Arquitetura e Urbanismo-Bacharelado-2018

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                    SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

CURSO DE
ARQUITETURA E URBANISMO
BACHARELADO

MACEIÓ – ALAGOAS
09 DE ABRIL DE 2019

UNIVERSIDADE FEDERAL DE
ALAGOAS

FACULDADE DE ARQUITETURA E
URBANISMO

CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO
BACHARELADO

PROJETO PEDAGÓGICO

MACEIÓ – ALAGOAS
09 DE ABRIL DE 2019

Reitora
Prof.ª Dr.ª Maria Valéria Costa Correia
Vice-reitor
Prof. Dr. José Vieira da Cruz

Coordenadora do Curso

Prof. Dr.ª Maria Lúcia Gondim da Rosa Oiticica
Vice Coordenador do Curso
Prof. Ms. Ricardo Sérgio Neves Leão Junior

Pró-Reitora de Graduação
Prof.ª Dr.ª Sandra Regina Paz da Silva
Coordenadoria de Cursos de Graduação –
CCG
Prof.ª Dr.ª Giana Raquel Rosa
Responsável pela Revisão do Projeto
Pedagógico
Ionara Gois - Técnica em Assuntos
Educacionais/CCG/PROGRAD

Comissão de Elaboração do Projeto
Prof. Dr.ª Débora de Barros Cavalcanti Fonseca
Prof. Dr.ª Flávia de Sousa Araújo
Prof. Dr. Luiz Adalberto Philippsen Junior
Prof. Dr.ª Manuella
Rodrigues de Andrade

Marianna

Carvalho

Prof. Ms. Ricardo Sérgio Neves Leão Junior

Dados da Instituição

Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
CNPJ: 00.394.445/0124-52
Município-sede: Brasília – Distrito Federal (DF).
Dependência: Administrativa Federal
Instituição mantida: Universidade Federal de Alagoas
Reitora: Maria Valéria Costa Correia
Vice-Reitor: José Vieira Cruz
Código: 577
Município Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço: Av. Lourival de Melo Mota S/N – Campus A. C. Simões. Bairro: Tabuleiro dos
Martins, Cidade: Maceió, Estado: Alagoas.
Telefone: +55 (82) 3482.1840
Portal Eletrônico: www.ufal.edu.br

3

SUMÁRIO
1.
1.1
1.2

APRESENTAÇÃO
Contextualização
Histórico do curso

6
6
7

2.
2.1
2.2
2.3
2.4
2.5

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
Dados de identificação do curso
Objetivo
Perfil profissional do egresso
Competências e habilidades
Atribuições do profissional Arquiteto Urbanista

9
9
10
11
11
12

3.
3.1
3.2
3.3

ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
Colegiado do curso de Arquitetura e Urbanismo (Bacharelado)
Núcleo docente estruturante (NDE)
Quadro docente e técnico

14
15
15
16

4.
4.1
4.2
4.3
4.4
4.5
4.6
4.7
4.8
4.9

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
Setor de Ensino, Pesquisa e Extensão (SEPE)
Estágio supervisionado
Trabalho de conclusão de curso (TCC)
Atividades complementares
Atividades Curriculares de Extensão (ACE)
Articulação das disciplinas na matriz curricular
Articulação com o curso de Design
Trajetória curricular e pré-requisitos
Ordenamento curricular do curso

18
21
27
29
30
32
35
35
36
39

5.
5.1
5.2
5.3
5.4
5.5
5.6
5.7
5.8
5.9

POLÍTICAS INSTITUCIONAIS
Responsabilidade social
Acessibilidade
Inclusão e política de cotas
Apoio discente
Política de egressos
Política de apoio docente
Política de extensão universitário e o PPC: apontamentos gerais
Programa de extensão do curso
Política de pesquisa
5.9.1 Atuação na pesquisa científica

42
43
43
46
46
48
48
49
51
57
58

6.
6.1

METODOLOGIAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM
Avaliação da aprendizagem
6.1.1 Avaliação integrada

58
60
62

7.
7.1
7.2
7.3

SISTEMAS DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
Semana de planejamento e avaliação (SPA)
Comissão de autoavaliação
NDE e Colegiado de curso

63
63
63
64

8.

INFRAESTRUTURA

64

4

9.

EMENTAS DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO CURSO
1o Semestre
2o Semestre
3o Semestre
4o Semestre
5o Semestre
6o Semestre
7o Semestre
8o Semestre
9o Semestre
10o Semestre

66
67
74
81
88
95
101
107
113
119
122

10.

EMENTAS DISCIPLINAS ELETIVAS

122

11.

ORGANOGRAMA DA MATRIZ CURRICULAR

141

12.

TABELA DE EQUIVALÊNCIA PPC 2006 - PPC2019

142

13.

REFERÊNCIAS

147

5

1.

APRESENTAÇÃO

1.1 Contextualização
Com uma extensão territorial de 27.767.661 km2, o Estado de Alagoas é composto
por 102 municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Leste, Agreste e Sertão Alagoano) e
13 microrregiões.
A população de Alagoas no último Censo realizado pelo IBGE contabilizou 3.120.494
habitantes, com densidade demográfica de 112,33 hab/Km2. A população urbana do Estado
é de 2.297.860 habitantes, representando, representando 73,63% do total. Alagoas
apresentou, em 2013, produto interno bruto (PIB) per capita de R$ 11.277,00 – o 25o entre
as unidades da federação. O índice de desenvolvimento humano (IDH) de Alagoas, em
2010, foi de 0,631 – a última posição entre as unidades da federação do país, onde o Distrito
Federal apresenta o maior IDH, de 0,824. Alagoas possui 118.933 alunos matriculados no
ensino médio e 503.322 alunos matriculados no ensino fundamental. A população estimada
do estado, em 2018, foi de 3.322.820 habitantes1.
A inserção espacial da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) leva em
consideração as demandas apresentadas pela formação de profissionais em nível superior e
a divisão do Estado em suas meso e microrregiões. Essa configuração espacial é
contemplada com uma oferta acadêmica que respeita as características econômicas e
sociais de cada localidade, estando as suas unidades instaladas em cidades polo
consideradas fomentadoras do desenvolvimento local. Com a interiorização a UFAL realiza
cobertura universitária significativa em relação à demanda representada pelos egressos do
ensino médio em Alagoas.
A UFAL é Pessoa Jurídica de Direito Público, da esfera Federal, sob registro CNPJ:
24.464.109/0001-48, com sede no Município de Maceió, no Estado de Alagoas, além de
uma Unidade Educacional (UE) em Rio Largo, município da região metropolitana da Capital.
Criada pela Lei Federal nº 3.867, de 25 de janeiro de 1961, a partir do agrupamento das
então Faculdades de Direito (1933), Medicina (1951), Filosofia (1952), Economia (1954),
Engenharia (1955) e Odontologia (1957), a UFAL é instituição federal de educação superior,
de caráter pluridisciplinar de ensino, pesquisa e extensão, vinculada ao Ministério da
Educação, mantida pela União, com autonomia assegurada pela Constituição Brasileira,
pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei 9394/96 e por seus Estatuto e
Regimento Geral.
Com a sede localizada no Campus A. C. Simões, em Maceió, a UFAL possui mais
1

Dados extraídos do Portal Cidades do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Disponível em:
<https://cidades.ibge.gov.br>. Acesso em: 19 abr. 2019.

6

dois campi no interior do Estado: Campus Arapiraca e suas unidades em Viçosa, Penedo
e Palmeira dos Índios e Campus do Sertão, com sede em Delmiro Gouveia, e com
unidade em Santana do Ipanema. São ofertados 84 cursos de graduação, distribuídos
em 23 Unidades Acadêmicas, na capital são 53 cursos, e nos campi de Arapiraca e do
Sertão são, respectivamente, 19 e 8 cursos. Na modalidade de pós-graduação, a UFAL
oferece 39 programas strictu sensu, sendo 30 mestrados e nove doutorados e 13
especializações lato sensu. Além dos cursos presenciais, há 11 ofertados na modalidade
de Educação à Distância, através do sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB).
1.2 Histórico do curso
O Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFAL foi criado em novembro de 1973, nos
padrões definidos pela Reforma Universitária de 1968, juntamente com outros dez cursos de
diferentes áreas de conhecimento. Em 24/09/1974, o Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão aprova a sua estrutura curricular e em agosto de 1979 é reconhecido pelo
Conselho Federal de Educação, Portaria Ministerial nº 853. Locou-se o referido Curso,
juntamente com o de Engenharia Civil, no Centro de Tecnologia (CTEC), a fim de aproveitar
a infraestrutura existente.
A formação de um corpo de professores arquitetos fomentou as primeiras discussões
sobre os rumos do curso. Estas reflexões resultaram no 1º Seminário de Avaliação do Curso
de Arquitetura e Urbanismo da UFAL, realizado em 1977, com o objetivo de discutir uma
proposta pioneira de mudança, que permitisse a integração do ensino, da pesquisa e da
extensão, como forma de melhorar a sua qualidade. A congregação de esforços gerou bons
resultados, entre os quais, a criação, em 1979, do Departamento de Arquitetura e
Urbanismo, que acolheu os professores já contratados, e efetuou um concurso público para
contratação de novos professores em 1980.
Em 1981 elaborou-se o primeiro Plano Departamental que priorizava trabalhar a
estrutura do departamento e do curso de modo integrado, abrindo perspectivas para o início
dos primeiros projetos de pesquisa e extensão associados ao ensino. Como resultado das
ações propostas no Plano Departamental, discutiu-se, também, a reestruturação do ensino
de graduação, visando não somente uma modificação curricular, mas, sobretudo, a

adequação do ensino de arquitetura e urbanismo à realidade socioeconômica vigente.
A mudança do sistema acadêmico da UFAL levou os professores do departamento
de Arquitetura e Urbanismo, no ano de 1993, a longas e profícuas discussões sobre a
reestruturação curricular e elaboração do Projeto Pedagógico do Curso. Implementado para
a primeira turma do regime seriado (1994), o projeto sofreu alterações em 1997, em virtude

7

das mudanças efetuadas pela Câmara de Ensino da SESU-MEC no currículo mínimo dos
Cursos de Arquitetura e Urbanismo do país, que por sua vez, foram fruto de estudos e
discussões empreendidas pela Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura (ABEA).
O desenvolvimento das atividades de pesquisa, ampliando a produção científica
resultou na consolidação dos grupos de pesquisa e na implantação do Programa de
Educação Tutorial em Arquitetura e Urbanismo PET-ARQ criado em 1995, e que realiza
atividades de pesquisa (iniciação científica), ensino (aprendizado, apresentação de
seminários e minicursos, entre outros) e extensão (organização de eventos e participação
em projetos sociais), com o objetivo de garantir aos alunos do curso oportunidades de
vivenciarem experiências não presentes em estruturas curriculares convencionais. O
Departamento de Arquitetura acolheu originalmente o Programa Interdisciplinar e
Interdepartamental de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA),
iniciado em 1997, transferido para o Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio
Ambiente com a criação das Unidades Acadêmicas.
A década de 1990 presenciou a saída de vários professores para suas qualificações
em nível de mestrado e doutorado. O retorno propiciou a criação do Programa de PósGraduação em Dinâmicas do Espaço Habitado (DEHA) aprovado pela Coordenação de
Pessoal de Nível Superior (CAPES), com sua primeira seleção no ano de 2003, sendo o
único programa de mestrado e doutorado na área de Arquitetura e Urbanismo do Estado de
Alagoas. A oferta do mestrado proporcionou no âmbito local a formação de profissionais
qualificados e capacitados para produzir e difundir conhecimentos sobre o espaço habitado,
particularmente sobre as dinâmicas naturais e sociais envolvidas na produção do espaço
destinado às atividades humanas em geral, com especial interesse nos processos que
resultam em práticas de arquitetura e urbanismo. O projeto do mestrado stricto sensu foi
aprovado pela CAPES em dezembro de 2002 e pelo Conselho de Ensino e Pesquisa da
UFAL através da Resolução nº 5/2003.
No ano de 2005, o Departamento de Arquitetura e Urbanismo passou por um
processo de discussão objetivando a formação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
(FAU), criada em março de 2006. A independência da FAU completa um ciclo de
amadurecimento institucional junto à UFAL.
Em 2008, com o projeto Reestruturação e Expansão das Universidades Federais
(Reuni), a FAU ampliou em 20% o número de vagas do curso de Arquitetura e Urbanismo e
contratou seis novos professores. No mesmo período houve uma reposição por
aposentadoria do quadro docente acolhendo outros cinco novos professores. A criação do
novo curso de graduação em Design, aprovado pelo Conselho Universitário (Consuni/UFAL)

8

em julho de 2010 e iniciado em fevereiro de 2011, também foi possibilitado pelos recursos
provenientes do Reuni. O curso de Design amplia a capacidade de formação profissional
pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, formando profissionais bacharéis em Design,
capazes de atuar em diferentes áreas, com propostas inovadoras e sustentáveis, adequação
ao mercado, empreendedorismo, inserção no contexto local e regional e promoção dos
valores éticos, sociais e ambientais.
Em março de 2012, a CAPES aprovou o curso de doutorado em Arquitetura e
Urbanismo, completando a capacidade formadora do Programa de Pós-graduação da
FAU/UFAL responsável pela qualificação profissional local de muitos arquitetos e docentes
que atuam no campo da Arquitetura e Urbanismo. Entre 2014 e 2015, ocorreram novas
reposições docentes por aposentadoria acrescentando-se ao corpo docente mais seis
professores, havendo ainda três vagas por aposentadoria a serem preenchidas durante o
ano de 2019. Esse processo de renovação dos docentes representa uma nova fase da
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo que se anuncia pela revisão do projeto político
pedagógico (PPC), valorizando e consolidando os sucessos acadêmicos alcançados, mas
também se adaptando às novas demandas educacionais e profissionais.
2. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
2.1 Dados de identificação do curso
Nome do Curso: Arquitetura e Urbanismo – Bacharelado
Modalidade: Presencial
Título ofertado: Bacharel em Arquitetura e Urbanismo
Código: 13194
Campus: Maceió

Unidade Acadêmica: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Endereço: Campus A. C. Simões – Cidade Universitária Maceió /AL. Rodovia BR 101, Km
14, CEP: 57.072 - 970. Unidade Acadêmica – FAU. Campus A. C. Simões – Cidade
Universitária Maceió /AL. Rodovia BR 101, Km 14, CEP: 57.072 - 970.
Telefone: +55 82 3214-1283
Autorização: Portaria nº 853, de 30 de agosto de 1979. Publicada em 04 de setembro de
1979.
Portaria de reconhecimento: Portaria nº 920, de 27 de dezembro de 2018. Publicada em
28/10/2018
Turno de funcionamento: Matutino (1° entrada com 36 alunos) e Vespertino (2° entrada

9

com 36 alunos)
Integralização do curso: Mínimo de 10 semestres (5 anos) e máximo de 15 semestres
(7,5 anos)
Vagas anuais: 72 vagas
Regime: Semestral
Formas de ingresso: O ingresso no curso é efetivado por meio do Exame Nacional do
Ensino Médio (Enem), tendo a plataforma Sistema de Seleção Unificada, vinculada ao
Ministério da Educação (Sisu/MEC), como meio de inscrição, respeitando os critérios de
cotas em vigor. A UFAL poderá adotar outros processos de seleção, simplificados ou não,
para o preenchimento de vagas ociosas ou em casos de convênios firmados no interesse
público. Dentre outros, aqueles que dizem respeito à formação de professores que atuam na
rede pública de ensino e à formação de gestores públicos. Em todos os casos, a igualdade
de oportunidade de acesso é garantida por meio de editais. Importante destacar que a UFAL
adota uma perspectiva de não produzir vagas ociosas, utilizando, periodicamente, conforme
o seu calendário acadêmico, editais de nova opção, de transferência externa e de reingresso
(nesse caso só para os cursos que possuem duas modalidades; de licenciatura e
bacharelado).

Título conferido aos egressos: Bacharel em Arquitetura e Urbanismo
Carga Horária total do Curso: 3.786 horas

2.2 Objetivos
Em acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais, Resolução CNE/CES n.º
2/2010, o objetivo do curso é formar arquitetos e urbanistas aptos a intervirem no espaço
habitado e construído a partir da compreensão de sua complexidade e de seus aspectos
multidimensionais, estimulando a percepção quanto ao entendimento da realidade da região
Nordeste e do estado de Alagoas a fim de promover ações direcionadas à melhoria do
espaço através da abordagem multidisciplinar.
Nesse sentido, o curso de Arquitetura e Urbanismo do Campus A. C. Simões, , tem
no seu escopo o desenvolvimento da capacidade reflexiva, crítica e propositiva acerca da
sociedade local, considerando sua inter-relação com a realidade nacional. É necessário
compreender seus mecanismos de produção do espaço construído, o alcance sustentável
com o ambiente natural e a valorização da cultura arquitetônica, urbanística e paisagística
para a coletividade, fundamentada na responsabilidade técnica e social.

10

2.3 Perfil profissional do egresso
O Curso de Arquitetura e Urbanismo, campus A. C. Simões, conforme Resolução
CNE/CES n.o 2/2010, Art. 4o, visa promover uma formação generalista, para habilitar
profissionais capazes de compreender e traduzir as necessidades de indivíduos, grupos
sociais e comunidades, com relação à concepção, à organização e à construção do espaço
interior e exterior, abrangendo o urbanismo, a edificação, o paisagismo, bem como a
conservação e a valorização do patrimônio construído, a proteção do equilíbrio do ambiente
natural e a utilização racional dos recursos disponíveis.
O curso visa ainda contemplar as competências necessárias referentes às
atribuições, atividades e campos de atuação dos futuros arquitetos e urbanistas. A Lei n. o
12.378/2010, que criou o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), e
resoluções posteriores publicadas, regulamentam a atuação profissional de arquitetos e
urbanistas.
Em ambas instâncias que regulamentam o ensino e a atividade profissional da
Arquitetura e Urbanismo fica claro o papel social do profissional a ser formado, de maneira
que seja consciente da realidade socioeconômica e cultural do mundo contemporâneo. O
próprio ingresso do curso pelo sistema Sisu/MEC também reflete esse mundo
contemporâneo que tem como uma das suas características a diluição das fronteiras. Neste
sentido, o profissional egresso deve ser capaz de intervir na sua realidade regional do
Nordeste e de Alagoas, mas também ser capaz de reconhecer e atuar em outras realidades.
Capacitar o profissional para enfrentar a complexidade inerente ao trabalho do
arquiteto e urbanista, explorando uma base de conhecimentos específicos, mas também,
plurais e em distintas escalas de atuação, é imprescindível. Desta forma, a importância da
formação generalista deve ser acompanhada da preocupação com a formação de um
indivíduo questionador, reflexivo e crítico.
2.4 Competências e habilidades
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em
Arquitetura e Urbanismo, Resolução CNE/CES n.º 2/2010, Art. 5º, o Curso de Arquitetura e
Urbanismo da FAU tem a função pedagógica de habilitar o seu egresso para o
desenvolvimento das seguintes competências e habilidades (CNE/CES, n.o 2/2010, p. 2-3):
I.

Conhecimento dos aspectos antropológicos, sociológicos e econômicos
relevantes e de todo o espectro de necessidades, aspirações e expectativas
individuais e coletivas quanto ao ambiente construído;

11

II.

III.

IV.
V.
VI.

VII.

VIII.

IX.
X.
XI.
XII.
XIII.

A compreensão das questões que informam as ações de preservação da
paisagem e de avaliação dos impactos no meio ambiente, com vistas ao
equilíbrio ecológico e ao desenvolvimento sustentável;
As habilidades necessárias para conceber projetos de arquitetura, urbanismo e
paisagismo e para realizar construções, considerando os fatores de custo, de
durabilidade, de manutenção e de especificações, bem como os regulamentos
legais, de modo a satisfazer as exigências culturais, econômicas, estéticas,
técnicas, ambientais e de acessibilidade dos usuários;
O conhecimento da história das artes e da estética, suscetível de influenciar a
qualidade da concepção e da prática de arquitetura, urbanismo e paisagismo;
Os conhecimentos de teoria e de história da arquitetura, do urbanismo e do
paisagismo, considerando sua produção no contexto social, cultural, político e
econômico e tendo como objetivo a reflexão crítica e a pesquisa;
O domínio de técnicas e metodologias de pesquisa em planejamento urbano e
regional, urbanismo e desenho urbano, bem como a compreensão dos sistemas
de infraestrutura e de trânsito, necessários para a concepção de estudos,
análises e planos de intervenção no espaço urbano, metropolitano e regional;
Os conhecimentos especializados para o emprego adequado e econômico dos
materiais de construção e das técnicas e sistemas construtivos, para a definição
de instalações e equipamentos prediais, para a organização de obras e canteiros
e para a implantação de infraestrutura urbana;
A compreensão dos sistemas estruturais e o domínio da concepção e do projeto
estrutural, tendo por fundamento os estudos de resistência dos materiais,
estabilidade das construções e fundações;
O entendimento das condições climáticas, acústicas, lumínicas e energéticas e o
domínio das técnicas apropriadas a elas associadas;
As práticas projetuais e as soluções tecnológicas para a preservação,
conservação, restauração, reconstrução, reabilitação e reutilização de
edificações, conjuntos e cidades;
As habilidades de desenho e o domínio da geometria, de suas aplicações e de
outros meios de expressão e representação, tais como perspectiva, modelagem,
maquetes, modelos e imagens virtuais;
O conhecimento dos instrumentais de informática para tratamento de
informações e representação aplicada à arquitetura, ao urbanismo, ao
paisagismo e ao planejamento urbano e regional;
A habilidade na elaboração e instrumental na feitura e interpretação de
levantamentos topográficos, com a utilização de aerofotogrametria,
fotointerpretação e sensoriamento remoto, necessários na realização de projetos
de arquitetura, urbanismo e paisagismo e no planejamento urbano e regional.

2.5 Atribuições do profissional Arquiteto Urbanista
O exercício profissional de Arquitetos e Urbanistas é regulamentado no Brasil pela
Lei n.o 12.378, de 31 de dezembro de 20102. No âmbito desta legislação aprovada, em
substituição ao Decreto Federal 23.569, de 11 de dezembro de 1933, foi também criado o
Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR. No artigo segundo são
especificadas as atribuições de arquitetos e urbanistas, consistindo em:

2Regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo; cria o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR e os

Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal - CAUs; e dá outras providências.

12

I.
II.
III.
IV.
V.
VI.
VII.
VIII.
IX.
X.
XI.
XII.

supervisão, coordenação, gestão e orientação técnica;
coleta de dados, estudo, planejamento, projeto e especificação;
estudo de viabilidade técnica e ambiental;
assistência técnica, assessoria e consultoria;
direção de obras e de serviço técnico;
vistoria, perícia, avaliação, monitoramento, laudo, parecer técnico, auditoria e
arbitragem;
desempenho de cargo e função técnica;
treinamento, ensino, pesquisa e extensão universitária;
desenvolvimento, análise, experimentação, ensaio, padronização, mensuração e
controle de qualidade;
elaboração de orçamento;
produção e divulgação técnica especializada; e
execução, fiscalização e condução de obra, instalação e serviço técnico.

As atividades descritas no artigo segundo são aplicadas, conforme descrito em
parágrafo único, aos seguintes campos de atuação:
I.
II.
III.

IV.

V.

VI.

VII.
VIII.
IX.
X.

XI.

da Arquitetura e Urbanismo, concepção e execução de projetos;
da Arquitetura de Interiores, concepção e execução de projetos de ambientes;
da Arquitetura Paisagística, concepção e execução de projetos para espaços
externos, livres e abertos, privados ou públicos, como parques e praças,
considerados isoladamente ou em sistemas, dentro de várias escalas, inclusive a
territorial;
do Patrimônio Histórico Cultural e Artístico, arquitetônico, urbanístico,
paisagístico, monumentos, restauro, práticas de projeto e soluções tecnológicas
para reutilização, reabilitação, reconstrução, preservação, conservação, restauro
e valorização de edificações, conjuntos e cidades;
do Planejamento Urbano e Regional, planejamento físico-territorial, planos de
intervenção no espaço urbano, metropolitano e regional fundamentados nos
sistemas de infraestrutura, saneamento básico e ambiental, sistema viário,
sinalização, tráfego e trânsito urbano e rural, acessibilidade, gestão territorial e
ambiental,
parcelamento
do
solo,
loteamento,
desmembramento,
remembramento, arruamento, planejamento urbano, plano diretor, traçado de
cidades, desenho urbano, sistema viário, tráfego e trânsito urbano e rural,
inventário urbano e regional, assentamentos humanos e requalificação em áreas
urbanas e rurais;
da Topografia, elaboração e interpretação de levantamentos topográficos
cadastrais para a realização de projetos de arquitetura, de urbanismo e de
paisagismo, foto-interpretação, leitura, interpretação e análise de dados e
informações topográficas e sensoriamento remoto;
da Tecnologia e resistência dos materiais, dos elementos e produtos de
construção, patologias e recuperações;
dos sistemas construtivos e estruturais, estruturas, desenvolvimento
de
estruturas e aplicação tecnológica de estruturas;
de instalações e equipamentos referentes à arquitetura e urbanismo;
do Conforto Ambiental, técnicas referentes ao estabelecimento de condições
climáticas, acústicas, lumínicas e ergonômicas, para a concepção, organização e
construção dos espaços;
do Meio Ambiente, Estudo e Avaliação dos Impactos Ambientais, Licenciamento
Ambiental, Utilização Racional dos Recursos Disponíveis e Desenvolvimento
Sustentável.

13

É de entendimento da CEAU/SESu-MEC3 que a profissão de Arquiteto e Urbanista
se constitui em habilitação única de caráter nacional, ou seja, não existem modalidades na
profissão e o pleno exercício profissional é assegurado pelo registro do diploma e do
histórico escolar. Esta opinião é partilhada pelas entidades de classe representativas dos
arquitetos e urbanistas no plano nacional, como o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB).
Portanto, o currículo deve possibilitar ao egresso uma ampla formação acadêmica que o
habilite ao exercício das diversas atividades profissionais, nas áreas de conhecimento
abrangidas.
3. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
A FAU está localizada no Campus A. C. Simões, no município de Maceió, estado de
Alagoas. No âmbito do apoio administrativo a UFAL possui três departamentos, dois núcleos
e uma superintendência que oferecem suporte às atividades da FAU/UFAL. Compõem o
apoio administrativo:
o Departamento de Administração de Pessoal (DAP/UFAL);
o Departamento de Contabilidade e Finanças (DCF/UFAL);
o Departamento de Registro e Controle Acadêmico (DRCA/UFAL);
o Núcleo Executivo de Processos Seletivos (NEPS/UFAL);
o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI/UFAL); e
o Superintendência de Infraestrutura (Sinfra/UFAL).
A estrutura organizacional da FAU/UFAL é definida por meio de seu Regimento
Interno, aprovado pelo Consuni/UFAL, por meio da Resolução n.0 21/2013, de 08/04/2013.
Integram a estrutura organizacional da FAU/UFAL:
o Direção da FAU/UFAL;
o Conselho da FAU/UFAL;
o Colegiado do curso de Arquitetura e Urbanismo;
o Colegiado do curso de Design;
o Colegiado do curso de pós-graduação em nível de mestrado e doutorado;
o Órgãos de apoio administrativo (Secretaria do curso de Arquitetura e Urbanismo e
Secretaria da pós-graduação em nível de mestrado e doutorado); e
o Órgão de apoio acadêmico.

3 Comissão de Especialistas de Ensino de Arquitetura e Urbanismo – CEAU, da Secretaria de Ensino Superior – SEsU/MEC.

14

3.1 Colegiado do curso de Arquitetura e Urbanismo (Bacharelado)
O Colegiado do curso de Arquitetura e Urbanismo é composto por sete membros,
eleitos em consulta pelos seus pares da comunidade acadêmica. Destes membros, cinco
são professores efetivos que lecionam disciplinas no curso, em efetivo exercício da
docência. Compõem ainda o colegiado um membro representante dos servidores técnicoadministrativos e um membro representante dos discentes. Cabe ao Colegiado acompanhar
o funcionamento acadêmico, o desenvolvimento e a avaliação permanente do curso.
O Quadro 1 apresenta o Colegiado do curso de Arquitetura e Urbanismo da
FAU/UFAL, nomeados por meio da Portaria no. 138, de 13 de junho de 2018 e publicada no
Boletim de Pessoal/Serviços da UFAL em 18 de junho de 2018, ano II, no. 112.

Membro Colegiado
Função
Maria Lucia Gondim da Rosa Oiticica
Coordenadora
Ricardo Sérgio Neves Leão Junior
Vice-Coordenador
Alexandre da Silva Sacramento
Titular
Juliana Coelho Loureiro
Titular
Docentes
Débora de Barros Cavalcanti Fonseca
Titular
Dilson Batista Ferreira
Suplente
Gianna Melo Barbirato
Suplente
Patricia Hecktheur
Suplente
Juliana Oliveira Batista
Suplente
Noemia Monteiro Bito
Titular
Técnicosadministrativos
Bruno Morais Silva
Suplente
Natália Avelino
Titular
Discentes
André Maia
Suplente
Quadro 1 – Membros do Colegiado do curso de Arquitetura e Urbanismo da FAU/UFAL

3.2 Núcleo docente estruturante (NDE)
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) está vinculado institucionalmente à Portaria n.o
323, de 30 de outubro de 2018, ao qual designou os docentes responsáveis pelo processo
de desenvolvimento, junto à comunidade da FAU, do PPC do curso de Arquitetura e
Urbanismo. A Portaria, sob gestão da PROGRAD/UFAL, foi publicada no Boletim de
Pessoal/Serviços da UFAL em 06 de novembro de 2018, ano II, no. 202. A vinculação dos
respectivos docentes ao NDE refere-se ao período 2018/2020. São membros do NDE:
o Maria Lucia Gondim da Rosa Oiticica
o Ricardo Sérgio Neves Leão Junior
o Manuella Marianna Carvalho Rodrigues de Andrade
o Luiz Adalberto Philippsen Junior
o Débora de Barros Cavalcanti Fonseca
o Flávia de Sousa Araújo

15

3.3 Quadro docente e técnico
A FAU/UFAL conta com 40 docentes com vínculo estatutário e situação funcional
ativa permanente e quatro vagas em processo de realização de concurso no ano de 2019.
Destes, 31 docentes atuam nos cursos de Arquitetura e Urbanismo e Design da FAU/UFAL
e nove docentes atuam exclusivamente no curso de Design.
A Figura 1 apresenta a distribuição dos docentes a partir do nível de formação –
graduação, especialização, mestrado ou doutorado.

Doutorado
23 (57,5%)
Mestrado
15 (37,5%)
Especialização
1 (2,5%)
Graduação
1 (2,5%)

Figura 1 – Titulação dos docentes da FAU/UFAL por nível

O Quadro 2 apresenta a relação dos docentes da FAU/UFAL e suas respectivas
informações cadastrais.

Docente

Admissão

Titulação

Regime de
Trabalho

Adriana Capretz Borges da Silva Manhas

21/08/2008

Doutorado

40h DE

Alana Mello de Almeida

22/09/1992

Mestrado

20h

Alexandre da Silva Sacramento

11/08/2014

Mestrado

40h

Alexandre Marcio Toledo

16/01/1995

Doutorado

40h DE

Ana Paula Acioli de Alencar

14/07/2008

Mestrado

20h

Anna Maria Vieira Soares Filha

26/08/1993

Mestrado

40h DE

Augusto Aragão de Albuquerque

12/01/2009

Doutorado

40h DE

Caroline Gonçalves dos Santos

01/08/2018

Doutorado

40h DE

Danielle Maria Lamenha Santos

20/07/2011

Mestrado

40h DE

Danielly Amatte Lopes *

20/05/2013

Doutorado

40h DE

16

Debora de Barros Cavalcanti Fonseca

16/03/2015

Doutorado

40h DE

Dilson Batista Ferreira

11/08/2014

Doutorado

40h DE

Edu Grieco Mazzini Junior *

16/12/2015

Mestrado

40h DE

Eva Rolim Miranda *

05/12/2016

Doutorado

40h DE

Fernando Antonio de Melo Sa Cavalcanti

04/03/2015

Doutorado

40h DE

Flavia de Sousa Araujo

16/05/2016

Doutorado

40h DE

Gianna Melo Barbirato

27/08/1984

Doutorado

40h DE

Heitor Antonio Maia da Silva Dores

01/09/1982

Graduação

40h

Hermes Teixeira Campelo

25/08/2008

Especialista

40h

Jorge Marcelo Cruz

29/05/2004

Mestrado

40h DE

Jose David Pacheco Guerra

28/02/1991

Mestrado

40h DE

Juliana Coelho Loureiro

25/08/2008

Doutorado

40h DE

Juliana Donato de Almeida Cantalice *

27/01/2016

Mestrado

40h DE

Juliana Michaello Macedo Dias

15/05/2008

Doutorado

40h DE

Juliana Oliveira Batista

25/08/2008

Doutorado

40h DE

Lucia Tone Ferreira Hidaka

25/08/2008

Doutorado

40h DE

Luiz Adalberto Philippsen Junior

07/12/2017

Doutorado

40h DE

Manuella Marianna Carvalho Rodrigues de Andrade

25/08/2008

Doutorado

40h DE

Maria Angelica da Silva

01/09/1983

Doutorado

40h DE

Maria Lucia Gondim da Rosa Oiticica

23/07/1998

Doutorado

40h DE

Mariana Hennes Sampaio *

10/03/2014

Mestrado

40h DE

Morgana Maria Pitta Duarte Cavalcante

13/01/1995

Doutorado

40h DE

Patricia Hecktheuer

08/10/2009

Mestrado

40h DE

Priscilla Ramalho Lepre *

21/05/2013

Mestrado

40h DE

Regina Coeli Carneiro Marques

26/01/1995

Mestrado

40h DE

Ricardo Sergio Neves Leao Junior

20/07/2011

Mestrado

40h DE

Roseline Vanessa Oliveira Machado

26/08/2008

Doutorado

40h DE

Suzann Flavia Cordeiro de Lima

20/08/2008

Doutorado

40h DE

Tacio Rodrigues Batista de Oliveira

07/06/2017

Mestrado

20h

Thaisa Francis Cesar Sampaio Sarmento *

01/08/2006

Doutorado

40h DE

Quadro 2 – Relação de docentes com situação funcional ativo da FAU/UFAL
*Professores que atuam exclusivamente no curso de Design da FAU/UFAL

A FAU/UFAL conta com técnicos administrativos, que atuam junto aos cursos de
Arquitetura e Urbanismo, Design e Pós-graduação. O Quadro 3 apresenta a relação dos
técnicos administrativos da FAU/UFAL e suas respectivas informações cadastrais.

