Engenharia de Produção - Bacharelado 2018

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                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS DO SERTÃO

PROJETO PEDAGÓGICO DO
CURSO DE GRADUAÇÃO
EM
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

Delmiro Gouveia - Alagoas
2018

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS DO SERTÃO

PROJETO PEDAGÓGICO DO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE
PRODUÇÃO
Projeto

Pedagógico

do

Curso

de

Graduação em Engenharia de Produção,
elaborado com o objetivo de sua oferta
pela Universidade Federal de Alagoas –
Campus do Sertão, no contexto de sua
política de expansão.

Delmiro Gouveia/Alagoas
2018

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS DO SERTÃO

Reitora
Maria Valéria Costa Correia

Vice-Reitor
José Vieira da Cruz

Pró-Reitora de Graduação
Sandra Regina Paz da Silva

Diretora Geral do Campus do Sertão
Agnaldo José dos Santos

Diretor Acadêmico do Campus do Sertão
Thiago Trindade Matias

Delmiro Gouveia – Alagoas
Maio - 2018

ELABORAÇÃO DO PROJETO:
Prof. Jonhatan Magno Norte da Silva

EQUIPE DE REVISÃO DO PROJETO:
Prof. Robério José Rogério dos Santos
Prof. Victor Diogho Heuer de Carvalho
Prof. Francirley Paz da Silva
Prof. Everton de Souza Coelho
Prof. Lígia Lobo Mesquita
Prof. Natália de Almeida Ferraz
Prof. Antônio Pedro de Oliveira Netto
Téc. em Assuntos Educacionais – Ivonildo F. Lima

Sumário
1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO .......................................................................................................... 1
2. FORMA DE INGRESSO ................................................................................................................... 2
3. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO ........................................................................................ 2
4. CAMPO DE ATUAÇÃO .................................................................................................................... 2
5. INTRODUÇÃO .................................................................................................................................. 3
5.1 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO .................................. 4
6. JUSTIFICATIVA ................................................................................................................................ 7
7. OBJETIVOS .................................................................................................................................... 10
8. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERFIL DE FORMAÇÃO ....................................................... 10
9. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO ................................................................................ 11
9.1 ESTRUTURA PEDAGÓGICA ................................................................................................... 11
9.2 ESTRUTURA CURRICULAR ................................................................................................... 16
10. ORDENAMENTO CURRICULAR DO CURSO ............................................................................. 16
10.1 ORGANIZAÇÃO DAS DISCIPLINAS POR SEMESTRE ......................................................... 16
10.2 DISCIPLINAS ELETIVAS ........................................................................................................ 19
10.3 EMENTAS ............................................................................................................................... 20
Disciplinas Obrigatórias .............................................................................................................. 20
Disciplinas Eletivas ..................................................................................................................... 82
10.4 PRÉ-REQUISITOS E CORREQUISITOS ............................................................................... 92
10.5 FLUXOGRAMA ....................................................................................................................... 86
11. PROGRAMAS E RELAÇÕES DE EXTENSÃO ............................................................................ 87
11.1 RELAÇÃO ENTRE O CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E A EXTENSÃO ................ 87
11.3.1 Projeto de Extensão em Pesquisa Operacional e Tomada de Decisão ................... 91
11.3.2 Projeto de Extensão em Produto, Gestão da Qualidade e Aspectos Econômicos 94
11.3.3 Projeto de Extensão em Manutenção, Automação e Sustentabilidade ................... 96
11.3.4 Projeto de Extensão em Engenharia do Trabalho ..................................................... 98
11.3.5 Projeto de Extensão Interdisciplinar de Engenharias ............................................. 101
12. INTERDISCIPLINARIDADE – ARTICULAÇÃO ENTRE OS SABERES .................................... 104
13. METODOLOGIA .......................................................................................................................... 108
14. COMPETÊNCIAS, HABILIDADES E ATITUDES ....................................................................... 110
15. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO .......................................................................... 111
16. ATIVIDADES COMPLEMENTARES ........................................................................................... 114
17. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC ................................................................... 116
18. PROGRAMAS DE APOIO AO DISCENTE ................................................................................. 118
18.1 CURSO DE NIVELAMENTO......................................................................................................... 118
18.2 PROGRAMA DE ORIENTAÇÃO ACADÊMICA – PROA ................................................................... 118
18.3 MONITORIA ............................................................................................................................. 119
18.4 PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO DISCENTE – PEC ....................................................................... 120
18.5 PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL – PET ............................................................................ 122
18.6 ENACTUS ................................................................................................................................ 123
18.7 EMPRESAS JUNIORES .............................................................................................................. 125
19. COLEGIADO DO CURSO........................................................................................................... 126
20. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) ......................................................................... 128
21 SISTEMAS DE AVALIAÇÃO ........................................................................................................ 128
21.1 O SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM ........................................... 128
21.2 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DE CURSO ...................................................................... 132
22. CONDIÇÕES DE VIABILIZAÇÃO DO CURSO .......................................................................... 133
22.1. DOCENTES ............................................................................................................................. 133
22.2. TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS .................................................................................................... 133
22.3. RECURSOS MATERIAIS ............................................................................................................ 133
23. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICA .............................................................................................. 134

1

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
MANTENEDORA: Ministério da Educação (MEC)
CÓDIGO: 391
MUNICÍPIO-SEDE: Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
DEPENDÊNCIA: Administrativa Federal
MANTIDA: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
CÓDIGO: 577
MUNICÍPIO-SEDE: Maceió
ESTADO: Alagoas
REGIÃO: Nordeste
ENDEREÇO DO CAMPUS SEDE: Rodovia BR 101, Km14 Campus A.C. Simões,
Cidade Universitária Maceió/AL, CEP: 57.072-970. Fone: (82) 3214-1100 (Central)
PORTAL ELETRÔNICO: http://www.ufal.edu.br/sertao/graduacao/engenharia-deproducao
ATOS REGULATÓRIOS: Portarias de Credenciamento e/ou recredenciamento,
atos legais publicados em DO
EXEMPLO: Decreto Federal nº 3867, de 25/01/1961, publicado no DO de
27/01/1961
UNIDADE ACADÊMICA: Campus do Sertão
NOME DO CURSO: Engenharia de Produção
TÍTULO OFERTADO: Engenheiro de Produção
DOCUMENTO DE AUTORIZAÇÃO E/OU PORTARIA DE RECONHECIMENTO:
Parecer CNE/CES 204/2010 de 27/04/2011 com publicação no DOU de 28/04/2011
MODALIDADE: Presencial
ENDEREÇO DE FUNCIONAMENTO DO CURSO:
TURNO DE FUNCIONAMENTO: Vespertino
NÚMERO DE VAGAS: 50 vagas/ano (entrada única)
CARGA HORÁRIA TOTAL: 4.250 horas
DURAÇÃO: Mínima – 10 semestres e Máxima – 15 semestres
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL:
MÍNIMA: 284 horas
Máxima: 425 horas

2

Cabe destacar que o curso de Engenharia de Produção buscará uma estrutura de
corpo docente formada por, pelo menos, 60% de engenheiros de produção - para
fortalecer ações didáticas, pedagógicas, de pesquisa, de inovação e de extensão,
voltadas ao aprofundamento de questões mais específicas do setor produtivo. Se
pese também a necessidade de docentes noutras áreas com formação em
engenharias

de

sistemas,

computação,

química,

industrial, administração,

economia, elétrica, mecânica e/ou mecatrônica.
2. FORMA DE INGRESSO
A principal forma de acesso aos cursos da Universidade Federal de Alagoas é
normatizada pela Resolução nº 32/2009-CONSUNI/UFAL, de 21 de maio de 2009,
que trata da adoção do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) como o
Processo Seletivo da Universidade Federal de Alagoas. Outras resoluções e
legislações nacionais normatizam as demais formas de ingresso no curso através
de transferência, reopção, Programa de Estudantes-Convênio de Graduação,
normalizadas pela Pró-Reitoria de Graduação.
3. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO
O Engenheiro de Produção é um profissional de formação generalista, que projeta,
implanta, opera, otimiza e mantém sistemas integrados de produção de bens e
serviços, envolvendo homens, materiais, tecnologias, custos e informação, bem
como a sua interação com o meio ambiente; analisa a viabilidade econômica,
incorporando conceitos e técnicas da qualidade em sistemas produtivos; coordena
e/ou integra grupos de trabalho na solução de problemas de engenharia,
englobando aspectos técnicos, econômicos, políticos, sociais, éticos, ambientais e
de segurança. Coordena e supervisiona equipes de trabalho, realiza estudos de
viabilidade técnico-econômica, executa e fiscaliza obras e serviços técnicos; e
efetua vistorias, perícias e avaliações, emitindo laudos e pareceres. Em suas
atividades, considera a ética, a segurança, a legislação e os impactos ambientais.
4. CAMPO DE ATUAÇÃO
O Engenheiro de Produção pode atuar em diversos setores da economia sob a
temática da sustentabilidade e seus preceitos: social, cultural, político, econômico e

3

ecológico. Em tempos de globalização financeira e dos mercados, crescimento da
importância do setor de serviços e da indústria, além da necessidade de utilização
racional dos recursos naturais e energéticos, esse profissional será de fundamental
importância para exercer um papel de liderança no projeto, controle e organização
de sistemas de produção e de prestação de serviços que primam pelo
desenvolvimento sustentável.
5. INTRODUÇÃO
O surgimento e a consolidação da Engenharia de Produção no país estão
intimamente ligados ao desenvolvimento da indústria e da economia brasileira o
que não é uma peculiaridade do caso brasileiro vez que algo semelhante ocorreu
em países como Estados Unidos e Grã-Bretanha. Além disso, dado o
desenvolvimento tardio da indústria brasileira, a evolução da Engenharia de
Produção no país seguiu os moldes do movimento observado nesses dois países.
As raízes da Engenharia de Produção datam antes de sua constituição como uma
nova disciplina no campo da Engenharia. A sua prática surgiu com a estruturação
de sistemas de produção na Revolução Industrial ao final do século XVIII. Nessa
época, fábricas na Inglaterra empregavam métodos de custeio, de estudo do
arranjo físico das máquinas e de programação da produção.
Contudo, o que marcou o desenvolvimento da Engenharia de Produção no Brasil
foi a instalação de empresas multinacionais que trouxeram no seu organograma
funções tipicamente desempenhadas por engenheiros industriais, tais como
tempos e métodos, planejamento e controle da produção, controle de qualidade,
por exemplo. Isto influenciou o mercado de trabalho que passou a demandar
profissionais que ainda não eram formados pelas faculdades e escolas de
engenharia da época.
Além da instalação das multinacionais, o crescimento das empresas nacionais e
estatais criou uma maior demanda por administradores e engenheiros industriais.
Isto culminou na criação da Escola de Administração de Empresas na Fundação
Getúlio Vargas (FGV) no estado de São Paulo e do primeiro curso de

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Administração de Empresas, em 1954. Quatro anos depois foi criado o primeiro
curso de graduação em Engenharia de Produção do País, na Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo (USP). Inicialmente, o curso era uma opção do curso
de Engenharia Mecânica. Posteriormente foi criado o curso de graduação em
Engenharia de Produção.
As atividades do engenheiro de produção têm se voltado para o processo de
organização e administração dos recursos na produção de bens e serviços. Desta
forma, o engenheiro de produção possui tanto características para uma atuação na
produção propriamente dita e controle dos processos de transformação de
matérias primas em produtos acabados, quanto possui habilidades para atuar em
áreas das engenharias, contribuindo também na fase de idealização de produtos,
processos e tecnologias que serão colocados em prática na produção.
O engenheiro de produção entra em cena para auxiliar no processo de tomada de
decisão, reduzir custos e melhorar a qualidade dos produtos, otimizar a distribuição
e gestão dos processos produtivos de forma geral e gerenciar os recursos
humanos. Portanto, esse profissional atua numa interface entre as áreas das
engenharias e das ciências da administração.
Vale ainda ressaltar que os setores de atuação do engenheiro de produção
mantem uma grande similaridade com as áreas da Engenharia de Produção
definidas pela Associação Brasileira de Engenharia de Produção - ABEPRO. São
elas:

Gerência

da

Produção/Operações/Processos,

Qualidade,

Logística,

Engenharia Econômica, Gestão Econômica, Ergonomia e Segurança do Trabalho,
Engenharia do Produto, Pesquisa Operacional, Estratégia e Organizações, Gestão
de Tecnologia e Organizacional, Sistemas de Informação, Sustentabilidade e
Ensino de Engenharia de Produção.
5.1 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
Cabe a Instituição de Ensino Superior definir o programa de trabalho, assim como
se dará a gestão dos processos e toda a formalização técnica com vistas a
promover a dependência recíproca entre ensino, pesquisa e extensão. Tal

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mentalidade e responsabilidade está focada na busca constante pela integração
entre teoria e prática. Para tanto, é necessário focar na pluridisciplinaridade e na
interdisciplinaridade seja na pesquisa, seja nas ações de extensão.
Diante do exposto, a proposta acadêmica ensino, pesquisa e extensão deve admitir
uma formação cidadã dotado de condições para que os indivíduos formados
possam viver em sociedade pessoal e profissionalmente, com atitudes de
permanente inserção e atualização em sua contemporaneidade. Na UFAL, as
políticas institucionais estão definidas no PDI, implantada no âmbito do curso. Isto
pressupõe que as atividades de pesquisa e as ações de extensão devem emanar
das políticas institucionais e estar inseridas no contexto dos projetos pedagógicos
dos cursos devidamente aprovados pelos colegiados e aplicados na comunidade
acadêmica.
No que tange às políticas de ensino, destacam-se:
 Aprimoramento do Corpo Docente: acredita-se que a construção do
conhecimento se dá pelo envolvimento do corpo discente. Esta construção
ocorre em sala de aula, projetos de iniciação científica, ações de extensão,
monitorias, programas de tutoria, empresa jr., entre outros, incentivando o
protagonismo estudantil;
 Atualização dos Projetos Pedagógicos: Para manter o Projeto Pedagógico
adequado a realidade presente, as demandas da comunidade interna e
externa e ao mercado de trabalho, o Núcleo Docente Estruturante (NDE)
deverá se reunir, pelo menos, uma vez a cada três meses para vislumbrar e
construir oportunidades de melhoria para o curo e seu Projeto Pedagógico;
 Foco nas Avaliações Interna e Externas: Atenção total aos Relatórios da
Comissão Própria de Avaliação – CPA – e as demandas oriundas dos
questionários respondidos pela comunidade acadêmica; e Relatórios do
ENADE e demais avaliações tomadas pelo MEC in loco e via documentos
oficiais;

6

 Qualificação do Corpo Docente: Existe o incentivo a qualificação dos
professores, sempre norteada por editais internos para disciplinar sequência
de afastamentos, assim como acordos entre professores para pequenos
afastamentos;
 Formação Completa do Egressos: O curso entende que a formação é
completa quando relações étnico raciais, libras, empreendedorismo,
responsabilidade

socioambiental,

filosóficos,

política

de

cotas,

acessibilidade, raciocínio lógico, leitura e produção de textos e cidadania.
Especialmente, em relação à acessibilidade, é preciso destacar a política de
Atendimento Educacional Especializado (AEE), que é realizada através do
Núcleo de Acessibilidade (NAC) da UFAL. O AEE faz parte de um serviço da
educação especial que organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade,
com foco na eliminação de barreiras que possam impedir a plena
participação dos discentes nas diferentes atividades do Campus e Curso.
Também é importante destacar a questão da Inclusão e Política de Cotas no
âmbito da UFAL, é preciso salientar que 20% (vinte por cento) das vagas
dos cursos de graduação da UFAL para a população negra.
No que tange às políticas de pesquisa, destacam-se:
 Apoio ao Docente/Discente: Forte estímulo a iniciação científica, inclusive
com bolsas PIBIC oriundas de editais específicos. Cabe destacar que
artigos frutos de pesquisa podem substituir o Trabalho de Conclusão de
Curso na modalidade tradicional, dando oportunidade para defesa de
Trabalho de Conclusão de Curso na modalidade de artigo científico. Mas,
detalhes são apresentados no corpo deste PPC;
 Convênio e Parcerias: O curso buscará sempre parcerias com outros
laboratórios para avanços e modernização da pesquisa no Campus do
Sertão, especificamente no Curso de Engenharia de Produção. A
formalização destes convênios se dará oficialmente sempre que possível;

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 Indissociabilidade entre Pesquisa, Ensino e Extensão: Estimulo, via ações
de extensão, para gerar uma interdependência entre pesquisa, ensino e
extensão, levando soluções para comunidades em geral e públicos
específicos de risco. Tais ações estimulam a criação de saberes, inovação,
aproximação do conhecimento acadêmico e prático, além de sensibilização
do profissional de engenharia dos problemas reais da sociedade. Maiores
detalhes sobre as ações de extensão estão apresentados neste PPC.
No que tange às políticas de extensão, destacam-se:
 Apoio Discente e Docente: Além das ações de extensão, que representam
pouco mais que 10% da carga horária total do curso, as instituições lançam
editais que promovem projetos de extensão com bolsa, a exemplo do
Programa Círculo Comunitário de Atividades Extensionistas (ProCCAExt),
que fornece bolsas para que discentes possa auxiliar os docentes nos
projetos de extensão;
 Apoio a Produção: Entre as ações de extensão, estão a presença de
eventos científicos, que estimulam a produção de artigos, cases de sucesso,
apresentação de soluções inovadoras, mesas redondas para discussão e
disseminação e levantamento de soluções para os problemas locais. Tais
ações são fonte de produtos de diferentes formas, como artigos científicos,
cartilhas, capítulos de livro, cartilhas educativas, mídias digitais, algoritmos
computacionais e softwares livres.
 Avaliação dos Projetos e Ações: Todos os projetos e ações de extensão
serão avaliadas anualmente, a fim de garantir uma evolução dos projetos e
acompanhamento dos mesmos.

6. JUSTIFICATIVA
A importância do engenheiro de produção nesta localidade reside na capacidade
deste profissional em buscar soluções para o aprimoramento dos sistemas
produtivos como os APL, trazendo contribuições para o fortalecimento do turismo e

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melhorias no setor de serviços, base da economia local. Cabe salientar que a
relevância do papel do engenheiro de produção não se limita a um setor, ramo de
atividade econômica ou a um limite geográfico, em outras palavras, sua
contribuição transpassa estes limites. O profissional pode atuar também em
atividades voltadas para o campo como, por exemplo, a ovino-caprinocultura, a
piscicultura e a pecuária, contribuindo para melhorias nas operações e processos
envolvidos desde a retirada, a transformação, a venda e a distribuição de produtos
básicos, tais como carne, leite, couro e seus derivados industrializados.
Destaca-se a relevância histórica regional e nacional do município sede do
Campus do Sertão como palco de uma das experiências pioneiras da
industrialização rural conduzida pelo visionário Delmiro Gouveia. Assim o Campus
do Sertão, como vetor do desenvolvimento, enfatizará junto ao seu polo as
vocações, as potencialidades e capacidades empreendedoras e as questões
referentes à gestão das micro e pequenas empresas, formas associativas, e a
sustentabilidade destas, considerando especialmente o contexto da Caatinga e os
gargalos no desenvolvimento das cadeias produtivas da região, justificando a
importância da oferta, neste local, de cursos nas áreas de tecnologias e
engenharias, como é o caso de Engenharia de Produção.
Neste sentido, o projeto do curso de engenharia de produção foi pensado com o
propósito de apresentar à comunidade acadêmica interna e externa o seu projeto
pedagógico, dotado de flexibilidade, capaz de ajustar-se à dinâmica do
desenvolvimento local e regional, enquanto proposta transformadora, que
possibilite a dinamização das ações de pesquisa, pós-graduação e extensão,
objetivando o atendimento às novas demandas da sociedade, do mercado no
contexto

dos

avanços

decorrentes

do

processo

de

desenvolvimento

socioeconômico e tecnológico, do Brasil, e em particular no alto Sertão Alagoano.
A UFAL, como resposta aos desafios da contemporaneidade, e com vistas a
contribuir efetivamente para alavancar o desenvolvimento desta região, ousou
definir novos padrões e procedimentos institucionais, nova estrutura e novos
projetos pedagógicos, quanto ao: conhecimento geral, comum a todos os cursos,

9

com abordagem da complexidade e da totalidade; conhecimento compartilhado,
intermediário,

comum

aos

vários

cursos

de

cada

eixo

de

formação;

conhecimento específico de cada profissão em constante dinamismo e inovação,
alinhado à ciência universal, mas considerando as particularidades locais.
O Campus do Sertão da UFAL na Cidade de Delmiro Gouveia tem grande
compromisso com o desenvolvimento educacional, cultural e econômico do Estado
de Alagoas. Para tanto, busca a consolidação de seu papel na integração e
transformação regional. Suas ações têm o propósito explícito de buscar o
desenvolvimento econômico e a qualidade de vida desta população, para tanto em
sua participação busca articular diversos setores sociais da região em torno de
eixos de desenvolvimento específico e, principalmente no reforço da educação,
pois acredita ser este o principal agente propulsor de mudanças sociais,
tecnológicas e ambientais.
O principal elemento motivador para a elaboração do Projeto Pedagógico do Curso
de Graduação em Engenharia de Produção desta instituição foi a constatação e a
tomada de consciência, por parte da comunidade envolvida com o Curso, da
necessidade de um melhor planejamento do processo ensino-aprendizagem,
objetivando a qualidade do profissional e do cidadão que se pretende formar.
Acredita-se que a elaboração e construção do Projeto Pedagógico - enquanto
proposta de trabalho coletivamente assumida - pode contribuir para que o Curso
atinja seus objetivos, sintetizados na formação de profissionais de Engenharia de
Produção competentes, criativos, com visão crítica, bem como de cidadãos
cônscios de suas responsabilidades para com a sociedade.
Do pondo de vista da oferta e demanda por profissionais, especialmente para
engenheiros, segundo dados do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia
(CONFEA), existe ainda poucos profissionais atuando nos empreendimentos e
indústrias localizadas no Nordeste. O CONFEA estima que são necessários 20 mil
engenheiros por ano para atender a demanda nacional por profissionais de
engenharia.

10

7. OBJETIVOS
Geral:
Estabelecer através desta proposta pedagógica uma formação profissional para o
engenheiro de produção a fim de que sejam capazes de projetar e gerenciar
sistemas de produção, considerando os aspectos econômicos, sociais e
ambientais, bem como a adequação às exigências de mercado, considerando o
âmbito local, regional e nacional.

Específicos:


Conscientizar

o

discente

de

sua

condição

de

futuro

engenheiro,

experimentando, desde as primeiras disciplinas, a prática de participação em
atividades de extensão e/ou pesquisa que o envolva com a profissão vivenciando,
mesmo que de início timidamente, a realidade de mercado.


Definir estratégias de realização atualizada de ensino de graduação deste

curso, objetivando formar profissional capaz de propor soluções que sejam não
apenas tecnicamente corretas, mas incorporando o seu pensar a visualização dos
problemas em sua totalidade, inseridos numa cadeia de causas e efeitos de
múltiplas dimensões, identificado com os conceitos de controle de qualidade,
desenvolvimento sustentável e domínio das novas técnicas disponíveis para
utilização em engenharia.


Propiciar aos discentes, condições de se tornar, além de um profissional

qualificado, um cidadão com pleno conhecimento da realidade de seu país e das
medidas a serem adotadas na promoção do bem-estar de nossa sociedade.
8. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERFIL DE FORMAÇÃO
CURSO: Engenharia de Produção
Componentes Curriculares
Horas
Disciplinas Obrigatórias
3276
Disciplinas Eletivas
144
Atividades de Extensão
432
Estágio Supervisionado
162
Atividades Complementares
200
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
36
Carga horária total
4250

Percentual
77,08%
3,39%
10,16%
3,81%
4,71%
0,85%
100%

11

Figura 1 – Gráfico relativo de carga horária (CH)

9. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO
9.1 ESTRUTURA PEDAGÓGICA
A proposta da matriz curricular foi estabelecida tomando-se como referência A
RESOLUÇÃO CNE/CES 11, 11 DE MARÇO DE 2002, POIS ESTA TRATA DAS
DIRETRIZES CURRICULARES DA ENGENHARIA e as discussões da Comissão
de Graduação da Associação Brasileira de Engenharia de Produção/ABEPRO,
com base nas diretrizes principais do projeto de interiorização da UFAL, tendo em
vista o perfil do profissional que a contemporaneidade exige e o desenvolvimento
de competências e habilidades com visão multidisciplinar, na medida em que
articula vertical e horizontalmente as disciplinas e suas diversas concepções
voltadas para o desenvolvimento científico e tecnológico do sertão alagoano e do
setor produtivo daquela região.
No projeto de expansão da UFAL, os cursos de graduação oferecidos no interior
constituem uma experiência inovadora, apresentando características distintas
daquelas dos cursos do Campus Penedo. Tal proposta se embasa na necessidade
de adoção de um projeto acadêmico-administrativo inovador, racional, flexível e

12

econômico em recursos humanos e materiais, mas sem sacrificar a qualidade nem
deixar de ser apropriado às novas condições de operação da instituição.
Cabe ressaltar que o Bacharel em Engenharia de Produção deverá desenvolver
habilidades associadas aos conhecimentos oriundos dos temas educação
ambiental, cultura afro-brasileira e educação em direitos humanos.
No que tange à educação ambiental, a Lei 9795 de 27/04/1999 e o Decreto de
25/06/2002 defini-a como processo que envolvem a coletividade de indivíduos para
construir os valores sociais, habilidades, conhecimentos, atitudes e competências
voltadas a preservação do meio ambiente, como foco na sustentabilidade, uso
correto dos recursos naturais e aumento da qualidade de vida das pessoas. Assim,
com a educação ambiental procura-se: (1) Estimular a consciência crítica sobre
problemas socioambientais; (2) Incentivar a preservação do meio ambiente como
valor do exercício da cidadania; (3) Fomentar a integração entre ciência, tecnologia
e desenvolvimento sustentável; e (4) Fortalecimento da solidariedade como
fundamento para o futuro da humanidade.
Neste PPC estarão listadas ações extensionistas do Projeto de Extensão em
Manutenção, Automação e Sustentabilidade como, por exemplo, a “Difundindo a
Energia Renovável” e “Renova Sertão Sustentável” que buscarão fortalecer a
educação ambiental. Destaca-se que uma das ênfases do curso de Engenharia de
Produção do Campus do Sertão é “Manutenção, Automação e Sustentabilidade”,
sendo inclusive tema de uma disciplina eletiva de nome “Tópicos Especiais em
Manutenção, Automação e Sustentabilidade” e de disciplinas obrigatórias como
“Sistema de Controle e Gestão Ambiental”.
Questões étnico-racial são tratadas neste PPC e durante a formação do
Engenheiro de Produção à luz da Lei 11645 de 2008 e a Resolução nº 1 de 2004.
Assim, o Engenheiro terá uma formação apoiada na pluralidade étnico-racial,
assuntos estes tratados diretamente em disciplinas como Filosofia e Ética e
Noções de Direito. Objetiva-se com isso garantir a todos os brasileiros respeito aos

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direitos legais e valorização de identidade, no processo de consolidação da
democracia brasileira.
As questões de Educação em Direitos Humanos serão apresentadas durante o
curso de Engenharia de Produção à luz da Resolução nº 1 de 2002 que disciplina o
processo de mudança e transformação social baseada na dignidade humana
igualdade de direitos, reconhecimento e valorização das diferenças e das
diversidades, laicidade do Estado, transversalidade, vivência e globalidade, e
sustentabilidade sócio- ambiental. Disciplinas como Filosofia e Ética, Noções de
Direito e Sistema de Controle e Gestão Ambiental trataram de temas associados a
Educação em Direitos Humanos. O Projeto de extensão em Engenharia do
Trabalho apresenta dois projetos denominados “Onde está o risco ocupacional?” e
“Humanizando o trabalho” que também tratará diretamente de direitos dos
trabalhadores e a dignidade nas relações de trabalho, temas associados
diretamente a Educação em Direitos Humanos.
Dentro da estrutura pedagógica destaca-se que 432 horas (10,16% da carga
horária total do curso de Engenharia de Produção) estão direcionadas a atividades
de extensão vinculadas ao Programa Engenharia de Produção e Sociedade. A
seguir, estão listados os projetos e ACE’s associadas a este programa:
 Projeto de Extensão em Pesquisa Operacional e Tomada de Decisão
1. ACE - “Organização da Escola da Ciência da Decisão”;
2. ACE - “Operacionalização da Escola de Ciência da Decisão”;
 Projeto de Extensão Interdisciplinar de Engenharias
1. ACE – “Planejamento do Evento SEMENGE”;
2. ACE – ““Operacionalização do evento SEMENGE”;
 Projeto de Extensão em Produto, Gestão da Qualidade e Aspectos
Econômicos
1. ACE - “Capacitação Sertaneja”;
2. ACE – “Gestão da Qualidade e Finanças Pessoais nas Escolas”;
 Projeto de Extensão em Manutenção, Automação e Sustentabilidade
3. ACE – “Difundindo a Energia Renovável”;
4. ACE – “Renova Sertão Sustentável”;
 Projeto de Extensão em Engenharia do Trabalho
3. ACE – “Onde está o risco ocupacional?”;
4. ACE – “Humanizando o trabalho”;

14

No quadro, a seguir, estão apresentadas as ações de extensão do curso de
Engenharia de Produção nos cinco projetos associados ao Programa Engenharia
de Produção e Sociedade:
Programas de Extensão
Áreas Envolvidas
Área Temática
Área Temática
Principal
Secundária
Tecnologia e
Educação
Produção

Programa
Programa Engenharia de Produção e
Sociedade

A lista de componentes curriculares – as ACE’s – estão listadas no quadro abaixo:
Atividades Curriculares de Extensão –
ACE
Projeto de Extensão em Pesquisa
Operacional e Tomada de Decisão
ACE 01: Evento - “Organização da
Escola da Ciência da Decisão”
ACE 02: Evento - “Operacionalização
da Escola de Ciência da Decisão”
Projeto de Extensão em Produto, Gestão
da Qualidade e Aspectos Econômicos
ACE 03: Projeto de Extensão “Capacitação Sertaneja”
ACE 04: Curso - “Gestão da Qualidade
e Finanças Pessoais nas Escolas”
Projeto de Extensão em Manutenção,
Automação e Sustentabilidade
ACE 05: Projeto de Extensão “Difundindo a Energia Renovável”
ACE 06: Projeto de Extensão - “Renova
Sertão Sustentável”
Projeto de Extensão em Engenharia do
Trabalho
ACE 05: Projeto de Extensão - “Onde
está o risco ocupacional?”
ACE 06: Projeto de Extensão “Humanizando o trabalho”
Projeto de Extensão Interdisciplinar de
Engenharias
ACE 05: Evento - “Planejamento do
Evento SEMENGE”
ACE 06: Evento - “Operacionalização
do evento SEMENGE”

Qtde de
ACE

Período
letivo

Área
Temática
Principal

1

7º

1

7º

1

8º

1

8º

1

9º

Meio Ambiente

1

9º

Meio Ambiente

1

9º

Trabalho

1

9º

Trabalho

1

10º

1

10º

Tecnologia e
Produção
Tecnologia e
Produção

Tecnologia e
Produção
Tecnologia e
Produção

Tecnologia e
Produção
Tecnologia e
Produção

Área
Temática
Secundária

Comunicação
Comunicação

Educação
Educação

Tecnologia e
Produção
Tecnologia e
Produção

Direitos
Humanos e
Justiça
Direitos
Humanos e
Justiça

Educação
Educação

15

No gráfico, a seguir, pode-se verificar as linhas de extensão do programa:

Figura 2 – Distribuição percentual de cada linha de extensão dentro dos
projetos de extensão

A síntese das cargas horárias distribuídas por período está apresentado no quadro,
a seguir:
Períodos
Letivos
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Total

Disciplinas
Obrigatórias
396
468
360
450
414
378
306
198
198
108
3276

Disciplinas
Eletivas

54
54
36
144

ACE

108
108
72
144
432

TCC

Estágio
Superv.

Atividades
Complementares

200h
(durante a
formação)

36
36

162
162

16

9.2 ESTRUTURA CURRICULAR
Os cursos de graduação implantados nos Campi e Polos do interior são agrupados
em Eixos Temáticos. Esses Eixos Temáticos agrupam classes de cursos que
guardam identidades, atividades e formações disciplinares comuns. O Curso de
Engenharia de Produção está localizado no Eixo da Tecnologia. O curso em sua
estrutura curricular segue a resolução CNE/CES, de número 11, de 11 de março de
2002, que fixa as diretrizes curriculares nacionais para os cursos de engenharias,
contemplando disciplinas em três núcleos estruturantes:


Núcleo de Conteúdos Básicos: disciplinas centradas em matemática,

física, química e desenho, comum a todas as modalidades de engenharias, para
consolidar a interdisciplinaridade entre áreas diferentes de atuação.


Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes: disciplinas focadas na

formação completar dos engenheiros de produção, formando em áreas associadas
gestão, administração, economia, organização, empreendedorismo, programação e
interpretação de saída de softwares computacionais. Aqui também recebem
especial destaque as disciplinas de extensão que buscam proporcionar que o
Engenheiro de Produção conheça e desenvolva soluções para problemas sociais
em envolvam pequenos estabelecimentos, instituições de ensino localizadas em
bairros periféricos e populações em situação de vulnerabilidade e fragilidade social.


Núcleo de Conteúdos Específicos: disciplinas focadas na solução de

problemas específicos da profissão como, por exemplo, logística, custos e
finanças, análise de dados e toma de decisão, projetos de produtos e automação,
gestão da qualidade, engenharia de manutenção, medição do trabalho e adaptação
dos postos de trabalho em busca de maior produtividade.
10. ORDENAMENTO CURRICULAR DO CURSO
10.1 ORGANIZAÇÃO DAS DISCIPLINAS POR SEMESTRE
A organização das disciplinas por semestre se dará da seguinte forma:

17

Carga Horária
Período

1

Código

Disciplina

Obrigatória
Semanal

Teórica

Prática

Semestral

Introdução à Engenharia de Produção

Sim

2

36

0

36

Química Experimental

Sim

2

0

36

36

Química Geral

Sim

3

54

0

54

Cálculo 1

Sim

4

72

0

72

Filosofia e Ética

Sim

2

36

0

36

Física 1

Sim

4

72

0

72

Física Experimental 1

Sim

2

0

36

36

Geometria Analítica

Sim

3

54

0

54

22

324

72

396

Total do semestre
Física 2

Sim

4

72

0

72

Física Experimental 2

Sim

2

0

36

36

Desenho 1

Sim

3

54

0

54

Cálculo 2

Sim

4

72

0

72

Laboratório de Materiais

Sim

2

0

36

36

Ciência e Tecnologia dos Materiais

Sim

3

54

0

54

Introdução à Computação

Sim

3

54

0

54

Álgebra Linear

Sim

3

54

0

54

Metodologia Científica

Sim

2

36

0

36

26

396

72

468

2

Total do semestre

3

Física 3

Sim

4

72

0

72

Desenho 2

Sim

3

54

0

54

Cálculo 3

Sim

4

72

0

72

Estatística Básica

Sim

3

54

0

54

Mecânica dos Sólidos

Sim

3

54

0

54

Organização do Trabalho e Produção

Sim

3

54

0

54

20

360

0

360

Total do semestre

4

Eletrotécnica

Sim

3

54

0

54

Ciência da Gestão

Sim

2

36

0

36

Cálculo 4

Sim

4

72

0

72

Resistência dos Materiais

Sim

3

54

0

54

Ergonomia

Sim

3

54

0

54

Cálculo Numérico

Sim

3

54

0

54

Fenômenos de Transporte 1

Sim

4

72

0

72

Estatística Aplicada

Sim

3

54

0

54

25

450

0

450

Total do semestre

18

Carga Horária
Período

5

Código

Disciplina

Obrigatória
Semestral

2

36

0

36

Pesquisa Operacional

Sim

3

54

0

54

Processos Estocásticos

Sim

4

72

0

72

Simulação de Sistemas

Sim

2

0

36

36

Fenômenos de Transporte 2

Sim

4

72

0

72

Engenharia de Métodos

Sim

2

36

0

36

Automação da Produção

Sim

3

54

0

54

Planejamento e Controle da Produção

Sim

3

54

0

54

23

378

36

414

Introdução à Economia

Sim

3

54

0

54

Sistemas de Informação 2

Sim

2

36

0

36

Planejamento Empresarial

Sim

3

54

0

54

Marketing

Sim

2

36

0

36

Logística

Sim

3

54

0

54

Noções de Direito

Sim

2

36

0

36

Controle de Qualidade

Sim

3

54

0

54

Engenharia Econômica

Sim

3

54

0

54

21

378

0

378

Análise da Decisão

Sim

3

54

0

54

Empreendedorismo

Sim

2

36

0

36

Engenharia do Produto 1

Sim

3

54

0

54

Introdução à confiabilidade

Sim

3

54

0

54

Processos Produtivos e Industriais

Sim

3

54

0

54

Sistemas de Gestão da Qualidade

Sim

3

54

0

54

ACE 1 Projeto de extensão /
1ª semestralidade.

Sim

3

0

54

54

ACE 2 – Evento

Sim

3

0

54

54

23

306

108

414

Total do semestre

8

Prática

Sim

Total do semestre

7

Teórica

Sistemas de Informação 1

Total do semestre

6

Semanal

Contabilidade de Custos

Sim

3

54

0

54

Gestão de Projetos

Sim

3

54

0

54

Engenharia de Segurança do Trabalho

Sim

2

36

0

36

Engenharia do Produto 2

Sim

3

54

0

54

Eletiva 1

Sim

3

54

0

54

ACE 3 - Projeto de extensão/2ª
semestralidade.

Sim

3

0

54

54

ACE 4 – Evento

Sim

3

0

54

54

20

252

108

360

Total do semestre

19

Carga Horária
Período

Código

9

Disciplina

Obrigatória
Semanal

Teórica

Prática

Semestral

Gestão Financeira 1

Sim

3

54

0

54

Sistema de Controle e Gestão Ambiental

Sim

3

32

22

54

Gestão da Manutenção Industrial

Sim

3

54

0

54

Elaboração e análise de projeto de TCC

Sim

2

36

0

36

Eletiva 2

Sim

3

54

0

54

ACE 5 – Projeto de extensão /
1ª semestralidade.

Sim

4

0

72

72

15

230

94

324

Total do semestre
Gestão Financeira 2

Sim

3

54

0

54

Projeto de Fábrica e Layout

Sim

3

54

0

54

Eletiva 3

Sim

2

36

0

36

Estagio Supervisionado

Sim

9

0

162

162

ACE 6 – Projeto de extensão /
2ª semestralidade.

