Enfermagem Bacharelado - 2018 - Campus Arapiraca
Projeto Pedagógico de Enfermagem Bacharelado - Campus Arapiraca
Enfermagem Bacharelado Arapiraca.pdf
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1
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Arapiraca/AL, julho de 2018
2
3
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Projeto
Pedagógico
do
Curso
de
Bacharelado em Enfermagem do Campus de
Arapiraca, elaborado com objetivo da sua
adequação
às
Diretrizes
Curriculares
Nacionais.
Arapiraca/AL, julho de 2018
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
MARIA VALÉRIA COSTA CORREIA
Reitora
JOSÉ VIEIRA DA CRUZ
Vice-Reitor
FLÁVIO JOSÉ DOMINGOS
Pró-Reitor de Gestão Institucional
SANDRA REGINA PAZ DA SILVA
Pró-Reitora de Graduação
ALEJANDRO CESAR FRERY ORGAMBIDE
Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação
CAROLINA GONÇALVES DE ABREU
Pró-Reitora de Gestão de Pessoas e do Trabalho
ANALICE DANTAS SANTOS
Pró-Reitora Estudantil
JOELMA DE OLIVEIRA ALBUQUERQUE
Pró-Reitor de Extensão
ELIANE APARECIDA DE HOLANDA CAVALCANTI
Diretora Geral – Campus de Arapiraca
ARNALDO TENÓRIO DA CUNHA JÚNIOR
Diretor Acadêmico – Campus de Arapiraca
5
6
DENTIFICAÇÃO DO CURSO
INSTITUIÇÃO MANTENEDORA:
Denominação: Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
Dependência: Administrativa Federal
INSTITUIÇÃO MANTIDA:
Denominação: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Município - Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço: Rodovia BR 101, Km 14 Campus A. C. Simões – Cidade Universitária,
Maceió /AL - CEP: 57.072-970. Fone: (82) 3214 - 1100 (Central)
Coordenação 3214-1442
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br
UNIDADE ACADÊMICA:
Denominação: Campus de Arapiraca
Município: Arapiraca
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço: Av. Manoel Severino Barbosa, S/N.CEP: 57.309-005. Bairro Bom Sucesso.
Arapiraca – AL.
Telefone da coordenação de Enfermagem: (82) 3482-1843
E-mail: coordenf@arapiraca.ufal.br
Portal eletrônico: http://www.ufal.edu.br/arapiraca
CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO:
DENOMINAÇÃO: Bacharelado em Enfermagem
MODALIDADE: Presencial – Bacharelado
TITULO CONFERIDO: Enfermeiro
DOCUMENTO
DE
AUTORIZAÇÃO:
Parecer
CES
52/2007.
Processo
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23000.021478/2006-72, de 1º de março de 2007.
TURNO DE FUNCIONAMENTO DO CURSO: Matutino e Vespertino (Diurno - Integral)
FORMA DE INGRESSO: O candidato a uma vaga no curso de Enfermagem da UFAL
poderá ingressar por meio do ENEM/SISU, conforme determinado na resolução
32/2009-CONSUNI/UFAL, de 21 de maio de 2009. Outras resoluções e
legislações nacionais normatizam as demais formas de ingresso no curso
através de transferência, reopção, matrícula de diplomados, Programa de
Estudantes - Convênio de Graduação, ex-officio etc. Todas essas resoluções
estão disponibilizadas no endereço eletrônico: www.ufal.edu.br, mais
especificamente na página da PROGRAD, em normas acadêmicas.
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO: 5.752 horas
CARGA HORÁRIA MÁXIMA POR SEMESTRE: 554 HORAS
CARGA HORÁRIA MÍNIMA POR SEMESTRE: 540 HORAS
TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO: Mínimo: 10 (dez) períodos; Máximo: 14
(quatorze) períodos.
NÚMERO DE VAGAS AUTORIZADAS: 40 (oferta anual).
REGIME ACADÊMICO: Semestral.
CAMPOS DE ATUAÇÃO: Instituições públicas e privadas conveniadas ao Sistema
Único de Saúde (SUS), tais como Hospitais, Unidades Básicas de Saúde
(UBS), Ambulatórios e Consultórios; na atenção à saúde em Empresas
privadas; Políticas e Programas institucionais em saúde; na Pesquisa e no
Ensino na Enfermagem.
OBJETIVOS DO CURSO (SÍNTESE)
Formar enfermeiros com formação generalista, humanista e crítica, capazes
de intervir no processo saúde-doença da população, contribuindo para a melhoria da
qualidade de vida, pautados em princípios éticos e na realidade econômica, política,
social e cultural, capazes de atuar em Instituições públicas e privadas conveniadas ao
Sistema Único de Saúde (SUS), tais como Hospitais, Unidades Básicas de Saúde
(UBS), Ambulatórios e Consultórios; na atenção à saúde em Empresas privadas;
Políticas e Programas institucionais em saúde; na Pesquisa e no Ensino na
Enfermagem.
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PERFIL DO EGRESSO: Enfermeiro, com formação generalista, humanista e crítica.
Profissional capaz de intervir no processo saúde-doença da população, contribuindo
para a melhoria da qualidade de vida, pautado em princípios éticos e na realidade
econômica, política, social e cultural.
Módulos
Eletivas
TCC
Atividades Curriculares de Extensão (ACE)
Estágio Supervisionado
Atividades complementares
Total
Carga horária
3.744
54
144
576
1.000
234
5.752
%
65,09
0,94
2,52
10,01
17,38
4,06
100,00
IDENTIFICAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO:
Prof.ª Drª Janaína Ferro Pereira
PERFIL DO COORDENADOR DO CURSO:
Formada em Enfermagem pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL) em 1996,
possui mestrado em Nutrição pela Faculdade de Nutrição da UFAL/2009, e doutorado
em Enfermagem pela Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo
(USP)/2014, Especialização em Processos Educacionais (IEP-Sírio Libanês/2013 e
2015), Especialização em Curso de formação Pedagógica em educação Profissional
(FIOCRUZ/2003), Especialização em Docência do Ensino Superior( CESMAC/2002),
Especialização em Vigilância Sanitária e Epidemiológica (UNAERP/1999) e
Especialização em Saúde Pública (UFAL/1998).
Ingressou como docente em regime de 40 horas semanais, Dedicação Exclusiva, em
2006, momento em que se iniciava a organização curricular do Curso de Enfermagem
do Campus Arapiraca, participando na estruturação do curso e na construção do PPC.
Foi vice coordenadora de 2006/2007 e coordenadora de 2007 a 2008, quando se
afastou para cursar o mestrado.
COLEGIADO DO CURSO:
- Gestão 2018-2020, com início em Maio de 2018.
- Aguardando Portaria
- Composição:
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Docentes Titulares:
Profa. Dra. Janaína Ferro Pereira – coordenadora
Prof.ª Sóstenes Ericson Vicente da Silva – vice coordenador
Prof. Nirliane Ribeiro Barbosa
Prof. Luciana Xavier Pereira
Prof.ª Karol Fireman de Farias
Prof.ª Rita de Cássia Batista de Oliveira Peixoto
Docentes Suplentes
Prof.ª Luciana de Amorim Barros
Prof.ª Christiane Cavalcante Feitosa
Prof. Victor Santana Santos Prof.ª Maria Betânia Monteiro de Farias
Técnico Administrativo Titular
Cristiane dos Santos Ferreira
Técnico Administrativo Suplente Steffane de Paula Salustiano da Silva
Discente Titular
Adriana Maria Adrião dos Santos
Discente Suplente Magda Vitória Nunes da Silva
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE):
- Gestão 2014-2017, com início em janeiro de 2014.
- Portaria nº. 760, de 10 de maio de 2017
(Altera, em parte, a Portaria nº 320 de 11/03/2016)
- Composição:
Profa. Dra. Janaina Ferro Pereira, regime de trabalho de Dedicação Exclusiva; compõe
o NDE desde fevereiro de 2014.
10
Profa. Ma. Cíntia Bastos Ferreira, regime de trabalho de Dedicação Exclusiva; compõe
o NDE desde fevereiro de 2014.
Profa. Esp. Maria Betânia Monteiro de Farias, regime de trabalho de Dedicação
Exclusiva; compõe o NDE desde fevereiro de 2014.
Profa. Esp. Rita de Cássia de Oliveira Peixoto, regime de trabalho de 20 horas; compõe
o NDE desde dezembro de 2014.
Prof. Dr. Diego de Oliveira Souza, regime de trabalho de Dedicação Exclusiva; compõe
o NDE desde fevereiro de 2014.
Profa. Ma. Francisca Maria Nunes da Silva, regime de trabalho parcial, compõe o NDE
desde fevereiro de 2014.
Prof. Dr. Sóstenes Ericson Vicente da Silva, regime de trabalho de Dedicação
Exclusiva, compõe o NDE desde fevereiro de 2014.
Profa. Ma. Patrícia de Paula Alves Costa da Silva, regime de trabalho de Dedicação
Exclusiva, compõe o NDE desde fevereiro de 2016.
Profa. Ma. Renise Bastos Farias Dias, regime de trabalho de Dedicação Exclusiva,
compõe o NDE desde fevereiro de 2014.
Profa. Ma. Cristiane Araújo Nascimento, regime de trabalho parcial, compõe o NDE
desde fevereiro de 2014.
EQUIPE DE ELABORAÇÃO:
Profa. Ana Paula Nogueira de Magalhães
Profa. Francisca Maria Nunes da Silva
Profa. Janaina Ferro Pereira
Profa. Renise Bastos Farias Dias
Profa. Rita de Cássia Batista de Oliveira Peixoto
Prof. Sóstenes Ericson Vicente da Silva
Prof. Diego de Souza Oliveira
INTRODUÇÃO
1 CONTEXTO INSTITUCIONAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
11
A Universidade Federal de Alagoas - UFAL é Pessoa Jurídica de Direito
Público – Federal, CNPJ: 24.464.109/0001-48, com sede à Avenida Lourival de Melo
Mota, S/N, Campus A. C. Simões, no Município de Maceió, no Estado de Alagoas, CEP
57.072-970, além de uma Unidade Educacional (UE) em Rio Largo, município da região
metropolitana da Capital.
Foi criada pela Lei Federal nº 3.867, de 25 de janeiro de 1961, a partir do
agrupamento das então Faculdades de Direito (1933), Medicina (1951), Filosofia
(1952), Economia (1954), Engenharia (1955) e Odontologia (1957), como instituição
federal de educação superior, de caráter pluridisciplinar de ensino, pesquisa e
extensão, vinculada ao Ministério da Educação, mantida pela União, com autonomia
assegurada pela Constituição Brasileira, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional – Lei 9394/96 e por seus Estatuto e Regimento Geral.
Possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus A. Simões, em
Maceió, onde são ofertados 102 cursos de graduação. O processo de interiorização,
iniciado em 2006, expandiu sua atuação para o Agreste, com o Campus de Arapiraca e
com Unidades Educacionais em Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa e a oferta de 23
cursos. Em 2010, chegou ao Sertão, instalando-se em Delmiro Gouveia e uma Unidade
Educacional em Santana do Ipanema e a oferta de 08 cursos, todos presenciais.
Além dos cursos presenciais, há 11 ofertados na modalidade de Educação à
Distância, através do sistema Universidade Aberta do Brasil - UAB. A pós-graduação
contribui com 31 programas de Mestrado e 09 de Doutorado, além dos cursos de
especialização nas mais diferentes áreas do conhecimento.
A pesquisa vem crescendo anualmente com a participação de linhas e
grupos de pesquisa nas mais diferentes áreas do conhecimento. A extensão contribui
com diversos programas e, também, é uma atividade em constante expansão.
2 O PROCESSO DE EXPANSÃO DA UNIVERSIDADE E O CURSO DE
ENFERMAGEM
12
O curso de Enfermagem (bacharelado) da Universidade Federal de Alagoas
– Campus de Arapiraca surgiu com o processo de interiorização da Universidade
Federal de Alagoas (UFAL), no ano de 2006, quando, na ocasião, instalavam-se 16
cursos, dentre estes, o Curso de Enfermagem (bacharelado), no Campus de Arapiraca,
Agreste do estado de Alagoas, em resposta a uma pesquisa de demanda na região,
com professores, estudantes do ensino médio, profissionais dos serviços essenciais, a
iniciativa privada, gestores, dentre outros. O número total de ingressantes no curso é de
40 alunos por ano, em uma única entrada. Para a integralização de todos os créditos,
os graduandos precisam compor uma carga horária total de 5810 horas, distribuídas em
dez semestres.
Neste contexto, o primeiro Projeto Pedagógico do Curso (PPC) foi elaborado
para fins da implantação do Curso de Enfermagem em questão, por quatro professoras
efetivas, as primeiras aprovadas em concurso público para o quadro de docentes, com
a colaboração de docentes do curso de Enfermagem da UFAL – Campus A. C. Simões
de Maceió e com o apoio e fundamentação nas Diretrizes Curriculares para os Cursos
de Graduação em Enfermagem - resolução CNE/CES nº 1.133 de 07 de agosto de
2001. A elaboração do PPC em questão seguiu os objetivos do Projeto de
Interiorização da UFAL, quais sejam:
Objetivo geral: Atender à forte demanda [...] - representado por
elevado número de estudantes egressos do ensino médio, pobres
e com baixa ou mesmo, nula capacidade de deslocamento ou
transferência para Maceió -, ao mesmo tempo em que reafirma o
papel da UFAL enquanto importante instrumento de
desenvolvimento estadual e regional. Objetivos específicos:
Relacionar a sua capacidade de formação profissional e cidadã,
da sua produção científica, tecnológica e artística ao
desenvolvimento local e regional [...]; Articular-se com instituições
que trabalham no interior [...]; Considerar e atuar sobre as
particularidades, valores e problemáticas locais [...]; Possibilitar o
estabelecimento de relações da comunidade acadêmica com a
sociedade em geral[...]; Ampliar o acesso à educação superior de
setores
tradicionalmente
marginalizados
da
população,
especialmente rurais, formando quadros apropriados às
demandas locais e contribuindo para sua fixação no interior
(UFAL, 2005, p.6).
13
O projeto pedagógico representa os anseios de educadores e educandos de
um curso, voltados para o contexto e necessidades de elaborar estratégias que
fundamentem e orientem ações interdisciplinares, tendo como predomínio o interesse
de autonomia profissional para agir e interagir, segundo a realidade e demanda da
população. Tem como base, teorias pedagógicas que consideram a interação entre o
curso e o contexto geral em que se insere e traz em sua concepção um compromisso
definido no coletivo. A decisão pela reestruturação do PPC do curso de graduação em
Enfermagem se deu por considerar um coletivo maior de agentes envolvidos no
processo de construção permanente.
Esboçado no perfil epidemiológico da região do agreste alagoano e
considerando as entidades e serviços de saúde das mais variadas complexidades, este
projeto visa principalmente à consolidação de um curso que responda às demandas, de
uma população, que estão alinhadas ao direito assegurado desde 1988, com a
Constituição Federal Brasileira (Capítulo II, art. 198) - o de ter saúde de qualidade,
através da formação de enfermeiros, que contribuam com a construção de uma
consciência política transformadora da realidade social.
A desigualdade social constitui um dos traços da realidade brasileira e, em
especial, de Alagoas, como demonstram os índices atuais de desenvolvimento
populacional.
Neste
sentido,
há
necessidade
da
continuação
da
luta
pelo
desenvolvimento social pleno, pela consolidação do SUS como política de saúde, que
vem enfrentando cotidianamente as contradições de um modelo de sociedade voltado
para a economia de mercado, na qual a prioridade é o lucro e não os seres humanos.
Essa situação remete a uma necessidade de ampliar as possibilidades de
acesso da população aos serviços essenciais, tanto pela via da organização social, com
vistas à reivindicação dos direitos, quanto pela compreensão de um contexto que deixa
claro não só a necessidade como a urgência em propiciar a reorientação da formação
de profissionais que se afinem com o compromisso de desenvolver, de forma
interdisciplinar, uma política científica de atuação em saúde, capaz de contribuir para a
construção de uma prática profissional transformadora.
1.3 ESTADO DE ALAGOAS: COMPREENDENDO A REALIDADE DO CURSO
14
O Estado de Alagoas localiza-se na Região Nordeste do Brasil, possui
27.774,993 de Km2 de área territorial, o que corresponde a aproximadamente 0,33% do
território brasileiro e 1,79% da região nordestina. A população alagoana é de
aproximadamente 3.321.4941 pessoas, distribuídas em 102 municípios, sendo Maceió a
sua capital (IBGE, 2010). É um dos menores estados do país embora contribua
visivelmente para a composição do PIB nacional por estar entre os seis maiores
produtores de açúcar brasileiro (Conab, 2013).
Tal como os demais estados do Nordeste, Alagoas vem passando por um
lento processo de modificação no seu perfil econômico, embora permaneça com sua
maior produção oriunda da atividade agrícola. O que se vem observando é a
diversificação dos seus produtos, surgindo culturas incipientes de frutas e grãos que se
somam à cana de açúcar, ainda a grande responsável pela economia alagoana. A
exploração das belezas naturais, da culinária sui generis, do folclore diversificado, vem
alavancando o turismo como uma promissora fonte de renda, além de certa expansão
do parque industrial e do comércio.
A situação do povo alagoano ainda é bastante sofrida. Divididos entre a
agricultura de subsistência e a agroindústria, entre viver no espaço rural ou migrar para
a periferia de Maceió e de outras cidades menores, os alagoanos têm poucas
oportunidades de desenvolvimento individual e coletivo, reconhecendo-se algum
avanço nas políticas sociais nos últimos anos. Ainda é muito profunda a diferença entre
os mais pobres e os mais ricos, mesmo que se comece a perceber a formação de uma
tímida classe média, constituída pelos profissionais liberais, os professores e os bem
sucedidos donos de microempresas.
As cidades do Litoral e do centro do estado apresentam IDH Médio, que
varia de 0,551 a 0,750. Enquanto as cidades do oeste, mais conhecido como "sertão",
apresentam IDH baixo, que varia de 0,450 a 0,550. Alagoas enfrenta sérios problemas
socioeconômicos. Sete dos dez municípios brasileiros mais pobres situam-se em
Alagoas - inclusive o mais miserável de todos, São José de Tapera, no sertão. (IBGE,
1
População estimada para 2014, de acordo com o Censo de 2010.
15
2010).
Epidemiologicamente, percebe-se que ainda é um estado com graves
problemas de saúde, situação esta comprovada por indicadores sociais que mostram
fragilidade no controle de mortalidade infantil e materna, baixos índices de cobertura
vacinal, persistência de doenças infecciosas (Tuberculose, Hanseníase, DST/AIDS e
outras de importância regional). Ao lado destes indicadores, outros comprovam a
coexistência dos agravos da sociedade mais desenvolvida como os altos índices de
doenças cardiovasculares, cânceres, acidentes de trânsito, sem esquecer os agravos
resultantes de violência, tanto urbana quanto rural.
Para atender às demandas de assistência em saúde, Alagoas se encontra
em gestão plena do SUS, mantendo (sob a responsabilidade da Secretaria Estadual de
Saúde - SESAU) o funcionamento das Unidades de Emergência e das demais que
estão no nível estadual, ao tempo em que apoia as secretarias municipais, no
desenvolvimento das ações que lhe são pertinentes. A Estratégia Saúde da Família
está implantada em 102 municípios, totalizando 100% do estado, embora isso não
signifique 100% de cobertura em cada município. Em 2004, foi implantado o Polo de
Educação Permanente para o SUS, o que veio acrescentar um novo argumento para a
organização do processo de qualificação e atualização dos profissionais já existentes.
Há ainda a rede privada de atenção em saúde, caracterizada por unidades de apoio e
diagnóstico, clínicas, hospitais e maternidades, a maioria também conveniada ao SUS.
A formação dos profissionais de saúde, no Estado, fica ao encargo de
quatorze cursos de graduação em Enfermagem, dois em Farmácia, cinco em Medicina,
quatro em Nutrição, dez em Educação Física (bacharelado e licenciatura), cinco em
Fisioterapia, um em Fonoaudiologia, dois em Biomedicina, três em Odontologia, um em
Terapia Ocupacional, dois em Farmácia, ministrados pela UFAL, pela Universidade de
Ciência da Saúde de Alagoas (UNCISAL), pelo Centro Universitário Cesmac
(CESMAC), pela Estácio - Faculdade de Alagoas (FAL), pela Faculdade Integrada
Tiradentes (FITS), pela Faculdade SEUNE, pelo Instituto Batista de Ensino Superior de
Alagoas (IBESA), Faculdade São Vicente (FASVIPA) e Faculdade da Cidade de Maceió
(FACIMA), além de muitos cursos de formação de pessoal de nível médio para a saúde,
tanto públicos como privados.
16
No Estado de Alagoas a relação enfermeiro por 1000 habitantes, era de 0,74
em 2010, muito abaixo do recomendado pela Organização Mundial de Saúde. O
número de enfermeiros inscritos no Conselho Regional de Enfermagem – AL é de 4382
em 2015 (COREN/AL, 2015).
Esta realidade vem configurando um campo bastante interessante, do ponto
de vista de ser um momento propício para o investimento na formação do profissional
enfermeiro com qualidade não apenas técnica, mas com autonomia consciente, com
capacidade de mobilizar conhecimentos para a resolução de problemas diversos. A
formação do profissional Enfermeiro, no entender desta Universidade, não se dá em
qualquer direção, mas tem como meta aproximar mais o desempenho deste profissional
daquele que o SUS necessita, haja visto que, além de se configurar como a política
nacional de saúde, é o mais importante campo de trabalho para este profissional;
contribuindo, junto com os demais profissionais, para a conformação de um grupo de
senso crítico da realidade mais afinado, podendo contribuir mais na elaboração,
implantação, implementação e avaliação de propostas que resultem em transformações
no perfil epidemiológico do Estado.
1.4 O MUNICÍPIO DE ARAPIRACA E O CURSO DE ENFERMAGEM
Arapiraca está localizada no centro do Estado, na sua sub-região Agreste, e
distante 136 km de Maceió, trata-se do mais importante município do interior,
estendendo-se por 352 km2 de área territorial, concentrando aproximadamente 229.3292
habitantes. Arapiraca é ainda um espaço político, econômico e social que garante
certas especificidades no desenvolvimento social e humano. Assim, com o intuito de
configurar esta realidade, alguns indicadores são apresentados, como o Índice de
Desenvolvimento Humano (IDH), que foi equivalente a 0.677, estando abaixo da média
do Brasil (Relatório de Desenvolvimento Humano, 2010). E a taxa de analfabetismo é
de 29,6%, maior que a média de Alagoas (22,52%) e do Brasil (9,6%) (IBGE, 2010).
É dotado de boa infraestrutura urbana e serviços básicos de energia elétrica,
saneamento básico, água potável, telecomunicações, transporte público e rede viária
interna e externa. O município se apresenta como polo microrregional, exercendo sua
2
População estimada para 2014, de acordo com o Censo de 2010.
17
influência, para além de seus municípios circunvizinhos, sobre aqueles que compõem o
Agreste alagoano, assim como a Zona da Mata e o Litoral Sul de Alagoas. Isto se deve
à riqueza gerada, tanto pelas suas atividades urbanas de comércio, indústria, serviços
importantes e sua liderança política, quanto pelas suas atividades agrícolas e
pecuárias.
De fato, Arapiraca é tradicional produtora de fumo, ainda a sua maior fonte
de riqueza, sendo atividade praticada, sobretudo, por pequenos produtores. Tal
estrutura fundiária faz desta microrregião alagoana, a de melhor distribuição de renda e
de terras. Entretanto, o vigoroso modelo de desenvolvimento agrícola fundado na
monocultura fumageira, vem nos últimos 15 anos dando sinais de crise de natureza
estrutural e conjuntural, com raízes internas e externas, gerando instabilidade e
exigindo esforço local do empresariado e do poder público para revitalizar a economia
do fumo e diversificar a produção agrícola local.
Sendo o Agreste uma região pouco afetada pelas estiagens e de vocação
para o policultivo alimentar e de matérias primas, trata-se de potencial a ser aproveitado
através de culturas de alto valor agregado, mas que encerra o desafio de incluir o maior
número possível de produtores na dinamização da economia municipal e regional.
Alguns resultados vêm sendo alcançados com o desenvolvimento de rebanhos bovinos
de leite e de corte, além do crescimento e diversificação do comércio varejista.
Com relação ao perfil epidemiológico, Arapiraca apresenta indicadores
semelhantes aos demais municípios da região nordeste. Destaca-se, porém, o elevado
índice de mortalidade por causas externas. Somente no ano de 2010, o município
apresentou 282 óbitos por acidentes, homicídios, agressões e suicídios. A segunda
maior causa de mortalidade no município é representada por doenças do aparelho
circulatório, responsável por 197 óbitos, no ano de 2010.
Em relação à mortalidade infantil, percebe-se uma diminuição no número de
óbitos em crianças menores de 5 anos no município ao longo dos anos. No ano de
2001, esse indicador chegou a 394 óbitos/ano. Em 2010, segundo o DATASUS, esse
número caiu pela metade, chegando a 179 óbitos infantis. No tocante à taxa de
mortalidade infantil, houve uma diminuição de 21,1 mortes por 1.000 crianças nascidas
vivas em 2007, para 14,9 óbitos por 1.000 nascidos vivos, em 2013. Entretanto, trata-se
18
ainda de um indicador elevado, considerando o número de nascidos vivos por ano.
Entre os indicadores de doenças infecto contagiosas, o município de
Arapiraca apresentou as seguintes taxas de incidência no ano de 2014 (janeiro-julho):
●
DENGUE: 1.536 casos;
●
RUBÉOLA: 02 casos;
●
MENINGITE: 03 casos;
●
COQUELUCHE: 11 casos.
Arapiraca pode ser vista como um polo aglutinador de desenvolvimento para
o estado de Alagoas, podendo-se reconhecer que a sua rede de prestação de serviços
de saúde se ampliou significativamente, contando com unidades de baixa, média e alta
complexidade, contando ainda, com uma Unidade de Emergência e o Serviço de
Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), o que deixa o município em condições reais
de oferecer campos e experiências de aprendizagem suficientes para garantir a
graduação de enfermeiros aptos a desenvolverem suas atividades profissionais em
consonância com o SUS.
O município oferta assistência de saúde pelo SUS (Tabela 1) e é
contemplado pela Estratégia Saúde da Família (ESF), com 37 Unidades básicas de
saúde e 06 Centros de saúde, além de 01 Centro de Atenção Psicossociais (CAPS) e
um CAPS AD, 01 Banco de Leite, 01 Centro de Zoonose, 01 Centro de Testagem e
Aconselhamento (CTA), 01 Centro de Referência Integrado de Arapiraca (CRIA), Centro
Especializado de Odontologia (CEO), o que possibilita o atendimento às comunidades
na Rede de Atenção à Saúde, mesmo as localizadas distantes (DATASUS, 2013).
Tabela 1. Estabelecimentos de saúde – Arapiraca/2013.
Cód.
Descrição
01
Posto de saúde
02
Centro de Saúde/Unidade Básica
05
Hospital geral
07
Hospital Especializado
20
Pronto socorro geral
22
Consultório isolado
36
Clínica/Centro especialidade
39
Unidade de apoio diagnose e terapia (SADT Isolado)
40
Unidade móvel terrestre
Total
6
36
4
3
1
102
24
28
2
19
42
Unidade móvel de nível pré-hospitalar na área de
urgência
Farmácia
Unidade de vigilância em saúde
Central de regulação de serviços de saúde
Secretaria de saúde
Centro de atenção hemoterapia e/ou hematológica
Centro de atenção psicossocial
TELESSAUDE
Central de regulação médica das urgências
43
50
64
68
69
70
75
76
TOTAL
Fonte: DATASUS-CNES (http://cnes.datasus.gov.br) – 10/04/2013.
3
1
3
1
1
1
2
1
1
220
Tendo em vista o contexto apresentado, a estrutura física para o
desenvolvimento do curso compreende parte da estrutura física do próprio Campus e a
rede de Serviços do SUS, na sede municipal e no seu entorno, além do Hospital
Universitário situado em Maceió no Campus A.C. Simões, considerando que o
enfermeiro é formado com uma bagagem de atividades práticas muito significativas,
representando mais de 50% da sua totalidade.
O curso de Enfermagem da Universidade Federal de Alagoas, do Campus
Arapiraca, iniciou as atividades em 2006, com entrada única, mantendo cinco turmas
em curso por semestre. A cada ano conclui-se uma turma, tendo no final de 2017, sete
turmas de egressos, tendo já sido graduados cerca de 200 Enfermeiros, que estão
atuando em diversos setores e níveis de complexidade de Saúde; em atividades
docentes e\ou ingressaram em programas de Pós Graduação stricto e lato senso.
2. CARACTERIZAÇÃO DO CURSO
2.1 ESTRUTURA GERAL DO CURSO DE ENFERMAGEM
20
Este
projeto
pedagógico
foi
construído
em
consonância
com
as
recomendações das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Enfermagem,
do projeto de interiorização da UFAL e tem apoio em referencial teórico que considera o
contexto, privilegiando a formação para o trabalho; a complexidade, que discute a
multicausalidade e a relação entre as partes e o todo; e a racionalidade em detrimento
da racionalização, pois considera que a mobilização de saberes, a interdisciplinaridade
e as práticas de problematização a partir da realidade são movimentos indispensáveis
no ensino em saúde. O presente PPC estabelece os conteúdos essenciais à formação
do enfermeiro pretendido, destinando o último ano do curso para realização de
atividades práticas, com estágio obrigatório em serviços de saúde da região. Torna
obrigatória, ainda, a elaboração, submissão e aprovação de trabalho científico como
pré-requisito para a conclusão do curso.
De acordo com as normas internas de funcionamento da UFAL, o curso foi
estruturado na modalidade de regime seriado semestral, com entrada única anual para
40 vagas.
O currículo, em consonância com o projeto de interiorização da UFAL,
constitui-se uma experiência inovadora, estruturada por movimentos Curriculares, eixos
e módulos, apresentando características distintas daquelas já observadas nos cursos
do Campus A. C. Simões. Nesta perspectiva, responde à integração de conteúdos, de
forma que fossem respeitados princípios como o da complexidade crescente, o
entendimento da pessoa em seu ciclo vital, a associação de conteúdos de várias
disciplinas, buscando a interdisciplinaridade, a realização de atividades práticas em
campo, estimulando e desenvolvendo a pesquisa, desde o primeiro semestre,
aprofundando o estudo do método científico e sua aplicação pela Enfermagem, o que
ao longo do tempo, foi sendo trabalhado na perspectiva de visualizá-lo, sob a forma do
método de trabalho do enfermeiro – a Sistematização da Assistência de Enfermagem.
A avaliação da aprendizagem também busca uma inovação, no sentido de
trazer a perspectiva de construção do conhecimento, sendo considerada como parte
deste processo de construção. Existe uma atenção em realizar formas de avaliação
curricular, que deverão ser realizadas periodicamente, sob a mediação do Núcleo
Docente Estruturante, e devem contar com docentes, discentes, gestão do Campus,
21
profissionais do serviço, gestores da saúde. Na perspectiva de consolidar os vínculos
existentes entre o curso de Enfermagem, toda a comunidade acadêmica e a
comunidade profissional, contribuem com a redução das dissonâncias comuns entre a
formação profissional e a prática da atuação nas unidades de saúde.
3 OBJETIVOS DO CURSO
3.1 OBJETIVO GERAL
O Curso de Enfermagem, do Campus de Arapiraca, tem como objetivo
formar enfermeiros com formação generalista, humanista e crítica, capazes de intervir
no processo saúde-doença da população, contribuindo para a melhoria da qualidade de
vida, pautados em princípios éticos e na realidade econômica, política, social e cultural,
capazes de atuar em Instituições públicas e privadas conveniadas ao Sistema Único de
Saúde (SUS), tais como Hospitais, Unidades Básicas de Saúde (UBS), Ambulatórios e
Consultórios; na atenção à saúde em Empresas privadas; Políticas e Programas
institucionais em saúde; na Pesquisa e no Ensino na Enfermagem.