17

Servidor técnico administrativo

Admissão

Função

Ageilton Apolinario Ferreira

10/09/2014

Técnico de laboratório

Ana Maria Alves Dos Santos

23/04/1981

Técnico em contabilidade

Bruno Morais Silva

05/11/2009

Administrador

Luciane Santos Prado

03/05/2012

Administrador

Maria Cristina Soriano Nunes

17/06/2013

Assistente em administração

Mayna Lais Tenorio de Araujo

04/02/2013

Técnico de laboratório

Noemia Monteiro Bito

26/08/2004

Pedagogo

Wilker Luiz De Melo Barbosa

26/11/2012

Secretário executivo

Quadro 3 – Relação de técnicos administrativos da FAU/UFAL

4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
O MEC, por meio da Resolução nº. 2, de 17 de junho de 2010, instituiu as Diretrizes
Curriculares para os cursos de Arquitetura e Urbanismo do Brasil, organizadas em torno de
dois núcleos de conhecimento: (1) fundamentação e profissionalizante e (2) trabalho de
conclusão de curso.
O curso de Arquitetura e Urbanismo da FAU/UFAL possui 3.786 horas. As cargas
horárias estão divididas em:
o disciplinas obrigatórias;
o disciplinas eletivas;
o estágio supervisionado;
o atividades complementares;
o trabalho de conclusão de curso (TCC); e
o atividades curriculares de extensão (ACE).
Cada um dos seis componentes fazem parte da matriz curricular do curso de
Arquitetura e Urbanismo da FAU/UFAL. As disciplinas obrigatórias representam 2.736 horas
do curso, ou seja, 72,27% do curso. Os demais componentes representam 1.050 horas, ou
seja, 27,73% do curso.
A Tabela 1 apresenta os componentes do curso de Arquitetura e Urbanismo da
FAU/UFAL a partir das cargas horárias e percentuais. A Figura 2 apresenta a distribuição
percentual dos componentes da matriz curricular, a partir de suas das cargas horárias.

18

Tabela 1 – Componentes da matriz curricular do curso, carga horaria e percentual
Componentes da matriz curricular
Carga horaria (h)
Percentual (%)
Disciplinas obrigatórias
Disciplinas eletivas
Estágio curricular supervisionado
Atividades complementares
Trabalho de conclusão de curso
Atividades curriculares de extensão
Total

2.736
216
240
126
90
378
3.786

72,27
5,70
6,34
3,32
2,37
10,00
100,00

Atividades
curriculares de
Trabalho e
dxetensão (10,00%)
conclusão de curso
(2,37%)
Atividades
complementares
(3,32%)

Estágio curricular
supervisionado
(6,34%)
Disciplinas eletivas
(5,70%)

Disciplinas
obrigatórias
(72,27%)

Figura 2 – Distribuição percentual dos componentes da matriz curricular do curso

As disciplinas do núcleo de fundamentação são obrigatórias e ofertadas no âmbito
da FAU/UFAL e do Centro de Tecnologia (CTEC/UFAL). Esse núcleo pressupõe o
embasamento teórico mínimo necessário para a iniciação do discente no campo da
Arquitetura e Urbanismo, contemplando as discussões que perpassam a estética e história
das artes, os estudos sociais, econômicos, ambientais e étnicos-raciais, a introdução ao
pensamento na Arquitetura e Urbanismo e seus aspectos introdutórios relacionados ao
comportamento estrutural das edificações. A base teórica é acompanhada do estímulo ao
ato de desenhar como meio de representação, linguagem e expressão analógica e digital
para elaboração do raciocínio prático, criativo e técnico do discente.
O núcleo profissionalizante é composto por disciplinas obrigatórias e eletivas
oferecidas no âmbito da FAU/UFAL, havendo também disciplinas obrigatórias ministradas no
âmbito do CTEC/UFAL. Nesse núcleo, a habilidade propositiva que caracteriza o profissional
egresso será desenvolvida pela inter-relação entre as atividades práticas e teóricas. O
Núcleo Profissionalizante inicia-se no segundo ano e finaliza no quarto ano de curso.

19

A organização curricular do curso é composta por quatro temáticas. Cada temática
atuará em dois semestres subsequentes, condizendo com o regime semestral do curso e,
principalmente, permitindo maior aprofundamento das discussões. As temáticas tem como
função orientar a condução das disciplinas e operam em diferentes escalas e problemáticas
da cidade. Os temas contemplam as dimensões mais significativas de atuação do
profissional arquiteto e urbanista e se aproximam dos temas objeto de estudo do DEHA em
suas linhas da pós-graduação.
O núcleo de fundamentação, que compõe o primeiro e o segundo semestres do
curso, é regido pelo tema IDENTIDADE E CULTURA, onde as habilidades de percepção e
representação serão estimuladas no estudante ao descobrir e estabelecer relações entre
arquitetura e urbanismo a partir da apreensão do espaço da cidade, contemplando
conteúdos de cultura geral e local. No primeiro semestre serão desenvolvidas duas
atividades de extensão obrigatórias que ampliam a discussão do tema ao atuarem com a
comunidade.
O Núcleo Profissionalizante compreende o terceiro ao oitavo semestres do curso.
A cada dois semestres subsequentes, os temas propostos e listados abaixo vão abarcar a
complexidade e as possibilidades de atuação do profissional egresso, atendendo a
demanda da sociedade em relação à formação profissional do arquiteto e urbanista.
O terceiro e quarto semestres são regidos pelo tema ESPAÇO HABITADO E
TECTÔNICA. Nesta etapa do curso inicia o desenvolvimento da habilidade de concepção
com a atuação reflexiva do estudante sobre os aspectos construtivos e espaciais dos
espaços habitados, agindo na escala local de modo a inter-relacionar Arquitetura,
Paisagismo e Urbanismo.
O quinto e sexto semestres são regidos pelo tema DESENVOLVIMENTO E
TECNOLOGIA. Neste momento do curso o estudante é instigado a pensar a problemática
social e tecnológica a partir de um raciocínio crítico e sistêmico, atuando de maneira
continuada no aprimoramento da habilidade de concepção e na inter-relação entre
Arquitetura e Urbanismo.
O sétimo e oitavo semestres são regidos pelo tema TEMPORALIDADES E
INTERVENÇÕES propõe ao estudante ampliar a habilidade de concepção dentro das
temporalidades da cidade e da problemática regional, considerando, no seu bojo, a
complexidade, as dinâmicas e potencialidades da contemporaneidade.
As temáticas propostas permitem trabalhar discussões que são indispensáveis à
formação do arquiteto e urbanista. A atuação do tema em dois semestres enseja distintas
abordagens dentro das disciplinas, pressupondo a ação professoral consciente da

20

necessária articulação entre disciplinas.
4.1 Setor de ensino, pesquisa e extensão (SEPE)
Para atender ao caráter generalista da profissão, os eixos básicos da formação –
Projeto de Arquitetura, Projeto de Urbanismo, e Teoria e História – passam a ser
trabalhados em quatro Setores de Ensino, Pesquisa e Extensão (SEPE), em decorrência da
realidade atual do curso e atuação dos docentes atualmente vinculados. Desta forma, a
estrutura curricular do curso é composto por quatro SEPE. São eles:
o Linguagem, Representação e Projeto de Arquitetura (LRP) – considera a
Arquitetura como fenômeno complexo que envolve condicionantes sociais,
ambientais, contextuais, legais, econômicos, programáticos, estéticos, técnicos,
físicos e estruturais, entendendo que tanto o ensino, quanto a prática, requerem
posturas projetuais reflexivas, críticas, éticas e criativas. Esse Setor preza por
aproximar e desenvolver no discente a prática projetual, tendo a problematização
e o desenvolvimento de uma linguagem própria como metas.
o Tecnologia (TEC) – está organizado em dois amplos eixos: Sistemas Estruturais,
Instalações

Prediais

e

Infraestrutura

Urbana,

sob

responsabilidade

do

CTEC/UFAL, e Conforto Ambiental, Materiais de Construção, Tecnologia da
Construção,

Geoprocessamento

e

Topografia,

sob

responsabilidade

da

FAU/UFAL.
o Planejamento, Urbanismo e Paisagismo (PUP) – abrange o Planejamento
Urbano e o Regional, integrados à ação de Projeto de Urbanismo e Projeto de
Paisagismo. O que diferencia a ação projetual do urbanismo são as bases
metodológicas e conceituais próprias e a escala de atuação, reconhecendo a
relação teórica e prática a partir do tripé diagnóstico-plano-projeto, onde o saber
exige maturação.
o Teoria, História e Crítica (THC) – entende Teoria e História de maneira
indissociável e busca uma proximidade com a prática de projeto ao ter como
premissa o exercício da investigação, interpretação e reflexão dos exemplos
históricos da arquitetura e urbanismo a partir de uma abordagem não sequencial
da história e sim temática, reconhecendo a sobreposição dos tempos históricos da
arquitetura e da cidade, atuando “com a capacidade prática de operar o repertório
poético da arquitetura e da cidade com boa consciência de onde os fatos

21

ocorreram e de onde se opera a observação, com que interesse e para que
objetivo”4.
As disciplinas estão organizadas a partir de cada um dos SEPE. O Quadro 4
apresenta as disciplinas obrigatórios do núcleo de fundamentação, concentradas no
primeiro e segundo semestres e parte do terceiro semestre.
Tema/semestre

IDENTIDADE E
CULTURA
1° semestre

SEPE

PUP
THC

Disciplinas Obrigatórias e ACE
Geometria Descritiva
Oficina de Plástica
Oficina de Desenho 1
Introdução ao Desenho Digital
Identidade, Cultura e Desenvolvimento (ACE-1)
Técnica de Elaboração de Trabalho Acadêmico 1 (TETA 1)

TEC

Elementos de Análise Estrutural (CTEC/UFAL)

LRP

Oficina de Desenho 2
Desenho Digital 1
Introdução ao Projeto de Arquitetura, Urbanismo e
Paisagismo
Estética e História da Arte (ACE-2)
Elementos da História da Arquitetura e Urbanismo
Topografia
Elementos de Mecânica dos Sólidos (CTEC/UFAL)

LRP
IDENTIDADE E
CULTURA
2° semestre

LRP/PUP
THC/LRP
THC
TEC

Quadro 4 – Disciplinas do núcleo de fundamentação

O Quadro 5 apresenta as disciplinas obrigatórias do núcleo profissionalizante, que
corresponde aos períodos do terceiro semestre ao oitavo semestre do curso, além da
obrigatórias no último ano do curso.
Tema /semestre

SEPE
LRP

ESPAÇO HABITADO
E TECTÔNICA
3° semestre

PUP
TEC

Disciplinas Obrigatórias e ACE
Projeto de Arquitetura 1
Desenho Digital 2
Desenho Universal e Acessibilidade no Ambiente Construído5
Projeto de Paisagismo 1
Conforto Ambiental 1
Geoprocessamento
Sistemas Estruturais: Concreto (CTEC/UFAL)

ESPAÇO HABITADO
E TECTÔNICA
4° semestre

LRP
PUP
THC

Projeto de Arquitetura 2
Projeto de Paisagismo 2
Diagnóstico e Planejamento 1 (ACE-3)
Teoria e História 1: Tipologia

4

ROCHA-PEIXOTO, Gustavo. A estratégia da Aranha, ou, da possibilidade de um ensino metahistórico da arquitetura. Rio de
Janeiro: BookRio, 2013. p.109.
5

A disciplina foi inserida no quadro das disciplinas obrigatórias após publicação do Parecer CNE/CES nº 948/2019, que
determinou o ensino de DESENHO UNIVERSAL nos cursos de Arquitetura e Urbanismo e similares a partir do ano 2020.

22

TEC

Conforto Ambiental 2
Infraestrutura Urbana
Sistemas Estruturais: Aço e Madeira (CTEC/UFAL)

LRP / PUP
DESENVOLVIMENTO
E TECNOLOGIA
5° semestre

THC
TEC

Projeto de Arquitetura e Urbanismo (ACE-4)
ACE - PRODUTO
Teoria e História 2: Morfologia
Conforto Ambiental 3
Instalações Hidrossanitárias Prediais (CTEC/UFAL)
Sistemas Estruturais: Alvenaria Estrutural (CTEC/UFAL)

LRP
DESENVOLVIMENTO
E TECNOLOGIA
6° semestre

PUP
THC
TEC

TEMPORALIDADES E
INTERVENÇÕES
7° semestre

TEMPORALIDADES E
INTERVENÇÕES
8° semestre

Instalações Elétricas Prediais (CTEC/UFAL)

THC

Projeto de Arquitetura 4
Projeto de Interiores 2
Projeto de Urbanismo 1
Conservação e Restauro 1
Teoria e História 4: Tectônica

TEC

Tecnologia da Construção 1

LRP

Projetos Avançados em Arquitetura (A, B, C)
Projetos Avançados em Urbanismo (A, B, C)
Planejamento Regional
Conservação e Restauro 2
Técnica de Elaboração Trabalho Acadêmico 2 (TETA 2)
Conforto Ambiental 4

LRP
PUP

PUP
THC
TEC

9° semestre

Projeto de Arquitetura 3
Projeto de Interiores 1
Diagnóstico e Planejamento 2
Teoria e História 3: Verticalidade
Materiais de Construção Civil

LRP
PUP

Tecnologia da Construção 2
Projeto Executivo e Detalhamento arquitetônico
Projeto executivo e Detalhamento urbanístico
ACE EVENTO

10° semestre

ACE EVENTO
Quadro 5 – Disciplinas do núcleo profissionalizante

A Figura 2 apresenta a distribuição das cargas horárias dos SEPE e das ACE ao
longo do curso, por semestre.
As disciplinas obrigatórias, que totalizam 2.736 horas, estão distribuídas dentro de
cada um dos SEPE, conforme área do conhecimento. Os SEPE de LRP e TEC são
responsáveis por 67% da carga horária total das disciplinas obrigatórias. No entanto,
importante destacar que as atividades de ACE, embora obrigatórias, são computadas de
forma independente das disciplinas, ainda que relacionem-se diretamente às SEPE de LRP
e PUP, como por exemplo as ACE-3, ACE-4 e ACE Produto, realizadas no quarto e quinto
semestres do curso. Isso explica, inclusive, a redução das cargas horárias dos SEPE LRP e
PUP nestes semestres, apresentada na Figura 3.

23

250

Carga horária (h)

200

LRP

150

TEC
PUP

100

THC
ACE

50

0

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

Semestres do curso

Figura 3 – Distribuição das cargas horárias do curso (SEPE e ACE)

A Figura 4 apresenta a carga horária total no curso por SEPE e ACE. Os percentuais
apresentados em cada SEPE referem-se à carga horária total das disciplinas obrigatórias
(2.736 horas). O percentual apresentado do ACE refere-se à carga horária total do curso
(3.786 horas).

1000
900

891
(33%)

918
(34%)

Carga horária (h)

800
700
600
500

423
(16%)

450
(17%)

PUP

THC

400

378
(10%)

300
200
100
0

LRP

TEC

ACE

Setor de Ensino, Pesquisa e Extensão (SEPE)

Figura 4 – Distribuição da carga horaria por SEPE e ACE

As disciplinas eletivas terão o caráter de complementação e atualização na
formação do estudante, considerando as inovações observadas durante a vigência do PPC,
tanto na pesquisa científica quanto na formação profissional para a atuação em um mercado
de trabalho em constante mudança. Para tanto, as disciplinas eletivas serão reavaliadas a

24

cada ciclo de 04 (quatro) anos e, considerando a frequência da oferta, aquelas que não
foram ofertadas durante esse período poderão ser substituídas por novas disciplinas,
definidas a partir de deliberação feita pelo Colegiado do curso, com assessoria do NDE e
focadas nas necessidades de formação dos futuros profissionais.
A oferta e proposição das disciplinas eletivas passam neste currículo a ter uma
importância maior. Além de complementar a formação do discente, as disciplinas eletivas
efetivamente comporão a somatória para alcançar a carga horária mínima dos discentes na
atividade de ensino. O discente deverá cursar 216 horas de disciplinas eletivas que serão
ofertadas no mesmo turno das disciplinas obrigatórias do aluno. O Quadro 6 apresenta as
disciplinas eletivas oferecidas pela FAU/UFAL a partir dos SEPE.

Setor de Ensino, Pesquisa e Extensão (SEPE)
LRP
Psicologia Ambiental
Ergonomia e
Acessibilidade
Ateliê Vertical*
Gerenciamento de
Projetos 1*
Gerenciamento de
Projetos 2*
Empreendedorismo*
Projetos Especiais 1*
Projetos Especiais 2*

TEC
Avaliação PósOcupação

PUP
Pesquisa em
Urbanismo

THC
Arquitetura Moderna
na América Latina

Administração da
Produção na
Construção Civil*

Urbanização de
Favelas

Arquitetura
Contemporânea na
América Latina

Engenharia de
Segurança do
Trabalho*
Ética e Legislação*
Orçamento em obras
públicas

Regularização
Fundiária
Plano Diretor
Projeto de Urbanismo
2*
Planejamento Regional
2*

Arquitetos Modernos
Arquitetura Moderna
Brasileira
Arquitetura Colonial
Brasileira
Pensamento e Crítica
na Arquitetura 1

Projetos Especiais em
Urbanismo e
Paisagismo*

Pensamento e Crítica
na Arquitetura 2

Planejamento e Projeto
de Paisagismo*

Métodos e Técnicas
de Pesquisa

Transporte e
Mobilidade*

Teoria e prática da
conservação
patrimonial

Urbanismo Tático*

Corpo e Cidade
Cidades Alagoanas*
Infografia na
Arquitetura e Cidade
Arte Contemporânea*
Quadro 6 – Disciplinas eletivas oferecidas por SEPE
*Disciplinas eletivas com ementas a serem propostas oportunamente.

25

Além do conjunto das disciplinas obrigatórias e eletivas, o componente curricular
contempla ainda o estágio supervisionado, trabalho de conclusão de curso (TCC) e
atividades complementares. Estes componentes valorizam a autonomia na formação
acadêmica, por pressupor o engajamento ativo do aluno na apropriação dos conhecimentos
adquiridos para realização de interfaces profissionais, na escolha de temáticas de
investigação e no desenvolvimento das diferentes interfaces possíveis com outras áreas de
conhecimento.
O estágio supervisionado é obrigatório e aprofunda o conhecimento disciplinar
adquirido por meio do contato com a prática no campo profissional. O trabalho de
conclusão de curso aprofunda o conhecimento com mais proximidade com a pesquisa
acadêmica.

As

atividades

complementares

permitem

conhecer

e

explorar

as

possibilidades de diálogo com outras áreas de conhecimento a partir da livre escolha em
cursar disciplinas em outras Unidades Acadêmicas da UFAL, assim como participando de
outras atividades como seminários, cursos, congressos e simpósios fora do âmbito da
Unidade Acadêmica. Essa formação compreende 456 horas do curso, sendo 240 horas de
Estágio Supervisionado, 90 horas de Trabalho de Conclusão de Curso e 126 horas de
Atividades Complementares.
A Figura 6 apresenta os demais componentes da matriz curricular do curso, para
além das disciplinas obrigatórias e ACE.

300

Carga horária (h)

250

216
(5,70%)

240
(6,34%)

200

126
(3,32%)

150

90
(2,37%)

100
50
0

Disciplinas eletivas

Estágio curricular
supervisionado

Atividades
complementares

Trabalho de conclusão
de curso

Componentes complementares da matriz curricular

Figura 6 – Componentes complementares da matriz curricular do curso

26

Juntos, os componentes disciplinas eletivas, estágio curricular supervisionado,
atividades complementares e o trabalho de conclusão de curso correspondem a 672
horas, de um total de 3.786 horas do curso, o que corresponde a 17,75% do curso.
4.2 Estágio supervisionado
A Lei n.º 11.788, de 25 de setembro de 2008 – Lei do Estágio define o “estágio como
o ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à
preparação para o trabalho produtivo do estudante”.
Na UFAL, os estágios curriculares supervisionados são regulamentados a partir da
Lei do Estágio em conjunto com a Resolução n.º 71/2006 do Consuni/UFAL, de 18 de
dezembro de 2006, ficando definido como componente curricular, presente nos cursos de
graduação, sendo dividido em estágios curriculares supervisionados, obrigatório e não
obrigatório, desde que previstos nos projetos pedagógicos dos cursos.
O estágio curricular supervisionado obrigatório para o curso de Arquitetura e
Urbanismo está previsto e orientado a partir do Art. 7.º das Diretrizes Curriculares Nacionais
para o Curso Superior de Graduação em Arquitetura e Urbanismo (Resolução n.º 2/2010
CNE/CES), a qual institui as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em
Arquitetura e Urbanismo. Em seu Art. 7 º, salienta que:
Os estágios supervisionados são conjuntos de atividades de formação,
programados e diretamente supervisionados por membros do corpo docente
da instituição formadora e procuram assegurar a consolidação e a
articulação das competências estabelecidas (Resolução n.º 2/2010
CNE/CES).

A estrutura curricular do curso de Arquitetura e Urbanismo introduz o estágio
supervisionado obrigatório, com carga horária de 240 horas, a partir do 7° semestre do
curso, no entanto, o registro de nota (na disciplina de Estágio Supervisionado) apenas será
implantado no histórico escolar a partir do 9º semestre do curso. Para o estágio não
obrigatório sugere-se a realização a partir do 5° semestre do curso. Entende-se a atividade
de estágio, obrigatória ou não, como aprendizagem por meio de atividades práticas, pela

participação em situações reais de trabalho na área de formação do estudante, realizadas
junto a profissionais formados em Arquitetura e Urbanismo e áreas afins ou junto às pessoas
jurídicas de direito público ou privado, sob responsabilidade e coordenação da Instituição de
Ensino.
O estudante/estagiário é supervisionado periodicamente por um professor do curso
com formação ou com experiência na área de atuação das atividades do estágio. No local
do estágio, o responsável pelo estagiário avaliará o desempenho do estudante
periodicamente até a sua finalização. As atividades de estágio deverão ser orientadas e
27

programadas a partir de um plano de atividades, com a obrigatoriedade de avaliações
periódicas previstas nas normativas institucionais e específicas do curso.
O estágio formaliza-se, obrigatoriamente, pelo cumprimento das seguintes etapas:
o

Preenchimento da ficha de solicitação de estágio: a empresa (pública,
particular ou ainda pessoa física) deve preencher um formulário solicitando
estagiário, informando dados da empresa (ou pessoal), período pretendido e as
atividades a serem desenvolvidas;

o Apresentação de termo de compromisso: o estágio só será válido a partir do
preenchimento e assinatura do Termo de Compromisso de Estágio (TCE),
celebrado entre o estudante, a instituição de ensino e a instituição concedente de
estágio. Esse termo é um documento institucional, contendo os dados gerais do
estágio em questão, o número da apólice de seguros que o discente tem direito,
disponibilizado, anualmente, pela Gerência de Estágio (GEST);
o Elaboração do plano de trabalho: o estágio deve estar no contexto da formação
acadêmica e ser apresentado para registro pelo Colegiado e devidamente
aprovado e acompanhado por um docente orientador;
o Desenvolvimento das ações programadas: o estágio deve ressaltar o lado da
qualidade formal, no aprimoramento das condições instrumentais do exercício
profissional;
o Avaliação final do estágio: deverá ser apresentado um relatório completo das
atividades ao Coordenador de Estágio e ao Colegiado do curso, avaliado e
assinado pelo orientador e pelo supervisor do estágio. O aluno deve seguir o
Modelo de Relatório disponibilizado no site do curso.

As atividades desenvolvidas no estágio deverão estar compreendidas dentro das
diferentes áreas de atuação do curso, como por exemplo: projeto arquitetônico,
planejamento urbano, projeto de urbanismo e paisagismo, preservação do patrimônio,
acompanhamento e gerenciamento de obras, sistemas construtivos ou arquitetura de
interiores.
O estágio curricular supervisionado não obrigatório é atividade opcional integrante do
conjunto de possibilidades previstas para as atividades complementares. A carga horária
será de no máximo 30 horas semanais, desde que não haja prejuízo nas atividades
acadêmicas obrigatórias. Nos períodos de férias escolares poderão ocorrer atividades de
estágios não obrigatórios, sendo a jornada de trabalho estabelecida entre o estagiário e a

28

parte concedente, com interveniência da UFAL, por meio da Coordenação de Estágios
Curriculares do curso.
O estágio não obrigatório poderá, respeitada a Resolução n.º 71/2006 do
Consuni/UFAL, de 18 de dezembro de 2006, ser aproveitado como estágio obrigatório,
mediante parecer favorável do Colegiado do Curso, a depender da análise das
documentações e relatório de estágio apresentado pelo aluno/estagiário.
4.3 Trabalho de conclusão de curso (TCC)
O trabalho de conclusão de curso é componente curricular obrigatório, realizado ao
longo do último ano de estudos, podendo ser de natureza projetual ou discursiva desde que
relacionado às áreas de formação e atuação profissional.
O trabalho de conclusão de curso tem como objetivo a elaboração de uma síntese
dos conhecimentos produzidos no curso, exposto pela integração de conhecimento e
consolidação das técnicas de pesquisa pelo discente concluinte que demonstre as
habilidades adquiridas, consolidando sua formação e a transição do curso de Arquitetura e
Urbanismo para a atividade profissional. Corresponde a um trabalho individual, com tema de
livre escolha do discente, obrigatoriamente relacionado com as atribuições profissionais. O
TCC deve ser desenvolvido sob a supervisão de um professor orientador, escolhido pelo
estudante entre os docentes do curso, conforme Resolução n.º 2/2010 CNE/CES.
O trabalho de conclusão de curso está institucionalizado na UFAL pela Resolução n.º
25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005, sendo componente curricular obrigatório em
todos os Projetos Pedagógicos dos Cursos da UFAL.
Para fundamentar e subsidiar o desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de
Curso foi proposta na nova matriz curricular uma disciplina obrigatória no 8º período,
denominada Técnica de Elaboração de Trabalho Acadêmico 2 (TETA 2), que contempla a
elaboração do plano de trabalho abordando conteúdos relacionados aos procedimentos
metodológicos e normas referentes à elaboração de trabalhos acadêmico-científicos. O
Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser desenvolvido nos 9º e 10º períodos, tendo,
obrigatoriamente, a defesa final com banca avaliadora no 10º semestre.
A regulamentação do trabalho de conclusão de curso foi criada pela Resolução n.º
01/2011 do Curso de Arquitetura e Urbanismo e deve ser revista para adequar-se à nova
matriz curricular, conform neessário.

29

4.4 Atividades complementares
As Atividades Complementares consistem em monitoria, iniciação científica,
participação em congressos ou seminários científicos, estágio supervisionado não
obrigatório, extensão, participação em atividades diversas listadas no Quadro 7. Para
garantir que o aluno busque inserção em mais de uma dessas atividades, o aproveitamento
da carga horária como atividade complementar deve ser no máximo de 80 horas por
segmento.
Cada uma das atividades será registrada mediante apresentação do plano de
atividades e de certificação assinada pelo orientador, supervisor ou organizador do evento.
São atividades complementares:
o Monitoria: Atividade desempenhada em disciplinas do curso de Arquitetura e
Urbanismo. A atividade prevê a dedicação de 12 horas semanais. O aluno poderá
atuar como monitor em até duas disciplinas sequencialmente.
o Iniciação científica: Atividades de iniciação científica, desenvolvidas junto a um
ou mais professores, com ou sem financiamento das agências de fomento à
pesquisa (FAPEAL, CNPq etc.). A atividade deve envolver o aluno em pelo menos
12 horas de atividades semanais.
o Participação

em

Congressos,

Seminários

Científicos

e

Minicursos:

Congressos, Seminários e Minicursos de reconhecido valor científico, desde que
na área de formação do(a) aluno(a) ou em áreas afins. Um total de horas
equivalente àquelas frequentadas na atividade;
o Estágio supervisionado não obrigatório: Essa prática também poderá ser
aproveitada como Atividade Complementar, desde que esteja em conformidade
com a regulamentação de estágio.
o Extensão: Atividades que envolvam a aproximação e o diálogo entre a UFAL e os
diferentes setores da sociedade, desde que não corresponda às atividades
curriculares de extensão (ACE) institucionalizada em cinco disciplinas obrigatórias
da estrutura curricular proposta.
o Participação em atividades do PPGAU/FAU: acompanhamento dos seminários
de dissertação ou tese e defesas de mestrado e doutorado do PPGAU/FAU a fim
de estreitar as relações entre a graduação e pós-graduação. Essa Atividade
Complementar precisa ser devidamente regulamentada em parceria com os
órgãos colegiados da graduação e pós-graduação da FAU/UFAL.

30

o Participação com aproveitamento em disciplinas oferecidas por outras
instituições e/ou unidades acadêmicas não contempladas no currículo do curso
de Arquitetura e Urbanismo.
o Participação em entidades estudantis, colegiados de curso, conselhos de
unidade acadêmica, conselhos superiores, empresas juniores, núcleos temáticos
e de pesquisas.

Atividade
Atividades de monitoria em
disciplinas de graduação.

Atividades de pesquisa com
bolsa ou sem bolsa
(Instituições fomentadoras de
pesquisa científica).
Participação como ouvinte,
em minicursos, cursos de
extensão, oficinas,
seminários, entre outros.

Documentos de
Comprovação
Documento emitido pela
Coordenação de Monitoria.

Documento emitido pelo
Órgão que financiou a
pesquisa que comprove a
aprovação do relatório final ou
parcialmente.
Certificado de participação
emitido pela entidade
promotora, constando a carga
horária da atividade.

Apresentação de
comunicações ou pôster em
eventos científicos.

Certificado de apresentação
emitido pelo evento.

Publicação de trabalhos
completos em anais de
eventos científicos.
Publicação de resumos em
anais de eventos científicos.

Cópia do material publicado e
certificado do organizador dos
anais do evento.
Cópia do material publicado e
certificado do organizador dos
anais do evento.

Publicação de artigos em
periódicos de divulgação
científica com ISSN e
Conselho Editorial.
Publicação de artigos em
periódicos de divulgação
científica ou de caráter não
científico.
Desenvolvimento ou
participação no
desenvolvimento de material
informacional (divulgação
científica) ou didático (livros,
CD-ROM. Vídeos e
exposições.
Desenvolvimento ou

Cópia do material publicado.

Valor em Horas
Até 80 horas por semestre,
respeitando o teto de 160 horas
para o total de atividades deste
tipo.
80 horas por ano de bolsa,
respeitando o teto de 160 horas
para atividades deste tipo.

Igual à carga horária
especificada no certificado de
participação, respeitando o teto
de 80 horas para o total de
atividades deste tipo.
10 horas por comunicações ou
pôster apresentados, ou carga
horária apresentada no
certificado de participação,
respeitando o teto de 80 horas
para atividades deste tipo.
10 horas por publicações em
anais, respeitando o teto de 40
horas para atividades deste tipo.
05 horas por resumo publicado
em anais, respeitando o teto de
20 horas para atividades deste
tipo.
30 horas por artigo publicado
respeitando o teto de 60 horas
para atividades deste tipo.

Cópia do material publicado.

15 horas por artigo publicado
respeitando o teto de 60 horas
para atividades deste tipo.

Cópia do material
desenvolvido e certificado do
Coordenador ou organizador
do projeto.

20 horas por material
desenvolvido respeitando o teto
de 80 horas para atividades
deste tipo.

Cópia do material

20 horas por material

31

participação na elaboração
de instrumentos de pesquisa,
guias ou catálogos de acervo
de memória e/ou exposições.
Organização ou participação
na organização de eventos
científicos.
Estágio não obrigatório

desenvolvido e certificado do
Coordenador ou organizador
do projeto.

desenvolvido respeitando o teto
de 80 horas para atividades
deste tipo.

Certificado de participação
emitido pela entidade
promotora.
Mesma documentação do
estágio obrigatório

Participação como ouvinte
em atividade de defesa de
mestrado e doutorado do
PPGAU.

Relatório sobre a defesa e
confirmação de presença
assinado pelo presidente da
banca comprovando a
participação.
Histórico Escolar.

10 horas por evento organizado,
respeitando o teto de 40 horas
para atividades deste tipo.
30 horas (mediante parecer
favorável do Colegiado de
Curso)
05 horas por Banca de defesa,
respeitando o teto de 20 horas
para atividades deste tipo.

Disciplina eletiva, cursada e
com aprovação, na UFAL ou
em outra IES.
Representação estudantilColegiado da Graduação, CA,
DCE e UNE.

Até 60 horas.

Atas ou documentos similares 60 horas por ano de mandato,
que atestem a nomeação e/ou respeitando o teto de 120 horas
término do mandato, emitidas
para o total de atividades deste
pelo Órgão Colegiado.
tipo.
Quadro 8 – Atividades complementares, indicação de documentos e
o valor das horas para cada atividade.

4.5 Atividades curriculares de extensão (ACE)
Outra atividade obrigatória para a formação discente é a extensão. O presente PPC
buscou reconhecer as práticas didáticas potencialmente extensionistas e as práticas
extensionistas já existentes, incorporando-as à matriz curricular.
As atividades curriculares de extensão (ACE) atuarão no SEPE Teoria, História e
Crítica (THC), mediante a atividade Estética e História da Arte, no SEPE Planejamento,
Urbanismo e Paisagismo (PUP), incorporando os temas transversais (direitos humanos,
acessibilidade, inclusão social, meio ambiente e relações étnico-raciais) com o compromisso
de atuação sócio espacial nas comunidades, desenvolvimento de propostas e posterior
apresentação dos produtos desenvolvidos.
O SEPE Linguagem, Representação e Projeto de Arquitetura (LRP) também atuará
na atividade de extensão em conjunto com SEPE THC e PUP. Haverão outras três ACE,
sendo uma com caráter de produto, cujo objetivo é apresentar a produção dos alunos
decorrente da ACE 3 e ACE 4 e duas com caráter de evento que ocorrerão no 9° e 10°
semestres.
O Quadro 9 apresenta as atividades curriculares de extensão, por período do curso e
setores de estudo envolvidos.