Sim

4

0

72

72

ACE 7 – Cursos

Sim

4

0

72

72

25

144

306

450

220

3218

796

4014

10

Total do semestre
Somatório das Cargas horárias dos 10 Períodos
Disciplinas + estágio supervisionado

4.014

Atividades Complementares

200

Trabalho de Conclusão de Curso

36

Carga Horária de Integralização Curricular (CHIC)

4.250

10.2 DISCIPLINAS ELETIVAS
As disciplinas eletivas são apresentadas a seguir:
Carga Horária
Ordem

Código

Disciplina
Semanal

Teórica

Prática

Semestral

1

Sistemas integrados de gestão

3

54

-

54

2

Gestão da inovação tecnológica

2

36

-

36

3

Planejamento e gestão da produção na construção
civil

3

54

-

54

4

Modelagem organizacional

2

16

20

36

5

Noções de Metalurgia

2

36

-

36

7

Gestão de Resíduos Sólidos

3

54

-

54

8

Metrologia

2

36

-

36

9

Equações Diferenciais

3

54

-

54

10

Sensoriamento remoto aplicado à engenharia

2

16

10

36

11

Libras

3

54

-

54

20

Carga Horária
Ordem

Código

Disciplina
Semanal

Teórica

Prática

Semestral

13

Física 4

3

54

-

54

14

Economia Industrial

3

54

-

54

3

54

-

54

3

54

-

54

3

54

-

54

3

54

-

54

15
16
17
18

Tópicos Especiais em Manutenção, Automação e
Sustentabilidade
Tópicos Especiais em Pesquisa Operacional e
Tomada de Decisão
Tópicos Especiais em Produto, Gestão da
Qualidade e Aspectos Econômicos
Tópicos Especiais em Engenharia do Trabalho

10.3 EMENTAS
As ementas das disciplinas estão apresentadas a sequência em função do período.
Também serão apresentadas as ementas disciplinas eletivas.
Disciplinas Obrigatórias
Componente Curricular: Introdução à Engenharia De Produção
Período do Curso: 1º Período
Número de créditos: 2 créditos
Carga horária: 36 horas
Pré-Requisitos: Nenhum
Ementa: Introdução à Engenharia de Produção. Históricos da Engenharia de
Produção e principais fontes de consulta. As áreas da Engenharia de Produção:
Qualidade. Gestão de Custos. Gestão da Tecnologia. Ergonomia. Gestão da
Informação. Gestão do Meio Ambiente. Engenharia de Produto. Estratégia e
Organizações. Visitas às empresas.
Bibliografia Básica:
BATALHAS, M. Introdução à Engenharia de Produção. Ed. Elsevier – Campus,
2007.
SANTOS, F.C.A.; FLEURY, A.; CARVALHO, M.M. Introdução à Engenharia de
Produção. Ed. Elsevier – Campus, 2008.
SILVA, O.R.; VENANZI, D. Introdução à Engenharia De Produção - Conceitos e
Casos Práticos. Ed. LTC, 2016.
MARTINS, P.G.; LAUGENI, F.P. Administração da Produção. São Paulo: Editora
Saraiva, 1998.
Bibliografia Complementar:
BLAIR, R.N.; WHITSTON, C.W. Elements of Industrial Systems Engineering.
Prentice Hall, 1971.
KRICK, E.V. Introdução à Engenharia. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1978.
BAZZO, W.A; PEREIRA, L.T.V. Introdução à Engenharia. Florianópolis: Ed. da

21

UFSC, 1996.
CONTADOR, J.C. (coordenador). Gestão de Operações. São Paulo: Ed. Edgar
Blücher Ltda, 1997.
JABBOUR, A.B.L.S.; PEREIRA, D.G.; LIMA, J.V.P. Minidicionário Acadêmico
Engenharia De Produção. Ed. Alta Books, 2015.
Componente Curricular: Cálculo 1
Período do Curso: 1º Período
Número de créditos: 4 créditos
Carga horária: 72 horas
Pré-Requisitos: Nenhum
Ementa: Definições de limite, de continuidade e de diferenciabilidade; regras de
derivação. O Teorema do Valor Médio e suas aplicações. O comportamento de uma
função: um estudo qualitativo; o gráfico de uma função, comportamento no infinito,
regras de L'Hospital. Problemas de otimização.
Bibliografia Básica:
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. 2ª Edição. Makron Books.
São Paulo, 1994.
STEWART, J. Cálculo. Vol. 1. 4ª Edição. Pioneira Thomson Learning. São Paulo,
2005.
THOMAS, G. B.; FINNEY, R.; WEIR, M. D. & GIORDANO, F. R. Cálculo – Vol. 1. 11ª
Edição. Prentice-Hall, 2002.
Bibliografia Complementar:
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 1, 3ª edição – São Paulo:
Editora Harbra, 1994.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo, Volume 1. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC,
2001.
ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. Vol.1. 10 ed. Porto Alegre: Bookman,
2011.
CARNEIRO, C.E.I,; PRADO, C.P.C.; SALINAS, S.R.A. Introdução Elementar às
Técnicas do Cálculo Diferencial e Integral. 1 ed. São Paulo: Editora Livraria da
Física, 2007.
MALTA, I.; PESCO, S.; LOPES, H. Cálculo a uma Variável. 1 ed. Vol 1. São Paulo:
Loyola, 2002.
Componente Curricular: Filosofia e Ética
Período do Curso: 2º Período
Número de créditos: 2 créditos
Carga horária: 36 horas
Pré-Requisitos: Nenhum.

22

EMENTA: Investigar a filosofia como forma de saber fundamental, bem como
problematizar as concepções sobre a verdade; refletir sobre os principais períodos da
história da filosofia, destacando seus respectivos temas; estudar os fundamentos da
ética e da sociabilidade humana, problematizando os valores morais e os princípios
éticos na prática científica; a natureza humana diante do dever, obrigações e
responsabilidades; o conceito de cidadania.
Bibliografia Básica:
CAMARGO, M. Fundamentos de Ética Geral e Profissional. 2ª edição. Editora
Vozes, 2001.
CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Editora Ática S.A, 2012.
REALE, G.; ANTISERI, D. História da filosofia. 3. ed. São Paulo: Paulus, 2007.
Bibliografia Complementar:
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. 1ª Edição. Tradução de Leonel Vallandro e Gerd
Bornheim. São Paulo: Ed. Abril Cultural, 1973. (Coleção os Pensadores). p.248-360.
NARDI, H.C. Ética, trabalho e subjetividade. Editora da UFRGS, 2006.
LEISINGER, K.M. Ética Empresarial: Responsabilidade Global e Gerenciamento
Moderno. Editora Vozes, 2001.
JONAS, H. O princípio Responsabilidade: ensaio de uma ética para a civilização
tecnológica. 1ª Edição. Tradução de Marijane Lisboa e Luiz Barros Montes. Rio de
Janeiro: Contraponto: Ed. PUC-Rio, 2016.
SÁ, A.L. Ética Profissional. 9ª Edição. São Paulo: Editora Atlas S.A, 2013.
Componente Curricular: Geometria Analítica
Período do Curso: 1º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Nenhum
Ementa: Estudo de vetores no IR2 e no IR3, sistema cartesiano de coordenadas,
produtos de vetores, estudo da reta e do plano, posição relativa de retas e planos,
ângulos e distâncias, cônicas e superfícies.
Bibliografia Básica:
STEINBRUSH, A.; WINTERLE, P. Geometria Analítica. 2ª edição. São Paulo:
Makron Books, 1987.
CAMARGO, I.; BOULOS, P. Geometria Analítica: um Tratamento Vetorial. 3ª
edição. São Paulo: Makron Books, 2005.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. 2ª Edição. Makron Books.
São Paulo, 1994.
Bibliografia Complementar:
VENTURI, J. Álgebra Vetorial e Geometria Analítica. Editora Unificado,
Curitiba, 2000.
RIGHETTO, A. Vetores e Geometria Analítica. IBEC, São Paulo, 1982.
SANTOS, F.J.; FERREIRA, S.F. Geometria Analítica. Porto Alegre: Bookman, 2009.
CAROLI, A.; CALLIOLI, C.; FEITOSA, M. Matrizes, vetores, geometria analítica:

23

Teoria e exercícios. São Paulo: Livraria Nobel, 1976.
LIMA, E.L. Geometria analítica e Álgebra Linear. Coleção Matemática Universitária,
Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Matemática, 2001.

Componente Curricular: Física 1
Período do Curso: 1º Período
Número de créditos: 4 créditos
Carga horária: 72 horas
Pré-Requisitos: Nenhum
Ementa: Grandezas físicas. Vetores. Cinemática e dinâmica da partícula. Trabalho e
energia. Dinâmica de um sistema de partículas. Cinemática e dinâmica da rotação.
Equilíbrio.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALK, J. Fundamentos de Física. Vol. 1, Mecânica.
8ª edição – Rio de Janeiro: Editora LTC, 2008;
TIPLER, P.A.; MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol.1, Mecânica,
Oscilações e Ondas, Termodinâmica. 6ª edição – Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009.
ALONSO, M.; FINN, E.J. Física, um Curso Universitário. Vol. 1, MECÂNICA. 1999.
Editora Brasil. ISBN 8478290273.
Bibliografia Complementar:
YOUNG, H.; FREEDMAN, R. Física. Vol. 1, 12ª edição – São Paulo: Editora Pearson
Education.
RAYMOND, A.S. Princípios de Física, Vol. 1, Mecânica Clássica. Tradução da 3ª
edição; Norte americana por André Koch Torres. São Paulo, 2011.
NUSSENZVEIG, H.M. Mecânica. Curso De Física Básica. VOL. 1. Curso de Física de
Berkeley. Mecânica. Volume 1.
ALVARENGA, B.E.; MÁXIMO, A. Curso de física. Volume 1, Habra, 1979.
CHAVES, A. Física. Volume 1. Reichmann & Affonso Editores, 2001
Componente Curricular: Física Experimental 1
Período do Curso: 1º Período
Número de créditos: 2 créditos
Carga horária: 36 horas
Pré-Requisitos: Nenhum
Correquisitos: Física 1
Ementa: Medidas e Erros. Gráficos. Cinemática e Dinâmica. Queda livre. Colisões.
Conservação de Momento Linear.
Bibliografia Básica:
HELLMEISTER, M. Apostilha de Medidas e Erros. IF-UFAL, 2000.
PIACENTINI, J.J.; GRANDI, B.C.S.; HOFMANN, M.P.; LIMA, F.R.R.; ZIMMERMANN,
E. Introdução ao Laboratório de Física. 2ª Edição Revisada. Editora UFSC.
HENNIES, C.E. (coord.), Problemas Experimentais em Física. 2 ed., vol. I, Editora
UNICAMP, Campinas, 1988.

24

Bibliografia Complementar:
CATELLI, F. Física Experimental. 2a ed., vol. II, Ed. da UCS, Caxias do Sul, 1985.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALK, J. Fundamentos de Física. Vol. 1, Mecânica.
8ª edição. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2008;
TIPLER, P.A.; MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol.1, Mecânica,
Oscilações e Ondas, Termodinâmica. 6ª edição – Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009.
SILVA, W.P.; SILVA, C.M.P.D.P.S. Tratamento de dados experimentais. 2 ed.
revisada e ampliada, João Pessoa: UFPB/Editora Universitária, 1998.
SILVA, W. P; SILVA, C.M.P.D.P.S. Mecânica experimental para físicos e
engenheiros. João Pessoa: UFPB/Editora Universitária, 1998.
Componente Curricular: Química Geral
Período do Curso: 1º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Nenhum
Correquisitos: Química Experimental
Ementa: Estequiometria: fórmulas químicas. Estrutura atômica. Tabela periódica.
Ligação química. Química orgânica: polímeros. Gases. Termodinâmica: equilíbrio
químico. Equilíbrio heterogêneo, regras das fases. Equilíbrio químico em soluções.
Análise físico-químicas de água e esgoto. Eletroquímica: oxi-redução, pilhas,
eletrólise, obtenção de matéria prima. Corrosão e proteção. Sólidos: sólidos
metálicos, cerâmicas: cerâmicas brancas, produtos estruturais de argilas, refratários,
produtos especiais de cerâmica, esmalte e metais esmaltados, fornos. Sólidos
amorfos: vidros e vidros especiais. Materiais compósitos: percursores; cimento, cal,
gesso. Combustíveis; Tintas e Vernizes; Lubrificantes.
Bibliografia Básica:
BRADY, J E.; HUMISTON, G.E., Química Geral. 2ª Edição – Rio de Janeiro,
Volumes 1 e 2. Livros Técnicos e Científicos, 1986.
BROWN, L.S.; HOLME, T.A., Química Geral Aplicada à Engenharia, Editora
Cengage Learning, 2009.
MAIA, D.J.; BIANCHI, J.C.A., Química Geral – Fundamentos, Editora Pearson, São
Paulo, 2007.
Bibliografia Complementar:
MAHAN, B.M.; MEYERS, R.J. Química – Um curso universitário. 4ª Edição, Edgard
Blücher Ltda, São Paulo, 2003.
SHREVE, R.N.; BRINK JÚNIOR, J.A., Indústria de Processos Químicos. Editora
Guanabara Koogan, Rio de janeiro, 1977.
VAN VLACK, L.H. Princípios de Ciência e Tecnologia dos Materiais. Editora
Campus. Rio de Janeiro, 1994.
MAHAN, B.M.; MEYERS, R.J. Química– Um curso universitário. 4ª Edição, São
Paulo, Edgard Blücher Ltda, 2003.
RUSSELL, J.B. Química Geral. 2 ª Edição – São Paulo, Volumes 1 e 2. Editora
Makron Books, São Paulo, 2004.

25

Componente Curricular: Química Experimental
Período do Curso: 1º Período
Número de créditos: 2 créditos
Carga horária: 36 horas
Pré-Requisitos: Nenhum
Correquisitos: Química Geral
Ementa: Introdução ao laboratório de química. Reações químicas. Estequiometria.
Equilíbrio químico. Preparo de soluções ácido-base. Eletroquímica. Corrosão.
Bibliografia Básica:
CONSTANTINO, M.G.; SILVA, G.V.J.; DONATE, P.M. Fundamentos de Química
Experimental. São Paulo: EDUSP, 2004.
SILVA, R.R.; BOCCHI, N.; ROCHA FILHO, R.C. Introdução à Química
experimental. São Paulo: McGraw-Hill, 1990.
BACCAN, N.; ANDRADE, J.C.; GODINHO, O.E.S.; BARONE, J.S. Química Analítica
Quantitativa Elementar. 3ª ed. São Paulo: Editora Edgard Blücher, 2007. p.292.
MORA, N.D.; SIHVENGER, J.C.; LUCAS, J.F.R. Caderno de Práticas de
Laboratório de Química Geral. Universidade Estadual do Oeste do Paraná. Campus
de Foz do Iguaçu. Centro de Engenharias e Ciências Exatas. Laboratório de
Materais. Foz do Iguaçu, 2013.
MACHULEK JÚNIOR, A.; OLIVEIRA, S.C. Apostila de Experimentos. Departamento
de Química da UFMS. Centro de Ciências Exatas e Tecnologia (CCTE). Curso de
Química 1 Lab. Química. Engenharia Ambiental, Universidade Federal do Mato
Grosso do Sul.
FONTAN, A.P. Apostila de Química Geral I Experimental. CEFET Química Unidade do Rio de Janeiro.
PUC CAMPINAS. Apostila de Química dos Materiais. Faculdade de Engenharia
Civil. PUC Campinas.
ABREU, D.G.; SILVA, G. M. Apostila de Química Geral Experimental.
Departamento de Química. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão
Preto - USP. Ribeirão Preto
Bibliografia Complementar:
BUENO, W. A.; DEGRÈVE, L. Manual de laboratório de Físico-Química. São
Paulo: McGraw-Hill, 1980.
GIESBRECHT, E. et al. Experiências em Química: Técnicas e Conceitos Básicos.
São Paulo: Editora Moderna, 1979.
ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de química. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
MADIVATE, C.; MANHIQUE, A. Química geral e inorgânica. São Paulo, Escolar
Editora: 2014.
MAIA, D.J.; BIANCHI, J.C.A. Química Geral - Fundamentos. Editora Pearson, São
Paulo, 2007.
FARIAS, R.F. Química geral no contexto das engenharias. São Paulo, Editora
Átomo: 2011.
GENTIL, V. Corrosão. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
RUSSELL, J.B. Química geral. 2. ed. São Paulo: Pearson Education, 1994. v. 1.
RUSSELL, J.B. Química geral. 2. ed. São Paulo: Pearson Education, 1994. v. 2.

26

BRADY, J.E.; HUMISTON, G.E. Química Geral. 2ª Edição – Rio de Janeiro, volumes
1 e 2. Livros Técnicos e Científicos, 1986.
VAN VLACK, L.H. Princípios de Ciência e Tecnologia dos Materiais. Editora
Campus, Rio de Janeiro, 1994.
Componente Curricular: Desenho 1
Período do Curso: 2º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Nenhum
Ementa: Introdução ao Desenho Técnico. Elementos básicos de Geometria
Descritiva. Sistema Mongeano. Estudo projetivo do ponto, reta e plano. Normas do
Desenho Técnico. Escala. Cotagem e dimensionamento. Projeções ortogonais.
Vistas ortográficas. Perspectiva cavaleira e isométrica.
Bibliografia Básica:
PRÍNCIPE JR., A. dos R. Noções de geometria descritiva. Vol. 1, 1ª edição. Editora
Nobel, 2004.
MONTENEGRO, G. A. Desenho Arquitetônico. 4ª edição. Editora Edgard Blucher,
2001. 7ª reimpressão em 2010.
MONTENEGRO, G. A. A Perspectiva dos Profissionais. 2ª edição. Editora Edgard
Blucher, 2010.
Bibliografia Complementar:
CARVALHO, B. de A. Desenho geométrico. Editora Ao Livro Técnico, 1993.
SILVA, A.; RIBEIRO, C. T.; DIAS, J. Desenho Técnico Moderno. 4ª edição. Editora
LTC, 2006.
MONTENEGRO, G. A. Geometria Descritiva. Vol. 1. Editora Edgard Blucher, 1991.
4ª reimpressão em 2009.
MAGUIRE, D.; SIMMONS, C. Desenho Técnico: Problemas e Soluções Gerais de
Desenhos. 1ª edição. Editora Hemus, 2004.
RICCA, G. Geometria Descritiva. 2ª edição. Editora Fundação Calouste Gulbenkian,
2000.
Componente Curricular: Introdução à Computação
Período do Curso: 2º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Nenhum
Ementa: Estudo de componentes básicos de um sistema de computação. Introdução
à organização dos computadores: Arquitetura, Sistemas Operacionais e
Compiladores. Algoritmos Estruturados e Estruturas de Dados. Linguagens de
Programação: Teoria e Prática em Laboratório.
Bibliografia Básica:
FORBELLONE, A. Lógica de Programação. Makron Books, São Paulo, 2000.
FARRER, H.; BECKER, C.G.; FARIA, E.C.; MATOS, H.F.; SANTOS, M.A.; MAIA,

27

M.L. (1999). Algoritmos Estruturados. Guanabara Koogan. 3 ed. Rio de Janeiro.
MONTEIRO, M. A. Introdução à Organização de Computadores. 5 ed. LTC, Rio de
Janeiro, 2007.
Bibliografia Complementar:
TANENBAUM, A. S. Organização Estruturada de Computadores. 5 ed. Prentice
Hall, São Paulo,2007.
SANTOS, Jaime Evaristo; CRESPO, Sérgio. Aprendendo a Programar:
Programando numa Linguagem Algorítmica Executável (ILA). 01. ed. Rio de
Janeiro: Book Express, 2000.
SANTOS, Jaime Evaristo. Aprendendo a Programar: Programando em
Linguagem C. 01. ed. Rio de Janeiro: Book Express, 2001.
SETZER, V. Introdução à Computação e à Construção de Algoritmos. McGraw
Hill, São Paulo,1991.
KNUTH, D. Art of Computer Programming, Volume 1: Fundamental Algorithms.3a.
Edição. Editora Addison-Wesley Professional. 1997.
Componente Curricular: Física 2
Período do Curso: 2º Período
Número de créditos: 4 créditos
Carga horária: 72 horas
Pré-Requisitos: Física 1 e Física Experimental 1
Correquisitos: Física Experimental 2
Ementa: Gravitação. Movimentos oscilatórios. Ondas. Mecânica dos Fluidos.
Termodinâmica e Teoria Cinética dos Gases.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALK, J. Fundamentos de Física. Vol. 2, Gravitação,
Ondas e Termodinâmica 8ª edição – Rio de Janeiro: Editora LTC, 2008;
TIPLER, P.A.; MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol.1, Mecânica,
Oscilações e Ondas, Termodinâmica. 6ª edição – Rio de Janeiro: Editora LTC,
2009.
ALONSO, M.; FINN, E.J. Física, um Curso Universitário. Vol. 2, Campos e Ondas.
1999. Editora Brasil. ISBN 8478290273.

Bibliografia Complementar:
YOUNG, Hugh & Freedman, Roger. Física. Vol. 2. Termodinâmica e Ondas. 12ª
edição – São Paulo: Editora Pearson Education.
RAYMOND, A. Serway. Princípios de Física, Vol. 2, Movimento Ondulatório e
Termodinâmica. Tradução da 3ª edição; Norte americana por André Koch Torres.
São Paulo, 2011.
Curso de Física de Berkeley. Mecânica. Volume 2.
NUSSENZVEIG, H. M. Fluidos, Oscilações e Ondas, Calor. Curso de Física
Básica. Vol. 2.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica, Vol. 2, 1 ed. Edgar Blucher, 1998.

28

Componente Curricular: Física Experimental 2
Período do Curso: 2º Período
Número de créditos: 2 créditos
Carga horária: 36 horas
Pré-Requisitos: Física 1 e Física Experimental 1
Correquisitos: Física 2
Ementa: Condições de equilíbrio. Fluidos: Princípio de Arquimedes. Movimento
harmônico. Simples: sistema massa-mola. Experimentos sobre ondas. Experimentos
de Termodinâmica.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física. Vol. 2,
Gravitação, Ondas e Termodinâmica. 10ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
SCHNEIDER, J. F., AZEVEDO, E.R. Laboratório de Física II: livro de práticas. São
Carlos: Instituto de Física de São Carlos. 2013.
SEARS, Z.; YOUNG, H.D.; FREEDMAN, R. A. Física: termodinâmica e ondas.
Vol.2. 12º edição, 2008. Editora Pearson.
Bibliografia Complementar:
KELLER, F. Física, Vol.2, Editora: MAKRON BOOKS, 1999.
NUSSENZVEIG, H. M. Fluidos, Oscilações e Onda, Calor. Curso de Física
Básica. Vol. 2. Editora Blucher, 2014. 5ª edição.
JEWETT, J. W., J.; SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros Vol. 2:
Oscilações, Ondas e Termodinâmica – Tradução da 8ª edição norte-americana. 2012.
Editora: Cengage Learning.
TIPLER, P.; MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol.1, Mecânica,
Oscilações e Ondas, Termodinâmica. 6ª edição – Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009.
BAUER, W.; WESTFALL, G.; DIAS, H. D. Física para Universitários, Relatividade,
Oscilações, Ondas e Calor, Editora McGraw-Hill, 2013.
Componente Curricular: Cálculo 2
Período do Curso: 2º Período
Número de créditos: 4 créditos
Carga horária: 72 horas
Pré-Requisitos: Cálculo 1
Ementa: A Integral indefinida. Logaritmos e exponenciais; Funções trigonométricas e
funções trigonométricas inversas. Funções hiperbólicas. Técnicas de integração.
Aplicações da integral. Coordenadas polares. Integrais impróprias. Fórmula de
Taylor. Sequências e séries infinitas.
Bibliografia Básica:
STEWART, J. Cálculo. Vol. 2, 5ª edição. Editora Thomson Learning, 2006.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 2, 3ª edição. Editora
Harbra, 1994.
THOMAS, G. B. Cálculo. Volume 2, 10a. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2002.
Bibliografia Complementar:

29

GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo. Volume 2. 5 ed. LTC, 2001.
BOULOS, P.; ABUD, Z.I. Cálculo Diferencial e Integral. Volume 1e 2. São Paulo:
Makron Books do Brasil, 2000.
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. Volume 2, 5 ed. Rio de Janeiro: LTC Livros Técnicos e científicos, 2002.
STEWART, J. Cálculo. Vol. 1, 5ª edição. Editora Thomson Learning, 2006.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 1, 3ª edição. Editora
Harbra, 1994.
THOMAS, G. B. Cálculo. Volume 1. 10a. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2002.
SWOKOWSKI, E. Cálculo Com Geometria Analítica. Volume 2, 2 ed . São Paulo:
Makron Books do Brasil, 1995.
Componente Curricular: Álgebra Linear
Período do Curso: 2º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Geometria Analítica
Ementa: Matrizes. Determinantes. Sistemas de Equações Lineares. Espaços
Vetoriais. Espaços Vetoriais Euclidianos. Transformações Lineares. Vetores Próprios
e Valores Próprios.
Bibliografia Básica:
STEINBRUCH, A,; WINTERLE, P. Álgebra Linear. MAKRON Books.
BOLDRINI, J.L.; et al. Álgebra Linear. 3 ed. Editora Harbra, 2014.
ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra Linear com aplicações. 8ª ed. Bookman, 2011.
Bibliografia Complementar:
STRANG, G. Álgebra Linear e suas Aplicações. 1ª ed. Cengage Learning, 2010.
HOFFMAN, K.; KUNZE, R. Álgebra Linear. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1979
LEON, S.J. Álgebra Linear com Aplicações. Rio de Janeiro: Livro Técnico e
científico. 1999.
LIMA, E.L. Álgebra Linear. 7 ed. Coleção Matemática Universitária, Rio de Janeiro:
SBM – Sociedade Brasileira de Matemática, 2004.
LIPSCHUTZ, S. Álgebra Linear. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1994.
Componente Curricular: Ciência e Tecnologia dos Materiais
Período do Curso: 2º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Química Geral e Química Experimental
Ementa: Introdução ao estudo dos materiais usados na construção civil. Estruturas
dos materiais. Normas técnicas. Materiais cerâmicos. Vidros. Polímeros. Madeiras.
Tintas e vernizes. Materiais betuminosos e impermeabilizantes. Materiais metálicos:
materiais não ferrosos, produtos siderúrgicos, aço para concreto armado e
protendido. Aglomerantes: cal, gesso e cimento. Agregados: miúdos e graúdos.

30

Bibliografia Básica:
VAN VLACK, L.H. Princípios de Ciências dos Materiais. 5ª. Edição. Editora
Campus, 2004.
CALLISTER, W.D.; RETHWISCH, D.G. Ciência e engenharia de materiais: uma
introdução. 7. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2008.
AMBROZEWICZ, P.H.L. Materiais de Construção. Normas, especificações,
aplicação e ensaios de laboratório. 1ª edição. Editora PINI. 2012.
Bibliografia Complementar:
SHACKELFORD, J.F. Ciência dos materiais. 6. ed. São Paulo: Pearson, 2008.
PADILHA, A.F. Materiais de engenharia: microestrutura e propriedades. São
Paulo: Hemus, 1997.
BAUER, L. A. F. Materiais de Construção. 5ª. Edição. Volumes 1 e 2. Editora LTC,
1994.
ISAIA, G. C. Materiais de Construção Civil e Princípios de Ciência e Engenharia
de Materiais. 2ª. Edição. Volumes 1 e 2. IBRACON, 2010.
ALVES, J. D. Materiais de Construção. 7ª. Edição. Editora UFG, 1999.
BERTOLINI, L. Materiais de Construção. 1ª Edição. Editora Oficina de Textos. 2010
PINHEIRO, A.C.F.B.; CRIVELARO, M. Materiais de Construção. 1 edição. Editora
Érica. 2014.
Componente Curricular: Laboratório de Materiais
Período do Curso: 2º Período
Número de créditos: 2 créditos
Carga horária: 36 horas
Pré-Requisitos: Química Geral e Química Experimental
Ementa: Ensaio de caracterização do aço: tração e dobramento. Materiais
cerâmicos: resistência à compressão e elementos geométricos de blocos cerâmicos,
absorção de água de telhas cerâmicas. Agregados: granulometria, determinação de
massa unitária e especifica, inchamento do agregado miúdo, índice de forma,
abrasão. Aglomerantes: gesso e cal. Cimentos: tempo de pega (início e fim), finura,
expansibilidade e resistência à compressão.
Bibliografia Básica:
BAUER, L.A.F. Materiais de construção. v1 e 2. São Paulo. Livros Técnicos e
científicos, 1999.
VAN VLACK, L.H. Princípios de Ciências dos Materiais. 5ª. Edição. Editora
Campus, 2004.
CALLISTER, W.D.; RETHWISCH, D.G. Ciência e engenharia de materiais: uma
introdução. 7. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2008.
Bibliografia Complementar:
HELENE, P.; TERZIAN, P. Manual de dosagem e controle do concreto. São Paulo.
PINI, 1992.
SHACKELFORD, J.F. Ciência dos materiais. 6. ed. São Paulo: Pearson, 2008.
PADILHA, A.F. Materiais de engenharia: microestrutura e propriedades. São
Paulo: Hemus, 1997.

31

ALVES, J.D. Materiais de construção. Porto Alegre. Nobel, 1974.
MEHTA, P.K.; MONTEIRO, P. J. Concreto: propriedades estrutura e materiais.
São Paulo. PINI, 1994.
NEVILLE, A.M. Propriedades do concreto. Trad. Salvador E. Giammuso. São
Paulo. PINI, 1996.
PETRUCCI, E.G.R. Materiais de construção. Porto Alegre. Globo, 1975.
VAN VLACK, L. Princípios de ciências dos materiais. São Paulo. Edgard Blucher,
1970.
Componente Curricular: Metodologia Científica
Período do Curso: 2º Período
Número de créditos: 2 créditos
Carga horária: 36 horas
Pré-Requisitos: Nenhum
EMENTA: Conceitos básicos de metodologia científica. Linguagem científica.
Fundamentos da investigação científica. Tipos de Pesquisa. Estruturas formais e
funcionais do discurso científico. Subsídios para a produção e a interpretação de
textos científicos: resumo, resenha, relatório, projetos de pesquisa.
Bibliografia Básica:
ALVES-MAZZOTTI, A.J.; GEWANDSZNAJDER, F. O Método nas ciências naturais
e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2 ed. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2004;
KÖCHE, J.C. Fundamentos de Metodologia Científica: teoria da ciência e
iniciação à pesquisa. 21 ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
LAVILLE, C.; DIONNE, J. A construção do saber: manual de metodologia da
pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Artmed; Belo Horizonte, MG: Ed. da
UFMG, 1999.
SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez,
2007.
Bibliografia Complementar:
BEUAD, S.; WEBER, F. Guia para uma pesquisa de campo: produzir e analisar
dados etnográficos. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.
BERGER, P.; LUCKMANN, T. A Construção Social da Realidade: tratado de
sociologia do conhecimento. Trad. Floriano Fernandes. 4. ed. Rio de Janeiro:
Editora Vozes, 1978;
BECKER, H.S. Segredos e truques da pesquisa / Howard S. Becker; tradução,
Maria Luiza X. de A. Borges; revisão técnica, Karina Kuschnir. — Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Ed., 2007;
KUHN, T.S. A estrutura das revoluções científicas. Trad. de Beatriz V. Boeira e
Nelson Boeira. 9. ed. São Paulo: Perspectiva, 2006;
LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia científica. 7ª Ed.
São Paulo: Atlas, 2010;
CICOUREL, A. Teoria e método em pesquisa de campo. IN: GUIMARÃES, A.Z.
Desvendando máscaras sociais. Rio de Janeiro, Francisco Alves, 1980

32

Componente Curricular: Desenho 2
Período do Curso: 3º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Desenho 1
Ementa: Desenho arquitetônico. Levantamento métrico. Leitura e simbologia de
projetos complementares. Noções de projeto por computador.
Bibliografia Básica:
MONTENEGRO, G. A. Desenho Arquitetônico, 4ª edição. Editora Edgard Blucher,
2001. 7ª reimpressão em 2010.
SILVA, E. Uma introdução ao Projeto Arquitetônico. 2ª edição. Editora da
Universidade/UFRGS, 1998.
FARRELLY, L. Técnicas de Representação em Arquitetura. 1ª edição. Editora
Bookman, 2011.
AZEREDO, H. A. O edifício e seu acabamento. 1ª edição. São Paulo: Edgard
Blücher Ltda, 1987. 8ª reimpressão em 2006.
Bibliografia Complementar:
FORSETH, K. Projetos em Arquitetura. 2ª edição. Editora Hemus, 2004.
YAZIGI, W. A técnica de edificar. São Paulo: Editora Pini, 1998.
MENEGOTTO, José Luiz. O desenho digital. Rio de Janeiro: Interciência, 2000.
LEAKE, J.; BORGERSON, J. Manual de Desenho Técnico para Engenharia.
Editora LTC, 2010.
SARAPKA, E. M. et al. Desenho Arquitetônico Básico. 1ª edição. Editora PINI,
2010.
Componente Curricular: Física 3
Período do Curso: 3º Período
Número de créditos: 4 créditos
Carga horária: 72 horas
Pré-Requisitos: Física 2
Ementa: Princípios de eletrostática e do magnetismo. Campo gravitacional, elétrico e
magnético. Potencial gravitacional, elétrico e magnético. Introdução ao meio
contínuo. Corrente elétrica: condutores, resistores e capacitores. Força eletromotriz.
Circuitos de corrente contínua. Corrente alternada.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALK, J. Fundamentos de Física. Vol. 3,
Eletromagnetismo. 8ª edição – Rio de Janeiro: Editora LTC, 2008;
TIPLER, P.A.; MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol.3,
Eletricidade e Magnetismo, Ótica. 6ª edição – Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009.
ALONSO, M.; FINN, E.J. Física: Um Curso Universitário. Vol. 2, Campos e Ondas.
1999. Editora Brasil. ISBN 8478290273.
Bibliografia Complementar:
YOUNG, H.; Freedman, R. Física. Vol. 3, Eletromagnetismo. 12ª edição – São

33

Paulo: Editora Pearson Education.
RAYMOND, A.S. Princípios de Física, Vol. 3, Eletromagnetismo. Tradução da 3ª
edição; Norte americana por André Koch Torres. São Paulo, 2011.
NUSSENZVEIG, H. M. Eletromagnetismo. Curso de Física Básica. Vol. 3
Curso de Física de Berkeley. Eletricidade e Magnetismo. Volume 2.
CHAVES, A. Física, volume 1, Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2001.
FINN, A. Curso de Física universitário. Volume 2, São Paulo: Edgar Blücher,
19981.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica, Volume 3, 1ª ed. São Paulo: Edgar
Blücher, 1998.
Componente Curricular: Cálculo 3
Período do Curso: 3º Período
Número de créditos: 4 créditos
Carga horária: 72 horas
Pré-Requisitos: Cálculo 2
Ementa: Curvas Parametrizadas. Comprimento de Arco. Curvatura e Torsão. Triedro
de Frenet. Funções de várias variáveis. Limite e continuidade. Derivadas parciais.
Aplicações diferenciáveis. Matriz Jacobiana. Derivadas direcionais. Gradiente. Regra
da cadeia. Funções implícitas. Funções vetoriais. Teorema da função inversa.
Máximos e mínimos. Multiplicadores de Lagrange. Formula de Taylor.
Bibliografia Básica:
STEWART, J. Cálculo. Vol. 2, 5ª edição. Editora Thomson Learning, 2006.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 2, 3ª edição. Editora
Harbra, 1994.
GIORDANO, W.H.; THOMAS, G.B. Cálculo. Vol. 2, 11ª edição. Editora Pearson
Education.
Bibliografia Complementar:
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. Volume 2, 2ª. Edição.
Makron Books, 1994.
THOMAS, G. B. Cálculo. Volume 2. 10 ed. São Paulo: Addison Wesley, 2002.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo, Volume 3. 5 ed. LTC, 2001.
ÁVILA, G. Cálculo das funções de uma variável, Volume 2, 7 ed. Rio de janeiro:
LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2004.
BOULOS, P.; ABUD, Z.I. Cálculo Diferencial e Integral, Volume 1 e 2. São Paulo:
Makron Books do Brasil, 2000.
GUIDORIZZI, H. L., Um Curso de Cálculo, Volume 2, 5 ed. Rio de janeiro: LTC Livros Técnicos e científicos Editora, 2002.
MCCALLUM, W.G. et al. Cálculo de Várias Variáveis. Edgard Blücher, 1997.
Componente Curricular: Mecânica dos Sólidos
Período do Curso: 3º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Cálculo 1 e Física 1

34

Ementa: Objetivos da mecânica dos sólidos rígidos e deformáveis. Estática dos
pontos materiais. Estática dos corpos rígidos. Características geométricas dos
corpos.
Bibliografia Básica:
BEER, F.P.; JOHNSTON JÚNIOR, E.R. Mecânica Vetorial para Engenheiros –
Estática. 5a edição revisada. MAKRON Books. São Paulo, 1994.
SÜSSEKIND, J. C. Curso de Análise Estrutural – Volume 1 – Estruturas Isostáticas
(Capítulos I, II, III, IV e V). 8a Edição Editora Globo. Porto Alegre, 1984.
CAMPANARI, F. A. Teoria das Estruturas – Volumes 1. Editora Guanabara Dois.
Rio de Janeiro, 1985
FONSECA, A. Curso de Mecânica – Volume II – Estática (Título 1). 3a Edição
(reimpressão). Livros Técnicos e Científicos. Rio de Janeiro, 1976.
Bibliografia Complementar:
GORFIN, B.; OLIVEIRA, M.M. Estruturas Isostáticas. 3a Edição (reimpressão).
Livros Técnicos e Científicos. Rio de Janeiro, 1983
POLILLO, A. Mecânica das Estruturas – Volume I. Editora Científica. Rio de
Janeiro, 1973
RICARDO, O.G.S. Teoria das Estruturas. Editora da USP & Editora McGraw-Hill do
Brasil. São Paulo, 1978
ROCHA, A.M. Teoria e Prática das Estruturas – Volume 1 – Isostática. 1a Edição.
Editora Científica. Rio de Janeiro, 1973.
VASCONCELOS, A.C. Estruturas Arquitetônicas – Apreciação Intuitiva das Formas
Estruturais. Studio Nobel. São Paulo, 1991.
Componente Curricular: Estatística Básica
Período do Curso: 3º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Cálculo 2
Ementa: Estatística descritiva. Noções de amostragem. Distribuições de
probabilidade (discretas e contínuas). Inferência estatística: teoria da estimação e
testes de hipóteses. Regressão linear simples. Correlação. Análise de variância.
Princípios de Análise de dados utilizando aplicações computacionais (planilhas
eletrônicas e linguagens de programação) aplicados aos contextos da Engenharia de
Produção.
Bibliografia Básica:
TRIOLA, M.F. Introdução a Estatística. Editora LTC, 11a edição, 2013.
MILTON, M. Use a Cabeça! Análise de Dados, Alta Books, 2010.
BARBETTA, P.A.; REIS, M.M.; BORNIA, A.C. Estatística para Cursos de
Engenharia e Informática. 3 ed., São Paulo: Editora Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar:
DAVORE, J.L Probabilidade e Estatística para Engenharia e Ciência. 8 ed.,
Cengage Learning, 2014.

35

LAPPONI, J. C. Estatística usando Excel. São Paulo: Editora Campus, 2005.
SILVA, Fabiana Lopes da; FÁVERO, Luiz Paulo; BELFIORE, Patrícia. Análise de
Dados: Modelagem Multivariada para Tomada de Decisões. Editora Campus,
2009.
JANERT, Philipp K. Data Analysis with Open Source Tools. O'Reilly Media; 1 ed.
Nov. 2010.
DOANE, D.P.; SEWARD, L.E. Estatística Aplicada à Administração e Economia. 4
ED., Bookman, 2014
Componente Curricular: Organização do Trabalho e Produção
Período do Curso: 3º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Introdução à Engenharia de Produção
Ementa: Modelos de organização do trabalho. Princípios sócio-técnicos de
planejamento do trabalho. Trabalho em grupo. Relações de fronteira. Organização
por processos. Metodologia da sociotecnologia moderna. Paralelização,
segmentação e sistemas de apoio. Arranjo funcional. Manufatura celular. Sistema
Just in time e sistema Toyota de produção.
Bibliografia:
OLIVEIRA, D.P.R. Sistemas Organizacionais & Métodos - Uma abordagem
gerencial. Editora Atlas, São Paulo, 2013.
CURY, A. Organização e Métodos. Uma Visão Holística. 9ª ed. Atlas, 2016.
D’ASCENÇÃO, L.C.M. Organização, Sistemas e Métodos. Editora Atlas, São
Paulo, 2001.
Bibliografia Complementar:
FLEURY, A. C.C; VARGAS, N. Organização do Trabalho. Atlas. SP. 1983.
HELOANI, R. Organização do Trabalho e Administração: Uma Visão
Multidisciplinar. 6ª ed. Cortez, 1995.
CORRÊA, L.H., CORRÊA, C.A. Administração de Produção e Operações. Editora
Atlas, São Paulo, 2004.
ARAUJO, L.C.G.; GARCIA, A.A.; MARTINES, S. Gestão de Processos. Melhores
Resultados e Excelência Organizacional. 2ª ed. Atlas, 2016.
SILVA, L.C. Gestão e melhoria de processos: conceitos, técnicas e ferramentas.
1ª ed. Brasport, 2015.
Componente Curricular: Cálculo Numérico
Período do Curso: 4º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Introdução à Computação e Álgebra Linear
Ementa: Sistemas numéricos e erros. Raízes de funções de uma variável. Solução
de sistemas de equações lineares e não lineares. Autovalores e autovetores.
Interpolação e aproximação. Integração numérica. Diferenciação numérica.