3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
➢ Estabelecer relações com o contexto social, reconhecendo a estrutura e as
formas de organização, suas transformações e expressões;
➢ Compreender e atuar na política de saúde no contexto das políticas sociais,
reconhecendo o perfil epidemiológico e demográfico das populações nos
diferentes cenários da prática profissional;
➢ Atuar nas redes de assistência à saúde como: rede cegonha, rede de
urgência e emergência, rede psicossocial, rede de pessoas com deficiência;
➢ Prestar cuidados de enfermagem compatíveis com políticas públicas de
promoção de saúde nos níveis de atenção;
➢ Desenvolver novas tecnologias de informação e de comunicação para o
cuidar em enfermagem;
➢ Gerenciar o processo de trabalho de enfermagem com princípios éticos e
bioéticos, com resolutividade tanto em nível individual como coletivo em
todos os âmbitos de atuação profissional;
➢ Planejar, implementar e avaliar o processo de formação e qualificação
contínua dos trabalhadores de enfermagem e de saúde;
➢ Estimular o desenvolvimento científico com o incentivo à realização do
22
trabalho de pesquisa e investigação científica, objetivando qualificação da
prática profissional;
➢ Participar da composição das estruturas consultivas e deliberativas do
sistema de saúde;
➢ Assessorar órgãos, empresas e instituições em projetos de saúde.
➢ Cuidar da própria saúde física e mental e buscar seu bem-estar como
cidadão e como enfermeiro;
➢ Desenvolver a capacidade de trabalhar em equipe multiprofissional em
serviços e de gerenciar a assistência de enfermagem e de serviços de saúde
nos diferentes níveis de complexidade;
➢ Compreender a história do homem e relacioná-la com o processo saúde e o
processo de cuidar, nas diferentes fases do ciclo vital do indivíduo.
➢ Compreender e aplicar os valores políticos e éticos da profissão, cuidando do
sujeito de forma holística, reconhecendo sua dignidade, considerando seu
poder e estimulando suas potencialidades.
➢ Participar das entidades e órgãos de classes para fortalecimento e
crescimento do ser enfermeiro.
➢ Procurar soluções criativas de acordo com cada situação vivenciada do
cuidar.
4 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO
Uma vez delineado um diagnóstico da situação em que o curso se encontra,
foi possível construir uma imagem objetivo a ser alcançada e apontar as estratégias a
serem discutidas e pactuadas com os atores envolvidos no processo de reformulação
do PPC/ENF/UFAL Campus Arapiraca, sejam eles da academia ou dos centros da
prática. Esclarecidos sobre esses aspectos, foi possível refletir criticamente sobre o
perfil existente e, a partir da experiência vivida, construir coletivamente o perfil do
profissional que atualmente se pretende formar.
Além das novas modalidades de organização do mundo do trabalho, das
exigências em relação ao perfil dos futuros profissionais e da multiplicidade de lugares
produtores do conhecimento, tem havido, nos últimos anos, uma progressiva
mobilização orientada para a mudança na formação dos profissionais de saúde
capazes de conhecer e intervir sobre os problemas/situação de saúde-doença com
autonomia, compromisso e responsabilidade social, orientada para a consolidação do
23
Sistema Único de Saúde.
Vale salientar que este projeto deve seguir as instruções das Diretrizes
Curriculares Nacionais (DCN), mas não limitar-se a elas. Portanto, o Perfil do Egresso
segue o perfil designado nas diretrizes, mas não se atém somente a elas. A saber:
enfermeiro, com formação generalista, humanista e crítica. Profissional capaz de intervir
no processo saúde-doença da população, contribuindo para a melhoria da qualidade de
vida, pautado em princípios éticos e na realidade econômica, política, social e cultural.
O enfermeiro formado por esta instituição deve ter uma prática humanística;
deve ser capaz de pensar e trabalhar de forma interdisciplinar e deve ter uma
consciência científica e ética pautada nos conhecimentos e atitudes preconizados pelas
Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Enfermagem, voltados para o cuidado
em saúde; o ensino; a gerência; a associação aos órgãos de classe.
5 CONHECIMENTOS E ATITUDES
Na área da Enfermagem, os desafios da realidade social são diversos e por
isso requerem conhecimentos e atitudes profissionais, que implicam em compreender o
processo saúde-doença como fenômeno socialmente determinado, e atuar como
promotor da integralidade da atenção à saúde, entendida como conjunto articulado e
contínuo de ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos.
De acordo com essa perspectiva, há a necessidade da formação de
profissionais com iniciativa, capacidade para mobilizar conhecimentos, atitudes e
habilidades para tomar decisões na perspectiva do atendimento integral e de qualidade.
Características
estas
imprescindíveis
à
formação
profissional
do
enfermeiro,
compreendendo e incluindo os preceitos gerais das Diretrizes Curriculares Nacionais
dos Cursos de Enfermagem, de 2001, de: atenção à saúde, tomada de decisão,
comunicação, liderança, administração e gerenciamento, educação permanente, bem
como os preceitos específicos. Assim sendo, o enfermeiro formado por este curso
deverá desenvolver múltiplos aspectos, apresentadas a seguir:
Para assistir/cuidar:
●
Atua profissionalmente, compreendendo a natureza humana em suas
dimensões, em suas expressões e fases evolutivas;
●
Incorpora
a
ciência/arte
de
cuidar
como
instrumento
de
24
interpretação/profissional;
●
Estabelece novas relações com o contexto, reconhecendo as estruturas e as
formas de organização social, suas transformações e expressões;
●
Reconhece a saúde como direito de condições dignas de vida e atua de forma
a garantir a integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e
contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos,
exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema;
●
Assume o compromisso ético, humanístico e social com o trabalho
multiprofissional em saúde;
●
Responde às especificidades regionais de saúde mediante intervenções
planejadas estrategicamente, em níveis de promoção, prevenção e reabilitação
à saúde, promovendo atenção integral à saúde dos indivíduos, das famílias e
da comunidade;
●
Utiliza o trabalho em equipe, articulando as práticas de cuidado à saúde
individual e coletiva para obter vínculo, responsabilidade, eficiência e eficácia
no atendimento; e
●
Utiliza recursos, instrumentos e métodos de trabalho para orientar e
sistematizar a sua prática.
Para investigar/ensinar
●
Desenvolve formação técnico-científica que confira qualidade ao exercício
profissional;
●
Compreende a política de saúde no contexto das políticas sociais,
reconhecendo os perfis epidemiológicos das populações;
●
Atua como sujeito no processo de formação profissional voltada ao
desenvolvimento do trabalho em equipe, considerando o processo de trabalho
como eixo norteador desse processo;
●
Planeja e implementa programas de qualificação contínua dos profissionais de
enfermagem, de modo a favorecer o desenvolvimento profissional para o
cuidado, na perspectiva da integralidade; e
●
Desenvolve, participa e aplica pesquisa e/ou outras formas de produção de
conhecimento que objetivem a qualificação profissional com crescente domínio
25
e autonomia, segundo o padrão de excelência ético-social.
Para gerenciar
●
É capaz de diagnosticar e solucionar problemas de saúde, de comunicar-se, de
tomar decisões, de intervir no processo de trabalho, de trabalhar em equipe,
gerenciar conflitos e situações de crise de forma estratégica e que possibilite
aprendizagem dos sujeitos envolvidos no processo;
●
Coordena o trabalho da equipe de enfermagem, seleciona, prioriza e analisa
problemas para construir planos de intervenção, segundo relevância e impacto
na transformação da realidade institucional e social;
●
Coordena e participa ativamente do processo de cuidar em enfermagem,
levando em conta contextos e demandas de saúde da população;
● Exerce a profissão reconhecendo-se como cidadão comprometido e ativador
de mudanças das práticas de saúde e do processo de formação profissional.
Para associar-se
● Participa da composição das estruturas deliberativas e executivas do sistema
de saúde;
● Assessora órgãos, empresas e instituições em projetos de saúde;
● Reconhece o papel social do enfermeiro para atuar em atividade política e de
planejamento em saúde.
● Reconhece a necessidade de organizar-se como trabalhador de saúde, tem
disponibilidade interna e participa das lutas sociais por melhores condições de
vida e trabalho, comprometendo-se a participar das entidades de classe.
6 PROPOSTA PEDAGÓGICA DO CURSO DE ENFERMAGEM
6.1 APORTE TEÓRICO PARA A PROPOSTA PEDAGÓGICA
Entende-se que a prática de Enfermagem é determinada socialmente, o que
implica adotar uma perspectiva teórico-metodológica que possibilite apreender a
complexa relação entre saúde, Enfermagem e sociedade. Pensando especificamente
26
no âmbito da formação de enfermeiros, faz-se necessário incorporar uma tendência
pedagógica que possa mediar a apreensão da referida relação, considerando um
horizonte de transformação. Por esta razão, a proposta pedagógica deste projeto
fundamenta-se na Tendência Pedagógica Transformadora. Convém ressaltar que, de
acordo com Oliveira (2003), essa Tendência parte da concepção de gênero humano,
enquanto ser concreto e histórico, tendo em vista a preocupação fundamental de
viabilizar o pleno desenvolvimento dos indivíduos e grupos sociais. Isso implica
enfrentar e transformar as diversas formas de alienação que impedem a plena
articulação de indivíduos e grupos sociais às máximas potencialidades do gênero
humano em cada época histórica.
Conforme aponta Vasconcellos (1992), essa concepção de educação apresenta
uma perspectiva de transformação social ante as tensões e contradições da realidade.
Isto é, a educação corresponde a um processo sociopolítico, de natureza dialética,
considerando que pode reproduzir as relações sociais vigentes, mas também pode
contribuir para transformá-las. Isso implica desenvolver um processo de ensinoaprendizagem que tenha a realidade como ponto de partida, problematizando-a,
produzindo conhecimento (tendo em vista a articulação entre a particularidade
observada e a totalidade social) e sintetizando este conhecimento, enquanto uma forma
de voltar à realidade, com uma nova “visão” a respeito da mesma e abrindo
possibilidades de transformá-la. Trata-se, portanto, do movimento de “ida-e-volta” típico
da concepção de “práxis” no qual o homem, enquanto ser social, é sujeito ativo na
história; concepção que está na base filosófica da tendência pedagógica aqui
incorporada.
Implica, ainda, reconhecer o papel de protagonista (sujeito ativo) do discente no
processo de ensino-aprendizagem, uma vez que qualquer transformação efetiva
perpassa pela ruptura de relações de dominação, conforme as que historicamente
foram construídas na Pedagogia tradicional, na relação entre docentes e discentes.
Portanto, adota-se uma postura metodológica que possibilita a posição ativa do
discente em todas as fases do processo de ensino-aprendizagem, desde a apreensão e
problematização da realidade até a síntese do novo conhecimento e a produção de
ações transformadoras.
27
Vale destacar que no bojo desta tendência pedagógica, inserem-se diversas
estratégias e técnicas metodológicas, a serem definidas e adotadas a depender do
conteúdo programático trabalhado; assim como existe uma gama de teóricos e autores
que formularam seus principais pressupostos, a exemplo de Antônio Gramsci, Demerval
Saviani, Paulo Freire, entre outros. Aqui se pretende apenas apontar a orientação
pedagógica geral do Curso, conservando a liberdade docente de escolher a estratégia e
a técnica metodológica mais pertinente em cada situação de aprendizagem, bem como
transitar pelos referenciais e vertentes existentes nesta Tendência.
Ademais, no campo da Enfermagem, em específico, incorporar esta Tendência
perpassa apreender criticamente concepções de Saúde, Enfermagem e Processo de
Trabalho em Enfermagem, porquanto sejam transversais ao longo da formação do
enfermeiro. No caso da categoria Saúde, parte-se das contribuições da Saúde Coletiva
de base histórico-crítica, que a define enquanto processo social que é determinando,
em última instância, pelas relações sociais de produção e articulando-se com os
diversos campos da reprodução social (a saber: a cultura, a ciência, a política, a arte, as
formas e o acesso à alimentação, habitação, transporte etc). Da síntese destes
momentos, o processo saúde-doença se desenvolve, revelando a predominância de
sua dimensão coletiva/social, embora sem prescindir de suas determinações
individuais/biológicas (LAURELL, 1982).
Por sua vez, a Enfermagem é considerada enquanto campo, compreendendo,
segundo a Lei n.º 7.498, de 25 de junho de 1986, três categorias profissionais distintas
e relacionadas, a saber: auxiliar de enfermagem, técnico em enfermagem e enfermeiro.
Uma vez que o presente Curso destina-se à formação deste último, cabe aqui
considerar o que o define, distinguindo-o dos demais (do campo de Enfermagem e da
área da saúde), o que remete ao conceito de trabalho em saúde.
Tal conceito é
recente, amplo e heterogêneo, e se refere, genericamente, às funções e às atividades
desenvolvidas nas organizações de saúde (MENDES-GONÇALVES, 1992).
Entende-se que o campo de Enfermagem integra o trabalho em saúde, cujo
processo de trabalho é constituído na dinâmica entre finalidade, objeto, agente e
instrumentos. O referido campo “é composto por distintos processos de trabalho e sua
especificidade em relação a outros campos de produção é ser compreendido como
28
aquele em que se processa o cuidado profissional aos seres humanos” (MELO;
SANTOS; LEAL, 2015, p.53). No caso do que trata este Projeto, considera-se que “o
processo de trabalho da enfermeira é o modo como ela conduz seu trabalho,
executando indissociavelmente a assistência-gerência para responder às demandas
das organizações de saúde e às necessidades de saúde dos usuários, com vistas a
garantir a continuidade das ações” (idem, p.63). Nesse sentido, a dimensão
assistencial-gerencial é composta por ações assistenciais e gerenciais que, em alguns
contextos da prática social do enfermeiro, momentaneamente, se sobrepõem umas às
outras.
Considerando, por finalidade, “a realização da assistência, ou seja, a execução
de técnicas e procedimentos que contribuam para a satisfação das necessidades de
saúde” (idem, p.63), entende-se o Processo de Enfermagem como finalidade nas ações
assistenciais do processo trabalho do enfermeiro. Comumente apreendido como
“dimensões”, considera-se como cenário da prática do enfermeiro a assistência, a
gerência, a pesquisa e o ensino. Tendo em conta que, de modo geral, “o processo de
trabalho
produz
um
movimento
dialético
de
exploração/alienação
e
de
criação/emancipação” (idem, 51), pressupõe a articulação entre posicionamento
filosófico, tendência pedagógica e arcabouço teórico-metodológico, imbricação aqui
ressaltada, com base nos marcos teórico-conceituais adotados pelo Curso.
6.2 ENFOQUE PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM
Tendo em vista as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
Enfermagem, o Sistema Único de Saúde e o aporte teórico da proposta pedagógica
discutidos neste projeto, o enfoque pedagógico do curso é traçado numa perspectiva
ativa de ensino. Para tanto, três elementos precisam ser considerados: As metodologias
de ensino; a interdisciplinaridade e a avaliação de aprendizagem.
6.2.1 Metodologias de Ensino
Independentemente do método de ensino empregado, o curso preza por
metodologias ativas de ensino, onde o professor assume a função de facilitador do
29
processo ensino- aprendizagem e o estudante assume a função de ator na construção
do seu conhecimento. Para tanto, devem ser trabalhadas algumas orientações, que
sofrem variações mínimas a depender da técnica específica escolhida pelo docente.
Vale lembrar de que quanto menor o número de estudantes por professor, mais efetiva
é a ação pedagógica nesta perspectiva, então os grupos tutoriais devem ser
estimulados nos blocos de teoria e\ou de prática.
Independente da técnica/estratégia de ensino-aprendizagem escolhida por
cada professor, devem ser seguidos alguns passos que objetivam a construção do
conhecimento por parte dos estudantes:
1. Explicitação do “problema”O professor/facilitador deve trazer uma situação para o grupo de estudantes.
Junto com a situação, devem ser discutidos os objetivos de cada conteúdo que se
pretende trabalhar. Esta situação pode aparecer em forma de um problema hipotético;
em forma de situação real com o discente inserido na prática; em forma de um artigo
científico; em forma de um filme; em forma de um seminário, dentre outros; vai
depender do método de trabalho escolhido pelos docentes.
2. Discussão do “problema” e estabelecimento de metas A Situação trazida deve ser discutida no grupo, tendo o professor uma
função de mediar a discussão, garantindo que ela não fuja dos objetivos propostos. Ao
final da discussão, devem emergir elementos-chave que devem funcionar como
disparadores para o processo de aquisição e mobilização do conhecimento. Estes
elementos podem ser: respostas a questões pré-estabelecidas; conceitos; passos de
uma técnica; práticas específicas; ou outros. Estes elementos devem responder aos
objetivos propostos, caso não respondam a todos, o professor/mediador deve interferir,
no sentido de provocar os estudantes.
3. Resolução
do
“problema”
e
resposta
às
metas
traçadas
/
Consolidação do conteúdo Depois deste primeiro contato com o conteúdo proposto, cada discente vai
fazer seu estudo individual e vai proceder à teorização de seus achados,
30
fundamentando suas conclusões, com base na literatura existente, para fechar a
construção do conhecimento. Para fechar o ciclo e para garantir que os objetivos sejam
atingidos por todos os discentes, o docente\facilitador, utilizando a estratégia que
preferir: discussão fundamentada em grupo; aula dialogada; vídeo; seminário;
construção de material didático; dentre outros, deve proceder, junto com os estudantes,
ao momento de consolidação do aprendizado.
Este Projeto Pedagógico, ainda, orienta que haja integração de conteúdos
afins, no intuito de facilitar a integração dos saberes e para que o conhecimento seja
trabalhado de forma contextualizada e lógica.
6.2.2 Avaliação de aprendizagem
Para garantir o enfoque pedagógico com perspectiva ativa de ensino, a
avaliação de aprendizagem não pode ser considerada como ponto final da
aprendizagem. Ela tem que fazer parte do processo ensino aprendizagem. Deve haver
uma transformação no papel, de aplicação de exames pontuais para avaliação
propriamente dita, com a intenção de diagnosticar as falhas e os problemas, para
garantir a qualidade do aprendizado.
O estudante deve ter garantido o direito de ter um retorno de sua avaliação
para efetivamente progredir no seu processo de construção do conhecimento. A prática
dos professores deve ser de avaliação constante e retorno contínuo para os discentes.
As estratégias de avaliação irão depender dos objetivos de ensino, mas a frequência
constante destas avaliações e a prática formativa devem ser respeitadas.
Entende-se aqui, como prática formativa de avaliar, aquela que não é
pautada apenas em classificar os discentes ou excluir o estudante que não tem a média
final atingida. Avaliação formativa é sim, aquela capaz de trabalhar as questões
particulares de cada indivíduo, buscando formas eficazes para que todos possam
atingir os objetivos dos conteúdos a partir de meios adaptados a cada situação
apresentada. Assim, a avaliação obrigatoriamente não pode ser um fim, mas uma parte
do processo, onde é possível fazer diagnósticos, construir propostas de solução,
implementar ações, de forma contínua, até que seja possível chegar à resolução do
31
problema que foi diagnosticado e o estudante seja capaz de produzir uma resposta que
resulte na construção de conhecimento.
Para garantir o enfoque pedagógico com perspectiva ativa de ensino, a avaliação
de aprendizagem não pode ser considerada como ponto final da aprendizagem. Ela tem
que fazer parte do processo ensino aprendizagem. Deve haver uma transformação no
papel, de aplicação de exames pontuais para avaliação propriamente dita, com a
intenção de identificar as falhas e os problemas, para garantir a qualidade do
aprendizado.
Para tanto, mesmo sendo necessário respeitar as normas institucionalizadas
pela IES. A prática dos professores deve ser de avaliação constante e retorno contínuo
para os discentes. As estratégias de avaliação ficam a critério de cada professor e vão
depender dos objetivos de ensino, apenas a frequência constante e a prática formativa
é que devem ser respeitadas.
A instituição de nível superior UFAL preconiza as seguintes orientações que
devem ser obedecidas no decorrer do processo:
O desempenho mínimo para a aprovação direta é de nota 7,0, em escala de zero a
10,0.
A avaliação do rendimento escolar se dará através de: Avaliação Bimestral (AB), em
número de 02 (duas) por semestre letivo; Prova Final (PF), quando for o caso.
Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais dos
instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva,
calculada considerando-se a média das avaliações programadas e efetivadas pela
disciplina.
Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma das 02
(duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a ser
reavaliado naquela em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a
maior nota.
A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética, apurada até
centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF) das
32
Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das Avaliações
Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou superior a
5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova Final (PF).
A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina ministrada e será
realizada no término do semestre letivo, em época posterior às reavaliações,
conforme o Calendário Acadêmico da UFAL.
Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em cada
disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e
cinco décimos).
O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada da Nota Final (NF)
das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da Prova Final (PF), com
peso 4 (quatro).
Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo comparecido à Prova
Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de doença, devendo requerê-la ao
respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas após a
realização da prova.
A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05 (cinco) dias após a
realização da primeira chamada, onde prevalecerá o mesmo critério disposto no
Parágrafo único do Art. 16.
O aluno poderá ter 25 % de faltas, onde os atestados médicos deverão ser entregues
em até 72 horas do início da licença, para submeter-se ao crivo da junta médica
oficial.
7. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO
Segundo Sacristán (2000), o currículo configura uma prática institucional de
caráter eminentemente pedagógico, mas que perpassa a função socializadora e cultural
das instituições de ensino. Expressa-se na forma de um plano construído e ordenado
em torno de determinados princípios e sua concretização. Entre as possibilidades de
concretização, a integração de conteúdos e componentes é um desafio ante a
33
fragmentação do saber vigente.
De acordo com o pensamento gramsciano, o currículo integrado parte da ideia
de “Escola Unitária” como uma estratégia pedagógica de “formar” trabalhadores para o
exercício da profissão (conhecendo a técnica em suas múltiplas faces), mas dando-lhe
acesso ao conhecimento geral produzido pela humanidade, sobretudo a partir da
problematização da realidade. Traz o horizonte de estabelecer as conexões entre as
demandas profissionais e os processos sociais gerais que as geram.
Partimos do pressuposto da integração numa perspectiva histórico-crítica,
Diferentemente da Pedagogia das competências, a pedagogia histórico-crítica enxerga
a formação pelo trabalho como a chave do processo ensino-aprendizagem, mas não
apenas no sentido de executá-lo com competência, mas de transformá-lo.
Para tanto, as metodologias ativas são utilizadas como mediações necessárias a
efetivação da integração, mas no sentido de ativar questionamentos, inquietações e
transformações para além da tarefa profissional, com fins a integração entre educação
profissional e educação geral. Deve-se partir da realidade, deixando uma margem para
a flexibilização de conteúdos e sequência a ser seguida no processo ensinoaprendizagem.
Com isso, o curso de Enfermagem da UFAL possui como pilar do currículo a
prática da Enfermagem enquanto processo social, o que pressupõe a indissociabilidade
de suas dimensões (assistência, gestão, ensino e pesquisa), bem como a apreensão da
realidade que intervém como totalidade. Tais condições são transversais ao currículo,
assim como a priorização das questões referentes à realidade local, a dimensão Ética e
Política da profissão, o Processo de Enfermagem enquanto metodologia científica
própria da intervenção da enfermeira e a perspectiva de integração da prática
profissional ao Sistema Único de Saúde (SUS).
Os conteúdos organizam-se a partir desses elementos transversais e se
distribuem ao longo das unidades estruturais do currículo. São elas:
Movimento Curricular (MC) – nível macro de divisão da matriz curricular. Articula
diferentes conteúdos de um mesmo momento do processo de formação da
enfermeira(o), conferindo-lhes dinamicidade, ao contrário dos ciclo que se
fecham em si mesmo. Um MC contém seus eixos temáticos e, no interior desses,
os módulos.
Eixo – são eixos temáticos, articulados entre si, como temas geradores definidos
com foco no MC. Os eixos temáticos são unidades menores que os MC’s e
maiores que os módulos.
Módulo – Abordam subtemas ou conceitos-chave, constituindo a menor unidade
34
da matriz curricular. Estão inseridos nos eixos temáticos, considerando o foco
definido em cada Movimento Curricular. Um módulo possui a carga horária
mínima de 18 horas, distribuídas numa semana pedagógica. Cada semana está
organizada em quatro tipos de atividades: Tutoria, Laboratório de Aprendizagem,
Práticas Profissionais Integradas, e Conferência.
A tutoria corresponde a atividade de ensino-aprendizagem desenvolvida com grupos de
até 12 estudantes, que se reúnem com um docente (tutor ou facilitador) a fim de
viabilizar o desenvolvimento de metodologias ativas. O professor não “ensina” da
maneira tradicional, mas facilita a discussão dos discentes, conduzindo-a quando
necessário e indicando os recursos didáticos úteis para cada situação, com vistas a
estimular a postura ativa dos estudantes no processo.
O laboratório de aprendizagem é momento destinado ao estudante praticar, em
ambiente supervisionado e controlado, práticas relacionadas ao conteúdo
problematizado nas atividades tutoriais. Na maioria das vezes, dar-se-á nas instalações
e laboratórios da própria Universidade. Já as práticas profissionais integradas visam,
predominantemente, propiciar a integração do ensino com os serviços e com a
comunidade, possuindo supervisor e/ou preceptor.
As conferências são o momento de reunir todos os grupos tutoriais que estão
cursando um mesmo módulo, com objetivo de: sistematizar a discussão; socializar as
diferentes experiências; identificar as similitudes e as divergências constituídas no
andamento de cada grupo; e oportunizar o diálogo com profissional especialista na
temática.
O currículo do curso de Enfermagem está organizado em quatro Movimentos
Curriculares (MC’s):
1 – Enfermagem, saúde e sociedade (2 semestres)
2 – Trabalho de Enfermagem no cenário na Atenção Básica à saúde (3 semestres)
3 – Trabalho de Enfermagem na média e alta complexidade, na perspectiva de atenção
em rede (3 semestres)
4 – Estágio Supervisionado (2 semestres).
Cada semestre ainda conta com 54 horas dedicadas às Atividades Curriculares
de Extensão (ACE), desenvolvidas tendo em vista o escopo teórico-prático do MC no
qual se insere, podendo se concretizar de variadas formas: projetos, cursos, minicursos,
oficinas, eventos, entre outros. Além disso há 36 horas de ACE reservadas para a
realização da Semana de Enfermagem de Arapiraca, evento fixo do curso. Com isso, as
ACE totalizam 576 horas.
35
7.1 ASPECTOS CONCEITUAIS
O novo desenho curricular a ser adotado por este Curso reforça a
perspectiva de formar profissionais críticos e reflexivos e ao mesmo tempo
comprometidos com sua realidade social. Este desenho toma como referência as
Diretrizes Curriculares Nacionais, compreendendo os preceitos gerais e específicos
necessários à formação, à natureza das funções da(o) enfermeira(o) em face das
necessidades de saúde da população e da consolidação do Sistema Único de Saúde.
Trata-se de uma proposta que se inscreve numa perspectiva pedagógica
progressista, na qual serão utilizadas metodologias ativas de aprendizagem, com foco
no aprendizado significativo. Assim, é explícito o reconhecimento de que uma proposta
pedagógica necessita, sempre, rever o instituído a partir do qual produzirá algo novo,
tornando-se instituinte (GADOTTI, 2000).
Nesta proposta, o estudante é sujeito do processo de ensino-aprendizagem e
construtor do seu conhecimento, a partir da reflexão e da indagação sobre os
problemas da vida prática, compreendendo a multiplicidade e a complexidade do
processo saúde-doença e dos seus determinantes.
O docente, por sua vez, atua como mediador desse processo, assumindo a
responsabilidade de facilitar, articular e orientar a construção do conhecimento pelos
estudantes, bem como, seu desenvolvimento, de maneira a proporcionar-lhes trabalhar
sobre problemas reais, assumindo responsabilidades e compromissos crescentes como
prestadores de cuidados individuais e coletivos.
Neste sentido, este desenho curricular adota como premissas fundamentais:
1) o aprender a aprender, o que significa dizer que, como sujeito do processo de
ensino-aprendizagem, o estudante é um agente capaz de buscar elementos que lhe
possibilitem ampliar, aprofundar e produzir conhecimentos e significados; 2) aprender a
fazer fazendo, implicando na articulação entre a teoria e a prática na dinâmica da açãoreflexão-ação; 3) integração entre o ciclo básico e o ciclo clínico, entre conteúdos e
áreas temáticas, entre ensino e serviço, pressupondo o papel ativo dos atores
envolvidos no processo.
Tal proposta pressupõe uma ruptura com o modelo clássico teoria/prática na
36
produção do conhecimento e serviços de saúde, assim como a sua aplicação,
contribuindo para promover a articulação educação-saúde e para resgatar a principal
função da escola, que é eminentemente social.
7.2 RELAÇÃO TEORIA/PRÁTICA E PRECEPTOR/ALUNO
A Enfermagem é uma ciência eminentemente prática em que o estudante
necessita desde os primeiros semestres estar em contato com a prática, segundo
recomendação das Diretrizes Curriculares de Enfermagem e seguindo o aporte teóricometodológico escolhido por este projeto. Sabendo que o sucesso desta atividade
prática está diretamente associado à relação numérica aluno/preceptor, considerando
que as próprias unidades de saúde preconizam um número máximo de 6 alunos por
profissional, na tentativa de defesa da integridade da qualidade da assistência de
enfermagem e considerando ainda que em atividades de enfermagem que requerem
maior atenção do preceptor ao aluno (como no caso de sala de parto e de sala de
vacina quando esta relação cai para 03 alunos por preceptor), faz-se necessária a
existência de corpo docente de dimensões condizentes com as necessidades e
características do curso, para que se consiga atingir a formação do perfil do egresso
que se pretende.
Em cada semestre, deve-se observar a formação de grupos tutoriais de 12
alunos acompanhados por um tutor (professor). A mesma relação se repete para os
Laboratório de Aprendizagem. Porém, nas Práticas Profissionais Integradas, a relação
deve ser de 6 alunos para 1 supervisor e/ou preceptor. Nas conferências, a turma
inteira de um determinado módulo é acompanhada por um facilitador (professor) e/ou
especialista convidado.
7.3 INTEGRAÇÃO COM O SISTEMA LOCAL E REGIONAL DE SAÚDE E O SUS
Uma vez que o Curso de Enfermagem foi implantado diante de um chamado
da comunidade local, o estabelecimento de parcerias com os serviços sempre foi e
continua a ser uma das grandes fortalezas, pois vem se estabelecendo de maneira
37
proativa, junto às instituições.
A implantação do curso ocorreu junto ao PRÓ-SAÚDE - Programa Nacional
de Reorientação da Formação, com o lançamento do Edital de Convocação nº. 13, de
dezembro de 2007 do MS/SGTES, onde o curso foi contemplado e na construção do
programa já se estabeleceu uma parceria entre o Curso de Enfermagem do Campus
Arapiraca e a Prefeitura de Arapiraca, mais precisamente a Secretaria de Saúde de
Arapiraca.
Todo esse processo se firmou com o estabelecimento de convênios e
parcerias com as diversas instituições públicas de saúde da Região, em que é possível
a atuação do futuro profissional de Enfermagem. Essa gama de convênios hoje já
firmados é semestralmente ampliada como o alcance de novos campos de Estágio que
estão sendo sempre avaliados por nosso corpo docente, pelos discentes e por
profissionais de Saúde, durante as aulas práticas, o desenvolvimento de projetos de
extensão e o acompanhamento de estágios curriculares.