Natureza

Programa de Extensão: Repensar e Projetar a
Cidade Alagoana no Século XXI

Semestre

SEPE

32

Projeto

Projeto
Produto
Evento

ACE 01: Identidade, Cultura e Desenvolvimento

1º

PUP

ACE 02: Estética e História da Arte

2º

THC / LRP

ACE 03: Diagnóstico e Planejamento1

4º

PUP

ACE 04: Projeto de Arquitetura e Urbanismo

5º

LRP / PUP

ACE 05

5º

LRP / PUP

ACE 06

9º

ACE 07

10

o

-

Quadro 9 – Atividades curriculares de extensão por período do curso

As atividades curriculares de extensão compõem o programa existente, intitulado
“Repensar e Projetar a Cidade Alagoana no Século XXI”. A ACE 1 – Identidade, Cultura e
Desenvolvimento é responsável pelos temas transversais que deverão ser discutidos e
compreendidos a partir de questões contemporâneas que envolvem o desenvolvimento
social, espacial, ambiental e econômico das cidades de maneira geral e local.
A Educação para as Relações Étnico-raciais (ERER), incorporada aos Projetos
Político Pedagógicos de Cursos de licenciatura e bacharelado da UFAL, estimula a
integração entre saberes étnicos constitutivos de nossa cultura brasileira (branco, indígena,
negro e cigano), em destaque a nossa cultura alagoana. Tem como referência o Programa
Ações Afirmativas para Afrodescendentes (PAAF), com o empenho do Núcleo de Estudos
Afrobrasileiros (NEAB-UFAL), criado em 1981, inicialmente Centro de Estudos Afro
Brasileiros (CEAB), que atua tanto internamente à UFAL, com o papel de promover cursos
de formação/capacitação, debates, disponibilização de acervo (documental e bibliográfico)
para consulta e coordenação geral de editais sobre ERER; quanto externamente, em
parceria com outras instituições educacionais do Estado, do país e/ou outros países, e com
os movimentos sociais. O curso de Arquitetura e da FAU/UFAL, de acordo com o Parecer
CNE/CP n.º 03, de 10 de março de 2004, e com a Resolução CNE/CP n.º 01, de 17 de
junho de 2004, intenta cada vez mais ampliar e problematizar tal discussão em pesquisas e
acredita que, por meio de atividade de extensão, poderá ser mais eficiente na sua atuação.
A Lei n.º 9.795, de 27 de abril de 1999, regulamentada pelo Decreto n.º 4.281, de 25
de junho de 2002, dispõe especificamente sobre a educação ambiental e institui a Política
Nacional de Educação Ambiental (PNEA), como componente essencial e permanente da
educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e
modalidades do processo educativo. Nesse sentido, a educação ambiental institui-se no
curso pela ACE 1 e é articulado em todas as disciplinas do SEPE PUP que, dentro do vasto
aparato legal, introduz ao ensino importantes leis que propiciam a reflexão acerca das
questões ambientais como: Lei Nacional de Parcelamento do Solo (Lei n.º 6.766/1979),
Estatuto da Cidade (Lei n.º 10.257/2001) e Código Florestal (Lei n.º 12.651/2012).
33

A educação em direitos humanos adequa-se na UFAL pela Resolução CNE/CP n.o
01/2012. Sua inserção no curso ocorre pela transversalidade, visando fundamentar a
discussão a partir da contextualização sobre o debate da promoção dos direitos humanos e
de uma sociedade diversa e plural. O início dessa discussão ocorre na ACE 1, se reforça na
ACE 3 (Diagnóstico e Planejamento 1, Projeto de Urbanismo 1 e Projeto de Arquitetura 3) e
se desdobra também em outras disciplinas como Projeto de Arquitetura, Diagnóstico e
Planejamento 2, Projeto de Urbanismo 2 e Planejamento Regional a partir de instrumentos
legais evidenciados e utilizados para embasar as discussões no âmbito da formação
profissionalizante dos estudantes, tais como:
o Legislação sobre Acessibilidade (Lei n.o 10.098/2000 e Decreto n.o 5.296/2004);
o Estatuto da Cidade (Lei n.o 10.257/2001);
o Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social (Lei n.o 11.124/2005);
o Lei da Assistência Técnica (Lei n.o 11.888/2008);
o Legislação Federal Pertinente à Regularização Fundiária; e
o Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei n.o 12.587/2012).
A ACE 2 (Estética e História da Arte) objetiva introduzir os alunos à sensibilidade
artística e à experiência estética como parte do processo de formação e iniciação ao mundo
das artes, assim como reconhecer os potenciais artísticos e culturais de Alagoas. A ACE 3
(Diagnóstico e Planejamento 1) visa proporcionar ao aluno o reconhecimento de problemas
cotidianos a partir da vivência em uma comunidade, tendo como objetivo realizar um
diagnóstico e desenvolver um plano que definirá as ações de intervenção que serão
desenvolvidas no semestre seguinte, na ACE 4 (Projeto de Arquitetura e Urbanismo).
Acompanhando os temas definidos por ano e as ementas, a ACE 3 caracteriza-se
pela discussão do direito à moradia e busca consolidar as ações já desenvolvidas pelo
BECO (Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo) que integra extensão, pesquisa e
ensino, buscando o intercâmbio de informações da comunidade acadêmica com a
comunidade de trabalho, sem que haja qualquer tipo de opressão a qualquer uma das
partes, de maneira horizontal, sem hierarquização e com o exercício do diálogo para
encontrar soluções.
As Atividades Curriculares de Extensão, por sua especificidade, poderão não atender
à sugestão de participação da Avaliação Integrado (a ser explicado adiante). Os Quadros 12
a 15 no item 5.7 p.49, apresentam a descrição das atividades curriculares de extensão
(ACE) propostas. A figura abaixo expõe as cargas horárias e percentuais das ACE.

34

ACE 07 Evento
(54h - 14%)

ACE 01 Projeto
Identidade,
Cultura e
Desenvolvimen
to
(54h - 14%)

ACE 06 Evento
(36h - 10%)

ACE 02 Estética e
História da
Arte
(54h - 14%)

ACE 05 Produto
(36h - 10%)
ACE 04 Projeto de
Arquitetura e
Urbanismo
(90h - 24%)

ACE 03 Diagnóstico e
Planejamento 1
(54h - 14%)

Figura 7 – Cargas horárias e percentual das ACE

4.6 Articulação das disciplinas na matriz curricular
As discussões realizadas com o corpo docente para a elaboração deste PPC,
conduziram à articulação das disciplinas a partir dos temas expostos e direcionaram para
uma abordagem mais flexível da integração das disciplinas por semestre. Entende-se que a
articulação necessária entre as disciplinas deve-se dar de maneira voluntária por parte dos
docentes.
Como modo de otimizar essa possibilidade é proposta como estratégia de
implementação do novo PPC a fixação dos professores por disciplina, considerando as
habilidades, pesquisas em desenvolvimento, o tema do concurso prestado, o interesse e
afinidades interpessoais. A proposta de fixação deve ser revista a cada ciclo de quatro anos
ou sempre que necessário pela Direção da Unidade, tendo em vista as demandas
pedagógicas orientadas pelo NDE e Colegiado do Curso.
A segunda estratégia para articulação é que essa ocorra por meio de sistema de
avaliação integrado, ou seja, sugere-se que, pelo menos, a segunda avaliação bimestral
(AB2) seja um trabalho único que contemple a articulação dos conteúdos das disciplinas
envolvidas. Para a implementação dessa estratégia é fundamental a participação dos
docentes na semana de planejamento realizada previamente ao início do semestre letivo.
4.7 Articulação com o curso de Design
A formação em Arquitetura e Urbanismo e em Design integram a mesma área de
avaliação na CAPES (código 60400005). Visando estabelecer um diálogo comum aos
cursos ofertados pela FAU/UFAL, de Arquitetura e Urbanismo e Design, ambos
bacharelados, os PPC desses cursos apontam para conhecimentos e conteúdos comuns

35

equivalentes em ementas e em cargas horárias. Envolvem conhecimentos de Teoria,
História e Crítica, e Linguagem e Representação, entre outros, conforme matriz de
equivalências, apresentada no Quadro 10.
Arquitetura e Urbanismo

Disciplina

Design

Carga
horaria (h)

Disciplina

Carga
horaria (h)

Geometria Descritiva

54

Geometria Descritiva

54

Oficina de Desenho 1

54

Desenho de Observação

72

Oficina de Plástica

54

Linguagem e Expressão Plástica

54

Oficina de desenho 2

54

Técnicas de Expressão Gráfica

54

Técnicas de Elaboração de
Trabalhos Acadêmicos 1

36

Técnicas de Trabalhos
Acadêmicos

36

Identidade, Cultura e
Desenvolvimento (ACE 1)

54

Design e Sociedade

54

Ergonomia e Acessibilidade
(eletiva)

54

Ergonomia Física

54

Projeto de Interiores 1

54

Design de Ambientes
Residenciais

72

Projeto de Interiores 2

54

Design de Ambientes
Comerciais e Institucionais

72

Quadro 10 – Matriz de equivalência dos cursos de Arquitetura e Urbanismo e Design

4.8 Trajetória curricular e pré-requisitos
A presente matriz reforça a formação sólida de base teórica e prática necessárias ao
exercício de atividades profissionais e possibilita ao aluno orientar sua preferência de estudo
para as áreas de Arquitetura ou de Urbanismo, caso queira. Essa trajetória será construída
pelo próprio aluno através das escolhas de estudo das disciplinas eletivas e das obrigatórias
do oitavo período. Os discentes terão que obrigatoriamente se matricular em uma das
disciplinas chamadas projetos avançados no oitavo semestre. Não havendo impedimento
de choque de horário, o discente poderá se matricular no máximo em dois projetos
avançados.
As disciplinas projetos avançados terão temáticas específicas de caráter propositivo
em Arquitetura, Urbanismo e/ou Paisagismo, propostas pelos docentes em concordância
com o Colegiado, aprovadas e divulgadas no semestre anterior à sua realização, para que
36

os alunos tenham conhecimento das opções ao realizarem suas matrículas. Será de
responsabilidade do NDE organizar a chamada para proposição das temáticas, o
recebimento das propostas e o encaminhamento ao Colegiado para deliberação. A
divulgação do resultado da aprovação da temática é de responsabilidade do Colegiado ao
divulgar a oferta do semestre.
A proposição da disciplina projetos avançados deve apresentar: título, informando de
maneira objetiva a(s) principal(is) temática(s) ou questão(ões) de projeto a ser(em)
trabalhada(s) na disciplina; objetivos pedagógicos atendendo aos conhecimentos,
competências e/ou habilidades que o aluno adquirirá com a disciplina, considerando a
ementa única que caracteriza as disciplinas projetuais; conteúdo programático, indicando as
principais questões de projeto, abordagens, ênfases, temáticas e conjunto de conteúdos que
serão trabalhados; procedimentos e meios a serem utilizados em sala de aula, as etapas de
trabalho e as formas de orientação e crítica (individual e/ou coletiva), respeitando-se o
caráter de exercício prático do projeto de arquitetura, paisagismo ou urbanismo; a definição
dos critérios de avaliação, com o material a ser produzido pelos alunos e a distribuição de
pontos e a bibliografia básica (3 títulos) e complementar (5 títulos).
Para projetos avançados com trabalhos individuais, a oferta por estudante deve ser
de no máximo 15 discentes por professor. Para trabalhos coletivos, essa proporção pode ser
maior a definir pelo proponente. Propõe-se que a avaliação do projeto produzido pelos
alunos na disciplina Projetos Avançados ocorra por, no mínimo dois professores, sendo
desejável a participação de professores que não estejam atuando diretamente na disciplina
e que componham o corpo docente do curso. A avaliação do professor que ministra a
disciplina deve ser conduzida enquanto processo pedagógico dentro da disciplina, mas não
na banca de avaliação. O momento da apresentação e avaliação corresponderá a um
seminário de conclusão do semestre.
A disciplina do nono semestre, denominada projeto executivo e detalhamento, está
condicionada à disciplina projetos avançados. Caso o aluno tenha cursado duas disciplinas
de projetos avançados, ele terá que escolher apenas um dos trabalhos desenvolvidos para
dar continuidade no nono período, concluindo as suas disciplinas obrigatórias. A trajetória
curricular que o aluno pode definir a partir do oitavo semestre visa respeitar e condicionar o
entendimento da atuação profissional que o mesmo vislumbra ao final do curso.
Por fim, a presente proposta curricular entende que para a qualidade da formação do
profissional é necessário instituir alguns pré-requisitos que prezam por uma qualidade no
processo de aprendizagem do discente, apresentados no Quadro 11.

37

Semestre

1º

Disciplina
Geometria Descritiva
Oficina de Plástica
Oficina de Desenho 1
Introdução do Desenho Digital
Elementos de Análise Estrutural
(CTEC/UFAL)
Técnica de Elaboração de Trabalho
Acadêmico 1 (TETA 1)
ACE 1 Identidade, Cultura e
Desenvolvimento
Elementos da História da Arq. e Urb.

2º

3º

5º

-

Introdução ao Projeto de Arq., Urb. e Paisag.

-

Oficina de Desenho 2

-

Desenho Digital 1

-

Topografia

-

Elementos de Mecânica dos Sólidos
(CTEC/UFAL)

-

ACE 2 - Estética e História da Arte

ACE 1 Identidade, Cultura e
Desenvolvimento

Desenho Universal e Acessibilidade no
Ambiente Construído

-

Projeto de Arquitetura 1

Oficina de Plástica
Oficina de Desenho 1

Conforto Ambiental 1

-

Desenho Digital 2

Introdução ao Desenho Digital

Projeto de Paisagismo 1

Introdução ao Projeto de Arq., Urb. e
Paisag.

Geoprocessamento

-

Teoria e História 1: Tipologia

Elementos de Análise Estrutural
(CTEC/UFAL)
-

Projeto de Arquitetura 2

Introdução ao projeto de Arq.e Urb.
Oficina de Desenho 2

Conforto Ambiental 2

-

Projeto de Paisagismo 2

Projeto de Paisagismo 1

Sistemas Estruturais: Concreto (CTEC/UFAL)

4º

Pré-requisito
-

Infraestrutura Urbana

-

Sistemas Estruturais: Aço e Madeira
(CTEC/UFAL)

-

ACE 3 - Diagnóstico e Planejamento 1

-

Teoria e História 2: Morfologia

-

Conforto Ambiental 3

Conforto Ambiental 1

Instalações Hidrossanitárias Prediais
(CTEC/UFAL)

-

Sistemas Estruturais: Alvenaria Estrutural
(CTEC/UFAL)

-

ACE 4 - Projeto de Arquitetura e Urbanismo

ACE 3 – Diagnostico. e
Planejamento 1

ACE Produto

ACE 3 – Diagnostico. e
Planejamento 1
38

Teoria e História 3: Verticalidade
Projeto de Arquitetura 3
6º

7º

8º

Projeto de Arquitetura 2

Projeto de Interiores 1

-

Diagnóstico e Planejamento 2

Paisagismo 2

Materiais de Construção Civil

-

Instalações Elétricas Prediais (CTEC/UFAL)
Teoria e História 4: Tectônica

Infraestrutura Urbana (CTEC/UFAL)
-

Conservação e Restauro 1

-

Projeto de Arquitetura 4

Projeto de Arquitetura 3

Projeto de Interiores 2

-

Projeto de Urbanismo 1

Diagnóstico e Planejamento 2

Tecnologia da Construção 1
Conservação e Restauro 2

Conservação e Restauro 1

Projetos Avançados (A, B, C)

Projeto de Arquitetura 4

Planejamento Regional

Projeto de Urbanismo 1

Conforto Ambiental 4

Conforto Ambiental 3

Técnica de Elaboração de Trabalho
Acadêmico 2 (TETA 2)

Todas as disciplinas do 7º período

Tecnologia da Construção 2
Projeto Executivo e Detalhamento (A, B, C)

Materiais de Construção Civil

9°

ACE 6 EVENTO

10º

ACE 7 EVENTO

Projetos Avançados
Técnica de Elaboração de Trabalho
Acadêmico 1 (TETA 1) / Técnica de
Elaboração de Trabalho Acadêmico
2 (TETA 2)

ACE 6 EVENTO e demais
disciplinas do curso
Quadro 11 – Disciplinas obrigatórias e pré-requisitos vinculados

4.9 Ordenamento curricular do curso
O curso de Arquitetura e Urbanismo da FAU/UFAL desenvolve-se ao longo de 10
semestres. As disciplinas passam a ser de um encontro semanal, com 36 horas (duas aulas
consecutivas), 54 horas (três aulas consecutivas) ou 72 horas (quatro aulas consecutivas).
Fica a cargo do Colegiado do Curso alterar o modo de encontro semanal proposto nos
casos que julgar necessário e não prejudicial ao andamento do curso.
Os conteúdos programáticos serão ministrados em conformidade com o calendário
acadêmico unificado, aprovado pelo Consuni/UFAL. A primeira semana letiva será
reservada para o planejamento do semestre – semana de planejamento e avaliação
(SPA).

39

A Tabela 2 apresenta o ordenamento curricular do curso, incluindo as cargas
horárias totais e respectivas cargas teóricas, práticas e de extensão, conforme o caso.
Tabela 2 – Ordenamento curricular do curso
Semestre

1º

Disciplinas

34

-

54

Oficina de Plástica

12

60

-

72

Oficina de Desenho 1

20

34

-

54

Introdução ao Desenho Digital
Técnica de Elaboração de Trabalho
Acadêmico 1 (TETA 1)

20

34

-

54

16

20

-

36

Elementos de Análise Estrutural

54

-

-

54

ACE 1 - Identidade, Cultura e
Desenvolvimento

-

-

54

54

142

182

54

378

40

14

-

54

12

60

-

72

Oficina de Desenho 2

20

34

-

54

Desenho Digital 1

20

34

-

54

Topografia

20

34

-

54

Elementos de Mecânica dos Sólidos

54

-

-

54

ACE 2 - Estética e História da Arte

-

-

54

54

166

176

54

396

Projeto de Arquitetura 1

12

60

-

72

Desenho Universal e Acessibilidade no
Ambiente Construído

21

33

-

54

Conforto Ambiental 1

34

20

-

54

Desenho Digital 2

20

34

-

54

Projeto de Paisagismo 1

22

50

-

72

Geoprocessamento

54

-

-

54

Sistemas Estruturais: Concreto

54

-

-

54

217

197

-

414

40

14

-

54

Total do semestre

Total do semestre
4º

TOTAL

20

Elementos da História da Arquitetura e
Urbanismo
Introdução ao Projeto de Arquitetura,
Urbanismo e Paisagismo

3º

Carga horária (h)
Prática Extensão

Geometria Descritiva

Total do semestre

2º

Teórica

Teoria e História 1: Tipologia

40

Projeto de Arquitetura 2

12

60

-

72

Conforto Ambiental 2

34

20

-

54

Projeto de Paisagismo 2

22

50

-

72

Infraestrutura Urbana

54

-

-

54

Sistemas Estruturais: Aço e Madeira

54

-

-

54

ACE 3 - Diagnóstico e Planejamento 1

-

-

54

54

216

144

54

414

Teoria e História 2: Morfologia

40

14

-

54

Conforto Ambiental 3

34

20

-

54

Instalações Hidrossanitárias Prediais

24

30

-

54

Sistemas Estruturais: Alvenaria Estrutural

54

-

-

54

ACE 4 - Projeto de Arquitetura e Urbanismo

-

-

90

90

ACE 5 - Produto

-

-

36

36

152

64

126

342

Teoria e História 3: Verticalidade

40

14

-

54

Projeto de Arquitetura 3

12

60

-

72

Projeto de Interiores 1

20

34

-

54

Diagnóstico e Planejamento 2

24

30

-

54

Instalações Elétricas Prediais

54

-

-

54

Materiais de Construção Civil

54

-

-

54

204

138

-

342

Conservação e Restauro 1

40

14

-

54

Teoria e História 4: Tectônica

40

14

-

54

Projeto de Arquitetura 4

12

60

-

72

Projeto de Interiores 2

14

40

-

54

Projeto de Urbanismo 1

22

50

-

72

Tecnologia da Construção 1

54

-

-

54

Disciplina Eletiva

54

-

-

54

182

178

-

414

40

14

-

54

Total do semestre

5º

Total do semestre

6º

Total do semestre

7º

Total do semestre
8º

Conservação e Restauro 2

41

Projetos Avançados (A, B, C)

12

60

-

72

Técnica de Elaboração de Trabalho
Acadêmico 2 (TETA 2)

20

16

-

36

Planejamento Regional

54

-

-

54

Conforto Ambiental 4

34

20

-

54

Tecnologia da Construção 2

54

-

-

54

Disciplina Eletiva

54

-

-

54

Total do semestre

268

110

-

378

Projeto Executivo e Detalhamento (A, B, C)

14

40

-

54

Disciplina Eletiva

54

-

-

54

ACE 6 Evento

-

-

54

54

68

40

54

162

Disciplina Eletiva

54

-

-

54

ACE 7 Evento

-

-

36

36

54

-

36

90

9º
Total do semestre

10º

Total do semestre

Disciplinas obrigatórias

2.736

Atividades curriculares de extensão (ACE)

378

Disciplinas eletivas

216

Trabalho de conclusão de curso (TCC)

90

Estágio curricular supervisionado

240

Atividades complementares

126

Total do curso de Arquitetura e Urbanismo da FAU/UFAL

3.786

5. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS
A FAU/UFAL deve adotar políticas centradas na inter-relação entre o ensino,
pesquisa e extensão na graduação e estreitamento com a pós-graduação, atuando com
responsabilidade social, na promoção da acessibilidade, na inclusão e na política de cotas,

42

na assistência ao discente, na política de egressos, na política de apoio ao docente, na
política de extensão e em pesquisa e internacionalização.
5.1 Responsabilidade social
A UFAL não se considera proprietária de um saber pronto e acabado que vai ser
oferecido à sociedade, mas, ao contrário, ao participar dessa sociedade, é sensível aos seus
saberes, problemas e apelos, quer através dos grupos sociais com os quais interage, quer
através das questões que surgem de suas próprias atividades de ensino, de pesquisa e de
extensão.
Atenta aos movimentos sociais, priorizando ações que visem à superação das atuais
condições de desigualdade e exclusão existentes em Alagoas, no Nordeste e no Brasil, a
ação cidadã da UFAL não pode prescindir da efetiva difusão do conhecimento por ela
produzido. Portanto, as populações, cujos problemas tornam-se objeto da pesquisa
acadêmica são também consideradas sujeito desse conhecimento, o que lhes assegura
pleno direito de acesso às informações e produtos então resultantes.
Neste sentido, a prestação de serviços é considerada produto de interesse
acadêmico, científico, filosófico, tecnológico e artístico do ensino, da pesquisa e extensão,
devendo ser a realidade e sobre a realidade objetiva, produzindo conhecimentos que visem
à transformação social.
O curso de Arquitetura e Urbanismo tem contribuído para o desenvolvimento da
responsabilidade social da UFAL, uma vez que as atividades de ensino, pesquisa e
extensão se realizam em estreita relação com a realidade social e política de Alagoas e em
diálogo com as demandas advindas de diversos grupos sociais.
O conjunto das atividades do curso vem atuando frente as políticas públicas urbanas
e habitacionais, na valorização da memória e do patrimônio cultural, na produção cultural e
artística, nas práticas e comportamentos políticos, nos pleitos das comunidades em situação
de vulnerabilidade. O investimento do curso na formação de profissionais eticamente
compromissados com a sociedade e cientes de sua responsabilidade social, bem como na
produção e divulgação de conhecimentos resultantes de processos dialógicos junto aos
diversos grupos e movimentos sociais, tem como objetivo oferecer à sociedade instrumentos
de investigação academicamente orientados para a ação social.
5.2 Acessibilidade
A UFAL atualmente possui um núcleo de estudos voltado para o entendimento das
necessidades postas para o seu corpo social, no sentido de promoção de acessibilidade e

43

de atendimento diferenciado a pessoas com necessidades especiais em atenção à Política
de Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação pertinente.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, junta-se
agora o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política de
Acessibilidade, qual sejam a acessibilidade: pedagógica, metodológica, de informação e de
comunicação. A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para o art. 59 da Lei
n.o 12.764/2012, que estabelece que "(...) os sistemas de ensino assegurarão aos
educandos com necessidades especiais: I - currículos, métodos, técnicas, recursos
educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades”. Neste sentido, a
Nota Técnica n.º 24/2013 do MEC/Secadi/DPEE, de 21 de março de 2013, orienta os
sistemas de ensino no sentido de sua implantação. Em especial, recomenda que os PPC
contemplem orientações no sentido da adoção de parâmetros individualizados e flexíveis de
avaliação pedagógica, valorizando os pequenos progressos de cada estudante em relação a
si mesmo e ao grupo em que está inserido".
O Núcleo de Acessibilidade (NAC) da UFAL foi criado em outubro de 2013 e desde
então tem consolidado suas ações na Instituição, e, de acordo com a Lei n.o 13.146/2015
visa “(...) assegurar e promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das
liberdades fundamentais da pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e
cidadania”.
Em 17 de fevereiro de 2017 foi inaugurada a nova sede do campus A. C. Simões, no
Centro de Interesse Comunitário (CIC), com três salas, as quais são utilizadas para reuniões
com estudantes, professores, coordenadores e familiares, bem como há a produção de
materiais demandados por discentes com deficiência atendidos. Atualmente, o NAC conta
com uma coordenação, um revisor em Braille, 12 (doze) bolsistas de apoio ao estudante
com deficiência (selecionados por edital específico) e um psicólogo clínico. O próprio
dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado especial, haja vista a forma
atual de identificação dos alunos: a auto declaração. Assim, professores e estudantes com
deficiência, precisam solicitar atendimento educacional especializado e este ocorre
continuamente e de acordo com as suas necessidades.
O NAC ainda disponibiliza o empréstimo de equipamentos de acessibilidade, como
livros e máquina para escrita em braile, por exemplo. Os acompanhamentos são avaliados
ao final de cada semestre por professores dos estudantes com deficiência e pelos próprios
estudantes, com a finalidade de aperfeiçoar os serviços oferecidos. O NAC tem investido na
formação da comunidade universitária com a proposição de projetos, cursos e oficinas,

44

como por exemplo em tecnologia assistiva, deficiência visual e deficiência física, estratégias
de ensino do surdo cego, práticas inclusivas na educação superior etc.
A UFAL assume o compromisso de prestar atendimento especializado aos alunos
portadores de deficiência auditiva, visual, visual e auditiva e cognitiva sempre que for
diagnosticada sua necessidade. Procura-se, desta forma, não apenas facilitar o acesso, mas
estar sensível às demandas de caráter pedagógico e metodológico de forma a permitir sua
permanência produtiva no desenvolvimento do curso. À luz do Decreto n.º 5.296, de 2 de
dezembro de 2004, que regulamenta a Lei n.o 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá
prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e a Lei n.o 10.098, de 19 de dezembro
de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da
acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá
outras providências.
A partir de 2016, o NAC ainda tem atuado na intermediação com os diferentes
órgãos da UFAL, principalmente junto à Superintendência de Infraestrutura (Sinfra/UFAL),
Pró-Reitoria de Graduação (Prograd/UFAL) e Pró-Reitoria Estudantil (Proest/UFAL), para a
minimização de possíveis barreiras físicas e acadêmicas e à permanência do estudante com
deficiência, como preconiza a Lei n.o 10.098/2000, que estabelece normas gerais e critérios
básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade
reduzida. Como destaque das práticas de minimização de barreiras há a construção de
calçadas com sinalização tátil, rampas de acesso aos prédios, corrimãos, adaptações de
banheiros e salas de aula, entre outras obras necessárias à permanência dos estudantes e
servidores com deficiência na Universidade.
Com relação ao atendimento de discentes com transtorno do espectro autista,
conforme disposto na Lei n.o 12.764, de 27 de dezembro de 2012, incluso no instrumento de
avaliação dos cursos de graduação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira (INEP) de junho de 2015, a UFAL, nesse momento fomenta
estudos e debates no intuito de constituir uma política institucional que explicite ações neste
âmbito e que fundamente os cursos de graduação desta instituição em metodologias e
ações que visem à inclusão de pessoas com este transtorno. Os discentes com transtorno
do espectro autista também são atendidos pelo NAC.
No que tange ao curso de Arquitetura e Urbanismo da FAU/UFAL, dentro de suas
limitações e especificidades, tem-se incentivado docentes e técnicos a atender, sempre que
houver necessidade, de forma especializada, àqueles que necessitam. Ainda, do ponto de
vista das estratégicas relativas à organização didático-pedagógica, o curso conta com a
inserção da disciplina eletiva de Língua Brasileira de Sinais (Libras) em seu Projeto

45

Pedagógico, atendendo ao Decreto n° 5.626 de 22 de dezembro de 2005. Além de ter como
norteador em todas as disciplinas de projeto arquitetônico, urbanístico e de paisagismo a
legislação e normas técnicas referentes à acessibilidade e ergonomia.
5.3 Inclusão e política de cotas
No ano de 2015 foram reservadas 40% (quarenta por cento) das vagas de cada
curso e turno ofertados pela UFAL para os alunos egressos das escolas públicas de Ensino
Médio. Destas, 50% (cinquenta por cento) das vagas foram destinadas aos candidatos
oriundos de famílias com renda igual ou inferior a 1,5 salário mínimo (um salário mínimo e
meio) bruto per capita e 50% (cinquenta por cento) foram destinadas aos candidatos
oriundos de famílias com renda igual ou superior a 1,5 salário mínimo (um salário mínimo e
meio) bruto per capita. Nos dois grupos que surgem depois de aplicada a divisão
socioeconômica, serão reservadas vagas por curso e turno, na proporção igual à de pretos,
pardos e indígenas (PPI) do Estado de Alagoas, a partir do último censo do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2010.
5.4 Apoio discente
A Proest/UFAL disponibiliza bolsas e auxílios para estudantes de todos os campi e
unidades da UFAL. O programa visa atender a estudantes em situação de vulnerabilidade
social com a finalidade de respaldar sua permanência na Universidade. Para concorrer às
bolsas e auxílios, o estudante deve participar de Edital de Seleção da Proest/UFAL que
ocorre ao menos uma vez por ano e é divulgado no sítio oficial da UFAL.
A política de assistência estudantil desenvolvida pela Proest/UFAL segue os
princípios e diretrizes estabelecidos pelo Plano Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes)
que tem como objetivo viabilizar a igualdade de oportunidades entre todos os estudantes e
contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico, a partir de medidas que buscam
combater situações de repetência e evasão (Decreto n.º 7.234, de 19 de julho de 2010). O
Pnaes apoia a permanência de estudantes em situação de vulnerabilidade e risco social
matriculados em cursos de graduação presencial das Instituições Federais de Ensino
Superior (IFES). Dentre os programas incentivados pelo Pnaes, destacam-se os de
assistência à moradia estudantil, à alimentação, ao transporte, à saúde, à inclusão digital, à
cultura, ao esporte, à creche e ao apoio pedagógico.
A instância de discussão e resolução das políticas de assistência estudantil é o
Fórum Nacional de Pró-reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis (Fonaprace), em

que a UFAL tem assento, e que se realiza anualmente, no qual são feitos diagnóstico s e

46

reflexões sobre a realidade estudantil nas IFES e se estabelecem as diretrizes e linhas de
ação das Pró-Reitorias em nível nacional.
No âmbito do curso, destaca-se o Programa de Educação Tutorial em Arquitetura e
Urbanismo (PETArq), que se consolidou como uma via na qual os seus bolsistas podem
ampliar a formação nos aspectos relativos à pesquisa, ensino e extensão que o programa
abrange. Em 1995, o PETArq tinha um professor como primeiro tutor e apenas quatro
petianos no grupo. Atualmente conta com 12 bolsistas, 1 voluntário e um professor tutor, no
desenvolver de atividades criativas e inovadoras, na organização e participação de eventos,
e na partilha de experiências, em âmbito não só acadêmico, mas pessoal. O PETArq realiza
atividades em conjunto com a comunidade acadêmica, propondo-se a tarefas de cunho
social, reflexivo, de exercício do fazer coletivo e crescimento pessoal e compartilhado.

O apoio aos discentes na FAU/UFAL tem ocorrido por meio das seguintes ações:
o

orientação e acompanhamento das atividades acadêmicas do estudante na
Instituição e na sociedade, com priorização da Coordenação do curso aos
discentes que apresentam alguma dificuldade no acompanhamento do processo
de ensino e aprendizagem;

o incentivo e divulgação nos principais meios de mídia de eventos acadêmicos, tais
como congressos, encontros e seminários, viabilizando, na medida do possível, a
participação efetiva dos discentes nesses eventos;
o apoio ao intercâmbio de conhecimento acadêmico nacional e internacional, como
também acompanhamento à execução das políticas de monitoria, estágios e
atividades complementares;
o divulgação, nos principais meios de mídia, dos trabalhos e da produção científica
e tecnológica dos discentes;
o viabilidade de acesso à conexão via internet, em todo o âmbito da FAU/UFAL;
o reposição adequada do corpo docente, principalmente quando do afastamento de
docentes para qualificação;
o liberdade para manifestação espiritual e religiosa, desenvolvida sob a forma da lei
e respeitadas as diferenças de credo e práticas religiosas.
o abertura de canais para assistência estudantil por parte do corpo docente, com
agendamento para reforço ou tirar suas dúvidas, bem como outros canais, como
ouvidoria e encaminhamento ao serviço pedagógico e psicológico da UFAL; e
o respeito e estímulo ao debate, liberdade de agremiação e manifestação política
estudantil, na forma da Lei.

47

5.5 Política de egressos
No sentido de obter retorno sobre a qualidade do ensino prestado, as facilidades ou
dificuldades encontradas na inserção no mercado de trabalho a partir do conjunto de
competências, habilidades e atitudes que foram trabalhadas, bem como para o
planejamento de cursos de formação continuada, programas de pós-graduação e reformas
curriculares, algumas ações podem ser adotadas:
o oferta de pós-graduação na área, com a possibilidade de discentes em fase de
conclusão cursarem um percentual das componentes curriculares desses
programas, que poderão ser aproveitadas, caso ingressem no programa;
o participação como pesquisadores ou colaboradores nos grupos de pesquisa da
FAU/UFAL e/ou participação em eventos organizados pelos SEPE;
o ex-discentes da FAU/UFAL são convidados para ministrarem palestras aos
estudantes do curso e participarem de bancas de trabalhos finais de graduação
em Arquitetura e Urbanismo; e
o criação e reforço de parcerias com escritórios, empresas e órgãos da
Administração Pública atuantes nas áreas de Arquitetura, Urbanismo e
Paisagismo, além de entidades comunitárias para projetos de assessoria técnica
em Arquitetura e Urbanismo.

