento
Gerenciar
de
disponibilidade Infraestrutura e
e capacidade
Plataformas
APO13
Gerenciamento
Gerenciar
de Riscos e
segurança
Segurança
BAI03
Gerenciamento
Gerenciar
de Produtos e
soluções
Portfólio
APO07
Gerenciar
Melhoria
recursos
Contínua
humanos
EDM01
Assegurar o
estabelecimento Gerenciamento
e manutenção
de Riscos e
de um
Segurança
framework de
governança
APO04
Habilitar Valor
Gerenciar
para o Cliente
inovação
APO06
Gerenciar
Melhoria
orçamento e
Contínua
custos
APO08
Habilitar Valor
Gerenciar
para o Cliente
relacionamentos
APO06
Gerenciar
Melhoria
orçamento e
Contínua
custos
BAI05
Gerenciamento
Gerenciar
de
capacidade e Infraestrutura e
desempenho
Plataformas
10.
REFERENCIAL ESTRATÉGICO DE TIC
A definição dos objetivos estratégicos foi realizada com base na lista das necessidades
institucionais que foram extraídas do PDI, dos PDUs, dos feedbacks obtidos dos diretores de unidades
acadêmicas quanto às necessidades de suas unidades, das avaliações da comunidade acadêmica com
relação à atuação da área de TIC (de 2020 a 2024) e da análise SWOT com relação à situação da área
de TIC da UFAL.
A análise das necessidades consistiu em um procedimento de caracterização inicial, visando
o agrupá-las em grandes temas da área de TIC. Para realizar este agrupamento, foram utilizados os
objetivos do COBIT 2019 e as práticas do ITIL 4 e COBIT 2019. O COBIT 2019, como framework
de governança e gestão de TI, oferece um conjunto de objetivos que ajudam a identificar e estruturar
as necessidades de TIC com base em princípios como alinhamento com as metas institucionais,
entrega de valor, otimização de recursos e gerenciamento de riscos. Ao aplicar os objetivos do COBIT
2019, é possível mapear as áreas críticas que precisam de atenção, como segurança da informação,
continuidade de serviços, conformidade regulatória, inovação e suporte à tomada de decisão. Esses
objetivos funcionam como guias para entender o que a TIC deve entregar para apoiar a missão
institucional e gerar valor público.
Por outro lado, o ITIL 4 complementa essa visão ao oferecer práticas voltadas à gestão de
serviços de TI, com foco na experiência do usuário, na melhoria contínua e na entrega eficiente de
soluções. As práticas do ITIL 4 ajudam a caracterizar necessidades operacionais e táticas, como
gerenciamento de incidentes, requisições, mudanças, ativos e configuração, além de práticas voltadas
à governança e à estratégia. Além de apoio à definição dos objetivos estratégicos, esta caracterização
também auxiliará na etapa de elaboração do plano de ação que materializa a estratégia, visto que os
objetivos e práticas do COBIT e ITIL apresentam propostas neste sentido.
A partir desta caracterização, foram concebidos objetivos estratégicos capazes de atender as
necessidades identificadas, fortalecer a atuação da área de TIC e manter o alinhamento aos objetivos
institucionais. Para garantir coesão e alinhamento entre os objetivos, foi adotado o modelo BSC como
estrutura complementar. O BSC permitiu organizar os objetivos em perspectivas adaptadas ao
contexto público, com destaque para os resultados institucionais, os processos internos, o aprendizado
e inovação, e, especialmente, a comunidade acadêmica, principal público atendido pela área de TIC.
Essa integração metodológica resultou em um conjunto de objetivos estratégicos articulados,
que refletem tanto as exigências técnicas e operacionais quanto os anseios institucionais para geração
de valor público e suporte às atividades de ensino, pesquisa, extensão e gestão.
A seguir constam os objetivos estratégicos que foram definidos e as necessidades
institucionais cada um está relacionado. Vale destacar que uma necessidade institucional pode estar
relacionada a mais de um objetivo estratégico, isto é, para atender a determinadas necessidades será
necessário atuar em ações relacionadas a mais de um objetivo estratégico.
10.1. Objetivos Estratégicos
OBJ1. Aumentar a eficiência dos processos institucionais
O aumento da eficiência dos processos institucionais está além da informatização. De forma
conjunta com os “donos dos processos de negócio”, a área de TIC deve atuar na identificação de
tarefas de carácter operacional, nas oportunidades de integração entre sistemas, na eliminação de
gargalos e na disseminação e gestão de documentos nato digitais. Deve-se investir na melhoria dos
processos mais onerosos em termos de esforço e volumetria, que resultem em ganhos mais
significativos em termos de agilidade na execução dos processos de maior valor para os usuários,
principalmente na redução do tempo de tramitação dos processos.
No âmbito da transformação digital, o usuário, seja ele aluno, técnico ou docente, é desejável
que ele consiga realizar suas atividades com menos interrupções, mais autonomia e com
descentralização de responsabilidades. Ao prover capacidade para o usuário fazer suas solicitações,
acompanhá-las e receber seus resultados de forma digital e transparente, a percepção de qualidade do
serviço aumenta e o usuário final se sente mais respeitado e incluído. Isso fortalece a confiança na
instituição e contribui para uma cultura digital de inovação e melhoria contínua.
Necessidades identificadas que deram origem a este objetivo estratégico:
Tabela 9: Identificação das necessidades relacionadas ao objetivo 1
ID
6
15
22
26
28
32
64
73
92
95
122
127
137
180
Necessidade
Necessidade de sistemas de submissão, edição e publicação de
trabalhos científicos
Demanda por políticas de controle de acesso, segurança da
informação e gestão de contratos com fornecedores externos
Sistema de gestão do Atendimento Educacional Especializado
(NAC) para agendamento de atendimentos e monitoramento de
demandas
Sistema de gestão para estudantes estrangeiros: Portal multilíngue
(inglês/espanhol) com informações sobre vistos, moradia, etc.
Chatbot para tirar dúvidas (ex.: Dialogflow)
Sistema de inventário digital: Banco de dados georreferenciado
(QGIS ou ArcGIS) para mapear salas/laboratórios. Integração com
SIPAC para gestão de manutenções
Ferramenta de gestão de riscos (ex.: GRC da SAP)
Desenvolvimento de um sistema de controle do patrimônio através
de software de gestão de dados
Desenvolvimento e manutenção de sistemas de informação para
gestão acadêmica e administrativa
Excesso de Burocracia e Lentidão em Processos Administrativos:
Processos como bolsas e documentos demoram demais e são difíceis
de completar
Funcionalidades Insuficientes em Módulos Acadêmicos:
Funcionalidades limitadas para avaliação de alunos e gestão de
atividades acadêmicas
Desenvolvimento de um sistema de controle do patrimônio do ICF
através de software de gestão de dados
Disponibilidade de recursos tecnológicos digitais de informação e
comunicação para melhoria dos processos de ensino-aprendizagem,
de pesquisa, de extensão e de gestão
Apoio da gestão UFAL, seja por uso da assinatura de algum
software ou pelo desenvolvimento de um software próprio
Burocracia administrativa: Processos de compras, contratos e
implementação de novas soluções podem ser lentos devido a
exigências legais
Origem
PDI
PDI
Unidade ou
Área
demandante
Pesquisa e Pósgraduação
Pesquisa e Pósgraduação
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDU
ICF
PDU
FEAC
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
PDU
IC
PDU
ICHCA
Feedback
dos diretores
FOUFAL
Análise
SWOT
GT PDTIC
OBJ2. Ampliar a oferta de dados e indicadores para transparência e tomada de
decisão
Ampliar a oferta de dados e indicadores para transparência e tomada de decisão exige
que a TIC evolua a arquitetura de dados institucional para torná-la mais robusta, capaz de
consolidar informações de diferentes sistemas e áreas. A evolução da infraestrutura de dados,
aliado ao desenvolvimento de novos painéis interativos, permitirá que gestores tenham acesso
a dados confiáveis, atualizados e relevantes para decisões estratégicas. A governança de dados,
que habilitará a ampliação da oferta de dados abertos e indicadores institucionais, deve ser
fortalecida com pessoal, políticas claras de qualidade, segurança e padronização, garantindo
também a conformidade com a LGPD e promovendo a transparência institucional perante a
sociedade.
Tabela 10: Identificação das necessidades relacionadas ao objetivo 2
ID
7
17
18
30
39
52
66
Necessidade
Apoio a ferramentas de análise de produção científica e visualização
de dados bibliométricos
Sistema de Business Intelligence (BI) integrado ao SIGAA para
dashboards de: Taxas de evasão, retenção e desempenho por curso.
Alertas automáticos para CPA e coordenações sobre indicadores
críticos
Ferramenta de análise preditiva (ex.: Python/R + Power BI) para
identificar estudantes em risco
Portal de transparência: Dados abertos em formatos reutilizáveis
(CSV, JSON). Módulo de prestação de contas do PNAES em tempo
real
Painel de BI para extensão com: Mapa interativo de cobertura
municipal, Gráficos de metas vs. realização (ex: 322 ações vinculadas
a grupos CNPq), Exportação para relatórios do Consuni
Suporte e desenvolvimento de plataformas para a gestão de dados de
pesquisa, incluindo armazenamento, organização e compartilhamento
de dados
Apoio no desenvolvimento e manutenção de plataformas para gestão
de dados e informações acadêmicas
Origem
PDI
Unidade ou
Área
demandante
Pesquisa e Pósgraduação
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Extensão
PDU
IF
PDU
ICF
OBJ3. Ampliar a oferta de soluções de TIC para melhoria do ensino, pesquisa,
extensão e gestão institucional
Ampliar a oferta de soluções de TIC para melhoria do ensino, pesquisa, extensão e
gestão institucional implica em desenvolver, adquirir ou adaptar tecnologias que atendam
diretamente às atividades-fim da Universidade. Na área de ensino, o foco é na modernização
dos ambientes virtuais de aprendizagem, e na oferta de soluções que apoiem o processo de
ensino-aprendizagem, que observem os princípios de acessibilidade e favoreçam o uso de
metodologias ativas. Na pesquisa e extensão, a iniciativa prevê disponibilizar soluções capazes
de facilitar e prover mais agilidade às ações, tanto no âmbito administrativo quanto na
finalidade da ação a fim de potencializar seus resultados. No âmbito da gestão, a estratégia
buscará ofertar novas soluções para construir um ambiente digital eficiente em prover
informações precisas e em tempo real e de alto valor.
Necessidades identificadas que deram origem a este objetivo estratégico:
Tabela 11: Identificação das necessidades relacionadas ao objetivo 3
ID
Necessidade
Origem
Unidade ou
Área
demandante
1
2
6
8
10
11
13
16
19
20
22
23
25
26
28
29
31
32
33
34
35
37
40
42
Integração e customização do SIGAA para gerenciar bolsas e
voluntários PIBIC/PIBITI
Adequação do SIGAA para cadastro e emissão de certificados de
voluntários
Necessidade de sistemas de submissão, edição e publicação de
trabalhos científicos
Integração sistêmica entre sistemas institucionais e a Plataforma
Carolina Bori (MEC)
Desenvolvimento ou adoção de sistema/módulos para acompanhamento
de execução, prestação de contas e geração de relatórios de projetos de
pesquisa
Suporte multilíngue em CMS institucional, com sistema de tradução
integrado
Desenvolvimento ou ampliação de portal institucional, com
funcionalidades de navegação estruturada, busca e integração de dados
Regulamentação da Plataforma para desenvolvimento ou aquisição de
sistema para agendamento, controle e relatórios sobre uso de
equipamentos
Módulo de avaliação docente digital (com relatórios automatizados).
Plataforma acessível (WCAG 2.1) para: AVA (Moodle com leitores de
tela como NVDA). Sites institucionais com tradução para Libras (Hand
Talk ou VLibras)
Sistema de gestão do Atendimento Educacional Especializado (NAC)
para agendamento de atendimentos e monitoramento de demandas
Infraestrutura escalável: Servidores de alta disponibilidade para
streaming de aulas. Ferramentas de proctoring (ProctorU ou Safe Exam
Browser)
Plataforma de mobilidade acadêmica: Integração com sistemas de
universidades parceiras (ex.: Erasmus+). Módulo no SIGAA para
validação automática de créditos
Sistema de gestão para estudantes estrangeiros: Portal multilíngue
(inglês/espanhol) com informações sobre vistos, moradia, etc. Chatbot
para tirar dúvidas (ex.: Dialogflow)
Sistema de inventário digital: Banco de dados georreferenciado (QGIS
ou ArcGIS) para mapear salas/laboratórios. Integração com SIPAC
para gestão de manutenções
Salas inteligentes: Projetores interativos (como Smart Boards).
Sistemas de videoconferência para aulas híbridas
Integração de sistemas: SIGAA + SIPAC + SID (gestão de estágios)
para evitar retrabalho
Ferramenta de gestão de riscos (ex.: GRC da SAP)
Módulo avançado de extensão no SIGAA com: Cadastro de projetos
vinculados a grupos do CNPq, Relatórios automáticos de impacto
social, Integração com sistemas do CNPq e CAPES
Sistema de digitalização de projetos/relatórios com: Armazenamento
em nuvem (ex: AWS Educate), Metadados para busca por
temática/público-alvo
Soluções de inclusão digital: Plataforma acessível (WCAG 2.1) com
recursos para: Tradução em Libras (VLibras). Leitores de tela para
deficientes visuais
Portal unificado de extensão com: Banco de dados de ações searchable,
Integração com redes sociais (postagem automática de resultados)
Sistema de avaliação de impacto: Formulários eletrônicos para
comunidades atendidas, Análise de sentimentos em redes sociais
(Python + NLTK)
Infraestrutura para eventos: Plataforma híbrida (presencial+virtual)
PDI
PDI
PDI
PDI
PDI
PDI
PDI
Pesquisa e Pósgraduação
Pesquisa e Pósgraduação
Pesquisa e Pósgraduação
Pesquisa e Pósgraduação
Pesquisa e Pósgraduação
Pesquisa e Pósgraduação
Pesquisa e Pósgraduação
PDI
Pesquisa e Pósgraduação
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Extensão
PDI
Extensão
PDI
Extensão
PDI
Extensão
PDI
Extensão
PDI
Extensão
com: Inscrições integradas ao SIGAA, Certificados automáticos
49
52
53
54
63
64
66
73
74
86
91
92
93
94
95
103
117
118
119
122
123
124
125
126
127
Necessidade de softwares especializados para as atividades de pesquisa,
incluindo análise de dados, simulação e modelagem, e ferramentas de
colaboração
Suporte e desenvolvimento de plataformas para a gestão de dados de
pesquisa, incluindo armazenamento, organização e compartilhamento
de dados
Apoio no desenvolvimento e manutenção de plataformas para eventos
de extensão, como o Expofísica, e para a divulgação de atividades do IF
Suporte para a implementação de ferramentas de ensino online e
híbrido, incluindo plataformas de videoconferência e ambientes virtuais
de aprendizagem
Apoio no desenvolvimento e manutenção de plataformas para eventos e
atividades acadêmicas
Desenvolvimento de um sistema de controle do patrimônio através de
software de gestão de dados
Apoio no desenvolvimento e manutenção de plataformas para gestão de
dados e informações acadêmicas
Desenvolvimento e manutenção de sistemas de informação para gestão
acadêmica e administrativa
Disponibilizar recursos de TI para inovação pedagógica e metodologias
ativas de aprendizagem
Interface e Usabilidade: Sistema SIGAA descrito como confuso e
ultrapassado, especialmente em dispositivos móveis. Recomendações
para torná-lo mais intuitivo
Lentidão e Falhas de Desempenho: Sistema lento, frequentemente fora
do ar, especialmente em momentos de pico
Excesso de Burocracia e Lentidão em Processos Administrativos:
Processos como bolsas e documentos demoram demais e são difíceis de
completar
Interface Complexa e Confusa: A interface é difícil de navegar, opções
e menus são confusos, dificultando o acesso
Acessibilidade e Usabilidade em Dispositivos Móveis: A versão mobile
do sistema é ruim, dificultando o acesso em dispositivos móveis
Funcionalidades Insuficientes em Módulos Acadêmicos:
Funcionalidades limitadas para avaliação de alunos e gestão de
atividades acadêmicas
Modernização de Sistemas: Envolve a atualização e modernização dos
sistemas utilizados pela universidade, buscando torná-los mais
funcionais, rápidos e intuitivos
Desenvolvimento de um sistema de controle do patrimônio através de
software de gestão de dados
Apoio no desenvolvimento e manutenção de plataformas para eventos e
atividades acadêmicas e de extensão
Necessidade de softwares especializados para atividades de pesquisa,
análise de dados, simulação, modelagem e colaboração
Desenvolvimento de um sistema de controle do patrimônio do ICF
através de software de gestão de dados
Falta de um sistema informatizado para acompanhamento de egressos
Desenvolvimento ou aquisição de sistemas de informação para otimizar
a gestão acadêmica, administrativa e financeira da FDA
Disponibilização de recursos de TI para apoiar o ensino remoto, a
produção de materiais didáticos digitais e o desenvolvimento de
pesquisas acadêmicas
Ambientes Interativos de Aprendizagem baseados na Web e Educação
On-line
Disponibilidade de recursos tecnológicos digitais de informação e
comunicação para melhoria dos processos de ensino-aprendizagem, de
PDU
IF
PDU
IF
PDU
IF
PDU
IF
PDU
IEFE
PDU
ICF
PDU
ICF
PDU
FEAC
PDU
FEAC
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Avaliação da
TI
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Comunidade
Acadêmica
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
PDU
PDU
PDU
Campus
Arapiraca
Campus
Arapiraca
Campus
Arapiraca
PDU
IC
PDU
ICHCA
PDU
FDA
PDU
FDA
PDU
IC
PDU
ICHCA
pesquisa, de extensão e de gestão
128
129
137
Necessidade de manutenção no Sistema Integrado de Gestão de
Atividades Acadêmicas (SIGAA) e ao Sistema Integrado de Gestão e
Recursos Humanos (SIGRH), para eles
Disponibilizar recursos de TI para inovação pedagógica e metodologias
ativas de aprendizagem
Apoio da gestão UFAL, seja por uso da assinatura de algum software
ou pelo desenvolvimento de um software próprio
154
Tornar todos os sistemas integrados
158
Migrar e integrar os sistemas legados, mais colaboração dos gestores
diretos desses sistemas
161
Unificar os serviços e soluções
173
Desenvolvimento de Soluções Internas Customizadas
176
Expansão e Integração de Sistemas
183
Apoiar aquisições de TIC: participar das aquisições de tic como
integrante técnico do processo de aquisição.
PDU
IP
PDU
Campus
Arapiraca
Feedback dos
diretores
Análise
SWOT
Análise
SWOT
Análise
SWOT
Análise
SWOT
Análise
SWOT
Análise
SWOT
FOUFAL
GT PDTIC
GT PDTIC
GT PDTIC
GT PDTIC
GT PDTIC
GT PDTIC
OBJ4. Ampliar a conectividade e a qualidade de acesso à internet
A conectividade é uma condição básica para o funcionamento dos serviços digitais e
para a inclusão tecnológica da comunidade acadêmica. A infraestrutura de rede deve ser
ampliada com cabeamento estruturado, pontos de acesso Wi-fi de alta performance e links de
internet com maior capacidade e redundância. A cobertura deve ser estendida a todos os campi
e unidades, com monitoramento contínuo da qualidade da conexão e ações proativas de
manutenção e melhoria. Essa conectividade é essencial para a qualidade das atividades
finalísticas e de todas as ações administrativas, de gestão e suporte.
Tabela 12: Identificação das necessidades relacionadas ao objetivo 4
ID
14
27
36
43
48
60
Necessidade
Infraestrutura de TIC para coworkings: redes de dados (cabeamento, wifi), segurança da informação, controle de acesso e suporte a ambientes de
trabalho remoto
Wi-Fi 6 em todos os campi (com priorização para acervos digitais e
AVAs)
Ferramentas para extensão remota: Kits de conexão móvel (roteadores
4G) para equipes em campo, Aplicativo offline para coleta de dados em
áreas sem internet
Readequação da rede de internet no IM/Novo
Suporte para a infraestrutura de rede, incluindo a expansão e melhoria da
conectividade (com e sem fio) para atender às demandas de ensino,
pesquisa e extensão
Resolver problemas de internet e ar-condicionado nas salas de aula,
laboratórios, sala de informática e sala de videoconferência
Origem
Unidade ou
Área
demandante
PDI
Pesquisa e Pósgraduação
PDI
Ensino
PDI
Extensão
PDU
IM
PDU
IF
PDU
IEFE
68
71
75
96
97
98
108
109
Modernização de salas e ambulatórios com foco em conectividade
Aprimorar a infraestrutura de TI para atender às necessidades dos cursos e
programas
Reestruturar as salas com conectividade
Instabilidade e quedas de internet: Conexões instáveis e quedas frequentes
de internet, impossibilitando atividades
Velocidade da internet: Velocidade lenta e insatisfatória para atividades
acadêmicas e profissionais
Cobertura da rede de Wi-Fi: Sinal fraco ou inexistente em várias áreas do
campus, com pontos cegos
Ampliar o acesso e a qualidade da internet na Unidade Palmeira dos
Índios, incluindo a reativação do laboratório de informática e melhoria da
velocidade da internet nos computadores e Wi-Fi
Ampliação e melhoria da rede Wi-Fi nas dependências da FDA, visando
oferecer um acesso à internet de alta velocidade e estável para alunos,
professores e funcionários
136
Conexão com internet em alguns pontos do prédio da FOUFAL
144
Estabilização da cobertura de rede sem fio dentro do laboratório
PDU
FOUFAL
PDU
FEAC
PDU
Avaliação
da TI
Avaliação
da TI
Avaliação
da TI
FAMED
Comunidade
Acadêmica
Comunidade
Acadêmica
Comunidade
Acadêmica
PDU
Campus
Arapiraca
PDU
FDA
Feedback
dos
diretores
Feedback
dos
diretores
FOUFAL
IM
OBJ5. Melhorar a qualidade dos serviços e das soluções de TIC
A melhoria da qualidade dos serviços e das soluções envolve a adoção de práticas
consolidadas de gestão de serviços, como o uso de abordagens como ITIL, e a implantação de
sistemas de atendimento que permitam o registro, o acompanhamento e a resolução eficiente
de demandas. A escuta ativa dos usuários, por meio de pesquisas de satisfação e canais de
feedback, deve orientar a priorização de melhorias e a evolução das soluções oferecidas. A
definição de indicadores de desempenho e acordos de nível de serviço contribuirá com o
aumento da transparência e maior responsabilização para entrega dos serviços de TIC.
Tabela 13: Identificação das necessidades relacionadas ao objetivo 5
ID
3
9
12
14
23
Necessidade
Suporte para plataformas de ensino remoto, gravação e disponibilização
de conteúdos
Gerenciamento de acessos, controle de segurança da informação e
suporte técnico para o uso dos sistemas Clarivate InCites e Sistema
Financiar
Atualização e manutenção da infraestrutura de servidores e suporte
técnico especializado para o SEER/OJS
Infraestrutura de TIC para coworkings: redes de dados (cabeamento, wifi), segurança da informação, controle de acesso e suporte a ambientes
de trabalho remoto
Infraestrutura escalável: Servidores de alta disponibilidade para
streaming de aulas. Ferramentas de proctoring (ProctorU ou Safe Exam
Origem
PDI
Unidade ou
Área
demandante
Pesquisa e Pósgraduação
PDI
Pesquisa e Pósgraduação
PDI
Pesquisa e Pósgraduação
PDI
Pesquisa e Pósgraduação
PDI
Ensino
Browser)
41
44
47
56
71
72
74
84
85
87
88
90
91
95
100
102
104
105
106
150
155
183
Solução de colaboração: Licenças de Microsoft Teams/GSuite para:
Voluntários externos Parcerias com escolas públicas
Instalação de ramais telefônicos nos gabinetes dos docentes
Manutenção e atualização de equipamentos de informática para
docentes, técnicos administrativos e laboratórios de ensino e pesquisa
Suporte para a infraestrutura de TI necessária para a operação de
equipamentos de grande porte, como o Microscópio Eletrônico de
Transmissão (MET) e outros equipamentos do Grupo de Nano-Fotônica
e Imagens
Aprimorar a infraestrutura de TI para atender às necessidades dos cursos
e programas
Suporte técnico para a utilização de ferramentas e plataformas digitais
para ensino, pesquisa e extensão
Disponibilizar recursos de TI para inovação pedagógica e metodologias
ativas de aprendizagem
Agilidade no Atendimento: Demandas apontam demora na resolução de
problemas e necessidade de maior celeridade, especialmente em
questões prioritárias
Comunicação e Divulgação: Falta de clareza sobre o papel do NTI,
canais de contato pouco acessíveis e ausência de tutoriais ou manuais
explicativos
Capacitação e Atendimento Humanizado: Solicitações por maior preparo
e cordialidade da equipe, além de sensibilidade em tratar demandas
específicas
Falta de Recursos e Estrutura: Escassez de pessoal técnico, dificuldades
no atendimento de unidades do interior, ausência de equipamentos
adequados
Suporte Técnico e Equipamentos: Demandas por manutenção de
computadores, impressoras e outros equipamentos sem recursos para
atendimento eficaz
Lentidão e Falhas de Desempenho: Sistema lento, frequentemente fora
do ar, especialmente em momentos de pico
Funcionalidades Insuficientes em Módulos Acadêmicos:
Funcionalidades limitadas para avaliação de alunos e gestão de
atividades acadêmicas
Apoio e informações claras: Falta de informações claras sobre o
funcionamento da rede e dificuldades para acesso
Comunicação e Relacionamento: Relaciona-se com a necessidade de
melhorar a comunicação entre o NTI e os usuários, garantindo clareza,
acessibilidade e respostas rápidas
Capacitação e Formação: Refere-se à necessidade de aprimorar a
formação e capacitação dos servidores, bolsistas e técnicos para garantir
um atendimento qualificado
Manutenção e Equipamentos: Refere-se à necessidade de manutenção e
atualização de equipamentos de TI, incluindo hardware e periféricos,
para garantir um bom funcionamento das unidades
Monitoramento e Transparência: Envolve a criação de mecanismos para
monitorar e informar os usuários sobre o status dos serviços de TI,
garantindo transparência e comunicação ativa
Implantação de sistema de perfil de usuários móveis para os
computadores da Famed, permitindo que o usuário acesse seus arquivos
e programas a partir de qualquer computador da unidade
Treinamento constante dos usuários internos da comunidade acadêmica
para uso dos novos canais, sistemas e Serviços
Apoiar aquisições de TIC: participar das aquisições de tic como
PDI
Extensão
PDU
IM
PDU
IF
PDU
IF
PDU
FEAC
PDU
FEAC
PDU
FEAC
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Feedback
dos diretores
FAMED
Análise
SWOT
Análise
GT PDTIC
GT PDTIC
integrante técnico do processo de aquisição
SWOT
OBJ6. Melhorar a governança, a gestão e a segurança em TI
Este objetivo estratégico busca aprimorar, de forma contínua e estratégica, a estrutura,
os processos e as políticas do setor de tecnologia da informação. A iniciativa foca em elevar a
eficiência, a transparência e o alinhamento das atividades de TI com os objetivos mais amplos
da instituição, solidificando a segurança da informação como um pilar central da operação.
Para alcançar esse objetivo, a estratégia se concentra em três frentes principais. A
primeira é a evolução da governança e da gestão de TI. Isso envolve o desenvolvimento e a
implementação de políticas claras, a formalização de fluxos e procedimentos de trabalho a
partir de um arcabouço normativo para a área de TIC. Em seguida, a estratégia busca a melhoria
da priorização e do planejamento das demandas por meio do aumento da capacidade de gestão
em gerenciar serviços, processos de aquisição de TIC e riscos.
A melhoria da capacidade em gestão deve ser pautada na modernização da
infraestrutura e na adoção de ferramentas que simplifiquem a operação e melhorem o
aproveitamento da força de trabalho. Por fim, a terceira frente é o fortalecimento da segurança
da informação por meio da estruturação de um SGSI, em conformidade com as melhores
práticas. O SGSI deve contemplar a implantação de um SOC, deve auxiliar no aumento da
capacidade da UFAL a identificar, tratar e responder incidentes cibernéticos, e promover uma
gestão de riscos contínua, com auditorias, testes de vulnerabilidade e ações efetivas de
mitigação. Essas ações, em conjunto, visam aumentar a resiliência, a disponibilidade e a
continuidade dos serviços.
Tabela 14: Identificação das necessidades relacionadas ao objetivo 6
ID
9
14
15
89
102
Necessidade
Gerenciamento de acessos, controle de segurança da informação e
suporte técnico para o uso dos sistemas Clarivate InCites e Sistema
Financiar
Infraestrutura de TIC para coworkings: redes de dados (cabeamento,
wi-fi), segurança da informação, controle de acesso e suporte a
ambientes de trabalho remoto
Demanda por políticas de controle de acesso, segurança da informação
e gestão de contratos com fornecedores externos
Política e Priorização de Demandas: Necessidade de priorizar
demandas críticas, como folha de pagamento e problemas estruturais
nos prédios
Comunicação e Relacionamento: Relaciona-se com a necessidade de
melhorar a comunicação entre o NTI e os usuários, garantindo clareza,
Origem
Unidade ou
Área
demandante
PDI
Pesquisa e
Pós-graduação
PDI
Pesquisa e
Pós-graduação
PDI
Pesquisa e
Pós-graduação
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
acessibilidade e respostas rápidas
150
155
157
162
164
Implantação de sistema de perfil de usuários móveis para os
computadores da Famed, permitindo que o usuário acesse seus arquivos
e programas a partir de qualquer computador da unidade
Treinamento constante dos usuários internos da comunidade acadêmica
para uso dos novos canais, sistemas e Serviços
Gratificações inadequadas para a função exercida
Ter uma equipe específica e especializada para atuar nesse escopo /
Estruturar uma Política de Segurança da Informação / Alinhar-se com
Normas e Boas Práticas vigentes
Definir processos; Reuniões periódicas para reavaliação dos fluxos e
processos
166
Política de renovação constante do parque tecnológico
167
Gratificações para disponibilidade aos FDS e feriados
170
Melhor priorização e planejamento das demandas
171
Implantação de um SoC
175
Gestão de Segurança da Informação e Conformidade Legal
178
Governança e Transparência em TI
180
Burocracia administrativa: Processos de compras, contratos e
implementação de novas soluções podem ser lentos devido a exigências
legais
181
Melhorar a publicidade das ações de TI que são realizadas no NTI
183
Apoiar aquisições de TIC: participar das aquisições de tic como
integrante técnico do processo de aquisição
Feedback dos
diretores
Análise
SWOT
Análise
SWOT
Análise
SWOT
Análise
SWOT
Análise
SWOT
Análise
SWOT
Análise
SWOT
Análise
SWOT
Análise
SWOT
Análise
SWOT
Análise
SWOT
Análise
SWOT
Análise
SWOT
FAMED
GT PDTIC
GT PDTIC
GT PDTIC
GT PDTIC
GT PDTIC
GT PDTIC
GT PDTIC
GT PDTIC
GT PDTIC
GT PDTIC
GT PDTIC
GT PDTIC
GT PDTIC
OBJ7. Evoluir a infraestrutura computacional
Este objetivo visa modernizar os recursos tecnológicos que sustentam os serviços
digitais da UFAL e garantir sua capacidade de atender às demandas atuais e futuras,
assegurando a disponibilidade e a segurança dos recursos tecnológicos essenciais para todas as
atividades da Universidade. Trata-se de um processo contínuo que busca construir um ambiente
mais robusto, seguro, escalável e eficiente.
Atualmente a estrutura física um dos elementos mais importantes da infraestrutura
computacional é a Sala cofre. É necessário mantê-la em pleno funcionamento e com todos os
dispositivos de monitoração, redundância e contingência. Ademais, é importante manter
atenção especial às demandas por espaço físico (para novos equipamentos) e por aumento da
capacidade energética e de refrigeração, dado que este tipo de ampliação não é trivial e requer
investimentos significativos e planejamento prévio.
Outro elemento importante que constitui a infraestrutura são os equipamentos de
computação (servidores, ativos de rede e equipamentos especializados). Estes equipamentos
demandam por atualização e aumento constante de capacidade e por renovação de
licenciamento de suas soluções de software vinculadas.
Uma infraestrutura moderna deve ser resiliente. Para isso, a segurança e o
monitoramento devem ser aprimorados com a adoção de um modelo de confiança zero (Zero
Trust), onde todas as requisições são verificadas, e o uso de ferramentas de monitoramento
centralizado que permitem acompanhar o desempenho do sistema em tempo real e realizar um
planejamento de capacidade proativo. Por fim, a estratégia de evolução da infraestrutura precisa
considerar diversos critérios, tecnologias e estratégias que podem ser combinadas para garantir
a modernização sem a elevação excessiva de custos.
A adoção um modelo baseado em nuvem pública, seja na forma integral ou híbrida,
pode ser uma alternativa a ser explorada sob diversas formas. A evolução da infraestrutura
demandará o envolvimento de todas as áreas de TIC, desde a compatibilização dos sistemas
legados com execução em nuvem e portáveis para qualquer ambiente, à utilização de novas
soluções de segurança, suporte e conectividade que sejam aplicáveis a qualquer tipo de
infraestrutura. Este objetivo se apresenta como grande desafio institucional dado sua
criticidade, complexidade, riscos envolvidos e montante de investimento demandado.
Tabela 15: Identificação das necessidades relacionadas ao objetivo 7
Análise SWOT
Unidade ou
Área
demandante
Comunidade
Acadêmica
GT PDTIC
Política de renovação constante do parque tecnológico
Análise SWOT
GT PDTIC
169
Ver projetos de fomento via MEC/FNDE/RNP
Análise SWOT
GT PDTIC
174
Fortalecimento da Infraestrutura de TI
Análise SWOT
GT PDTIC
ID
Necessidade
165
Infraestrutura e equipamentos: Equipamentos antigos, falta de
manutenção e infraestrutura precária
Ver projetos de fomento via MEC/FNDE/RNP
166
99
Origem
Avaliação da TI
OBJ8. Manter equipe qualificada, apta a atender a demanda e capaz de inovar
Este objetivo pode contribuir com o alcance de todos os demais, mas exige investimento
contínuo em capacitação, valorização e gestão de pessoas. É preciso fortalecer o capital
humano da área de TIC, garantindo que o setor possua os profissionais, as competências e a
cultura necessários para atuar de forma estratégica e eficiente. Para alcançar isso, a iniciativa
se concentra em aumentar a formação e o desenvolvimento contínuo da equipe, encontrar
alternativas para tornar a equipe apta a atender o aumento da demanda por serviços de TIC e
desenvolver um ambiente colaborativo que é capaz de gerar e compartilhar soluções
inovadoras.