De acordo com registros no banco de dados da UFAL, em 2013 a
Universidade registrou mais de 135 convênios de estágios entre empresas públicas,
privadas e profissionais liberais, como Secretarias Municipais e Estadual de Saúde,
Hospitais Públicos e Privados em diversos municípios do Estado de Alagoas, como
também com Universidades de outros Estados. Esses convênios firmados têm vigência
de cinco anos e com frequência são renovados por interesse de ambas as partes.
Em suma, o Curso de Enfermagem desenvolve parcerias com a comunidade,
e os gestores do município e do Estado, mediante convênios, acordos e contratos, para
a implantação e desenvolvimento de inúmeras atividades. Dentre elas, destacamos:
● Estágios curriculares obrigatórios para os alunos dos cursos de graduação e pós
graduação;
● Estágios curriculares não-obrigatórios;
● Atividades práticas de disciplinas, junto com o professor responsável;
● Práticas investigativas, serviços e cursos de extensão;
● Trabalhos de conclusão de curso, sob a forma de projetos experimentais, consultorias,
auditorias, relatórios ou projetos;
38
● Atividades complementares culturais, artísticas, educacionais e científicas;
● Parcerias para a interação teoria-prática;
● Atividades sociais e desportivas;
● Realização de congressos, seminários, simpósios e eventos similares, para interação
entre a comunidade acadêmica e comunidade em geral;
● Projetos comunitários.
Além disto, a Universidade Federal de Alagoas mantém convênios/parcerias
de cooperação estabelecidos com outros países. Os convênios de cooperação
acadêmica são amplos e objetivam o desenvolvimento de pesquisas, intercâmbio de
ações e participação em eventos, o que possibilita aos graduandos uma maior
mobilidade dentro da sua área profissional, por meio da educação continuada,
oferecendo aperfeiçoamento e renovação contínua de conhecimentos e de técnicas.
7.4 UNIDADES HOSPITALARES DE ENSINO E COMPLEXO ASSISTENCIAL
A Universidade Federal de Alagoas conta em sua estrutura organizacional
com o Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HUPAA). O HUPAA é um órgão
suplementar da Universidade Federal de Alagoas - UFAL, que mantém uma relação
funcional com o Centro de Ciências da Saúde - CSAU, com ações que abrangem as
áreas de ensino, pesquisa e assistência não só à comunidade assistida pelo SUS em
Maceió, mas também a pacientes das cidades do interior de Alagoas, sendo por isso,
um hospital de referência. Assim, pontualmente utilizamos o HUPAA, como campo para
algumas aulas práticas e regularmente para estágio curricular obrigatório.
O Estado de Alagoas, através da Secretaria Executiva da Saúde, tem
expandido a assistência hospitalar no interior do estado, com a fundação da Unidade de
Emergência do agreste em 2003, que tem por missão “Promover atenção integral à
39
saúde da população, oferecendo serviços de qualidade, de média e alta complexidade,
através de um atendimento humanizado e multiprofissional integrado ao SUS, além de
contribuir para a pesquisa e formação de profissionais da área da saúde”. Portanto,
mesmo ainda não sendo hospital-escola, já apresenta em sua missão a relação com os
centros de formação, assim a Universidade vem desenvolvendo importantes trabalhos
de pesquisa, extensão e atividades práticas de aulas, assim como estágio curricular e
fortalecendo os processos assistenciais para melhoria da qualidade da assistência
nesse importante cenário de prática que tem sido a Unidade de Emergência do Agreste.
Por ser a segunda maior cidade do Estado de Alagoas, Arapiraca dispõe de
uma ampla rede de serviços hospitalares, permitido que vários convênios fossem
estabelecidos, assim, fora a Unidade de Emergência do Agreste, o curso de
Enfermagem do Campus Arapiraca, mantém convênio com o Hospital Regional de
Arapiraca, Entidade beneficente sem fins lucrativos, conveniada ao SUS; com o
Complexo Hospitalar Manoel André – CHAMA, fundado em 1989, também conveniado
ao SUS; com a Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora de Fátima fundada em
Janeiro de 1960, como Policlínica e ampliada da década de 70 como Casa de Saúde e
com a unidade particular e a Casa de Saúde e Maternidade Afra Barbosa ambas
conveniadas ao SUS.
7.5 SISTEMA DE REFERÊNCIA E CONTRA REFERÊNCIA
Conforme o Plano Diretor de Regionalização da Saúde de Alagoas (2011) o
desenho espacial, está fundamentado num modelo que estabelece três níveis de
regionalização – macro, região e o municipal. Assim, temos duas Macrorregiões
obedecendo aos critérios de densidade demográfica e tecnológica da atenção
especializada e hospitalar. 10 regiões de saúde assim divididas: 1ª Macro, com sede na
capital, Maceió, que comporta 6 Regiões de Saúde (da 1ª a 6ª Região com uma
população de 2.093.801 habitantes); 2ª Macro, com sede em Arapiraca, abrange 4
Regiões de Saúde (da 7ª a 10º Região com uma população de 1.026.693 habitantes).
Assim, para definição de Arapiraca como centro da 2ª Macro, foram
utilizados os seguintes critérios: contiguidade intermunicipal, malha viária, densidade
40
populacional,
infraestrutura
de
transporte
compartilhada,
fluxo
assistencial,
deslocamento da população aos serviços de saúde e a resolutividade assistencial.
A
Modelagem
Assistencial
Regional
considerou
a
Integralidade
da
Assistência Básica em cada município e a Suficiência em parte da média complexidade
na Região, tendo sido estabelecido o Ponto de Corte da Média Complexidade nas
seguintes áreas prioritárias: Saúde da Mulher, Saúde da Criança, Saúde do Idoso,
Saúde Mental, Saúde Bucal, Internações nas Clínicas Básicas, Procedimentos Básicos
de Radiologia, Regulação e Urgência e Emergência. Portanto deve existir uma
suficiência Macrorregional de serviços de saúde na: atenção cardiovascular; atenção
materno infantil de alto risco; nefrologia; neurologia; oncologia; traumato-ortopedia;
saúde auditiva de alta complexidade; sangue e hemoderivados; além da Central de
Regulação do SAMU-192.
Assim, mesmo que estando no interior do estado de Alagoas, os serviços de
saúde vêm, ao longo das últimas décadas, sendo estruturados para atender
integralmente às necessidades de saúde de sua população, mesmo que ainda exista
uma relação cultural forte de ida à procura de serviços na capital, é visível o avanço da
estruturação de serviços de saúde principalmente no Município de Arapiraca, onde se
tem como exemplo a estrutura da atenção básica municipal, que conta atualmente com
a Estratégia Saúde da Família abrangendo uma cobertura de 85 a 90% nos domicílios
da área urbana e da zona rural, enquanto que na capital de estado, Maceió, esta
cobertura não ultrapassa os 31,12% segundo fonte do MS/SAS/Departamento de
Atenção Básica – DAB, referentes ao 1º semestre de 2015 (ALAGOAS, 2011).
Toda a crescente rede de serviços que vem se estruturando no município de
Arapiraca e seu entorno, confere e assegura ao curso que seja possível ofertar aos
discentes, uma formação pautada na atenção integral em todos os níveis de
complexidade do SUS e que a formação seja trabalhada com objetivos de defesa da
atenção à saúde pública, humanizada e de qualidade.
A estrutura pedagógica do curso apresentada e o ordenamento curricular
levam em conta, dentro da organização dos conteúdos, tanto o respeito às áreas
prioritárias, quanto a obediência às redes de atenção à saúde, com vistas ao
atendimento integral. Além disso, este projeto orienta para que as ações pedagógicas
41
sejam interdisciplinares, como descrito anteriormente. Para cada grupo específico de
conhecimentos, os estudantes são estimulados a entenderem a lógica das Redes de
Atenção e a respeitarem os preceitos de referência e contrarreferência. Para tanto, os
assuntos específicos são abordados de forma crescente nos níveis de complexidade de
Atenção do SUS, partindo da base, da Atenção básica até aos hospitais e centros
especializados e o objetivo final é favorecer o reconhecimento por parte dos discentes
de que a assistência depende da demanda real e as necessidades diagnosticadas e
precisam seguir um fluxo organizando para permitir a integralidade.
A vivência constante dentro dos serviços de Saúde conveniados favorece
este entendimento e os docentes devem enfatizar em todas as oportunidades: a
necessidade da continuidade da assistência à saúde e a importância das redes para a
qualidade da atenção.
7.6 ESTRUTURA DA MATRIZ CURRICULAR
42
43
44
45
46
No último Movimento Curricular, não há eixos ou módulos, mas 2 componentes
curriculares: Estágio Supervisionado e Atividades Curriculares de Extensão. Segue a
estrutura do quarto MC:
Movimento Curricular 4 – Estágio Supervisionado
9º semestre
Componente curricular
Carga
Horária
Estágio Supervisionado
500
Atividades Curriculares de Extensão (ACE)
54
TOTAL
554
10º semestre
Componente curricular
Carga
Horária
47
Estágio Supervisionado
500
Atividades Curriculares de Extensão (ACE)
54
TOTAL
554
Convém destacar que a matriz curricular contabiliza, ainda, 288 horas de
Atividades Complementares (incluindo 54 horas de módulos e/ou disciplinas eletivas) e
36 horas da Semana de Enfermagem de Arapiraca (SenAr). Com isso, a integralização
da matriz possui 5.752 horas.
7.7 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERFIL DE FORMAÇÃO
O Curso de Enfermagem do Campus Arapiraca deverá ser integralizado em
no mínimo 10 períodos e o máximo de 14 períodos.
Quadro 1 - Com representação do perfil de formação
Módulos
Eletivas
TCC
Atividades Curriculares de Extensão (ACE)
Estágio Supervisionado
Atividades complementares
Total
Carga horária
3.744
54
144
576
1.000
234
5.752
%
65,09
0,94
2,52
10,01
17,38
4,06
100,00
7.8 DISCIPLINAS ELETIVAS
As disciplinas eletivas poderão ser ofertadas ao longo do período letivo, paralelas
às disciplinas obrigatórias ou como Curso de Férias, de acordo com o planejamento do
NDE e Colegiado do Curso. Elas têm a função de complementar o aprendizado do
estudante e partir de necessidades específicas de assuntos que são abordados dentro
dos conteúdos obrigatórios, mas não são aprofundados, por conta do enfoque
generalista das disciplinas curriculares.
48
Cada discente precisa cumprir uma carga horária total de 54 horas de disciplinas
eletivas durante os cinco anos de graduação, mas dentre aquelas ofertadas durante
todo o curso, o estudante tem o direito de escolher as que são do seu interesse para
cursar. Há uma flexibilidade de escolha e cada estudante pode respeitar suas
preferências.
Período
preferenci
al para
oferta
1º
1º
2º
4º
Disciplinas Eletivas (não obrigatórias)
Carga
Horária-
Leitura e produção de texto acadêmico
Enfermagem e Tecnologias em Saúde
Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)
Biossegurança e Saúde do Trabalhador
18 h
36 h
54 h
18 h
7.9 EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DOS MÓDULOS OBRIGATÓRIOS E ELETIVOS
7.9.1 Movimento Curricular 1 - Enfermagem, Saúde e Sociedade
7.9.1.1 - 1º Semestre: Eixo - Determinação social da saúde I
Módulo
Semestre
Ensino-aprendizagem no currículo de enfermagem da
UFAL – Campus Arapiraca
1º
Carga Horária
18 horas
EMENTA: Aproximação com o PPC e, em específico, com a matriz curricular do curso
de Enfermagem da UFAL - Campus Arapiraca. Permite a apreensão dos conceitos e
estratégias fundamentais da concepção e operacionalização do currículo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Projeto Pedagógico do Curso de Enfermagem da UFAL - Campus Arapiraca.
Arapiraca: UFAL, 2018.
RAMOS, M. Pedagogia das competências. In: Pereira, I B. Dicionário da Educação
Profissional em Saúde. 2 ed. rev. ampl. Rio de Janeiro: EPSJV, 2008.
SACRISTÁN, J G. O currículo: uma reflexão sobre a prática. 3. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2000.
49
SAVIANNI, D. Pedagogia Histórico-Crítica: Primeiras Aproximações. 7. ed. Campinas:
Autores Associados, 2000.
SILVA, A L. Currículo Integrado. Florianópolis: IFSC, 2014.
Módulo
Semestre
A sociedade contemporânea
1º
Carga Horária
36 horas
EMENTA: Aborda as bases e a dinâmica da sociedade contemporânea, com ênfase
para o entendimento dos seus problemas sociais, sobretudo, na realidade local.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MARX, Karl. O Capital. Crítica da Economia Política. Livro Primeiro. Tomo 1. São
Paulo: Editora Nova Cultural, 1996.
NETTO, J. P. Cinco notas a propósito da questão social. Temporalis. Revista da
ABEPSS, n.3, 2001.
PIMENTEL, Edlene. Uma “Nova Questão Social”? Raízes materiais e humanosociais do pauperismo de ontem e de hoje. Maceió/AL: EDUFAL, 2007.
SOUZA, D. O. et. al. ‘Questão Social” em Alagoas: expressões da sociabilidade
erguida sob o comando do capital. Maceió: EDUFAL, 2016.
Módulo
Semestre
Determinação Social da Saúde
1º
Carga Horária
54 horas
EMENTA: Propicia entender a saúde como processo social, estabelecendo um diálogo
com as Ciências Sociais. Permite a aproximação e análise das principais teorias
consubstanciadas no campo da Saúde Coletiva e que visam explicar a determinação
social da saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BUSS, Paulo Marchiori. Globalização, pobreza e saúde. Caderno de saúde Coletiva.
v. 12, n. 6, p. 1575-589, 2007.
BUSS, Paulo Marchiori; PELLEGRINI FILHO, Alberto. A saúde e seus determinantes.
50
PHYSIS: Rev. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 17, n. 1, p. 77-93, 2007.
CAMPO, Gastão Wagner de Souza; MINAYO, Maria Cecília de Souza; AKERMAN,
Marco, et. al. Tratado de Saúde Coletiva. 1ª reimpres. Editora Hucitec: São Paulo,
2009.
DESLANDES, Suely Ferreira (Org). Humanização dos cuidados em saúde: conceitos,
dilemas e práticas . Rio de Janeiro: Fiocruz, 2011.
LAURELL, Asa Cristina. La salud-enfermedad como proceso social. Revista
Latinoamericana de Salud, México, v. 2, 1982.
SOUZA, Diego de Oliveira; SILVA Sóstenes Ericson Vicente da; SILVA, Neuzianne de
Oliveira. Determinantes Sociais da Saúde: reflexões a partir das raízes da “questão
social”. Saúde e Sociedade. São Paulo, v. 22, n. 1, 2013.
SOUZA, Diego de Oliveira. A saúde na perspectiva da 'ontologia do ser social'.
Trabalho, Educação e Saúde, Rio de Janeiro, v. 14 n. 2, p. 337-354, 2016.
TAMBELLINI, Anamaria Testa; CÂMARA, Volney de Magalhães. A temática saúde e
ambiente no processo de desenvolvimento do campo da saúde coletiva: aspectos
históricos, conceituais e metodológicos. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 3,
n. 2, p. 47-59, 1998
Módulo
Semestre
A saúde e as expressões da “questão social”
1º
Carga Horária
18 horas
EMENTA: Aborda a relação da saúde com as várias expressões da “questão social”,
com ênfase para a realidade em Alagoas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
NETTO, J. P. Cinco notas a propósito da questão social. Temporalis. Revista da
ABEPSS, n.3, 2001.
PIMENTEL, Edlene. Uma “Nova Questão Social”? Raízes materiais e humanosociais do pauperismo de ontem e de hoje. Maceió/AL: EDUFAL, 2007.
SOUZA, D. O. et. al. ‘Questão Social” em Alagoas: expressões da sociabilidade
erguida sob o comando do capital. Maceió: EDUFAL, 2016.
51
Módulo
Semestre
Políticas Sociais de Saúde
1º
Carga Horária
54 horas
EMENTA: Aborda o Estado e as políticas sociais em uma perspectiva histórico-crítica,
com ênfase para a realidade brasileira. Estuda os movimentos de luta pela saúde
(questões dos movimentos de mulheres, quilombolas, indígenas, entre outras), com
ênfase para o Movimento da Reforma Sanitária. Possibilita conhecer o processo de
constituição das políticas de saúde no Brasil, com destaque para o SUS, seus
princípios doutrinários e organizativos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AROUCA, Sérgio. O dilema preventivista: contribuição para a compreensão e crítica
da medicina preventiva. São Paulo: Editora Unesp; Rio de Janeiro: Editora Fiocruz,
2003.
BEHRING, Elaine. Brasil em contra-reforma: desestruturação do Estado e perda de
direitos. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 2008.
BERLINGUER, Giovanni; FLEURY-TEIXEIRA, Sonia Maria; CAMPOS, Gastão Wagner
de Souza. Reforma Sanitária: Itália e Brasil. Trad. Tânia Pellegrini. São Paulo:
HUCITEC/CEBES, 1988.
BRASIL. 8ª Conferência Nacional de Saúde. Relatório Final. Ministério da Saúde,
Ministério da Previdência e Assistência Social, 1986.
CAMPO, Gastão Wagner de Souza; MINAYO, Maria Cecília de Souza; AKERMAN,
Marco, et. al. Tratado de Saúde Coletiva. 1ª reimpres. Editora Hucitec: São Paulo,
2009.
CORREIA, Maria Valéria Costa. O Conselho Nacional de Saúde e os Rumos da
Política de Saúde Brasileira: mecanismos de controle social frente às
condicionalidades dos organismos financeiros internacionais. Tese (Doutorado).
Universidade Federal de Pernambuco. CCSA. Serviço Social. Recife, 2005.
GAZE, Rosangela; LEÃO, Luís Henrique da Costa; VASCONCELLOS, Luiz Carlos
Fadel. Os movimentos de luta dos trabalhadores pela saúde. In: VASCONCELLOS,
Luiz Carlos Fadel;
OLIVEIRA, Maria Helena Barros de Oliveira (org.). Saúde, trabalho, direito: uma
trajetória crítica e a crítica de uma trajetória. Rio de Janeiro: Educam, 2011.
52
Módulo
Semestre
Controle Social na Saúde
1º
Carga Horária
36 horas
EMENTA: Busca entender os fundamentos teórico-metodológicos do controle social, as
formas de sua efetivação no âmbito do SUS, sua base legal, suas possibilidades e seus
limites.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL. 8ª Conferência Nacional de Saúde. Relatório Final. Ministério da Saúde,
Ministério da Previdência e Assistência Social, 1986.
Bravo, Maria Inês Souza et al. A mercantilização da saúde em debate: as
Organizações Sociais no Rio de Janeiro – 1 ed. Rio de Janeiro: UERJ, Rede Sirius,
2015. 120 p.
CAMPO, Gastão Wagner de Souza; MINAYO, Maria Cecília de Souza; AKERMAN,
Marco, et. al. Tratado de Saúde Coletiva. 1ª reimpres. Editora Hucitec: São Paulo,
2009.
CORREIA, Maria Valéria Costa. O Conselho Nacional de Saúde e os Rumos da
Política de Saúde Brasileira: mecanismos de controle social frente às
condicionalidades dos organismos financeiros internacionais. Tese (Doutorado).
Universidade Federal de Pernambuco. CCSA. Serviço Social. Recife, 2005
GAZE, Rosangela; LEÃO, Luís Henrique da Costa; VASCONCELLOS, Luiz Carlos
Fadel. Os movimentos de luta dos trabalhadores pela saúde. In: VASCONCELLOS,
Luiz Carlos Fadel; OLIVEIRA, Maria Helena Barros de Oliveira (org.). Saúde, trabalho,
direito: uma trajetória crítica e a crítica de uma trajetória. Rio de Janeiro: Educam,
2011.
Módulo
Semestre
Bases conceituais da promoção da saúde e prevenção de
agravos
1º
Carga Horária
18 horas
EMENTA: Aborda as bases conceituais da promoção da saúde e prevenção de
agravos. Problematiza o processo histórico de construção das práticas de promoção da
saúde, seus princípios e formas de operacionalização, em especial no âmbito das
políticas sociais de saúde e considerando a perspectiva da determinação social da
saúde.
53
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL. Portaria GM/MS n. 2.446/2017. Redefine a Política Nacional de Promoção da
Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.
CAMPOS, Gastão Wagner de Souza; MINAYO, Maria Cecília de Souza; AKERMAN,
Marco, et. al. Tratado de Saúde Coletiva. 1ª reimpres. Editora Hucitec: São Paulo,
2009.
Lefevre, Fernando; Lefevre, Ana Maria Cavalcanti. Promoção de saúde: a negação da
negação. Rio de Janeiro: Vieira & Lent, 2004. 166 pp.
SICOLI, Juliana Lordello; NASCIMENTO, Paulo Roberto do. Promoção de saúde:
concepções, princípios e operacionalização. Interface (Botucatu), Botucatu , v. 7, n.
12, p. 101-122, Feb. 2003.
Módulo
Semestre
Bases Filosóficas e Tendências Pedagógicas em Saúde
1º
Carga Horária
18 horas
EMENTA: Estudo das bases filosóficas e as tendências pedagógicas em saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARANHA, Maria Lucia de Arruda. Filosofia da educação. 3. ed. São Paulo: Moderna,
2006.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 9.
ed. São Paulo: Paz e terra, 1998.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. Cortez, 1994.
LUCKESI, Cipriano. Filosofia da educação. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
COMPLEMENTAR:
SOUZA, João Francisco de. Atualidade de Paulo Freire: contribuição ao debate sobre a
educação na diversidade cultural. São Paulo: Cortez, 2002.
TONET, Ivo. Educação, cidadania e emancipação humana. Ijui, RS: UNIJUÍ, 2005.
Módulo
Semestre
Educação em Saúde
1º
Carga Horária
36 horas
54
EMENTA: Estuda o processo ensino-aprendizagem e seus elementos constitutivos,
buscando instrumentalizar os educandos para o desempenho da função educativa em
saúde, considerando-a primordial para o exercício profissional em qualquer área de
atuação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANTUNES, Celso. Manual de técnicas de dinâmica de grupo de sensibilização de
ludopedagogia. Petrópolis, RJ: Vozes, 1994.
FREIRE, Paulo. Extensão ou comunicação?. 15. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
2011.
7.9.1.2 - 1º Semestre: Eixo - Aspectos Biológicos da Saúde I
Módulo
Semestre
Bases Biomoleculares do Ser Humano
1º
Carga Horária
90 horas
EMENTA: Aborda as bases estrutural e molecular da célula animal, possibilitando a
compreensão dos princípios básicos de genética e metabolismo celular, integrando
biologia celular, genética e bioquímica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PRATT, Charlotte W; CORNELY, Kathleen. Bioquímica essencial. Rio de Janeiro, RJ:
Guanabara Koogan, 2006.
BERG, Jeremy Mark; TYMOCZKO, John L; STRYER, Lubert. Bioquímica. 6. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
CHAMPE, Pamela C; FERRIER, Denise R.; HARVEY, Richard A. Bioquímica
ilustrada. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
CAMPBELL, Mary K.; FARRELL, Shaw O. Bioquímica. 5. ed. São Paulo: Thomson,
2007.
LEHNINGER, Albert L. (Albert Lester); NELSON, David L.; COX, Michael M. Princípios
de bioquímica. 4. ed. São Paulo: Sarvier, 2006.
MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo Baptista. Bioquímica básica. 3. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
55
ALBERTS, B. Biologia Molecular da Célula. Porto Alegre. Artmed, 5. ed. 2009. 1396
p.
ALBERTS, B. Fundamentos da Biologia Celular. Porto Alegre. Artmed 3. ed. 2011.
864 p.
GRIFFITHS, A. J. F. Introdução à Genética. São Paulo. Guanabara Koogan, 2013.
736 p.
PIERCE, B. A. Genética. Um Enfoque Conceitual. São Paulo. Guanabara
Koogan,2011.3.ed. 804 p.
SNUSTAD, P. Fundamentos de Genética. São Paulo. Guanabara Koogan, 2013. 760
p.
ALBERTS, B. Biologia Molecular da Célula. Porto Alegre. Artmed, 5. ed. 2009. 1396
p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DEVLIN, Thomas M. Manual de bioquímica: com correlações clínicas. São Paulo:
Edgard Blücher, 2007.
ISHII-IWAMOTO, Emy Luiza.; BRACHT, Adelar. (org.). Métodos de laboratório em
bioquímica. Barueri, SP: Manole, 2003.
MOTTA, Valter Teixeira da. Bioquímica clínica para o laboratório: princípios e
interpretações. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: Medbook, 2009.
ALBERTS, Bruce. Fundamentos da biologia celular. 2. ed. Porto Alegre: Artmed,
2006.
KARP, Gerald. Biologia celular e molecular: conceitos e experimentos. 3. ed. São
Paulo: Manole, 2005.
MOTTA, Paulo Armando. Genética humana: aplicada a psicologia e toda a área
biomédica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
VIANA, José Marcelo Soriano; CRUZ, Cosme Damião; BARROS, Everaldo Gonçalves
de. Genética. 2. ed. Viçosa, MG: UFV, 2003.
VOGEL, Friedrich. Genética humana: problemas e abordagens. 3. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
HARTL, Daniel L.; CLARK, Andrew G. Princípios de genética de populações. 4 ed.
Porto Alegre, RS: Artmed, 2010.
56
Módulo
Semestre
Morfofisiologia Humana I
1º
Carga Horária
54 horas
EMENTA: Aborda os aspectos morfofuncionais dos tecidos fundamentais e do aparelho
locomotor, integrando anatomia, histologia e fisiologia do ser humano baseando-se em
associações clínicas e abordagens práticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GARTNER, Leslie P.,; NARCISO, Marcelo Sampaio (Trad.). Tratado de histologia . 4.
ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017. xv, 646 p.
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa,; CARNEIRO, José. Histologia básica : textos e
atlas. 12. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c2013. 538 p.
DÂNGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia humana básica. São
Paulo: Atheneu, 2006. ISBN 8573790709.
MOORE, Keith L; DALLEY, Arthur F.; AGUR, Anne M. R. Anatomia orientada para a
clínica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. ISBN 9788535237351.
SOBOTTA, Johannes; PABST, Reinhard (Ed.); PUTZ, Renate (Ed.) (Col.). Atlas de
anatomia humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
GUYTON, Arthur C.;HALL J.E. Tratado de Fisiologia Médica. 12. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2011.
AIRES, M. M. Fisiologia. Guanabara Koogan, 4 edição, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
JUNQUEIRA, Luiz C., CARNEIRO, José. Histologia Básica - Texto & Atlas, 13ª
edição. Guanabara Koogan, 2017.
ROSS, M.H. & PAWLINA W. Histologia: Texto e Atlas. Em correlação com biologia
celular e molecular 7.Ed. Guanabara Koogan,2016.
KIERSZENBAUM, B. L. Histologia e biologia celular: uma introdução a patologia.
4ºEd. Elsevier, 2016.
BURKITT, H. George; YOUNG, Barbara; HEATH, John W. Wheater : histologia
57
funcional : texto e atlas em cores. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: ELSEVIER, c2007.
DÂNGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia básica dos sistemas
orgânicos: com a descrição dos ossos, junturas, músculos, vasos e nervos. São
Paulo: Atheneu, 1983.
NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2011.
ROHEN, Johannes Wilhelm; YOKOCHI, Chihiro; LÜTJEN-DRECOLL, Elke. Anatomia
humana: atlas fotográfico de anatomia sistêmica e regional. 6. ed. Barueri, SP:
Manole, 2007.
BERNE, R.M; LEVI B. M. Fisiologia. Koeppen, B.A. Stanton Elsevier Editora Ltda,
2004.
SIlVERTON, D. Fisiologia Humana. Uma abordagem Integrada. 7 ed. Artmed, 2017.
7.9.1.1.3 - 1º Semestre: Eixo - Enfermagem e Sociedade I
Módulo
Semestre
Fundamentos históricos e políticos da enfermagem
1º
Carga Horária
18 horas
EMENTA: Estuda a constituição histórica da Enfermagem e analisa sua prática dentro
de uma visão prospectiva. Relaciona o processo de trabalho da saúde e da
enfermagem com o modo de produção no contexto social brasileiro e alagoano.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
OGUISSO, Taka. Trajetória histórica e legal da enfermagem. 2. ed. São Paulo:
Manole, 2007.
LIMA, Maria José de. O que é enfermagem. 3. ed. Brasiliense, 2005.
NIGHTINGALE, Florence. Notas sobre enfermagem: o que é e o que não é. Loures:
Lusociência, 2005.
GEOVANINI, Telma et al. (...). História da enfermagem: versões e interpretações. 3.
ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2010.
GERMANO, Raimunda Medeiros. Educação e ideologia da enfermagem no Brasil
(1955-1980). 5. ed. São Paulo: Yendis, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
58
WALDOW, Vera Regina. Cuidar: expressão humanizadora da enfermagem.
Petrópolis: Vozes, 2006.
SANTOS, Regina Maria dos; LEITE, Joséte Luzia. A inserção da enfermagem
moderna em Alagoas: os bastidores de uma conquista. Maceió: 2004.
SILVA, Sóstenes Ericson Vicente da; CAVALCANTI, Fillipe Manoel Santos. O processo
de formação do enfermeiro brasileiro face às imposições do modelo neoliberal.
Maceíó: Edufal, 2013.
SILVA, Sóstenes Ericson Vicente da; SILVA, Maxsuel Santos. O processo de (des)
identidade da Enfermagem. Maceió: Edufal, 2014.
SILVA, Sóstenes Ericson Vicente da (org.). Contribuições à crítica da enfermagem
moderna. Maceió: Edufal, 2015.
Módulo
Semestre
Trabalho e trabalho abstrato, trabalho em saúde e trabalho em
Enfermagem
1º
Carga Horária
36 horas
EMENTA: Fundamentos ontológicos do trabalho, com ênfase para a análise do trabalho
em face do capitalismo (trabalho abstrato). Busca entender as particularidades do
trabalho em saúde ao longo da história e sua articulação com o processo histórico das
práticas de enfermagem. Aprofunda a reflexão sobre a consolidação da Enfermagem
enquanto campo e suas dimensões enquanto partícipe do trabalho abstrato no
capitalismo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALMEIDA, Mª Cecília Puntel de; ROCHA, Juan Stuardo Yazlle. O saber da
Enfermagem e sua dimensão prática. São Paulo: Cortez, 1986.
CAVALCANTI, Fillipe Manoel. A formação em enfermagem e as imposições do
capital em crise. Maceió: Edufal, 2017.
LESSA, Sergio. Trabalho e proletariado no capitalismo contemporâneo. São Paulo:
Cortez Editora, 2007.
LIMA, Aline Soares de. O trabalho da enfermeira na Atenção Básica: uma revisão
sistemática. [Dissertação de Mestrado]. Salvador: UFBA, 2011.
MARX, Karl.. O Capital: crítica da economia política. Livro primeiro, Tomo I. 3ª ed. São
Paulo: Nova Cultural, 1988.
59
MERHY, Emerson Elias; FRANCO, Túlio Batista. Por uma composição técnica do
trabalho em saúde centrada no campo relacional e nas tecnologias leves: apontando
mudanças para os modelos tecno-assistenciais. Saúde em Debate, Rio de Janeiro, v.
27, n. 65, p. 316-23, 2003
MELO, Cristina Maria Meira. Divisão Social do Trabalho e Enfermagem. Cortez, São
Paulo, 1982.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALVES, Delvair Brito. Mercado e Condições de Trabalho da Enfermagem. Salvador:
G. Central, 1987.
EPSTEIN, C. Interação Efetiva na Enfermagem. São Paulo: EPU/USP, 1997.
NAKAMAE, D.D. Novos Caminhos da Enfermagem. Cortez, São Paulo, 1987.
PASSOS, E.S. De Anjos a Mulheres: Ideologias e Valores na Formação de
enfermeiras.
Salvador: EDUFBA/EGBA,1996.
