Engenharia Elétrica - Bacharelado - 2019

Arquivo
PROJETO PEDAGÓGICO DE ENGENHARIA ELÉTRICA 2019.pdf
Documento PDF (2.4MB)
                    i

ãons

PROJETO
PEDAGÓGICO

CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA
CAMPUS DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS AGRÁRIAS – CAMPUS CECA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL

1

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - UFAL
CAMPUS DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS AGRÁRIAS - CECA

PROJETO PEDAGÓGICO DO
CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação
em Engenharia Elétrica de acordo com as
Diretrizes Curriculares Nacionais.

Rio Largo - Alagoas
2019

i

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS CECA
REITORA
Prof.ª Dr.ª Maria Valéria Costa Correia
VICE‐REITOR
Prof. Dr. José Vieira da Cruz
PRÓ-REITORA DE GRADUAÇÃO
Prof.ª Dr.ª Sandra Regina Paz da Silva
PRÓ-REITORA DE EXTENSÃO
Prof.ª Dr.ª Joelma de Oliveira Albuquerque
COORDENADORIA DE PROGRAMAS ESPECIAIS
Prof.ª Dr.ª Edna Cristina do Prado
CENTRO DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS AGRÁRIAS – CECA
DIRETOR DO CENTRO
Prof. Dr. Gaus Silvestre de Andrade Lima
VICE‐DIRETORA
Prof.ª Dr.ª Rosa Cavalcante Lira
Rio Largo, Alagoas, Brasil

2019

i

EQUIPE RESPONSÁVEL PELA
ELABORAÇÃO DA PROPOSTA
Alana Kelly Xavier Santos
Cícero Rita da Silva
Igor Cavalcante Torres
Leonardo Faustino Lacerda de Souza
Márcio André Araújo Cavalcante

ii

SUMÁRIO
INTRODUÇÃO ........................................................................................................................ 1
1. APRESENTAÇÃO ............................................................................................................... 3
1.1 Identificação ................................................................................................................ 3
1.2 Contexto Institucional .................................................................................................. 3
1.3 Realidade Regional ...................................................................................................... 4
1.4 Histórico do Curso........................................................................................................ 6
1.5 Justificativa.................................................................................................................. 8
2. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ....................................................................................... 16
2.1 Dados de Identificação do Curso .............................................................................. 16
2.2 Objetivos ................................................................................................................... 16
2.2.1 Objetivo Geral ................................................................................................................. 16
2.2.2 Objetivos Específicos ...................................................................................................... 17
2.3 Perfil e Competência do Profissional Egresso.............................................................. 17
2.3.1 Perfil do Egresso.............................................................................................................. 17
2.3.2 A Engenharia segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais .......................................... 18
2.3.3 A Engenharia Elétrica segundo o Sistema CONFEA-CREA.......................................... 22
2.4 Políticas Institucionais no Âmbito do Curso ................................................................ 23
2.4.1 A Responsabilidade Social .............................................................................................. 23
2.4.2 Acessibilidade.................................................................................................................. 24
2.4.3 Inclusão das Políticas de Cotas ........................................................................................ 26
2.4.4 A Pesquisa ....................................................................................................................... 26
2.4.5 A Extensão....................................................................................................................... 27
3. ATIVIDADES CURRICULARES DE EXTENSÃO (ACE) .......................................... 29

iii

3.1 Introdução ................................................................................................................. 29
3.2 Título do Programa .................................................................................................... 30
3.3 Unidades Acadêmicas Envolvidas ............................................................................... 30
3.4 Grande Área do Conhecimento .................................................................................. 30
3.5 Justificativa................................................................................................................ 31
3.6 Abrangência do Programa de Extensão ...................................................................... 33
3.7 Público Alvo............................................................................................................... 34
3.8 Áreas Temáticas do Programa .................................................................................... 34
3.9 Linhas de Extensão do Programa ................................................................................ 34
3.10 Objetivo do Programa .............................................................................................. 34
3.11 Metodologia ............................................................................................................ 35
3.12 Quantitativos de Atividades de Extensão ................................................................. 35
3.13 Carga Horária Total da Extensão............................................................................... 35
3.14 Acompanhamento e Avaliação ................................................................................. 36
3.15 Ementas das Componentes Curriculares das ACEs .................................................... 36
3.16 Referências ............................................................................................................. 45
4. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA ................................................................................. 47
4.1 Comissões/câmera do Curso ...................................................................................... 47
4.2 Colegiado do Curso .................................................................................................... 47
4.3 O Núcleo Docente Estruturante e suas Atribuições ..................................................... 49
5. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ................................................................................... 51
5.1 Matriz e Proposta Curricular ...................................................................................... 51
5.1.1 Educação em Direitos Humanos...................................................................................... 51
5.1.2 Relações Étnicas Raciais e História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena ...... 52

iv

5.1.3 Educação Ambiental ........................................................................................................ 52
5.1.4 Matriz curricular ............................................................................................................. 52
5.2 Proposta Curricular .................................................................................................... 62
5.2.1 Ementas das Disciplinas do Curso e seus Pré-requisitos................................................. 62
5.2.2 Atividades Complementares .......................................................................................... 144
5.2.3 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) ....................................................................... 144
5.2.4 Disciplina de Libras como Eletiva................................................................................. 145
5.2.5 Estágio Supervisionado ................................................................................................. 145
6. METODOLOGIA DE ENSINO E APRENDIZAGEM ................................................ 146
7. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM .......................................................................... 149
8. PROGRAMAS DE APOIO AOS DISCENTES ............................................................ 153
8.1 Programa de Monitoria ............................................................................................ 153
8.2 Programa de Iniciação Científica e/ou Inovação Tecnológica .................................... 154
8.3 Curso de Nivelamento.............................................................................................. 157
8.4 Empresa Júnior de Engenharia Elétrica ..................................................................... 158
8.5 Bolsa Permanência .................................................................................................. 158
8.6 Serviço de Apoio Pedagógico ................................................................................... 159
8.7 Restaurante Universitário ........................................................................................ 159
9. INFRAESTRUTURA DO CAMPUS CECA ................................................................. 160
9.1 Salas de Permanência para Docentes ....................................................................... 160
9.2 Acervo e Mobilidade ................................................................................................ 160
9.3 Sala de Pranchetas ................................................................................................... 160
9.4 Laboratórios Didáticos ............................................................................................. 160
9.4.1 Laboratório Multidisciplinar de Engenharia.................................................................. 161
9.4.2 Laboratório de Eletricidade e Eletrônica ....................................................................... 161

v

9.4.3 Laboratórios de Informática .......................................................................................... 161
10. CENTRO DE ENGENHARIA DE ENERGIAS RENOVÁVEIS .............................. 162
10.1 Infraestrutura ........................................................................................................ 162
10.2 Quantitativo de Professores ................................................................................... 163
11. DEMANDA DE LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ..................................................... 171
REFERÊNCIAS ................................................................................................................... 173
ANEXO A .............................................................................................................................. 178

1

INTRODUÇÃO
O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) apresentado contribui com o projeto de
modernização do sistema universitário brasileiro, especificamente na formação qualificada de
recursos humanos na área de Engenharia Elétrica. Considerando-se a dinâmica evolutiva dos
processos de ensino-aprendizagem, dos conhecimentos abordados no curso e da própria
sociedade, torna-se importante afirmar que a construção e (re)avaliação do projeto pedagógico
deve ser um processo contínuo visando seu constante aperfeiçoamento.
Este PPC tem o objetivo de direcionar as ações de educação e formação profissional
no Curso de Engenharia Elétrica da UFAL, sendo estruturado de acordo com a Resolução
CNE/CES n.º 2, de 24 de abril de 2019, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais dos
Cursos de Graduação em Engenharia, conforme descrito a seguir:
Art. 4º A formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos
conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências gerais:
I - formular e conceber soluções desejáveis de engenharia, analisando e
compreendendo os usuários dessas soluções e seu contexto;
II - analisar e compreender os fenômenos físicos e químicos por meio de modelos
simbólicos, físicos e outros, verificados e validados por experimentação;
III - conceber, projetar e analisar sistemas, produtos (bens e serviços), componentes
ou processos;
IV - implantar, supervisionar e controlar as soluções de Engenharia;
V - comunicar-se eficazmente nas formas escrita, oral e gráfica;
VI - trabalhar e liderar equipes multidisciplinares;
VII - conhecer e aplicar com ética a legislação e os atos normativos no âmbito do
exercício da profissão;
VIII - aprender de forma autônoma e lidar com situações e contextos complexos,
atualizando-se em relação aos avanços da ciência, da tecnologia e aos desafios da
inovação. (CNE/CES, 2019, p. 2).

2

O documento é organizado de modo a explicitar o perfil do profissional formado pelo
curso e, principalmente, quais as ações necessárias para que este perfil seja atingido. O projeto
detalha, a partir de um conjunto de ações, as metodologias de ensino, os recursos materiais e
humanos necessários ao êxito dos objetivos propostos. Em síntese, o propósito do Projeto
Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica é balizar as ações da futura coordenação,
homologadas pela comissão e pelo colegiado do curso, em direção aos objetivos
estabelecidos. No conjunto de ações apresentado, estão previstos meios para a manutenção e
aperfeiçoamento da qualidade, bem como para a constante atualização das metodologias e
conteúdos.

3

1. APRESENTAÇÃO
1.1 Identificação
Contextualização da Instituição de Ensino Superior
Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
Dependência: Administrativa Federal
Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código: 577
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço do Campus sede:
Campus A.C. Simões – Cidade Universitária Maceió /AL
Rodovia BR 101, Km 14, CEP: 57.072- 970
Fone: (82) 3214 -1100 (Central)
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br

1.2 Contexto Institucional
A Universidade Federal de Alagoas - UFAL é Pessoa Jurídica de Direito Público –
Federal, com CNPJ: 24.464.109/0001-48, com sede na Avenida Lourival de Melo Mota,
S/N, Campus A. C. Simões, no Município de Maceió, no Estado de Alagoas, CEP 57.072970, além do Campus CECA em Rio Largo, município da região metropolitana da Capital.
Foi criada pela Lei Federal nº 3.867, de 25 de janeiro de 1961, a partir do
agrupamento das então Faculdades de Direito (1933), Medicina (1951), Filosofia (1952),
Economia (1954), Engenharia (1955) e Odontologia (1957), como instituição federal de
educação superior, de caráter pluridisciplinar de ensino, pesquisa e extensão, vinculada ao
Ministério da Educação, mantida pela União, com autonomia assegurada pela Constituição

4

Brasileira, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei 9394/96 e por seus
Estatuto e Regimento Geral.
A UFAL possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus A.C.
Simões, em Maceió, onde são ofertados 54 cursos de graduação. O processo de
interiorização, iniciado em 2006, expandiu sua atuação para o Agreste, com o Campus de
Arapiraca, contemplando as cidades de Arapiraca, Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa,
com a oferta de 23 cursos. Em 2010, com o Campus do Sertão, chegou a Delmiro Gouveia
e Santana do Ipanema, com a oferta de 08 cursos, todos presenciais. O Campus CECA
também é parte integrante da UFAL, lotado em Rio Largo, município da região
metropolitana da capital alagoana.
Além de cursos presenciais de graduação e de pós-graduação, a UFAL oferta 11
cursos na modalidade de Educação à Distância, através do sistema Universidade Aberta do
Brasil (UAB). No que se refere à pós-graduação, a UFAL dispõe de diversos cursos de
especialização e programas de mestrado e doutorado nas mais diferentes áreas de
conhecimento. A pós-graduação contribui com 31 programas de Mestrado e 09 de
Doutorado. A pesquisa vem crescendo anualmente com a participação de linhas e grupos de
pesquisa nas mais diferentes áreas do conhecimento. A extensão contribui com diversos
programas e, também, é uma atividade em constante expansão.
O ingresso dos estudantes na UFAL se efetiva por meio de processo seletivo através
do ENEM e da plataforma SISu/MEC (Sistema de Seleção Unificada).

1.3 Realidade Regional
Com uma extensão territorial de 27.848.140 km², o Estado de Alagoas é composto por
102 municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Leste, Agreste e Sertão alagoano), como
mostrado na Figura 1, e 13 microrregiões. De acordo com o Censo de 2015 do IBGE, estimase que a população do estado seja de 3.375.823 habitantes, sendo 75,4% em meio urbano.
A inserção geográfica da UFAL leva em consideração as demandas apresentadas pela
formação de profissionais em nível superior e a divisão do Estado em suas meso e
microrregiões. O estado é contemplado com uma oferta acadêmica que respeita as

5

características econômicas e sociais de cada localidade, estando as suas unidades instaladas
em cidades polo (ver Figura 3), consideradas fomentadoras do desenvolvimento local. O
processo de interiorização da UFAL visa construir uma cobertura universitária significativa
em relação à demanda representada pelos egressos do ensino médio em Alagoas.
Figura 1- Mesorregiões de Alagoas.

O PIB estadual era de R$ 46 bilhões em 2015, sendo o setor de terciário (serviços,
administração pública, comércio e construção) o mais importante na composição do valor
agregado da economia, com participação de 79%, como mostrado na Figura 2. O setor
primário corresponde a 12% do PIB estadual, caracterizado tradicionalmente por policultura
no Agreste, pecuária no Sertão e cana-de-açúcar na Zona da Mata. O setor secundário
corresponde a 9% do PIB alagoano. De maneira geral, os PIBs setoriais, brasileiro e alagoano,
são caracterizados por estruturas semelhantes, onde o setor de serviços apresenta maior
destaque. A distribuição mais detalhada dos setores econômicos por região do estado pode ser
vista na Figura 3.
Figura 2-Representação do PIB em Alagoas. Fonte: IBGE 2015.

6

Figura 3-Setores econômicos por região.

A forte dependência dos setores público e sucroenergético resume grande parte da
dinâmica econômica do estado de Alagoas, apesar de outros segmentos industriais estarem se
instalando no estado. A presença da UFAL em todo o território alagoano, por meio de suas
atividades de ensino, pesquisa, extensão e assistência, representa importante vetor de
desenvolvimento para o estado. Alagoas é uma unidade federativa que apresenta altos
indicadores de desigualdades. Tal cenário é desafiador, contudo, permite à UFAL exercer
plenamente sua missão social num contexto periférico, de grandes limitações e precariedades.

1.4 Histórico do Curso
Ao contrário do que se imagina, a história da Engenharia Elétrica pode ser considerada
antiga. Pode-se dizer, com certa liberdade, que seu surgimento é datado de 1752, quando
Benjamin Franklin (1706 – 1790) inventou o para-raio, dando início ao aproveitamento da
eletricidade pelo homem. Desde então, essa área evolui como poucas. No ano de 1879, o
norte-americano Thomas Edison transformava o invento da lâmpada incandescente em algo
comercializável, usando uma haste de carvão (carbono). Quase duzentos anos depois da
invenção de Franklin, a eletrônica surgiu em 1940, com a invenção das válvulas eletrônicas a
diodo, e logo depois, na década de 1950, os transistores foram apresentados, permitindo o
desenvolvimento da tecnologia dos semicondutores. A partir dos semicondutores, houve o
desenvolvimento dos sistemas computadorizados, que permitiram a ramificação da
Engenharia Elétrica nas suas diversas subáreas.

7

Hoje, a Engenharia Elétrica está presente, praticamente, em todos os ambientes de
manufatura que demandem alta tecnologia, como satélites, aeronaves, produtos da automação
industrial e centrais geradoras de eletricidade. Dentro desse contexto, tal ciência se divide em
algumas áreas, dentre as quais, podemos destacar: eletrotécnica, microeletrônica, controle e
automação, e telecomunicações.
No mundo cada vez mais moderno, observa-se um campo de atuação vasto para o
engenheiro eletricista. Tal profissional pode desenvolver atividades nas áreas de sistemas de
geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, telefonia, antenas e propagação,
instrumentação, automação, sistemas eletrônicos analógicos e digitais, projetos de circuitos
digitais, dentre outros. Podendo, ainda, lecionar em universidades ou outras instituições de
ensino técnico ou superior, prestar consultoria empresarial, administrativa e gerencial, bem
como atuar em áreas multidisciplinares que envolvem conhecimentos básicos de eletricidade,
eletrônica, computação e bioengenharia.
Com o cenário econômico mundial cada vez mais competitivo, é essencial para um
país que quer se afirmar economicamente, alcançar bons índices de produtividade, que estão
diretamente atrelados ao desenvolvimento tecnológico. O Brasil tem um importante papel na
economia mundial, exercendo grande influência principalmente na América Latina. Desta
forma, o país necessita de um sistema de educação preparado e devidamente aparelhado, de
modo a respaldar com eficiência a capacitação da população, indispensável à modernização
dos meios de produção. É fato que crescimento econômico enseja maior demanda por
engenheiros. Dentre os profissionais de engenharia, o Engenheiro Eletricista desempenha
papel de destaque devido ao seu vasto campo de atuação. Desta forma, a concepção de cursos
de bacharelado para o ensino de Engenharia Elétrica no Brasil é de suma importância a curto,
médio e longo prazo.
O Curso de Bacharelado em Engenharia Elétrica no Campus CECA surge a partir da
experiência adquirida em aproximadamente cinco anos de oferta do curso de Engenharia de
Energia, e vem concretizar a proposta de um complexo formativo na área de energia. A
implantação do curso de Engenharia Elétrica vem sendo discutida desde a percepção da
complementariedade destas duas áreas que estão intimamente relacionadas.

8

A implantação do Curso de Bacharelado em Engenharia Elétrica no Campus CECA irá, como
rezam os princípios norteadores explicitados na Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (LDB) n.º 9394/96:
- incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando ao
desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e,
desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive;
- promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que
constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de
publicações ou de outras formas de comunicação;
- suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e
possibilitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão
sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de
cada geração;
- estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os
nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer
com esta uma relação de reciprocidade;
- promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das
conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e
tecnológica geradas na instituição.

Esta proposta se encontra fundamentada nas bases legais e nos princípios norteadores
explicitados na LDB n.º 9394/96 e no conjunto de leis, decretos, pareceres que normatizam a
educação profissional de nível superior, e atenderá aos referenciais curriculares nacionais,
emanados do Ministério da Educação.

1.5 Justificativa
O Campus CECA da UFAL está localizado no município de Rio Largo a
aproximadamente 8 km de Maceió. Essa cidade ocupa uma área territorial de 293,816 km2,
com uma população estimada de 74.838 pessoas (IBGE, 2018), PIB per capita de R$
11.300,99 (IBGE, 2015) e um índice de desenvolvimento humano municipal – IDHM de
0,643 (IBGE, 2010). No desenvolvimento sócio ambiental, pode ser destacada a reserva de
Mata Atlântica da Frascalli, com mais de 2,5 milhões de metros quadrados. A Mata Atlântica

9

é considerada uma das regiões com maior biodiversidade do planeta, porém, é um dos biomas
mais ameaçados, contando com menos de 10% de suas florestas originais. No entanto, a
Frascalli é responsável por esta área de Preservação Permanente no Estado, garantindo a
proteção do ambiente, cuidando de seus recursos hídricos, da paisagem, da estabilidade
geológica e da biodiversidade, protegendo o solo e assegurando o bem-estar da fauna e da
flora. Um trabalho diário que também tem impacto direto no dia a dia das pessoas.
A maior da parte dos alunos ingressos dessa unidade é de origem simples,
provenientes de escolas públicas do próprio município ou cidades circunvizinhas que não
apresentam uma boa qualidade no processo de ensino-aprendizagem, conforme dados do
IDEB (2015), que mostrou um índice de 4,1 para os anos iniciais e 3,1 para os anos finais do
ensino fundamental. Esses alunos ingressam na universidade com certo déficit educacional,
principalmente nas disciplinas de Matemática e de Física, que são essenciais para formação
em qualquer área da engenharia. Apesar das dificuldades econômicas, educacional e social
que enfrentam a maior parte desses graduandos, eles vislumbram um horizonte promissor,
principalmente para a formação como engenheiros, atuando proativamente no mercado de
trabalho e, consequentemente, melhorando a sua qualidade de vida e de suas famílias.
Em geral, a sociedade brasileira encontra-se num momento de recessão econômica,
escassez de empregos, problemas com produtividade e custos do trabalho, e a crise ambiental
causada, em parte, pelo uso desenfreado de tecnologias ultrapassadas de geração de energia
que contribuem para as emissões de gases de efeito estufa. Para resolver tais questões, será
exigido grande esforço em termos de inovação dos profissionais de engenharia, e em outras
áreas do conhecimento. O Campus CECA encontra-se inserido no cenário exposto. Contudo,
nos últimos anos, vem assumindo um papel protagonista para formação de engenheiros no
estado.
É importante destacar as Engenharias implantadas nesse campus, que estão em pleno
funcionamento de suas atividades acadêmicas. São as Engenharias: Agronômica, Florestal, de
Agrimensura e de Energia, que estão contribuindo na qualificação de profissionais para uma
rede de indústrias e empresas nos mais variados ramos da região, propiciando crescimento
econômico e a capacidade para sintetizar soluções e não simplesmente a de analisar
problemas.

10

Os projetos de extensão e pesquisa desenvolvidos nessa unidade auxiliam o
desenvolvimento educacional e socioeconômico da região, democratizando o conhecimento e
considerando a comunidade em todas as suas representações.
Sob estas prerrogativas, o Curso Superior em Engenharia Elétrica proposto neste
projeto pedagógico será fundamental e de grande valia para a comunidade e está coerente com
o itinerário formativo da UFAL. Assim, a consolidação da presente proposta pretende
minimizar a carência por profissionais especializados em Engenharia Elétrica, e irá
oportunizar a sinergia na interação do Campus CECA com futuros investimentos tecnológicos
na região.
A implantação de curso superior em Engenharia Elétrica está prevista no novo Plano
de Desenvolvimento Institucional 2019-2023 da UFAL, com a proposta de implantação entre
os anos de 2019 e 2023. De acordo com os dados publicados no e-MEC, há atualmente 80
cursos de engenharia autorizados no estado de Alagoas. O detalhamento desses cursos é
apresentado na Tabela 1.
Tabela 1 – Cursos de engenharia autorizados no estado de Alagoas.

Cursos de Engenharia

Modalidade

Instituições Públicas

Instituições Privadas

Presencial

1

-

A distância

-

-

Presencial

1

4

A distância

-

3

Presencial

4

9

A distância

-

3

Presencial

1

-

A distância

-

-

Agronômica

Ambiental e Sanitária

Civil

De Agrimensura

11

Presencial

1

1

A distância

-

3

Presencial

-

-

A distância

-

1

De Controle e

Presencial

-

1

Automação

A distância

-

1

Presencial

1

-

A distância

-

-

Presencial

1

1

A distância

-

-

Presencial

1

9

A distância

-

9

Presencial

-

-

A distância

-

1

Presencial

-

1

A distância

-

-

Presencial

1

5

A distância

-

5

Presencial

1

-

A distância

-

-

De Computação

De Comunicações

De Pesca

De Petróleo

De Produção

De Software

De Telecomunicações

Elétrica

Florestal

12

Presencial

-

3

A distância

-

4

Presencial

-

1

A distância

-

-

Presencial

1

2

A distância

-

-

Mecânica

Mecatrônica

Química

Observa-se pela tabela que o estado de Alagoas tem apenas um curso de Engenharia
Elétrica ofertado por uma instituição pública, mais especificamente no Campus Palmeira dos
Índios do Instituto Federal de Alagoas, com o primeiro ingresso no segundo semestre de
2018, com flexibilização para dois eixos de habilitação no perfil de formação: Eletrotécnica e
Controle de Automação. Além disso, dos cinco cursos ofertados no estado de forma
presencial em instituições privadas, apenas um já tem turmas formadas, o que implica em
pouca inserção de profissionais desta área no mercado local.
Na perspectiva nacional, um levantamento feito entre as principais universidades
federais do país é apresentado na Tabela 2. Observa-se que entre as universidades federais
mais importantes de cada estado, apenas a UFAL ainda não oferta o curso de Engenharia
Elétrica.
A demanda por engenheiros eletricistas é cada vez maior no estado de Alagoas, devido
aos novos investimentos que estão chegando no estado. Um exemplo é a indústria de painéis
solares fotovoltaicos Pure Energy. Essa indústria tornou-se a primeira empresa do Nordeste a
fabricar placas fotovoltaicas. Até então, as placas comercializadas no estado eram
exclusivamente importadas ou fabricadas em outros estados. Nos próximos anos a empresa
tende a crescer sua demanda por placas com a expansão do setor de geração de energia
distribuída no Brasil. As concessionárias de energia elétrica são outra fonte de trabalho para
engenheiros eletricistas. No estado, há forte presença da Equatorial Energia Alagoas e da
Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), além de suas terceirizadas.

13

Tabela 2 - Principais universidades federais e oferta do curso de Engenharia Elétrica.

Nome da universidade

Sigla

Engenharia Elétrica

Universidade de Brasília

UnB

X

Universidade Federal de Goiás

UFG

X

Universidade Federal de Mato Grosso

UFMT

X

Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

UFMS

X

Universidade Federal da Bahia

UFBA

X

Universidade Federal da Paraíba

UFPB

X

Universidade Federal de Alagoas

UFAL

Universidade Federal de Pernambuco

UFPE

X

Universidade Federal de Sergipe

UFS

X

Universidade Federal do Ceará

UFC

X

Universidade Federal do Maranhão

UFMA

X

Universidade Federal do Piauí

UFPI

X

Universidade Federal do Rio Grande do Norte

UFRN

X

Universidade Federal de Rondônia

UFIR

X

Universidade Federal de Roraima

UFRR

X

Universidade Federal do Acre

UFAC

X

Universidade Federal do Amapá

UNIFAP

X

Universidade Federal do Amazonas

UFAM

X

Universidade Federal do Pará

UFPA

X

Universidade Federal do Tocantins

UFT

X

Universidade Federal de Minas Gerais

UFMG

X

Universidade Federal de São Paulo

UNIFESP

X

Universidade Federal do Espírito Santo

UFES

X

Universidade Federal do Rio de Janeiro

UFRJ

X

14

Universidade Federal de Santa Catarina

UFSC

X

Universidade Federal do Paraná

UFPR

X

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

UFRGS

X

Outra grande indústria do estado é a Braskem. A Braskem é uma empresa química e
petroquímica brasileira e se destaca por ser a maior produtora de resinas termoplásticas das
Américas e líder mundial na produção de biopolímeros. Tem unidades no Brasil, México,
Estados Unidos e Alemanha com mais de 8 mil funcionários. Em Alagoas tem unidades em
Maceió e Marechal Deodoro. Mesmo centrada no setor químico, a empresa precisa de
profissionais de manutenção, operação e projetos na área elétrica.
O estado de Alagoas tem uma característica agrícola voltada quase que
exclusivamente à cana-de-açúcar. Segundo o Balanço Energético Nacional divulgado em
2017, em relação ao ano base de 2016, a biomassa do bagaço de cana foi responsável por 17,5
% da oferta interna de energia do país. Quando falamos exclusivamente na energia elétrica, a
biomassa fica em terceiro lugar em importância no país, atrás apenas das hidrelétricas e das
térmicas movidas a gás natural. Neste sentido, a presença de engenheiros eletricistas para
auxiliar nos processos de cogeração nas usinas de cana do estado é de extrema importância.
No contexto de geração de energias renováveis, é interessante observar que o curso de
Engenharia Elétrica pode atuar conjuntamente com o curso de Engenharia de Energia presente
no Campus CECA, pois apresentam uma estrutura curricular com forte complementaridade,
padronizada em diversos componentes da matriz, podendo compartilhar inclusive laboratórios
essenciais, reduzindo custos tanto com a contratação de novos profissionais quanto com
espaços e estruturas laboratoriais.
Por fim, os engenheiros eletricistas foram responsáveis pelo desenvolvimento
tecnológico que criou nossa sociedade moderna, eles contribuíram com a produção industrial,
agricultura mecanizada, modernos sistemas de transporte e inovações tecnológicas, tais como:
meios de comunicação, computadores e sistemas de comunicação. Assim, os empregos para
os egressos do curso de Engenharia Elétrica não se limitam apenas ao mercado local ou
regional. Dados do Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura (Confea) estimam um

15

déficit de 30 mil novos engenheiros para atender a demanda atual do País. Dessa forma, o
campo de atuação para os egressos de Engenharia Elétrica é, portanto, nacional.

16

2. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
2.1 Dados de Identificação do Curso
Nome do curso: Engenharia Elétrica
Modalidade: Bacharelado – Presencial
Título oferecido: Bacharel em Engenharia Elétrica
Nome da Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Campus: CECA
Município-Sede: Rio Largo
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço de funcionamento do curso:
Campus CECA, BR 104, km 85, s/n, Rio Largo – AL, CEP 57.100-000.
Número de Vagas autorizadas: 40 vagas/ano, preenchidas no segundo semestre de cada ano.
Turnos de Funcionamento: Integral
Carga horária total do curso em hora-aula: 4.788
Tempo de integralização do curso:
Mínima – 10 semestres (cinco anos)
Máxima – 15 semestres (sete anos e seis meses)
Forma de acesso ao curso:
Através do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), sendo a entrada anual definida por
ordem de classificação e normatizada pela Resolução n.º 32/2009-CONSUNI/UFAL.

2.2 Objetivos
2.2.1 Objetivo Geral
Formar profissionais com uma sólida base de Engenharia Elétrica e visão específica
sobre os setores de sua competência profissional, que sejam capazes de responder às diversas
demandas profissionais e adaptar-se às mudanças socioeconômicas e tecnológicas.

17

2.2.2 Objetivos Específicos
1. Ofertar ao estudante uma formação sólida, capacitando-o a absorver e desenvolver
novas tecnologias;
2. Estimular a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de
problemas, para atender às demandas da sociedade com uma visão ética,
humanística e reflexiva;
3. Promover a formação de profissionais qualificados de formação generalista,
podendo atuar nas subáreas de Eletrotécnica, Eletrônica, Telecomunicações e,
Automação e Controle;
4. Proporcionar a formação de profissionais para atuar nas esferas de projetos,
consultoria e execução, bem como desenvolver atividades de planejamento e de
administração de empreendimentos, possibilitando aos egressos trabalhar em
qualquer parte do país e a prosseguir os estudos em nível de pós-graduação;
5. Proporcionar uma formação humana e profissional que conduzam ao
desenvolvimento de uma postura ética e de habilidades técnicas e organizacionais
constituintes do perfil de um profissional competente, com visão de futuro e
responsabilidade socioambiental.

2.3 Perfil e Competência do Profissional Egresso
2.3.1 Perfil do Egresso
O engenheiro eletricista pode desenvolver atividades nas áreas de sistemas de geração,
transmissão e distribuição de energia elétrica, telefonia, antenas e propagação,
instrumentação, automação, sistemas eletrônicos analógicos e digitais, projetos de circuitos
digitais, entre outros. Lecionar em universidades ou outras instituições de ensino técnico ou
superior, prestar consultoria empresarial, administrativa e gerencial, bem como atuar em áreas
multidisciplinares, que envolvem conhecimentos básicos de eletricidade, eletrônica,
computação e bioengenharia, são outras atividades no horizonte do engenheiro eletricista.
A especificação do perfil do egresso de um curso de graduação exige também a
articulação entre a formação acadêmica e as exigências da prática profissional, assim, as
disciplinas profissionais deverão ser capazes de qualificar e ao mesmo tempo desenvolver

18

conhecimentos propiciadores de adaptação às novas tecnologias. Neste sentido, a formação
tecnicista deve ser substituída pela formação de cidadãos preparados para coordenar
informações, interagir positivamente em grupo e interpretar de maneira dinâmica a realidade,
de forma a contribuir efetivamente nas decisões a favor da sociedade.
2.3.2 A Engenharia segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais
As diretrizes curriculares nacionais das engenharias foram determinadas pelo
Conselho Nacional de Educação por meio da Resolução CNE/CES n.º 2, de 24 de abril de
2019. O perfil desejado para o engenheiro egresso é definido, em seu artigo 3º, a seguir:
I - ter visão holística e humanista, ser crítico, reflexivo, criativo, cooperativo e ético e
com forte formação técnica;
II - estar apto a pesquisar, desenvolver, adaptar e utilizar novas tecnologias, com
atuação inovadora e empreendedora;
III - ser capaz de reconhecer as necessidades dos usuários, formular, analisar e
resolver, de forma criativa, os problemas de Engenharia;
IV - adotar perspectivas multidisciplinares e transdisciplinares em sua prática;
V - considerar os aspectos globais, políticos, econômicos, sociais, ambientais,
culturais e de segurança e saúde no trabalho;
VI - atuar com isenção e comprometimento com a responsabilidade social e com o
desenvolvimento sustentável (CNE/CES, 2019, p. 1).

O artigo quarto da Resolução CNE/CES n.º 2, de 24 de abril de 2019 versa sobre as
competências gerais exigidas para a formação do engenheiro (CNE/CES, 2019, p. 2).:
Art. 4º O curso de graduação em Engenharia deve proporcionar aos seus egressos,
ao longo da formação, as seguintes competências gerais:
I - formular e conceber soluções desejáveis de engenharia, analisando e
compreendendo os usuários dessas soluções e seu contexto:
a) ser capaz de utilizar técnicas adequadas de observação, compreensão,
registro e análise das necessidades dos usuários e de seus contextos sociais,
culturais, legais, ambientais e econômicos;

19

b) formular, de maneira ampla e sistêmica, questões de engenharia,
considerando o usuário e seu contexto, concebendo soluções criativas, bem
como o uso de técnicas adequadas.
II - analisar e compreender os fenômenos físicos e químicos por meio de modelos
simbólicos, físicos e outros, verificados e validados por experimentação:
a) ser capaz de modelar os fenômenos, os sistemas físicos e químicos,
utilizando as ferramentas matemáticas, estatísticas, computacionais e de
simulação, entre outras;
b) prever os resultados dos sistemas por meio dos modelos;
c) conceber experimentos que gerem resultados reais para o comportamento
dos fenômenos e sistemas em estudo;
d) verificar e validar os modelos por meio de técnicas adequadas.
III - conceber, projetar e analisar sistemas, produtos (bens e serviços), componentes
ou processos:
a) ser capaz de conceber e projetar soluções criativas, desejáveis e viáveis,
técnica e economicamente, nos contextos em que serão aplicadas;
b) projetar e determinar os parâmetros construtivos e operacionais para as
soluções de Engenharia;
c) aplicar conceitos de gestão para planejar, supervisionar, elaborar e
coordenar projetos e serviços de Engenharia.
IV - implantar, supervisionar e controlar as soluções de Engenharia:
a) ser capaz de aplicar os conceitos de gestão para planejar, supervisionar,
elaborar e coordenar a implantação das soluções de Engenharia;
b) estar apto a gerir, tanto a força de trabalho quanto os recursos físicos, no
que diz respeito aos materiais e à informação;
c) desenvolver sensibilidade global nas organizações;
d) projetar e desenvolver novas estruturas empreendedoras e soluções
inovadoras para os problemas;

20

e) realizar a avaliação crítico-reflexiva dos impactos das soluções de
Engenharia nos contextos social, legal, econômico e ambiental.
V - comunicar-se eficazmente nas formas escrita, oral e gráfica:
a) ser capaz de expressar-se adequadamente, seja na língua pátria ou em
idioma diferente do Português, inclusive por meio do uso consistente das
tecnologias digitais de informação e comunicação (TDICs), mantendo-se
sempre atualizado em termos de métodos e tecnologias disponíveis.
VI - trabalhar e liderar equipes multidisciplinares:
a) ser capaz de interagir com as diferentes culturas, mediante o trabalho em
equipes presenciais ou a distância, de modo que facilite a construção coletiva;
b) atuar, de forma colaborativa, ética e profissional em equipes
multidisciplinares, tanto localmente quanto em rede;
c) gerenciar projetos e liderar, de forma proativa e colaborativa, definindo as
estratégias e construindo o consenso nos grupos;
d) reconhecer e conviver com as diferenças socioculturais nos mais diversos
níveis em todos os contextos em que atua (globais/locais);
e) preparar-se para liderar empreendimentos em todos os seus aspectos de
produção, de finanças, de pessoal e de mercado.
VII - conhecer e aplicar com ética a legislação e os atos normativos no âmbito do
exercício da profissão:
a) ser capaz de compreender a legislação, a ética e a responsabilidade
profissional e avaliar os impactos das atividades de Engenharia na sociedade
e no meio ambiente.
b) atuar sempre respeitando a legislação, e com ética em todas as atividades,
zelando para que isto ocorra também no contexto em que estiver atuando.
VIII - aprender de forma autônoma e lidar com situações e contextos complexos,
atualizando-se em relação aos avanços da ciência, da tecnologia e aos desafios da
inovação:

21

a) ser capaz de assumir atitude investigativa e autônoma, com vistas à
aprendizagem contínua, à produção de novos conhecimentos e ao
desenvolvimento de novas tecnologias;
b) aprender a aprender.