5.6 Política de apoio docente
Aos docentes é necessário apoio e acompanhamento seja no início de sua atuação
na FAU/UFAL, a partir de sua admissão, seja no reconhecimento e/ou formação continuada.
Considerando-se que o docente é parte essencial da universidade, diversificado e suscetível
aos mesmos vícios e virtudes de qualquer ser humano, algumas ações podem contribuir na
implementação de políticas institucionais de apoio aos docentes:
o primazia pela qualificação profissional reconhecida;
o ambiente de trabalho saudável com viabilidade de meios para a produção
intelectual individual e/ou coletiva;
o

encaminhamento, acompanhamento e ouvidoria do docente por meio da
Coordenação e Direção do Curso, NDE, Colegiado e Conselho da FAU/UFAL;

o acesso às políticas de formação continuada e estímulo à pesquisa, extensão,
docência, inovação, publicação, participação em eventos científicos, intercâmbios
e cuidado com a sua saúde; e
o respeito à autonomia pedagógica, liberdade de expressão de pensamento, filiação

48

político-partidária e sindical na forma da lei.
5.7 Política de extensão universitário e o PPC: apontamentos gerais
O Plano Nacional de Educação – PNE (2001-2011) aprovado pela Lei 10.172 de 09
de Janeiro de 2001, no capítulo que trata da Educação superior na Meta 23, aponta o dever
de Implantar o Programa de Desenvolvimento da Extensão Universitária em todas as
instituições federais de ensino superior no quadriênio de 2001-2004 e assegura que, no
mínimo, 10% do total de créditos exigidos para a graduação no ensino superior no país será
reservado para a atuação dos alunos em ações extensionistas. Nessa perspectiva a UFAL
em seu PDI (2013-2017), aponta que: “(…) as ações de extensão devem ser parte
integrante dos currículos dos cursos de graduação, assegurando, no mínimo, 10% do total
de créditos curriculares exigidos na forma de programas e projetos de extensão universitária
como preconiza a Meta 12.7 do Plano Nacional de Educação para o decênio 2011 a 2020.”
Porém, o novo PNE só entrou em vigor em 2014 e está em vigor até o ano de 2024,
reafirmando os princípios básicos da extensão em sua Meta 12.7, a qual traz a seguinte
estratégia para subsidiar a extensão, “(…) assegurar, no mínimo, dez por cento do total de
créditos curriculares exigidos para a graduação em programas e projetos de extensão
universitária, orientando sua ação, prioritariamente, para áreas de grande pertinência social;
(…).”
Conforme os documentos apontados acima e de acordo com a resolução nº 04 de
2018 aprovada pelo Conselho da Universidade Federal de Alagoas as práticas
extensionistas do Curso de Arquitetura e Urbanismo, continuarão acontecendo conforme as
demandas: sociais e culturais do Estado de Alagoas, respectivamente relacionadas ao
déficit e inadequação habitacional e ao reconhecimento e disseminação da cultura. A
primeira demanda envolve elementos como moradia, infraestrutura, saneamento ambiental,
mobilidade e acessibilidade, fundamentais para o desenvolvimento social, econômico e
ambiental, e a segunda demanda envolve a conscientização e valorização das expressões
artísticas e culturais materiais e imateriais que referenciam a cultura no Estado, justificando
a importância da extensão universitária.
O curso vem desenvolvendo ações de extensão relacionadas com questões
paisagísticas, com arte urbana, com patrimônio cultural, com assessoria a movimentos
sociais por meio de planos de desenvolvimento local e projetos arquitetônicos e urbanísticos
elaborados de forma participativa. Essa realidade conduz a definição das seguintes áreas
temáticas de extensão: Cultura; Direitos Humanos e Justiça e Meio Ambiente como áreas
prioritárias de ação, elegendo como linhas de extensão: Artes Plásticas; Artes Visuais;

49

Desenvolvimento Regional; Desenvolvimento Urbano; Direitos Individuais e Coletivos;
Grupos Sociais Vulneráveis; Patrimônio Cultural, Histórico e Natural; Questões Ambientais e
Desenvolvimento Humano. Estas áreas e temas estão presentes nas diferentes ACE
propostas.
Neste sentido, o PPC estabelece o Programa de Extensão “Repensar e Projetar a
Cidade Alagoana no Século XXI” com ações de extensão articuladas entre si com o objetivo
de observar e intervir visando o desenvolvimento cultural, social, espacial, ambiental das
cidades e comunidades de maneira geral e local. As sete ACE propostas buscam a
interdisciplinaridade pelo envolvimento das diferentes áreas de conhecimento e a
interprofissionalidade pela possibilidade de participação de profissionais de outras áreas a
partir das demandas advindas da atividade de extensão.
O público alvo das ações de extensão é amplo, desde as comunidades de baixa
renda, principalmente nas proximidades do Campus UFAL Maceió, mas também de outras
áreas onde houver demanda, incidindo em pequenos municípios da Região Metropolitana de
Maceió ou microrregiões do Estado que demandem ações de extensão sociais, até
pequenos grupos da sociedade local ou de outras municipalidades que impetrem ações

culturais de valorização de expressões artísticas e patrimônio cultural.
A institucionalização da extensão da Unidade Acadêmica está distribuída ao longo
do curso, porém as ações de demanda cultural estão concentradas no primeiro e segundo
semestres e as ações de demanda sociais estão no quarto e quinto semestre. Em ambas
ocorrerão a vivência junto às comunidades de forma coletiva e participativa. No nono e
décimo semestres, as atividades de extensão caracterizam evento, de acordo com as
necessidades do TCC. A soma das cargas horárias das ACE computam 378 horas, sendo a
carga horária mínima das atividades de extensão.
As formas de acompanhamento e avaliação das ACE são baseadas nos indicadores
estabelecidos no IBEU5 (Indicadores Brasileiros de Extensão Universitária). Ao fim de cada
ACE serão aplicados questionários a todos os participantes levando em conta as dimensões
de avaliação do Plano Acadêmico (PA), da Relação Universidade/Sociedade (RUS) e da
Produção Acadêmica (Prod), utilizando os indicadores que serão selecionado de acordo
com as particularidades de cada ACE.

5

MAXIMIANO JUNIOR, Manuel (orgs). [et al]. Indicadores Brasileiro de extensão universitária. Campina Grande: EDUFCG,
2017.

50

5.8 Programa de extensão do curso
Este PPC institucionaliza a extensão da Unidade Acadêmica. No entanto, os
estudantes poderão participar de outras atividades de extensão no curso de Arquitetura e
Urbanismo em qualquer período do curso, mediante projetos de extensão tais como
derivados de pesquisa, trabalho de conclusão de curso e atividades complementares. Todas
as ações de extensão são registradas junto à Coordenação de extensão da Unidade
Acadêmica e na Pró-Reitoria de Extensão (Proex/UFAL).
O Programa de Extensão do curso de Arquitetura e Urbanismo recebe o título
“Repensar e Projetar a Cidade Alagoana no Século XXI”. No decorrer da implantação das
ACE, será verificada a possibilidade de envolvimento de outras Unidades Acadêmicas como
o CTEC nas questões construtivas e de infraestrutura relacionadas ao tema da Habitação de
Interesse Social (ACE 03, 04 e 05); o IGDMA nas questões geográficas presentes nas ACE
01 e a Escola Técnica de Artes na ACE 02.
A questão social da moradia e espaço urbano, assim como a questão cultural do
reconhecimento e valorização das expressões artísticas e do patrimônio justificam as ACE
por em si comporem parte da formação discente e obrigações profissionais do arquiteto e
urbanista. Aproximando-se da necessária institucionalização da extensão, das áreas de
atuação profissional, das linhas de pesquisa do PPGAU e, principalmente, do
desenvolvimento de competências e habilidades, o primeiro projeto de extensão compostos
pelas as ACE 01 e 02 de demanda cultural atende o tema da organização didática
pedagógica IDENTIDADE E CULTURA que relaciona arquitetura e urbanismo à cultura geral
e local rebatendo nos valores de étnico-raciais, ambientais dentre outros; e o segundo
projeto de extensão configurado pelas as ACE 03, 04 e 05 acolhem o tema ESPAÇO
HABITADO E TECTÔNICA que serão a base para a atuação reflexiva do estudante sobre a
habitação de interesse social inter-relacionando Arquitetura, Paisagismo e Urbanismo.
Nesse sentido, atendendo o Programa de Extensão, os projetos propostos se
revelam interdisciplinar e intersetorial pois docentes e pesquisadores de áreas e setores
distintos do conhecimento da Arquitetura e do Urbanismo estarão juntos trabalhando nas
diferentes ACE.
As áreas temáticas Cultura, Direitos Humanos e Justiça, e Meio Ambiente foram
selecionadas por envolverem questões de base da ação do arquiteto e urbanista ao
trabalhar o espaço habitado e considerar questões culturais, ambientais e a justiça social
como premissas para a sua atividade. As linhas de extensão escolhidas são frequentemente
operacionalizadas em forma de projetos de desenvolvimento local, de intervenções nos

51

espaços públicos, de cursos, de eventos e de produção de material tipo cartilhas, mapas,
plantas e maquetes.
Assim, o objetivo do programa é desenvolver diversas atividades de extensão
(projetos, produto e eventos), cuja a execução estará vinculada tanto aos temas e linhas de
extensão, quanto ao desenvolvimento de ações que dialoguem com as temáticas instituídas
na organização didático-pedagógica, ambos supracitados.
As formas de acompanhamento e avaliação das ACE são baseadas nos indicadores
estabelecidos no IBEU6 (Indicadores Brasileiros de Extensão Universitária). Ao fim de cada
ACE serão aplicados questionários a todos os participantes levando em conta as dimensões
de avaliação do Plano Acadêmico (PA), da Relação Universidade/Sociedade (RUS) e da
Produção Acadêmica (Prod), utilizando os indicadores que serão selecionado de acordo
com as particularidades de cada ACE.
PROJETO DE EXTENSÃO 1/1ª semestralidade.
ACE-1 Identidade, Cultura e Desenvolvimento (Componente Obrigatório)
ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO 1 (ACE 1): Identidade, Cultura e Desenvolvimento
Carga horária: 54h
Período de integralização: 1º período
Objetivo: Compreender o papel do arquiteto e urbanista frente às questões contemporâneas a
partir de uma problemática arquitetônica e urbanística de Maceió e região sob a perspectiva inter e
multidisciplinar. Pretende-se aproximar os discentes das comunidades locais para auxiliar no
entendimento das carências e potencialidades de territórios urbanos e promover um contributo
intelectual através do retorno social aos agentes sociais envolvidos.
Objetivos específicos:
- Compreender a formação em arquitetura e urbanismo e sua correlação direta com as
problemáticas contemporâneas como: meio-ambiente, identidade cultural, patrimônio histórico,
raça e gênero no desenvolvimento do espaço urbano.
- Introduzir o discente de Arquitetura e Urbanismo na sua formação por meio de uma abordagem
crítica-reflexiva acerca de sua realidade local e
- Problematizar questões urbanas locais urgentes por meio de ações de intervenção programadas
e articuladas à formação curricular do período onde os discentes estejam inseridos.
Ementa:
Projeto de extensão/01 , constituído de duas semestralidade, terá, a partir dessa ACE-1, a
aplicação de sua 1ª semestralidade. Será tratado sobre o desenvolvimento brasileiro em suas
dimensões econômicas, culturais, étnicas, sociais, políticas e ambientais. Identidades e culturas no
Brasil, conceitos e contextos das questões étnico raciais, de gênero, interseccionalidade e direitos
humanos.
Metodologia:
Para o desenvolvimento do Projeto de Extensão 1, a ACE 1 contemplará:
1) Seminário de Extensão 1: Arquitetura, urbanismo e cidadania: o protagonismo do arquiteto e
urbanista na formação cidadã.
O Seminário tem por objetivo apresentar aos discentes ingressantes bem como à comunidade
6

MAXIMIANO JUNIOR, Manuel (orgs). [et al]. Indicadores Brasileiro de extensão universitária. Campina Grande: EDUFCG,
2017.

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acadêmica e sociedade em geral o papel da arquitetura e do urbanismo para o desenvolvimento.
Por meio de mesas redondas, palestras e projeção de películas com temas relacionados ao campo
de produção da arquitetura e urbanismo, será construída a trajetória da área de conhecimento bem
como de sua importância para o desenvolvimento.
A programação, que se desenvolverá nas primeiras semanas do semestre de entrada, será
organizada pelos discentes e docentes do curso de arquitetura e urbanismo em cooperação com
docentes, pesquisadores de áreas correlatas de dentro e fora da universidade.
Serão disponibilizadas no cronograma ACE1, atividades em sala de aula orientadas para os alunos
do primeiro período, exclusivamente, com objetivo de definir as áreas de intervenção programada
segundo os eixos meio-ambiente e direito à moradia.
Cada eixo contará com um professor que será chamado de tutor da intervenção e obedecerá a
área de pesquisa e interesse do referido docente, porém, sempre em consonância com as
disciplinas ministradas naquele semestre.
2) Intervenções Programadas: Serão desenvolvidas atividades em conjunto com as comunidades
locais selecionadas para elaboração de intervenções programadas, considerando os respectivos
contextos urbanos e viabilidades.
Quadro 12 – Atividade Curricular do Projeto de Extensão 1

PROJETO DE EXTENSÃO 01/ 2ª semestralidade.
ACE-2 Estética e História da Arte (Componente Obrigatório)
ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO 2 (ACE 2): Estética e História da Arte
Carga horária: 54h
Período de integralização: 2º período
Objetivo: Compreender o papel do arquiteto e urbanista frente às questões contemporâneas a
partir da arte e suas manifestações. Pretende-se introduzir os alunos à sensibilidade artística e à
experiência estética como parte do processo de formação e iniciação ao mundo das artes,
aproximando os discentes dos variados territórios urbanos e promover um contributo intelectual
através do retorno social aos agentes sociais envolvidos. O objetivo da ACE-2 é a elaboração de
produtos artísticos pelos discentes tais como: vídeos, poesia, música, fotografias, instalações, para
expressar e divulgar de forma diferenciada a interpretação das problemáticas urbanas estudadas.
Objetivos específicos:
- Compreender a formação em arquitetura e urbanismo e sua correlação direta com as questões
artísticas e estéticas contemporâneas.
- Introduzir o discente de arquitetura e urbanismo na sua formação por meio de uma abordagem
crítica-reflexiva acerca de sua realidade local, artes e estética.
- Problematizar questões urbanas locais por meio de ações de intervenção programadas e
articuladas à formação curricular do período onde os discentes estejam inseridos.
Ementa:
Execução da segunda semestralidade do Projeto de extensão 1, finalizado a partir da ACE-2.
Nela serão tratadas temáticas sobre a natureza e os objetos de Estética. A Estética e o estudo da
Arte. A arte como sistema cultural e social, historicamente situado, da antiguidade à
contemporaneidade.

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Metodologia:
Finalizando o desenvolvimento do Projeto de Extensão 1, a ACE2 se dará em dois momentos de
formação:
1) Seminário de Extensão 2: Arquitetura, urbanismo e cidadania: o protagonismo do arquitetourbanista na formação cidadã.
O Seminário dará continuidade as discussões, introduzindo nesse momento questões relacionadas
à arte e as expressões culturais. Serão realizadas mesas redondas, palestras e projeção de
películas com temas relacionados a intersecção entre arquitetura, urbanismo e arte.
A programação, que se desenvolverá nas primeiras semanas do semestre de entrada, será
organizada pelos discentes e docentes do curso de arquitetura e urbanismo em cooperação com
docentes, pesquisadores de áreas correlatas de dentro e fora da universidade.
Serão disponibilizadas no cronograma ACE2, atividades em sala de aula orientadas para os alunos
do segundo período, exclusivamente, com o objetivo de definir as áreas de intervenção
programada segundo os critérios de identidade cultural, arte e estética. Cada eixo contará com um
professor que será chamado de tutor da intervenção e obedecerá a área de pesquisa e interesse
do referido docente, porém, sempre em consonância com as disciplinas ministradas naquele
semestre.
2) Oficinas: serão desenvolvidas oficinas artísticas envolvendo os discentes e a comunidade
envolvida no desenvolvimento do Projeto de Extensão 1.
3) Intervenções Programadas: Serão desenvolvidas atividades de arte urbana em conjunto com
as comunidades locais selecionadas para elaboração de intervenções programadas, considerando
os respectivos contextos urbanos e viabilidades.
Quadro 13 – Atividade Curricular do Projeto de Extensão 1
PROJETO DE EXTENSÃO 2/ 1ª semestralidade.
ACE-3 Diagnóstico e Planejamento 1 (Componente Obrigatório)
ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO 3 (ACE 3): Diagnóstico e Planejamento 1
Carga horária: 54h
Período de integralização: 4º período
Objetivo: Compreender o papel do arquiteto e urbanista frente às questões do planejamento
urbano. Pretende-se introduzir os alunos aos conceitos e à legislação ambiental e urbanística
desenvolvendo uma aproximação dos discentes com os territórios urbanos e promover um
contributo intelectual através do retorno social aos agentes sociais envolvidos. O objetivo desta
ACE é a elaboração de diagnósticos e planos pelos discentes e comunidades usando várias
técnicas e suportes tais como: vídeos, poesia, música, fotografias, instalações, para expressar e
divulgar de forma diferenciada a interpretação das problemáticas urbanas estudadas.
O
diagnóstico e o plano definirão as ações de intervenção que serão desenvolvidas no semestre
seguinte em Projeto de Urbanismo 1 e Projeto de Arquitetura 3.
Objetivos específicos:
- Compreender a formação em arquitetura e urbanismo e sua correlação direta com a melhoria da
qualidade de vida da população em geral.
- Aprofundar o discente de arquitetura e urbanismo na sua formação por meio de uma abordagem
crítica-reflexiva acerca de sua realidade local.
- Problematizar questões urbanas locais por meio de diagnósticos e planos programados e
articulados à formação curricular do período onde os discentes estejam inseridos.
Ementa:
Projeto de extensão/02 , constituído de duas semestralidade, terá, a partir dessa ACE-3, a
aplicação de sua 1ª semestralidade. Serão tratados sobre os conceitos, a história e as abordagens
do planejamento urbano. Uso e ocupação do solo urbano. Conceitos de zoneamento, densidade e
divisão do solo urbano. Políticas públicas, organização espacial da ocupação e do uso do território
e agentes modeladores do espaço urbano. Legislação ambiental e urbanística em seu alcance
municipal. Regularização fundiária. Diagnóstico e planejamento de área a ser definida para
elaborar propostas no semestre seguinte.
Metodologia:

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Para o desenvolvimento do Projeto de Extensão 2, a ACE 3 dois momentos de formação, a incluir:
1) Seminário de Extensão
2:
Arquitetura,
Urbanismo
e Qualidade
de
Vida
O Seminário tem por objetivo apresentar aos discentes bem como à comunidade acadêmica e
sociedade em geral o papel da arquitetura e do urbanismo para a qualidade de vida.
Por meio de mesas redondas, palestras e projeção de películas com temas relacionados ao campo
de produção da arquitetura e urbanismo, será construída a trajetória da área de conhecimento bem
como
de
sua
importância
para
a
qualidade
de
vida.
A programação, que se desenvolverá nas primeiras semanas do semestre, será organizada pelos
discentes e docentes do curso de arquitetura e urbanismo em cooperação com docentes,
pesquisadores
de
áreas
correlatas
de
dentro
e
fora
da
universidade.
Serão disponibilizadas no cronograma da ACE3, atividades em sala de aula orientadas para os
alunos, com objetivo de estudar os conceitos e definir as áreas de intervenção programada
segundo os critérios da habitação de interesse social e da regularização fundiária.
Cada eixo contará com um professor que será chamado de tutor da intervenção e obedecerá à
área de pesquisa e interesse do referido docente, porém, sempre em consonância com as
disciplinas ministradas naquele semestre.
2) Planejamento Participativo: Será realizada uma capacitação do discente para a pesquisaação, culminando na vivência em comunidade cujo objetivo será a elaboração de um diagnóstico e
de um planejamento de intervenções que subsidiará as disciplinas projetuais do próximo semestre.
Esta etapa será composta por uma imersão supervisionada e programada em uma comunidade, a
ser realizada em grupos. A escolha das comunidades e o calendário da vivência serão realizados
anualmente, em acordo com o calendário acadêmico e a comunidade.
Quadro 14 – Atividade Curricular do Projeto de Extensão 2
PROJETO DE EXTENSÃO 2
ACE-4 Projeto de Arquitetura e Urbanismo (Componente Obrigatório)
ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO 4 (ACE 4): Projeto de Arquitetura e Urbanismo
Carga horária: 90h
Período de integralização: 5º período
Objetivo: Proporcionar ao aluno um aprendizado com base na realidade local ao mesmo tempo
em que buscará dar respostas aos problemas cotidianos da comunidade relacionados à habitação.
O projeto será realizado com base no diagnóstico produzido no semestre anterior que subsidiará a
composição de um programa de necessidades. O discente deverá elaborar projeto na comunidade,
sempre tendo como pressupostos a participação comunitária e a transdisciplinaridade.
Objetivos específicos:
- Compreender a formação em arquitetura e urbanismo e sua correlação direta com a melhoria da
qualidade de vida da população em geral.
- Aprofundar o discente de arquitetura e urbanismo na sua formação por meio de uma abordagem
crítica-reflexiva acerca de sua realidade local.
- Problematizar questões urbanas locais por meio de projetos de arquitetura e articulados à
formação curricular do período onde os discentes estejam inseridos.
Ementa:
Execução da segunda semestralidade do Projeto de extensão 2 a partir da ACE-4. Visa tratar da
concepção e/ou readequação dos espaços urbanos, considerando parcelamento e regularização
quando condicionado ao espaço urbano consolidado. Projeto de edificações de programa simples
a partir do desenvolvimento da capacidade de problematizar situações por meio de análise dos
aspectos sociais, econômicos, culturais, ambientais, técnico-construtivos, legais, funcionais e das
necessidades, aspirações e expectativas individuais e coletivas relativos à produção e ao uso do
espaço.
Metodologia:
1) Projeto Participativo: elaboração com a comunidade do projeto de arquitetura e urbanismo de
seu interesse e necessidade, utilizando da tecnologia social. Esse retorno social vai muito além da
criação de diretrizes projetuais ou da elaboração de projetos e assessoria aos moradores. O

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Projeto de Arquitetura e Urbanismo pretende empoderar a população na discussão e elaboração
de projetos para o seu habitar no sentido mais amplo. A situação de Alagoas como um dos
Estados da União que apresenta os piores indicadores socioeconômicos do país coloca este
Programa em uma condição de relevo no preenchimento de uma lacuna no apoio à população de
baixa renda. Possivelmente a concentração de problemas que aqui se verifica, poderá ser
importante para encontrar soluções válidas também para ambientes com problemas menos
evidentes que os que aqui se encontram.
O Projeto contribui para que a Universidade cumpra seu papel social na medida em que adota uma
prática inclusiva: os moradores participam do processo de produção do conhecimento sobre o
espaço em que vivem. Esse viés é fundamental, uma vez que os grupos sociais e a universidade
participam ativamente da produção do conhecimento, de forma biunívoca, estabelecendo uma
troca de conhecimentos entre o universo acadêmico e o universo popular.
2) Seminário de Extensão 4: Habitação de Interesse Social. Discussão sobre o tema através de
Curso/Oficinas na comunidade e a realização de um evento que busque respostas para problemas
vivenciados por populações com variados graus de vulnerabilidades sociais, tais como os
moradores dos empreendimentos habitacionais de interesse social e dos assentamentos precários,
inclusive os que passaram por intervenções de urbanização. Os impactos sociais esperados estão
relacionados com a melhoria dos projetos de habitação de interesse social, melhoria da qualidade
do espaço público nesses empreendimentos, a integração desses espaços ao conjunto da cidade
e, principalmente, a criação de mecanismos que permitam um acompanhamento sistêmico das
necessidades dos moradores.
Quadro 15 – Atividade Curricular do Projeto de Extensão 2
ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO 5 (ACE 5): PRODUTO
Carga Horária: 36 horas
Período de integralização: 5º período
Objetivo: Proporcionar ao aluno um aprendizado com base na realidade local elaborando uma
maneira mais acessível de comunicação para apresentação à comunidade da proposta elaborada
nas ACE-3 e 4.
Ementa:
a sistematização, diagramação e apresentação dos produtos desenvolvidos na ACE-3 e 4 com
participação da comunidade acadêmica e da comunidade envolvida na atividade.
O produto consiste em painéis, podendo também haver vídeos, fotografias e instalações, para
expressar e divulgar de forma diferenciada a interpretação da problemática urbana estudada e as
propostas realizadas para a mesma.
Metodologia:
Esta atividade está vinculada à conclusão do Projeto de Extensão 2 e será obrigatória para
discentes matriculados no 5º período do Curso. O objetivo desta ACE é a sistematização,
diagramação e apresentação dos produtos desenvolvidos na ACE-3 e 4 com participação da
comunidade acadêmica e da comunidade envolvida na atividade. Seminários de apresentação e
discussão das propostas desenvolvidas. Serão produzidos painéis, podendo também haver
vídeos, fotografias e instalações, para expressar e divulgar de forma diferenciada a interpretação
da problemática urbana estudada e as propostas realizadas para a mesma.
Quadro 16 – Atividade Curricular de Extensão 5 (ACE-5 PRODUTO)
ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO 6 e 7 (ACE-6 e ACE-7): EVENTO
ACE-6: EVENTO
Carga Horária: 54 horas
Período de integralização: 9º período
Objetivo: Aprimorar à prática expositiva dos trabalhos realizados pelos discentes em banca examinadora
Ementa: Apresentação dos trabalhos e m desenvolvimento como Trabalho de Conclusão de Curso,
com realização de banca examinadora interna, aberta para participação da comunidade.
56

Metodologia:
Seminário de apresentação ocorrerá ao fim do nono semestre, realizados pelos discentes
concluintes por meio de apresentação oral com banca examinadora interna e participação da
comunidade acadêmica.
ACE-7: EVENTO
Carga Horária: 36 horas
Período de integralização: 10º período .
Objetivo: Ampliar a discussão sobre as temáticas em desenvolvimento no TCC e aprimorar à
prática expositiva dos trabalhos realizados pelos discentes em banca examinadora
Ementa: Discussão e apresentação dos trabalhos desenvolvidos como Trabalho de Conclusão de
Curso, com realização de banca avaliadora com membro externo, aberta para participação da
comunidade.
Metodologia:
Ciclo de palestra para discussão das temáticas de TCC e o seminário ao fim do décimo semestre,
realizados pelos discentes concluintes por meio de apresentação oral com banca examinadora
com membro externo e participação da comunidade acadêmica.
Quadro 17 – Atividade Curricular de Extensão 6 e 7 (ACE-6 / ACE-7: EVENTO)

5.9 Política de pesquisa
Dado o caráter pluri e multidisciplinar que lhe é inerente, a Universidade Federal de
Alagoas promove a pesquisa nas mais diversas áreas de conhecimento, incentivando a
formação de grupos e núcleos de estudo que atuam nas mais diversificadas linhas de
pesquisa, considerando a classificação das áreas de conhecimento do CNPq.
O incentivo à produção científica, tecnológica e cultural qualificada se dará através
mecanismos que visem o aumento da produção do conhecimento produzido na UFAL. Entre
eles, vale salientar a política de apoio prioritário à publicação em periódicos de alto fator de
impacto, através de lançamento de edital de concessão de recursos para a tradução e
pagamento de taxas de publicação. Além disso, o incentivo à vinda de pesquisadores e
docentes estrangeiros para colaboração científica amplia as parcerias para elaboração
conjunta de projetos de pesquisa com instituições e/ou pesquisadores estrangeiros. Todas
as ações de pesquisa desenvolvidas na UFAL são registradas e institucionalizadas, no
âmbito da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propep/UFAL), por meio da sua
inclusão no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq.
Na esfera da FAU/UFAL, o DEHAs iniciou suas atividades em 2002, quando do
reconhecimento do seu curso de mestrado pela CAPES. Em 2012, ao receber a nota 4, foi
concebida a proposta do curso de doutorado, aprovada pela CAPES em primeira instância
de apreciação. O novo curso, iniciado em 2013, recebeu o nome 'Cidades' buscando

57

contribuir mais diretamente na produção de conhecimento sobre os espaços urbanos. O
PPGAU/FAU como único formador em Alagoas de mestres e doutores stricto sensu na área
de Arquitetura e Urbanismo demonstra sua importância e implica em necessária atenção
para ampliar sua qualidade produtiva.
Com o intuito de otimizar a produção científica docente dos professores permanentes
do programa de pós-graduação, prevê-se que a atribuição de carga horária de ensino para
estes professores considere a oferta acadêmica do programa de pós-graduação. Ou seja, as
8 horas semanais mínimas segundo a Lei n°. 9.394, de 20 de dezembro de 1996,
contemplará as disciplinas da graduação (obrigatórias e/ou eletivas) e as disciplinas do
DEHA.
5.9.1 Atuação na pesquisa científica
Os diferentes grupos ou núcleos de pesquisas vinculados ao curso de Arquitetura e
Urbanismo, sempre que possível, contam com o financiamento público. Também é uma
prática da unidade acadêmica desenvolver pesquisas vinculadas ao Programa Institucional
de Bolsa de Iniciação Científica (Pibic) do CNPq, com alunos bolsistas e colaboradores.
Os Grupos de Pesquisa vinculados ao curso são:
o Estudos da Paisagem;
o Representações do Lugar (RELU);
o Grupo de Estudos da Atmosfera Climática Urbana (GATU);
o Grupo de Estudos em Projeto de Arquitetura (GePA);
o Grupo de Estudos em Conforto Ambiental (GECA);
o Grupo Estudos da Cidade (URBE);
o Grupo de Estudos do Ambiente Sonoro (GEAS);
o Núcleo de Estudos do Estatuto da Cidade (NEST);
o Núcleo de Estudos de Morfologia dos Espaços Públicos (MEP); e
o Núcleo de Estudos de Projetos Especiais (NuPES);
6. METODOLOGIAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM
A matriz curricular do curso prevê que o ensino/aprendizagem seja desenvolvido
através da articulação entre os conteúdos teóricos e as atividades práticas, sem deixar de
lado a postura ética e o compromisso com o desenvolvimento do discente.
O curso de Arquitetura e Urbanismo por natureza possui uma prática reflexiva, onde
metodologias ativas e dialógicas devem ser parâmetro de ensino e aprendizagem,

58

promovendo a articulação entre teoria e prática a partir de uma reflexão-na-ação. Nesse
sentido, os procedimentos de ensino-aprendizagem podem se configurar por:
a) Visitas técnicas às comunidades que serão envolvidas na ACE-3 quanto nas
comunidades (objeto de estudo) das disciplinas do setor de Planejamento,
Urbanismo e Paisagismo; além de visitas às empresas e lojas que atuam na área
de arquitetura e urbanismo, bem como às obras civis, visando integrar teoria e
prática, além de contribuir para o estreitamento das relações entre instituição de
ensino e campo de trabalho, facilitando uma visão estratégica e mais ampla sobre
a atuação do profissional da arquitetura e urbanismo;
b) Assessoramento para identificação, delimitação e solução de problemas,
frequentemente utilizado nas disciplinas práticas, onde os alunos precisam
desenvolver propostas embasadas para solucionar as dificuldades impostas
através de projetos. Os assessoramentos podem ser coletivos ou individuais.
c) Confecção de maquetes, analógicas ou digitais, como instrumento de
visualização tridimensional dos espaços e estímulo à criatividade e à arte;
d) Estudo de repertório enquanto atividade analítica capaz de promover a
articulação entre teoria e prática a partir da habilidade de análise morfológica,
tecnológica e projetual, que permite conhecer a cultura arquitetônica, urbanística e
paisagística a partir de exemplares excepcionais;
e) Dinâmicas em grupo, com realização de atividades interativas, debates e jogos,
estimulando o trabalho em grupo, com construção coletiva do conhecimento. Além
disso, exercita a criatividade, a iniciativa, a liderança e a habilidade em
negociação;
f) Seminários de discussão e oficinas de elaboração de trabalhos coletivos
onde os alunos exercitam sua capacidade de síntese, análise e crítica treinando
no aprendizado de saber ouvir e discutir ideias diversas e contrárias simulando o
cotidiano da profissão.
g) Práticas de exercícios, em campo ou em sala de aula, utilizando equipamentos
para realização de levantamentos arquitetônicos e topográficos.
h) Estudo dirigido realizado em grupo sobre um determinado tema para
apresentação em seminários, com o intuito de preparar o aluno para criação de
artigos e apresentação oral, evidenciando e despertando o espírito científico e a
formação de sujeitos autônomos e cidadãos;
i) Aulas Expositivas de conteúdo em sala de aula, acompanhada por recursos
tecnológicos que auxiliam no processo de ensino e aprendizagem como utilização

59

de

datashow,

vídeos,

internet,

programas

de

computador,

aplicativos

computacionais de arquitetura e urbanismo e aulas semipresenciais através do
Moodle enquanto plataforma AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem); e
j) Acompanhamento aos discentes mediante a ação de monitor e estágio
docência dos alunos da pós-graduação em todos os Setores de Ensino, Pesquisa
e Extensão, o que contribui no desenvolvimento da aprendizagem através de
assessorias aos estudantes. Além disso, os professores disponibilizam horários
para atendimento ao estudante de forma a esclarecer dúvidas sobre os conteúdos
das disciplinas e no acompanhamento do trabalho de conclusão de curso,
iniciação científica, dentre outros projetos.
6.1 Avaliação da aprendizagem
Atrelada à metodologia de ensino-aprendizagem está a avaliação discente entendida
como um processo contínuo e democrático, baseado na aquisição de habilidades e
competências não devendo visar exclusivamente o resultado final, mas sim adotar o
entendimento processual de construção do conhecimento, seja de modo colaborativo,
individual ou coletiva, deixando de lado qualquer atitude que se aparente punitiva.
O processo de avaliação discente serve para aferir a intensidade e/ou seu nível de
aprendizagem e a proceder intervenções pedagógicas que possibilitem a superação de
dificuldades e desvios observados. O mérito da aprendizagem ainda é expresso em notas,
mas consideramos que a avaliação discente, orientada para sua dimensão formativa integral,
deve valorizar a autonomia e participação do aluno bem como o desenvolvimento e utilização
das habilidades e competências focadas em possibilidades reais de intervenção profissional,
para além das normas e conteúdos.
A avaliação discente considera os aspectos legais determinados na Lei de Diretrizes
e Bases da Educação Nacional – Lei n.o 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e Decretos
posteriores – no que concerne à aferição quantitativa do percentual de 75% de presença às
atividades de ensino previstas pela carga horária de cada unidade curricular e qualitativa em
relação ao total de pontos obtidos pelo aluno em cada disciplina.
No plano interno, a avaliação discente atende ao Art. 9º. da Resolução 25/2005
CEPE/UFAL que determina que o regime de aprovação do aluno em cada disciplina será
efetivado mediante a apuração da frequência às atividades didáticas e do rendimento
escolar. Neste entendimento, o Art. 10 afirma que:
Será considerado reprovado por falta o aluno que não comparecer a mais de 25%
(vinte e cinco por cento) das atividades didáticas realizadas no semestre letivo.