Para construir uma equipe bem formada e preparada, a estratégia prevê o investimento
em treinamentos específicos e presenciais, a diversificação da qualificação dos servidores, a
criação de trilhas de conhecimento com base nas necessidades institucionais e na busca por
parcerias com outras instituições congêneres para troca de conhecimento, experiências e
desenvolvimento de soluções compartilhadas. A oferta de treinamentos técnicos, certificações
profissionais e participação em eventos e redes de colaboração fortalece o conhecimento e a
motivação dos servidores da TIC.
A iniciativa também precisa buscar alternativas para a questão do déficit de pessoal, de
forma a mantê-la apta a atender às demandas de forma mais eficiente, haja vista a complexidade
inerente ao aumento do quadro de servidores.
Tabela 16: Identificação das necessidades relacionadas ao objetivo 8
Origem
Unidade ou
Área
demandante
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Avaliação da
TI
Comunidade
Acadêmica
Análise SWOT
GT PDTIC
Análise SWOT
GT PDTIC
Análise SWOT
GT PDTIC
Análise SWOT
GT PDTIC
Análise SWOT
GT PDTIC
Análise SWOT
GT PDTIC
163
Falta de pessoal qualificado para atuar nesse escopo
Definir trilhas no aprendizado, estabelecer metas e cobrar um feedback
da equipe
Treinamentos específicos e presenciais
Análise SWOT
GT PDTIC
165
Ver projetos de fomento via MEC/FNDE/RNP
Análise SWOT
GT PDTIC
167
Análise SWOT
GT PDTIC
Análise SWOT
GT PDTIC
169
Gratificações para disponibilidade aos FDS e feriados
Firmar parcerias com outros órgãos de TI do governo, ex, Dataprev,
SERPRO, Petrobras, BB
Ver projetos de fomento via MEC/FNDE/RNP
Análise SWOT
GT PDTIC
177
Capacitação e Retenção de Talentos em TI
Análise SWOT
GT PDTIC
179
Inovação e Adoção de Tecnologias Emergentes
Aumentar parcerias com instituições de fomento. Instituições Públicas
(nacionais): FINEP, CNPq, CAPES, BNDES, Embrapii, FAPs
estaduais
Análise SWOT
GT PDTIC
Análise SWOT
GT PDTIC
ID
101
104
152
153
156
157
159
160
168
182
Necessidade
Quadro de Profissionais: Refere-se à escassez de funcionários
especializados e técnicos no setor, dificultando o atendimento e a
resolução eficiente das demandas
Capacitação e Formação: Refere-se à necessidade de aprimorar a
formação e capacitação dos servidores, bolsistas e técnicos para
garantir um atendimento qualificado
Aumentar a equipe de REDES e Suporte
Diversificar a qualificação dos servidores (1 servidor ser qualificado
em mais de uma especialidade)
Oferecer treinamentos e capacitações contínuas para os gestores e
equipes de TIC / Aprimorar a Gestão do Portfólio de Projetos e
Estabelecer critérios objetivos de priorização
Gratificações inadequadas para a função exercida
10.2. Relação entre Objetivos Estratégicos
A capacidade de manter equipe qualificada, apta a atender a demanda e capaz de inovar
é o alicerce fundamental que viabiliza o alcance de todos os demais objetivos estratégicos. É a
equipe qualificada que planeja, monitora e opera a infraestrutura computacional, dando
condições que o núcleo computacional da instituição possa evoluir para atender ao aumento
das necessidades institucionais com segurança e eficiência. São esses profissionais que também
garantem que a conectividade seja ampliada e mantida com alta qualidade, e o que podem
implementar práticas de governança, gestão e segurança em TI, criando um ambiente
controlado e seguro para as operações.
A partir dessa base sólida, a equipe se torna a força motriz para a entrega de valor à
instituição. Ela é responsável por idealizar, desenvolver e ampliar a oferta de soluções de TIC
para melhoria do ensino, pesquisa, extensão e gestão institucional, além de garantir que essas
soluções tenham desempenho e a confiabilidade necessária e que os serviços que dependem
destas soluções sejam melhorados continuamente.
Todos esses esforços coordenados pela área de TIC se unem para atingir os resultados
estratégicos mais amplos. A oferta de novas soluções pode resultar no aumento da eficiência
dos processos institucionais, ao mesmo tempo, que as ações de integração em nível de dados e
entre sistemas, podem contribuir significativamente na ampliação da oferta de dados e
indicadores para transparência e tomada de decisão.
Por fim, percebe-se que o aumento da eficiência dos processos institucionais e maior
disponibilidade de dados e indicadores, podem ser revertidos em condições que permitirão
fortalecer a área de TIC. O aumento da eficiência dos processos institucionais pode implicar
em um menor dispêndio de esforço para execução dos processos e, consequentemente,
aumentando a possibilidade de realocação da força de trabalho para outras áreas estratégicas,
inclusive para a área de TIC. A disponibilidade de dados para melhoria da tomada de decisão,
pode tornar a aumentar a eficiência e efetividade da alocação de recursos financeiros,
permitindo o reforço para a área de TIC e outras áreas mais sensíveis. Portanto, a estratégia se
propõe a construir um ciclo virtuoso de melhoria contínua com objetivos que se complementam
e mantém o alinhamento com as estratégias e necessidades institucionais.
10.3. Mapa Estratégico de TIC
O mapa estratégico baseado no BSC é uma representação visual que organiza os
objetivos estratégicos de uma instituição em uma cadeia lógica de causa e efeito. Essa estrutura
facilita a compreensão de como os recursos, capacidades e ações se conectam para gerar os
resultados desejados.
No setor público, o BSC é adaptado para refletir a missão institucional e o foco na
geração de valor público, substituindo a perspectiva financeira tradicional por uma perspectiva
de resultados institucionais. Outra adaptação refere-se a perspectiva de clientes, substituída por
comunidade acadêmica, para que o foco seja mantido em quem realmente se beneficia dos
serviços e soluções oferecidas. Essas substituições são justificadas pela natureza não lucrativa
das organizações públicas, cujo propósito é promover o bem-estar social, atender às demandas
da sociedade, cumprir sua missão institucional com ênfase do valor a ser entregue ao públicochave (estudantes, professores, pesquisadores e gestores) e com ações conectadas diretamente
às necessidades da comunidade e alinhadas à estratégia da instituição.
Figura 2 - Mapa Estratégico
No mapa estratégico adaptado, os objetivos são organizados em quatro perspectivas. A
base é formada pela perspectiva de aprendizado e inovação, que tem como foco a qualificação
e a capacidade da equipe para atender a demanda e inovar. Acima dela está a perspectiva de
processos internos, que contempla a melhoria da governança, da gestão e da segurança em TI,
bem como a evolução da infraestrutura computacional. Na sequência, a perspectiva
comunidade acadêmica reúne os objetivos voltados à ampliação da oferta e melhoria da
qualidade das soluções, dos serviços de TIC e da conectividade. No topo, a perspectiva de
resultados institucionais representa os impactos estratégicos, como o aumento da eficiência dos
processos institucionais e a ampliação da oferta de dados e indicadores para a tomada de
decisão.
Esse encadeamento mostra como os investimentos nas pessoas e na infraestrutura
sustentam os processos internos, que por sua vez viabilizam a entrega de valor à Universidade,
culminando nos resultados institucionais.
11.
ALINHAMENTO
ORGANIZAÇÃO
COM
A
ESTRATÉGIA
DA
A conformidade legal da gestão de TIC é assegurada por meio da observância e
aplicação de um conjunto de normas, diretrizes e boas práticas estabelecidas pelo Governo
Federal e órgãos de controle. Entre essas diretrizes, destacam-se as recomendações do SISP,
vinculado ao MGI e as orientações da SEFTI do TCU.
O Modelo de Governança em TIC da UFAL está pautado na principal instância
responsável pela governança digital, o CGDSI, instituído pela Portaria nº 735 do Gabinete
Reitoral, de 17 de outubro de 2023.
O CGDSI atua como colegiado estratégico, permanente e de natureza deliberativa, com
o objetivo de desenvolver e monitorar políticas e diretrizes estratégicas relativas à governança
de TIC, o qual compete:
▪
Aprovar e monitorar a execução do PDA no âmbito da UFAL;
▪
Aprovar e monitorar a execução do PTD no âmbito da UFAL;
▪
Aprovar e monitorar a execução do PDTIC da UFAL;
▪
Aprovar e monitorar a execução da PPPDP da UFAL;
▪
Aprovar e monitorar a aplicação da Política de Segurança da Informação no âmbito da
UFAL, que inclui: assessoramento na implementação das ações de segurança da
informação; constituição de grupos de trabalho para tratar de temas e propor soluções
específicas sobre segurança da informação; proposição de alterações na política de
segurança da informação e nas normas internas relativas à segurança da informação;
▪
Constituir Grupos Técnicos sempre que assuntos de natureza específica submetidos ao
CGDSI se revestirem de interesse, importância ou de grande complexidade técnica e
exigirem pesquisas, análises e detalhamentos necessários para subsidiar decisão e/ou
encaminhamento;
▪
Deliberar sobre os assuntos relativos à implementação das ações de governo digital;
▪
Definir as prioridades na formulação e execução de planos e projetos relacionados à
Tecnologia da Informação no âmbito da UFAL;
▪
Desenvolver e monitorar políticas e normas que assegurem a adoção de boas práticas
de governança de TIC.
Para garantir o alinhamento com as estratégias da organização, o Grupo de Trabalho
instituído pelo CDGSI para elaboração do PDTIC conta com representação da área de TIC o
das áreas de negócio, inclusive das áreas finalísticas.
A metodologia de elaboração do PDTIC, inclui um processo que também favorece o
alinhamento às estratégias da organização, e que orienta a construção de um inventário de
necessidades a partir de análise de instrumentos de planejamento e avaliação institucional. O
inventário de necessidades, por sua vez, serve de base para a definição dos objetivos
estratégicos para a área de TIC que apoia diretamente a execução da estratégia organizacional
para o alcance das metas institucionais.
O PDTIC também está pautado em políticas e planos institucionais, a exemplo da
Política e do Plano de Gestão de Riscos (Resolução nº 1/2021 - CGGRCI, de 15 de março de
2021), do Programa de Avaliação de Desempenho (Resolução nº 60/2022 - CONSUNI/UFAL,
de 02 de agosto de 2022) e do Programa de Transformação Digital da UFAL (Resolução nº
20/2021 - CONSUNI/UFAL, de 09 de março de 2021), também, leva em consideração todo o
arcabouço normativo da instituição que está ancorado em instruções normativas internas e
resoluções do CONSUNI.
12.
PLANO DE METAS E AÇÕES
As metas correspondem aos marcos anuais, mensuráveis, controláveis e quantificáveis
que serão utilizados para aferir o alcance dos objetivos estratégicos até 2029. Já as ações
direcionam o esforço a ser investido para que as metas sejam alcançadas e que as necessidades
inventariadas sejam satisfeitas.
12.1. Plano de Metas
A definição de metas com base em indicadores quantitativos utilizou uma abordagem
integrada que combinou análise estatística, projeção de tendências, avaliação situacional e
aplicação do método SMART1. O objetivo era estabelecer metas claras, mensuráveis, viáveis
e alinhadas ao contexto institucional.
A formulação das metas teve início com a identificação dos objetivos estratégicos e dos
indicadores relevantes. Para assegurar que cada meta fosse bem estruturada, aplicou-se o
método SMART, que orienta a definição de metas segundo cinco critérios fundamentais: (i)
específicas, ou seja, claramente definidas e sem ambiguidades; (ii) mensuráveis, com
indicadores que permitam acompanhar o progresso e verificar o alcance; (iii) alcançáveis,
considerando os recursos e capacidades disponíveis; (iv) relevantes, alinhadas aos objetivos
institucionais e às prioridades estratégicas; e (v) temporais, com prazos definidos para sua
realização.
Em complemento à estrutura SMART, foi realizada uma análise da variabilidade dos
indicadores, fornecendo subsídios para compreender a consistência dos dados. Para cada caso,
foi calculado o erro padrão da média, para tentar quantificar o grau de incerteza associado à
estimativa e estabelecer uma margem de erro para cada meta. A margem de erro serviu para
indicar intervalos de faixas de desempenho aceitáveis, reconhecendo a natural flutuação dos
dados e evitando interpretações excessivamente rígidas. Neste ponto há de se fazer uma
ressalva relacionada ao tamanho da amostra dos dados históricos. Dada a limitação de casos
(observações), que fragiliza a estatística dessas estimativas, foi dada ênfase à análise de
tendência e situacional para definição das metas.
A análise situacional contemplou tanto os fatores de sucesso, como comprometimento
da gestão, disponibilidade de recursos, a existência de competências técnicas, o apoio
1 DORAN, George T. There's a S.M.A.R.T. way to write management's goals and objectives.
Management Review, v. 70, n. 11, p. 35–36, 1981
institucional e a articulação entre setores, quanto os riscos que poderiam comprometer o
alcance das metas, tais como dificuldades e limitações técnicas, limitação dos recursos,
indisponibilidade de equipamentos e serviços e o esforço técnico excessivo. Essa avaliação foi
essencial para garantir que as metas fossem viáveis e compatíveis com a realidade da UFAL.
Também foram considerados os limites naturais dos indicadores, reconhecendo que
alguns possuem tetos técnicos ou comportamentais que não devem ser ultrapassados. Essa
consideração evitou a definição de metas inatingíveis para preservar a motivação das equipes
e a credibilidade do planejamento.
Tabela 17: Metas para cada objetivo estratégico
Objetivos Estratégicos
Metas
OBJ1. Aumentar a eficiência dos
processos institucionais
M1. Reduzir o tempo médio de tramitação dos processos para 30 dias
até 2029.
M2. Totalizar 75 indicadores institucionais no portal Ufal em Números
OBJ2. Ampliar a oferta de dados e
até 2029
indicadores para transparência e tomada
M3. Totalizar 43 conjuntos de dados abertos no portal dados.gov.br até
de decisão
2029.
OBJ3. Ampliar a oferta de soluções de
M4. Ofertar 52 novas soluções aplicadas ao ensino, pesquisa, extensão
TIC para melhoria do ensino, pesquisa,
e/ou gestão até 2029.
extensão e gestão institucional
OBJ4. Ampliar a conectividade e a
qualidade de acesso à internet
M5. Atingir 8500 dispositivos conectados simultaneamente à rede
UFAL até 2029
M6. Alcançar uma taxa de disponibilidade da conexão com a internet
de 99,95% até 2029
OBJ5. Melhorar a qualidade dos serviços M7. Atingir nota 7,5 com relação ao nível de satisfação da comunidade
e das soluções de TIC
acadêmica com a área de TIC até 2029
M8. Alcançar o nível aprimorado (70%) no índice de governança em
OBJ6. Melhorar a governança, a gestão e tecnologia da informação (iGovTI) até 2029.
a segurança em TI
M9. Restrição de acesso acerca do indicador de maturidade iSeg, nos
termos do art. 15 do Decreto no 10.748, de 16 de julho de 2021.
OBJ7. Evoluir a infraestrutura
computacional
M10. Manter a taxa de disponibilidade da infraestrutura computacional
acima de 99,6 até 2029.
M11. Alcançar 94,59% de aderência da infraestrutura computacional às
necessidades institucionais até 2029.
M12. Elevar o nível médio de formação dos servidores de tecnologia
da informação para 6,53 até 2029.
OBJ8. Manter equipe qualificada, apta a
M13. Atingir 93,1% no índice de cobertura de competências até 2029.
atender a demanda e capaz de inovar
M14. Totalizar 20 novos registros de inovação no INPI até 2029.
A partir da declaração de metas para cada objetivo, considerando a vigência do PDTIC,
faz-se necessário realizar um detalhamento anual para facilitar o acompanhamento do ritmo de
implementação, avaliar o cumprimento das etapas previstas e ajustar o plano conforme
mudanças no contexto institucional ou tecnológico. Essa abordagem facilita a gestão por
resultados, pois transforma metas plurianuais em entregas concretas e mensuráveis a cada ciclo
anual, promovendo maior controle e previsibilidade sobre o progresso das ações.
A definição anual de metas também favorece a integração com o planejamento
orçamentário e com os ciclos de avaliação institucional, garantindo que os recursos sejam
alocados de forma estratégica e que os avanços sejam devidamente registrados e analisados.
Tabela 18: Indicadores planejados para as metas do PDTIC 2026 a 2029
Indicadores de TIC
2026
2027
2028
2029
Tempo médio da tramitação de processos (em dias)
73
50
40
30
Total de indicadores institucionais interativos
65
70
73
75
Total de conjuntos de dados abertos
19
27
35
43
Número de novas soluções implantadas
10
12
14
16
Número de dispositivos na rede UFAL
7000
7850
8150
8500
Taxa de disponibilidade da conexão internet
99,87%
99,90%
99,92%
99,95%
Nível de satisfação com a área de TIC
7,20
7,30
7,40
7,50
Índice de governança e gestão de TI (iGovTI)
38,50
50%
60%
70%
Índice de segurança da informação (iSegTI)
44%
48%
57%
60%
Taxa de disponibilidade da infraestrutura computacional
99,6 %
99,6 %
99,6 %
99,6 %
75,68%
81,08%
86,49%
94,59%
6,33
6,45
6,49
6,53
87,93%
89,66%
91,38%
93,10%
3
7
13
20
Grau de aderência da infraestrutura computacional às
necessidades institucionais
Nível médio de formação da equipe
Índice de cobertura de competências
Registros de inovação no INPI
Os indicadores que compõe cada meta, incluindo o referencial histórico para definição
da meta, unidade de medida, fonte de dados, margem de erro, procedimento de coleta e unidade
organizacional responsável constam descritos no “Apêndice D”.
12.2. Plano de Ação
A definição das ações permite que todos os envolvidos compreendam e direcionem os
esforços para a consecução das metas. As ações indicadas neste plano estão em nível tático,
isto é, deverão ser desdobradas em nível operacional e serão executadas a partir dos projetos,
dentro do contexto do portfólio anual de projetos.
Tabela 19: Ações a serem realizadas para o alcance das metas.
Ação
Responsável
Meta a ser alcançadas
M1. Reduzir o tempo médio de
A1. Diminuir o prazo de
tramitação dos processos para 30 dias
Coordenadoria de Sistemas
execução dos processos
até 2029
M2. Totalizar 75 indicadores
institucionais no portal UFAL em
A2. Evoluir conjunto de
Coordenadoria de
Números até 2029
indicadores institucionais.
Sistemas/Gerência de Dados
M3. Totalizar 43 conjuntos de dados
abertos no portal dados.gov.br até 2029
M4. Ofertar 52 novas soluções aplicadas
A3. Implantar novas
ao ensino, pesquisa, extensão e/ou
Coordenadoria de Sistemas
soluções de TIC
gestão até 2029
M5. Atingir 8500 dispositivos
conectados simultaneamente à rede
UFAL até 2029
A4. Manter a capacidade
Coordenadoria Geral de Redes
da rede UFAL
M6. Alcançar uma taxa de
disponibilidade da conexão com a
internet de 99,95% até 2029
M7. Atingir nota 7,5 com relação ao
A5. Assegurar a continuidade e
Coordenadoria de Suporte e
nível de satisfação da comunidade
qualidade das operações de TIC
Atendimento ao Usuário
acadêmica com a área de TIC até 2029
A6. Aumentar maturidade
Coordenadoria de Relacionamento
M8. Alcançar o nível aprimorado (70%)
em governança.
Institucional
no índice de governança em tecnologia
A7.
Aperfeiçoar
sistema
Coordenadoria
de Sistemas/
da informação (iGovTI) até 2029
de gestão e análise de dados.
Gerência de Dados
M9. Restrição de acesso acerca do
indicador de maturidade iSegTI, nos
A8. Estabelecer sistema de gestão Coordenadoria de Qualidade e
termos do art. 15 do Decreto no 10.748,
de segurança da informação.
Segurança da Informação
de 16 de julho de 2021.
M10. Manter a taxa de disponibilidade
da infraestrutura computacional acima
A9. Aumentar a resiliência e
de 99,6 até 2029
Coordenadoria de Redes e
adequação da infraestrutura
Infraestrutura
M11. Alcançar 94,59% de aderência da
computacional.
infraestrutura computacional às
necessidades institucionais até 2029.
M12. Elevar o nível médio de formação
dos servidores de tecnologia da
A10. Desenvolver competências Coordenadoria de Relacionamento
informação para 6,53 até 2029.
estratégicas em TIC
Institucional
M13. Atingir 93,1% no índice de
cobertura de competências até 2029.
M14. Totalizar 20 novos registros de
A11. Registrar soluções
Coordenadoria de Relacionamento
inovação no INPI até 2029
desenvolvidas no INPI
Institucional
A1. Diminuir o prazo de execução dos processos
Identificar processos de trabalho que podem ser alvos de transformação digital e realizar
a mobilização necessária para diminuir o tempo médio desde a abertura do processo até seu
arquivamento. Deve-se priorizar os processos demandados pelo usuário final, que tenham valor
para o solicitante, que possuam alta volumetria e que tenham capacidade de impactar o maior
número de usuários. A integração entre sistemas também pode auxiliar na diminuição do
retrabalho, melhorar a eficiência da execução dos processos de trabalho e até eliminar a
necessidade de instrução de novos processos. Esta integração pode requerer a implementação
de novas funcionalidades, a implementação de APIs, solicitação de acesso a sistemas
estruturantes do governo, dentre outras que demandarão a execução de projetos específicos de
desenvolvimento.
Responsabilidade: Coordenadoria de Sistemas.
A2. Evoluir conjunto de indicadores institucionais
Para evoluir o conjunto de indicadores institucionais, é necessário aprofundar a coleta,
a análise, e a visualização de dados acadêmicos e administrativos. O aperfeiçoamento da
infraestrutura de análise e visualização de dados para contemplar dados bibliométricos pode
ampliar o entendimento sobre o impacto da pesquisa desenvolvida na instituição. O aumento
da integração do sistema de BI da UFAL ao SIGAA permitirá a criação de novos painéis
interativos com indicadores relevantes, além da possibilidade de envio de alertas automáticos
para atores apropriados (gerentes de unidade, coordenações de curso, diretores de unidade,
professores, etc.), promovendo uma gestão proativa e baseada em evidências. A incorporação
de novas ferramentas para análise preditiva pode viabilizar a identificação de estudantes em
risco acadêmico e outras situações que demandem atenção, contribuindo para ações de
mitigação e apoio mais eficazes.
A transparência institucional também será fortalecida com ampliação do conjunto de
dados abertos, incluindo dados relativos à prestação de contas, como dados do PNAES e outros
programas de assistência ofertados pela UFAL.
Para a área de extensão, há necessidade de construir novos painéis que permitam um
melhor acompanhamento das ações vinculadas a grupos de pesquisa e que possibilitem melhor
controle social sobre os potenciais impactos. Além disso, ampliar o suporte à gestão de dados
de pesquisa, bem como para dados e informações acadêmicas, garantindo que os dados estejam
organizados, acessíveis e protegidos, de forma a ampliar a capacidade de tomada de decisão
estratégica.
A3. Implantar novas soluções de TIC
A ampliação das soluções de TIC disponíveis requer priorização das demandas visando
maior impacto nas dimensões acadêmica e administrativa e alcance da comunidade acadêmica.
A modernização do SIGAA, por exemplo, pode fomentar projetos que figurem entre as
prioridades e auxiliem a reduzir a burocracia excessiva e agilizar a execução de processos. A
integração sistêmica entre plataformas institucionais, sistema de gestão e sistemas estruturantes
do governo, podem contribuir com a redução de retrabalho e aumentar a qualidade da
informação disponível. Soluções para facilitar o acompanhamento de projetos de pesquisa, com
funcionalidades de prestação de contas e geração de relatórios, poderão contribuir com o
aumento da transparência e da eficiência na execução e gestão dos recursos.
A ampliação das soluções também deve ser pensada de forma a atender requisitos de
acessibilidade e inclusão, princípios a serem observados em todas as ações institucionais. Este
é um aspecto amplo, que inclui navegação estruturada, atendimento às diretrizes WCAG 2.1,
tradução para Libras, leitores de tela, suporte multilíngue, dentre outras características.
Ações institucionais relacionadas a internacionalização, mobilidade acadêmica, ensino
com metodologias ativas e ferramentas que promovam a inovação pedagógica também devem
ser contempladas com o suporte de novas soluções de TIC, quer seja com o desenvolvimento
de soluções próprias, com a aquisição de novas soluções ou com a implantação de soluções de
código aberto. Será necessário envolver toda a comunidade, como principal demandante, para
que as soluções estejam alinhadas às reais necessidades da Universidade e promovam uma
contínua transformação digital, efetiva e sustentável.
A4. Manter a capacidade da rede UFAL
Esta ação implica investimentos na manutenção e expansão da rede de dados (cabeada
e sem fio), na segurança da informação e no suporte a ambientes de trabalho remoto e
colaborativo. A implementação da tecnologia Wi-fi 6 em todos os campi é medida que visa
garantir velocidade, estabilidade e cobertura adequada, especialmente em áreas críticas como
salas de aula, laboratórios, ambulatórios e espaços de videoconferência.
Também será necessário executar projetos específicos para atender demandas das
unidades acadêmicas e administrativas, especialmente onde há relatos de instabilidade, lentidão
e pontos cegos de sinal. A ação deve incluir a reestruturação das salas com foco em
conectividade e melhoria da velocidade da internet nos computadores e redesWi-fi. A
qualidade da conectividade também deve ser garantida de forma a aumentar a percepção de
qualidade para acesso aos serviços que exigem alta disponibilidade, como o ambiente virtual
de aprendizagem da UFAL.
A manutenção e ampliação da capacidade da rede exige diagnóstico técnico preciso,
planejamento integrado com as áreas de ensino, pesquisa e extensão, e apoio da gestão
institucional para garantir recursos e priorização.
A5. Assegurar a continuidade e qualidade das operações de TIC
A continuidade e qualidade das operações de TIC deve prover estabilidade, eficiência
e suporte técnico qualificado para todas as áreas que dependem da tecnologia da informação
na UFAL. Isso envolve prezar pelo funcionamento pleno das plataformas de comunicação
institucionais utilizadas, bem como prover infraestrutura adequada para gravação,
disponibilização de conteúdos e streaming de aulas. O suporte técnico também deve viabilizar
o uso de sistemas especializados para o ensino, a pesquisa, as atividades de extensão e
atividades de apoio à gestão.
A operação de TIC também deve atender às necessidades de manutenção e atualização
de equipamentos de informática para docentes, técnicos e laboratórios. Esta atuação demanda
de investimentos em peças de reposição, serviços de reparo de equipamentos e investimentos
para renovação do parque computacional. A manutenção e a execução das demais operações
de TIC também demandam investimentos em materiais de consumo, cuja ausência pode causar
perda na qualidade em um ou mais serviços ofertados pela área de TIC.
Além disso, é necessário aprimorar a comunicação entre a área central de TIC e os
usuários, com canais acessíveis, informações claras, tutoriais e atendimento humanizado. A
capacitação contínua dos servidores e bolsistas, o monitoramento transparente dos serviços de
TIC e a participação técnica nas aquisições de TIC são medidas que fortalecem a governança
e asseguram que as operações de tecnologia da informação sejam sustentáveis, responsivas e
alinhadas às demandas institucionais.
A6. Aumentar maturidade em governança
Para atingir maturidade em governança é preciso executar projetos que promovam a
melhoria contínua do atendimento, como a capacitação da equipe técnica, a criação de canais
de comunicação acessíveis e a produção de materiais explicativos para os usuários. Também é
necessário estabelecer rotinas de monitoramento dos serviços, com indicadores de desempenho
e mecanismos de prestação de contas que permitam à comunidade acompanhar o
funcionamento da TIC de forma clara e participativa.
Além disso, a governança deve assegurar os investimentos necessários em materiais de
consumo e infraestrutura, como peças de reposição, periféricos, suprimentos para manutenção
de equipamentos, e recursos para atualização tecnológica. Esses insumos são fundamentais
para garantir a continuidade das operações, especialmente em áreas críticas como ensino
remoto, pesquisa científica e suporte a equipamentos de grande porte. A ausência de recursos
básicos compromete a capacidade de resposta do setor de TIC, gera insatisfação dos usuários
e prejudica a imagem institucional. Portanto, a melhoria da governança passa pela articulação
entre planejamento, execução e avaliação, com apoio da gestão superior, participação técnica
nas aquisições de TIC e compromisso com a qualidade, a inovação e a inclusão digital.
A7. Aperfeiçoar sistema de gestão e análise de dados
A gestão de dados deve contemplar o uso sistemático de plataformas especializadas
para armazenamento, organização, análise e compartilhamento de dados e informações.
Para que essas soluções sejam sustentáveis e operacionais, é fundamental garantir
investimentos em infraestrutura, capacitação e materiais de consumo, como soluções de alta
disponibilidade, licenças de software, periféricos, equipamentos de rede e suprimentos para
manutenção. A escassez desses recursos compromete diretamente a qualidade dos serviços e a
continuidade das operações. Além disso, é necessário executar projetos voltados à melhoria do
atendimento, com foco na capacitação da equipe técnica, na produção de tutoriais e na criação
de canais de comunicação acessíveis e humanizados.
A governança dos dados deve ser fortalecida com políticas claras de segurança da
informação, controle de acesso e monitoramento dos sistemas, garantindo confiabilidade e
integridade das informações. Ao integrar essas ações, a UFAL poderá consolidar uma cultura
institucional orientada por dados, promovendo eficiência, inovação e transparência em todos
os níveis da gestão.
A8. Estabelecer sistema de gestão de segurança da informação
A proteção dos dados institucionais e a confiança da comunidade acadêmica na
infraestrutura tecnológica da UFAL são aspectos sensíveis e suscetíveis a diversas fontes de
risco. Diante do crescimento das ameaças cibernéticas e da crescente dependência de sistemas
digitais para ensino, pesquisa, extensão e gestão administrativa, torna-se urgente a
implementação de políticas, processos e tecnologias para estabelecer e manter um sistema de
segurança da informação. Isso inclui o gerenciamento de acessos, o controle de
vulnerabilidades, a proteção contra-ataques cibernéticos e o suporte técnico especializado para
plataformas críticas.
Para que essa ação seja efetiva, é necessário investir na aquisição de soluções de
segurança, como antivírus, anti-malware, firewalls e ferramentas de monitoramento de rede,
além da manutenção de uma equipe de resposta a incidentes capacitada e disponível para atuar
de forma ágil em situações de risco. A infraestrutura de TIC deve ser atualizada com servidores
de alta disponibilidade, redes seguras e ambientes remotos, e mecanismos de controle de acesso
físico e lógico. Também é fundamental garantir recursos para materiais de consumo e
manutenção de equipamentos, que são indispensáveis para a operação segura e eficiente dos
sistemas. A criação de projetos voltados à capacitação dos usuários, à comunicação clara sobre
boas práticas de segurança e à transparência na gestão dos riscos tecnológicos complementa
essa ação, promovendo uma cultura institucional de proteção, responsabilidade e resiliência
digital.
Além de recursos para aquisição de materiais e equipamentos, a área de TIC precisa
contar com maior força de trabalho para viabilizar a construção e o funcionamento pleno de
um sistema de gestão de segurança da informação, que seja capaz de mitigar e responder
incidentes de forma adequada.
A9. Aumentar a resiliência e adequação da infraestrutura computacional
O aumento da resiliência e adequação da infraestrutura computacional visa prover
estabilidade, disponibilidade, segurança e plena capacidade de operar aos serviços e soluções
de TIC conforme as necessidades institucionais e a crescente demanda da comunidade
acadêmica.
Essa ação contempla a atualização e manutenção da infraestrutura de servidores, com
foco em alta disponibilidade, escalabilidade e redundância para viabilizar a plena operação da
TI na Universidade, que inclui soluções de apoio ao ensino, ambientes virtuais de
aprendizagem, streaming de aulas, recursos avançados que utilizem inteligência artificial,
sistemas de gestão, portais e mais de duas centenas de servidores virtuais que operam com
finalidade acadêmica ou administrativa.
A resiliência requer investimentos em proteção contra-ataques cibernéticos, que inclui
a aquisição de soluções de segurança como antivírus, anti-malware, firewalls, licenciamento
das soluções de virtualização, sistemas avançados de monitoramento e de apoio à resposta e
recuperação de incidentes. A disponibilidade do licenciamento e dos serviços que garantam a
manutenção contínua da sala cofre e à aquisição de materiais de consumo também é
indispensável para manter o ambiente resiliente.
A manutenção de uma equipe apta a tratar e responder a incidentes é igualmente
essencial para agir com agilidade em situações críticas e preservar a integridade dos dados
institucionais. Neste ponto, contar com serviços de equipes especializadas em tratamento de
incidentes, pode auxiliar a diminuir os riscos operacionais.
Também deve-se incluir nesta ação a execução de projetos voltados à modernização
tecnológica, como a possibilidade de operação em nuvem e o uso intensivo de inteligência
artificial, bem como a preparação para cenários adversos que podem degradar a infraestrutura
central, principalmente por falta de investimentos. A adequação da infraestrutura inclui a
contínua observância às necessidades institucionais em termos de capacidade de
processamento (inclusive em GPUs), de armazenamento, de backup e de gerenciamento
integrado das soluções que compõe a estrutura central de computação da UFAL.
A10. Desenvolver competências estratégicas em TIC
A ação visa fortalecer as capacidades técnicas, gerenciais e estratégicas dos
profissionais da área de TIC, alinhando-os aos objetivos institucionais e às exigências da
transformação digital no setor público.
O diagnóstico institucional revelou que o conhecimento estratégico em TIC está
concentrado em um número restrito de servidores, o que representa um risco significativo à
continuidade e à qualidade dos serviços prestados. Para mitigar esse risco, é essencial
implementar ações de capacitação continuada, certificações profissionais e participação em
eventos técnicos, como forma de valorizar os servidores e ampliar suas perspectivas de
crescimento dentro da instituição. Essa estratégia é fundamental para reduzir os riscos de
evasão de pessoal, especialmente em um cenário de alta competitividade por profissionais
qualificados em TIC.
Espera-se realizar ações complementares, como a realização de visitas técnicas em
instituições pares, com o objetivo de observar realizar cooperações técnicas, absorver boas
práticas e conhecer soluções que possam ser adaptadas à realidade local.
Vale ressaltar que os recursos alocados para essa ação devem ser vistos como um
investimento estratégico, capaz de gerar retornos em forma de maior eficiência operacional,
inovação nos serviços públicos e resiliência institucional.
A11. Registrar soluções desenvolvidas no INPI
O propósito da ação é estimular a capacidade de inovação dos servidores de TIC da
UFAL, reconhecendo e protegendo juridicamente as soluções tecnológicas criadas
internamente pela instituição. Ao formalizar o registro de sistemas, algoritmos, metodologias
e outras criações técnicas junto ao INPI, a instituição fortalece sua cultura de inovação, valoriza
o conhecimento produzido com recursos públicos e assegura a propriedade intelectual sobre
ativos estratégicos.