As questões relativas ao Projeto Pedagógico do Curso são discutidas no artigo sexto,
apontando, com destaque, para atividades extracurriculares individuais e em grupo; para
atividades que promovam a integração e a interdisciplinaridade; para os trabalhos de síntese e
integração de conhecimentos; e para as atividades acadêmicas tais como: trabalhos de
iniciação científica, competições acadêmicas, projetos interdisciplinares e transdisciplinares,
projetos de extensão, atividades de voluntariado, visitas técnicas, desenvolvimento de
protótipos, monitorias, participação em empresas juniores, incubadoras e outras atividades
empreendedoras.
Os conteúdos a serem trabalhados em cursos de Engenharia são definidos no artigo
nono da Resolução CNE/CES n.º 2, de 24 de abril de 2019:
Art. 9º Todo curso de graduação em Engenharia deve conter, em seu Projeto
Pedagógico de Curso, os conteúdos básicos, profissionais e específicos, que estejam
diretamente relacionados com as competências que se propõe a desenvolver. A
forma de se trabalhar esses conteúdos deve ser proposta e justificada no próprio
Projeto Pedagógico do Curso.
§ 1º Todas as habilitações do curso de Engenharia devem contemplar os seguintes
conteúdos básicos, dentre outros: Administração e Economia; Algoritmos e
Programação; Ciência dos Materiais; Ciências do Ambiente; Eletricidade;
Estatística. Expressão Gráfica; Fenômenos de Transporte; Física; Informática;
Matemática; Mecânica dos Sólidos; Metodologia Científica e Tecnológica; e
Química.
§ 2º Além desses conteúdos básicos, cada curso deve explicitar no Projeto
Pedagógico do Curso os conteúdos específicos e profissionais, assim como os
objetos de conhecimento e as atividades necessárias para o desenvolvimento das
competências estabelecidas.
§ 3º Devem ser previstas as atividades práticas e de laboratório, tanto para os
conteúdos básicos como para os específicos e profissionais, com enfoque e

22

intensidade compatíveis com a habilitação da engenharia, sendo indispensáveis essas
atividades nos casos de Física, Química e Informática. (2019, p. 5).

Ainda, de acordo com as DCNs, a formação do engenheiro incluirá o estágio
obrigatório, com carga horária mínima de 160 horas e sob supervisão direta da instituição de
ensino. Um trabalho final de conclusão de curso é obrigatório, como uma atividade de síntese
e integração de conhecimentos.
2.3.3 A Engenharia Elétrica segundo o Sistema CONFEA-CREA
A resolução n.º 218, de 29 de junho de 1973, em seus artigos primeiro e oitavo, visa
discriminar as atividades e competências profissionais do engenheiro eletricista como segue:
Art. 1º - Para efeito de fiscalização do exercício profissional correspondente às
diferentes modalidades da Engenharia, Arquitetura e Agronomia em nível superior e
em nível médio, ficam designadas as seguintes atividades:
Atividade 01 - Supervisão, coordenação e orientação técnica;
Atividade 02 - Estudo, planejamento, projeto e especificação;
Atividade 03 - Estudo de viabilidade técnico-econômica;
Atividade 04 - Assistência, assessoria e consultoria;
Atividade 05 - Direção de obra e serviço técnico;
Atividade 06 - Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico;
Atividade 07 - Desempenho de cargo e função técnica;
Atividade 08 - Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação
técnica; extensão;
Atividade 09 - Elaboração de orçamento;
Atividade 10 - Padronização, mensuração e controle de qualidade;
Atividade 11 - Execução de obra e serviço técnico;
Atividade 12 - Fiscalização de obra e serviço técnico;
Atividade 13 - Produção técnica e especializada;

23

Atividade 14 - Condução de trabalho técnico;
Atividade 15 - Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou
manutenção;
Atividade 16 - Execução de instalação, montagem e reparo;
Atividade 17 - Operação e manutenção de equipamento e instalação;
Atividade 18 - Execução de desenho técnico.
Art. 8º - Compete ao ENGENHEIRO ELETRICISTA ou ao ENGENHEIRO
ELETRICISTA, MODALIDADE ELETROTéCNICA:
I - O desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução, referentes à
geração, transmissão, distribuição e utilização da energia elétrica; equipamentos,
materiais e máquinas elétricas; sistemas de medição e controle elétricos; seus
serviços afins e correlatos.
Art. 9º - Compete ao ENGENHEIRO ELETRÔNICO ou ao ENGENHEIRO
ELETRICISTA, MODALIDADE ELETRÔNICA ou ao ENGENHEIRO DE
COMUNICAÇÃO:
I - O desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução, referentes a
materiais elétricos e eletrônicos; equipamentos eletrônicos em geral; sistemas de
comunicação e telecomunicações; sistemas de medição e controle elétrico e
eletrônico; seus serviços afins e correlatos.

2.4 Políticas Institucionais no Âmbito do Curso
2.4.1 A Responsabilidade Social
A Universidade Federal de Alagoas não se considera proprietária de um saber
finalizado, que será apenas transmitido à sociedade. Ao contrário disto, faz parte da
sociedade, então é sensível aos seus saberes problemas e apelos. Objetivando solucionar os
problemas da sociedade através de suas atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Atenta aos movimentos sociais, priorizando ações que visem à superação das atuais
condições de desigualdade e exclusão existentes em Alagoas, no Nordeste e no Brasil, a ação
cidadã da UFAL não pode prescindir da efetiva difusão do conhecimento nela produzidos.

24

Portanto, as populações, cujos problemas tornam-se objeto da pesquisa acadêmica são,
também, consideradas sujeito desse conhecimento, o que lhes assegura pleno direito de acesso
às informações e produtos então resultantes.
Neste sentido, a prestação de serviços é considerada produto de interesse acadêmico,
científico, filosófico, tecnológico e artístico do ensino, da pesquisa e extensão, devendo ser a
realidade e sobre a realidade objetiva, produzindo conhecimentos que visem à transformação
social.
O curso de Engenharia Elétrica atuará em relação à responsabilidade social
desenvolvendo programas de atendimento ao discente, com apoio de órgãos de fomento, bem
como, de recursos próprios, visando facilitar a inserção do aluno no ambiente universitário,
além de proporcionar condições básicas de acesso à educação. Entre tais programas podemos
destacar os de monitoria, tutoria de nivelamento, bolsa permanência, residência universitária e
serviço de apoio pedagógico.
2.4.2 Acessibilidade
A UFAL atualmente possui um núcleo de estudos voltado para o entendimento das
necessidades postas para o seu corpo social, no sentido de promoção de acessibilidade e de
atendimento diferenciado aos portadores de necessidades especiais em atenção à Política de
Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação pertinente. O dimensionamento dessas
necessidades merece um cuidado especial, haja vista a forma atual de identificação dos
alunos, via autodeclararão. Ainda neste contexto, a UFAL também tem investido na
capacitação técnica de seus servidores para o estabelecimento de competências para
diagnóstico, planejamento e execução de ações voltadas para essas necessidades.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, junta-se agora
o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política de Acessibilidade, qual
seja a acessibilidade: pedagógica, metodológica, de informação e de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para o art. 59 da Lei
12.764/2012, que afirma: os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades

25

especiais, tais como currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização
específicos, para atender às suas necessidades.
Neste sentido, a Nota Técnica n.º 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de 21 de março
de 2013, orienta os sistemas de ensino no sentido de sua implantação. Em especial,
recomenda que os PPC contemplem orientações no sentido da adoção de parâmetros
individualizados e flexíveis de avaliação pedagógica, valorizando os pequenos progressos de
cada estudante em relação a si mesmo e ao grupo em que está inserido.
Para tal atendimento, a UFAL assume o compromisso de prestar atendimento
especializado aos alunos portadores de deficiência auditiva, visual, visual e auditiva e
cognitiva sempre que for diagnosticada sua necessidade. Procura-se, desta forma, não apenas
facilitar o acesso, mas estar sensível às demandas de caráter pedagógico e metodológico, de
forma a permitir sua permanência produtiva no desenvolvimento do curso.
Neste sentido, o Núcleo de Assistência Educacional (NAE) oferece o necessário apoio
pedagógico, de forma a atender ao corpo social da UFAL em suas demandas específicas e a
promover a integração de todos ao ambiente acadêmico.
O curso de Engenharia Elétrica oferecerá condições para acesso e permanência do
estudante

na

universidade,

proporcionando-lhe

experiências

importantes

para

o

desenvolvimento de habilidades/competências, estabilidade e integração na vivência
acadêmica.
De acordo com a Lei n.º 10.436 de 24 de abril de 2002 que dispõe sobre a Língua
Brasileira de Sinais – Libras e o art. 18 da Lei n.º 10.098 de 19 de dezembro de 2000, o
presente curso oferece a disciplina Libras como eletiva, podendo a mesma ser cursada a partir
do 2º período.
Quanto à acessibilidade, a UFAL tem sempre que possível adaptado suas instalações
físicas, munindo-as com rampas e elevadores, e banheiros adaptados para atender às pessoas
com necessidades especiais. Além disso, ações de extensão são realizadas com campanhas de
esclarecimento e informação sobre a inclusão social de pessoas com algum tipo de
necessidade.

26

2.4.3 Inclusão das Políticas de Cotas
Em conformidade com a Lei n.º 12.711/2012 e suas alterações, com o Decreto n.º
7.824/2012 e com as Portarias Normativas MEC n.º 18, de 11 de outubro de 2012 e suas
alterações, e n.º 21, de 05 de novembro de 2012 e suas alterações no ano letivo de 2019.2
foram reservadas 50% (quarenta por cento) das vagas de cada curso e turno ofertados pela
UFAL para os alunos egressos das escolas públicas de Ensino Médio. Destas, 50%
(cinquenta por cento) das vagas foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias com
renda bruta igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita e 50% (cinquenta por
cento) foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda bruta igual ou
superior a um salário mínimo e meio per capita.
Nos dois grupos que surgem depois de aplicada a divisão socioeconômica, serão
reservadas vagas por curso e turno, na proporção igual à de Pretos, Pardos e Indígenas
(PPI) do Estado de Alagoas, que corresponde a 67,22% (sessenta e sete vírgulas vinte e
dois por cento), segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) de 2010.
2.4.4 A Pesquisa
Dado o caráter plurimultidisciplinar que lhe é inerente, a Universidade Federal de
Alagoas promove a pesquisa nas mais diversas áreas de conhecimento, incentivando a
formação de grupos e núcleos de estudo que atuam nas mais diversificadas linhas de pesquisa,
considerando a classificação das áreas de conhecimento do CNPq.
No Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2013-2017 da UFAL foram
descritas políticas de incentivo à pesquisa, tais como: apoio prioritário à publicação em
periódicos de alto fator de impacto, através de lançamento de edital de concessão de recursos
para a tradução e pagamento de taxas de publicação; e o incentivo à vinda de pesquisadores e
docentes estrangeiros para colaboração científica com o intuito de aumentar as parcerias para
elaboração conjunta de projetos de pesquisa com instituições e/ou pesquisadores estrangeiros.
Além disso, o PDI 2013-2017 estabeleceu como meta o atendimento em sua
integralidade das demandas qualificadas de bolsas do Programa Institucional de Bolsas de
Iniciação Científica e do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento

27

Tecnológico e Inovação, via captação de bolsas de agências de fomento e geração de cotas
institucionais.
Neste contexto, o curso de Engenharia Elétrica aumentará o fomento da pesquisa no
que se concerne à criação de novos projetos de pesquisa e inovação tecnológica na área objeto
do curso, e, por conseguinte, aumentará a produção científica da UFAL e oferecerá
oportunidades aos discentes de ingresso e acesso à programas de pesquisa desenvolvidos na
instituição.
2.4.5 A Extensão
A Lei de Diretrizes e Bases, lei 9.39496, traz entre seus princípios a necessidade da
diversificação dos cursos superiores e a flexibilização dos projetos acadêmicos, permitindo às
Instituições de Ensino Superior (IES) adequarem os projetos pedagógicos às respectivas
naturezas institucionais, às realidades regionais e às finalidades inerentes aos cursos, tanto se
voltados à formação profissional quanto às ciências ou às artes. Cumpre destacar que tais
diretrizes se associam à premissa da educação continuada, a qual afirma que a graduação
superior é apenas uma etapa do processo de ensino e aprendizagem e não o seu término. Devese salientar também que, como contrapeso à tendência de diversificar e flexibilizar, o aparato
normativo define a necessidade de existirem processos de avaliação permanentes para
identificar desvios e propor correções de rumo.
A resolução n.º 65/2014 estabelece que Universidade Federal de Alagoas atua em
todas as oito áreas temáticas de extensão classificadas pelo Plano Nacional de Extensão:
Comunicação, Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Educação, Meio Ambiente, Saúde,
Tecnologia e Produção e Trabalho.
A Universidade deve ser participativa na problemática das comunidades e de políticas
governamentais para o setor energético, tanto na área de desenvolvimento rural quanto na
demanda energética urbana. Essa participação contribui para a solução dos problemas
comunitários e retroalimenta a pesquisa e o processo educacional.
Deve-se reforçar o treinamento de recursos humanos através de cursos de reciclagem
para técnicos e extensão universitária para formação de mão de obra para o setor energético.

28

Não menos importante é, também, a formação de redes regionais e nacionais de cooperação e
prestação de serviços com as associações de produtores rurais, cooperativas, associações
comunitárias, estudantis, de profissionais, etc.
O PDI 2013-2017 estabeleceu que as ações de extensão na UFAL visam colaborar na
formação de profissionais que possam contribuir na elevação das condições de vida da
comunidade local. E que, essas ações se materializam na forma de programas, projetos, cursos
de extensão, eventos, prestação de serviço, produções e produtos acadêmicos.
Neste contexto, o curso de Engenharia Elétrica contribuirá na criação de novas ações
de extensão na área do setor energético que beneficiarão à comunidade e o desenvolvimento
regional.

29

3. ATIVIDADES CURRICULARES DE EXTENSÃO (ACE)
3.1 Introdução
A resolução n.º 4/2018 regulamenta, no âmbito da Universidade Federal de Alagoas
os procedimentos para inclusão das ações de extensão como componente obrigatório nos
Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação (PPCs). A referida resolução está alinhada
com o Plano Nacional de Educação (PNE) aprovado pela Lei 13.005, de 25 de julho de 2014.
Entre as diversas metas estabelecidas pelo PNE, deve-se cumpre e registrar a Meta 12
que prevê a elevação da taxa bruta de matrícula na educação superior:
“Meta 12: elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50%
(cinquenta por cento) e a taxa líquida para 33% (trinta e três por cento) da população
de 18 (dezoito) a 24 (vinte e quatro) anos, assegurada a qualidade da oferta e
expansão para, pelo menos, 40% (quarenta por cento) das novas matrículas, no
segmento público.”

O PNE apresenta as estratégias a serem adotadas para buscar o efetivo atendimento
dessa meta, entre as quais, se encontra a previsão de que seja assegurado o mínimo de 10%
dos créditos curriculares nos cursos de graduação para programas e projetos de extensão
universitária:
“12.7) assegurar, no mínimo, 10% (dez por cento) do total de créditos curriculares
exigidos para a graduação em programas e projetos de extensão universitária,
orientando sua ação, prioritariamente, para áreas de grande pertinência social”.

Temos, então, como estratégia traçada no Plano Nacional de Educação, para
atendimento de sua Meta 12 (elevação da taxa bruta de matrícula na educação superior), a
garantia de que, no mínimo, 10% da carga horária dos cursos superiores de graduação seja
cumprida em “programas e projetos de extensão universitária”, com atuação prioritária nas
“áreas de grande pertinência social”.
Para que se possa atender a essa determinação, é fundamental o conhecimento
adequado do conceito de extensão, conforme lançado no glossário que acompanha o
instrumento de avaliação de cursos de graduação.

30

A resolução n.º 65/2014 afirma que a extensão acadêmica é a ação de uma instituição
junto à comunidade, disponibilizando ao público externo o conhecimento adquirido por meio
do ensino e da pesquisa desenvolvidos. Nesse sentido, engloba o processo educativo, cultural
e científico que articula o ensino e a pesquisa de forma indissociável e viabiliza a relação
transformadora entre universidade e sociedade.
Dessa forma, será necessário o estabelecimento de um Programa para as Atividades
Curriculares de Extensão para o curso de Engenharia Elétrica, visando-se o envolvimento dos
docentes e discentes com a comunidade e o setor produtivo.
No entanto, este projeto de curso permite que o programa das atividades curriculares
de extensão possa ser alterado, caso haja necessidade comprovada e aprovada pelo colegiado
do curso.

3.2 Título do Programa
Aproveitamento do potencial energético do Estado de Alagoas.

3.3 Unidades Acadêmicas Envolvidas
Centro de Ciências Agrárias, Centro de Tecnologia, Instituto de Computação e
Instituto de Química e Biotecnologia.

3.4 Grande Área do Conhecimento
O curso de Engenharia Elétrica está classificado na grande área do conhecimento das
Engenharias e as subáreas podem ser destacadas: Materiais Elétricos, Geração da Energia
Elétrica, Transmissão e a Distribuição da Energia, Conversão e Retificação da Energia
Elétrica, Sistemas Elétricos de Proteção, Teoria Geral dos Circuitos Elétricos e Circuitos
Elétricos Magnéticos e Eletrônicos. Considera-se fatores como custos, localização e
segurança, manutenção de equipamentos em edificações e projetos de instalação elétrica ainda
estabelece estudos sobre eficiência energética considerando as fontes renováveis. Elabora
projetos de sistemas de medição de consumo, iluminação de espaços e aterramento de fios.

31

Essas áreas do conhecimento podem estar correlacionadas com as seguintes ações de
extensão:
1. Conexão elétrica nas comunidades urbanas e rurais;
2. Levantamento do potencial energético em assentamentos ou propriedades rurais.
3. Eficiência energética em escolas públicas:
a. Diagnóstico energético;
b. Cursos, palestras e treinamentos;
c. Projetos.
4. Energia solar fotovoltaica aplicada em prédios públicos e residências:
a. Análise de viabilidade econômica de projetos fotovoltaicos;
b. Projetos e dimensionamentos de sistemas;
c. Cursos, palestras e treinamentos.
5. Descarte de lixo eletrônico (baterias, pilhas, lâmpadas, etc.) nas comunidades.
6. O perfil de alunos ingressantes em cursos de engenharia:
a. Afro-brasileiros;
b. Indígenas;
c. Africanos.
7. Projetos de sistemas de proteção elétrica em favelas evitando acidentes com incêndios.
Além dessas ações de extensão outras poderão ser desenvolvidas dentro das áreas de
conhecimento do curso.

3.5 Justificativa
O curso de graduação em Engenharia Elétrica se beneficia de matéria-prima limpa,
natural e abundante no Estado, visando o estudo e o desenvolvimento de tecnologias que
permitam o aproveitamento e a geração de eletricidade.
Somado a isso, observa-se a utilização dos recursos hídricos da região, cujo emprego
na geração de energia representa uma parcela significativa da matriz energética nacional, e o
aproveitamento da biomassa proveniente da cana-de-açúcar, já empregada por algumas usinas
sucroalcooleiras como fonte de geração de energia. A utilização desta matéria-prima está
alicerçada na significativa área de plantio do Estado, bem como no reconhecimento nacional

32

da importância do Campus CECA da Universidade Federal de Alagoas, através de pesquisas
voltadas ao desenvolvimento de variedades de cana-de-açúcar, por meio do Programa de
Melhoramento Genético da Cana-de-Açúcar.
O estado de Alagoas tem uma característica agrícola voltada quase que
exclusivamente à cana-de-açúcar. Segundo o Balanço Energético Nacional divulgado em
2017, em relação ao ano base de 2016, a biomassa do bagaço de cana foi responsável por
17,5% da oferta interna de energia do país. Quando falamos exclusivamente na energia
elétrica, a biomassa fica em terceiro lugar em importância no país, atrás apenas das
hidrelétricas e das térmicas movidas a gás natural. Neste sentido, a presença de engenheiros
eletricistas para auxiliar nos processos de cogeração nas usinas de cana do estado é de
extrema importância.
Com relação ao recurso solar, o Nordeste brasileiro apresenta valores de radiação solar
diária e média anual comparáveis às melhores regiões do mundo, em virtude da sua
aproximação com a linha do Equador. No que se refere a Alagoas, o Atlas Solarimétrico do
estado (2007-2008) mapeou informações acerca da irradiação solar incidente no Estado por
meio de instalações de estações solarimétricas em nove municípios: Palmeira dos Índios,
Arapiraca, Santana de Ipanema, Pão de Açúcar, Água Branca, Matriz de Camaragibe, Maceió,
Coruripe e São José da Laje. Os resultados dos estudos realizados mostraram que as regiões
apresentam valores de irradiações crescentes do litoral ao sertão e, de forma geral, do norte
para o sul. Observou-se, ainda, que a variação sazonal da radiação solar apresenta valores
máximos em novembro e menores incidências no mês de julho para todas as regiões, sendo
esta característica mais acentuada na região do Sertão (respectivamente, 24-26 MJ/m2 e 13-15
MJ/m2). Estes resultados são compatíveis com os apresentados no Atlas Solarimétrico do
Brasil, que indicaram que a insolação diária e a média mensal (em horas) no Estado atingem
valores máximos em novembro (aproximadamente 9 horas) e mínimos em julho (4-5 horas).
Pelo exposto, verifica-se ser viável a utilização da luz solar incidente nas diversas
regiões do Estado como fonte alternativa para a geração de energia elétrica. Por meio de
tecnologia apropriada, a energia produzida poderá ser empregada, por exemplo, em zonas
rurais e locais remotos do Nordeste, onde o fornecimento de energia elétrica por vias
convencionais inexiste ou é precária.

33

Além do potencial solar anteriormente descrito, a região Nordeste possui, também,
grande potencial para geração de energia eólica. De acordo com a Empresa de Pesquisa
Energética (EPE, 2015), os ventos do Nordeste são unidirecionais, constantes, sem rajadas e
mantêm, em 80% do tempo, velocidades superiores a 8 m/s. Como os ventos sopram de
janeiro a dezembro, as usinas eólicas tornam-se mais competitivas, pois produzem energia a
um custo menor. Em Alagoas, estudos sobre o potencial eólico do Estado foram realizados
pelo Instituto de Ciências Atmosféricas (ICAt) da Universidade Federal de Alagoas, nos
seguintes municípios: Feliz Deserto, Roteiro, Maragogi, Girau do Ponciano, Palmeira dos
Índios e Água Branca. Os resultados mostraram que as diferentes regiões estudadas possuem
potencial para produção de energia eólica. Entretanto, a região do Agreste apresentou-se
como a mais propícia para a instalação de parques eólicos, seguido do Sertão e do Litoral.
Além das fontes de geração de energia a partir do sol, dos ventos e da biomassa, as
diversas fontes provenientes do mar (correntes marítimas, marés e ondas) podem ser
aproveitadas como alternativa para a geração de energia. Embora ainda recente e em fase de
desenvolvimento, o aproveitando de energia dos oceanos ganha importância no Brasil, em
virtude da sua extensa faixa costeira e das áreas de mar territorial existentes.
Partindo-se da premissa que o egresso do curso de Engenharia Elétrica deverá ter
sólido conhecimento técnico-científico, o programa de extensão será conduzido com foco nas
alternativas de geração de energias. Desta maneira, espera-se formar profissionais que, dentre
outras habilidades, sejam capazes de projetar, gerenciar, identificar, formular e resolver
problemas, apontar técnicas de produção e distribuição de energias aplicáveis à realidade
nacional e regional. Neste contexto, cabe às instituições de ensino, o papel transformador da
realidade local, contribuindo para a melhoria dos indicadores sociais e econômicos do Estado.

3.6 Abrangência do Programa de Extensão
O programa abrange todo o Estado de Alagoas, incluindo a Zona da Mata, Agreste,
Sertão e Litoral, devendo ser executado na própria UFAL, em seus diversos Campi, escolas
públicas ou privadas do Estado e áreas rurais e urbanas.

34

3.7 Público Alvo
•

Empresas rurais e urbanas do setor energético;

•

Órgãos públicos;

•

Escolas;

•

Comunidades rurais e urbanas;

•

Outros identificados com os temas e problemas trabalhados no âmbito da
Engenharia Elétrica.

3.8 Áreas Temáticas do Programa
•

Tecnologia;

•

Educação;

•

Meio Ambiente.

3.9 Linhas de Extensão do Programa
•

Cooperação Interinstitucional;

•

Desenvolvimento Rural;

•

Desenvolvimento Urbano;

•

Educação Ambiental;

•

Educação de Jovens e Adultos;

•

Educação Profissional;

•

Empreendedorismo;

•

Gestão de Recursos Naturais;

•

Inovação Tecnológica;

•

Polos Tecnológicos.

3.10 Objetivo do Programa
O programa tem como objetivo principal o aproveitamento do potencial energético do
Estado de Alagoas, como forma de melhoria das condições econômicas, sociais e ambientais
do Estado.

35

3.11 Metodologia
O Programa de Extensão para o curso de Engenharia Elétrica ofertará seis atividades
curriculares de extensão, envolvendo os corpos discente e docente em ações extensionistas,
que se estenderão do quarto ao nono semestre do curso. A dinâmica para execução das
atividades curriculares de extensão envolverá pelo menos um docente orientador, e poderão
ser desenvolvidas nas seguintes etapas:
1. Os trabalhos terão início com apresentação da proposta, planejamento, planos de
trabalhos para discentes, visitas as comunidades para conhecer a realidade local e uma agenda
para reuniões e encontros periódicos onde serão discutidas e avaliadas as demandas.
2. Poderá ser feito um levantamento na literatura sobre os temas com estudos dirigidos
e seminários.
3. Elaborar um levantamento dos materiais que serão utilizados e do quantitativo das
pessoas envolvidas diretamente e indiretamente para realizar as atividades, como estimar o
público alvo atingido na comunidade.
5. Executar devidamente o projeto no local definido, acompanhar suas atividades,
descrever os resultados e apresentá-lo ao público alvo.
4. Avaliar se os resultados obtidos atingiram seus objetivos e verificar o grau de
impacto na vida das pessoas em sociedade. Esses resultados poderão ser escritos como artigos
e apresentados em congressos de âmbito local, regional ou nacional.

3.12 Quantitativos de Atividades de Extensão
De acordo com a resolução n.º 04/2018/CONSUNI/UFAL, as atividades de extensão
serão denominadas de forma a garantir os três (03) tipos de ACE distintas, sendo dois projetos
com duração de duas semestralidades, um evento e um curso de extensão considerando as
temáticas de Tecnologia, Educação e Meio Ambiente.

3.13 Carga Horária Total da Extensão
A integralização do curso contempla uma carga horária total de 3.990 horasrelógio, sendo que são necessárias 399 horas mínimas para realização das atividades de

36

extensão, conforme resolução n.º 04/2018/CONSUNI/UFAL. A Tabela 6 inserida no Capítulo
5 desse projeto apresenta uma carga horária total da extensão universitária de 405 horasrelógio, correspondendo a 10,15 % do total de créditos do curso.

3.14 Acompanhamento e Avaliação
As atividades de extensão desenvolvidas no âmbito do curso serão avaliadas de forma
geral a partir de reuniões semanais com os alunos, assessoramento aos trabalhos tanto na
universidade como no local de funcionamento do projeto, por meio de relatórios, apresentação
de seminários dos resultados ou ministração de cursos nos locais de execução do projeto.
Os indicadores utilizados para mensurar o desempenho das ações extensionistas e dos
alunos serão os parâmetros gerais para avaliação de todas as atividades de extensão
(curriculares ou não) desenvolvidas pelos cursos de graduação da UFAL. Os indicadores são:


Quantidade de estudantes da graduação envolvidos na ACE;



Quantidade de docentes da UFAL envolvidos na ACE;



Quantidade de pessoas externas à Universidade envolvidas na ACE;



Quantidade de técnicos da UFAL envolvidos na ACE;



Quantidade de órgãos públicos e/ou privados envolvidos na ACE;



Quantidade de escolas envolvidas na ACE;



Publicação de manuscritos (artigos, relatos, resenhas, tradução, etc., a partir da
ACE;



Quantidade de cursos/eventos desenvolvidos a partir da ACE;



etc.

3.15 Ementas das Componentes Curriculares das ACEs
ACE I: PROJETO 1/ PARTE 1. Temática: Tecnologia/ Meio Ambiente.
Nome/ Modalidade

Projeto 1 / parte 1: Conexões da Elétrica

37

Objetivo

Ações

práticas

desenvolvidas

em

comunidades

para

desenvolver tecnologia a fim de mudar a realidade local.
Público alvo

Comunidades rurais/ou assentamentos ou comunidades
urbanas

Ementa

Cursos e ações voltados para a comunidade utilizando a
tecnologia sustentável.

Período(s) de oferta

4º período

Carga horária

90 horas-aula por semestre

Metodologia

Metodologias ativas a partir de ministração de cursos,
distribuição de panfletos pelos discentes do curso de
Engenharia Elétrica.

Formas de

A avaliação será realizada através de reuniões periódicas

Acompanhamento

(semanais ou quinzenais) com base na identificação do nível
de engajamento de cada aluno e durante o assessoramento dos
trabalhos desenvolvidos. A parte objetiva da avaliação será
realizada através de notas atribuídas aos relatórios e
seminários elaborados pelos alunos ao longo do período.

Bibliografia
Básica:
ANDRADE, L. A. B.; SILVA, E. P. A universidade e sua relação com o outro: um
conceito para a extensão universitária. Educação Brasileira, v.23, n.47, p.65-79, 2001.
KALOGIROU, A. S. Engenharia de Energia Solar: processos e sistemas. Rio de Janeiro:
PHILIPPI JR, A.; REIS, L. B. Energia e Sustentabilidade. 1ª Ed. Editora Manole, 2016,
1088 p.
Complementar:

38

VILLALVA, M. G.; GAZOLI, J. R. Energia Solar Fotovoltaica: conceitos e aplicações.
São Paulo: Editora Érica. 2012.
ELSEVIER, 2016. 864p. Traduzido de: Solar Engineering: Processes and System.
BEAL - BALANÇO ENERGÉTICO DO ESTADO DE ALAGOAS – 2018 - ANO BASE
2017.
RESOLUÇÃO nº 04/2018 – CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018.
FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido, 9, ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.

ACE II: PROJETO 1/ PARTE 2. Temática: Tecnologia/ Meio Ambiente.
Nome/ Modalidade

Projeto 1 / parte 2: Conexões da Elétrica

Objetivo

Desenvolver projetos práticos para atender a uma demanda
social.

Público Alvo

Assentamentos rurais ou associações.

Ementa

Cursos e ações voltados para a comunidade utilizando a
tecnologia sustentável.

Período(s) de oferta

5º período

Carga horária

72 horas-aula por semestre

Metodologia

Metodologias ativas a partir do desenvolvimento de projetos
científico e tecnológico pelos discentes do curso que tenham
aplicabilidade nas comunidades.

Formas de

A avaliação será realizada através de reuniões periódicas

Acompanhamento

(semanais ou quinzenais) com base na identificação do nível
de engajamento de cada aluno e durante o assessoramento dos
trabalhos desenvolvidos. A parte objetiva da avaliação será
realizada através de notas atribuídas aos relatórios e
seminários elaborados pelos alunos ao longo do período.

39

Bibliografia
Básica:
ANDRADE, L. A. B.; SILVA, E. P. A universidade e sua relação com o outro: um
conceito para a extensão universitária. Educação Brasileira, v.23, n.47, p.65-79, 2001.
KALOGIROU, A. S. Engenharia de Energia Solar: processos e sistemas. Rio de Janeiro:
PHILIPPI JR, A.; REIS, L. B. Energia e Sustentabilidade. 1ª Ed. Editora Manole, 2016,
1088 p.
Complementar:
VILLALVA, M. G.; GAZOLI, J. R. Energia Solar Fotovoltaica: conceitos e aplicações.
São Paulo: Editora Érica. 2012.
ELSEVIER, 2016. 864p. Traduzido de: Solar Engineering: Processes and System.
BEAL - BALANÇO ENERGÉTICO DO ESTADO DE ALAGOAS – 2018 - ANO BASE
2017.
RESOLUÇÃO nº 04/2018 – CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018.
FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido, 9, ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.
ACE III: PROJETO 2/ PARTE 1. Temática: Tecnologia/ Educação
Nome/ Modalidade

Projeto 2/ Parte 1: Capacitação

Objetivo

Ações práticas desenvolvidas nas escolas da rede públicas/ ou
prédios públicos para promover a utilização racional de
energia e a consciência da sociedade sobre eficiência
energética.

Ementa

Planejamento e execução de cursos, ciclos de palestras e
ações de eficiência energética direcionadas ao público escolar

40

a fim de educar quanto ao uso consciente de energia.
Público

Alunos/ servidores de escolas da rede pública ou comunidade
em geral.

Período(s) de oferta

6º período

Carga horária

90 horas-aula por semestre

Metodologia

Metodologias ativas como distribuição de panfletos e
realização de cursos ou ciclos de palestras sobre eficiência
energética e o uso racional de energia elétrica.

Formas de

Os indicadores para mensurar o desempenho do projeto e dos

Acompanhamento

discentes serão os parâmetros utilizados pela UFAL. Presença
e participação dos alunos nas reuniões, assessoramentos aos
trabalhos, relatórios e seminários.