36

Bibliografia Básica:
RUGGIERO, M.A.; LOPES, V.L.R. Cálculo Numérico – Aspectos Teóricos E
Computacionais. 2ª Edição – 1997Editora: MAKRON Books do Brasil-São Paulo –
SP.
GILAT, A. Métodos Numéricos Para Engenheiros E Cientistas: Uma Introdução
Com Aplicações Usando O Matlab. Amos Gilat, Vish Subramaniam; tradução
Alberto Resende de Conti. – Porto Alegre, 2008.
BARROSO, L. C; BARROSO, M. M. A; CAMPOS FILHO, F. F; CARVALHO, M. L.
B; MAIA, M. L. Cálculo Numérico (Com Aplicações)”. 2a Edição – 1987, Editora:
Harbra, São Paulo – Sp. DIEGUEZ, J.P.P. Métodos Numéricos Computacionais para
a Engenharia - Volumes I e II., 1992, Editora: Interciência, Rio de Janeiro – RJ.
CUNHA, C. Métodos Numéricos Para As Engenharias E Ciências Aplicadas.
1993, Editora: UNICAMP, Campinas – SP.
SPERANDIO, D.; MENDES, J.T.; SILVA, L.H.M. Cálculo Numérico: Características
Matemáticas E Computacionais Dos Métodos Numéricos. São Paulo: Prentice
Hall, 2003.
Bibliografia Complementar:
CAMPOS, F. F. Algoritmos Numéricos. Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. 2ª
Ed. Rio de Janeiro, 2007.
BURDEN, R.L.; FAIRES, J.D. Análise Numérica. Pioneira Thomson Learning. 5ed.
2003.
CUNHA, C. Métodos Numéricos Para As Engenharias E Ciências Aplicadas.
Cristina Cunha, 1993, Editora: UNICAMP, Campinas – SP.
MATLAB 5 – Versão do Estudante – Guia do Usuário (download), 1999, Editora:
MAKRON Books do Brasil, São Paulo.
HANSELMAN, D.; LITTLEFIELD, B. MATLAB 5: versão do Estudante: Guia do
Usuário. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1999.
FARRER, H. Algoritmos Estruturados. Autores: Harry Farrer, Christiano Gonçalves
Becker, Eduardo Chaves Faria, Helton Fábio de Matos, Marcos Augusto dos Santos
& Miriam Lourenço Maia, 2ª Edição – 1989, Editora: Guanabara Koogan-Rio de
Janeiro.
PACITTI, T.; CYRIL, P. A. Programação e Métodos Computacionais. 2a Edição 2a Reimpressão – 1983, Editora:
Livros Técnicos e Científicos – LTC, Rio de Janeiro – RJ.
LINDFIELD, G.; PENNY, J. Numerical Methods Using MATLAB (download), 1999 2nd edition, Editora: Ellis Horwood-New York.
BIRAN, A.; BREINER, M. MATLAB for Engineers (download). 1999 - 2nd edition
Editora: Addison-Wesley ISBN: 0201360438.
CHARLES F.; V.L. Introduction to Scientific Computing (download), 1999 - 2nd
edition, Editora: Prentice Hall-New Jersey.
LIRA, W. W. M. Apostila De Cálculo Numérico. Universidade Federal de Alagoas –
UFAL, 2011
Componente Curricular: Fenômenos de Transporte 1
Período do Curso: 4º Período
Número de créditos: 4 créditos

37

Carga horária: 72 horas
Pré-Requisitos: Física 2 e Cálculo 3
Ementa: Definição, conceito e mecanismo de fenômenos de transporte. Conceitos
fundamentais e análise dimensional. Estática dos fluídos. Equações fundamentais
para o movimento dos fluidos. Formulações integral e diferencial para o volume de
controle - As equações de Navier-Stokes. Camada limite. Semelhança. Escoamento
interno de fluidos incompressíveis.
Bibliografia Básica:
FOX, R. W., MCDONALD, A. T., PRITCHARD, P. J. Introdução à Mecânica dos
Fluídos. 7ª Edição. Editora LTC, 2010.
BRUNETTI, F. Mecânica dos Fluidos. 1ª Edição. Editora Pearson, 2008.
MUNSON, B. R., YOUNG, D. F., OKIISHI, T. H. Fundamentos da Mecânica dos
Fluidos. 4ª Edição. Editora Edgard Blucher, 2004
BISTAFA, S. R. Mecânica dos Fluidos Noções e Aplicações. 1ª Edição. Editora
Edgard Blucher, 2010.
BIRD, R. B., LIGHTFOOT, E. N.; STEWART, W. E. Fenômenos de Transporte. 2ª
Edição. Editora LTC, 2004.
Bibliografia Complementar:
FILHO, W. B. Fenômenos de Transporte para Engenharia, 1ª Edição. Editora LTC,
2006.
ROMA, W. N. L. Fenômenos de Transporte para Engenharia. 2ª Edição. Editora
Rima Artes e Textos, 2005.
CANEDO, E. L. Fenômenos de Transporte. 1ª Edição. Editora LTC, 2010.
LIVI, C. P. Fundamentos de Fenômenos de Transporte: Um Texto Para Cursos
Básicos. 2ª Edição. Editora LTC, 2015.
BONADIMAN, H. Hidrostática e Calor: Integração, Experimento, Teoria,
Cotidiano. 3ª Edição. Unijuí, 2004.
Componente Curricular: Cálculo 4
Período do Curso: 4º Período
Número de créditos: 4 créditos
Carga horária: 72 horas
Pré-Requisitos: Cálculo 3
Ementa: Integrais múltiplas. Integrais de linha. Campos vetoriais conservativos.
Mudança de variáveis em integrais múltiplas. Superfícies parametrizadas. Integrais
de superfície. Teorema de Green. Teorema de Gauss. Teorema de Stoke. Equações
diferenciais de primeira e segunda ordem. Métodos elementares de solução.
Equações diferenciais lineares.
Bibliografia Básica:
BOYCE, William E. & DIPRIMA. Equações Diferenciais Elementares e Problemas
de Valores de Contorno. Guanabara Dois.
STEWART, J. Cálculo. Vol. 2, 5ª edição. Editora Thomson Learning, 2006.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 2, 3ª edição. Editora
Harbra,1994.

38

Bibliografia Complementar:
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. Volume 2, 2ª Edição.
Makron Books, 1994.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo, Volume 3. 5 ed. LTC, 2001.
SIMMONS, G. F. Cálculo com Geometria Analítica Vol. 2. Pearson Education do
Brasil-Makron Books, 2005.
THOMAS, G. B. Cálculo Vol. 2. Addison Wesley, 2002.
KAPLAN, W. Cálculo Avançado. Edgard Blucher, 1972. v. 2.
Componente Curricular: Ciência da Gestão
Período do Curso: 4º Período
Número de créditos: 2 créditos
Carga horária: 36 horas
Pré-Requisitos: Organização do Trabalho e Estatística
Ementa: Revisão Sobre as Escolas/Abordagens da Administração. Dimensões da
Administração e os Objetivos de Uma Empresa. Estratégias Empreendedoras, Riscos
de Novos Empreendimentos. Empresa Familiar e Empresas Sem fins Lucrativos.
Impacto Social da Administração. Ferramentas do Planejamento. Introdução à Teoria
da Decisão. Aplicações práticas de Modelos Probabilísticos para apoio ao Processo
Decisório. Conceitos Introdutórios de Otimização Linear/Programação Matemática.
Conceitos de Teoria de Sistemas. Conceitos de Gestão e Engenharia do
Conhecimento. Emprego das Tecnologias da Informação e Comunicação na Gestão
Organizacional.
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, A.T. Processo de Decisão nas Organizações: construindo modelos de
decisão multicritério.
São
Paulo:
Atlas,
2013.
CHIAVENATO, I.; SAPIRO, A. Planejamento Estratégico: fundamentos e
aplicações. Elsevier, 3ª ed., 2015.
MARTINELLI, D.P.; VENTURA, C.A.A.; LIBONI, L.B.; MARTINS, T.M. Teoria Geral
Dos Sistemas. Saraiva, 2012.
TAKEUCHI, H.; NONAKA, I. Gestão do Conhecimento. Bookman, 2008.
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, A.T.; MORAIS, D.C.; COSTA, A.P.C.S.; ALENCAR, L.H.; DAHER, S.F.D.
Decisão em Grupo e Negociação: Métodos e Aplicações. São Paulo, Atlas, 2012.
BALTZAN, P.; PHILLIPS, A. Sistemas de Informação. AMGH Editora, 2012.
BAZERMAN, M. Processo Decisório. Elsevier, 8ª ed., 2014.
CHIAVENATO, I. Teoria Geral da Administração. Manole, 9ª ed, 2014.
DOANE, D. P.; SEWARD, L. E. Estatística Aplicada à Administração e Economia.
AMGH Editora, 4ª ed., 2014.
HILLIER, F.S.; LIEBERMAN, G.J. Introduçâo à Pesquisa Operacional. AMGH
Editora, 9ª ed., 2013.
Componente Curricular: Resistência dos Materiais
Período do Curso: 4º Período
Número de créditos: 3 créditos

39

Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Mecânica dos Sólidos, Ciência e Tecnologias dos Materiais e
Laboratório de Materiais
Ementa:
Ações. Esforços internos solicitantes. Análise de tensões e de deformações.
Relações constitutivas. Energia especifica de deformação. Tração e compressão.
Torção. Flexão. Instabilidade elástica.
Bibliografia Básica:
BEER, F.P.; DEWOLF, J.T. Mecânica Dos Materiais. 5ª edição. AMGH (Livro Texto),
2011.
BEER, F.P.; JOHNSTON JR, E.R. Resistência Dos Materiais. 2ª ou 3ª edições.
McGraw-Hill do Brasil, 2008
Hibbeller R.C. Resistência Dos Materiais. 5ª e 7ª edições. Prentice Hall, 2010.
GERE, J.M. Mecânica Dos Materiais. Thomson. 1ª ed. São Paulo, 2003.
Bibliografia Complementar:
JOHNSTON, E. RUSSELL, Jr.; DEWOLF, J. T.; BEER, F. P. Mecânica Dos
Materiais. Bookman. 5ª ed. São Paulo, 2011.
MARTHA, L.F. Análise De Estruturas - Conceitos e Métodos Básicos.
Campus/Elsevier. Rio de Janeiro, 2010.
MERIAM, J. L. Mecânica Para Engenharia Estática. Ltc. 6ª ed. São Paulo, 2009.
UGURAL A. Mecânica Dos Materiais. LTC. 1ª ed. 2009.
LEET, K.M.; UANG, C.; GILBERT, A.M. Fundamentos Da Análise Estrutural.
McGraw Hill. 3ª ed. São Paulo, 2009.
VIERO, E. Isostática Passo A Passo - Sistemas Estruturais Em Engenharia e
Arquitetura. Editora: Educs. 3ª ed, Caxias do Sul, 2011.
ALMEIDA, M.C.F. Estruturas Isostáticas. Oficina De Textos. 1ª ed. São Paulo,
2011.
ANDRÉ, J.C.; MAZZILLI, C.E.N.; BUCALEM, M.L.; CIFÚ, S. Lições Em Mecânica
Das Estruturas. Oficina De Textos. 1ª ed. São Paulo, 2011.
BOTELHO, M.H.C. Resistência Dos Materiais. Edgard Blücher. 1ª ed. São Paulo,
2008.
SORIANO, H.L. Estática Das Estruturas”. Ciência Moderna. Rio de Janeiro, 2007.
ARGARIDO, A.F. Fundamentos Das Estruturas. Zigurate. São Paulo, 2007.
SORIANO, H.L. Análise De Estruturas: Formulação Matricial E Implementação
Computacional. Ciência Moderna. Rio de Janeiro, 2005.
WILLIAM F.R.; LEROY D.S., DON H.M. Mecânica dos Materiais. LCT. 5ª ed. Rio de
Janeiro, 2003.
CRAIG JÚNIOR, R.R. Mecânica Dos Materiais. LTC. 2. ed. Rio de Janeiro, 2003.
Componente Curricular: Estatística Aplicada
Período do Curso: 4º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Estatística Básica e Organização do Trabalho
Ementa: Natureza das variáveis de um conjunto de dados. Estatística descritiva com

40

auxílio de software computacional. Distribuição de probabilidade e determinação de
parâmetros. Variável aleatória e geração de números aleatórios. Testes de
normalidade. Análise gráfica com histograma, box-plot e diagrama de dispersão.
Comparação de resultados via testes de hipótese paramétricos. Comparação de
resultados via testes de hipótese não paramétricos. Testes para comparações
múltiplas. Testes de associação. Testes de Correlação. Modelo de regressão linear,
análise de variância, análise de resíduos e diagnóstico de modelos. Modelos de
regressão logística, identificação de pontos de alavancagem e teste de acurácia.
Modelos de regressão generalizados. Noções de análise fatorial exploratória. Noções
de análise fatorial confirmatória. Noções de equações estruturais
Bibliografia Básica:
MENEZES, N. N. C. Introdução à Programação com Python. 2 ed. Novatec, 2014.
MELLO, M.P. Conhecendo o R: Uma visão mais que estatística. UFV, 2013.
FÁVERO, L.P.; FÁVERO, P. Análise de Dados: Modelos de Regressão com Excel,
STATA e SPSS. 1 ed. Elsevier, 2015.
BARBETTA, P.A.; REIS, M.M.; BORNIA, A.C. Estatística para Cursos de
Engenharia e Informática. 3 ed., São Paulo: Editora Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar:
KABACOFF, R. R in Action: Data Analysis and Graphics with R. Manning
Publications, 2015.
JAMES, G.; HASTIE, T.; TIBSHIRANI, R. An Introduction to Statistical Learning:
With Applications in R: 103. Springer, 2014.
DAVORE, J.L Probabilidade e Estatística para Engenharia e Ciência. 8 ed.,
Cengage Learning, 2014.
TRIOLA, M.F. Introdução a Estatística. Editora LTC, 11a edição, 2013.
LAPPONI, J. C. Estatística usando Excel. São Paulo: Editora Campus, 2005.
SILVA, F.L.; FÁVERO, L.P.; BELFIORE, P. Análise de Dados: Modelagem
Multivariada para Tomada de Decisões. Editora Campus, 2009.
JANERT, P.K. Data Analysis with Open Source Tools. O'Reilly Media; 1 ed. Nov.
2010.
Componente Curricular: Eletrotécnica
Período do Curso: 4º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Física 3
Ementa: A Eletricidade no Brasil. Matriz Energética Nacional. O Sistema Elétrico
Brasileiro. Circuitos Elétricos de Corrente Alternada. Circuitos Elétricos Trifásicos.
Aspectos básicos de Transformadores.
Bibliografia Básica:
O’MALLEY, J. Análise de Circuitos. 2. Ed., Ed. Bookman, 2014.
NAHVI, M.; EDMINISTER, J.A. Circuitos Elétricos. 5 ed., Ed, Bookman, 2014.
MAGALDI, M. Noções de Eletrotécnica. Ed. Reper, 1969.

41

Bibliografia Complementar:
CHRISTIE, C.V. Elementos de eletrotécnica. Ed. Globo, 1969.
KERCHNER, R.M.; CORCORAN, G.F. Circuitos de Corrente Alternada. Ed. Globo,
1977.
CAVALCANTI, P.J. Fundamentos de Eletrotécnica. 22. Ed., Freitas Bastos
Editores, 2012.
FLARYS, F. Eletrotécnica Geral. 2. Ed., Ed. Manole, 2013.
PETRUZELLA, F.D. Eletrotécnica I. 1 ed. Mc Graw Hill, 2013.
Componente Curricular: Ergonomia
Período do Curso: 4º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Organização do Trabalho
Ementa: Histórico, conceito e campo de aplicação da ergonomia. Normas técnicas.
Fisiologia do trabalho, sistema humano, ritmos biológicos e aspectos energéticos do
organismo. Biomecânica. Psicologia do trabalho, cognição e inteligência no trabalho.
Efeitos do ambiente no desempenho humano. Antropometria. Concepção de postos
de trabalho. Análise ergonômica do Trabalho.
Bibliografia Básica:
IIDA, I; BUARQUE, L. Ergonomia: projeto e produção. 3º ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2016.
MÁSCULO, F.S.; VIDAL, M.C. Ergonomia: Trabalho Adequado e Eficiente. 1º ed.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
GRANDJEAN, E.; KROEMER, K.H.E. Manual de Ergonomia: Adaptando o
Trabalho ao Homem. 5º ed. Bookman, 2006.
ABRAHÃO, J.; SZNELWAR L.I., SILVINO, A.; SARMET, M., PINHO, D. Introdução à
Ergonomia: Da Prática à Teoria. 1º ed. São Paulo: Blucher, 2009.
SILVA, J.M.N.; SILVA, L.B. Relação entre Fatores Psicossociais e Distúrbios
Osteomusculares: O caso de uma indústria calçadista. 1º ed. Novas Edições
Acadêmica, 2016.
Bibliografia Complementar:
DUL, J.; WEERDMEESTER, B. Ergonomia Prática. 3º ed. São Paulo: Blucher, 2012.
FALZON, P. Ergonomia. 1º ed. Edgard Blucher, 2016.
WISNER, A. Por dentro do trabalho: Ergonomia: método e técnicas. São Paulo:
FTD, 1987.
WISNER, A. A inteligência no trabalho: textos selecionados de ergonomia. São
Paulo, 1993.
PIZA, F. T. Conhecendo e eliminando riscos no trabalho. São Paulo: 2006. 100p.
ODONE, I. et al. Ambiente de trabalho. São Paulo: HUCITEC, 1986.

Componente Curricular: Automação da Produção
Período do Curso: 5º Período
Número de créditos: 3 créditos

42

Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Eletrotécnica
Ementa: Automação de processos produtivos discretos contínuos. Automação
comercial e bancária. Robótica. Redes de computadores. Sistemas flexíveis de
manufatura. Sistemas flexíveis de automação. Concepção, operação e gestão da
operação em sistemas automatizados.
Bibliografia Básica:
SANTOS, P. R.; SANTOS, W. E. Automação e Controle Discreto. São Paulo: Érica,
2001.
CASTRUCCI, P. L.; MORAES, C. C. Engenharia de Automação Industrial. Rio de
Janeiro: LTC, 2001.
AGOSTINHO, O.L.; VILELLA, R. C.; BUTTON, S. T. Processos de Fabricação e
Planejamento de Processos. 2a Ed. Campinas, UNICAMP. 2004.
Bibliografia Complementar:
LAMP, F. Automação Industrial na Prática. 1º ed. Mc Graw Hill, 2015.
PIRES, J.N. Automação Industrial. 5º ed. ETEP, 2007.
BIM, E. Máquinas Elétricas e Acionamento. 3º ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
BRAQUINHO, M.A. Segurança de Automação Industrial e SCADA. 1º ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2014.
PRUDENTE, F. Automação Industrial: PLC Programação e Instalação. 1º ed. LTC,
2013.
Componente Curricular: Planejamento e Controle da Produção
Período do Curso: 5º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Ciência da Gestão
Ementa: Sistemas de produção. Metodologias do planejamento da produção.
Planejamento e controle de capacidade. Gestão de estoques. Previsão de demanda.
MRP. Just-in-time.
Bibliografia Básica:
BRITO, R.G.F.A. Planejamento Programação e Controle da Produção. ed. 2. São
Paulo: Instituto IMAN, 2000.
CORREA, H.L.; GIANESI, I.G.N.; CAON, M. Planejamento, Programação e
Controle da Produção. Atlas, 2001.
CORREA, H.L. Planejamento, programação e controle da produção MRp
II/ERRP: conceitos, uso e implantação. Colaboração de GIANESI, I.G.N.; CAON,
M. ed. 2. São Paulo: Atlas, 1999.
Bibliografia Complementar:
RUSSOMANO, V.H. Planejamento e Controle da Produção. Pioneira, 2000.
PEINADO, J. Administração da Produção (Operações Industriais e de Serviços).
UnicenP, 2007.
MOREIRA, D.A. Administração da Produção e Operações. 2 ed. rev. e ampl., São

43

Paulo: Cengage Learning, 2011.
SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da Produção. 3. Ed.,
São Paulo: Atlas, 2009.
FERNANDES, F.C.F.; GODINHO FILHO, M. Planejamento e Controle da
Produção. Dos Fundamentos ao Essencial. São Paulo: Atlas, 2010.
Componente Curricular: Engenharia de Métodos
Período do Curso: 5º Período
Número de créditos: 2 créditos
Carga horária: 36 horas
Pré-Requisitos: Ciência da Gestão
Ementa: Introdução e objetivos. Processo de projeto. Projeto de método (estudo de
movimentos). Técnicas de registro e análise. Economia de movimentos. Técnicas de
medida do trabalho: estudo de tempos, amostragem do trabalho, tempos prédeterminados, avaliação. Ritmo. Tempo padrão.
Bibliografia Básica:
BARNES, R. M. Estudo de Movimentos e de Tempos. São Paulo: Ed Blücher, 1977
SILVA, A.V.; COIMBRA, R.R. Manual de Tempos & Métodos. São Paulo: Hemus.
SELENE, R. Métodos e tempos: racionalizando a produção bens e serviços. São
Paulo: Ed. IBPEX, 2009.
Bibliografia Complementar:
PAHL, G.; BEITZ, W.; FELDHUSEN, J.; GROTE, K.H. Projeto na Engenharia:
Fundamentos do Desenvolvimento Eficaz de Produtos - Métodos e Aplicações.
Blucher, 2005.
BRIAN, C. Administração do tempo: método prático. São Paulo: Qualimark, 2002.
CONTADOR, J.C. Gestão de Operações. São Paulo: Ed Blücher, 1997.
CARPERTER, S. Work the system: The Simple Mechanics of Making More and
Working Less. 3 ed. North Sister Publishing, 2008.
SLACK, N. et al. Administração da Produção. São Paulo: Ed Atlas, 2002
COUTO, H.A. Ergonomia Aplicada ao Trabalho. Vol. 1, 1996.
Componente Curricular: Fenômenos de Transporte 2
Período do Curso: 5º Período
Número de créditos: 4 créditos
Carga horária: 72 horas
Pré-Requisitos: Fenômenos de Transporte 1
Ementa: Fundamentos da transferência de calor, equação de Fourier, relações
experimentais. Fundamentos da convecção e da radiação. Fundamentos da
transferência de massa, equação de Fick, relações experimentais para convecção.
Bibliografia Básica:
INCROPERA, F. P., DEWITT, D. P., Bergman, T. L., LAVINE, A. S. Fundamentos de
Transferência de Calor e Massa, 6ª Edição. Editora LTC, 2008.
KREITH, F.; BOHN, M. S. Princípios da Transferência de Calor. Editora Cengage,
2003.

44

BIRD, R. B., LIGHTFOOT, E. N.; STEWART, W. E. Fenômenos de Transporte, 2ª
Edição. Editora LTC, 2004.
FILHO, W. B. Fenômenos de Transporte para Engenharia, 1ª Edição. Editora LTC,
2006.
Bibliografia Complementar:
ROMA, W. N. L. Fenômenos de Transporte para Engenharia. 2ª Edição. Editora
Rima Artes e Textos, 2005.
CANEDO, E. L. Fenômenos de Transporte. 1ª Edição. Editora LTC, 2010.
CENGEL, Y. A. Transferência de Calor e Massa. 4ª Edicão. Editora McgrawHill,
2012.
LIVI, C. P. Fundamentos de Fenômenos de Transporte: Um Texto Para Cursos
Básicos. 2ª Edicão. Editora LTC, 2015.
BONADIMAN, H. Hidrostática e Calor: Integração, Experimento, Teoria,
Cotidiano. 3ª Edição. Unijuí, 2004.
Componente Curricular: Pesquisa Operacional
Período do Curso: 5º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Cálculo Numérico
Ementa: Ementa: Introdução à Pesquisa Operacional. Modelagem Matemática de
Problemas de Programação Linear. Solução Gráfica e Analítica. Algoritmo Simplex.
Método do Grande Número. Método das Duas Fases. Dualidade. Programação
Inteira. Problemas de Transporte. Problemas de Designação. Programação
Dinâmica. Aplicações em Engenharia de Produção.
Bibliografia Básica:
HILLIER, F.S.; LIEBERMAN, G.J. Introdução à Pesquisa Operacional. 9ª Ed.,
AMGH Editora, 2013.
MOREIRA, D.A. Pesquisa Operacional: curso introdutório. 2 ed., São Paulo:
Cengage Learning, 2010.
LACHTERMACHER, G. Pesquisa Operacional na Tomada de Decisões. 4ª Ed.,
Pearson Prentice Hall, 2009.
Bibliografia Complementar:
PUCCINI, A.L. Programação Linear. Rio de Janeiro/São Paulo: LTC, 1987.
REGSDALE, C.T. Modelagem e Análise da Decisão. São Paulo: Cengage Learning,
2011.
BARBOSA, M.A.; ZANARDANI, R.A.D. Introdução à Pesquisa Operacional. 2ª Ed.,
Intersaberes, 2014.
CORRAR, L.J. Pesquisa Operacional. 2ª Ed., Atlas, 2008.
COLIN, E.C. Pesquisa Operacional – 170 aplicações em Estratégia, Finanças,
Logística, Produção, Marketing e Vendas. LTC, 2007.
Componente Curricular: Processos Estocásticos
Período do Curso: 5º Período

45

Número de créditos: 4 créditos
Carga horária: 72 horas
Pré-Requisitos: Cálculo Numérico e Estatística Aplicada
Ementa: Distribuições Discretas e Contínuas de Probabilidade. Processos de
Bernoulli. Processos de Poisson. Processos de Markov. Teoria das Filas. Cadeias de
Markov.
Bibliografia Básica:
HILLIER, F.S; LIEBERMAN, G.J. Introdução à Pesquisa Operacional. 9ª Ed.,
AMGH Editora, 2013.
MOREIRA, D.A. Pesquisa Operacional - curso introdutório. 2. ed, São Paulo:
Cengage Learning, 2010.
DEVORE, J. L. Probabilidade e Estatística: para Engenharia e Ciências. 1ª ed.
São
Paulo: Cengage Learning, 2007.
Bibliografia Complementar:
PUCCINI, A.L. Programação Linear. Rio de Janeiro/São Paulo: LTC, 1987.
REGSDALE, C.T. Modelagem e Análise da Decisão. São Paulo: Cengage Learning,
2011.
FREITAS FILHO, P.J. Introdução à Modelagem e Simulação de Sistemas com
aplicações em Arena. 2ª Ed., Visual Books, 2008.
SCHAFRANSKI, L.E.; TUBINO, D.F. Simulação Empresarial Em Gestão De
Produção: Jogos Empresariais. Atlas, 2013.
CHWIF, L., MEDINA, A. C. Modelagem e Simulação de Eventos Discretos. 3ª ed,
2010.
Componente Curricular: Simulação de Sistemas
Período do Curso: 5º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Cálculo Numérico e Estatística Aplicada
Ementa: Aplicações Computacionais para Simulação de Problemas de Pesquisa
Operacional Determinística e Estocástica.
Bibliografia Básica:
HILLIER, F.S; LIEBERMAN, G.J. Introdução à Pesquisa Operacional. 9ª Ed.,
AMGH Editora, 2013.
MOREIRA, D.A. Pesquisa Operacional - curso introdutório. 2. ed, São Paulo:
Cengage Learning, 2010.
REGSDALE, C.T. Modelagem e Análise da Decisão. São Paulo: Cengage Learning,
2011.
Bibliografia Complementar:
PUCCINI, A.L. Programação Linear. Rio de Janeiro/São Paulo: LTC, 1987.
FREITAS FILHO, P.J. Introdução à Modelagem e Simulação de Sistemas com
aplicações em Arena. 2ª Ed., Visual Books, 2008.

46

SCHAFRANSKI, L.E.; TUBINO, D.F. Simulação Empresarial Em Gestão De
Produção: Jogos Empresariais. Atlas, 2013.
CHWIF, L., MEDINA, A. C. Modelagem e Simulação de Eventos Discretos. 3ª ed,
2010.
GARCIA, C. Modelagem e Simulação de Processos Industriais. Edusp, 2ª ed,
2006.
Componente Curricular: Sistemas de Informação 1
Período do Curso: 5º Período
Número de créditos: 2 créditos
Carga horária: 36 horas
Pré-Requisitos: Cálculo Numérico
Ementa: Conceituação e classificação de sistemas. Sistemas de informação em
Engenharia de Produção. Banco de Dados para sistemas de produção. Aplicações de
sistemas de informação na Engenharia de Produção.
Bibliografia Básica:
LAUDON, K. C.; LAUDON, J. P. Sistemas de Informação Gerenciais. 1ª ed.,
Pearson, 2014.
PRESSMAN, R.S. Engenharia de Software: uma abordagem profissional. AMGH,
8ª ed., 2016.
DATE, C.J. Introdução a Sistemas de Bancos de Dados. Elsevier, 2004.
Bibliografia Complementar:
REZENDE, D. A.; ABREU, A. F. Tecnologia da Informação aplicada a
sistemas de informação empresariais: o papel estratégico da informação e
dos sistemas de informação nas empresas. São Paulo: Atlas, 2000.
GUERRINI, F. M.; ESCRIVÃO FILHO, E.; CAZARINI, E.W.; PÁDUA, S.I.D.
Modelagem da Organização: uma visão integrada. Porto Alegre: Bookman, 2014.
KOSSIAKOFF, A.; SWEET, W.S.; SEYMOUR, S.J. Systems Engineering Principles
and Practice. Wiley-Interscience, 2nd ed., 2011.
MARTIN, R.C. Agile Software Development, Principles, Patterns, and Practice.
Pearson, 2002.
CRUZ, Tadeu. Sistemas de Informações Gerenciais. 3ª. Edição 2003, 5ª.
Reimpressão 2009. São Paulo: Editora Atlas, 2009.
Componente Curricular: Sistemas de Informação 2
Período do Curso: 6º Período
Número de créditos: 2 créditos
Carga horária: 36 horas
Pré-Requisitos: Cálculo Numérico
Ementa: Estruturação, gerenciamento e manutenção de sistemas de informação na
engenharia de produção. Planejamento, segurança e gestão de projetos de sistemas
de informação na produção. Tendências e novas tecnologias da informação aplicadas
a gestão das operações. Comercio eletrônico.
Bibliografia Básica:
LAUDON, K. C.; LAUDON, J. P. Sistemas de Informação Gerenciais. 1ª ed.,

47

Pearson, 2014.
PRESSMAN, R.S. Engenharia de Software: uma abordagem profissional. AMGH,
8ª ed., 2016.
DATE, C.J. Introdução a Sistemas de Bancos de Dados. Elsevier, 2004.
Bibliografia Complementar:
REZENDE, D. A.; ABREU, A. F. Tecnologia da Informação aplicada a
sistemas de informação empresariais: o papel estratégico da informação e
dos sistemas de informação nas empresas. São Paulo: Atlas, 2000.
GUERRINI, F. M.; ESCRIVÃO FILHO, E.; CAZARINI, E.W.; PÁDUA, S.I.D.
Modelagem da Organização: uma visão integrada. Porto Alegre: Bookman, 2014.
KOSSIAKOFF, A.; SWEET, W.S.; SEYMOUR, S.J. Systems Engineering Principles
and Practice. Wiley-Interscience, 2nd ed., 2011.
MARTIN, R.C. Agile Software Development, Principles, Patterns, and Practice.
Pearson, 2002.
CRUZ, Tadeu. Sistemas de Informações Gerenciais. 3ª. Edição 2003, 5ª.
Reimpressão 2009. São Paulo: Editora Atlas, 2009.
Componente Curricular: Logística
Período do Curso: 6º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Planejamento e Controle da Produção
Ementa: Origem e evolução da indústria de serviços logísticos. As operações
logísticas. Logística Integrada. Cadeias de Suprimentos. Hierarquia de decisões e
estratégias em Logística e Cadeias de Suprimentos. Indicadores logísticos. Projeto,
planejamento, operação e manutenção de redes de suprimento. Sistemas de
informação em Logística e Cadeias de Abastecimento.
Bibliografia Básica:
BALLOU, R. H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos/Logística Empresarial.
5ª Ed. São Paulo, Atlas, 2006.
FIGUEIREDO, K.F.; FLEURY, P.F.; WANKE, P. Logística e Gerenciamento da
Cadeia de Suprimentos: Planejamento do Fluxo de Produtos e dos Recursos. 1ª
ed. São Paulo: Atlas, 2003.
FLEURY, P.F. Logística empresarial. São Paulo: Atlas, 2009.
NOVAES, A. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Distribuição: Estratégia,
Operação e Avaliação. Elsevier, 2014.
Bibliografia Complementar:
BALLOU, R. H. Logística Empresarial: Transportes, Administração de Materiais
e Distribuição Física. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 1993. 388 p. PIRES, S. R. Gestão da
Cadeia de Suprimento (Supply Chain Management). 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2009.
CHOPRA, S.; MEINDL, P. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: estratégia,
planejamento e operação. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2003.
BERTAGLIA, P.R. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. 2ª ed.
São Paulo: Saraiva, 2009.

48

BOWERSOX, C. Logística empresarial: o processo de integração da cadeia de
suprimento. São Paulo: Atlas, 2009.
KRAJEWSKI, L. P. R.; L. J. Administração da Produção e Operações. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2005.
Componente Curricular: Planejamento Empresarial
Período do Curso: 6º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Planejamento e Controle da Produção
Ementa: Introdução ao Planejamento. Administração estratégica. Planejamento:
ferramentas e técnicas. Planejamento Estratégico. Métodos de planejamento:
alternativas, custos, limites. Formulação de estratégias: uso de cenários;
Planejamento de contingências e alternativas de ação. Limites e críticas dos métodos
de planejamento estratégico. Gestão da rotina.
Bibliografia Básica:
CHIAVENATO, I.; SAPIRO, A. Planejamento estratégico: Fundamentos e
aplicações. Da intenção aos resultados. 2ed. - Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
MIEDZINSKI, J.C. Planejamento Empresarial: observando a teoria e construindo
a prática. 1ªed. São Paulo: Atlas, 2015.
OLIVEIRA, D.P.R. Planejamento estratégico: conceito, metodologia e prática. 18
ed. - São Paulo: Atlas, 2002.
Bibliografia Complementar:
CERTO, Samuel C; PETER, J. Paul; Administração estratégica: planejamento e
implementação da estratégia. São Paulo: Makron Books, 2004.
ANDRADE, A.R. Planejamento Estratégico. Formulação, Implementação e
Controle. Atlas, 2016.
VERGARA, S.C.; BALDNER, P.R.; DECOURT, F. Planejamento e Gestão
Estratégica. FGV, 2012.
DECOURT, F.; NEVES, H.R.; BALDNER, P.R. Planejamento e gestão estratégica
(FGV Management). FGV, 2014.
ALMEIDA, M.I.R. Manual de Planejamento Estratégico. Desenvolvimento de Um
Plano Estratégico com a Utilização de Planilhas Excel. Atlas, 2010.
CRUZ, T. Manual de Planejamento Estratégico. Ferramentas Para Desenvolver,
Executar e Aplicar. Atlas, 2017.
Componente Curricular: Controle de Qualidade
Período do Curso: 6º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Estatística Aplicada
Ementa: Fundamentos do controle estatístico de processos. Ferramentas estatísticas
de controle da qualidade. Gráficos de controle. Capacidade de processo. Avaliação
de sistemas de medição. Inspeção da qualidade.

49

Bibliografia Básica:
COSTA, A.F.B.; EPPRECHT, E.K.; CARPINETTI, L.C.R. Controle Estatístico da
Qualidade, São Paulo, Atlas, 2003.
SAMOHYL, R.W. Controle Estatístico De Qualidade. Elsevier, 2012.
MONTGOMERY, D.C. Introdução ao Controle Estatístico da Qualidade - 7ª Ed.
2016, LTC.
Bibliografia Complementar:
VIEIRA, S. Estatística Para a Qualidade. 3 ed. Elsevier, 2015.
RAMOS, E.M.L.S. Controle Estatístico da Qualidade. Bookman, 2012.
CARPINETTI, L.C.R.; EPPRECHT, E.K.; COSTA, A.F.B. Controle Estatístico de
Qualidade. Atlas, 2005.
LOUZADA, F.; DINIZ, C.; FERREIRA, P.; FERREIRA, E. Controle Estatístico de
Processos: Uma Abordagem Prática Para Cursos de Engenharia e
Administração. LTC, 2013.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Planos de
amostragem, v. 1 e 2. São Paulo: ABNT,1977.
Componente Curricular: Introdução à Economia
Período do Curso: 6º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Cálculo 1 e Introdução à Engenharia de Produção
Ementa: Fundamentos da ciência econômica, abrangência e limitações da economia.
Funcionamento de uma economia de mercado. Fundamentos de uma economia
centralizada. Curva de possibilidades de produção. Custo de oportunidade.
Demanda, oferta e equilíbrio de mercado. Elasticidades. Aplicações da análise
microeconômica em políticas públicas. Produção. Custos de produção. Estruturas de
mercado. Noções de teoria macroeconômica.
Bibliografia Básica:
VASCONCELLOS, M.A.S. Economia Micro e Macro. São Paulo: Atlas, 2006.
GARCIA, M.E.; VASCONCELLOS, M.A.S. Fundamentos de Economia. 5ª ed São
Paulo: Editora Saraiva, 2006.
MANKIW, G. Introdução à Economia: princípios de micro e macroeconomia. 2ª ed.,
Rio de Janeiro: Campus. 2001.
Bibliografia Complementar:
VARIAN, H. Microeconomia: Princípios Básicos. Ed. Campus, 7ª edição, Rio de
Janeiro, 2003.
ROSSETTI, J.P. Introdução à Economia. 20ª ed., São Paulo: Atlas. 2003.
HUBBARD, R.G. Introdução à economia. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2010.
CASTRO, A.B.; LESSA, C.F. Introdução à economia: uma abordagem
estruturalista. 38. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2011.
KRUGMAN, P.; WELLS, R. Introdução à Economia. 3 ed. Elsevier, 2014.