O registro das criações representa um mecanismo de valorização profissional, ao
reconhecer formalmente as contribuições técnicas dos servidores, promovendo maior
engajamento e sentimento de pertencimento. Além disso, o registro reforça a imagem da
instituição como produtora de conhecimento e tecnologia.
13.
PLANO DE GESTÃO DE PESSOAS
Este plano tem como objetivo as ações de pessoal, em termos de qualificação e da força
de trabalho, a fim de viabilizar o alcance dos objetivos estratégicos de TIC e,
consequentemente, prover apoio ao desenvolvimento e alcance das metas institucionais.
A qualificação técnica pode auxiliar a manter os profissionais motivados e capacitados
para lidar com os constantes avanços tecnológicos. Dada a complexidade e o volume crescente
de serviços prestados é essencial que a equipe de TIC seja bem estruturada, com capacidade e
força de trabalho bem dimensionada, que conte com recursos adequados, tenha oportunidades
para o desenvolvimento profissional e possa contar com meios para se manter motivado e que
incentivem sua permanência na instituição. Este plano se propõe a tratar estas questões.
Durante o diagnóstico que serviu de insumo para elaboração deste plano, foi realizada
uma caracterização do nível de formação, o mapeamento das competências técnicas atuais e
uma avaliação acerca das necessidades de conhecimento para garantir o alcance dos objetivos
estratégicos delineados no PDTIC e promover avanços na área de TIC.
No nível de formação dos 48 servidores(as) com cargo na área de TIC (analistas,
técnicos e assistentes em tecnologia da informação), observa-se uma força de trabalho
qualificada: 23 possuem mestrado (47,9%) e 2 possuem doutorado (4,2%), o que representa
mais da metade com formação stricto sensu (Gráfico 7). Além disso, 13 servidores têm
especialização (27,1%), 5 possuem ensino superior (10,4%), enquanto os demais apresentam
formação técnica ou de nível médio (6 servidores, ou 12,5%). Essa distribuição revela um perfil
técnico-científico capacitado para atuar em projetos complexos.
Gráfico 7 - Distribuição do nível de formação dos servidores com cargo de TIC
Esse perfil de formação também explica, em grande parte, o aumento da capacidade da
área de TIC em entregar soluções, de impacto para a comunidade acadêmica e o aumento de
solicitações de outras Universidades pelo compartilhamento das soluções desenvolvidas pela
UFAL. O nível de formação potencializa a capacidade analítica da equipe, provê o domínio de
metodologias avançadas e aumenta o potencial das pessoas para liderar projetos inovadores,
especialmente aqueles que exigem soluções não triviais e estratégicas.
A partir da análise do mapa de competência da área de TIC da UFAL observa-se que
há uma forte presença de competências relacionadas à governança de dados, como ciência de
dados e práticas de governança, o que demonstra uma preocupação crescente com a gestão
eficiente e estratégica da informação. Esse é um ponto positivo, pois a qualidade dos dados é
essencial para decisões mais precisas e para o desenvolvimento de sistemas mais “inteligentes”.
A inteligência artificial também mostra sinais promissores, com menções a IA generativa,
aprendizagem de máquina e modelos de linguagem. Isso caracteriza o início de uma construção
de uma base técnica, que é fundamental para a inovação e automação de processos.
Por outro lado, percebe-se a necessidade de ampliar as competências relacionadas à
segurança da informação, integração de sistemas, desenvolvimento full-stack, arquitetura de
software, otimização de processos, que podem comprometer a eficiência operacional e a
capacidade de escalar soluções tecnológicas de forma segura e sustentável. A computação em
nuvem, por exemplo, aparece timidamente por meio de competências como infraestrutura em
nuvem e uso de ferramentas como Docker, indicando que este conhecimento ainda precisa ser
ampliado e disseminado na equipe.
Figura 3 - Nuvem de palavras a partir do mapa de competências da área de TIC
Para que a área de TIC possa avançar de maneira robusta e estratégica, é necessário
investir no aprimoramento de competências ligadas à segurança da informação, como
criptografia, gestão de vulnerabilidades e resposta a incidentes. Também é fundamental
fortalecer conhecimentos em governança de dados, arquitetura de nuvem, engenharia de dados
e integração de sistemas. A capacitação contínua nessas áreas permitirá que os profissionais
estejam preparados para lidar com os desafios atuais e futuros da transformação digital.
13.1. Programa de qualificação continuada
O programa foi estabelecido a partir de 2022 e é baseado na utilização de uma
plataforma de qualificação online, especializada em Tecnologia da Informação que atende a
todos os servidores que atuam em Tecnologia da Informação.
Os profissionais da área de TIC vêm aperfeiçoando suas competências e habilidades a
partir deste programa, cuja oferta dos cursos tem sido realizada pela plataforma digital Alura.
Atualmente a qualificação da equipe tem sido complementada pelas oportunidades de
realização de outros cursos online pelas plataformas da ENAP e pela ESR da RNP.
O programa estabelece trilhas de capacitação baseadas na formação de perfis
desejáveis, isto é, que são importantes para que a operação de TIC tenha capacidade de atender
a demanda e alcançar os objetivos estratégicos definidos para a área de TIC. Os perfis
desejáveis estão associados às responsabilidades, atribuições e projetos desenvolvidos pela área
de TIC.
As trilhas servem de norte para o aprendizado contínuo e estão agrupadas com os
seguintes temas: administração de infraestrutura, administração de sistemas, liderança de
projetos, desenvolvimento e manutenção front-end, desenvolvimento e manutenção back-end,
arquitetura de soluções, governança em TIC, gestão em TIC, gerenciamento de serviços,
gerenciamento de redes, gerenciamento de conteúdo e comunicação, governança de dados,
segurança da informação e privacidade, desenvolvimento pessoal e profissional. O
mapeamento dos perfis desejáveis e respectivas atribuições constam listados na tabela seguinte.
Tabela 20: Mapeamento de perfis desejáveis
Trilha por Perfil Desejável
Atribuições
Administração de infraestrutura
Monitora e atua na manutenção, atualização e expansão da
infraestrutura do data center e seus componentes
Gerencia o inventário de todos os sistemas, atua para que os sistemas
Administração de Sistemas
tenham os recursos necessários para o bom desempenho, alta
disponibilidade e baixa exposição a riscos de segurança da
informação
Responsável pela execução de um ou mais projetos no NTI em
Liderança de Projetos
qualquer das áreas (sistemas, redes, governança, gestão, suporte e
atendimento)
Desenvolvimento e manutenção front-end
Desenvolvimento e manutenção back-end
Arquitetura de soluções
Governança em TIC
Gestão em TIC
Gerenciamento de serviços
Atua no projeto e desenvolvimento de soluções com foco na camada
de apresentação e na experiência do usuário
Atua no desenvolvimento da solução para incorporar regras de
negócio e prover serviços para a camada de apresentação
Atua na seleção, integração e desenvolvimento de componentes para
compor estruturas de soluções para evoluir ou desenvolver sistemas
Apoia a institucionalização de práticas para aumento do nível de
governança em Tecnologia da Informação na UFAL
Atua na aquisição, no apoio à gestão dos recursos e das atividades
administrativas
Atua no gerenciamento e acompanhamento das solicitações de
serviço dos usuários
Gerenciamento de redes
Atua na expansão, na manutenção e na gestão dos ativos e serviços
da rede Ufal
Apoia a comunicação da UFAL com a comunidade interna e externa
Gerenciamento de conteúdo e comunicação provendo e mantendo ferramentas de gerenciamento de conteúdo e
comunicação institucionais
Governança de dados
Atua na gestão do inventário de dados, no processamento da
informação e na publicação de indicadores institucionais
Avalia e identifica necessidades da adoção de procedimentos,
políticas e ferramentas que possam diminuir a exposição à riscos de
Segurança da informação e privacidade
segurança da informação e apoia a institucionalização destes
instrumentos, contribui e/ou atua na resposta à incidentes de
segurança
da
informação,
previne
incidentes
e/ou
trata
vulnerabilidades na rede e nos sistemas
É importante destacar que os perfis desejáveis não estão diretamente associados a
existência de cargos específicos ou funções gratificadas para serem exercidas. Estes perfis são
norteadores para formação profissional para fomentar o desenvolvimento de competências
importantes para a atuação da TIC da UFAL e preencher as lacunas de conhecimento.
Cada trilha deve ser avaliada e atualizada periodicamente, conforme a identificação de
novas necessidades de conhecimento que precisam ser incorporadas na lista de competências
da equipe. A tabela a seguir apresenta a lista de cursos que compõem as trilhas de aprendizagem
disponíveis a todos os profissionais da área de TIC e que foram viabilizadas por meio de um
contrato específico de acessos à Plataforma Alura.
Tabela 21: Cursos que compõem as trilhas de aprendizagens de TI
Administração de infraestrutura
Amazon S3: Manipule e armazene objetos na nuvem
Amazon e Spring: Deploy de uma aplicação Spring MVC na AWS
Amazon Cloud Front e Route53: Distribua os seus arquivos e crie seu próprio domínio
Amazon ECS: Gerencie Docker na nuvem da AWS
Amazon Elastic Beanstalk Parte 1: Container Docker
Amazon Elastic Beanstalk Parte 2: Múltiplos containers e NGINX
Amazon Lambda: Primeiros passos à execução de código sem servidor
Amazon Code Deploy: Deploy Continuo com AWS
Amazon Lightsail: Descomplicando a nuvem
Amazon VPC: Provisione uma nuvem privada
Amazon CloudWatch: Visibilidade completa das aplicações e serviços na nuvem
Amazon EKS: Gerenciando aplicações conteinerizadas com Kubernetes
Amazon API Gateway: Integrando e protegendo serviços
Deploy no Amazon EC2: Alta disponibilidade e escalabilidade de uma aplicação
Amazon Cognito: autenticação como serviço
Kubernetes na Digital Ocean: Gerenciando aplicações conteinerizadas
Docker: Criando containers sem dor de cabeça
Docker Swarm: Orquestrador de containers
Vagrant e Puppet: Criação e provisionamento de máquinas virtuais
Ansible: Sua infraestrutura como código
Vagrant: Gerenciando máquinas virtuais
Terraform: Automatize a infraestrutura na nuvem
Administração de sistemas
Segurança Web: Vulnerabilidades do seu sistema e OWASP
OWASP Top 10: de Injections a Broken Access Control
Consultas SQL: Avançando no SQL com MySQL
Comandos DML: Manipulação de dados com MySQL
Procedures SQL: Executando código no MySQL
Administração do MySQL: Segurança e otimização do banco
Git e Github: Controle e compartilhe seu código
Git e Github: Estratégias de ramificação, Conflitos e Pull Requests
Jenkins e Docker: Pipeline de entrega continua
Grafana e Telegraf: Monitoramento em tempo real
Gitlab CI e Docker: Pipeline de entrega contínua
Integração Contínua: Mais qualidade e menos risco no desenvolvimento
Entrega Contínua: Confiabilidade e qualidade na implantação de software
Segurança web em Java: Evitando SQL Injection, força bruta e outros ataques
Segurança web em Java parte 2: XSS, Mass Assignment e Uploads de arquivos!
Shell Scripting parte 1: Começando seus scripts de automação de tarefas
Shell Scripting parte 2: Fazendo monitoramento, agendando tarefas e backup
Amazon e Spring: Deploy de uma aplicação Spring MVC na AWS
Amazon Cloud Front e Route53: Distribua os seus arquivos e crie seu próprio domínio
Amazon ECS: Gerencie Docker na nuvem da AWS
Amazon Elastic Beanstalk Parte 1: Container Docker
Amazon Elastic Beanstalk Parte 2: Múltiplos containers e NGINX
Arquiteto de soluções
Blockchain: Aumente a confiança da sua aplicação
Vue.js parte 1: construindo Single Page Applications
Vue.js parte 2: construindo Single Page Applications
Refatoração em Java: Boas práticas no seu código
Java e MongoDB: Integre uma webapp Java com um banco NoSQL
jQuery: Domine a biblioteca mais popular do mercado parte 1
jQuery: Avance na biblioteca mais popular do mercado parte 2
Kafka: Produtores, Consumidores e streams
Kafka: Fast delegate, evolução e cluster de brokers
Kafka: Batches, correlation ids e dead letters
Kafka: Idempotência e garantias
GraphQL parte 3: integrando com sua aplicação
Desenvolvimento e manutenção front-end
MEAN Stack: criando aplicações completas com Javascript
Angular parte 1: Fundamentos
Angular parte 2: Autenticação, Forms e lazy loading
Angular parte 3: upload, build e novos componentes
Angular parte 4: lapidando o projeto
Gulp: automação de tarefas front-end
LESS: CSS simples e produtivo
Performance Web I: otimizando o front-end
Performance Web II: Critical Path, HTTP/2 e Resource Hints
Gráficos na web parte 1: Criando e customizando gráficos
Gráficos na web parte 2: Colunas e barras
Gráficos na web parte 3: trabalhando com mais tipos e fontes de dados
Bootstrap: criação de uma single-page responsiva
Chrome DevTools: analise, inspecione e depure suas páginas Web
Flexbox: Posicione elementos na tela
HTTP: Entendendo a web por baixo dos panos
Front-end: Projeto de conclusão
Email Marketing Responsivo parte 1: sua newsletter adaptável
Email Marketing Responsivo parte 2: testando suas newsletters
Acessibilidade web: introdução a designs inclusivos
Acessibilidade web parte 1: tornando seu front-end inclusivo
Acessibilidade web parte 2: Componentes acessíveis com um pouco de JavaScript
Bootstrap 4: Criando uma landing page responsiva
CSS Grid: Simplificando layouts
HTML5 e CSS3 parte 1: A primeira página da Web
HTML5 e CSS3 parte 2: Posicionamento, listas e navegação
HTML5 e CSS3 parte 3: Trabalhando com formulários e tabelas
HTML5 e CSS3 parte 4: Avançando no CSS
Arquitetura CSS: Descomplicando os problemas
Vetores e Animação com SVG: Trabalhando com CSS e JavaScript
UI Design Patterns: Usabilidade em interfaces mobile
Adobe XD: Design visual de um site mobile
Adobe XD: Componentes da interface
Adobe XD: refinando o visual da interface
Sketch: Design visual de um site mobile
Sketch: Componentes da interface
Adobe XD: trabalhando com microinterações
Sketch: Refinando o visual da interface
Figma: Design visual de um site mobile
Figma: Componentes da interface
Revisão UX: ferramentas do briefing ao protótipo
Prototipagem e UX parte 1: Alta fidelidade com o Adobe XD
Prototipagem e UX parte 2: linkando telas no Adobe XD
Teste de usabilidade parte 1: Seu produto é fácil de usar?
Teste de Usabilidade parte 2: Mensurando e entregando resultados
UX Writing: Conteúdo focado no usuário
UX Acessível: Projetando interfaces inclusivas
UX Research para otimização de sites
JAX-RS e Jersey: Domine a criação de webservices REST
JAX-WS: Domine a criação de webservices SOAP
Apache Camel: O framework de integração entre sistemas
Spring Boot API REST: Construa uma API
Spring Boot API Rest: Segurança da API, Cache e Monitoramento
Microservices com Spring Cloud: Registry, Config Server e Distributed Tracing
Microservices com Spring Cloud: Circuit Breaker, Hystrix e API Gateway
XStream: Consumindo o XML sem esforço
Rest com NodeJS: API com Express e MySQL
Introdução ao Django 3: Modelo, Rotas e Views
Integração de modelos no Django 3: Filtros, buscas e admin
Autenticação no Django 3: formulários, requisições e mensagens
Boas práticas no Django 3: apps, pastas e paginação
Formulários no Django 3: criando e validando dados
Desenvolvimento pessoal e profissional
Relacionamento interpessoal: aprenda a lidar melhor com você e com o outro
Pontos fortes parte 1: descubra os seus e aprenda a gerenciá-los
Pontos fortes parte 2: Habilidades e competências
Síndrome do Impostor: Reconheça seu sucesso e resultados
Relacionamento Interpessoal parte 2: melhore seu potencial
Fundamentos do Storytelling: Visão de negócios e desenvolvimento pessoal
Inteligência Emocional: Práticas para o cotidiano
Comunicação Assertiva: Reduzindo conflitos e frustrações
Hábitos: da produtividade às metas pessoais
Produtividade: hábitos e práticas para o dia a dia
Foco: Trazendo mais resultados para o dia a dia
Eficácia parte 1: Hábitos para sua proatividade
Eficácia parte 2: Hábitos para sua proatividade
Estresse parte 1: buscando qualidade de vida
Estresse parte 2: Equilibre seu estilo de vida
Produtividade parte 1: estratégias para o dia a dia
Produtividade Parte 2: Organização e prioridade
Aprender a Aprender: Técnicas para seu autodesenvolvimento
Criatividade e adequação: Aprendendo e aprimorando um processo criativo
Gerenciamento de conteúdo e comunicação
Produção de conteúdo: estratégias, planejamento e gestão
Design de logo: utilizando a proporção áurea
JavaScript: Conhecendo o Browser e padrões de projeto
JavaScript: Salvando dados localmente com IndexedDB
JavaScript: Programando na linguagem da web
Progressive Web Apps: crie apps offline
JavaScript: De padrões a uma abordagem funcional
UX Research: análise de sites com Google Analytics
Gulp: automação de tarefas front-end
LESS: CSS simples e produtivo
HTTP: Entendendo a web por baixo dos panos
Acessibilidade web: introdução a designs inclusivos
Acessibilidade web parte 1: tornando seu front-end inclusivo
Acessibilidade web parte 2: Componentes acessíveis com um pouco de JavaScript
CSS Grid: Simplificando layouts
HTML5 e CSS3 parte 1: A primeira página da Web
HTML5 e CSS3 parte 2: Posicionamento, listas e navegação
HTML5 e CSS3 parte 3: Trabalhando com formulários e tabelas
HTML5 e CSS3 parte 4: Avançando no CSS
Arquitetura CSS: Descomplicando os problemas
Gráficos na web parte 1: Criando e customizando gráficos
Gráficos na web parte 2: Colunas e barras
Gráficos na web parte 3: trabalhando com mais tipos e fontes de dados
UX Writing: Conteúdo focado no usuário
UX Acessível: Projetando interfaces inclusivas
Gerenciamento de redes
Redes parte 1: Introdução, Conceitos e Prática
Segurança de redes: Conheça as vulnerabilidades de servidores e clientes
Redes parte 2: Montando um projeto do cliente até o provedor de serviços
Redes parte 3: Defina as listas de controle e políticas de acesso de usuários
Redes parte 4: Configuração de protocolos de roteamento e IPv6
Segurança de redes: Crie um firewall com pfSense e iptables
DNS: Entenda a resolução de nomes na internet
DNS: Domine os serviços na nuvem
Redes parte 5: Wi-fi
Introdução à configuração de segurança: Firewall ASA
Certificação ITIL Foundation v3: Introdução ao gerenciamento de TI parte 1
Certificação ITIL Foundation v3: Estratégias e Desenho de Serviços parte 2
Certificação ITIL Foundation v3: Transição e Operação de Serviço parte 3
Certificação ITIL Foundation v3: Melhoria Contínua de Serviço parte 4
Governança de TI: Gestão de demandas de serviços
Design da Proposta de Valor: Transformando produtos e serviços
Gestão em TIC
Dashboards parte 1: Visões de projetos e operações
Dashboards parte 2: Implantando ações de gestão
Modelos de Gestão parte 1: Componentes Essenciais
Negociação parte 1: Práticas Essenciais
Negociação parte 2: Técnicas Avançadas
Flawless Execution parte 1: Introdução ao Framework de Gestão
Flawless Execution parte 2: Framework de Gestão
Gestão Ágil: Liderando a mudança em um ambiente de agilidade
Governança de dados
Report Analysis com Pentaho: Gerando relatórios empresariais
Modelos de ETL: Pentaho Data Integration
Transformação com ETL: Pentaho Data Integration
OLAP com Pentaho: Construção do Data Mart
Consultas Multidimensionais: MDX com Pentaho
Dashboard com Pentaho: Visualize e analise os dados
Análise de dados: Introdução com R
Data Science: Primeiros passos
Pandas: Formatos diferentes de entrada e saída (IO)
Data Science: Introdução a análise de series temporais
Data Visualization parte 1: introdução ao design de gráficos
Data Visualization parte 2: Escolhendo o melhor gráfico
Data Visualization parte 1: gráficos com uma variável
Data Visualization parte 2: gráficos com multivariáveis
Machine Learning: Lidando com dados de muitas dimensões
Modelos preditivos em dados: detecção de fraude
Elasticsearch: Pesquisando e analisando os seus dados
Governança em TIC
Fundamentos para gestão de contratos: Dicas e cuidados gerais
COBIT 5 Foundations Parte 1: Introdução a Governança Corporativa
COBIT 5 Foundations Parte 2: Princípios do COBIT 5
COBIT 5 Foundations Parte 3: Habilitadores do COBIT 5
COBIT 5 Foundations Parte 4: Implementação e Avaliação de Processos
BSC: Aplicado na gestão de portfólios
Gerenciamento de Inovação Organizacional parte 1: Fundamentos Essenciais
Gerenciamento de Inovação Organizacional parte 2: Aplicações Práticas
Liderança de projetos
Certificação PMP e CAPM Parte 1: Processos de Gerenciamento de Projetos
Certificação PMP e CAPM parte 9: Gerenciamento de Riscos
Agile na Prática: Técnicas aplicadas para gestão ágil
Agile Avançado: Crie modelos e descubra o Nexus
Design Sprint 2.0: Crie produtos digitais rapidamente
Engenharia de Requisitos: como levantar, documentar e validar
Scrum: Agilidade em seu projeto
Scrum parte 1: Gerencie o seu projeto de forma ágil
Scrum Parte 2: O Manifesto Ágil, Liderança e Organização em Scrum
Scrum Parte 3: Iniciando Projetos com Agile
Scrum Parte 4: Planejando Projetos com Agile
Scrum Parte 5: Executando Projetos com Agile
Scrum Parte 6: Revisão, Retrospectiva e Encerramento de Projetos com Agile
Kanban parte 1: Fundamentos Essenciais
Kanban parte 2: Métricas e Práticas Avançadas
Feedback: a arte de orientar e ser orientado com sentido
Gerenciamento de conflitos: Técnicas fundamentais
PMBOK na prática parte 1: Uma introdução geral
PMBOK na prática parte 2: Iniciando Projetos
Práticas ágeis: O dia a dia do ambiente Agile
Métricas ágeis: como medir resultados em um ambiente ágil
Segurança da informação
LGPD: Conhecendo e entendendo seus impactos
Certificação Linux LPI Essentials parte 12: Security and File Permissions
Amazon Cognito: autenticação como serviço
Spring Boot API Rest: Segurança da API, Cache e Monitoramento
Segurança web em Java: Evitando SQL Injection, força bruta e outros ataques
Segurança de redes: Conheça as vulnerabilidades de servidores e clientes
Redes parte 3: Defina as listas de controle e políticas de acesso de usuários
Segurança Web: Vulnerabilidades do seu sistema e OWASP
OWASP Top 10: de Injections a Broken Access Control
Os servidores também podem optar por se qualificar em quaisquer outras temáticas
disponíveis. Há apenas uma orientação para que o desenvolvimento de competências a serem
utilizadas nos projetos em curso e em projetos futuros seja priorizado. Ademais, a plataforma
não exige que o usuário tenha que assistir todo um curso para obter o conhecimento de que
necessita para aplicar em determinado projeto. Os cursos oferecidos são segmentados em
atividades e desta forma, os profissionais podem selecionar apenas as atividades que lhe
convém, de um ou mais cursos, e se apropriar do conhecimento que precisa. Este formato provê
liberdade e estimula os servidores a se manterem atualizados, especialmente nos temas
emergentes e naqueles de maior interesse.
É importante que o Programa se mantenha disponível para todos os servidores que
atuam na área de TIC e que a plataforma mantenha a diversidade necessária para cobrir todas
as áreas de atuação.
Apesar da diversidade de competências e a disponibilidade do Programa de qualificação
continuada, é necessário fazer uso de outras estratégias que atuem de forma complementar a
qualificação e o aprendizado contínuo da equipe. Dentre elas, destacamos:
▪
Participação em capacitações especializadas. Estas capacitações serão ofertadas para
membros específicos da equipe que precisarão atuar na adoção de novas práticas ou
tecnologias visando a execução da estratégia para alcançar os objetivos previstos neste
plano por meio da execução de um projeto que apresente desafio substancial ou
aperfeiçoamento de um serviço ou processo de trabalho que demande de novas
competências. Estas capacitações poderão ser realizadas em formato presencial ou
online.
▪
Participação em eventos da área de tecnologia da informação. A participação em
eventos na área de TIC promove o fortalecimento institucional e o desenvolvimento
contínuo da equipe. Esses encontros proporcionam acesso às últimas tendências
tecnológicas, promovem a troca de experiências entre instituições, estimulam a
inovação e ampliam o repertório técnico dos participantes. Além disso, eventos da área
favorecem o networking, a construção de parcerias estratégicas e a representatividade
da instituição em espaços de destaque, contribuindo para a valorização da TIC como
área fundamental para a transformação digital e a excelência dos serviços públicos. A
participação poderá ser ofertada para todos os profissionais da área de tecnologia da
informação e deve considerar a relação direta com a área de atuação do profissional em
sua respectiva coordenadoria.
▪
Visitas técnicas para o estabelecimento de parcerias institucionais, cooperação técnica
e transferência de conhecimento. É preciso fomentar o intercâmbio de boas práticas e
soluções inovadoras que podem ser adaptadas à realidade da UFAL. Além de reduzir
significativamente os esforços de desenvolvimento e implantação de novas tecnologias,
a visita técnica fortalece o relacionamento com instituições congêneres e estimula a
colaboração em projetos conjuntos e o compartilhamento de recursos. A visita técnica
deverá ser realizada por profissional chave de cada coordenadoria da área de TIC,
conforme a oportunidade e o projeto de interesse que estiver alinhado às metas
estabelecidas para a área de TIC.
13.2. Programa de avaliação do desempenho
O programa de avaliação do desempenho dos servidores que atuam na área de TIC é
estruturado em três dimensões: autoavaliação, avaliação dos pares e avaliação da chefia
imediata. A autoavaliação permite que o servidor reflita sobre sua atuação, competências,
comprometimento e contribuição para o ambiente de trabalho. A avaliação dos pares considera
a percepção dos colegas sobre aspectos como colaboração, postura profissional e
relacionamento interpessoal. Já a avaliação da chefia imediata analisa o desempenho técnico,
a responsabilidade, a iniciativa e o cumprimento das metas e atribuições do cargo.
Esse modelo de avaliação busca promover uma visão mais ampla e justa do desempenho
dos servidores, valorizando tanto a perspectiva individual quanto a coletiva. Os resultados da
avaliação são utilizados para subsidiar decisões relacionadas ao desenvolvimento profissional,
à progressão funcional e à melhoria dos processos de gestão de pessoas.
Este programa é regulamentado pela Resolução CONSUNI/UFAL nº 43/2023.
13.3. Ações de engajamento e motivação
O engajamento, no contexto do serviço público, representa o grau de envolvimento,
comprometimento e entusiasmo dos servidores em relação às suas atividades. Um servidor
engajado contribui proativamente para a melhoria dos processos, busca soluções inovadoras e
se identifica com os valores da organização. Esse engajamento é fundamental para garantir a
qualidade dos serviços prestados à sociedade e para fortalecer a cultura de responsabilidade e
colaboração dentro das instituições públicas.
Diante das diante das limitações legais para premiações financeiras, o reconhecimento
simbólico, como destaque em canais internos de comunicação, pode ter grande impacto na
motivação. Outra medida importante é o investimento contínuo em capacitação e
desenvolvimento profissional. Além disso, reuniões participativas permitem que os servidores
contribuam com ideias e se sintam parte das decisões, aumentando o senso de pertencimento.
Mediante estes apontamentos, deve-se adotar as seguintes práticas:
▪
A cada projeto concluído, deve-se elaborar matéria jornalística de forma a destacar e
reconhecer a participação e a contribuição do servidor para a Instituição. A matéria deve
incluir trechos de falas dos servidores envolvidos e uma ou mais fotos, caso o servidor
esteja de acordo. As matérias deverão ser publicadas nos canais de comunicação da
ASCOM e principalmente no portal da UFAL.
▪
Os servidores deverão ter liberdade para aprender novas competências, mesmo aquelas
que não estão relacionadas diretamente com os projetos ou serviços que atuam. O
Programa de qualificação continuada deve ofertar esta possibilidade. Esta prática
estimula que o servidor possa adquirir novos conhecimentos a partir de sua curiosidade
e afinidade com os assuntos e não apenas por necessidade.
▪
Os servidores poderão contribuir em projetos de diferentes coordenadorias sem que esta
ação possa caracterize mudança de lotação ou mobilidade interna. Esta prática visa
ampliar as competências da equipe, incentivar novos conhecimentos, aumentar a
integração e o diálogo interno e proporcionar novas experiências e desafios aos
servidores.
Os grandes desafios da área de TIC devem ser apresentados a toda equipe para
realização de brainstorming e deve ser dada oportunidade para qualquer pessoa que queira
participar da construção da solução, independente da coordenadoria a qual pertença. Esta
prática visa o reconhecimento interno e dar visibilidade para aqueles que se dispõe a colaborar
com os grandes desafios.
Dentre as ações previstas com o intuito de monitorar o clima organizacional e o
engajamento dos servidores, destacamos: Confraternização semestral, Reunião Geral
(Quadrimestral), Monitoração do engajamento, incluir o PGD como instrumento alternativo
para melhoria do bem-estar dos profissionais.
13.4. Retenção de talentos
No serviço público não há medidas específicas visando mitigar o risco de perda de
talentos. No âmbito da área de TIC da UFAL, visto que não há formas de realizar retribuições
financeiras que visem a retenção, serão praticadas as seguintes medidas:
▪
Autorizar servidores a participar de projetos de pesquisa e auferir bolsas de pesquisa,
desde que não haja comprometimento da carga horária laboral. Esta prática visa
propiciar que os servidores se mantenham estimulados a aprender e consigam
complementar sua renda mensal. A prática está em acordo com a Lei nº 14.695/2023,
que estabelece que os servidores do quadro técnico-administrativo das instituições
federais de ensino possam ter acesso a bolsas de pesquisa e com a resolução CONSUNI
nº 75/2018, que regulamente normas e procedimentos para a concessão de bolsas para
servidores da UFAL;
▪
Estimular a obtenção de qualificação em nível strictu senso na área de TIC. Esta prática
contribui diretamente com o aumento do salário do servidor, conforme previsto no
Decreto nº 5.824, de 29 de junho de 2006, que estabelece os procedimentos para a
concessão do Incentivo à Qualificação e para a efetivação do enquadramento por nível
de capacitação dos servidores integrantes do Plano de Carreira dos Cargos TécnicoAdministrativos em Educação, instituído pela Lei nº 11.091, de 12 de janeiro de 2005;
▪
Possibilitar a adesão dos servidores ao plano de gestão de desempenho para prover
flexibilidade e comodidade aos servidores que não necessitem exercer o trabalho de
forma 100% presencial para realizar entregas de valor.
13.5. Planejamento sucessório
O planejamento sucessório dos cargos de direção da área de TIC dar-se-á a partir da
indicação prévia do servidor substituto, que atenda a todos os critérios para o exercício da
função.
A preparação para sucessão deve ser iniciada a partir da sua indicação como substituto
e deve incluir as seguintes práticas:
▪
O sucessor deverá acompanhar e assistir continuamente as atividades sob a
responsabilidade do titular. O substituto precisa estar ciente dos projetos, da situação
dos serviços em execução, dos impedimentos e da atuação de cada servidor da equipe
para que possa auxiliar o titular no exercício de suas atribuições;
▪
O sucessor deverá substituir o titular no exercício das férias ou diante da
impossibilidade de exercer a função;
▪
O sucessor deverá suprir-se do conhecimento necessário para o exercício pleno da
função de titular da função. Para isso o substituto deve fazer uso do programa de
qualificação continuada que é ofertado a todos os profissionais da área de TIC;
▪
O titular deverá envolver o sucessor, sempre que possível, em todas as decisões do
setor;
▪
O sucessor deverá participar da elaboração de planos, estratégias e reuniões de forma
conjunta com o titular para compreender as fronteiras do exercício da função e
viabilizar uma sucessão sem sobressaltos.
13.6. Planejamento da força de trabalho
O dimensionamento adequado de pessoal na área de TIC é essencial para garantir
eficiência, segurança e inovação dos serviços prestados. Uma equipe bem dimensionada
permite que as demandas sejam atendidas com agilidade, evita sobrecarga de trabalho, reduz
riscos operacionais e melhora a qualidade das soluções tecnológicas. Além disso, contribui
para a sustentabilidade dos projetos, facilita a adoção de novas tecnologias e promove um
ambiente de trabalho mais colaborativo e produtivo. O equilíbrio entre quantidade e a
qualificação dos profissionais é, portanto, um fator estratégico para o sucesso das operações de
TIC em qualquer organização.
Na UFAL é possível observar uma grande demanda reprimida de ações que
possibilitariam o aumento da maturidade e melhoria das operações de TIC. Além disso, há uma
alta frequência de repriorização de projetos em função da insuficiência de pessoal. Estes
aspectos denotam um déficit de pessoal que impedem avanços na qualidade e na agilidade nos
serviços e projetos, ao mesmo tempo, que se caracteriza como a principal fonte de riscos para
o alcance das metas estabelecidas para a área de TIC.
A atual estrutura de pessoal da área de TIC da UFAL revela um cenário de
subdimensionamento crítico. Dos 46 servidores com cargo de Tecnologia da Informação,
apenas 22 estão lotados na unidade central, responsável pelo atendimento das demandas
institucionais em toda a Universidade. Os demais servidores estão distribuídos entre campi e
unidades acadêmicas e administrativas, atuando em escopos restritos e locais, o que limita a
capacidade de resposta da TIC às necessidades estratégicas e operacionais da instituição.
Segundo a métrica de referência internacional proposta pelo Gartner, a proporção ideal
de profissionais de TIC em relação ao total de servidores de uma organização varia entre 2% e
6%. No contexto das IFES, levantamento realizado pelo CGTIC/ANDIFES aponta uma média
nacional de 2%. A UFAL, no entanto, apresenta uma das menores proporções entre as IFES,
com apenas 0,95%, o que representa menos de 10 profissionais de TIC para cada 1.000
servidores. Para atingir a média nacional, seria necessário incorporar ao menos 24 novos
profissionais à unidade central de TIC, e para alcançar a proporção praticada pelo executivo
federal (2,8%), seria necessário triplicar o efetivo atual.