Bibliografia
Básica
BORELLI, R.; GEDRA, R. L.; BARROS, F. B. Eficiência Energética: técnicas de
aproveitamento, gestão de recursos e fundamentos. 1ª ed. Editora Érica, 2015.
MARTIN, J. M. A Economia Mundial da Energia, Ed. Unesp, 1992.
RESOLUÇÃO nº 04/2018 – CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018.
Complementar
BEAL - BALANÇO ENERGÉTICO DO ESTADO DE ALAGOAS – 2018 - ANO BASE
2017. Disponível em: http://www.sedetur.al.gov.br/images/estrutura/institucional/BEAL2018.
BARROS, F. B.; BORELLI R.; GEDRA R. L. Gerenciamento de Energia: ações
administrativas e técnicas de uso adequado da energia elétrica. 2ª ed. Editora Érica, 2015.

41

SÁ, A. F. R. Guia de Aplicações de Gestão de Energia e Eficiência Energética. 3ª ed.
Editora Publindustria, 2010.
HAGE, F. S.; FERRAZ, L. P. C.; DELGADO, M. A. P. A Estrutura Tarifária de Energia
Elétrica: teoria e aplicação. 1ª ed. Ed. Synergia, 2011.
MARTINHO, E. Distúrbios da Energia Elétrica. 2ª ed. Ed. Erica, 2012.
ACE IV: PROJETO 2/ PARTE 2. Temática: Tecnologia/ Educação
Nome/ Modalidade

Projeto 2/ Parte 2: Capacitação

Objetivo

Ações práticas desenvolvidas nas escolas da rede públicas/ ou
prédios públicos para promover a utilização racional de
energia e a consciência da sociedade sobre eficiência
energética.

Público Alvo

Alunos/ servidores da escola da rede pública e a comunidade
em geral.

Ementa

Planejamento e execução de cursos, ciclos de palestras e
ações de eficiência energéticas direcionadas ao público
escolar a fim de educar quanto ao uso consciente de energia.

Período(s) de oferta

7º período

Carga horária

72 horas-aula por semestre

Metodologia

Metodologias ativas como distribuição de panfletos e
realização de cursos ou ciclos de palestras sobre eficiência
energética e o uso racional de energia elétrica. Levantamentos
de componentes e acessórios elétricos e descartes de materiais
elétricos que causam desperdícios de energia pelos discentes
do curso juntamente com a comunidade escolar.

Formas de

Os indicadores para mensurar o desempenho do projeto e dos

Acompanhamento

discentes serão os parâmetros utilizados pela UFAL. Presença
e participação dos alunos nas reuniões, assessoramentos aos

42

trabalhos, relatórios e seminários.
Bibliografia
Básica
BORELLI, R.; GEDRA, R. L.; BARROS, F. B. Eficiência Energética: técnicas de
aproveitamento, gestão de recursos e fundamentos. 1ª ed. Editora Érica, 2015.
MARTIN, J. M. A Economia Mundial da Energia, Ed. Unesp, 1992.
RESOLUÇÃO nº 04/2018 – CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018.
Complementar
BEAL - BALANÇO ENERGÉTICO DO ESTADO DE ALAGOAS – 2018 - ANO BASE
2017. Disponível em: http://www.sedetur.al.gov.br/images/estrutura/institucional/BEAL2018.
BARROS, F. B.; BORELLI R.; GEDRA R. L. Gerenciamento de Energia: ações
administrativas e técnicas de uso adequado da energia elétrica. 2ª ed. Editora Érica, 2015.
SÁ, A. F. R. Guia de Aplicações de Gestão de Energia e Eficiência Energética. 3ª ed.
Editora Publindustria, 2010.
HAGE, F. S.; FERRAZ, L. P. C.; DELGADO, M. A. P. A Estrutura Tarifária de Energia
Elétrica: teoria e aplicação. 1ª ed. Ed. Synergia, 2011.
MARTINHO, E. Distúrbios da Energia Elétrica. 2ª ed. Ed. Erica, 2012.
ACE V: EVENTO. Temática: Tecnologia/ Meio Ambiente/ Educação
Nome/ Modalidade

Evento: Semana da Engenharia Elétrica (SemEE)

Objetivo

Planejar, executar e/ou avaliar um evento para reunir os
discentes, docentes e profissionais da área para discutir e
debater sobre temas que envolvem a área de atuação do

43

Engenheiro Eletricista, e divulgar o curso para o público da
região.
Público Alvo

Comunidade em geral

Ementa

Organização de palestras, cursos e apresentação de trabalhos
como forma de divulgação dos conhecimentos ou produtos
relacionados às tecnologias energéticas desenvolvidas ou em
desenvolvimento no Brasil e no mundo, com foco naquelas
que podem ser direcionados à comunidade (rural e urbana) e
ao setor produtivo do estado de Alagoas.

Período(s) de oferta

8º período

Carga horária

72 horas-aula por semestre

Metodologia

O professor coordenador do evento deverá assessorar os
discentes em forma de comissões para planejar e executaro o
evento anual do curso.

O evento também pode englobar

ciclos de palestra e mesas redondas sobre o tema.
Formas de

A avaliação será realizada através de reuniões periódicas e no

Acompanhamento

assessoramento aos trabalhos de organização do evento.

Bibliografia
Básica
CLEUZA, G.; GIMENES, C. Organização de Eventos: Manual para Planejamento e
execução. 12ª edição revista e atualizada, Editora Summus, 2008.
ZANELLA, L. C. Manual de Organização
Operacionalização. 5ª edição, editora Atlas, 2012.

de

Eventos:

Planejamento

e

RESOLUÇÃO nº 04/2018 – CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018.
Complementar
PAIVA, H, A, B; NEVES, M. F. Planejamento Estratégico de Eventos: Como Organizar
um Plano Estratégico Para Eventos Turísticos e Empresas de Eventos. Editora Atlas,
2008.
MENDONÇA, M. J. A.; PEROZIN, J. G. P. A. Planejamento e Organização de Eventos.
Editora Erica, 2014.

44

GIACAGLIA, M. C. Organização de Eventos: Teoria e Prática. Editora Cengage
Learning, 2003.
FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido, 9, ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.
IBGE. Brasil em síntese. 2018. Disponível em: <https://cidades.ibge.gov.br/>. Acesso
em: 2018.
RESOLUÇÃO nº 65/2014– CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014.
ACE VI: CURSO. Temática: Tecnologia/ Meio Ambiente/ Educação
Nome/ Modalidade

Curso

Objetivo

Capacitar a comunidade e o setor produtivo para o uso de
diferentes ferramentas tecnológicas ou conscientizar a
população em geral sobre a sustentabilidade social. Oferecer
cursos para reforçar o aprendizado na educação básica.

Público Alvo

Comunidade em geral

Ementa

Cursos voltados ao público em geral.

Período(s) de oferta

9º período

Carga horária

90 horas-aula por semestre

Metodologia

Metodologias ativas na preparação e ensino de cursos pelos
discentes do curso de Engenharia Elétrica.

Formas de

A avaliação será realizada através de reuniões periódicas com

Acompanhamento

base na identificação do nível de engajamento de cada aluno,
no seu desempenho no papel de facilitador e no
assessoramento aos trabalhos desenvolvidos.

Bibliografia
Básica
BLOOM, B. S.; HASTINGS, J. T.; MANDAUS, J. F. Manual de Avaliação Formativa e
Somativa do Aprendizado Escolar. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1983.

45

ZANELLA,

L.

C.

Manual

de

Organização

de

Eventos:

Planejamento

e

Operacionalização. 5ª edição, editora Atlas, 2012.
GIACAGLIA, M. C. Organização de Eventos: Teoria e Prática. Editora Cengage
Learning, 2003.
Complementar
BORDENAVE, J. D.; PEREIRA, A. M. Estratégias de Ensino-aprendizagem. Petrópolis:
Vozes, 22ª edição, 2001.
GIL, A. C. Metodologia do Ensino Superior. São Paulo: Editora Atlas, 1997
FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido, 9, ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.
RESOLUÇÃO nº 65/2014– CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014.
RESOLUÇÃO nº 04/2018 – CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018.

3.16 Referências
ANDRADE, L. A. B.; SILVA, E. P. A universidade e sua relação com o outro: um conceito
para a extensão universitária. Educação Brasileira, v.23, n.47, p.65-79, 2001.
Atlas

Solarimétrico

de

Alagoas,

2007-2008.

Disponível

em:

www.aneel.gov.br/aplicacoes/atlas/pdf/03-Energia_Solar(3). pdf.
Atlas Solarimétrico do Brasil: banco de dados terrestres. Recife: Ed. Universitária da UFPE,
2000.
BEAL - BALANÇO ENERGÉTICO DO ESTADO DE ALAGOAS – 2018 - ANO BASE
2017. Disponível em: http://www.sedetur.al.gov.br/images/estrutura/institucional/BEAL2018.pdf. Acesso em: set. 2019.

46

BRASIL. Lei 9394, 20 de dezembro de 1996 – Dispõe sobre a Lei de Diretrizes e Bases da
Educação

Nacional.

Disponível

em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/

Leis/L9394.htm>. Acesso em: 2019.
BRASIL. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014 - Dispõe sobre o Plano Nacional de
Educação – PNE. Brasília, DF. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/
_ato2011-2014/2014/lei/l13005.htm>. Acesso em: 2019.
FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido, 9, ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.
IBGE. Brasil em síntese. 2018. Disponível em: <https://cidades.ibge.gov.br/>. Acesso em:
2018.
RESOLUÇÃO nº 04/2018 – CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018.
RESOLUÇÃO nº 65/2014– CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014.

47

4. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
4.1 Comissões/câmera do Curso
As ações visando à avaliação dos cursos se orientam pelas normatizações oriundas da
Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior (CONAES) e se expressam de
diferentes formas. Assim, o processo de avaliação do PPC do Curso de Engenharia Elétrica é
realizado por uma comissão representativa dos diferentes segmentos da comunidade
acadêmica, com predomínio de docentes, identificada no Projeto de Autoavaliação da UFAL
como Comissão de Autoavaliação (CAA), instalada em cada Unidade Acadêmica (UA) e/ou
Unidade Educacional (UE), no caso dos campi interioranos.
O Curso de Engenharia Elétrica é avaliado anualmente pela citada Comissão e, em
caráter permanente, pelos membros do Núcleo Docente Estruturante (NDE). Na primeira
situação, o processo é conduzido em primeira instância pela CAA, que coleta dados através de
diferentes estratégias junto ao corpo docente, discente e técnico administrativo da UA ou UE.
Há, também, o acesso espontâneo da comunidade acadêmica através de formulários on-line,
que são disponibilizados segundo cronograma de desempenho divulgado pela CPA. Em
ambas as situações, os participantes se expressam sobre a condução do Projeto Pedagógico do
Curso, entre outros aspectos, como a atuação, a qualificação e a relação com os docentes e as
condições da infraestrutura disponibilizada para a realização das atividades acadêmicas. Desta
forma, os dados computados são organizados e analisados pela Comissão de Autoavaliação
(CAA) e enviados para serem consolidados pela CPA/UFAL e incorporados ao Relatório de
Avaliação Institucional, com periodicidade anual.

4.2 Colegiado do Curso
Os artigos 25 e 26 do Regimento Geral da UFAL versam sobre o funcionamento dos
colegiados dos cursos de graduação:
Art. 25. O Colegiado de Curso de Graduação é órgão vinculado à Unidade
Acadêmica, com o objetivo de coordenar o funcionamento acadêmico de Curso de
Graduação, seu desenvolvimento e avaliação permanente, sendo composto de:

48

-

05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos
suplentes, que estejam no exercício da docência, eleitos em consulta
efetivada com a comunidade acadêmica, para cumprirem mandato de 02
(dois) anos, admitida uma única recondução;

-

01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente,
escolhido em processo organizado pelo respectivo Centro ou Diretório
Acadêmico, para cumprir mandato de 01 (um) ano, admitida uma única
recondução;

-

01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo
suplente, escolhidos dentre os Técnicos da unidade acadêmica, eleito pelos
seus pares, para cumprir mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única
recondução.

Parágrafo Único – O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu Suplente,
escolhidos pelos seus membros dentre os docentes que o integram.
Art. 26. São atribuições do Colegiado de Curso de Graduação:
-

coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto
Pedagógico do Curso, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, no
perfil do profissional desejado, nas características e necessidades da área de
conhecimento, do mercado de trabalho e da sociedade;

-

coordenar o processo de ensino e de aprendizagem, promovendo a
integração docente-discente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da
ação docente com os planos de ensino, com vistas à formação profissional
planejada;

-

coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos resultados
obtidos, executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as
alterações que se fizerem necessárias;

-

colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos.

O Colegiado do Curso de Engenharia Elétrica realizará reuniões mensais, com registro
em ATA de todos os assuntos e decisões tratados na reunião.

49

4.3 O Núcleo Docente Estruturante e suas Atribuições
Em atendimento à Portaria 147/2007, ao Parecer CONAES 04/2010 e à Resolução
CONAES 01/2010, a UFAL instituiu, através da Resolução 52/2012, no âmbito de seus
cursos de graduação, o Núcleo Docente Estruturante – NDE.
Em relação ao NDE, há um acompanhamento permanente da implementação e
desenvolvimento do PPC de forma a garantir a melhor qualidade educativa em todas as suas
etapas. Através de reuniões periódicas, os seus membros avaliam a pertinência das
disciplinas, seu ordenamento, a atualização da bibliografia referenciada e as condições de
realização de práticas e estágios supervisionados, de modo a ter condições concretas de
intervir, sempre que necessário, no sentido do aperfeiçoamento do PPC.
Neste sentido, o NDE é composto pelo mínimo de cinco membros, todos docentes
com titulação de pós-graduação stricto senso e formação na área do curso. Considera-se,
igualmente, a afinidade da produção científica as áreas do curso e sua dedicação ao mesmo.
O NDE do Curso de Engenharia Elétrica realizará reuniões, ordinariamente, ao menos
uma vez a cada bimestre e, extraordinariamente, sempre que convocado pelo seu
Coordenador, por dois terços dos seus membros ou pelo Colegiado do Curso e terá as
seguintes atribuições:
I.

Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;

II.

Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades
de ensino constantes no currículo;

III.

Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e
extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de
trabalho e consoantes com as políticas públicas relativas à área de
conhecimento do curso;

IV.

Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos
de Graduação;

V.

Registrar o suporte administrativo do campus;

50

VI.

Informar a composição e o funcionamento de colegiados de curso, comissões,
comitês, câmaras, dentre outros;

VII.

Citar titulação, formação, perfil e atuação do presidente do colegiado;

VIII.

Identificar a coordenação de estágio e a forma de orientação do Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC);

IX.

Comunicar a composição do NDE do curso e o ato de criação/definição dos
seus integrantes;

X.

Destacar a atuação do NDE quanto ao desenvolvimento do curso, a
autoavaliação e a concretização das propostas do PPC;

XI.

Apresentar tabela nominal do quadro de docentes, incluindo titulação, situação
funcional, carga-horária e e-mail institucional;

XII.

Indicar tabela nominal do quadro de técnicos-administrativos que atendem ao
curso.

51

5. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
5.1 Matriz e Proposta Curricular
A proposta da matriz curricular foi estabelecida com base nos objetivos do Curso,
tendo em vista o perfil do profissional que a contemporaneidade exige e o desenvolvimento
de competências e habilidades que se quer desenvolver, buscando a visão multidisciplinar, na
medida em que articula vertical e horizontalmente as disciplinas e suas diversas concepções.
Nessa matriz curricular, sistematizou-se e articulou-se o conhecimento de formação
pedagógica específica da área da Engenharia Elétrica, alicerçado nas disciplinas
complementares obrigatórias onde estão propostas as bases filosóficas e sócio-históricas deste
conhecimento.
Esse Projeto Pedagógico de Curso apresenta as disciplinas dos núcleos básico,
profissionalizante e profissionalizante específico e a sequência de pré-requisitos, distribuídas
nos dez semestres do curso. A oferta de disciplinas ocorre com o suporte institucional.
As atividades previstas para a formação do Engenheiro Eletricista da UFAL têm como
objetivo principal a construção do conhecimento. O professor terá um papel de mediador,
ampliando as possibilidades de escolha, facilitando a experimentação, estimulando novas
descobertas e desafios.
5.1.1 Educação em Direitos Humanos
A Educação em Direitos Humanos na UFAL adequa-se à Resolução CNE/CP no
01/2012. O Curso de Engenharia Elétrica trata a temática de Educação de Direitos Humanos
de forma transversal, nos conteúdos abordados nas disciplinas obrigatórias de Sociedade e
Ambiente e Ética e Exercício Profissional, ofertadas no primeiro e nono semestres do curso,
respectivamente. Além disso, o tema Educação em Direitos Humanos pode ser abordado em
outras disciplinas, de forma multidisciplinar e indireta.

52

5.1.2 Relações Étnicas Raciais e História e Cultura Afro-brasileira, Africana e
Indígena
Em atenção à Lei 10.639/2003, à Lei 11.645/2008 e à Resolução CNE/CP 01/2004,
fundamentada no Parecer CNE/CP 03/2004 que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação de Relações Étnica Racial e para o Ensino de História e Cultura
Afro-Brasileira, Africana e Indígena, os PPC da UFAL vêm tratando a temática de forma
transversal. O curso de Engenharia Elétrica trata dessa temática nas disciplinas de Ética e
Exercício Profissional e Sociedade e Ambiente, que trata também das relações do Homem
com o Ambiente.
Além das disciplinas citadas no parágrafo anterior, o curso de Engenharia Elétrica
entende que o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana se faz necessário para
garantir, além de tudo, a valorização das matrizes africanas que formam a diversidade cultural
brasileira. Assim, os estudantes deste curso podem solicitar matrículas em disciplinas
ofertadas em diferentes unidades da Universidade, permitindo uma visão mais profunda sobre
estes temas. Incluindo, então, no histórico acadêmico, como horas flexíveis, as componentes
cursadas.
5.1.3 Educação Ambiental
O Decreto n.º 4.281 de 25 de junho de 2002, Regulamenta a Lei n.º 9.795, de 27 de
abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras
providências. A Resolução CNE/CP n.º 02/2012 define formas de sua implementação nos
currículos dos cursos superiores.
O curso de Engenharia Elétrica atende à legislação ofertando as disciplinas de
Sociedade e Ambiente, Ciências do Ambiente e Manejo de Recursos Naturais, Geração de
Energia Elétrica e Eficiência e Gestão Energética.
5.1.4 Matriz curricular
As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para cursos de Engenharia preveem que o
currículo seja organizado em 03 núcleos:

53

(1) Núcleo de conteúdos básicos;
(2) Núcleo de conteúdos profissionais e
(3) Núcleo de conteúdos específicos, que se constitui em extensões e aprofundamentos
dos conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizantes, bem como de outros
conteúdos destinados a caracterizar modalidades.
Segue a Tabela 3 com a distribuição das disciplinas por conteúdos.
Tabela 3 – Distribuição das Disciplinas por Conteúdo.

Conteúdo

Tipo de
Formação

Detalhamento

Matemática e
Estatística

Total
Conteúdos
Básicos

Formação
Científica e
Tecnológica

Física

Total
Química
Total
Mecânica e
Resistência dos
Materiais

Créditos
CH total
T+P
(hora-aula)
Geometria Analítica
04
72
Álgebra Linear
04
72
Cálculo I
04
72
Cálculo II
04
72
Cálculo III
04
72
Cálculo IV
04
72
Cálculo Numérico
04
72
Estatística Geral
04
72
Processos
04
72
Estocásticos
Variáveis
04
72
Complexas
10
40
720
Física I
04
72
Física II
04
72
Física III
04
72
Laboratório de Física
02
36
I
Laboratório de Física
02
36
III
Eletromagnetismo
04
72
06
20
360
Química Geral
04
72
01
04
72
Mecânica dos
04
72
Sólidos
Resistência dos
04
72
Materiais
Fenômenos de
04
72
Transportes
Disciplinas

54

Total
Informática e
Computação
Total
Desenho
Total
Ciências dos
Materiais
Total
Ciências do
Ambiente

Total

Conteúdos
Profissionais

Essenciais

03
Introdução à
Computação
Técnicas de
Programação
02
Desenho Técnico
01
Introdução à
Ciências dos
Materiais
Materiais Elétricos
02
Sociedade e
Ambiente
Ciências do
Ambiente e Manejo
de Recursos Naturais
02

Ética e Exercício
Profissional
Ciências Sociais e
Português
Comunicação e
Instrumental
Expressão
Metodologia da
Pesquisa
Total
03
Economia para
Economia e
Engenharia
Gestão
Gestão Empresarial e
Empresarial
Marketing
Total
02
Introdução à
Engenharia Elétrica
Instalações Elétricas
Lab. de Instalações
Elétricas
Eletricidade e
Ondas e Linhas
Eletrotécnica
Circuitos Elétricos 1
Circuitos Elétricos 2
Lab. Circuitos
Elétricos
Total
07
Eletrônica
Dispositivos

12

216

03

54

03

54

06
03
03

108
54
54

04

72

04
08

72
144

03

54

02

36

05

90

02

36

02

36

02

36

06

108

02

36

03

54

05

90

02

36

04

72

02

36

04
04
04

72
72
72

02

36

22
04

396
72

55

Total
Conversão de
Energia
Total
Controle e
Servomecanismos
Total
Comunicações
Total
Técnicas Digitais
Total
Engenharia de
Segurança do
Trabalho
Total

Específicos

Formação
Generalista

Total
TOTAL

Eletrônicos
Eletrônica
Eletrônica de
Potência
Lab. de Eletrônica
04
Conversão
eletromecânica
Máquinas Elétricas
Lab. de Máquinas
Elétricas
03
Controle Analógico
Controle Digital
02
Análise de Sinais e
Sistemas
Princípios de
Comunicações
02
Circuitos Lógicos
Arquitetura de
Sistemas Digitais
Lab. Circuitos
Lógicos
03

04

72

03

54

02
13

36
234

04

72

04

72

02

36

10
04
04
08

180
72
72
144

04

72

04

72

08
04

144
72

04

72

02

36

10

180

02

36

02
04

36
72

04

72

04

72

04

72

02

36

05

18

324

59 disciplinas
obrigatórias

200

3600

Segurança do
Trabalho
01
Sistemas Elétricos
Transmissão e
Distribuição de
Energia Elétrica
Geração de Energia
Elétrica
Energia Solar
Eficiência e Gestão
Energética

56

Observação: 18 é a constante que será multiplicada pelo número de aulas necessárias para o
cumprimento das disciplinas. Assim, a CH de uma disciplina que precisará de 4 tempos para
trabalhar será de 72 horas (4x18=72); 2 tempos: 36 horas; 3 tempos: 54 horas e assim por
diante. Cada aula tem duração de 50 minutos.
A distribuição das disciplinas em conteúdos para este PPC se configura da seguinte
maneira: o conteúdo básico ficou com 54,5 % da CH, o conteúdo profissionalizante com 36,5
% da CH e o conteúdo específico com 9 % de sua CH.
Figura 4 - Distribuição dos Conteúdos em Percentuais.

Distribuição dos Conteúdos em Percentuais
9,00%

Conteúdo Básico
Conteúdo Profissionalizante

36,50%

54,50%

Conteúdo Específico

As disciplinas a serem ministradas no curso estão dispostas na matriz curricular abaixo
organizada por períodos.
Tabela 4 - Organização Curricular por Períodos.

Período

Disciplina

Hora-aula
Semanal (h)

1º

Geometria Analítica
Sociedade e Ambiente
Introdução à Engenharia Elétrica
Cálculo I
Introdução à Computação

04
03
02
04
03

Hora-aula
Semestral
(h)
72
54
36
72
54

Hora-relógio
Semestral (h)
60
45
30
60
45

57

2º

3º

4º

ACE I

Desenho Técnico
Química Geral

03
04

54
72

45
60

Português Instrumental

02

36

30

25
04
04
02
04
03
04

450
72
72
36
72
54
72

375
60
60
30
60
45
60

04

72

60

02
27

36
486

30
405

02

36

30

04
04
04
04
04
02
24
04
02
04
04
04
04

72
72
72
72
72
36
432
72
36
72
72
72
72

60
60
60
60
60
30
360
60
30
60
60
60
60

05

90

75

27
04
04
04
04
04
04

486
72
72
72
72
72
72

405
60
60
60
60
60
60

04

72

60

28
04
04
02

504
72
72
36

420
60
60
30

Álgebra Linear
Física I
Laboratório de Física I
Cálculo II
Técnicas de Programação
Estatística Geral
Introdução à Ciências dos
Materiais
Metodologia da Pesquisa
Ciências do Ambiente e Manejo
de Recursos Naturais
Física II
Mecânica dos Sólidos
Cálculo III
Materiais Elétricos
Circuitos Lógicos
Laboratório de Circuitos Lógicos
Física III
Laboratório de Física III
Resistência dos Materiais
Cálculo IV
Variáveis Complexas
Arquitetura de Sistemas Digitais
Projeto 1/parte 1: Conexões da
Elétrica

Fenômeno de Transportes
Circuitos Elétricos I
Processos Estocásticos
5º
Cálculo Numérico
Análise de Sinais e Sistemas
Eletromagnetismo I
Projeto 1/parte 2: Conexões da
ACE II
Elétrica
6º

Conversão Eletromecânica
Circuitos Elétricos II
Laboratório de Circuitos

58

Elétricos
Ondas e Linhas
Controle Analógico
Dispositivos Eletrônicos
Projeto 1/parte 2: Conexões da
ACE III
Elétrica
Sistemas Elétricos
Máquinas Elétricas
Laboratório de Máquinas
7º
Elétricas
Princípios de Comunicação
Controle Digital
Eletrônica
Laboratório de Eletrônica
ACE IV Projeto 2/parte 1: Capacitação
Instalações Elétricas
Laboratório de Instalações
Elétricas
Transmissão e Distribuição de
8º
Energia Elétrica
Eletrônica de Potência
Energia Solar
Eletiva
Evento: Semana da Engenharia
ACE V
Elétrica (SemEE)
Geração de Energia Elétrica
Segurança do Trabalho
Eficiência e Gestão Energética
Gestão Empresarial e Marketing
9º
Ética e Exercício Profissional
Economia para Engenharia
Eletiva
ACE VI Ações de Eficiência Energética
10º

Total

Eletiva

04
04
04

72
72
72

60
60
60

05

90

75

27
04
04

486
72
72

405
60
60

02

36

30

04
04
04
02
04
28
04

72
72
72
36
72
504
72

60
60
60
30
60
420
60

02

36

30

04

72

60

03
04
04

54
72
72

45
60
60

04

72

60

25
04
02
02
03
02
02
04
05
24
04
-

450
72
36
36
54
36
36
72
90
432
72
-

375
60
30
30
45
30
30
60
75
360
60
(Hora-relógio)
Disciplinas
Obrigatórias:
3000
Disciplinas
Eletivas: 180

(Hora-aula)
Disciplinas Obrigatórias:
3600
Disciplinas Eletivas: 216

59

Tabela 5 - Relação de Disciplinas Eletivas.

Carga horária (h)
Período

Disciplinas Eletivas

Semanal

Teórica

Prática

Total

08

Inglês Instrumental

04

04

0

72

09

Administração e Planejamento

04

04

0

72

Energético
08

Empreendedorismo

04

04

0

72

08

Libras

03

03

0

54

10

Subestação de Energia

04

04

0

72

09

Proteção de Sistemas Elétricos

04

04

0

72

08

Processamento Digital de Sinais

04

04

0

72

09

Instrumentação Eletrônica

04

04

0

72

09

Automação Industrial

04

04

0

72

10

Robótica

04

04

0

72

09

Antenas e Propagação

04

04

0

72

10

Redes de Computadores

04

04

0

72

09

Física IV

04

04

0

72

08

Equações Diferenciais Ordinárias

04

04

0

72

09

Equações Diferenciais Parciais

04

04

0

72

10

Elaboração e Análise de Projetos

03

03

0

54

10

Noções de Direito

04

04

0

72

10

Eletromagnetismo II

04

04

0

72

Possivelmente, novas disciplinas eletivas serão sugeridas pelo colegiado de curso,
desde que atendam demandas para projetos de pesquisa ou extensão. O colegiado se reunirá
para discutir propostas de professores que acharem necessário que determinadas disciplinas
sejam incluídas no quadro de disciplinas eletivas para atender linhas de pesquisas novas ou já
existentes, projetos de extensão e projetos de ensino aprendizagem. Se as propostas forem
aprovadas pelo referido colegiado, serão encaminhadas à Pró-reitora de Graduação (Prograd)
para cadastramento.

60

Tabela 6 - Distribuição da Carga Horária por Componente Curricular.

DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA POR COMPONENTE CURRICULAR

Componentes Curriculares
Disciplinas Obrigatórias
Disciplinas Eletivas

Carga Horária
(Hora-aula)

Carga Horária
(Hora-relógio)

Percentual (%)

3.600

3.000

75,19

216

180

4,51

216

180

4,51

216

180

4,51

54

45

1,13

486

405

10,15

4.788

3.990

100,00

Estágio supervisionado
Atividades Complementares
Trabalho de conclusão de curso
Atividades curriculares de extensão
Carga horária total

Figura 5 - Distribuição de Carga Horária por Componente Curricular.

Distribuição da Carga Horária das
Componentes Curriculares
10,15%
Disciplinas Obrigatórias

1,31%
4,51%

Disciplinas Eletivas

4,51%

Estágio Supervisionado

4,51%

Atividades Complementares
75,19%

Trabalho de Conclusão de Curso
Atividades Curriculares de
Extensão

61

QUADRO RESUMO DA ESTRUTURA CURRICULAR
1º

2º

3º

4º

5º

GEOMETRIA
ANALÍTICA

ÁLGEBRA
LINEAR

CIÊNCIAS DO
AMBIENTE E
MANEJO DE
RECURSOS
NATURAIS

FÍSICA III

FENÔMENOS DE
TRANSPORTES

CIRCUITOS
ELÉTRICOS I

CIRCUITOS
ELÉTRICOS II

MÁQUINAS
ELÉTRICAS

DISCIPLINAS

SEM.

6º
CONVERSÃO
ELETROMECÂNICA

7º

8º

9º

10º

SISTEMAS
ELÉTRICOS

INSTALAÇÕES
ELÉTRICAS

GERAÇÃO DE
ENERGIA

TRABALHO DE
CONCLUSÃO DE
CURSO

SEGURANÇA DO
TRABALHO

ESTÁGIO
SUPERVISIONA
DO

EFICIÊNCIA E
GESTÃO
ENERGÉTICA

ELETIVA

LABORATÓRIO
DE
INSTALAÇÕES
ELÉTRICAS
TRANSMISSÃO E
DISTRIBUIÇÃO
DE ENERGIA
ELÉTRICA

SOCIEDADE E
AMBIENTE

FÍSICA I

FÍSICA II

LABORATÓRIO DE
FÍSICA III

INTRODUÇÃO À
ENGENHARIA
ELÉTRICA

LABORATÓRIO DE
FÍSICA I

MECÂNICA DOS
SÓLIDOS

RESISTÊNCIA DOS
MATERIAIS

PROCESSOS
ESTOCÁSTICOS

LABORATÓRIO DE
CIRCUITOS
ELÉTRICOS

LABORATÓRIO
DE
MÁQUINAS
ELÉTRICAS

CÁLCULO I

CÁLCULO II

CÁLCULO III

CÁLCULO IV

CÁLCULO
NUMÉRICO

ONDAS E LINHAS

PRINCÍPIOS DE ELETRÔNICA DE
COMUNICAÇÕES
POTÊNCIA

INTRODUÇÃO À
COMPUTAÇÃO

TÉCNICAS DE
PROGRAMAÇÃO

MATERIAIS
ELÉTRICOS

VARIÁVEIS
COMPLEXAS

ANÁLISE DE
SINAIS
E SISTEMAS

CONTROLE
ANALÓGICO

CONTROLE
DIGITAL

ENERGIA SOLAR

DESENHO
TÉCNICO

ESTATÍSTICA
GERAL

CIRCUITOS
LÓGICOS

DISPOSITIVOS
ELETRÔNICOS

ELETRÔNICA

ELETIVA

QUÍMICA
GERAL

INTRODUÇÃO À
CIÊNCIAS DOS
MATERIAIS

LABORATÓRIO DE
CIRCUITOS
LÓGICOS

PORTUGUÊS
INSTRUMENTAL

METODOLOGIA
DA PESQUISA

ACE
25
HORAS-AULA
SEMANAIS

LEGENDA

27
HORAS-AULA
SEMANAIS

24
HORAS-AULA
SEMANAIS

CONTEÚDO

CONTEÚDO

CONTEÚDO

BÁSICO

PROFISSIONALIZANTE

ESPECÍFICO

ARQUITETURA DE
ELETROMAGNETIS
SISTEMAS
MO I
DIGITAIS

LABORATÓRIO
DE
ELETRÔNICA

GESTÃO
EMPRESARIAL E
MARKETING
ÉTICA E
EXERCÍCIO
PROFISSIONAL

_
_

ECONOMIA PARA
ENGENHARIA

ELETIVA

ACE I

ACE II

ACE III

ACE IV

ACE V

ACE VI

27
HORAS-AULA
SEMANAIS

28
HORAS-AULA
SEMANAIS

27
HORAS-AULA
SEMANAIS

28
HORAS-AULA
SEMANAIS

25
HORAS-AULA
SEMANAIS

24
HORAS-AULA
SEMANAIS

_

-

62

5.2 Proposta Curricular
5.2.1 Ementas das Disciplinas do Curso e seus Pré-requisitos
1ª PERÍODO
Disciplina: GEOMETRIA ANALÍTICA
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:

Ementa: Vetor: Conceito e Propriedades Gerais. Produtos Escalar, Vetorial e Misto. Equações
Vetoriais. Retas e Planos. Cônicas e Quádricas. Classificação das Cônicas.
Bibliografia:
Básica:
BOULOS, P., CAMARGO, I. Geometria Analítica: um tratamento vetorial. 3ª ed. São Paulo:
Makron Books - Grupo Pearson, 2005.
WINTERLE, P. Vetores e Geometria Analítica. 2ª ed. São Paulo: Pearson, 2014.
STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Geometria Analítica. 2ª ed. São Paulo: Pearson, 1995.
Complementar:
SANTOS, F. J.; FERREIRA, S. B. Geometria Analítica. 1ª ed. Bookman, 2009.
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. vol. 1. São Paulo: Pearson Makron Books,
2005.
LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3ª ed. São Paulo: Harbra, 1994.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 1995.
THOMAS, G. B. Cálculo. vol. 1. São Paulo: Addison Wesley, 2002.

Disciplina: SOCIEDADE E AMBIENTE
C. H. teórica: 54h

C. H. prática: 0

C. H. total: 54h

C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: N/A

63

Ementa: Histórico e Conceitos Básicos da Sociologia. Instituições Sociais. O Homem e o Meio:
população e migrações. Desenvolvimento e Meio Ambiente. Mudança Social.