50

Componente Curricular: Noções de Direito
Período do Curso: 6º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Filosofia e Ética
Ementa: Bases do direito. Direito e sociedade. Direito e Ciência. Teoria da norma
jurídica. Validade das normas jurídicas. Noções de direito constitucional. Noções de
direito administrativo e do trabalho. Direitos individuais e coletivos. Introdução ao
direito de propriedade e de construir. Considerações sobre proteção ambiental.
Noções de licitação. Noções de concessão de serviços. Noções de legislação sobre
abertura de empresas. Noções de garantias de obras e serviços. Erros em obras,
consequência e sansões. Noções de perícias. Novas tecnologias e novos direitos.
Bibliografia:
RUSSOMANO, M.V. Consolidação das Leis do Trabalho Anotada. São Paulo:
FORENSE, 2003.
BRASIL. Constituição Federal. 34ª ed. Distrito Federal: SARAIVA, 2007. 137 p.
MARTINS, S. P. Direito do Trabalho. 25ª ed. São Paulo: ATLAS, 2009. 876 p.
Bibliografia Complementar:
OLIVEIRA NETTO, A. A; TAVARES, W. R. Introdução à Engenharia de Produção.
2006.
YEE, Z.C. Perícias de Engenharia. Análise e Crítica. 2 ed. Juruá, 2016.
FIKER, J. Perícias e Avaliações de Engenharia. Fundamentos Práticos. 2 ed.
Leud, 2011.
MARQUES, J. Perícias em Edificações. Teoria e Prática. 1 ed. Leud, 2015.
CORREIA, H.; MIESSA, E. Noções de Direito do Trabalho e Processo do
Trabalho: Para os Concursos de Técnico do TRT, TST e MPU. 4 ed. Juspodivm,
2018.
RENZETTI, R. Direito do Trabalho. Teoria e Questões Práticas. 4 ed. Editora
Método, 2018.
BRASIL. Lei Nº 8.987, de 13 de fevereiro de 1995. Dispõe sobre o regime de
concessão e permissão da prestação de serviços públicos previsto no art. 175 da
Constituição
Federal,
e
dá
outras
providências.
Disponível
em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8987compilada.htm.
BRASIL. Lei Nº 9.873, de 23 de novembro de 1999. Estabelece prazo de prescrição
para o exercício de ação punitiva pela Administração Pública Federal, direta e
indireta,
e
dá
outras
providências.
Disponível
em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9873.htm.
Componente Curricular: Engenharia Econômica
Período do Curso: 6º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Ciência da Gestão
Ementa: Introdução à economia. Custos de Produção. Custos Fixos, Variáveis,
Médio e Marginal. Matemática financeira. Juros simples e compostos. Séries de

51

pagamentos. Sistemas de amortização. Análise de projetos com técnicas de
orçamento de capital: VPL, TIR e Payback. Método Custo-Benefício. Análise
Eficiência/Custo. Considerações sobre a realidade econômica brasileira.
Bibliografia Básica:
HIRSCHFELD, Henrique. Engenharia Econômica e Análise de Custos. São Paulo,
Atlas, 1992.
VASCONCELOS, M. A. S.; GARCIA, M. E. 3ª edição. Fundamentos de economia.
Editora Saraiva, 2008
NEWMAN, DONALD G. & LAVELLE, JEROME P. Fundamentos de Engenharia
Econômica. LTC Editora S.A, Rio de Janeiro, 2002.
CÔRTES, JOSÉ GUILHERME PINHEIRO. Introdução à Economia da Engenharia.
Editora Cengage Learning, 2011.
CLEMENTE, Ademir; SOUZA, Alceu. Decisões Financeiras e análise de
investimentos: fundamentos, técnicas e aplicações. Atlas: 2008.
Bibliografia Complementar:
SAMANEZ, Carlos Patrício. Matemática Financeira: Aplicações à Análise de
Investimentos. 4a. ed. São Paulo: Pearson, 2006.
MANKIW, N. GREGORY. Introdução à Economia. Tradução da 5ª edição norteamericana. Editora Cengage Learning, 2010.
FURTADO. C. Formação econômica do Brasil. Edição comemorativa. Editora
Companhia das Letras, 2009.
HUBBARD, R. GLENN; O’BRIEN, ANTHONY. Introdução
à
Economia
Atualizada. 2ª Edição. Editora Bookman, 2010.
PINDYCK, ROBERT S.; RUBINFELD, DANIEL, L. Microeconomia. 5 ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2002. 711 p
VARIAN, H. Microeconomia: Princípios Básicos. Ed. Campus, 7ª edição, Rio de
Janeiro, 2003.
Componente Curricular: Marketing
Período do Curso: 6º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Ciência da Gestão
Ementa: Visão geral da função de marketing no processo gerencial e suas interrelações com as outras áreas. Mercado alvo. Estratégias de segmentação. Ações de
marketing. Comportamento do consumidor. Plano de marketing. Gestão de Marcas.
Posicionamento da marca e do produto. Apreçamento. Promoção. Canais e Logística
de distribuição. Pesquisa de Mercado.
Bibliografia Básica:
COBRA, M. Administração de Marketing no Brasil. 3ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2009.
DIAS, S. R. Gestão de Marketing. 2ed. São Paulo: Saraiva, 2010.
KOTLER, P; ARMSTRONG, G. Princípios de Marketing. 12.ed.; São Paulo:
Pearson, 2008.

52

KOTLER, P.; KELLER, K. Administração de Marketing.; São Paulo: Pearson, 2012.
Bibliografia Complementar:
LAS CASAS, A. Administração de Marketing - conceitos, planejamento e aplicação
à realidade brasileira.; São Paulo: Atlas, 2006.
CHURCHILL, G.; PETER, J.P. Marketing - Criando Valor para os Clientes. 3.ed;
São Paulo: Saraiva, 2013.
KOTLER, Philip. Administração de Marketing: Análise, Implementação e Controle.
ed. 4., São Paulo: Atlas, 1994.
LAS CASAS, A. Administração de Marketing - conceitos, planejamento e aplicação
à realidade brasileira.; São Paulo: Atlas, 2006.
ROSENFELD, Henrique. Gestão de Desenvolvimento de Produtos. Saraiva, 2006.
Componente Curricular: Engenharia de Produto 1
Período do Curso: 7º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Resistência dos Materiais, Ciência e Tecnologia dos Materiais e
Automação da Produção
Ementa: Conceituação, metodologias de projeto, processos e formas de
representação do projeto. Ciclo de vida do produto; Planejamento e administração de
projetos. Qualidade e Desenvolvimento de Projetos em equipe. Visão geral do
detalhamento do projeto; Construção de protótipos; Testes de desempenho.
Bibliografia Básica:
CAUCHICK P.A.; FERREIRA, C; ROMEIRO FILHO, E. Projeto do Produto. Coleção
ABEPRO. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
BARBOSA FILHO, A.N. Projeto e Desenvolvimento de Produtos. São Paulo: Atlas,
2009.
FILHO, N. C., FÁVERO, J. S., CASTRO, J. E. E. Gerência de Projetos/ Engenharia
Simultânea. São Paulo: Atlas, 1999.
BAXTER, M. Projeto de Produto: Guia Prático para o Desenvolvimento de Novos
Produtos. Editora Edgard Blücher, São Paulo, 1998.
Bibliografia Complementar:
MATTAR, F.N. Gerência de Produtos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
VIEIRA, D.R; BOURAS, A. Gestão de Projeto do Produto. Rio de Janeiro: Elsevier,
2012.
PORTERFIELD, J. T.; PORTER, M. Estratégia Competitiva. 2a ed. São Paulo:
Campus, 2002. 409 p.
ROZENFELD H. Gestão de Desenvolvimento de Produtos. Uma Referência Para
a Melhoria do Processo. Rio de Janeiro: Saraiva, 2005.
CARPES JR, W.P. Introdução ao Projeto de Produtos. 1ª ed. Bookman, 2014.
SLACK, N.; CHAMBERS, S.; HARLAND, C. Administração da Produção. 2 ed. São
Paulo: Atlas, 2002. 747 p.

53

Componente Curricular: Análise de Decisão
Período do Curso: 7º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Cálculo 4, Sistemas de Informação 2, Processos Estocásticos,
Pesquisa Operacional
Ementa: Processo Decisório nas Organizações. Teoria da Decisão: Decisões sob
certeza, riscos e incerteza. Teoria da Utilidade. Introdução à Decisão Multicritério.
Introdução às Decisões em Grupo. Decisões Sob Conflito e Negociações.
Bibliografia Básica:
MOREIRA, D.A. Pesquisa Operacional - Curso Introdutório. 2. Ed, São Paulo:
Cengage Learning, 2010.
REGSDALE, C.T. Modelagem e Análise da Decisão. São Paulo: Cengage Learning,
2011.
ALMEIDA, A.T. Processo de Decisão nas Organizações: Construindo Modelos
de Decisão Multicritério. São Paulo: Atlas, 2013.
KERZNER, H. Gestão de Projetos: As melhores Práticas. Bookman; 2002.
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, A.T.; MORAIS, D.C.; COSTA, A.P.C.S.; ALENCAR, L.H.; DAHER, S.F.D.
Decisão em Grupo e Negociação: Métodos E Aplicações. São Paulo, Atlas, 2012.
STEIN, J. A Teoria Da Decisão - Como os Princípios Matemáticos Podem Ajudálo a Tomar as Decisões Certas. Elsevier, 2010.
BEKMAN, O.R; COSTA NETO, P.L.O. Análise Estatística da Decisão. 2ª Ed.,
Editora Blucher, 2009.
SOUZA, F.M.C. Decisões Racionais Em Situações De Incerteza. 1ª Ed., Editora
Universitária Da Universidade Federal De Pernambuco. Recife, 2005.
BUARQUE, C. Avaliação econômica de projetos. Rio de Janeiro: Campus, 1984.
SAMANEZ, C.P. Matemática Financeira: Aplicações à Análise de Investimentos.
4a. ed. São Paulo: Pearson. 2006.
O’BRIEN, J.A. Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era da
internet. Tradução da 11a edição americana. 2ed. São Paulo: Saraiva, 2004.
SALERNO, M.S. Projeto de organizações integradas e flexíveis. São Paulo: Atlas,
1999.
VASCONCELLOS, E.; HENSLEY J.R. Estrutura das Organizações: Estruturas
Tradicionais, Estruturas para Inovação, Estrutura Matricial. São Paulo: Pioneira,
1991.
Componente Curricular: Sistemas de Gestão da Qualidade
Período do Curso: 7º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Controle de Qualidade e Marketing
Ementa: Histórico e conceitos básicos. Evolução dos sistemas de qualidade.
Sistemas e modelos de gestão da qualidade. Ferramentas aplicadas a gestão da
qualidade. Auditoria e Certificação das organizações.

54

Bibliografia Básica:
ROTONDARO, R. Seis Sigma: Estratégia Gerencial para a Melhoria de Processo,
Produtos e Serviços. Atlas, 2002.
MARSHALL, J. Gestão da Qualidade. 2. ed.rev atual. Rio de Janeiro: Editora FGV
Management, 2003.
O'HANLON, T. Auditoria de qualidade: com base na ISO 9001: 2000:
Conformidade agregando valor. São Paulo: Saraiva, 2005.
Bibliografia Complementar:
CARVALHO, M.M. Gestão da Qualidade: Teoria e Casos. Rio de Janeiro: Elsevier,
2012.
CARPINETTI, L.C.R. Gestão da Qualidade. São Paulo: Atlas, 2016.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 9001: Sistemas de
gestão da qualidade – Requisitos. Rio de Janeiro: ABNT, 2015.
CARPINETTI, L.C.R; GEROLAMO, M.C. Gestão da Qualidade ISO 9001:2015.
Requisitos e Integração com a ISO 14001:2015. São Paulo: Atlas, 2016.
MOTA, E.B; ROCHA, A.V.; MARSHALL JUNIOR, I; QUINTELLA, O.M. Gestão da
Qualidade e Processos. 1º Ed. FGV, 2012.
PALADINI, E.P. Gestão da Qualidade: Teoria e Prática. 3º ED. São Paulo: Atlas,
2012.
Componente Curricular: Empreendedorismo
Período do Curso: 7º Período
Número de créditos: 2 créditos
Carga horária: 36 horas
Pré-Requisitos: Introdução à Economia e Ciência da Gestão
Ementa: Histórico e conceituação geral. Processos de Investigação, entendimento e
internalização da ação empreendedora: auto-conhecimento, perfil empreendedor,
criatividade, desenvolvimento da visão e identificação de oportunidades, validação de
uma ideia. Plano de negócios.
Bibliografia:
DRUCKER, P. Inovação e espírito empreendedor. Pioneira, 1999.
DORNELAS, J.C.A. Empreendedorismo. transformando idéias em negócios. 2ª
edição. Rio de Janeiro. Editora Campus, 2005.
SALIM, C.S., Hochman, N., Ramal, A.C., Ramal, S.A. Construindo Planos de
negócios. Rio de Janeiro. Editora Campus, 2003.
Bibliografia Complementar:
THIEL, P.; MASTERS, B. De Zero a Um. O que Aprender Sobre
Empreendedorismo com o Vale do Silício. 1 ed. Editora Objetiva, 2014.
HISRICH, R.D. Empreendedorismo. 9 ed. Mc Graw Hill, 2014.
FELIPINI, D. Empreendedorismo na Internet: Como agarrar esta nova
oportunidade de negócios (Gratuito). Lebooks Editora, 2016.
KIYOSAKI, R.T. Empreendedorismo não se aprende na escola. Elsevier, 2013.
GAITHER, N.; FRAZIER, G. Administração da produção e operação. 8ª ed. São
Paulo: Thomson, 2002.

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Componente Curricular: ACE 01 – Projeto 01/1ª semestralidade
Período do Curso: 7º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Metodologia Científica
Ementa: Elaboração e execução de projetos de extensão com duas semestralidades
de execução. Elaboração de projetos com temas atuais que versem sobre técnicas,
tecnologias e conteúdo que contribuam para o aperfeiçoamento da formação do
acadêmico de engenharia de produção, a partir de uma abordagem em espaços e
locais que permitam o diálogo com comunidades diversas, em especial, nas
adjacências da Universidade.
Objetivo/s:
Desenvolver, e executar projetos de extensão com duas semestralidades de duração.
Elaboração de projetos com temas atuais que versem sobre técnicas, tecnologias e
conteúdo que contribuam para o aperfeiçoamento da formação do acadêmico de
engenharia de produção.

Público alvo: Estudantes do curso de engenharia de produção e/outras engenharias;
membros de Associação de moradores situados no município de Delmiro Gouveia e
outras localidades vizinhas; populações em geral envolvidas indiretamente durante a
execução da ACE.
Metodologia:
O projeto será desenvolvido na universidade e/ou em qualquer comunidade do sertão
alagoano ou adjacências. Será com a participação dos docentes e discentes.
Podendo ser chamado(s) outro(s) docente(s) para auxiliar e/ou participar do projeto.
No âmbito metodológico, as ACEs deverão informar que serão reservadas a partir de
suas respectivas cargas horárias (CH) estimativas percentuais de tempo para
execução de ações como: Planejamento, execução de atividades práticas em si e
avaliação final/produção de relatórios ao fim da execução das respectivas ACEs.
Dessa forma, essa ACE terá distribuída a sua CH nas seguintes formas percentuais:
Planejamento da ação na ACE (25% da CH total da ACE)
Execução de atividades práticas em si (50% da CH total da ACE)
e
Avaliação final/produção de relatórios e/outros documentos de registro ao fim da
execução da ACE. (25% da CH total da ACE)
A partir dessa ACE, poderão ser desenvolvidos:
a) projetos de Extensão em Produto, Gestão da Qualidade e Aspectos
Econômicos que busquem a idealização, planejamento e operacionalização de
cursos voltados a micro empreendimentos, ampliação de pequenos negócios,

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além de capacitação de indivíduos locais em gerência financeira oriundo da
venda de artesanatos e produtos regionais, e por fim, oficinas voltadas a
criação de novos produtos para pessoas com limitações psicofisiológicas.
Assim, serão oferecidos, pelo menos, um curso voltado pra os micro
empreendedores, um curso voltado a ampliação de negócios já existentes, um
curso de gerenciamento financeiro e um curso voltada a idealização de curso
voltado para criação de produtos. Os cursos serão idealizados, planejados e
operacionalizados com a participação dos alunos, professores e
empreendedores locais. Os cursos serão ministrados pelos discentes sob a
orientação de um docente. Deste modo, serão realizadas uma reunião para
criação dos temas específicos. Tal ACE ocorrerá na 1ª semestralidade e será
considerado bem-sucedido quando capacitar 20 empreendedores.
b) Projetos de Extensão em Pesquisa Operacional e Tomada de Decisão que
busquem a idealização e planejamento da Escola Alagoana de Ciência da
Decisão, ao qual trabalhará um problema local diferente a cada edição. Assim,
será idealizada a Escola com base em reuniões ordinárias mensais para a
escolha do tema/problema em debate e para que, dentro de um período de 2
ou 3 dias, a posteriori, uma série de ações possam ser implementadas, tais
como um ciclo de palestras, um workshops, um minicurso e um evento menor
sobre este tema com a participação de um pesquisador renomado. Assim,
entre as atividades envolvidas deve-se fazer o planejamento inicial do evento,
estabelecer o problema local a se construir uma solução, selecionar e
operacionalizar a vinda do pesquisador renomado, selecionar palestrantes
para os cursos/minicursos, palestras e workshops. A escolha do tema será
feita com base em reuniões semanais envolvendo os discentes, docentes e
populações vulneráveis. Metas e cronograma serão construídos e
cumprimento dos mesmos repercutirá nas notas dos discentes. Também será
escolhido um professor será o responsável por coordenar a Escola da decisão,
e será responsável pela completudo/sucesso do evento. Tal ACE ocorrerá na
1ª semestralidade e será considerado bem-sucedido quando 60% dos pontos
listados para operacionalização da escola foram atingidos.
c) projetos de Extensão Interdisciplinar de Engenharias que busquem a
idealização, planejamento e operacionalização a Semana de Engenharia do
Sertão ou Semana de Meio Ambiente (SEMEA) que busca aproximar
pesquisadores, professores e alunos de nossa região e outras regiões do
Brasil, contribuindo para a troca de conhecimento dentro das diversas áreas da
Engenharia de Produção e Engenharia Civil. Assim se buscará fazer o
levantamento de recursos para viabilização do evento, passando pela seleção
dos palestrantes, ministrantes dos minicursos, participantes de mesas
redondas, seleção de empresas para visita técnica, escolha do tema do
evento, escolha das datas, contato com as instituições para participar do
evento, entre outras atividades de planejamento. Tais pontos serão escolhidos
a partir de reuniões com a presença de docentes, discentes e
microempreendedores locais. A reuniões ocorreram todas as semanas. Dois
docentes organizarão e planejarão o evento com a participação direta do

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discentes do PET e demais alunos interessados em cursar tal ACE. O
cumprimento de um total de 60% do planejamento do evento indicará um
sucesso mínimo para o planejamento do evento.
Indicadores para acompanhamento, monitoramento e aval da execução da ACE:
A avaliação da participação do discente no evento ficará a critério do docente, que
seguirá o regimento da UFAL. Além disso, deverá o/a docente utilizar-se de
instrumento/s (relatórios, fichas, atas, diários de bordo, etc.) para registro de alcance
dos indicadores de Extensão pré-estabelecidos.
São indicadores norteadores para o processo de acompanhamento, monitoramento e
aval da execução da ACE:
Dentre outros, são considerados indicadores de extensão: quantidade de estudantes
participantes de ACE; quantidade de professores envolvidos na ACE; quantidade de
ações interdisciplinares; quantidade de escolas públicas e outros órgãos externos
envolvidos; realização de ACE em locais de vulnerabilidade social e abordagem de
temas de pertinência social.
Bibliografia Básica:
GARCIA, M.E.; VASCONCELLOS, M.A.S. Fundamentos de Economia. 5ª ed São
Paulo: Editora Saraiva, 2006.
MANKIW, G. Introdução à Economia: princípios de micro e macroeconomia. 2ª ed.,
Rio de Janeiro: Campus. 2001.
CAUCHICK P.A.; FERREIRA, C; ROMEIRO FILHO, E. Projeto do Produto. Coleção
ABEPRO. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
CARVALHO, M.M. Gestão da Qualidade: Teoria e Casos. Rio de Janeiro: Elsevier,
2012.
Bibliografia Complementar:
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS (UFAL). Conselho Universitário.
Resolução nº 65/2014 - CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014. Estabelece a
atualização das diretrizes gerais das atividades de extensão no âmbito da UFAL.
Maceió,
2014.
Disponível
em:
http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/conselhossuperiores/consuni/resolucoes/2014/resolucao-no-65-2014-de-03-11-2014/view.
Acesso em: 06 jan. 2020.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Conselho Universitário. Resolução nº
04, de 19 de fevereiro de 2018. Regulamenta as ações de extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação
da
UFAL.
Maceió,
2018.
Disponível
em:
https://ufal.br/transparencia/documentos/resolucoes/2018/rco-n-04-de-19-022018.pdf/view. Acesso em: 06 jan. 2020.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de Extensão (PROEX).
Instrução Normativa PROEX Nº01/2019. Dispõe sobre os procedimentos para
implantação da extensão como componente curricular obrigatório nos projetos
pedagógicos dos cursos de graduação da Ufal. Maceió, 2019. Disponível em:

58

https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/instrucao_normativa.pdf/view Acesso em: 06
jan. 2020.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de Extensão (PROEX).
Manual da Curricularização. Definições teórico-metodológicas-procedimentais para a
inserção da extensão como componente curricular obrigatório nos projetos
pedagógicos
de
curso
de
graduação
da
Ufal.
Disponível
em:
https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/manual_2019.pdf/view Acesso em: 06 jan.
2020.
FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983, 93p.
REDE NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Documentos. Plano Nacional
de Extensão Universitária, 2001. Disponível em: <http://www.renex.org.br> Acesso
em: 15 dez. 2004.
GURGEL, R. M. Extensão Universitária: Comunicação ou domesticação? São Paulo:
Cortez, 1986.
BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre universidade e
comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9, n.1, p. 157-169, jan./jun.
2007.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Fórum de Pró-Reitores de Extensão das
Universidades Públicas Brasileiras e SESu/MEC. Política Nacional de Extensão
Universitária, Manaus, 2012.
_______________________________________________________
ACE 02 – EVENTO.
Componente Curricular: ACE 02 – Evento
Período do Curso: 7º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Metodologia Científica
Ementa:
Realização de um evento. Abordagem sobre temáticas relativas às grandes áreas da
Engenharia da produção em um evento técnico científico.
Objetivo/s:
Desenvolver eventos de extensão que abordem sobre temáticas relativas às grandes
áreas da Engenharia da produção em um evento técnico científico.
Público alvo: Estudantes de nível médio da Educação Básica; membros de
Associação de moradores situados no município de Delmiro Gouveia e outras
localidades vizinhas, população em geral envolvidas indiretamente durante a
execução da ACE.
Metodologia:
No âmbito metodológico, as ACEs deverão informar que serão reservadas a partir da

59

carga horária (CH) estimativas percentuais de tempo para execução de ações como:
Planejamento, execução de atividades práticas em si e avaliação final/produção de
relatórios ao fim da execução das respectivas ACEs. Dessa forma, essa ACE terá
distribuída a sua CH nas seguintes formas percentuais:
Planejamento (25% da CH total da ACE) execução de atividades práticas em si (50%
da CH total da ACE) e avaliação final/produção de relatórios ao fim da execução da
ACE. (25% da CH total da ACE)
A considerar que conforme ementa dessa ACE, nela serão ofertadas atividades de
extensão na modalidade “eventos”, poderão ser ofertadas atividades extensionistas
do curso como a Semana de Engenharia (SEMENGE) ou a Semana de Meio
Ambiente (SEMEA), eventos promovidos por alunos e professores do Eixo da
Tecnologia da UFAL do Campus do Sertão, em Delmiro Gouveia. A SEMENGE e a
SEMEA constitui-se de palestras, minicursos, visitas técnicas, apresentação de
trabalhos científicos, e/ou mesas-redondas de diversas áreas da Engenharia,
promovendo a integração/intercâmbio do conhecimento acadêmico e o setor
empresarial, como também com o ambiente técnico e o mercado de trabalho.
Indicadores para acompanhamento, monitoramento e aval da execução da ACE:
A avaliação da participação do discente no evento ficará a critério do docente, que
seguirá o regimento da UFAL. Além disso, deverá o/a docente utilizar-se de
instrumento/s (relatórios, fichas, atas, diários de bordo, etc.) para registro de alcance
dos indicadores de Extensão pré-estabelecidos.
São indicadores norteadores para o processo de acompanhamento, monitoramento e
aval da execução da ACE:
Dentre outros, são considerados indicadores de extensão: quantidade de estudantes
participantes de ACE; quantidade de professores envolvidos na ACE; quantidade de
ações interdisciplinares; quantidade de escolas públicas e outros órgãos externos
envolvidos; realização de ACE em locais de vulnerabilidade social e abordagem de
temas de pertinência social.

Bibliografia Básica:
CESCA, Cleuza G. Gimenes. Organização de eventos: manual para planejamento
e execução. 10. ed. São Paulo: Summus, 2008.
ALLEN, Johnny; KRAMER, Adriana; TOLEDO, Marise Philbois (Trad.). Organização
e gestão de eventos. Rio de Janeiro: Elsevier, Campus, 2008.
ZITTA, Carmem; GONÇALVES, Carmem Lúcia Alves. Organização de eventos: da
ideia à realidade. 3. ed. Brasília: Senac Distrito Federal, 2011.
Bibliografia Complementar:
GIACAGLIA, Maria Cecília. Organização de eventos: teoria e prática. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2003.
MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 4. ed.

60

Barueri: Manole, 2007.
ZANELLA, Luiz Carlos. Manual de organização de eventos: planejamento e
operacionalização. São Paulo: Atlas, 2011.
GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
HELDMAN, K. Gerência de Projetos: Fundamentos. Ed. Campus, 2005.
KERZNER, H. Gestão de Projetos: As melhores Práticas. Bookman; 2002.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS (UFAL). Conselho Universitário.
Resolução nº 65/2014 - CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014. Estabelece a
atualização das diretrizes gerais das atividades de extensão no âmbito da UFAL.
Maceió,
2014.
Disponível
em:
http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/conselhossuperiores/consuni/resolucoes/2014/resolucao-no-65-2014-de-03-11-2014/view.
Acesso em: 06 jan. 2020.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Conselho Universitário. Resolução nº
04, de 19 de fevereiro de 2018. Regulamenta as ações de extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação
da
UFAL.
Maceió,
2018.
Disponível
em:
https://ufal.br/transparencia/documentos/resolucoes/2018/rco-n-04-de-19-022018.pdf/view. Acesso em: 06 jan. 2020.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de Extensão (PROEX).
Instrução Normativa PROEX Nº01/2019. Dispõe sobre os procedimentos para
implantação da extensão como componente curricular obrigatório nos projetos
pedagógicos dos cursos de graduação da Ufal. Maceió, 2019. Disponível em:
https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/instrucao_normativa.pdf/view Acesso em: 06
jan. 2020.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de Extensão (PROEX).
Manual da Curricularização. Definições teórico-metodológicas-procedimentais para a
inserção da extensão como componente curricular obrigatório nos projetos
pedagógicos
de
curso
de
graduação
da
Ufal.
Disponível
em:
https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/manual_2019.pdf/view Acesso em: 06 jan.
2020.
FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983, 93p.
REDE NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Documentos. Plano Nacional
de Extensão Universitária, 2001. Disponível em: <http://www.renex.org.br> Acesso
em: 15 dez. 2004.
GURGEL, R. M. Extensão Universitária: Comunicação ou domesticação? São Paulo:
Cortez, 1986.
BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre universidade e
comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9, n.1, p. 157-169, jan./jun.
2007.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Fórum de Pró-Reitores de Extensão das
Universidades Públicas Brasileiras e SESu/MEC. Política Nacional de Extensão
Universitária, Manaus, 2012.

61

Componente Curricular: Introdução a Confiabilidade
Período do Curso: 7º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Automação da Produção e Simulação de Sistemas
Ementa: Cálculo da confiabilidade; Diagrama de blocos; Função de confiabilidade;
Sistema em série, Sistema em paralelo; Medidas de importância; Redundância;
Confiabilidade de projetos; Modelos de falha; Taxa de falha; Lei de sobrevivência de
equipamentos; Modelos para a taxa de falha; Atributos de confiabilidade;
Disponibilidade; Manutenabilidade; MTTF, MTBF e MTTR; Teste de manutenção de
sistemas; Sistemas com componentes reparáveis; Sistemas com componentes não
reparáveis; Confiabilidade de sistemas de segurança; Falhas de modo comum;
Confiabilidade humana.
Bibliografia Básica:
RIBEIRO, J.; FOGLIATO, F. Confiabilidade e Manutenção Industrial. Editora
Campus, 2009.
MONCHY, F. A função manutenção. Ebras/Durban,1989
XENOS, H.G. Gerenciando a Manutenção Produtiva. EDG, 1998
Bibliografia Complementar:
PIAZZA, G. Introdução à Engenharia da Confiabilidade. EDUCS, 2000
SIQUEIRA, I.P. Manutenção centrada na confiabilidade: manual de
implementação. Qualitymark, 2005.
TAKAHASHI, Y.; OSADA, T. Manutenção produtiva total (MPT). Imam, 1993
JORDÁN, P.R. Processos De Confiabilidade Na Indústria De Óleo E Gás. 1 Ed.
Editora: Interciência, 2016.
LAFRAIA, J.R.B. Manual de Confiabilidade, Mantenabilidade e Disponibilidade.
Editora: Qualitymark; Edição: 3ª, 2001.
Componente Curricular: Processos Produtivos e Industriais
Período do Curso: 7º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Fenômenos de transporte 2 e Logística
Ementa: Processos produtivos discretos e contínuos de produtos (bens e serviços).
Tecnologia de processo para transformação de materiais, informações e
consumidores. Automação, Operação e Integração nos processos produtivos.
Racionalização de processos. Processos por projeto, por lotes de produção em
massa. Serviços profissionais. Refino do Petróleo e Petroquímica. Processamento de
materiais poliméricos. Indústrias de Fibras. Indústria de borrachas. Fabricação de
metais, ligas e vidros. Produção de álcool e a açúcar. Indústria de Alimentos.
Produção de Cimento.
Bibliografia Básica:
AGOSTINHO, O.L; VILELLA, R. C.; & BUTTON, S. T. Processos de Fabricação e
Planejamento de Processos. 2a Ed. Campinas, UNICAMP. 2004.

62

SLACK, N. et al. Administração da Produção. 3a ed. São Paulo, Atlas. 1997.
DANTAS, A.L.O. Tecnologia de Materiais e Processos. 2a Ed. Rio de Janeiro,
Escola Naval. 1992.
SHRIVER, D.F. et al. Processos Industriais. Makron Books, 2000.
Bibliografia Complementar:
LUIZ, C.J.E. Gestão em Processos Produtivos. 1º Ed. Ibpex, 2012.
SILVA, L.C. Gestão e Melhoria de Processos: Conceitos, Técnicas e
Ferramentas. Brasport, 2015.
PARANHOS FILHO, M. Gestão da Produção Industrial. 1º ed. Intersaberes, 2012.
GRAEDEL, Thomas E.; HOWARDAGRENVILLE, Jennifer A. Greening the industrial
facility: perspectives, approaches, and tools. New York: Springer, c2005.
SHREVE, R. N.; BRINK JR., J. A.; Indústrias de Processos Químicos. São Paulo:
LTC, 4a. ed., 1997. 717p.
MANO, E. B.; MENDES, L. C. Introdução aos Polímeros. 2ª. Edição, Edgard
Blucher Ltda., 1999.
MACINTYRE, A. J. Equipamentos Industriais e de Processo, LTC, 3ª Edição, 2005.
Componente Curricular: Engenharia de Segurança do Trabalho
Período do Curso: 8º Período
Número de créditos: 2 créditos
Carga horária: 36 horas
Pré-Requisitos: Ergonomia e Noções de Direito
Ementa: Aspectos humanos sociais e econômicos da segurança do trabalho.
Aspectos gerais do acidente do trabalho. Insalubridade e Periculosidade. Riscos
ambientais. Mapa de riscos. Noções sobre Comissão Interna de Prevenção de
Acidentes. Noções sobre Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e
em Medicina do Trabalho. Noções sobre Programa de Condições e Meio Ambiente
de Trabalho na Indústria da Construção Civil. Noções sobre Programa de Controle
Médico de Saúde Ocupacional. Custo de Acidente. Noções de Ergonomia. Controle
dos riscos. Avaliação de iluminação de interiores. Avaliação de ruído. Índice de Bulbo
Úmido e Termômetro de Globo. Riscos no levantamento de cargas. Taxas de
Acidentes e Gravidade.
Bibliografia Básica:
BARBOSA FILHO, A.N. Segurança do Trabalho e Gestão Ambiental. 4º ed. São
Paulo, Atlas, 2011.
MATTOS, U.A.O.; MÁSCULO, F.S. Higiene e Segurança do Trabalho - Série
Campus-ABEPRO. 1º ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
OLIVEIRA, C.A.D; MILANELI, E. Manual Prático de Saúde e Segurança do
Trabalho. Yendis, 2012.
EQUIPE ATLAS. Segurança e Medicina do Trabalho. 78º ed. São Paulo, Atlas,
2017.
Bibliografia Complementar:
WALDHELM NETO, N. Segurança do Trabalho: Os Primeiros Passos. Saraiva,
2015.
HIRSCHFELD, H. A Construção Civil e a Qualidade. Editora Atlas S.A, São Paulo,

63

1996.
PACHECO JR., W. Qualidade na Segurança e Higiene do Trabalho. Editora Atlas
S.A, São Paulo, 1996.
MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO. Segurança e Medicina do Trabalho,
PORTARIA 3214/78.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – NBR 7678. Segurança na
Execução de Obras e Serviços de Construção.
FREIRE, J. M. Instrumentos e Ferramentas Manuais. LTC Livros Técnicos e
Científicos Editora S.A, Rio de Janeiro, 1994.
ROUSSELET, E. S. A Segurança na Obra – Manual Técnico de Segurança do
Trabalho em Edificações Prediais. SICOMRJ/SENAI – DN/CBIC, Rio de Janeiro,
1986.
SAMPAIO, J. C. A. Programa de Condições e Meio Ambiente do Trabalho na
Indústria da Construção. SindusCon/SP, Editora PINI – 1998.
Componente Curricular: Engenharia do Produto 2
Período do Curso: 8º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Engenharia do produto 1, Empreendedorismo e Engenharia
Econômica.
Ementa: Produtos como estratégia empresarial. Pesquisa de Mercado. Projeto do
produto (bens ou serviços). Planejamento e Projeto de Fabricação. Análise de
viabilidade técnica. Integração Pesquisa, Desenvolvimento e Produção. Inovação
tecnológica. Patentes.
Bibliografia Básica:
BAXTER, Mike. Projeto de Produto. 2ª ed. São Paulo: Edgard Blucher,1998
ROZENFELD, Henrique. Gestão de desenvolvimento de produtos. SÃO PAULO:
SARAIVA, 2006.
PORTERFIELD, James T.; PORTER, Michael. Estratégia Competitiva. 2ª ed. São
Paulo: Campus, 2002.
Bibliografia Complementar:
CAUCHICK P.A.; FERREIRA, C; ROMEIRO FILHO, E. Projeto do Produto. Coleção
Abepro. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
BARBOSA FILHO, A.N. Projeto e Desenvolvimento de Produtos. São Paulo: Atlas,
2009.
FILHO, N. C., FÁVERO, J. S., CASTRO, J. E. E. Gerência de Projetos/ Engenharia
Simultânea. São Paulo: Atlas, 1999.
MATTAR, F.N. Gerência de Produtos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
VIEIRA, D.R; BOURAS, A. Gestão de Projeto do Produto. Rio de Janeiro: Elsevier,
2012.
CARPES JR, W.P. Introdução ao Projeto de Produtos. 1ª ed. Bookman, 2014.

Componente Curricular: Gestão de Projetos

64

Período do Curso: 8º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Análise de Decisão e Engenharia de Métodos
Ementa: Definição de Projeto. Contexto e Evolução da Gestão de Projetos. Ciclo de
vida dos projetos: iniciais, de planejamento, de execução, de controle e de
encerramento. Pratica da gerência em motivação de equipes e a gestão de pessoas.
Estilos de negociação e tratamento de conflitos no projeto. Administração do tempo e
reuniões.
Bibliografia Básica:
DINSMORE, P.C. Gerência e Programas de Projetos.
DINSMORE, P.C. Transformando estratégias empresariais em resultados
através da Gerencia de projetos .
FÁVERO, J.S.; CASTRO, J.E.E.; CASAROTTO FILHO, N. Gerência de
Projetos/engenharia Simultânea. Atlas, 1999.
.
Bibliografia Complementar:
RICHARD L. D . Teorias e Projetos das Organizações.
MAXIMINIANO, A.C.A. Administração de Projetos. 3ª Edição. São Paulo: Atlas,
2009
PMI. PMBOK. PMI, 5ª Edição, 2013
HELDMAN, K. Gerência de Projetos: Fundamentos. Ed. Campus, 2005.
KEELLING, R. Gestão de Projetos: uma abordagem global. São Paulo, Saraiva,
2006.
KERZNER, H. Project Management - A Systems Approach to Planning,
Scheduling, and Controlling. Seventh Edition, John Wiley & Sons, 2001.
VARGAS, R. Gestão de Projetos. 6ª Edição. São Paulo: Brasport, 2009
BUENO, G. Ms project 2010 & gestão de projetos, 2ª Ed. SP: Pearson, 2011
Componente Curricular: Contabilidade de Custos
Período do Curso: 8º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Empreendedorismo e Engenharia Econômica
Ementa: Introdução à contabilidade. Análise das demonstrações contábeis.
Classificação de custos: conceito de custos industriais. Custeio por absorção e
custeio variável. Métodos de custeio. Custeio baseado em atividades.
Bibliografia Básica:
BORNIA, A. C. Análise gerencial de custos. Porto Alegre: Bookman, 2002.
HORGREN, C. T., FOSTER, G.; DATAR, S. M. Contabilidade de Custos. São Paulo:
LTC, 2000.
HANSEN, D. R.; MOWEN, M. M. Gestão de Custos. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2001.
Bibliografia Complementar:

65

BACKER, M.; JACOBSEN, L.E.. Contabilidade de Custos: Um enfoque de
administração de empresas. São Paulo: McGraw Hill, 1978.
LAWRENCE, W.B. Contabilidade de Custos. IBRASA, 1977.
MARTINS, E.; ROCHA, W. Contabilidade de Custos: Livro de Exercícios. 11º ed.
São Paulo: Atlas, 2015.
RIBEIRO, O.M. Contabilidade de Custos Fácil. 9º ed. Saraiva, 2014.
SANTOS, J.J. Manual de Contabilidade e Análise de Custos. 7 ed. São Paulo:
Atlas, 2017.
Componente Curricular: ACE 03 – Projeto 01/2ª semestralidade
Período do Curso: 8º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Metodologia Científica
Ementa: Elaboração e execução de projetos de extensão com duas semestralidades
de execução. Elaboração de projetos com temas atuais que versem sobre técnicas,
tecnologias e conteúdo que contribuam para o aperfeiçoamento da formação do
acadêmico de engenharia de produção, a partir de uma abordagem em espaços e
locais que permitam o diálogo com comunidades diversas, em especial, nas
adjacências da Universidade.
Objetivo/s:
Desenvolver, e executar projetos de extensão com duas semestralidades de duração.
Elaboração de projetos com temas atuais que versem sobre técnicas, tecnologias e
conteúdo que contribuam para o aperfeiçoamento da formação do acadêmico de
engenharia de produção.