60

Parágrafo Único - O abono, compensação de faltas ou dispensa de frequência, só
será permitido nos casos especiais previstos nos termos do Decreto-Lei n.o 1.044
(21/10/1969), Decreto-Lei no 6.202 (17/04/1975) e no Regimento Geral da UFAL.

A mesma Resolução apresenta um capítulo detalhando como se efetiva a apuração
do rendimento escolar. A avaliação da aprendizagem é condizente com a concepção de
ensino e aprendizagem que norteia a metodologia adotada para a consecução da proposta
curricular, de forma a fortalecer a perspectiva da formação integral dos alunos respeitando a
diversidade e a pluralidade das suas formas de manifestação e participação nas atividades
acadêmicas, sem se distanciar, entretanto, das determinações legais e institucionais.
O docente pode optar pelos métodos de avaliação conhecidos como provas abertas
e fechadas, atividades práticas, seminários, relatórios, participação, elaboração de projetos,
instalações, performances dentre outros cujos níveis de intensidade e graus de dificuldades
e aprofundamento são definidos pela especificidade de cada disciplina estudada.
O sistema de avaliação da aprendizagem em cada uma das disciplinas irá observar o
que normatiza a Resolução interna CEPE/UFAL que estabelece:
Art. 11 - A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
§ 1º – Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive prova final,
após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e oito) horas, das notas
obtidas pelo aluno em avaliações anteriores.
§ 2º - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de avaliação e, no
prazo de 02 (dois) dias úteis após a divulgação de cada resultado, poderá solicitar
revisão da correção de sua avaliação, por uma comissão de professores designada
pelo Colegiado do Curso.
Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio Curricular
Obrigatório, quando previsto no PPC.
Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que possível,
aos conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de mais de 01
(um) instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas práticas, além de
outras opções como provas orais, seminários, experiências clínicas, estudos de caso,
atividades práticas em qualquer campo utilizado no processo de aprendizagem.
§ 1º - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais dos
instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva,
calculada considerando-se a média das avaliações programadas e efetivadas pela
disciplina.
§ 2º - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma das
02 (duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a ser
reavaliado naquela em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a
maior nota.
Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética,
apurada até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
§ 1º - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
§ 2º - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das Avaliações

61

Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou
superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova Final
(PF).
Parágrafo Único - A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina
ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em época posterior às
reavaliações, conforme o Calendário Acadêmico da UFAL.
Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em cada
disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e
cinco décimos).
Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada da
Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da Prova
Final (PF), com peso 4 (quatro).
Art. 17 - Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo comparecido à
Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de doença, devendo
requerê-la ao respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas
após a realização da prova.
Parágrafo Único - A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05 (cinco)
dias após a realização da primeira chamada, onde prevalecerá o mesmo critério
disposto no Parágrafo único do Art. 16.

Visando diminuir o índice de retenção e maximizar a possibilidade de recuperação
acadêmica dos estudantes, o sistema de avaliação prevê a realização de uma reavaliação
de aprendizagem que substituirá a menor de suas notas obtidas entre as duas avaliações
bimestrais. Esta ação acontece antes da prova final, possibilitando o discente não apenas
recuperar a nota e melhorar sua média, como ter um melhor aproveitamento acadêmico.
6.1.1 Avaliação integrada
As diferentes disciplinas do curso adotam procedimentos específicos de avaliação
dos estudantes correspondentes à natureza de cada uma delas. No entanto, o PPC prevê
uma avaliação integrada que consiste na implementação de um instrumento único de
avaliação dos estudantes na segunda unidade do semestre, com o objetivo de articulação
dos conteúdos alcançando a inter-relação teórica-prática.
Essa avaliação trata-se do trabalho integrador que possibilita a avaliação dos
conteúdos de forma unificada, cujos docentes que se dispuserem a participar se engajem na
definição do trabalho que deverá ser acordada no Seminário de Planejamento e Avaliação.
A articulação entre os conteúdos das disciplinas pode ser completa (todas as
disciplinas do semestre participam do trabalho integrador) ou parcial (apenas algumas
disciplinas participam, podendo haver mais de um trabalho integrador, o que irá depender
das disciplinas que se associarem espontaneamente).
Os trabalhos integradores deverão ser expostos, caso seja da vontade dos discentes
em consonância com o docente, de modo a ampliar a participação de professores e
estudantes, visando o aprimoramento e integração horizontal dos conteúdos lecionados.

62

7. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
As avaliações são de responsabilidade institucional, compreendendo a infraestrutura,
o corpo docente, o projeto pedagógico e o desempenho acadêmico (ensino-aprendizagem).
A avaliação possibilita correções, revisões, complementações e reorientações de práticas
pedagógicas, permite reflexões sobre os projetos pedagógicos e identificação dos
obstáculos administrativos. Deve ser entendida como um processo temporal amplo e coparticipativo, que considera o acompanhamento do processo de ensino-aprendizagem como
um mecanismo importante para a autoavaliação pedagógica.
O sistema de avaliação institucional é composto pelo acompanhamento do
desenvolvimento das atividades e das disciplinas através de Seminário de Planejamento e
Avaliação, da Comissão de Autoavaliação, das atribuições do NDE e Colegiado do curso.
7.1 Semana de planejamento e avaliação (SPA)
O SPA é realizado na primeira semana letiva do semestre, tendo como objetivo: (a)
propiciar o encontro dos docentes que compõem cada SEPE visando compartilharem e
afinarem seus conteúdos disciplinares; (b) planejar as disciplinas e partilhar seus conteúdos
entre os professores de cada semestre, a fim de possibilitar a definição do trabalho que
comporá a avaliação integrada; (c) avaliar as disciplinas ofertadas no semestre anterior e
acompanhar o processo inicial de desenvolvimento do semestre em curso.
O SPA é um momento particular de planejamento integral e coletivo, que propicia a
observância do cumprimento dos conteúdos programáticos das disciplinas; a discussão e o
planejamento das alterações na condução das mesmas e, a formação continuada dos
professores a partir dos resultados da autoavaliação dos docentes e discentes.
As atividades desenvolvidas na SPA consistem em reuniões com (a.) os membros de
cada SEPE e (b.) com os professores de cada semestre, sendo obrigatória a presença de
um membro do NDE ou Colegiado de Curso em cada reunião para que sistematizem as
decisões tomadas e possam instrumentalizar o processo de acompanhamento. Outra
atividade que compõe a SPA é a apresentação das práticas acadêmicas desenvolvidas
como uma prática de compartilhar as experiências, gerando debates e discussões sobre
estratégias metodológicas.
7.2 Comissão de autoavaliação
O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes/INEP) instituiu a

63

criação de comissões internas de auto avaliação. Respeitando essas orientações, o
Consuni/UFAL afere por meio da Resolução n.º 52/2013, a criação das Comissões de
Autoavaliação (CAA).
A CAA do curso de Arquitetura e Urbanismo será composta pelos membros do NDE,
um membro representante do corpo técnico da FAU/UFAL e um representante discente do
curso. Os objetivos da CAA do Curso de Arquitetura e Urbanismo são os seguintes:
o instituir uma cultura avaliativa no âmbito do Curso de Arquitetura e Urbanismo;
o elaborar relatórios de auto avaliação do Curso de Arquitetura e Urbanismo;
o identificar estratégias para otimizar o desempenho das atividades de ensino,
pesquisa e extensão do Curso.

A CAA é responsável por monitorar semestralmente a implementação do PPC,
produzindo dados que subsidiarão a elaboração do relatório anual de avaliação do Curso.
Os parâmetros de análise para avaliação devem inicialmente considerar o desempenho do
corpo discente na avaliação do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade),
as condições de infraestrutura do curso e a percepção dos discentes sobre as condições do
processo formativo. Os demais parâmetros serão instituídos pela CAA quando instituída a
partir da validação do PPC.
7.3 NDE e Colegiado de curso
O NDE deverá articular com o Colegiado para otimizar a adequação ou necessidade
de alterações no PPC em função dos relatórios da CAA e dos relatórios acadêmicos
relativos à evasão, retenção e aproveitamento escolar dos discentes informados pela
Coordenação.
O NDE e Colegiado devem considerar a avaliação pela sociedade, por meio da
ação/intervenção docente/discente expressa na produção e nas atividades concretizadas no
âmbito da extensão universitária, em parceria com instituições e empreendimentos
alagoanos, assim como com estágios curriculares não obrigatórios, a partir do momento de
suas ações.

8. INFRAESTRUTURA
A infraestrutura necessária para viabilizar os processos de ensino-aprendizagem na
formação das habilidades profissionais em Arquitetura e Urbanismo, atualmente é composta,
além de salas de aula, de equipamentos diversos e de ateliês de projeto, por laboratórios de

64

conforto ambiental, de informática, de tecnologia da construção (materiais, elétrica,
hidráulica e estruturas) e de oficina de plástica e maquetes.
As instalações físicas da FAU/UFAL são adequadas, exceto por problemas de
acústica (reverberação e eco) que impõe projeto especial de acústica para solucionar o
problema nas salas de aula (práticas e teóricas). Observa-se que no projeto arquitetônico
original a ventilação natural com a permeabilidade dos espaços foi privilegiada em
detrimento do nível do ruído que tal solução apresenta. Quanto aos equipamentos
existentes, a FAU/UFAL conta com número suficiente para atender todas as salas de aula.
Sobre os laboratórios existentes, ressalta-se que o Laboratório de Conforto
Ambiental é um dos mais completos laboratórios do Brasil e sua instalação e manutenção,
até o presente, resultou de projetos/convênios de pesquisa de professores do curso. Quanto
ao Laboratório de Informática, o curso conta com uma estrutura física-laboratorial regular.
Recentemente, o mais novo prédio da FAU/UFAL foi inaugurado e encontra-se em
plena utilização como Maquetaria e Ateliê livre para os estudantes. Apesar do prédio novo
ter sido planejado há dez anos para sediar o laboratório de maquetes de um lado, e o
laboratório de conforto do outro lado, os atuais usos foram decididos por unanimidade pelo
Conselho do curso.
Cabe destacar que recentemente foi garantido o espaço físico para a Empresa Junior
de Design – Batuque, para o Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo (BECO), para o
Laboratório de Experimentação em Design (LED), para o Centro Acadêmico de Design e
para o Diretório Estudantil de Arquitetura e Urbanismo.
Além disso, ressalta-se que, no intuito de reforçar a segurança nas imediações da
FAU/UFAL, há necessidade de elaboração, atualização e execução de projetos de
paisagismo, já desenvolvidos nas disciplinas de Projeto de Paisagismo, para os espaços de
circulação, jardins e pátios internos da FAU/UFAL, incluindo a viabilidade de intervenções de
iluminação, pintura e grafite entre outras práticas de intervenções referentes à sociabilidade,
bioarquitetura e à arte urbana trabalhadas por docentes e discentes da FAU/UFAL. Observase também a importância de reservar espaços livres que permitam a aquisição e também
criação de mobiliáris urbanos fixos e efêmeros. A Tabela 3 apresenta os tipos, quantidades
e o mobiliário e equipamentos disponíveis para uso do curso de Arquitetura e Urbanismo na
FAU/UFAL.
Tabela 3 – Infraestrutura de mobiliário e equipamentos da FAU/UFAL
Tipo
Quantidade
Mobiliário
Equipamento
Sala de aula teórica
5
Data show
Cadeiras, quadro,
Ar condicionado
mesa
Ventiladores

65

Ateliê

5

Laboratório de informática

2

Pranchetas, bancos,
cadeiras, quadro
Mesas, cadeiras,
computadores

Ventiladores
Computadores
Ar condicionado
Data show

13
(em média 3
professores)
1

Mesas, cadeiras,
armários

Mesas, cadeiras,
armários

Computadores
Ar condicionado

Mesas, cadeiras,
armários, estantes

Computadores,
heliodon, mesa d’água,
ar condicionado

Maquetaria

3
(arquitetura,
design e pósgraduação)
4
(urbano,
teoria,
tecnologia,
design)
1

Serras, lixadeira etc.

Secretaria

1

Sala da direção

1

Mesas, cadeiras,
armários
Mesas, cadeiras,
armários
Mesas, cadeiras,
armários

Banheiros
Sala do PET

4
1

Mesas, cadeiras,
armários
Mesas, cadeiras,
armários

Computadores

Sala de permanência de
professores (40h e 40h DE)
Sala de professores (20h,
substitutos, colaboradores e
convidados)
Sala de coordenação

Laboratórios de pesquisa e
extensão

Sala dos escritórios modelo

Sala
das
estudantis

representações

Ateliê livre para alunos
Sala de exposições
Sala de reunião
Copa
Depósito
Centro de documentação

2
(Batuque e
Beco)
1
(CADE e
DEAU)
1
1
1 (grande)
3 (pequenas)
1
1
1

Mesas, cadeiras,
armários

Computadores
Impressoras
Computadores

Mesas, cadeiras,
armários
Mesas, cadeiras,
armários, pranchetas
Mesas, cadeiras,
quadro
Mesa, cadeiras

Datashow,
Geladeira, microondas

Estantes, mesas,
cadeiras

9. EMENTAS DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO CURSO

A Seção 9 apresenta a relação das disciplinas obrigatórias do curso, por semestre e
SEPE, e suas respectivas ementas e bibliografias.

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1º SEMESTRE
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

OFICINA DE PLÁSTICA
Período
1° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
12h
60h
72h

Setor de Estudo
LRP

EMENTA
Teorias de percepção da Forma. Relações entre forma e composição. A concepção e a
representação de ideias através da modelagem experimental. Estudo das relações entre
forma, material e tecnologia. Apreensão da escala humana. Princípios de organização da
forma na investigação espacial e construtiva.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHING, Francis. Arquitetura: forma, espaço e ordem. 2. ed., São Paulo: Martins Fontes,
2008.
OSTROWER, Fayga. Criatividade e Processo de Criação. Ed. Vozes.
WONG, WUCIUS. Princípios da forma e desenho. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARNHEIM, Rudolf. Arte e percepção visual: uma psicologia da visão criadora. 12. ed.
Pioneira, c1998.
DONDIS, Donis A. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
FRUTIGER, Adrian. Sinais e símbolos: desenho, projeto e significado. São Paulo: Martins
Fontes, 2007.
BERGER, John. Modos de ver. Lisboa: Edições 70, 1987.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

OFICINA DE DESENHO 1
Período
1° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
20h
34h
54h

Setor de Estudo
LRP

EMENTA
Sintaxe da linguagem visual. Introdução à leitura visual. Introdução à Teoria da cor.
Desenvolvimento de composições abstratas, figurativas e mistas. Desenho a mão livre,
croquis, desenho de observação com vistas à expressão e criatividade. Noção de técnicas
de representação gráfica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HALLAWELL, Philip. A mão livre: a linguagem do desenho. São Paulo: Melhoramentos,
2006.
HALLAWELL, Philip. A mão livre 2: técnicas do desenho. São Paulo: Melhoramentos, 2006.
MONTENEGRO, Gildo A. A perspectiva dos profissionais:
sombra, insolação,
axonometria. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GUIMARÃES, Luciano. A cor como informação: a construção biofísica, linguística e cultural
da simbologia das cores. 3. ed. São Paulo: Annablume, 2004.
LAWSON, Bryan. Como arquitetos e designers pensam. São Paulo: Oficina de Textos,
2011.
MONTENEGRO, Gildo A. Inteligência visual e 3-D: compreendendo conceitos básicos da
geometria espacial. São Paulo: Edgard Blücher, 2005.
SILVA, Antonio Carlos Rodrigues. Desenho de vegetação em arquitetura e urbanismo. São
Paulo: Blücher, 2009.
YEE, Rendow. Desenho arquitetônico: um compêndio visual de tipos e métodos. 3. ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2009.

68

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

GEOMETRIA DESCRITIVA
Período
1° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
20h
34h
54h

Setor de Estudo
LRP

EMENTA
Sistemas de projeção cilíndrica e ortogonal. Teoria geral de vistas ortográficas. Método de
Monge aplicado a arquitetura e urbanismo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARVALHO, Benjamim de A. Desenho geométrico. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2008.
MONTENEGRO, Gildo A. Desenho de projetos. São Paulo: Blucher - Editora Edgard Blucher
Ltda, 2009.
PRÍNCIPE JR., Alfredo dos Reis. Noções de geometria descritiva. São Paulo: Nobel, 1992.
2 vol. CLÁSSICO.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PIPES, Alan. Desenho para designers: habilidades de desenho, esboços de conceito, design
auxiliado por computador. São Paulo: Blucher - Editora Edgard Blucher Ltda, 2010.
REZENDE, Eliane Quelho Frota; QUEIROZ, Maria Lúcia Bontorim de. Geometria euclidiana
plana e construções geométricas. 2. ed. Campinas, SP: UNICAMP, 2008.
RICCA, Guilherme. Geometria descritiva - método de Monge. Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian,1992. CLÁSSICO
SARAPKA, Elaine Maria (et al.). Desenho arquitetônico básico. São Paulo, SP: Pini, 2010.
SILVA, Arlindo (et al.) Desenho técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, c2006.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

INTRODUÇÃO AO DESENHO DIGITAL
Período
1° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
20h
34h
54h

Setor de Estudo
LRP

EMENTA
Conceitos relativos às ferramentas digitais. Desenho auxiliado por computador no processo
e na representação do projeto de Arquitetura e Urbanismo. Conhecimento básico e teóricos
de programas com tecnologias analógicas e paramétricas. Abordagem teórica de conceitos
como: algoritmos, manipulação de parâmetros. Aplicação do desenho técnico auxiliado por
computador (CAD Computer Aided Design) em projetos de Arquitetura e Urbanismo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMBIAGHI, Henrique (Org.). Diretrizes gerais para intercambialidade de projetos em
CAD. São Paulo: Pini, 2002. (CD-ROM).
CAVASSANI, Glauber. V-Ray para Google Sketchup 8: acabamento, iluminação e recursos
avançados para maquete eletrônica. São Paulo: Érica, 2012.
LIMA, Claudia C. N. A. de. Autodesk Revit Architecture 2013: conceitos e aplicações. São
Paulo: Erica, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BALDAM, Roquemar de L.; COSTA, L. AutoCAD 2007: utilizando totalmente. 2. ed. São
Paulo: Érica, 2007.
PELLEGRINO, Pierre. Arquitectura e informática. Barcelona: Gustavo Gili, 1999.
SILVA, Arlindo (et al.). Desenho técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
SPECK, H. J.; PEIXOTO, V. V. Manual básico de desenho técnico. 5. ed. Florianópolis:
UFSC, 2009.
STEELE, James. Arquitectura y revolución digital. Naucalpan: G. Gili, c2001.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

ELEMENTOS DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Período
1° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
54h
54h

Setor de Estudo
TEC

EMENTA
Funções, sistemas de coordenadas e gráficos. Noções de limites. Introdução à diferenciação
e integração. Estática dos pontos materiais e dos corpos rígidos. Elementos de isostática:
esforços internos solicitantes, estudo de vigas, pórticos e treliças.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, M. C. F. Estruturas Isostáticas. Oficina de Textos, 2009.
BEER, F. P., JOHNSTON JR, E. R., DEWOLF, J. T., MAZUREK, D. F. Estática e Mecânica
dos Materiais. McGraw Hill, 2013.
STEWART, J. Cálculo. v. 1, 8 ed., São Paulo: Cengage Learning, 2017.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HIBBELER, R. C. Estática: Mecânica para Engenharia. 12 ed. São Paulo: Pearson PrenticeHall, 2011.
MACHADO JÚNIOR, E. F. Introdução à Isostática. EESC/USP - Projeto REENGE. São
Carlos, 1999.
REBELLO, Y.C.P. A Concepção Estrutural e a Arquitetura. São Paulo, Zigurate, 2000.
SILVA, D. M.; SOUTO, A. K. Estruturas: Uma Abordagem Arquitetônica. Porto Alegre, Ritter
dos Reis, 2000.
SILVER, P.; MCLEAN, W.; EVANS, P. Sistemas Estruturais, Blucher, 2013.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO 1 - IDENTIDADE, CULTURA E
DESENVOLVIMENTO
Período
1° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
54h

Setor de Estudo
PUP

EMENTA
Projeto de extensão 1 com duas semestralidade, 1ªsemestralidade a partir da ACE-1; o
desenvolvimento brasileiro em suas dimensões econômicas, culturais, étnicas, sociais,

políticas e ambientais. Identidades e culturas no Brasil, conceitos e contextos das questões
étnico raciais, de gênero, interseccionalidade e direitos humanos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHOSSUDOVSKY, Michel. A Globalização da Pobreza: Impactos das Reformas do FMI e do
Banco Mundial. São Paulo, Moderna, 1999.
FURTADO, Celso. Raízes do Subdesenvolvimento. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira,
2003.
CAVALCANTI, Clovis (org.). Desenvolvimento e natureza: estudos para uma sociedade
sustentável. São Paulo: Cortez, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FREYRE, Gilberto. Casa-Grande & Senzala. 51. ed. São Paulo: Global, 2006.
DIEGUES JR., Manuel. O Bangüê nas Alagoas – traços da influência do sistema econômico
do engenho de açúcar na vida e na cultura regional. Maceió: EDUFAL, 2006.
FERNANDES, Florestan. Sociedade de classes e subdesenvolvimento. 5º ed. São Paulo:
2004.
LINDOSO, Dirceu. Formação da Alagoas Boreal. Maceió: Cataventos, 2000.
GUIMARÃES, Antônio Sérgio A. Racismo e antirracismo no Brasil. 2. ed. São Paulo.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

TÉCNICA DE ELABORAÇÃO DE TRABALHO ACADÊMICO - TETA 1
Período
1° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
16h
20h
36h

Setor de Estudo
THC

EMENTA
Epistemologia. O ato de estudar. Planejamento e organização do trabalho acadêmico.
Técnicas de fichamento, resumo e resenha. Métodos e técnicas de pesquisa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia
científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez,
2007.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas.
9. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica: ciência e
conhecimento científico, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis, metodologia
jurídica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa:
planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração,
análise e interpretação de dados. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2013.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e
iniciação à pesquisa. 27. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Manual para elaboração de monografias e dissertações.
3. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

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2º SEMESTRE
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

OFICINA DE DESENHO 2
Período
2° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
20h
34h
54h

Setor de Estudo
LRP

EMENTA
Diferentes sistemas de representação de perspectivas ortogonais e cônicas. Projeção de
sombras.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FARRELLY, Lorraine. Técnicas de representação. Porto Alegre: Bookman, 2011.
MONTENEGRO, Gildo A. A perspectiva dos profissionais: sombra, insolação, axonometria.
2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2010.
PRINCIPE JÚNIOR, Alfredo dos Reis. Noções de geometria descritiva. São Paulo: Nobel,
2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHING, Francis D. K. Representação gráfica em Arquitetura. Porto Alegre: Bookman,
2011.
SILVA, Arlindo (et al.). Desenho técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
SILVA, E. de Oliveira (et al.). Desenho técnico fundamental. São Paulo: EPU, 2009.
SPECK, H. J.; PEIXOTO, V. V. Manual básico de desenho técnico. 5. ed. Florianópolis:
UFSC, 2009.
YEE, Rendow. Desenho arquitetônico: um compêndio visual de tipos e métodos. 3. ed. Rio
de Janeiro, RJ: LTC, 2009.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

DESENHO DIGITAL 1
Período
2° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
20h
34h
54h

Setor de Estudo
LRP

EMENTA
Conceituação de sistemas digitais de projeto a partir de modelos paramétricos. Aplicação de
modelagem de informação de construção (BIM): conceituação, definição, modelagem de
componentes de projeto de arquitetura e urbanismo e representação técnica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMBIAGHI, Henrique (org.). Diretrizes gerais para intercambialidade de projetos em CAD.
São Paulo: Pini, 2002. (CD-ROM).
CAVASSANI, Glauber. V-Ray para Google Sketchup 8: acabamento, iluminação e recursos
avançados para maquete eletrônica. São Paulo: Érica, 2012.
LIMA, Claudia Campos Netto Alves de. Autodesk Revit Architecture 2013: conceitos e
aplicações. São Paulo: Erica, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BALDAM, Roquemar de Lima; COSTA, Lourenço. AutoCAD 2007: utilizando totalmente. 2.
ed. São Paulo: Érica, 2007.
KOWALTOWSKI, D. K. (et al.). O processo de projeto em arquitetura: da teoria à tecnologia.
São Paulo: Oficina de Textos, 2011.
PELLEGRINO, Pierre. Arquitectura e informática. Barcelona: Gustavo Gili, 1999.
SILVA, Arlindo (et al.). Desenho técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
SPECK, Henderson J.; PEIXOTO, Virgílio V. Manual básico de desenho técnico. 5. ed.
Florianópolis: UFSC, 2009.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

INTRODUÇÃO AO PROJETO DE ARQUITETURA, URBANISMO E PAISAGISMO
Período
2° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
12h
60h
72h

Setor de Estudo
LRP

PUP

EMENTA
Definição de Arquitetura e Urbanismo. Observação, percepção, leitura e análise como
instrumentos para o conhecimento do espaço arquitetônico, urbano e da paisagem.
Sensibilização ao exercício de projeto e problematização da situação em estudo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CASTELLO, Lineu. A percepção de Lugar: repensando o conceito de lugar em arquiteturaurbanismo. Porto Alegre: PROPAR-UFRGS, 2007.
LYNCH, Kevin. A imagem da cidade. Martins Fontes, 1997.
UNWIN, Simon. A análise da arquitetura. 3ed. Porto Alegre: Bookman, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BURLE MARX, R. Arte e Paisagem: conferências escolhidas. Ed. Nobel. São Paulo, 1987.
FARRET, Ricardo Libanez (org), O Espaço da Cidade: Contribuição à Análise Urbana. Ed.
Projeto, São Paulo, 1985.
PADILHA, N. (org.). Cidade e Urbanismo: história, teorias e práticas. FAUFBa-MAU,
Salvador, 1998.
PEREIRA, Miguel Alves. Arquitetura: cultura, formação, prática e política profissional. São
Paulo: Pini, 2005.
THEO J. M. VAN DER VOORDT. Arquitetura sob o olhar do usuário. Oficina de Textos.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

ELEMENTOS DA HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO
Período
2° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
40h
14h
54h

Setor de Estudo
THC

EMENTA
História e Historiografia. A arquitetura e a cidade como manifestações culturais. Relações
entre civilização e linguagem, pensamento espacial e produção da arquitetura e da cidade
ao longo do tempo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ROSSI, Aldo. Arquitetura da cidade. 2ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
ARGAN, Giulio Carlo. El Concepto del Espacio arquitetônico. Buenos Aires, Nueva Vision,
1984. (e-book)
BONTA, J.P. Sistemas de significacion en arquitetctura. Um estúdio de la arquitectura y su
interpretación. Barcelona: GG, 1977. (e-book)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRANDÃO, Carlos Antonio Leite. A formação do homem moderno vista através da
arquitetura. 2. ed. rev. Belo Horizonte, MG: Ed. da UFMG, 2001
BENEVOLO, Leonardo. Introdução à Arquitetura, São Paulo, Ed. Mestre Jou, 1972.
COELHO NETTO, J. Teixeira. A construção do sentido na arquitetura. 5. ed., 2. reimpr. São
Paulo, SP: Perspectiva, 2009.
GIEDION, S. La arquitectura, fenomeno de transicion (las tres edades del espacio en
arquitectura). Barcelona: G. Gili, 1975.
PULS, Mauricio Mattos. Arquitetura e filosofia. Annablume, 2006.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

TOPOGRAFIA
Período
2° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
20h
34h
54h

Setor de Estudo
TEC

EMENTA
Levantamentos planimétricos: expedito e regular. Levantamentos altimétricos: expedito e
regular. Curvas de níveis. Representação nos diferentes planos geométricos. Levantamentos
especiais: taqueométrico e fotogramétrico. Introdução à fotointerpretação. Interpretação de
Plantas Topográficas e fotografias Aéreas; análise de Levantamentos Topográficos e
Desenho de Plantas Topográficas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 13133: Execução de
levantamento topográfico. Rio de Janeiro, 1994. CLÁSSICO on-line
BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de topografia. 3. ed., rev. e amp. São Paulo: E.
Blucher, 2008.
CASACA, João M. Topografia Geral. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BORGES, A. C. Topografia aplicada à Arquitetura e Urbanismo. Volume 1. São Paulo:
Edgard Blucher Ltda., 1999. CLÁSSICO
IBGE. Manuais Técnicos em Geociências – número 8: Noções Básicas de Cartografia. Rio
de Janeiro, 1999. CLÁSSICO on-line
FITZ, P. R. Cartografia Básica. Rio Grande do Sul:Editora UNILASALLE,2005.
MARTINELLI, M. Mapas da Geografia e Cartografia Temática. Editora Contexto. São Paulo,
2007.
JOLY, Fernand. A cartografia. 5. ed. São Paulo: Papirus, 2009.

78

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

ELEMENTOS DE MECÂNICA DOS SÓLIDOS
Período
2° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
54h
54h

Setor de Estudo
TEC

EMENTA
Propriedades geométricas de figuras planas: centróide e momento de inércia. Tensões e
deformações: conceito, estado uniaxial e lei de Hooke. Tração e compressão. Flexão
transversal reta. Deflexão de vigas. Instabilidade elástica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEER, F. P., JOHNSTON JR, E. R., DEWOLF, J. T., MAZUREK, D. F. Estática e Mecânica
dos Materiais. McGraw Hill, 2013.
GERE, J. M.; GOODNO, B. J. Mecânica dos Materiais. 7. ed. São Paulo: CENGAGE
Learning, 2010. ISBN: 9788522107988.
HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 7. ed. São Paulo: Pearson Education, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BEER, F. P.; JOHNSTON JR., E. R.; DEWOLF, J. T.; MAZUREK, D. F. Mecânica dos
Materiais. 5. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2011. ISBN: 9788563308238.
HIBBELER, R. C. Estática: Mecânica para Engenharia. 12 ed. São Paulo: Pearson PrenticeHall, 2011.
ONOUYE, B, KANE, K. Estática e Resistência dos Materiais para Arquitetura e Construção
de Edificações, 4 ed. LTC, 2015.
SILVER, P.; MCLEAN, W.; EVANS, P. Sistemas Estruturais, Blucher, 2013.

79

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO 2 – ESTÉTICA E HISTÓRIA DA ARTE
Período
2° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
54h

Setor de Estudo
THC

EMENTA
Projeto de extensão 1 com duas semestralidade, 2 ªsemestralidade a partir da ACE-02; contempla a

natureza e os objetos de Estética. A Estética e o estudo da Arte. A arte como sistema
cultural e social, historicamente situado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
OSBORNE, Haroldo. Estética e Teoria da arte: uma introdução histórica. São Paulo: Cultrix,
[S.d].
WOLLHEIM, Richard. A arte e seus objetos. São Paulo, SP: Martins Fontes, 1994.
WOODFORD, Susan. A Arte de ver a arte. Rio de Janeiro: Zahar, 1983.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARNOLD, Dana. Introdução à História da Arte. Ebooks.
GOMBRICH, E. H. A História da arte. 16. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1999.
JANSON, H. W. (Horst Woldemar); JANSON, Anthony F. Iniciação à história da arte. 2. ed.
São Paulo: Martins Fontes, 1996.
ARNHEIM, Rudolf. Arte e percepção visual: uma psicologia da visão criadora. 12. ed.
Pioneira, c1998.
WOLFFLIN, Heinrich. Conceitos fundamentais da historia da arte: o problema da evolução
dos estilos na arte mais recente. Martins Fontes, 2000.

80

3º SEMESTRE
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

DESENHO UNIVERSAL E ACESSIBILIDADE NO AMBIENTE CONSTRUÍDO
Período
3° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
21h
33h
54h

Setor de Estudo
LRP

EMENTA
Estudo dos conceitos e definições sobre o desenho universal e a acessibilidade com foco
na diversidade humana. Desenvolvimento de estudos e projetos de objetos, edificações,
espaços e equipamentos urbanos, para que atendam aos padrões de soluções técnicas da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA PRADO, A.; LOPES, M. E.; ORNSTEIN, S. W. (orgs.). Desenho Universal.
Caminhos da Acessibilidade no Brasil. São Paulo: Anna Blume, 2010.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. - ABNT. NBR 9050.
Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de
Janeiro – RJ, 2020.
BRASIL. Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Decreto
Legislativo nº 186/2008. Decreto nº 6.949/2009. Brasília: Secretaria de Direitos
Humanos, Secretaria nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência,
2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOUERI FILHO, José Jorge. Projeto e dimensionamento dos espaços da habitação –
Espaço de Atividades. São Paulo: Estação das Letras e Cores, 2008, 48p.
BRASIL. LEI nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei brasileira de Inclusão da
Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência).
CAMBIAGHI, Silvana Serafino. Desenho Universal: métodos e técnicas de ensino na
graduação de arquitetos e urbanistas. (Dissertação – Mestrado em Estruturas
Ambientais Urbanas – FAUUSP). São Paulo, 2004.
Anais do ENEAC 2018: VI Encontro Nacional de Ergonomia do Ambiente Construído / VIII
Seminário Brasileiro de Acessibilidade Integral, v. 2, n.7. Disponível em:
https://www.proceedings.blucher.com.br/article-list/eneac2016-267/list#articles

81

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

CONFORTO AMBIENTAL 1
Período
3° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
34h
20h
54h

Setor de Estudo
TEC

EMENTA
Exigências humanas de conforto. Bioclimatologia e arquitetura. Clima urbano e escalas
climáticas. Desenho urbano e clima. Ventilação natural, geometria solar e tratamento da
envoltória e do entorno das edificações com enfoque no conforto térmico. Normas técnicas.
Parâmetros de desempenho térmico e eficiência energética de edificações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBIRATO, G. M.; SOUZA, L. C. L.; TORRES, S. C. Clima e cidade: a abordagem
climática como subsídio para estudos urbanos. 2ª ed. Maceió : EDUFAL, 2016.
BITTENCOURT, L.S. Uso das cartas solares. Diretrizes para arquitetos. Maceió: EDUFAL,
1990.
BITTENCOURT, Leonardo S.; CÂNDIDO Christina. Introdução à Ventilação Natural. 4ed.
rev. Maceió: EDUFAL, 2015.
FROTA, A.B.; SCHIFFER, S.R. Manual de conforto térmico. 7. ed. São Paulo: Nobel, 2005,
244p.
ROMERO, Marta A. Bustos. Arquitetura bioclimática do espaço público. Brasília, DF: UnB,
2001.
ROMERO, Marta Adriana Bustos. Princípios Bioclimáticos para o Desenho Urbano. Brasília:
Editora Universidade de Brasília, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (CEF). Selo Casa Azul. Boas Práticas para Habitação mais
sustentável.
São
Paulo:
Páginas
e
Letras,
2010.
Disponível
em:
<http://www.caixa.gov.br/Downloads/selo_casa_azul/Selo_ Casa_Azul.pdf>. Acesso em: 20
de julho de 2017.
GONÇALVES, J.C.S.; BODE, K (Org). Edifício Ambiental. São Paulo. Oficina de Textos.
2015
HIGUERAS, Ester. Urbanismo bioclimático. Barcelona: G. Gili, 2006.
KEELER, M.; BURKE, B. Fundamentos de projeto de edificações sustentáveis. Porto Alegre,
Bookman, 2010. 362p.
MULLER-GAUZIN, Dominique. Arquitetura ecológica. São Paulo: SENAC, 2011.
OLGYAY, Victor. Arquitectura y Clima: manual de diseño bioclimático para arquitectos y
urbanistas. 1.ed. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 1998.