Bibliografia:
Básica:
ACSELRAD, H. (org.) Conflitos Ambientais no Brasil. Rio de Janeiro: Relumé Dumara, 2004.
BRYM, R. J. (et al.) Sociologia: sua bússola para um novo mundo. São Paulo: Cengage
Leraning, 2008.
HANNIGAN, J. Sociologia ambiental. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
Complementar:
CASTELLS, M. O Poder da Identidade. vol 2. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2008.
FERRY, L. A Nova Ordem Ecológica: a árvore, o animal e o homem. Rio de Janeiro: DIFEL,
2009.
FLORIANI, D. Conhecimento, Meio Ambiente e Globalização. Curitiba: Juruá, 2004.
GUARESCHI, P. Sociologia Crítica: alternativas de mudança. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2011.
ALMINO, J. Naturezas Mortas: a filosofia política do ecologismo. Rio de Janeiro: Francisco
Alves, 2004.
DRUMMOND, J. A.; FRANCO, J. L. de A. Proteção à Natureza e Identidade Nacional no
Brasil, Anos 1920-40. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2009.
FOSTER, J. B. A Ecologia em Marx: materialismo e natureza. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2005.

64

Disciplina: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA ELÉTRICA
C. H. teórica: 36h

C. H. prática: 0

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Histórico da Engenharia no Brasil e no Mundo. O profissional de Engenharia e Campos
de Atuação. Pioneiros da Engenharia Elétrica. A profissão de engenheiro eletricista no Brasil.
Áreas da engenharia elétrica. Evolução e perspectivas da Engenharia Elétrica. Aplicação e
produtos da Engenharia Elétrica. Integração com outras áreas da engenharia.
Bibliografia:
Básica:
COCIAN, L. F. E. Introdução à engenharia. Porto Alegre: Bookman, 2017.
DYM, C. L.; LITTLE, P. Introdução à engenharia: uma abordagem baseada em projeto. 3ª ed.
Porto Alegre, RS: Bookman, 2010.
BAZZO, W. A.; PEREIRA, L. T. do V. Introdução à engenharia: conceitos, ferramentas e
comportamentos. 4ª ed. rev. Florianópolis: UFSC, 2013.

Complementar:
PHILIPPI, JR. A. Energia e Sustentabilidade. 1ª ed. São Paulo: Manole, 2016.
HOLTZAPPLE, M. T.; REECE, W. D. Introdução à engenharia. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2006.
SILVA, O. Cartas a um Jovem Empreendedor: Realize seu Sonho Vale a Pena. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2007.
Regulamentação de Profissões de Engenheiro, do Arquiteto e do Engenheiro Agrônomo, Ed:
Editada e distribuída pelo Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura – CREA.
http://www.confea.org.br.

65

MARTINS, J. B.; A História da Eletricidade – Os homens que desenvolveram a eletricidade,
Ciência Moderna, 2007.
DAGNINO, R.; NOVAIS H. P.; FRAGA, L. O engenheiro e a sociedade, Insular, 2013.

Disciplina: CÁLCULO I
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Funções e gráficos. Logaritmos e exponenciais. Funções trigonométricas e funções
trigonométricas inversas. Funções hiperbólicas. Limite e continuidade. A derivada e a derivação.
Taxas de variação. Otimização. Valores extremos de funções. Técnicas de construção de
gráficos. A diferencial.

Bibliografia:
Básica:
STEWART, J. Cálculo. vol. 1. 4ª ed. (trad. da 8ª ed. norte-americana) São Paulo: Editora
Cengage Thomson Learning, 2017.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. vol. 1. 3ª ed. São Paulo: Editora Harbra,
1994.
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. vol 1. 5ª ed. LTC, 2001.
Complementar:
HOFFMANN, L. D.; BRADLEY, G. L.; SOBECK; PRICE. Cálculo: um curso moderno e suas
aplicações. 11ª ed. LTC, 2015.
FLEMMING, D. M.; GONCALVES M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação e integração. 6ª

66

ed. São Paulo: Person, 2006.
ÁVILA, G. Cálculo das Funções de uma Variável. 7ª ed. LTC, 2003.
GIORDANO, W. H ; THOMAS, G. B. Cálculo. vol. 1. 11ª ed. São Paulo: Editora Pearson
Education, 2008.
ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. vol. 1, 8ª ed. Bookman, 2007.

Disciplina: INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO
C. H. teórica: 24h

C. H. prática: 30h

C. H. total: 54h

C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Estudo de componentes básicos de um sistema de computação. Introdução à
organização dos computadores: Arquitetura, Sistemas Operacionais e Compiladores. Algoritmos
Estruturados e Estruturas de Dados. Linguagens de Programação: Teoria e Prática em
Laboratório.

Bibliografia:
Básica:
GILAT, A. MATLAB com aplicações em engenharia. 4ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
CHAPMAN, S. J. Programação em MATLAB para Engenheiros. 2ª ed. São Paulo: Cengage
CTP, 2010.
PALM, W. J. Introdução ao MATLAB para engenheiros. 3ª ed. Porto Alegre: McGraw-Hill,
2013.
Complementar:
SIZEMORE, J.; MUELLER, J. MATLAB para Leigos. Rio de Janeiro: Alta Books, 2016.

67

MATSUMOTO, E. Y. MATLAB R2013a. Teoria e Programação. 1ª ed. São Paulo: Érica, 2013.
HOLLOWAY, J. P. Introdução à Programação para Engenharia: resolvendo problemas com
algoritmos. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
MONTEIRO, M. A. Introdução à Organização de Computadores. 5ª ed. LTC, Rio de Janeiro,
2007.
TANENBAUM, A. S. Organização Estruturada de Computadores. 5ª ed. Prentice Hall, São
Paulo, 2007.

Disciplina: DESENHO TÉCNICO
C. H. teórica: 18h

C. H. prática: 36h

C. H. total: 54h

C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Materiais de desenho. Normas técnicas. Caligrafia técnica, linhas e escalas. Vistos
ortográficos. Perspectiva axonométrica. Noções de desenho arquitetônico.

Bibliografia:
Básica:
MONTENEGRO, G. A. A perspectiva dos Profissionais. 2ª ed. São Paulo: Edgard Blücher Ltda.,
2010.
SILVA, A.; RIBEIRO, C. T.; DIAS, J.; SOUSA, L. Desenho técnico moderno. 4ª ed. LTC, 2006.
MANFÉ, G.; POZZA, R.; SCARATO, G. Desenho Técnico Mecânico. São Paulo: Hemus, 2000.
Complementar:
CARVALHO, B. de A. Desenho geométrico. 2ª ed. Rio de Janeiro: Imperial, 2008.

68

FRENCH, T. E.; VIERCK, C. J. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. Porto Alegre: Globo,
1995.
MONTENEGRO, G. A. Desenho Arquitetônico. 4ª ed. São Paulo: Edgard Blücher Ltda., 2002.
MAGUIRE, D. E.; SIMMONS, C. H. Desenho Técnico: problemas e soluções gerais de desenho.
São Paulo: Hemus, 2004.
CARVALHO, B. de A. Desenho Geométrico. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1988.

Disciplina: QUÍMICA GERAL
C. H. teórica: 48h

C. H. prática: 24h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Estrutura Atômica. Classificação Periódica dos Elementos. Ligações Químicas.
Estequiometria. Gases. Soluções, Concentração e Diluições. Termoquímica. Cinética Química.
Equilíbrio Químico. Química orgânica: funções orgânicas. Prática de Laboratório de Química.

Bibliografia:
Básica:
ATKINS, P. W.; JONES, L. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio
ambiente. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
KOTZ, J. C.; TREICHEL, P. M.; TOWNSEND, J. R.; TREICHEL, D. A. Química Geral e
Reações Químicas. vol. 1. trad. da 9ª ed norte-americana. São Paulo: Cengage Learning, 2015.
KOTZ, J. C.; TREICHEL, P. M.; TOWNSEND, J. R.; TREICHEL, D. A. Química Geral e
Reações Químicas. vol. 2. trad. da 9ª ed norte-americana. São Paulo: Cengage Learning, 2015.
Complementar:

69

MASTERTON, W. L., HURLEY, C. N. Química: princípios e reações. 6ª ed. LTC, 2010.
BROWN, L. S.; HOLME, T. A. Química Geral Aplicada à Engenharia. 2ª ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2014.
BRADY, J.E; HUMISTON, G. E. Química Geral. vol. 1. 2ª ed. LTC, 1986.
CHANG, R. Química Geral: conceitos essenciais. 4ª ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2006.
RUSSEL, J. B. Química Geral. vol. 1 e 2. 2ª ed. São Paulo: Makron Books, 1994.

Disciplina: PORTUGUÊS INSTRUMENTAL
C. H. teórica: 36h

C. H. prática: 0h

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Leitura, análise e produção textual. Conceitos linguísticos: variedade linguística,
linguagem falada e linguagem escrita, níveis de linguagem. Habilidades linguísticas básicas de
produção textual oral e escrita. A argumentação oral e escrita Habilidades básicas de produção
textual. Análise linguística da produção textual. Noções linguístico-gramaticais aplicadas ao
texto. Redação empresarial.

Bibliografia:
Básica:
BECHARA, E. Moderna gramática portuguesa, 37ª ed. Editora Lucerna, 2001.
GARCIA, O. M. Comunicação em prosa moderna. 23ª ed. Editora Editora FGV, 2000.
MARTINS, D. S. Português instrumental: de acordo com as atuais normas da ABNT. 24ª ed.
Editora Sagra Luzzatto, 2003.

70

Complementar:
BORGES, M. M. e NEVES, M. C. B. Redação empresarial. Rio de Janeiro: SENAC, 1997.
FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P. Para entender o texto. São Paulo: Ática, 1990.
GERALDI, J. W. Org. O texto na sala de aula - leitura e produção. 4ª ed.
AZEREDO, J. C. Fundamentos de gramática do português. 5 ª ed. - Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
2010.
CEREJA, W. R. Gramática reflexiva: texto, semântica e interação. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2009.

2º PERÍODO
Disciplina: ÁLGEBRA LINEAR
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Geometria
Analítica

Ementa: Matrizes. Determinantes. Sistemas de Equações Lineares. Espaços Vetoriais. Espaços
Vetoriais Euclidianos. Transformações Lineares. Vetores Próprios e Valores Próprios. Formas
Quadráticas.
Bibliografia:
Básica:
POOLE, D. Álgebra Linear. 1ª ed. São Paulo: Cengage Learning, 2015.
LAY, D. C. Álgebra Linear e suas Aplicações. 4ª ed. São Paulo: LTC, 2013.
ANTON, H., RORRES, C. Álgebra Linear com Aplicações. 10ª ed. Porto Alegre: Bookman,
2012.
Complementar:
STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Álgebra Linear. 2ª ed. São Paulo: Pearson, 1995.
KOLMAN, B.; HILL, D. R. Introdução à álgebra linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC,
2014.

71

BOLDRINI, J. L.; et al. Álgebra linear. 3ª ed. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1980.
CALLIOLI, C. A.; DOMINGUES, H. H.; COSTA, R. C. F. Álgebra linear e aplicações. 6ª ed.
São Paulo: Atual, 1990.
LIMA, E. L. Geometria analítica e álgebra linear. 2ª ed. São Paulo: IMPA, 2012.

Disciplina: FÍSICA I
C. H. teórica: 60h

C. H. prática: 12h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo I

Ementa: Medidas. Movimentos uni e bi dimensionais. Leis de Newton. Trabalho e energia
mecânica. Conservação do momento linear. Colisões. Rotações e momento angular. Dinâmica de
corpos rígidos.

Bibliografia:
Básica :
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física I: Mecânica. vol. 1. 10ª
ed. LTC, 2016.
MOSCA, G; TIPLER, P. Física. vol.1. 6ª ed. LTC, 2009.
JEWETT JR, J. W.; SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros. vol.1. trad. 8ª ed.
norte-americana. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
Complementar:
HEWITT, P. G. Física Conceitual. 12ª ed. São Paulo: Bookman, 2015.
KRANE, K. S. Física I. vol.1. 5ª ed. LTC, 2003.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: Mecânica. vol. 1. 5ª ed. São Paulo: Edgard

72

Blucher, 2013.
CHAVES, A.; SAMPAIO J. F. Mecânica . 1ª ed. vol. 1. Rio de Janeiro: LTC/LAB, 2007.
SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física I: mecânica.
vol.1. 12ª ed. São Paulo: Pearson, 2008.

Disciplina: LABORATÓRIO DE FÍSICA I
C. H. teórica: 0h

C. H. prática: 36h

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: Cálculo I

Ementa: Tratamento de dados. Experimentos sobre Mecânica Clássica.

Bibliografia:
Básica :
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física I: Mecânica. vol. 1. 10ª
ed. LTC, 2016.
MOSCA, G; TIPLER, P. Física. vol.1. 6ª ed. LTC, 2009.
JEWETT JR, J. W.; SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros. vol.1. trad. 8ª ed.
norte-americana. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
Complementar:
HEWITT, P. G. Física Conceitual. 12ª ed. São Paulo: Bookman, 2015.
KRANE, K. S. Física I. vol.1. 5ª ed. LTC, 2003.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: Mecânica. vol. 1. 5ª ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2013.

73

CHAVES, A.; SAMPAIO J. F. Mecânica . 1ª ed. vol. 1. Rio de Janeiro: LTC/LAB, 2007.
SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física I: mecânica.
vol.1. 12ª ed. São Paulo: Pearson, 2008.

Disciplina: CÁLCULO II
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo I

Ementa: Integração e a integral definida. A Integral indefinida. Áreas e volumes. Técnicas de
integração. Aplicações da integral. Coordenadas polares. Integrais impróprias. Fórmula de
Taylor. Sequências e séries infinitas.

Bibliografia:
Básica:
STEWART, J. Cálculo. vol. 1. trad. da 8ª ed. norte-americana. São Paulo: Editora Cengage
Thomson Learning, 2017.
STEWART, J., Cálculo. vol. 2. trad. da 8ª ed. norte-americana. São Paulo: Editora Cengage
Thomson Learning, 2017.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. vol. 1. 3ª ed. São Paulo: Editora Harbra,
1994.
FLEMMING, D. M.; GONCALVES M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação e integração. 6ª
ed. São Paulo: Person, 2006.
Complementar:
ÁVILA, G. Cálculo das Funções de uma Variável. 7ª ed. LTC, 2003.

74

FLEMMING, D. M.; GONCALVES M. B. Cálculo B - Funções de Várias Variáveis, Integrais
Múltiplas, Integrais Curvilíneas e de Superfície. 2ª ed. São Paulo: Pearson, 2007.
HOFFMAN, L. D.; BRADLEY, G. Cálculo – Um Curso Moderno e suas Aplicações. 10ª ed.
LTC, 2010.
GIORDANO, W. H e THOMAS, G. B., Cálculo. vol. 1, 11ª ed. São Paulo: Editora Pearson
Education, 2008.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo, vol. 1 e 2. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.

Disciplina: TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO
C. H. teórica: 24h

C. H. prática: 30h

C. H. total: 54h

C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Introdução à
Computação

Ementa: Estrutura de dados e algoritmos de manipulação relacionados: pilhas, listas, filas,
árvores e tabelas hash. Algoritmos de ordenação. Noções de programação orientada a objetos:
conceitos básicos, modelo de programação, aplicações em engenharia.

Bibliografia:
Básica:
DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J. C++: Como Programar. 5ª ed. trad. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2006.
HORSTMANN, C. - Padrões de Projeto Orientados a Objetos. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman,
2007.
SZWARCFITER, J. L.; MARKENZON, L., Estruturas de Dados e seus Algoritmos. LTC. 3ª ed.

75

LTC, 2015.
Complementar:
NONATO, L. G. Tipos e Estruturas de Dados. Instituto de Ciências Matemáticas e de
Computação - Departamento de Computacao e Estatística - USP.
POZRIKIDIS, C. Introduction to C++ Programming and Graphics. Springer, 2007. SAVITCH,
W., Problem solving with C++. Pearson Education, Inc., 2015.
DAMAS, L. M. D. Linguagem C. 7. Ed., São Paulo: LTC, 2007.
DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J., C Como Programar. 6ª ed., Pearson, 2011.
ALBANO, R. S.; ALBANO S. G. Programação em linguagem C. São Paulo: Ciência Moderna,
2010.

Disciplina: ESTATÍSTICA GERAL
C. H. teórica: 54h

C. H. prática: 18h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Conceitos iniciais. População e amostra. Variáveis. Estatística descritiva. Tabelas.
Gráficos. Distribuição de freqüências para variáveis contínuas e discretas. Medidas de posição:
média aritmética, moda, mediana. Separatrizes. Medidas de dispersão. Probabilidade.
Distribuição Binomial, Distribuição de Poison, Distribuição Normal. Correlação e regressão
linear simples. Inferência. Testes de hipóteses. Análise de variância.

Bibliografia:
Básica:
BUSSAB, W. O.; MORETIM, P. A. Estatística Básica. 8ª ed. São Paulo: Saraiva, 2014.

76

MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C. Estatística Aplicada e Probabilidade para
Engenheiros. 6ª ed. LTC, 2016.
PIMENTEL-GOMES, F. Curso de Estatística Experimental. 15ª ed. Editora FEALQ, 2009.
Complementar:
TRIOLA, M. F. Introdução à Estatística. 11ª ed. LTC, 2013.
MORETTIN, P. Estatística Básica. 8ª ed. São Paulo: Saraiva. 2014. 568p.
BELORIZKY, E. Probabilidades e Estatísticas nas Ciências Experimentais Metodologias. 1ª ed.
Porto Editora, 2007. 128p.
COCHRAN, W. G.; COX, G. M. Experimental design. 2ª ed. London: John Wiley & Sons, 1992,
640p.
FÁVERO, L.; FÁVERO, P. Modelos de Regressão com EXCEL, STATA e SPSS. 1ª ed.
Elsevier, 2015, 520p.

Disciplina: INTRODUÇÃO À CIÊNCIAS DOS MATERIAIS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Química Geral

Ementa: Introdução à Ciências dos Materiais. Estrutura cristalina. Defeitos da estrutura
cristalina. Propriedades físicas e mecânicas dos materiais. Microestrutura dos materiais.
Polímeros orgânicos. Materiais metálicos. Materiais cerâmicos. Materiais compostos.

Bibliografia:
Básica:
CALLISTER, W. D.; RETHWISCH, D. G. Ciência e Engenharia de Materiais - Uma Introdução.

77

9ª ed. LTC, 2016.
SMITH, W. F. Fundamentos de Engenharia e Ciências Dos Materiais. 5ª ed. Porto Alegre: Mc
Graw Hill/ Bookman, 2012, 734p.
SHACKELFORD, J. F. Ciências dos Materiais. 6ª ed. São Paulo: Pearson, 2008, 576p.
Complementar:
ASKELAND, D. R.; WRIGHT, J. W. Ciência e Engenharia dos Materiais. Trad. da 3ª ed. norteamericana. São Paulo: Cengage Learning, 2014, 672p.
PADILHA, A. F. Materiais de Engenharia: microestrutura. São Paulo: Hemus, 1997, 352p.
VAN VLACK, L. H. Princípios de Ciência dos Materiais. 12ª ed. São Paulo: Ed. Blucher, 1998,
427p.
BRIAN, S. M. An Introduction to Materials Engineering and Science: for chemical and materials
engineers. New York: John Wiley & Sons, 2004.
NEWELL, J. A. Fundamentos da Moderna Engenharia e Ciência dos Materiais. 1ª ed. LTC,
2010.

Disciplina: METODOLOGIA DA PESQUISA
C. H. teórica: 24h

C. H. prática: 12h

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: N/A

Ementa: O conceito de ciência. O conhecimento científico. Relações entre ciência, tecnologia e
sociedade. Planejamento da pesquisa científica. A importância do projeto de pesquisa. Estrutura
básica do projeto de pesquisa.

Bibliografia:

78

Básica:
ANDRADE, M. M. de. Introdução à metodologia do trabalho científico. 10ª ed. São Paulo:
Atlas, 2010.
MARTINS, G. A. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 3ª ed. São Paulo:
Atlas, 2002.
MATIAS-PEREIRA, J. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica. 4ª ed. São Paulo: Atlas,
2016.
Complementar:
MEDEIROS, J. B. Manual de Elaboração de Referências Bibliográficas. São Paulo: Atlas, 2006.
BASTOS, L. R.; PAIXÃO, L.; FERNANDES, L. M.; DELUIZ, N. Manual para Elaboração de
Projetos e Relatórios de Pesquisas, Teses, Dissertações, Monografias. 6ª ed. LTC, 2003.
ANDRADE, M. M. de; MEDEIROS, J. B. Manual de elaboração de referências bibliográficas.
São Paulo: Atlas, 2001.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia científica: ciência e conhecimento científico,
métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2011.
MARTINS, G. A. Estudo de caso: uma estratégia de Pesquisa. São Paulo: Atlas, 2006.

3º PERÍODO
Disciplina: CIÊNCIAS DO AMBIENTE E MANEJO DE RECURSOS NATURAIS
C. H. teórica: 24h

C. H. prática: 12h

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Conceitos preliminares. Bases teóricas da recuperação e manejo de ecossistemas.
Técnicas de recuperação de ecossistemas aquáticos e terrestres. Ecotecnologia. Manejo de

79

Ecossistemas. Recuperação de áreas degradadas urbanas, de exploração mineral e de exploração
agrícola.

Bibliografia:
Básica:
GUREVITCH, J.; SCHEINER, S. M.; FOX, G. A. Ecologia Vegetal. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed
Editora S.A., 2009.
MILLER, G.T.; SPOOLMAN, S.E. Ciência Ambiental. 2ª ed. São Paulo: Cengage Learning
Edições Ltda, 2015.
RICKLEFS, R. E. A economia da Natureza. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
Complementar:
BEGON, M.; HARPER, J.; TOWNSEND, C.R. Ecologia: de indivíduos e ecossistemas. 4ª ed.
Porto Alegre: Artmed, 2008.
MORÁN, E. F. A Ecologia Humana das Populações da Amazônia. Petrópolis: Vozes. 1990.
TOWNSEND, C. R.; BEGON, M.; HARPER, J. L. Fundamentos em Ecologia. 3ª ed. Porto
Alegre: Artmed, 2010.
DUBOIS, J. C. L.; VIANA, V. M.; ANDERSON, A. B. ANDERSON. Manual Agroflorestal
para a Amazônia. Rio de Janeiro: REBRAF, 1996.
PRIMAVESI, A. Agroecologia: Ecosfera, Tecnosfera e a Agricultura. São Paulo: Nobel, 1997.

Disciplina: FÍSICA II
C. H. teórica: 60h

C. H. prática: 12h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Física I e

80

Laboratório de Física I
Ementa: Fluidos. Temodinâmica e teoria cinética dos gases. Movimento oscilatório. Ondas.
Gravitação.

Bibliografia:
Básica :
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física: gravitação, ondas e
termodinâmica. Vol. 2. 10ª ed. LTC, 2016.
MOSCA, G; TIPLER, P. Física para Cientistas e Engenheiros. v.1. 6ª ed. LTC, 2009.
JEWETT JR, J. W.; SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros: oscilações, ondas e
termodinâmica. vol. 1. trad. da 8ª ed. norte-americana. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
Complementar:
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: fluidos, oscilações e ondas. vol. 2. 5ª ed. São
Paulo: Edgard Blucher, 2013.
HEWITT, P. G. Física Conceitual. 12ª ed. São Paulo: Bookman, 2015.
YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física II. Termodinâmica e Ondas. vol. 2. 12ª ed São
Paulo: Ed. Pearson, 2008.
KRANE, K. S. Física II. vol. 2. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
CHAVES, A.; SAMPAIO J. F. Gravitação, Fluidos, Ondas e Termodinâmica . 1ª ed. vol. 2. Rio
de Janeiro: LTC/LAB, 2007.

81

Disciplina: MECÂNICA DOS SÓLIDOS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo II /
Álgebra Linear/ Geometria
Analítica

Ementa: Objetivos da mecânica dos sólidos rígidos e deformáveis. Estática dos pontos materiais.
Estática dos corpos rígidos. Características geométricas dos corpos.

Bibliografia:
Básica:
HIBBELER, R. C. Estática: Mecânica para Engenharia. 12a ed. São Paulo: Pearson PrenticeHall, 2011.
HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 7a ed. São Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2010.
BEER, F. P., JOHNSTON, E. R., EISENBERG, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros Estática. 9a ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
GERE, J. M.; GOODNO, B. J. Mecânica dos Materiais. 7a ed. São Paulo: Cengage, 2011.
Complementar:
HIBBELER, R. C. Análise das Estruturas. 8a ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013.
MARTHA, L. F. Análise de Estruturas - Conceitos e Métodos Básicos. Rio de Janeiro:
Campus/Elsevier, 2010.
MERIAN, J. L.; KRAIGE, L. G. Mecânica Estática. 5ª ed. Ed. LTC, 2004.
GILBERT, A. M; LEET, K. M.; UANG, C. M. Fundamentos da Análise Estrutural. 3ª ed. São
Paulo: McGraw Hill, 2009.

82

BEER, F. P., JOHNSTON, E. R., DEWOLF, J. T. Resistência dos Materiais. 4a ed. São Paulo:
McGraw-Hill, 2006.

Disciplina: CÁLCULO III
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo II

Ementa: Curvas Parametrizadas. Comprimento de Arco. Curvatura e Torção. Triedro de Frenet.
Funções de várias variáveis. Limite e continuidade. Derivadas parciais. Aplicações
diferenciáveis. Matriz Jacobiana. Derivadas direcionais. Gradiente. Regra da cadeia. Funções
implícitas. Funções vetoriais. Teorema da função inversa. Máximos e mínimos. Multiplicadores
de Lagrange. Fórmula de Taylor.

Bibliografia:
Básica:
STEWART, J., Cálculo. vol. 2. trad. da 8ª ed. norte-americana. São Paulo: Editora Cengage
Thomson Learning, 2017.
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. vol. 4. São Paulo: LTC, 2002.
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. vol. 3. São Paulo: LTC, 2002.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. vol 2. 3ª ed. São Paulo: HARBRA, 1994.
Complementar:
FLEMMING, D. M.; GONCALVES M. B. Cálculo B - Funções de Várias Variáveis, Integrais
Múltiplas, Integrais Curvilíneas e de Superfície. 2ª ed., São Paulo: Editora Pearson, 2007.
HOFFMANN, L. D.; BRADLEY, G. L.; SOBECK; PRICE. Cálculo: um curso moderno e suas

83

aplicações. 11ª ed. LTC, 2015.
GIORDANO, W. H e THOMAS, G. B., Cálculo. vol. 2. 11ª ed. São Paulo: Editora Pearson
Education, 2008.
MUNEM, M. A., FOULIS, D. J. Cálculo. vol. 2. Rio de Janeiro: LTC, 1982.
ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. vol. 2. 8ª ed. Bookman, 2007.

Disciplina: MATERIAIS ELÉTRICOS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Introdução à
Ciências dos Materiais

Ementa: Campos em meios materiais. Propriedades elétricas. Polarização de dielétricos. Perdas
em dielétricos em campos alternados. Propriedades magnéticas. Perdas em materiais magnéticos
em campos alternados. Modelos atômicos. Interpretação atômica das propriedades dos
dielétricos. Polarização espontânea. Relaxação dipolar. Mecanismos de condução e ruptura em
dielétricos. Materiais magnéticos. Magnetização espontânea. Mecanismos de condução em
materiais condutores e semicondutores. Aplicações práticas de materiais usados em Engenharia
Elétrica.

Bibliografia:
Básica:
SCHIMIDT, V. Materiais Elétricos: Isolantes e Magnéticos. vol. 1. 3ª ed. Edgard Blucher, 2010.
SCHIMIDT, V. Materiais Elétricos: Condutores e Semicondutores. vol. 2 - 3ª edição. Edgard
Blucher, 2011.

84

CALLISTER JR. W.D. Fundamentos da Ciência e Engenharia de Materiais, 2ª ed. LTC, 2006.
Complementar:
JILES, D. Introduction to magnetism and magnetic materials. CRC press, 2015.
ALMEIDA, J. L. A., Dispositivos semicondutores, ÉRICA, 2012.
SCHIMIDT, W. Materiais Elétricos – Aplicações. vol. 3. Ed. Blucher, 2011.
COEY, J. M. D. Magnetism and magnetic materials. Cambridge University Press, 2010.
AGRAWAL, G. P. Fiber-Optic Communication Systems. 1. ed. John Wiley, 2010.

Disciplina: CIRCUITOS LÓGICOS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Sistemas de numeração e códigos binários. Aritmética binária. Portas lógicas. Álgebra
de Boole. Análise e síntese de circuitos combinacionais. Análise e síntese de circuitos
sequenciais. Conceitos de projeto de sistemas digitais com circuitos universais.

Bibliografia:
Básica:
TOCCI, R. J.; WIDMER, N. S.; MOSS, G. L. Sistemas Digitais: Princípios e Aplicações. 11ª ed.
São Paulo: Pearson, 2011.
IDIOETA, I. V., CAPUANO, F. G. Elementos de Eletrônica Digital. 38ª ed. São Paulo: Érica,
2006.
D'AMORE, Roberto. VHDL: Descrição e Síntese de Circuitos Digitais. 2ª ed. Rio de Janeiro:

85

LTC, 2012.
Complementar:
FLOYD, T. L. Sistemas Digitais: Fundamentos e Aplicações. 9ª ed. Porto Alegre: Bookman,
2007.
COSTA, C.; MESQUITA, L.; PINHEIRO, E. Elementos de Lógica Programável com VHDL e
DSP: Teoria e Prática. Érica, 2011.
UYEMURA, J. Sistemas Digitais – Uma Abordagem Integrada. 1ª ed. Thomson Pioneira, 2002.
CARRO, L. Projeto e Prototipação de Sistemas Digitais. Editora da UFRGS, 2001.
PEDRONI, V. A. Eletrônica Digital Moderna e VHDL. 1ª ed. Campus, 2010.
Capuano, F. G. Sistemas Digitais - Circuitos Combinacionais e Sequenciais - Série Eixos, Erika,
2014.

Disciplina: LABORATÓRIO DE CIRCUITOS LÓGICOS
C. H. teórica: 0h

C. H. prática: 36h

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Uso de portas lógicas. Circuitos combinacionais. Flip-Flops. Circuitos sequenciais.
Multiplexação e Demultiplexação. Codificação e Decodificação. Registradores de Deslocamento.

Bibliografia:
Básica:
TOCCI, R. J.; WIDMER, N. S.; MOSS, G. L. Sistemas Digitais: Princípios e Aplicações. 11ª ed.
São Paulo: Pearson, 2011.
IDIOETA, I. V.; CAPUANO, F. G. Elementos de Eletrônica Digital. 38ª ed. São Paulo: Érica,

86

2006.
D'AMORE, Roberto. VHDL: Descrição e Síntese de Circuitos Digitais. 2ª ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2012.
Complementar:
FLOYD, T. L. Sistemas Digitais: Fundamentos e Aplicações. 9ª ed. Porto Alegre: Bookman,
2007.
COSTA, C.; MESQUITA, L.; PINHEIRO, E. Elementos de Lógica Programável com VHDL e
DSP: Teoria e Prática. Érica, 2011.
UYEMURA, J. Sistemas Digitais – Uma Abordagem Integrada. 1ª ed. Thomson Pioneira, 2002.
CARRO, L. Projeto e Prototipação de Sistemas Digitais. Editora da UFRGS, 2001.
PEDRONI, V. A. Eletrônica Digital Moderna e VHDL. 1ª ed. Campus, 2010.
Capuano, F. G. Sistemas Digitais - Circuitos Combinacionais e Sequenciais - Série Eixos, Erika,
2014.

4º PERÍODO
Disciplina: FÍSICA III
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Física II e
Laboratório de Física II

Ementa: Eletricidade: Carga elétrica e campo elétrico; Potencial elétrico; Capacitância e
dielétricos; Corrente elétrica e circuitos elétricos; Resistência e força eletromotriz.
Eletromagnetismo: Campo magnético e força magnética; Indução eletromagnética.

87

Bibliografia:
Básica :
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física: eletromagnetismo. v.3.
10ª ed. LTC, 2016.
TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol. 3. 6ª ed. LTC, 2009.
JEWETT JR, J. W.; SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros: eletricidade e
magnetismo. vol. 3. trad. da 8ª ed. norte-americana. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
Complementar:
SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física III:
eletromagnetismo. vol. 3. 14ª ed. São Paulo: Ed. Pearson, 2015.
CUTNELL, J. D.; JOHNSON, K. W. Física. vol. 3. 6ª ed. LCT, 2006.
CHAVES, A. Física Básica: eletromagnetismo. 1ª ed. LTC, 2007.
USSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: Eletromagnetismo. vol. 3. 5ª ed. São Paulo:
Edgard Blucher, 2013.
CHAVES, A. Física Básica: eletromagnetismo. 1ª ed. LTC, 2007.

Disciplina: LABORATÓRIO DE FÍSICA III
C. H. teórica: 0h

C. H. prática: 36h

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: Física II e
Laboratório de Física II

Ementa: Experiências de laboratório sobre instrumentos de medidas elétricas, montagem e
análise de circuitos com corrente contínua e alternada, cargas estacionárias e potencial elétrico,
campo magnético.

88

Bibliografia:
Básica:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física III. 5ª ed. São Paulo: LTC, 2002.
KELLER, F. J.; GETTYS, W. E.; SKOVE, M. J. Física III. São Paulo: Makron Books, 1997.
YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física III: Eletromagnetismo. 12ª ed. São Paulo: Addison
Wesley, 2009.
Complementar:
SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física III:
eletromagnetismo. vol. 3. 14ª ed. São Paulo: Ed. Pearson, 2015.
CUTNELL, J. D.; JOHNSON, K. W. Física. vol. 3. 6ª ed. LCT, 2006.
CHAVES, A. Física Básica: eletromagnetismo. 1ª ed. LTC, 2007.
USSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: Eletromagnetismo. vol. 3. 5ª ed. São Paulo:
Edgard Blucher, 2013.
CHAVES, A. Física Básica: eletromagnetismo. 1ª ed. LTC, 2007.

Disciplina: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Mecânica dos
Sólidos

Ementa: Redução de sistemas de forças a um ponto. Cálculo de reações de apoio em estruturas
isostáticas. Determinação de esforços simples. Traçado de diagramas para estruturas isostáticas.
Tração e compressão. Flexão pura e simples. Flexão assimétrica e composta com tração ou

89

compressão. Cisalhamento. Ligações parafusadas e soldadas. Torção simples.

Bibliografia:
Básica:
BEER, F. P.; JOHNSTON JR., Elwood Russell. Resistência dos materiais. 3. ed. São Paulo:
Pearson Makron Books, 2008.
HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 7ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
TIMOSHENKO, S. P. Resistência dos materiais. Rio de Janeiro: Livros técnicos e científicos,
1976.
Complementar:
HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 7a ed. São Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2010.
HITTIG, A. Manual de engenharia industrial: resistência dos materiais. São Paulo: Global, 1986.
SILVA, V. D. Mecânica e Resistência dos Materiais. 4ª ed. Coimbra: Editora Zuari, 2013.
NASH, W. A. Resistência dos Materiais – Coleção Schaum. 5ª ed. Bookman, 2014.
NASH, W. S. Resistência dos materiais: resumo da teoria, problemas resolvidos, problemas
propostos. São Paulo: McGraw-Hill, 1975.