Público alvo: Estudantes do curso de engenharia de produção e/outras engenharias;
membros de Associação de moradores situados no município de Delmiro Gouveia e
outras localidades vizinhas; populações em geral envolvidas indiretamente durante a
execução da ACE.
Metodologia:
O projeto será desenvolvido na universidade e/ou em qualquer comunidade do sertão
alagoano ou adjacências. Será com a participação dos docentes e discentes.
Podendo ser chamado(s) outro(s) docente(s) para auxiliar e/ou participar do projeto.
No âmbito metodológico, as ACEs deverão informar que serão reservadas a partir de
suas respectivas cargas horárias (CH) estimativas percentuais de tempo para
execução de ações como: Planejamento, execução de atividades práticas em si e
avaliação final/produção de relatórios ao fim da execução das respectivas ACEs.
Dessa forma, essa ACE terá distribuída a sua CH nas seguintes formas percentuais:
Planejamento da ação na ACE (25% da CH total da ACE)
Execução de atividades práticas em si (50% da CH total da ACE)

66

e
Avaliação final/produção de relatórios e/outros documentos de registro ao fim da
execução da ACE. (25% da CH total da ACE)
A partir dessa ACE, poderão ser desenvolvidos:
a) projetos de Extensão em Produto, Gestão da Qualidade e Aspectos
Econômicos que busquem a idealização, planejamento e operacionalização de
cursos voltados a micro empreendimentos, ampliação de pequenos negócios,
além de capacitação de indivíduos locais em gerência financeira oriundo da
venda de artesanatos e produtos regionais, e por fim, oficinas voltadas a
criação de novos produtos para pessoas com limitações psicofisiológicas.
Assim, serão oferecidos, pelo menos, um curso voltado pra os micro
empreendedores, um curso voltado a ampliação de negócios já existentes, um
curso de gerenciamento financeiro e um curso voltada a idealização de curso
voltado para criação de produtos. Os cursos serão idealizados, planejados e
operacionalizados com a participação dos alunos, professores e
empreendedores locais. Os cursos serão ministrados pelos discentes sob a
orientação de um docente. Deste modo, serão realizadas uma reunião para
criação dos temas específicos. Tal ACE ocorrerá na 1ª semestralidade e será
considerado bem-sucedido quando capacitar 20 empreendedores.
b) Projetos de Extensão em Pesquisa Operacional e Tomada de Decisão que
busquem a idealização e planejamento da Escola Alagoana de Ciência da
Decisão, ao qual trabalhará um problema local diferente a cada edição. Assim,
será idealizada a Escola com base em reuniões ordinárias mensais para a
escolha do tema/problema em debate e para que, dentro de um período de 2
ou 3 dias, a posteriori, uma série de ações possam ser implementadas, tais
como um ciclo de palestras, um workshops, um minicurso e um evento menor
sobre este tema com a participação de um pesquisador renomado. Assim,
entre as atividades envolvidas deve-se fazer o planejamento inicial do evento,
estabelecer o problema local a se construir uma solução, selecionar e
operacionalizar a vinda do pesquisador renomado, selecionar palestrantes
para os cursos/minicursos, palestras e workshops. A escolha do tema será
feita com base em reuniões semanais envolvendo os discentes, docentes e
populações vulneráveis. Metas e cronograma serão construídos e
cumprimento dos mesmos repercutirá nas notas dos discentes. Também será
escolhido um professor será o responsável por coordenar a Escola da decisão,
e será responsável pela completudo/sucesso do evento. Tal ACE ocorrerá na
1ª semestralidade e será considerado bem-sucedido quando 60% dos pontos
listados para operacionalização da escola foram atingidos.
c) projetos de Extensão Interdisciplinar de Engenharias que busquem a
idealização, planejamento e operacionalização a Semana de Engenharia do
Sertão ou Semana de Meio Ambiente (SEMEA) que busca aproximar
pesquisadores, professores e alunos de nossa região e outras regiões do
Brasil, contribuindo para a troca de conhecimento dentro das diversas áreas da

67

Engenharia de Produção e Engenharia Civil. Assim se buscará fazer o
levantamento de recursos para viabilização do evento, passando pela seleção
dos palestrantes, ministrantes dos minicursos, participantes de mesas
redondas, seleção de empresas para visita técnica, escolha do tema do
evento, escolha das datas, contato com as instituições para participar do
evento, entre outras atividades de planejamento. Tais pontos serão escolhidos
a partir de reuniões com a presença de docentes, discentes e
microempreendedores locais. A reuniões ocorreram todas as semanas. Dois
docentes organizarão e planejarão o evento com a participação direta do
discentes do PET e demais alunos interessados em cursar tal ACE. O
cumprimento de um total de 60% do planejamento do evento indicará um
sucesso mínimo para o planejamento do evento.
Indicadores para acompanhamento, monitoramento e aval da execução da ACE:
A avaliação da participação do discente no evento ficará a critério do docente, que
seguirá o regimento da UFAL. Além disso, deverá o/a docente utilizar-se de
instrumento/s (relatórios, fichas, atas, diários de bordo, etc.) para registro de alcance
dos indicadores de Extensão pré-estabelecidos.
São indicadores norteadores para o processo de acompanhamento, monitoramento e
aval da execução da ACE:
Dentre outros, são considerados indicadores de extensão: quantidade de estudantes
participantes de ACE; quantidade de professores envolvidos na ACE; quantidade de
ações interdisciplinares; quantidade de escolas públicas e outros órgãos externos
envolvidos; realização de ACE em locais de vulnerabilidade social e abordagem de
temas de pertinência social.
Bibliografia Básica:
GARCIA, M.E.; VASCONCELLOS, M.A.S. Fundamentos de Economia. 5ª ed São
Paulo: Editora Saraiva, 2006.
MANKIW, G. Introdução à Economia: princípios de micro e macroeconomia. 2ª ed.,
Rio de Janeiro: Campus. 2001.
CAUCHICK P.A.; FERREIRA, C; ROMEIRO FILHO, E. Projeto do Produto. Coleção
ABEPRO. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
CARVALHO, M.M. Gestão da Qualidade: Teoria e Casos. Rio de Janeiro: Elsevier,
2012.
MOREIRA, D.A. Pesquisa Operacional - Curso Introdutório. 2. Ed, São Paulo:
Cengage Learning, 2010.
REGSDALE, C.T. Modelagem e Análise da Decisão. São Paulo: Cengage Learning,
2011.
ALMEIDA, A.T. Processo de Decisão nas Organizações: Construindo Modelos de
Decisão Multicritério. São Paulo: Atlas, 2013.
KERZNER, H. Gestão de Projetos: As melhores Práticas. Bookman; 2002.
CESCA, Cleuza G. Gimenes. Organização de eventos: manual para planejamento
e execução. 10. ed. São Paulo: Summus, 2008.
ALLEN, Johnny; KRAMER, Adriana; TOLEDO, Marise Philbois (Trad.). Organização

68

e gestão de eventos. Rio de Janeiro: Elsevier, Campus, 2008.
ZITTA, Carmem; GONÇALVES, Carmem Lúcia Alves. Organização de eventos: da
ideia à realidade. 3. ed. Brasília: Senac Distrito Federal, 2011.
Bibliografia Complementar:
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS (UFAL). Conselho Universitário.
Resolução nº 65/2014 - CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014. Estabelece a
atualização das diretrizes gerais das atividades de extensão no âmbito da UFAL.
Maceió,
2014.
Disponível
em:
http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/conselhossuperiores/consuni/resolucoes/2014/resolucao-no-65-2014-de-03-11-2014/view.
Acesso em: 06 jan. 2020.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Conselho Universitário. Resolução nº
04, de 19 de fevereiro de 2018. Regulamenta as ações de extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação
da
UFAL.
Maceió,
2018.
Disponível
em:
https://ufal.br/transparencia/documentos/resolucoes/2018/rco-n-04-de-19-022018.pdf/view. Acesso em: 06 jan. 2020.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de Extensão (PROEX).
Instrução Normativa PROEX Nº01/2019. Dispõe sobre os procedimentos para
implantação da extensão como componente curricular obrigatório nos projetos
pedagógicos dos cursos de graduação da Ufal. Maceió, 2019. Disponível em:
https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/instrucao_normativa.pdf/view Acesso em: 06
jan. 2020.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de Extensão (PROEX).
Manual da Curricularização. Definições teórico-metodológicas-procedimentais para a
inserção da extensão como componente curricular obrigatório nos projetos
pedagógicos
de
curso
de
graduação
da
Ufal.
Disponível
em:
https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/manual_2019.pdf/view Acesso em: 06 jan.
2020.
FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983, 93p.
REDE NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Documentos. Plano Nacional
de Extensão Universitária, 2001. Disponível em: <http://www.renex.org.br> Acesso
em: 15 dez. 2004.
GURGEL, R. M. Extensão Universitária: Comunicação ou domesticação? São Paulo:
Cortez, 1986.
BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre universidade e
comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9, n.1, p. 157-169, jan./jun.
2007.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Fórum de Pró-Reitores de Extensão das
Universidades Públicas Brasileiras e SESu/MEC. Política Nacional de Extensão
Universitária, Manaus, 2012.
_______________________________________________________

69

ACE 04 – EVENTO
Componente Curricular: ACE 04 – Evento
Período do Curso: 8º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Metodologia Científica

Ementa:
Realização de um evento. Abordagem sobre temáticas relativas às grandes áreas da
Engenharia da produção em um evento técnico científico.
Objetivo/s:
Desenvolver eventos de extensão que abordem sobre temáticas relativas às grandes
áreas da Engenharia da produção em um evento técnico científico.

Público alvo: Estudantes de nível médio da Educação Básica; membros de
Associação de moradores situados no município de Delmiro Gouveia e outras
localidades vizinhas, população em geral envolvidas indiretamente durante a
execução da ACE.

Metodologia:
No âmbito metodológico, as ACEs deverão informar que serão reservadas a partir da
carga horária (CH) estimativas percentuais de tempo para execução de ações como:
Planejamento, execução de atividades práticas em si e avaliação final/produção de
relatórios ao fim da execução das respectivas ACEs. Dessa forma, essa ACE terá
distribuída a sua CH nas seguintes formas percentuais:
Planejamento (25% da CH total da ACE)
execução de atividades práticas em si (50% da CH total da ACE)
e
avaliação final/produção de relatórios ao fim da execução da ACE. (25% da CH total
da ACE)

A considerar que conforme ementa dessa ACE, nela serão ofertadas atividades de
extensão na modalidade “eventos”, poderão ser ofertadas atividades extensionistas
do curso como a Semana de Engenharia (SEMENGE) ou a Semana de Meio
Ambiente (SEMEA), eventos promovidos por alunos e professores do Eixo da
Tecnologia da UFAL do Campus do Sertão, em Delmiro Gouveia. A SEMENGE e a
SEMEA constitui-se de palestras, minicursos, visitas técnicas, apresentação de
trabalhos científicos, e/ou mesas-redondas de diversas áreas da Engenharia,

70

promovendo a integração/intercâmbio do conhecimento acadêmico e o setor
empresarial, como também com o ambiente técnico e o mercado de trabalho.
Indicadores para acompanhamento, monitoramento e aval da execução da ACE:
A avaliação da participação do discente no evento ficará a critério do docente, que
seguirá o regimento da UFAL. Além disso, deverá o/a docente utilizar-se de
instrumento/s (relatórios, fichas, atas, diários de bordo, etc.) para registro de alcance
dos indicadores de Extensão pré - estabelecidos.
São indicadores norteadores para o processo de acompanhamento, monitoramento e
aval da execução da ACE:
Dentre outros, são considerados indicadores de extensão: quantidade de estudantes
participantes de ACE; quantidade de professores envolvidos na ACE; quantidade de
ações interdisciplinares; quantidade de escolas públicas e outros órgãos externos
envolvidos; realização de ACE em locais de vulnerabilidade social e abordagem de
temas de pertinência social.
Bibliografia Básica:
CESCA, Cleuza G. Gimenes. Organização de eventos: manual para planejamento
e execução. 10. ed. São Paulo: Summus, 2008.
ALLEN, Johnny; KRAMER, Adriana; TOLEDO, Marise Philbois (Trad.). Organização
e gestão de eventos. Rio de Janeiro: Elsevier, Campus, 2008.
ZITTA, Carmem; GONÇALVES, Carmem Lúcia Alves. Organização de eventos: da
ideia à realidade. 3. ed. Brasília: Senac Distrito Federal, 2011.
Bibliografia Complementar: Definida a cada período
GIACAGLIA, Maria Cecília. Organização de eventos: teoria e prática. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2003.
MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 4. ed.
Barueri: Manole, 2007.
ZANELLA, Luiz Carlos. Manual de organização de eventos: planejamento e
operacionalização. São Paulo: Atlas, 2011.
GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
HELDMAN, K. Gerência de Projetos: Fundamentos. Ed. Campus, 2005.
KERZNER, H. Gestão de Projetos: As melhores Práticas. Bookman; 2002.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS (UFAL). Conselho Universitário.
Resolução nº 65/2014 - CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014. Estabelece a
atualização das diretrizes gerais das atividades de extensão no âmbito da UFAL.
Maceió,
2014.
Disponível
em:
http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/conselhossuperiores/consuni/resolucoes/2014/resolucao-no-65-2014-de-03-11-2014/view.
Acesso em: 06 jan. 2020.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Conselho Universitário. Resolução nº
04, de 19 de fevereiro de 2018. Regulamenta as ações de extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação

71

da
UFAL.
Maceió,
2018.
Disponível
em:
https://ufal.br/transparencia/documentos/resolucoes/2018/rco-n-04-de-19-022018.pdf/view. Acesso em: 06 jan. 2020.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de Extensão (PROEX).
Instrução Normativa PROEX Nº01/2019. Dispõe sobre os procedimentos para
implantação da extensão como componente curricular obrigatório nos projetos
pedagógicos dos cursos de graduação da Ufal. Maceió, 2019. Disponível em:
https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/instrucao_normativa.pdf/view Acesso em: 06
jan. 2020.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de Extensão (PROEX).
Manual da Curricularização. Definições teórico-metodológicas-procedimentais para a
inserção da extensão como componente curricular obrigatório nos projetos
pedagógicos
de
curso
de
graduação
da
Ufal.
Disponível
em:
https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/manual_2019.pdf/view Acesso em: 06 jan.
2020.
FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983, 93p.
REDE NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Documentos. Plano Nacional
de Extensão Universitária, 2001. Disponível em: <http://www.renex.org.br> Acesso
em: 15 dez. 2004.
GURGEL, R. M. Extensão Universitária: Comunicação ou domesticação? São Paulo:
Cortez, 1986.
BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre universidade e
comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9, n.1, p. 157-169, jan./jun.
2007.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Fórum de Pró-Reitores de Extensão das
Universidades Públicas Brasileiras e SESu/MEC. Política Nacional de Extensão
Universitária, Manaus, 2012.
Componente Curricular: Gestão de Manutenção Industrial
Período do Curso: 9º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Introdução à Confiabilidade
Ementa: Evolução da Função Manutenção. Organização da Manutenção:
Planejamento, Controle, Melhoria e recursos humanos. Monitoração do estado do
equipamento. Manutenção centrada na confiabilidade. Manutenção Produtiva Total.
Sistemas de Informação Ligados à Manutenção.
Bibliografia Básica:
KARDEC, A.; NASCIF, J. Manutenção: função estratégica. São Paulo: Qualitymark,
2012.
LAFRAIA, J.R.B. Manual de confiabilidade, mantenabilidade e disponibilidade.
Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001.
SIQUEIRA, I.P. Manutenção centrada na confiabilidade: manual de
implementação. São Paulo: QualityMark, 2005.
SOUZA, V.C. Organização e Gerência da Manutenção. 1. ed. São Paulo: All Print,
2005.

72

Bibliografia Complementar:
TAKAHASHI, Y.; TACASHI, O. Manutenção Produtiva Total. São Paulo: IMAN, 2º
Ed. 2000.
XENOS, H.G. Gerenciando a Manutenção Produtiva. EDG, 1998.
AMARAL, A.L.O. Equipamentos Mecânicos: Análise de Falhas e Solução de
Problemas. Rio de Janeiro: QualityMark, 2002.
MONCHY, F. A função manutenção. Ebras/Durban,1989
PIAZZA, G. Introdução à Engenharia da Confiabilidade. EDUCS, 2000
Componente Curricular: Gestão Financeira 1
Período do Curso: 9º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Contabilidade de Custos e Gestão de Projetos
Ementa: Introdução à macroeconomia. O papel e o ambiente da administração
financeira. Função financeira nas empresas. Tributação de empresas.
Demonstrações financeiras e sua análise. Aplicação de índices financeiros. Fluxo de
caixa e planejamento financeiro. Capital de giro. Administração de estoques e contas
a receber.
Bibliografia Básica:
GITMAN, L.J. Princípios de administração financeira. São Paulo, SP: Pearson
Educations/Addison Wesley, 2010.
VASCONCELOS, M.A.S. Economia Micro e Macro. São Paulo. Editora Atlas, 2006.
LEMES JÚNIOR, A.B.; RIGO, C.M.; CHEROBIM, A.P.M.S. Administração
financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras. 2 ed. Rio de Janeiro:
Elsevier Editora Ltda., 2005.
Bibliografia Complementar:
MEGLIORINI, E.; VALLIM, M.A. Administração Financeira Uma abordagem
Brasileira. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009.
MANKIW, N.G. Introdução à Economia. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,
2005.
SAMANEZ, C.P. Matemática Financeira: Aplicações à Análise de
Investimentos. 4a. ed. São Paulo: Pearson, 2006.
ROBERTO, A.L. Empreendedorismo: Gestão Financeira Para Micro e Pequenas
Empresas. Alta Books, 2016.
CHIAVENATO, I. Gestão Financeira: Uma Abordagem Introdutória. 3 ed. Manole,
2014.
Componente Curricular: Sistemas de controle e gestão ambiental
Período do Curso: 9º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Sistemas de Gestão da Qualidade / Noções de Direito
Ementa: Evolução da consciência ambiental no Brasil e no mundo e seus efeitos na
política do meio ambiente. Biodiversidade, desenvolvimento sustentável, prevenção à

73

poluição, produção mais limpa (P+L) e mecanismos de desenvolvimento limpo (MDL).
As normas ambientais e a série ISO 14.000. Métodos e técnicas de avaliação de
impactos ambientais. Aspectos legais, políticos e administrativos envolvidos no
processo de licenciamento ambiental.
Bibliografia Básica:
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques. Gestão de recursos naturais renováveis
e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo:
Cortez, 2002.
ABDALLA, M. L. A. Qualidade e Gestão Ambiental. 4ª ed. São Paulo: Juarez de
Oliveira, 2004.
TRENNEPOHL, C.; TRENNEPOHL, T. D. Licenciamento Ambiental, 6ª Edição.
Editora IMPETUS, 2016.
SANCHEZ, L. E. Avaliação de Impacto Ambiental, 2ª Edição. Editora Oficina de
Textos, 2013.
Bibliografia Complementar:
BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental, 2ª Edição. PRENTICE HALL
BRASIL, 2006.
HADDAD, P. R. Meio Ambiente, Planejamento e Desenvolvimento Sustentável,
Editora Saraiva, 2015.
DIAS, R. Gestão Ambiental: Responsabilidade Social e Sustentabilidade. São
Paulo: Atlas, 2006.
SIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. ISO 14.001 – Sistemas de Gestão Ambiental:
Implantação objetiva e econômica. 2ª edição. Editora Atlas, São Paulo-SP, 2007.
258p.
Philippi Jr.; A. (Coordenador). Curso de Gestão Ambiental. Editora: Manole - 2ª
Edição. 2013.
GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. (ORGS.) Impactos ambientais urbanos no
Brasil, Bertrand Brasil, 2001

Componente Curricular: Elaboração e Análise de Projeto de TCC
Período do Curso: 9º Período
Número de créditos: 2 créditos
Carga horária: 36 horas
Pré-Requisitos: Metodologia Científica
Ementa: Discussão acerca da pesquisa em engenharia de produção fazendo uma
ligação entre o empírico e o teórico. Características da pesquisa em engenharia de
produção. Planejamento e elaboração do projeto. Técnicas de pesquisa. Fontes de
dados. Análise e interpretação dos dados. Redação de relatórios de pesquisa.
Definição do tema e pergunta de pesquisa. Construção do Referencial Teórico e
Revisão Sistemática. Detalhamento dos métodos a serem utilizados no TCC.
Definição dos elementos amostrais, variáveis de estudo, planejamento da coleta dos
dados e procedimentos matemáticos. Estimativa dos possíveis resultados que se
pretende alcançar e contribuições científica e técnicas do trabalho.

74

Bibliografia Básica:
MARCONI, M.A.; LAKATOS, E.M. Técnicas de pesquisa: planejamento e
execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração,
análise e interpretação de dados. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2013. 277 p.
GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
184p.
CAUCHICK MIGUEL, P.A. Metodologia De Pesquisa Em Engenharia De Produção
E Gestão De Operações. 2 Ed. Elsevier – Campus, 2011
Bibliografia Complementar:
FERRAREZI JUNIOR, C. Guia do trabalho científico: do projeto à redação final:
monografia, dissertação e tese. São Paulo, SP: Contexto, 2011. 153, [5] p.
YIN, R.K. Estudo de caso. Planejamento e método. 2ª. Ed. São Paulo: Brookman,
2001.
BABBIE, Earl. Métodos de pesquisa de survey. Belo Horizonte: Editora UFMG,
2003.
BEAUD, M. Arte da tese: como preparar e reduzir uma tese de mestrado, uma
monografia ou qualquer outro trabalho universitário Rio de janeiro: Bertrand Brasil,
1996.
SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez,
2007. 304 p.
Componente Curricular: ACE 05 – Projeto 02/1ª semestralidade
Período do Curso: 9º Período
Número de créditos: 4 créditos
Carga horária: 72 horas
Pré-Requisitos: Metodologia Científica
Ementa: Projetos de extensão. Energias Renováveis, Fontes Alternativas de
Energia e Sustentabilidade, Ecoeficiência, Manufatura verde, Inclusão tecnológica
social verde.
Metodologia da ACE: Dentro do programa de Extensão em Manutenção,
Automação e Sustentabilidade a ACE 05 se buscará a realização de minicursos,
ciclos de palestras, workshops, tutoriais e outros eventos menores com foco
informativo sobre novidades e com a publicação de artigos sobre o tema. Tais ações
serão idealizadas, planejadas e operacionalizadas pelos discentes do curso com a
participação de, pelo menos, um docente coordenador. Os artigos serão avaliados
por um par de docentes ou especialistas nas áreas de sustentabilidade energética. A
ACE será bem avaliado quando forem realizados, pelo menos, uma palestra, um
workshop e um minicurso.
Bibliografia Básica:
SANTOS, P. R.; SANTOS, W. E. Automação e Controle Discreto. São Paulo: Érica,
2001.
CASTRUCCI, P. L.; MORAES, C. C. Engenharia de Automação Industrial. Rio de
Janeiro: LTC, 2001.
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques. Gestão de recursos naturais renováveis

75

e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo:
Cortez, 2002.
ABDALLA, M. L. A. Qualidade e Gestão Ambiental. 4ª ed. São Paulo: Juarez de
Oliveira, 2004.
Bibliografia Complementar:
SANCHEZ, L. E. Avaliação de Impacto Ambiental, 2ª Edição. Editora Oficina de
Textos, 2013.
BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental, 2ª Edição. PRENTICE HALL
BRASIL, 2006.
HADDAD, P. R. Meio Ambiente, Planejamento e Desenvolvimento Sustentável,
Editora Saraiva, 2015.
DIAS, R. Gestão Ambiental: Responsabilidade Social e Sustentabilidade. São
Paulo: Atlas, 2006.
GOLDEMBERG, J.; LUCON, O. Energias renováveis: um futuro sustentável. Revista
USP, n. 72, p. 6-15, 2007.
GELLER, H.S.; BARBOSA, M.V.; SCHULER, M.E. Revolução energética: políticos
para um futuro sustentável. Relume Dumará, 2003.
PRUDENTE, F. Automação industrial-PLC: Programação e Instalação. Grupo
Gen-LTC, 2000. 2013.
NEPOMUCENO, L.X. Técnicas de Manutenção Preditiva–Volume 1. São Paulo:
Editora Edgard Blücher, v. 1, 1989.
Componente Curricular: Gestão Financeira 2
Período do Curso: 10º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Gestão Financeira 1
Ementa: Valor do Dinheiro no tempo. Decisões de investimento de longo prazo:
orçamento de capital e fluxo de caixa para orçamento de capital. Decisões de
financiamento de longo prazo: alavancagem, estrutura de capital e custo de capital.
Bibliografia Básica:
GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. São Paulo, SP:
Pearson Educations/Addison Wesley, 2010.
VASCONCELOS, Marco Antonio Sandoval de. Economia Micro e Macro. São
Paulo. Editora Atlas, 2006.
LEMES JÚNIOR, A. B.; RIGO, C. M.; CHEROBIM, A. P. M. S. Administração
financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras. 2 ed. Rio de Janeiro:
Elsevier Editora Ltda., 2005.
Bibliografia Complementar:
SAMANEZ, Carlos Patrício. Matemática Financeira: Aplicações à Análise de
Investimentos. 4a. ed. São Paulo: Pearson, 2006.
MEGLIORINI, E.; VALLIM, M. A. Administração Financeira Uma abordagem
Brasileira. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009.
MANKIW, N. Gregory. Introdução à Economia. São Paulo: Pioneira Thomson

76

Learning, 2005.
CHIAVENATO, I. Gestão Financeira: Uma Abordagem Introdutória. 3 ed. Manole,
2014.
LAWRENCE, G. Princípios de Administração Financeira - 12ª Ed. 2010
Componente Curricular: Projeto de Fábrica e Layout
Período do Curso: 10º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Automação da Produção, Desenho 2, Processos Produtivos e
Industriais e Engenharia de Segurança do Trabalho.
Ementa: Introdução ao projeto de fábrica e layout. Metodologias para implementação
de um projeto industrial. Arranjo físico. Planejamento do arranjo físico e dos fluxos
internos.
Bibliografia Básica:
NEUMANN, C.; SCALICE, R.K. Projeto De Fábrica E Layout. 1 Ed. Elsevier –
Campus, 2017.
VILLAR, A.M.; NÓBREGA JÚNIOR, C.L. Planejamento das Instalações
Industriais. Manufatura, João Pessoa, 2004.
MUTHER, R. Planejamento do Layout: O sistema SLP. Edgard Blücher, São Paulo,
1978.
Bibliografia Complementar:
TOMPKINS, J.A.; WHITE, J.A.; BOZER, Y.A.; TANCHOCO, J.M.A. Planejamento de
Instalações. 4 ed. LTC, 2013.
CROSS, N. Engineering Design Methods: Strategies for Product Design. Editora
Wiley, Chichester, 2000.
TOLEDO JÚNIOR, I.B. Lay-out: Arranjo físico. Itys-Fides Bueno de Toledo Jr & Cia.
Ltda.,Mogi das Cruzes, 1988.
FILHO, N. C., FÁVERO, J. S., CASTRO, J. E. E. Gerência de Projetos/ Engenharia
Simultânea. São Paulo: Atlas, 1999.
GURGEL, F. A. C. Administração dos Fluxos de Materiais e Produtos. São Paulo:
Atlas, 1996.
Componente Curricular: ACE 06 – Projeto 02/2ª semestralidade
Período do Curso: 10º Período
Número de créditos: 4 créditos
Carga horária: 72 horas
Pré-Requisitos: Metodologia Científica
Ementa: Elaboração e execução de projetos de extensão com duas semestralidades
de execução. Elaboração de projetos com temas atuais que versem sobre técnicas,
tecnologias e conteúdo que contribuam para o aperfeiçoamento da formação do
acadêmico de engenharia de produção, a partir de uma abordagem em espaços e
locais que permitam o diálogo com comunidades diversas, em especial, nas
adjacências da Universidade.

77

Objetivo/s:
Desenvolver, e executar projetos de extensão com duas semestralidades de duração.
Elaboração de projetos com temas atuais que versem sobre técnicas, tecnologias e
conteúdo que contribuam para o aperfeiçoamento da formação do acadêmico de
engenharia de produção.
Público alvo: Estudantes do curso de engenharia de produção e/outras engenharias;
membros de Associação de moradores situados no município de Delmiro Gouveia e
outras localidades vizinhas; populações em geral envolvidas indiretamente durante a
execução da ACE.
Metodologia:
O projeto será desenvolvido na universidade e/ou em qualquer comunidade do sertão
alagoano ou adjacências. Será com a participação dos docentes e discentes.
Podendo ser chamado(s) outro(s) docente(s) para auxiliar e/ou participar do projeto.
No âmbito metodológico, as ACEs deverão informar que serão reservadas a partir de
suas respectivas cargas horárias (CH) estimativas percentuais de tempo para
execução de ações como: Planejamento, execução de atividades práticas em si e
avaliação final/produção de relatórios ao fim da execução das respectivas ACEs.
Dessa forma, essa ACE terá distribuída a sua CH nas seguintes formas percentuais:
Planejamento da ação na ACE (25% da CH total da ACE)
Execução de atividades práticas em si (50% da CH total da ACE)
e
Avaliação final/produção de relatórios e/outros documentos de registro ao fim da
execução da ACE. (25% da CH total da ACE)
A partir dessa ACE, poderão ser desenvolvidos:
a) projetos de Extensão em Manutenção, Automação e Sustentabilidade que
busquem a realização de minicursos, ciclos de palestras, workshops, tutoriais
e outros eventos menores com foco informativo sobre novidades e com a
publicação de artigos sobre o tema. Tais ações serão idealizadas, planejadas
e operacionalizadas pelos discentes do curso com a participação de, pelo
menos, um docente coordenador. Os artigos serão avaliados por um par de
docentes ou especialistas nas áreas de sustentabilidade energética. A ACE
será bem avaliado quando forem realizados, pelo menos, uma palestra, um
workshop e um minicurso.
b) Projetos de Extensão em Engenharia do Trabalho a ACE 06 busca avaliar os
riscos ocupacionais e as condições de trabalho. Para tanto, serão realizadas
visitas técnicas a diferentes locais de trabalho para identificação dos riscos e
constatação das condições de trabalho dos empreendimentos de/próximos a
Delmiro Gouveia. Equipamento de medição para variáveis ambientais, tais
como ruído, calor, iluminação, entre outros, serão utilizados para avaliar o

78

risco de doenças ocupacionais. Métodos estatísticos serão utilizados para
quantificar os riscos e para a construção de instrumentos capazes de medir
variáveis intangíveis, como estresse e insatisfação. Modelos matemáticos
também serviram de base para decidir soluções para minimizar os riscos nos
locais de trabalho. O projeto será bem avaliado quando forem realizados, pelo
menos, a avaliação dos riscos ocupacionais de cinco postos de trabalho.
Indicadores para acompanhamento, monitoramento e aval da execução da ACE:
A avaliação da participação do discente no evento ficará a critério do docente, que
seguirá o regimento da UFAL. Além disso, deverá o/a docente utilizar-se de
instrumento/s (relatórios, fichas, atas, diários de bordo, etc.) para registro de alcance
dos indicadores de Extensão pré-estabelecidos.
São indicadores norteadores para o processo de acompanhamento, monitoramento e
aval da execução da ACE:
Dentre outros, são considerados indicadores de extensão: quantidade de estudantes
participantes de ACE; quantidade de professores envolvidos na ACE; quantidade de
ações interdisciplinares; quantidade de escolas públicas e outros órgãos externos
envolvidos; realização de ACE em locais de vulnerabilidade social e abordagem de
temas de pertinência social.

Bibliografia Básica:
SANTOS, P. R.; SANTOS, W. E. Automação e Controle Discreto. São Paulo: Érica,
2001.
CASTRUCCI, P. L.; MORAES, C. C. Engenharia de Automação Industrial. Rio de
Janeiro: LTC, 2001.
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques. Gestão de recursos naturais renováveis
e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo:
Cortez, 2002.
ABDALLA, M. L. A. Qualidade e Gestão Ambiental. 4ª ed. São Paulo: Juarez de
Oliveira, 2004.
BARBOSA FILHO, A.N. Segurança do Trabalho e Gestão Ambiental. 4º ed. São
Paulo, Atlas, 2011.
MATTOS, U.A.O.; MÁSCULO, F.S. Higiene e Segurança do Trabalho - Série CampusABEPRO. 1º ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
BARBETTA, P.A.; REIS, M.M.; BORNIA, A.C. Estatística para Cursos de
Engenharia e Informática. 3 ed., São Paulo: Editora Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar:
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS (UFAL). Conselho Universitário.
Resolução nº 65/2014 - CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014. Estabelece a
atualização das diretrizes gerais das atividades de extensão no âmbito da UFAL.
Maceió,
2014.
Disponível
em:

79

http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/conselhossuperiores/consuni/resolucoes/2014/resolucao-no-65-2014-de-03-11-2014/view.
Acesso em: 06 jan. 2020.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Conselho Universitário. Resolução nº
04, de 19 de fevereiro de 2018. Regulamenta as ações de extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação
da
UFAL.
Maceió,
2018.
Disponível
em:
https://ufal.br/transparencia/documentos/resolucoes/2018/rco-n-04-de-19-022018.pdf/view. Acesso em: 06 jan. 2020.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de Extensão (PROEX).
Instrução Normativa PROEX Nº01/2019. Dispõe sobre os procedimentos para
implantação da extensão como componente curricular obrigatório nos projetos
pedagógicos dos cursos de graduação da Ufal. Maceió, 2019. Disponível em:
https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/instrucao_normativa.pdf/view Acesso em: 06
jan. 2020.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de Extensão (PROEX).
Manual da Curricularização. Definições teórico-metodológicas-procedimentais para a
inserção da extensão como componente curricular obrigatório nos projetos
pedagógicos
de
curso
de
graduação
da
Ufal.
Disponível
em:
https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/manual_2019.pdf/view Acesso em: 06 jan.
2020.
FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983, 93p.
REDE NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Documentos. Plano Nacional
de Extensão Universitária, 2001. Disponível em: <http://www.renex.org.br> Acesso
em: 15 dez. 2004.
GURGEL, R. M. Extensão Universitária: Comunicação ou domesticação? São Paulo:
Cortez, 1986.
BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre universidade e
comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9, n.1, p. 157-169, jan./jun.
2007.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Fórum de Pró-Reitores de Extensão das
Universidades Públicas Brasileiras e SESu/MEC. Política Nacional de Extensão
Universitária, Manaus, 2012
_______________________________________________________
ACE 06 – CURSO
Componente Curricular: ACE 06 – CURSO
Período do Curso: 10º Período
Número de créditos: 4 créditos
Carga horária: 72 horas
Pré-Requisitos: Metodologia Científica
Ementa:
Difusão dos conhecimentos adquiridos pelos discentes (nas disciplinas do curso) à
sociedade que os rodeiam, através da realização de cursos de extensão e/ou
apresentações técnicas.

80

Objetivo/s:
Desenvolver, através da realização de cursos de extensão e/ou apresentações
técnicas, a difusão dos conhecimentos adquiridos pelos discentes (nas disciplinas do
curso) à sociedade que os rodeiam.
Público alvo: Estudantes do curso de engenharia de produção e outras engenharias;
membros de Associação de moradores situados no município de Delmiro Gouveia e
outras localidades vizinhas, população em geral envolvidas indiretamente durante a
execução da ACE.
Metodologia:
Essa modalidade será desenvolvida no município de Delmiro Gouveia e/ou cidades
em seu entorno através de uma combinação de procedimentos teóricos e práticos.
Os discentes matriculados nessa ACE deverão elaborar, sob orientação de um
docente do campus, materiais didáticos; questionários; organizar visitas às escolas
públicas para a aplicação de cursos; desenvolver oficinas de ciências; promover
visitas técnicas aos laboratórios da UFAL para alunos da comunidade; e elaborar
trabalhos sobre as atividades desenvolvidas.
No âmbito metodológico, as ACEs deverão informar que serão reservadas a partir de
suas respectivas cargas horárias (CH) estimativas percentuais de tempo para
execução de ações como: Planejamento, execução de atividades práticas em si e
avaliação final/produção de relatórios ao fim da execução das respectivas ACEs.
Dessa forma, essa ACE terá distribuída a sua CH nas seguintes formas percentuais:
Planejamento da ação na ACE (25% da CH total da ACE)
execução de atividades práticas em si (50% da CH total da ACE)
e
avaliação final/produção de relatórios ao fim da execução da ACE. (25% da CH total
da ACE)

Indicadores para acompanhamento, monitoramento e aval da execução da ACE:
A avaliação da participação do discente no evento ficará a critério do docente, que
seguirá o regimento da UFAL. Além disso, deverá o/a docente utilizar-se de
instrumento/s (relatórios, fichas, atas, diários de bordo, etc.) para registro de alcance
dos indicadores de Extensão pré - estabelecidos.
São indicadores norteadores para o processo de acompanhamento, monitoramento e
aval da execução da ACE:
Dentre outros, são considerados indicadores de extensão: quantidade de estudantes
participantes de ACE; quantidade de professores envolvidos na ACE; quantidade de
ações interdisciplinares; quantidade de escolas públicas e outros órgãos externos
envolvidos; realização de ACE em locais de vulnerabilidade social e abordagem de
temas de pertinência social.

81

Bibliografia Básica:
As bibliografias básicas deverão ser indicadas pelo docente da disciplina e as
mesmas deverão pertencer à biblioteca do campus, fazendo assim, com que haja
fácil acesso aos discentes.
Bibliografia Complementar:
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS (UFAL). Conselho Universitário.
Resolução nº 65/2014 - CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014. Estabelece a
atualização das diretrizes gerais das atividades de extensão no âmbito da UFAL.
Maceió,
2014.
Disponível
em:
http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/conselhossuperiores/consuni/resolucoes/2014/resolucao-no-65-2014-de-03-11-2014/view.
Acesso em: 06 jan. 2020.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Conselho Universitário. Resolução nº
04, de 19 de fevereiro de 2018. Regulamenta as ações de extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação
da
UFAL.
Maceió,
2018.
Disponível
em:
https://ufal.br/transparencia/documentos/resolucoes/2018/rco-n-04-de-19-022018.pdf/view. Acesso em: 06 jan. 2020.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de Extensão (PROEX).
Instrução Normativa PROEX Nº01/2019. Dispõe sobre os procedimentos para
implantação da extensão como componente curricular obrigatório nos projetos
pedagógicos dos cursos de graduação da Ufal. Maceió, 2019. Disponível em:
https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/instrucao_normativa.pdf/view Acesso em: 06
jan. 2020.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de Extensão (PROEX).
Manual da Curricularização. Definições teórico-metodológicas-procedimentais para a
inserção da extensão como componente curricular obrigatório nos projetos
pedagógicos
de
curso
de
graduação
da
Ufal.
Disponível
em:
https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/manual_2019.pdf/view Acesso em: 06 jan.
2020.
FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983, 93p.
REDE NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Documentos. Plano Nacional
de Extensão Universitária, 2001. Disponível em: <http://www.renex.org.br> Acesso
em: 15 dez. 2004.
GURGEL, R. M. Extensão Universitária: Comunicação ou domesticação? São Paulo:
Cortez, 1986.
BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre universidade e
comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9, n.1, p. 157-169, jan./jun.
2007.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Fórum de Pró-Reitores de Extensão das
Universidades Públicas Brasileiras e SESu/MEC. Política Nacional de Extensão
Universitária, Manaus, 2012

82

Componente Curricular: Estágio Supervisionado
Período do Curso: Entre 8º e 10º Períodos
Número de créditos: 9 créditos
Carga horária: 162 horas
Pré-Requisitos: Nenhum
Ementa: Variável a depender da área do estágio escolhida pelo discente
Bibliografia Básica: Variável a depender da área do estágio escolhida pelo discente.
Bibliografia Complementar: Variável a depender da área do estágio escolhida pelo
discente.