PIRES, Denise. Hegemonia Médica na Saúde e a Enfermagem. São Paulo:
Cortez,1989.
SILVA, G. B. Enfermagem Profissional: análise crítica. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1989.
SILVA, Sóstenes Ericson Vicente da; CAVALCANTI, Fillipe Manoel Santos. O processo
de formação do enfermeiro brasileiro face às imposições do modelo neoliberal.
Maceíó: Edufal, 2013.
SILVA, Sóstenes Ericson Vicente da; SILVA, Maxsuel Santos. O processo de (des)
identidade da Enfermagem. Maceió: Edufal, 2014.
SILVA, Sóstenes Ericson Vicente da (org.). Contribuições à crítica da enfermagem
moderna. Maceió: Edufal, 2015.
SOUZA, D. O.; MENDONÇA, H. P. F. Trabalho, ser social e cuidado em saúde:
abordagem a partir de Marx e Lukács. Interface (Botucatu). 2017; 21(62):543-52.
TEIXEIRA, E.M.R. et al. Apreciação Crítica da Profissão de Enfermagem: seu dilema
e sua crise existencial. Recife: Rodovalleo, 1998.
7. 9.1.1.4 - 2º Semestre: Eixo - Determinação Social da Saúde II
60
Módulo
Metodologia Científica: Produção do Conhecimento
Semestre
2º
Carga Horária
18 horas
EMENTA: Discussão sobre ciência e seus instrumentos e métodos científicos,
expressões, conhecimentos tradicionais, populares e locais, para o reconhecimento de
um diálogo de saberes. Enfocando o planejamento, a apresentação de projetos e a
execução dos mesmos, bem como a elaboração de relatórios, defesas e divulgação dos
trabalhos de pesquisa embasados na ética profissional e da pesquisa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BASTOS, Cleverson Leite; KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: introdução à
metodologia científica. 18. ed. Petrópolis: Vozes, 2005.
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia
científica. 6. ed. São Paulo: Person Prentice Hall, 2007.
LAKATOS, Eva Maria; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica: ciência e
conhecimento científico, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis,
metodologia jurídica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e
iniciação à pesquisa. 27. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia
científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho
científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório,
publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2009
PEREIRA, José Matias. Manual de metodologia da pesquisa científica. 3. ed. São
Paulo, SP: Atlas, 2012.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo:
Cortez, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDRADE, Maria Lúcia C. V. O. Resenha. São Paulo: Paulistana, 2009.
BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de
pesquisa: propostas metodológicas. 18. ed. Petrópolis: Vozes, 2009.
61
BASTOS, Lília da Rocha. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de
pesquisa, teses, dissertações e monografias. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
e Científicos Editora S. A., 2004
CASTRO, Cláudio de Moura. A prática da pesquisa. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill do
Brasil, c2006.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas,
2010.
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane Gouvea; ABREU-TARDELLI, Lília Santos.
Resenha. São Paulo: Parábola, 2004.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa:
planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa,
elaboração, análise e interpretação de dados. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
MARQUES, Mario Osorio. Escrever é preciso: o princípio da pesquisa. 5. ed. Ijuí,
RS: UNIJUÍ, 2006.
MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em
saúde. 4. ed. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: ABRASCO, 1996
Módulo
Semestre
Agravos de saúde ligados à questão ambiental
2º
Carga Horária
18 horas
EMENTA: Aborda o estudo dos agravos de saúde ligadas à questão ambiental
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PEREIRA, M. G. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1995.
ROUQUAYROL, M. Z.; GURGEL, M. Epidemiologia & saúde. 8 ed. Rio de Janeiro:
Medbook, 2017.
VIEIRA, Sonia. Introdução a bioestatística. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de vigilância em
saúde: 2017.
MEDRONHO, R. A. e col. Epidemiologia. São Paulo: Editora Atheneu, 2008. 790 p.
Organização Mundial de Saúde. Módulos de Princípios de Epidemiologia para o
62
Controle de Enfermidades (MOPECE): saúde e doença da população. Brasil: 2010.
Módulo
Distribuição e análise dos agravos à saúde
Semestre
2º
Carga Horária
36 horas
EMENTA: aborda e analisa a distribuição de agravos à saúde
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PEREIRA, M. G. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1995.
ROUQUAYROL, M. Z.; GURGEL, M. Epidemiologia & saúde. 8 ed. Rio de Janeiro:
Medbook, 2017.
VIEIRA, Sonia. Introdução a bioestatística. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de vigilância em
saúde: 2017.
MEDRONHO, R. A. e col. Epidemiologia. São Paulo: Editora Atheneu, 2008. 790 p.
Organização Mundial de Saúde. Módulos de Princípios de Epidemiologia para o
Controle de Enfermidades (MOPECE): saúde e doença da população. Brasil: 2010.
Módulo
Semestre
Conceitos básicos em Epidemiologia
3º
Carga Horária
36 horas
EMENTA: aborda os conceitos básicos da epidemiologia descritiva, a história natural da
doença e a dinâmica das doenças infecciosas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PEREIRA, M. G. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1995.
ROUQUAYROL, M. Z.; GURGEL, M. Epidemiologia & saúde. 8 ed. Rio de Janeiro:
Medbook, 2017.
VIEIRA, Sonia. Introdução a bioestatística. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
63
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de vigilância em
saúde: 2017.
MEDRONHO, R. A. e col. Epidemiologia. São Paulo: Editora Atheneu, 2008. 790 p.
Organização Mundial de Saúde. Módulos de Princípios de Epidemiologia para o
Controle de Enfermidades (MOPECE): saúde e doença da população. Brasil: 2010.
Módulo
Semestre
Promoção da saúde e prevenção de agravos em ações afirmativas
2º
Carga Horária
90 horas
EMENTA: Discute o cuidado à saúde da população afro brasileira e indígena,
abordando as questões étnico-raciais, as políticas e práticas de saúde, raça, racismo
institucionais, dados epidemiológicos (morbi-mortalidade, doenças e agravos
prevalentes), aspectos culturais e históricos da atenção à saúde destas populações,
propondo estudos e intervenções na temática.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LOPES, Nei. História e cultura africana e afro-brasileira. São Paulo: Barsa Planeta,
2008.
FIGUEIREDO, Claudio. BARSA PLANETA INTERNACIONAL. História e cultura dos
povos indígenas no Brasil. São Paulo: Barsa Planeta, 2009
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALTINI, Emília et al. (orgs.). A Política de Atenção à Saúde Indígena no Brasil: breve
recuperação sobre a política de assistência nas comunidades indígenas. Brasília: CIMI
– Conselho Indigenista Missionário, 2013.
COIMBRA JR., CEA; SANTOS, RV. Saúde, minorias e desigualdade: algumas teias de
inter-relações, com ênfase nos povos indígenas no Brasil. Ciência & Saúde Coletiva,5
(1):125-132,2000.
COIMBRA JR., Carlos EA (org.). Epidemiologia e saúde dos povos indígenas no Brasil.
Rio de Janeiro: Ed. FIOCRUZ/ABRASCO, 2005.
LAGUARDIA, Josué. O Uso da Variável "Raça" na Pesquisa em Saúde. PHYSIS: Rev.
Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 14(2):197-234, 2004.
ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO. Convenção n° 169 sobre povos
indígenas e tribais e Resolução referente à ação da OIT / Organização Internacional do
Trabalho. - Brasilia: OIT, 2011
OLIVEIRA, JR. A Atenção Básica e a Saúde da População Negra. In: Riscado JLS,
Oliveira MAB (organizadores). Quilombolas, guerreiros alagoanos: AIDS, prevenção e
vulnerabilidades. Maceió: EDUFAL, 2011.
OLIVEIRA, MAB; BRITO, AMBB. A trajetória do racismo e a violência sofrida pela
64
mulher negra: uma questão de saúde pública. In: Riscado JLS, Oliveira MAB
(organizadores). Quilombolas, guerreiros alagoanos: AIDS, prevenção e
vulnerabilidades. Maceió: EDUFAL, 2011.
PASSOS, F; VILELA, RQB; ALMEIDA LS. (orgs.). Xucuru-Kariri: saúde na Fazenda
Canto. Maceió: EDUFAL, 2005. (Coleção Índios do Nordeste: temas e problemas).
SANTOS, RV; CARDOSO, AM; GARNELO, L; COIMBRA JR, CEA; CHAVES, MBG.
Saúde dos Povos Indígenas e Políticas Públicas no Brasil. In: GIOVANELLA, L. et al
(Orgs.). Políticas e Sistemas de Saúde no Brasil. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2008.
p.1035-1056.
VILELA, RQB; ALMEIDA, LS. O negro em Alagoas: história e doença falciforme. In:
Riscado JLS, Oliveira MAB (organizadores). Quilombolas, guerreiros alagoanos: AIDS,
prevenção e vulnerabilidades. Maceió: EDUFAL, 2011.
BATISTA, LE; WERNECK, J; LOPES, F. (orgs.). Saúde da população negra. 2. ed. Brasília, DF: ABPN – Associação Brasileira de Pesquisadores Negros, 2012. - (Coleção
negras e negros: pesquisas e debates / Coordenação Tânia Mara Pedroso Müller).
BATISTA, Luís Eduardo; WERNECK, Jurema; LOPES, Fernanda (orgs.). Saúde da
população negra 2. ed. -- Brasília : ABPN - Associação Brasileira de Pesquisadores
Negros, 2012.
MIRANDA, Ary Carvalho de. Saúde e ambiente sustentável: estreitando nós . Rio de
Janeiro: Fiocruz, 2002. ABRASCO, 343 p ISBN 857541013X (broch.).
OLIVEIRA FILHO, João Pacheco de (Org). A viagem da volta: etinicidade, política e
reelaboração no Nordeste Indígena. 2. ed. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2004.
LOPES, Maria Auxiliadora; BRAGA, Maria Lúcia de Santana (orgs.). Acesso e
permanência da população negra no ensino superior. Brasília, DF: UNESCO, 2007
Módulo
Ensino em Saúde
Semestre
2º
Carga Horária
18 horas
EMENTA: Estuda o processo ensino-aprendizagem e seus elementos constitutivos,
buscando instrumentalizar os educandos para o desempenho da função educativa em
saúde, considerando-a primordial para o exercício profissional em qualquer área de
atuação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANTUNES, Celso. Manual de técnicas de dinâmica de grupo de sensibilização de
ludopedagogia. Petrópolis, RJ: Vozes, 1994.
FREIRE, Paulo. Extensão ou comunicação?. 15. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
2011.
65
7.9.1.1.5 - 2º Semestre: Eixo - Aspectos Biológicos da Saúde II
Módulo
Semestre
Morfofisiologia Humana II integrada a Bioquímica e Processos
Patológicos Gerais
2º
Carga Horária
216 horas
EMENTA: Aborda bases biomoleculares e morfofuncionais dos sistemas digestório,
geniturinário e respiratório, integrando bioquímica, anatomia, histologia e fisiologia
humana, baseando-se em associações clínicas e abordagens práticas. Abrange estudo
de processos patológicos gerais do ser humano relacionados a distúrbios celulares,
inflamação e reparo, integrando-os aos sistemas abordados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GARTNER, Leslie P.,; NARCISO, Marcelo Sampaio (Trad.). Tratado de histologia . 4.
ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017. xv, 646 p.
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa,; CARNEIRO, José. Histologia básica : textos e
atlas. 12. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c2013. 538 p.
DÂNGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia humana básica. São
Paulo: Atheneu, 2006. ISBN 8573790709.
MOORE, Keith L; DALLEY, Arthur F.; AGUR, Anne M. R. Anatomia orientada para a
clínica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. ISBN 9788535237351.
SOBOTTA, Johannes; PABST, Reinhard (Ed.); PUTZ, Renate (Ed.) (Col.). Atlas de
anatomia humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
GUYTON, Arthur C.;HALL J.E. Tratado de Fisiologia Médica. 12. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2011.
AIRES, M. M. Fisiologia.Guanabara Koogan, 4 edição, 2012.
PRATT, Charlotte W; CORNELY, Kathleen. Bioquímica essencial. Rio de Janeiro, RJ:
Guanabara Koogan, 2006.
BERG, Jeremy Mark; TYMOCZKO, John L; STRYER, Lubert. Bioquímica. 6. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
CHAMPE, Pamela C; FERRIER, Denise R.; HARVEY, Richard A. Bioquímica
ilustrada. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
CAMPBELL, Mary K.; FARRELL, Shaw O. Bioquímica. 5. ed. São Paulo: Thomson,
2007
66
LEHNINGER, Albert L. (Albert Lester); NELSON, David L.; COX, Michael M. Princípios
de bioquímica. 4. ed. São Paulo: Sarvier, 2006.
MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo Baptista. Bioquímica básica. 3. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
BOGLIOLO, Luigi; BRASILEIRO FILHO, Geraldo. Bogliolo patologia geral. 4. ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, c2009. 364 p.
ROBBINS, Stanley L. (Stanley Leonard),; KUMAR, Vinay; ABBAS, Abul K.; FAUSTO ,
Nelson. Robbins : patologia básica. 8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 1028 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
JUNQUEIRA, Luiz C., CARNEIRO, José. Histologia Básica - Texto & Atlas, 13ª
edição. Guanabara Koogan, 2017.
ROSS, M.H. & PAWLINA W. Histologia: Texto e Atlas. Em correlação com biologia
celular e molecular 7.Ed. Guanabara Koogan,2016.
KIERSZENBAUM, B. L. Histologia e biologia celular: uma introdução a patologia.
4ºEd. Elsevier, 2016.
BURKITT, H. George; YOUNG, Barbara; HEATH, John W. Wheater : histologia
funcional : texto e atlas em cores. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: ELSEVIER, c2007.
DÂNGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia básica dos sistemas
orgânicos: com a descrição dos ossos, junturas, músculos, vasos e nervos. São
Paulo: Atheneu, 1983.
NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2011.
ROHEN, Johannes Wilhelm; YOKOCHI, Chihiro; LÜTJEN-DRECOLL, Elke. Anatomia
humana: atlas fotográfico de anatomia sistêmica e regional. 6. ed. Barueri, SP:
Manole, 2007.
BERNE, R.M; LEVI B. M. Fisiologia. Koeppen, B.A. Stanton Elsevier Editora Ltda,
2004.
SIlVERTON, D. Fisiologia Humana. Uma abordagem Integrada. 7 ed. Artmed, 2017.
DEVLIN, Thomas M. Manual de bioquímica: com correlações clínicas. São Paulo:
Edgard Blücher, 2007.
ISHII-IWAMOTO, Emy Luiza.; BRACHT, Adelar. (org.). Métodos de laboratório em
bioquímica. Barueri, SP: Manole, 2003.
67
MOTTA, Valter Teixeira da. Bioquímica clínica para o laboratório: princípios e
interpretações. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: Medbook, 2009.
BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo. Patologia Geral. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2018.
BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo - Patologia, 9.a ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2016
KUMAR, V.; ABBAS, A.V.; ASTER, J.C. Robbins Patologia Básica. 9. ed. Elsevier,
2013.
ROBBINS, Stanley L. (Stanley Leonard),; COTRAN, Ramzi S.; KUMAR, Vinay; ABBAS,
Abul K.; ASTER, Jon C. Robbins e Cotran : patologia - bases patológicas das
doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
7.9.1.1.5 - 2º Semestre: Eixo - Enfermagem e Sociedade II
Módulo
Aspectos éticos e Legais do Trabalho em Enfermagem
Semestre
2º
Carga Horária
54 horas
EMENTA: Estuda o processo político e organizacional da Enfermagem no Brasil e seus
princípios éticos e legais do exercício profissional de Enfermagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MALAGUTTI, William (Org.). Bioética e enfermagem: controvérsias, desafios e
conquistas. Rio de Janeiro: RUBIO, 2007.
FONTINELE JÚNIOR, Klinger. Ética e bioética em enfermagem. 3. ed. rev. e atual.
Goiânia: 2007.
SANTOS, Elaine Franco. Legislação em enfermagem: atos normativos do exercício
e do ensino de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2006.
OGUISSO, Taka; SCHMIDT, Maria José. O exercício da enfermagem: uma
abordagem ético-legal. 2. ed. atual. e ampl. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GELAIN, Ivo. Deontologia e enfermagem. 3. ed. rev. e atual. São Paulo: EPU, 1998.
68
GELAIN, Ivo. A ética, a bioética e os profissionais de enfermagem. 4. ed. São
Paulo: EPU, 2010.
SANT'ANNA, Suze Rosa; ENNES, Lilian Dias. Ética na enfermagem. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2006.
7.9.2 Movimento Curricular 2 - Trabalho de Enfermagem no Cenário da Atenção
Básica à Saúde.
7.9.1.1.6 - 3º Semestre: Eixo -Aspectos Biológicos da Saúde e Elementos da
Prática de Enfermagem I
Módulo
Semestre
Morfofisiologia Humana III integrada a Farmacologia, Processos
Patológicos Gerais
3º
Carga Horária
252 horas
EMENTA: Aborda bases biomoleculares e morfofuncionais dos sistemas circulatório,
nervoso e endócrino, integrando-os entre si e com associações clínicas e abordagens
práticas. Abrange estudo de processos patológicos gerais do ser humano relacionados
a alterações circulatórias. Aborda as bases farmacológicas gerais e a farmacologia
integrada aos sistemas nervoso e circulatório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GARTNER, Leslie P.,; NARCISO, Marcelo Sampaio (Trad.). Tratado de histologia . 4.
ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017. xv, 646 p.
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa,; CARNEIRO, José. Histologia básica : textos e
atlas. 12. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c2013. 538 p.
DÂNGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia humana básica. São
Paulo: Atheneu, 2006. ISBN 8573790709.
MOORE, Keith L; DALLEY, Arthur F.; AGUR, Anne M. R. Anatomia orientada para a
clínica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. ISBN 9788535237351.
SOBOTTA, Johannes; PABST, Reinhard (Ed.); PUTZ, Renate (Ed.) (Col.). Atlas de
anatomia humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
GUYTON, Arthur C.;HALL J.E. Tratado de Fisiologia Médica. 12. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier,2011.
AIRES, M. M. Fisiologia. Guanabara Koogan, 4 edição, 2012.
BOGLIOLO, Luigi; BRASILEIRO FILHO, Geraldo. Bogliolo patologia geral. 4. ed. Rio
69
de Janeiro: Guanabara Koogan, c2009. 364 p.
ROBBINS, Stanley L. (Stanley Leonard),; KUMAR, Vinay; ABBAS, Abul K.; FAUSTO ,
Nelson. Robbins : patologia básica. 8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 1028 p.
KATZUNG, Bertram G. (editor). Farmacologia: básica & clínica.. 5. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1994.
PAGE, C. P. Farmacologia integrada. 2. ed. São Paulo, SP: Manole, 2004.
GOODMAN, Louis Sanford; BRUNTON, Laurence L.; LAZO, John S.; PARKER, Keith
L.; GILMAN, Alfred. As bases farmacológicas da terapêutica. 11. ed. Rio de Janeiro:
McGraw-Hill, 2006.
RANG & Dale. Farmacologia. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
SILVA, Penildon. Farmacologia. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
CLAYTON, Bruce D.; STOCK, Yvonne N. Farmacologia na prática de enfermagem.
13. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
JUNQUEIRA, Luiz C., CARNEIRO, José. Histologia Básica - Texto & Atlas, 13ª
edição. Guanabara Koogan, 2017.
ROSS, M.H. & PAWLINA W. Histologia: Texto e Atlas. Em correlação com biologia
celular e molecular 7.Ed. Guanabara Koogan,2016.
KIERSZENBAUM, B. L. Histologia e biologia celular: uma introdução a
patologia.4ºEd.Elsevier, 2016.
BURKITT, H. George; YOUNG, Barbara; HEATH, John W. Wheater : histologia
funcional : texto e atlas em cores. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: ELSEVIER, c2007.
DÂNGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia básica dos sistemas
orgânicos: com a descrição dos ossos, junturas, músculos, vasos e nervos. São
Paulo: Atheneu, 1983.
NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2011.
ROHEN, Johannes Wilhelm; YOKOCHI, Chihiro; LÜTJEN-DRECOLL, Elke. Anatomia
humana: atlas fotográfico de anatomia sistêmica e regional. 6. ed. Barueri, SP:
Manole, 2007.
BERNE, R.M; LEVI B. M. Fisiologia. Koeppen, B.A. Stanton Elsevier Editora Ltda,
70
2004.
SIlVERTON, D. Fisiologia Humana. Uma abordagem Integrada. 7 ed. Artmed, 2017.
BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo. Patologia Geral. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2018.
BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo - Patologia, 9.a ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2016.
KUMAR, V.; ABBAS, A.V.; ASTER, J.C. Robbins Patologia Básica. 9. ed. Elsevier,
2013.
ROBBINS, Stanley L. (Stanley Leonard),; COTRAN, Ramzi S.; KUMAR, Vinay; ABBAS,
Abul K.; ASTER, Jon C. Robbins e Cotran : patologia - bases patológicas das
doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
GOLDENZWAIG, Nelma Rodrigues Soares Choiet. Administração de medicamentos
na enfermagem. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
Módulo
Processo de Enfermagem e Procedimentos do Cuidado I
Semestre
3º
Carga Horária
54 horas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRUNNER, Lilian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith; SMELTZER, Suzanne C; BARE,
Brenda G; HINKLE, Janice L.; CHEEVER, Kerry H. Tratado de enfermagem médicocirúrgica. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.
PORTO, Celmo Celeno. Exame Clínico: Bases para a prática médica. 6. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
PORTO, Celmo Celeno. Semiologia Médica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2005.
CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Manual de diagnósticos de enfermagem. 11. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2008.
CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Diagnósticos de enfermagem: aplicação à
prática clínica. 11. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
71
CRAVEN, Ruth F; HINRLE, Constance J. Fundamentos de enfermagem: saúde e
função humanas. 4. ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2006.
SILVA, Lolita Dopico; PEREIRA, Sandra Regina Maciqueira; MESQUITA, Ayla Maria
Farias. Procedimentos de Enfermagem: Semiologia para o cuidado. Rio de Janeiro:
MEDSI, 2004.
CARMAGNANI, Maria Isabel Sampaio et al. Procedimentos de Enfermagem: Guia
Prático. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009
DOCHTERMAN, Joanne McCloskey; BULECHEK, Gloria M. Classificação das
intervenções de enfermagem (NIC). 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
POTTER, Patricia A; PERRY, Anne G. Fundamentos de enfermagem. 6. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, c2006.
CONSELHO INTERNACIONAL DE ENFERMEIROS. CIPE, versão 3: Classificação
Internacional para a Prática de Enfermagem, versão 3.0. São Paulo, SP: Algol, 2015.
JARVIS, Carolyn. Exame físico e avaliação de saúde. 3. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002.
MALAGUTTI, Willian (org.). Curativo, estomias e dermatologia: uma abordagem
multiprofissional. São Paulo: Martinari, 2010.
TANNURE, Meire Chucre; PINHEIRO, Ana Maria. SAE: Sistematização da
Assistência de Enfermagem - Guia Prático, 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2010.
COMPLEMENTAR
BICKLEY, Lynn S; BICKLEY, Lynn S; SZILAGYI, Peter G. Bates propedêutica
médica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
MARTINEZ, José Baddini; DANTAS, Márcio; VOLTARELLI, Júlio César. Semiologia
geral e especializada. 1 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
BARROS, Alba Lucia Botura Leite de et al. Anamnese e exame físico: avaliação
diagnóstica de enfermagem no adulto. Porto Alegre: Artmed, 2002.
72
GARCIA, Telma Ribeiro; EGRY, Emiko Yoshikawa. Integralidade da Atenção no SUS
e Sistematização da Assistência de Enfermagem. Porto Alegre: Artmed, 2010.
CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Compreensão do Processo de Enfermagem:
mapeamento de conceitos e planejamento do cuidado para estudantes. Porto
Alegre: Artmed, 2007.
JENSEN, Sharon. Semiologia para Enfermagem: conceitos e prática clínica. 1 ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida; MACHADO, Wiliam César Alves. Tratado de
Cuidados de Enfermagem, São Paulo: ROCA, 2012, 2v.
WILKINSON, Judith J., LEUVEN VAN, Karen. Fundamentos de Enfermagem:
pensando e fazendo. São Paulo: ROCA, 2010, 2v.
BORK, Anna Margherita Toldi. Enfermagem Baseada em Evidências. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005.
7.9.1.1.7 - 3º Semestre: Eixo - Enfermagem em Saúde da Família I
Módulo
Semestre
Gestão do trabalho na Atenção Primária à Saúde
3º
Carga Horária
18 horas
EMENTA: Aborda as teorias de gestão e o modelo de gestão na Atenção Básica,
analisando-as sob a luz dos aspectos teórico-metodológicos da Atenção Primária.
Trabalhar instrumentos para a gestão: diagnóstico situacional, organograma, mapa
falante, normas e rotinas, procedimentos operacionais padrão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
KURCGANT, Paulina; TRONCHIN, Daisy Maria Rizatto (Coord.) Gerenciamento em
enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005
KURCGANT, Paulina, coord. Administração em enfermagem. EPU, 1991
MIRANDA, Sonia Maria Rezende Camargo de (Org). A Enfermagem na gestão em
atenção primária à saúde. Manole, 2002.
MARQUES, Bessier L; HUSTON, Carol J. Administração e liderança em
enfermagem: teoria e prática. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010
73
GESTÃO do serviço de enfermagem no mundo globalizado. Rio de Janeiro: Rubio,
2009.
MALAGON-LONDOÑO, Gustavo; MORERA, Ricardo Galán; LAVERDE, Gabriel
Pontón. Administração hospitalar. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan,
2010
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier: Campus,
2008.
CHIAVENATO. I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7ª ed. São Paulo:
Campos, 2004.
CUNHA, Kathia de Carvalho. Gerenciamento na Enfermagem: Novas Práticas e
Competências. São Paulo: Martinari, 2005.
MALAGUTTI, William; CAETANO, Karen. Gestão do Serviço de Enfermagem no
Mundo Globalizado. Rio de Janeiro: Rubio, 2009.
MERHY EE, FRANCO TB. Trabalho em Saúde. In: Pereira IB, Lima JCF (org.).
Dicionário da Educação Profissional em Saúde. - 2.ed. rev. ampl. - Rio de Janeiro:
EPSJV, 2008. p. 427-32
NETO Gonzalo Vecina & MALIK Ana Maria (orgs). Gestão em Saúde. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011.
Módulo
Semestre
Práticas Integrativas de Cuidado da Atenção Básica em Saúde
3º
Carga Horária
18 horas
EMENTA: Estuda a ampliação da possibilidade de cuidar das pessoas no uso das
terapias complementares em saúde, norteando o aluno na instrumentalização de outras
formas de assistência no processo saúde-doença.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ATKINSON, Leslie D; MURRAY, Mary Ellen. Fundamentos de enfermagem: introdução
ao processo de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara, 1989.
CRAVEN, Ruth F; HINRLE, Constance J. Fundamentos de enfermagem: saúde e
função humanas. 4. ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2006.
DUGAS, Beverly Witter; DYMOND, Barbara Marie Du Gas. Enfermagem prática. 4. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara, 1988.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
74
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de
Atenção Básica. Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS PNPIC-SUS / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de
Atenção Básica. - Brasília : Ministério da Saúde, 2006.
ANDRADE, Carla-Krystin; CLIFFORD, Paul. Massagem: técnicas e resultados. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2003
Portaria do Ministério da Saúde nº 971, de 03 de maio de 2006 Resolução COFEN nº
311 de 08/02/2007
VIEIRA FILHO, Henrique. NTSV - TH 001 - Código de Ética da Categoria dos
Terapeutas Holísticos. São Paulo: COAN - Conselho Nacional de Auto-Regulação e
Normatização Voluntária, 2004.
DE'CARLI, J. Reiki: apostilas Oficiais. 2ª ed. São Paulo: Madras, 2007.
LIMA, W. (org.) Pontos de mutação da saúde. Integrando corpo e mente. São Paulo:
Aleph, 2011.
SALDANHA, V. Didática Transpessoal: facilitando o ato de ensinar e de aprender.
Campinas: Mercado das letras, 2010.
CAIRO, C. Linguagem do corpo 1 - aprenda a ouvir o seu corpo para uma vida
saudável. São Paulo: Brany Editora, 2013.
BOTSARIS, A.S.; MEKLER, T. Medicina complementar: vantagens e questionamentos
sobe as terapias não convencionais. Rio de Janeiro: Record Nova Era, 2004.
PANIZZA, S. Plantas que curam: cheiro de mato. São Paulo: IBRASA, 1997. KALY, L.
Aromaterapia: a magia dos perfumes. São Paulo: Madras, 2004.
MATOS, F.J.A. Farmácias vivas: sistema de utilização de plantas medicinais projetados
para pequenas comunidades. Fortaleza: UFC, 2002.
TESKE, M.; TRENTINI, A.M.M. Compêndio de fitoterapia. Curitiba: Herbarium, 1995.
BRENNAN, B. A. Mãos de Luz: um guia para cura através do campo de energia
humana, 21 ed. São Paulo: Pensamento, 2006.
Módulo
Indivíduo, família e sociedade
Semestre
3º
Carga Horária
18 horas
EMENTA: Estuda o processo de individuação e a relação indivíduo-sociedade,
depreendendo as diversas mediações implicadas, com destaque para a família.
Promove reflexão sobre o processo histórico de constituição das famílias, com ênfase
para suas formas contemporâneas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Costa, Gilmaísa Macedo. Indivíduo e Sociedade: Sobre a teoria de personalidade em
Georg Lukács. São Paulo: Instituto Lukács, 2012.
ENGELS, Friedrich. A origem da família, da propriedade privada e do Estado. São
Paulo: Expressão Popular, 2010.
75
LESSA, Sérgio. Identidade e Individuação. Revista Katalysis, v.7, n.2, p. 147-157,
2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Lessa, Sérgio. ABAIXO A FAMÍLIA MONOGÂMICA! 1a ed. São Paulo: Instituto
Lukács, 2012.
SARTI, Cynthia Andersen. A família como ordem simbólica. Psicologia USP, v. 15, n.
3, p. 11-28, 2004.
WEBER, Max. A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. Companhia das
Letras, 2004.
Módulo
Semestre
Epidemiologia no Serviço de Saúde
3º
Carga Horária
72 horas
EMENTA: aborda aspectos da vigilância em saúde no SUS, com ênfase na interface
entre as vigilâncias, na perspectiva da identificação dos problemas de saúde no
território e do enfrentamento desses problemas a partir da intersetorialidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PEREIRA, M. G. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1995.
ROUQUAYROL, M. Z.; GURGEL, M. Epidemiologia & saúde. 8 ed. Rio de Janeiro:
Medbook, 2017.
VIEIRA, Sonia. Introdução a bioestatística. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de vigilância em
saúde: 2017.
MEDRONHO, R. A. e col. Epidemiologia. São Paulo: Editora Atheneu, 2008. 790 p.
Organização Mundial de Saúde. Módulos de Princípios de Epidemiologia para o
Controle de Enfermidades (MOPECE): saúde e doença da população. Brasil: 2010.
7.9.1.1.8 - 3º Semestre: Eixo – Pesquisa em Enfermagem I
76
Módulo
Semestre
Metodologia da Pesquisa
3º
Carga Horária
36 horas
EMENTA: Aborda os principais referenciais das abordagens qualitativa e quantitativa.
Na abordagem quantitativa,
com enfoque nos estudos epidemiológicos e na
abordagem qualitativa, nos referenciais teóricos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BASTOS, Cleverson Leite; KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: introdução à
metodologia científica. 18. ed. Petrópolis: Vozes, 2005.
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia
científica. 6. ed. São Paulo: Person Prentice Hall, 2007.
LAKATOS, Eva Maria; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica: ciência e
conhecimento
científico, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis, metodologia jurídica.
5. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
GORDIS, L. Epidemiologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2010.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e
iniciação à pesquisa. 27. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia
científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho
científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório,
publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
MEDRONHO, R. A. e col. Epidemiologia. São Paulo: Editora Atheneu, 2008. 790 p.
PEREIRA, José Matias. Manual de metodologia da pesquisa científica. 3. ed. São
Paulo, SP: Atlas, 2012.
ROUQUAYROL, M. Z.; GURGEL, M. Epidemiologia & saúde. 8 ed. Rio de Janeiro:
Medbook, 2017.
PEREIRA, M. G. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1995.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo:
77
Cortez, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa:
planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa,
elaboração, análise e interpretação de dados. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2006
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas,
2010.
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane Gouvea; ABREU-TARDELLI, Lília Santos.
Resenha. São Paulo: Parábola, 2004.
MARQUES, Mario Osorio. Escrever é preciso: o princípio da pesquisa. 5. ed. Ijuí,
RS: UNIJUÍ, 2006.
BASTOS, Lília da Rocha. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de
pesquisa, teses, dissertações e monografias. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
e Científicos Editora S. A., 2004
CASTRO, Cláudio de Moura. A prática da pesquisa. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill do
Brasil, c2006..
ANDRADE, Maria Lúcia C. V. O. Resenha. São Paulo: Paulistana, 2009.
BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de
pesquisa: propostas metodológicas. 18. ed. Petrópolis: Vozes, 2009
MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa
em saúde. 4. ed. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: ABRASCO, 1996
7.9.1.1.9 - 3º Semestre: Eixo - Formação Profissional em Enfermagem I
Módulo
Semestre
Ensino em Enfermagem I
3º
Carga Horária
18 horas
EMENTA: Aborda temas relacionados ao processo ensino-aprendizagem e seus
elementos constitutivos. Discute a relação enfermagem e sociedade, democratização
do ensino, compromisso social e ético da(o) enfermeira(o) educadora(o), buscando
instrumentalizar os educandos para o desempenho da função educativa da(o)
enfermeira(o).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
78
BASTABLE, Susan Bacorn. O enfermeiro como educador: princípios de ensino
aprendizagem para a prática de enfermagem . 3. ed. -. Porto Alegre: Artmed, 2010.
LUCKESI, Cipriano. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições.
22. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti. Ensino: as abordagens do processo. São
Paulo: EPU, 1986.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANTUNES, Celso. Manual de técnicas de dinâmica de grupo de sensibilização de
ludopedagogia. Petrópolis, RJ: Vozes, 1994.
PILETTI, Claudino. Didática geral. 24. ed. São Paulo: Ática, 2010.
7.9.3 Movimento Curricular 2 - Trabalho de Enfermagem no Cenário da Atenção
Básica à Saúde.
7.9.3.1 4º Semestre: Eixo - Aspectos Biológicos da Saúde e Elementos da
Prática de Enfermagem II
Módulo
Semestre
Processos de Agressão e Defesa do Organismo Humano,
integrados a Farmacologia
4º
Carga Horária
162 horas
EMENTA: Aborda os mecanismos/agentes agressores dos sistemas do organismo
humano e as ações de defesa que o mesmo desenvolve, integrando imunologia,
parasitologia e microbiologia, fazendo uso de associações clínicas e abordagens
práticas. Aborda bases farmacológicas integradas aos processos inflamatórios e
infecciosos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ABBAS, Abul K; LICHTMAN, Andrew H. Imunologia básica: funções e distúrbios do
sistema imunológico. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
BIER, Otto; SILVA, Wilmar Dias da; MOTA, Ivan. Imunologia: básica e aplicada. 5. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
79
FORTE, Wilma Neves. Imunologia: do básico ao aplicado. 2. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2007.
ROITT, Ivan Maurice; RABSON, Arthur. Imunologia básica. Rio de Janeiro:
Guanabara, 2003.
BOGLIOLO, Luigi; BRASILEIRO FILHO, Geraldo. Bogliolo patologia geral. 4. ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, c2009. 364 p.
ROBBINS, Stanley L. (Stanley Leonard),; KUMAR, Vinay; ABBAS, Abul K.; FAUSTO ,
Nelson. Robbins : patologia básica. 8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 1028 p.
NEVES, David Pereira. Parasitologia humana . 12. ed. São Paulo: Atheneu, 2011. 546
p.
REY, Luís. Bases da parasitologia médica . 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2002. 379 p.
ENGELKIRK, Paul G. Microbiologia para as ciências da saúde. 7. ed. Rio de Janeiro,
RJ: Guanabara Koogan, 2005.
HARVEY, Richard A; CHAMPE, Pamela C; FISHER, Bruce D. Microbiologia ilustrada.
2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R; CASE, Christine L. Microbiologia. 8. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo. Patologia Geral. 6. ed. Rio de Janeiro:Guanabara
Koogan, 2018.
BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo - Patologia, 9.a ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2016.
KUMAR, V.; ABBAS, A.V.; ASTER, J.C. Robbins Patologia Básica. 9. ed. Elsevier,
2013.
ROBBINS, Stanley L. Robbins e Cotran : patologia - bases patológicas das doenças.
9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
REY, L. Bases da Parasitologia Médica, 3ª ed. Guanabara Koogan, 2010.
MARKELL, Edward K.; VOGE, Marietta; JOHN, David T; KROTOSKI, Wojciech A.
Parasitologia médica . 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 447p
ABBAS. A. K. et. al. Imunologia Celular e Molecular. 8 ed. Elsevier, 2015.
80
DELVES, Peter J. et al. ROITT-Fundamentos de Imunologia, 13ª edição. Guanabara
Koogan,2018.
BIER. O. G. et. al. Imunologia Básica e Aplicada. 5 Ed. Guanabara Koogan. Rio de
Janeiro: 2003.
JANEWAY, Charles A et al. Imunobiologia: o sistema imune na saúde e na doença.
6.Ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
LEVINSON, W. Microbiologia Médica e Imunologia, 13ª ed. Artmed, 2016.
RIBEIRO, Mariangela Cagnoni; SOARES, Maria Magali S. R.. Microbiologia prática:
roteiro e manual, bactérias e fungos. São Paulo: Atheneu, 2005.
OPLUSTIL,Carmen Paz.Procedimentos básicos em microbiologia clínica.3ed.São
Paulo:Sarvier, 2010.
LEVINSON, Warren E; JAWETZ, Ernest. Microbiologia médica e imunologia. 10. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2010.
KONEMAN, Elmer W. Diagnóstico microbiológico: texto e atlas colorido. 5. ed. Rio
de Janeiro: Medsi, 2001.
MURRIA. P. R. et. al Microbiologia Médica. 3 ed. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro:
2000.
Módulo
Semestre
Processo de Enfermagem e Procedimentos do Cuidado II
4º
Carga Horária
18 horas
EMENTA: Aborda as etapas do Processo de Enfermagem, como instrumento norteador
da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE), e os procedimentos e
técnicas que contribuam para a satisfação das necessidades de saúde do indivíduo e
da coletividade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRUNNER, Lilian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith; SMELTZER, Suzanne C; BARE,
Brenda G; HINKLE, Janice L.; CHEEVER, Kerry H. Tratado de enfermagem médicocirúrgica. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.
81
PORTO, Celmo Celeno. Exame Clínico: Bases para a prática médica. 6. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
PORTO, Celmo Celeno. Semiologia Médica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2005.
CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Manual de diagnósticos de enfermagem. 11. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2008.
CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Diagnósticos de enfermagem: aplicação à
prática clínica. 11. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
CRAVEN, Ruth F; HINRLE, Constance J. Fundamentos de enfermagem: saúde e
função humanas. 4. ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2006.
SILVA, Lolita Dopico; PEREIRA, Sandra Regina Maciqueira; MESQUITA, Ayla Maria
Farias. Procedimentos de Enfermagem: Semiologia para o cuidado. Rio de Janeiro:
MEDSI, 2004.
CARMAGNANI, Maria Isabel Sampaio et al. Procedimentos de Enfermagem: Guia
Prático. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009
DOCHTERMAN, Joanne McCloskey; BULECHEK, Gloria M. Classificação das
intervenções de enfermagem (NIC). 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
POTTER, Patricia A; PERRY, Anne G. Fundamentos de enfermagem. 6. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, c2006.
CONSELHO INTERNACIONAL DE ENFERMEIROS. CIPE, versão 3: Classificação
Internacional para a Prática de Enfermagem, versão 3.0. São Paulo, SP: Algol, 2015.
JARVIS, Carolyn. Exame físico e avaliação de saúde. 3. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002.
MALAGUTTI, Willian (org.). Curativo, estomias e dermatologia: uma abordagem
multiprofissional. São Paulo: Martinari, 2010.
TANNURE, Meire Chucre; PINHEIRO, Ana Maria. SAE: Sistematização da
Assistência de Enfermagem - Guia Prático, 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2010.
82
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BICKLEY, Lynn S; BICKLEY, Lynn S; SZILAGYI, Peter G. Bates propedêutica
médica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
MARTINEZ, José Baddini; DANTAS, Márcio; VOLTARELLI, Júlio César. Semiologia
geral e especializada. 1 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
BARROS, Alba Lucia Botura Leite de et al. Anamnese e exame físico: avaliação
diagnóstica de enfermagem no adulto. Porto Alegre: Artmed, 2002.
GARCIA, Telma Ribeiro; EGRY, Emiko Yoshikawa. Integralidade da Atenção no SUS
e Sistematização da Assistência de Enfermagem. Porto Alegre: Artmed, 2010.
CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Compreensão do Processo de Enfermagem:
mapeamento de conceitos e planejamento do cuidado para estudantes. Porto
Alegre: Artmed, 2007.
JENSEN, Sharon. Semiologia para Enfermagem: conceitos e prática clínica. 1 ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida; MACHADO, Wiliam César Alves. Tratado de
Cuidados de Enfermagem, São Paulo: ROCA, 2012, 2v.
WILKINSON, Judith J., LEUVEN VAN, Karen. Fundamentos de Enfermagem:
pensando e fazendo. São Paulo: ROCA, 2010, 2v.
BORK, Anna Margherita Toldi. Enfermagem Baseada em Evidências. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005.
7.9.3.2 – 4º Semestre: Eixo – Sistematização da Assistência de Enfermagem
Módulo
Semestre
Processo de Enfermagem e Sistematização da Assistência de
Enfermagem
4º
Carga Horária
72 horas
EMENTA: Contextualizar os aspectos teóricos e metodológicos da Sistematização da
Assistência de Enfermagem articulado com as Teorias de Enfermagem, para a
operacionalização do Processo de Enfermagem, e compreender a integralidade dos
83
cuidados no indivíduo e na coletividade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRUNNER, Lilian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith; SMELTZER, Suzanne C; BARE,
Brenda G; HINKLE, Janice L.; CHEEVER, Kerry H. Tratado de enfermagem médicocirúrgica. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.
PORTO, Celmo Celeno. Exame Clínico: Bases para a prática médica. 6. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
PORTO, Celmo Celeno. Semiologia Médica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2005.
CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Manual de diagnósticos de enfermagem. 11. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2008.
CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Diagnósticos de enfermagem: aplicação à
prática clínica. 11. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
CRAVEN, Ruth F; HINRLE, Constance J. Fundamentos de enfermagem: saúde e
função humanas. 4. ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2006.
SILVA, Lolita Dopico; PEREIRA, Sandra Regina Maciqueira; MESQUITA, Ayla Maria
Farias. Procedimentos de Enfermagem: Semiologia para o cuidado. Rio de Janeiro:
MEDSI, 2004.
CARMAGNANI, Maria Isabel Sampaio et al. Procedimentos de Enfermagem: Guia
Prático. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009
DOCHTERMAN, Joanne McCloskey; BULECHEK, Gloria M. Classificação das
intervenções de enfermagem (NIC). 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
POTTER, Patricia A; PERRY, Anne G. Fundamentos de enfermagem. 6. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, c2006.
CONSELHO INTERNACIONAL DE ENFERMEIROS. CIPE, versão 3: Classificação
Internacional para a Prática de Enfermagem, versão 3.0. São Paulo, SP: Algol, 2015.
JARVIS, Carolyn. Exame físico e avaliação de saúde. 3. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002.
84
MALAGUTTI, Willian (org.). Curativo, estomias e dermatologia: uma abordagem
multiprofissional. São Paulo: Martinari, 2010.
TANNURE, Meire Chucre; PINHEIRO, Ana Maria. SAE: Sistematização da
Assistência de Enfermagem - Guia Prático, 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2010.
BRAGA, Cristiane; SILVA, José Victor. Teorias de Enfermagem. 1 ed. São Paulo:
IATRIA, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BICKLEY, Lynn S; BICKLEY, Lynn S; SZILAGYI, Peter G. Bates propedêutica
médica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
MARTINEZ, José Baddini; DANTAS, Márcio; VOLTARELLI, Júlio César. Semiologia
geral e especializada. 1 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
BARROS, Alba Lucia Botura Leite de et al. Anamnese e exame físico: avaliação
diagnóstica de enfermagem no adulto. Porto Alegre: Artmed, 2002.
GARCIA, Telma Ribeiro; EGRY, Emiko Yoshikawa. Integralidade da Atenção no SUS
e Sistematização da Assistência de Enfermagem. Porto Alegre: Artmed, 2010.
CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Compreensão do Processo de Enfermagem:
mapeamento de conceitos e planejamento do cuidado para estudantes. Porto
Alegre: Artmed, 2007.
JENSEN, Sharon. Semiologia para Enfermagem: conceitos e prática clínica. 1 ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida; MACHADO, Wiliam César Alves. Tratado de
Cuidados de Enfermagem, São Paulo: ROCA, 2012, 2v.
WILKINSON, Judith J., LEUVEN VAN, Karen. Fundamentos de Enfermagem:
pensando e fazendo. São Paulo: ROCA, 2010, 2v.
BORK, Anna Margherita Toldi. Enfermagem Baseada em Evidências. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005.
85
7.9.3.3 4º Semestre: Eixo – Rede de Atenção à Saúde
Módulo
Semestre
Saúde da Criança e do Adolescente e Cuidados de Enfermagem I
4º
Carga Horária
234 horas
EMENTA: Interpretar o processo saúde-doença da criança e do adolescente,
considerando o perfil epidemiológico, em face das diferentes realidades sociais e das
políticas públicas de saúde, assim como, a utilização das Teorias de Enfermagem/
Processo de Enfermagem nos diferentes territórios da rede de atenção à saúde infantil,
tais como unidades e centros de saúde, escola, família e comunidades indígenas e
quilombolas, com ênfase ao crescimento e desenvolvimento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FUJIMORI, E; OHARA, C.V.S. Enfermagem e a saúde da criança na atenção básica.
Barueri, SP: Editora Manole, 2009.
COSTA, Maria C. O.; SOUZA, Ronald P. Semiologia e Atenção Primária à Criança e
ao Adolescente. 2. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2005.
MIRANDA, M.I.F. Políticas Sociais para crianças e adolescentes. Goiânia: AB, 2001.
QUIRINO, Marinalva Dias; BRÊTAS, José Roberto da Silva. Manual de exame
físico para a prática da enfermagem em pediatria. 2. ed. São Paulo: Iátria, 2009.
MARCONDES, Eduardo. Pediatria básica. 7. ed. Sarvier, 1985.
HOCKENBERRY, Marilyn J.; WILSON, David. Wong, fundamentos de enfermagem
pediátrica. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
SILVA, Sóstenes Ericson Vicente da Silva et al. A questão do uso de álcool e outras
drogas por adolescentes. Maceió: Edufal, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALAGOAS. Manual de Sala de Vacina. Secretaria de Estado da Saúde – SES/AL.
Versão atualizada em Janeiro de 2008.
86
BRASIL. Alimentos regionais brasileiros. 1.ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2002.
______. Agenda de Compromissos para a Saúde Integral da Criança e Redução
da Mortalidade Infantil. Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
_______. Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância – AIDIP. Brasília:
Ministério da Saúde, 2001/2005.
_______. Caderneta de Saúde da Criança. Brasília: Ministério da Saúde, 2008.
_______. Caderneta de Saúde do Adolescente. Brasília: Ministério da Saúde, 2009.
______. Dez passos para uma alimentação saudável: guia alimentar para crianças
menores de 2 anos. Brasília: Ministério da Saúde, 2002.
______. Estatuto da criança e do adolescente. 3.ed. Brasília/DF: Ministério da Saúde,
2006.
_______.Impacto da Violência na Saúde das Crianças e Adolescentes. Brasília:
Ministério da Saúde, 2008.
_______. Manual de enfermagem. Programa Saúde da Família. Universidade de São
Paulo. Brasília/DF: Ministério da Saúde, 2001. p. 87-126.
_______. Manual de Rede de Frio. 3. ed. Brasília: Ministério da Saúde/Fundação
Nacional de Saúde, 2001.
______. Plano nacional de promoção, proteção e defesa do direito de crianças e
adolescentes à convivência familiar e comunitária. Brasília: Secretaria Especial dos
Direitos Humanos/ Ministério de Desenvolvimento e Combate à Fome, 2005.
______.PROJETO ACOLHER: um encontro da enfermagem com o adolescente
brasileiro / Flávia Regina Souza Ramos, Marisa Monticelli, Rosane Gonçalves Nitschke
(organizadoras). Brasília: ABEn/Governo Federal, 2000.
______. Violência faz mal à saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
______. Linha de Cuidado para Atenção Integral à Saúde de Crianças,
Adolescentes e suas Famílias em Situação de Violências: orientação para
gestores e profissionais de saúde. Série F, Brasília, 2010.
CORREA, I.; LUQUE, A. L. F e ROCHA, C. A. da. Consulta a crianças de zero a dois
87
anos em uma unidade básica de saúde. In: Enfermagem Atual. Ano 4. n0 23, p.34-38,
2004.
SABATÉS, Ana L. Denver II: Testes de triagem do desenvolvimento: manual de
treinamento. 1ed. São Paulo: Hogrefe, 2017.
SATANA, João C.; KIPPER, Délio J., FIORE, Renata W. Semiologia Pediátrica. Porto
Alegre: Artmed, 2002.
SCHIMTZ, E. M. A enfermagem em pediatria e puericultura. São Paulo: Ed. Atheneu,
2000.
7.9.3.3 5º semestre - Eixo: Enfermagem em Saúde da Família II
Módulo
Semestre
Gerência/Assistência de Enfermagem em Doenças
Transmissíveis.
5º
Carga Horária
108 horas
EMENTA: Políticas Públicas em Saúde. Estudo da Prática de Enfermagem a indivíduos
com doenças transmissíveis, considerando o contexto epidemiológico, social e familiar,
abordando aspectos para o atendimento integral do indivíduo, com foco em ações de
vigilância em saúde, proteção, promoção, prevenção e recuperação da saúde, visando
à reintegração social. Técnicas específicas de prevenção, controle e tratamento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ATKINSON, Leslie D; MURRAY, Mary Ellen. Fundamentos de enfermagem:
introdução ao processo de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara, 1989.
BARROS, Alba Lucia Botura Leite de et al. Anamnese e exame físico: avaliação
diagnóstica de enfermagem no adulto. Porto Alegre: Artmed, 2002.
BRUNNER, Lilian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith; SMELTZER, Suzanne C; BARE,
Brenda G; HINKLE, Janice L.; CHEEVER, Kerry H. Tratado de enfermagem médicocirúrgica. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
DUGAS, Beverly Witter; DYMOND, Barbara Marie Du Gas. Enfermagem prática. 4. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara, 1988.
MARIA, Vera Lúcia Regina. Exame clínico de enfermagem do adulto: focos de
atenção psicobiológicos como subsídios para diagnósticos de enfermagem. 2. ed.
São Paulo: Iatria, 2003.
OLIVEIRA, Adriana Cristina de. Infecções hospitalares: epidemiologia, prevenção e
88
controle. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de
vigilância epidemiológica. Atlas de Leishmaniose Tegumentar Americana:
diagnóstico clinico e diferencial. Série A. Normas e manuais técnicos, 1. ed., Brasília,
2006.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de
Vigilância das Doenças Transmissíveis. Chikungunya: manejo clínico. Brasília, 2017.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de
Vigilância das Doenças Transmissíveis. Dengue: diagnóstico e manejo clínico,
adulto e criança. Série A. Normas e Manuais Técnicos, 4. ed. Brasília, 2011.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Diretoria Técnica de
Gestão. Dengue: manual de enfermagem, adulto e criança. Série A. Normas e
Manuais Técnicos. Brasília, 2013.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de
Vigilância Epidemiológica. Doenças infecciosas e parasitárias. Guia de Bolso. Série
B. Textos Básicos de Saúde, 8. ed. rev. Brasília, 2010.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de
Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do
HIV/Aids e das Hepatites Virais. Diretrizes para a organização dos serviços de
saúde que ofertam a Profilaxia Pré-Expoxição (PrEP) no sistema de saúde.
Brasília, 2017.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de
DST, Aids e Hepatites Virais. Diretrizes para organização e funcionamento dos CTA
no Brasil. Brasília, 2017.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional
de DST e Aids. Diretrizes para o Controle da Sífilis Congênita. 2. ed., Brasília, 2006.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de
Atenção Básica. Guia para o controle da Hanseníase. Série A. Normas e Manuais
Técnicos, n.111. Brasília, 2002.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de
Vigilância Epidemiológica. Guia de procedimentos técnicos: Baciloscopia em
Hanseníase. Séria A. Normas e Manuais Técnicos. Brasília, 2010.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de vigilância
epidemiológica: Sífilis congênita. Caderno 6, p. 47-54, Brasília, s/d.
89
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de vigilância
epidemiológica: Esquistossomose Mansônica. Caderno 10, p. 19-29, Brasília, s/d.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de vigilância
epidemiológica: Hanseníase. Caderno 7, p.1-28, Brasília, s/d.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de
vigilância epidemiológica. Guia de vigilância epidemiológica e controle da
mielorradiculopatia esquitossomótica. Série A. Normas e manuais técnicos, 1. ed.,
Brasília, 2006.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria Nacional de Ações Básicas de Saúde. Guia
de Vigilância Epidemiológica. Brasília, 2010.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de
Atenção Básica. HIV/Hepatites e outras DST. Série A. Normas e manuais técnicos.
Cadernos de Atenção Básica, 1. ed., n. 18, Brasília, 2006.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de
Vigilância Epidemiológica. Hepatites Virais: o Brasil está atento. 3. ed., Brasília,
2008.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de
Vigilância Epidemiológica. Manual de Vigilância e Controle da Leishmaniose
Visceral.. 1. ed., Brasília, 2006.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de Vigilância
Epidemiológica. Leptospirose. Caderno 8. pág. 15-32. Brasília, s/d.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de
Vigilância Epidemiológica. Manual de recomendações para o controle da
tuberculose no Brasil. Brasília, 2011.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional
de DST e Aids. Manual de Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis
(DST). 4. ed., Brasília, 2006.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional
de DST e Aids. Manual de Prevenção das DST/HIV/Aids em Comunidades
Populares. 1. ed., Brasília, 2008.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de
vigilância epidemiológica. Manual de prevenção de incapacidades. Cadernos de
prevenção e reabilitação em hanseníase, 3. ed., n. 1, Brasília, 2008.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria Nacional de organização e Desenvolvimento
de Serviços de Saúde. Manual de Controle de Infecções Hospitalares. Brasília, 2009.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de
Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do
90
HIV/Aids e das Hepatites Virais. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para
Prevenção da Transmissão Vertical de HIV, Sífilis e Hepatites Virais. Brasília, 2017.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de
Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do
HIV/Aids e das Hepatites Virais. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para
Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST).
Brasília, 2017.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de
Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do
HIV/Aids e das Hepatites Virais. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para
Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) de Risco à Infecção pelo HIV. Brasília, 2017.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de
Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do
HIV/Aids e das Hepatites Virais. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para
Hepatite B e Coinfecções. Brasília, 2017.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de
Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do
HIV/Aids e das Hepatites Virais. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para
Hepatite C e Coinfecções. Brasília, 2017.
_______ Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de
Atenção Básica. Vigilância em Saúde: Dengue, Esquistossomose, Hanseníase,
Malária, Tracoma e Tuberculose. Série A. Normas e Manuais Técnicos. Caderno de
Atenção Básica, 2. ed. rev., n.21. Brasília, 2008.
COLOMBRINI, Maria Rosa, Enfermagem em infectologia cuidados com o paciente
internado. Atheneu, 2000.
SOUZA, Marcia de. Assistência de enfermagem em infectologia. Atheneu, 2007.
VERONESE. Tratado de Doenças Infecciosas e Parasitárias. Rio de Janeiro:
Guanabara, 2006.
Módulo
Semestre
Gerência/Assistência de Enfermagem em Saúde do Adulto I
5º
Carga Horária
126 horas
EMENTA: Estudo da Prática de Enfermagem a indivíduos com alterações clínicas,
considerando o contexto epidemiológico, social e familiar, abordando aspectos para o
atendimento integral do indivíduo, com foco em ações de vigilância em saúde, proteção,
promoção, prevenção e recuperação da saúde, visando à reintegração social. Políticas
Públicas em Saúde.
91
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ATKINSON, Leslie D; MURRAY, Mary Ellen. Fundamentos de enfermagem:
introdução ao processo de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara, 1989.
BARROS, Alba Lucia Botura Leite de et al. Anamnese e exame físico: avaliação
diagnóstica de enfermagem no adulto. Porto Alegre: Artmed, 2002.
BRUNNER, Lilian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith; SMELTZER, Suzanne C; BARE,
Brenda G; HINKLE, Janice L.; CHEEVER, Kerry H. Tratado de enfermagem médicocirúrgica. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
DUGAS, Beverly Witter; DYMOND, Barbara Marie Du Gas. Enfermagem prática. 4. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara, 1988.
MARIA, Vera Lúcia Regina. Exame clínico de enfermagem do adulto: focos de
atenção psicobiológicos como subsídios para diagnósticos de enfermagem. 2. ed.
São Paulo: Iatria, 2003.
OLIVEIRA, Adriana Cristina de. Infecções hospitalares: epidemiologia, prevenção e
controle. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SALLUM, Ana Maria Calil; PARANHOS, Wana Yeda (Edit.). O enfermeiro e as
situações de emergência. 2. ed. São Paulo, SP: Atheneu, 2010.
FORTES, Julia Ikeda. Enfermagem em emergências: noções básicas de
atendimento pré-hospitalar. 2. ed. São Paulo: EPU, 2008.
GOMES, Alice Martins. Enfermagem na unidade de terapia intensiva. 3. ed. atual. São
Paulo: EPUCHAPLEAU, Will. Manual de emergências: um guia para primeiros
socorros. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Manual de diagnósticos de enfermagem. 11. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2008.
CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Diagnósticos de enfermagem: aplicação à
prática clínica. 11. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
CONSELHO INTERNACIONAL DE ENFERMEIROS. CIPE, versão 1: Classificação
Internacional para a Prática de Enfermagem, versão 1.0. São Paulo, SP: Algol, 2007.
HINRICHSEN, Sylvia Lemos. Biossegurança e controle de infecções: risco
sanitário hospitalar. Rio de Janeiro: Medsi, 2004.
92
POTTER, P. et al. Grande Tratado de Enfermagem Prática Clínica e Prática
Hospitalar. 1ª ed Atheneu. São Paulo, 1995.
FISCHBACH, Frances Talaska; DUNNING, Marshall Barnett. Manual de enfermagem:
exames laboratoriais e diagnósticos. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2010.
Módulo
Gerência/Assistência de Enfermagem em Saúde Mental I
Semestre
5º
Carga Horária
54 horas
EMENTA: Aborda o processo saúde-doença mental e as modalidades de intervenção
específicas do campo da enfermagem considerando o desenvolvimento humano nas
suas diferentes fases, o perfil epidemiológico da região, os agravos mais prevalentes e
as políticas públicas atuais voltadas para área.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
RODRIGUES, Antonia Regina Furegato. Enfermagem psiquiátrica: saúde mental:
prevenção e intervenção. São Paulo: EPU, 1996.
STEFANELLI, Maguida Costa; FUKUDA, Ilza Marlene Kuae; ARANTES, Evalda
Cançado (Org). Enfermagem psiquiátrica: em suas dimensões assistenciais.
Barueri, SP: Manole, 2008.
TOWNSEND, Mary C. Enfermagem psiquiátrica: conceitos de cuidados. 3. ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FIGLIE, Neliana Buzi; LARANJEIRA, Ronaldo. Aconselhamento em dependência
química. 2. ed. São Paulo: Roca, 2010
KAPCZINSKI, Flávio; QUEVEDO, João; IZQUIERDO, Iván. Bases biológicas dos
transtornos psiquiátricos. 3. ed., rev. e atual. Porto Alegre: Artmed, 2011
AMARANTE, Paulo. Loucos pela vida. A trajetória da reforma psiquiátrica no Brasil.
Rio de Janeiro. Fio Cruz. 1995.
AMARANTE, Paulo. Psiquiatria Social e Reforma Psiquiátrica. Rio de Janeiro, Fio
Cruz. 1994.
IRVING, Sasau. R.N. Enfermagem Psiquiátrica Básica. Rio de Janeiro Interamerica
93
1978.
7.9.3.4 5º semestre - Eixo: Enfermagem, sexualidade e saúde reprodutiva
Módulo
Anatomia/fisiologia do sistema sexual e reprodutivo humano
Semestre
5º
Carga Horária
36 horas
EMENTA: Conhecer a localização, função e correlação entre si dos órgãos do aparelho
reprodutor humano, anatomia/ fisiologia do sistema sexual e reprodutivo humano.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LOPES, Maria Helena Baena de Moraes. Enfermagem na saúde da mulher. Goiânia,
GO: AB, 2006. xix, 259 p. ISBN 8574981419 (broch.). Classificação: 616-083:618.1
L864e Ac.37889.
NEME, Bussamara. Obstetrícia básica. 3. ed. Sarvier, 2006. 1379 p. ISBN
8573781602 (enc.). Classificação: 618.2 N433o Ac.42309 .
REZENDE, Jorge de. Obstetrícia. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
xviii,1459 p. ISBN 9788527716031 (enc.). Classificação: 618.2 R467m 11.ed Ac.38305
MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; REZENDE FILHO, José. Obstetrícia. 12.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. xxi, 1275 p. ISBN 9788527722292 (enc.).
Classificação: 618.2 R467m 12.ed Ac.58973
REZENDE, Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2006. ix, 689 p. ISBN
8527711265 : (Enc.). Classificação: 618.2 R467o 10. ed. Ac.25566
REZENDE FILHO , Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2008. ix, 610 p. ISBN
97885277113603 (enc.). Classificação: 618.2 R467o 11.ed. Ac.38283.
ZUGAIB. Obstetrícia. São Paulo: Manole, 2008. xviii, 1228 p. ISBN 9788520425442
(enc.). Classificação: 618.2 Z94z Ac.38306.
Módulo
Noções de embriologia
94
Semestre
5º
Carga Horária
54 horas
EMENTA: Estuda as diferentes fases do desenvolvimento humano embrionário, além
dos fatores teratogênicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GARCIA, Sônia Maria Lauer de; FERNÁNDEZ, Casimiro García. Embriologia. 2. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2001
MAIA, George Doyle. Embriologia humana. São Paulo: Livr. Atheneu, 2007.
MOORE, Keith L; PERSAUD, T. V. N. Embriologia básica. 7. ed. Rio de janeiro:
Elsevier, 2008
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SADLER, T. W. Langman. Embriologia médica. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2005.
SCHOENWOLF, Gary C. Larsen. Embriologia humana. 4. ed. Rio de Janeiro, RJ:
Elsevier, 2009.