82

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

PROJETO DE ARQUITETURA 1
Período
3° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
12h
60h
72h

Setor de Estudo
LRP

EMENTA
Projeto de edificações de programa simples a partir do desenvolvimento da capacidade de
problematizar situações por meio de análise dos aspectos sociais, econômicos, culturais,
ambientais, técnico-construtivos, legais, funcionais e das necessidades, aspirações e
expectativas individuais e coletivas relativos à produção e ao uso do espaço.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BORGES, Alberto de Campos. Prática das pequenas construções. 5. ed. São Paulo: Edgard
Blücher, 2000.
CHING, Francis D. K.; ONOUYE, Barry S.; ZUBERBUHLER, Douglas. Sistemas estruturais
ilustrados: padrões, sistemas e projeto. Porto Alegre: Bookman, 2010.
LAWSON, Bryan. Como arquitetos e designers pensam. São Paulo: Oficina de Textos, 2011.
296 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BITTENCOURT, Leonardo; CÂNDIDO, Christhina. Introdução à ventilação natural. 2. ed.
Maceió: EDUFAL, 2006.
FROTA, Anésia B.; SCHIFFER, Sueli R. Manual de conforto térmico. 7. ed. São Paulo:
Nobel, 2003.
OLGYAY, V. Arquitetura y clima: manual de diseño bioclimatico para arquitectos y
urbanistas. Barcelona: Gustavo Gili, 1998.
SILVA, Arlindo (et al.). Desenho técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
NEUFERT, Ernst. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas, regulamentos sobre
projeto, construção, forma, necessidades e relações espaciais, dimensões de edifícios,
ambientes, mobiliário, objetos. 17. ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2004.

83

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

PROJETO DE PAISAGISMO 1
Período
3° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
22h
50h
72h

Setor de Estudo
PUP

EMENTA
Projeto de paisagismo com programa de baixa a média complexidade. Desenvolvimento da
capacidade de problematizar situações por meio de análise dos aspectos sociais,
econômicos, culturais, ambientais, técnico-construtivos, legais e das necessidades,
aspirações e expectativas individuais e coletivas relativos à produção e ao uso do espaço
paisagístico projetado, considerando a especificação botânica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MACEDO, Silvio. Quadro do paisagismo no Brasil. São Paulo: Edusp, 1996.
MONTENEGRO, H. W. S. A arte de projetar jardins. Piracicaba: ESALQ – USP / FEALQ,
1983.
SCHAMA, Simon. Paisagem e Memória. 1a Edição. São Paulo: Cia. das Letras, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABBUD, Benedito. Criando paisagens: guia de trabalho em arquitetura paisagística. 2. ed.
São Paulo: SENAC São Paulo, 2007.
ALEX, Sun. Projeto da praça: convívio e exclusão no espaço público. São Paulo: Ed. SENAC
São Paulo, 2008. 291p.
CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. A invenção ecológica, narrativas e trajetórias da
educação ambiental no Brasil. Porto Alegre, Editora da Universidade, 2001.
NEUFERT, P. e NEFF, L. Casa, apartamento, jardim, projetar com conhecimento construir
corretamente. Barcelona: Gustavo Gili, 2007.
SEGAWA, H. Ao amor do público. Jardins do Brasil. São Paulo: Nobel: FAPESP, 1996.
YANNAS, Simmos e CORBELLA, Oscar. Em busca de uma arquitetura sustentável para os
trópicos. São Paulo: Revan, 2003.

84

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

DESENHO DIGITAL 2
Período
3° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
20h
34h
54h

Setor de Estudo
LRP

EMENTA
Ferramentas digitais relacionadas à expressão gráfica, representação, apresentação e
diagramação de projetos de arquitetura e urbanismo. Prática auxiliada por computador com
softwares de vetorização e apresentação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT - Coletânea de normas de
desenho técnico. Coletânea de normas de Desenho Técnico, Arquitetônico e Urbanístico
(NBR-6492, NBR-8196, NBR-8402, NBR-8403, NBR-8404, NBR-8993, NBR-10067, NBR10068, NBR-10126, NBR-8196, NBR-10582, NBR-10647, NBR-12298, NBR-13142). São
Paulo: SENAI - DTE - DMT, 1990. ON -LINE
BALDAM, Roquemar; COSTA, Lourenço. AutoCAD 2010: Utilizando Totalmente. São Paulo:
Érica, 2009.
CHING, Francis D. K. Representação Gráfica em arquitetura. Bookman, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GASPAR, João. Google SketchUp Pro 7 passo a passo. São Paulo: Editora VectorPro,
2009.
HARRINGTON, David J. Desvendando o Autocad, 2005. Ebook.
LEGGITT, J. Desenho de arquitetura: técnicas e atalhos que usam tecnologia. Porto
Alegre: Bookman Cia., 2006.
MENEGOTTO, José Luis; ARAÚJO, Tereza Cristina Malveira de. O desenho digital: técnica
& arte. Rio de Janeiro: Interciência, 2000.
MITCHELL, William J. A lógica da arquitetura - projeto, computação e cognição. Campinas:
UNICAMP, 2008.

85

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

GEOPROCESSAMENTO
Período
3° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
54h
54h

Setor de Estudo
TEC

EMENTA
Conceitos; elementos fundamentais; banco de dados; equipamentos para SIG; programas
para SIG; um projeto de SIG; áreas de aplicação de um SIG na arquitetura e urbanismo;
custos x benefícios de um SIG. Cruzamento de informações e suas aplicações na arquitetura
e urbanismo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FITZ, P. R. Cartografia básica. São Paulo: Oficina de Textos, 2008.
FLORENZANO, T. G. Iniciação em Sensoriamento Remoto. São Paulo: Oficina de Textos,
2011.
MARTINELLI, M. Mapas da Geografia e Cartografia Temática. São Paulo: Contexto, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BLASCHKE, T. Análise da paisagem com SIG. São Paulo: Oficina de Textos, 2009.
DUQUE, R. C. e MENDES, C. L. O planejamento turístico e a cartografia. Campinas: Alínea,
2006.
GUTIERREZ PUEBLA, J. SIG – Sistema de Información Geografica. Madrid: Sintesis, 2005.
JENSEN, J. R. Sensoriamento remoto do ambiente. São Paulo: Parêntese Editora, 2009.
NOVO, Evlyn M. L. de M. Sensoriamento Remoto - Princípios e Aplicações. São Paulo:
Edgard Blücher, 2010.

86

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

SISTEMAS ESTRUTURAIS: CONCRETO
Período
3° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
54h
54h

Setor de Estudo
TEC

EMENTA
Propriedades mecânicas: aço e concreto. Pré-dimensionamento. Classificações das
estruturas de concreto armado. Ações e solicitações. Flexão simples e cisalhamento. Lajes
maciças, mistas, nervuradas e cogumelos. Compressão, tração e flexão composta.
Elementos rampa, escada.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOTELHO, Manoel Henrique Campos; Marchetti, Osvaldemar. Concreto Armado - Eu Te
Amo Vol. I Ed. Edgard Blucher 8ª Ed. 2015
PORTO, Thiago Bomjardim ; Fernandes, Danielle Stefane Gualberto Fernandes. Curso
básico de concreto armado. Oficina de Textos. 2015.
GRAZIANO,Francisco Paulo. Projeto e Execução de Estruturas de Concreto Armado. - O
Nome Da Rosa. 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOTELHO, Manoel Henrique Campos; Marchetti, Osvaldemar. Concreto Armado - Eu Te
Amo Vol. II Ed. Edgard Blucher 8ª Ed. 2004
CARVALHO, Roberto Chust; Figieredo Filho, Jasson Rodrigues. Cáculo e detalhamento de
estruturas usuais de concreto armado. Edfscar 2004
CLIMACO, João Carlos Teatini de Souza. Estruturas de concreto armado Fundamentos de
projeto, dimensionamento e verificação. Editora UNB 2005
BRANDÃO, Ivens Coimbra Fundamentos para o cálculo em concreto armado aplicados à
flexão pura. EDUFPA
CARVALHO, Roberto Chust; Pinheiro, Libânio Miranda. Cálculo e detalhamento de
estruturas usuais de concreto armado. V. 2. Ed. PINI 2010.

87

4º SEMESTRE
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

TEORIA E HISTÓRIA 1: TIPOLOGIA
Período
4° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
40h
14h
54h

Setor de Estudo
THC

EMENTA
A noção de tipo. As relações tipológicas entre edifícios. O tipo como instrumento de análise e
conhecimento da Arquitetura e Urbanismo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARÍS, Carlos Martí. Las variaciones de la indentidad: ensayo sobre el typo em arquitectura.
Barcelona: Ediciones del Serbal, 1993. (e-book)
COLQUHOUN, Alan. Modernidade e tradição clássica: ensaios sobre arquitetura 198087. São Paulo, SP: Cosac & Naify, c2004
NESBITT, Kate (org.). Uma nova agenda para a arquitetura: antologia teórica 1965-1995. 2.
ed. São Paulo: Cosac e Naify, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MONTANER, Josep Maria. A modernidade superada: arquitetura, arte e pensamento do
século XX. Barcelona: Gustavo Gili, c2001.
. Arquitetura e crítica. Barcelona: G. Gili, 2007
VENTURI, Robert. Complexidade e contradição em arquitetura. São Paulo: Martins Fontes,
1995.
ÁBALOS, Iñaki. A boa-vida: visita guiada às casas da modernidade. Barcelona: Gustavo
Gili, 2003.
SYKES, A. Krista (org.) O Campo ampliado da arquitetura: antologia teórica 1993-2009. São
Paulo: Cosac Naify, 2013.

88

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

PROJETO DE ARQUITETURA 2
Período
4° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
12h
60h
72h

Setor de Estudo
LRP

EMENTA
Projeto de edificações de uso público que reflitam a vivência do homem em sociedade a
partir do desenvolvimento da capacidade de problematizar situações por meio de análise
crítica dos aspectos sociais, econômicos, culturais, ambientais, técnico-construtivos, legais,
funcionais e das necessidades, aspirações e expectativas coletivas relativos à produção e ao
uso do espaço.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BREGATTO, P. R. Documentos de Arquitetura. Canoas: ULBRA, 2005.
NESBITT, K. (org.). Uma Nova Agenda para a Arquitetura. São Paulo: Cosac e Naify, 2010.
ZEIN, R. V. O Lugar da crítica, ensaios oportunos de arquitetura. Porto Alegre: Ritter dos
Reis, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DUNN, N. Maquetas de Arquitectura. São Paulo: Blume, 2010.
KOWALTOWSKI, D. K. Arquitetura Escolar. São Paulo: Oficina de Textos, 2011.
GHIRARDO, D. Arquitetura Contemporânea – uma história concisa. São Paulo: WMF
Martins Fontes, 2009.
MILHEIRO, A. V.; NOBRE, A. L. e WISNIK, G. Coletivo – 36 Projetos de Arquitetura Paulista.
São Paulo: COSAC NAIFY, 2006.
NEUFERT, P. e NEFF, L. Casa, apartamento, jardim, projetar com conhecimento construir
corretamente. Barcelona: Gustavo Gili, 2007.

89

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

CONFORTO AMBIENTAL 2
Período
4° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
34h
20h
54h

Setor de Estudo
TEC

EMENTA
Luz e arquitetura. Conforto visual. Geometria da insolação. Sistemas de aproveitamento da
luz natural. Sistemas de iluminação artificial. Iluminação e eficiência energética. Iluminação
no ambiente urbano. Normas Técnicas para iluminação natural e artificial.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FROTA, A.B. Geometria da insolação. São Paulo, Geros, 2004, 289p.
INNES, M. Iluminação no design de interiores. Tradução de Alexandre Salvaterra. São
Paulo: Gustavo Gili, 2014.
VIANNA, Nelson Solano, GONÇALVES, Joana. Iluminação e Arquitetura. São Paulo: Virtus,
2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAKER, Nick. Daylight design of buildings. London: James & James, 2002.

FONTOYNONT, Marc (ed.). Daylight performance of buildings. London: James &
James, 2002.
GUERRINI, D. P. Iluminação: Teoria e Projeto. São Paulo: Erica, 2007.
LAM, William M.C. Sunlighting as Formgivers for Architecture. New York: Van Nostrand
Reinhold, 1986.
PLUMMER, H. La arquitectura de la luz natural. São Paulo: Blume, 2009.
TREGENZA, P.; LOE, D. Projeto de iluminação. Tradução de Alexandre Salvaterra. 2ª ed.
Porto Alegre: Bookman, 2015.

90

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO 3 - DIAGNÓSTICO E
PLANEJAMENTO 1
Período
4° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
54h

Setor de Estudo
PUP

EMENTA
Projeto de extensão 1 com duas semestralidades, 1ª semestralidade a partir da ACE-3: Conceitos,
história e abordagens do planejamento urbano. Uso e ocupação do solo urbano. Conceitos
de zoneamento, densidade e divisão do solo urbano. Políticas públicas, organização
espacial da ocupação e do uso do território e agentes modeladores do espaço urbano.
Legislação ambiental e urbanística em seu alcance municipal. Regularização fundiária.
Diagnóstico e planejamento de área a ser definida para o semestre.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARLOS, A. F. A. A cidade. São Paulo: Contexto (Coleção repensando a geografia), 1992.
L.C.R e SANTOS JUNIOR, O.A. (orgs) Globalização, fragmentação e reforma urbana: o
futuro das cidades brasileiras na crise. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1997.
SOUZA, M.L. Mudar a cidade: uma introdução crítica ao planejamento e à gestão urbanos.
Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ACSELRAD, Henri (org). A duração das cidades. Sustentabilidade e risco nas políticas
urbanas. Rio de Janeiro: De Paulo Editora, 2001.
SANTOS, M. e SILVEIRA, M.L. Brasil: Território e Sociedade no início do século 21. Rio de
Janeiro: Record, 2011.
SANTOS, M. A urbanização brasileira. São Paulo: Hucitec, 2005.
VELHO, G. (org.) Antropologia urbana: cultura e sociedade no Brasil e em Portugal. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar, 2006.
DAMATTA, R. A casa e a rua – espaço, cidadania, mulher e morte no Brasil. Rio de Janeiro:
Editora Rocco, 2003. CLÁSSICO.

91

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

PROJETO DE PAISAGISMO 2
Período
4° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
22h
50h
72h

Setor de Estudo
PUP

EMENTA
Projeto de paisagismo de alta complexidade no sistema de espaços livres (complexidade do
macropaisagismo). Desenvolvimento da capacidade de problematizar situações por meio de
análise crítica dos aspectos sociais, econômicos, culturais, ambientais, técnico-construtivos,
legais e das necessidades, aspirações e expectativas coletivas relativas à produção e ao uso
do espaço, considerando o planejamento paisagístico, desenho e mobiliário urbano e a
especificação botânica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CULLEN Gordon. Paisagem urbana. Trad.: Correia; de Macedo. Martins Fontes, São Paulo,
1988.
FARAH, Ivete; SCHLEE, Mônica Bahia; TARDIN, Raquel (org.). Arquitetura paisagística
contemporânea no Brasil. São Paulo: SENAC, 2010.
FRANCO, Maria da Assunção Ribeiro. Desenho Ambiental: uma introdução à arquitetura da
paisagem com o paradigma ecológico. São Paulo: Annablume, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KLIASS, Rosa Grena. Rosa Kliass: desenhando paisagens, moldando uma profissão. São
Paulo: SENAC São Paulo, 2006.
LORENZI, Harri. Plantas Ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e trepadeiras. São
Paulo: Instituto Plantarum, 1999.
PEIXOTO, Nelson Brissac. Paisagens Urbanas. São Paulo : Senac, 2004. 436p.
RECIFE (Prefeitura). As praças que a gente tem, as praças que a gente quer: manual de
procedimentos para intervenção em praças. Lúcia Leitão (org.). Recife: A Secretaria, 2002.
SALDANHA, N. O jardim e a praça: o privado e o público na vida social e histórica. São
Paulo: Edusp, 1993.

92

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

INFRAESTRUTURA URBANA
Período
4° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
54h
54h

Setor de Estudo
TEC

EMENTA
A Eletricidade no Brasil. Matriz energética Nacional. O Sistema Interligado Nacional.
Aspectos básicos de transformadores. Sistemas urbanos. Rede viária. Saneamento
ambiental. Drenagem. Pavimentação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GUSSOW, Milton. Eletricidade básica. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008.
MASCARÓ, Juan Luis.; YOSHINAGA, Mário. Infraestrutura urbana. 1. ed. Porto Alegre:
Masquatro, 2005.
BARROS, Regina Mambeli. Tratado sobre resíduos sólidos: gestão, uso e sustentabilidade.
1. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FREITAS, Marcos A. V. Vulnerabilidade e ações de adaptação dos recursos hídricos às
mudanças climáticas no Brasil. Editora Interciência. (e-book).
PHILIPPI JR., Arlindo. Energia e Sustentabilidade. Manole. (e-book).
PHILIPPI JR., Arlindo; GALVÃO JR., Alceu de Castro. Gestão do Saneamento Básico:
abastecimento de água e esgotamento sanitário. Manole. (e-book).
TSUTIYA, Milton Tomoyuki. Abastecimento de água. 1. ed. São Paulo: Departamento de
Engenharia Hidráulica e Sanitária da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo –
Poli/USP, 2004.
VON SPERLING, Marcos. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. 2.
ed. Belo Horizonte: Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade
Federal de Minas Gerais – UFMG, 1998.

93

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

SISTEMAS ESTRUTURAIS: AÇO E MADEIRA
Período
4° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
54h
54h

Setor de Estudo
TEC

EMENTA
Noções básicas sobre o material aço. Obtenção e seus produtos comerciais.
Dimensionamento de elementos estruturais em aço: tração, compressão e flexão. Sistema
de contraventamento. Dispositivos de ligação e suas aplicações: soldas e parafusos. Noções
básicas sobre o material madeira: tração, compressão e flexão. Dispositivos de ligação e
suas aplicações: adesivos, pregos, parafusos, chapas metálicas, anéis e cavilhas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DIAS, Luís Andrade de Mattos. Estruturas de aço: conceitos, técnicas e linguagem. 2. ed.
São Paulo: Zigurate, 1998.
MOLITERNO, Antonio. Caderno de projetos de telhados em estruturas de madeira. 2.ed.
ampliada. São Paulo: Edgard Blücher, 1992.
PFEIL, Walter; PFEIL, Michèle. Estruturas de madeira: dimensionamento segundo as
normas brasileiras NBR 7190/97 critérios das normas norte-americana NDS e europeia
EUROCODE 5. 6.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DIAS, Luís Andrade de Mattos. Edificações em Aço no Brasil. São Paulo: Editora Zigurate
DIAS, Luís Andrade de Mattos. Aço e Arquitetura: Estudo de Edificações no Brasil
São Paulo: Editora Zigurate
BELLEI, Ildony H. Edifícios Industriais em Aço. São Paulo: Editora PINI
CBCA . Apostilas e material didático disponíveis no site da Confederação Brasileira de
Construção em Aço – CBCA.

94

5º SEMESTRE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

TEORIA E HISTÓRIA 2: MORFOLOGIA
Período
5° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
40h
14h
54h

Setor de Estudo
THC

EMENTA
Morfologia urbana e o sistema de espaços livres. A produção da arquitetura e do urbanismo,
proposição e crítica ao longo do tempo. As grandes cidades, as novas cidades e a questão
habitacional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COSTA, Staël de Alvarenga Perreira; GIMMLER NETTO, Maria Manoela. Fundamentos da
Morfologia Urbana.
LAMAS, José M. Ressano Garcia. Morfologia urbana e desenho da cidade. 3. ed. Lisboa:
FCG: JNICT, 2004.
ROSSI, Aldo. Arquitetura da Cidade. 2ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GROSSMAN, Vanessa. A arquitetura e o urbanismo revisitados pela Internacional
Situacionista. São Paulo: FAPESP, 2006.
BOGÉA, Marta. Cidade errante: arquitetura em movimento. São Paulo: Ed. SENAC São
Paulo, c2009.
KOHLSDORF, Maria Elaine. A apreensão da forma da cidade. Brasília: UNB, 1996.
PANAREI, Philipe; CASTEX, Jean; DEPAULE, Jean-charles. Formas Urbanas: a dissolução
da quadra. Porto Alegre: Bookman,
PANAREI, Philipe. Análise Urbana. Brasília: Ed. UNB, 2006.

95

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

CONFORTO AMBIENTAL 3
Período
5° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
34h
20h
54h

Setor de Estudo
TEC

EMENTA
Noções fundamentais da acústica arquitetônica e urbana para concepção, organização e
dimensionamento do ambiente construído. Psicoacústica. Poluição sonora e ruído ambiental:
conceito e efeitos sobre o homem. Tratamento acústico de ambientes abertos e fechados.
Técnicas de medição sonora. Normas técnicas. Parâmetros de desempenho acústico das
edificações. Eletroacústica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARVALHO, Régio Paniago. Acústica arquitetônica. Brasília: Thesaurus, 2006. 167 p.
SILVA, Pérides. Acústica arquitetônica e condicionamento de ar. Belo Horizonte: EDTAL E.
T. Ltda., 2005.367 p.
SOUZA, Léa Cristina Lucas de, ALMEIDA, Manuela Guedes de, BRAGANÇA, Luís. Bê-a-bá
da acústica arquitetônica – ouvindo a arquitetura. São Carlos: EDUFSCAR, 2006. 149 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BISTAFA, Sylvio R. Acústica aplicada ao controle do ruído. São Paulo: Edgard Blücher,
2006. 368 p.
CBIC, Câmara Brasileira da Indústria da Construção. Desempenho de edificações
habitacionais: guia orientativo para atendimento à norma ABNT NBR 15575/2013. Câmara
Brasileira da Indústria da Construção. Fortaleza: Gadioli Cipolla Comunicação, 2013.(eBook)
MURGEL, Eduardo. Fundamentos da acústica ambiental. São Paulo: SENAC São Paulo,
2007. 136 p.
SIMÕES FILHO, Flávio. Acústica Arquitetônica. Procel Edifica. Eficiência Energética nas
Edificações. Rio de Janeiro. 2011. 122 paginas.(e-Book)
VALLE, Solon do. Manual Prático de Acústica. Rio de Janeiro. Editora Música & Tecnologia
Ltda. 3ª Edição, 2009. 404p.

96

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO 4 - PROJETO DE
ARQUITETURA E URBANISMO
Período
5° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
90h

Setor de Estudo
LRP

PUP

EMENTA
Projeto de extensão 1 com duas semestralidades, 2ª semestralidade a partir ACE-4; contempla:

Concepção e/ou readequação dos espaços urbanos, considerando parcelamento e
regularização quando condicionado ao espaço urbano consolidado. Projeto de edificações
de habitação social como elemento gerador espaço urbano ou adequado ao espaço urbano
consolidado a partir do desenvolvimento da capacidade de problematizar situações por meio
de análise crítica dos aspectos sociais, econômicos, culturais, ambientais, técnicoconstrutivos, legais, funcionais e das necessidades, aspirações e expectativas individuais e
coletivas relativos à produção e ao uso do espaço.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABIKO, Alex Kenya; ORNSTEIN, Sheila Walbe. Inserção Urbana e Avaliação Pós-Ocupação
(APO) da Habitação de Interesse Social. Coletânea HABITARE/FINEP. São Paulo:
FAUUSP, 2002. Disponível em: <http://www.habitare.org.br/publicacao_coletanea1.aspx>.
FERREIRA, Antônio Domingos Dias. HABITAÇÃO AUTOSSUFICIENTE - Interligação e
integração de sistemas alternativos - 1ª Edição. Editora Interciência 156 ISBN
9788571933385. (E-book).
LIMA, A. J. Gestão urbana e política de habitação social. São Paulo: Annablume, 2010.
BARROS, R. R. M. P. Habitação coletiva – a inclusão de conceitos. São Paulo: Annablume,
2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BILES, A.; MORNEMENT, A. Nuevas viviendas urbanas – 39 proyectos. Barcelona: Blume,
2009.
BONIN, L. C. e AMORIM, S. R. L. (eds.) Inovação tecnológica na construção habitacional.
Porto Alegre: ANTAC, 2006.
BUENO, Laura M. de M. Projeto e favela: metodologia para projetos de urbanização. 2000.
176f. Tese (Doutorado em Arquitetura e Urbanismo) – Faculdade de Arquitetura e
Urbanismo, Universidade de São Paulo. São Paulo, 2000. Disponível em:
<http://labhab.fau.usp.br/biblioteca/teses/bueno_doutorado_projetofavela.pdf>.
FERREIRA, Antônio Domingos Dias. Habitação de Interesse Social - Aspectos Históricos,
Legais e Construtivos. Editora Interciência. (E-book)
MASCARÓ, J. L. Desenho Urbano e Custos de Urbanização. D. C. Luzzatto Ed., Porto
Alegre, 1987.
PRONSATO, Sylvia Adriana Dobry. Arquitetura e paisagem: projeto participativo e criação
coletiva. São Paulo: Annablume; FUPAM; FAPESP, 2005.
SOUZA, Marcelo Lopes de. ABC do desenvolvimento urbano. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ:
Bertrand Brasil, 2010.

97

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Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO (ACE-5) - PRODUTO
Período
5° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
36h

Setor de Estudo
LRP

PUP

EMENTA
Sistematização, diagramação e apresentação dos produtos desenvolvidos na ACE-3 e 4
com participação da comunidade acadêmica e da comunidade envolvida na atividade.
Seminários de apresentação e discussão das propostas desenvolvidas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARCHIORI, Marlene. Comunicação e organização: reflexões, processos e práticas. São
Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2010. (E-BOOK).
MARCONI, Marina de Andrade. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de
pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de
dados. 7. ed. São Paulo: ATLAS, 2015.
WILLIAMS, Robin. Design para quem não é design: noções básicas de planejamento visual.
2. ed. São Paulo: Callis, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABIKO, Alex Kenya; ORNSTEIN, Sheila Walbe. Inserção Urbana e Avaliação Pós-Ocupação
(APO) da Habitação de Interesse Social. Coletânea HABITARE/FINEP. São Paulo:
FAUUSP, 2002. Disponível em: <http://www.habitare.org.br/publicacao_coletanea1.aspx>.
CARLOS, Ana Fani Alessandri. Crise Urbana. Contexto 194 ISBN 9788572448802. (E-book)
FERREIRA, Antônio Domingos Dias. HABITAÇÃO AUTOSSUFICIENTE - Interligação e
integração de sistemas alternativos - 1ª Edição. Editora Interciência 156 ISBN
9788571933385. (E-book).
. Habitação de Interesse Social - Aspectos Históricos, Legais e Construtivos.
Editora Interciência. (E-book)
PATTO, Maria Helena Souza (org.). A Cidadania negada : políticas públicas e formas de
viver - 1ª Edição. Pearson 610 ISBN 9788573965650. (E-book)

98

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Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

SISTEMAS ESTRUTURAIS: ALVENARIA ESTRUTURAL
Período
5° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
54h
54h

Setor de Estudo
TEC

EMENTA
Introdução, modulação, concepção e ações atuantes, distribuição de ações verticais e
horizontais, paredes, dimensionamento simplificado (flexão simples, cisalhamento), aspectos
construtivos e controle de qualidade de alvenaria estrutural.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PARSEKIAN, G. A. Parâmetros de projeto de Alvenaria Estrutural com Blocos de Concreto.
Edusfcar. 2012.
PARSEKIAN, G. A; SOARES, M. M. Alvenaria Estrutural em Blocos Cerâmicos. O nome da
rosa, 2011.
MOHAMAD, GIRAD. Construções em Alvenaria Estrutura;: Materiais, projeto e desempenho.
Ed. Blucher, 2015.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PARSEKIAN, G. A; HAMID, A. A.; DRYSDALE, R. G. comportamento e dimensionamento
de Alvenaria Estrutural. Edusfcar. 2012.
PEREIRA, José Luiz. Alvenaria Estrutural: Cálculo, detalhamento e comportamento. Ed. Pini.
2015
SANCHEZ, Emil. Nova normalização brasileira para a Alvenaria Estrutural. Ed. Interciência.
2013
RAMALHO, M.A.; Corrêa, M.R.S. – Projeto de Edifícios de Alvenaria Estrutural Ed. Pini.
SP. 2003
SANTOS JR, Luiz Viana. Projeto e Execução de Alvenarias: Fiscalização e Critérios de
Aceitação. Ed. PINI. 2014.

99

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS PREDIAIS
Período
5° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
24h
30h
54h

Setor de Estudo
TEC

EMENTA
Instalações hidráulicas prediais de água fria. Instalação hidráulicas prediais de água quente.
Esgotos sanitários e águas pluviais. Aproveitamento de água de chuva. Reuso. Instalações
para prevenção e combate ao incêndio e pânico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AZEVEDO NETTO, José M. de (et al.). Manual de hidráulica. 8. ed. Edgard Blucher, 1998.
CARVALHO JÚNIOR, R. de. Instalações hidráulicas e o projeto de arquitetura. 4. ed. São
Paulo: Edgard Blucher, 2011.
MACINTYRE, A. J. Instalações hidráulicas: prediais e industriais. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BORGES, Ruth Silveira; BORGES, Wellington Luiz. Manual de instalações prediais
hidráulico-sanitárias e de gás. 4. ed. São Paulo: Pini, 1992.
CREDER, Hélio. Instalações hidráulicas e sanitárias. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
MELO, V. de O.; NETTO, José M. de A. Instalações prediais hidráulico-sanitárias. São
Paulo: Edgard Blucher, 1988.
VIANA, Marcos Rocha. Instalações hidráulicas prediais. 3. ed. Belo Horizonte: Imprimatur
Artes, 2004.

100

6º SEMESTRE
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

TEORIA E HISTÓRIA 3: VERTICALIDADE
Período
6° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
40h
14h
54h

Setor de Estudo
THC

EMENTA
Fenômeno da verticalização na cidade. Os primeiros arranha-céus norte-americanos às
torres contemporâneas, questões estéticas e tecnológicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MONTANER, J. Depois do Movimento moderno: Arquitetura da segunda metade do século
XX. Barcelona: Gustavo Gili, 2001.
TAFURI, Manfredo; DAL CO, Francesco. Architetura contemporanea. Milano (Itália): Electa,
1976.
SOMEK, Nadia. A cidade vertical e o urbanismo modernizador. São Paulo: Editora
Mackenzie; Romano Guerra, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MONTANER, J. Sistemas arquitectonicos contemporâneos. Barcelona: Gustavo Gili, 2009.
SEGAWA, H. Arquitectura Latinoamericana Contemporanea. Barcelona: Gustavo Gili, 2005.
VARGAS, Heliana Comin; ARAU´JO, Cristina Pereira de (Org). Arquitetura e mercado
imobiliário. Barueri, SP: Manole, 2014.
BRUNA, Paulo. Arquitetura, industrialização e desenvolvimento. 2.ed. São Paulo:
Perspectiva, 2002
Elevadores Atlas; AMORIM, Antonio C. Bellini, ed. Arquitetura: um olhar vertical - o elevador
definindo a paisagem urbana. Sao Paulo: Antonio Bellini Editora & Design, 1999.

101

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

PROJETO DE ARQUITETURA 3
Período
6° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
12h
60h
72h

Setor de Estudo
LRP

EMENTA
Exercícios projetuais de edifícios e condomínios verticais de uso residencial,
comercial/serviço ou misto, com base na reflexão sobre os processos de adensamento e
verticalização das cidades, que reflitam a vivência do homem em sociedade e considere o
impacto no contexto urbano e a complexidade da dinâmica do mercado imobiliário.
Desenvolvimento da capacidade de problematizar situações, por meio de análise crítica dos
aspectos sociais, econômicos, culturais, ambientais, técnico-construtivos, legais, funcionais e
das necessidades, aspirações e expectativas coletivas relativos à produção e ao uso do
espaço habitado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASBEA. Manual de contratação de serviços de arquitetura e urbanismo. São Paulo: Pini,
1992.
. Guia para arquitetos na aplicação da norma de desempenho ABNT NBR 15.577. São
Paulo: AsBEA, 2018.
ATLAS SCHINDLER. Manual de transporte vertical em edifícios. São Paulo: PINI, 2001.
. Os céus como fronteira: a verticalização no Brasil. São Paulo: Grifo, 2003.
DURAN, Sergi Costa. Arquitectura Urbana Vertical. Barcelona: Reditar Libros, 2009.
SCHNEIDER, Friederike. Atlas de plantas: viviendas. Barcelona: Gustavo Gili, 2006.
VARGAS, Heliana Comin; ARAÚJO, Cristina Pereira de (Org.). Arquitetura e mercado
imobiliário. Barueri/SP: Manole, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE, Nélson. Hotel Planejamento e Projeto. São Paulo:Editora SENAC, 2000.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) – NBR 17505-7: 2006 –
Proteção contra incêndio. Rio de Janeiro.
- NBR 15219: 2005 – Plano de emergência contra incêndio – Requisitos. Rio de
Janeiro.
- NBR NM – 207: 1999a – Elevadores elétricos de passageiros – Requisitos de
segurança para construção e instalação. Rio de Janeiro.
- NBR – NM 195: 1999b – Projeto, fabricação e instalação de escadas rolantes –
procedimento. Rio de Janeiro.
- NBR 6492: 1994 – Representação de projetos de arquitetura. Rio de Janeiro.
- NBR 5665: 1987 – Cálculo de tráfego nos elevadores – Procedimento. Rio de
Janeiro.
- NBR 5665: 1977 – Elevadores elétricos – Terminologia. Rio de Janeiro.
LOPES, João Marcos; BOGÉA, Marta Vieira; REBELLO, Yopanan Conrado Pereira.
Arquiteturas da engenharia ou engenharias da arquitetura. São Paulo: PINI, 2006.
PREFEITURA Municipal de Maceió. Lei 5.593 de 08 de fevereiro de 2007. Código de
urbanismo e edificações do município de Maceió. Maceió, 2007.
REBELLO, Yopanan Conrado Pereira. A concepção estrutural e a arquitetura. São Paulo:
Zigurate, 2006.