Disciplinas Eletivas
Componente Curricular: Equações Diferenciais Ordinárias
Período do Curso: A partir do 5º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Álgebra Linear e Cálculo 2
Ementa: Equações diferenciais ordinárias. Métodos de soluções explícitas. Equações
diferenciais lineares de ordem superior. O método da variação dos parâmetros.
Transformada de Laplace. O método de Laplace para resolução de equações
diferenciais. Solução de equações diferenciais ordinárias por séries - Equações de
Legendre e Bessel. Equações diferenciais parciais Clássicas: Equação da onda,
equação do calor e equação de Laplace. Solução de equações diferenciais ordinárias
por séries. Série de Fourier.
Bibliografia:
CASSAGO JR., H.; LADEIRA, L.A.C. Equações Diferenciais Ordinárias. Notas de
aula, ICMC-USP.
BOYCE, W.E; DIPRIMA, R.C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de
Valores de Contorno. 3a. Edição, Editora Guanabara Dois, Rio de Janeiro.
BRAUN, M. Equações Diferenciais e suas aplicações. Editora Campus, 1979.
Bibliografia Complementar:
ZILL, D.G., CULLEN, M.R. Equações Diferenciais. Volume 1, São Paulo: Editora
Makron Books, 2001, 1979.
DIACU, F. Introdução a equações diferenciais. Teoria e Aplicações. São Paulo:
Editora LTC, 2004.
ZILL, D.G., CULLEN, M.R. Equações Diferenciais. Volume 2, São Paulo: Editora
Makron Books, 2001, 1979.
NAGLE, K. R, SAFF, E. B, SNIDER, A. D. Equações Diferenciais. 8ª ed., Editora:
Pearson, 2012.
BRONSON, R., COSTA, G. Equações Diferenciais. Coleção Schaum. 3ª ed., Editora:
Brookman, 2008.
Componente Curricular: Física 4
Período do Curso: A partir do 4º Período

83

Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Álgebra Linear e Cálculo 2
Ementa: Campo eletromagnético. Equações de Maxwell. Movimento ondulatório.
Óptica Geométrica e Ondulatória. Efeito Doppler. Noções de Teoria Relativística.
Noções de Mecânica Quântica.
Bibliografia:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALK, J. Fundamentos de Física. Vol. 4, 8ª edição –
Rio de Janeiro: Editora LTC, 2008.
TIPLER, P.; MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol.4, 6ª edição –
Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009.
ALONSO, Marcelo; FINN, E. J. Física. Vol. 4. Editora Brasil, 1999.
Bibliografia Complementar:
RAYMOND, A.S. Princípios de Física, Vol. 4, Mecânica Clássica. Tradução da 3ª
edição Norte americana por André Koch Torres. São Paulo, 2011.
JEWETT. J.W. JR, SERWAY, R.A. Física para Cientistas e Engenheiros. Luz,
Óptica e Física Moderna. Volume 4. Tradução da 8ª ed., Norte americana.
FREEDMAN, R.A, YOUNG, H.D. Física IV. Óptica e Física Moderna. Volume 4.
Editora Pearson.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALK, J. Fundamentos de Física. Vol. 4, 4ª edição –
Rio de Janeiro: Editora LTC, 1999.
LUIZ, A.M. Física 4. Ótica e Física Moderna, Teoria e Problemas Resolvidos.
Editora: Livraria da Física, 2009.
Componente Curricular: Libras
Período do Curso: A partir do 4º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Nenhum
Ementa: Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), da sua estrutura gramatical,
de expressões manuais, gestuais e do seu papel para a comunidade surda.
Bibliografia Básica:
SLOMSKI, Vilma Geni. Educação bilíngue para surdos: concepções e implicações
práticas. Curitiba: Juruá, 2010.
RAMOS, C.R. Olhar Surdo - Orientações para estudantes de Libras. Editora Arara
Azul. 2014.
QUADROS, R. M. de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto
Alegre: Artmed,1997.
Bibliografia Complementar
PIMENTA, N.; QUADROS, R. M. Curso de Libras 1 – Iniciante. 3 ed. rev. e
atualizada. Editora Pallotti, 2008.
IGUMA, A.; PEREIRA, C.B. Saúde em Libras: Vocabulário ilustrado: Apoio para
atendimento do paciente surdo. São Paulo: Áurea Editora, 2010.

84

QUADROS, R. M. de. Língua de Sinais: instrumentos de avaliação. Porto Alegre:
Artmed, 2011.
GOLDFELD, M. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva
sociointeracionista. São Paulo: Plexus, 1997
BERNARDINO, E. L. Absurdo ou lógica? Os surdos e sua produção linguística.
Belo Horizonte: Profetizando Vida, 2000
Componente Curricular: Sistemas integrados de gestão
Período do Curso: A partir do 6º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Planejamento e Controle da Produção
Ementa: Origem e Evolução dos Sistemas de Gestão. Sistema básico de Informações
Gerenciais. Integração de Sistemas. Implantação dos Sistemas Integrados de Gestão.
ERP (Enterprise Resource Planning). Estratégia e ERP.
Bibliografia Básica:
TAVARES, J. Sistemas de Gestão Integrados. 4ª ed. Senac SP, 2008.
CERQUEIRA, J. P. Sistemas de Gestão Integrados. 2ª ed. QualityMark, 2010
OLIVEIRA, C.; STACHELSKI, L. Sistema Integrado de Gestão: Um caminho para a
sustentabilidade dos negócios. 1ª ed. All Print Editora, 2011.
Bibliografia Complementar:
FILHO, E. R. Sistemas Integrados de Manufatura: Para Gerentes, Engenheiros e
Designers. 1ª ed. Atlas, 2014.
SANTOS, G. Sistemas Integrados de Gestão: Qualidade, Ambiente e Segurança.
2ª ed. Publindústria, 2013.
CAIÇARA JÚNIOR, C. Sistemas Integrados de Gestão ERP: Uma Abordagem
Gerencial. IBPEX, 2010.
SHIMIZU, T. Sistemas Integrados de Gestão na Economia Globalizada. 1ª ed.
Atlas, 2011.
VITERBO JÚNIOR, E. Sistema Integrado de Gestão Ambiental. 1ª ed. Aquariana,
1998.
Componente Curricular: Gestão da inovação tecnológica
Período do Curso: A partir do 7º Período
Número de créditos: 2 créditos
Carga horária: 36 horas
Pré-Requisitos: Sistemas de Informação 2
Ementa: Conceitos básicos. O processo de inovação tecnológica. A inovação
organizacional. O processo de produção e transferência do conhecimento. Estratégias
de inovação. A relação universidade-empresa. Avaliação de tecnologias e de
mercados para novas tecnologias. Apropriação dos ganhos com inovação. Estratégias
de financiamento para a inovação. Alianças. Formas organizacionais para a inovação.
Bibliografia Básica:
TIDD, J. Gestão da Inovação. 5ª Ed. Bookman, 2015.

85

SCHERER, F.O.; CARLOMAGNO, M.S. Gestão da Inovação na Prática. 1ª Ed. Atlas,
2016.
FIGUEIREDO, P.N. Gestão da Inovação. Conceitos, Métricas e Experiências de
Empresas no Brasil. 2ª Ed. LTC, 2015.
BURGELMAN, R.A.; CHRISTENSEN, C.M. WHEELWRIGTH, S.C. Gestão
Estratégica da Tecnologia e da Inovação: Conceitos e Soluções. 5ª Ed. Mcgraw
Hill, 2012.
REIS, D.R. Gestão da Inovação Tecnológica. 2ª Ed. Manole, 2013.
Bibliografia Complementar:
TIGRE, P.B. Gestão da Inovação: a Economia da Tecnologia no Brasil. 1ª Ed.
Campus, 2014.
PORTO, G. Gestão da Inovação e Empreendedorismo. 1ª Ed. Elsevier, 2014.
CARRETEIRO, R. Gestão Estratégica: Inovação Tecnológica - Como Garantir a
Modernidade do Negócio. 1ª Ed. LTC, 2009.
FILHO, F.L.F. Gestão da Inovação - Teoria e Prática Para Implantação. Atlas, 2013.
ANDREASSI, T. Gestão da Inovação Tecnológica. Cengage Learning, 2006.
Componente Curricular: Planejamento e Gestão da Produção na Construção Civil
Período do Curso: A partir do 6º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Planejamento e Controle da Produção
Ementa: Organização empresarial. Formulação do projeto: condicionantes e
metodologia. Contratação de obras e serviços. Planejamento e controle da construção:
técnicas, cronogramas, viabilidade, planejamento integrado de execução, análise de
desempenho. Licitações e contratos.
Bibliografia Básica:
BERNARDES, M.M.S. Planejamento e controle da produção para empresas de
construção civil. 1ª Ed. LTC, 2003.
HALPIN, D.W.; WOODHEAD, R.W. Administração da Construção Civil. LTC, 2000.
XAVIER, I.S.L. Orçamento, Planejamento e Gerenciamento de Obras. Rio Books,
2017
Bibliografia Complementar:
LIMMER, C.V. Planejamento, Orçamentação e Controle de Projetos e Obras. LTC,
1997.
VIEIRA, H.F. Logística Aplicada à Construção Civil. 1ª Ed. Editora Pini, 2006.
CHAVES, F.C. Contabilidade Pratica na Construção Civil. 1ª Ed. Atlas, 2013.
PINHEIRO, A.C.F.I.; CRIVELARO, M. Qualidade na Construção Civil. 1ª Ed. Erica,
2014.
GOLDMAN, P. Introdução ao Planejamento e Controle de Custo na Construção
Civil Brasileira. 4ª Ed. Editora Pini, 2004.
Componente Curricular: Modelagem Organizacional
Período do Curso: A partir do 6º Período

86

Número de créditos: 2 créditos
Carga horária: 36 horas
Pré-Requisitos: Planejamento e Controle da Produção
Ementa: Elaboração de projetos formais de organização aplicando modelagem
organizacional, para obtenção de um modelo de negócio formal baseado em
processos de negócio, levando em conta elementos como objetivos, atores, processos
e atividades, regras de negócio, tecnologias envolvidas e integração organizacional
(tomando como base a filosofia do Enterprise Resources Planning - ERP). Estudo de
modelos como o Business Process Management Modeling (BPMM) e o Enterprise
Knowledge Development (EKD), para posterior aplicação em trabalhos práticos.
Bibliografia Básica:
GUERRINI, F.M.; ESCRIVÃO FILHO, E.; CAZARINI, E.W.; PÁDUA, S.I.D. Modelagem
da Organização: uma visão integrada. Porto Alegre: Bookman, 2014.
FERREIRA, A.S.R. Modelagem Organizacional pro Processos: um sistema óbvio
de gestão; um passoi além da hierarquia. Mauas, 2010.
FURTADO, J.C.; PRADELLA, S.; KIPPER, L.M. Gestão de Processos: da teoria à
prática. Atlas, 2012.
Bibliografia Complementar:
VALLE, R.; BARBARA, S. Análise e Modelagem de Processos de Negócio. Foco
na Notação BPMN (Business Process Modeling Notation). Atlas, 2009.
BIRCH, P.; CLEGG, B. Criatividade nos negócios: um guia para empresários,
gerentes e administradores de empresas. São Paulo: Clio, 1995.
ALMEIDA, A.T.; RAMOS, F.S. (Org.). Gestão da Informação na Competitividade
das Organizações. 2. ed. Recife: Editora Universitária, 2002.
LAUDON, K.C.; LAUDON, J.P. Sistemas de Informação Gerenciais. 11ª ed. São
Paulo: Pearson Education do Brasil, 2014.
MINTZBERG, H. Criando organizações eficazes. São Paulo, Atlas, 2003.
Componente Curricular: Noções de Metalurgia
Período do Curso: A partir do 9º Período
Número de créditos: 2 créditos
Carga horária: 36 horas
Pré-Requisitos: Planejamento e Controle da Produção
Ementa: Introdução à metalurgia extrativa do ferro, do alumínio e do cobre;
Conformação mecânica (laminação, forjamento, trefilação e extrusão); Fundição
(incluindo classificação e seleção dos aços e dos ferros fundidos); Soldagem.
Metalurgia do pó.
Bibliografia Básica:
GROOVER., M.P. Introdução aos Processos de Fabricação. LTC, 2014.
JIM, L. Design industrial, materiais e processos de fabricação. São Paulo: Blucher,
2004
PARETO, L. Tecnologia mecânica. São Paulo: Hemus, 2003.
Bibliografia Complementar:
ALBERTAZZI, A. et al. Fundamentos da metrologia científica e industrial. São
Paulo: Manole, 2008.

87

CHIAVERINI, VICENTE. Tecnologia mecânica: processos de fabricação e
tratamento. 2.ed. São Paulo: Makron, 1986. 2.v.
NOVASKI, O. Introdução à Engenharia de Fabricação mecânica. São Paulo:
Edgard Blucher, 1994.
FISCHER, U. Manual de tecnologia metal mecânica. 43.ed. São Paulo: Blucher,
2008.
LIRA, F. A. Metrologia na indústria. 10ª ed. São Paulo: Érica, 2016.
Componente Curricular: Metrologia
Período do Curso: A partir do 7º Período
Número de créditos: 2 créditos
Carga horária: 36 horas
Pré-Requisitos: Automação da Produção e Controle de Qualidade
Ementa: Sistema de unidades. Padrões de medida. Características dos sistemas de
medição. Valores medidos. Instrumentos de medição. Calibração. Ajustes e
tolerâncias. Incertezas. Normalização. Confiabilidade. Qualidade.
Bibliografia Básica:
LIRA, F. A. Metrologia na Indústria. 10ª ed. São Paulo: Érica, 20016.
SILVA NETO, J.C. Metrologia e Controle Dimensional. Elsevier, 2012.
CAUCHICK, A; PAPA, P.; ABACKERLI, M. Metrologia para a Qualidade. Elsevier,
2015.
Bibliografia Complementar:
ALBERTAZZI, A; SOUZA, A.R. Fundamentos da Metrologia Científica e Industrial.
Manole, 2008.
LIRA, F.A. Metrologia – Conceitos e Práticas de Instrumentação. Erica, 2014.
TOLEDO, J.C. Sistemas de Medição e Metrologia. Intersaberes, 2016.
GUEDES, P. Metrologia Industrial. Lidel-Zamboni, 2011.
LIRA, F.A.; ROCCA, J.E.; OLIVEIRA, A.M. Metrologia Dimensional – Tecnicas de
Medição e Instrumentos para Controle e Fabricação Industrial. Erica, 2015.
Componente Curricular: Gestão de Resíduos Sólidos
Período do Curso: A partir do 8º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Gestão Ambiental
Ementa: Origem e produção de lixo. Classificação, composição e caracterização dos
resíduos sólidos. Limpeza pública: manejo de resíduos, planejamento e legislação.
Coleta seletiva e reciclagem. Processos de tratamento e/ou destinação final. Seleção
de áreas. Resíduos de construção e demolição, de indústrias, e de serviços de saúde.
Generalidades sobre construção civil e meio ambiente. Impacto ambiental das
construções, geração de resíduos de construção e demolição (RCD), materiais não
renováveis. Soluções de engenharia: Redução do consumo de materiais,
desperdícios/novas tecnologias, reutilização, reciclagem e ciclo de vida. Tecnologias
limpas. Resolução CONAMA 307. Projeto de gerenciamento de Resíduos de
construção e demolição. Utilização de resíduos: estudo de casos, aspectos técnicos,
ambientais e normalização.

88

Bibliografia Básica:
AMORIM, V.P. Resíduos Sólidos Urbanos. Roteiro Editoral LTDA, 1996.
Legislação Brasileira de Resíduos Sólidos a Ambiental Correlata, Volume II,
Legislação Federal; Brasília, 1999.
LIMA, J.L. Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos no Brasil. ABES, Paraíba, 2000.
LIMA, L.M.Q. Lixo: Tratamento e biorremediação. Hemus Editora LTDA, 1995.
Bibliografia Complementar:
MASSUNARI, I.S. Pesquisa e seleção de áreas para aterro sanitário. Ed. 54, 1722p., 2000.
Normas Técnicas - Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT: NBR 10004 NBR 10007 - NBR 1183 - NBR 1264 - NBR 12980 - NBR 9190 - NBR 12980 – NBR
8419 - NBR 12808 - NBR 12809 - NBR 12810 - NBR 8419 - NBR 8849 - NBR 9690 NBR 10157 - NBR 10703 - NBR 7229 - NBR 7211.
PHILIP JÚNIOR, A. (org.). Saneamento do Meio. FUNACENTRO. Universidade de
São Paulo, 1982.
PROSAB - Programa de Pesquisa em Saneamento Básico. Manual prático de
compostagem de biossólidos. Rio de Janeiro, ABES, 1999.
PROSAB - Programa de Pesquisa em Saneamento Básico. Resíduos Sólidos do
saneamento: Processamento, reciclagem e destinação final. Rio de Janeiro,
ABES, 2001.
PROSAB - Programa de Pesquisa em Saneamento Básico. Resíduos Sólidos do
saneamento: Metodologias e Técnicas de minimização, reciclagem e reutilização
de resíduos sólidos urbanos. Rio de Janeiro, ABES, 1999.
PROSAB - Programa de Pesquisa em Saneamento Básico. Resíduos Sólidos do
saneamento: Resíduos Sólidos Provenientes de coletas especiais: eliminação e
valorização. Rio de Janeiro, ABES, 2001.
Componente Curricular: Sensoriamento Remoto Aplicado À Engenharia
Período do Curso: A partir do 8º Período
Número de créditos: 2 créditos
Carga horária: 36 horas
Pré-Requisitos: Gestão Ambiental e Automação da Produção
Ementa: Reconhecimento em imagens de satélite e fotografias aéreas dos alvos
espectrais (solos, rochas, reservatórios, sites de barragens e estradas) terrestres,
como suporte aos projetos de engenharia e ambiental e na gestão e planejamento
regional.
Bibliografia Básica:
LOCH, C.; Lapolli, E.M. Elementos básicos da fotogrametria e sua utilização
prática. Ed. da UFSC. Serie Didática, 1989.
LILLESAND, T. M.; RALPH, W.K. Remote sensing and image interpretation. John
Wiley & Sons, Inc., 1994.
LOCH, C. Noções básicas para a interpretação de imagens aéreas, bem como
algumas de suas aplicações nos campos profissionais. Ed. da UFSC. Serie
didática, 1989.

89

Bibliografia Complementar:
NOVO, E.M.L. Sensoriamento remoto - princípios e aplicações. 4 ed. Blucher,
2011.
OLIVEIRA, A.M.S.; De Brito, S.N.A. Editores. Geologia de Engenharia. ABGE. CNPq.
FAPESP, 1998.
RICHARDS, J.A. Remote sensing digital image analysis-an introduction. SpringerVerlag, 1995.
RICCI, M.; PETRI. S. Princípios de aerofotogrametria e interpretação geológica.
CIA Nacional, 1965
BLASCHKE T.; KUX H. Sensoriamento remoto e SIG avançados. 2ª Edição. Editora
Oficina de Textos, 2007.
SILVA, J.X.; ZAIDAN, R.T. (Org). Geoprocessamento & meio ambiente. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. 328 p.
Componente Curricular: Economia Industrial
Período do Curso: A partir do 7º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Introdução à Economia
Ementa: Fundamentos da Economia Industrial. Modelo Estrutura-CondutaDesempenho. Noções de interação estratégica. Mercados contestáveis.
Institucionalismo e custos de transação. Cooperação interindustrial e redes de
empresas. Empresa transnacional. Concorrência Schumpeteriana. Regulação de
mercados. Defesa da concorrência.
Bibliografia Básica:
KUPFER, D.; HANSENCLEVER, L. Economia Industrial: Fundamentos teóricos e
práticos. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
KON, ANITA. A Economia Industrial. São Paulo: Nobel, 1999.
LABINI, Paolo Sylos. Oligopólio e progresso técnico. São Paulo: Abril Cultural,
Coleção Os Economistas,1984.
Bibliografia Complementar:
COASE, R. H. The nature of the firm. Economica, v. 4, p. 386-405, 1937.
SCHUMPETER, Joseph Alois. Capitalismo, socialismo e democracia. Rio de
Janeiro: Zahar, 1984.
Bibliografia complementar:
LAGES, A. M. G. A Relocalização Espacial da Indústria de Calçados de Couro
Brasileira na década de 90: Aspectos Teóricos e Empíricos. UFRJ, Tese de
doutoramento, 2003.
NELSON, R. R. Why do firms differ, and how does it matter. Strategic Management
Journal, v. 12, p.
61-74, 1991.
GUIMARÃES, E. A. A Acumulação e Crescimento da Firma: Um Estado de
Organização Industrial. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.

90

Componente Curricular: Tópicos Especiais em Manutenção, Automação e
Sustentabilidade
Período do Curso: A partir do 8º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Eletrotécnica, Gestão da Manutenção e Automação
Ementa: Temas especiais em Automação, IOT, Engenharia de Manutenção, Fontes
Alternativas de Energia e Sustentabilidade energética, definidos a critério do professor
ministrante.
Bibliografia Básica:
PRUDENTE, F. Automação industrial-PLC: Programação e Instalação. Grupo GenLTC, 2000. 2013.
NEPOMUCENO, L.X. Técnicas de Manutenção Preditiva–Volume 1. São Paulo:
Editora Edgard Blücher, v. 1, 1989.
DE ASSIS, E.S. Uma perspectiva prática para lidar com a eficiência energética em
edificações no país. Pós. Revista do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e
Urbanismo da FAUUSP, v. 20, n. 33, p. 342-344, 2013.
Bibliografia Complementar:
GOLDEMBERG, J.; LUCON, O. Energias renováveis: um futuro sustentável. Revista
USP, n. 72, p. 6-15, 2007.
GELLER, H.S.; BARBOSA, M.V.; SCHULER, M.E. Revolução energética: políticos
para um futuro sustentável. Relume Dumará, 2003.
LIU, X.; DASTJERDI, A. V.; BUYYA, R. Internet of Things: Principles and
Paradigms. 2016.
CARVALHO, M.C. et al. Proposta de metodologia para integração de sistemas de
automação predial. 2009..
PANESI, A.R.Q. Fundamentos de eficiência energética: industrial, comercial e
residencial. Ensino Profissional, 2006.
Componente Curricular: Tópicos Especiais em Pesquisa Operacional e Tomada de
Decisão
Período do Curso: A partir do 8º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Processos Estocásticos e Simulação de Sistemas
Ementa: Temas emergentes em Pesquisa Operacional e Análise da Decisão,
definidos a critério do professor ministrante.
Bibliografia Básica:
HILLIER, F.S; LIEBERMAN, G.J. Introdução à Pesquisa Operacional. 9ª Ed., AMGH
Editora, 2013.
LACHTERMACHER, G. Pesquisa Operacional na Tomada de Decisões. 4ª Ed.,
Pearson Prentice Hall, 2009.
REGSDALE, C.T. Modelagem e Análise da Decisão. São Paulo: Cengage Learning,
2011

91

Bibliografia Complementar:
MOREIRA, D.A. Pesquisa Operacional: Curso introdutório. 2. ed., São Paulo:
Cengage Learning, 2010.
ALMEIDA, A.T. Processo de Decisão nas Organizações: Construindo modelos de
decisão multicritério. São Paulo: Atlas, 2013.
ALMEIDA, A. T.; MORAIS, D. C.; COSTA, A. P. C. S.; ALENCAR, L. H.; DAHER, S. F.
D. Decisão em Grupo e Negociação: Métodos e Aplicações. São Paulo, Atlas,
2012.
BEKMAN, O.R.; COSTA NETO, P.L.O. Análise Estatística da Decisão. 2ª Ed.,
Editora Blucher, 2009.
SOUZA, F.M.C. Decisões Racionais em Situações de Incerteza. 1ª Ed., Editora
Universitária da Universidade Federal de Pernambuco. Recife, 2005.
Componente Curricular: Tópicos Especiais em Produto, Gestão da Qualidade e
Aspectos Econômicos/Financeiros
Período do Curso: A partir do 8º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas
Pré-Requisitos: Produto I, Sistema de Gestão da qualidade, Contabilidade de Custos
Ementa: Processo de Desenvolvimento do Produto. Engenharia do Produto. Inovação
e Sustentabilidade aplicadas ao desenvolvimento de produtos. Engenharia Reversa;
Engenharia de Valor; Engenharia da Qualidade & Qualidade do Produto.
Desdobramento da Função Qualidade. Conceitos de Economia: PIB, PIB Real, PIB per
capita, Inflação e índices de preços, taxa Selic COPOM, Balanço de Pagamentos.
Sistema financeiro nacional. Mercado de capitais. Produtos financeiros.
Bibliografia Básica:
ASSAF NETO, A. Mercado financeiro. São Paulo: Atlas, 1999.
FORTUNA, E. Mercado financeiro: produtos e serviços. 10. ed. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 1997.
MOREIRA, I. (Org.). Gestão da Qualidade. Série Gestão Empresarial. 10ªed. São
Paulo: FGV, 2011.
Bibliografia Complementar:
RODRIGUES, M. V. Ações para a qualidade: Gestão Estratégica e Integrada para a
melhoria dos processos na busca de qualidade e competitividade. 5ªed. Rio de
Janeiro: Campus, 2014.
TROTT, P.J. Gestão da inovação e desenvolvimento de novos produtos. 4ªed.
Bookman, 2012.
VASCONCELLOS, M.A.S. Economia Micro e Macro. São Paulo: Atlas, 2006.
BAXTER, Mike. Projeto de Produto. 2ª ed. São Paulo: Edgard Blucher,1998
ROZENFELD, Henrique. Gestão de desenvolvimento de produtos. SÃO PAULO:
SARAIVA, 2006.
Componente Curricular: Tópicos Especiais em Engenharia do Trabalho
Período do Curso: A partir do 8º Período
Número de créditos: 3 créditos
Carga horária: 54 horas

92

Pré-Requisitos: Ergonomia, Estatística Aplicada e Segurança do Trabalho
Ementa: Trabalhar temas emergentes associados a ergonomia, segurança do trabalho
e organização do trabalho.
Bibliografia Básica:
BARBOSA FILHO, A.N. Segurança do Trabalho e Gestão Ambiental. 4º ed. São
Paulo, Atlas, 2011.
MÁSCULO, F.S.; VIDAL, M.C. Ergonomia: Trabalho Adequado e Eficiente. 1º ed.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
OLIVEIRA, C.A.D; MILANELI, E. Manual Prático de Saúde e Segurança do
Trabalho. Yendis, 2012.
Bibliografia Complementar:
BARBETTA, P.A.; REIS, M.M.; BORNIA, A.C. Estatística para Cursos de
Engenharia e Informática. 3 ed., São Paulo: Editora Atlas, 2010.
DAVORE, J.L Probabilidade e Estatística para Engenharia e Ciência. 8 ed.,
Cengage Learning, 2014.
BARNES, R. M. Estudo de Movimentos e de Tempos. São Paulo: Ed Blücher, 1977
IIDA, I; BUARQUE, L. Ergonomia: projeto e produção. 3º ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2016.
MATTOS, U.A.O.; MÁSCULO, F.S. Higiene e Segurança do Trabalho - Série
Campus-ABEPRO. 1º ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.

10.4 PRÉ-REQUISITOS E CORREQUISITOS
Este Projeto Pedagógico apresenta a uma lista de pré-requisitos e correquisitos
que substituía a lista definida pela Resolução 04/14 do curso de Engenharia de
Produção. Segue a lista de pré-requisitos e correquisitos:

Período

Disciplina

Pré-Requisitos

Correquisitos

Introdução à Engenharia de Produção

-

-

Química Experimental

-

Química Geral

Química Geral

-

Química Experimental

Cálculo 1

-

-

Física 1

-

Física Experimental 1

Física Experimental 1

-

Física 1

Filosofia e Ética

-

-

Geometria Analítica

-

-

1

1

Período

Disciplina

Pré-Requisitos

Correquisitos

Física 2

Física 1

Física Experimental 2

Física Experimental 2

Física Experimental 1

Física 2

Desenho 1

-

-

Cálculo 2
2

Cálculo 1

-

Química Geral e Química
Experimental
Química Geral e Química
Experimental

Ciência e Tecnologia dos
Materiais

Introdução à Computação

-

-

Álgebra Linear

Geometria Analítica

-

Metodologia Científica

-

-

Física 3

Física 2

-

Desenho 2

Desenho 1

-

Cálculo 3

Cálculo 2

-

Estatística Básica

Cálculo 2

-

Mecânica dos Sólidos

Física 1 e Cálculo 1

-

Organização do Trabalho e Produção

Introdução à Engenharia de
Produção

-

Automação da Produção

Eletrotécnica

-

Planejamento e Controle da Produção

Ciência da Gestão

-

Introdução à Economia

Cálculo 1 e Introdução à
Engenharia de Produção

-

Sistemas de Informação 2

Sistemas de Informação 1

-

Planejamento Empresarial

Planejamento e Controle da
Produção

-

Marketing

Ciência da Gestão

-

Logística

Planejamento e Controle da
Produção

-

Noções de Direito

Ciência da Gestão

-

Controle de Qualidade

Estatística Aplicada

-

Introdução à Economia

-

Laboratório de Materiais
Ciência e Tecnologia dos Materiais

3

6

Engenharia Econômica
Análise de Decisão
Empreendedorismo
Engenharia do Produto 1

7

Sistemas de Gestão da Qualidade
Introdução à confiabilidade
Processos Produtivos e Industriais
ACE 1– Evento “Organização da Escola da
Ciência da Decisão” ou
Projeto “Capacitação Sertaneja” ou
Evento “Planejamento do Evento SEMENGE”

Sistemas de Informação 2 e
Cálculo 4
Introdução à Economia e
Ciência da Gestão
Resistência dos Materiais e
Ciência e Tecnologia dos
Materiais e Automação
Controle de Qualidade e
Marketing
Automação da Produção e
Simulação de Sistemas
Fenômenos de Transporte 2 e
Logística
Metodologia Científica

Laboratório de Materiais

-

-

2

Período

Disciplina
Contabilidade de Custos
Gestão de Projetos

Correquisitos
-

Engenharia de Segurança do Trabalho

Ergonomia e Noções de direito

-

Engenharia do Produto 2

Engenharia de Produto 1,
Engenharia Econômica,
Empreendedorismo e Desenho
2

-

8

9

Pré-Requisitos
Introdução à Economia e
Empreendedorismo
Análise de Decisão e
Engenharia de Métodos

Eletiva 1

Definido no PPP do Curso

-

ACE 2– Evento “Operacionalização da Escola
de Ciência da Decisão” ou
Curso “Gestão da Qualidade e Finanças
Pessoais nas Escolas” ou
Evento “Operacionalização do evento
SEMENGE”

Metodologia Científica

-

Gestão Financeira 1

Contabilidade de Custos e
Gestão de Projetos

-

Gestão da Manutenção Industrial

Introdução à Confiabilidade

-

Elaboração e análise de projeto de TCC

Metodologia Científica

-

Eletiva 2

Definido no PPP do Curso

-

Sistema de controle e Gestão Ambiental

Noções de Direito e Sistemas
de Gestão da Qualidade

-

Metodologia Científica

-

ACE 3 – Projeto “Difundindo a Energia
Renovável” ou
Projeto “Onde está o risco ocupacional?”
Eletiva 3

Definido no PPP do Curso

Gestão Financeira 2

Gestão Financeira 1

Projeto de Fábrica e Layout
10
Trabalho de Conclusão de Curso

Desenho 2, Automação da
Produção e Engenharia de
Segurança do Trabalho
Elaboração e análise de
projeto de TCC

-

Estagio Supervisionado

A partir do 8º Período

-

ACE 4 – Projeto “Renova Sertão Sustentável”
ou
Projeto “Humanizando o trabalho”

Metodologia Científica

-

86

10.5 FLUXOGRAMA
A sequência de disciplinas é apresentada de acordo com o fluxograma que segue abaixo:

87

11. PROGRAMAS E RELAÇÕES DE EXTENSÃO
11.1 RELAÇÃO ENTRE O CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E A
EXTENSÃO
O Plano Nacional de Educação – PNE (2001-2011) aprovado pela Lei
10.172 de 09 de Janeiro de 2001, no capítulo que trata da Educação superior na
Meta 23, aponta o dever de Implantar o Programa de Desenvolvimento da
Extensão Universitária em todas as instituições federais de ensino superior no
quadriênio de 2001-2004 e assegura que, no mínimo, 10% do total de créditos
exigidos para a graduação no ensino superior no país será reservado para a
atuação dos alunos em ações extensionistas. Nessa perspectiva a UFAL em seu
PDI

(2013-2017), aponta que: “[…] as ações de extensão devem ser parte

integrante dos currículos dos cursos de graduação, assegurando, no mínimo, 10%
do total de créditos curriculares exigidos na forma de programas e projetos de
extensão universitária como preconiza a Meta 12.7 do Plano Nacional de Educação
para o decênio 2011 a 2020.” Porém, o novo PNE só entrou em vigor em 2014 e
está em vigor até o ano de 2024, reafirmando os princípios básicos da extensão
em sua Meta 12.7, a qual traz a seguinte estratégia para subsidiar a extensão, “[…]
assegurar, no mínimo, dez por cento do total de créditos curriculares exigidos para
a graduação em programas e projetos de extensão universitária, orientando sua
ação, prioritariamente, para áreas de grande pertinência social; […].”
Conforme os documentos apontados acima e de acordo com a resolução nº 04 de
2018 aprovada pelo Conselho da Universidade Federal de Alagoas as práticas
extensionistas do Curso de Engenharia de Produção, continuarão acontecendo
conforme as demandas sobre (1) práticas de sustentabilidade e melhor utilização
dos recursos naturais para geração de energia elétrica e renda para comunidades
periféricas da cidade; (2) humanização das relações de trabalho e garantia de
condições de trabalho dignas para os colaboradores das diferentes atividades
econômicas locais, como indústrias, comércio, escolas, universidade, hospitais,
unidades de pronto atendimento, entre outros, além da difusão e conscientização
dos trabalhadores no que tange aos direitos trabalhistas; (3) qualificação de
estudantes do 2º grau e dos microempreendedores e cursos para abertura de

88

pequenos empreendimentos, aumento do nível dos serviços e garantia de padrões
mínimo de qualidade seja na prestação de serviços, seja na produção de
produtos/artesanato, com vista a capacitar aqueles que buscam abrir/ampliar seus
negócios, gerar renda e empregos para região, seja na cidade, seja no campo, seja
nas

pequenas

comunidades

indígenas/quilombolas

locais;

(4)

aproximar

pesquisadores localizados nos grandes centros urbanos da região do Sertão
Alagoano, para que estes possam, por meio de palestras, workshops, cursos e
ações de melhoria contribuir para solucionar problemas locais, além de difundir
ferramentas próprias da ciência da gestão para que os membros da sociedade
passem a dominar os conteúdos dos cursos ministrados e tornem-se, com alguma
autonomia, agentes de transformação local, repassando o que fora aprendido para
outros indivíduos da região.
Conhecendo tais demandas da sociedade sertaneja local, decidiu-se criar
Atividades Extensionistas (ACE’s) para dar auxílio técnico, assistencialista, de
capacitações, difusão de saberes e integração dos conhecimentos que nascem da
relação academia-sociedade, e que ocorrerão de forma continuada ao longo do
curso. No entanto, as ações poderão ser materializadas por intermédio de
programas, projetos, eventos, cursos, prestação de serviços e/ou produtos, os
quais deverão estar cadastradas no Sistema Integrado de Gestão de Atividades
Acadêmicas – SIGAA da Pró-Reitoria de Extensão - PROEX.”
11.2 PROGRAMA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SOCIEDADE
Diante do exposto, e no intuito de expandir a relação entre o curso e a extensão, a
partir de programa de extensão intitulado “PROGRAMA ENGENHARIA DE
PRODUÇÃO E SOCIEDADE”, serão ofertados aos discentes atividades de
extensão na forma curricularizada. Também poderão ser ofertadas por esse
programa, todas as demais atividades de extensão desenvolvidas por essa
graduação.
No âmbito da extensão curricularizada, o discente deverá participar das atividades
de extensão em um total de 10% da carga horária total do curso de Engenharia de

89

Produção, equivalente a participação em dois projetos, sendo cada um, com
duração de um ano ou dois semestres, e outras atividades de extensão, ofertadas
a partir das ACEs.
As atividades de extensão curricularizada serão desenvolvidas mediante projetos
de extensão, vinculados tanto a áreas temáticas de extensão como a uma ou mais
área de conhecimento dessa graduação. A seguir, é apresentado projetos de
extensão que poderão ser ofertados na forma curricularizada.
(1) Projeto de Extensão em Pesquisa Operacional e Tomada de Decisão –
Envolve o conhecimento das disciplinas de Introdução à Computação,
Estatística Básica, Estatística Aplicada, Pesquisa Operacional, Processos
Estocásticos, Simulação de Eventos Discretos e Contínuos, Tópicos
Especiais em Pesquisa Operacional e Análise da Decisão, que servem de
base para resolução de problemas locais e que contarão, a cada semestre,
com a contribuição de um pesquisador de um grande centro para solucionar
problemas locais, como por exemplo, a quantificação dos riscos associados
a tomada de decisão do homem do campo nas estratégias de combate a
seca, dos povos indígenas e quilombolas, seja de cunho pessoal,
profissional e social;
(2) Projeto de Extensão em Produto, Gestão da Qualidade e Aspectos
Econômicos – envolve disciplinas como Controle de Qualidade, Sistema de
Gestão da Qualidade, Marketing, Empreendedorismo, Introdução à
Economia Contabilidade de Custos, Gestão Financeira 1, Gestão
Financeira 2, Produto 1 e Produto 2, que servem de base para potencializar
a abertura de micro empreendimentos, ampliação de pequenos negócios,
capacitar indivíduos locais em gerência financeira oriundo da venda de
artesanatos e criação de novos produtos para pessoas com limitações
psicofisiológicas, sendo estas alguns exemplos de ações que podem nascer
deste projeto;

90

(3) Projeto de Extensão em Manutenção, Automação e Sustentabilidade –
envolve disciplinas como Sistema de controle e Gestão Ambiental, Gestão
da Manutenção Industrial, Introdução à confiabilidade, Eletrotécnica,
Automação da Produção, Física 3 e Noções de Robótica Educacional
Aplicada, que são a base para disseminar conhecimentos sobre energias
renováveis e como fazer manutenção nas mesmas e implantação de
soluções em energias renováveis em escolas de bairros periféricos,
assentamentos, hospitais e comunidades carentes, atividades estas que
são exemplos de ações concretas deste projeto de extensão;
(4) Projeto de Extensão em Engenharia do Trabalho – envolve disciplinas
como Introdução à Engenharia de Produção, Organização do Trabalho e
Produção, Ergonomia, Noções de Direito e Engenharia de Segurança do
Trabalho, Estatística Básica e Estatística Aplicada para alicerçar nos
trabalhadores locais os conhecimentos sobre seus direitos nas relações de
trabalho, riscos envolvidos nas atividades laborais e avaliação das
condições de trabalho nos diferentes empreendimentos do Sertão, sendo
estes exemplos de ações que podem ser desenvolvidas por este projeto;
(5) Projeto de Extensão Interdisciplinar de Engenharias – envolve
disciplinas como Desenho 1, Desenho 2, Planejamento e Controle da
Produção, Logística, Processos Produtivos e Industriais, Gestão de Projetos
e Sistema de controle e Gestão Ambiental, visando desenvolver em
parceria com o Curso de Engenharia Civil a Semana de Engenharia do
Sertão (SEMENGE) que busca aproximar pesquisadores, professores e
alunos de nossa região e outras regiões do Brasil, contribuindo para a troca
de conhecimento dentro das diversas áreas da Engenharia de Produção e
Engenharia Civil.
Tais projetos de extensão estão alinhados à, pelo menos, uma das quatro grandes
áreas do curso de Engenharia de produção, que são (1) Engenharia do Trabalho;
(2) Produto, Gestão da Qualidade e Aspectos Econômicos/Financeiros; (3)
Pesquisa Operacional e Tomada de Decisão; e (4) Manutenção, Automação e

91

Sustentabilidade. Desse modo, existe a intenção de alinhar os conhecimentos
necessários para a formação do profissional de Engenharia de Produção e as
ações de extensão dispostas nos cinco Projetos de Extensão idealizados.
Algumas atividades de extensão já vêm sendo desenvolvidas pelo curso de
Engenharia de Produção via editais PROEX como, por exemplo, o projetos
Worlkflow - Ciclo de Palestras e Incentivo a Interatividade entre Engenharias
(Coordenador Victor Diogho Heuer de Carvalho), o projeto de extensão de
Acompanhamento do Custo da Cesta Básica no Município de Delmiro Gouveia –
AL (Coordenador Everton de Souza Coelho), o projeto de extensão de Geração de
Energia Solar Fotovoltaica para Inovar em Sala de Aula no Semiárido Alagoano
(Coordenador Cicero Rita da Silva) e Projeto de Capacitação Gerencial para Micro
e Pequenos Empresários (Coordenador Natalia de Almeida Ferraz) que envolve
diversas palestras e cursos. Estas atividades podem ser incorporadas como
atividades de fluxo contínuo.