Disciplina: CÁLCULO IV
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo III

Ementa: Integrais múltiplas. Integrais de linha. Campos vetoriais conservativos. Mudança de
variáveis em integrais múltiplas. Superfícies parametrizadas. Integrais de superfície. Teorema de

90

Green. Teorema de Gauss. Teorema de Stoke. Equações diferenciais de primeira e segunda
ordem. Métodos elementares de solução. Equações diferenciais lineares.

Bibliografia:
Básica:
STEWART, J. Cálculo. Vol. 2. São Paulo: Cengage Learning, 2013.
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. vol. 4. São Paulo: LTC, 2002.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. vol 2. 3ª ed. São Paulo: HARBRA, 1994.
BOYCE, W. E.; DIPRIMA, R.C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de
Contorno. 10ª ed. São Paulo: LTC, 2015.
Complementar:
BRONSON, R. B.; COSTA, G. Equações Diferenciais - Coleção Schaum. 3ª ed. Porto Alegre:
Bookman, 2008.
GIORDANO, W. H; THOMAS, G. B., Cálculo. vol. 2. 11ª ed. São Paulo: Editora Pearson
Education, 2008.
HOFFMAN, L. D.; BRADLEY, G. Cálculo – Um Curso Moderno e suas Aplicações. 10ª ed.
LTC, 2010.
FLEMMING, D. M.; GONCALVES M. B. Cálculo B - Funções de Várias Variáveis, Integrais
Múltiplas, Integrais Curvilíneas e de Superfície. 2ª ed. Editora Pearson, 2007.
ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. vol. 2. 8ª ed. Bookman, 2007.

91

Disciplina: ARQUITETURA DE SISTEMAS DIGITAIS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Circuitos
Lógicos e Laboratório de
Circuitos Lógicos

Ementa: Introdução à arquitetura de computadores: elementos (unidade central de
processamento, memória, ULA). Controle Microprogramado. Arquitetura e organização de um
microprocessador. Tratamento de entrada e saída: técnicas, dispositivos de interface e
barramento. Conceitos de sistemas operacionais.

Bibliografia:
Básica:
PATTERSON, D. A. Projeto e Organização de Computadores: A interface Hardware/Software.
3ª ed. São Paulo: Ed. Campus, 2007.
STALLINGS, W. Arquitetura e Organização de Computadores: Projeto para o Desempenho, 5ª
ed., Ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002.
TANENBAUM. A. S. Organização Estruturada de Computadores. Pearson, 2007.
Complementar:
MALVINO, A. P. Microcomputadores e Microprocessadores. McGraw-Hill do Brasil, 1985.
TURNELL, M. F. Q. V. Notas de Aula, DEE-UFPB, 2001.
VAHID, F. Sistemas Digitais: Projeto, Otimização e HDLs. Porto Alegre: Artmed, 2007.
BROWN, S.; VRANESIC, Z. Fundamentals of Digital Logic with VHDL Design. 2ª ed. New
York: McGraw-Hill, 2005.

92

BIGNELL, J; DONAVAN, R. Eletrônica Digital. 1ª ed. Cengage, 2009.
FLOYD, T. Sistemas Digitais: Fundamentos e Aplicações. 9ª ed. Bookman, 2007.
REIS, R. A. L., Concepção de Circuitos integrados. Série Livros didáticos.

Disciplina: VARIÁVEIS COMPLEXAS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo III

Ementa: Números Complexos. Funções analíticas complexas. Representação conforme.
Integração complexa. Método dos Resíduos. Funções harmônicas. Expansão em série de
potências. A função Gamma. A fórmula de Stirling.

Bibliografia:
Básica:
CHURCHILL, R. V. Variáveis Complexas e suas Aplicações. McGraw-Hill.
MEDEIROS, L. A. F. Introdução às Variáveis Complexas. McGraw-Hill.
ÁVILA, G. S. S. Funções de uma Variável Complexa. LTC.
Complementar:
SOARES, M. G. Cálculo em uma Variável Complexa. Coleção Matemática Universitária. IMPA.
MEDEIROS, L. A. Introdução às Funções Complexas, Editora McGraw-Hill do Brasil, 1972.
SPIEGEL, M. R., Variáveis Complexas (Coleção Schaum), Editora McGraw-Hill do Brasil,
1976.

93

AHLFORS, L V., Complex Analysis (Second Edition), McGraw-Hill Book Company, 1966.
ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. 10ª ed. vol. 2. Porto Alegre: Bookman, 2014.
STEWART, James. Cálculo. 7ª ed. vol. 2. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2013.

5º PERÍODO
Disciplina: FENÔMENOS DE TRANSPORTES
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Física II e
Cálculo IV

Ementa: Propriedades dos fluidos e definições. Estática dos fluidos. Conceitos e equações
fundamentais do movimento dos fluidos. Análise dimensional e semelhança dinâmica. Efeitos de
viscosidade. Resistência fluida. Medidores, transferência de calor: escoamento sem atrito com
troca de calor em condutores.

Bibliografia:
Básica:
FOX, R. W.; MCDONALD, A. T.; PRITCHARD, P. J. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 8ª
ed. LTC, 2014.
WHITE, F. M. Mecânica dos Fluidos. 6ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2011, 880p.
ÇENGEL, Y. A.; CIMBALA, J. M. Mecânica dos Fluidos: fundamentos e aplicações. 3ª ed.
McGraw-Hill Interamericana do Brasil Ltda, 2015.
Complementar:

94

BRUNETTI, F. Mecânica dos Fluidos. 2ª ed. rev. – São Paulo: Pearson Prentice Hall. 2008.
LIVI, C. P. Fundamentos de Fenômenos de Transporte. 2ª ed. LTC, 2012, 254 p.
STREETER, V. L. Mecânica dos Fluidos. 9ª ed. Ed. McGraw Hill, 2012.
VIANNA, M. R. Mecânica dos Fluidos para Engenheiros 4ª ed. Imprimatur, Artes Ltda, 2001,
581p.
SILVA, W. P.; SILVA, C. M. D. P. S. Mecânica Experimental para Físicos e Engenheiros. 1ª ed.
João Pessoa: UFPB Editora Universitária, 2000.

Disciplina: CIRCUITOS ELÉTRICOS I
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Física III e
Cálculo IV

Ementa: Leis de Kirchhoff. Elementos de circuitos. Associação de elementos e de circuitos
simples. Análise de pequenos sinais. Circuitos de 1ª e 2ª ordem. Noções de espaço de estados.
Análise de circuitos lineares invariantes. Transformada de Laplace. Função de transferência.

Bibliografia:
Básica:
NILSON, J. W. Circuitos Elétricos. 8ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009, 592p.
ALEXANDER, C. K.; MATTHEW, S. Fundamentos de Circuitos Elétricos. 5ª ed. Porto Alegre:
AMHG, 2013, 874p.
BOYLESTAD, R. L. Introdução à análise de Circuitos Elétricos. 12ª ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2012, 976p.

95

Complementar:
GUSSOW, M. Eletricidade Básica. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman (Coleção Schaum), 2009.
O’ MALLEY, J. Análise de Circuitos. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman (Coleção Schaum), 2014.
IRWIN, J. D. Análise Básica de Circuitos Elétricos para Engenharia. 10ª ed. LTC, 2013.
NAHVI, M. Teoria e Problemas de Circuitos Elétricos. 4ª ed. Porto Alegre: Bookman (Coleção
Schaum), 2005.
ORSINI, Luiz de Queiroz, Curso de circuitos elétricos, E. BLÜCHER, 2010.

Disciplina: PROCESSOS ESTOCÁSTICOS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Estatística Geral

Ementa: Conceitos básicos de processos estocásticos. Processos aleatórios. Processos
estacionários. Processos ergódicos. Funções de correlação, autocorrelação e densidade espectral
de potência. Processamento de sinais aleatórios. Estimação. Processos aleatórios discretos.
Introdução à teoria das filas. Aplicações.

Bibliografia:
Básica:
YATES, R. D.; GOODMAN, D. J. Probabilidade e Processos Estocásticos. 3ª ed. LTC, 2017.
ROSS, S. M. Introduction to Probability Model. 10ª ed. New York: Academic Press, 2003.
Leon-Garcia, A. Probability, Statistics, and Random Processes for Electrical Engineering, 3a.
Ed., Pearson Prentice-Hall, 2008.

96

Complementar:
KARLIN, S.; TAYLOR, H. M. An Introduction to Stochastic Modeling, 3ª ed., Academic Press,
1998.
PAPOULIS, A. Probability, Random Variables and Stochastic Processes. 3ª ed., Singapore:
Mcgrawhill, 1991.
VINIOTIS, Y. Probability and Random Processes for Electrical Engineering. Mcgrawhill,
2ª ed., New York, 1998.
MEYER, P. L. Probabilidade, Aplicações a Estatística. Livros técnicos e científicos editora
S.A., segunda edição, Rio de Janeiro, 1993.
ALENCAR, M. S. Probabilidade e Processos Estocásticos, Editora Érica, 1ª ed., São Paulo, 2009.

Disciplina: CÁLCULO NUMÉRICO
C. H. teórica: 36h

C. H. prática: 36h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo IV e
Álgebra Linear e Introdução à
Computação

Ementa: Sistemas numéricos e erros. Raízes de funções a uma variável. Solução de sistemas de
equações lineares. Interpolação e aproximação. Integração numérica. Diferenciação numérica.

Bibliografia:
Básica:
GILAT, A.; SUBRAMANIAM, V. Métodos numéricos para engenheiros e cientistas: uma
introdução com aplicações usando o MATLAB. Porto Alegre: Bookman, 2008.
CHAPRA, S. C.; CANALE, R. P. Métodos Numéricos para Engenharia. 12ª ed. Porto Alegre:

97

McGraw-Hill, 2008.
SPERANDIO, D.; MENDES, J. T.; MONKEN E SILVA, L. H. Cálculo Numérico. 2ª ed. São
Paulo: Pearson - Prentice Hall, 2015.
Complementar:
FRANCO, N. B. Cálculo Numérico. São Paulo: Pearson - Prentice Hall, 2007.
RUGGIERO, M. A. G.; LOPES, V. L. R. Cálculo Numérico: aspectos teóricos e computacionais.
2ª ed. Makron Books, 1996.
BURIAN, R.; DE LIMA, A. C.; HETEM JÚNIOR, A. Cálculo Numérico. LTC, 2007.
PAZ, A. P.; TÁRCIA, J. H. M.; PUGA, L. Z. Cálculo Numérico. 2ª ed. LCTE, 2012.
SANTOS, J. D.; DA SILVA, Z. C. Métodos Numéricos. 3ª ed. Recife: Ed. Universitária, 2010.

Disciplina: ANÁLISE DE SINAIS E SISTEMAS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Variáveis
Complexas e Cálculo IV

Ementa: Sinais e Sistemas discretos. Transformada discreta de Fourier. Transformada rápida de
Fourier. Algoritmos e implementação da FFT. Processamento no domínio da frequência com
FFT. Projeto de filtros digitais FIR e IIR. Implementação de filtros digitais. Processadores
digitais de sinais. VLSI para processamento digital de sinais. Introdução ao processamento digital
de imagens.

Bibliografia:
Básica:

98

OPPENHEIM, A. V.; WILLSKY, A. S. Sinais e sistemas. 2ª ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2010.
LATHI, B. P. Sinais e sistemas lineares. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
ROBERTS, M. J. Fundamentos em sinais e sistemas. São Paulo: McGraw-Hill, 2009.

Complementar:
OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 5ª ed. São Paulo: Prentice Hall, 2012.
HSU, H. P. Sinais e Sistemas. 1ª ed. Bookman (Coleção Schaum), 2004.
DORF, R. C. Sistemas de Controle Modernos. 11ª ed. LTC, 2009.
HAYKIN, S.; MOHER, M. Sistemas de Comunicação. 5ª ed. Bookman, 2011.
NISE, Norman S. Engenharia de Sistemas de Controle, 6ª Ed., LTC, 2012.

Disciplina: ELETROMAGNETISMO I
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Física III e
Laboratório de Física III

Ementa: Campo eletrostático. Lei de Coulomb e campo elétrico estático. Densidade de fluxo
elétrico e lei de Gauss. Potencial elétrico escalar estático. Densidade de energia armazenada no
campo elétrico. Materiais condutores. Materiais dielétricos. Resistência. Capacitância. Equações
de Poisson e de Laplace. Condições de contorno elétricas. Campo magnetostático. Lei de BiotSavart. Densidade de fluxo magnético e Lei da Àmpere. Potenciais magnéticos estáticos,
vetoriais e escalares. Forças e torques de origem magnética. Polarização magnética.
Ferromagnetismo. Condições de contorno magnéticas. O circuito magnético. Densidade de
energia armazenada no campo magnético. Forças em materiais magnéticos. Indutâncias próprias

99

e mútua.

Bibliografia:
Básica:
SADIKU, Matthew. N. O. Elementos de Eletromagnetismo. 5ª ed.; editora Bookman, 2012.
ISBN 9788540701502.
MACHADO. K. Daum. Eletromagnetismo. Vol. 1, 2. Editora: Toda Palavra editora, 2012. ISBN:
9788562450280.
GRIFFITHS, David J. Introduction to Electrodynamics. 4 ª edição. Editora Pearson (importados)
New International, 2014. ISBN: 9781292021423.
Complementar:
CARDOSO, José Roberto. Engenharia Eletromagnética. Rio de janeiro: Elsevier, 2011.
RIBEIRO, José A. J. Engenharia de Microondas. São Paulo: Érica, 2008.
BASTOS, João Pedro A. Eletromagnetismo para Engenharia: Estática e Quase-Estática. 2ª ed.,
Florianópolis: Editora da UFSC, 2008..
Lorrain, Paull.; CORSON. D. R. Electromagnetism: principles and applications, W.H. Freeman,
1990.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica 3 – Eletromagnetismo. 2ª ed. São Paulo: Edgard
Blücher, 2015.

6º PERÍODO
Disciplina: CONVERSÃO ELETROMECÂNICA
C. H. teórica: 56 h

C. H. prática: 16 h

C. H. total: 72 h

C. H. semanal: 4 h

100

Pré-requisito: Circuitos
Elétricos I
Ementa: Materiais magnéticos: estudo, classificação e fenômenos físicos associados. Estruturas
eletromagnéticas com e sem entreferro: modelos de estudo, analogia e equivalência.
Acoplamento magnético. O transformador ideal. O transformador real: estudo em vazio e em
carga, regulação, rendimento. Transformadores trifásicos. A transformação da energia elétrica em
movimento. O balanço de energia. Conversores translacionais. Conversores rotativos: tipo anel e
tipo comutador.
Bibliografia:
Básica:
FITZGERALD, A. E.; KINGSLEY, C; UMANS, S. D. Máquinas elétricas com introdução à
eletrônica de potência. 6ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
KOSOW, I. L. Máquinas elétricas e transformadores. 15ª ed. São Paulo: Editora Globo S.A.,
2005.
DEL TORO, V. Fundamentos de Máquinas Elétricas. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil
Ltda., 1994.
Complementar:
UMANS, S. D. Máquinas Elétricas de Fitzgerald e Kingsley. 7ª ed. Porto Alegre: Amgh, 2014.
POPPIUS, E. B. Fundamentos de eletromecânica. 1ª ed. São Paulo: Jaguatirica, 2012.
PINTO, J. R. Conversão Eletromecânica de Energia. 1ª ed. São Paulo: Biblioteca24horas, 2011.
DO NASCIMENTO, G. C. Máquinas elétricas: teoria e ensaios. 1ª ed. São Paulo: Érica, 2006.
SIMONE, G. A.; CREPPE, R. C. Conversão Eletromecânica de Energia. 1ª ed. São Paulo: Érica,
1999.

Disciplina: CIRCUITOS ELÉTRICOS II
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Circuitos
Elétricos I

101

Ementa: Fasores. Diagrama Fasorial. Análise do regime senoidal. Resposta em frequência.
Circuitos acoplados, fontes controladas e amplificador operacional. Teoria dos grafos.
Quadripolos. Teoremas de redes.

Bibliografia:
Básica:
NILSSON, J. W.; RIEDEL, S. A. Circuitos elétricos. 8ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2009.
LATHI, B. P. Sinais e sistemas lineares. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
DORF, R. C.; SVOBODA, J. A. Introdução aos circuitos elétricos. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
Complementar:
JOHNSON, D. E.; HILBURN, J. L.; JOHNSON, J. R. Fundamentos de análise de circuitos
elétricos. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
ORSINI, L. Q; CONSONNI, Denise. Curso de circuitos elétricos. 2ª ed. São Paulo: Edgar
Blücher, 2004.
GUSSOW, M. Eletricidade Básica. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman (Coleção Schaum), 2009.
O’ MALLEY, J. Análise de Circuitos. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman (Coleção Schaum), 2014.
IRWIN, J. D. Análise Básica de Circuitos Elétricos para Engenharia. 10ª ed. LTC, 2013.
NAHVI, M. Teoria e Problemas de Circuitos Elétricos. 4ª ed. Porto Alegre: Bookman (Coleção
Schaum), 2005.

Disciplina: LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS
C. H. teórica: 0h

C. H. prática: 36h

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h

102

Pré-requisito: Circuitos
Elétricos I
Ementa: Medidas de grandezas de corrente contínua. Circuitos série e paralelo. Medidas de
grandezas de corrente alternada.
Bibliografia:
Básica:
BOYLESTAD, R. L. Introdução à análise de circuitos. 12ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2012.
IRWIN, J. D. Análise de Circuitos em Engenharia. São Paulo: Pearson Prentice Hall.
NILSSON, J. W.; RIEDEL, S. A. Circuitos Elétricos. 10ª ed. Rio de Janeiro: Pearson Prentice
Hall, 2009.
Complementar:
MARIOTTO, P. A. Circuitos Elétricos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2003.
JOHNSON, D.; HILBURN, J. Fundamentos de Análise de Circuitos Elétricos. 4ª ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2000.
Manuais de fabricantes de Componentes.
Manuais de equipamentos e kits.
ORSINI, L. Q; CONSONNI, Denise. Curso de circuitos elétricos. 2ª ed. São Paulo: Edgar
Blücher, 2004.
GUSSOW, M. Eletricidade Básica. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman (Coleção Schaum), 2009.
O’ MALLEY, J. Análise de Circuitos. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman (Coleção Schaum), 2014.
NAHVI, M. Teoria e Problemas de Circuitos Elétricos. 4ª ed. Porto Alegre: Bookman (Coleção
Schaum), 2005.

103

Disciplina: ONDAS E LINHAS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:
Eletrogmanetismo

Ementa: Campos variáveis no tempo e as equações de Maxwell. Campos quase estáticos.
Equação da onda nos domínios do tempo e da frequência. Onda plana uniforme. Teoria dos
potenciais. Condições de contorno. Teorema de Poynting. Polarização de uma onda plana
uniforme. Reflexão e refração em interfaces materiais. Solução TEM da equação de onda.
Equação do telegrafista. Parâmetros distribuídos de uma linha de transmissão. Linhas sem
perdas. Linhas sem distorção. Linhas com perdas. Impedância e admitância de uma linha de
transmissão. Reflexão e transmissão. Ondas estacionárias. Casamento de impedâncias. Carta de
Smith.

Bibliografia:
Básica:
HAYT JR. W.H. Eletromagnetismo. Mcgraw Hill, 2013.
SADIKU, M. N. O. Elementos de eletromagnetismo. Porto Alegre: Bookman, 2012.
WENTWORTH, S. M. Eletromagnetismo aplicado: abordagem antecipada das linhas de
transmissão. Porto Alegre: Bookman, 2009.
Complementar:
GRIFFITHS, D. J. Eletrodinâmica. 3ª ed. São Paulo: Pearson, 2011.
PAUL, C. R. Eletromagnetismo para engenheiros: com aplicações a sistemas digitais e
interferência eletromagnética. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
ALENCAR, M. S.; QUEIROZ, W. J. L. Ondas Eletromagnéticas e Teoria de Antenas. 1ª. ed.

104

Érica, 2010.
TOLEDO, A. P. Redes de acesso em telecomunicações: metálicas, ópticas, HFC, estruturadas
wireless, XDSL, WAP, IP, satélites. São Paulo: Makron Books, 2001.
TAROUCO, L. M. R. Redes de comunicação de dados. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1977.

Disciplina: CONTROLE ANALÓGICO
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Análise de Sinais
e Sistemas

Ementa: Introdução à teoria de controle. Representação matemática de sistemas lineares.
Comportamento dinâmico de sistemas lineares. Propriedades de sistemas de controle. Técnicas
de análise de sistemas de controle. Técnicas de síntese de sistemas de controle.

Bibliografia:
Básica:
DORF, R. C.; BISHOP, R. H. Sistemas de controle modernos. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
OGATA, K. Engenharia de controle moderno. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
NISE, N. S. Engenharia de sistemas e controle. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
Complementar:
HANSELMAN, D.; LITTLEFIELD, B. Matlab 6: curso completo. São Paulo: Prentice Hall,
2003.
CAPELLI, A. Automação industrial: controle do movimento e processos contínuos. 2ª ed. São

105

Paulo: Érica, 2008.
HEMERLY, E. M. Controle por Computador de Sistemas Dinâmicos. São Paulo: Edgard
Blücher, 2000.
LEONARDI, F.; MAYA, P. Controle essencial. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.
KUO, B. C.; GOLNARAGHI, F., Sistemas de Controle Automático, 9ª ed., LTC, 2012.

Disciplina: DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Circuitos
Elétricos I e Laboratório de
Circuitos Elétricos

Ementa: Física e propriedades de semicondutores. Junção PN. Estudo das características de
diodos de junção. Transistor bipolar e transistor efeito de campo. Tecnologia e fabricação.
Características dos amplificadores: ganho, eficiência, distorção, ruído, resposta em frequência,
impedância de entrada e saída, configurações e estabilidade. Implementações de portas lógicas.
Flip-Flops e memórias.

Bibliografia:
Básica:
BOYLESTAD, R. L. NASHELSKY L. Dispositivos eletrônicos: e teoria de circuitos. 11.ed. São
Paulo: McGraw-Hill, 2013.
MALVINO, A. Eletrônica. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2007.
MALVINO, A. Eletrônica. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2007.

106

SEDRA, A. S; SMITH, Kenneth C. Microeletrônica. 5.ed. São Paulo: Pearson, 2007.
Complementar:
PERTENCE Jr., A. Eletrônica analógica: amplificadores operacionais e filtros ativos. 7ª ed. rev. e
ampl. Porto Alegre: Tekne, 2012.
CIPELLI, A. M. V; MARKUS, O. Teoria e desenvolvimento de projetos de circuitos eletrônicos.
23ª ed. São Paulo: Érica, 2007.
BOYLESTAD, N. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos. Pearson, 2012
RAZAVI, Behzad, Fundamentos de microeletrônica, LTC, 2010.
TURNER, L. W., Circuitos e dispositivos eletrônicos, HEMUS, 2004.

7º PERÍODO
Disciplina: SISTEMAS ELÉTRICOS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Circuitos
Elétricos I e Laboratório de
Circuitos Elétricos

Ementa: Circuitos trifásicos equilibrados e desequilibrados. Medição de potência em circuitos
trifásicos. Valores por unidade. Curto-Circuito: curto-circuito trifásico simétrico, componentes
simétricos, curto-circuito assimétrico.

Bibliografia:
Básica:

107

STEVENSON, W. D. Elementos de Análise de Sistemas de Potência. 2ª ed. McGraw-Hill, 1986.
NILSSON, J. W.; RIEDEL. S. A. Circuitos elétricos. 8ª ed. Pearson: Prentice Hall, 2009.
OLIVEIRA, C. C.; SCHMIDT, H. P.; KAGAN, N.; ROBBA, E. J. Introdução aos Sistemas
Elétricos de Potência. 2ª ed. Editora Blucher.
Complementar:
ZANETTA, L. C. Fundamentos de Sistemas Elétricos de Potência. São Paulo: Ed. Livraria da
Física, 2005.
GLOVER, J. D; SARMA, M. S.; OVERBYE, T. Power System Analysis and Design. 5ª ed.
2011.
PINTO, M. O. Energia Elétrica - Geração, Transmissão e Sistemas Interligados. 2013.
SCHLABBACH, J.; ROFALSKI, K. H. Power System Engineering: Planning, Design and
Operation of Power Systems and Equipment. 1ª ed. John Wiley Professional, 2008.
GONEN, T. Electrical Power Transmission System Engineering. 2ª ed. CRC Press, 2007.

Disciplina: MÁQUINAS ELÉTRICAS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Conversão
eletromecânica

Ementa: Máquinas síncronas: estudo em regime permanente das estruturas a rotores liso e
saliente, características funcionais e ensaios. Máquinas assíncronas: escorregamento, modos de
funcionamento, rotores típicos e aplicações. Máquinas de corrente contínua: comutação,
características operacionais e aplicações típicas.

108

Bibliografia:
Básica:
FIRTZGERALD, A. E.; KINGSLEY, C. Jr.; UMANS, S.D. Máquinas elétricas com introdução à
eletrônica de potência. 6ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
DEL TORO, Vi. Fundamentos de Máquinas Elétricas. 1ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1994.
KOSOW, I. L. Máquinas elétricas e transformadores. 15ª ed. São Paulo: Globo, 2005.
Complementar:
NASCIMENTO Jr., G. C. Máquinas elétricas: teoria e ensaios. 4ª ed. rev. São Paulo: Érica, 2012.
BIM, Ed. Máquinas elétricas e acionamento. 1ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
JORDÃO, R. G. Transformadores, 1ª ed. Edgard Blucher, 2002.
KOSOV, Irving L. Máquinas elétricas e transformadores. Porto Alegre: Globo, 2000
FALCONE, A. G. Eletromecânica - Máquinas Elétricas Rotativas. vol. 2. Edgard Blucher, 1979.

Disciplina: LABORATÓRIO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS
C. H. teórica: 0h

C. H. prática: 36h

C. H. total: 0h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: Conversão
eletromecânica

Ementa: Experimentos laboratoriais sobre: Transformadores Elétricos, Geradores Elétricos e
Motores Elétricos.

Bibliografia:

109

Básica:
NASCIMENTO Jr., G. C. Máquinas elétricas: teoria e ensaios. 4ª ed. rev. São Paulo: Érica, 2012.
FIRTZGERALD, A. E.; KINGSLEY, C. Jr.; UMANS, S.D.. Máquinas elétricas com introdução
à eletrônica de potência. 6ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
DEL TORO, Vi. Fundamentos de Máquinas Elétricas. 1ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1994.
Complementar:
NASCIMENTO Jr., G. C. Máquinas elétricas: teoria e ensaios. 4ª ed. rev. São Paulo: Érica, 2012.
BIM, Ed. Máquinas elétricas e acionamento. 1ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
JORDÃO, R. G. Transformadores, 1ª ed. Edgard Blucher, 2002.
KOSOV, Irving L. Máquinas elétricas e transformadores. Porto Alegre : Globo, 2000
FALCONE, A. G. Eletromecânica - Máquinas Elétricas Rotativas. vol. 2. Edgard Blucher, 1979.

Disciplina: PRINCÍPIOS DE COMUNICAÇÕES
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Análise de Sinais
e Sistemas e Processos
Estocásticos

Ementa: Correlação e densidade espectral de potência. Transmissão de sinais. Modulação em
amplitude. Modulação em quadratura. Modulação em fase e frequência. Noções de ruído.

Bibliografia:
Básica:

110

MEDEIROS, J. C. O. Princípios de telecomunicações: teoria e prática. 4ª ed. rev. São Paulo:
Érica, 2014.
SOARES NETO, V. Telecomunicações: sistemas de modulação: uma visão sistêmica. 3.ed. São
Paulo: Érica, 2014.
GOMES, A. T. Telecomunicações: transmissão e recepção AM-FM: sistemas pulsados. 21ª ed.
São Paulo: Érica, 2014.
Complementar:
HAYKIN, S.; MOHER, M. Sistemas de comunicação. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
LATHI, B. P. Modern Digital and Analog Communication Systems, 3ª ed. Oxford.
PROAKIS, J. G. & SALEHI, M. Communication Systems Engineering, 2ª ed. Prentice Hall.
HAYKIN, S.; MOHER, M. Sistemas de Comunicação, 5ª ed. John Wiley & Sons (Bookman),
2011.
HAYKIN, S.; MOHER, M. An Introduction to Analog and Digital Communications, 2ª ed. John
Wiley & Sons, 2006.

Disciplina: CONTROLE DIGITAL
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Controle
Analógico

Ementa: Sistemas de controle e automação. Modelos matemáticos para sistemas e perturbações.
Análise de sistemas discretos no tempo. Implementação por computador de sistemas analógicos.
Projeto de controladores digitais. Otimização. Aspectos práticos. Introdução a sistemas nãolineares. Controladores lógicos programáveis. Sistemas distribuídos de controle digital.

111

Bibliografia:
Básica:
ALVES, J. L. L. Instrumentação, controle e automação de processos. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
OGATA, K. Engenharia de controle moderno. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
NISE, N. S. Engenharia de sistemas e controle. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
Complementar:
BOLTON, W. Instrumentação e controle. São Paulo: Hemus, 1980.
GOODWIN, G. C.; GRAEBE, S. F.; SALGADO, M. E. Control System Design. Pearson, New
York, USA, 2000,
AGUIRRE, L. A. Enciclopédia de Automática. vol. 2. Edgard Blücher, 2007.
HEMERLY, Elder M. Controle por Computador de Sistemas Dinâmicos. São Paulo: Edgard
Blücher, 2000.
LEONARDI, F.; MAYA, P. Controle essencial. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.
KUO, B. C.; GOLNARAGHI, F. Sistemas de Controle Automático, 9ª ed., LTC, 2012.

Disciplina: ELETRÔNICA
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Dispositivos
Eletrônicos

Ementa: Amplificadores operacionais: características, modelos e aplicações. Amplificadores
realimentados: ganho de malha aberta e fechada, sensibilidade e configurações. Geradores de
sinais. Filtros ativos. Circuitos a capacitores chaveados. Multiplexadores analógicos.
Moduladores e demoduladores. Introdução a conversores A/D e D/A. Circuitos temporizadores.

112

Fontes de alimentação.

Bibliografia:
Básica:
BOYLESTAD, R. L. NASHELSKY L. Dispositivos eletrônicos: e teoria de circuitos. 11.ed. São
Paulo: McGraw-Hill, 2013.
MALVINO, A. Eletrônica. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2007.
SEDRA, A. S; SMITH, Kenneth C. Microeletrônica. 5.ed. São Paulo: Pearson, 2007.
Complementar:
PERTENCE Jr., A. Eletrônica analógica: amplificadores operacionais e filtros ativos. 7ª ed. rev. e
ampl. Porto Alegre: Tekne, 2012.
CIPELLI, A. M. V; MARKUS, O. Teoria e desenvolvimento de projetos de circuitos eletrônicos.
23ª ed. São Paulo: Érica, 2007.
RAZAVI, B. Fundamentos de microeletrônica, LTC, 2010.
TURNER, L. W. Circuitos e dispositivos eletrônicos, HEMUS, 2004.
ALMEIDA, J. L. A. Dispositivos semicondutores, ÉRICA, 2012.

Disciplina: LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA
C. H. teórica: 0h

C. H. prática: 36h

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: Dispositivos
Eletrônicos

Ementa: Curva V x I do diodo. Característica V x I do transistor. O transistor como chave como

113

amplificador. Amplificador operacional. Circuitos a diodos, transistores e amplificadores
operacionais.

Bibliografia:
BOYLESTAD, R. L. NASHELSKY L. Dispositivos eletrônicos: e teoria de circuitos. 11.ed. São
Paulo: McGraw-Hill, 2013.
MALVINO, A. Eletrônica. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2007.
MALVINO, A. Eletrônica. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2007.
SEDRA, A. S; SMITH, Kenneth C. Microeletrônica. 5.ed. São Paulo: Pearson, 2007.
Complementar:
PERTENCE Jr., A. Eletrônica analógica: amplificadores operacionais e filtros ativos. 7ª ed. rev. e
ampl. Porto Alegre: Tekne, 2012.
CIPELLI, A. M. V; MARKUS, O. Teoria e desenvolvimento de projetos de circuitos eletrônicos.
23ª ed. São Paulo: Érica, 2007.
RAZAVI, B. Fundamentos de microeletrônica, LTC, 2010.
TURNER, L. W. Circuitos e dispositivos eletrônicos, HEMUS, 2004.
ALMEIDA, J. L. A. Dispositivos semicondutores, ÉRICA, 2012.

8º PERÍODO
Disciplina: INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Sistemas

114

Elétricos
Ementa: Introdução às normas técnicas brasileiras (NBR5410) e normas técnicas das
concessionárias. Projeto luminotécnico. Projeto de instalações elétricas prediais. Aterramento.
Dimensionamento de condutores, dispositivos de proteção e quadro de distribuição. Projetos de
instalações elétricas industriais. Medidores de energia elétrica. Elaboração de projeto elétrico
assistido por computador.

Bibliografia:
Básica:
CREDER, H. Instalações Elétricas. 16ª ed. LTC, 2018.
MAMEDE FILHO, J. Instalações Elétricas Industriais. 9ª ed. LTC, 2017.
COTRIM, A. A. M. B. Instalações Elétricas. 5ª ed. Pearson, 2008.
Complementar:
CAVALIN, G., CERVELIN, S. Instalações Elétricas Prediais. 23ª ed. Érica, 2017.
MAMEDE FILHO, J. Manual de Equipamentos Elétricos. 4ª ed. LTC, 2013.
GEBRAN, A. P.; RIZZATO, F. A. P. Instalações Elétricas Prediais. Porto Alegre: Bookman,
2017.
NISKIER, J.; MACINTYRE, A. J. Instalações elétricas. 6ª ed. LTC, 2013.
LIMA FILHO, D. L. Projetos de Instalações Elétricas Prediais. 11ª ed. Érica, 2011.

Disciplina: LABORATÓRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
C. H. teórica: 0h

C. H. prática: 36h

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h

115

Pré-requisito: Sistemas
Elétricos
Ementa: Experimentos laboratoriais sobre: Luminotécnica; Instalações Residenciais e Prediais;
Instalações Industriais.

Bibliografia:
Básica:
CREDER, H. Instalações Elétricas. 16ª ed. LTC, 2018.
MAMEDE FILHO, J. Instalações Elétricas Industriais. 9ª ed. LTC, 2017.
COTRIM, A. A. M. B. Instalações Elétricas. 5ª ed. Pearson, 2008.
Complementar:
CAVALIN, G., CERVELIN, S. Instalações Elétricas Prediais. 23ª ed. Érica, 2017.
MAMEDE FILHO, J. Manual de Equipamentos Elétricos. 4ª ed. LTC, 2013.
GEBRAN, A. P.; RIZZATO, F. A. P. Instalações Elétricas Prediais. Porto Alegre: Bookman,
2017.
NISKIER, J.; MACINTYRE, A. J. Instalações elétricas. 6ª ed. LTC, 2013.
LIMA FILHO, D. L. Projetos de Instalações Elétricas Prediais. 11ª ed. Érica, 2011.

Disciplina: TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Sistemas
Elétricos

116

Ementa: Sistema de Geração. Transporte de Energia e Linhas de Transmissão. Componentes de
Linhas de Transmissão. Cálculo de Linhas de Transmissão. Relações Tensões e Correntes.
Sistema de Distribuição: subtransmissão, distribuição primária e secundária. Fluxo de potência:
modelagem da rede e carga.