Embora haja um contingente de 47 bolsistas atuando na unidade central, sua jornada
reduzida e o caráter formativo da atuação exigem supervisão constante por parte dos servidores
efetivos, o que aumenta a carga de trabalho e limita a autonomia operacional. Além disso, 43%
dos Analistas de Tecnologia da Informação da UFAL não estão lotados na unidade central, o
que compromete a efetividade das atribuições do cargo, aumenta riscos relacionados à
segurança da informação e pode resultar em subutilização da força de trabalho especializada
que está descentralizada.
A crescente demanda por serviços digitais, o surgimento de novos normativos, a
necessidade de aprimoramento da governança de TIC, o aumento das ameaças cibernéticas e a
criticidade dos incidentes tecnológicos tornam urgente o reforço da equipe de TIC. A
qualificação dos servidores da área, com predominância de formação superior e expressiva
presença de mestres, representa um ativo estratégico para a inovação e o desenvolvimento
institucional, mas sua plena contribuição depende de uma estrutura de pessoal compatível com
os desafios contemporâneos.
Diante desse cenário, é imperativo que sejam adotadas medidas para o provimento de
novos profissionais de TIC, garantindo à UFAL uma capacidade operacional condizente com
sua missão institucional e com os padrões de excelência exigidos pela sociedade.
Mediante cenário desafiador, este plano propõe o aumento da capacidade da unidade
central de TIC por meio da qualificação e a partir da combinação das três alternativas a seguir:
▪
Provimento de novos cargos de TIC para a unidade Central;
▪
Contratação de serviços de TIC que possam suprir a demanda da força de trabalho, a
exemplo do aumento da força de trabalho pela contratação de terceirizados;
▪
Investimento em automação e adoção de tecnologias que diminuam a demanda de
esforço da equipe para as operações e serviço de TIC na UFAL.
13.7. Monitoração do plano de gestão de pessoas
A instituição reconhece a importância das pessoas para a consecução da estratégia que
foi definida no PDTIC e por esta razão, constam definidas metas diretamente relacionadas com
os potenciais resultados da execução deste plano, associada à perspectiva estratégica de
aprendizagem e inovação, como a manutenção da equipe qualificada mediante a aumento da
aquisição de competências. Adicionalmente, todas as metas, das diferentes perspectivas
estratégicas, dependem da adequação da capacidade da área de TIC em termos de força de
trabalho, do engajamento, da manutenção dos talentos e dos riscos associados à evasão e
sucessões.
Portanto, a monitoração da execução deste plano e os devidos ajustes ao longo de sua
execução deverão ser realizados de forma conjunta com a apreciação dos indicadores de
aferição ao alcance das metas e com a monitoração dos riscos estabelecidos no plano de gestão
de riscos, especialmente àqueles relacionados ‘as questões de pessoal e tem potencial de
influenciar em todos os demais resultados. Este monitoramento auxiliará na avaliação de
efetividade deste plano e indicará as adequações necessárias para o seu aperfeiçoamento.
14.
PLANO ORÇAMENTÁRIO
Este plano tem como objetivo viabilizar o alcance das metas previstas por meio da
realização de investimentos em aquisição de equipamentos, materiais e serviços.
As estimativas foram realizadas com base nas ações necessárias para o alcance das
metas. Cada ação pode depender da execução de serviços especializados ou da utilização de
materiais e equipamentos específicos que precisam ser adquiridos. Então, a partir do plano de
ação, foi realizado um levantamento das aquisições necessárias que compor o orçamento
estimativo. Os valores considerados para compor as estimativas fundamentam-se em
contratações anteriores, pesquisas ao Painel de Preços e em propostas providas por
fornecedores.
As estimativas são anuais e consideraram, como ponto de partida, o contexto de preços
vigente em 2025. Para compor as estimativas de investimento para os anos subsequentes foi
aplicado o ICTI mantido pelo Ipea, conforme a IN SGD/ME nº 94 de 2022, com projeção de
6,96% ao ano, considerando o índice de março de 2025.
Cada estimativa foi caracterizada quanto a natureza da despesa: capital ou custeio. As
despesas de capital, refere-se àqueles gastos que são destinados a construir e ampliar o
patrimônio da administração pública, como obras, aquisição de equipamentos e instalações, e
com o objetivo de aumentar o valor dos ativos da administração pública, sendo sua finalidade
gerar benefícios para a sociedade. Já as despesas de custeio (despesa corrente), são gastos
recorrentes e essenciais para manter o funcionamento das atividades rotineiras, como aquisição
de materiais de consumo, contratação de serviços, de pessoal, entre outros.
14.1. Resultado orçamentário do PDTIC anterior
O PDTIC anterior definiu uma estimativa de investimento em TIC para UFAL a ser
alcançada no decorrer de sua vigência. As estimativas de valores foram quantificadas em 13
itens, com valores corrigidos através da aplicação do ICTI acumulado à época e estimados
através dos Planos de Contratações Anuais da sua vigência para os respectivos anos e aprovadas
pelo Comitê de Governança Digital em 2020.
Vale ressaltar que as estimativas de investimentos realizadas para o período, não previa
a pandemia de Covid-19. Neste momento, o Programa de Transformação Digital da UFAL,
que englobou diversos projetos, proporcionou mudanças significativas na operação da UFAL,
com destaque aos esforços para viabilizar o ensino em formato não presencial durante a
pandemia, ao aumento do quantitativo de serviços digitais oferecidos pela UFAL, a adoção do
processo eletrônico e a adoção de todas as medidas para manter as operações de TIC e assegurar
a saúde da equipe de TIC.
Contudo, para promover estas transformações, a área de TIC da Universidade precisou
atuar na atualização da infraestrutura computacional, na recuperação da infraestrutura de rede,
dos serviços ofertados à comunidade e na melhoria da gestão, da governança e dos processos
de trabalho. Os resultados desta atuação, bem como o reflexo dos obstáculos enfrentados ao
longo do período, estão refletidos nos investimentos que foram efetivamente realizados com a
finalidade de atender às necessidades de TIC da instituição, conforme ilustrado na tabela a
seguir.
Tabela 22 - Estimado PDTIC 2020-2023 x Realizado no período de 2020 a 2024
Ano
Estimado (PDTIC vigente)
Realizado (Empenhado)
2020
R$ 19.463.736,00
R$ 1.857.190,88
2021
R$ 7.672.043,51
R$ 4.059.718,50
2022
R$ 8.066.593,28
R$ 4.917.917,11
2023
R$ 8.500.378,19
R$ 4.129.118,08
2024
R$ 8.947.498,08
R$ 3.854.209,22
Total estimado para o período
R$ 52.650.249,06
R$ 18.818.153,79
Fonte: SIPAC e PDTIC 2020-2023 em vigência
Até 2024, foram investidos 35,74% do consta estimado no PDTIC vigente. Com uma média
anual de R$ 4.059.718,50. O gráfico a seguir ilustra a diferença anual entre o estimado e o realizado.
Gráfico 8 - Investimentos em TIC na UFAL (2020 a 2024)
É importante destacar que os investimentos realizados pela UFAL para a área de TIC
são aplicados de forma distribuída a todas as unidades, tanto acadêmicas quanto
administrativas, além dos investimentos para ações de usufruto de uso geral, para toda a
comunidade.
O “Gráfico 9 - Investimentos da Área de TIC: Unidades x Uso geral pela UFAL (2020
a 2024)” ilustra a distribuição dos investimentos, que demonstra o esforço de gestão para
ampliar o acesso a soluções de TIC por parte da comunidade acadêmica e, do mesmo modo, a
ampliação de projetos e demandas da área de TIC por toda a instituição, com vistas a melhorar
o atendimento e a qualidade dos serviços.
Gráfico 9 - Investimentos da Area de TIC: Unidades x Uso geral pela UFAL (2020 a 2024)
O “Gráfico 9” mostra um aumento crescente nos investimentos em demandas
específicas das unidades entre 2020 e 2024. Isso representa um esforço para atender às
necessidades tecnológicas específicas de pró-reitorias, unidades acadêmicas e administrativas,
mesmo que o volume total de recursos para a área de TIC da Universidade tenha sido
decrescente a partir de 2023.
O aumento progressivo nos investimentos para as unidades visa melhorar a satisfação
do usuário e ampliar a capacidade de atendimento geral da área de TIC para prover apoio ao
alcance aos objetivos institucionais. E isto só foi possível após o grande esforço de manutenção
para recuperação da infraestrutura realizado entre 2020 e 2022.
14.2. Orçamento estimado para o PDTIC UFAL (2026-2029)
A apresentação de um novo Plano Orçamentário de TIC para o período 2026-2029 da
UFAL considerou os resultados históricos e está ancorado nas necessidades institucionais.
Tabela 23 - Plano Orçamentário agrupado por objetivo estratégico de TIC para o período 2026-2029
Total por item
Ação que
Identificação do
2026 a 2029
demanda o
Nat.
2026 (R$)
2027 (R$)
2028 (R$)
2029 (R$)
investimento
(R$)
Obj. investimento
Modernização de
Custeio
300.000,00
320.880,00*
343.213,25*
964.093,25
Implantar sistemas legados
OBJ3 novas soluções
Equipamentos para
de TIC
Capital
300.000,00
320.880,00*
343.213,25 *
964.093,25
novas soluções
Serviços de rede
Custeio 950.000,00 1.600.000,00 1.300.000,00
1.390.480,00 4.290.480,00
Manter a
lógica
OBJ4 capacidade da
rede UFAL Serviços de links de Custeio 142.560,00
152.482,18*
163.094,94*
174.446,35*
632.583,47
internet
Material de consumo Custeio
34.131,78
36.507,35*
39.048,26*
41.766,02*
151.453,41
Serviços de
manutenção de ativos Custeio
de TIC
Assegurar a Serviços de
continuidade e manutenção
OBJ5
qualidade das preventiva,
operações de adaptativa, evolutiva,
Custeio
TIC
sustentação, suporte e
mensuração de
software
200.000,00
935.010,04
654.507,03
589.056,33
2.378.573,39
651.964,80
720.000,00*
770.112,00*
823.711,79*
2.965.788,59
Capital
Estabelecer
sistema de
OBJ6
gestão de
Capital 1.622.968,29
segurança da
Solução
de
backup
Capital 1.290.028,61
informação
Segurança cibernética
Custeio
(SOC)
Serviços de nuvem
Custeio
pública
Equip. Permanentes renovação de ativos;
Capital 600.000,00
Aumentar a atualização de
resiliência e hardware; energia e
OBJ7 adequação da resiliência.
infraestrutura Solução de
computacional. processamento e
Capital 2.853.516,10
armazenamento
Serviços de
manutenção de sala
Custeio 353.176,13
cofre / data center
Serviços de
plataforma de cursos Custeio
65.520,00
online
em
TIC
Desenvolver
OBJ8 competências Capacitação
especializada em
Custeio
90.000,00
em TIC
áreas chave
Visitas técnicas
Custeio 240.000,00
980.000,00
98.000,00
104.643,42
1.182.643,42
-
-
-
1.622.968,29
-
-
-
1.290.028,61
300.000,00
450.000,00
600.000,00
1.350.000,00
350.000,00
850.000,00
909.160,00
2.109.160,00
641.760,00*
686.426,50*
734.201,78*
2.662.388,28
-
-
-
2.853.516,10
377.757,19*
404.049,09*
432.170,91*
1.213.977,19
70.080,19*
74.957,77*
80.174,83*
290.732,79
96.264,00*
102.963,97*
110.130,27*
399.358,24
256.704,00*
274.570,60*
293.680,71*
1.064.955,31
Soluções de
segurança da
informação (ex.:
Antivírus)
Solução de firewall
* Valores corrigidos através da aplicação do ICTI acumulado nos últimos 12 meses, referente a março de 2025, no valor
de 6,96%.
Enquanto o plano anterior apresentava um orçamento estimado de R$ 52.650.249,06, a
nova projeção estabelece uma estimativa mais próxima da capacidade de investimento que a
instituição demonstrou nos últimos anos, totalizando R$ 28.379.465,87, sendo R$
17.811,155,63 de custeio e R$ 10.575.637,94 de capital. Esta redução de 54%, comparada ao
plano anterior, sem detrimento dos resultados pretendidos, é um passo positivo para garantir
que os recursos disponíveis sejam utilizados de forma mais eficaz e que as metas de
investimento sejam, de fato, alcançadas. No entanto, é importante notar que a distribuição dos
recursos continua demandando mais custeio, com investimento em projetos para manutenção
adequada da operação de TIC na UFAL.
A destinação de recursos para melhoria da qualidade dos serviços de TIC das unidades,
que se mostrou um ponto forte na análise anterior, permanece sendo um pilar, sem deixar de
priorizar os projetos que agregam valor para toda a comunidade.
Em resumo, o plano 2026-2029 prevê a manutenção das operações em um nível de
qualidade que atenda as expectativas da comunidade com a possibilidade de promover o
desenvolvimento institucional sem desconsiderar a realidade fiscal da instituição, com foco em
projetos de maior impacto.
Além disso, a priorização de áreas críticas, como Sala cofre/Data Center, Serviços de
Rede Lógica, Sistemas e Serviço de manutenção de ativos de TIC, demonstra um foco em
projetos essenciais para a manutenção e segurança da infraestrutura de TIC da Universidade.
Essa alocação de recursos mais direcionada, combinada com a continuidade do investimento
em demandas específicas das unidades, visa estabelecer um ambiente tecnológico mais robusto,
confiável e adaptado às necessidades institucionais.
Por fim, é importante destacar a necessidade de perenidade dos investimentos,
especialmente em manutenção preventiva. A ausência deste tipo de investimento precariza
rapidamente a infraestrutura, com impacto direto na operação em todas as áreas da UFAL, e
multiplica o esforço e os investimentos necessários para recuperação a posteriori.
15.
PLANO DE GESTÃO DE RISCOS
O plano de riscos para a área de TIC visa aumentar as chances de sucesso de alcance
das metas definidas no PDTIC. Este plano segue a Política de Gestão de Riscos da UFAL,
regulamentada pela Resolução nº 01/2021-CGGRCI, de 15 de março de 2021.
A partir da análise da matriz SWOT, foram identificados 13 riscos relacionados à área
de TIC. Desses, 9 apresentam classificação entre Muito Alto e Alto (Tabela 1), exigindo
tratamento para alinhar-se ao apetite de risco estabelecido pela UFAL. Além de ultrapassarem
o limiar de tolerância institucional, esses riscos podem comprometer o alcance de 7 dos 8
objetivos estratégicos da área de TIC.
ID
Categoria
do risco
R1
Financeiro
Tabela 24 - Lista dos riscos mais relevantes para a área de TIC
Identificação dos
Nível de
Objetivos
Causas
Riscos
risco
Indefinição do gestor
de segurança da
informação
Muito
Alto
OBJ6
C1. Ausência de
gratificação específica para
o exercício da função
C2. Falta de pessoal;
R2
R3
R4
Operacional/
Pessoal
Operacional
Financeiro
Interrupção recorrente
das ações propostas
para equipe de TI
Algumas unidades
não querem perder o
controle do
gerenciamento de
suas máquinas
Indisponibilidade de
ferramentas para
implantação de
controles de
segurança.
Muito
Alto
Muito
Alto
Alto
OBJ1,
OBJ6,
OBJ5
OBJ2,
OBJ8
C3. Alta demanda por
serviços
C4. Falta de motivação da
equipe para realizar o
registro
OBJ3
C5. Algumas unidades não
querem perder o controle
do gerenciamento de suas
máquinas
OBJ6,
OBJ5
C6. Ausência de recursos
Ação Proposta para
Mitigação
A1. Outro servidor
acumular essa função
enquanto não tem
uma definição;
A2. Mapear os
sistemas que serão
acionados como
necessários para as
otimizações e planejar
integrações;
A3. Controlar a
demanda de serviços
para que ela esteja
balanceada dando
condição para que o
setor desenvolva as
ações para esse
objetivo;
A4. Sensibilizar os
diretores de unidades
da necessidade do
gerenciamento em
rede pelo NTI;
A5. Solicitar recursos
com antecedência
visando a manutenção
ou aquisição de
ferramentas de
controles;
C6. Ausência de recursos
R5
Operacional
Dificuldades e
limitações técnicas
Alto
OBJ2
C7. Perda do conhecimento
(evasão de analistas com
conhecimento da
infraestrutura em uso)
C8. Indisponibilidade de
capacitação especializada
no assunto
A6. Contratar
profissionais para
essa área de dados;
A7. Promover
capacitação da
equipe;
R6
R7
Operacional
Operacional
R8
Financeiro
R9
Operacional
Dificuldade em
articular o
entendimento de
regras de negócio
relativos aos
conjuntos de dados
com os setores
responsáveis
(detentores dos dados)
Limitação dos
recursos de
identificação de
softwares legalizados.
Indisponibilidade de
equipamentos e
serviços de rede
lógica.
Desligamento e/ou
queima de
equipamentos.
C9. Setores responsáveis
pelos dados não sabem
definir quais as
informações necessárias
sobre os dados;
Alto
Alto
Alto
Alto
OBJ2
OBJ3,
OBJ5
C10. Setores responsáveis
pelos dados não possuem
conhecimento sobre o
LGPD;
C11. Dificuldade de
contato com os setores
responsáveis ou tempo de
resposta das informações
necessárias
C12. modelo de
gerenciamento das
máquinas, através do
agente GLPI, não nos
permite identificar se o
software é legalizado na
máquina
OBJ4,
OBJ7
C6. Ausência de recursos
OBJ4,
OBJ7
C7. Instabilidade de energia
elétrica
A8. Realizar reuniões,
capacitações e
mobilizações com os
setores sobre a
utilização de dados
para transparência e
tomada de decisão;
A9. Aquisição de
software para auxiliar
no rastreamento das
informações;
A10. Articulação para
garantir recursos para
aquisição de
equipamentos;
A11. Aquisição de
energia própria da
Ufal
A identificação total dos riscos foi realizada para evidenciar todos os eventos de risco
que poderiam afetar (atrasar, prejudicar ou impedir) o alcance das metas e objetivos
estratégicos definidos no PDTIC. Ao todo foram identificados 13 riscos relacionados a área de
TIC.
Tabela 25 - Lista de todos os riscos identificados para a área de TIC
ID
Categoria
R1
Financeiro
Risco
R2
Operacional/Pessoal
R3
Operacional
Algumas unidades não querem perder o controle do gerenciamento de suas máquinas
R4
Financeiro
Indisponibilidade de ferramentas para implantação de controles de segurança
R5
Operacional
Dificuldades e limitações técnicas
R6
Operacional
R7
Operacional
Dificuldade em articular o entendimento de regras de negócio relativos aos conjuntos
de dados com os setores responsáveis (detentores dos dados)
Limitação dos recursos de identificação de softwares legalizados
R8
Financeiro
Indisponibilidade de equipamentos e serviços de rede lógica
R9
Operacional
Desligamento e/ou queima de equipamentos
R10
Operacional
Esforço técnico excessivo
R11
Financeiro
Indisponibilidade de serviços para manutenção da infraestrutura
R12
Operacional
R13
Financeiro
Indisponibilidade da área de negócio para atuar na iniciativa (identificar oportunidade
de melhoria, auxiliar no entendimento, homologar solução)
Descontinuidade do contrato de serviços para manutenção da sala cofre
Indefinição do gestor de segurança da informação
Interrupção recorrente das ações propostas
15.1. Identificação de Riscos
Para dar visibilidade às causas, aos impactos e facilitar a avaliação e determinação de
ação de resposta aos riscos com o uso da técnica bow-tie1. Considerando os objetivos
estratégicos do PDTIC foram identificados os riscos abaixo para o PDTIC:
Objetivo 1: Aumentar a eficiência dos processos institucionais
Figura 4 - Identificação e avaliação dos riscos do objetivo 1
Causas
Ação
C6 - Ausência de pessoal para
atender o aumento da demanda por
manutenção corretiva
A2, A3
------>
Riscos
Impactos
R2 - Interrupção
recorrente das ações
- Falta de integração de sistemas e
não otimização dos processos
Probabilidade: 4
Impacto: 4
Nível de Risco: 16
(Muito Alto)
------>
Respostas ao risco:
▪
A2. Mapear os sistemas que serão acionados como necessários para as otimizações e
planejar integrações;
▪
A3. Controlar a demanda de serviços para que ela esteja balanceada dando condição
para que o setor desenvolva as ações para esse objetivo.
Figura 5 - Identificação e avaliação dos riscos do objetivo 1
Causas
Riscos
Impactos
C17 - Alta complexidade das regras
de negócio ou da tecnologia
envolvida.
R10 - Esforço técnico
excessivo
- Setor não conseguir otimizar seus
processos
------>
Probabilidade: 3
Impacto: 3
Nível de Risco: 9
(moderado)
------>
Figura 6 - Identificação e avaliação dos riscos do objetivo 1
Causas
Riscos
Impactos
C18 - Ação com baixa prioridade
para a unidade de negócio em
função do alto volume de demandas
ou poucas pessoas para atuar
R12-Indisponibilidade
da área de negócio
para atuar na iniciativa
- Ações de aumento da eficiência
não realizadas
------>
Probabilidade: 3
Impacto: 3
Nível de Risco: 9
(moderado)
------>
Objetivo 2: Ampliar a oferta de dados e indicadores para transparência e tomada de
decisão
Figura 7 - Identificação e avaliação dos riscos do objetivo 2
Causas
Ação
- Falta de pessoal
Riscos
Impactos
R2 - Interrupção
recorrente das ações
- Não evoluir na quantidade de
indicadores e conjunto de dados
- Alta demanda por serviços
A2, A3
------>
Probabilidade: 4
Impacto: 4
Nível de Risco: 16
(muito alto)
------>
- Não crescimento dos indicadores
da Ufal
Respostas ao risco:
▪
A2. Mapear os sistemas que serão acionados como necessários para as otimizações e
planejar integrações;
▪
A3. Controlar a demanda de serviços para que ela esteja balanceada dando condição
para que o setor desenvolva as ações para esse objetivo.
Figura 8 - Identificação e avaliação dos riscos do objetivo 2
Causas
Ação
- Perda do conhecimento (evasão de
analistas com conhecimento da
infraestrutura em uso)
--A6->
Riscos
Impactos
R5 - Dificuldades e
limitações técnicas
- Comprometimento da oferta de
dados e indicadores confiáveis para
transparência e decisões.
Probabilidade: 4
Impacto: 3
Nível de Risco: 12
(muito alto)
- Indisponibilidade de capacitação
especializada no assunto
- Ausência de recursos para
aquisição de ferramentas ou
serviços de apoio
------>
- Limitação na implementação de
práticas que permitam a oferta de
informações para transparência e
decisões
- Restrição na adoção de soluções
que aprimorem a governança de
dados
Respostas ao risco:
▪
A6. Contratar profissionais para essa área de dados;
▪
A7. Promover capacitação da equipe.
Figura 9 - Identificação e avaliação dos riscos do objetivo 2
Causas
- Setores responsáveis pelos dados
não sabem definir quais as
informações necessárias sobre os
dados
Ação
Riscos
Impactos
R6 - Dificuldade em
articular o
entendimento de regras
de negócio relativos
- Inconsistência das informações
disponibilizadas, comprometendo a
utilidade dos dados
- Setores responsáveis pelos dados
não possuem conhecimento sobre o
LGPD
- Dificuldade de contato com os
setores responsáveis ou tempo de
resposta das informações
necessárias
aos conjuntos de dados
com os setores
responsáveis
A8
------>
Probabilidade: 4
Impacto: 3
Nível de Risco: 12
(muito alto)
- Descumprimento da LGPD,
limitando a disponibilização de
dados e comprometendo a
transparência e a tomada de decisão
------>
- Atrasos na obtenção e
consolidação dos dados,
prejudicando a oferta de
indicadores para transparência e
tomada de decisão
Resposta ao risco:
▪
A8. Realizar reuniões, capacitações e mobilizações com os setores sobre a utilização de
dados para transparência e tomada de decisão.
Objetivo 3: Ampliar a oferta de soluções de TIC para melhoria do ensino,
pesquisa, extensão e gestão institucional
Figura 10 - Identificação e avaliação dos riscos do objetivo 3
Causas
Ação
- Algumas unidades não querem
perder o controle do gerenciamento
de suas máquinas
A4
------>
Riscos
Impactos
R3 - Algumas unidades
não querem perder o
controle do
gerenciamento de suas
máquinas
- Limitar a padronização e
eficiência na gestão das máquinas,
prejudicando a melhoria das
soluções de TIC para ensino,
pesquisa, extensão e gestão
institucional
------>
Probabilidade: 4
Impacto: 4
Nível de Risco: 16
(muito alto)
Resposta ao risco:
▪
A4. Sensibilizar os diretores de unidades da necessidade do gerenciamento em rede
pelo NTI.
Figura 11 - Identificação e avaliação dos riscos do objetivo 3
Causas
- Modelo de gerenciamento das
máquinas, através do agente GLPI,
não nos permite identificar se o
software é legalizado na máquina
Ação
A9
------>
Riscos
Impactos
R7 - Limitação dos
recursos de
identificação de
softwares legalizados
- Comprometimento da
conformidade legal e a qualidade
das soluções de TIC para ensino,
pesquisa, extensão e gestão
institucional
------>
Probabilidade: 4
Impacto: 3
Nível de Risco: 12
(muito alto)
Resposta ao risco:
▪
A9. Aquisição de software para auxiliar no rastreamento das informações.
Objetivo 4: Ampliar a conectividade e a qualidade de acesso à internet
Figura 12 - Identificação e avaliação dos riscos do objetivo 4
Causas
Ação
- Indisponibilidade de recursos
financeiros
A10
----->
Riscos
Impactos
R8 - Indisponibilidade de
equipamentos e serviços de
rede lógica
- Não ampliação e melhoria da rede,
internet e Wifi
Probabilidade: 4
Impacto: 3
Nível de Risco: 12
(muito alto)
----->
- Interferir negativamente na
ampliação
Resposta ao risco:
▪
A10. Articulação para garantir recursos para aquisição de equipamentos.
Figura 13 - Identificação e avaliação dos riscos do objetivo 4
Causas
Ação
- Instabilidade de energia elétrica
A11
----->
Riscos
Impactos
R9 - Desligamento e/ou
queima de equipamentos
- Diminuir a taxa de disponibilidade
de internet
Probabilidade: 4
Impacto: 3
Nível de Risco: 12
(muito alto)
----->
Respostas ao risco:
▪
A11. Aquisição de energia própria da UFAL.
Objetivo 5: Melhorar a qualidade dos serviços e das soluções de TIC
Figura 14 - Identificação e avaliação dos riscos do objetivo 5
Causas
Riscos
- Falta de pessoal
- Alta demanda por serviços
Respostas ao risco:
Impactos
R2 - Interrupção recorrente
das ações
A2,A3
----->
Probabilidade: 4
Impacto: 4
Nível de Risco: 16
(muito alto)
- Não realização das ações nos
prazos planejados
----->
▪
A2. Mapear os sistemas que serão acionados como necessários para as otimizações e
planejar integrações;
▪
A3. Controlar a demanda de serviços para que ela esteja balanceada dando condição
para que o setor desenvolva as ações para esse objetivo.
▪
Figura 15 - Identificação e avaliação dos riscos do objetivo 5
Causas
Ação
Riscos
- Ausência de recursos
R4 - Indisponibilidade de
ferramentas para
implantação de
controles de segurança
A5
----->
Impactos
- Incidentes de segurança da
informação não gerenciados
adequadamente
----->
Probabilidade: 4
Impacto: 3
Nível de Risco: 12
(muito alto)
Respostas ao risco:
▪
A5. Solicitar recursos com antecedência visando a manutenção ou aquisição de
ferramentas de controles;
Figura 16 - Identificação e avaliação dos riscos do objetivo 5
Causas
Ação
- Modelo de gerenciamento das
máquinas, através do agente
GLPI, não nos permite
identificar se o software é
legalizado na máquina
A9
------>
Riscos
R7 - Limitação dos
recursos de
identificação de
softwares
legalizados
Impactos
- Comprometimento da
conformidade legal e a
qualidade das soluções de TIC
para ensino, pesquisa, extensão
e gestão institucional
------>
Probabilidade: 4
Impacto: 3
Nível de Risco: 12
(muito alto)
Respostas ao risco:
▪
A9. Aquisição de software para auxiliar no rastreamento das informações ;
Objetivo 6: Melhorar a governança, a gestão e a segurança em TI
Figura 17 - Identificação e avaliação dos riscos do objetivo 6
Causas
- Ausência de gratificação
específica para o exercício da
função
Ação
A1
----->
Riscos
R1 - Indefinição do gestor
de segurança da
informação
Probabilidade: 4
Impactos
----->
- Incidentes de segurança da
informação não gerenciados
adequadamente
Impacto: 4
Nível de Risco: 16
(muito alto)
Resposta ao risco:
▪
A1. Outro servidor acumular essa função enquanto não tem uma definição.
Figura 18 - Identificação e avaliação dos riscos do objetivo 6
Causas
Riscos
- Falta de pessoal
Impactos
R2 - Interrupção recorrente
das ações
- Não realização das ações nos
prazos planejados
- Alta demanda por serviços
----->
Probabilidade: 4
Impacto: 4
Nível de Risco: 16
(muito alto)
----->
Respostas ao risco:
▪
A2. Mapear os sistemas que serão acionados como necessários para as otimizações e
planejar integrações;
▪
A3. Controlar a demanda de serviços para que ela esteja balanceada dando condição
para que o setor desenvolva as ações para esse objetivo.
Figura 19 - Identificação e avaliação dos riscos do objetivo 6
Causas
Ação
- Ausência de recursos
A5
----->
Riscos
Impactos
R4 - Indisponibilidade de
ferramentas para
implantação de controles
de segurança
- Incidentes de segurança da
informação não gerenciados
adequadamente
----->
Probabilidade: 4
Impacto: 3
Nível de Risco: 12
(muito alto)
Resposta ao risco:
▪
A5. Solicitar recursos com antecedência visando a manutenção ou aquisição de
ferramentas de controles.
Objetivo 7: Evoluir a infraestrutura computacional
Figura 20 - Identificação e avaliação dos riscos do objetivo 7
Causas
Ação
- Indisponibilidade de recursos
financeiros
Riscos
Impactos
R8 - Indisponibilidade de
equipamentos e serviços de
rede lógica
A10
----->
Probabilidade: 4
Impacto: 3
Nível de Risco: 12
(muito alto)
- Interferir negativamente na
ampliação da estrutura
computacional
----->
Resposta ao risco:
▪
A10. Articulação para garantir recursos para aquisição de equipamentos.
Figura 21 - Identificação e avaliação dos riscos do objetivo 7
Causas
Ação
- Instabilidade de energia elétrica
A11
----->
Riscos
Impactos
R9 - Desligamento e/ou
queima de equipamentos
- Diminuir a taxa de disponibilidade
de internet
Probabilidade: 4
Impacto: 3
Nível de Risco: 12
(muito alto)
----->
Resposta ao risco:
▪
A11. Aquisição de energia própria da UFAL.
Figura 22 - Identificação e avaliação dos riscos do objetivo 7
Causas
Riscos
- Indisponibilidade de recursos
financeiros
Impactos
R11 - Indisponibilidade de
serviços para manutenção
da infraestrutura
----->
Probabilidade: 3
Impacto: 3
Nível de Risco: 9
(moderado)
- Interferir negativamente na
ampliação da estrutura
computacional
----->
Figura 23 - Identificação e avaliação dos riscos do objetivo 7
Causas
Riscos
- Indisponibilidade de recursos
financeiros
Impactos
R13 - Descontinuidade do
contrato de serviços para
manutenção da sala cofre
----->
Probabilidade: 2
Impacto: 4
Nível de Risco: 8
(moderado)
- Deixar a sala cofre sem
manutenção e mais vulnerável
----->
Objetivo 8: Manter equipe qualificada, apta a atender a demanda e capaz de inovar
Causas
Ação
- Alta demanda por serviços
- Falta de motivação da equipe
para realizar o registro
A2,A3
----->
Riscos
Impactos
R2 - Interrupção recorrente
das ações
- Processos de registros de solução
no INPI incompletos ou não
realizados
Probabilidade: 4
Impacto: 4
Nível de Risco: 16
(muito alto)
----->
Respostas ao risco:
▪
A2. Mapear os sistemas que serão acionados como necessários para as otimizações e
planejar integrações;
▪
A3. Controlar a demanda de serviços para que ela esteja balanceada dando condição
para que o setor desenvolva as ações para esse objetivo.
15.2. Avaliação e Resposta aos Riscos
Tabela 26 - Matriz de riscos de TIC
Matriz de Impacto
Probabilidade
Impacto
1
2
3
4
5
1
0
0
0
0
0
2
0
0
0
R13
0
3
0
0
R10, R11, R12
0
4
0
0
R4, R5, R6, R7
R8, R9
R1, R2, R3
5
0
0
0
0
0
0
Abaixo segue o resumo da ocorrência das causas identificadas e as ações de mitigação
sugeridas como estratégia de resposta a elas.
ID
R1
R2
Identificação dos
Riscos
Indefinição do gestor de
segurança da
informação
Interrupção recorrente
das ações propostas
para equipe de TI
Tabela 27 - Estudo das causas
Classificação
do nível de
Causas
riscos
C1. Ausência de
Muito Alto
gratificação específica para
o exercício da função
C2. Falta de pessoal
Muito Alto
R3
Algumas unidades não
querem perder o
controle do
Muito Alto
C3. Alta demanda por
serviços
C4. Falta de motivação da
equipe para realizar o
registro
C5. Algumas unidades não
querem perder o controle do
gerenciamento de suas
Ação Proposta para Mitigação
A1. Outro servidor acumular essa função
enquanto não tem uma definição
A2. Mapear os sistemas que serão acionados
como necessários para as otimizações e
planejar integrações
A3. Controlar a demanda de serviços para
que ela esteja balanceada dando condição
para que o setor desenvolva as ações para
esse objetivo
A4. Sensibilizar os diretores de unidades da
necessidade do gerenciamento em rede pelo
NTI
R4
R5
gerenciamento de suas
máquinas
Indisponibilidade de
ferramentas para
implantação de
controles de segurança.
Dificuldades e
limitações técnicas
máquinas
R7
R8
R9
A5. Solicitar recursos com antecedência
visando a manutenção ou aquisição de
ferramentas de controles
C6. Ausência de recursos
A6. Contratar profissionais para essa área de
dados;
Alto
Alto
R6
C6. Ausência de recursos
C7. Perda do conhecimento
(evasão de analistas com
conhecimento da
infraestrutura em uso)
C8. Indisponibilidade de
capacitação especializada
no assunto
C9. Setores responsáveis
pelos dados não sabem
definir quais as informações
necessárias sobre os dados
Dificuldade em articular
o entendimento de
regras de negócio
relativos aos conjuntos
de dados com os setores
responsáveis (detentores
dos dados)
Alto
Limitação dos recursos
de identificação de
softwares legalizados.