EYNARD, Aldo R; VALENTICH, Mirta A; ROVASIO, Roberto A. Histologia e
embriologia humanas: bases celulares e moleculares. 4. ed. Porto Alegre: Artmed,
2011
Módulo
Planejamento sexual e reprodutivo, concepção e contracepção
Semestre
5º
Carga Horária
36 horas
EMENTA: Discutir a lei de planejamento reprodutivo e seus direitos. Conhecer os
métodos contraceptivos e contraceptivos naturais, de barreira, hormonais e cirúrgicos,
suas indicações, contra-indicações, vantagens, desvantagens, modo de uso,
mecanismo de ação e eficácia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LOPES, Maria Helena Baena de Moraes. Enfermagem na saúde da mulher. Goiânia,
GO: AB, 2006. xix, 259 p. ISBN 8574981419 (broch.). Classificação: 616-083:618.1
L864e Ac.37889.
95
NEME, Bussamara. Obstetrícia básica. 3. ed. Sarvier, 2006. 1379 p. ISBN
8573781602 (enc.). Classificação: 618.2 N433o Ac.42309 .
REZENDE, Jorge de. Obstetrícia. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
xviii,1459 p. ISBN 9788527716031 (enc.). Classificação: 618.2 R467m 11.ed Ac.38305
MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; REZENDE FILHO, José. Obstetrícia. 12.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. xxi, 1275 p. ISBN 9788527722292 (enc.).
Classificação: 618.2 R467m 12.ed Ac.58973
REZENDE, Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2006. ix, 689 p. ISBN
8527711265 : (Enc.). Classificação: 618.2 R467o 10. ed. Ac.25566
REZENDE FILHO , Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2008. ix, 610 p. ISBN
97885277113603 (enc.). Classificação: 618.2 R467o 11.ed. Ac.38283.
ZUGAIB. Obstetrícia. São Paulo: Manole, 2008. xviii, 1228 p. ISBN 9788520425442
(enc.). Classificação: 618.2 Z94z Ac.38306.
Módulo
Semestre
Consulta de enfermagem à mulheres na saúde sexual e
reprodutiva.
5º
Carga Horária
54 horas
EMENTA: Estuda e instrumentaliza os alunos na consulta de enfermagem à mulheres
na saúde sexual e reprodutiva.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LOPES, Maria Helena Baena de Moraes. Enfermagem na saúde da mulher. Goiânia,
GO: AB, 2006. xix, 259 p. ISBN 8574981419 (broch.). Classificação: 616-083:618.1
L864e Ac.37889.
BRANDEN, Pennie Sessler. Enfermagem materno-infantil. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ:
Reichmann & Affonso, 2000. [12], 524 p. ISBN 8587148419. Classificação: 616083:618.2 B817e 2. ed. Ac.53248
GARCIA, Telma Ribeiro. (Org). Classificação internacional para a prática de
enfermagem (CIPE): versão 2015 . Porto Alegre, RS: Artmed, 2016.. 270 p. ISBN
9788582713341 (broch.). Classificação: 616-083 C614 Ac.66383
7.9.3.5 5º Semestre – Eixo: Pesquisa em Enfermagem II
96
Módulo
Semestre
Desenvolvimento do TCC I
5º
Carga Horária
18 horas
EMENTA: Aprofunda o estudo da metodologia da pesquisa e acompanha e finaliza a
formulação de um projeto de trabalho de conclusão de curso (TCC).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BASTOS, Cleverson Leite; KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: introdução à
metodologia científica. 18. ed. Petrópolis: Vozes, 2005.
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia
científica. 6. ed. São Paulo: Person Prentice Hall, 2007.
LAKATOS, Eva Maria; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica: ciência e
conhecimento científico, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis,
metodologia jurídica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e
iniciação à pesquisa. 27. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia
científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho
científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório,
publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
PEREIRA, José Matias. Manual de metodologia da pesquisa científica. 3. ed. São
Paulo, SP: Atlas, 2012.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo:
Cortez, 2007.
KERLINGER, Fred N. (Fred Nichols). Metodologia da pesquisa em ciências sociais:
um tratamento conceitual. São Paulo: EPU, 1980
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa:
planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa,
elaboração, análise e interpretação de dados. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas,
97
2010.
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane Gouvea; ABREU-TARDELLI, Lília Santos.
Resenha. São Paulo: Parábola, 2004.
MARQUES, Mario Osorio. Escrever é preciso: o princípio da pesquisa. 5. ed. Ijuí,
RS: UNIJUÍ, 2006.
BASTOS, Lília da Rocha. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de
pesquisa, teses, dissertações e monografias. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
e Científicos Editora S. A., 2004.
CASTRO, Cláudio de Moura. A prática da pesquisa. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill do
Brasil, c2006.
ANDRADE, Maria Lúcia C. V. O. Resenha. São Paulo: Paulistana, 2009.
BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de
pesquisa: propostas metodológicas. 18. ed. Petrópolis: Vozes, 2009.
MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa
em saúde. 4. ed. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: ABRASCO, 1996.
7.9.4 Movimento Curricular 3- Trabalho em Enfermagem na Média e Alta
complexidade, na perspectiva da atenção em rede
7.9.4.1 6º Semestre: Eixo - Enfermagem na Atenção primária à saúde
Módulo
Semestre
Modificação gravídica, diagnóstico de gravidez
6º
Carga Horária
54 horas
EMENTA: Compreende a construção de conhecimento, competências e habilidades
para a prática do trabalho em enfermagem às mulheres que vivenciam o ciclo gravídicopuerperal funcional e suas alterações
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LOPES, Maria Helena Baena de Moraes. Enfermagem na saúde da mulher. Goiânia,
GO: AB, 2006. xix, 259 p. ISBN 8574981419 (broch.). Classificação: 616-083:618.1
L864e Ac.37889.
NEME, Bussamara. Obstetrícia básica. 3. ed. Sarvier, 2006. 1379 p. ISBN
98
8573781602 (enc.). Classificação: 618.2 N433o Ac.42309 .
REZENDE, Jorge de. Obstetrícia. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
xviii,1459 p. ISBN 9788527716031 (enc.). Classificação: 618.2 R467m 11.ed Ac.38305
MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; REZENDE FILHO, José. Obstetrícia. 12.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. xxi, 1275 p. ISBN 9788527722292 (enc.).
Classificação: 618.2 R467m 12.ed Ac.58973
REZENDE, Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2006. ix, 689 p. ISBN
8527711265 : (Enc.). Classificação: 618.2 R467o 10. ed. Ac.25566
REZENDE FILHO , Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2008. ix, 610 p. ISBN
97885277113603 (enc.). Classificação: 618.2 R467o 11.ed. Ac.38283.
ZUGAIB. Obstetrícia. São Paulo: Manole, 2008. xviii, 1228 p. ISBN 9788520425442
(enc.). Classificação: 618.2 Z94z Ac.38306.
BARBOSA, Nirliane Ribeiro. O casal grávido: reflexões para a enfermagem. Curitiba:
Appris, 2015. 123 p. ISBN 9788581928753 (broch.). Classificação: CE 616-083:612.63
B238c Ac.66292
Módulo
Consulta de enfermagem no pré-natal de risco habitual.
Semestre
6º
Carga Horária
36 horas
EMENTA: Compreende a construção de conhecimento, competências e habilidades
para a prática do trabalho em enfermagem às mulheres que vivenciam o ciclo gravídicopuerperal funcional e suas alterações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LOPES, Maria Helena Baena de Moraes. Enfermagem na saúde da mulher. Goiânia,
GO: AB, 2006. xix, 259 p. ISBN 8574981419 (broch.). Classificação: 616-083:618.1
L864e Ac.37889.
NEME, Bussamara. Obstetrícia básica. 3. ed. Sarvier, 2006. 1379 p. ISBN
8573781602 (enc.). Classificação: 618.2 N433o Ac.42309 .
REZENDE, Jorge de. Obstetrícia. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
xviii,1459 p. ISBN 9788527716031 (enc.). Classificação: 618.2 R467m 11.ed Ac.38305
MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; REZENDE FILHO, José. Obstetrícia. 12.ed.
99
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. xxi, 1275 p. ISBN 9788527722292 (enc.).
Classificação: 618.2 R467m 12.ed Ac.58973
REZENDE, Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2006. ix, 689 p. ISBN
8527711265 : (Enc.). Classificação: 618.2 R467o 10. ed. Ac.25566
REZENDE FILHO , Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2008. ix, 610 p. ISBN
97885277113603 (enc.). Classificação: 618.2 R467o 11.ed. Ac.38283.
ZUGAIB. Obstetrícia. São Paulo: Manole, 2008. xviii, 1228 p. ISBN 9788520425442
(enc.). Classificação: 618.2 Z94z Ac.38306.
BARBOSA, Nirliane Ribeiro. O casal grávido: reflexões para a enfermagem. Curitiba:
Appris, 2015. 123 p. ISBN 9788581928753 (broch.). Classificação: CE 616-083:612.63
B238c Ac.66292
CONSELHO INTERNACIONAL DE ENFERMEIROS. CIPE, versão 1: Classificação
Internacional para a Prática de Enfermagem, versão 1.0. São Paulo: Algol, 2007. 203 p.
ISBN 9788560187041 (broch.). Classificação: 616-083 C577 Ac.41275.
CIPE - Beta 2: Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem. São Paulo,
2003. 286 p. ISBN 8587962094 (broch.). Classificação: 616-083 C577 Ac.63879 .
GARCIA, Telma Ribeiro. (Org). Classificação internacional para a prática de
enfermagem (CIPE): versão 2015 . Porto Alegre, RS: Artmed, 2016.. 270 p. ISBN
9788582713341 (broch.). Classificação: 616-083 C614 Ac.66383.
Módulo
Semestre
Autocuidado na gestação
6º
Carga Horária
18 horas
EMENTA: Compreende a construção de conhecimento, competências e habilidades
para a prática do trabalho em enfermagem às mulheres que vivenciam o ciclo gravídicopuerperal funcional e suas alterações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LOPES, Maria Helena Baena de Moraes. Enfermagem na saúde da mulher. Goiânia,
GO: AB, 2006. xix, 259 p. ISBN 8574981419 (broch.). Classificação: 616-083:618.1
L864e Ac.37889.
NEME, Bussamara. Obstetrícia básica. 3. ed. Sarvier, 2006. 1379 p. ISBN
8573781602 (enc.). Classificação: 618.2 N433o Ac.42309 .
100
REZENDE, Jorge de. Obstetrícia. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
xviii,1459 p. ISBN 9788527716031 (enc.). Classificação: 618.2 R467m 11.ed Ac.38305
MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; REZENDE FILHO, José. Obstetrícia. 12.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. xxi, 1275 p. ISBN 9788527722292 (enc.).
Classificação: 618.2 R467m 12.ed Ac.58973
REZENDE, Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2006. ix, 689 p. ISBN
8527711265 : (Enc.). Classificação: 618.2 R467o 10. ed. Ac.25566
REZENDE FILHO , Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2008. ix, 610 p. ISBN
97885277113603 (enc.). Classificação: 618.2 R467o 11.ed. Ac.38283.
ZUGAIB. Obstetrícia. São Paulo: Manole, 2008. xviii, 1228 p. ISBN 9788520425442
(enc.). Classificação: 618.2 Z94z Ac.38306.
BARBOSA, Nirliane Ribeiro. O casal grávido: reflexões para a enfermagem. Curitiba:
Appris, 2015. 123 p. ISBN 9788581928753 (broch.). Classificação: CE 616-083:612.63
B238c Ac.66292
CONSELHO INTERNACIONAL DE ENFERMEIROS. CIPE, versão 1: Classificação
Internacional para a Prática de Enfermagem, versão 1.0. São Paulo: Algol, 2007. 203 p.
ISBN 9788560187041 (broch.). Classificação: 616-083 C577 Ac.41275.
CIPE - Beta 2: Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem. São Paulo,
2003. 286 p. ISBN 8587962094 (broch.). Classificação: 616-083 C577 Ac.63879 .
GARCIA, Telma Ribeiro. (Org). Classificação internacional para a prática de
enfermagem (CIPE): versão 2015 . Porto Alegre, RS: Artmed, 2016.. 270 p. ISBN
9788582713341 (broch.). Classificação: 616-083 C614 Ac.66383.
Módulo
Semestre
Exames de rotina para o pré-natal de risco habitual
6º
Carga Horária
54 horas
EMENTA: Compreende a construção de conhecimento, competências e habilidades
para a prática do trabalho em enfermagem às mulheres que vivenciam o ciclo gravídicopuerperal funcional e suas alterações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LOPES, Maria Helena Baena de Moraes. Enfermagem na saúde da mulher. Goiânia,
101
GO: AB, 2006. xix, 259 p. ISBN 8574981419 (broch.). Classificação: 616-083:618.1
L864e Ac.37889.
NEME, Bussamara. Obstetrícia básica. 3. ed. Sarvier, 2006. 1379 p. ISBN
8573781602 (enc.). Classificação: 618.2 N433o Ac.42309 .
REZENDE, Jorge de. Obstetrícia. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
xviii,1459 p. ISBN 9788527716031 (enc.). Classificação: 618.2 R467m 11.ed Ac.38305
MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; REZENDE FILHO, José. Obstetrícia. 12.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. xxi, 1275 p. ISBN 9788527722292 (enc.).
Classificação: 618.2 R467m 12.ed Ac.58973
REZENDE, Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2006. ix, 689 p. ISBN
8527711265 : (Enc.). Classificação: 618.2 R467o 10. ed. Ac.25566
REZENDE FILHO , Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2008. ix, 610 p. ISBN
97885277113603 (enc.). Classificação: 618.2 R467o 11.ed. Ac.38283.
ZUGAIB. Obstetrícia. São Paulo: Manole, 2008. xviii, 1228 p. ISBN 9788520425442
(enc.). Classificação: 618.2 Z94z Ac.38306.
BARBOSA, Nirliane Ribeiro. O casal grávido: reflexões para a enfermagem. Curitiba:
Appris, 2015. 123 p. ISBN 9788581928753 (broch.). Classificação: CE 616-083:612.63
B238c Ac.66292
CONSELHO INTERNACIONAL DE ENFERMEIROS. CIPE, versão 1: Classificação
Internacional para a Prática de Enfermagem, versão 1.0. São Paulo: Algol, 2007. 203 p.
ISBN 9788560187041 (broch.). Classificação: 616-083 C577 Ac.41275.
CIPE - Beta 2: Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem. São Paulo,
2003. 286 p. ISBN 8587962094 (broch.). Classificação: 616-083 C577 Ac.63879 .
GARCIA, Telma Ribeiro. (Org). Classificação internacional para a prática de
enfermagem (CIPE): versão 2015 . Porto Alegre, RS: Artmed, 2016.. 270 p. ISBN
9788582713341 (broch.). Classificação: 616-083 C614 Ac.66383.
Módulo
Semestre
Transmissão vertical
6º
Carga Horária
18 horas
EMENTA: Compreende a construção de conhecimento, competências e habilidades
para a prática do trabalho em enfermagem às mulheres que vivenciam o ciclo gravídico-
102
puerperal funcional e suas alterações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL. Gestação de alto risco: manual técnico. 5. ed. Brasília, DF: Ministério da
Saúde, 2012. 301 p. (Série A. Normas e manuais técnicos .). ISBN 9788533417670
(broch.). Classificação: 618.3 G393 5.ed. Ac.5890
LOPES, Maria Helena Baena de Moraes. Enfermagem na saúde da mulher. Goiânia,
GO: AB, 2006. xix, 259 p. ISBN 8574981419 (broch.). Classificação: 616-083:618.1
L864e Ac.37889.
NEME, Bussamara. Obstetrícia básica. 3. ed. Sarvier, 2006. 1379 p. ISBN
8573781602 (enc.). Classificação: 618.2 N433o Ac.42309 .
REZENDE, Jorge de. Obstetrícia. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
xviii,1459 p. ISBN 9788527716031 (enc.). Classificação: 618.2 R467m 11.ed Ac.38305
MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; REZENDE FILHO, José. Obstetrícia. 12.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. xxi, 1275 p. ISBN 9788527722292 (enc.).
Classificação: 618.2 R467m 12.ed Ac.58973
REZENDE, Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2006. ix, 689 p. ISBN
8527711265 : (Enc.). Classificação: 618.2 R467o 10. ed. Ac.25566
REZENDE FILHO , Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2008. ix, 610 p. ISBN
97885277113603 (enc.). Classificação: 618.2 R467o 11.ed. Ac.38283.
ZUGAIB. Obstetrícia. São Paulo: Manole, 2008. xviii, 1228 p. ISBN 9788520425442
(enc.). Classificação: 618.2 Z94z Ac.38306.
BARBOSA, Nirliane Ribeiro. O casal grávido: reflexões para a enfermagem. Curitiba:
Appris, 2015. 123 p. ISBN 9788581928753 (broch.). Classificação: CE 616-083:612.63
B238c Ac.66292
CONSELHO INTERNACIONAL DE ENFERMEIROS. CIPE, versão 1: Classificação
Internacional para a Prática de Enfermagem, versão 1.0. São Paulo: Algol, 2007. 203 p.
ISBN 9788560187041 (broch.). Classificação: 616-083 C577 Ac.41275.
CIPE - Beta 2: Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem. São Paulo,
2003. 286 p. ISBN 8587962094 (broch.). Classificação: 616-083 C577 Ac.63879 .
GARCIA, Telma Ribeiro. (Org). Classificação internacional para a prática de
enfermagem (CIPE): versão 2015 . Porto Alegre, RS: Artmed, 2016.. 270 p. ISBN
9788582713341 (broch.). Classificação: 616-083 C614 Ac.66383.
103
Módulo
Semestre
Fisiologia da lactação
6º
Carga Horária
36 horas
EMENTA: Compreende a construção de conhecimento, competências e habilidades
para a prática do trabalho em enfermagem às mulheres que vivenciam o ciclo gravídicopuerperal funcional e suas alterações
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
MARROQUIM, Pajuçara Maria Guimarães; MAGALHÃES, Rebecca Ann Shaner.
Amamentar, por que não? Maceió: EDUFAL, 2006.. 398 p. ISBN 8571772940
(broch.). Classificação: CE 618.63 M361a Ac.21112
PASSOS, Francisco; MARROQUIM, Pajuçara Maria Guimarães. Aleitamento materno.
Maceió: EDUFAL, 2005. 390 p. ISBN 8571772290 (broch.).
Classificação: CE 618.63 S676a Ac.20510.
AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (BRASIL). Banco de leite humano:
funcionamento, prevenção e controle de riscos. Brasília, DF: ANVISA, 2008. 159 p.
ISBN 9788588233287 (broch.). Classificação: 618.63 A265b Ac.38409
DEODATO, Virginia. Amamentação: o melhor início para a vida. São Paulo: Livraria
Santos Editora Com. Imp. Ltda., 2005. 240 p. ISBN 8572885471 (broch.). Classificação:
618.63 D418a Ac.56386
MARTINS FILHO, José. Como e porque amamentar. 2. ed. São Paulo: Sarvier, 1987.
220p.
Módulo
Semestre
Processo de parturição: Fases clínicas do trabalho de parto
6º
Carga Horária
18 horas
EMENTA: Compreende a construção de conhecimento, competências e habilidades
para a prática do trabalho em enfermagem às mulheres que vivenciam o ciclo gravídicopuerperal funcional e suas alterações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
NEME, Bussamara. Obstetrícia básica. 3. ed. Sarvier, 2006. 1379 p. ISBN
8573781602 (enc.). Classificação: 618.2 N433o Ac.42309 .
REZENDE, Jorge de. Obstetrícia. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
104
xviii,1459 p. ISBN 9788527716031 (enc.). Classificação: 618.2 R467m 11.ed Ac.38305
MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; REZENDE FILHO, José. Obstetrícia. 12.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. xxi, 1275 p. ISBN 9788527722292 (enc.).
Classificação: 618.2 R467m 12.ed Ac.58973
REZENDE, Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2006. ix, 689 p. ISBN
8527711265 : (Enc.). Classificação: 618.2 R467o 10. ed. Ac.25566
REZENDE FILHO , Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2008. ix, 610 p. ISBN
97885277113603 (enc.). Classificação: 618.2 R467o 11.ed. Ac.38283.
ZUGAIB. Obstetrícia. São Paulo: Manole, 2008. xviii, 1228 p. ISBN 9788520425442
(enc.). Classificação: 618.2 Z94z Ac.38306.
Módulo
Semestre
Assistência de Enfermagem no Trabalho de Parto e Parto à luz
das evidências científicas sobre o trabalho de parto e parto
6º
Carga Horária
36 horas
EMENTA: Compreende a construção de conhecimento, competências e habilidades
para a prática do trabalho em enfermagem às mulheres que vivenciam o ciclo gravídicopuerperal funcional e suas alterações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
NEME, Bussamara. Obstetrícia básica. 3. ed. Sarvier, 2006. 1379 p. ISBN
8573781602 (enc.). Classificação: 618.2 N433o Ac.42309 .
REZENDE, Jorge de. Obstetrícia. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
xviii,1459 p. ISBN 9788527716031 (enc.). Classificação: 618.2 R467m 11.ed Ac.38305
MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; REZENDE FILHO, José. Obstetrícia. 12.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. xxi, 1275 p. ISBN 9788527722292 (enc.).
Classificação: 618.2 R467m 12.ed Ac.58973
REZENDE, Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2006. ix, 689 p. ISBN
8527711265 : (Enc.). Classificação: 618.2 R467o 10. ed. Ac.25566
REZENDE FILHO , Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2008. ix, 610 p. ISBN
97885277113603 (enc.). Classificação: 618.2 R467o 11.ed. Ac.38283.
105
ZUGAIB. Obstetrícia. São Paulo: Manole, 2008. xviii, 1228 p. ISBN 9788520425442
(enc.). Classificação: 618.2 Z94z Ac.38306.
Módulo
Semestre
Emergências obstétricas: síndromes hemorrágicas e hipertensivas
6º
Carga Horária
36 horas
EMENTA: Compreende a construção de conhecimento, competências e habilidades
para a prática do trabalho em enfermagem às mulheres que vivenciam o ciclo gravídicopuerperal funcional e suas alterações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
NEME, Bussamara. Obstetrícia básica. 3. ed. Sarvier, 2006. 1379 p. ISBN
8573781602 (enc.). Classificação: 618.2 N433o Ac.42309 .
REZENDE, Jorge de. Obstetrícia. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
xviii,1459 p. ISBN 9788527716031 (enc.). Classificação: 618.2 R467m 11.ed Ac.38305
MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; REZENDE FILHO, José. Obstetrícia. 12.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. xxi, 1275 p. ISBN 9788527722292 (enc.).
Classificação: 618.2 R467m 12.ed Ac.58973
REZENDE, Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2006. ix, 689 p. ISBN
8527711265 : (Enc.). Classificação: 618.2 R467o 10. ed. Ac.25566
REZENDE FILHO , Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2008. ix, 610 p. ISBN
97885277113603 (enc.). Classificação: 618.2 R467o 11.ed. Ac.38283.
ZUGAIB. Obstetrícia. São Paulo: Manole, 2008. xviii, 1228 p. ISBN 9788520425442
(enc.). Classificação: 618.2 Z94z Ac.38306.
Módulo
Semestre
Cuidados de enfermagem no parto operatório
6º
Carga Horária
36 horas
EMENTA: Compreende a construção de conhecimento, competências e habilidades
para a prática do trabalho em enfermagem às mulheres que vivenciam o ciclo gravídicopuerperal funcional e suas alterações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
106
BRASIL. Gestação de alto risco: manual técnico. 5. ed. Brasília, DF: Ministério da
Saúde, 2012. 301 p. (Série A. Normas e manuais técnicos .). ISBN 9788533417670
(broch.). Classificação: 618.3 G393 5.ed. Ac.58904.
NEME, Bussamara. Obstetrícia básica. 3. ed. Sarvier, 2006. 1379 p. ISBN
8573781602 (enc.). Classificação: 618.2 N433o Ac.42309 .
REZENDE, Jorge de. Obstetrícia. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
xviii,1459 p. ISBN 9788527716031 (enc.). Classificação: 618.2 R467m 11.ed Ac.38305
MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; REZENDE FILHO, José. Obstetrícia. 12.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. xxi, 1275 p. ISBN 9788527722292 (enc.).
Classificação: 618.2 R467m 12.ed Ac.58973
REZENDE, Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2006. ix, 689 p. ISBN
8527711265 : (Enc.). Classificação: 618.2 R467o 10. ed. Ac.25566
REZENDE FILHO , Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2008. ix, 610 p. ISBN
97885277113603 (enc.). Classificação: 618.2 R467o 11.ed. Ac.38283.
ZUGAIB. Obstetrícia. São Paulo: Manole, 2008. xviii, 1228 p. ISBN 9788520425442
(enc.). Classificação: 618.2 Z94z Ac.38306.
Módulo
Semestre
Alterações fisiológicas esperadas no puerpério
6º
Carga Horária
18 horas
EMENTA: Compreende a construção de conhecimento, competências e habilidades
para a prática do trabalho em enfermagem às mulheres que vivenciam o ciclo gravídicopuerperal funcional e suas alterações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
NEME, Bussamara. Obstetrícia básica. 3. ed. Sarvier, 2006. 1379 p. ISBN
8573781602 (enc.). Classificação: 618.2 N433o Ac.42309 .
REZENDE, Jorge de. Obstetrícia. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
xviii,1459 p. ISBN 9788527716031 (enc.). Classificação: 618.2 R467m 11.ed Ac.38305
MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; REZENDE FILHO, José. Obstetrícia. 12.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. xxi, 1275 p. ISBN 9788527722292 (enc.).
Classificação: 618.2 R467m 12.ed Ac.58973
107
REZENDE, Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2006. ix, 689 p. ISBN
8527711265 : (Enc.). Classificação: 618.2 R467o 10. ed. Ac.25566
REZENDE FILHO , Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2008. ix, 610 p. ISBN
97885277113603 (enc.). Classificação: 618.2 R467o 11.ed. Ac.38283.
ZUGAIB. Obstetrícia. São Paulo: Manole, 2008. xviii, 1228 p. ISBN 9788520425442
(enc.). Classificação: 618.2 Z94z Ac.38306.
Módulo
Semestre
Prevenção das complicações nas mulheres em fase de
puerpério: hemorragias, infecções, cefaleia pós-raqui
6º
Carga Horária
54 horas
EMENTA: Aborda as habilidades para o cuidado de enfermagem à saúde das mulheres
BIBLIOGRAFIA:
LOPES, Maria Helena Baena de Moraes. Enfermagem na saúde da mulher. Goiânia,
GO: AB, 2006. xix, 259 p. ISBN 8574981419 (broch.). Classificação: 616-083:618.1
L864e Ac.37889.
NEME, Bussamara. Obstetrícia básica. 3. ed. Sarvier, 2006. 1379 p. ISBN
8573781602 (enc.). Classificação: 618.2 N433o Ac.42309 .
REZENDE, Jorge de. Obstetrícia. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
xviii,1459 p. ISBN 9788527716031 (enc.). Classificação: 618.2 R467m 11.ed Ac.38305
MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; REZENDE FILHO, José. Obstetrícia. 12.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. xxi, 1275 p. ISBN 9788527722292 (enc.).
Classificação: 618.2 R467m 12.ed Ac.58973
REZENDE, Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2006. ix, 689 p. ISBN
8527711265 : (Enc.). Classificação: 618.2 R467o 10. ed. Ac.25566
REZENDE FILHO , Jorge de; MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa. Obstetrícia
fundamental. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2008. ix, 610 p. ISBN
97885277113603 (enc.). Classificação: 618.2 R467o 11.ed. Ac.38283.
ZUGAIB. Obstetrícia. São Paulo: Manole, 2008. xviii, 1228 p. ISBN 9788520425442
(enc.). Classificação: 618.2 Z94z Ac.38306.
108
BARBOSA, Nirliane Ribeiro. O casal grávido: reflexões para a enfermagem. Curitiba:
Appris, 2015. 123 p. ISBN 9788581928753 (broch.). Classificação: CE 616-083:612.63
B238c Ac.66292
CONSELHO INTERNACIONAL DE ENFERMEIROS. CIPE, versão 1: Classificação
Internacional para a Prática de Enfermagem, versão 1.0. São Paulo: Algol, 2007. 203 p.
ISBN 9788560187041 (broch.). Classificação: 616-083 C577 Ac.41275.
CIPE - Beta 2: Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem. São Paulo,
2003. 286 p. ISBN 8587962094 (broch.). Classificação: 616-083 C577 Ac.63879 .
GARCIA, Telma Ribeiro. (Org). Classificação internacional para a prática de
enfermagem (CIPE): versão 2015 . Porto Alegre, RS: Artmed, 2016.. 270 p. ISBN
9788582713341 (broch.). Classificação: 616-083 C614 Ac.66383.
7.9.4.2 6º Semestre: Eixo – Formação Profissional em Enfermagem II
Módulo
Semestre
Ensino em Enfermagem II
6º
Carga Horária
18 horas
EMENTA: Discute a prática educativa, na perspectiva da formação profissional. Aborda
os objetivos educacionais, conteúdos, métodos e meios de ensino, planejamento em
educação, relação professor-aluno, avaliação do processo ensino-aprendizagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BASTABLE, Susan Bacorn. O enfermeiro como educador: princípios de ensino
aprendizagem para a prática de enfermagem. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANTUNES, Celso. Manual de técnicas de dinâmica de grupo de sensibilização de
ludopedagogia. Petrópolis, RJ: Vozes, 1994.
PILETTI, Claudino. Didática geral. 24. ed. São Paulo: Ática, 2010.
7.9.4.3 Pesquisa em Enfermagem III
Módulo
Semestre
Desenvolvimento do TCC II
6º
Carga Horária
54 horas
EMENTA: Aprofunda o estudo da metodologia da pesquisa e acompanha a formulação
109
de um projeto de trabalho de conclusão de curso (TCC).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BASTOS, Cleverson Leite; KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: introdução à
metodologia científica. 18. ed. Petrópolis: Vozes, 2005.
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia
científica. 6. ed. São Paulo: Person Prentice Hall, 2007.
LAKATOS, Eva Maria; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica: ciência e
conhecimento científico, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis,
metodologia jurídica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e
iniciação à pesquisa. 27. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia
científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho
científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório,
publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
PEREIRA, José Matias. Manual de metodologia da pesquisa científica. 3. ed. São
Paulo, SP: Atlas, 2012.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo:
Cortez, 2007.
KERLINGER, Fred N. (Fred Nichols). Metodologia da pesquisa em ciências sociais:
um tratamento conceitual. São Paulo: EPU, 1980
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa:
planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa,
elaboração, análise e interpretação de dados. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas,
2010.
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane Gouvea; ABREU-TARDELLI, Lília Santos.
Resenha. São Paulo: Parábola, 2004.
MARQUES, Mario Osorio. Escrever é preciso: o princípio da pesquisa. 5. ed. Ijuí,
110
RS: UNIJUÍ,
2006.
BASTOS, Lília da Rocha. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de
pesquisa, teses, dissertações e monografias. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
e Científicos Editora S. A., 2004
CASTRO, Cláudio de Moura. A prática da pesquisa. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill do
Brasil, c2006..
ANDRADE, Maria Lúcia C. V. O. Resenha. São Paulo: Paulistana, 2009.
BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de
pesquisa: propostas metodológicas. 18. ed. Petrópolis: Vozes, 2009
MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa
em saúde. 4. ed. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: ABRASCO, 1996.