Bibliografia:
Básica:
KAGAN, N. Introdução aos sistemas de distribuição de energia elétrica. 2ª ed. São Paulo:
Blucher, 2010, 328p.
ZANETTA, J; CERA, L. Fundamentos de Sistemas Elétricos de Potência. 1ª ed. São Paulo:
Livraria da Física, 2005, 312p.
ROBBA, E. J. Introdução a Sistemas Elétricos de Potência – Componentes Simétricas. 2ª ed. São
Paulo: Blucher, 2000, 468p.
Complementar:
PINTO, M. de O. Energia Elétrica – Geração, Transmissão e Sistemas Interligados. 1ª ed. São
Paulo: LTC, 2013, 162p.
PEREIRA, C. Redes Elétricas no Domínio da Frequência. 1ª ed. Porto Alegre: Artibler, 2015,
592p.
LIMA, L. D. M. Transformadores, Reatores e Reguladores: ferramentas para uma manutenção
baseada em confiabilidade. 1ª ed. Recife: Bagaço, 2005, 308p.
FUCHS, R. D. Transmissão de Energia Elétrica - Linhas Aéreas; Teoria das Linhas em Regime
Permanente. 1ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1977.
STEVENSON, W. Elementos de Análise de Sistemas de Potência. 2ª ed. São Paulo: McGrawHill, 1986, 350p.

117

Disciplina: ENERGIA SOLAR
C. H. teórica: 60h

C. H. prática: 12h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Fenômenos de
Transporte e Eletrônica

Ementa: Introdução à Energia Solar. Contexto Atual. Radiação Solar. Solarimetria. Instrumentos
de Medição. Modelos Teóricos e Experimentais de Determinação da Radiação. Conversão
fotovoltaica. Características físicas e elétricas de células, módulos e arranjos. Processos de
fabricação. Componentes de um sistema fotovoltaico. Sistemas autônomos e sistemas ligados à
rede. Figuras de mérito. Coletores Térmicos. Cálculo de Carga de Aquecimento.
Dimensionamento de sistemas térmicos solares. Modelo f-Chart. Métodos para desenho de
sistemas ativos solares. Coletores concentradores. Geração heliotérmica. Armazenamento de
energia térmica. Simulações de processos térmicos solares. Práticas experimentais.
Bibliografia:
Básica:
KALOGIROU, A. S. Engenharia de Energia Solar: processos e sistemas. Rio de Janeiro:
ELSEVIER, 2016. 864p. Traduzido de: Solar Engineering: Processes and System.
VILLALVA, M. G.; GAZOLI, J. R. Energia Solar Fotovoltaica: conceitos e aplicações. São
Paulo: Editora Érica. 2012.
ZILLES, R.; MACÊDO, W. N. Sistemas Fotovoltaicos Conectados à Rede Elétrica. vol. 1. São
Paulo: Oficina de Textos, 2012.
Complementar:
TOBAJAS, M. C. Energia Solar Térmica Para Instaladores. 4ª ed. Ediciones Ceysa, 2012.
DUFFIE, J. A.; BECKMAN, W. A. Solar Engineering Thermal Processes. 3ª ed. Wiley
Interscience Publication, 2006.
SANTOS, A. J. dos. Células Solares Fotoeletroquímicas: separação e recombinação de cargas. 1ª
ed. Maceió: Edufal, 2013, 104p.
REIS, L. B dos. Geração de Energia Elétrica. 2ª ed. São Paulo: MANOLE, 2011, 468p.
PEREIRA, F. A. S.; OLIVEIRA, M. A. S. Laboratórios de Energia Solar Fotovoltaica. 1ª ed.
Portugal: Publindustria, 2011, 227p.

118

Disciplina: ELETRÔNICA DE POTÊNCIA
C. H. teórica: 45h

C. H. prática: 9h

C. H. total: 54h

C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Eletrônica

Ementa: Introdução à Eletrônica de Potência. Características e princípios de operação de
dispositivos semicondutores de potência: diodos e tiristores. Retificadores (Conversor CA/CC)
controlados e não controlados. Conversores CC/CC. Conversores CC/CA (Inversores). Técnicas
de modulação. Controle de Conversores. Simulação de circuitos de eletrônica de potência.

Bibliografia:
Básica:
RASHID, M. H. Eletrônica de Potência: circuitos, dispositivos e aplicações. São Paulo: Makron
Books Edit. Ltda, 1998.
AHMED, A. Eletrônica de Potência. 1ª ed. São Paulo: Pearson Makron Books Brasil, 2000.
BARBI, I. Eletrônica de Potência. 6ª ed. Florianópolis: Edição do Autor, 2006.
Complementar:
CAPELLI, A. Eletrônica de Potência. Rio de Janeiro: Antenna Edições Técnicas, 2006.
ROBBINS, W. P.; MOHAN, N.; UNDELAND, T. N. Power Electronics: converters applications
and design. 3ª ed. IE-WILEY, 2002.
SEDRA, A. S. SMITH, K. C. Microeletrônica. 5ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
ALBUQUERQUE, R. O.; SEABRA, A. C. Utilizando Eletrônica. 1ª ed. São Paulo: Érica, 2009.
HART, D. W. Eletrônica de Potência: análise e projetos de circuitos. 1ª ed. Mc Graw Hill, 2011.

119

9º PERÍODO
Disciplina: GERAÇÃO DE ENERGIA
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Máquinas
Elétricas e Laboratório de
Máquinas Elétricas

Ementa: Tecnologia das fontes de energia: petróleo e gás natural, carvão mineral, hidráulica,
nuclear, biomassa, solar, eólica. Hidroeletricidade: hidrologia, tipos de centrais.
Termoeletricidade: convencional, nuclear, tipos de centrais. Potencial e capacidade instalada.
Outros tipos de geração: eólica, biomassa. Impactos ambientais da geração. Planos estratégicos
do setor elétrico.
Bibliografia:
Básica:
REIS, L. B dos. Geração de Energia Elétrica. 2ª ed. São Paulo: MANOLE, 2011.
FLOREZ, R. O. Pequenas Centrais Hidrelétricas. Oficina de Textos, 2014.
PINTO, M. Fundamentos de Energia Eólica. 1ª ed. LTC, 2013.
Complementar:
SILVA, E. P. Fontes Renováveis de Energia: produção de energia para um desenvolvimento
sustentável. 1ª ed. Livraria de Física, 2014.
CUSTÓDIO, R. dos S. Energia Eólica para Produção de Energia Elétrica. 2ª ed. Synergia, 2013.
CORTEZ, L. A. B.; LORA, E. E. S., GÓMEZ, E. O. Biomassa para Energia. Campinas: Editora
UNICAMP, 2008.
TOLMASQUIM, M. T. Fontes renováveis de energia no Brasil. Rio de Janeiro: Interciência:
CENERGIA, 2004.
CARVALHO, L. M. R.; BARBOSA, J. C. L. Manual de Instalação de Sistemas Solares

120

Térmicos. 2ª ed. Publindústria, 2012.
BENEDITO, P. T. Práticas de Energia Solar Térmica. 1ª ed. Publindústria, 2012.
ROSA, A. V. Processos de Energias Renováveis. 2ª ed. EVMBR, 2014.

Disciplina: SEGURANÇA DO TRABALHO
C. H. teórica: 36h

C. H. prática: 0

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Saúde e Segurança no Trabalho. Perigo e Risco. Técnicas de Análise de Risco e
Medidas de Controle. Classificação dos Riscos. Acidentes de Trabalho e Perdas. Doenças
Ocupacionais. Higiene Ocupacional e Toxicologia. Normas Regulamentadoras. Equipamentos de
Proteção Coletiva (EPCs) e Individual (EPIs). Responsabilidades: PCMSO, SESMT, PPRA e
CIPA. Procedimentos e Inspeções. Noções de Ergonomia.

Bibliografia:
Básica:
COSTA, A. T. Manual de segurança e saúde no trabalho. 13ª ed. Rio de Janeiro: Senac RJ, 2017.
SALIBA, T. M.; PAGANO, S. C. R. Legislação de Segurança, Acidente do Trabalho e Saúde do
Trabalhador. 12ª ed. São Paulo: SP. LTr, 2017. 728 p.
CAMPOS, A. CIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidentes: uma nova abordagem. 23ª ed.
São Paulo, SP: Editora Senac, 2015. 416 p.
Complementar:
PONZETTO, G. Mapas de riscos ambientais. 3ª ed. São Paulo, SP: LTr, 2010.
SALIBA, T. M. Manual Prático de Higiene Ocupacional e PPRA. 8ª ed. São Paulo, SP: LTr,

121

2017.
SALIBA, T. M. Manual prático de avaliação e controle de poeira e outros particulados - PPRA.
6ª ed. São Paulo: LTr, 2013. 128 p.
SALIBA, T. M.; CORRÊA, M. A. C. Manual Prático de Avaliação e Controle de Calor: PPRA.
7ª ed. São Paulo: LTr, 2016, 80 p.
SALIBA, T. M.; CORRÊA, M. A. C. Manual Prático de Avaliação e Controle de Gases e
Vapores: PPRA. 6ª ed. São Paulo: LTr, 2014, 167 p.

Disciplina: EFICIÊNCIA E GESTÃO ENERGÉTICA
C. H. teórica: 24h

C. H. prática: 12h

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito:

Instalações

Elétricas
Ementa: Panorama Energético Brasileiro e Tendências. Programas de Combate ao Desperdício.
Roteiro para Diagnóstico Energético. Análise Tarifária. Qualidade de Energia. Gerenciamento de
Energia. Análise Econômica em Conservação de Energia. Eficiência em Sistemas de Iluminação.
Eficiência em Sistemas de Refrigeração. Eficiência Energética em Instalações Industriais.

Bibliografia:
Básica:
PHILIPPI JR, A.; REIS, L. B. Energia e Sustentabilidade. 1ª Ed. Editora Manole, 2016, 1088 p.
BARROS, F. B.; BORELLI R.; GEDRA R. L. Gerenciamento de Energia: ações administrativas
e técnicas de uso adequado da energia elétrica. 2ª ed. Editora Érica, 2015.
SÁ, A. F. R. Guia de Aplicações de Gestão de Energia e Eficiência Energética. 3ª ed. Editora

122

Publindustria, 2010.
Complementar:
BORELLI, R.; GEDRA, R. L.; BARROS, F. B. Eficiência Energética: técnicas de
aproveitamento, gestão de recursos e fundamentos. 1ª ed. Editora Érica, 2015.
HAGE, F. S.; FERRAZ, L. P. C.; DELGADO, M. A. P. A Estrutura Tarifária de Energia
Elétrica: teoria e aplicação. 1ª ed. Ed. Synergia, 2011.
MARTINHO, E. Distúrbios da Energia Elétrica. 2ª ed. Ed. Erica, 2012.
PANESI, A. R. Q. Fundamentos de Eficiência Energética, Industrial, Comercial e Residencial. 1ª
ed. Editora Ensino Profissional, 2006.
MARQUES, M. C. Conservação de Energia - Eficiência Energética de Equipamentos e
Instalações. 3ª ed. Itajubá: FUPAI, 2006.

Disciplina: GESTÃO EMPRESARIAL E MARKETING
C. H. teórica: 54h

C. H. prática: 0

C. H. total: 54h

C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Evolução dos conceitos de qualidade na indústria e nos serviços. Padronização em
empresa. Normas série ISO 9000. Gestão ambiental série ISO 14000. Gestão da qualidade e da
produtividade. Planejamento estratégico. Recursos humanos. Marketing empresarial.

Bibliografia:
Básica:
BERNARDI, L. A. Manual de Empreendedorismo e Gestão. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2012.
BOONE, L. E.; KURTZ, D. L. Marketing Contemporâneo. 1ª ed. São Paulo: Cengage Learning,

123

2006.
CARPINETTI, L. C. R.; GEROLAMO, M. C. Gestão da Qualidade ISO 9001:2015: Requisitos e
Integração com a ISO 14001:2015. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2016.
Complementar:
HOOLEY, G. J.; PIERCY, N. F.; NICOLAUD, B. Estratégia de Marketing e Posicionamento
Competitivo. 4ª ed. São Paulo: Pearson, 2010.
PIMENTA, M. A. Comunicação Empresarial. 5ª ed. São Paulo: Alínea, 2007.
PARSON, L. J.; DALRYMPLE, D. J. Introdução à Administração e Marketing. Rio de Janeiro:
LTC, 2003, 271p.
BATEMAN, T. S. Administração: construindo vantagens competitivas. São Paulo: Rimoli, 1998,
524 p.
KOTLER, P. Administração de Marketing: análise, planejamento, implementação e controle. 5ª
ed. São Paulo: Atlas, 1998, 693 p.

Disciplina: ÉTICA E EXERCÍCIO PROFISSIONAL
C. H. teórica: 36h

C. H. prática: 0

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: N/A

Ementa: O histórico da legislação profissional. O perfil ético de um profissional. A conduta
social e profissional. Responsabillidades no exercício da profissão. O sistema profissional da
engenharia. Legislação profissional básica e as atribuições profissionais.

Bibliografia:
Básica:

124

REGO, A.; BRAGA, J. Ética para Engenheiros. 1ª Ed. Lidel, 2014.
DE MATOS, F. G. Ética na Gestão Empresarial. 3ª ed. São Paulo: Saraiva, 2015, 216 p.
CAMARGO, M. Fundamentos de Ética Geral e Profissional. 10ª ed. Petrópolis: Editora Vozes,
2011.
Complementar:
NALINI, J. R. Ética Geral e Profissional. 13ª ed. Revista dos Tribunais, 2016.
CARDELLA, H. P.; CREMASCO, J. A. Ética Profissional Simplificado. Saraiva, 2011, 142 p.
FRANZ VON, K. Fundamentos de Ética. Cátedra, 2006, 336 p.
CONFEA/ CREA. Código de Ética Profissional da Engenharia, da Agronomia, da Geologia, da
Geografia e da Meteorologia. 9ª ed. Brasília: CONFEA/CREA, 2014, 78 p.
ALEXANDER, C.; WATSON, J. Habilidades Para Uma Carreira de Sucesso na Engenharia. 1ª
ED. Mc Graw Hill, 2014.

Disciplina: ECONOMIA PARA ENGENHARIA
C. H. teórica: 36h

C. H. prática: 0

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Matemática financeira. Juros, amortizações, modelos de financiamento de bens e
serviços. Análise de projetos. Ponto de vista privado e social. Método Custo-Benefício. Método
da Taxa Interna de Retorno (TIR). Considerações sobre a realidade econômica brasileira.

Bibliografia:
Básica:

125

VASCONCELOS, M. A. S.; GARCIA, M. E. 5ª ed. Fundamentos de economia. Saraiva, 2014.
CÔRTES, J. G. P. Introdução à Economia da Engenharia. 1ª ed. Cengage Learning, 2011.
MANKIW, N. G. Introdução à Economia. 6ª ed. Cengage Learning, 2013.
Complementar:
FURTADO, C. Formação econômica do Brasil. 34ª ed. Editora Companhia das Letras, 2007.
BRUE, S. L.; GRANT, R. R. História do Pensamento Econômico. Editora Thomson, 2016.
HUBBARD, R. G.; O’BRIEN, A. Introdução à Economia Atualizada. 2ª ed. Editora Bookman,
2010.
FIGUEIREDO, P. H. P. A Regulação do Serviço Público Concedido. Editora Síntese, 1999.
MOCHÓN, F. Economia: teoria e política. 5ª ed. Editora MC Graw Hill, 2006.

DISCIPLINAS ELETIVAS OBRIGATÓRIAS
Disciplina: INGLÊS INSTRUMENTAL
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Aspectos gramaticais e morfológicos pertinentes à compreensão. Desenvolvimento e
ampliação das estratégias de leitura. Conscientização do processo de leitura. Exploração de
informações

não-lineares,

cognatos

e

contexto.

Seletividade

do

tipo

de

leitura

(Skimming/Scanning). Levantamento de hipótese sobre texto (título e subtítulos). Abordagem de
pontos gramaticais problemáticos para leitura. Uso do dicionário como estratégia-suporte de
leitura: tipos, recursos, prática.

126

Bibliografia:
Básica:
SOCORRO, E. (et al). Inglês Instrumental: estratégias de leitura. Teresina: Halley S. A. Gráfica e
Editora, 1996.
MUNHOZ, R. Inglês Instrumental - Estratégias de Leitura São Paulo: Ed. Texto novo, 2011.
HEWINGS, M. Advanced Grammar in Use: a self study reference and practice book for
advanced learners of English. Cambridge University Press, 2000.
Complementar:
ALEXANDER, L. G. Longman English Grammar. New York: Longman Inc., 1988.
KERNERMAN, L. Password, English Dictionary for Speakers of Portuguese. São Paulo: Martins
Fontes Editora Ltda, 1995.
SOUZA, A. G. F. (et al). Leitura em Língua Inglesa: uma abordagem instrumental. São Paulo:
Disal, 2005.
SWAN, M. Practical English Usage. Oxford University Press, 2005.
SILVA, J. A. de C.; GARRIDO, M. L.; BARRETO, T. P. Inglês Instrumental: leitura e
compreensão de texto. Salvador: Instituto de Letras: Centro Editorial e Didático da UFBA,1995.

Disciplina: ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO ENERGÉTICO
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Energia e sociedade. Aspectos conceituais da teoria econômica. Elementos da teoria
macroeconômica aplicados a sistemas energéticos. Planejamento de sistemas energéticos.
Energia e crescimento econômico. Alocação de recursos e opções tecnológicas. Energia, produto
e formação de capital. Efeitos de impostos e da inflação. As relações internacionais no domínio

127

da energia. Financiamento de sistemas energéticos, transações correntes e endividamento.
Energia e modelos de desenvolvimento. Políticas energéticas.

Bibliografia:
Básica:
FORTUNATO, L. A. M. (et al). Introdução ao Planejamento da Expansão e Operação de
Sistemas de Produção de Energia Elétrica. EDUFF, 1990.
MARTIN, J. M. A Economia Mundial da Energia, Ed. Unesp, 1992.
PINGUELLI ROSA. A Questão Energética Mundial e o Potencial dos Trópicos: o futuro da
civilização dos trópicos. Brasília: Ed. EdUnB, 1990.
Complementar:
CHATEAU, B. E LAPILLONNE, B. Energy Demand: facts and trends. Spring Verlag, 1982.
ROGER A. H. E M. KLEINBACH. Energia e Meio Ambiente. 3ª ed. São Paulo: Ed. Thomson,
2003.
DECOURT, F.; NEVES, H. R.; BALDNER, P. R. Planejamento e Gestão Estratégica. Rio de
Janeiro: FGV, 2012.
DOS REIS, L. B. Matrizes Energéticas - Conceitos e Usos Em Gestão de Planejamento - Série
Sustentabilidade. Manole, 2011.
DOS REIS, L. B., SANTOS, E. C. Energia Elétrica e Sustentabilidade: aspectos tecnológicos,
socioambientais e legais. Manole, 2014.

Disciplina: EMPREENDEDORISMO
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h

128

Pré-requisito: N/A
Ementa: Empreendedorismo: principais conceitos e características. A gestão empreendedora e
suas implicações para as organizações. O papel e a importância do comportamento empreendedor
nas organizações. O perfil dos profissionais empreendedores nas organizações. Processos grupais
e coletivos, processos de autoconhecimento, autodesenvolvimento, criatividade, comunicação e
liderança. Ética e Responsabilidade Social nas organizações. A busca de oportunidades dentro e
fora do negócio. A iniciativa e tomada de decisão. A tomada de risco. A gestão empreendedora
de pessoas nas organizações.

Bibliografia:
Básica:
DEGEN, R. J. O Empreendedor. 8ª ed. São Paulo: Makron Books, 2005, 368 p.
BERNARDI, L. A. Manual de Empreendedorismo e Gestão. São Paulo: Atlas, 2007, 314 p.
DORNELAS, J. Empreendedorismo – Transformando Ideias em Negócios. 6ª ed. Atlas, 2016,
288 p.
Complementar:
DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo Corporativo. 3ª ed. LTC, 2016, 192 p.
DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo para Visionários - Desenvolvendo Negócios
Inovadores para um Mundo em Transformação. 1ª ed. LTC, 2014, 255 p.
CANDIDO, C. R.; PATRÍCIO, P. S. Empreendedorismo – Uma Perspectiva Multidisciplinar.
LTC, 2016, 248 p.
FELIPINI, D. Empreendedorismo na Internet. 1ª ed. Brasport, 2010, 224 p.
HISRICH, R. D.; PETERS, M. P.; SHEPHERD, D. A. Empreendedorismo. 9ª ed. Mc Graw Hill,
2014.

129

Disciplina: LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
C. H. teórica: 54h

C. H. prática: 0

C. H. total: 54h

C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: N/A

Ementa: A cultura surda. O cérebro e a língua de sinais. Processos cognitivos e linguísticos.
Tópicos de linguística aplicados à língua de sinais: fonologia, morfologia e sintaxe. Uso de
expressões

faciais

gramaticais

(declarativas,

afirmativas,

negativas,

interrogativas

e

exclamativas). Alfabeto digital e número. Vocabulário (família, pronomes pessoais, verbos e
etc.).
Bibliografia:
Básica:
BRITO, L. F. Por uma Gramática de Língua de Sinais. Rio De Janeiro: Tempo Brasileiro: Ufrj,
Departamento de Linguística e Filologia, 1995.
COUTNHO, D. Libras e Língua Portuguesa: semelhanças e diferenças. João Pessoa Editor, 2000.
FELIPE, T. A. Libras em Contexto: curso básico, livro do estudante cursista. Brasília: Programa
Nacional De Apoio À Educação De Surdos, MEC, SEESP, 2001.
Complementar:
QUADROS, R. M., KARNOPP, L. B. Línguas de Sinais Brasileira: estudos linguísticos. Porto
Alegre: Artmed, 2004.
SACKS, O. W. Vendo Vozes: uma viagem a mundo dos surdos. São Paulo: Companhia das
Letras, 1998.
SALLES, H. M. M. L. et. al. Ensino de Língua Portuguesa para Surdos: caminhos para uma
prática - Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos. Brasília: MEC, SEESP, 2005.
QUADROS, R. M. DE, CRUZ, C. R. Língua de Sinais. 1ª ed. Editora Artmed, 2011.
GESSER, A. Libras, que Língua é Essa? Parábola, 2015.

130

Disciplina: SUBESTAÇÕES DE ENERGIA
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Sistemas
Elétricos e Materiais Elétricos

Ementa: Definições e tipos de subestações. Barramentos. Diagramas. Equipamentos e materiais
da subestação. Malha de aterramento. Projeto de malha de aterramento de uma subestação.
Aspectos da coordenação de isolamento e proteção de uma subestação. Projetos de subestações.
Operação da subestação. Aspectos de manutenção em subestações.

Bibliografia:
Básica:
MAMEDE FILHO, João, Manual de equipamentos elétricos, LTC, 2012.
NISKIER, J.; MACINTYRE, A. J. Instalações elétricas. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
VISACRO-FILHO, S. Aterramentos elétricos: conceitos básicos, técnicas de medição e
instrumentação, filosofias de aterramento. São Paulo: Artliber, 2011.
Complementar:
CREDER, H. Instalações elétricas. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
MCDONALD, J. Eletric power substations engineering. 3.th ed. CRC Press, 2012.
MAMEDE FILHO, J. Instalações elétricas industriais. 8ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
FURNAS. Equipamentos Elétricos: especificação e aplicação em subestações de AT, Rio de
Janeiro: Universidade Estadual Fluminense, 1985.
D’ AJUZ, A. Equipamentos de Alta Tensão: Subestações. Rio de Janeiro, Edições Eletrobrás;
Furnas, 1989.

131

Disciplina: PROTEÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Sistemas
Elétricos e Instalações Elétricas

Ementa: Filosofia da proteção. Dispositivos de interrupção e manobra. Princípio de operação e
controle dos relés de proteção. Tipos de relés. A proteção na geração, transmissão e distribuição
de energia elétrica. Coordenação da proteção. Dimensionamento e especificação de
equipamentos de proteção.

Bibliografia:
Básica:
ARAÚJO, C. A. S. Proteção de sistemas elétricos. 2ª ed. Rio de Janeiro: Interciência: Light,
2005.
MAMEDE FILHO, J.; MAMEDE, D. R. Proteção de sistemas elétricos de potência. Rio de
Janeiro: LTC, 2011.
KINDERMANN, G. Proteção dos Sistemas Elétricos. vol.1. Florianópolis: Editora do autor,
1999.
Complementar:
CAMINHA, A. C. Introdução à proteção dos sistemas elétricos. São Paulo: Edgard Blücher,
1977.
MONTICELLI, A. G. Introdução a Sistemas de Energia Elétrica. São Paulo: Unicamp, 2004.
STEVENSON, W. D. Elementos de Análise de Sistemas de Potência. 2ª ed. McGraw-Hill, 1986.
NILSSON, J. W.; RIEDEL. S. A. Circuitos elétricos. 8ª ed. Pearson: Prentice Hall, 2009.

132

OLIVEIRA, C. C.; SCHMIDT, H. P.; KAGAN, N.; ROBBA, E. J. Introdução aos Sistemas
Elétricos de Potência. 2ª ed. Editora Blucher.

Disciplina: PROCESSAMENTO DIGITAL DE SINAIS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Análise de Sinais
e Sistemas

Ementa: Sinais e Sistemas discretos. Transformada discreta de Fourier. Transformada rápida de
Fourier. Algoritmos e implementação da FFT. Processamento no domínio da frequência com
FFT. Projeto de filtros digitais FIR e IIR. Implementação de filtros digitais. Processadores
digitais de sinais. VLSI para processamento digital de sinais. Introdução ao processamento digital
de imagens.

Bibliografia:
Básica:
DINIZ, P. S. R.; SILVA, E. A. B.; NETTO, S. L. Processamento Digital de Sinais: Projeto e
Análise de Sistemas. Porto Alegre: Bookman, 2014.
OPPENHEIM, A. V.; SCHAFER, R. W., Discrete-Time Signal Processing, Prentice Hall, 2009.
INGLE, V. K.; PROAKIS, J. G. Digital signal processing using MATLAB, Brooks/Cole, 2000.
Complementar:
CHEN, C. T., Digital Signal Processing - Spectral Computation and Filter Design, Oxford
University Press, 2001.
MITRA, S., Digital Signal Processing, Bookman, 2005.

133

WEEKS, M. Processamento Digital de Sinais, LTC, 2011.
ANTONIOU, A., Digital Signal Processing, McGraw-Hill, 2006.
PROAKIS, J. MANOLAKIS, D. Digital Signal Processing: Principles, Algorithms and
Applications. Prentice Hall, 1996.

Disciplina: INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Eletrônica

Ementa: Transdutores: condicionadores de sinais, linearização, deslocamento de nível,
filtragem. Conversores A/D e D/A, chaves analógicas, SH. Técnicas de medição, instrumentos
analógicos e digitais. Erros de medição, quantização, ruídos. Detectores de valor médio, pico e
pico a pico. Características dos medidores, precisão, resolução, calibração, linearidade. Pontes
DC e AC, equilibragem e auto-equilibragem. Amplificadores operacionais para instrumentação.
Analisador de espectro e de distorção harmônica. PLL. Atenuadores, multiplicadores analógicos.
Sensores inteligentes.

Bibliografia:
Básica:
ROLDÁN, J. Manual de medidas elétricas. São Paulo: Hemus, 2002. 128 p.
BALBINOT, A.; BRUSAMARELLO, V. J. Instrumentação e fundamentos de medidas. 2.ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2011. 492p. v.1.
BALBINOT, A.; BRUSAMARELLO, V. J. Instrumentação e fundamentos de medidas. 2.ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2011. 492p. v.2.

134

Complementar:
TORREIRA, R. P. Instrumentos de medição elétrica. 3. ed. Curitiba: Hemus, 2002. 215 p.
VISACRO-FILHO, S. Aterramentos elétricos: conceitos básicos, técnicas de medição e
instrumentação, filosofias de aterramento. São Paulo: Artliber, 2011. 159p.
BOYLESTAD, R. L. NASHELSKY L. Dispositivos eletrônicos: e teoria de circuitos. 11.ed. São
Paulo: McGraw-Hill, 2013.
MALVINO, A. Eletrônica. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2007.
SEDRA, A. S; SMITH, Kenneth C. Microeletrônica. 5.ed. São Paulo: Pearson, 2007.

Disciplina: AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:

Eletrônica

e

Arquitetura de Sistemas Digitais
Ementa: Introdução aos Sistemas de Produção Automatizados. Sensores e atuadores industriais.
Comandos baseados em lógica de contatos. Computadores industriais: arquitetura, programação.
Introdução aos Controladores Lógicos Programáveis (CLPs). Redes de comunicação de dados em
sistemas de automação industrial. Sistemas supervisórios e Interfaces Homem-Máquina (IHM).
Acionamento Hidráulico. Circuitos hidráulicos fundamentais. Acionamento Pneumático.
Circuitos pneumáticos.

Bibliografia:
Básica:
ROQUE, L. A. O. L. Automação de Processos com Linguagem Ladder e Sistemas Supervisórios.
Editora LTC, 2014.

135

ALVES, J. L. L. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. 2ª ed. Editora LTC, 2010.
PRUDENTE, Francesco. Automação Industrial - PLC Programação e instalação. Editora LTC,
2011.
Complementar:
LINSINGEN, I. von. Fundamentos de Sistemas Hidráulicos. Florianópolis: EDUFSC, 2001.
STRINGER, J. Hydraulic Systems Analysis, an Introduction. New York: The Macmillan Press,
1976.
BOLLMANN, A. Fundamentos da Automação Industrial Pneutrônica. São Paulo: ABHP, 1998.
DE NEGRI, V. J. Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos para Controle e Automação: Parte I –
Princípios Gerais da Hidráulica e Pneumática. Florianópolis; Parte III – Sistemas Hidráulicos
para Controle. Florianópolis, 2001 (Apostila).
LAMB, F. Automação Industrial na Prática. Mc Graw Hill Education, 2015.

Disciplina: ROBÓTICA
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Controle Digital

Ementa: Representação matemática de posição e orientação. Modelagem cinemática de robôs.
Cinemática diferencial e estática. Modelagem de obstáculos e planejamento de tarefas. Geração
de trajetórias. Controle cinemático de robôs. Visão Robótica.

Bibliografia:
Básica:
CRAIG, J. J. Robótica . 3ª edição. Pearson.

136

SIEGWART, R. NOURBAKHSH, I. R. Introduction to Autonomous Mobile Robots . MIT Press,
2004.
K. S. Fu, R. C. GONZALEZ, C.S.G. Lee. Robotics: Control, Sensing, Vision and Intelligence,
Mcgraw-Hill.
Complementar:
CRAIG, J. J. Introduction to Robotics - Mechanics and Control, Addison-Wesley, 1986.
YOSHIKAWA, T. Foundations of Robotics - Analysis and Control, MIT Press, 1990.
SCHILLING, R. J., Fundamentals of Robotic – Analysis and Control. Prentice Hall, 1990.
LAUMOND, J. P. Robot Motion Planning and Control, Summer School on Image and Robotics,
2000.
MURPHY, R. R. Introduction to AI Robotics, MIT Press, 2000.
BORENSTEIN, J.; EVERETT, H. R.; LIQIANG, F. Navigating Mobile Robots: Systems and
Techniques, A. K. Peters, 1996.

Disciplina: ANTENAS E PROPAGAÇÃO
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Princípios de
comunicação

Ementa: Parâmetros básicos de antenas: diagramas de irradiação, diretividade, ganho, resistência
de radiação, impedância, área efetiva, NLS e RFC. Campos de antenas básicas: dipolo elementar,
curto, e de meia onda. Antena loop. Arranjos de antenas. Temperatura de antena. Polarização.
Antenas específicas. Equações básicas em rádio-propagação: de Friis e do radar. Perdas em
transmissão. Propagação de ondas terrestres. Propagação de ondas ionosféricas. Propagação de
ondas troposféricas. Tópicos em propagação terra-espaço. Efeitos de propagação em VHF e UHF

137

e em serviços móveis.

Bibliografia:
Básica:
BALANIS, C. A. Teoria de antenas: análise e síntese. Vol. 1. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
BALANIS, C. A. Teoria de antenas: análise e síntese. Vol. 2. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
RIOS, L. G.; PERRI, E. B. Engenharia de antenas. 2ª ed. rev. e ampl. São Paulo: Edgard Blücher,
2002.
Complementar:
ALENCAR, M. S.; QUEIROZ, W. J. L. Ondas eletromagnéticas e teoria das antenas. São Paulo:
Érica, 2010.
HAYT, Jr. W. H.; BUCK J. A. Eletromagnetismo. 8.ed. Porto Alegre: AMGH, 2013.
HAYKIN, S.; MOHER, M. Sistemas de comunicação. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
LATHI, B. P. Modern Digital and Analog Communication Systems, 3ª ed. Oxford.
PROAKIS, J. G. & SALEHI, M. Communication Systems Engineering, 2ª ed. Prentice Hall.
HAYKIN, S.; MOHER, M. Sistemas de Comunicação, 5ª ed. John Wiley & Sons (Bookman),
2011.

Disciplina: REDES DE COMPUTADORES
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Princípios de
comunicação

138

Ementa: Conceitos de redes de computadores. Comunicação de dados. Arquitetura de redes de
computadores. Protocolos de baixo nível. Protocolos de alto nível. Redes locais de computadores.
Redes de longa distância. Noções de interconexão de redes de computadores.
Bibliografia:
Básica:
WETHERALL, D. J., TANENBAUM, A. Redes de Computadores. 5ª ed. trad. Pearson
Education, 2011.
OLIFER, N.; OLIFER, V. Redes de Computadores: princípios, tecnologias e protocolos para o
projeto de redes. Editora LTC, 2008.
KUROSE, J. F.; ROSS, K. W. Redes de Computadores e a Internet: uma aborgagem top-down.
5ª ed. trad. Editora Pearson, 2011.
Complementar:
KUROSE, J. F.; ROSS, K. W. Redes de Computadores e a Internet: uma abordagem top-down.
Editora Pearson.
HAYKIN, S.; MOHER, M. Sistemas de comunicação. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
LATHI, B. P. Modern Digital and Analog Communication Systems, 3ª ed. Oxford.
PROAKIS, J. G. & SALEHI, M. Communication Systems Engineering, 2ª ed. Prentice Hall.
HAYKIN, S.; MOHER, M. Sistemas de Comunicação, 5ª ed. John Wiley & Sons (Bookman),
2011.