Alto
Indisponibilidade de
equipamentos e serviços
de rede lógica.
Desligamento e/ou
queima de
equipamentos.
Alto
Alto
A7. Promover capacitação da equipe
A8. Realizar reuniões, capacitações e
mobilizações com os setores sobre a
utilização de dados para transparência e
tomada de decisão
C10. Setores responsáveis
pelos dados não possuem
conhecimento sobre o
LGPD
C11. Dificuldade de contato
com os setores responsáveis
ou tempo de resposta das
informações necessárias
C12. modelo de
gerenciamento das
máquinas, através do agente
GLPI, não nos permite
identificar se o software é
legalizado na máquina
C6. Ausência de recursos
C13. Instabilidade de
energia elétrica
A9. Aquisição de software para auxiliar no
rastreamento das informações
A10. Articulação para garantir recursos para
aquisição de equipamentos
A11. Aquisição de energia própria da Ufal
Abaixo a demonstração da matriz dos riscos residuais, que restarão após a execução
das ações de controle:
Tabela 28 - Matriz de riscos residuais
Matriz de Impacto
Impacto
1
2
3
4
5
1
0
0
0
0
0
2
0
R7
0
R13
0
3
0
0
R3, R4, R5, R6,
R8, R9, R10,
R11, R12
0
0
4
0
0
R1, R2
0
0
Probabilidade
5
0
0
0
0
0
16.
PROCESSO DE REVISÃO DO PDTIC
O PDTIC terá vigência de 2026 a 2029 e abrangerá todos os Campi e Unidades de
Ensino da UFAL. A revisão do PDTIC ocorrerá anualmente, de forma articulada com o ciclo
de planos do planejamento e com o Relatório de Gestão Institucional da UFAL.
O processo de revisão tem como propósito assegurar o acompanhamento sistemático da
execução das metas e ações previstas, bem como a atualização do Plano frente a mudanças
organizacionais, tecnológicas ou normativas. Esse processo será conduzido pela área de TIC,
sob a coordenação do CGDSI, e contará com a participação da Comissão de Revisão designada
para esse fim.
O acompanhamento será realizado pelo CGDSI e pela Comissão de Revisão, garantindo
que cada ciclo resulte em um PDTIC atualizado e alinhado às necessidades institucionais.
Anualmente, a área de TIC elaborará relatório consolidado de monitoramento dos indicadores
de desempenho e das metas estabelecidas neste PDTIC, a ser encaminhado à PROGINST como
insumo para o Relatório de Gestão da UFAL.
Esse relatório apresentará o grau de alcance de cada meta, as causas de eventuais
desvios, as ações corretivas adotadas e as estratégias planejadas para o período subsequente. A
partir da análise desses resultados, o CGDSI deliberará sobre eventuais ajustes no PDTIC, que
poderão envolver a redefinição de metas, a inclusão de novas ações, a reavaliação de
prioridades ou a adequação de indicadores. As alterações aprovadas serão formalizadas em
versão revisada do PDTIC, de modo a garantir sua aderência contínua à estratégia institucional
e ao contexto tecnológico vigente.
17.
FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO
Os Fatores Críticos de Sucesso (FCS) são aspectos limitantes ou determinantes de um
processo, cuja presença ou ausência impacta diretamente o êxito da execução de um plano
estratégico. Considerando o planejamento que consta neste PDTIC, o contexto organizacional
e as lições aprendidas, destacamos os seguintes fatores:
FC1. Apoio da gestão superior
Este apoio deve proporcionar legitimidade, atuar na priorização das ações e viabilizar
os investimentos com a alocação dos recursos necessários. A gestão superior também deve
prover suporte a introdução de inovações e à melhoria contínua, promovendo a superação de
resistências culturais e operacionais para fortalecer a atuação da área de TIC.
FC2. Engajamento da equipe
Em um cenário desafiador, com escassez de recursos de pessoal e orçamentário, a
decisão das pessoas em contribuir e a capacidade de trabalharem de forma colaborativa em prol
dos mesmos objetivos é capaz de fazer diferença na superação de todas as dificuldades técnicas
e culturais que são intrínsecas à jornada da área de TIC, principalmente quando se deseja
alcançar outro patamar de evolução tecnológica.
FC3. Disponibilidade orçamentária
O ambiente tecnológico requer investimentos permanentes para manutenção e
segurança das operações, assim como avanços para sustentar o desenvolvimento institucional.
A ausência deste fator crítico, além de atuar como obstáculo, também, afeta outros aspectos
que influenciam o desempenho da área, como motivação, o engajamento, a qualidade do
trabalho e a perspectiva de qualidade dos serviços ofertados pela área de TIC para os usuários.
FC4. Evolução da governança institucional
A governança pode auxiliar na melhoria da gestão de uma forma geral, promovendo
integração, definição clara de responsabilidades e a melhoria da comunicação institucional. E
neste ambiente, a atuação da área de TIC torna-se mais assertiva e objetiva, minimizando
retrabalho e dispêndio de energia em ações secundárias ou de menor prioridade.
FC5. Gestão do conhecimento e memória institucional
A dinâmica institucional, especialmente pela mobilidade e evasão de servidores nos
diversos setores da UFAL, implica dificuldades para acessar o conhecimento tácito sobre o
negócio. Nos setores em que há uma preocupação em registrar o conhecimento, por meio da
definição de procedimentos, normativos ou regras de funcionamento dos serviços que o setor
provê, a atuação da área de TIC é mais fluída e com resultados mais efetivos.
18.
CONCLUSÃO
O PDTIC (2026-2029) da UFAL constitui o principal instrumento de planejamento,
gestão e governança de TIC, orientando as ações e investimentos necessários para garantir o
alinhamento entre a tecnologia e os objetivos institucionais de ensino, pesquisa, extensão e
administração.
O plano estrutura-se a partir de metodologias consolidadas que permitiram alinhar as
necessidades tecnológicas à geração de valor público, reforçando a importância da TIC como
elemento estratégico para a transformação digital e o aprimoramento da gestão universitária.
A elaboração deste plano consta documentada e acessível por meio de consulta ao
processo 23065.012567/2025-362, que contém atas e produtos de trabalho intermediários que
foram produzidos, com destaque ao Plano de Trabalho, Diagnóstico e o Levantamento de
Necessidades.
A análise diagnóstica e a matriz SWOT revelaram um cenário marcado por forças
internas, como a qualificação técnica e o comprometimento da equipe, mas também por
fragilidades estruturais, como o déficit de pessoal, a insuficiência orçamentária, a limitação da
infraestrutura e a baixa governança. As oportunidades concentram-se na ampliação da
capacitação, nas parcerias institucionais, na adoção de tecnologias emergentes e na busca de
recursos externos. As ameaças, por sua vez, envolvem restrições orçamentárias, evasão de
profissionais e riscos à segurança da informação.
A partir desse diagnóstico, foram definidos oito objetivos estratégicos, que se
desdobram em metas mensuráveis e em ações, que serão materializadas por meio da execução
de projetos. A relação entre os objetivos estratégicos demonstra um entendimento de que a
valorização das pessoas e o fortalecimento da infraestrutura computacional sustentam a
eficiência institucional e a entrega de valor à comunidade acadêmica.
Desse modo, o PDTIC depende diretamente da cooperação entre a alta gestão, áreas de
negócio e a área de TIC, da disponibilidade orçamentária e da adoção de práticas consolidadas
de governança e segurança da informação.
2 https://sipac.sig.ufal.br/public/jsp/processos/processo_detalhado.jsf?id=414966
Por fim, ressalta-se a importância do monitoramento contínuo das metas e da revisão
periódica do plano, para garantir sua aderência ao contexto institucional e evoluções
tecnológicas.
Apêndice A – Inventário de necessidades
Tabela 1 - Inventário de necessidades
ID
Necessidade
1
Integração e customização do SIGAA para gerenciar bolsas e voluntários PIBIC/PIBITI
2
Adequação do SIGAA para cadastro e emissão de certificados de voluntários
3
Suporte para plataformas de ensino remoto, gravação e disponibilização de conteúdos
4
Desenvolvimento de trilhas de capacitação online, sistemas de EAD internos ou uso de plataformas como Moodle
5
Implica em demandas de apoio técnico especializado em sistemas de inovação e propriedade intelectual
6
Necessidade de sistemas de submissão, edição e publicação de trabalhos científicos
7
Apoio a ferramentas de análise de produção científica e visualização de dados bibliométricos
8
Integração sistêmica entre sistemas institucionais e a Plataforma Carolina Bori (MEC)
9
10
Gerenciamento de acessos, controle de segurança da informação e suporte técnico para o uso dos sistemas Clarivate
InCites e Sistema Financiar
Desenvolvimento ou adoção de sistema/módulos para acompanhamento de execução, prestação de contas e geração de
relatórios de projetos de pesquisa
11
Suporte multilíngue em CMS institucional, com sistema de tradução integrado
12
Atualização e manutenção da infraestrutura de servidores e suporte técnico especializado para o SEER/OJS
13
14
15
16
17
Desenvolvimento ou ampliação de portal institucional, com funcionalidades de navegação estruturada, busca e
integração de dados
Infraestrutura de TIC para coworkings: redes de dados (cabeamento, wi-fi), segurança da informação, controle de
acesso e suporte a ambientes de trabalho remoto
Demanda por políticas de controle de acesso, segurança da informação e gestão de contratos com fornecedores
externos
Regulamentação da Plataforma para desenvolvimento ou aquisição de sistema para agendamento, controle e relatórios
sobre uso de equipamentos
Sistema de Business Intelligence (BI) integrado ao SIGAA para dashboards de: Taxas de evasão, retenção e
desempenho por curso. Alertas automáticos para CPA e coordenações sobre indicadores críticos
18
Ferramenta de análise preditiva (ex.: Python/R + Power BI) para identificar estudantes em risco
19
Módulo de avaliação docente digital (com relatórios automatizados)
20
21
22
23
24
25
26
Plataforma acessível (WCAG 2.1) para: AVA (Moodle com leitores de tela como NVDA). Sites institucionais com
tradução para Libras (Hand Talk ou VLibras)
Aquisição de tecnologias assistivas: Softwares de voz para texto (Dragon NaturallySpeaking). Impressoras braille e
scanners acessíveis
Sistema de gestão do Atendimento Educacional Especializado (NAC) para agendamento de atendimentos e
monitoramento de demandas
Infraestrutura escalável: Servidores de alta disponibilidade para streaming de aulas. Ferramentas de proctoring
(ProctorU ou Safe Exam Browser)
Capacitação digital: Cursos em microlearning (via Moodle) sobre ferramentas EaD. Laboratório virtual de didática
para simulação de aulas
Plataforma de mobilidade acadêmica: Integração com sistemas de universidades parceiras (ex.: Erasmus+). Módulo no
SIGAA para validação automática de créditos
Sistema de gestão para estudantes estrangeiros: Portal multilíngue (inglês/espanhol) com informações sobre vistos,
moradia, etc. Chatbot para tirar dúvidas (ex.: Dialogflow)
27
Wi-Fi 6 em todos os campi (com priorização para acervos digitais e AVAs)
28
Sistema de inventário digital: Banco de dados georreferenciado (QGIS ou ArcGIS) para mapear salas/laboratórios.
Integração com SIPAC para gestão de manutenções
29
Salas inteligentes: Projetores interativos (como Smart Boards). Sistemas de videoconferência para aulas híbridas
30
Portal de transparência: Dados abertos em formatos reutilizáveis (CSV, JSON). Módulo de prestação de contas do
PNAES em tempo real
31
Integração de sistemas: SIGAA + SIPAC + SID (gestão de estágios) para evitar retrabalho
32
Ferramenta de gestão de riscos (ex.: GRC da SAP)
33
34
35
Módulo avançado de extensão no SIGAA com: Cadastro de projetos vinculados a grupos do CNPq, Relatórios
automáticos de impacto social, Integração com sistemas do CNPq e CAPES
Sistema de digitalização de projetos/relatórios com: Armazenamento em nuvem (ex: AWS Educate), Metadados para
busca por temática/público-alvo
Soluções de inclusão digital: Plataforma acessível (WCAG 2.1) com recursos para: Tradução em Libras (VLibras).
Leitores de tela para deficientes visuais
36
37
38
39
40
41
42
Ferramentas para extensão remota: Kits de conexão móvel (roteadores 4G) para equipes em campo, Aplicativo offline
para coleta de dados em áreas sem internet
Portal unificado de extensão com: Banco de dados de ações searchable, Integração com redes sociais (postagem
automática de resultados)
Estúdio de mídias para extensão: Equipamento para produção de: Podcasts (ex: entrevistas com comunidades
atendidas) , Vídeos curtos (formato TikTok/Reels)
Painel de BI para extensão com: Mapa interativo de cobertura municipal, Gráficos de metas vs. realização (ex: 322
ações vinculadas a grupos CNPq), Exportação para relatórios do Consuni
Sistema de avaliação de impacto: Formulários eletrônicos para comunidades atendidas, Análise de sentimentos em
redes sociais (Python + NLTK)
Solução de colaboração: Licenças de Microsoft Teams/GSuite para: Voluntários externos Parcerias com escolas
públicas
Infraestrutura para eventos: Plataforma híbrida (presencial+virtual) com: Inscrições integradas ao SIGAA,
Certificados automáticos
43
Readequação da rede de internet no IM/Novo
44
Instalação de ramais telefônicos nos gabinetes dos docentes
45
46
47
48
49
50
51
52
53
54
55
56
Disponibilizar salas para docentes, salas para alunos (compartilhadas) e salas de seminários e defesas com recursos
multimídia, e condições de acessibilidade, segurança, conforto e cobertura de rede sem fio
Obter recursos computacionais como computadores, programas matemáticos, entre outros, para os docentes e
discentes da pós-graduação acadêmica
Manutenção e atualização de equipamentos de informática para docentes, técnicos administrativos e laboratórios de
ensino e pesquisa
Suporte para a infraestrutura de rede, incluindo a expansão e melhoria da conectividade (com e sem fio) para atender
às demandas de ensino, pesquisa e extensão
Necessidade de softwares especializados para as atividades de pesquisa, incluindo análise de dados, simulação e
modelagem, e ferramentas de colaboração
Demanda por suporte técnico especializado para a operação e manutenção de equipamentos de laboratório que
dependem de TI (ex: microscópios eletrônicos, equipamentos de espectroscopia)
Necessidade de treinamento e capacitação para docentes e técnicos no uso de novas tecnologias e softwares
Suporte e desenvolvimento de plataformas para a gestão de dados de pesquisa, incluindo armazenamento, organização
e compartilhamento de dados
Apoio no desenvolvimento e manutenção de plataformas para eventos de extensão, como o Expofísica, e para a
divulgação de atividades do IF
Suporte para a implementação de ferramentas de ensino online e híbrido, incluindo plataformas de videoconferência e
ambientes virtuais de aprendizagem
Necessidades de TI para o Laboratório de Microtecnologia Aplicada (LMA), que envolvem desde o suporte a
equipamentos de controle de precisão até a gestão de dados de experimentos e simulações
Suporte para a infraestrutura de TI necessária para a operação de equipamentos de grande porte, como o Microscópio
Eletrônico de Transmissão (MET) e outros equipamentos do Grupo de Nano-Fotônica e Imagens
57
Dotar salas das coordenações de cursos de graduação com mobiliário básico, incluindo computadores e impressoras
58
Equipar salas de aula
59
Criação de espaços de convivência para estudantes com acesso à rede Wi-Fi
60
Resolver problemas de internet e ar-condicionado nas salas de aula, laboratórios, sala de informática e sala de
videoconferência
61
Ofertar computadores fixos nas salas de aula
62
Criar uma sala de videoconferência e reformar o ambiente de apoio ao estudante
63
Apoio no desenvolvimento e manutenção de plataformas para eventos e atividades acadêmicas
64
Desenvolvimento de um sistema de controle do patrimônio do ICF através de software de gestão de dados
65
Necessidade de computadores para as atividades administrativas e acadêmicas
66
Apoio no desenvolvimento e manutenção de plataformas para gestão de dados e informações acadêmicas
67
Computadores e material bibliográfico para aumentar a produção bibliográfica do corpo docente e discente
68
Modernização de salas e ambulatórios com foco em conectividade
69
Reestruturação de ambulatórios com acessibilidade
70
Divulgação de informações e editais em plataformas digitais (Sigaa)
71
Aprimorar a infraestrutura de TI para atender às necessidades dos cursos e programas
72
Suporte técnico para a utilização de ferramentas e plataformas digitais para ensino, pesquisa e extensão
73
Desenvolvimento e manutenção de sistemas de informação para gestão acadêmica e administrativa
74
Disponibilizar recursos de TI para inovação pedagógica e metodologias ativas de aprendizagem
75
Reestruturar as salas com conectividade
76
Equipar as 7 salas de tutoria com 1 lousa eletrônica para cada sala, 1 computador
77
Aquisição de equipamentos para melhorar a infraestrutura da coordenação de extensão (um notebook e um aparelho de
data show para uso da coordenação/projetos; dois glicosímetros portáteis e uma impressora a laser)
78
Disponibilidade de técnicos para criar e alimentar a página web
79
Solicitação de equipamentos e material permanente para montar o Estúdio de Gravação do prédio de Libras
80
81
Necessidade de levantar a lista de softwares para atender às disciplinas após a modernização dos currículos (projetos
elétricos, hidrossanitário, arquitetônico BIM)
Integração de tecnologias educacionais: Levantar quais tecnologias educacionais poderiam ser incorporadas nas
disciplinas
82
Melhoria da segurança no Campus: O plano inclui a implantação de centrais de videomonitoramento
83
Apoio aos estudantes ao uso de tecnologias: O plano prevê a criação de um Centro de Inclusão Digital (CID)
84
85
86
87
88
89
90
Agilidade no Atendimento: Demandas apontam demora na resolução de problemas e necessidade de maior celeridade,
especialmente em questões prioritárias
Comunicação e Divulgação: Falta de clareza sobre o papel do NTI, canais de contato pouco acessíveis e ausência de
tutoriais ou manuais explicativos
Interface e Usabilidade: Sistema SIGAA descrito como confuso e ultrapassado, especialmente em dispositivos móveis.
Recomendações para torná-lo mais intuitivo
Capacitação e Atendimento Humanizado: Solicitações por maior preparo e cordialidade da equipe, além de
sensibilidade em tratar demandas específicas
Falta de Recursos e Estrutura: Escassez de pessoal técnico, dificuldades no atendimento de unidades do interior,
ausência de equipamentos adequados
Política e Priorização de Demandas: Necessidade de priorizar demandas críticas, como folha de pagamento e
problemas estruturais nos prédios
Suporte Técnico e Equipamentos: Demandas por manutenção de computadores, impressoras e outros equipamentos
sem recursos para atendimento eficaz
91
Lentidão e Falhas de Desempenho: Sistema lento, frequentemente fora do ar, especialmente em momentos de pico
92
Excesso de Burocracia e Lentidão em Processos Administrativos: Processos como bolsas e documentos demoram
demais e são difíceis de completar
93
Interface Complexa e Confusa: A interface é difícil de navegar, opções e menus são confusos, dificultando o acesso
94
95
Acessibilidade e Usabilidade em Dispositivos Móveis: A versão mobile do sistema é ruim, dificultando o acesso em
dispositivos móveis
Funcionalidades Insuficientes em Módulos Acadêmicos: Funcionalidades limitadas para avaliação de alunos e gestão
de atividades acadêmicas
96
Instabilidade e quedas de internet: Conexões instáveis e quedas frequentes de internet, impossibilitando atividades
97
Velocidade da internet: Velocidade lenta e insatisfatória para atividades acadêmicas e profissionais
98
Cobertura da rede de Wi-Fi: Sinal fraco ou inexistente em várias áreas do campus, com pontos cegos
99
Infraestrutura e equipamentos: Equipamentos antigos, falta de manutenção e infraestrutura precária
100
Apoio e informações claras: Falta de informações claras sobre o funcionamento da rede e dificuldades para acesso
101
102
103
104
105
106
107
108
109
Quadro de Profissionais: Refere-se à escassez de funcionários especializados e técnicos no setor, dificultando o
atendimento e a resolução eficiente das demandas
Comunicação e Relacionamento: Relaciona-se com a necessidade de melhorar a comunicação entre o NTI e os
usuários, garantindo clareza, acessibilidade e respostas rápidas
Modernização de Sistemas: Envolve a atualização e modernização dos sistemas utilizados pela universidade, buscando
torná-los mais funcionais, rápidos e intuitivos
Capacitação e Formação: Refere-se à necessidade de aprimorar a formação e capacitação dos servidores, bolsistas e
técnicos para garantir um atendimento qualificado
Manutenção e Equipamentos: Refere-se à necessidade de manutenção e atualização de equipamentos de TI, incluindo
hardware e periféricos, para garantir um bom funcionamento das unidades
Monitoramento e Transparência: Envolve a criação de mecanismos para monitorar e informar os usuários sobre o
status dos serviços de TI, garantindo transparência e comunicação ativa
Estruturar todas as salas de aula do campus com mobiliário e equipamentos eletrônicos e de informática
Ampliar o acesso e a qualidade da internet na Unidade Palmeira dos Índios, incluindo a reativação do laboratório de
informática e melhoria da velocidade da internet nos computadores e Wi-Fi
Ampliação e melhoria da rede Wi-Fi nas dependências da FDA, visando oferecer um acesso à internet de alta
velocidade e estável para alunos, professores e funcionários
110
Aquisição de novos computadores para o laboratório e sala de professores
111
Ampliação da infraestrutura com a construção de um anexo ao novo bloco do IC
112
Aumento do parque computacional dos laboratórios de computação
113
Troca de equipamentos
114
Obter recursos computacionais como computadores e programas matemáticos para docentes e discentes
115
Modernização do parque tecnológico da FDA, incluindo a aquisição de novos equipamentos de informática e a
atualização dos softwares utilizados
116
Recursos de multimídia como parte de infraestrutura e suporte para tais tecnologias
117
Desenvolvimento de um sistema de controle do patrimônio do ICF através de software de gestão de dados
118
Apoio no desenvolvimento e manutenção de plataformas para eventos e atividades acadêmicas e de extensão
119
Necessidade de softwares especializados para atividades de pesquisa, análise de dados, simulação, modelagem e
colaboração
120
Implementação da política de Relatórios Técnicos on-line com corpo editorial
121
Ativar um repositório de TCC´S e Dissertações on-line
122
Desenvolvimento de um sistema de controle do patrimônio do ICF através de software de gestão de dados
123
Falta de um sistema informatizado para acompanhamento de egressos
124
125
126
127
128
Desenvolvimento ou aquisição de sistemas de informação para otimizar a gestão acadêmica, administrativa e
financeira da FDA
Disponibilização de recursos de TI para apoiar o ensino remoto, a produção de materiais didáticos digitais e o
desenvolvimento de pesquisas acadêmicas
Ambientes Interativos de Aprendizagem baseados na Web e Educação On-line
Disponibilidade de recursos tecnológicos digitais de informação e comunicação para melhoria dos processos de
ensino-aprendizagem, de pesquisa, de extensão e de gestão
Necessidade de manutenção no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA) e ao Sistema
Integrado de Gestão e Recursos Humanos (SIGRH), para eles
129
Disponibilizar recursos de TI para inovação pedagógica e metodologias ativas de aprendizagem
130
Melhoria da segurança no Campus com a implantação de centrais de vídeo monitoramento
131
132
Implementação de medidas de segurança da informação para proteger os dados e sistemas da FDA contra ameaças
cibernéticas
Promoção de ações de capacitação em TI para alunos, professores e funcionários, com o objetivo de aprimorar suas
habilidades no uso de ferramentas e tecnologias digitais
133
Estudar ferramentas para trabalhar com planilhas eletrônicas e relatórios do sistema acadêmico
134
Garantia de que os recursos de TI da FDA sejam acessíveis a pessoas com deficiência, em conformidade com as
diretrizes de acessibilidade digital
135
Atualização e implementação de manutenção permanente do portal do IC na Web e de suas redes sociais
136
Conexão com internet em alguns pontos do prédio da FOUFAL
137
Apoio da gestão UFAL, seja por uso da assinatura de algum software ou pelo desenvolvimento de um software próprio
138
139
140
141
142
143
Promoção da Modernização do Cursos de Engenharia: Gerar relatórios de demandas de equipamentos e infraestrutura
para os laboratórios para adequação as normas atuais e aos novos softwares
Computadores do setor sejam providos com pacote Office trazendo uma maior agilidade e qualidade nos serviços
prestados
Contratação de um profissional técnico dedicado ao Laboratório de Informática, com a finalidade de prestar suporte
técnico contínuo, auxiliar na organização e operação do ambiente, e apoiar a utilização dos recursos computacionais,
contribuindo para o pleno funcionamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão
Atualização do parque computacional, com substituição de equipamentos obsoletos por máquinas mais adequadas às
atividades de ensino, pesquisa e extensão
Aquisição de licenças de softwares especializados, como MATLAB, Mathematica e Maple, viabilizando a sua
utilização em disciplinas, bem como em projetos desenvolvidos no laboratório
Melhoria da infraestrutura elétrica e da climatização, visando garantir o funcionamento adequado e seguro dos
equipamentos
144
Estabilização da cobertura de rede sem fio dentro do laboratório
145
Reparo de infiltrações no ambiente, que podem comprometer a integridade dos equipamentos e o conforto dos
usuários
146
Conserto da porta de acesso ao laboratório, que apresenta danos e enfraquecimento da estrutura
147
148
149
150
Equipar as 12 salas de aula dos 3 blocos com 1 lousa eletrônica e 1 computador para cada sala* (além das salas de
tutoria já identificadas pela equipe de elaboração do PDTIC)
Ampliação da sala de informática em tamanho e número de computadores* (sala com capacidade para 20
computadores, e aquisição de 10 computadores para somar aos já existentes)
Instalação de controle informatizado de acesso às salas, via perfil de usuários cadastrados com acesso por cartão
magnético, para docentes, discentes e técnicos
Implantação de sistema de perfil de usuários móveis para os computadores da Famed, permitindo que o usuário acesse
seus arquivos e programas a partir de qualquer computador da unidade
151
Instalação de sistema de monitoramento de câmeras, ao menos nas entradas/saídas dos prédios e áreas de maior
circulação
152
Aumentar a equipe de REDES e Suporte
153
Diversificar a qualificação dos servidores (1 servidor ser qualificado em mais de uma especialidade)
154
Tornar todos os sistemas integrados
155
Treinamento constante dos usuários internos para uso dos novos canais e para entender a Carta de Serviços
156
Oferecer treinamentos e capacitações contínuas para os gestores e equipes de TIC / Aprimorar a Gestão do Portfólio
de Projetos e Estabelecer critérios objetivos de priorização
157
Gratificações inadequadas para a função exercida
158
Migrar e integrar os sistemas legados, mais colaboração dos gestores diretos desses sistemas
159
Falta de pessoal qualificado para atuar nesse escopo
160
Definir trilhas no aprendizado, estabelecer metas e cobrar um feedback da equipe
161
Unificar os serviços e soluções
162
Ter uma equipe específica e especializada para atuar nesse escopo / Estruturar uma Política de Segurança da
Informação / Alinhar-se com Normas e Boas Práticas vigentes
163
Treinamentos específicos e presenciais
164
Definir processos; Reuniões periódicas para reavaliação dos fluxos e processos
165
Ver projetos de fomento via MEC/FNDE/RNP
166
Política de renovação constante do parque tecnológico
167
Gratificações para disponibilidade aos FDS e feriados
168
Firmar parcerias com outros órgãos de TI do governo, ex, Dataprev, SERPRO, Petrobras, BB
169
Ver projetos de fomento via MEC/FNDE/RNP
170
Melhor priorização e planejamento das demandas
171
Implantação de um SoC
172
Elevar o NTI a nível de superintendência
173
Desenvolvimento de Soluções Internas Customizadas
174
Fortalecimento da Infraestrutura de TI
175
Gestão de Segurança da Informação e Conformidade Legal
176
Expansão e Integração de Sistemas
177
Capacitação e Retenção de Talentos em TI
178
Governança e Transparência em TI
179
Inovação e Adoção de Tecnologias Emergentes
180
Burocracia administrativa: Processos de compras, contratos e implementação de novas soluções podem ser lentos
devido a exigências legais
181
Melhorar a publicidade das ações de TI que são realizadas no NTI
182
Aumentar parcerias com instituições de fomento. Instituições Públicas (nacionais): FINEP, CNPq, CAPES, BNDES,
Embrapii, FAPs estaduais
183
Apoiar aquisições de TIC: participar das aquisições de tic como integrante técnico do processo de aquisição
Apêndice B – Evolução dos Indicadores de TIC e projetos vinculados
A. Resumo dos resultados obtidos
▪
Quantitativo de Indicadores:21
▪
Indicadores atingidos ou superados:11
▪
Percentual de metas atingidas: 52,38%
Resumo dos resultados
▪
Desempenho acima da meta: 10 indicadores
▪
Metas atingidas exatamente: 1 indicador (I11)
▪
Desempenho abaixo da meta: 10 indicadores
Destaques positivos
▪
Crescimento expressivo no uso dos sistemas SIG (I10, I12)
▪
Avanços robustos na infraestrutura de processamento e armazenamento (I2, I3)
▪
Adoção de boas práticas em segurança da informação (I5)
▪
Aumento no número de indicadores interativos disponíveis (I13)
Pontos de atenção
▪
Avaliação da conectividade (I20) e da qualidade dos sistemas (I18) apresentaram queda
preocupante
▪
A taxa de disponibilidade da estrutura computacional e sistemas ficou abaixo do nível de
excelência (I1, I19)
▪
Atendimento e suporte do NTI (I17) e atuação institucional (I21) ficaram abaixo das metas
estabelecidas
B. Evolução dos indicadores
Indicador I1 – Taxa de disponibilidade da estrutura computacional
Gráfico 1 - disponibilidade computacional
Meta (Planejado): 99,90%
Realizado: 99,47%
Resultado: Leve abaixo da meta (-0,43%)
Projetos executados vinculados ao indicador
Tabela 1 - Projetos executados vinculados ao indicador
ID
#
Versão
Título
Situação
1
3841
2021
Análise de Viabilidade para Infraestrutura em Nuvem
Concluída
2
3703
2021
Contratação via DL de serviço de manutenção corretiva de climatização
da Sala Cofre da UFAL
Concluída
3
3680
2021
Implantar NAS de backup
Concluída
4
3508
2021
Substituição do Nobreak da Sala Cofre
Concluída
5
3291
2021
Projeto para Readequação da Infraestrutura Computacional da UFAL
Concluída
6
2762
2021
Diminuição da Vulnerabilidade em TIC
Concluída
7
1669
2021
Definir escopo preliminar do Sistema de Gestão de Segurança da
Informação (SGSI) na UFAL
Concluída
8
4643
2022
Manutenção da sala cofre 2022
Concluída
9
4605
2022
Receber e ativar ativos doados pelo TRE
Concluída
10
2954
2022
Contratação - Aquisição de Ativos para Atualização do Data Center
Concluída
11
1273
2022
Contratação do Serviço de Manutenção da Sala Cofre
Concluída
12
5621
2023
Renovação do Contrato Nº 06/2022 (SALA COFRE) - 1º TERMO
ADITIVO
Concluída
13
8451
2024
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2025
Concluída
14
7486
2024
Aquisição Discos para Storage - Adesão Pr. 20-2022 (UFMG)
Concluída
15
5763
2024
Aquisição de Ativos Núcleo de Rede
Concluída
16
9294
2025
Recuperação e habilitação do data center de backup da UFAL
Em andamento
17
8788
2025
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2026
Em andamento
18
8717
2025
Implantação do novo núcleo da rede
Em andamento
19
3475
2025
Estabelecer comitê técnico de segurança da informação
Em andamento
Em andamento
20
3175
2025
Contratação de serviços de links para acesso, dedicado e exclusivo à
internet, entre a UFAL e unidades
21
2869
2025
Prevenção de Incidentes de Segurança
Em andamento
22
2763
2025
Estratégia de resposta à incidentes
Em andamento
Análise: apesar de a taxa de disponibilidade não ter atingido a meta planejada, o desempenho de
99,47% ainda é considerado tecnicamente elevado, indicando que a infraestrutura apresentou poucas
interrupções. Pode-se investigar causas de indisponibilidade não planejada e reforçar ações preventivas.
Indicador I2 – Capacidade de processamento instalada (em GHz)
Gráfico 2 - Capacidade de processamento instalada
Referência (2019): 203,11 GHz
Planejado: 300 GHz
Realizado: 403,2 GHz
Resultado: +34% acima da meta
Tabela 2 - Projetos executados vinculados ao indicador
ID
#
Versão
Título
Situação
1
3841
2021
Concluída
2
3291
2021
3
2491
2021
4
4605
2022
5
2954
2022
6
5764
2023
7
8451
2024
8
9294
2025
9
8788
2025
Análise de Viabilidade para Infraestrutura em Nuvem
Projeto para Readequação da Infraestrutura Computacional
da UFAL
Aumento da capacidade de processamento e memória da
infraestrutura computacional
Receber e ativar ativos doados pelo TRE
Contratação - Aquisição de Ativos para Atualização do Data
Center
Aquisição de Ativos de Armazenamento/Processamento
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI
2025
Recuperação e habilitação do data center de backup da
UFAL
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI
2026
Concluída
Concluída
Concluída
Concluída
Concluída
Concluída
Em andamento
Em andamento
Análise: o desempenho superou amplamente a meta prevista, refletindo um investimento robusto
em atualização de servidores ou recursos de computação. Isso contribui diretamente para a melhoria de
performance em sistemas internos e serviços prestados à comunidade.
Indicador I3 – Capacidade de armazenamento disponível
Gráfico 3 - Capacidade de armazenamento disponível
Referência (2019): 16,30%
Planejado: 25%
Realizado: 82,57%
Resultado: +58% acima da meta
Tabela 3 - Projetos executados vinculados ao indicador
ID
#
Versão
Título
Situação
1
3841
2021
Análise de Viabilidade para Infraestrutura em Nuvem
Concluída
2
3687
2021
Desprovisionar SD antigo para liberar espaço no storage
Concluída
3
3686
2021
Configurar o bacula para usar o NAS
Concluída
4
3680
2021
Concluída
5
3291
2021
6
2491
2021
7
4605
2022
Implantar NAS de backup
Projeto para Readequação da Infraestrutura Computacional da
UFAL
Aumento da capacidade de processamento e memória da
infraestrutura computacional
Receber e ativar ativos doados pelo TRE
8
2954
2022
Contratação - Aquisição de Ativos para Atualização do Data Center
Concluída
9
5764
2023
Aquisição de Ativos de Armazenamento/Processamento
Concluída
10
8451
2024
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2025
Concluída
11
7486
2024
Aquisição Discos para Storage - Adesão Pr. 20-2022 (UFMG)
Concluída
12
8788
2025
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2026
Em andamento
13
5388
2025
UFAL Drive
Aguardando
Concluída
Concluída
Concluída
Análise: a capacidade de armazenamento disponível teve um salto expressivo, indicando um esforço
significativo em modernizar e expandir os recursos de infraestrutura digital. Este desempenho reforça a
capacidade da universidade em suportar dados institucionais e acadêmicos de forma segura e acessível.