102

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

PROJETO DE INTERIORES 1
Período
6° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
20h
34h
54h

Setor de Estudo
LRP

EMENTA
Definição do Projeto de Interiores. Repertório de mobiliário, materiais, objetos e
equipamentos aplicados aos espaços interiores. Desenvolvimento de estudos e propostas
em nível de estudo preliminar para espaços interiores, considerando os contextos sociais,
culturais, econômicos e ambientais; as dimensões funcionais e simbólicas; as necessidades
dos usuários.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CYBIS, Walter; BETIOL, Adriana H.; FAUST, Richard. Ergonomia e usabilidade:
conhecimentos, métodos e aplicações. 2. ed. São Paulo: Novatec, 2010.
MACHADO, Denilson; COLODETI, Juliano; COSTA, Leonardo. Arquitetura e interiores: Rio
de Janeiro. Rio de Janeiro: Viana & Mosley, 2008
MANCUSO, Clarice. Arquitetura de interiores e decoração: a arte de viver bem. 9. ed. Porto
Alegre: Sulina, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DOYLE, Michael E. Desenho a cores: técnicas de desenho de projeto para arquitetos,
paisagistas e designers de interiores. Porto Alegre: Bookman, 2002.
GURGEL, Miriam. Projetando espaços: guia de arquitetura de interiores para áreas
residenciais. 3. ed. São Paulo: Ed. SENAC, 2005.
PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Dimensionamento humano para espaços interiores: um
livro de consulta e referência para projetos. Barcelona: Gustavo Gili, 2002.
PEVSNER, Nikolaus. Origens da arquitetura moderna e do design. 3. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2001.
TILLEY, Alvin R. As medidas do homem e da mulher: fatores humanos em design. Porto
Alegre: Bookman, 2005.

103

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

DIAGNÓSTICO E PLANEJAMENTO 2
Período
6° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
24h
30h
54h

Setor de Estudo
PUP

EMENTA
Políticas urbanas e planos setoriais. Avaliação, impactos e viabilidade ambiental. Impacto de
vizinhança e sobre o trânsito de intervenções arquitetônicas e urbanísticas. Viabilidade
Econômico-Financeira de Projeto de Urbanismo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRANCO, S.M. Ecossistêmica: uma abordagem integrada dos problemas do meio ambiente.
São Paulo: Edgard Blucher, 1999. CLÁSSICO
CUNHA, S. B. e GUERRA, A. J. T. (org.). Avaliação e Perícia Ambiental. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 1999. CLÁSSICO
SANCHEZ, L.H. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São Paulo: Oficina
de Textos. 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DUARTE, M. C. S. Meio ambiente sadio: direito fundamental em crise. Curitiba: Juruá, 2011.
GOLDEMBERG, J. e LUCON, O. Energia, meio ambiente e desenvolvimento. São Paulo:
EDUSP, 2008.
FARIAS, T. e NOBREGA, F. S. Direito ambiental: o meio ambiente e os desafios. Belo
Horizonte: Forum, 2010.
ROCCO, R. Estudo de Impacto de Vizinhança. Rio de Janeiro: Lumen Juris-RJ, 2009.
MASCARO, Juan Luis (Org.). Infra-estrutura da paisagem. Porto Alegre: Masquatro, 2008.

104

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL
Período
6° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
44h
10h
54h

Setor de Estudo
TEC

EMENTA
Principais materiais de construção civil quanto à obtenção, propriedades, aplicação,
manutenção e ensaios, abrangendo os aglomerantes (gesso, cal, cimento), agregados,
argamassas, concreto de Cimento Portland, materiais metálicos e siderúrgicos (aço),
materiais cerâmicos (revestimentos, alvenarias e vedações), vidros, materiais poliméricos,
tintas e madeira.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAUER, L. A. Falcão. Materiais de Construção. Vol: I e II. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
PETRUCCI, Eládio G. R. Materiais de construção. São Paulo: Globo, 2007.
RIPPER, Ernesto. Manual prático de materiais de construção. São Paulo: Pini, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BORGES, A.C.; MONTEFUSCO, E.; LEITE, J.L. Prática das pequenas construções. Vol. I,
9.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2009.
BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Concreto armado eu te amo. 2. ed. São Paulo:
Edgard Blucher, 2011.
MEHTA, Provindar Kumar. Concreto: estrutura, propriedades e materiais. São Paulo: Pini,
1994.
SOUZA, Roberto de; TAMAKI, Marcos R. Gestão de materiais de construção. São Paulo: O
Nome da Rosa, 2005.
SOUZA, Ubiraci Espinelli Lemos de. Como reduzir perdas nos canteiros: manutenção de
gestão do consumo de materiais na construção civil. São Paulo: Pini, 2005.

105

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS
Período
6° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
44h
10h
54h

Setor de Estudo
TEC

EMENTA
Eletrotécnica básica. Instalações elétricas de baixa tensão. Projeto, dimensionamento e
orçamentação de instalações elétricas de baixa tensão. Conservação de energia. Cálculo de
demanda. Projeto luminotécnico. Medidas de proteção de pessoas contra efeitos da
eletricidade. Sistema de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA) e aterramento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAVALCANTI, P. J. Mendes. Fundamentos de eletrotécnica. 22. ed. São Paulo: Freitas
Bastos, 2012.
CREDER, Hélio. Instalações elétricas. 16. ed. Rio de Janeiro: LTC , 2016.
COTRIM, Ademaro A. M. B. Instalações elétricas. 5. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FRANCHI, Claiton Moro. Sistemas de acionamentos elétricos. 1. ed. São Paulo: Érica, 2014.
GUSSOW, Milton. Eletricidade básica. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008.
LIMA FILHO, Domingos Leite. Projetos de instalações elétricas prediais. 12. ed. São Paulo:
Érica, 2012.
MONTORO, Fabio. Telecomunicações em edifícios no projeto de arquitetura – novos
requisitos, espaços e subsistemas. 2. ed. São Paulo: Pini, 2013.
NERY, Norberto. Instalações elétricas: princípios e aplicações. 3. ed. São Paulo: Érica, 2012.

106

7º SEMESTRE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

TEORIA E HISTÓRIA 4: TECTÔNICA
Período
7° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
40h
14h
54h

Setor de Estudo
THC

EMENTA
Estudo do fenômeno arquitetônico ao longo do tempo sob o aspecto da tectônica. Estrutura,
materialidade e a espacialidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FRAMPTON, Kenneth. Studies in Tectonic Culture. The Poetics of Construction in
Nineteenth and Twentieth Century Architecture. MIT, 1995.
COLLINS, Peter. Tectonics. Journal of Architectural Education (1947-1974), vol. 15, no 1,
primavera, 1960
NESBITT, Kate (org.). Uma nova agenda para a arquitetura: antologia teórica 1965-1995. 2.
ed. São Paulo: Cosac e Naify, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FRAMPTON, Kenneth. Rappel a l’ordre: The Case for the Tectonic. Architectural design 50,
3/4, 1991
FRAMPTON, Kenneth. História crítica da arquitetura moderna. 4. ed. rev. amp. e atualizada.
São Paulo: Martins Fontes, 2008
CHARLESON, Andrew W. A estrutura aparente: um elemento de composição em
arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2009.
TAFURI, Manfredo; DAL CO, Francesco. Architettura contemporanea. Milano (Itália): Electa,
1976.
BENEVOLO, Leonardo. A arquitetura no novo milênio. São Paulo: Estação Liberdade, 2007.

107

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

CONSERVAÇÃO E RESTAURO 1
Período
7° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
40h
14h
54h

Setor de Estudo
THC

EMENTA
Definições de patrimônio cultural, preservação e conservação do objeto arquitetônico.
Teorias e práticas do restauro e da intervenção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. 3. ed. São Paulo: Estação Liberdade: UNESP,
2006.
BRANDI, Cesare. Teoria da restauração. Tradução de Beatriz Mugayar Kuhl. Cotia, SP:
Ateliê Editorial, 2004.
RUSKIN, John. As pedras de Veneza. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CORREA, Roberto Lobato; ROSENDAHL, Zeny (org.). Paisagem, tempo e cultura. Rio de
Janeiro: UERJ, 1998.
GONÇALVES, Cristiane S. Restauração arquitetônica: a experiência do SPHAN em São
Paulo, 1937-1975. São Paulo: Annablume, 2007.
RIBEIRO, Sandra B. Brasília: memória, cidadania e Gestão do patrimônio Cultural. São
Paulo: Annablume, 2005.
SCHAMA, Simon. Paisagem e memória. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
TELLES, Augusto C da S. Atlas dos monumentos históricos e artísticos do Brasil. Rio de
Janeiro: MEC; FENAME, 1980.

108

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

PROJETO DE ARQUITETURA 4
Período
7° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
12h
60h
72h

Setor de Estudo
LRP

EMENTA
Projeto de restauro ou intervenção em edifício de valor histórico para uso privado, público ou
misto a partir do desenvolvimento da capacidade de problematizar situações por meio de
análise crítica dos aspectos sociais, econômicos, históricos, patrimoniais, culturais,
ambientais, técnico-construtivos, legais, funcionais e das necessidades, aspirações e
expectativas privadas ou coletivas relativos à produção e ao uso do espaço.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SALCEDO, Rósio Fernández Baca. A reabilitação da residência nos centros históricos da
América Latina: Cusco (Peru) e Ouro Preto (Brasil). São Paulo: UNESP, c2007.. 261p. ISBN
9788571397576 : (Broch.).
MASCARO, Juan Luis. O custo das decisões arquitetônicas. 4. ed. Porto Alegre: JLM, 2006
191 p. ISBN 8599897020 : (Broch.)
BRANDI, Cesare. Teoria da restauração. Tradução de Beatriz Mugayar Kuhl. Cotia, SP:
Ateliê Editorial, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. 3. ed. São Paulo: Estação Liberdade: UNESP,
2006.
BRANDI, Cesare. Teoria da restauração. Tradução de Beatriz Mugayar Kuhl. Cotia, SP:
Ateliê Editorial, 2004.
RUSKIN, John. As pedras de Veneza. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
GONÇALVES, Cristiane S. Restauração arquitetônica: a experiência do SPHAN em São
Paulo, 1937-1975. São Paulo: Annablume, 2007.
GOUVEIA, Antonio Maria Claret. Análise de risco de incêndio em sítios históricos. Brasília:
IPHAN, Monumenta 2006 103 p. (Programa Monumenta.Cadernos técnicos5.) ISBN
9788573340372 (broch.)

109

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

PROJETO DE INTERIORES 2
Período
7° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
14h
40h
54h

Setor de Estudo
LRP

EMENTA
Desenvolvimento de estudos e propostas em nível de anteprojeto para espaços interiores,
considerando os contextos sociais, culturais, econômicos e ambientais; as dimensões
funcionais e simbólicas, as necessidades dos usuários. Ampliação do repertório de
mobiliário, materiais, objetos e equipamentos aplicado aos espaços interiores.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CYBIS, Walter; BETIOL, Adriana H.; FAUST, Richard. Ergonomia e usabilidade:
conhecimentos, métodos e aplicações. 2. ed. São Paulo: Novatec, 2010.
PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Dimensionamento humano para espaços interiores: um
livro de consulta e referência para projetos. Barcelona: Gustavo Gili, 2002.
SILVA, Mauri Luiz da. Luz, lâmpadas & iluminação. 3. ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna,
2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DOYLE, Michael E. Desenho a cores: técnicas de desenho de projeto para arquitetos,
paisagistas e designers de interiores. Porto Alegre: Bookman, 2002.
GURGEL, Miriam. Projetando espaços: guia de arquitetura de interiores para áreas
residenciais. 3. ed. São Paulo: Ed. SENAC, 2005.
FERRARA, Lucrecia D'Alessio. Design em espaços. Edições Rosari, 2002.
PEVSNER, Nikolaus. Origens da arquitetura moderna e do design. 3. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2001.
TILLEY, Alvin R. As medidas do homem e da mulher: fatores humanos em design. Porto
Alegre: Bookman, 2005.

110

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

PROJETO DE URBANISMO 1
Período
7° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
22h
50h
72h

Setor de Estudo
PUP

EMENTA
Concepção e/ou readequação dos espaços urbanos, considerando a mobilidade do espaço
urbano consolidado. Desenvolvimento da capacidade de problematizar as situações por
meio de análise crítica dos aspectos sociais, econômicos, culturais, ambientais, técnicoconstrutivos, legais, funcionais e das necessidades, aspirações e expectativas coletivas
relativos à produção e ao uso do espaço urbano.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ACIOLY, C.; DAVIDSON, F.: Densidade urbana: um instrumento de planejamento e gestão
urbana. Mauad, Rio de Janeiro, 1998.
BONDUKI, Nabil: Habitat: as práticas bem-sucedidas em habitação, meio ambiente e gestão
urbana nas cidades brasileiras. Studio Nobel, São Paulo. 1997.
MASCARO, Juan Luis; YOSHINAGA, Mário. Infraestrutura urbana. Porto Alegre: Mais
Quatro Ed., 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MASCARÓ, Juan Luís. Desenho Urbano e Custos de Urbanização. D. C Luzzatto, Porto
Alegre, 1987.
PRINZ Dieter. Urbanismo I e II, projecto urbano. Editorial Presença, Lisboa, 1984.
FERRAZ, A. C. P. Escritos sobre Transporte, Trânsito e Urbanismo. Editora São Francisco.
Ribeirão Preto, 1998.
HUTCHINSON, B. G. Princípios de planejamento de sistemas de transporte. Tradução
Henrique O. M. Barros. Editora Guanabara Dois. Rio de Janeiro, 1979.
SARAIVA, M. A cidade e o Tráfego - Uma Abordagem Estratégica. Editora Universitária UFPE. Recife, 2000.

111

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 1
Período
7° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
54h
54h

Setor de Estudo
TEC

EMENTA
Particularidades e especificidades da indústria da construção civil. Compreensão do
processo de construção civil a partir das técnicas, tecnologias e métodos construtivos.
Etapas da construção de edificações. Legislações e normas técnicas relacionadas ao
processo construtivo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AZEREDO, Hélio A. de. O edifício até a sua cobertura. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher,
1997.
AZEREDO, H. A. O edifício e seu acabamento. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2011.
YAZIGI, Walid. A técnica de edificar. 11. ed. São Paulo: Pini, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BORGES, Alberto de C. Prática das pequenas construções. 5. ed. v. 2. São Paulo: Edgard
Blücher, 2000.
FARAH, Marta Ferreira Santos. Processo de trabalho na construção habitacional: tradição e
mudança. 1. ed. São Paulo: Anablume, 1996.
PINHEIRO, Antonio Carlos da Fonseca Bragança; CRIVELARO, Marcos. Tecnologia de
obras e infraestrutura. 1. ed. São Paulo: Érica, 2014.
QUALHARINI, Eduardo Linhares. Canteiro de obras. 1. ed. São Paulo: Elsevier, 2017.
SALGADO, J. Técnicas e práticas construtivas para edificação. 1. ed. São Paulo: Érica,
2009.

112

8º SEMESTRE
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

CONSERVAÇÃO E RESTAURO 2
Período
8° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
40h
14h
54h

Setor de Estudo
THC

EMENTA
Patrimônio natural e urbano. Estudo da paisagem cultural e de conjuntos e sítios urbanos
patrimoniais associados ao discurso da conservação integrada.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MUÑOZ VIÑAS, Salvador. Contemporary Theory of Conservation. Elsevier ButterworthHeinemann, 2005.
BIDOU-ZACHARIASEN, Catherine. De volta à cidade: dos processos de gentrificação às
políticas de 'revitalização' dos centros urbanos. São Paulo: Annablume, 2006. POULOT,
Dominique. Uma história do patrimônio no ocidente: século XVIII-XXI: do monumento aos
valores. São Paulo: Estação Liberdade, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MENESES, José Newton Coelho. História e turismo cultural. Belo Horizonte: Autêntica,
2006.
FERRARE, Josemary Omena Passos. Inventário do patrimônio arquitetônico de Marechal
Deodoro. Maceió: EDUFAL, 2007.
PEDRO PAULO FUNARI, JAIME PINSKY. Turismo e Patrimônio Cultural. Contexto 138
ISBN 9788572441711. (E-Book)
AZEVEDO, Paulo Ormindo de; CORRÊA, Elyane Lins, (Org.). Estado e sociedade na
preservação do patrimônio. Salvador: EDUFBA, 2013.
SILVA, Fernando Fernandes da. As cidades brasileiras e o patrimônio cultural da
humanidade. São Paulo: EDUSP: Peirópolis 2003.

113

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

PROJETOS AVANÇADOS (A, B, C)
Período
8° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
12h
60h
72h

Setor de Estudo
LRP

PUP

EMENTA
Projeto de edificações ou de urbanismo a partir do desenvolvimento da capacidade de
problematizar situações por meio de reconhecimento e análise crítica dos aspectos sociais,
econômicos, culturais, ambientais, técnico-construtivos, legais, funcionais e das
necessidades, aspirações e expectativas individuais e coletivas relativos à produção e ao
uso do espaço arquitetônico e urbanístico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CORBELLA, Oscar Daniel; YANNAS, Simos. Em busca de uma arquitetura sustentável para
os trópicos: conforto ambiental. Rio de Janeiro: Revan, 2003.
MELHADO, Silvio Burattino. Coordenação de projetos de edificações. São Paulo: O Nome
da Rosa, 2005.
GONÇALVES, J.C.S.; BODE, K (Org). Edifício Ambiental. São Paulo: Oficina de Textos,
2015. (e-book).
ABBUD, Benedito. Criando paisagens: guia de trabalho em arquitetura paisagística. 2. ed.
São Paulo: SENAC São Paulo, 2007.
CULLEN, Gordon. Paisagem urbana. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
ROMERO, Marta A. B. Arquitetura bioclimática do espaço público. Brasília: UnB, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Dimensionamento humano para espaços interiores: um
livro de consulta e referência para projetos. Barcelona: Gustavo Gili, 2002.
BRASIL. Ministério das Cidades. Ações Integradas de Urbanização de Assentamentos
Precários. Brasília; São Paulo: MCidades, 2009. Disponível em:
<http://www.capacidades.gov.br/media/doc/biblioteca/SNH003.pdf>
WERNA, Edmundo. Pluralismo na habitação: baseado nos resultados do projeto 'o novo
papel do estado na oferta de habitação: parceria entre agentes públicos e não-públicos'
convênio 63.96.0737.00 - FINEP. São Paulo: ANNABLUME, 2001.
JOURDA, Françoise-Hélène. Pequeno manual do projeto sustentável. São Paulo: Gustavo
Gili, 2013.
MULLER-GAUZIN, Dominique. Arquitetura ecológica. São Paulo: SENAC, 2011. BONDUKI,
Nabil Georges.
DEMATTÊ, Maria Esmeralda S. P. Princípios de paisagismo. 3. ed. Jaboticabal: FUNEP,
2006.
PRONSATO, Sylvia A. D. Arquitetura e paisagem: projeto participativo e criação coletiva.
São Paulo: Annablume; FUPAM; FAPESP, 2005.
GEHL, Jan. Cidades para pessoas. São Paulo: Perspectiva, 2013.
JACOBS, Jane. Morte e vida de grandes cidades. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2011.
PEIXOTO, Nelson B. Paisagens urbanas. 3.ed. São Paulo: SENAC: 2004.

114

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

TÉCNICA DE ELABORAÇÃO DE TRABALHO ACADÊMICO - TETA 2
Período
8° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
20h
16h
36h

Setor de Estudo
THC

EMENTA
Projeto de pesquisa aplicada à arquitetura, urbanismo, paisagismo e planejamento para
execução do TCC individual de caráter teórico-prático, envolvendo o conjunto de
conhecimentos adquiridos no curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências
naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2. ed. São Paulo: Pioneira, 1999.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa: planejamento
e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e
interpretação de dados. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2013.
BOOTH, Wayne C.; COLOMB, Gregory G.; WILLIAMS, Joseph M. A arte da pesquisa. 2. ed.
São Paulo: Martins Fontes, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GUEDES, Enildo M. (et. al.). Padrão UFAL de Normalização. EDUFAL: 2012. Disponível em:
<http://www.ufal.edu.br/arquivos/prograd/manuais/padrao-ufal-de-normalizacao-2/padraoufal-de-normalizacao/at_download/file>.
PÁDUA, Elisabete M. M. de. Metodologia da pesquisa: abordagem teórico-prática. 17. ed.
Campinas, SP: Papirus, 2014.
PEREIRA, Júlio César R. Análise de dados qualitativos: estratégias metodológicas para as
ciências da saúde, humanas e sociais. 3. ed. São Paulo: EDUSP: FAPESP, 2001.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez,
2007.
SPECTOR, Nelson. Manual para a redação de teses, projetos de pesquisa e artigos
científicos. 2. ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2001.

115

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

PLANEJAMENTO REGIONAL
Período
8° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
54h
54h

Setor de Estudo
PUP

EMENTA
Definições, técnicas e modelos de planejamento regional como instrumento político contra
desequilíbrios regionais. Desenvolvimento econômico e organização espacial. Organização
do espaço microrregional. Plano para um território microrregional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AMADO, M. P. Planeamento Urbano Sustentável. Lisboa: Caleidoscopio, 2005.
GONÇALVES, M. F., BRANDÃO, C. A. e GALVÃO, A. C. (Orgs) Regiões e Cidades,
Cidades nas
Regiões: O Desafio Urbano-Regional. São Paulo, Editora UNESP:ANPUR, 2003.
KLINK, J. J. A Cidade-Região: Regionalismo e Reestruturação no Grande ABC Paulista. Rio
de Janeiro, DP&A, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DUARTE, F. e ULTRAMARI, C. Desenvolvimento local e regional. Curitiba: IBPEX, 2009.
PEREIRA, E. M. Planejamento urbano no Brasil: conceitos, diálogos e práticas. Chapecó:
Argos, 2008.
ALMEIDA, F. e SOARES, L. A. A. Ordenamento Territorial. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,
2009.
CARLOS, A. F. A.; SOUZA, M. L e SPOSITO, M. E. B. A produção do espaço urbano. São
Paulo: Contexto, 2011.
CASSILHA, G. A. e CASSILHA, S. A. Planejameno Urbano e Meio Ambiente. Curitiba:
IESDE, 2010.

116

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

CONFORTO AMBIENTAL 4
Período
8° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
34h
20h
54h

Setor de Estudo
TEC

EMENTA
Inserção urbana e adequação ambiental de projetos de edificações. Estudo de edifícios
existentes e aplicação no projeto com vistas ao atendimento dos aspectos previstos em leis
e normas de conforto ambiental. Hierarquização e compatibilização de projeto considerando
os aspectos relativos ao meio urbano e ao edifício, em resposta aos condicionantes
ambientais térmico, luminoso e acústico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BISTAFA, Sylvio R. Acústica aplicada ao controle do ruído. São Paulo: Edgard Blücher,
2006. 368 p.
GIVONI, B. Climate considerations in building and urban design. New York: Van Nostrand
Reinhold, 1998.
TREGENZA, P.; LOE, D. Projeto de iluminação. Tradução de Alexandre Salvaterra. 2ª ed.
Porto Alegre: Bookman, 2015.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (CEF). Selo Casa Azul. Boas Práticas para Habitação mais
sustentável. São Paulo: Páginas e Letras, 2010. Disponível em:
<http://www.caixa.gov.br/Downloads/selo_casa_azul/Selo_ Casa_Azul.pdf>. Acesso em: 20
de julho de 2017.
CBIC, Câmara Brasileira da Indústria da Construção. Desempenho de edificações
habitacionais: guia orientativo para atendimento à norma ABNT NBR 15575/2013. Câmara
Brasileira da Indústria da Construção. Fortaleza: Gadioli Cipolla Comunicação, 2013.(eBook)
EDWARDS, B. e HYETT, P. O Guia Básico para a Sustentabilidade. Barcelona: Gustavo Gili,
2009.
INNES, M. Iluminação no design de interiores. Tradução de Alexandre Salvaterra. São
Paulo: Gustavo Gili, 2014.
KEELER, M.; BURKE, B. Fundamentos de projeto de edificações sustentáveis. Porto Alegre,
Bookman, 2010. 362p.
MULLER-GAUZIN, Dominique. Arquitetura ecológica. São Paulo: SENAC, 2011.
NICOL, Fergus; HUMPHREYS, Michael; ROAF, Susan. Adaptive Thermal Comfort.
Principles and Practice. Oxon: Routledge, 2012.

117

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 2
Período
8° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
54h
54h

Setor de Estudo
TEC

EMENTA
Formação do pensamento administrativo. Sistemas de administração da produção na
construção civil. Planejamento e controle de projetos. Qualidade. Orçamento na construção
civil.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ESCRIVÃO FILHO, Edmundo (editor). Gerenciamento na construção civil. 1. ed. (Projeto
Reenge). São Carlos: EESC/USP, 2009.
SACOMANO, José Benedito; et al. Administração da produção na construção civil: o
gerenciamento de obras baseado em critérios competitivos. 1. ed. São Paulo: Arte & Ciência,
2004.
VALENTE, Antonio Carlos da Costa; AIRES, Victor Meireles. Gestão de projetos e lean
construction: uma abordagem prática e integrada. 1. ed. Curitiba: Appris, 2017.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAETA, André Pachioni. Orçamento e controle de preços de obras públicas. 1. Ed. São
Paulo: Pini, 2012.
CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro; GEROLAMO, Mateus Cecílio. Gestão da qualidade ISO
9001:2015 – requisitos e integração com a ISO 14001:2015. 1 ed. São Paulo: Atlas, 2016.
MATTOS, Aldo Dórea. Como preparar orçamentos de obras. 1. ed. São Paulo: Pini, 2006.
PMI. Um guia do conhecimento em gerenciamento de projetos (Guia PMBOK). 2. ed.
Pennsylvania: Project Management Institute, 2008.

118

9º SEMESTRE
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

PROJETO EXECUTIVO E DETALHAMENTO (A, B, C)
Período
9° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
14h
40h
54h

Setor de Estudo
LRP

PUP

EMENTA
Projeto executivo e detalhamento de projetos complementares desenvolvido nas disciplinas
de projetos avançados arquitetônico ou urbanístico do semestre anterior.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MELHADO, Silvio Burattino. Coordenação de projetos de edificações. São Paulo: O Nome
da Rosa, 2005.
IMAI, C. O sonho da moradia – o uso da maquete. São Paulo: EDUEM, 2010.
SCHNEIDER, F. Atlas de Plantas. Barcelona: Gustavo Gili, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Manual de primeiros socorros do engenheiro e do
arquiteto. São Paulo: Edgard Blucher, 1986.
CHING, Francis D. K; ADAMS, Cassandra. Técnicas de construção ilustradas. 2. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2001.
GONÇALVES, Cristiane S. Restauração arquitetônica: a experiência do SPHAN em São
Paulo, 1937-1975. São Paulo: Annablume, 2007.
HOLANDA, Armando de. Roteiro para construir no Nordeste: arquitetura como lugar ameno
nos trópicos ensolarados. Recife: IAB, UFPE, 2010.
COSTA, Angelina D. L.; ARAÚJO, Nelma M. C. de; ARAÚJO JUNIOR, Aarão P. de.
Acessibilidade no ambiente construído: questões contemporâneas. 2. ed. João Pessoa:
Editora IFPB, 2014.

119

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO (ACE-6) - EVENTO
Período
9° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
54h

Setor de Estudo
Sem vinculação

EMENTA
Apresentação dos trabalhos e m desenvolvimento como Trabalho de Conclusão de
Curso com realização de banca examinadora interna, aberta para participação da
comunidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARCHIORI, Marlene. Comunicação e organização: reflexões, processos e práticas. São
Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2010. (E-BOOK).
MARCONI, Marina de Andrade. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de
pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de
dados. 7. ed. São Paulo: ATLAS, 2015.
WILLIAMS, Robin. Design para quem não é design: noções básicas de planejamento visual.
2. ed. São Paulo: Callis, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOAVENTURA, Edivaldo. Como ordenar as idéias. 9. ed. São Paulo: Ática, 2007.
MAGALHÃES, Gildo. Introdução à metodologia da pesquisa: caminhos da ciência e
tecnologia. 2005.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas.
11. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
MORAES, Roque. LIMA, Valderez Marina do Rosário. Pesquisa em sala de aula: tendências
para a educação em novos tempos. 2 ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2004.
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (Org.). Metodologia da pesquisa educacional. 11. ed. São
Paulo: Cortez, 2009.

120

10º SEMESTRE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

ATIVIDADE CURRICULAR DE EXTENSÃO (ACE-7) - EVENTO
Período
10° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
36h

Setor de Estudo
Sem vinculação

EMENTA
Discussão e apresentação dos trabalhos desenvolvidos como Trabalho de Conclusão de
Curso, com realização de banca avaliadora com membro externo, aberta para participação
da comunidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARCHIORI, Marlene. Comunicação e organização: reflexões, processos e práticas. São
Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2010. (E-BOOK).
MARCONI, Marina de Andrade. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de
pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de
dados. 7. ed. São Paulo: ATLAS, 2015.
WILLIAMS, Robin. Design para quem não é design: noções básicas de planejamento visual.
2. ed. São Paulo: Callis, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOAVENTURA, Edivaldo. Como ordenar as ideias. 9. ed. São Paulo: Ática, 2007.
MAGALHÃES, Gildo. Introdução à metodologia da pesquisa: caminhos da ciência e
tecnologia. 2005.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas.
11. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
MORAES, Roque. LIMA, Valderez Marina do Rosário. Pesquisa em sala de aula: tendências
para a educação em novos tempos. 2 ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2004.
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (Org.). Metodologia da pesquisa educacional. 11. ed. São
Paulo: Cortez, 2009.

121

10. EMENTAS DISCIPLINAS ELETIVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

ARQUITETURA COLONIAL BRASILEIRA
Período
7o semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
54h
00h
54h

Setor de Estudo
THC

EMENTA
A cidade colonial brasileira. A arquitetura civil colonial. Igrejas e o patrimônio religioso.
Principais centros urbanos no Brasil Colônia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BURY, John. Arquitetura e Arte no Brasil colonial. Brasília: IPHAN/Monumenta, 2006.
LEMOS, Carlos. História da casa brasileira. São Paulo: Contexto, 1996.
REIS FILHO, Nestor Goulart. Quadro da Arquitetura no Brasil. 5.ed. São Paulo: Perspectiva,
1983.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARX, Murillo. Cidade Brasileira. São Paulo: EDUSP, 1988.
. Nosso chão: do sagrado ao profano. São Paulo: EDUSP, 1988.
PESSÔA, José; PICCINATO, Giorgio. Atlas de Centros Históricos do Brasil. Rio de Janeiro,
Casa da Palavra, 2007.
TEIXEIRA, Manuel C. A forma da cidade de origem portuguesa. São Paulo: Editora Unesp,
Imprensa Oficial, 2012.
VASCONCELOS, Sylvio de. Vila Rica: formação e desenvolvimento - residências. São
Paulo: Editora Perspectiva S.A., 1977.

122

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Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

ARQUITETURA MODERNA LATINO AMERICANA
Período
7° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
30h
24h
54h

Setor de Estudo
THC

EMENTA
O desenvolvimento da arquitetura moderna na América Latina. Os principais expoentes da
produção teórica e prática na América Latina. Estratégias compositivas na arquitetura e
urbanismo latino americano.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARDIAL, Silva Arango. Ciudad y Arquitectura. Seis geraciones que construyron la América
Latina Moderna. México: FCE; FCE-Colombia, 2012.
GUTIERREZ, Ramon. Arquitetura latino-americana: textos para reflexão e polêmica. São
Paulo: Nobel, 1989.
MALUENDA, Ana Esteban. La arquitectura moderna en Latinoamerica. Antologia de autores,
obras y textos. Barcelona: Reverté, 2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LINO, Sulamita Fonseca. A arquitetura moderna latino-americana nas publicações do MoMA:
uma modernidade inventada? In: Caderno de Arquitetura e Urbanismo v. 18, n. 22 (2011)
(periódico digital).
MONTANER, Josep Maria. Arquitetura e crítica na America Latina. São Paulo: Romano
Guerra, 2014.
VASCONCELLOS, Juliano Caldas de; BALEM, Tiago (Organizadores). Bloco (11): a
arquitetura da América latina em reflexão. Novo Hamburgo: Feevale, 2015.

123

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

ARQUITETOS MODERNOS
Período
7° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
30h
24h
54h

Setor de Estudo
THC

EMENTA
Historiografia da arquitetura moderna. Os mestres da arquitetura moderna. As obras
referenciais da arquitetura moderna. O entendimento da produção arquitetônica pela
contextualização histórica e pelo estudo analítico de casos exemplares.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CURTIS, William J. R. Arquitetura moderna: desde 1900. 3. ed. Porto Alegre: Bookman,
2008.
FRAMPTON, Kenneth. História crítica da arquitetura moderna. 4. ed. rev. amp. e atualizada.
São Paulo: Martins Fontes, 2008.
TOURNIKIOTIS, Panayotis. La historiografia de la arquitetctura moderna. Barcelona:
Reverté, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BANHAM, Reyner. Teoria e projeto na primeira era da maquina. 3. ed. São Paulo:
Perspectiva, 2003.
GIEDION, S. Espaço, tempo e arquitetura: o desenvolvimento de uma nova tradição. São
Paulo: Martins Fontes, 2004
PEVSNER, Nikolaus. Origens da arquitetura moderna e do design. 3.ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2011

124

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Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

ARQUITETURA MODERNA BRASILEIRA
Período
7° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
30h
24h
54h

Setor de Estudo
THC

EMENTA
Desenvolvimento das principais ideias, teorias e obras modernas produzidas no Brasil. O
entendimento da produção arquitetônica pela contextualização e pelo estudo analítico de
casos exemplares.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BASTOS, Maria Alice Junqueira; ZEIN, Ruth Verde. Brasil: arquiteturas após 1950. São
Pulo: Perspectiva, 2010
GUERRA, Abilio (org.). Textos fundamentais sobre história da arquitetura moderna brasileira
– parte 1 e parte 2. Coleção RG Bolso, n. 1 / n. 2. São Paulo, Romano Guerra, 2010.
SEGAWA, Hugo. Arquiteturas no Brasil. 1900-1990. Edusp, São Paulo, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BASTOS, Maria Alice Junqueira. Pós-Brasília: rumos da arquitetura brasileira. São Paulo,
Perspectiva, 2003.
BRUAND, Yves. Arquitetura contemporânea no Brasil. São Paulo, Perspectiva, 1991.
SEGRE, Roberto. Arquitetura brasileira contemporânea. Rio de Janeiro, Viana & Mosley,
2003.
XAVIER, Alberto; LEMOS, Carlos; CORONA, Eduardo. Arquitetura moderna paulistana. São
Paulo, Pini, 1983.