Disciplina: FÍSICA IV
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Física III e
Cálculo IV

139

Ementa: Óptica geométrica e ondulatória. Teoria da relatividade. Noções de mecânica quântica.
Bibliografia:
Básica:
SERWAY, R. A.; JEWETT, J. W. Princípios de física: óptica e física moderna. São Paulo:
Thompson, 2005.
TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos Editora S. A., 2009. v.3
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos da física. 9. ed. Rio de Janeiro:
LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2007. v.4.
Complementar:
EISBERG, R. M.; RESNICK, R. Física quântica: átomos, moléculas, sólidos, núcleos e
partículas. Rio de Janeiro: Elsevier, 1979.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica: ótica, relatividade, física quântica. São Paulo:
Edgard Blucher, 1998. v.4
YOUNG, H. D,; FREEDMAN, R. A. Física. 12. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2009. v.4.
CHAVES, A. Física: curso básico para estudantes de ciências físicas e engenharia. Rio de
Janeiro: Reichmann & Affonso, 2001. v.3
FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS, M. L. The Feynman: lectures on physics.
Menlo Park: Addison-Wesley, 1963. v.3

Disciplina: EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo II

Ementa: Introdução às equações diferenciais. Equações diferenciais ordinárias de 1ª ordem. O
teorema de existência e unicidade. Métodos de soluções explícitas. Métodos aproximados.
Equações diferenciais lineares de 2ª ordem e de ordem superior. Transformada de Laplace. O
método de Laplace para resolução de equações diferenciais. Solução de equações diferenciais
ordinárias por séries.

140

Bibliografia:
Básica:
BOYCE, W. E.; DI PRIMA, R. C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de
Contorno. 9ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
ZILL, D. G. Equações Diferenciais com Aplicações em Modelagem. 9ª ed. São Paulo:
CENGAGE, 2011.
EDWARDS, C. Equações Diferenciais Elementares e com Problemas de Contorno. 3ª ed. São
Paulo: LTC, 1995.
Complementar:
BRONSON, R.; COSTA, G. Equações Diferenciais, 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2008.
DIACU, F. Introdução a Equações Diferenciais. 1ª ed. São Paulo: LTC, 2004.
KREYSZIG, E. Advanced Engineering Mathematics, 10th edition. 2016.
BRANNAN, J. R.; BOYCE, W. E. Equações Diferenciais: Uma Introdução a Métodos Modernos
e suas Aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
NAGLE, K. R.; SAFF, E.B.; SNIDER, A. D. Equações Diferenciais, São Paulo: Pearson, 2012.

Disciplina: EQUAÇÕES DIFERENCIAIS PARCIAIS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo IV

Ementa: Definições básicas. Equações de primeira ordem. Equações semi-lineares de segunda
ordem. Equação de onda. Separação de variáveis e séries de Fourier. Transformada de Fourier. A
equação de Laplace. A equação de calor. Métodos numéricos para equações diferenciais.
Bibliografia:
Básica:
BOYCE, W. E.; DI PRIMA, R. C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de
Contorno. 9ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
IÓRIO, R.; IÓRIO, V. M. Equações diferenciais parciais: uma introdução. 2ª ed. Rio de Janeiro:
IMPA, 2010.
FIGUEIREDO, D. G. Análise de Fourier e equações diferenciais parciais. 4ª ed. Rio de Janeiro:

141

IMPA, 2009.
Complementar:
KREYSZIG, E. Advanced Engineering Mathematics, 10th edition. 2016.
IÓRIO, V. M. EDP: um curso de graduação. 3ª ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2010.
DIACU, F. Introdução a Equações Diferenciais. 1ª ed. São Paulo: LTC, 2004.
BRANNAN, J. R.; BOYCE, W. E. Equações Diferenciais: Uma Introdução a Métodos Modernos
e suas Aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
NAGLE, K. R.; SAFF, E.B.; SNIDER, A. D. Equações Diferenciais, São Paulo: Pearson, 2012.

Disciplina: ELABORAÇÃO E ANÁLISE DE PROJETOS
C. H. teórica: 30h

C. H. prática: 24h

C. H. total: 54h

C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Definição de projeto. Definição de escopo e objetivos do projeto. Etapas de elaboração
do projeto. Levantamento de custo do projeto. Viabilidade técnico-econômica do projeto. Metas
de curto, médio e longo prazo. Definição de necessidades para implantação do projeto. Seleção
da equipe de execução. Implementação de meios materiais para execução. Definição de fatores
críticos de sucesso.
Bibliografia:
Básica:
RUDIO, F. V. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. 31ª ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
BERKUN, S. A Arte do Gerenciamento de Projetos. Porto Alegre: Bookman, 2008.
SABBAG, P. Y. Gerenciamento de Projetos e Empreendedorismo. 2ª ed. São Paulo: Saraiva,
2013.
Complementar:
WOILER, S.; MATHIAS, W. F. Projetos - Planejamento, Elaboração e Análise. 2ª ed. Atlas,
2008.
FONSECA, J. W. F. Elaboração e Análise de Projetos: a viabilidade econômico-financeira. 1ª ed.
São Paulo: Atlas, 2012.
MENDES, J. R. B.; VALLE, A. B.; FABRA, M. Gerenciamento de Projetos. 2ª Ed. FGV, 2014.

142

RUSSOMANO, V. H. Introdução à Administração de Energia na Indústria. São Paulo: Biblioteca
Pioneira de Administração de Negócios, Editora da Universidade de São Paulo, EDUSP, 1987,
262 p.
RUDIO, F. V. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. Petrópolis: Vozes, 1981.

Disciplina: NOÇÕES DE DIREITO
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Direito como meio de controle social. Direitos Fundamentais. Princípio da Igualdade.
Noções gerais de direito e de direito civil. Direito comercial – noções gerais, títulos de crédito,
sociedades comerciais. Propriedade industrial e direito autoral. Direito do trabalho – conceitos de
empregado e empregador, duração do trabalho, remuneração. Justiça do trabalho. Direito
tributário – sujeitos ativo e passivo da obrigação tributária, tributos. Direito administrativo – atos
administrativos, concorrência pública. Noção de Direito Ambiental. Legislação específica.
Bibliografia:
Básica:
NADER, P. Introdução ao Estudo do Direito. Rio de Janeiro: Companhia Forense, 2006.
MACHADO, H. Introdução ao Estudo do Direito. São Paulo: Atlas, 2004.
COELHO, L. Aulas de Introdução ao Direito. São Paulo: Manole, 2004.
Complementar:
GROPPALI, A. Introdução ao Estudo do Direito. São Paulo: Âmbito Cultural, 2003.
POLETTI, R. Introdução ao Direito. Campo Grande: Saraiva, 1996.
BRASIL. LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. Estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional.
BRASIL. LEI N o 10.639, DE 9 DE JANEIRO DE 2003. Mensagem de veto Altera a Lei no
9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional,
para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e
Cultura Afro-Brasileira", e dá outras providências.
BRASIL. LEI Nº 11.645, DE 10 MARÇO DE 2008. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de

143

1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases
da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da
temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.

Disciplina: ELETROMAGNETISMO II
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:
Eletromagnetismo I

Ementa: Estudo da eletrodinâmica e Magnetodinâmica. Equações de Maxwell e Radiação.
Propagação de ondas eletromagnéticas. Propagação de ondas em meios limitados.
Bibliografia:
Básica:
GRIFFITHS, David J. Introduction to Electrodynamics. 4 ª edição. Editora Pearson (importados)
New International, 2014. ISBN: 9781292021423.
LORRAIN, Paul; CORSON, Dale R.; LORRAIN, François. Electromagnetic Fields and Waves.
2ª edição, 1970, (Editor W. H. Freeman and Company, São Francisco - Estados Unidos).
SADIKU, Matthew. N. O. Elementos de Eletromagnetismo. 5ª edição. Editora Bookman, 2012.
ISBN 9788540701502.
Complementar:
MACHADO. K. Daum. Eletromagnetismo. Vol. 1, 2. Editora: Toda Palavra editora, 2012. ISBN:
9788562450280.
CARDOSO, José Roberto. Engenharia Eletromagnética. Rio de janeiro: Elsevier, 2011.
RIBEIRO, José A. J. Engenharia de Microondas. São Paulo: Érica, 2008.
BASTOS, João Pedro A. Eletromagnetismo para Engenharia: Estática e Quase-Estática. 2ª ed.,
Florianópolis: Editora da UFSC, 2008.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica 3 – Eletromagnetismo. 2ª ed. São Paulo: Edgard
Blücher, 2015.

144

5.2.2 Atividades Complementares
As Atividades Complementares da UFAL estão institucionalizadas através da
Resolução 4.122 e previstas para se integralizarem em 216 horas-aula. A seguir,
apresenta-se uma descrição das atividades complementares que podem ser realizadas
pelo aluno de Engenharia Elétrica.
Fazem parte dessas atividades: disciplinas eletivas da grade curricular do Curso
(desde que o aluno extrapole as 216 horas-aula obrigatórias), monitoria, participação em
jornadas, simpósios, congressos, seminários, cursos de curta duração, núcleos temáticos
e outros projetos de extensão, iniciação científica, e outras atividades de pesquisa,
participação em entidades estudantis, Colegiado de Curso de Graduação, Conselho de
Unidade e Conselho Universitário. A carga horária referente à realização destas
atividades, além de outras não citadas, são contabilizadas, para fins de integralização do
histórico escolar dos discentes, conforme as instruções presentes no Anexo A.
5.2.3 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), em conformidade com a
RESOLUÇÃO n. 25/2005 do CEPE, de 26 de outubro de 2005, é definido como
atividade curricular obrigatória e não constitui disciplina.
No curso de Engenharia Elétrica, o TCC será elaborado individualmente e
deverá ser escrito na forma de monografia sobre um tema relacionado às áreas de
exercício do profissional engenheiro eletricista. Esta atividade tem uma carga horária de
54 horas-aula, conforme previsto neste Projeto Pedagógico do Curso.
As atividades relativas ao TCC poderão ocorrer a partir do 8º (oitavo) período. O
Projeto de Elaboração do TCC e a carta de aceite do orientador deverão ser entregues
até o final do 9º (nono) período. A defesa poderá ser realizada até o cumprimento do
número máximo de semestres do curso de Engenharia Elétrica, para uma banca
examinadora composta pelo orientador e dois outros componentes com conhecimentos e
atuação em áreas afins, podendo estes não pertencer ao quadro de professores da IES.

145

5.2.4 Disciplina de Libras como Eletiva
De acordo com o art. 3º do Decreto Nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005, que
Regulamenta a Lei n.º 10.436, de 24 de abril de 2002, e dispõe sobre a Língua Brasileira
de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei n.º 10.098, de 19 de dezembro de 2000, o Curso de
Engenharia Elétrica oferta a disciplina Libras como eletiva.
5.2.5 Estágio Supervisionado
O estágio curricular deve propiciar a complementação do ensino e da
aprendizagem, através de atividades práticas, pela participação em situações reais de
vida e de trabalho na área de formação do Estudante, realizadas na comunidade em
geral ou junto às pessoas jurídicas de direito público ou privado, sob responsabilidade e
coordenação da Instituição de Ensino (Lei 11.788/2008).
Os estágios curriculares classificam-se como obrigatório e não obrigatório,
oficializados através de parcerias com empresas vinculadas à engenharia por meio de
convênios

registrados,

devendo

os

mesmos

serem

planejados,

executados,

acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos, programas e
calendários escolares.
O estágio curricular tem carga horária mínima de 180 horas-relógio (216 horasaula) e deverá ser supervisionado pelo professor orientador em conjunto com um
profissional da empresa conveniada. Ao final do estágio, o aluno tem que apresentar um
relatório final das atividades desenvolvidas, a fim de receber uma pontuação pelo
mesmo.

146

6. METODOLOGIA DE ENSINO E APRENDIZAGEM
O conceito de aprendizagem é de que na medida em que os alunos cursem as
disciplinas, eles assimilem gradativamente o processo de aprendizagem.
A metodologia definida para desenvolver as atividades do curso necessariamente
expressa coerência com os objetivos do curso, com os princípios institucionais e com
uma estrutura curricular adequada. Com isso, essa metodologia está comprometida com
a interdisciplinaridade, com o desenvolvimento do senso crítico e com a formação
generalista, crítica e reflexiva de indivíduos independentes que possam exercer a
cidadania.
A instituição se compromete a exercer um papel mediador entre o educando e o
processo de aprendizagem, pois é capaz de consolidar satisfatoriamente o aprendizado
dos discentes no âmbito da academia quando participa ativamente do processo.
Dessa forma, o curso de graduação tem por objetivo qualificar, desenvolver
habilidades e competências do egresso, utilizando diversos métodos criativos de ensino
e aprendizagem.
Assim, podem-se empregar as seguintes metodologias:
1. Aula expositiva com auxílio do quadro branco é uma forma clássica e prática de
expor uma aula, onde o professor como mediador do aprendizado usa suas habilidades
para interagir com os discentes. Podendo fazer perguntas e convidá-los para
participarem de atividades de resolução de exercícios, ou apresentar ideias, ou tirar
dúvidas utilizando o recurso do quadro.
2. Aulas expositivas com auxílio de diversos recursos didáticos como: Data show,
TV, vídeos e internet. Durante essas aulas, o professor pode usar dinâmicas de
perguntas, arguição e solicitar resumos sobre o tema abordado.
3. Seminários de grupos ou individuais como uma forma de motivar os educandos a
estudarem ou como uma forma de avaliação. Essa prática pode contribuir para o
discente expor ideias, apresentar clareza sobre o assunto, desenvolver a inibição e
auxilia a comunicação e expressão oral.
4. Palestras podem ser utilizadas quando o professor trabalhar um assunto em detalhes,
e solicitar que um discente possa palestrar com a finalidade de contextualizar o assunto
e aplicar na indústria ou na vida em sociedade.

147

5. Ciclos de Palestras podem ser utilizados para integralizar as turmas e avançar no
conhecimento, propondo novos temas e enriquecendo as aulas. Ainda pode
proporcionar aos alunos a prática para organizar eventos, pois esses ciclos são
organizados pelos próprios alunos sob a supervisão do professor da disciplina.
6. Dinâmica de Grupos é uma metodologia que pode ser usada visando um preparo
para a convivência profissional, estimulando o desenvolvimento da contextualização
crítica, iniciativa, tomadas e liderança. Por fim, estimula o discente a ser proativo,
exercendo um trabalho em equipe e exercitando habilidades para barganhar.
7. Práticas de Laboratórios são essenciais para os cursos de engenharia,
principalmente a Engenharia Elétrica. As aulas de laboratórios são aplicadas para uma
compreensão mais visual e prática de conteúdos propostos pelas ementas. Desenvolve
as habilidades práticas e possibilita um ensino de nível elevado e prazeroso, menos
enfadonho e mais motivador, pois oferece a oportunidade ao aluno de conhecer e
manusear equipamentos atualizados e usados na realidade profissional. Dessa forma,
quando o aluno se formar, poderá aplicar em sua vida profissional os conhecimentos
adquiridos nas aulas práticas de laboratórios.
8. Visitas Técnicas são atividades indispensáveis, possibilitando ao aluno durante o
curso visitar a indústria e observar todo o seu funcionamento, e como se aplica os
conhecimentos adquiridos no âmbito acadêmico. Realização de visitas a empresas,
órgãos e instituições, visando integrar a teoria com a prática, além de contribuir para o
estreitamento das relações entre a instituição de ensino e as esferas sociais relacionadas
à área do curso, estabelecendo, assim, uma visão sistêmica, estratégias e suas
aplicações.
9. Estudo de Casos é atividade de aplicação dos temas teóricos, a partir de situações
práticas, visando o desenvolvimento de habilidades técnica, humana e conceitual e
possibilitando avaliar dados obtidos e interpretar resultados.
10. Projetos Culturais são metodologias que podem estimular os alunos a
desenvolverem projetos, em prol da sociedade local ou regional, em conjunto com as
demais turmas de escolas e instituições envolvidas.
Estas práticas apoiam-se numa metodologia que busca uma interação entre
professor – aluno – conteúdo. Preza-se que o educando conheça os primeiros passos do

148

caminho para aprender e continuar aprendendo. Os estudantes são encorajados a definir
seus próprios objetivos de aprendizagem e tomar a responsabilidade por avaliar seus
progressos pessoais. No entanto, o aluno é acompanhado e avaliado, e essa avaliação
inclui a habilidade de reconhecer necessidades educacionais pessoais, desenvolver um
método próprio de estudo, utilizar adequadamente uma diversidade de recursos
educacionais e avaliar criticamente os progressos obtidos.

149

7. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
A avaliação conforme concebida no Projeto Pedagógico Institucional (PPI) é um
fator de gestão no sentido de possibilitar correções, reorientar práticas pedagógicas,
refletir sobre os projetos pedagógicos, delimitar os obstáculos administrativos e se
processa no âmbito do curso pelo acompanhamento do Projeto Pedagógico e pela
avaliação do processo ensino/aprendizagem. Deste modo, ela se explicita, de forma
clara e objetiva no Projeto Pedagógico de Curso, que deverá prever tempo amplo para o
processo de sua autoavaliação pedagógica.
A avaliação é um mecanismo que contribui para as respostas dadas às demandas
da sociedade e da comunidade científica, e deve ser entendida como um processo amplo
e coparticipativo, respeitando os critérios estabelecidos no regulamento geral dos cursos
de graduação.
Ela transcende a concepção de avaliação da aprendizagem e deve ser integrada
ao PPC como dado que interfira consistentemente na ação pedagógica do curso, de
maneira que garanta a flexibilização curricular e que permita a adequação do
desenvolvimento acadêmico à realidade na qual se insere a UFAL. A avaliação requer,
portanto, por parte de todos os atores envolvidos com o processo educacional, uma
permanente aferição avaliativa do Projeto Pedagógico em relação aos fins préconstituídos, às metas e às ações definidas. Assim, a avaliação deve ser percebida como
movimento de reflexão sobre os constitutivos do processo de ensino-aprendizagem, do
plano político-pedagógico e das atividades curriculares.
A avaliação do processo ensino-aprendizagem insere-se na própria dinâmica
curricular. A avaliação é, portanto, uma atitude de responsabilidade da instituição, dos
professores e dos alunos acerca do processo formativo. A avaliação que aqui se propõe
não é uma atividade puramente técnica, ela deve ser processual e formativa, além de
manter a coerência com todos os aspectos do planejamento e execução do Projeto
Pedagógico do curso.
A avaliação da aprendizagem considera os aspectos legais determinados na Lei
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, no que concerne à aferição quantitativa do
percentual de 75 % de presença às atividades de ensino previstas pela carga horária de

150

cada disciplina e no total da carga horária do curso e qualitativa em relação ao total de
pontos obtidos pelo aluno em cada disciplina.
No plano interno, a avaliação da aprendizagem atende ao art. 9º da Resolução
UFAL 25/05 – CEPE, que determina que o regime de aprovação do aluno em cada
disciplina será efetivado mediante a apuração da frequência às atividades didáticas e do
rendimento escolar.
Neste entendimento, o art. 10 afirma que: “Será considerado reprovado por falta
o aluno que não comparecer a mais de 25% (vinte e cinco por cento) das atividades
didáticas realizadas no semestre letivo”.
Parágrafo Único - O abono, compensação de faltas ou dispensa de
frequência, só será permitido nos casos especiais previstos nos termos do
Decreto-Lei n.º 1.044 (21/10/1969), Decreto-Lei n.º 6.202 (17/04/1975) e no
Regimento Geral da UFAL.

A mesma resolução apresenta um capítulo detalhando como se efetiva a
apuração do rendimento escolar.
Art. 11 - A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
§ 1o – Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive
prova final, após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e
oito) horas, das notas obtidas pelo aluno em avaliações anteriores.
§ 2o - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de avaliação
e, no prazo de 02 (dois) dias úteis após a divulgação de cada resultado,
poderá solicitar revisão da correção de sua avaliação, por uma comissão de
professores designada pelo Colegiado do Curso.
Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio
Curricular Obrigatório, quando previsto no PPC.

151

Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que
possível, aos conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será
resultante de mais de 01 (um) instrumento de avaliação, tais como: provas
escritas e provas práticas, além de outras opções como provas orais,
seminários, experiências clínicas, estudos de caso, atividades práticas em
qualquer campo utilizado no processo de aprendizagem.
§ 1o - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou
mais dos instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral
(AB) respectiva, calculada considerando-se a média das avaliações
programadas e efetivadas pela disciplina.
§ 2o - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em
uma das 02 (duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre
letivo, a ser reavaliado naquela em que obteve menor pontuação,
prevalecendo, neste caso, a maior.
Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média
aritmética, apurada até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações
Bimestrais.
§ 1o - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final
(NF) das Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
§ 2o - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais
igual ou superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a
Prova Final (PF).
Parágrafo Único - A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da
disciplina ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em
época posterior às reavaliações, conforme o Calendário Acadêmico da
UFAL.
Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF),
em cada disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5
(cinco inteiros e cinco décimos).

152

Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a média
ponderada da Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis),
e da nota da Prova Final (PF), com peso 4 (quatro).
Art. 17 - Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo
comparecido à Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de
doença, devendo requerê-la ao respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48
(quarenta e oito) horas após a realização da prova.
Parágrafo Único - A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05
(cinco) dias após a realização da primeira chamada, onde prevalecerá o
mesmo critério disposto no Parágrafo único do Art. 16.

No que concerne ao PPC do curso de Engenharia Elétrica, a avaliação da
aprendizagem é condizente com a concepção de ensino aprendizagem que norteia a
metodologia adotada para a consecução da proposta curricular, de forma a fortalecer a
perspectiva da formação integral dos alunos, respeitando a diversidade e a pluralidade
das suas formas de manifestação e participação nas atividades acadêmicas, sem se
distanciar, entretanto, das determinações legais e institucionais.

153

8. PROGRAMAS DE APOIO AOS DISCENTES
Os Programas de Apoio visam estimular o aluno a vivenciar o curso desde o seu
ingresso e ao longo de sua permanência, seja através de grupos de pesquisa, de
aprimoramento do conhecimento ou de qualquer outro meio. É necessário conscientizar
o aluno de que ele é parte integrante da estrutura do curso e que a sua melhoria reflete
também na melhoria da Engenharia Elétrica e da UFAL.

8.1 Programa de Monitoria
O monitor é o aluno de graduação da Universidade, com matrícula e frequência
regular, admitido pelo período de 1 (um) ano, para auxiliar o trabalho de ensino,
pesquisa, extensão ou quaisquer atividades didático-científicas em nível de sua
capacidade. Os monitores exercerão suas atividades em 12 (doze) horas semanais, das
quais, 4 horas deverão ser destinadas ao atendimento aos alunos. O horário das
atividades do monitor não poderá em hipótese nenhuma prejudicar seu horário normal
de aulas como discente. O programa de monitoria da UFAL está efetivado sob duas
modalidades: MONITORIA COM BOLSA e MONITORIA SEM BOLSA. Ao monitor,
sob orientação e a responsabilidade do Professor Orientador, compete exclusivamente:
Auxiliar o professor:
- Em tarefas didáticas, inclusive na preparação de aulas e trabalhos escolares;
- Em tarefas de pesquisa e extensão compatíveis com o seu grau de
conhecimento;
- Nas realizações de trabalhos práticos e experimentais compatíveis com o seu
grau de conhecimento e experiência na disciplina;
- Na participação, sempre que possível de seminários, cursos ou debates
promovidos pelo Departamento;
- No auxílio aos estudantes que estejam apresentando baixo índice de
rendimento na aprendizagem da disciplina;
- Em reuniões, sempre que necessário, com o Professor Orientador para analisar,
discutir e avaliar a prática por eles desenvolvida;

154

- Na entrega ao Departamento, ao final de cada período da monitoria, de
relatório das atividades desenvolvidas, que será apresentado à Plenária do
Departamento a qual fará registro em Ata.
Todas as atividades do Monitor serão desenvolvidas estritamente sob a
supervisão direta do professor Orientador. É vedado ao monitor:
- Ministrar aulas curriculares, na ausência do professor em sala de aula,
laboratório ou qualquer outro recinto;
- Realizar avaliações na ausência do professor;
- Exercer funções meramente burocráticas.

8.2 Programa de Iniciação Científica e/ou Inovação Tecnológica
Os objetivos específicos do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação
Científica – PIBIC / CNPq / UFAL e PIBITI / UFAL podem ser dimensionados em três
níveis: da instituição, dos orientadores e dos bolsistas.
Com relação à UFAL
- Conduzir à sistematização e institucionalização da pesquisa;
- Incentivar a formulação de uma política de pesquisa para Iniciação
Científica;
- Possibilitar uma maior interação entre a graduação e a pós-graduação;
- Colaborar no fortalecimento de áreas emergentes na pesquisa;
- Propiciar condições institucionais para o atendimento dos projetos de
pesquisa;
- Fortalecer a cultura da avaliação interna e externa na instituição;
- Tornar a UFAL mais determinada e competitiva na construção do saber;
- Fomentar a interação interdepartamental e interinstitucional no âmbito do
programa;
- Auxiliar a instituição no cumprimento da missão pesquisa, além do ensino
e extensão.
Em relação aos Orientadores

155

- Estimular pesquisadores produtivos a engajarem estudantes de graduação
no processo acadêmico, otimizando a capacidade de orientação à pesquisa
da UFAL;
- Estimular o aumento da produção científica dos pesquisadores;
- Estimular o envolvimento de novos orientadores.
Em Relação aos Bolsistas
- Despertar a vocação científica e incentivar talentos potenciais entre
estudantes de graduação, mediante suas participações em projetos de
pesquisa, iniciando o universitário no método científico.
- Propiciar ao bolsista, orientado por pesquisador qualificado, a
aprendizagem da técnica e métodos científicos, bem como estimular o
desenvolvimento do pensar cientificamente e da criatividade decorrentes
das condições criadas pelo confronto direto com os problemas da pesquisa;
- Despertar no bolsista uma nova mentalidade em relação à pesquisa;
- Preparar alunos para a pós-graduação;
- Aumentar a produção discente.
Pré-Requisitos e Compromissos do Bolsista:
1. O candidato deve ser universitário, regularmente matriculado em curso de graduação
da UFAL, cursando, no mínimo, o segundo período e, no máximo, o penúltimo período;
2. Apresentar desempenho acadêmico, comprovado através de histórico escolar
atualizado e ter, no máximo, duas reprovações;
3. Não ter vínculo empregatício e dedicar-se integralmente às atividades acadêmicas e
de pesquisa;
4. Executar, dentro do cronograma previsto, o plano de trabalho aprovado, com
dedicação de 20 (vinte) horas semanais;
5. Apresentar os resultados da pesquisa em relatórios semestral e final, sob a forma de
resumo individualizado e exposição oral, por ocasião do Encontro de Iniciação
Científica;

156

6. Nas publicações e trabalhos apresentados, fazer referência à sua condição de bolsista
do CNPq ou Pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação (Propep)/UFAL;
7. Estar recebendo apenas esta modalidade de bolsa, sendo vedada a acumulação desta
com a de outros programas do CNPq, de outra agência ou da própria instituição;
8. Em caso de renovação, o bolsista ou ex-bolsista não deve ter pendências junto a
Propep, podendo candidatar-se, no máximo, à 2ª renovação;
9. Não ter concluído nenhum outro curso de graduação;
10. Não apresentar reprovações, após o ingresso no Programa de Iniciação Científica,
sob pena de inviabilizar possível renovação de bolsa;
11. Participar da reunião inicial do Programa e de todas as reuniões convocadas pela
Propep/UFAL;
12. Devolver ao CNPq, em caso de bolsa do PIBIC-CNPq/UFAL, e a UFAL, em caso
de bolsa Propep/UFAL, em valores atualizados, a(s) mensalidade(s) recebida(s)
indevidamente, caso os compromissos estabelecidos neste item não sejam cumpridos.
Pré-Requisitos e Compromissos do Orientador
1. Possuir experiência compatível com a função de orientador e formador de recursos
humanos qualificados;
2. Ser pesquisador com titulação de doutor ou equivalente ou, excepcionalmente,
mestre, com produção científica, tecnológica, artística e cultural nos últimos cinco (5)
anos, divulgada nos principais veículos de comunicação da área;
3. Apresentar projeto de pesquisa detalhando relevância e viabilidade técnica;
4. Participar da reunião inicial do Programa e de todas as reuniões convocadas pela
Propep/UFAL;
5. Orientar o bolsista nas distintas fases do trabalho científico, incluindo a elaboração
do relatório final e material para apresentação dos resultados no livro de resumos, em
congressos, seminários, etc.;
6. Acompanhar as exposições dos relatórios técnicos parciais e anuais feitas por seus
bolsistas;

157

7. Atuar, quando solicitado, auxiliando o Comitê de Pós-Graduação e Pesquisa da
Propep/UFAL dando pareceres de projetos e relatórios e avaliando apresentações orais
da Iniciação Científica;
8. Incluir os nomes dos bolsistas nas publicações e nos trabalhos apresentados em
congressos e seminários, cujos resultados tiveram a participação efetiva dos bolsistas de
iniciação científica;
9. Ser professor do quadro permanente da UFAL, em efetivo exercício de suas funções,
com regime de dedicação exclusiva ou de 40 horas semanais;
10. Pesquisadores, atuando na UFAL, poderão ser aceitos como orientadores de alunos
da Iniciação Científica, desde que tenham o título de doutor ou mestre, com regime de
dedicação exclusiva ou de 40 horas semanais;
11. Não possuir grau de parentesco com o candidato à bolsa.
Pré-Requisitos do Projeto de Pesquisa e do Plano de Trabalho
1. Ser projeto institucional, de preferência de grupos de pesquisa e de longo alcance;
2. Ter o projeto mérito técnico científico;
3. Ter o projeto viabilidade técnica e econômica;
4. Ter aprovação da Comissão de Bioética da UFAL, no caso da pesquisa que envolva
seres vivos;
5. Conter plano de trabalho do candidato específico e individualizado;
6. Incluir cronograma individualizado de atividades de cada candidato.

8.3 Curso de Nivelamento
O curso de nivelamento para os alunos recém ingressos no curso de Engenharia
Elétrica tem como objetivo promover uma melhoria no desempenho acadêmico dos
mesmos. Seus objetivos imediatos consistem em:
 Promover a integração destes alunos entre si e com os demais do corpo
discente, com os docentes do curso, de forma a incentivá-los a participar das
várias atividades desenvolvidas pela Universidade;
 Mostrar a estrutura acadêmica e administrativa da Universidade;

158

 Apresentar informações sobre a matriz curricular do curso, Colegiado do
Curso, Centro Acadêmico, Empresa Júnior e Programas de iniciação científica
da UFAL;
 Avaliar e complementar os conhecimentos destes alunos nas matérias
matemática e física;
 Enfatizar a importância das matérias básicas para a formação profissional.

8.4 Empresa Júnior de Engenharia Elétrica
A Empresa Júnior de Engenharia Elétrica se constitui num programa de extensão
do Campus CECA, que tem como objetivo a prestação de serviços em projetos de
Engenharia Elétrica para a sociedade, dando oportunidade aos estudantes de aplicarem e
aprimorarem os conhecimentos adquiridos na Universidade.
É uma preocupação constante dos que fazem a Empresa Júnior a formação de
agentes de transformação que visam gerar profissionais melhor qualificados, e que
sejam capazes de gerar satisfação na sociedade e de atender com eficiência os clientes
internos e externos, elevando, assim, o nome do Curso de Engenharia Elétrica e da
Universidade Federal de Alagoas.
Alunos da graduação podem participar da empresa desde o primeiro ano
acadêmico, atuando nos contatos com clientes, organizando eventos e processos
administrativos, e acompanhando as equipes de projetos para obtenção de noções sobre
o desenvolvimento dos trabalhos.
À medida que avança no curso, o estudante membro aplica os conhecimentos
aprendidos na elaboração de projetos e com isso obtém prática, desenvoltura,
experiência e motivação para se aperfeiçoar nas matérias do curso.

8.5 Bolsa Permanência
As bolsas de permanência e residência são financiadas pelo Ministério da
Educação e pela UFAL, no âmbito do PNAES (Programa Assistência Estudantil), e o
público alvo se constitui dos alunos em situação de vulnerabilidade. A primeira referese ao apoio financeiro a estudantes matriculados em curso de graduação presencial da

159

UFAL e que estejam efetivamente frequentando as atividades acadêmicas, estudantes
estes, selecionados conforme critério socioeconômico. A segunda visa proporcionar ao
estudante uma moradia, que pode ser uma residência para estudantes, alugada pela
universidade ou residência própria da instituição para tal finalidade.

8.6 Serviço de Apoio Pedagógico
Trata-se de uma ferramenta de assessoria ao corpo docente e discente da
instituição, visando solucionar os problemas vivenciados pela comunidade acadêmica,
especialmente aqueles relacionados aos aspectos pedagógicos (relação professor-aluno,
dificuldades de aprendizagem, prática educativa, processo de avaliação). O objetivo é
contribuir para a melhoria da qualidade do ensino oferecido pela instituição e o serviço
é prestado por uma equipe de técnicos em assuntos educacionais do Campus CECA e da
Pró-reitoria de Graduação.
Durante a primeira semana do ingresso dos discentes, o Colegiado do curso
realizará atividades de recepção para os calouros, onde serão apresentados
procedimentos e informações que facilitam a familiarização do discente com a UFAL.
Neste contexto, serão realizadas visitas aos laboratórios onde serão desenvolvidas
atividades relativas ao curso e serão abordados os seguintes assuntos: assistência
estudantil, serviço de apoio pedagógico, sistema de funcionamento da biblioteca,
sistema utilizado para efetuar matrícula, trancamento e acompanhamento do semestre
letivo e projetos em andamento.

8.7 Restaurante Universitário
O restaurante universitário é uma necessidade fundamental e seu funcionamento
contribui para a permanência do estudante, viabilizando o desempenho de atividades
acadêmicas e culturais em turnos diferentes do curso ao qual o estudante está vinculado.
O restaurante universitário atende aos alunos do Campus CECA com vulnerabilidade
social comprovada, isentando-o do pagamento do almoço.

160

9. INFRAESTRUTURA DO CAMPUS CECA
O curso de Engenharia Elétrica sendo implantado no Campus CECA em Rio
Largo pode contar com uma infraestrutura adequada para o seu funcionamento.

9.1 Salas de Permanência para Docentes
O Campus CECA disponibiliza salas de permanência para professores, algumas
delas com amplo espaço, podendo ser ocupadas por até três professores. Todas as salas
se encontram climatizadas e apresentam material de apoio, como gabinetes, cadeiras,
redes lógica e elétrica instaladas.

9.2 Acervo e Mobilidade
O Campus CECA conta com uma biblioteca cujo acervo apresenta referências
atualizadas de editoras reconhecidas. Todas as salas de aula estão localizadas no térreo e
em terreno plano, que facilita as condições de acesso, principalmente para pessoas com
deficiências e/ou mobilidade reduzida, conforme a Constituição Federal de 1988, que
assegura o direito de todos à educação (art. 205), tendo como princípio a igualdade de
condições para acesso e permanência na UFAL, de acordo com a Norma Técnica de
Acessibilidade ABNT NBR 9.050/2004.

9.3 Sala de Pranchetas
O Campus CECA conta com uma sala de pranchetas devidamente equipada e
espaçosa, para atender a demanda da disciplina de Desenho Técnico, que é ofertada por
todos os cursos de Engenharia.

9.4 Laboratórios Didáticos
Para um aprendizado adequado, os cursos de engenharia necessitam de
atividades práticas a serem realizadas em laboratórios, a fim de unir os conhecimentos
teóricos vistos em sala aos práticos realizados por meio de experimentos.