11.3 SOBRE OS PROJETOS DE EXTENSÃO CURRICULARIZADA.
11.3.1 Projeto de Extensão em Pesquisa Operacional e Tomada de Decisão
Este projeto, que deve se iniciar no 7º período e finalizado no 8º período, é
intersetorial, tendo como unidades envolvidas o Instituto de Computação (IC) e a
Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEAC); envolve
conhecimentos sobre as disciplinas de Introdução à Computação, Estatística
Básica, Estatística Aplicada, Pesquisa Operacional, Processos Estocásticos,
Simulação de Eventos Discretos e Contínuos, Tópicos Especiais em Pesquisa
Operacional e Análise da Decisão; e que tem como público-alvo a Comunidade
Acadêmica interessada nos temas que poderão ser explorados dentro da Ciência
da Decisão. Este projeto tem como área temática ‘Tecnologia e Produção’,
tendo como linha de extensão principal a ‘Inovação tecnológica’, pois busca
incorporar na região conhecimentos modernos associados a tomada de decisão,

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mensuração de riscos, desenvolvimento de rankings de prioridades e a construção
de soluções para problemas sociais, econômicos e ambientais.
Tem como proposta a criação da Escola Alagoana de Ciência da Decisão incluída
dentro do eixo temático de Extensão voltado para a Pesquisa Operacional e
Análise da Decisão, no bacharelado em Engenharia de Produção do campus do
Sertão. Com isto será possível promover, dentro de um período de 2 ou 3 dias,
ciclos de palestras, workshops, minicursos, tutoriais e outros eventos menores
orientados às temáticas relacionadas à Ciência da Decisão, buscando trazer
pesquisadores renomados (sejam nacionais ou internacionais) para difundirem
suas pesquisas, auxiliando a comunidade acadêmica da Universidade Federal de
Alagoas, interessada em assuntos correlatos, a desenvolver ideias para
impulsionar estudos nesta área.
Os temas envolvidos deverão buscar desenvolvimentos básicos e aplicados em
Ciência da Decisão, contemplando, a cada edição da Escola Alagoana de Ciência
da Decisão, uma temática emergente da área, como por exemplo, a avaliação dos
riscos associados a tomada de decisão do homem do campo, dos povos indígenas
e quilombolas, seja de cunho pessoal, profissional e social.
Este projeto tem característica interdisciplinar, envolvendo cursos de Engenharia,
Ciência

da

Computação,

Administração

e

Economia,

impulsionando

o

desenvolvimento de pesquisas e aplicações práticas (para com a indústria e a
sociedade) no intuito de auxiliar na resolução de problemas.
A Escola Alagoana de Ciência da Decisão é concebida com o intuito de consolidar,
principalmente dentro do bacharelado em Engenharia de Produção, o interesse da
comunidade acadêmica em tópicos orientados à modelagem e resolução de
problemas, desenvolvendo estratégias de inteligência organizacional/social, além
de disseminar o conhecimento sobre ferramentas.
Assim, o objetivo geral desse projeto, que é promover, periodicamente, a Escola
Alagoana de Ciência da Decisão tendo como foco a solução de problemas locais
que envolvam o uso de ferramentas de Ciência de Decisão.

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Assim, este projeto é formado por dois projetos (duas ACE’s), a saber:
(1) O primeiro projeto de nome “Organização da Escola da Ciência da
Decisão”, que tem duração de um semestre (3 créditos) e carga horária de 54
horas, têm as seguintes atividades: Escolher os dias do evento e fazer o
planejamento inicial do evento; Pesquisar junto à população o problema local
demandado para ser discutido no evento; Selecionar o pesquisador que auxiliará
na construção da solução; e Selecionar palestrantes, contatar e operacionalizar a
vinda dos mesmos;
(2) O segundo projeto de nome “Operacionalização da Escola de Ciência da
Decisão”, que tem duração de um semestre (3 créditos) e carga horária de 54
horas, têm as seguintes atividades: Fazer a divulgação; Confirmar a presença dos
convidados; Explorar as soluções propostas para o problema demandado com
base em ferramentas da ciência da gestão; Realizar palestras planejadas; Realizar
de mesas redondas; Realizar workshops; Realizar Minicursos; e Realizar Tutoriais.
Espera-se com esse projeto: (1) Trazer para o evento, ao menos 1 palestrante
internacional renomado que trabalhe sobre temas dentro da Ciência da Gestão,
para realização de palestra-destaque; (2) Trazer para o evento pelo menos 2
palestrantes nacionais renomados que trabalhem sobre os temas correlatos, para
realização de palestras-destaque e mesas redondas; (3) Engajar docentes da
Universidade Federal de Alagoas que trabalhem sobre áreas correlatas,
promovendo workshops, minicursos e tutoriais; (4) Engajar a participação de
discentes da Universidade Federal de Alagoas, em especial do bacharelado em
Engenharia de Produção do Campus do Sertão, que possuam interesse nos temas
correlatos a atuarem como membros organizadores da escola; e (5) Engajar
membros interessados da comunidade acadêmica a participar do evento.
Este projeto ao final de cada ano poderá gerar cartilhas, manuais, artigos
publicados em anais e capítulos de livro.
O projeto será bem avaliado quando apresentar duas características: (1) Atender
60% do que fora planejado na projeto “Organização da Escola da Ciência da

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Decisão”; e (2) Determinar uma solução viável para o problema demandado e foco
do evento, e que tenha um grau de aceitação maior que 60% com base na opinião
do público envolvido.

11.3.2 Projeto de Extensão em Produto, Gestão da Qualidade e Aspectos
Econômicos
Este projeto deve se iniciar no 7º período e finalizado no 8º período. De maneira
geral um projeto de extensão envolve os conhecimentos científicos e técnicos da
academia para que, coletivamente, com a participação de docentes, discentes e
técnicos, estes sejam úteis para a comunidade universitária e população,
fundamentados nos princípios do humanismo e da democracia.
Os objetivos dos projetos são o fortalecimento da formação científico-tecnológica e
acadêmico-cultural dos profissionais formados na UFAL, assim como promover o
intercâmbio de experiências e contribuições entre a universidade e as
comunidades que se encontram nas proximidades do campus do sertão/sede.
Espera-se

com

base

na

execução

dos

projetos

deste

projeto,

uma

complementação na formação do discente de graduação em engenharia de
produção, o favorecimento da sociedade no tocante a promoção da qualificação do
pequeno e microempreendedor e o compartilhamento de conhecimentos iniciais na
área de produto, gestão da qualidade e aspectos econômicos para os estudantes
da localidade.
O Projeto de extensão em produto, gestão da qualidade e aspectos econômicos
será desenvolvido a partir de, no mínimo, dois projetos de extensão (duas ACE’s):
(1) O primeiro, que tem duração de um semestre (3 créditos) e carga
horária de 54 horas, é intitulado de projeto “Capacitação Sertaneja”, procura
promover uma melhor qualificação do pequeno e microempreendedor local nas
áreas da gestão da qualidade, econômica/financeira e desenvolvimento de produto.

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(2) O segundo, que tem duração de um semestre (4 créditos) e carga
horária de 54 horas, chama-se projeto “Gestão da Qualidade e Finanças Pessoais
nas Escolas”, onde serão trazidas palestras para os alunos das escolas de 2º grau.
Assim, este projeto tem características tanto interdisciplinares, pois envolvem
profissionais das áreas de finanças, qualidade e produto, quanto interprofissional,
dado que uma solução para os problemas tratados por este projeto depende dos
saberes e experiência de profissionais de diferentes profissões. A área temática
principal deste projeto ‘Tecnologia e Produção’, tendo como principal linha
de extensão o ‘Desenvolvimento regional’, pois busca desenvolver a
capacidade em profissionais e alunos do 2º grau nos temas associados ao
desenvolvimento de produtos, gestão da qualidade e aspectos econômicos em
pequenos empreendimentos.
Dentro deste projeto, a “capacitação sertaneja” é algo que se deve destacar.
Existem inúmeras firmas que surgem e desfalecem com frequência. Este problema
é causado muitas vezes pela falta de preparo dos gestores na condução dos
negócios. Investimentos em produtos desfavorecidos, falhas nos aspectos da
qualidade e fraca capacidade de gestão financeira nos negócios são problemas
recorrentes do pequeno e microempreendedor local. Neste sentido, o projeto de
capacitação sertaneja pretende auxiliar os empresários e empreendedores do
município de Delmiro Gouveia e seu entorno para favorecê-los na gestão de seus
negócios, visando promover melhores resultados econômicos e enfatizar a
importância da qualidade e da adequação do produto/serviço no mercado. Este
projeto será desenvolvido através de minicursos ofertados pela universidade, com
a exposição dos conteúdos pelos discentes do curso de engenharia de produção,
sob orientação dos docentes responsáveis pelo projeto.
Deve-se destacar também a importância do segundo projeto denominada “Projeto:
gestão da qualidade e finanças pessoais nas escolas”, dado que a proposta deste
projeto é levar as escolas de ensino médio, do município de Delmiro Gouveia,
conhecimentos básicos acerca da gestão da qualidade e finanças pessoais através
de palestras ou minicursos. Isto será feito por meio da participação dos discentes

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do curso de engenharia de produção engajados com este projeto, onde receberão
orientação dos docentes responsáveis pela execução do mesmo.
Este projeto ao final de cada ano poderá gerar cartilhas, manuais, artigos
publicados em anais e capítulos de livro.
O projeto será bem avaliado quando na capacitação sertaneja tiver a participação
de, pelo menos, 20 empreendedores locais; assim como será bem avaliado o
“Projeto: gestão da qualidade e finanças pessoais nas escolas” quando tiver a
participação de, pelo menos, 50 alunos capacitados.

11.3.3 Projeto de Extensão em Manutenção, Automação e Sustentabilidade
Este projeto, que deve se iniciar no 9º período e finalizado no 10º período, tem a
finalidade de envolver conhecimentos trabalhados, no mínimo, nas disciplinas de
Eletrotécnica, Física 3, Gestão de Manutenção e Automação Industrial para
solucionar problemas associados a Sustentabilidade Energética e Inovação
Tecnológica com aplicações na Indústria e nas comunidades em geral.
Conceitos e tecnologias em Energias Renováveis é uma proposta incluída dentro
do eixo temático de Extensão voltado para aplicações tecnológicas em Fontes
Alternativas de Energia e Sustentabilidade, no bacharelado em Engenharia de
Produção do campus do Sertão. Seu intuito é promover, dentro de um período a
especificar, ciclos de palestras, workshops, minicursos, tutoriais e outros eventos
menores orientados às temáticas relacionadas a Energia e Eficiência, Automação,
Energias Renováveis e Gestão da Manutenção, buscando trazer pesquisadores
renomados (sejam nacionais ou internacionais) para difundirem suas pesquisas,
auxiliando a comunidade acadêmica da Universidade Federal de Alagoas,
interessada em assuntos correlatos, a desenvolver ideias para impulsionar estudos
nesta área. Os temas envolvidos deverão buscar desenvolvimentos básicos e
aplicados em Sustentabilidade Energética, contemplando, a cada edição da, uma
temática emergente da área.

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Promoção de área interdisciplinar, envolvendo cursos de Engenharia de
Produção, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica (IFAL) e Engenharia Elétrica
(IFBA), impulsionando o desenvolvimento de pesquisas e aplicações práticas (para
com a indústria e a sociedade) no intuito de auxiliar na resolução de problemas.
Conceitos e tecnologias em Energias Renováveis foi concebida com o intuito de
consolidar, principalmente dentro do bacharelado em Engenharia de Produção, o
interesse da comunidade acadêmica em tópicos orientados à modelagem e
resolução de problemas, desenvolvendo estratégias de disseminar o conhecimento
sobre ferramentas. Devido ao grande número de conhecimentos que são
demandados

de

diferentes

profissionais

para

resolver

problemas

de

sustentabilidade energética, este projeto tem como característica central a
interprofissionalidade.
Portanto, o objetivo deste projeto visa difundir os conhecimentos sobre
sustentabilidades energéticas, demonstrando sua viabilidade e implantando
soluções sustentáveis, a fim de para atacar problemas presentes em alguns grupos
populacionais que vivem sem energia ou que não podem pagar por energia elétrica
devido as más condições financeiras. Portanto, a área temática principal deste
projeto é ‘Meio Ambiente’, tendo como linha de extensão principal as
‘Questões ambientais’.
Assim, este projeto está dividido em dois projetos (duas ACE’s) alinhados em
promover e buscar, periodicamente, por meio de projetos tecnológicos envolvendo
Energias Renováveis soluções para a comunidade (em geral), indústrias e
pequenos empreendimentos:
(1) O primeiro projeto de nome “Difundindo a Energia Renovável”, que tem
duração de um semestre (4 créditos) e carga horária de 72 horas, busca engajar
docentes da Universidade Federal de Alagoas que trabalhem com áreas correlatas,
promovendo workshops, minicursos e tutoriais; engajar a participação de discentes
da Universidade Federal de Alagoas, em especial do bacharelado em Engenharia
de Produção do Campus do Sertão, que possuam interesse nos temas correlatos a
atuarem como membros organizadores do projeto; engajar membros interessados

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da comunidade acadêmica e sociedade a participar do evento; realizar ciclos de
palestras, workshops, minicursos, tutoriais e um evento menor para difundir os
conhecimentos sobre o tema do projeto;
(2) O segundo projeto de nome “Renova Sertão Sustentável”, que tem
duração de um semestre (4 créditos) e carga horária de 72 horas, busca idealizar,
propor, construir e implementar soluções sustentáveis, garantindo solidez para os
pequenos e médios empreendimentos ou levando possibilidade de soluções
energéticas para as populações circunvizinhas a UFAL.
Este projeto ao final de cada ano poderá gerar cartilhas, manuais, artigos
publicados em anais e capítulos de livro.
O projeto será bem avaliado quando: (1) Forem realizados, pelo menos, uma
palestra, um workshop e um minicurso; e (2) For implementado uma solução
sustentável em um pequeno empreendimento.
11.3.4 Projeto de Extensão em Engenharia do Trabalho
De maneira geral, este projeto, que deve se iniciar no 9º período e finalizado no 10º
período, visa aproximar os discentes dos aspectos relacionados a higiene, saúde,
ergonomia,

organização

e

segurança

do

trabalho

nas

organizações,

empreendimentos e indústrias, para com isto, levantar os problemas associados a
engenharia do trabalho e propor soluções inovadoras e sustentáveis para
problemas como: doenças ocupacionais, baixa qualidade de vida no trabalho,
distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho, bournout ou depressão
devido ao trabalho, estresse ocupacional, insatisfação no trabalho, discriminação
nos locais de trabalho, desafios e dificuldade para a acessibilidade e adaptação de
postos de trabalho e organização do trabalho ou

clima organizacional

inapropriados.
Devido ao seu foco interdisciplinar, este projeto abarca, no mínimo, as seguintes
disciplinas: Introdução à Engenharia de Produção, Organização do Trabalho e
Produção, Ergonomia, Noções de Direito e Engenharia de Segurança do Trabalho,

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Estatística Básica e Estatística Aplicada. Estas disciplinas ajudarão a compreender
toda a complexidade existente nas relações de trabalho.
Os principais objetivos deste projeto são: (1) Aproximar os discentes de problemas
reais associados a área de engenharia do trabalho; (2) Levantar os problemas
associados à saúde, segurança, higiene, ergonomia nos locais de trabalho; (4)
Quantificar

os

fatores

de

riscos

nos

empreendimentos,

indústrias

e

estabelecimentos comerciais; (5) Propor soluções inovadoras para melhorar a
qualidade de vida dos trabalhadores; (6) Conscientizar os trabalhadores e gestores
da importância da saúde ocupacional; (7) Propor palestras voltadas ao tema; (8)
Desenvolver cursos voltados a resolver problemas associados ao tema; (9)
Acompanhar as mudanças dos hábitos e costumes saudáveis incorporados na
população trabalhadora.
O público-alvo deste projeto são os trabalhadores dos mais diversos ramos
econômicos como, por exemplo: (1) Profissionais das áreas da saúde (médicos,
enfermeiros, dentistas, psicólogos, técnicos em enfermagem, etc.); (2) Profissionais
da indústria (operários das indústrias de transformação e reciclagem de plásticos,
das fábricas de rações, da parte da construção civil, da confecção de vestuário,
cama, mesa e banho, etc.); (3) Profissionais da área da educação (professores,
auxiliares de laboratório, pedagogos, diretores de escolas, monitores, etc.); (4)
Profissionais do comércio (vendedores, feirantes, comerciários, etc.). Desse modo,
este projeto tem como característica a intersetorialidade, pois buscará soluções
reais para diferentes setores da economia.
Assim, este projeto é formado por dois projetos (duas ACE’s):
(1) O primeiro projeto, de nome “Onde está o risco ocupacional?”, que
tem duração de um semestre (4 créditos) e carga horária de 72 horas, busca
identificar, construir ferramentas de avaliação, quantificar os riscos ocupacionais e
as condições de trabalho dos mais diferentes setores econômicos localizados na
região do Sertão Alagoano. Assim, os discentes deverão conhecer os problemas
ocupacionais locais para desenvolver ferramentas que possam medir a intensidade

100

dos riscos presentes nos diferentes ambientes de trabalho. Espera-se com isso
ampliar o horizonte de consciência dos discentes, pois este estarão diante de
problemas reais que envolvem trabalhadores de diferentes setores econômicos;
(2) O segundo projeto, de nome “Humanizando o trabalho”, que tem
duração de um semestre (6 créditos) e carga horária de 108 horas, busca, com
base nos problemas identificados no projeto “Onde está o risco ocupacional?”,
desenvolver soluções que minimizem ou eliminem os riscos ocupacionais
identificados. Com isso os discentes buscarão estudar a origem dos riscos, como
se dá sua trajetória e disseminação no local de trabalho, como atacar os ricos na
fonte e como impedir sua disseminação no meio ambiente de trabalho e medir qual
o impacto socioeconômico da intervenção idealizada e implementada.
Portanto, a participação discente é fundamental para este projeto, principalmente:
(1) no levantamento de informações; (2) Mensuração dos fatores de risco; (3)
Construção e implantação de solução; (4) Desenvolvimento e organização de
palestras e cursos; (5) Acompanhamento das mudanças obtidas nas organizações,
indústrias e empreendimentos. Fica evidente então que a área temática deste
projeto é ‘Trabalho’, tendo como linha de extensão principal a ‘saúde e
proteção no trabalho’.
Espera-se

com

base

na

execução

dos

projetos

deste

projeto,

uma

complementação na formação do discente de graduação em engenharia de
produção, o favorecimento da sociedade no tocante a melhoria na saúde e
qualidade de vida dos trabalhadores e o compartilhamento de conhecimentos
iniciais na área do trabalho para os estudantes locais.
Este projeto ao final de cada ano poderá gerar cartilhas, manuais, artigos
publicados em anais e capítulos de livro.
O projeto será bem avaliado quando: (1) Forem realizados, pelo menos, a
avaliação dos riscos ocupacionais de cinco postos de trabalho no projeto “Onde
está o risco ocupacional?”; e (2) Quando forem desenvolvidas uma solução viável

101

para, pelo menos, um problema identificado no projeto “Onde está o risco
ocupacional?” e trabalhado no projeto “Humanizando o trabalho”.
11.3.5 Projeto de Extensão Interdisciplinar de Engenharias
Este projeto está centrado em dois projetos (duas ACE’s), cada um com duração
de um semestre (4 créditos) e carga horária de 72 horas, a saber: (1) Planejamento
do Evento “Semana de Engenharia do Sertão (SEMENGE) ou Semana de Meio
Ambiente (SEMEA)”; e (2) Operacionalização do Evento do SEMENGE ou SEMEA.
Os discentes já poderão desenvolver atividades neste projeto a partir do 7º
período, que é finalizado no 8º período. Salienta-se que este projeto, e seus
respectivos projetos, não estão vinculados a nenhum período específico do curso.
Embora seja organizado pelos cursos de Engenharia de Produção e Engenharia
Civil, este projeto é interdisciplinar, pois aceita a submissão de trabalhados de
outros cursos de Engenharia e Tecnólogos, assim como conta com a presença de
palestrantes com formações diversas. Também é intersetorial, pois envolve a
participação de profissionais de diferentes setores da economia como, por
exemplo, gestores de empresas de manufatura, pequenos comerciantes e
empreendedores locais, transportadores e distribuidores de produtos, publicitários
e gerentes de marketing, empreiteiros e profissionais de pequenas construtoras,
gerentes de distribuição de energia, projetistas de sistemas de energia renováveis,
analistas de riscos de projetos, gerentes de comunicação, profissionais do campo e
agropecuária, entre outros.
Optou-se por este evento devido a boas experiências já ocorridas no passado,
onde houve a participação não apenas dos discentes, técnicos e professores do
Campus do Sertão, mas de indivíduos da sociedade em geral e de outras
instituições inclusive de outros estados da federação, contribuindo para maior
geração de saberes e conhecimentos. O evento tradicionalmente é planejado por
uma comissão formada por alunos e professores do eixo da tecnologia da
Universidade Federal de Alagoas do Campus do Sertão, em Delmiro Gouveia. Ou
seja, organiza-se o evento integrantes do curso de Engenharia de Produção e

102

Engenharia Civil. No mesmo, ocorrem palestras, fórum de empreendedorismo,
minicursos e apresentações de trabalhos científicos. O objetivo do evento é
oferecer atividades que envolvam as diversas áreas da engenharia, a fim de buscar
a interação dos discentes e a comunidade com as inovações do mercado de
trabalho e a tecnologia.
O primeiro projeto, denominado “Planejamento do Evento SEMENGE”, se destina a
realização de atividades que englobam desde do levantamento de recursos para
viabilização do evento, passando pela seleção dos palestrantes, ministrantes dos
minicursos, participantes de mesas redondas, seleção de empresas para visita
técnica, escolha do tema do evento, escolha das datas, contato com as instituições
para participar do evento, entre outras atividades de planejamento.
No tocante ao segundo projeto, denominado “Operacionalização do evento
SEMENGE”, as atividades estão centradas na viabilização logística dos recursos
materiais e humanos, formalização do evento, preparação do local e salas que
serão utilizadas, decoração dos locais próximos a UFAL, entre outras atividades
operacionais necessárias para o sucesso do evento.
O objetivo deste projeto é desenvolver, pelo menos, a Semana de Engenharia do
Sertão (SEMENGE), que tem como finalidade a aproximação de pesquisadores,
professores e alunos de nossa região e outras regiões do Brasil, contribuindo para
a troca de conhecimento dentro das diversas áreas da Engenharia de Produção e
Engenharia Civil. Assim, a área temática deste projeto é ‘Tecnologia e
Produção’, tendo como principal linha de extensão a ‘Inovação tecnológica’,
pois buscasse avançar científica temas emergentes que associam tecnologia e
soluções para problemas locais.
O evento já ocorre no Campus do Sertão anualmente e já se estabeleceu como
marco importante no calendário dos cursos de Engenharia. A primeira edição da
(SEMENGE) ocorreu no ano de 2013 contou com a participação de 308 inscritos
entre alunos e professores dos cursos de Engenharia Civil e de Engenharia de
Produção, além de profissionais da área. Esta edição teve como um importante

103

objetivo alcançado a difusão do conhecimento na região do sertão alagoano, visto
que teve como tema “Promovendo a Engenharia no Sertão Alagoano”. Além disso,
proporcionou forte transformação positiva na sub-região sertaneja alagoana, por
meio da oferta de novas oportunidades para os jovens, para as empresas e para os
governos locais.
A segunda edição da (SEMENGE) teve como tema “Conhecimento e Inovação” e
contou com palestras, mesas-redondas, apresentação de trabalhos técnicos e
minicursos, onde foram discutidos diversos temas ligados à região sertaneja, como
dessalinização, canal do sertão, uso de cisternas, saneamento, entre outros. O
evento visou contribuir na formação de profissionais capacitados para o mercado
de trabalho, em sintonia com as novas dinâmicas, além de ajudar na difusão do
conhecimento na região do sertão alagoano.
Nas últimas duas edições, III e IV SEMENGE, foram explorados diversas áreas da
engenharia contendo discussões importantes no cenário das Engenharias através
de palestras, minicursos, meses redondas, dentre outras, como na terceira edição
que promoveu o primeiro evento de Startup do sertão alagoano, onde oportunizou
a demonstração e desenvolvimento de inovações ligadas às áreas de Engenharia e
o Fórum alagoano de mercado das engenharias, contando com diversos
profissionais, tendo como tema “As Multifaces das Engenharias” e a quarta edição
com “Desafios da Engenharia: Gestão, inovação e tecnologia”.
Destaca-se que estes eventos sempre contam com palestras, minicursos, visitas
técnicas e mesas-redondas de diversas áreas da Engenharia, promovendo a
integração/intercâmbio do conhecimento acadêmico e o setor empresarial, como
também com o ambiente técnico e o mercado de trabalho. Além disso, faz parte da
programação a apresentação de trabalhos científicos com premiação para os
destaques, disseminando e divulgando os conhecimentos das produções técnicas
e científicas dos participantes.
Este projeto ao final de cada ano poderá gerar artigos publicados em anais e
capítulos de livro.

104

O projeto será bem avaliado quando: (1) O projeto “Planejamento do Evento
SEMENGE” cumprir um total de 60% do planejamento integral do evento; (2)
Quando, pelo menos, 60% das metas listadas no projeto “Planejamento do Evento
SEMENGE” forem corretamente implantadas no projeto “Operacionalização do
evento SEMENGE”.

12. INTERDISCIPLINARIDADE – ARTICULAÇÃO ENTRE OS SABERES
Na matriz curricular do curso de Engenharia de Produção ofertado pela UFALCampus Sertão observa-se os fundamentos da estética da sensibilidade, política
da igualdade e a ética da identidade, como também os princípios específicos de
flexibilidade,

autonomia,

interdisciplinaridade,

transversalidade

e

difusão/construção dos saberes via extensão.
A identidade supõe uma inserção no meio social que leva à definição de vocações
próprias, que se diversificam ao incorporar as necessidades locais e as
características dos alunos e a participação dos professores e das famílias no
desenho

institucional.

A

diversidade

é

necessária

para

contemplar

as

desigualdades nos pontos de partida dos alunos, que requerem diferenças de
tratamento como forma mais eficaz de garantir um resultado comum nos pontos de
chegada. Com a flexibilidade procurar-se-á promover a adaptação às diferenças
individuais, respeitar os diversos ritmos de aprendizagem, integrar as diferenças
locais e os contextos culturais.
A interdisciplinaridade baseia-se na interdependência, na interação e no diálogo
permanente entre os vários ramos do conhecimento, e deve buscar a integração do
conhecimento num todo harmônico e significativo. O princípio pedagógico da
contextualização permite à Universidade pensar o currículo de forma flexível, com
uma ampla rede de significações, e não apenas como um lugar de transmissão do
saber. O conteúdo de ensino deve provocar aprendizagens significativas que
mobilizem o aluno e estabeleçam entre ele e o objeto do conhecimento uma
relação de reciprocidade. A contextualização evoca, por isso, áreas, âmbitos ou

105

dimensões presentes na vida pessoal, social e cultural, e mobiliza competências
cognitivas já adquiridas.
Esses princípios pedagógicos visam contribuir para a formação da totalidade
humana em consonância com as novas demandas do mundo contemporâneo.
Também é observado como eixos estruturais na organização dos cursos, o
“aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a viver, aprender a ‘ser’”, eixos
encaminhados

pela

UNESCO

que

orientarão

a

seleção

dos

conteúdos

significativos.
A interdisciplinaridade propicia o diálogo entre os vários campos do conhecimento
e a integração do saber. Visa superar uma organização curricular tradicional, que
coloca as disciplinas como realidades estanques, fragmentadas, isoladas e dificulta
a apropriação do conhecimento pelo aluno. A interdisciplinaridade favorece uma
visão contextualizada e uma percepção sistêmica da realidade, permitindo uma
compreensão mais abrangente do saber. A interdisciplinaridade integra o saber,
propiciando a compreensão da relevância e do significado dos problemas
estudados, favorecendo, consequentemente, os processos de intervenção e busca
de soluções. Expressa ainda a necessidade de reconstruir o pensamento em novas
bases, recuperando dimensões como a criatividade, a imaginação e a capacidade
de lidar com a incerteza. A interdisciplinaridade não significa uma justaposição de
saberes, nem implica uma comunicação reduzida entre as disciplinas. Envolve a
elaboração de um contexto mais geral, no qual as disciplinas em contato são
modificadas, passando a dependerem claramente uma das outras. Promove,
portanto, intercâmbios mútuos e recíprocas integrações entre as disciplinas.
O ensino baseado na interdisciplinaridade tem um grande poder estruturador, pois,
as definições, os contextos e os procedimentos que são estudados pelos alunos
são organizados em torno de unidades mais globais, que agregam estruturas de
conceitos e metodologias compartilhadas por várias disciplinas, capacitando os
alunos para enfrentar problemas que transcendem os limitem de uma disciplina
concreta e para detectar, analisar e solucionar novas questões. Além disso, a
interdisciplinaridade favorece a realização de transferência das aprendizagens já

106

adquiridas

em

outros

contextos

e

amplia

a

motivação

para

aprender.

Adicionalmente, as disciplinas do Curso estão inter-relacionadas e se integram em
função dos objetivos do Curso e do perfil do egresso.
A transversalidade busca a adequação do currículo às características dos alunos
e do ambiente socioeconômico e cultural, permitindo relacionar as atividades
curriculares com o cotidiano dos alunos e com o contexto social. Para atender a
esse princípio, buscou-se adequar o processo ensino-aprendizagem à realidade
local e regional, articulando as diferentes ações curriculares às características,
demandas e necessidades de cada contexto.
Desenvolveu-se estratégias para articular o processo de ensino à realidade dos
alunos, propiciando uma aprendizagem referida aos diferentes âmbitos e
dimensões da vida pessoal, social e cultural dos discentes. Nessa perspectiva, as
práticas curriculares implementadas no curso estão pautadas no conhecimento das
características dos alunos, buscando respeitar sua personalidade e sua identidade.
O princípio da transversalidade permitiu ainda pensar um currículo de forma
abrangente, com uma ampla rede de significações, e não apenas como um lugar
de

transmissão

e

reprodução

do

saber.

A

transversalidade

envolve

o

estabelecimento de uma relação de reciprocidade entre o aluno e o objeto de
conhecimento, favorecendo uma aprendizagem significativa, uma vez que está
baseada nos diferentes âmbitos e dimensões da vida pessoal, social e cultural dos
alunos.
A educação relativa às relações étnico-raciais, bem como o tratamento de
questões e temáticas relacionadas a afrodescendentes e indígenas estão
sendo abordadas em algumas disciplinas e atividades curriculares do curso
(Filosofia e Ética, Noções de Direito, por exemplo), sendo ministradas de forma
interdisciplinar e transdisciplinar. Têm-se feito esforços para a organização de
palestras e visitas a povoados quilombolas e tribos indígenas da região, com o
apoio do Centro Acadêmico de Engenharia de Produção.

107

As inovações são sempre uma característica da Educação Superior, visto que o
conhecimento é dinâmico e reflete as mudanças que homens e sociedades
produzem em sua história. Nesse sentido, tais inovações são também acionadas
numa perspectiva de inclusão social de setores que exigem, por direito, o respeito
às suas demandas sociais. Considerando que a Educação é um dos mais
importantes espaços para garantir essa inclusão, a organização curricular do Curso
Superior em Engenharia de Produção da Universidade Federal de Alagoas Campus do Sertão, contempla também às exigências do Decreto Nº. 5.626,
publicado no DOU de 23/12/2005, que Regulamenta a Lei Nº. 10.436, de 24 de
abril de 2002, que dispõe sobre a disciplina de LIBRAS – Língua Brasileira de
Sinais e o art. 18 da Lei Nº. 10.098, de 19 de dezembro de 2000, com carga
horária de 60 horas, na condição de Disciplina Eletiva. O cumprimento do referido
Decreto visa garantir o direito à educação das pessoas com deficiência auditiva,
bem como instrumentalizar o futuro profissional de Engenharia de Produção para
atender clientes e/ou familiares, que possam apresentar esta necessidade
especial, como cidadãos.
Assim, a Universidade Federal de Alagoas – Campus do Sertão, reúne uma feliz
combinação

de

fatores:

a

modernidade

de

sua

proposta

educacional

interdisciplinar, que valoriza a formação humanista, crítica e reflexiva; o
envolvimento da sua equipe docente, composta por doutores, mestres e
especialistas; e as instalações, que incluem salas de aula amplas, além de
biblioteca e laboratórios para a formação acadêmica do corpo discente.
Essa concepção exige de todos os colaboradores da Universidade a necessidade
de um olhar mais abrangente, uma visão de totalidade, um esforço de distinguir
para unir, e, no que diz respeito ao ensino, à articulação estreita dos saberes e
potencialidades, à necessidade do trabalho interdisciplinar; à relação teoria e
prática e a uma avaliação permanente.
Estão inseridos nesse olhar os valores éticos, políticos e estéticos. A organização
didática, as formas de convivência acadêmica, a organização do currículo e das
situações de aprendizagem e os procedimentos de avaliação que devem estar

108

coerentes com esses valores que agregam a sensibilidade, a igualdade e a
identidade.

13. METODOLOGIA
A metodologia definida para desenvolver as atividades do curso expressa
coerência com os objetivos do curso, com os princípios institucionais e com sua
estrutura curricular. Compromete-se também com a interdisciplinaridade, com o
desenvolvimento do espírito científico e com a formação dos sujeitos autônomos e
cidadãos.
A instituição assume assim seu papel de mediador e busca articular tais trocas,
pois reconhece o educando como um o agente principal de sua própria
aprendizagem, sendo capaz de construir satisfatoriamente seu aprendizado
quando participa ativamente do processo. Assim, o curso de graduação visa à
qualificação e competência do egresso, adotando para tal, métodos de ensino e
aprendizagem diversificados e criativos. Sendo assim, no Curso, as seguintes
metodologias são empregadas:
Seminários: Metodologia utilizada como uma forma de avaliação, preparando o
aluno para a prática expositiva, sistematização de ideias, clareza ao discorrer sobre
o assunto em pauta. Auxilia na Comunicação e Expressão Oral;
Palestras: Metodologia utilizada após o professor aprofundar determinado assunto,
tendo o palestrante a finalidade de contribuir para a integração dos aspectos
teóricos com o mundo do trabalho;
Ciclo de Palestras: Metodologia utilizada na busca de integração de turmas e
avanço do conhecimento, trazendo assuntos novos e enriquecedores, além de
proporcionar aos alunos a prática de cerimonial e organização de eventos, já que
estes ciclos são elaborados pelos próprios alunos, sob a orientação do professor
da disciplina competente;
Dinâmicas de Grupo: Metodologia que visa ao preparo dos alunos para a vivência
profissional, com estimulação do desenvolvimento da contextualização crítica,
tomada de decisões e liderança. Ativa a criatividade, iniciativa, o trabalho em

109

equipe e a habilidade em negociação;
Práticas em Laboratórios: O curso utilizará laboratórios básicos e laboratórios
aplicados ao desenvolvimento das competências e habilidades práticas de suas
disciplinas. Esses laboratórios serão montados de forma a possibilitar um ensino
de alto nível e atualizado, colocando o aluno em contato com equipamentos
regularmente utilizados na realidade profissional. Dessa forma, o aluno, ao se
formar, poderá aplicar, em sua vida profissional, os conhecimentos úteis e
importantes adquiridos nas aulas práticas;
Visitas Técnicas: Realização de visitas a empresas, órgãos e instituições visando
a integrar teoria e prática, além de contribuir para o estreitamento das relações
entre instituição de ensino e as esferas sociais relacionadas a área do curso,
estabelecendo, dessa forma, uma visão sistêmica, estratégica e suas aplicações
na área do curso;
Estudo de Casos: Atividade de aplicação dos conteúdos teóricos, a partir de
situações práticas, visando ao desenvolvimento da habilidade técnica, humana e
conceitual, além da possibilidade de avaliar resultados obtidos;
Projetos Culturais: Projetos desenvolvidos pelos alunos, em prol da sociedade
regional a serem desenvolvidos durante a implantação do curso, pelo coordenador,
em conjunto com as demais turmas da escola e instituições correlatas;
Aulas Expositivas: Método tradicional de exposição de conteúdo, porém com a
utilização de recursos tecnológicos que auxilia no processo de ensino e
aprendizagem, tais como: audiovisuais, tais como, Datashow, TV, Internet e vídeo.

Estas práticas apoiam-se numa metodologia que busca uma interação entre aluno
– professor – conteúdo. Preza-se que o educando conheça os primeiros passos do
caminho para aprender a aprender. Os estudantes são encorajados a definir seus
próprios objetivos de aprendizagem e tomar a responsabilidade por avaliar seus
progressos pessoais. No entanto, o aluno é acompanhado e avaliado, e essa
avaliação inclui a habilidade de reconhecer necessidades educacionais pessoais,
desenvolver um método próprio de estudo, utilizar adequadamente uma
diversidade de recursos educacionais e avaliar criticamente os progressos obtidos.

110

14. COMPETÊNCIAS, HABILIDADES E ATITUDES
A formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos
requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais:
I - aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à
engenharia;
II - projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
III - conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
IV - planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de
engenharia;
V - identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
VI - desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
VI - supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
VII - avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
VIII - comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
IX - atuar em equipes multidisciplinares;
X - compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissional;
XI - avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental;
XII - avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
XIII - assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
A estrutura do curso de Engenharia de Produção possibilita a versatilidade
profissional dos profissionais dessa área, em função das áreas abrangidas pelo
mesmo: Engenharia do Produto, Processos Produtivos, Gerência da Produção,

111

Qualidade,

Pesquisa

Operacional,

Engenharia

do Trabalho,

Estratégia

e

Organizações, Gestão Econômica.
Para efeito de regulamentação profissional o Sistema CONFEA/CREA estabelece
a Resolução no 1.010, de 22 de agosto de 2005, que dispõe sobre a
regulamentação da atribuição do título profissional, atividades, competências e
caracterização do âmbito de atuação.
A atribuição de competências, para egressos de cursos que venham a registrar-se
no CREA, à respectiva Câmara Especializada do CREA, e em conformidade com
as disposições estabelecidas na Resolução no 1.010, de 22 de agosto de 2005 e na
Resolução no 1.016, de 26 de agosto de 2006, dependerá rigorosamente da
profundidade e da abrangência da capacitação de cada profissional em
decorrência da flexibilidade que caracteriza as Diretrizes Curriculares.

15. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
Conceitua-se estágio como o ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido
no ambiente de trabalho, que visa à preparação para a prática profissional do
discente. Segundo a Lei nº 11788 de 2008 o estágio deve propiciar a
complementação do ensino e da aprendizagem, através de atividades práticas,
pela participação em situações reais de vida e de trabalho na área de formação do
estudante, realizadas na comunidade em geral ou junto às pessoas jurídicas de
direito público ou privado, sob responsabilidade e coordenação da Instituição de
Ensino.
Os estágios curriculares classificam-se como obrigatório e não obrigatório,
oficializados através de parcerias com empresas vinculadas à engenharia por meio
de convênios registrados, devendo os mesmos ser planejados, executados,
acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos, projetos e
calendários escolares. Na UFAL os estágios curriculares supervisionados são
regulamentados a partir da Lei do Estágio em conjunto com a Resolução nº
71/2006-CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006, ficando definido como

112

componente curricular, presente nos cursos de graduação, sendo dividido em
estágios curriculares supervisionados, obrigatório e não obrigatório. O Estágio
Obrigatório segue Resolução 71/2006-CONSUNI e apresenta uma carga horária
mínima de 162 horas. Destaca-se a carga horária não ultrapassa 20% de carga
horária total do curso como orienta a Resolução nº 71/2006-CONSUNI/UFAL e a
resolução Nº2 do MEC, de 18 de junho de 2007.
O estágio curricular supervisionado obrigatório para o curso de Engenharia de
Produção está previsto e orientado a partir do Inc. 4º, do Art. 7º das Diretrizes
Curriculares Nacionais para o Curso Superior de Graduação em Engenharia de
Produção, sendo esse supervisionado periodicamente por um professor do curso
com formação ou experiência na área de atuação das atividades do estágio. Essas
atividades deverão ser orientadas e programadas a partir de um plano de
atividades, com a obrigatoriedade de avaliações periódicas previstas nas
normativas institucionais e dos cursos da UFAL.
O Estágio Supervisionado Obrigatório do Curso de Engenharia de Produção, da
Unidade Localizada em Delmiro Gouveia, Campus Sertão, possui 162 horas
mínimas de atividades, podendo ser realizado entre o 8º e o 10º período do curso,
sendo que seu principal objetivo é proporcionar ao aluno a oportunidade de aplicar
seus

conhecimentos

acadêmicos

em

situações

da

prática

profissional,

possibilitando-lhe, assim, o exercício de atitudes em situações vivenciadas e a
aquisição de uma visão crítica de sua área de atuação profissional futura.
Em relação as condições de exequibilidade, ressalta-se que as atividades do
estágio

serão

desenvolvidas de forma teórico/prática, podendo

ser nas

dependências da UFAL, como prevê o §3º do Art. 2º da Lei do Estágio, além de
empresas públicas, privadas ou junto a profissionais liberais de nível superior,
desde que devidamente registrados em seus respectivos conselhos de fiscalização
profissional, cadastrados e/ou conveniados de acordo com a legislação vigente,
sob a supervisão de um funcionário da empresa (supervisor) e de um professor da
UFAL (orientador).

113

A estruturação do estágio formaliza-se através de atividades compreendendo,
obrigatoriamente, as seguintes etapas:
•

Apresentação de termo de compromisso: o estágio só será valido a partir

do preenchimento e assinatura do Termo de Compromisso de Estágio (TCE),
celebrado entre o estudante, o docente orientador e a instituição concedente de
estágio. Esse termo é um documento institucional, contendo os dados gerais do
estágio em questão, o número da apólice de seguros que o discente tem direito,
disponibilizado, anualmente, pela Gerência de Estágio (GEST);
•

Elaboração do plano de trabalho: o estágio deve estar no contexto da

formação acadêmica e ser apresentado para registro pelo Colegiado e
devidamente aprovado e acompanhado por um docente orientador;
•

Desenvolvimento das ações programadas: o estágio deve ressaltar o lado

da qualidade formal, no aprimoramento das condições instrumentais do exercício
profissional;
•

A avaliação final do estágio: deverá ser apresentado um relatório completo

das atividades ao Coordenador de Estágio e ao Colegiado do Curso, avaliado e
assinado pelo orientador e pelo supervisor do estágio.
Essas atividades deverão estar compreendidas dentro das diferentes áreas de
atuação do curso, tais como:
•

Logística;

•

Engenharia de Operações e Processos da Produção;

•

Pesquisa Operacional;

•

Engenharia da Qualidade;

•

Engenharia Organizacional;

•

Engenharia Econômica;

•

Engenharia do Trabalho;

•

Engenharia do Produto;

114

•

Engenharia da Sustentabilidade;

•

Educação em Engenharia de Produção.

Sobre o Estágio Curricular Supervisionado Não Obrigatório é atividade opcional
integrante

do

conjunto

de

possibilidades

previstas

para

as

atividades

complementares. A carga horária será de no máximo 30 horas semanais, desde
que não haja prejuízo nas atividades acadêmicas obrigatórias. Nos períodos de
férias escolares poderão ocorrer atividades de estágios não obrigatórios, sendo a
jornada de trabalho estabelecida entre o estagiário e a parte concedente, com
interveniência da UFAL, através da Coordenação de Estágios Curriculares do
curso.
O Estágio Não-Obrigatório poderá, respeitada a Resolução nº 71/2006CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006, ser transformado em Estágio
Obrigatório, mediante parecer favorável do Colegiado de Curso, a depender da
análise e apreciação da coordenação do curso, aprovado no Colegiado do
respectivo curso.
Demais especificidades relativas ao estágio curricular supervisionado dos alunos
de Engenharia de Produção estão definidas na resolução do colegiado de número
01/2014 ou as suas revisões aprovadas pelo colegiado do curso, como também na
Resolução CONSUNI 71/2006 e suas revisões.

16. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As atividades denominadas de atividades complementares, correspondem a outras
atividades de natureza científica e cultural (ACC) que devem corresponder a um
total de 200 horas. Elas representam práticas acadêmicas de múltiplos formatos,
obrigatórias, que podem ser realizadas dentro ou fora da Universidade, desde que
reconhecidas e aprovadas pelo Curso, como úteis à formação do aluno. Essas
práticas se distinguem das disciplinas que compõem o currículo pleno (atividades
obrigatórias) de cada curso.

115

As atividades complementares têm como finalidade complementar a formação do
aluno, ampliar o seu conhecimento teórico-prático, fomentar a prática de trabalhos
interdisciplinares e entre grupos, estimular as atividades de caráter solidário e
incentivar a tomada de iniciativa e o espírito empreendedor dos alunos.
Estas atividades incluem:


Participação em palestras, seminários, congressos, conferências, ciclo de

debates, oficinas, mesas redondas, jornadas, fóruns, etc. promovidos pela própria
instituição ou outros órgãos e entidades externas sobre temas específicos para o
Curso de Engenharia de Produção, desde que ligadas à prática de extensão,
monitoria ou iniciação científica;


Organização de eventos institucionais e acadêmicos, no Campus do Sertão;



Participação em Grupos de Iniciação Científica orientados por professor do

Curso de Engenharia de Produção;


Participação em Programas/Projetos de Pesquisa ou Extensão internos ou

externos;


Participação em grupos de pesquisa orientados por professor do Campus do

Sertão;


Realização de pesquisa científica sob orientação de professor do Campus

do Sertão;


Atividade de monitoria em disciplinas ofertadas pelo Campus do Sertão;



Matrícula – em caráter de enriquecimento curricular – em disciplinas de

outros cursos ofertados pelo Campus do Sertão (disciplinas isoladas), com
comprovação efetiva de aproveitamento de frequência e notas.


Publicação de um artigo científico com, pelo menos, um professor do curso

de Engenharia de Produção do Campus Sertão, em Evento Nacional/Internacional
em Engenharia de produção ou em revista com Qualis diferente de C nas áreas de

116

Engenharias III, Engenharias IV, Computação, Economia, Administração ou
Interdisciplinar ou em revista com qualquer Fator de Impacto (Journal Citation
Reports – JCR), sendo atribuído a cada artigo publicado em Evento
Nacional/Internacional uma carga horária de 30 horas complementares e, para
cada artigo em revista científica com Qualis diferente de C uma carga horária de 60
horas complementares.
No caso de publicação em revista científica ou evento científico sem Qualis em
Engenharias III ou Fator de Impacto, o colegiado do curso avaliará a qualidade da
revista ou evento e decidirá sobre o aproveitamento da carga horária.
As definições quanto ao que os docentes podem aproveitar como carga horária
flexível estão na Resolução 03/2018 e suas revisões aprovadas pelo Colegiado do
Curso (anexa).

17. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC
Desenvolvido pelo aluno graduando, a partir do 9o (nono) semestre do curso,
devidamente acompanhado por um orientador, visa a elaboração de um trabalho
monográfico sobre um tema da Engenharia de Produção. A carga horária total
destinada ao trabalho de conclusão de curso é de 72h, dividida em dois semestres
letivos de 36h, cada. Explica-se que, 36h estão relacionadas a parte teórica
presente na disciplina de “Elaboração e Análise de Projeto de TCC”; e a outra parte
que totaliza as demais 36h está destinada a produção do próprio TCC e sua
apresentação.
Portanto, na tentativa de agregar maior qualidade as monografias, uma disciplina é
destinada a construção do TCC e a outra destinada a elaboração e apresentação
do TCC, a saber


A disciplina, denominada “Elaboração e análise de projeto de TCC”, visa

discutir e caracterizar a pesquisa em engenharia de produção fazendo uma ligação
entre o empírico e o teórico. Também busca nortear o planejamento e elaboração
do projeto definindo técnicas de pesquisa, fontes de dados, abordando técnicas de

117

redação de relatórios de pesquisa e facilitando a definição do tema e pergunta de
pesquisa. A disciplina também será destinada a orientar a construção do
referencial teórico e revisão sistemática do trabalho do discente, detalhamento dos
métodos a serem utilizados no TCC, definição dos elementos amostrais, variáveis
de estudo, planejamento da coleta dos dados e procedimentos matemáticos a
serem utilizados. Também tem por objetivo apresentar uma estimativa dos
possíveis resultados que se pretende alcançar e as contribuições científica ou
técnicas do TCC. Os discentes terão que apresentar os aspectos citados acima a
uma banca formada por três professores com formação na área do TCC ou com
experiência profissional na mesma.


Na parte da carga horária destinada ao “Trabalho de Conclusão de Curso”,

os discentes coletarão os dados, tratarão as informações, interpretarão os
resultados e concluirão o TCC por meio de uma apresentação a uma banca
formada por três professores com formação na área do TCC ou com experienciar
profissional na mesma.
Salienta-se que o discente (na qualidade de primeiro autor ou autor principal), ao
publicar um artigo em coautoria com um professor do Curso de Engenharia de
Produção em Revista Científica com Qualis diferente de C, nas áreas de
Engenharias III, Engenharias IV, Computação, Economia, Administração ou
Interdisciplinar, ou em Revista Científica com qualquer Fator de Impacto (Journal
Citation Reports – JCR), ficarão dispensados de apresentar o TCC na modalidade
tradicional, sendo necessário a apresentação do artigo aprovado a uma banca
formada por, no mínimo, três professores com formação na área do artigo ou com
experienciar profissional na mesma. A Resolução 01/2018 do Colegiado do Curso
e suas revisões dispõem sobre o modo como será a defesa do TCC no formato
artigo científico
Demais especificidades relativas ao Trabalho de Conclusão de Curso dos
Engenharia de Produção estão definidas na Resolução 03/2014 do Colegiado do
Curso e suas revisões.

118

18. PROGRAMAS DE APOIO AO DISCENTE
Os Programas de Apoio visam estimular o aluno a vivenciar o curso desde o seu
ingresso e ao longo de sua permanência, seja através de grupos de pesquisa, de
aprimoramento do conhecimento ou de qualquer outro meio. É necessário
conscientizar o aluno de que ele é parte integrante da estrutura do curso e que a
sua melhoria reflete também na melhoria da Engenharia de Produção e da UFAL.

18.1 Curso de Nivelamento
O curso de nivelamento para os alunos recém-ingressos no curso de Engenharia
de Produção da UFAL tem como objetivo promover uma melhoria no desempenho
acadêmico dos mesmos. Seus objetivos imediatos consistem em:


Promover a integração destes alunos entre si e com os demais do

corpo discente, com os docentes do curso, de forma a incentivá-los a participar das
várias atividades desenvolvidas pela Universidade;


Mostrar a estrutura acadêmica e administrativa da Universidade;



Apresentar informações sobre a matriz curricular do curso,

Colegiado do Curso, Centro Acadêmico, Empresas Júniores, PET e Programas de
iniciação científica e extensão da UFAL;


Avaliar e complementar os conhecimentos destes alunos nas

matérias associadas a áreas de matemática e física;


Enfatizar a importância das matérias básicas para a formação

profissional.

18.2 Programa de Orientação Acadêmica – PROA
Como proposta de implantação futura, O Programa de Orientação Acadêmica do
curso de Engenharia da Produção da UFAL tem como objetivo promover uma

119

melhoria no desempenho acadêmico dos alunos através de um processo de
acompanhamento

e

orientação

exercido

por

professores

selecionados,

denominados Orientadores Acadêmicos. Seus objetivos imediatos consistem em:

Proporcionar uma melhor integração do discente iniciante ao
curso e ao ambiente universitário;

Conscientizar o discente da importância das disciplinas básicas
para sua formação e para compreensão dos conteúdos das disciplinas
profissionalizantes;

estudá-las;

Orientar o aluno na escolha de disciplinas e nos modos de


Detectar eventuais deficiências acadêmicas dos discentes e
procurar corrigi-las;

Acompanhar o desempenho do aluno em todas as disciplinas
cursadas durante o período da orientação acadêmica;


Contribuir para uma redução do índice de reprovação e a evasão;



Contribuir para uma melhoria na qualidade do curso.

O PROA é operacionalizado através da resolução 02/2018 e suas revisões.
18.3 Monitoria
O programa institucional de monitoria é coordenado pela Pró-Reitoria de
Graduação - PROGRAD, cuja principal finalidade é possibilitar ao aluno o
desenvolvimento de atividades de ensino-aprendizagem em determinada disciplina
supervisionada por um professor-orientador, tendo os seguintes objetivos:


Assessorar o professor nas atividades docentes;



Possibilitar a interação entre docentes e discentes;



Proporciona ao monitor maior aprofundamento e sedimentação

dos conhecimentos;


Desenvolver no monitor habilidades didático-pedagógicas;

120

Para submissão ao Programa o aluno deverá estar de acordo com a Resolução Nº
055/2008 – CONSUNI, de 10 de novembro de 2008.
Estando apto a se inscrever para o processo seletivo, o aluno candidato estará
submetido à prova escrita; prova prática, se a disciplina assim o exigir; exame do
histórico escolar com ênfase no estudo da disciplina e análise dos dados referentes
às suas atividades discentes constantes no histórico escolar.
No final do período de monitoria o aluno recebe um Certificado do exercício de
monitoria assinado pelo Pró-Reitor Estudantil.
18.4 Programa de Capacitação Discente – PEC
O PEC é concebido como um programa que visa congregar os alunos envolvidos
em atividades de Iniciação Científica nas mais diversas áreas da Engenharia de
Produção, e propiciar um ambiente de interação e consequente transferência de
informações entre os mesmos. A filosofia adotada no PEC baseia-se na garantia
de ampla formação científica e acadêmica aos seus integrantes, incentivando-os a
participarem de diversas atividades científico-acadêmicas, bem como de eventos
científicos de âmbito regional, nacional e internacional. Desta forma, busca-se um
aprimoramento profissional e uma condução ao desenvolvimento de estudos em
programas de pós-graduação. Um outro aspecto que norteia o programa
fundamenta-se na preocupação em desenvolver nos seus membros um espírito
crítico em relação à profissão e à própria vida em sociedade, conscientizando-os
do papel que possuem como vetores de desenvolvimento do País.
O PEC é regido por algumas diretrizes básicas que buscam melhor enquadrar seus
integrantes na filosofia deste programa, das quais se pode destacar: o estímulo à
interação entre as pesquisas desenvolvidas pelos membros, no intuito de propiciarlhes uma ampla formação com noções básicas em todas as áreas de pesquisa
existentes no Curso; formação multidisciplinar de seus integrantes; divulgação da
Iniciação Científica, ressaltando sua importância para os alunos do Curso e
encorajando-os a participarem de atividades de pesquisa desde os primeiros anos
de suas vidas acadêmicas; participação dos membros em eventos de caráter

121

científico; publicação de trabalhos técnicos em congressos e periódicos
especializados, o que enaltece os nomes do PEC, do Curso e o da UFAL; dentre
outras.
A estrutura organizacional visa subdividir as diversas atividades, descritas na
seção 3, em coordenadorias de acordo com o escopo das mesmas.. A estrutura
organizacional, em forma de organograma está representada na Figura 2.
Figura 2 – Estrutura Organizacional do PEC.

Conselho
oooo
Coordenador Docente
Coordenador Discente
Documentação

Infra-Estrutura

Finanças

Eventos

Divulgação
Site
Mural

Para ingresso no PEC, o aluno não se submete a qualquer processo seletivo,
exigindo-se estar regularmente matriculado no Curso e vinculado a um projeto de
pesquisa devidamente institucionalizado, com orientação de um(a) docente da
UFAL. Desta forma, ao ingressar neste programa os alunos passam por um
período de adaptação de três meses antes de sua efetivação como membro. Nesta
fase, estes têm suas atividades científico-acadêmicas acompanhadas pelos
membros efetivos do PEC, que os orientam no sentido de promover uma melhor
integração com todos os membros.
Incentivando seus membros a participarem de eventos de caráter científico e à
publicação de trabalhos em periódicos e congressos, visando fomentar a formação
científico-acadêmica, como também a divulgação do PEC, do Curso e da UFAL.
Tal estímulo é propiciado por meio da integração entre os membros, onde os mais

122

experientes ressaltam a importância destas atividades, além de exporem os
conhecimentos adquiridos. Desta maneira, o programa busca montar um quadro de
integrantes com a formação curricular ampla, o que facilita o ingresso dos
membros em programas de pós-graduação.
O Programa manterá uma página eletrônica com o objetivo de divulgar os eventos
e as atividades desenvolvidas pelo mesmo e os principais acontecimentos
científicos do País disponibilizam um espaço para a consulta de materiais
relacionados às pesquisas e às disciplinas do Curso. Além de manter atualizado
um mural de exposição de textos de caráter científico, o qual também serve de
meio de comunicação com os demais alunos da Instituição.
18.5 Programa de Educação Tutorial – PET
O Programa de Educação Tutorial (PET) é um programa acadêmico do MEC, o
qual é direcionado a alunos regularmente matriculados em cursos de graduação,
os quais são selecionados a participarem do Programa e se organizam em grupos,
recebendo orientação acadêmica de Professores-Tutores. O PET tem como
objetivo inserir o aluno em uma dinâmica de desenvolvimento de atividades
extracurriculares, baseadas na tríade ensino-pesquisa-extensão, visando à
complementação da formação acadêmica. Igualmente, possui como foco contribuir
para a melhoria do ensino da graduação, mediante o planejamento e execução de
diversas atividades interdisciplinares.
O PET foi criado em 1979 pela Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de
Nível Superior (CAPES), sendo denominado inicialmente de Programa Especial de
Treinamento. Em 1999, sua gestão foi transferida para a Secretaria de Educação
Superior do Ministério da Educação e Cultura (SESu/MEC). Atualmente, o
programa é regido pela Lei Federal 11.180 de 23 de setembro de 2005 e por
portarias específicas do MEC. O Programa é avaliado através de uma Comissão
de Avaliação Local e uma Comissão de Avaliação do MEC/SESu.
Em 2010, o MEC, por intermédio da SESu e da Secretaria de Educação
Continuada, Alfabetização e Diversidade – SECAD, lançou o Edital no 09/2010 que
tratou da criação de novos grupos, no âmbito do Programa de Educação Tutorial.

123

Como algumas das inovações desse edital, encontra-se a possibilidade de aceite
de propostas de novos grupos PET que possuam um caráter interdisciplinar ou por
área de conhecimento, bem como a reserva de um lote específico (lote A) para
grupos destinados aos campi fora de sede das Universidades Federais, criados no
âmbito dos programas de expansão da rede de Instituições Federais de Ensino
Superior (IFES).
Baseando-se neste edital, docentes do Eixo da Tecnologia do Campus do
Sertão/UFAL elaboraram e submeteram a proposta de criação de um grupo PET
que envolvesse os dois primeiros cursos deste Eixo: Engenharia Civil e Engenharia
de Produção. Igualmente, essa proposta foi fundamentada nas diretrizes e nos
projetos que já vinham sendo realizadas dentro do Programa de Extensão AÇÕES.
Nesse cenário surge o PET ENGENHARIAS/MEC/SESu do Campus do Sertão, o
qual foi aprovado através deste Edital em novembro de 2010 e implantado em
dezembro de 2010.
Assim, o PET ENGENHARIAS, formado pelos cursos de Engenharia Civil e
Engenharia de Produção, tem como objetivo desenvolver ações integradas de
ensino, pesquisa e extensão, de modo a enriquecer a formação acadêmica e
cidadã dos graduandos dos cursos das Engenharias do Campus do Sertão da
UFAL. Busca ainda atender eminentes demandas socioambientais da região
sertaneja do Estado de Alagoas, dentro de uma atuação pautada pela ética,
cidadania e função social da educação superior.
Nestes termos, o PET ENGENHARIAS, desde sua implantação, vem se
empenhando na participação e promoção de diversas atividades extracurriculares,
visando atingir plenamente os objetivos primordiais do programa.

18.6 Enactus
Fundado em 2018, o Time Enactus UFAL – Campus Sertão, tem como intuito
contribuir para a nossa sociedade e as pessoas que nela vivem, e incentivar os
mesmos a encontrar soluções para os problemas com um olhar empreendedor,

124

potencializando as ações estudantis locais para alcançar os desejos e necessidade
humanas regionais e de seus grupos sociais.
Podem compor o Time Enactus UFAL discentes do curso de Engenharia de
Produção, mas também discentes dos cursos de engenharia de civil e geografia,
fazendo com que nossos alunos possam ter uma experiência de idealização de
soluções em conjunto com os saberes oriundos das diferentes graduações.
A Enactus funciona como uma rede, que liga os três pilares e também desenvolve
atividades específicas para prepará-los e conectá-los. Os times Enactus recebem
treinamentos para o desenvolvimento dos projetos e para a condução de suas
atividades como time, no que concerne à estruturação, captação de recursos,
recrutamento de estudantes, auditoria dos projetos, entre outros elementos chave
para uma experiência Enactus de sucesso.
Os times são treinados com base em metodologias propostas pela Enactus
Worldwide, que tem como característica principal o critério Enactus de Avaliação, a
saber: Qual Time Enactus utilizou com maior eficiência a ação empreendedora
para empoderar pessoas, melhorando sua subsistência de forma econômica, social
e ambientalmente sustentável? Os treinamentos e acompanhamentos são
realizados time-a-time, buscando gerar uma relação de confiança e colaboração
entre a Enactus Brasil e o time Enactus em questão.
Além destes treinamentos específicos, também são realizados “Team Training
Conferences”, que reúnem todos os times do país ou de uma região para receber
informações e discutir assuntos relevantes. Além dos treinamentos, destaca-se o
Campeonato Nacional Enactus Brasil, principal evento anual da organização no
país. Durante este evento, os grupos de universitários apresentam os resultados e
impactos de seus projetos e os executivos das empresas apoiadoras elegem o time
que mais efetivamente melhorou a qualidade de vida das comunidades
beneficiadas, definindo este time como Campeão Nacional. O Campeão Nacional
representa o Brasil na Enactus World Cup, competindo com times representantes
dos demais 36 países Enactus.
Desde sua implantação no Sertão o Grupo Enactus vem desenvolvendo uma série
de ações com foco no empreendedorismo social, dos quais destacam-se três
principais:

125

 Ubuntu: projeto que tem foco em resolver dois problemas básicos nas
comunidades sertanejas, a falta de água e a falta de saneamento. Assim, as
soluções passam pela captação e reutilização das águas residuais, seu
tratamento (via filtros de baixo custo) e direcionamento para descargas e
irrigação;
 Projeto 369 sonhos: atua diretamente no conjunto habitacional Maria Sônia
Monteiro, educando, com foco no empreendedorismo e no aprimoramento
profissional de jovens, crianças e adultos. Um dos mais importantes
objetivos do projeto é a criação de uma fábrica no local, construída com
tijolos ecológicos;
 Flor do Sertão: atua junto aos indivíduos da Associação de Catadores de
Delmiro Gouveia e a população geral delmirense, por meio de auxílio técnico
acadêmico, afim de implantar uma cultura de reciclagem e reuso dos
resíduos;

A partir destas, e outras experiências futuras, que aproximam os futuros
engenheiros da realidade e problemas sociais, espera-se formam indivíduos mais
humanos e mais conscientes dos problemas locais.
18.7 Empresas juniores
Empresas juniores são associações sem fins lucrativos, que tem como objetivo
principal complementar a formação profissional dos alunos de graduação,
buscando integrar o estudante ao mercado de trabalho através da aplicação prática
dos conhecimentos teóricos e científicos adquiridos ao longo do curso.
O discente pode, ao ingressar no curso de Engenharia de Produção do Campus do
Sertão, se inscrever no processo seletivo para compor uma entre as duas
empresas juniores que têm vagas para o curso de engenharia de produção. As
empresas júniores são:
 Vetor Jr.;
 I9 engenharia Jr.

126

A primeira empresa júnior, a Vetor Jr., tem foco preparar o discente para atuar em
projetos específicos da área de engenharia de produção, tais como, plano de
marketing, projeto de layout, planejamento estratégico, entre outros. Atualmente a
empresa Vetor Jr. tem atuado em empreendimentos de três Estados da Federação
(Alagoas, Pernambuco e Bahia) e foi considerada empresa de alto crescimento.
A segunda empresa júnior, a i9 engenharia Jr, tem foco em preparar o discente do
curso de engenharia de produção para atuar em projetos que envolvam
conhecimentos compartilhados, ou não, com o curso de engenharia civil, tais como,
controle de estoque, levantamento arquitetônico e conforto luminoso. A empresa i9
tem se destacado devido ao seu grande faturamento.
Ambas as empresas estão alinhadas aos objetivos da Brasil Jr., ou seja, buscam
“formar empreendedores comprometidos e capazes de transformar o Brasil”.
Desde 2010, o Movimento Empresa Júnior (MEJ) já impactou mais de R$
70.000.000,00 na economia brasileira, que são integralmente reinvestidos na
educação empreendedora dos estudantes.
Os projetos são aconselhados pelos professores do curso, em especial, os tutores,
que vão construir com os alunos membros soluções para os problemas
identificados

nos

empreendimentos

sertanejos

locais,

potencializando

o

desenvolvimento e manutenção da existência dos negócios, estabelecimentos
comerciais e empresas/indústrias.

19. COLEGIADO DO CURSO
De acordo com o Regimento Geral da Universidade Federal de Lagoas, em seus
artigos 25 e 26, o Colegiado de Curso de Graduação tem o objetivo de coordenar o
funcionamento acadêmico de Curso de Graduação, seu desenvolvimento e
avaliação permanente, sendo composto de:
I. 05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos
suplentes, que estejam no exercício da docência, eleitos em Consulta efetivada
com a comunidade acadêmica, para cumprirem mandato de 02 (dois) anos,
admitida uma única recondução;

127

II. 01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente, escolhido
em processo organizado pelo respectivo Centro ou Diretório Acadêmico, para
cumprir mandato de 01 (um) ano, admitida uma única recondução;
III. 01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo
suplente, escolhidos dentre os Técnicos da unidade acadêmica, eleito pelos seus
pares, para cumprir mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução.
O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu Suplente (Coordenador Adjunto),
escolhidos pelos seus membros dentre os docentes que o integram.
26. São atribuições do Colegiado de Curso de Graduação:
I. coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto Pedagógico
do Curso, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, no perfil do profissional
desejado, nas características e necessidades da área de conhecimento, do
mercado de trabalho e da sociedade;
II. coordenar o processo de ensino e de aprendizagem, promovendo a integração
docente-discente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da ação docente com
os planos de ensino, com vistas à formação profissional planejada;
III. coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos resultados obtidos,
executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as alterações que se
fizerem necessárias;
IV. colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;
V. exercer outras atribuições compatíveis.
O colegiado do curso reúne-se de forma ordinária no mínimo uma vez a cada mês
(reuniões ordinárias) para discutir e coordenar aspectos do processo de ensino e
aprendizagem, analisar e promover demandas de natureza acadêmica e científica,
ordenar e resolver aspectos gerais do funcionamento do curso, encaminhar e emitir
parecer sobre processos e requerimentos do trâmite administrativo com origem
dentro e fora da comunidade acadêmica, todavia pertinentes ao escopo do Curso

128

de Engenharia de Produção. O colegiado é presidido pelo coordenador do curso
que faz as convocatórias regulares para reuniões ordinárias ou extraordinárias,
organizando suas pautas, documentando resoluções e pareceres em ata, além de
promover sua publicização junto à comunidade acadêmica do curso.

20. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)
É um grupo formado por 5 (cinco) docentes, escolhido pelo colegiado entre os
docentes que ministram aulas do curso, possuindo mandato de três. O NDE possui
atribuições acadêmicas de acompanhamento, do processo de concepção,
consolidação e atualização contínua do Projeto Político-Pedagógico do Curso.
Na seleção dos professores participantes procura-se docentes com liderança
acadêmica, conhecimento na área de engenharia, atuação no ensino, pesquisa e
extensão, bem como conhecimento de regulação educacional.
O NDE, reúne-se periodicamente, uma vez ao mês – de forma ordinária, ou de
forma extraordinária quando for convocado pelo colegiado do curso, no uso de
suas atribuições. Possui atividade periódica e articula-se com todo o corpo docente
e discente do curso, fazendo o acompanhamento permanente das questões
ligadas a execução do PPC, à sua avaliação e a sua atualização.

21 SISTEMAS DE AVALIAÇÃO
21.1 O sistema de avaliação do processo ensino e aprendizagem
As observações abaixo contribuem no embasamento e compreensão daquilo que
se pretende obter ao se avaliar.
“Avaliar pressupõe um projeto norteador de professores e alunos na direção da
consecução de objetivos claramente explicitados, dentro de uma determinada
matriz epistemológica.”

129

“A avaliação é, indubitavelmente, a maior evidenciadora do plano pedagógico que
está em curso. A forma como ela é praticada pode revelar os vínculos
remanescentes como um modelo de ensino que teoricamente é negado. Se tais
vínculos persistirem, notadamente nessa prática permeada de relações de poder,
poderão comprometer a vitalidade do projeto.”
No Curso de Engenhara de Produção a avaliação é considerada um processo, e é
percebida como uma condição que torna mais dinâmica a ação do curso pela qual
se procura identificar, aferir, investigar e analisar o desenvolvimento do discente,
do professor e do curso, confirmando se a construção do conhecimento ocorreu de
forma teórica e prática. É uma das formas como o curso pode verificar o alcance
dos seus objetivos na medida em que tem fundamentos filosóficos, psicológicos e
pedagógicos apoiados no dinamismo, continuidade, integração, progressividade,
abrangência, cooperação e versatilidade, procurando desenvolver as seguintes
funções atribuídas para a avaliação:


Função diagnóstica - visa determinar a presença ou ausência de

conhecimento e habilidades, providências para estabelecimentos de novos
objetivos, retomada de objetivos não atingidos, elaboração de diferentes
estratégias de reforço, sondagem, projeção e retrospecção de situação de
desenvolvimento do discente, dando-lhe elementos para verificar o que aprendeu e
como aprendeu;


Função formativa - localiza deficiências na organização do ensino-

aprendizagem, de modo a possibilitar reformulações no mesmo e assegurar o
alcance dos objetivos. Para que a avaliação tenha o caráter formativo, trabalha-se
a seleção dos objetivos e conteúdo das disciplinas, desenvolvendo o caráter
multidisciplinar e interdisciplinar sempre buscando a participação dos discentes. No
curso procura-se saber o que avaliar e como usar os resultados, e para tanto
estabelece critérios e objetivos dessa avaliação e os instrumentos que servirão
como meio para esse fim.

130

Nessa perspectiva, a avaliação alicerça sempre o seu alvo na formação de um
profissional eficiente, consciente e responsável. A operacionalização da avaliação
ocorrerá conforme resolução no 25/2005 do CEPE/UFAL.
O objetivo geral do processo de avaliação das disciplinas é de contribuir para o
acompanhamento das atividades de ensino e gestão, oferecendo subsídios para a
tomada de decisão, o redirecionamento das ações, a otimização e a excelência dos
processos e resultados do Curso de Engenharia de Produção do Campus do
Sertão, além de incentivar a formação de uma cultura avaliativa.
Localmente, no âmbito do Curso de Engenharia de Produção, a avaliação das
disciplinas deve ocorrer de duas formas. Na primeira delas, o aluno,
individualmente ou em grupo, através de uma representação do Centro Acadêmico
de Engenharia de Produção (CAEP) poderá encaminhar ao Colegiado do Curso,
sua percepção do processo de ensino e aprendizagem nas respectivas disciplinas
que tenha cursado, através de memorando. Em reunião do Colegiado serão
apreciadas as percepções do aluno e analisadas à luz dos objetivos pedagógicos
das disciplinas, bem como de parâmetros de qualidade necessários à formação do
egresso. Uma segunda forma de avaliação das disciplinas pelo corpo discente
acontece ao término do período letivo. Este processo é feito através da internet
com o acesso individual dos alunos ao questionário de avaliação das disciplinas
matriculadas durante todo o período letivo. O questionário de avaliação consiste de
questões de múltipla escolha, tendo ainda um espaço para a manifestação de
comentários, reclamações e sugestões. A efetivação desta forma de avaliação na
plataforma atual só é possível com o encaminhamento de informações da base de
dados do Sistema Acadêmico da UFAL.
Além dessas formas de avaliação das disciplinas pelo corpo discente, ao término
de cada período letivo faz-se o levantamento de indicadores de desempenho dos
alunos em todas as disciplinas e turmas, identificando-se o número de alunos
matriculados, que realizaram trancamento, reprovados por falta, reprovados por
média, reprovados na prova final, aprovados por média e aprovados na prova final.

131

A elaboração do atual projeto pedagógico teve como base a construção do perfil do
egresso descrito ao longo do presente PPC, que será avaliada de forma
sistemática e continuada, envolvendo todos os atores da vida acadêmica. O
processo de avaliação será conduzido pelo Colegiado do Curso a partir de
demandas identificadas por qualquer um dos atores desse processo.
A avaliação de rendimento do aluno segue a resolução da UFAL, CEPE 25/2005,
de 26 de outubro de 2005, como segue:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
(d) Estágio Curricular Obrigatório.
Onde cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que possível, aos
conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de mais de 01
(um) instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas práticas, além
de outras opções como provas orais, seminários, experiências clínicas, estudos de
caso, atividades práticas em qualquer campo utilizado no processo de
aprendizagem.
Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais dos
instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva,
calculada considerando-se a média das avaliações programadas e efetivadas pela
disciplina.
Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma das 02
(duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a ser
reavaliado naquela em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a
maior nota.
A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética, apurada até
centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das Avaliações
Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).

132

O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou superior a
5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova Final (PF).
A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina ministrada e será
realizada no término do semestre letivo, em época posterior às reavaliações,
conforme o Calendário Acadêmico da UFAL.
Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em cada
disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e
cinco décimos).
O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada da Nota Final (NF)
das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da Prova Final (PF), com
peso 4 (quatro).
21.2 Sistema de Avaliação do Projeto de Curso
A Lei de Diretrizes e Bases do Ensino, LDBEN, no seu art. 24, inciso V, considera o
processo de construção do conhecimento contínuo e progressivo, devendo a
avaliação a ele se adequar. A aprendizagem, nesse sentido, comporta elementos
de ordem subjetiva e objetiva e, portanto, deve privilegiar os aspectos qualitativos
sobre os quantitativos.
A avaliação do projeto do curso tem, como função central, de obter informações
sobre os avanços e as dificuldades de cada aluno, de modo a permitir ao professor
planejar e replanejar o processo de ensino-aprendizagem. Como tal, deve ser
instrumento

de

estímulo

e

promoção

da

aprendizagem,

cabendo

ao

professor interpretar qualitativamente o conhecimento construído pelo aluno,
considerando que esse conhecimento abrange as áreas cognitiva, afetiva e social.
Como planejado, iniciou-se no ano de 2015 a primeira avaliação do projeto
pedagógico do curso de Engenharia de Produção. Com base nessa avaliação
mudanças foram propostas e estão apresentadas durante todos o corpo deste
PPC.
As mudanças sugeridas para o PPC foram apresentadas pelo NDE a fim de propor
alterações no Projeto Pedagógico do Curso e/ou estrutura curricular para a

133

adequação do curso ao perfil profissional do egresso, indicar formas de incentivo
ao desenvolvimento de atividades de oriundas de necessidades da graduação, de
exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas pública relativas à
área do conhecimento, propor outros procedimentos e critérios para a
autoavaliação do curso, discutir sobre a opinião de consultores ad hoc para auxiliar
nas discussões do projeto e levantar dificuldades na atuação do corpo docente do
curso, que interfiram na formação do perfil profissional do egresso.

22. CONDIÇÕES DE VIABILIZAÇÃO DO CURSO
22.1. Docentes
Atualmente, o curso é atendido por 18 (dezoito) professores efetivos, contando
com professores comuns no Eixo de Tecnologia e alguns que atendem somente o
Curso, com formação em muitas áreas, devido à diversidade das disciplinas do
curso. Conta, também, com professores substitutos, que variam em quantidade, de
acordo com a necessidade de atendimento de disciplinas e substituição de
professores licenciados devido à aperfeiçoamentos.
22.2. Técnico-administrativos
O Campus do Sertão conta com uma equipe de técnico-administrativos para dar
completo apoio à Comunidade Acadêmica nas mais diversas necessidades, como
comprovação de matrícula, boletim acadêmico, pedidos de reopção de curso,
trancamento de matrícula, etc. O curso conta também com técnicos específicos de
laboratório que apoiam os docentes na aplicação de aulas práticas dos laboratórios
de ensino e na condução de experimentos relacionados à pesquisa e extensão.
22.3. Recursos materiais
O curso conta com as salas de aulas oferecidas pelo Campus do Sertão, em
comum com os outros cursos, além de 1 (uma) sala de pranchetas, para auxiliar
nas aulas de Expressão Gráfica/Desenho 1 e 2, e 2 (dois) laboratórios de
Informática, além de laboratórios específicos, como seguem:

134



Laboratório de Saneamento Ambiental;



Laboratório de Hidráulica;



Laboratório de Química;



Laboratório de Materiais de Construção;



Laboratório de Fenômenos de Transporte;



Laboratório de Física;



Laboratório de Eletrotécnica;



Laboratório de Produto e Gestão da Qualidade;

O curso buscará ainda o espaço necessário, além dos materiais e equipamentos,
para a criação dos seguintes laboratórios:
 Laboratório de Sistemas de Informação e Decisão;
 Laboratório de Ergonomia e Segurança do Trabalho;


Laboratório de Análises Financeiras e de Custos;



Laboratório de Simulação da Produção;



Laboratório de Inteligência Artificial

23. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICA
BRASIL, Lei n. 5194, de 24 de dezembro de 1966. Regula o exercício das profissões de
Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo, e dá outras providências. Publicada no
DOU em 27.12.1946 e retificado no DOU em 4 de janeiro de 1967
BRASIL, Lei n. 9394, de 20 de dezembro de 1996, Estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional. Publicada no DOU em 23 de dezembro de 1996.

135

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR
RESOLUÇÃO CNE/CES 11, DE 11 de março de 2002. Diário Oficial da União, Brasília, 9
de abril de 2002.
BRASIL, Lei n. 10861, de 14 de abril de 2004 Institui o Sistema Nacional de Avaliação da
Educação Superior – SINAES e dá outras providências Publicada no DOU em 15 de abril
de 2004.
FURLANETTO, E. L.; MALZAC NETO, H. G.; & Neves, C. P. Engenharia de Produção no
Brasil: reflexões acerca da atualização dos currículos dos Cursos de Engenharia. Revista
Gestão Industrial. Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR, Campus Ponta
Grossa – Paraná – Brasil. ISSN 1808-0448/ V.02.N. 04: P.38-50,2006.
FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE ALAGOAS – FIEA. Zoneamento
Industrial

do

Estado

de

Alagoas.

2014.

Acessado

em:

http://www.al.senai.br/public/documentos/zoneamento-industrial.pdf, acesso em 28 de
agosto de 2018.
MEC. Referências Nacionais para os Cursos de Engenharia. 2009. Disponível em:
Acessado em:

http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/referenciais.pdf, acesso em 28 de

agosto de 2018.
RENOVAÇÃO

DO

RECONHECIMENTO

DO

CURSO

DE

GRADUAÇÃO

EM

ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MECÂNICA DA ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO
CARLOS – USP, CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MECÂNICA. 15 de janeiro
de 2001.
                
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