Indicador I4 – Capacidade em estrutura e processos de segurança da informação
Gráfico 4 - Capacidade em estrutura e processos de segurança da informação
Referência: 3,74%
Planejado: 20%
Realizado: 58,00%
Resultado: +38% acima da meta
Tabela 4 - Projetos executados vinculados ao indicador
ID
#
Versão
Título
Situação
1
2230
2020
Revisão das atribuições do comitê de governança digital
Concluída
2
1314
2020
Revisão de grupos institucionais
Concluída
3
4016
2021
Planejar capacitação para área de TIC da UFAL
Concluída
4
3686
2021
Configurar o bacula para usar o NAS
Concluída
5
3685
2021
Instalar o NAS na sala cofre
Concluída
6
3680
2021
Implantar NAS de backup
Concluída
7
3488
2021
Avaliação do Nível de Governança em TIC - 2021 (TCU)
Concluída
8
3395
2021
Contratação DL - Substituição (remoção e instalação) de Nobreak
Concluída
9
2762
2021
Concluída
10
1669
2021
11
5079
2022
Diminuição da Vulnerabilidade em TIC
Definir escopo preliminar do Sistema de Gestão de Segurança da Informação
(SGSI) na UFAL
Autodiagnóstico de TIC da Secretaria de Governo Digital 2022
12
4788
2022
Auditoria TCU - Governança e Gestão na UFAL
Concluída
13
4643
2022
Manutenção da sala cofre 2022
Concluída
14
2482
2022
Aquisição de equipamentos para sala monitoramento de crises
Concluída
15
6723
2023
Autoavaliação diagnóstica do SISP de governança em TIC
Concluída
16
6507
2023
Plano de Capacitação 2024
Concluída
17
6002
2023
Autoavaliação de Segurança da Informação - CGU
Concluída
18
5666
2023
Auditoria RNP na RAAVE
Concluída
19
5621
2023
Renovação do Contrato Nº 06/2022 (SALA COFRE) - 1º TERMO ADITIVO
Concluída
20
5022
2023
Identificar déficit de políticas de TIC
Concluída
21
8451
2024
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2025
Concluída
22
8321
2024
UFalNet Extreme
Concluída
23
8306
2024
Desenvolvimento de material de conscientização aos usuários - Tema Boato
Concluída
24
8086
2024
Ferramenta para monitoramento com Alerta de Incidentes dos Sistemas
Concluída
Concluída
Concluída
25
6739
2024
Análise de viabilidade de implantação do GCPW na UFAL
Resolvida
26
4599
2024
Autenticação rede Wi-fi UFAL com Gov.br
27
9294
2025
Recuperação e habilitação do data center de backup da UFAL
28
9283
2025
Revitalização do Zabbix
29
9147
2025
Implantar ferramenta de gestão de secrets - Vault
Concluída
Em
andamento
Em
andamento
Em
andamento
30
9121
2025
31
9016
2025
Atualizar e avaliar a atualização do ambiente de homologação do Moodle da atual
4.1 (LTS) para a versão 4.5
Material Segurança da Informação - Tema Boatos
32
8871
2025
Monitoramento dos Sistemas
33
8848
2025
Sanitização do Controlador de Domínio
34
8846
2025
Bloqueio de aplicações através de GPOs
35
8788
2025
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2026
36
8717
2025
Implantação do novo núcleo da rede
37
8703
2025
Revitalização da Rede Lógica das Unidades 2025
38
8387
2025
Elaborar arcabouço normativo de TI para a UFAL
39
8094
2025
Plano de Capacitação 2025
40
5795
2025
Treinamento Huawei
41
5449
2025
Gestão do Controle de Acesso na UFAL
42
3847
2025
Política de Gestão de Projetos de TIC
43
3808
2025
VPN Institucional
44
3475
2025
Estabelecer comitê técnico de segurança da informação
45
2926
2025
Projetar e implementar ambiente do Titular Discente - LGPD
46
2869
2025
Prevenção de Incidentes de Segurança
47
2763
2025
Estratégia de resposta à incidentes
48
1946
2025
Implantação da LGPD na UFAL
Concluída
Concluída
Em
andamento
Em
andamento
Concluída
Em
andamento
Em
andamento
Em
andamento
Em
andamento
Em
andamento
Em
andamento
Em
andamento
Parada
Parada
Em
andamento
Parada
Em
andamento
Em
andamento
Em
andamento
Análise: a universidade superou com folga a meta proposta, evidenciando avanço importante na
maturidade em segurança da informação. Esse progresso reduz riscos cibernéticos e amplia a resiliência
institucional frente a incidentes.
Indicador I5 – Boas práticas de segurança da informação institucionalizadas
Gráfico 5 - Capacidade em estrutura e processos de segurança da informação
Referência: 4
Planejado: 7
Realizado: 14
Resultado: 100% acima da meta
Tabela 5 - Projetos executados vinculados ao indicador
ID
#
Versão
Título
Situação
1
2230
2020
Revisão das atribuições do comitê de governança digital
Concluída
2
1314
2020
Revisão de grupos institucionais
Concluída
3
4016
2021
Planejar capacitação para área de TIC da UFAL
Concluída
4
3686
2021
Configurar o bacula para usar o NAS
Concluída
5
3685
2021
Instalar o NAS na sala cofre
Concluída
6
3680
2021
Implantar NAS de backup
Concluída
7
3488
2021
Avaliação do Nível de Governança em TIC - 2021 (TCU)
Concluída
8
3395
2021
Contratação DL - Substituição (remoção e instalação) de Nobreak
Concluída
9
2762
2021
Concluída
10
1669
2021
11
5079
2022
Diminuição da Vulnerabilidade em TIC
Definir escopo preliminar do Sistema de Gestão de Segurança da Informação
(SGSI) na UFAL
Autodiagnóstico de TIC da Secretaria de Governo Digital 2022
12
4788
2022
Auditoria TCU - Governança e Gestão na UFAL
Concluída
13
4643
2022
Manutenção da sala cofre 2022
Concluída
14
2482
2022
Aquisição de equipamentos para sala monitoramento de crises
Concluída
15
6723
2023
Autoavaliação diagnóstica do SISP de governança em TIC
Concluída
16
6507
2023
Plano de Capacitação 2024
Concluída
17
6002
2023
Autoavaliação de Segurança da Informação - CGU
Concluída
18
5666
2023
Auditoria RNP na RAAVE
Concluída
19
5621
2023
Renovação do Contrato Nº 06/2022 (SALA COFRE) - 1º TERMO ADITIVO
Concluída
20
5022
2023
Identificar déficit de políticas de TIC
Concluída
21
8451
2024
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2025
Concluída
22
8321
2024
UFalNet Extreme
Concluída
23
8306
2024
Desenvolvimento de material de conscientização aos usuários - Tema Boato
Concluída
24
8086
2024
Ferramenta para monitoramento com Alerta de Incidentes dos Sistemas
Concluída
25
6739
2024
Análise de viabilidade de implantação do GCPW na UFAL
Resolvida
Concluída
Concluída
26
4599
2024
Autenticação rede Wi-fi UFAL com Gov.br
Concluída
27
9294
2025
Recuperação e habilitação do data center de backup da UFAL
Em andamento
28
9283
2025
Revitalização do Zabbix
Em andamento
29
9147
2025
Em andamento
30
9121
2025
31
9016
2025
Implantar ferramenta de gestão de secrets - Vault
Atualizar e avaliar a atualização do ambiente de homologação do Moodle da
atual 4.1 (LTS) para a versão 4.5
Material Segurança da Informação - Tema Boatos
32
8871
2025
Monitoramento dos Sistemas
Em andamento
33
8848
2025
Sanitização do Controlador de Domínio
Em andamento
34
8846
2025
Bloqueio de aplicações através de GPOs
Concluída
35
8788
2025
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2026
Em andamento
36
8717
2025
Implantação do novo núcleo da rede
Em andamento
37
8703
2025
Revitalização da Rede Lógica das Unidades 2025
Em andamento
38
8387
2025
Elaborar arcabouço normativo de TI para a UFAL
Em andamento
39
8094
2025
Plano de Capacitação 2025
Em andamento
40
5795
2025
Treinamento Huawei
Em andamento
41
5449
2025
Gestão do Controle de Acesso na UFAL
Em andamento
42
3847
2025
Política de Gestão de Projetos de TIC
Parada
43
3808
2025
VPN Institucional
Parada
44
3475
2025
Estabelecer comitê técnico de segurança da informação
45
2926
2025
Projetar e implementar ambiente do Titular Discente - LGPD
46
2869
2025
Prevenção de Incidentes de Segurança
Em andamento
47
2763
2025
Estratégia de resposta à incidentes
Em andamento
48
1946
2025
Implantação da LGPD na UFAL
Em andamento
Concluída
Concluída
Em andamento
Parada
Análise: a dobragem da meta indica que as práticas de segurança foram implementadas com grande
sucesso. Este indicador evidencia uma cultura organizacional em evolução para proteger ativos digitais.
Indicador I6 – Número de Vulnerabilidades de Segurança registradas no CAIS
Gráfico 6 - Vulnerabilidades de Segurança registradas no CAIS
Referência: 1145
Planejado: 952
Realizado: 79
Resultado: -93% abaixo do valor de referência
Tabela 6 - Projetos executados vinculados ao indicador
ID
#
Versão
Concluída
2021
Título
Contratação via DL de serviço de manutenção corretiva de climatização
da Sala Cofre da UFAL
Instalar o NAS na sala cofre
1
3703
2021
2
3685
3
Situação
3680
2021
Implantar NAS de backup
Concluída
4
3508
2021
Substituição do Nobreak da Sala Cofre
Concluída
5
3395
2021
Contratação DL - Substituição (remoção e instalação) de Nobreak
Concluída
6
3243
2021
Tratamento de Vulnerabilidade no SieWeb
Concluída
7
2762
2021
Concluída
8
1669
2021
9
4643
2022
Diminuição da Vulnerabilidade em TIC
Definir escopo preliminar do Sistema de Gestão de Segurança da
Informação (SGSI) na UFAL
Manutenção da sala cofre 2022
10
2954
2022
Contratação - Aquisição de Ativos para Atualização do Data Center
Concluída
11
1273
2022
Contratação do Serviço de Manutenção da Sala Cofre
Concluída
12
8451
2024
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2025
Concluída
13
8321
2024
UFalNet Extreme
Concluída
14
8086
2024
Ferramenta para monitoramento com Alerta de Incidentes dos Sistemas
Concluída
15
5763
2024
Aquisição de Ativos Núcleo de Rede
Concluída
16
4599
2024
Autenticação rede Wi-fi UFAL com Gov.br
Concluída
17
9294
2025
Recuperação e habilitação do data center de backup da UFAL
Em andamento
18
9147
2025
Implantar ferramenta de gestão de secrets - Vault
Em andamento
19
9138
2025
Estabilizar rede wifi
Em andamento
20
9130
2025
Migrar BDs do PostgreSQL 9.3.5
Em andamento
21
9016
2025
Material Segurança da Informação - Tema Boatos
Concluída
22
8988
2025
Descontinuar Ambiente de Hospedagem Obsoleto
Em andamento
23
8871
2025
Monitoramento dos Sistemas
Em andamento
24
8846
2025
Bloqueio de aplicações através de GPOs
25
8788
2025
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2026
Em andamento
26
8717
2025
Implantação do novo núcleo da rede
Em andamento
27
8703
2025
Revitalização da Rede Lógica das Unidades 2025
Em andamento
28
3475
2025
Em andamento
29
3175
2025
30
2926
2025
Estabelecer comitê técnico de segurança da informação
Contratação de serviços de links para acesso, dedicado e exclusivo à
internet, entre a UFAL e unidades
Projetar e implementar ambiente do Titular Discente - LGPD
31
2869
2025
Prevenção de Incidentes de Segurança
Em andamento
32
2763
2025
Estratégia de resposta à incidentes
Em andamento
33
2486
2025
Descontinuar Oracle
Em andamento
34
1946
2025
Implantação da LGPD na UFAL
Em andamento
Concluída
Concluída
Concluída
Concluída
Em andamento
Parada
Análise: a redução drástica das vulnerabilidades reportadas é um dos resultados mais expressivos
do ciclo 2020-2024. Isso pode ser atribuído à aplicação bem-sucedida de práticas e ferramentas de
segurança, aliada a um ambiente computacional mais protegido.
Indicador I7 – Tamanho do conjunto de dados disponibilizado à sociedade
Gráfico 7 - Tamanho do conjunto de dados disponibilizado à sociedade
Referência: 0
Planejado: 24
Realizado: 11
Resultado: -54% abaixo da meta
Tabela 7 - Projetos executados vinculados ao indicador
ID
#
Versão
Título
Situação
1
2899
2021
Inventário para Plano de Dados Abertos (PDA)
Concluída
2
2412
2021
Concluída
3
8733
2024
4
6541
2024
Infraestrutura para Business Inteligence
Disponibilização do dicionário de dados dos painéis
UFAL em números
Atualização Painel Ufal em Números
5
5447
2024
Implantar Extrator Lattes
Concluída
6
8968
2025
Painel de Assistência Estudantil
Concluída
7
8878
2025
Infraestrutura Nacional de Dados
Aguardando
8
8750
2025
9
8732
2025
10
1946
2025
Integração com o Portal de Dados Abertos
Disponibilização dos dados brutos dos painéis da
UFAL em números
Implantação da LGPD na UFAL
Concluída
Concluída
Parada
Concluída
Em andamento
Análise: esse é um ponto de atenção. Apesar do avanço frente à referência inicial (0 conjuntos), o
resultado ficou abaixo do planejado. Possivelmente, faltaram políticas de incentivo à abertura de dados ou
integração com setores administrativos.
Indicador I8 – Tempo médio de resposta aos pedidos de acesso à informação (dias)
Gráfico 8 - Tempo médio de resposta aos pedidos de acesso à informação (dias)
Referência: 12,98 dias
Planejado: 11,49 dias
Realizado: 15,69 dias
Resultado: Acima da meta (+4,2 dias)
Tabela 8 - Projetos executados vinculados ao indicador
ID
#
Versão
Título
Situação
1
2412
2021
Infraestrutura para Business Inteligence
Concluída
2
3541
2022
Apoiar a implantação de processos eletrônicos
Concluída
3
8733
2024
Disponibilização do dicionário de dados dos painéis UFAL em números
Concluída
4
8355
2024
Criação de Painel CPO em Números
Concluída
5
8187
2024
Criação de indicador de necessidades especiais
Concluída
6
9234
2025
Sistema de Relatórios SIGS
7
8968
2025
Painel de Assistência Estudantil
Concluída
8
8878
2025
Infraestrutura Nacional de Dados
Aguardando
9
8735
2025
Disponibilizar relatórios dinâmicos a SINFRA
Concluída
10
8732
2025
Disponibilização dos dados brutos dos painéis da UFAL em números
Concluída
11
4006
2025
Migração do SIE Desktop - Pós-graduação
Em andamento
Em andamento
Análise: o tempo de resposta aumentou em relação ao desejado, o que indica um gargalo na
transparência ativa. Atrasos podem impactar a imagem institucional e a nota em rankings de transparência
pública.
Indicador I9 – Ranking da UFAL com relação ao tempo de resposta à informação
Gráfico 9 - Ranking da UFAL com relação ao tempo de resposta à informação
Referência: 146º
Planejado: 133º
Realizado: 213º
Resultado: Pior desempenho do que o ponto de partida
Tabela 9 - Projetos executados vinculados ao indicador
ID
#
Versão
Título
Situação
1
2412
2021
Infraestrutura para Business Inteligence
Concluída
2
3541
2022
Apoiar a implantação de processos eletrônicos
Concluída
3
8733
2024
Disponibilização do dicionário de dados dos painéis UFAL em números
Concluída
4
8355
2024
Criação de Painel CPO em Números
Concluída
5
8187
2024
Criação de indicador de necessidades especiais
6
9234
2025
Sistema de Relatórios SIGS
7
8968
2025
Painel de Assistência Estudantil
Concluída
Em
andamento
Concluída
8
8878
2025
Infraestrutura Nacional de Dados
Aguardando
9
8735
2025
Disponibilizar relatórios dinâmicos a SINFRA
Concluída
10
8732
2025
Disponibilização dos dados brutos dos painéis da UFAL em números
11
4006
2025
Migração do SIE Desktop - Pós-graduação
Concluída
Em
andamento
Análise: houve regressão no posicionamento nacional. Isso pode estar associado diretamente ao
desempenho do indicador I8. Recomenda-se ação corretiva nos fluxos de atendimento à LAI e capacitação
de pessoal.
Indicador I10 – Média diária de operações no sistema SIG
Gráfico 10 - Média diária de operações no sistema SIG
Referência (2019): 15.903
Planejado: 19.330
Realizado: 289.133,35
Resultado: +1.395% acima da meta
Tabela 10 - Projetos executados vinculados ao indicador
ID
#
Versão
Título
Situação
1
3260
2021
Transformação Digital 2021
Concluída
2
5290
2022
Transformação Digital 2022
Concluída
3
3542
2022
Integrar o Sipac-Protocolo ao Barramento PEN
Concluída
4
3541
2022
Apoiar a implantação de processos eletrônicos
Concluída
5
5878
2023
Avaliação do impacto para implantar o SIGAA-Graduação
Concluída
6
5793
2023
Renovação do Contrato Nº 12/2019 eSIG SOFTWARE
Concluída
7
5446
2023
Atualização SIGAA 2023
Concluída
8
5410
2023
Transformação Digital 2023
Concluída
9
3112
2023
Migração SieWeb -> SIGAA Graduação
Concluída
10
2562
2023
Implantação do módulo Residência Médicas
Concluída
11
8451
2024
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2025
Concluída
12
8284
2024
Encontro Técnico UFPI - Registro de Diplomas Externos
Concluída
13
7988
2024
Transformação Digital 2024
Concluída
14
6657
2024
Implantação do módulo Educação Infantil
Fechada
15
2561
2024
Implantação do módulo Intellectus
16
8788
2025
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2026
17
8740
2025
Transformação Digital 2025
18
4006
2025
Migração do SIEDesktop - Pós-graduação
19
1486
2025
Monitoramento de Pagamentos do Contrato Nº 12/2019 eSIG SOFTWARE
Concluída
Em
andamento
Em
andamento
Em
andamento
Em
andamento
Análise: um aumento extraordinário de operações diárias no SIG indica um processo forte de
digitalização e adesão institucional aos sistemas de gestão. Esse salto pode ser reflexo da automação de
processos, integração com outros sistemas e maior participação da comunidade.
Indicador I11 – Quantidade de módulos do sistema SIG em uso
Gráfico 11 - Quantidade de módulos do sistema SIG em uso
Referência: 25
Planejado: 35
Realizado: 35
Resultado: Meta atingida (100%)
Tabela 11 - Projetos executados vinculados ao indicador
ID
#
Versão
Título
Situação
1
3260
2021
Transformação Digital 2021
Concluída
2
5290
2022
Transformação Digital 2022
Concluída
3
3542
2022
Integrar o Sipac-Protocolo ao Barramento PEN
Concluída
4
3541
2022
Apoiar a implantação de processos eletrônicos
Concluída
5
5878
2023
Avaliação do impacto para implantar o SIGAA-Graduação
Concluída
6
5793
2023
Renovação do Contrato Nº 12/2019 eSIG SOFTWARE
Concluída
7
5446
2023
Atualização SIGAA 2023
Concluída
8
5410
2023
Transformação Digital 2023
Concluída
9
3112
2023
Migração SieWeb -> SIGAA Graduação
Concluída
10
2562
2023
Implantação do módulo Residência Médicas
Concluída
11
8451
2024
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2025
Concluída
12
8284
2024
Encontro Técnico UFPI - Registro de Diplomas Externos
Concluída
13
7988
2024
Transformação Digital 2024
Concluída
14
6657
2024
Implantação do módulo Educação Infantil
Fechada
15
2561
2024
Implantação do módulo Intellectus
Concluída
16
8788
2025
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2026
Em andamento
17
8740
2025
Transformação Digital 2025
Em andamento
18
4006
2025
Migração do SIEDesktop - Pós-graduação
Em andamento
19
1486
2025
Monitoramento de Pagamentos do Contrato Nº 12/2019 eSIG SOFTWARE
Em andamento
Análise: todos os módulos planejados foram efetivamente incorporados ao uso institucional. A
estabilização no número de módulos usados indica uma maturidade no uso da solução de gestão integrada.
Indicador I12 – Média diária de acessos aos sistemas SIG
Gráfico 12 - Média diária de acessos aos sistemas SIG
Referência: 305
Planejado: 370
Realizado: 1.819
Resultado: +391% acima da meta
Tabela 12 - Projetos executados vinculados ao indicador
ID
#
Versão
Título
Situação
1
3260
2021
Transformação Digital 2021
Concluída
2
5290
2022
Transformação Digital 2022
Concluída
3
3542
2022
Integrar o Sipac-Protocolo ao Barramento PEN
Concluída
4
3541
2022
Apoiar a implantação de processos eletrônicos
Concluída
5
5878
2023
Avaliação do impacto para implantar o SIGAA-Graduação
Concluída
6
5793
2023
Renovação do Contrato Nº 12/2019 eSIG SOFTWARE
Concluída
7
5446
2023
Atualização SIGAA 2023
Concluída
8
5410
2023
Transformação Digital 2023
Concluída
9
3112
2023
Migração SieWeb -> SIGAA Graduação
Concluída
10
2562
2023
Implantação do módulo Residência Médicas
Concluída
11
8451
2024
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2025
Concluída
12
8284
2024
Encontro Técnico UFPI - Registro de Diplomas Externos
Concluída
13
7988
2024
Transformação Digital 2024
Concluída
14
6657
2024
Implantação do módulo Educação Infantil
Fechada
15
2561
2024
Implantação do módulo Intellectus
Concluída
16
8788
2025
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2026
Em andamento
17
8740
2025
Transformação Digital 2025
Em andamento
18
4006
2025
Migração do SIEDesktop - Pós-graduação
Em andamento
19
1486
2025
Monitoramento de Pagamentos do Contrato Nº 12/2019 eSIG SOFTWARE
Em andamento
Análise: o acesso diário cresceu expressivamente, o que demonstra um engajamento cada vez maior
da comunidade acadêmica e técnica com os sistemas institucionais. A usabilidade e confiabilidade dos
sistemas possivelmente contribuíram para esse cenário positivo.
Indicador I13 – Total de indicadores institucionais interativos disponíveis
Gráfico 13 - Total de indicadores institucionais interativos disponíveis
Referência: 0
Planejado: 40
Realizado: 58
Resultado: +45% acima da meta
Tabela 13 - Projetos executados vinculados ao indicador
ID
#
Versão
Título
Situação
1
3260
2021
Transformação Digital 2021
Concluída
2
3149
2021
CENSO 2020
Concluída
3
3036
2021
Painel de Indicadores de Graduação - Discentes
Concluída
4
2412
2021
Infraestrutura para Business Inteligence
Concluída
5
5290
2022
Transformação Digital 2022
Concluída
6
5205
2022
Painéis Interativos com Indicadores de Pesquisa
Resolvida
7
5003
2022
Sistema de Avaliação Discente CPA
Resolvida
8
4806
2022
Concluída
9
3906
2022
10
5474
2023
Painel de ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável)
Processo para criação de painéis de indicadores
institucionais interativos.
CENSO 2022
11
5450
2023
Painel de Avaliação Institucional
Concluída
12
5410
2023
Concluída
13
8733
2024
14
8355
2024
Transformação Digital 2023
Disponibilização do dicionário de dados dos painéis UFAL
em números
Criação de Painel CPO em Números
Concluída
Concluída
Concluída
Concluída
15
8292
2024
Comensais - Nova versão
Concluída
16
8187
2024
Criação de indicador de necessidades especiais
Concluída
17
7988
2024
Transformação Digital 2024
Concluída
18
7143
2024
Política de receitas próprias na UFAL
Concluída
19
6541
2024
Atualização Painel Ufal em Números
Concluída
20
5447
2024
Concluída
21
4603
2024
22
2561
2024
Implantar Extrator Lattes
Monitoração Pública da Conectividade das Unidades
Acadêmicas
Implantação do módulo Intellectus
23
9283
2025
Revitalização do Zabbix
Em andamento
24
9234
2025
Sistema de Relatórios SIGS
Em andamento
25
8968
2025
Painel de Assistência Estudantil
Concluída
26
8878
2025
Infraestrutura Nacional de Dados
Aguardando
27
8871
2025
Monitoramento dos Sistemas
Em andamento
28
8740
2025
Transformação Digital 2025
Em andamento
29
8735
2025
30
8732
2025
31
4006
2025
Disponibilizar relatórios dinâmicos a SINFRA
Disponibilização dos dados brutos dos painéis da UFAL em
números
Migração do SIEDesktop - Pós-graduação
Concluída
Concluída
Concluída
Concluída
Em andamento
Análise: a entrega de 58 indicadores institucionais interativos vai além do esperado, promovendo
mais transparência e capacidade de tomada de decisão com base em dados em diversos níveis institucionais
(estratégico, gerencial e operacional).
Indicador I14 – Taxa de disponibilidade da rede
Gráfico 14 - Taxa de disponibilidade da rede
Planejado: 99,90%
Realizado: 99,85%
Resultado: Levemente abaixo da meta (-0,05%)
Tabela 14 - Projetos executados vinculados ao indicador
ID
#
Versão
Título
Situação
1
1271
2020
Contrato do Serviço de Cabeamento de Rede Lógica
Concluída
2
1268
2020
Compra - Aquisição de Ativos de Redes
Resolvida
3
1258
2020
Recuperar fibras e cabos rompidos na rede lógica do A. C. Simões
Fechada
4
1246
2020
Caso Conectividade IFAL Benedito Bentes
Fechada
5
3958
2021
Aquisição de switches para a rede da UFAL
Concluída
6
3714
2021
Realizar deploy da nova controladora Wifi Ruckus
Concluída
7
3713
2021
Concluída
8
3703
2021
9
3508
2021
Projeto Ruckus Wifi - Fase 1
Contratação via DL de serviço de manutenção corretiva de climatização da
Sala Cofre da UFAL
Substituição do Nobreak da Sala Cofre
10
3395
2021
Contratação DL - Substituição (remoção e instalação) de Nobreak
Concluída
11
3291
2021
Projeto para Readequação da Infraestrutura Computacional da UFAL
Concluída
12
2762
2021
Concluída
13
1669
2021
14
1177
2021
Diminuição da Vulnerabilidade em TIC
Definir escopo preliminar do Sistema de Gestão de Segurança da
Informação (SGSI) na UFAL
Subunidade do NTI no Espaço Cultural
15
4643
2022
Manutenção da sala cofre 2022
Concluída
16
4450
2022
Projeto Ruckus Wifi - Fase 2
Concluída
17
2954
2022
Contratação - Aquisição de Ativos para Atualização do Data Center
Concluída
18
1273
2022
Contratação do Serviço de Manutenção da Sala Cofre
Concluída
19
5407
2023
Projeto Ruckus Wifi - Fase 3
Concluída
20
5209
2023
Melhoria da conectividade na Residência Universitária - RUA
Fechada
21
4622
2023
Revitalização da Rede Lógica das Unidades 2023
Concluída
22
3204
2023
Contratação - Serviço de Rede Lógica
Concluída
23
1239
2023
Aquisição de Ferramentas para o NTI
Concluída
24
8712
2024
OS-015/24 - ETA - Instalação de Câmeras
Concluída
25
8711
2024
Concluída
26
8709
2024
27
8604
2024
28
8451
2024
OS-010/24 - GSI - Câmeras - Lote 1
OS-008/24 - Reparo de Trechos de Fibra Rompidos - ICAT-IGDEMA
IEFE-Complexo Esportivo
OS-016/24 - RU - Ampliação da cobertura de rede sem fio e de câmeras de
vigilância
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2025
29
8321
2024
UFalNet Extreme
Concluída
30
8089
2024
Implantar Plugin de Monitoramento de Ramais
Concluída
31
7558
2024
OS-003/24 - IEFE - Recuperação de fibra rompida
Fechada
32
7554
2024
OS-004/24 - FDA - Implementação e recuperação de rede lógica
Fechada
33
7541
2024
Rede e-Ciencia RNP - Candidatura
Concluída
34
7274
2024
OS-002/24 - IEFE - Bloco de Salas de Aulas
Fechada
35
7123
2024
Fechada
36
7039
2024
Concluída
37
6785
2024
OS-003/23 - Lab. de Rendimentos - Piscina - Complexo Esportivo - IEFE
Reajuste de valores do Contrato Nº 19/2023 (ENGEDATA) - 1º
APOSTILAMENTO
OS-006/24 - ETA
38
6772
2024
Revitalização da Rede Lógica das Unidades 2024
Concluída
39
6550
2024
Ampliar Conectividade no IEFE - Piscina - Laboratório de Rendimento
Fechada
40
5763
2024
Aquisição de Ativos Núcleo de Rede
Concluída
41
5657
2024
OS-002/23 - Nequat - IGDEMA
Fechada
42
5392
2024
Campus Sede a 10 Gbps
Concluída
43
4627
2024
Ed. Física e complexo esportivo
Concluída
Concluída
Concluída
Concluída
Concluída
Concluída
Fechada
Concluída
Fechada
44
4603
2024
Monitoração Pública da Conectividade das Unidades Acadêmicas
Concluída
45
4599
2024
Autenticação rede Wi-fi UFAL com Gov.br
Concluída
46
9294
2025
Recuperação e habilitação do data center de backup da UFAL
Em andamento
47
9283
2025
Revitalização do Zabbix
Em andamento
48
9138
2025
Estabilizar rede wifi
Em andamento
49
8788
2025
Em andamento
50
8758
2025
51
8743
2025
52
8717
2025
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2026
Reajuste de valores do Contrato Nº 19/2023 (ENGEDATA) - 2º
APOSTILAMENTO
Renovação da vigência (prazo) do Contrato Nº 19/2023 (ENGEDATA) - 2º
TERMO ADITIVO
Implantação do novo núcleo da rede
53
8703
2025
Revitalização da Rede Lógica das Unidades 2025
Em andamento
54
5983
2025
Resiliência energética da Rede UFAL
Em andamento
55
5795
2025
Treinamento Huawei
Em andamento
56
3475
2025
Em andamento
57
3175
2025
58
2869
2025
Estabelecer comitê técnico de segurança da informação
Contratação de serviços de links para acesso, dedicado e exclusivo à
internet, entre a UFAL e unidades
Prevenção de Incidentes de Segurança
59
2763
2025
Estratégia de resposta à incidentes
Em andamento
Parada
Parada
Em andamento
Em andamento
Em andamento
Análise: embora muito próxima da meta, a taxa ficou um pouco aquém do objetivo. A rede foi
bastante estável, mas ações contínuas de monitoramento e melhoria da infraestrutura podem ajudar a atingir
os 99,90% no próximo ciclo.
Indicador I15 – Uso de banda da rede / banda disponível
Gráfico 15 - Uso de banda da rede / banda disponível
Referência: 5,60%
Planejado: 20%
Realizado: 16,26%
Resultado: 81% da meta atingida
Tabela 15 - Projetos executados vinculados ao indicador
ID
#
Versão
Título
Situação
1
4016
2021
Planejar capacitação para área de TIC da UFAL
Concluída
2
3958
2021
Aquisição de switches para a rede da UFAL
Concluída
3
3714
2021
Concluída
4
3291
2021
5
1669
2021
6
1177
2021
Realizar deploy da nova controladora Wifi Ruckus
Projeto para Readequação da Infraestrutura Computacional da
UFAL
Definir escopo preliminar do Sistema de Gestão de Segurança da
Informação (SGSI) na UFAL
Subunidade do NTI no Espaço Cultural
7
4450
2022
Projeto Ruckus Wifi - Fase 2
Concluída
8
5666
2023
Auditoria RNP na RAAVE
Concluída
9
5407
2023
Projeto Ruckus Wifi - Fase 3
Concluída
10
4622
2023
Concluída
11
8604
2024
12
8321
2024
Revitalização da Rede Lógica das Unidades 2023
OS-016/24 - RU - Ampliação da cobertura de rede sem fio e de
câmeras de vigilância
UFalNet Extreme
13
7604
2024
OS-005/24 - Bloco 14 - Conectividade sem fio no pav. térreo
Fechada
14
7558
2024
OS-003/24 - IEFE - Recuperação de fibra rompida
Fechada
15
7554
2024
OS-004/24 - FDA - Implementação e recuperação de rede lógica
Fechada
16
7541
2024
Rede e-Ciencia RNP - Candidatura
Concluída
17
7390
2024
OS-001/24 - REITORIA - Reestruturação da rede no GVR
Fechada
18
7274
2024
Fechada
19
7123
2024
20
7039
2024
21
6785
2024
OS-002/24 - IEFE - Bloco de Salas de Aulas
OS-003/23 - Lab. de Rendimentos - Piscina - Complexo
Esportivo - IEFE
Reajuste de valores do Contrato Nº 19/2023 (ENGEDATA) - 1º
APOSTILAMENTO
OS-006/24 - ETA
22
6772
2024
Revitalização da Rede Lógica das Unidades 2024
Concluída
23
5763
2024
Concluída
24
4603
2024
25
4599
2024
Aquisição de Ativos Núcleo de Rede
Monitoração Pública da Conectividade das Unidades
Acadêmicas
Autenticação rede Wi-fi UFAL com Gov.br
26
9283
2025
Revitalização do Zabbix
Em andamento
27
9138
2025
Em andamento
28
8758
2025
29
8743
2025
30
8717
2025
Estabilizar rede wifi
Reajuste de valores do Contrato Nº 19/2023 (ENGEDATA) - 2º
APOSTILAMENTO
Renovação da vigência (prazo) do Contrato Nº 19/2023
(ENGEDATA) - 2º TERMO ADITIVO
Implantação do novo núcleo da rede
31
8703
2025
Revitalização da Rede Lógica das Unidades 2025
Em andamento
32
5795
2025
Em andamento
33
3175
2025
Treinamento Huawei
Contratação de serviços de links para acesso, dedicado e
exclusivo à internet, entre a UFAL e unidades
Concluída
Concluída
Concluída
Fechada
Concluída
Fechada
Concluída
Fechada
Concluída
Concluída
Parada
Parada
Em andamento
Em andamento
Análise: o crescimento do uso da banda foi significativo, mas ainda aquém do potencial total
disponível. Isso pode indicar subutilização da infraestrutura ou necessidade de novos serviços que explorem
melhor essa capacidade.