7.9.4.2 7º Semestre: Eixo - Rede de Atenção Integral à Saúde da Criança e do
Adolescente
Módulo
Semestre
Rede de Atenção Integral à Saúde da Criança e do Adolescente II
7º
Carga Horária
288 horas
EMENTA: Abordar o processo saúde-doença da criança e do adolescente,
considerando o perfil epidemiológico, em face das diferentes realidades sociais e das
políticas públicas de saúde, utiliza as Teorias de Enfermagem/ Processo de
Enfermagem em diferentes territórios da rede de atenção à saúde infantil, tais como
alojamento conjunto, clínicas pediátricas, unidades de terapia intensiva neonatal e
pediátrica, atenção especializada, com ênfase ao cuidado de enfermagem as
necessidades humanas das crianças e adolescentes hospitalizados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALMEIDA, F. A.; SABATÉS, A. L. Enfermagem pediátrica: a criança, o adolescente e
sua família no hospital. Barueri, SP: Manole, 2008.
ENGEL, Joyce. Avaliação em pediatria. 3.ed. Revisão técnica de Sônia Regina de
Souza. Rio de Janeiro: Reichmann e Affonso Editores, 2002.
MARCONDES, E. et al. Pediatria Básica. 9.ed. São Paulo: Savier, 2003.
WONG. Fundamentos de Enfermagem Pediátrica. 7. ed. Rio de janeiro:
Elsevier,2006.
111
COMPLEMENTAR
BOWDEN, Vicky R.; GREENBERG, Cindy S. Procedimentos de Enfermagem
Pediátrica. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
KYLE, T. Enfermagem Pediátrica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
JUNIOR, Deoclécio C.; BURNS, Dennis A. R.; LOPEZ, Fabio A. Tratado de Pediatria.
3. ed. São Paulo: Manole, 2014, 2v.
LEIFER, G. Princípios e técnicas em enfermagem pediátrica. São Paulo: Ed. Santos,
1996.
PERRY, Anne G.; POTTER, Patrícia A. Grande tratado de enfermagem prática:
clínica e prática hospitalar. São Paulo: Tempo Editora, 1998. p.325-347.
SIGAUD, C.H.S. Enfermagem pediátrica: o cuidado de enfermagem à criança e ao
adolescente. São Paulo: EPU, 1996.
SMELTZER, S. C. e BARE, B. G. Brunner e Suddarth. Tratado de enfermagem
médico-cirúrgica. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Vol.1.
7.9.4.3 - 7º Semestre – Eixo: Enfermagem em Saúde da Família III
Módulo
Semestre
Gerência/assistência de enfermagem em saúde mental II
7º
Carga Horária
90 horas
EMENTA: Aborda o processo saúde-doença mental e as modalidades de intervenção
específicas do campo da enfermagem considerando o desenvolvimento humano nas
suas diferentes fases, o perfil epidemiológico da região, os agravos mais prevalentes e
as políticas públicas atuais voltadas para área.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AMARANTE, Paulo. Loucos pela vida. A trajetória da reforma psiquiátrica no Brasil.
Rio de Janeiro. Fio Cruz. 1995.
AMARANTE, Paulo. Psiquiatria Social e Reforma Psiquiátrica. Rio de Janeiro, Fio
Cruz. 1994.
ASSIS, M.O. O alienista. São Paulo. Ed. Atica S.A.. 1992.
112
IRVING, Sasau. R.N. Enfermagem Psiquiátrica Básica. Rio de Janeiro Interamerica
1978
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.DAPE. Coordenação
Geral de Saúde Mental. Reforma psiquiátrica e política de saúde mental no Brasil.
Documento apresentado à Conferência Regional de Reforma dos Serviços de Saúde
Mental: 15 anos depois de Caracas. OPAS. Brasília, novembro de 2005.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações
Programáticas Estratégicas. Saúde mental no SUS: os centros de atenção psicossocial
/ Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações
Programáticas Estratégicas. – Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações
Programáticas Estratégicas. Saúde mental e economia solidária: inclusão social pelo
trabalho / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações
Programáticas e Estratégicas. – Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2005.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Secretaria de Atenção à Saúde.
Legislação em saúde mental: 1990-2004 / Ministério da Saúde, Secretaria-Executiva,
Secretaria de Atenção à Saúde. – 5. ed. ampl. – Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. SVS/CN-DST/AIDS. A
Política do Ministério da Saúde para Atenção Integral a Usuários de Álcool e outras
Drogas/Ministério da Saúde. 2.ed. rev. ampl.– Brasília:Ministério da Saúde, 2004.
CASSOL, Paulo Barrozo et al . Tratamento em um grupo operativo em saúde:
percepção dos usuários de álcool e outras drogas. Rev. Gaúcha Enferm., Porto Alegre
, v. 33, n. 1, p. 132-138, Mar. 2012.
EMERICH, Bruno Ferrari; YASUI, Silvio. O hospital psiquiátrico em diálogos atemporais.
Interface (Botucatu) [online]. 2016, vol.20, n.56, pp.207-216.
GRYSCHEK, Guilherme and PINTO, Adriana Avanzi Marques. Mental health care: how
can Family Health teams integrate it into Primary Healthcare?. Ciênc. saúde coletiva
[online]. 2015, vol.20, n.10, pp.3255-3262.
HORI, Alice Ayako; NASCIMENTO, Andréia de Fátima. O Projeto Terapêutico Singular
e as práticas de saúde mental nos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) em
Guarulhos (SP), Brasil. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro , v. 19, n. 8, p. 35613571, Aug. 2014 .
JORGE, Maria Salete Bessa et al . Promoção da Saúde Mental - Tecnologias do
Cuidado: vínculo, acolhimento, co-responsabilização e autonomia. Ciênc. saúde
113
coletiva, Rio de Janeiro , v. 16, n. 7, p. 3051-3060, July 2011 .
MOURA, Renata Heller de;BOARINI, Maria Lucia. Family health through the lens of
mental hygiene. Hist. cienc. saude-Manguinhos [online]. 2012, vol.19, n.1, pp.217235.
Módulo
Gerência/Assistência de Enfermagem à Pessoa Idosa
Semestre
7º
Carga Horária
54 horas
EMENTA: Estudo teórico-prático da intervenção e gerenciamento de enfermagem no
processo saúde doença da pessoa idosa, considerando o perfil epidemiológico da
região para nortear o estudo dos agravos mais incidentes envolvendo o grupo assistido,
instrumentalizando o estudante para assistir o idoso nos vários campos de atuação do
enfermeiro, enfocando as mudanças psicológicas, biológicas, sociais e espirituais
características do envelhecimento e as principais patologias que acometem o idoso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL, Lei n. 8.642, 1994. Dispõe sobre a Política Nacional do Idoso e dá outras
providências. Brasília (DF), 2003
_______.
Estatuto
do
Idoso.
Brasília:
2017.
Disponível
em:
http://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/530232/estatuto_do_idoso_1ed.pdf
_______. Portaria Nº 2.528 de 19 de Outubro de 2006: aprova a Política Nacional de
Saúde da Pessoa Idosa. Brasilia: 2006.
_______. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Envelhecimento e
saúde da pessoa idosa. Brasília (DF), 2006. 192 p. (Cadernos de Atenção Básica; 19)
(Série A. Normas e Manuais Técnicos).
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à saúde. Departamento de
Atenção Especializada e Temática. Diretrizes para o cuidado das pessoas idosas no
SUS: proposta de modelo de atenção integral. XXX Congresso Nacional de Secretarias
Municipais de Saúde. Brasília (DF), 2014a.
_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à saúde. Departamento de
Atenção Especializada e Temática. Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa. 3 ed.
Brasília (DF), 2014b.
Freitas E, Py L. Tratado de geriatria e gerontologia. Rio de Janeiro. 4ª Ed: Guanabara
Koogan. 2017
Roach, S. S. Introdução à enfermagem gerontológica. Rio de Janeiro: Guanabara
114
Koogan; 2003. 351p.
Organização Mundial da Saúde. Envelhecimento ativo: uma política de saúde. 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CENTRO INTERNACIONAL DE LONGEVIDADE BRASIL. Envelhecimento Ativo: um
marco político em resposta à revolução da longevidade. Brasil. 1ª edição – Rio de
Janeiro, RJ, Brasil, 2015.
SABE: saúde, bem-estar e envelhecimento: o projeto SABE no município de São Paulo:
uma abordagem inicial. Brasília (DF): Organização Pan-Americana da Saúde, 2003. 255
p.
Aires M, Paskulin L, Morais E. Capacidade funcional em idosos mais velhos: um estudo
comparativo em três regiões do Rio Grande do Sul. Revista Latino Americana de
Enfermagem. 2010; 18(1): 742-747.
Almeida, A. O acesso aos serviços de saúde pelos idosos no Brasil com base na
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) entre 1998-2008. J Bras.
Economia Saúde. 2015; 7(1): 43-52.
Almeida, Ana Paula et al. Determinantes socioeconômicos do acesso a serviços e
saúde em idosos: revisão sistemática. Rev Saúde Pública, 2017; 51:50.
Andrade, L et al. Políticas públicas para pessoas idosas no Brasil: uma revisão
integrativa. Ciência saúde coletiva. 2013; 18(12): 543-3552.
BRASIL. Brasil 2050: Desafios de uma Nação que Envelhece. Brasília 2017.
Camarano, A; Kanso, S. As instituições de longa permanência para idosos no Brasil.
Rev. Bras. Estud. Popul. 2010, 27 (1): 232-235.
Canesqui, A.M.; Barsaglini, R.A. Apoio social e saúde: pontos de vista das ciências
sociais e humanas. Ciência & Saúde Coletiva. 2012; 17(5): 1103-1114.
Carneiro, L. A. F.; Campino, A. C. C.; Leite, F. et al. Envelhecimento Populacional e os
Desafios para o Sistema de Saúde Brasileiro. Instituto de Estudos de Saúde
Suplementar. São Paulo, 2013.
Duca, G.F.D.; Martinez, A.D.; Bastos, G.A.N. Perfil do idoso dependente de cuidado
domiciliar em comunidades de baixo nível socioeconômico de Porto Alegre, Rio Grande
do Sul. Ciência & Saúde Coletiva. 2012; 7 (5): 1159-1165.
Organização das Nações Unidas. Plano de ação internacional contra o envelhecimento
de 2002. Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Humanos, 2003. (Série Institucional
115
em Direitos Humanos; v. 1).
Organização Mundial da Saúde. Relatório Mundial de Envelhecimento e Saúde.
Genebra: 2015. Disponível em: https://sbgg.org.br//wpcontent/uploads/2015/10/OMSENVELHECIMENTO-2015-port.pdf
SABE: Saúde, Bem Estar e Envelhecimento. Estudo Longitudinal de Múltiplas Coortes
sobre as Condições de Vida e Saúde dos Idosos do Município de São Paulo. São
Paulo. Disponível em: http://www.fsp.usp.br/sabe/arti.php
Sistema de Indicadores de Saúde e Acompanhamento de Políticas do Idoso: SISAP
Idoso. Fiocruz. Disponível em: https://sisapidoso.icict.fiocruz.br
7.9.4.4 – 7º – Eixo: Pesquisa em Enfermagem IV
Módulo
Semestre
Desenvolvimento do TCC III
7º
Carga Horária
27 horas
EMENTA: Aprofunda o estudo da metodologia da pesquisa e acompanha e finaliza a
formulação de um projeto de trabalho de conclusão de curso (TCC).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BASTOS, Cleverson Leite; KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: introdução à
metodologia científica. 18. ed. Petrópolis: Vozes, 2005.
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia
científica. 6. ed. São Paulo: Person Prentice Hall, 2007.
LAKATOS, Eva Maria; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica: ciência e
conhecimento científico, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis,
metodologia jurídica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e
iniciação à pesquisa. 27. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia
científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho
científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório,
publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
PEREIRA, José Matias. Manual de metodologia da pesquisa científica. 3. ed. São
Paulo, SP: Atlas, 2012.
116
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo:
Cortez, 2007.
KERLINGER, Fred N. (Fred Nichols). Metodologia da pesquisa em ciências sociais:
um tratamento conceitual. São Paulo: EPU, 1980
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa:
planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa,
elaboração, análise e interpretação de dados. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas,
2010.
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane Gouvea; ABREU-TARDELLI, Lília Santos.
Resenha. São Paulo: Parábola, 2004.
MARQUES, Mario Osorio. Escrever é preciso: o princípio da pesquisa. 5. ed. Ijuí,
RS: UNIJUÍ, 2006.
BASTOS, Lília da Rocha. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de
pesquisa, teses, dissertações e monografias. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
e Científicos Editora S. A., 2004.
CASTRO, Cláudio de Moura. A prática da pesquisa. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill do
Brasil, c2006.
ANDRADE, Maria Lúcia C. V. O. Resenha. São Paulo: Paulistana, 2009.
BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de
pesquisa: propostas metodológicas. 18. ed. Petrópolis: Vozes, 2009.
MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa
em saúde. 4. ed. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: ABRASCO, 1996.
7.9.4.4 8º Semestre: Eixo - Enfermagem em Atenção Hospitalar
Módulo
Vigilância epidemiológica das DANT's
Semestre
8º
Carga Horária
18 horas
EMENTA: Aborda a magnitude das doenças e agravos não transmissíveis (DANT's) na
população brasileira, o papel da vigilância em saúde no monitoramento e controle das
DANT's e a promoção da saúde como medida de enfrentamento.
117
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de vigilância em
saúde: 2017.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Política Nacional de
Promoção da Saúde.3 ed. Brasília:2010.
Reichenheim ME, Souza ER, Moraes CL, Mello Jorge MH, Silva CM, Minayo MCS.
Violence and injuries in Brazil: the effect, progress made, and challenges ahead.
Lancet. 2011; 377(9781): 1962-75.
ROUQUAYROL, M. Z.; GURGEL, M. Epidemiologia & saúde. 8 ed. Rio de Janeiro:
Medbook, 2017.
Módulo
Gerência/assistência de enfermagem à saúde do trabalhador
Semestre
8º
Carga Horária
18 horas
EMENTA: Estuda o processo saúde-doença em sua relação com o trabalho, as
respostas sociais dadas a esse processo, sobretudo no âmbito das políticas públicas de
saúde. Destaca o trabalho em Enfermagem voltado à saúde do trabalhador, levando em
consideração, em especial, as demandas institucionais engendradas no Sistema Único
de Saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL. Portaria n. 1.679/2002. Dispõe sobre a estruturação da Rede Nacional de
Atenção Integral à Saúde do Trabalhador no SUS e dá outras providências. Diário
Oficial da União. Brasília, 2002.
______. Portaria n. 2.437/2005. Dispõe sobre a ampliação e fortalecimento da Rede
Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador no SUS e dá outras providências.
Diário Oficial da União. Brasília, 2005a.
______. Portaria n. 2.728/2009. Dispõe sobre a Rede Nacional de Atenção Integral à
Saúde do Trabalhador no SUS e dá outras providências. Diário Oficial da União.
Brasília, 2009.
______. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. O financiamento da saúde.
Brasília: CONASS, 2011.
118
______. Portaria nº 1.823/2012. Institui a Política Nacional de Saúde do Trabalhador e
da Trabalhadora. Diário Oficial da União. Brasília, 2012.
MINAYO-GOMEZ, Carlos; MACHADO, Jorge Mesquita Huet; PENA, Paulo Gilvane
Lopes. Saúde do Trabalhador na sociedade brasileira contemporânea. Rio de
Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2011.
VASCONCELLOS, Luiz Carlos Fadel; OLIVEIRA, Maria Helena Barros de Oliveira
(org.). Saúde, trabalho, direito: uma trajetória crítica e a crítica de uma trajetória. Rio
de Janeiro: Educam, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LACAZ, Francisco Antônio de Castro. Reforma sanitária e saúde do trabalhador. Saúde
e Sociedade. São Paulo, v. 3, n. 1, p. 41-59, 1994.
______. Saúde dos trabalhadores: cenários e desafios. Cad. Saúde Publ. Rio de
Janeiro, v. 13, Supl. 2, 1997.
MENDES, René; DIAS, Elizabeth Costa. Da medicina do trabalho à saúde do
trabalhador. Revista de Saúde pública. São Paulo, v. 25, 1991.
MINAYO-GOMEZ, Carlos; THEDIM-COSTA, Sonia Maria da Fonseca. A construção do
campo da saúde do trabalhador: percurso e dilemas. Caderno de Saúde Pública. Rio
de Janeiro, v. 13, Supl. 2, 1997.
______; LACAZ, Francisco Antônio de Castro. Saúde do trabalhador: novas-velhas
questões. Ciência & Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, v. 10, n. 4, 2005.
SOUZA, Diego de Oliveira; MELO, Ana Inês Cardoso de; VASCONCELLOS, Luiz
Carlos Fadel. A saúde dos trabalhadores em “questão”: anotações para uma
abordagem histórico-ontológica. O social em questão, Rio de Janeiro, v. 18, n. 34, p.
107-136, 2015.
Módulo
Processo histórico de constituição do modelo hospitalar
Semestre
8º
Carga Horária
27 horas
EMENTA: estuda o processo histórico de constituição do modelo hospitalar e sua
influência enquanto paradigma para a gestão e assistência à saúde.
KURCGANT, Paulina; TRONCHIN, Daisy Maria Rizatto (Coord.) Gerenciamento em
enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
119
KURCGANT, Paulina, coord. Administração em enfermagem. EPU, 1991.
MIRANDA, Sonia Maria Rezende Camargo de (Org). A Enfermagem na gestão em
atenção primária à saúde. Manole, 2002.
MARQUES, Bessier L; HUSTON, Carol J. Administração e liderança em
enfermagem: teoria e prática. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
GESTÃO do serviço de enfermagem no mundo globalizado. Rio de Janeiro: Rubio,
2009.
MALAGON-LONDOÑO, Gustavo; MORERA, Ricardo Galán; LAVERDE, Gabriel
Pontón. Administração hospitalar. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan,
2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier: Campus,
2008.
CHIAVENATO. I. Introdução a Teoria Geral da Administração. 7ª ed. São Paulo:
Campos, 2004.
CUNHA, Kathia de Carvalho. Gerenciamento na Enfermagem: Novas Práticas e
Competências. São Paulo: Martinari, 2005.
MALAGUTTI, William; CAETANO, Karen. Gestão do Serviço de Enfermagem no
Mundo Globalizado. Rio de Janeiro: Rubio, 2009.
Módulo
Vigilância Epidemiológica Hospitalar e controle de infecção
Semestre
8º
Carga Horária
18 horas
EMENTA: Estudo epidemiologia e seus aspectos operacionais no contexto hospitalar e
o controle de infecção hospitalar para a prática de enfermagem, com foco na gestão
de riscos, recursos humanos, físicos, ambientais, materiais e financeiros permeados
pela ética profissional e qualidade do trabalho de enfermagem, bem como dos serviços
de saúde.
KURCGANT, Paulina; TRONCHIN, Daisy Maria Rizatto (Coord.) Gerenciamento em
enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
120
KURCGANT, Paulina, coord. Administração em enfermagem. EPU, 1991.
MIRANDA, Sonia Maria Rezende Camargo de (Org). A Enfermagem na gestão em
atenção primária à saúde. Manole, 2002.
MARQUES, Bessier L; HUSTON, Carol J. Administração e liderança em
enfermagem: teoria e prática. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
GESTÃO do serviço de enfermagem no mundo globalizado. Rio de Janeiro: Rubio,
2009.
MALAGON-LONDOÑO, Gustavo; MORERA, Ricardo Galán; LAVERDE, Gabriel
Pontón. Administração hospitalar. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan,
2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier: Campus,
2008.
CHIAVENATO. I. Introdução a Teoria Geral da Administração. 7ª ed. São Paulo:
Campos, 2004.
CUNHA, Kathia de Carvalho. Gerenciamento na Enfermagem: Novas Práticas e
Competências. São Paulo: Martinari, 2005.
MALAGUTTI, William; CAETANO, Karen. Gestão do Serviço de Enfermagem no
Mundo Globalizado. Rio de Janeiro: Rubio, 2009.
Módulo
Gestão Hospitalar
Semestre
8º
Carga Horária
54 horas
EMENTA: Estudo e desenvolvimento de ações e planejamento para a prática de
enfermagem, com foco na gestão de riscos, recursos humanos, físicos, ambientais,
materiais e financeiros permeados pela ética profissional e qualidade do trabalho de
enfermagem, bem como dos serviços de saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
KURCGANT, Paulina; TRONCHIN, Daisy Maria Rizatto (Coord.) Gerenciamento em
enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
121
KURCGANT, Paulina, coord. Administração em enfermagem. EPU, 1991.
MIRANDA, Sonia Maria Rezende Camargo de (Org). A Enfermagem na gestão em
atenção primária à saúde. Manole, 2002.
MARQUES, Bessier L; HUSTON, Carol J. Administração e liderança em
enfermagem: teoria e prática. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
GESTÃO do serviço de enfermagem no mundo globalizado. Rio de Janeiro: Rubio,
2009.
MALAGON-LONDOÑO, Gustavo; MORERA, Ricardo Galán; LAVERDE, Gabriel
Pontón. Administração hospitalar. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan,
2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier: Campus,
2008.
CHIAVENATO. I. Introdução a Teoria Geral da Administração. 7ª ed. São Paulo:
Campos, 2004.
CUNHA, Kathia de Carvalho. Gerenciamento na Enfermagem: Novas Práticas e
Competências. São Paulo: Martinari, 2005.
MALAGUTTI, William; CAETANO, Karen. Gestão do Serviço de Enfermagem no
Mundo Globalizado. Rio de Janeiro: Rubio, 2009.
MERHY EE, FRANCO TB. Trabalho em Saúde. In: Pereira IB, Lima JCF (org.).
Dicionário da Educação Profissional em Saúde. - 2.ed. rev. ampl. - Rio de Janeiro:
EPSJV, 2008. p. 427-32.
NETO Gonzalo Vecina & MALIK Ana Maria (orgs). Gestão em Saúde. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011.
GONÇALVES, Ernesto Lima org. Gestão Hospitalar: Administrando o hospital
moderno. São Paulo: Saraiva, 2006.
MALAGÓN-LONDOÑO, Gustavo. MORERA, Ricardo Galán; LAVERDE, Gabriel
Pontón; tradução Antônio Francisco Dieb Paulo; revisão técnica Maria de Fátima
Azevedo. Administração Hospitalar. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
MATOS, Afonso José de. Gestão de Custos Hospitalares: Técnicas, análises e
tomadas de decisão. 3 ed. São Paulo: Editora STS, 2002.
122
Módulo
Enfermagem em Segurança do Paciente
Semestre
8º
Carga Horária
36 horas
EMENTA: Estudo da Prática de Enfermagem na a segurança do paciente,
gerenciamento de riscos, indicadores de segurança.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Agência
Nacional
de
Vigilância
Sanitária
(ANVISA).
Disponível
<http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/hsentinela/areas_diretas.htm>
em
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria Nº 529, de 1º de abril de 2013. Institui o
Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP). Disponível em:
<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2013/prt0529_01_04_2013.html>.
CLANCY, C.M. Ten Years After To Err Is Human. American Journal of Medical
Quality, v. 24, p. 525, 2009.
DONALDSON, L.; PHILIP, P. Patient Safety – a global priority. Bulletin of the World
Health Organization, Editorials, v. 82, n. 12, 2004.
Institute for Healthcare Improvement (IHI). Overview of the 5 Million Lives Campaign,
2008.
Disponível
em:
<http://www.ihi.org/offerings/Initiatives/PastStrategicInitiatives/5MillionLivesCampaign/P
ages/default.aspx>
PETERLINI, M.A.S.; PEREIRA, S.R. Os erros humanos: abrangência e tipos. In:
HARADA, M.J.C.S.; PEDREIRA, M.L.G.; PETERLINI, M.A.S.; PEREIRA, S.R.
(Organizadores). O erro humano e a segurança do paciente. São Paulo: Atheneu;
2006. 238 p.
WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). A World Alliance for Safer Health Care.
More than words: conceptual framework for the international classification for patient
safety. Version 1.1. Final technical report. January 2009. Geneva(Switzerland): World
Health Organization, 2009.
WHO -WORLD HEALTH ORGANIZATION. World alliance for patient safety. Summary
of the evidence on patient safety: implications for research. The Research Priority
Setting Working Group of the World Alliance for Patient Safety. 2008. P 1-136
Módulo
Gerência/assistência de Enfermagem em Saúde do Adulto 2.
123
Semestre
8º
Carga Horária
180 horas
EMENTA: Estudo da Prática de Enfermagem a indivíduos hospitalizados (e sua família)
com alterações nas condições críticas de saúde clínicas e/ou cirúrgicas, considerando o
contexto epidemiológico, social e familiar, visando o restabelecimento e recuperação da
saúde, prevenção de agravos, reabilitação da saúde e reintrodução no convívio social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BARROS, Alba Lucia Botura Leite de et al. Anamnese e exame físico: avaliação
diagnóstica de enfermagem no adulto. Porto Alegre: Artmed, 2002.
ATKINSON, Leslie D; MURRAY, Mary Ellen. Fundamentos de enfermagem:
introdução ao processo de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara, 1989.
UNNER, Lilian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith; SMELTZER, Suzanne C; BARE,
Brenda G; HINKLE, Janice L.; CHEEVER, Kerry H. Tratado de enfermagem médicocirúrgica. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
DUGAS, Beverly Witter; DYMOND, Barbara Marie Du Gas. Enfermagem prática. 4. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara, 1988.
MARIA, Vera Lúcia Regina. Exame clínico de enfermagem do adulto: focos de
atenção psicobiológicos como subsídios para diagnósticos de enfermagem. 2. ed.
São Paulo: Iatria, 2003.
ROTHROCK, Jane C.; MCEWEN, Donna R (Et. al). Alexander cuidados de
enfermagem ao paciente cirúrgico. 13 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
SOUZA, Regina Marcia Cardoso de; CALIL, Ana Maria; PARANHOS, Wana Yeda;
MALVESTIO, Marisa Amaro. Atuação no trauma: uma abordagem para a
enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SALLUM, Ana Maria Calil; PARANHOS, Wana Yeda (Edit.). O enfermeiro e as
situações de emergência. 2. ed. São Paulo, SP: Atheneu, 2010.
FORTES, Julia Ikeda. Enfermagem em emergências: noções básicas de
atendimento pré-hospitalar. 2. ed. São Paulo: EPU, 2008.
SOUZA, Regina Marcia Cardoso de; CALIL, Ana Maria; PARANHOS, Wana Yeda;
MALVESTIO, Marisa Amaro. Atuação no trauma: uma abordagem para a
enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2009.
124
GOMES, Alice Martins. Enfermagem na unidade de terapia intensiva. 3. ed. atual.
São Paulo: EPU.
CHAPLEAU, Will. Manual de emergências: um guia para primeiros socorros. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2008.
CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Manual de diagnósticos de enfermagem. 11. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2008.
CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Diagnósticos de enfermagem: aplicação à
prática clínica. 11. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
CONSELHO INTERNACIONAL DE ENFERMEIROS. CIPE, versão 1: Classificação
Internacional para a Prática de Enfermagem, versão 1.0. São Paulo, SP: Algol, 2007.
HINRICHSEN, Sylvia Lemos. Biossegurança e controle de infecções: risco
sanitário hospitalar. Rio de Janeiro: Medsi, 2004.
SOUZA, Elizabeth Moura Soares de. Processamento de artigos
estabelecimentos de saúde: informações básicas. Maceió, AL: EDUFAL, 2007.
em
OLIVEIRA, Adriana Cristina de. Infecções hospitalares: epidemiologia, prevenção e
controle. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
FISCHBACH, Frances Talaska; DUNNING, Marshall Barnett. Manual de enfermagem:
exames laboratoriais e diagnósticos. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2010.
POTTER, P. et al. Grande Tratado de Enfermagem Prática Clínica e Prática
Hospitalar.1ª ed Atheneu. São Paulo, 1995.
Módulo
Gerência/Assistência de Enfermagem Perioperatória
Semestre
8º
Carga Horária
90 horas
EMENTA: Estudo da Prática de Enfermagem a indivíduos na período Perioperatório
considerando o contexto social e familiar, visando o restabelecimento e recuperação da
saúde, prevenção de agravos, reabilitação da saúde e reintrodução no convívio social.
Atuação do Enfermeiro em Unidade de Centro Cirúrgico, Centro de Recuperação pós
anestésica e Central de Material Esterilizado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Smeltzer, S.C; Bare, B.G, Hinkle, J.L; Cheever , K.H. Tratado de enfermagem
médicocirúrgica. 11ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
125
ROTHROCK, Jane C. Cuidados de enfermagem ao paciente cirúrgico. Rio de
Janeiro:
Elsevier, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Martins FZ, Dall’Agnol CM. Centro cirúrgico: desafios e estratégias do enfermeiro nas
atividades gerenciais. Rev Gaúcha Enferm. 2016 dez;37(4):e56945. doi:
http://dx.doi.org/10.1590/19831447.2016.04.56945.
Disponível:
http://dx.doi.org/10.1590/1983- 1447.2016.04.56945
Módulo
Gerência/Assistência de Enfermagem em Reabilitação
Semestre
8º
Carga Horária
36 horas
EMENTA: Prática de Enfermagem a indivíduos com alterações nas condições de
saúde, considerando o contexto social e familiar, visando o restabelecimento e
recuperação da saúde, prevenção de agravos, reabilitação da saúde e reintrodução no
convívio social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ATKINSON, Leslie D; MURRAY, Mary Ellen. Fundamentos de enfermagem:
introdução ao processo de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara, 1989
BARROS, Alba Lucia Botura Leite de et al. Anamnese e exame físico: avaliação
diagnóstica de enfermagem no adulto. Porto Alegre: Artmed, 2002.
BRUNNER, Lilian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith; SMELTZER, Suzanne C; BARE,
Brenda G; HINKLE, Janice L.; CHEEVER, Kerry H. Tratado de enfermagem médicocirúrgica. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
DUGAS, Beverly Witter; DYMOND, Barbara Marie Du Gas. Enfermagem prática. 4. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara, 1988.
MARIA, Vera Lúcia Regina. Exame clínico de enfermagem do adulto: focos de
atenção psicobiológicos como subsídios para diagnósticos de enfermagem. 2. ed.
São Paulo: Iatria, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HOEMAN, S.P. Enfermagem de Reabilitação: processo e aplicação. 3ª Ed. Loures:
Lusociência, 2003.
HOEMAN, S.P. Enfermagem de Reabilitação–Prevenção, Intervenção e Resultados
Esperados. Loures: Lusociência, 2011.
126
7.9.4.5 – 8º período – Eixo: Pesquisa em Enfermagem V
Módulo
Defesa do TCC
Semestre
8º
Carga Horária
18 horas
EMENTA: Aprofunda o estudo da metodologia da pesquisa e acompanha a finalização
do projeto de trabalho de conclusão de curso (TCC).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BASTOS, Cleverson Leite; KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: introdução à
metodologia científica. 18. ed. Petrópolis: Vozes, 2005.
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia
científica. 6. ed. São Paulo: Person Prentice Hall, 2007
.
LAKATOS, Eva Maria; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica: ciência e
conhecimento científico, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis,
metodologia jurídica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e
iniciação à pesquisa. 27. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia
científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho
científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório,
publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2009
PEREIRA, José Matias. Manual de metodologia da pesquisa científica. 3. ed. São
Paulo, SP: Atlas, 2012.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo:
Cortez, 2007.
KERLINGER, Fred N. (Fred Nichols). Metodologia da pesquisa em ciências sociais:
um tratamento conceitual. São Paulo: EPU, 1980
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa:
planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa,
elaboração, análise e interpretação de dados. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
127
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas,
2010.
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane Gouvea; ABREU-TARDELLI, Lília Santos.
Resenha. São Paulo: Parábola, 2004.
MARQUES, Mario Osorio. Escrever é preciso: o princípio da pesquisa. 5. ed. Ijuí,
RS: UNIJUÍ, 2006.
BASTOS, Lília da Rocha. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de
pesquisa, teses, dissertações e monografias. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
e Científicos Editora S. A., 2004
CASTRO, Cláudio de Moura. A prática da pesquisa. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill do
Brasil, c2006..