125

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Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA
Período
7o semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
54h
00h
54h

Setor de Estudo
THC

EMENTA
Métodos e técnicas de pesquisa em Arquitetura e Urbanismo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAUER, Martin W.; GASKELL, George. (org.). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e
som: um manual prático. Petrópolis: Vozes, 2002.
GROAT, L.; WANG, D. Architectural research methods. Nova York: John Wiley and Sons,
2002.
YIN, Robert. Estudo de Caso: planejamento e métodos. 2. ed. Porto Alegre: Bookman: 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOOTH, Wayne C.; COLOMB, Gregory G.; WILLIAMS, Joseph M. A arte da Pesquisa. São
Paulo: Martins Fontes, 2000.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Técnicas de Pesquisa. 8. ed. São
Paulo: Atlas, 2017.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Estudo de Caso: uma estratégia de pesquisa. São Paulo:
Atlas, 2006.
SERRA, G. G. Pesquisa em Arquitetura e Urbanismo. São Paulo: EDUSP, 2006.

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Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo
PENSAMENTO E CRÍTICA NA ARQUITETURA 1
Período
7° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
30h
24h
54h

Setor de Estudo
THC

EMENTA
A condição pós-moderna. Os pensamentos teóricos e as proposições arquitetônicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HARVEY, David. A condição Pós-moderna. São Paulo: Loyola, 2000.
JAMERSON, Fredric. O pós-modernismo: A lógica cultural do capitalismo tardio. São Paulo:
Editora ática, 1996.
NESBIT, Kate (org.). Uma nova agenda para a arquitetura: antologia teórica 1965-1995. São
Paulo: Cosac Naif, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MONTANER, J. M. A Modernidade Superada. 2ª Edição. ed. São Paulo: GG, 2013.
PORTOGHESI, Paolo. Depois da arquitetura moderna. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
VENTURI, Robert; BROWN, Denise Scott; IZENOUR Steven. Aprendendo com Las Vegas.
São Paulo: Cosac Naif, 2003.

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Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo
PENSAMENTO E CRÍTICA NA ARQUITETURA 2
Período
8° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
30h
24h
54h

Setor de Estudo
THC

EMENTA
A revolução digital. Tecnologias digitais e a mudança na proposições arquitetônicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SKYES, A. Krista (org). O campo ampliado da arquitetura: antologia teórica 1993-2009. São
Paulo, Cosac Naif, 2013.
BRAIDA, Frederico. 101 Conceitos de Arquitetura e Urbanismo na Era Digital. São Paulo:
ProBooks, 2016.
CELANI, Gabriela; SEDREZ, Maycon (org). Arquitetura Contemporânea e automação:
prática e reflexão. São Paulo: ProBooks, 2018.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LACOMBE, Octavio. Diagramas digitais: pensamento e gênese da arquitetura mediada por
tecnologias numéricas. São Paulo, 2006. 247p. (Tese)
OXMAN, Rivka. Theory and design in the first digital age. Vol. 27. 2006. (artigo digital)
SPERLING, David Moreno. Arquiteturas Contínuas e Topologia: similaridades em
processo.São Carlos, 2003. 229p. (Dissertação)

128

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Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

ARQUITETURA CONTEMPORÂNEA LATINO AMERICANA
Período
8° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
30h
24h
54h

Setor de Estudo
THC

EMENTA
Modernidade apropriada. A nova geração emergente latino americana. A produção
arquitetônica latino americana e as conexões internacionais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
NOBRE, Ana Luiza; MILHEIRO, Ana Vaz; WISNIK, Guilherme. Coletivo: arquitetura paulista
contemporânea. São Paulo: Cosac Naify, 2006
RIBEIRO,
Alexandre
Gonçalves.
Emergências
Latino-americanas:
arquitetura
contemporânea 1991-2011. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Goiás, Faculdade
de História, 2013.
SEGAWA, Hugo. Arquitectura Latinoamericana Contemporânea. Barcelona: Gustavo Gilli,
2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARRANZA, Luiz; LARA, Fernando. Modern Architecture in Latin America: Art, Technology,
and Utopia. Texas: University of Texas Press, 2015.
MÉNDEZ, Patrício (coord.). Seminario de Arquitectura Latinoamericana SAL: haciendo
camino al andar, 1985-2011. Buenos Aires: CEDODAL, 2011.
RIBEIRO, Igor; BRAGA, Bruno Melo. Forum Jovens Arquitetos Latinos Americanos:
inserções numa realidade periférica. S.ed., 2013.

129

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Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

TEORIA E PRÁTICA DA CONSERVAÇÃO URBANA PATRIMONIAL
Período
9o semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
54h
00h
54h

Setor de Estudo
THC

EMENTA
Princípios e práticas da Conservação de Cidades e edifícios Históricos. Dilemas
contemporâneos da Conservação Urbana Patrimonial. O patrimônio cultural da humanidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
APPELBAUM, Barbara. Conservation Treatment Methodology. London: Elsevier Ltd., 2009.
CAPLE, Chris. Conservation Skills: judgment, method and decision making. London and New
York: Routledge – Taylor & Francis Group., 2000.
CLAVIR, Mirian. Preserving what is valued: museums, conservation and First Nations.
Vancouver: UBC Press, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AVRAMI, Erica; RANDALL Mason; DE LA TORRE, Marta (eds.). Values and Heritage
Conservation. Research Report. Los Angeles: The Getty Conservation Institute, 2002. (EBOOK)
CAPLE, Chris. Objects: reluctant witnesses to the past. London and New York: Routledge –
Taylor & Francis Group., 2006.
FEILDEN, Bernard M. Conservation Historic Buildings. London: Elsevier, 2007.
MURTAGH, William J. Keeping Time: the history and theory of preservation in America. 3.
ed. New Jersey: John Wiley & Sons, Inc., 2006.
PICKARD, Robert. Management of Historic Centers. London and New York: Spon Press Taylor & Francis Group.,2001.

130

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Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

INFOGRAFIA DA ARQUITETURA E DA CIDADE
Período
8o semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
54h
00h
54h

Setor de Estudo
THC

EMENTA
Estudo de formas de representação gráfica da arquitetura e da cidade. Análise e produção
de sínteses gráficas. Elaboração de narrativas visuais enquanto interpretação de dinâmicas
sócio espaciais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Alpers, Svetlana. A arte de descrever: a arte holandesa no século XVII. São Paulo, Edusp,
1999.
CAIRO, Alberto. Infografia 2.0: visualización interactiva de información em prensa. Madrid:
Alamut, 2008.
COSGROVE, Denis. (org). Mappings. London: Reaktion Books, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Horn, R. E .”Information Design: Emergence of a New Profession”. In: R. Jacobson (Ed.),
Information Design. Cambridge, MA: The MIT Press, 2000, pp.15-33
KNOX, Paul. (Org). Atlas das cidades. São Paulo: Senac, 2016.
HARLEY, J.B. Texts and Contexts in the Interpretation of Early Maps. In: HARLEY, J.B. The
New Nature of Maps. Essays in the History of Cartography. Baltimore: The John Hopkins
University Press, 2001.
. Deconstructing the Map. In: HARLEY, J.B. The New Nature of Maps. Essays in
the History of Cartography. Baltimore: The John Hopkins University Press, 2001.
WOOD, Dennis. Everything Sings: Maps for a Narrative Atlas. New York: Distributed Art Pub
Incorporated, 2010.
PANOFSKY, Ervin. Significado nas Artes Visuais, São Paulo, Perspectiva, 1979.

131

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Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

CORPO E CIDADE
Período
8o semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
54h
00h
54h

Setor de Estudo
THC

EMENTA
Estudo sobre métodos de formação do arquiteto e urbanista matizados por conceitos
artísticos e filosóficos. Estímulo à autonomia como alicerce da produção do conhecimento. O
corpo como instrumento potencializador da percepção urbana e a subjetividade como meio
criativo de interpretação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARERI, Francesco. Transurbância + Walkscapes: ten years later. In: Redobra, nº 11 . ano
4, 2013.
FOUCAULT, M. Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Graal, 1979.
JACQUES, Paola Berenstein. Corpografias urbanas. São Paulo, ano 08, n. 093.07, Vitruvius,
Arquitextos fev. 2008 http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/08.093/165.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
JACQUES, Paola Berenstein. Estética da ginga: a arquitetura das favelas através da obra de
Hélio Oiticica. Rio de Janeiro, Casa da Palavra, 1ª edição, 2001.
JACQUES, Paola Berenstein (Org). Apologia da Deriva: escritos situacionistas sobre a
cidade. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2003.
SENNETT, Richard. Carne e pedra: o corpo e a cidade na civilização ocidental. Rio de
Janeiro: Record, 1999.

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Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

FUNDAMENTOS DA PSICOLOGIA AMBIENTAL
Período
7o semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
34h
20h
54h

Setor de Estudo
LRP

EMENTA
Evolução histórica e contexto cultural da psicologia ambiental. Problemas e métodos em
psicologia ambiental. Percepção ambiental. Comportamento espacial. Experiência urbana.
Ambientes naturais. Ecologia. Desenho urbano. A articulação entre meio ambiente, relações
sociais e subjetividade humana como perspectiva ecológica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Cavalcanti, S., & Elali, G (Orgs.). (2001). Temas básicos em psicologia ambiental. Petrópolis,
RJ: Vozes. [capítulos selecionados].
Günther, H., Pinheiro, J. Q., & Guzzo, R. S. L. (Orgs.). (2014). Psicologia ambiental:
Entendendo as relações do homem com seu ambiente (3ª ed.). Campinas, SP: Alínea. .
Moser, G. (no prelo). Psicologia ambiental: as relações do ser humano com o
seu ambiente.(trad. L. Cacais & I. Günther). (original 2009).
ORNSTEIN, Sheila Walbe. Arquitetura, urbanismo e Psicologia Ambiental: uma reflexão
sobre dilemas e possibilidades da atuação integrada. São Paulo: Psicol. USP, v. 16, n. 1-2,
2005. pp.155-165
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
TASSARA, E. T. O. (org.). Panoramas interdisciplinares para uma psicologia ambiental do
urbano. São Paulo: EDUC, 2001. 267 p.
Pinheiro, J. Q., & Günther, H. (Orgs.). (2008). Métodos de pesquisa nos estudos pessoaambiente. São Paulo, SP: Casa do Psicólogo. [capítulos selecionados].

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Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

ERGONOMIA E ACESSIBILIDADE
Período
7º semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
24h
30h
54h

Setor de Estudo
LRP

EMENTA
Estudo dos conceitos teóricos e práticos da relação pessoa-atividade-ambiente com foco na
adequação do ambiente construído às necessidades e à diversidade humana. Aplicação dos
princípios e normas de ergonomia, acessibilidade e desenho universal ao projeto
arquitetônico e urbanístico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. - ABNT. NBR 9050. Acessibilidade
a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro – RJ, 2015.
MINISTERIO DO TRABALHO. NR-17 Ergonomia, Brasília - DF, 1978, atualizada em
26/10/2018.
IIDA, I. Ergonomia - projeto e produção. São Paulo: Edgard Blücher, 2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PANERO, J; MARTIN, Z. Dimensionamento humano para espaços interiores. Barcelona:
G. Gili, 2016.
BITTENCOURT, Fábio. Ergonomia e Conforto Humano. Rio de Janeiro: Rio Book’s. 1ª ed.
2011.
MONT’ALVÃO, C. & VILLAROUCO, V. (orgs.). Um novo olhar para o projeto: a
ergonomia no ambiente construído. v. 1. Rio de Janeiro: Faperj, 2AB, 2011.
BOUERI FILHO, José Jorge. Projeto e dimensionamento dos espaços da habitação –
Espaço de Atividades. São Paulo: Estação das Letras e Cores, 2008, 48p.
ALMEIDA PRADO, A.; LOPES, M. E.; ORNSTEIN, S. W. (orgs.). Desenho Universal.
Caminhos da Acessibilidade no Brasil. São Paulo: AnnaBlume, 2010.

134

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Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

AVALIAÇÃO PÓS-OCUPAÇÃO
Período
7º semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
24h
30h
54h

Setor de Estudo
TEC

EMENTA
Estudo dos conceitos de desempenho e qualidade do ambiente construído e do seu ciclo
projeto – uso – avaliação. Aplicação de métodos e técnicas consolidados de Avaliação PósOcupação, considerando as diferentes tipologias edificadas, de uso público ou privado, em
espaços arquitetônicos e/ou urbanísticos. Avaliação de desempenho, com relação aos
fatores técnicos, culturais e comportamentais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ROMÉRO, M.; ORNSTEIN, S. W. (coord). Avaliação Pós-Ocupação, métodos e técnicas
aplicados à habitação de interesse social (Coleção Habitare). Porto Alegre: ANTAC,
294p., 2003.
RHEINGANTZ, P. A. et al. Observando a qualidade do lugar: procedimentos para
avaliação pós-ocupação. Rio de Janeiro: UFRJ/PROARQ/FAU. Coleção PROARQ, 2009.
ONO, Rosaria, ORNSTEIN, Sheila Walbe, VILLA, Simone Barbosa, FRANÇA, Ana Judite
Galbiatti Limongi (orgs). Avaliação Pós-Ocupação: Na arquitetura, no urbanismo e no
design – da teoria à prática. São Paulo: Oficina de Textos, 2018.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
VAN DER VOORDT, Theo J. M. Arquitetura sob olhar do usuário. São Paulo: Oficina de
Textos, 2013.
KOWALTOWSKI, D. K. ; MOREIRA, D. C.; P ETRECHE, J. R. D.; FABRICIO, Márcio M.
(orgs).O Processo de Projeto em Arquitetura: da Teoria à Tecnologia. São Paulo: Oficina
de Textos, 2011.
OKAMOTO, J. Percepção Ambiental a Comportamento. São Paulo: Editora Mackenzie,
2002.
PANERO, J; MARTIN, Z. Dimensionamento humano para espaços interiores. Barcelona:
G. Gili, 2016.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. - ABNT. NBR 9050. Acessibilidade
a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro – RJ, 2015.

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Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA
Período
7o semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
36h
18h
54h

Setor de Estudo
PUP

EMENTA
A questão do direito de propriedade e a posse. Conceitos e história da regularização
fundiária. Marcos legislativos e instrumentos urbanísticos de regularização fundiária. Estudos
de experiências de regularização de favelas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FERNANDES, Edésio (Org.). Direito Urbanístico e Política Urbana no Brasil. Belo
Horizonte: Del Rey, 2001.
RICALDE, Mario do Carmo. Regularização Fundiária rural e urbana: impactos da lei nº
13.465/2017. Campo Grande: Editora Contemplar, 2017.
ROLNIK, Raquel et al. Regularização fundiária de assentamentos informais urbanos.
Belo Horizonte: PUC Minas, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FERNANDES, Edésio; ALFONSIN, Betânia. Direito urbanístico: estudos brasileiros e
internacionais. Belo Horizonte: Del Rey, 2006.
D'OTTAVIANO, Maria; SILVA, Sérgio. Regularização Fundiária no BrasilI: velhas e novas
questões. Planejamento e políticas públicas. Brasília, n. 32, p. 201-229, 2009.
PAGANI, Elaine A. O direito de propriedade e o direito à moradia: um diálogo
comparativo entre o direito de propriedade urbana imóvel e o direito à moradia. Porto Alegre:
EDIPUCRS, 2009.
VALENÇA, Márcio M. (Org.). Cidade (I)legal. Rio de Janeiro: Mauad X, 2008.
VALLADARES, Lícia P. A invenção da favela: do mito de origem a favela.com. Rio de
Janeiro: Editora FGV, 2005.

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Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

PESQUISA EM URBANISMO
Período
7o semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
20h
34h
54h

Setor de Estudo
PUP

EMENTA
Do problema à formulação da hipótese. Metodologia, método e técnicas de pesquisa em
urbanismo. Produção de projeto de pesquisa, plano de trabalho, artigo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MINAYO, Maria Cecília de S; DESLANDES, Suely Ferreira; GOMES, Romeu. Pesquisa
social: teoria, método e criatividade. 27 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 208.
SERRA, Geraldo. Pesquisa em Arquitetura e Urbanismo. São Paulo: Edusp, 2006.
YIN, R. K. Estudo de Caso: Planejamento e método. 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DIEHL, A.A.; TATIM, D.C. Pesquisa em ciências sociais aplicadas. São Paulo: PrenticeHall, 2004.
FARIA, Obede; FONTES, Maria Solange G. C.; SALCEDO, Rocio F. B. Pesquisa em
arquitetura e urbanismo: fundamentação teórica e métodos. São Paulo: Editora Cultura
Acadêmica, 2016.
GUEDES, Enildo Marinho. Curso de Metodologia Científica. 2ª Ed. Curitiba: HD Livros
Editora, 2000. 224p.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina. Fundamentos de Metodologia Científica. 7 ed.
São Paulo: Atlas, 2010.
PERDIGÃO, D. M. (Org.) ; WHITE, O. (Org.) ; Herlinger, Maximiliano (Org.) . Teoria e
Pratica da Pesquisa Aplicada. Rio de Janeiro: Elsevier Editora Ltda, 2011.

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Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

PLANO DIRETOR
Período
7o semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
34h
20h
54h

Setor de Estudo
PUP

EMENTA
Princípios e objetivos do Plano Diretor. Conteúdo e processo participativo de elaboração.
Monitoramento e revisão do Plano Diretor. Avaliação de planos diretores pós-estatuto da
cidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE MUNICÍPIOS. O Plano Diretor como instrumentode
Desenvolvimento Urbano Municipal: orientações para o processo de elaboração e revisão
do Plano Diretor. Brasília: CNM, 2013.
PÓLIS. Plano Diretor Participativo: Guia para elaboração pelos municípios e cidadãos.
Brasília: Ministério das Cidades, 2004.
SANTOS JÚNIOR, Orlando Alves; MONTANDON, Daniel Todtmann (Orgs.). Os planos
diretores municipais pós estatuto da cidade: balanço crítico e perspectivas. Rio de
Janeiro: Letra Capital, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CNM. Metodologia para Elaboração de Plano Diretor Participativo. Brasília:
Confederação Nacional de Municípios, 2005.
FURTADO, Fernanda; BIASOTTO, Rosane; ALERONKA, Camila. Outorga Onerosa do
Direito de Construir. Caderno Técnico de Regulamentação e Implementação. Brasília:
Ministério das Cidades, 2012.
MENDONÇA, Jupira Gomes de; GODINHO, Maria Helena de Lacerda (Org.). População,
espaço e gestão na metrópole: novas configurações, velhas desigualdades. Belo
Horizonte: Ed. PUC.Minas, 2003.
SILVA, Carlos Henrique Dantas da. Plano diretor: teoria e prática. São Paulo, 2007.
SILVA JÚNIOR, Jeconias Rosendo da; PASSOS, Luciana Andrade dos. O negócio é
participar: a importância do Plano Diretor para o desenvolvimento municipal. Brasília: CNM,
Sebrae, 2006.

138

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Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo

URBANIZAÇÃO DE FAVELAS
Período
8o semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
20h
34h
54h

Setor de Estudo
PUP

EMENTA
Caracterização de favelas. Políticas e instrumentos de regularização urbanística. Tipologias
de intervenções em favelas. Parâmetros para elaboração de projetos urbanísticos em
favelas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABIKO, Alex; COELHO, Leandro de O. Urbanização de favelas: procedimentos de gestão.
Série Recomendações Técnicas Habitare – Vol. 4. Porto Alegre: Antac, 2009, 88p.
BRASIL. Urbanização de favelas: a experiência do PAC. Brasília: Ministério das Cidades –
SNH, 2010.
DAVIS, Mike. Planeta favela. São Paulo: Boitempo, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BUENO, L. M. M. Projeto e Favela: metodologia para projetos de urbanização. Tese de
Doutorado. São Paulo: FAUUSP, 2000.
DENALDI, R. Políticas de Urbanização de Favelas: evolução e impasses. Tese de
Doutorado. São Paulo: FAUUSP, 2003
IBAM - Instituto Brasileiro de Administração Municipal. Estudo de avaliação da experiência
brasileira sobre urbanização de favelas e regularização fundiária. Rio de Janeiro: Cities
Alliance, Banco Mundial, 2002.
SÃO PAULO, Município. Urbanização de favelas. A experiência de São Paulo. São Paulo,
Boldarini Arquitetura e Urbanismo, 2008.
ZALUAR, Alba; ALVITO, Marcos. Um século de favela. 5ª ed. Rio de Janeiro: Editora FGV,
2006.

139

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Coordenação do Curso de Arquitetura e Urbanismo
ORÇAMENTAÇÃO EM OBRAS PÚBLICAS
Período
8° semestre

Carga-horária
Teórica
Prática
Total
54h
54h

Setor de Estudo
TEC

EMENTA
Processo de licitação e legislação vigente dentro do contexto de obras públicas (Lei n.o
8.666/93, Lei n.o 10.520/2002, Lei n.o 12.462/2011 e Lei n.o 13.303/2016). Conceito e
propriedades do orçamento de obras públicas. Composição de custos. Sistemas oficiais de
referência de preço na construção civil. Curva ABC de serviços e insumos. Disfunções do
processo de orçamentação (jogo de planilha, superfaturamento e sobrepreço).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALTOUNIAN, Cláudio Sarian. Obras públicas: licitação, contratação, fiscalização e utilização.
Belo Horizonte: Fórum, 2016. 576 p.
BAETA, André Pachioni. Orçamento e controle de preços de obras públicas. 1. Ed. São
Paulo: Pini, 2012. 456 p.
MATTOS, Aldo Dórea. Como preparar orçamentos de obras: dicas para orçamentistas. São
Paulo: Pini, 2006. 281 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Tribunal de Contas da União. Obras públicas: recomendações básicas para a
contratação e fiscalização de obras de edificações públicas. Brasília: TCU, 2014. 100 p.
ESCRIVÃO FILHO, Edmundo (editor). Gerenciamento na construção civil. São Carlos:
EESC/USP, 2009. 244 p.

140

2° SEMESTRE

378

396

54h

414

414

Infraestrutura
urbana
54h

Geoprocess
amento 54h

Topografia

342

54h

Instalações
prediais:
hidráulica

Sistema 54h
alvenaria
estrutural

Teoria e 54h
História 2:
Morfologia

Teoria e 54h
História 1:
Tipologia

54h
Sistema 54h Sistema
estrut. aço e
estrutural:
madeira
concreto

Conforto 54h
Ambiental 3

Conforto 54h
Ambiental 2

Conforto 54h
Ambiental 1

36h
ACE 5
PRODUTO

90h

ACE 4
Projeto de
Arquitetura
e
Urbanismo

Projeto de
Paisagismo
2
72h

Elementos 54h
de Mecânica
dos sólidos

6° SEMESTRE

342

Instalações
prediais:
elétrica 54h

54h

Materiais de
Construção

54h

Teoria e
História 3:
Verticalidade

36h

378

54h

Tecnologia
Construção
2

54h

Eletiva(S)

TETA 2

54h
Conservação
e Restauro 2

Conforto 54h
Ambiental 4

Planejamento
regional 54h

Projetos 72h
avançados
A, B, C

8° SEMESTRE

TCC

162

54h

Eletiva(S)

ACE 6 54h
EVENTO

TOTAL
3.786

90

54h

Eletiva(S)

ACE 7 36h
EVENTO

10° SEMESTRE

54h
Projeto
executivo e
detalhamento

9° SEMESTRE

Estágio supervisionado obrigatório 240
Atividade Complementar 126

414

54h

Tecnologia
Construção
1

54h

Eletiva(S)

Conservação54h
e Restauro 1

54h
Teoria e
História 4 :
Tectônica

Projeto de 72h
Urbanismo
1

54h

Diagnostico
e Planej 2

Projeto de 54h
interiores 2

Projeto de
Arquitetura
4
72h

7° SEMESTRE

Projeto de 54h
interiores 1

Projeto de 72h
Arquitetura
3

PROFISSIONAL

5° SEMESTRE

Projeto de 72h
Paisagismo 1

Elementos 54h
de Análise
estrutural

54h
ACE 1
identidade
cultura e
desenvolvime
nto

ACE 3
54h
Diagnóstico
e Planej 1

72h

Projeto de
Arquitetura
2

4° SEMESTRE

TETA 1 36h

54h
ACE 2
Estética e
História da
Artes

Oficina de 54h
Desenho 1

Desenho 54h
Universal e
Acessib. no
Amb. Const.

Projeto de
Arquitetura
1
72h

Desenho 54h
digital 2

3° SEMESTRE

Elementos da
História da
Arquitetura e
Urbanismo 54h

Oficina de
Desenho 2 54h

Geometria 54h
descritiva

Desenho 54h
digital 1

Introdução ao
Projeto de 72h
Arquitetura,
Urbanismo e
Paisagismo

Oficina de 72h
Plástica

Introdução ao
desenho digital

54h

FUNDAMENTAÇÃO

1° SEMESTRE

12. TABELA DE EQUIVALÊNCIA PPC 2006 - PPC2019
PPC 2006
SEM

DISCIPLINAS

PPC 2019
Ch/
se

Ch/
dis

DISCIPLINAS POR
SEMESTRE

Ch/
sem

Ch/
dis

Prérequisitos

PRIMEIRO SEMESTRE
Geometria Descritiva

4

60

Geometria Descritiva

3

54

Projeto de Arquitetura 1

6

90

Oficina de Plástica

4

72

Expressão Gráfica

4

60

Oficina de Desenho 1

3

54

2°

Computação na
Arquitetura e Urbanismo 1

4

60

Introdução ao Desenho
Digital

3

54

1°

Fundamentos p/ Analise
estrutural

4

60

Elementos de Análise
Estrutural

3

54

2°

Introdução à Análise
Estrutural

4

60

Elementos de Análise
Estrutural

3

54

3°

Sistemas Estruturais

4

60

Elementos de Análise
Estrutural

3

54

ELET

Técnica de Elaboração de
Trabalho Acadêmico
(DESIGN)

2

30

Técnica de Elaboração de
Trabalho Acadêmico 1
(TETA 1)

2

36

Identidade, Cultura e
Desenvolvimento (ACE-1)

3

54

1°

Desenho Arquitetônico

6

90
SEGUNDO SEMESTRE

2°

Perspectiva

4

60

Oficina de Desenho 2

3

54

3°

Mecânica dos Sólidos

4

60

Elementos de Mecânica
dos Sólidos

3

54

4°

Fundamentos de
Topografia

3

54

Topografia

3

54

1°

História da Arte,
Arquitetura e Urbanismo 1

4

60

2°

História da Arte,
Arquitetura e Cidade 2

4

60

Elementos da História da
Arquitetura e Urbanismo

3

54

3°

História da Arte,
Arquitetura e Cidade 3

4

60

4

60

Desenho Digital 1

3

54

ELET

Computação na

142

Arquitetura e Urbanismo 2
Introdução ao Projeto de
Arquitetura, Urbanismo e
Paisagismo

4

72

Estética e História da Arte
(ACE-2)

3

54

(ACE-1)

TERCEIRO SEMESTRE
2°

Projeto de Arquitetura 2

6

90

Projeto de Arquitetura 1

4

72

Oficina de
Plástica

3°

Projeto de Arquitetura 3

6

90

Projeto de Arquitetura 1

4

72

Oficina de
Plástica

5°

Projeto de Paisagismo 1

4

60

Projeto de Paisagismo 1

4

72

4°

Conforto Ambiental 2

4

60

Conforto Ambiental 1

3

54

ELET

SIG

4

60

Geoprocessamento

3

54

ELET

Estrutura em Concreto

4

60

Sistemas Estruturais:
Concreto

3

54

Elementos
de Análise
Estrutural

3

54

Introdução
ao
Desenho
Digital

3

54

Desenho Digital 2
Desenho Universal e
Acessibilidade no
Ambiente Construído

Conforto Ambiental 1

4

60
QUARTO SEMESTRE

4°

Projeto de Arquitetura 4

6

90

Projeto de Arquitetura 2

4

72

5°

Projeto de Arquitetura 5

6

90

Projeto de Arquitetura 2

4

72

6°

Projeto de Paisagismo 2

4

60

Projeto de Paisagismo 2

4

72

5°

Conforto Ambiental 3

4

60

Conforto Ambiental 2

3

54

3°

História da Arte,
Arquitetura e Cidade 3

4

60

Teoria e História 1:
Tipologia

3

54

2°

Teoria e Estética da
Arquitetura 1

4

60

Teoria e História 2:
Tipologia

3

54

ELET

Estrutura de Aço e Madeira

4

60

Sistemas Estruturais: Aço
e Madeira

3

54

Introdução
ao projeto
de Arq.e
Urb.

143

Diagnóstico e
Planejamento 1 (ACE-3)

3

54

Infraestrutura Urbana

3

54

QUINTO SEMESTRE
Conforto
Ambiental
1

6°

Conforto Ambiental 4

4

60

Conforto Ambiental 3

3

54

4°

Instalações e Infraestrutura
urbana 1

4

60

Instalações
Hidrossanitárias Prediais

3

54

6°

Teoria do urbanismo

4

60

Teoria e História 2:
Morfologia

3

54

Projeto de Arquitetura e
Urbanismo (ACE-4)

5

90

(ACE-3)

ACE - PRODUTO

2

36

(ACE-3)

Sistemas Estruturais:
Alvenaria Estrutural

3

54

SEXTO SEMESTRE
Projeto de
Arquitetura
2

6°

Projeto de Arquitetura 6

6

90

Projeto de Arquitetura 3

4

72

ELET

Projeto de interiores 1, 2
ou 3 (DESIGN)

6

90

Projeto de Interiores 1

3

54

3°

Materiais e Técnica de
construção

4

60

Materiais de Construção
Civil

3

54

5°

Instalações e Infraestrutura
urbana 2

4

60

Instalações Elétricas
Prediais

3

54

Infraestrutu
ra Urbana

Diagnóstico e
Planejamento 2

3

54

Paisagismo 2

Teoria e História 3:
Verticalidade

3

54

Projeto de Urbanismo 1

8

120

Sociedade e Meio
Ambiente

4

60
SÉTIMO SEMESTRE

7°

Teoria e Técnica de
Restauro

4

60

Conservação e Restauro 1

3

54

ELET

Projeto de interiores 1, 2
ou 3 (DESIGN)

6

90

Projeto de Interiores 2

3

54

144

3°

Materiais e Técnica de
construção

4

60

Projeto de Urbanismo 2

8

120

Prática do Restauro

6

90

Projeto de Arquitetura 7

6

90

Tecnologia da Construção
1

3

54

Projeto de Arquitetura 4

4

72

Projeto de Urbanismo 1

4

72

Teoria e História 4:
Tectônica

3

54

Projeto de
Arquitetura
3

OITAVO SEMESTRE
6°

Planejamento urbano e
Regional 1

4

60

Planejamento Regional

3

54

7°

Planejamento urbano e
Regional 2

4

60

Planejamento Regional

3

54

9°

Técnica de elaboração
trabalho científico (TETA)

2

30

Técnica de Elaboração
Trabalho Acadêmico 2

2

36

ELET

Prev. Acidente de trabalho

2

30

Tecnologia da Construção
2

3

54

Conforto Ambiental 4

3

54

Projetos Avançados em
Arquitetura

4

72

Conservação e Restauro 2

3

54

Projetos Avançados em
Urbanismo

4

72

Projeto Executivo e
Detalhamento
arquitetônico

3

54

Projeto Executivo e
Detalhamento urbanístico

3

54

Projeto de Arquitetura 8

4

Conforto
Ambiental
3
Projeto de
Arquitetura
4

Projeto de
Arquitetura4

60
NONO SEMESTRE

Projeto de Arquitetura 9
Detalhes

4
4

60
60
Projetos
Avançados
em
Arquitetura
Projetos
Avançados
em

145

Urbanismo
ACE 6 EVENTO

3

54

2

36

DÉCIMO SEMESTRE
T FG
ACE 7 EVENTO
ELETIVAS
6°

Planejamento urbano e
Regional 1

4

60

Plano Diretor

3

54

4°

História da Arte,
Arquitetura e Cidade 4

4

60

Arquitetura Moderna
Brasileira

3

54

3°

Teoria e Estética da
Arquitetura 2

4

60

Pensamento e Crítica da
Arquitetura 1

3

54

2°

História da Arte,
Arquitetura e Cidade 2

4

60

Arquitetura Colonial
Brasileira

3

54

3°

História da Arte,
Arquitetura e Cidade 3

4

60

Arquitetos Modernos

3

54

Legenda: disciplinas marcadas com preto/vermelho não possuem equivalência

146

13. REFERÊNCIAS
RESOLUÇÃO Nº 1, de 17 de junho de 2004. Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira
e Africana. 2004.
LEI 9.795, de 27 de abril de 1999 - Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política
Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.
DECRETO N. 4.281 de 25 de junho de 2002, Regulamenta a Lei no 9.795, de 27 de abril
de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras providências.
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03 PROGRAD/Fórum dos Colegiados, de 20 de setembro
de 2013 - Dispõe sobre os procedimentos para reformulação dos projetos pedagógicos dos
cursos de graduação da UFAL.
RESOLUÇÃO CNE/CES n. 02/2007 - Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos
relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade
presencial;
RESOLUÇÃO CNE/CES n. 02/2010 - Dispõe sobre Institui as Diretrizes Curriculares
Nacionais do curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo, alterando dispositivos da
Resolução CNE/CES nº6/2006.
PARECER CNE/CES Nº:52/2007, que trata da autorização para o funcionamento de
campus fora de sede da Universidade Federal de Alagoas.
RESOLUÇÃO Nº 25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005, institui e regulamenta o
funcionamento do Regime Acadêmico Semestral nos Cursos de Graduação da UFAL, a
partir do ano letivo de 2006.
PARECER CNE/CES Nº:948/2019, que determina o ensino de Desenho Universal nos
cursos de Arquitetura e Urbanismo e similares a partir do ano 2020.

Projeto Pedagógico aprovado na Sessão Ordinária do Conselho
Universitário da Universidade Federal de Alagoas CONSUNI/UFAL do dia 09
de abril de 2019.

Resolução CONSUNI Nº 13/2019.

Ionara Duarte de Gois Fireman
Técnico em Assuntos Educacionais
PROGRAD/UFAL

Edna Cristina do Prado
Coordenadora de Currículo e Acompanhamento
de Projetos Pedagógicos dos Cursos
PROGRAD/UFAL

Sandra Regina Paz da Silva
Pró-Reitora de Graduação
PROGRAD/UFAL
                
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