Indicador I16 – Número máximo de usuários simultâneos conectados à rede UFAL
Gráfico 16 - Número máximo de usuários simultâneos conectados à rede UFAL
Referência: 7.312
Planejado: 8.464
Realizado: 11.000
Resultado: +30% acima da meta
Tabela 16 - Projetos executados vinculados ao indicador
ID
#
Versão
Título
Situação
Projeto de Rede Lógica do Campus Penedo
Reajuste de valores do Contrato Nº 19/2023 (ENGEDATA) - 2º
APOSTILAMENTO
Renovação da vigência (prazo) do Contrato Nº 19/2023
(ENGEDATA) - 2º TERMO ADITIVO
Revitalização da Rede Lógica das Unidades 2025
Em andamento
Parada
1
8949
2025
2
8758
2025
3
8743
2025
4
8703
2025
5
3808
2025
6
8604
2024
7
8321
2024
VPN Institucional
OS-016/24 - RU - Ampliação da cobertura de rede sem fio e de
câmeras de vigilância
UFalNet Extreme
8
7604
2024
OS-005/24 - Bloco 14 - Conectividade sem fio no pav. térreo
Fechada
9
7558
2024
OS-003/24 - IEFE - Recuperação de fibra rompida
Fechada
10
7554
2024
OS-004/24 - FDA - Implementação e recuperação de rede lógica
Fechada
11
7274
2024
Fechada
12
7123
2024
13
7039
2024
14
6772
2024
OS-002/24 - IEFE - Bloco de Salas de Aulas
OS-003/23 - Lab. de Rendimentos - Piscina - Complexo
Esportivo - IEFE
Reajuste de valores do Contrato Nº 19/2023 (ENGEDATA) - 1º
APOSTILAMENTO
Revitalização da Rede Lógica das Unidades 2024
15
5763
2024
Aquisição de Ativos Núcleo de Rede
Concluída
Parada
Parada
Em andamento
Fechada
Concluída
Fechada
Concluída
Concluída
16
4599
2024
Autenticação rede Wi-fi UFAL com Gov.br
Concluída
17
6011
2023
Ampliação da rede de videomonitoramento - Câmeras Dome
Fechada
18
5789
2023
Conectividade para Recursos Hídricos - CTEC - Bloco PPGRHS Fechada
19
5407
2023
Projeto Ruckus Wifi - Fase 3
Concluída
20
4622
2023
Revitalização da Rede Lógica das Unidades 2023
Concluída
21
3204
2023
Contratação - Serviço de Rede Lógica
Concluída
22
4450
2022
Projeto Ruckus Wifi - Fase 2
Concluída
23
3958
2021
Aquisição de switches para a rede da UFAL
Concluída
24
3714
2021
Realizar deploy da nova controladora Wifi Ruckus
Concluída
25
3713
2021
Concluída
26
3291
2021
27
3130
2021
Projeto Ruckus Wifi - Fase 1
Projeto para Readequação da Infraestrutura Computacional da
UFAL
Projeto de Rede Lógica - Usina Solar UFAL
28
1271
2020
Contrato do Serviço de Cabeamento de Rede Lógica
Concluída
Concluída
Fechada
Análise: o número de usuários simultâneos conectados superou a expectativa, refletindo uma
infraestrutura de rede mais robusta e possivelmente um crescimento no número de dispositivos e da
comunidade acadêmica ativa digitalmente.
Indicador I17 – Avaliação da comunidade acadêmica sobre o atendimento e suporte do NTI
(escala 0 a 5)
Gráfico 17 - Satisfação com atendimento
Referência: 3,59
Planejado: 3,9
Realizado: 3,5
Resultado: Abaixo da meta (-0,4 pontos)
Tabela 17 - Projetos executados vinculados ao indicador
ID
#
Versão
Título
Situação
1
2404
2020
Período Letivo Especial
Concluída
2
1492
2020
Ação de ativação dos ramais remotos
Concluída
3
1281
2020
Definir estratégia de transformação digital da UFAL
Concluída
4
1174
2020
Avaliação dos Serviços do NTI pela Comunidade
Concluída
5
4016
2021
Planejar capacitação para área de TIC da UFAL
Concluída
6
3880
2021
Definição da Plataforma de Comunicação da UFAL
Concluída
7
3821
2021
Concluída
8
3535
2021
9
3488
2021
ENAD 2021
Inclusão dos serviços digitais da instituição no portal gov.br e
avaliação do serviço transformado.
Avaliação do Nível de Governança em TIC - 2021 (TCU)
10
3151
2021
Avaliação dos Serviços do NTI pela Comunidade - 2021
Concluída
11
1177
2021
Subunidade do NTI no Espaço Cultural
Concluída
12
5079
2022
Autodiagnóstico de TIC da Secretaria de Governo Digital 2022
Concluída
13
5009
2022
Solicitar Diploma via Gov.BR
Concluída
14
4970
2022
Mapa Interativo
Concluída
15
4955
2022
Solicitação de colação de grau e emissão de diploma de graduação
Concluída
16
4945
2022
Contratação 2022 - ALURA (Cursos In Company)
Concluída
17
4856
2022
Bolsista destaque
Concluída
18
4403
2022
Pesquisa de Satisfação do NTI 2022
Concluída
19
6507
2023
Plano de Capacitação 2024
Concluída
20
6347
2023
Bolsista destaque 2/2023
Concluída
21
6254
2023
Central de Atendimento Provisória do NTI
Concluída
22
5915
2023
Equacionar Armazenamento no Google Drive ao novo Limite
Concluída
23
5826
2023
Bolsista destaque 1/2023
Concluída
24
5696
2023
GLPI 10
Concluída
25
5448
2023
Relatório de Gestão de TIC de 2022
Concluída
26
5022
2023
Identificar déficit de políticas de TIC
Concluída
27
4509
2023
Remover o Rack de conexão da reitoria do NTI
Concluída
28
1239
2023
Aquisição de Ferramentas para o NTI
Concluída
29
8451
2024
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2025
Concluída
30
8326
2024
Atualizar controlador de domínio
Resolvida
31
8089
2024
Implantar Plugin de Monitoramento de Ramais
Concluída
32
7988
2024
Transformação Digital 2024
Concluída
33
7731
2024
Avaliação de Satisfação 2024
Concluída
34
7268
2024
Relatório de Gestão NTI - Exercício 2023
Concluída
35
7143
2024
Política de receitas próprias na UFAL
Concluída
36
7052
2024
Concluída
37
7044
2024
38
5413
2024
Abdicação de Reajuste do Contrato Nº 37/2022 (ALURA) - 3º ano
Renovação da vigência (tempo) do Contrato Nº 37/2022 (ALURA) - 2º
TERMO ADITIVO
Mapa Interativo Dinâmico
39
5293
2024
Controle de Avaliações de Bolsistas
Concluída
40
9267
2025
Implementar PGD
41
9104
2025
42
9088
2025
Aguardando
43
9016
2025
Mobilização para Seleção de Bolsistas 2025.1
Produção de matéria jornalística e divulgação - Chatbot Institucional
do NTI
Material Segurança da Informação - Tema Boatos
44
8826
2025
Matrícula 2024.2
Concluída
45
8803
2025
Implantar acordos de nível de serviço para o setor de Suporte
Em andamento
46
8788
2025
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2026
Em andamento
Concluída
Concluída
Concluída
Concluída
Em andamento
Concluída
Concluída
2025
Renovação da vigência (tempo) do Contrato Nº 37/2022 (ALURA) - 3º
TERMO ADITIVO
Painel Geral de Monitoração das Operações de TIC
Em andamento
8736
2025
Relatório de Gestão NTI - Exercício 2024
Em andamento
50
8387
2025
Elaborar arcabouço normativo de TI para a UFAL
Em andamento
51
8094
2025
Plano de Capacitação 2025
Em andamento
52
7407
2025
Registro de Diploma Digital de instituições externas
Em andamento
53
6906
2025
Elaboração do PDTIC UFAL 2026-2029
Em andamento
54
5765
2025
Aquisição de Estações de Trabalho
Em andamento
55
5388
2025
UFALDrive
Aguardando
56
4973
2025
Regimento Interno do NTI
Em andamento
57
4897
2025
Chatbot Institucional
Em andamento
58
4584
2025
Contratação de serviço de manutenção corretiva de Ativos de TIC
Em andamento
59
4462
2025
Reforma do NTI
Em andamento
60
3847
2025
Política de Gestão de Projetos de TIC
61
3820
2025
Canal Digital de Solicitação de Serviços de TIC
Em andamento
62
3059
2025
Programa de Gestão para o NTI
Em andamento
63
1208
2025
Realizar dimensionamento interno
Aguardando
47
8778
2025
48
8741
49
Parada
Parada
Análise: apesar dos avanços em infraestrutura, a percepção da comunidade em relação ao
atendimento e suporte do NTI caiu. Esse resultado demanda atenção especial: mais investimento em equipe,
comunicação ou canais de atendimento pode ser necessário.
Indicador I18 – Avaliação da comunidade acadêmica sobre a qualidade dos sistemas da
UFAL (escala 0 a 5)
Gráfico 18 - Satisfação com sistemas
Referência: 3,36
Planejado: 3,8
Realizado: 3,29
Resultado: Abaixo da meta (-0,51 pontos)
Tabela 18 - Projetos executados vinculados ao indicador
ID
#
Versão
Título
Situação
1
2530
2020
Definir ferramenta para aulas síncronas para o ensino não-presencial.
Concluída
2
2529
2020
Ambiente básico para o ensino não presencial
Concluída
3
2404
2020
Período Letivo Especial
Concluída
4
1281
2020
Definir estratégia de transformação digital da UFAL
Concluída
5
1210
2020
Firmar Convênio com a UFRN (SIG) 2020
Concluída
6
4333
2021
Diploma Digital RNP
Concluída
7
4016
2021
Planejar capacitação para área de TIC da UFAL
Concluída
8
3841
2021
Análise de Viabilidade para Infraestrutura em Nuvem
Concluída
9
3821
2021
ENAD 2021
Concluída
10
3559
2021
Diplomas digitais
Concluída
11
3545
2021
Concluída
12
3535
2021
13
3488
2021
ICPEdu (RNP)
Inclusão dos serviços digitais da instituição no portal gov.br e avaliação do
serviço transformado.
Avaliação do Nível de Governança em TIC - 2021 (TCU)
14
3305
2021
SISTEMA PAC
Concluída
15
3260
2021
Transformação Digital 2021
Concluída
16
3243
2021
Tratamento de Vulnerabilidade no SieWeb
Concluída
17
3151
2021
Avaliação dos Serviços do NTI pela Comunidade - 2021
Concluída
18
2675
2021
Plataforma de periódicos da UFAL
Concluída
19
2569
2021
Concluída
20
2491
2021
21
2183
2021
22
5290
2022
Integração Sicam-Sigaa
Aumento da capacidade de processamento e memória da infraestrutura
computacional
Instalação e testes do plugin Jitsi Meet no ambiente de homologação do
Moodle
Transformação Digital 2022
23
5009
2022
Solicitar Diploma via Gov.BR
Concluída
24
4955
2022
Solicitação de colação de grau e emissão de diploma de graduação
Concluída
25
4945
2022
Contratação 2022 - ALURA (Cursos In Company)
Concluída
26
4531
2022
Login via Gov.Br na Central de Equipamentos Multiusuários
Concluída
27
4403
2022
Pesquisa de Satisfação do NTI 2022
Concluída
28
3544
2022
Adesão do Login Único: gov.br
Concluída
29
3542
2022
Integrar o Sipac-Protocolo ao Barramento PEN
Concluída
30
3541
2022
Apoiar a implantação de processos eletrônicos
Concluída
31
6507
2023
Plano de Capacitação 2024
Concluída
32
6347
2023
Bolsista destaque 2/2023
Concluída
33
5878
2023
Avaliação do impacto para implantar o SIGAA-Graduação
Concluída
34
5793
2023
Renovação do Contrato Nº 12/2019 eSIG SOFTWARE
Concluída
35
5710
2023
Vitrine Tecnológica
Concluída
36
5462
2023
Commutatio
Fechada
37
5446
2023
Atualização SIGAA 2023
Concluída
38
5410
2023
Transformação Digital 2023
Concluída
39
3112
2023
Migração SieWeb -> SIGAA Graduação
Concluída
40
2562
2023
Implantação do módulo Residência Médicas
Concluída
41
8292
2024
Comensais - Nova versão
Concluída
42
8284
2024
Encontro Técnico UFPI - Registro de Diplomas Externos
Concluída
Concluída
Concluída
Concluída
Fechada
Concluída
43
7988
2024
Transformação Digital 2024
Concluída
44
7731
2024
Avaliação de Satisfação 2024
Concluída
45
7143
2024
Política de receitas próprias na UFAL
Concluída
46
7052
2024
Concluída
47
7044
2024
48
6879
2024
Abdicação de Reajuste do Contrato Nº 37/2022 (ALURA) - 3º ano
Renovação da vigência (tempo) do Contrato Nº 37/2022 (ALURA) - 2º
TERMO ADITIVO
Matrícula Feras 2024
49
6657
2024
Implantação do módulo Educação Infantil
Fechada
50
5967
2024
Migração dos portais para Docker
Concluída
51
5293
2024
Controle de Avaliações de Bolsistas
Concluída
52
2561
2024
Implantação do módulo Intellectus
Concluída
53
9267
2025
Implementar PGD
Em andamento
54
9147
2025
Implantar ferramenta de gestão de secrets - Vault
Em andamento
55
9130
2025
Migrar BDs do PostgreSQL 9.3.5
Em andamento
56
8988
2025
Descontinuar Ambiente de Hospedagem Obsoleto
Em andamento
57
8878
2025
Infraestrutura Nacional de Dados
Aguardando
58
8871
2025
Monitoramento dos Sistemas
Em andamento
59
8826
2025
Matrícula 2024.2
Concluída
60
8813
2025
Concluída
61
8778
2025
62
8740
2025
Implantação do Sistema CEUA v8.4
Renovação da vigência (tempo) do Contrato Nº 37/2022 (ALURA) - 3º
TERMO ADITIVO
Transformação Digital 2025
Em andamento
63
8680
2025
Implantação de CI/CD
Em andamento
64
8094
2025
Plano de Capacitação 2025
Em andamento
65
7407
2025
Registro de Diploma Digital de instituições externas
Em andamento
66
4973
2025
Regimento Interno do NTI
Em andamento
67
4462
2025
Reforma do NTI
Em andamento
68
4006
2025
Migração do SIEDesktop - Pós-graduação
Em andamento
69
3540
2025
Integração com serviço de dados CBC
Aguardando
70
1486
2025
Monitoramento de Pagamentos do Contrato Nº 12/2019 eSIG SOFTWARE
Em andamento
Concluída
Concluída
Parada
Análise: a qualidade percebida dos sistemas caiu em relação ao planejado, embora tenha se mantido
próxima do patamar de 2019. Pode indicar insatisfação com usabilidade, performance ou frequência de
falhas nos sistemas, o que justifica revisões técnicas e envolvimento dos usuários nos processos de
melhoria.
Indicador I19 – Taxa de disponibilidade dos sistemas da UFAL
Gráfico 19 - Taxa de disponibilidade dos sistemas
Planejado: 99,90%
Realizado: 99,47%
Resultado: Levemente abaixo da meta (-0,43%)
Tabela 19 - Projetos executados vinculados ao indicador
ID
#
Versão
Título
Situação
1
2404
2020
Período Letivo Especial
Concluída
2
1517
2020
Projeto REUNI/UFAL Mais conectada
Concluída
3
3841
2021
Concluída
4
3703
2021
5
3508
2021
Análise de Viabilidade para Infraestrutura em Nuvem
Contratação via DL de serviço de manutenção corretiva de
climatização da Sala Cofre da UFAL
Substituição do Nobreak da Sala Cofre
6
3395
2021
Contratação DL - Substituição (remoção e instalação) de Nobreak
Concluída
7
3291
2021
Projeto para Readequação da Infraestrutura Computacional da UFAL
Concluída
8
3260
2021
Transformação Digital 2021
Concluída
9
2762
2021
Concluída
10
2491
2021
11
1669
2021
12
5290
2022
Diminuição da Vulnerabilidade em TIC
Aumento da capacidade de processamento e memória da infraestrutura
computacional
Definir escopo preliminar do Sistema de Gestão de Segurança da
Informação (SGSI) na UFAL
Transformação Digital 2022
13
4643
2022
Manutenção da sala cofre 2022
Concluída
14
4605
2022
Receber e ativar ativos doados pelo TRE
Concluída
15
3542
2022
Integrar o Sipac-Protocolo ao Barramento PEN
Concluída
16
2954
2022
Contratação - Aquisição de Ativos para Atualização do Data Center
Concluída
17
1273
2022
Contratação do Serviço de Manutenção da Sala Cofre
Concluída
18
5878
2023
Avaliação do impacto para implantar o SIGAA-Graduação
Concluída
19
5793
2023
Concluída
20
5621
2023
21
5410
2023
Renovação do Contrato Nº 12/2019 eSIG SOFTWARE
Renovação do Contrato Nº 06/2022 (SALA COFRE) - 1º TERMO
ADITIVO
Transformação Digital 2023
22
3112
2023
Migração SieWeb -> SIGAA Graduação
Concluída
23
8451
2024
Concluída
24
8086
2024
25
7988
2024
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2025
Ferramenta para monitoramento com Alerta de Incidentes dos
Sistemas
Transformação Digital 2024
Concluída
Concluída
Concluída
Concluída
Concluída
Concluída
Concluída
Concluída
Concluída
26
5967
2024
Migração dos portais para Docker
Concluída
27
9294
2025
Recuperação e habilitação do data center de backup da UFAL
Em andamento
28
9283
2025
Revitalização do Zabbix
Em andamento
29
9130
2025
Migrar BDs do PostgreSQL 9.3.5
Em andamento
30
8871
2025
Monitoramento dos Sistemas
Em andamento
31
8788
2025
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2026
Em andamento
32
8740
2025
Transformação Digital 2025
Em andamento
33
4006
2025
Migração do SIEDesktop - Pós-graduação
Em andamento
34
3475
2025
Em andamento
35
3175
2025
36
2869
2025
Estabelecer comitê técnico de segurança da informação
Contratação de serviços de links para acesso, dedicado e exclusivo à
internet, entre a UFAL e unidades
Prevenção de Incidentes de Segurança
37
2763
2025
Estratégia de resposta à incidentes
Em andamento
38
2486
2025
Em andamento
39
1486
2025
Descontinuar Oracle
Monitoramento de Pagamentos do Contrato Nº 12/2019 eSIG
SOFTWARE
Em andamento
Em andamento
Em andamento
Análise: embora o desempenho seja bastante alto, a meta de excelência (99,90%) não foi atingida.
Isso reforça a importância da continuidade nas ações de monitoramento, redundância e suporte técnico para
alcançar os níveis ideais de alta disponibilidade.
Indicador I20 – Avaliação da comunidade acadêmica sobre conectividade e acesso à internet
da UFAL (escala 0 a 5)
Gráfico 20 - Satisfação com conectividade
Referência: 3,5
Planejado: —
Realizado: 2,37
Resultado: Resultado abaixo do esperado
Tabela 20 - Projetos executados vinculados ao indicador
ID
#
Versão
1
2398
2020
Título
Sistema de Créditos de Celular para Estudantes
Situação
Concluída
2
1268
2020
Fechada
2021
Compra - Aquisição de Ativos de Redes
Recuperar fibras e cabos rompidos na rede lógica do A. C.
Simões
Planejar capacitação para área de TIC da UFAL
3
1258
2020
4
4016
5
Resolvida
3958
2021
Aquisição de switches para a rede da UFAL
Concluída
6
3714
2021
Realizar deploy da nova controladora Wifi Ruckus
Concluída
7
3713
2021
Projeto Ruckus Wifi - Fase 1
Concluída
8
3488
2021
Avaliação do Nível de Governança em TIC - 2021 (TCU)
Concluída
9
3395
2021
Concluída
10
3291
2021
11
3151
2021
12
1669
2021
13
1177
2021
Contratação DL - Substituição (remoção e instalação) de Nobreak
Projeto para Readequação da Infraestrutura Computacional da
UFAL
Avaliação dos Serviços do NTI pela Comunidade - 2021
Definir escopo preliminar do Sistema de Gestão de Segurança da
Informação (SGSI) na UFAL
Subunidade do NTI no Espaço Cultural
14
4945
2022
Contratação 2022 - ALURA (Cursos In Company)
Concluída
15
4797
2022
Implantação de link redundante UFAL - PoP-AL
Concluída
16
4450
2022
Projeto Ruckus Wifi - Fase 2
Concluída
17
4403
2022
Concluída
18
2954
2022
19
6507
2023
Pesquisa de Satisfação do NTI 2022
Contratação - Aquisição de Ativos para Atualização do Data
Center
Plano de Capacitação 2024
20
6347
2023
Bolsista destaque 2/2023
Concluída
21
5666
2023
Auditoria RNP na RAAVE
Concluída
22
5407
2023
Projeto Ruckus Wifi - Fase 3
Concluída
23
5209
2023
Melhoria da conectividade na Residência Universitária - RUA
Fechada
24
4622
2023
Revitalização da Rede Lógica das Unidades 2023
Concluída
25
3204
2023
Contratação - Serviço de Rede Lógica
Concluída
26
8712
2024
OS-015/24 - ETA - Instalação de Câmeras
Concluída
27
8711
2024
Concluída
28
8709
2024
29
8604
2024
30
8451
2024
OS-010/24 - GSI - Câmeras - Lote 1
OS-008/24 - Reparo de Trechos de Fibra Rompidos - ICATIGDEMA IEFE-Complexo Esportivo
OS-016/24 - RU - Ampliação da cobertura de rede sem fio e de
câmeras de vigilância
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2025
31
8321
2024
UFalNet Extreme
Concluída
32
7731
2024
Avaliação de Satisfação 2024
Concluída
33
7604
2024
OS-005/24 - Bloco 14 - Conectividade sem fio no pav. térreo
Fechada
34
7558
2024
OS-003/24 - IEFE - Recuperação de fibra rompida
Fechada
35
7554
2024
OS-004/24 - FDA - Implementação e recuperação de rede lógica
Fechada
36
7390
2024
OS-001/24 - REITORIA - Reestruturação da rede no GVR
Fechada
37
7274
2024
Fechada
38
7123
2024
39
7052
2024
40
7039
2024
41
6772
2024
42
6550
2024
OS-002/24 - IEFE - Bloco de Salas de Aulas
OS-003/23 - Lab. de Rendimentos - Piscina - Complexo
Esportivo - IEFE
Abdicação de Reajuste do Contrato Nº 37/2022 (ALURA) - 3º
ano
Reajuste de valores do Contrato Nº 19/2023 (ENGEDATA) - 1º
APOSTILAMENTO
Revitalização da Rede Lógica das Unidades 2024
Ampliar Conectividade no IEFE - Piscina - Laboratório de
Rendimento
Concluída
Concluída
Concluída
Concluída
Concluída
Concluída
Concluída
Concluída
Fechada
Concluída
Fechada
Concluída
Concluída
Concluída
Fechada
43
6333
2024
OS-001/23 - Conectividade da Farmácia Universitária - ICF
Fechada
44
5763
2024
Aquisição de Ativos Núcleo de Rede
Concluída
45
5657
2024
OS-002/23 - Nequat - IGDEMA
Fechada
46
5392
2024
Campus Sede a 10 Gbps
Concluída
47
5184
2024
CASAU - EENF - FANUT - Instalação de ponto de internet
Fechada
48
4627
2024
Ed. Física e complexo esportivo
Concluída
49
4603
2024
Monitoração Pública da Conectividade das Unidades Acadêmicas
Concluída
50
4599
2024
Autenticação rede Wi-fi UFAL com Gov.br
Concluída
51
9294
2025
Recuperação e habilitação do data center de backup da UFAL
Em andamento
52
9283
2025
Revitalização do Zabbix
Em andamento
53
9267
2025
Implementar PGD
Em andamento
54
8788
2025
Em andamento
55
8758
2025
56
8743
2025
57
8742
2025
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2026
Reajuste de valores do Contrato Nº 19/2023 (ENGEDATA) - 2º
APOSTILAMENTO
Renovação da vigência (prazo) do Contrato Nº 19/2023
(ENGEDATA) - 2º TERMO ADITIVO
Reorganizar o endereçamento das redes lógicas da UFAL
58
8717
2025
Implantação do novo núcleo da rede
Em andamento
59
8094
2025
Plano de Capacitação 2025
Em andamento
60
5983
2025
Resiliência energética da Rede UFAL
Em andamento
61
5795
2025
Treinamento Huawei
Em andamento
62
4973
2025
Regimento Interno do NTI
Em andamento
63
4462
2025
Em andamento
64
3175
2025
Reforma do NTI
Contratação de serviços de links para acesso, dedicado e
exclusivo à internet, entre a UFAL e unidades
Parada
Parada
Em andamento
Em andamento
Análise: esse é um dos resultados mais críticos: a nota caiu para 2,37, indicando insatisfação
expressiva da comunidade. Problemas como instabilidade, baixa velocidade ou áreas de sombra no campus
podem estar afetando diretamente a experiência do usuário.
Indicador I21 – Avaliação da atuação do NTI (escala 0 a 10)
Gráfico 21 - Satisfação com atuação do NTI
Referência: 6,9
Planejado: 7,7
Realizado: 6,97
Resultado: Abaixo da meta, mas acima do valor de referência
Tabela 21 - Projetos executados vinculados ao indicador
ID
#
Versão
1
9088
2025
2
9084
2025
3
9079
2025
4
9016
2025
Título
Produção de matéria jornalística e divulgação - Chatbot Institucional do
NTI
Divulgação do Sistema Capta
Disseminação Produção de matéria jornalística e divulgação Atualização dos Painéis UFAL em Números
Material Segurança da Informação - Tema Boatos
Situação
5
9000
2025
Produção de matéria jornalística e divulgação - Módulo Intellectus
Aguardando
6
8941
2025
Portal da PINACOTECA
Concluída
7
8813
2025
Implantação do Sistema CEUA v8.4
Concluída
8
8788
2025
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2026
Em andamento
9
8740
2025
Em andamento
10
8273
2025
11
7407
2025
Transformação Digital 2025
Planejamento e compra de ferramentas e insumos para o NTI pelo PCA
2024
Registro de Diploma Digital de instituições externas
12
5765
2025
Aquisição de Estações de Trabalho
Em andamento
13
5460
2025
Autoavaliação de Curso para Cálculo do CC
Concluída
14
5389
2025
Sala 5.0 - Ambiente de Ensino Inteligente
Em andamento
15
4973
2025
Regimento Interno do NTI
Em andamento
16
4897
2025
Chatbot Institucional
Em andamento
17
4584
2025
Contratação de serviço de manutenção corretiva de Ativos de TIC
Em andamento
18
3847
2025
Política de Gestão de Projetos de TIC
Parada
19
8733
2024
Disponibilização do dicionário de dados dos painéis UFAL em números
Concluída
20
8451
2024
Construção do Plano de Contratações Anual (PCA) NTI 2025
Concluída
21
8292
2024
Comensais - Nova versão
Concluída
22
8000
2024
Atualização PAAC 2025
Concluída
23
7988
2024
Transformação Digital 2024
Concluída
24
7518
2024
Publicação do Aplicativo Loodus
Concluída
25
7321
2024
Instalação e configuração do sistema Polare
Concluída
26
7143
2024
Política de receitas próprias na UFAL
Concluída
27
6772
2024
Revitalização da Rede Lógica das Unidades 2024
Concluída
28
6657
2024
Implantação do módulo Educação Infantil
Fechada
29
6645
2024
Site institucional do Colégio de Aplicação
Concluída
30
5413
2024
Mapa Interativo Dinâmico
Concluída
31
5293
2024
Controle de Avaliações de Bolsistas
Concluída
32
2561
2024
Implantação do módulo Intellectus
Concluída
33
5710
2023
Vitrine Tecnológica
Concluída
34
5462
2023
Commutatio
Fechada
35
5410
2023
Transformação Digital 2023
Concluída
36
5329
2023
Contratação de Serviço de Telefonia para UFAL
Concluída
37
4622
2023
Revitalização da Rede Lógica das Unidades 2023
Concluída
38
3615
2023
Implantação do REDCap
Concluída
Aguardando
Concluída
Em andamento
Concluída
Em andamento
Em andamento
39
3204
2023
Contratação - Serviço de Rede Lógica
Concluída
40
2562
2023
Implantação do módulo Residência Médicas
Concluída
41
5290
2022
Transformação Digital 2022
Concluída
42
5205
2022
Painéis Interativos com Indicadores de Pesquisa
Resolvida
43
5009
2022
Solicitar Diploma via Gov.BR
Concluída
44
5003
2022
Sistema de Avaliação Discente CPA
Resolvida
45
4970
2022
Mapa Interativo
Concluída
46
4531
2022
Login via Gov.Br na Central de Equipamentos Multiusuários
Concluída
47
3544
2022
Adesão do Login Único: gov.br
Concluída
48
3542
2022
Integrar o Sipac-Protocolo ao Barramento PEN
Concluída
49
3541
2022
Apoiar a implantação de processos eletrônicos
Concluída
50
2676
2022
Central de Equipamentos Multiusuários
Concluída
51
4016
2021
Planejar capacitação para área de TIC da UFAL
Concluída
52
3880
2021
Definição da Plataforma de Comunicação da UFAL
Concluída
53
3841
2021
Análise de Viabilidade para Infraestrutura em Nuvem
Concluída
54
3559
2021
Diplomas digitais
Concluída
55
3545
2021
Concluída
56
3535
2021
57
3305
2021
ICPEdu (RNP)
Inclusão dos serviços digitais da instituição no portal gov.br e avaliação
do serviço transformado.
SISTEMA PAC
58
3291
2021
Projeto para Readequação da Infraestrutura Computacional da UFAL
Concluída
59
3260
2021
Transformação Digital 2021
Concluída
60
3151
2021
Avaliação dos Serviços do NTI pela Comunidade - 2021
Concluída
61
3130
2021
Projeto de Rede Lógica - Usina Solar UFAL
Fechada
62
2675
2021
Concluída
63
2183
2021
64
2530
2020
Plataforma de periódicos da UFAL
Instalação e testes do plugin Jitsi Meet no ambiente de homologação do
Moodle
Definir ferramenta para aulas síncronas para o ensino não-presencial.
65
2529
2020
Ambiente básico para o ensino não presencial
Concluída
66
2398
2020
Sistema de Créditos de Celular para Estudantes
Concluída
67
1901
2020
Conta institucional Gov.br para publicação de Apps
Concluída
68
1517
2020
Projeto REUNI/UFAL Mais conectada
Concluída
69
1492
2020
Ação de ativação dos ramais remotos
Concluída
70
1281
2020
Definir estratégia de transformação digital da UFAL
Concluída
Concluída
Concluída
Fechada
Concluída
Análise: embora a meta de 7,7 não tenha sido atingida, houve uma leve melhora em relação a 2019.
Isso indica que a atuação do NTI é bem vista em parte, mas ainda há margem para evoluir, especialmente
em pontos como comunicação, suporte e resposta às demandas da comunidade acadêmica.
Apêndice C – Lista de necessidades identificadas
Tabela 1 - Lista de necessidades identificadas
ID
Necessidade
Origem
Unidade ou Área
demandante
1
Integração e customização do SIGAA para gerenciar bolsas e voluntários
PIBIC/PIBITI.
PDI
Pesquisa e Pós-graduação
2
Adequação do SIGAA para cadastro e emissão de certificados de voluntários.
PDI
Pesquisa e Pós-graduação
3
Suporte para plataformas de ensino remoto, gravação e disponibilização de conteúdo.
PDI
Pesquisa e Pós-graduação
6
Necessidade de sistemas de submissão, edição e publicação de trabalhos científicos.
PDI
Pesquisa e Pós-graduação
PDI
Pesquisa e Pós-graduação
PDI
Pesquisa e Pós-graduação
PDI
Pesquisa e Pós-graduação
PDI
Pesquisa e Pós-graduação
PDI
Pesquisa e Pós-graduação
PDI
Pesquisa e Pós-graduação
PDI
Pesquisa e Pós-graduação
PDI
Pesquisa e Pós-graduação
PDI
Pesquisa e Pós-graduação
PDI
Pesquisa e Pós-graduação
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Ensino
PDI
Extensão
PDI
Extensão
PDI
Extensão
PDI
Extensão
PDI
Extensão
PDI
Extensão
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
22
23
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
39
Apoio a ferramentas de análise de produção científica e visualização de dados
bibliométricos.
Integração sistêmica entre sistemas institucionais e a Plataforma Carolina Bori
(MEC).
Gerenciamento de acessos, controle de segurança da informação e suporte técnico
para o uso dos sistemas Clarivate InCites e Sistema Financiar.
Desenvolvimento ou adoção de sistema/módulos para acompanhamento de execução,
prestação de contas e geração de relatórios de projetos de pesquisa.
Suporte multilíngue em CMS institucional, com sistema de tradução integrado.
Atualização e manutenção da infraestrutura de servidores e suporte técnico
especializado para o SEER/OJS.
Desenvolvimento ou ampliação de portal institucional, com funcionalidades de
navegação estruturada, busca e integração de dados.
Infraestrutura de TIC para coworkings: redes de dados (cabeamento,Wi-fi), segurança
da informação, controle de acesso e suporte a ambientes de trabalho remoto.
Demanda por políticas de controle de acesso, segurança da informação e gestão de
contratos com fornecedores externos.
Regulamentação da Plataforma para desenvolvimento ou aquisição de sistema para
agendamento, controle e relatórios sobre uso de equipamentos.
Sistema de Business Intelligence (BI) integrado ao SIGAA para dashboards de: Taxas
de evasão, retenção e desempenho por curso. Alertas automáticos para CPA e
coordenações sobre indicadores críticos.
Ferramenta de análise preditiva (ex.: Python/R + Power BI) para identificar estudantes
em risco.
Módulo de avaliação docente digital (com relatórios automatizados).
Plataforma acessível (WCAG 2.1) para: AVA (Moodle com leitores de tela como
NVDA). Sites institucionais com tradução para Libras (Hand Talk ou VLibras).
Sistema de gestão do Atendimento Educacional Especializado (NAC) para
agendamento de atendimentos e monitoramento de demandas.
Infraestrutura escalável: Servidores de alta disponibilidade para streaming de aulas.
Ferramentas de proctoring (ProctorU ou Safe Exam Browser).
Plataforma de mobilidade acadêmica: Integração com sistemas de Universidades
parceiras (ex.: Erasmus+). Módulo no SIGAA para validação automática de créditos.
Sistema de gestão para estudantes estrangeiros: Portal multilíngue (inglês/espanhol)
com informações sobre vistos, moradia, etc. Chatbot para tirar dúvidas (ex.:
Dialogflow).
Wi-fi 6 em todos os campi (com priorização para acervos digitais e AVAs).