161

9.4.1 Laboratório Multidisciplinar de Engenharia
O Laboratório Multidisciplinar de Engenharia localiza-se no Núcleo de Energias
Renováveis, e atende as disciplinas do eixo básico dos cursos de graduação de
Engenharia

de

Energia,

Engenharia

de

Agrimensura,

Engenharia

Florestal,

Agroecologia, Agronomia e Zootecnia, possibilitando o desenvolvimento de
experimentos e aulas práticas das disciplinas de Física, Química, Mecânica dos Sólidos,
Mecânica dos Fluidos, Termodinâmica e Fundamentos de Energia Elétrica.
9.4.2 Laboratório de Eletricidade e Eletrônica
O Laboratório de Eletricidade e Eletrônica localiza-se no Núcleo de Energias
Renováveis, e atende as disciplinas do eixo profissionalizante do curso de graduação de
Engenharia de Energia, possibilitando o desenvolvimento de experimentos e aulas
práticas das disciplinas de Introdução à Engenharia de Energias, Física III,
Fundamentos de Energia Elétrica, Fundamentos de Eletrônica de Potência e
Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica.
9.4.3 Laboratórios de Informática
O Campus CECA também disponibiliza Laboratórios de Informática com salas
climatizadas, computadores e softwares adequados para as aulas das disciplinas de
Introdução à Computação e Técnicas de Programação.

162

10. CENTRO
RENOVÁVEIS

DE

ENGENHARIA

DE

ENERGIAS

10.1 Infraestrutura
O Centro de Engenharia de Energias Renováveis teve suas obras iniciadas, e tem
previsão para conclusão no segundo semestre de 2020.
O Projeto possui dois blocos, A e B. O Bloco A é térreo e possui duas salas de
aula e um laboratório didático, com capacidade de 106 alunos por turno (matutino e
vespertino), sendo 40 alunos por sala de aula e 26 no laboratório.
No Bloco B são dois pavimentos, o térreo possui duas salas de aula e um
laboratório didático, com capacidade de 105 alunos por turno (matutino e vespertino),
sendo 40 alunos por sala de aula e 25 no laboratório. O segundo pavimento contempla 7
salas de permanência para professores e um miniauditório, que pode servir como sala de
reunião, além dos espaços de suporte, banheiros, copa e espaço de convivência.
Figura 6 - Bloco A do Centro de Engenharia de Energias Renováveis.

163

Figura 7 - Bloco B do Centro de Engenharia de Energias Renováveis.

A proposta do projeto é de atender à maior parte das atividades dos cursos de
Engenharia de Energia e de Engenharia Elétrica. De fato, tendo estes cursos 10
períodos, e sabendo que cada curso ficaria com uma entrada anual, 40 alunos para cada
um, distribuídos de forma que a primeira entrada estudaria no turno vespertino e a
segunda entrada no turno matutino, o projeto conseguiria atender a não menos que 80%
das demandas destes cursos.

10.2 Quantitativo de Professores
Atualmente, o curso de Engenharia de Energia tem duas entradas por ano, uma
com 30 e outra com 25 alunos, totalizando 55 alunos por ano. O Colegiado do curso de
Engenharia de Energia propõe diminuir a entrada do curso de Engenharia de Energia
para uma por ano, com um total de 40 alunos, podendo ocorrer uma segunda entrada de
40 alunos para um novo curso, que seria o curso de Engenharia Elétrica, que
compartilharia o mesmo espaço, ou seja, o Centro de Engenharia de Energias
Renováveis com o curso de Engenharia de Energia, onde 80% da infraestrutura
necessária seria atendida para ambos os cursos. Além disso, teríamos os professores do
curso de Engenharia de Energia com carga horária livre para atuarem no curso de

164

Engenharia Elétrica. A entrada do curso de Engenharia de Energia ocorreria no primeiro
semestre do ano e a entrada do curso de Engenharia Elétrica ocorreria no segundo
semestre do ano. Esta estratégia viabilizaria a implantação do curso de Engenharia
Elétrica com a menor quantidade possível de recursos humanos e materiais.
O curso de Engenharia de Energia é o que apresenta maior afinidade em toda
instituição com o curso de Engenharia Elétrica, o que poderá promover uma grande
sinergia entre os cursos, na criação de laboratórios, grupos de pesquisa e programas de
pós-graduação.
O compartilhamento do espaço físico e do corpo docente promoverá o
fortalecimento de ambos os cursos, uma vez que a atuação do engenheiro eletricista na
área de energias renováveis vem ganhando cada vez mais força, por conta da constante
demanda mundial, nacional e regional pelo desenvolvimento de tecnologias associadas
às competências deste profissional.
O profissional engenheiro de energia faz parte da modalidade eletricista, assim
como o engenheiro eletricista, na Tabela de Títulos Profissionais do Sistema
CONFEA/CREA.
O Campus CECA apresenta uma extensão territorial igual a 2.931.970 m2, maior
que a extensão territorial do Campus A. C. Simões, que apresenta uma extensão
territorial de 2.100.000 m2. No entanto, enquanto o Campus A. C. Simões sedia 47
cursos de graduação, o Campus CECA sedia apenas 6 cursos de graduação, e tem um
histórico de invasões e furtos de água e de energia por conta da baixa presença da
instituição no local.
A parte orgânica (energia da biomassa, biogás, biodiesel e etanol) do curso de
Engenharia de Energia apresenta uma forte interação com os cursos de graduação
(Agronomia) e de pós-graduação (Mestrado Profissionalizante em Energia da
Biomassa) e com os grupos de pesquisa (Programa de Melhoramento Genético da Canade-Açúcar) do Campus CECA.
No entanto, a parte inorgânica (energia solar, energia eólica, energia hidráulica,
energia dos oceanos, energia geotérmica e energia do hidrogêneo) apresenta
pouquíssima interação com os demais cursos do Campus CECA, apenas a parte de
geoprocessamento do curso de Engenharia de Agrimensura apresenta alguma inserção

165

na análise de potencial eólico e hidráulico e na avaliação de azimutes para
posicionamento dos painéis solares fotovoltaicos estáticos e móveis.
A Tabela 7 apresenta uma relação de professores do Campus CECA que
ministram disciplinas no curso de Engenharia de Energia.
Tabela 7 - Professores do Campus CECA que ministram disciplinas no Curso de Engenharia de Energia.

PROFESSORES DO CAMPUS CECA
CONCURSO EM ANDAMENTO
Matemático 1
Sandro Correia de Holanda
Físico 1
Cícero Rita da Silva
Físico 2
Igor Cavalcante Torres
Engenheiro Eletricista 1
Leonardo Faustino Lacerda de Souza
Engenheiro Eletricista 2
Alana Kelly Xavier Santos
Engenheiro Eletricista 3
Christian Kohler
Engenheiro Mecânico 1
Ramon Vila Nova
Engenheiro Mecânico 2
Eliel Santana
Engenheiro Mecânico 3
Jerusa Goes Aragão Santana
Engenheiro Civil 1
Márcio André Araújo Cavalcante
Engenheiro Civil 2
Fábio Farias Pereira
Engenheiro Civil 3
Amanda Santana Peitter
Engenheiro Químico 1
Cássia Roberta Pontes Silva
Engenheiro Químico 2
Andréa de Vasconcelos Freitas Pinto
Engenheiro Florestal 1
Maria José Holanda Leite
Engenheiro Florestal 2
João Messias dos Santos
Engenheiro Agrônomo 1
Ricardo Araujo Ferreira Junior
Engenheiro Agrônomo 2
Iraildes Pereira Assunção
Engenheiro Agrônomo 3
Gildemberg Amorim Leal Júnior
Engenheiro Agrônomo 4
Carlos Brancildes Monte Calheiros
Engenheiro Agrônomo 5
Paulo Pedro da Silva
Engenheiro Agrônomo 6
Jhonathan Gomes dos Santos
Engenheiro Agrimensor
Henrique Fonseca Goulart
Químico
Jakes Halan de Queiroz Costa
Administrador 1
Camila Karla Santos da Silva Valentino
Administrador 2
Carlos Frederico Lins e Silva Brandão
Biólogo
Sofia Pessoa Lira Souza
Arquiteto
Cientista da Computação 1 Fabiane da Silva Queiroz
Cientista da Computação 2 Nádia Milena da Silva Barbosa
SEIS PROFESSORES SUBSTITUTOS

166

As tabelas a seguir permitem um levantamento do quantitativo de professores
que precisariam ser contratados para viabilizar o curso de Engenharia Elétrica no
Campus CECA com uma única entrada por ano, num sistema de revezamento com o
curso de Engenharia de Energia.
Seguem as diretrizes para a realização deste levantamento:
- Quando da contratação dos três engenheiros eletricistas, nenhum professor dos
dois cursos irá ministrar mais do que três disciplinas por semestre, incentivando a
participação dos mesmos em projetos de pesquisa, programas de extensão e de pósgraduação;
- Serão ofertadas pelo menos três disciplinas eletivas distintas por semestre.
Com base neste levantamento, será necessário contratar mais três engenheiros
eletricistas a partir do sexto semestre letivo para viabilizar o curso de Engenharia
Elétrica no Campus CECA com uma única entrada por ano.

Tabela 8 - Cursos de Engenharia de Energia e Engenharia Elétrica com uma entrada por ano (Primeira
Entrada do Ano).

ENGENHARIA DE ENERGIA (SEMETRES ÍMPARES)
ENGENHARIA ELÉTRICA (SEMESTRES PARES)
SEM
.

C.H.
SEMANA
L
4

C.H.
TOTA
L
72

Engenheiro Civil 3

SOCIEDADE E AMBIENTE
INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE
ENERGIA
CÁLCULO I

3

54

Administrador 1

2

36

Engenheiro Agrônomo 2

4

72

Engenheiro Civil 1

INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO

3

54

Cientista da Computação 1

DESENHO TÉCNICO

3

54

Arquiteto

QUÍMICA GERAL

4

72

Engenheiro Químico 1

TOTAL

23

414

ÁLGEBRA LINEAR

4

72

Engenheiro Civil 2

FÍSICA I

4

72

Físico 1

LABORATÓRIO DE FÍSICA I

2

36

Físico 1

CÁLCULO II

4

72

Matemático 1

TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO

3

54

Cientista da Computação 2

ESTATÍSTICA GERAL
INTRODUÇÃO À CIÊNCIAS DOS
MATERIAIS

4

72

Engenheiro Agrônomo 1

4

72

Engenheiro Civil 1

DISCIPLINA
GEOMETRIA ANALÍTICA

1º

2º

PROFESSOR

167

3º

4º

5º

6º

7º

METODOLOGIA CIENTÍFICA

2

36

TOTAL
CIÊNCIAS DO AMBIENTE E
MANEJO DE RECURSOS NATURAIS
AGROMETEOROLOGIA E
CLIMATOLOGIA
CÁLCULO III

27

486

2

36

Biólogo

4

72

Engenheiro Agrônomo 2

4

72

Matemático 1

METODOLOGIA DA PESQUISA

2

36

Engenheiro Agrônomo 1

DESENHO TÉCNICO INDUSTRIAL

2

36

Engenheiro Mecânico 1

PORTUGUÊS INSTRUMENTAL

2

36

Administrador 2

HIDROLOGIA

4

72

Engenheiro Agrônomo 5

FÍSICA II

4

72

Físico 1

TOTAL

24

432

FÍSICA III

4

72

Físico 2

LABORATÓRIO DE FÍSICA III

2

36

Físico 2

RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS

4

72

Engenheiro Civil 1

CÁLCULO IV
ARQUITETURA DE SISTEMAS
DIGITAIS

4

72

Engenheiro Químico 2

4

72

Cientista da Computação 1

VARIÁVEIS COMPLEXAS

4

72

Matemático 1

ACE I

5

90

Engenheiro Químico 2

TOTAL

27

486

MECÂNICA DOS FLUIDOS

4

72

Engenheiro Civil 3

ELETROTÉCNICA APLICADA

3

54

Engenheiro Eletricista 1

MECÂNICA DOS SÓLIDOS II

3

54

Engenheiro Civil 2

CÁLCULO NUMÉRICO

4

72

Cientista da Computação 2

SEGURANÇA DO TRABALHO

2

36

Engenheiro Florestal 1

TERMODINÂMICA

4

72

Engenheiro Mecânico 2

ACE II

4

72

Engenheiro Mecânico 2

TOTAL

24

432

CONVERSÃO ELETROMECÂNICA

4

72

Engenheiro Eletricista 3

CIRCUITOS ELÉTRICOS II

4

72

Engenheiro Eletricista 1

LABORATÓRIO DE CIRCUITOS
ELÉTRICOS

2

36

Engenheiro Eletricista 1

ONDAS E LINHAS

4

72

Físico 2

CONTROLE ANALÓGICO

4

72

Engenheiro Eletricista 2

DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS

4

72

Engenheiro Eletricista 4

ACE III

5

90

Engenheiro Agrônomo 2

TOTAL

27

486

3

54

Engenheiro Florestal 2

4

72

Engenheiro Mecânico 1

3

54

Engenheiro Eletricista 2

ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE
IMPACTOS AMBIENTAIS
MÁQUINAS DE FLUXO, GERAÇÃO E
PROPULSÃO
ELETRÔNICA DE POTÊNCIA

Engenheiro Agrônomo 1

168

ELEMENTOS DE MÁQUINAS

4

72

Engenheiro Mecânico 2

4

72

Engenheiro Eletricista 3

3

54

Engenheiro Químico 1

ACE IV

4

72

Engenheiro Eletricista 4

TOTAL

25

450

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

4

72

Engenheiro Eletricista 5

2

36

Engenheiro Eletricista 5

4

72

Engenheiro Eletricista 3

ENERGIA SOLAR

4

72

Engenheiro Eletricista 1 / Engenheiro
Eletricista 2

ELETRÔNICA DE POTÊNCIA

3

54

Engenheiro Eletricista 2

ELETIVA

4

72

Engenheiro Eletricista 4

ACE V

4

72

Engenheiro Químico 1

TOTAL

25

450

ENERGIA HIDRÁULICA

4

72

Engenheiro Civil 3

ETANOL

3

54

Engenheiro Agrônomo 4

ENERGIA EÓLICA

3

54

Físico 1 / Engenheiro Civil 2 /
Engenheiro Mecânico 1

2

36

Engenheiro Eletricista 3

2

36

Engenheiro Agrônomo 1

3

54

Administrador 2

ELETIVA

4

72

Engenheiro Químico 2

ACE VI

5

90

Engenheiro Eletricista 6

TOTAL

26

468

ELETIVA

4

72

TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE
ENERGIA ELÉTRICA
TECNOLOGIA DE CONVERSÃO
ENERGÉTICA DA BIOMASSA

LABORATÓRIO DE INSTALAÇÕES
ELÉTRICAS
TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE
ENERGIA ELÉTRICA
8º

9º

10º

EFICIÊNCIA E GESTÃO
ENERGÉTICA
ÉTICA E EXERCÍCIO PROFISSIONAL
GESTÃO EMPRESARIAL E
MARKETING

Engenheiro Eletricista 5

PROFESSORES EFETIVOS DO CAMPUS CECA
PROFESSORES SUBSTITUTOS DO CAMPUS CECA
PROFESSORES QUE PRECISAM SER CONTRATADOS (3 ENGENHEIROS ELETRICISTAS)

Tabela 9 - Cursos de Engenharia de Energia e Engenharia Elétrica com UMA entrada por ano (Segunda
Entrada do Ano).

ENGENHARIA ELÉTRICA (SEMESTRES ÍMPARES)
ENGENHARIA DE ENERGIA (SEMETRES PARES)
SEM
.
1º

GEOMETRIA ANALÍTICA

C.H.
SEMANA
L
4

C.H.
TOTA
L
72

Engenheiro Civil 3

SOCIEDADE E AMBIENTE

3

54

Administrador 1

DISCIPLINA

PROFESSOR

169

INTRODUÇÃO À ENGENHARIA
ELÉTRICA
CÁLCULO I

2º

3º

4º

5º

6º

2

36

Engenheiro Eletricista 3

4

72

Engenheiro Mecânico 1

INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO

3

54

Cientista da Computação 1

DESENHO TÉCNICO

3

54

Arquiteto

QUÍMICA GERAL

4

72

Engenheiro Químico 1
Administrador 2

PORTUGUÊS INSTRUMENTAL

2

36

TOTAL

25

450

ÁLGEBRA LINEAR

4

72

Engenheiro Civil 2

QUÍMICA ORGÂNICA

3

54

Engenheiro Químico 2

FÍSICA I

4

72

Físico 1

ESTATÍSTICA GERAL

4

72

Engenheiro Agrônomo 1

CÁLCULO II

4

72

Engenheiro Civil 1

TOPOGRAFIA

4

72

Engenheiro Agrimensor

TOTAL
CIÊNCIAS DO AMBIENTE E
MANEJO DE RECURSOS NATURAIS
FÍSICA II

23

414

2

36

Biólogo

4

72

Físico 1

MECÂNICA DOS SÓLIDOS

4

72

Engenheiro Civil 2

CÁLCULO III

4

72

Matemático 1

MATERIAIS ELÉTRICOS

4

72

Engenheiro Eletricista 3

CIRCUITOS LÓGICOS
LABORATÓRIO DE CIRCUITOS
LÓGICOS

4

72

Cientista da Computação 2

2

36

Cientista da Computação 2

TOTAL

24

432

FÍSICA III

4

72

Físico 1

CÁLCULO IV

4

72

Matemático 1

ENERGIA DE BIOMASSA E
CAPTAÇÃO DE CARBONO

3

54

Engenheiro Agrônomo 2

MECÂNICA DOS SÓLIDOS I

4

72

Engenheiro Civil 1

BIOQUÍMICA

4

72

Engenheiro Agrônomo 3

ACE I

5

90

Engenheiro Químico 2

TOTAL

24

432

FENÔMENOS DE TRANSPORTES

4

72

Engenheiro Civil 3

CIRCUITOS ELÉTRICOS I

4

72

Engenheiro Eletricista 1

PROCESSOS ESTOCÁSTICOS

4

72

Matemático 1

CÁLCULO NUMÉRICO

4

72

Cientista da Computação 2

ANÁLISE DE SINAIS E SISTEMAS

4

72

Cientista da Computação 1

ELETROMAGNETISMO I

4

72

Físico 2

ACE II

4

72

Engenheiro Mecânico 2

TOTAL

28

504

QUÍMICA ANALÍTICA

3

54

Químico

CIÊNCIAS DOS MATERIAIS

4

72

Engenheiro Civil 1

TRANSFERÊNCIA DE CALOR

3

54

Engenheiro Mecânico 1

170

7º

8º

9º

10º

MICROBIOLOGIA GERAL

4

72

Engenheiro Agrônomo 4

ANÁLISE DE CIRCUITOS
ELÉTRICOS

3

54

Engenheiro Eletricista 1

MECÂNICA DOS SÓLIDOS III

3

54

Engenheiro Civil 2

ACE III

5

90

Engenheiro Agrônomo 2

TOTAL

25

450

SISTEMAS ELÉTRICOS

4

72

Engenheiro Eletricista 3

MÁQUINAS ELÉTRICAS

4

72

Engenheiro Eletricista 5

LABORATÓRIO DE MÁQUINAS
ELÉTRICAS

2

36

Engenheiro Eletricista 5

PRINCÍPIOS DE COMUNICAÇÃO

4

72

Engenheiro Eletricsta 4

CONTROLE DIGITAL

4

72

Engenheiro Eletricista 1

ELETRÔNICA

4

72

Engenheiro Eletricista 2

LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA

2

36

Engenheiro Eletricista 2

ACE IV

4

72

Engenheiro Eletricsta 4

TOTAL

28

504

ENERGIA SOLAR

4

72

Engenheiro Eletricista 1 / Engenheiro
Eletricista 2

BIODIESEL

3

54

Engenheiro Químico 1

CONVERSÃO ELETROMECÂNICA

4

72

Engenheiro Eletricista 5

BIOGÁS

3

54

Engenheiro Químico 2

ECONOMIA PARA ENGENHARIA

2

36

Administrador 2

ELETIVA

4

72

Engenheiro Mecânico 1

ACE V

4

72

Engenheiro Químico 1

TOTAL

24

432

GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

4

72

Engenheiro Eletricista 4

SEGURANÇA DO TRABALHO

2

36

Engenheiro Florestal 1

2

36

Engenheiro Eletricista 5

3

54

Administrador 2

2

36

Engenheiro Agrônomo 1

ECONOMIA PARA ENGENHARIA

2

36

Administrador 2

ELETIVA

4

72

Engenheiro Eletricista 6

ACE VI

5

90

Engenheiro Eletricista 6

TOTAL

24

432

ELETIVA

4

72

EFICIÊNCIA E GESTÃO
ENERGÉTICA
GESTÃO EMPRESARIAL E
MARKETING
ÉTICA E EXERCÍCIO PROFISSIONAL

Engenheiro Mecânico 2

PROFESSORES EFETIVOS DO CAMPUS CECA
PROFESSORES SUBSTITUTOS DO CAMPUS CECA
PROFESSORES QUE PRECISAM SER CONTRATADOS (3 ENGENHEIROS ELETRICISTAS)

171

11. DEMANDA DE LABORATÓRIOS DIDÁTICOS
A matriz curricular do curso de Engenharia Elétrica contempla as seguintes
disciplinas com práticas laboratoriais:
Laboratório de Física I
Demanda atendida pelo Laboratório Multidisciplinar de Engenharia localizado no
Núcleo de Energias Renováveis.
Laboratório de Física III
Esse laboratório pode ser compartilhado com o Laboratório de Eletricidade e Eletrônica
já existente no Núcleo de Energias Renováveis. A sala onde funciona esse laboratório
apresenta amplo espaço, com bancadas e equipamentos elétricos e eletrônicos, podendo
ainda oferecer suporte à disciplina de Eletromagnetismo.
Laboratório de Circuitos Lógicos
Esse laboratório pode ser compartilhado com o Laboratório de Eletricidade e Eletrônica
já existente no Núcleo de Energias Renováveis. A sala onde funciona esse laboratório
apresenta amplo espaço, com bancadas e equipamentos elétricos e eletrônicos.
Laboratório de Circuitos Elétricos
Demanda atendida pelo Laboratório de Eletricidade e Eletrônica localizado no Núcleo
de Energias Renováveis.
Laboratório de Máquinas Elétricas
Esse laboratório poderá ser instalado num dos espaços destinados a laboratórios
didáticos do Centro de Engenharia de Energias Renováveis, cujas obras iniciaram e têm
previsão de término no segundo semestre de 2020.
Laboratório de Eletrônica

172

Demanda atendida pelo Laboratório de Eletricidade e Eletrônica localizado no Núcleo
de Energias Renováveis.
Laboratório de Instalações Elétricas
Esse laboratório poderá ser instalado num dos espaços destinados a laboratórios
didáticos do Centro de Engenharia de Energias Renováveis, cujas obras iniciaram e têm
previsão de término no segundo semestre de 2020.

173

REFERÊNCIAS
ANDRADE, Luiz Antônio Botelho; SILVA, Edson Pereira. A universidade e sua
relação com o outro: Um conceito para extensão universitária. Educação Brasileira, v.
23, nº 47, p. 65-79, 2001.
FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e terra, 1983, 93p.
REDE NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Documentos. Plano Nacional
de Extensão Universitária, 2001. Disponível em: http://www.renex.org.br. Acesso em
15 dez. 2004.
THIOLLENT, Michel; CASTELO BRANCO, Alba Lúcia; GUIMARÃES, Regina
Guedes Moreira; ARAUJO FILHO, Targino de. (org.). Extensão universitária:
conceitos, métodos e práticas. Rio de Janeiro, v. 1, p. 41-55, 2003.
PERES, C. M; ANDRADE, A. S.; GARCIA, S. B. Atividades extracurriculares:
multiplicidade e diferenciação necessárias ao currículo. Rev. Bras. Ed. Med. v 3, n.3, p.
203-11.
CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA. Discrimina atividades
das diferentes modalidades profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia.
Resolução n.º 218, de 29 de junho de 1973.
Diretrizes para elaboração de projeto pedagógico de curso - PROGRAD/ UFAL.
Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação -PNE
INSTRUÇÃO NORMATIVA n.º 03 PROGRAD/Fórum dos Colegiados, de 20 de
setembro de 2013 - Dispõe sobre os procedimentos para reformulação dos projetos
pedagógicos dos cursos de graduação da UFAL.
INSTRUÇÃO NORMATIVA n.º 02 PROGRAD/Fórum das Licenciaturas, de 27 de
setembro de 2013 - Disciplina a construção de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
nos cursos de graduação da UFAL.

174

INSTRUÇÃO NORMATIVA n.º 01 PROGRAD/Fórum dos Colegiados - Disciplina a
redução da carga horária de estágio curricular supervisionado para os alunos dos cursos
de Licenciatura da UFAL que exercem atividade docente regular na Educação Básica.
RESOLUÇÃO n.º 52/2012-CONSUNI/UFAL – Dispõe sobre o Núcleo Docente
Estruturante – NDE no âmbito da UFAL.
Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos – Específicas para cada curso, e referente
as orientações gerais;
Parecer CONAES n.° 4, de 17 de junho de 2010 - Dispõe sobre o Núcleo Docente
Estruturante – NDE;
Lei n.º 10.172/2001- Plano Nacional de Educação - Aprova o Plano Nacional de
Educação e dá outras providências.
Portaria n.º 2.678/02 – Política Nacional de Ed. Especial na perspectiva da Ed.
Inclusiva.
Lei 10.639 - Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no
currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura
Afro-Brasileira", e dá outras providências.
Lei 11.645 - Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no
currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura
Afro-Brasileira e Indígena.
Resolução n.º 1, DE 17 DE JUNHO DE 2004. - Diretrizes Curriculares Nacionais para
a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura AfroBrasileira e Africana.
Decreto n.º 5.626 de 22 de dezembro de 2005 - Regulamenta a Lei n.º 10.436, de 24 de
abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei
no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.

175

Lei n.º 10.436 de 24 de abril de 2002 - Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais Libras e dá outras providências.
Lei n.º 12.319, de 1º de setembro de 2010 - Regulamenta a profissão de Tradutor e
Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.
Decreto n.º 5.296/04 - Regulamenta as Leis n.º 10.048, de 8 de novembro de 2000, que
dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e n.º 10.098, de 19 de dezembro
de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da
acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá
outras providências.
Resolução CNE/CP n.º 1 de 18 de fevereiro de 2002 - Institui Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso
de licenciatura, de graduação plena.
Resolução CNE/CES n.º 02/2007 - Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos
relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na
modalidade presencial.
Resolução CNE/CES n.º 04/2009 - Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos
relativos à integralização e duração dos cursos de graduação em Biomedicina, Ciências
Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia,
Nutrição e Terapia Ocupacional, bacharelados, na modalidade presencial.
Resolução CNE/CES n.º 02/2007 - Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos
relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na
modalidade presencial.
Resolução CNE/CES n.º 02/2019 – Institui as diretrizes curriculares nacionais do curso
de graduação em engenharia.
Portaria n.º 10, 28/07/2006 - Aprova em extrato o Catálogo Nacional dos Cursos
Superiores de Tecnologia.

176

Portaria n.º 1024, 11/05/2006 - As atualizações do Catálogo Nacional dos Cursos
Superiores de Tecnologia serão divulgadas no sítio eletrônico oficial do Ministério da
Educação e outras providências.
Resolução CNE/CP n.º 3, 18/12/2002 - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais
Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos superiores de tecnologia.
Decreto n.º 5.622/2005 - Regulamenta o art. 80 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de
1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional - referente a EaD.
Portaria Normativa n.º 40 de 12/12/2007 - Institui o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo
de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação,
avaliação e supervisão da educação superior no sistema federal de educação, e o
Cadastro e-MEC de Instituições e Cursos Superiores e consolida disposições sobre
indicadores de qualidade, banco de avaliadores (Basis) e o Exame Nacional de
Desempenho de Estudantes (ENADE) e outras disposições.
Lei n.º 9.795, de 27 de abril de 1999 - Dispõe sobre a educação ambiental, institui a
Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.
Decreto n.º 4.281 de 25 de junho de 2002, Regulamenta a Lei no 9.795, de 27 de abril
de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras
providências.
Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, Art. 66 - referente a titulação do corpo
docente. Outras legislações podem ser encontradas no site do MEC e da UFAL
Decreto n.º 5.622, de 19 de dezembro de 2005, regulamenta o art. 80 da Lei n.º 9.394,
de 20 de dezembro de 1996 (LDB). (Oferta de disciplinas semipresenciais)
Cadastro de denominações consolidadas para Cursos de Graduação (bacharelado e
licenciatura) do Ministério da Educação (MEC).
Referenciais Curriculares Nacionais dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura do MEC.

177

Referenciais de Acessibilidade na Educação Superior e a Avaliação in Loco do Sistema
Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).
PARECER CNE/CP n.º 09/2001, Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de
Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação.
Resolução n.º 25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005, institui e regulamenta o
funcionamento do Regime Acadêmico Semestral nos Cursos de Graduação da UFAL, a
partir do ano letivo de 2006.
Resolução n.º 113/95 – CEPE, de 13 de novembro de 1995, estabelece normas para o
funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de graduação.
Plano de Desenvolvimento Institucional da UFAL 2013-2017.
RESOLUÇÃO n.º 4, DE 6 DE ABRIL DE 2009 (*). Dispõe sobre carga horária mínima
e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação em
Biomedicina,

Ciências

Biológicas,

Educação

Física,

Enfermagem,

Farmácia,

Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição e Terapia Ocupacional, bacharelados, na
modalidade presencial.

178

ANEXO A

INSTRUÇÕES PARA A INTEGRALIZAÇÃO DA CARGA HORÁRIA DE
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
CONSIDERANDO a Resolução n.º 113/95 do Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão da Universidade Federal de Alagoas, de 13/11/1995, que estabelece normas
para o funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de graduação.
CONSIDERANDO o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Elétrica,
que estabelece o cumprimento de uma carga horária mínima de 216 horas-aula (180
horas-relógio) de atividades complementares.
São estabelecidos(as) que:
1º) As atividades complementares do Curso de Engenharia de Elétrica devem
seguir a seguinte classificação:
1 – Atividades de Ensino;
2 – Atividades de Pesquisa;
3 – Atividades de Extensão;
4 – Participação em Entidades Estudantis;
5 – Representação Estudantil em Órgãos Colegiados;
6 – Outras Atividades.
2º) A carga horária da Parte Flexível deverá, preferencialmente, ser distribuída
ao longo do Curso e não poderá ser preenchida com um só tipo de atividade.
3º) A distribuição da carga horária das atividades complementares será
computada de acordo com a tabela a seguir, abrangendo a classificação estabelecida.
4º) Para o aproveitamento das Atividades Complementares de Graduação, o
aluno, que tiver no mínimo as 180 horas-relógio de atividades válidas comprovadas
integralizadas e estiver a partir do oitavo período, solicitará, através de requerimento
padrão fornecido pela Secretaria do Curso, o registro e o cômputo de horas, anexando
obrigatoriamente a cópia da documentação comprobatória devidamente reconhecida ou
autenticada pela Secretaria do Curso.

179

5º) Uma comissão composta por dois membros docentes do curso definidos pelo
Colegiado ficará responsável pela análise e cômputo da carga horária flexível, assim
como o registro será de responsabilidade da Coordenação do Curso.
6º) Somente serão computadas as atividades realizadas após o ingresso no curso.
7º) Os casos omissos e pedidos de revisão serão resolvidos pelo Colegiado do
Curso de Engenharia de Elétrica.
8º) Aplicar-se-á a proporcionalidade nos casos em que o discente não cumprir o
tempo de referência para a pontuação.

180

ATIVIDADES COMPLEMENTARES (180 HORAS-RELÓGIO)
ATIVIDADE

MODALIDADE

CARGA
HORÁRIA
MÁXIMA

Disciplinas eletivas cursadas além da carga horária
mínima estabelecida na grade curricular: Carga
horária da disciplina

90

Disciplinas isoladas dentro da área de formação de
conhecimento do discente: Carga horária da
disciplina

60

Disciplinas isoladas cursadas em regime de
mobilidade acadêmica: Carga horária da disciplina

Integral

Participação em programa de monitoria (bolsista ou
colaborador) com certificação expedida ou
reconhecida pela UFAL: 20 horas/semestre

40

Participação em iniciação científica, na qualidade de
bolsista ou colaborador: 30 horas por semestre. Esta
carga horária não é cumulativa quando o discente
também participa dos programas PET, PEC ou outros
programas institucionalizados.

90

Ensino

Publicação Internacional:
15 horas/artigo

Pesquisa

Trabalhos publicados em Publicação Nacional: 10
eventos
horas/artigo

60

Publicação Regional: 5
horas/artigo
Publicação Internacional:
30 horas/artigo
Trabalhos publicados em Publicação Nacional: 20
periódicos
horas/artigo
Publicação Regional: 10
horas/artigo

60

181

ATIVIDADE

MODALIDADE

Eventos:
Como participante: 4 horas/dia do
seminários,
evento
congressos,
jornadas,
Evento Internacional:
conferências,
10 horas/evento
encontros,
Evento Nacional: 8
simpósios,
Como
ciclos
de apresentador: horas/evento
palestras
e
Evento Regional: 6
semanas
horas/evento
acadêmicas.

CARGA
HORÁRIA
MÁXIMA

40

60

Curso dentro da área de formação do
discente: carga horária do curso

80

Cursos de línguas estrangeiras: 10
horas por semestre. O discente que
apresentar certificado de proficiência
na língua, com aproveitamento de
60% da pontuação total da prova,
receberá a máxima pontuação.

60

Instrutor: 2 horas/dia.

20

Palestras

Como participante: 1 hora/evento.
Como expositor: 5 horas/evento

15

Empresa
Júnior

Para atividade administrativa: 30
horas por semestre. Para participação
em
projetos:
carga
horária
especificada no formulário de
registro do projeto

90

Participação nas entidades estudantis locais (Centro
Participação em
Acadêmico e Diretório Central dos Estudantes) e
Entidades
nacionais: Titular - 10 horas por semestre e suplente Estudantis
5 horas por semestre

40

Representação estudantil em Colegiado de Curso de
Graduação, Conselho de Unidade ou Conselho
Universitário: Titular - 10 horas por semestre e
suplente - 5 horas por semestre

40

Extensão
Cursos

Representação
Estudantil em
Órgãos
Colegiados

182

ATIVIDADE

Outras
Atividades

MODALIDADE

CARGA
HORÁRIA
MÁXIMA

Participação no PEC, PET ou outros programas
institucionalizados: 30 horas por semestre

90

Participação em programas de Bolsa de
Desenvolvimento Institucional, desde que no plano
de trabalho constem atividades relacionadas à área
de formação: 20 horas por semestre

40

Aproveitamento da carga horária de Estágio
Curricular Supervisionado Não Obrigatório

90

Aproveitamento da carga horária excedente ao
Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório

90

Participação em atividades de pesquisa ou extensão
para alunos NÃO vinculados a projetos e/ou
disciplinas, comprovadas via declaração assinada
pelo coordenador do projeto ou pela coordenação
do curso no caso de visitas técnicas, tendo estas sido
registradas na coordenação: 2 horas por atividade

20
                
Logo do chatbot Mundaú
AO VIVO
Rádio Ufal Pronto para tocar
Fechar(x) Carregando...