Sistema de inventário digital: Banco de dados georreferenciado (QGIS ou ArcGIS)
para mapear salas/laboratórios. Integração com SIPAC para gestão de manutenções.
Salas inteligentes: Projetores interativos (como Smart Boards). Sistemas de
videoconferência para aulas híbridas.
Portal de transparência: Dados abertos em formatos reutilizáveis (CSV, JSON).
Módulo de prestação de contas do PNAES em tempo real.
Integração de sistemas: SIGAA + SIPAC + SID (gestão de estágios) para evitar
retrabalho.
Ferramenta de gestão de riscos (ex.: GRC da SAP).
Módulo avançado de extensão no SIGAA com: Cadastro de projetos vinculados a
grupos do CNPq, Relatórios automáticos de impacto social, Integração com sistemas
do CNPq e CAPES
Sistema de digitalização de projetos/relatórios com: Armazenamento em nuvem (ex:
AWS Educate), Metadados para busca por temática/público-alvo
Soluções de inclusão digital: Plataforma acessível (WCAG 2.1) com recursos para:
Tradução em Libras (VLibras). Leitores de tela para deficientes visuais
Ferramentas para extensão remota: Kits de conexão móvel (roteadores 4G) para
equipes em campo, aplicativo offline para coleta de dados em áreas sem internet
Portal unificado de extensão com: Banco de dados de ações searchable, Integração
com redes sociais (postagem automática de resultados)
Painel de BI para extensão com: Mapa interativo de cobertura municipal, Gráficos de
metas vs. realização (ex: 322 ações vinculadas a grupos CNPq), Exportação para
relatórios do Consuni
40
41
42
Sistema de avaliação de impacto: Formulários eletrônicos para comunidades
atendidas, Análise de sentimentos em redes sociais (Python + NLTK)
Solução de colaboração: Licenças de Microsoft Teams/GSuite para: Voluntários
externos Parcerias com escolas públicas
Infraestrutura para eventos: Plataforma híbrida (presencial+virtual) com: Inscrições
integradas ao SIGAA, Certificados automáticos
PDI
Extensão
PDI
Extensão
PDI
Extensão
43
Readequação da rede de internet no IM/Novo
PDU
IM
44
Instalação de ramais telefônicos nos gabinetes dos docentes.
PDU
IM
PDU
IF
PDU
IF
PDU
IF
PDU
IF
PDU
IF
PDU
IF
PDU
IF
PDU
IEFE
PDU
IEFE
PDU
ICF
PDU
ICF
47
48
49
52
53
54
56
60
63
64
66
Manutenção e atualização de equipamentos de informática para docentes, técnicos
administrativos e laboratórios de ensino e pesquisa.
Suporte para a infraestrutura de rede, incluindo a expansão e melhoria da
conectividade (com e sem fio) para atender às demandas de ensino, pesquisa e
extensão.
Necessidade de softwares especializados para as atividades de pesquisa, incluindo
análise de dados, simulação e modelagem, e ferramentas de colaboração.
Suporte e desenvolvimento de plataformas para a gestão de dados de pesquisa,
incluindo armazenamento, organização e compartilhamento de dados.
Apoio no desenvolvimento e manutenção de plataformas para eventos de extensão,
como o Expofísica, e para a divulgação de atividades do IF.
Suporte para a implementação de ferramentas de ensino online e híbrido, incluindo
plataformas de videoconferência e ambientes virtuais de aprendizagem.
Suporte para a infraestrutura de TI necessária para a operação de equipamentos de
grande porte, como o Microscópio Eletrônico de Transmissão (MET) e outros
equipamentos do Grupo de Nano-Fotônica e Imagens
Resolver problemas de internet e ar-condicionado nas salas de aula, laboratórios, sala
de informática e sala de videoconferência.
Apoio no desenvolvimento e manutenção de plataformas para eventos e atividades
acadêmicas.
Desenvolvimento de um sistema de controle do patrimônio do ICF através de
software de gestão de dados.
Apoio no desenvolvimento e manutenção de plataformas para gestão de dados e
informações acadêmicas.
68
Modernização de salas e ambulatórios com foco em conectividade.
PDU
FOUFAL
71
Aprimorar a infraestrutura de TI para atender às necessidades dos cursos e programas.
PDU
FEAC
PDU
FEAC
PDU
FEAC
PDU
FEAC
PDU
FAMED
72
73
74
75
84
85
86
87
88
90
91
92
93
94
95
96
97
98
100
Suporte técnico para a utilização de ferramentas e plataformas digitais para ensino,
pesquisa e extensão.
Desenvolvimento e manutenção de sistemas de informação para gestão acadêmica e
administrativa
Disponibilizar recursos de TI para inovação pedagógica e metodologias ativas de
aprendizagem.
Reestruturar as salas com conectividade.
Agilidade no Atendimento: Demandas apontam demora na resolução de problemas e
necessidade de maior celeridade, especialmente em questões prioritárias.
Comunicação e Divulgação: Falta de clareza sobre o papel do NTI, canais de contato
pouco acessíveis e ausência de tutoriais ou manuais explicativos.
Interface e Usabilidade: Sistema SIGAA descrito como confuso e ultrapassado,
especialmente em dispositivos móveis. Recomendações para torná-lo mais intuitivo.
Capacitação e Atendimento Humanizado: Solicitações por maior preparo e
cordialidade da equipe, além de sensibilidade em tratar demandas específicas.
Falta de Recursos e Estrutura: Escassez de pessoal técnico, dificuldades no
atendimento de unidades do interior, ausência de equipamentos adequados.
Suporte Técnico e Equipamentos: Demandas por manutenção de computadores,
impressoras e outros equipamentos sem recursos para atendimento eficaz.
Lentidão e Falhas de Desempenho: Sistema lento, frequentemente fora do ar,
especialmente em momentos de pico
Excesso de Burocracia e Lentidão em Processos Administrativos: Processos como
bolsas e documentos demoram demais e são difíceis de completar
Interface Complexa e Confusa: A interface é difícil de navegar, opções e menus são
confusos, dificultando o acesso.
Acessibilidade e Usabilidade em Dispositivos Móveis: A versão mobile do sistema é
ruim, dificultando o acesso em dispositivos móveis.
Funcionalidades Insuficientes em Módulos Acadêmicos: Funcionalidades limitadas
para avaliação de alunos e gestão de atividades acadêmicas.
Instabilidade e quedas de internet: Conexões instáveis e quedas frequentes de internet,
impossibilitando atividades.
Velocidade da internet: Velocidade lenta e insatisfatória para atividades acadêmicas e
profissionais.
Cobertura da rede deWi-fi: Sinal fraco ou inexistente em várias áreas do campus, com
pontos cegos.
Apoio e informações claras: Falta de informações claras sobre o funcionamento da
rede e dificuldades para acesso.
Avaliação da
TI
Avaliação da
TI
Avaliação da
TI
Avaliação da
TI
Avaliação da
TI
Avaliação da
TI
Avaliação da
TI
Avaliação da
TI
Avaliação da
TI
Avaliação da
TI
Avaliação da
TI
Avaliação da
TI
Avaliação da
TI
Avaliação da
TI
Avaliação da
TI
Comunidade Acadêmica
Comunidade Acadêmica
Comunidade Acadêmica
Comunidade Acadêmica
Comunidade Acadêmica
Comunidade Acadêmica
Comunidade Acadêmica
Comunidade Acadêmica
Comunidade Acadêmica
Comunidade Acadêmica
Comunidade Acadêmica
Comunidade Acadêmica
Comunidade Acadêmica
Comunidade Acadêmica
Comunidade Acadêmica
101
102
103
104
105
106
108
109
117
118
119
122
123
124
125
126
127
128
129
Quadro de Profissionais: Refere-se à escassez de funcionários especializados e
técnicos no setor, dificultando o atendimento e a resolução eficiente das demandas.
Comunicação e Relacionamento: Relaciona-se com a necessidade de melhorar a
comunicação entre o NTI e os usuários, garantindo clareza, acessibilidade e respostas
rápidas.
Modernização de Sistemas: Envolve a atualização e modernização dos sistemas
utilizados pela Universidade, buscando torná-los mais funcionais, rápidos e intuitivos.
Capacitação e Formação: Refere-se à necessidade de aprimorar a formação e
capacitação dos servidores, bolsistas e técnicos para garantir um atendimento
qualificado.
Manutenção e Equipamentos: Refere-se à necessidade de manutenção e atualização de
equipamentos de TI, incluindo hardware e periféricos, para garantir um bom
funcionamento das unidades.
Monitoramento e Transparência: Envolve a criação de mecanismos para monitorar e
informar os usuários sobre o status dos serviços de TI, garantindo transparência e
comunicação ativa
Ampliar o acesso e a qualidade da internet na Unidade Palmeira dos Índios, incluindo
a reativação do laboratório de informática e melhoria da velocidade da internet nos
computadores eWi-fi.
Ampliação e melhoria da redeWi-fi nas dependências da FDA, visando oferecer um
acesso à internet de alta velocidade e estável para alunos, professores e funcionários.
Desenvolvimento de um sistema de controle do patrimônio do ICF através de
software de gestão de dados.
Apoio no desenvolvimento e manutenção de plataformas para eventos e atividades
acadêmicas e de extensão.
Necessidade de softwares especializados para atividades de pesquisa, análise de
dados, simulação, modelagem e colaboração.
Desenvolvimento de um sistema de controle do patrimônio do ICF através de
software de gestão de dados.
Desenvolvimento ou aquisição de um sistema informatizado para acompanhamento de
egressos.
Desenvolvimento ou aquisição de sistemas de informação para otimizar a gestão
acadêmica, administrativa e financeira da FDA.
Disponibilização de recursos de TI para apoiar o ensino remoto, a produção de
materiais didáticos digitais e o desenvolvimento de pesquisas acadêmicas.
Ambientes Interativos de Aprendizagem baseados na Web e Educação On-line.
Disponibilidade de recursos tecnológicos digitais de informação e comunicação para
melhoria dos processos de ensino-aprendizagem, de pesquisa, de extensão e de gestão.
Necessidade de manutenção no Sistema Integrado de Gestão de Atividades
Acadêmicas (SIGAA) e ao Sistema Integrado de Gestão e Recursos Humanos
(SIGRH), para eles.
Disponibilizar recursos de TI para inovação pedagógica e metodologias ativas de
aprendizagem.
Avaliação da
TI
Comunidade Acadêmica
Avaliação da
TI
Comunidade Acadêmica
Avaliação da
TI
Comunidade Acadêmica
Avaliação da
TI
Comunidade Acadêmica
Avaliação da
TI
Comunidade Acadêmica
Avaliação da
TI
Comunidade Acadêmica
PDU
Campus Arapiraca
PDU
FDA
PDU
Campus Arapiraca
PDU
Campus Arapiraca
PDU
Campus Arapiraca
PDU
IC
PDU
ICHCA
PDU
FDA
PDU
FDA
PDU
IC
PDU
ICHCA
PDU
IP
PDU
Campus Arapiraca
Feedback dos
diretores
Feedback dos
diretores
Feedback dos
diretores
136
Conexão com internet em alguns pontos do prédio da FOUFAL
137
Apoio da gestão UFAL, seja por uso da assinatura de algum software ou pelo
desenvolvimento de um software próprio
144
Estabilização da cobertura de rede sem fio dentro do laboratório.
150
Implantação de sistema de perfil de usuários móveis para os computadores da Famed,
permitindo que o usuário acesse seus arquivos e programas a partir de qualquer
computador da unidade
Feedback dos
diretores
FAMED
152
Aumentar a equipe de REDES e Suporte
Análise SWOT
GT PDTIC
153
Diversificar a qualificação dos servidores (1 servidor ser qualificado em mais de uma
especialidade)
Análise SWOT
GT PDTIC
154
Tornar todos os sistemas integrados
Análise SWOT
GT PDTIC
Análise SWOT
GT PDTIC
Análise SWOT
GT PDTIC
Análise SWOT
GT PDTIC
Análise SWOT
GT PDTIC
Análise SWOT
GT PDTIC
155
156
157
158
160
Treinamento constante dos usuários internos da comunidade acadêmica para uso dos
novos canais, sistemas e Serviços
Oferecer treinamentos e capacitações contínuas para os gestores e equipes de TIC /
Aprimorar a Gestão do Portfólio de Projetos e Estabelecer critérios objetivos de
priorização
Gratificações inadequadas para a função exercida
Migrar e integrar os sistemas legados, mais colaboração dos gestores diretos desses
sistemas
Definir trilhas no aprendizado para servidores de TI, estabelecer metas e cobrar um
feedback da equipe
FOUFAL
FOUFAL
IM
161
Unificar os serviços e soluções
Análise SWOT
GT PDTIC
162
Ter uma equipe específica e especializada para atuar nesse escopo / Estruturar uma
Política de Segurança da Informação / Alinhar-se com Normas e Boas Práticas
vigentes
Análise SWOT
GT PDTIC
163
Manter a oferta de treinamentos específicos e presenciais para áreas de TI
Análise SWOT
GT PDTIC
165
Analisar a possibilidade parcerias e projetos de fomento via MEC/FNDE/RNP para
melhorar a previsibilidade e planejamento orçamentário
Análise SWOT
GT PDTIC
166
Política de renovação constante do parque tecnológico
Análise SWOT
GT PDTIC
Análise SWOT
GT PDTIC
Análise SWOT
GT PDTIC
167
168
Viabilidade de gratificações para disponibilidade dos servidores de TI aos FDS e
feriados
Estabeler parcerias institucionais e estratégicas com outros órgãos de TI do governo,
ex, Dataprev, SERPRO, Petrobras, BB para o desenvolvimento de inovações.
170
Melhor priorização e planejamento das demandas
Análise SWOT
GT PDTIC
171
Implantação de um SoC
Análise SWOT
GT PDTIC
173
Desenvolver ou adquirir soluções Internas Customizadas para Universidade
Análise SWOT
GT PDTIC
Análise SWOT
GT PDTIC
Análise SWOT
GT PDTIC
174
175
Fortalecimento da Infraestrutura de TI: Déficit na infraestrutura computacional,
Necessidade de redundância e atualização de sistemas legados, planejamento para se
precaver do crescimento da demanda por conectividade e serviços digitais
Gestão de Segurança da Informação e Conformidade Legal: gerenciamento do
aumento de ataques cibernéticos; atender exigências legais, aumentar governança de
TI
176
Expansão e Integração de Sistemas
Análise SWOT
GT PDTIC
177
Capacitação e Retenção de Talentos em TI
Análise SWOT
GT PDTIC
178
Governança e Transparência em TI
Análise SWOT
GT PDTIC
179
Inovação e Adoção de Tecnologias Emergentes
Análise SWOT
GT PDTIC
181
Melhorar a publicidade das ações de TI que são realizadas no NTI
Análise SWOT
GT PDTIC
Análise SWOT
GT PDTIC
Análise SWOT
GT PDTIC
182
183
Aumentar parcerias com instituições de fomento. Instituições Públicas (nacionais):
FINEP, CNPq, CAPES, BNDES, Embrapii, FAPs estaduais.
Apoiar aquisições de TIC: participar das aquisições de tic como integrante técnico do
processo de aquisição.
Apêndice D – Definição dos indicadores
Este apêndice descreve cada indicador, com o propósito de facilitar a compreensão do que ele
representa e sua unidade de medida, descrever a fonte e os procedimentos de coleta ou de cálculo dos dados
que o compõe, indicar qual a periodicidade e o momento que os dados devem ser coletados e estabelecer a
responsabilidade da coleta.
Outro aspecto contido neste apêndice é o levantamento histórico realizado acerca do comportamento
do indicador. Este levantamento foi realizado para facilitar o estabelecimento das metas, que considerou a
tendência do indicador, os riscos, a capacidade de execução e a análise do cenário organizacional, político
e global. O levantamento também possibilitou a definição de margem de erro para as projeções de forma a
facilitar a definição de intervalos para aferir o alcance das metas. Mesmo que o valor obtido no período seja
inferior ao definido na meta, caso esteja dentro da margem de erro, a meta pode ser considerada alcançada.
A “Tabela 1” a seguir ilustra a relação dos indicadores com as metas e objetivos que eles se aplicam.
Vale ressaltar que os indicadores são utilizados para aferir o alcance das metas. E a partir da avaliação das
metas é feita a verificação se os objetivos foram alcançados.
Tabela 1 - Relação dos indicadores com as metas e objetivos
Objetivos Estratégicos
Metas
Indicador
M1. Reduzir o tempo médio de
tramitação dos processos para 30 dias
Tempo médio da tramitação de processos
até 2029
M2. Totalizar 75 indicadores
institucionais no portal UFALem
Total de indicadores institucionais
OBJ2. Ampliar a oferta de dados e
Números até 2029
indicadores para transparência e
tomada de decisão
M3. Totalizar 43 conjuntos de dados
Total de conjuntos de dados abertos
abertos no portal dados.gov.br até 2029
OBJ3. Ampliar a oferta de soluções
M4. Ofertar 52 novas soluções aplicadas
de TIC para melhoria do ensino,
ao ensino, pesquisa, extensão e/ou
Número de novas soluções implantadas
pesquisa, extensão e gestão
gestão até 2029
institucional
M5. Atingir 8500 dispositivos
conectados simultaneamente à rede
Número de dispositivos na rede UFAL
UFAL até 2029
OBJ4. Ampliar a conectividade e a
qualidade de acesso à internet
M6. Alcançar uma taxa de
disponibilidade da conexão com a
Taxa de disponibilidade da conexão internet
internet de 99,95% até 2029.
M7. Atingir nota 7,5 com relação ao
OBJ5. Melhorar a qualidade dos
nível de satisfação da comunidade
Nível de satisfação com a área de TIC
serviços e das soluções de TIC
acadêmica com a área de TIC até 2029
M8. Alcançar o nível aprimorado (70%)
Índice de governança em tecnologia da
no índice de governança em tecnologia
informação
da informação (iGovTI) até 2029
OBJ6. Melhorar a governança, a
M9. Restrição de acesso acerca do
gestão e a segurança em TI
indicador de maturidade iSegTI, nos
Índice de segurança da informação (iSegTI)
termos do art. 15 do Decreto no 10.748,
de 16 de julho de 2021.
M10. Manter a taxa de disponibilidade
Taxa de disponibilidade da infraestrutura
da infraestrutura computacional acima
computacional
OBJ7. Evoluir a infraestrutura
de 99,6 até 2029
computacional
M11. Alcançar 94,59% de aderência da
Grau de aderência da infraestrutura
infraestrutura computacional às
computacional às necessidades institucionais
OBJ1. Aumentar a eficiência dos
processos institucionais
necessidades institucionais até 2029.
M12. Elevar o nível médio de formação
dos servidores de tecnologia da
OBJ8. Manter equipe qualificada, informação para 6,53 até 2029.
apta a atender a demanda e capaz de M13. Atingir 93,1% no índice de
inovar
cobertura de competências até 2029.
M14. Totalizar 20 novos registros de
inovação no INPI até 2029
Nível de formação da equipe
Grau de redundância de competências
Registros de Inovação no INPI
Tabela 2 - Tempo Médio de Tramitação de Processos
Indicador 1
Tempo Médio de Tramitação de Processos
Unidade Medida
Dias
Considera o total de processos administrativos arquivados no ano e realiza o cálculo da média de dias
de tramitação de todos esses processos. Vale observar que os processos que foram criados em anos
anteriores e que foram arquivados no ano em análise também serão contabilizados.
Descrição
Fonte de dados
SIPAC
Procedimento de
coleta
Acessar a seguinte funcionalidade do sipac para emissão do relatório:
Sipac > Sist. de Protocolos > Relatório de Tempo Médio de Tramitação
Na tela de emissão do relatório, informar o período a que se refere a informação: de 01 de janeiro a 31
de dezembro do ano correspondente. Não é necessário preencher os demais campos da consulta.
Periodicidade da
Coleta:
Anual, janeiro do ano subsequente que se deseja coletar.
Histórico
(até 2025) e
Projeção
(até 2029)
Margem de erro
+ ou - 70 dias
Responsável
Coordenadoria de Sistemas
Tabela 3 - Total de Indicadores Institucionais
Indicador 2
Total de Indicadores Institucionais Interativos
Unidade medida
Unidade
Considera o total de indicadores interativos disponíveis no portal UFALem Números. No portal
UFALem números, os indicadores estão distribuídos em painéis e estão representados por meio de
gráficos. Cada gráfico representa um indicador distinto, que pode apresentar variações em sua exibição
conforme os filtros aplicados pelo usuário.
https://numeros.ufal.br
Descrição:
Fonte de dados
Procedimento de
coleta
Periodicidade da
Coleta:
Identificar o quantitativo de indicadores existentes em cada painel. Cada indicador possui uma
representação gráfica. Então, neste caso, a contagem total de gráficos existentes nos painéis
corresponderá ao total de indicadores existentes no portal Ufal em números.
Anual. Não há restrições para a realização da coleta. O mais indicado é que seja após a última
atualização do ano no Portal Ufal em Números.
Histórico
(até 2025) e
Projeção
(até 2029)
Margem de erro
+ ou – 9
Responsável
Coordenadoria de Sistemas
Tabela 4 - Total de conjuntos de dados abertos
Indicador 3
Total de conjuntos de dados abertos
Unidade medida
Conjunto de dados
Considera o quantitativo de conjuntos de dados da UFALdisponível no portal de dados abertos
dados.gov.br. A premissa é que ao ofertar mais conjuntos de dados abertos à sociedade, seja possível
ampliar a capacidade de aumentar a compreensão dos fenômenos relacionados à atuação da
Universidade, fomentar a elaboração de novas políticas e permitir a ampla construção de modelos que
possibilitem o controle social e a melhoria da tomada de decisão.
https://dados.gov.br/dados/organizacoes/visualizar/universidade-federal-de-alagoas
Descrição:
Fonte de dados
Procedimento de
coleta
Periodicidade da
Coleta:
Nas informações inerentes ao registro da UFAL no portal de dados abertos, há a informação referente
ao total de conjuntos de dados. Este é o dado que deve compor os registros do indicador.
Anual. Não há restrições para a realização da coleta. O mais indicado é que seja após a última
atualização do ano em dados.gov.br.
Histórico
(até 2025) e
Projeção
(até 2029)
Margem de erro
+ ou - 6
Responsável
Coordenadoria de Sistemas
Tabela 5 - Número de novas soluções implantadas
Indicador 4
Número de novas soluções implantadas
Unidade medida
Solução implantada
Representa o total de soluções implantadas para apoiar o ensino, a pesquisa, a extensão ou a
administração de forma geral. As soluções relevantes para este indicador poderão ser desenvolvidas
pela área de TIC, adquiridas ou obtidas livremente decorrentes do licenciamento de código aberto.
Inventário de ativos de software da Coordenadoria de Sistemas
Descrição:
Fonte de dados
Inventário de ativos de software da Coordenadoria de Suporte ao Usuário
Procedimento de
coleta
Deve-se filtrar os itens do inventário pelo intervalo de datas de instalação/implantação de janeiro a
dezembro do ano que se deseja totalizar os ativos de software que foram instalados e verificar a
quantidade de registros resultante. A coleta deve ser feita preferencialmente no ano subsequente ou
quando não houver mais perspectivas de instalação ou implantações de software no ano de interesse.
Periodicidade da
Coleta:
Anual.
Histórico
(até 2025) e
Projeção
(até 2029)
Margem de erro
+ ou - 1
Responsável
Coordenadoria de Service Desk
Tabela 6 - Número de dispositivos conectados na rede
Indicador 5
Número de dispositivos conectados à rede
Unidade medida
Dispositivo conectado
Indica o número máximo de dispositivos (computadores, notebooks, celulares, impressoras,
equipamentos de rede e outros) conectados simultaneamente à rede UFAL em um determinado período.
Zabbix e servidor DHCP
Descrição:
Fonte de dados
Procedimento de
coleta
Periodicidade da
Coleta:
A coleta deve ser feita no gráfico gerado pelo Zabbix, no host isc-kea-dhcp, item Indicador5.
Defina o período de interesse (por exemplo, last 1 year) e selecione o valor exibido na coluna “max”.
Anual. Preferencialmente após a conclusão do ano de interesse, visto que a coleta considera todo os
dias do ano para identificar o maior “pico” de ativos conectados na rede.
Histórico
(até 2025) e
Projeção
(até 2029)
Margem de erro
+ ou – 906
Responsável
Coordenadoria Geral de Redes
Tabela 7 - Taxa de disponibilidade da conexão internet
Indicador 6
Taxa de disponibilidade da conexão internet
Unidade medida
Porcento (%)
Descrição:
Corresponde ao percentual de disponibilidade da rede (conexão da Ufal à internet) ao longo do ano.
Zabbix
Fonte de dados
Procedimento de
coleta
Realizar login no Zabbix server e localizar a opção “Web scenarios”> Failed step of scenario
“www.google.com”. Definir o período da medição, obter o tempo total de indisponibilidade e calcular
o percentual relativo ao tempo total de operação anual.
Periodicidade da
Coleta:
Anual
Histórico
(até 2025) e
Projeção
(até 2029)
Margem de erro
+ ou – 0,09%
Responsável
Coordenadoria Geral de Redes
Tabela 8 - Nível de satisfação com a área de TIC
Indicador 7
Nível de satisfação com a área de TIC
Unidade medida
Descrição:
Fonte de dados
Procedimento de
coleta
Representa o nível de satisfação dos usuários com relação a atuação da área de TIC.
Pesquisa de opinião anual da área de TIC (Avaliação anual da área de TIC)
A partir de todos os registros coletados indicando o nível de satisfação com a atuação da área de TIC, a
partir da pesquisa de opinião junto aos usuários finais (discentes, técnicos e docentes), faz-se a média
de todos os valores obtidos.
Periodicidade da
Coleta:
Anual
Histórico
(até 2025) e
Projeção
(até 2029)
Margem de erro
+ ou – 0,13
Responsável
Coordenadoria de Service Desk
Tabela 9 - Índice de governança em tecnologia da informação (IGovTI)
Indicador 8
Descrição:
Fonte de dados
Procedimento de
coleta
Periodicidade da
Coleta:
Índice de governança em tecnologia da informação (IGovTI)
Mede o nível de maturidade das organizações públicas em relação à governança de TI e abrange
dimensões como liderança, estratégia e planos, informações, pessoas, processos e resultados. O índice
varia de 0 a 1 e classifica as instituições em quatro estágios: Inicial, Básico, Intermediário e
Aprimorado,
Relatório de resultado da avaliação anual do IGovTI
Obter o relatório de avaliação individual (da UFAL) no sítio do TCU e identificar o valor
correspondente ao indicador IGovTI.
Anual
Histórico
(até 2025) e
Projeção
(até 2029)
Margem de erro
+ ou - 5,84%
Responsável
Coordenadoria de Relacionamento Institucional
Tabela 10 - Índice de segurança da informação (iSegTI)
Indicador 9
Índice de segurança da informação (iSegTI)
Fonte de dados
O iSegTI mede o grau de maturidade das práticas de segurança da informação adotadas por cada órgão
integrante do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação (SISP), com base
em controles, metodologias e ferramentas definidos pelo Framework de Privacidade e Segurança da
Informação (PPSI).
Relatório de Avaliação do PPSI
Procedimento de
coleta
A partir da ferramenta (planilha) que integra o framework do Programa de Privacidade e Segurança da
Informação (PPSI), selecionar o menu “Relatório” e obter o valor do indicador ISeg. A coleta deve ser
feita diretamente no artefato enviado à SGD.
Descrição:
Periodicidade da
Coleta:
Histórico
(até 2025 e
Projeção
(até 2029)
Margem de erro
Anual, a coleta pode ser realizada a qualquer momento do ano, desde que seja posterior ao envio do
instrumento ao SISP.
Responsável
Coordenadoria de Qualidade e Segurança da Informação
Restrição de acesso acerca dos indicadores de maturidade (iPriv e iSeg), nos termos do
art. 15 do Decreto no 10.748, de 16 de julho de 2021.
+ ou - 5,96%
Tabela 11 - Taxa de disponibilidade da infraestrutura computacional
Indicador 10
Descrição:
Fonte de dados
Taxa de disponibilidade da infraestrutura computacional
O indicador mede o percentual de tempo em que o núcleo de recursos computacionais da UFAL está
efetivamente disponível para uso, sem interrupções ou falhas. Esse indicador é fundamental para avaliar
a confiabilidade e a continuidade dos serviços de TI que dependem da infraestrutura central. Ele é
calculado com base no tempo total em que a infraestrutura deveria estar operacional, comparado ao
tempo em que esteve realmente disponível.
Solução de gerenciamento centralizado da infraestrutura.
Procedimento de
coleta
A partir da solução de gerenciamento centralizado da infraestrutura, coletar a taxa de disponibilidade no
painel de monitoramento da operação. Deve-se aplicar o filtro do período desejado (jan a dez do ano da
coleta) e verificar o percentual resultante.
Periodicidade da
Coleta:
Anual, após o último dia do ano de interesse.
Histórico
(até 2025) e
Projeção
(até 2029)
Margem de erro
+/- 0,06%
Responsável
Coordenadoria de Redes e Infraestrutura
Tabela 12 - Grau de aderência da infraestrutura computacional às necessidades institucionais
Indicador 11
Descrição:
Fonte de dados
Procedimento de
coleta
Periodicidade da
Coleta:
Grau de aderência da infraestrutura computacional às necessidades institucionais
O objetivo deste indicador é mensurar a capacidade da infraestrutura tecnológica de suportar as
demandas atuais e futuras da Universidade, garantindo a disponibilidade e a segurança dos recursos
essenciais para todas as atividades. Trata-se de um índice de conformidade que avalia se os elementos
críticos da infraestrutura de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) atendem aos requisitos
mínimos de operação, segurança, resiliência e capacidade definidos como essenciais para mitigar riscos
operacionais e apoiar o desenvolvimento institucional
Planilha de indicadores de TIC
Preencher o checklist e verificar o grau de aderência às necessidades institucional em termos
percentuais.
Anual. O checklist pode ser preenchido sempre que necessário, contudo, para efeitos de coleta, sugerese que a avaliação seja feita após a conclusão da última ação anual que pode afetar um dos critérios
considerados.
Histórico
(até 2025) e
Projeção
(até 2029)
Margem de erro
+ ou – 5,82%
Responsável
Coordenadoria de Redes e Infraestrutura
Tabela 13 - Nível de formação da equipe
Nível médio de formação da equipe
Indicador 12
Descrição:
Fonte de dados
Procedimento de
coleta
Periodicidade da
Coleta:
O indicador reflete o nível médio de formação da equipe, em uma escala de 1 a 10, onde 1 representa
formação mínima de um servidor (ensino médio) e 10 representa o maior nível de formação
(doutorado). A premissa para uso deste indicador é que quanto maior o nível de formação médio da
equipe, melhor a competência da equipe para superar os desafios técnicos e maior a capacidade de
executar projetos complexos que envolvem tecnologias emergentes e caráter inovador.
SIGRH: Módulo Administração de Pessoal>> Consultas Funcionais > Relatório de Formações dos
Servidores
A partir do relatório obtido no SIGRH, deve-se quantificar os servidores em cada nível de formação e
preencher a planilha na coluna correspondente ao ano na planilha de indicadores do PDTIC. A planilha
calcula a média ponderada dos quantitativos de formação considerando os seguintes pesos para cada
nível de formação (Ensino médio:1 / Téc. Profissionalizante: 2 / Ensino Superior: 4 / Especialização: 6 /
Mestrado: 8 / Doutorado: 10)
Anual
Histórico
(até 2025) e
Projeção
(até 2029)
Margem de erro
+ ou – 0,15
Responsável
Coordenadoria de Relacionamento Institucional
Tabela 14 - Grau de redundância de competências
Indicador 13
Índice de Redundância de Competências
Unidade
Porcento (%)
Expressa o grau de segurança institucional em relação à distribuição das competências entre os
membros da equipe. Ele mostra quantas competências estão cobertas por mais de uma pessoa,
reduzindo o risco de descontinuidade em caso de afastamento, desligamento ou indisponibilidade. Um
índice alto indica que há compartilhamento de conhecimento e habilidades, o que fortalece a resiliência
organizacional. Um índice baixo pode sinalizar dependência excessiva de indivíduos específicos,
mesmo que não seja crítico no momento. Por exemplo: um índice de 90% indica que significa que 10%
das competências dependem exclusivamente de uma pessoa.
Mapa de Competências do NTI - Notion
Descrição:
Fonte de dados
Procedimento de
coleta
Verifica-se quantas competências distintas constam registradas no mapa de competências (total de
competências). Depois, para cada competência, verifica-se quantas competências estão associadas a
duas ou mais pessoas (competências cobertas). O índice corresponde a razão entre o número de
competências cobertas pelo total de competências.
Periodicidade da
Coleta:
Anual
Histórico
(até 2025) e
Projeção
(até 2029)
Margem de erro
+ ou – 1,22%
Responsável
Coordenadoria de Relacionamento Institucional
Tabela 15 - Registros de Inovação no INPI
Indicador 14
Descrição:
Fonte de dados
Registros de Inovação no INPI
O indicador "Registros de Inovação no INPI" representa o total de ativos de propriedade intelectual que
foram registrados junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) pelo Núcleo de
Tecnologia da Informação (NTI) da UFAL. Ele indica o nível de inovação gerada internamente, com as
ações de desenvolvimento de softwares, sistemas ou algoritmos; soluções tecnológicas aplicadas à
gestão universitária ou ao atendimento ao público; e ferramentas digitais que tenham potencial de reuso
em outras instituições públicas.
SIPAC
Procedimento de
coleta
Na mesa virtual do SIPAC, localizar processos com os seguintes parâmetros:
Assunto: 251.1 - REGISTRO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL. APOIO À REDAÇÃO DE
PATENTES
Unidade de Origem: Núcleo de Tecnologia da Informação
Verificar nos processos resultantes, qual o ano de emissão do registro pelo INPI.Quantificar quantos
registros foram realizados no ano da coleta.
Periodicidade da
Coleta:
Anual
Histórico
(até 2024) e
Projeção
(até 2029)
Margem de erro
+ ou - 4
Responsável
Coordenadoria de Relacionamento Institucional
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E
CONTRATOS
FOLHA DE ASSINATURAS
Emitido em 16/10/2026
PLANO DE GERENCIAMENTO TÉCNICO Nº 74/2026 - SPADA (11.00.43.05.04.02)
(Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)
(Assinado digitalmente em 16/10/2026 17:14 )
DANIEL LUIZ DE MELO GOMES CORDEIRO
DIRETOR - TITULAR
GR (11.00.43)
Matrícula: ###298#7
Para verificar a autenticidade deste documento entre em https://sipac.sig.ufal.br/documentos/ informando seu
número: 74, ano: 2026, tipo: PLANO DE GERENCIAMENTO TÉCNICO, data de emissão: 16/10/2026 e o
código de verificação: 4ea9146ffb