ANDRADE, Maria Lúcia C. V. O. Resenha. São Paulo: Paulistana, 2009.
BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de
pesquisa: propostas metodológicas. 18. ed. Petrópolis: Vozes, 2009
MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa
em saúde. 4. ed. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: ABRASCO, 1996
7.9.5 Movimento Curricular 4 - Eetágio Supervisionado
7.9.5.1 - 9º Semestre
Módulo
Pré-Requisito
Semestre
Estágio Supervisionado em HG e UBS 1
9º
Todas as disciplinas anteriores
Carga Horária
500 horas
EMENTA: Estágio em ambiente hospitalar e na rede básica de saúde, caracterizandose por vivência efetiva de situações concretas de trabalho no campo profissional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SANTOS, Viviane Euzébia Pereira; VIANA, Dirce Laplaca. Fundamentos e práticas
para estágio em enfermagem. 4. ed. São Caetano do Sul, SP: Yendis, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Serão utilizadas as bibliografias das disciplinas dos semestres anteriores.
128
7.9.5.2 - 10º Semestre
Módulo
Pré-Requisito
Semestre
Estágio Supervisionado em HG e UBS 2
10º
Todas as disciplinas anteriores
Carga Horária
500 horas
EMENTA: Estágio em ambiente hospitalar e na rede básica de saúde, caracterizandose por vivência efetiva de situações concretas de trabalho no campo profissional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SANTOS, Viviane Euzébia Pereira; VIANA, Dirce Laplaca. Fundamentos e práticas
para estágio em enfermagem. 4. ed. São Caetano do Sul, SP: Yendis, 2010
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Serão utilizadas as bibliografias das disciplinas dos semestres anteriores.
7.10 EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS ELETIVAS
Disciplina
Semestre
indicado
1º
Leitura e produção de texto Acadêmico
Carga Horária
27 horas
EMENTA: Estudo dos diferentes gêneros textuais e noções de comunicação oral e
escrita. Diretrizes para a leitura, análise e interpretação de textos acadêmicos, no
campo da enfermagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BERLO, David Kenneth. O Processo da comunicação: introdução à teoria e à
prática. 10. ed. São Paulo, SP: Martins Fontes, 2003.
CASTELLIANO, Tania. A comunicação e suas diversas formas de expressão. Rio
de Janeiro, RJ; São Paulo, SP: Record, 2000.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. rev. e ampl.
Cortez, 2002.
FREIRE, Paulo. Extensão ou comunicação?. 15. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
2011.
129
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BAGNO, Marcos. A língua de Eulália - novela sociolinguística. 17. ed. São Paulo:
Contexto, 2011.
MACHADO, Anna Rachel (coord.); LUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lília
Santos. Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola, 2005.
ORLANDI, Eni Puccinelli. A linguagem e seu funcionamento – as formas do
discurso. 4. ed. Campinas/SP: Pontes, 2006.
______. Interpretação - autoria, leitura e efeitos do trabalho simbólico. 5. ed.
Campinas/SP: Pontes, 2007.
Disciplina
Semestre
indicado
Enfermagem e Tecnologias em Saúde
1º
Carga Horária
27 horas
EMENTA: Tecnologias da saúde, da enfermagem e da informática, necessárias às
ações desenvolvidas pelos profissionais da saúde. Compreensão sobre o conhecimento
e inovação tecnológica aplicáveis às práticas de cuidado em saúde e enfermagem.
Informática/informatização da assistência. Tecnologias para segurança do paciente.
Protocolos de cuidado. Métodos e instrumentos de cuidar e educar em enfermagem.
Avaliação tecnológica em saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRUNNER, Lilian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith; SMELTZER, Suzanne C; BARE,
Brenda G; HINKLE, Janice L.; CHEEVER, Kerry H. Tratado de enfermagem médicocirúrgica. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências da
Saúde Programa de Pós-Graduação em Enfermagem - Mestrado Évora YDM. As
possibilidades de uso da internet na pesquisa em enfermagem. Revista Eletrônica de
Enfermagem, 2004;6(3):1-6.
ALFARO-LEFEVRE, Rosalinda. Aplicação do processo de enfermagem: uma
ferramenta para o pensamento crítico. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010 .
CONSELHO INTERNACIONAL DE ENFERMEIROS. CIPE, versão 1: Classificação
Internacional para a Prática de Enfermagem, versão 1.0. São Paulo, SP: Algol, 2007
CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Manual de diagnósticos de enfermagem. 11. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2008.
130
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CAPRON, H. L.; JOHSON, J. A. (colabs). Introdução à informática. 8. ed. São Paulo:
Pearson Pretince Hall, 2004.
FOINA, P. R. Tecnologia de informação: planejamento e gestão. 2.ed. São Paulo:
Atlas, 2009.
IDOETA, I. V.; CAPUANO, F. G. Elementos de eletrônica digital. São Paulo: Érica,
2001.
O´BRIEN, J. A. Sistemas de Informações e as Decisões Gerenciais na Era da
Internet. 2. ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2004.
Biblioteca Virtual em Saúde (BVS)
Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS);
Literatura Internacional em Ciências da Saúde (MEDLINE);
Revistas Baseadas-evidências (EBE, MBE);
Revisões Sistemáticas (Biblioteca Cochane Library);
Portal Capes;
Biblioteca Eletrônica Scientific Electronic Library Online (SCIELO);
Descritores em Ciências da Saúde (DECS);
US National Library of Medicine National Institutes of Health (PUBMED); Base de dados
de enfermagem (BDENF);
Acervo da Biblioteca do Ministério da Saúde (MS);
Acervo da Biblioteca da Organização Pan-Am. Saúde (OPAS);
Sistema de Informação da Biblioteca da OMS (WHOLIS).
Disciplina
Semestre
indicado
Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS)
2º
Carga Horária
60 horas
EMENTA: Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), da sua estrutura gramatical,
131
de expressões manuais, gestuais e do seu papel para a comunidade surda.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
QUADROS, Ronice Müller de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto
Alegre: ARTMED, 1997.
FERREIRA, Lucinda. Por uma gramática de línguas de sinais. 2. ed. Rio de Janeiro,
RJ: Tempo Brasileiro, 2010.
GÓES, Maria Cecília Rafael de. Linguagem, surdez e educação. 3. ed. Campinas,
SP: Autores Associados, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
NOGUEIRA, Jorge Luiz Fireman. Uso do software hagáquê para a prática da língua
portuguesa escrita da pessoa com surdez. Maceió: EDUFAL, 2011.
GESSER, Audrei, LIBRAS? que língua é essa?: crenças e preconceitos em torno
da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo, Parábola Editorial, 2009.
QUADROS, R. M. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais. BRASÍLIA,
SEESP/MEC, 2004.
8. TECNOLOGIAS DIGITAIS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TDIC)
A implantação de plataforma de ensino e a capacitação dos docentes da
UFAL para o uso das ferramentas da Tecnologia Digital da Informação e da
Comunicação têm sido pontos estruturantes para a transformação das aulas
tradicionais, levando a universidade para um novo patamar de interação e facilitando a
acessibilidade e a melhor integração de docentes e discentes às atividades
acadêmicas.
Para essa consolidação a UFAL está se comprometendo com duas ações
básicas preponderantes: a) a substituição dos seus sistemas informatizados
acadêmicos e administrativos; b) reestruturação da rede lógica, em especial o aumento
de velocidade e o alcance da rede, permitindo salas de aula verdadeiramente
eletrônicas.
Está, portanto, atenta a novas tendências e desafios para a sociedade em
um mundo contemporâneo e buscando sempre novas práticas pedagógicas. No Curso
132
de Enfermagem, a tecnologia digital da informação e comunicação é utilizada como
ferramenta de trabalho do professor e do aluno através de mídias como: computador,
smartphone, televisão, tablet, vídeo, dentre outras. As ferramentas de Tecnologia
Digital da Informação e da Comunicação estão disponibilizadas por meio de softwares,
redes sociais, Sistema Acadêmico, Ambientes Virtuais de Aprendizagem, como a
Plataforma Moodle. No Curso de Enfermagem é possível utilizar a Plataforma Moodle
para aulas na modalidade a distância e ou semi presenciais desde que não ultrapasse
os 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso, conforme orienta a Portaria
MEC Nº 4.059, de 10 de dezembro de 2004. Tendo em vista a proposta pedagógica
apresentada neste projeto, as tecnologias da informação e comunicação devem servir
como ambientes de aprendizagem e ferramentas que apoiem as metodologias ativas de
ensino e assegurem o papel ativo do estudante. Para tanto, deverão utilizados chats,
fóruns de discussão, textos colaborativos e portfólios digitais, dentre outros. O uso das
TIC são úteis, ainda, como proposta inclusiva. Por parte dos estudantes com
necessidades educacionais favorece não só o aprendizado, mas a participação, com
autonomia, na vida acadêmica. Assim, a UFAL possui o Núcleo de Assistência
Educacional – NAE – visando promover e facilitar a acessibilidade pedagógica,
metodológica de informação e comunicação conforme previstas na Política de
Acessibilidade. Desta forma, os docentes são incentivados a buscar junto a esses
núcleos, orientações sobre o uso devido dessas tecnologias.
9 ESTÁGIOS CURRICULARES
9.1 ESTÁGIOS CURRICULARES NÃO OBRIGATÓRIOS
Os estágios curriculares não obrigatórios deverão ser acompanhados pelo
Coordenador de Estágios do Curso, indicado pelo Colegiado, nomeado por Portaria,
que se responsabilizará pelos trâmites legais. No estágio não-obrigatório, o
coordenador de estágios deverá avaliar e autorizar os campos de práticas, antes de o
estudante iniciar as atividades, assinar os termos de compromisso e tramitar para a
formalização do estágio, atentar ao seguro do aluno, que é de responsabilidade do
serviço; bem como acompanhar a evolução do discente e intervir no que for necessário.
O estudante interessado deverá procurar o Coordenador de Estágios antes de iniciar
133
um estágio não obrigatório, a fim de receber as devidas orientações.
9.2 ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO
O estágio supervisionado obrigatório é configurado como um componente
curricular obrigatório e segue às leis de estágio – Lei Federal 11.788, DCNs, Res.
71/2006 UFAL. Tem duração de 1000 (mil) horas, como recomendado pelas Diretrizes
Curriculares para a Formação da(o) Enfermeira (o), realizado nos dois últimos
semestres do curso. Deste total, metade será realizada em unidade de Saúde de média
ou alta complexidade tecnológica, com internamento e a outra metade será realizada
em unidades básicas de saúde do município de Arapiraca e de outros municípios do
agreste alagoano, onde esteja implantada a Estratégia Saúde da Família. Os locais
devem ser definidos anualmente, conforme a disposição dos gestores municipais em
discutir e pactuar as condições mínimas para a realização do estágio.
Das 500 horas que o discente deverá cumprir em cada semestre, pode-se destinar
até 10% da carga horária para os seminários e os momentos de avaliação junto com o
preceptor e o supervisor acadêmico. As demais horas devem ser destinadas para as
atividades práticas no campo de estágio.
O estágio curricular é compreendido como o momento em que o aluno
experimenta o processo de ser enfermeiro ainda na supervisão dos docentes do curso
e preceptores de serviços. É a etapa em que ele exercita a atuação profissional,
vivenciando diretamente os cenários de prática, participando ativamente dos processos
de trabalho, aplicando o conjunto de conhecimentos adquiridos ao longo do curso e,
mais que isso, exercitando a sua capacidade crítica, reflexiva, numa postura que
respeite os princípios éticos que sustentem a prática profissional, numa atitude
propositiva.
O acompanhamento e supervisão dos estagiários são de responsabilidade
compartilhada, com participação dos enfermeiros dos serviços que os receberam,
desde a elaboração do plano de estágio até a avaliação final, assumindo a supervisão
direta desses alunos. A Universidade Federal de Alagoas responsabiliza-se pela
assinatura dos convênios e pelo deslocamento dos professores supervisores para que
134
compareçam pelo menos a cada quinze dias para acompanhar o desenvolvimento de
seu plano de trabalho.
No estágio Supervisionado, o coordenador de Estágios deverá providenciar o
convênio dos Campos de Práticas com a UFAL, a solicitação dos seguros, os termos de
compromisso, ofícios, distribuição de alunos por campo de prática, construção de
instrumentos de avaliação, acompanhamento de frequência, inserção de notas no
sistema acadêmico, reuniões, dentre outros.
É
importante
salientar
que
estará
apto
para
matricular-se
no
estágio
supervisionado obrigatório, apenas o estudante que já cumpriu todas as disciplinas
práticas do curso.
10 ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS – AACC
Conforme regulamento aprovado pelo Colegiado do Curso de Enfermagem, as
Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC) se configuram como a parte de
Carga Horária flexível do Curso de Enfermagem do Campus de Arapiraca, composta de
236 horas (ressaltando que se somam a essa carga horária as 54 horas de disciplinas
eletivas).
As AACC têm como objetivo estimular a participação dos discentes em
experiências diversificadas que contribuam para a formação profissional, em que:
● Devem possuir relação direta com os objetivos do curso e serem devidamente
comprovadas.
● Caberá ao aluno participar de AACC que privilegiem a construção de
comportamentos sociais, humanos, culturais e profissionais. Tais atividades
serão adicionais às demais atividades acadêmicas e deverão contemplar os
grupos de atividades descritos abaixo.
● As AACC são integradas por diversos tipos de atividades e estudos agrupados
em três modalidades. É importante ressaltar que as disciplinas curriculares, os
estágios obrigatórios e os trabalhos de curso não podem ser considerados como
AC.
135
● A carga horária das AACC poderá ser distribuída ao longo do curso e não poderá
ser preenchida com um só tipo de atividade, devendo constar obrigatoriamente
no histórico escolar dos alunos.
● A integralização curricular será considerada efetivada após o aluno haver
cumprido, além do conteúdo programático da parte fixa, a carga horária referente
às partes fixa e flexível do Currículo pleno, consubstanciada na elaboração do
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
O objetivo das AACC é enriquecer os currículos dos cursos de graduação em
enfermagem,
possibilitando
complementares
à
estrutura
aos
alunos
curricular
o
aprofundamento
básica,
contribuindo
de
atividades
assim
para
o
desenvolvimento de conhecimentos e atitudes importantes para a sua formação
profissional. As AACC possibilitam o reconhecimento de saberes mobilizados pelos
estudantes, tanto no contexto interno, quanto fora do âmbito institucional, de acordo
com as modalidades descritas abaixo:
Poderão ser consideradas como AACC, ações que façam parte do eixo de
pesquisa, ensino e extensão e outras ações de caráter acadêmico.
● Serão consideradas atividades de pesquisa:
1º - participação em projetos de iniciação científica da instituição, excluindo o TCC
(Trabalho de Conclusão do Curso).
2º - resumos ou artigos completos publicados em periódicos científicos.
3º - trabalhos desenvolvidos pelos alunos, sob orientação docente, apresentados na
instituição ou externamente, em atividades extra sala de aula e extra disciplina
específica, em eventos científicos ou seminários.
4º - trabalhos desenvolvidos pelos alunos, sob orientação docente, apresentados em
eventos científicos e seminários internos ou externos, publicados em anais.
5º - livros ou capítulos de livros publicados.
6º - participação em grupos de pesquisa ou núcleos de estudos ligados ao curso de
Enfermagem e/ou áreas afins.
● Serão consideradas como AACC atividades de extensão que não estejam
incluídas nas Atividades Curriculares Extensionistas (ACE), como:
136
1º - participação em projetos de extensão, com ou sem bolsa, sob a orientação de um
professor da instituição.
2º - participação efetiva em diretórios e centros acadêmicos, entidades de classe,
conselhos e colegiados ligados ao curso de enfermagem.
3º - participação em atividades voluntárias e campanhas comunitárias devidamente
comprovadas pela instituição acolhedora.
4º - participação em programas de intercâmbio institucional, nacional e/ou internacional.
5º - organização de eventos na instituição
6º - organização de eventos externos da instituição
7º - participação como autor ou coautor de trabalhos apresentados em eventos
científicos ou culturais promovidos pela instituição;
8º - participação como autor ou coautor de trabalhos em eventos científicos ou culturais
externos à instituição.
● Serão consideradas como atividades de ensino:
1º - Atividades de Monitoria: As atividades de monitoria de disciplinas do currículo do
curso de enfermagem, voluntárias ou remuneradas.
2º - Serão considerados para fins de atividade complementar o aluno que estiver
realizando o estágio não obrigatório, desenvolvido mediante a assinatura do termo de
compromisso entre a UFAL e a instituição cedente.
3º - participação de cursos, minicursos, workshops promovidos pela instituição ou fora
dela.
4º – Realização de disciplinas em outros cursos de graduação e pós-graduação na
UFAL ou em outras instituições de ensino superior, que seja de áreas correlatas ou
afins com a enfermagem.
O registro acadêmico das AACC será promovido de acordo com o Quadro
abaixo:
Quadro 2 – Descrição do registro acadêmico das atividades complementares (AC), do
Curso de Enfermagem – UFAL/Campus Arapiraca
Grupo de
Modalidades
Característica e
Documento
Carga
137
Atividade das Atividades
s
Atividade
Participação
s de
em Projetos de
Extensão Extensão não
e Gestão
inclusos nas
ACE
Trabalhos
apresentados
em Eventos
Participação
em C.A.,
diretórios,
entidades de
classe,
conselhos e
colegiados.
Participação
em atividades
e campanhas
voluntárias
Programas de
Intercâmbio
Participação
em Eventos
não inclusos
nas ACE
Organização
de Eventos
inclusos nas
ACE
Grupo de
Atividade
s
Atividade
s de
Ensino
Modalidade
das Atividades
Disciplina não
prevista no
currículo de
enfermagem
Avaliação das
Atividades
Devem ser realizados
em áreas correlata à
Enfermagem e
supervisionados por
docentes da UFAL
Trabalhos
apresentados em
eventos científicos ou
culturais, como
congressos, jornadas,
seminários e outros.
Devem ser pertinentes
ao Curso de
Enfermagem
Comprobatóri
o
Certificado/
Declaração e
Relatório
Horária
Limite
Até 180
horas
Certificado
com/sem
anais, cópia
da publicação
ou aceite da
publicação
Certificado/
Declaração
Até 100
horas
Devem ser realizadas
em caráter voluntário e
serem pertinentes a
área de enfermagem.
Devem ser pertinentes
ao Curso de
Enfermagem
Devem ser pertinentes
ao Curso de
Enfermagem
Certificado/
Declaração
Até 60
horas
Certificado/
Declaração
Até 120
horas
Certificado/
Declaração
Até 100
horas
Devem ser pertinentes
ao Curso de
Enfermagem
Certificado/
Declaração
Até 80
horas
Característica e
Avaliação das
Atividades
Podem ser realizadas
em outros cursos de
graduação e pósgraduação (alunos que
já tenham curso
superior concluído)
desta IES ou em outras
Documento
Comprobatóri
o
Histórico
fornecido pela
Instituição
onde conste a
aprovação e o
programa da
disciplina.
Carga
Horária
Limite
Até 80
horas
Até 80
horas
138
Monitoria de
Ensino
Estágio Não
Obrigatório
Atividade
s de
Pesquisa
Cursos,
minicursos,
oficinas,
workshops
Pesquisa
Artigos
Publicados
Livros
Publicados
Participação
em Grupo de
Pesquisa
Participação
em Núcleo/
Grupo de
Estudo
Participação
em Coleta de
Dados
Instituições de Ensino
Superior, no Curso de
Enfermagem ou áreas
afins. Depende da
prévia autorização
deste Curso.
Deve ser pertinente as
Certificado/
disciplinas do currículo Declaração e
de Enfermagem
Relatório
Deve ser pertinente as
Certificado/
disciplinas do currículo Declaração e
do curso de
Relatório
enfermagem e ter
assinado o termo de
compromisso.
Devem ser pertinentes
Certificado/
a área de enfermagem. Declaração
Até 120
horas
Até 180
horas
Até 180
horas
Projetos de pesquisa
Declaração e
Até 120
ou pesquisas em áreas
Relatório
horas
afins a enfermagem. assinado pelo
Devem ser certificados
professor
pelo professor
orientador
orientador com o total
de horas empregadas
para a pesquisa.
Artigos publicados em
Cópia da
50 horas
jornais, revistas ou
publicação ou
por
periódicos da
aceite da
publicação
enfermagem ou áreas
publicação
. Máx. 100
correlatas.
horas
Livros ou capítulos de Cópia do livro 60 horas
livros publicados
ou capítulo
por livro/
pertinentes a área de
capítulo
enfermagem.
publicado
Deve ser atestada pelo Declaração
Até 80
coordenador do Grupo.
horas
Deve ser atestada pelo
coordenador do Grupo.
Declaração
Até 80
horas
Deve ser atestada pelo
coordenador da
Pesquisa.
Declaração
Até 40
horas
139
O professor responsável pelo desenvolvimento e organização das AC deve
pertencer ao Núcleo Docente Estruturante – NDE, sendo subordinado à coordenação
do curso de enfermagem, exercendo as seguintes atribuições:
1º - cumprir, para efeito de cômputo dos pontos atribuídos às AACC, o estabelecido
neste regulamento;
2º - divulgar amplamente as possibilidades de atividades e/ou estudos a serem
desenvolvidos pelos alunos;
3º - adotar formas sistemáticas, específicas e alternativas de acompanhamento e
avaliação das AACC;
4º - realizar, sempre que necessárias reuniões com a direção e/ou professores
orientadores de AACC;
5º - realizar a computação dos pontos das atividades, cuja validação é solicitada pelo
aluno na forma de AACC, divulgando os pareceres aos interessados e cumprindo os
prazos estabelecidos pelo calendário acadêmico da instituição.
6º - elaborar semestralmente relatório das AACC e encaminhar ao Colegiado do Curso
de Enfermagem para avaliação e aprovação.
Compete ao Colegiado do Curso avaliar e aprovar o relatório elaborado pelo
professor responsável pelas AACC, esclarecer eventuais dúvidas referentes à
interpretação das presentes normas, bem como suprir suas lacunas.
As AACC não poderão ser aproveitadas para fins de dispensa de disciplinas que
integram o currículo do curso.
O aluno não necessita realizar todas as atividades elencadas nos artigos
anteriores, porém é obrigatória a participação na atividade de extensão e em pelo
menos 1 (uma) dos três grupos de atividades (Pesquisa, Extensão, Ensino). Quando o
aluno ingressa através de transferência de outra instituição de ensino superior é
possível aproveitar as AACC desenvolvidas naquele curso, cabendo à Coordenação
analisar a pertinência ou não da atividade e atribuir-lhe carga horária. Os casos
omissos serão decididos pelo Colegiado de Curso.
140
11. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é um estudo realizado pelo aluno e
orientado por um professor da UFAL, que permite ao discente o aprofundamento
teórico, com olhar científico para o aspecto a ser trabalhado. Para o seu
desenvolvimento.
De acordo com a resolução nº 25/2005 CEPE de 26 de outubro de 2005, o TCC
não constitui uma disciplina, não tendo, portanto, carga horária fixa semanal, no
entanto, de acordo com o Projeto que está sendo proposto, existe o componente
curricular Trabalho de Conclusão de Curso com 144 horas trabalhadas através dos
módulos “Desenvolvimento do TCC I, II e III” nos 5º, 6º, 7º períodos e “Defesa do TCC”
no 8º período. Há, ainda, outros módulos que oferecem bases para realização do TCC,
como “Metodologia Científica: Produção do Conhecimento” com 18 horas no 2º período
e “Metodologia da Pesquisa” com 36 horas no 3º período.
O Trabalho de Conclusão de Curso deverá constar de uma pesquisa científica
desenvolvida pelo estudante sob orientação obrigatória de um professor do curso de
Enfermagem da UFAL – Campus Arapiraca e deve ser apresentado em formato de
artigo, seguindo as exigências da Orientação Normativa 001/2016 da Biblioteca da
UFAL Campus Arapiraca e da Resolução 001/2017 do Curso de Enfermagem UFAL –
Campus Arapiraca que trata da elaboração, apresentação e julgamento dos trabalhos
de conclusão do curso.
Os temas abordados nos Trabalhos de Conclusão de Curso deverão
preferencialmente ser direcionados para duas linhas de pesquisa: Primeira linha Cuidado em saúde e Enfermagem nas diferentes fases da vida e grupos específicos,
com quatro eixos: 1- Cuidado saúde e enfermagem à criança e ao adolescente; 2Cuidado em saúde e enfermagem ao adulto e ao idoso; 3- Cuidado em saúde e
enfermagem à mulher; 4- Cuidado em saúde mental e enfermagem. Segunda linha Trabalho Saúde e Sociedade, com três eixos: 1- Determinação Social de Saúde; 2Políticas Públicas de Saúde; 3-História e Atuação da Enfermagem; 4- Ensino na Saúde.
A linha proposta para a realização das pesquisas no Curso, sejam através dos
trabalhos de conclusão de curso ou de iniciação científica, tem o objetivo de organizar a
pesquisa no Curso, direcionando os alunos na escolha do objeto de pesquisa e de seus
141
orientadores.
A avaliação do TCC será composta por duas etapas: A primeira referente à
apresentação do Projeto de TCC em sessão pública, que ocorrerá na disciplina de
Seminário de Pesquisa 1. A segunda referente à apresentação da monografia à Banca
Examinadora, em sessão pública, que ocorrerá no final do Componente Curricular
Trabalho de Conclusão de Curso. O desenvolvimento do TCC será obrigatório ao aluno
a partir do sexto período e sua apresentação para a Banca Examinadora deverá
acontecer até o oitavo período. Deverá seguir a formatação de acordo com as normas
do Manual de TCC do Curso e deverá ser entregue em três vias ao Coordenador de
TCC, que destinará estas vias aos membros da banca examinadora.
O agendamento da data de defesa de um TCC deve ser feito pelo orientador à
Coordenação de TCC do Curso, que encaminhará para o colegiado do Curso. O
colegiado homologará as defesas do TCC. O discente poderá defender o TCC a partir
do sexto período. A defesa do TCC deverá ser avaliada por uma banca composta por,
no mínimo, três avaliadores, sendo um desses, o orientador do trabalho. Poderá ser
convidado um avaliador externo ao curso, a critério do orientador.
De acordo com a Resolução 25/2005 – CEPE/UFAL, caso o aluno não consiga
concluir o Componente Curricular Trabalho de Conclusão de Curso, tendo finalizado
todas as outras exigências da matriz curricular, deverá realizar matrícula-vínculo no
início de cada semestre letivo subsequente até a conclusão do Componente Curricular
Trabalho de Conclusão de Curso ou quando atingir o prazo máximo para a
integralização do seu curso, quando então o mesmo será desligado.
Em caso de reprovação no Componente Curricular Trabalho de Conclusão de
Curso, o aluno deverá matricular-se novamente no Componente Curricular Trabalho de
Conclusão de Curso, até o limite máximo permitido pelas normas regimentais da
instituição. Ao discente, só será permitida a Colação de Grau, após finalizar todas as
exigências da matriz curricular e depois de aprovado no Componente Curricular
Trabalho de Conclusão de Curso, com a consequente entrega de todos os documentos
comprobatórios e para fins de armazenamento na biblioteca e na coordenação do
curso.
O documento final do TCC deve ser digitado e entregue em CD-ROM com capa
142
de acrílico transparente, contendo arquivo do trabalho na íntegra em formato PDF sem
bloqueio, incluindo a folha de aprovação com as assinaturas da Banca Examinadora.
Na capa de acrílico devem constar: título do trabalho, autor, orientador, ano, curso e
Unidade de origem, devendo o estudante arcar com os custos correspondentes.
O Coordenador de TCC deverá ser, obrigatoriamente, docente do curso de
graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Alagoas/Campus Arapiraca,
nomeado por Portaria e terá um papel primordial nesta etapa do Curso. Cabe ao
Coordenador de TCC: I. Dedicar, em seu planejamento semestral, 90h para esta
atividade de gestão; II. Estabelecer e dar ampla divulgação do cronograma de ações do
Componente Curricular Trabalho de Conclusão de Curso; III. Organizar e coordenar a
atividade das disciplinas de Seminário de pesquisa; IV. Organizar cronograma de
apresentação dos Projetos de TCC; V. atualizar a cada semestre letivo a relação dos
professores orientadores e seus respectivos orientandos na Coordenação do Colegiado
de Curso; VI. Informar ao Colegiado do Curso casos de mudança de orientador; VII.
Informar ao Colegiado do Curso casos de desistência ou desligamento de orientando;
VIII. Encaminhar ao Colegiado do Curso todos os documentos referentes aos
procedimentos do TCC entregues pelo aluno e seu orientador, com vistas à apreciação
e validação dos mesmos; IX. Organizar cronograma de apresentação dos TCC.
12. COLEGIADO DO CURSO
O Colegiado de Curso de Graduação é órgão vinculado à Unidade Acadêmica,
com o objetivo de coordenar o funcionamento acadêmico de Curso de Graduação, seu
desenvolvimento e avaliação permanente, sendo composto de:
I. 05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos suplentes,
que estejam no exercício da docência, eleitos em Consulta efetivada com a
comunidade acadêmica, para cumprirem mandato de 02 (dois) anos, admitida uma
única recondução;
II. 01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente, escolhido em
processo organizado pelo respectivo Centro ou Diretório Acadêmico, para cumprir
mandato de 01 (um) ano, admitida uma única recondução;
III. 01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo suplente,
143
escolhidos dentre os Técnicos da unidade acadêmica, eleito pelos seus pares, para
cumprir mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução.
O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu Suplente, escolhidos pelos seus
membros dentre os docentes que o integram.
São atribuições do Colegiado de Curso de Graduação:
I. coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto Pedagógico do
Curso, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, no perfil do profissional
desejado, nas características e necessidades da área de conhecimento, do mercado de
trabalho e da sociedade;
II. coordenar o processo de ensino e de aprendizagem, promovendo a integração
docente-discente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da ação docente com os
planos de ensino, com vistas à formação profissional planejada;
III. coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos resultados obtidos,
executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as alterações que se fizerem
necessárias;
IV. colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;
V. exercer outras atribuições compatíveis.
13. AVALIAÇÃO
13.1 AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
Para garantir o enfoque pedagógico com perspectiva ativa de ensino, a avaliação
de aprendizagem não pode ser considerada como ponto final da aprendizagem. Ela tem
que fazer parte do processo ensino aprendizagem. Deve haver uma transformação no
papel, de aplicação de exames pontuais para avaliação propriamente dita, com a
intenção de identificar as falhas e os problemas, para garantir a qualidade do
aprendizado.
O estudante deve ter garantido o direito de ter um retorno de sua avaliação para
efetivamente progredir no seu processo de construção do conhecimento. Para tanto,
mesmo sendo necessário respeitar as normas institucionalizadas pela IES, que serão
expostas mais adiante no tópico específico da avaliação de aprendizagem. A prática
144
dos professores deve ser de avaliação constante e retorno contínuo para os discentes.
As estratégias de avaliação ficam a critério de cada professor e vão depender dos
objetivos de ensino, apenas a frequência constante e a prática formativa é que devem
ser respeitadas.
A instituição de nível superior UFAL preconiza as seguintes orientações que
devem ser obedecidas no decorrer do processo:
● O desempenho mínimo para a aprovação direta é de nota 7,0, em escala de zero a
10,0.
● Em cada módulo o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em suas avaliações,
terá direito, no final do semestre letivo, a ser reavaliado
● Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
● A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina ministrada e será
realizada no término do semestre letivo, em época posterior às reavaliações,
conforme o Calendário Acadêmico da UFAL.
● Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em cada módulo,
o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco
décimos).
● Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo comparecido à Prova
Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de doença, devendo requerê-la ao
respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas após a
realização da prova.
● A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05 (cinco) dias após a
realização da primeira chamada, onde prevalecerá o mesmo critério disposto no
Parágrafo único do Art. 16.
● O aluno poderá ter 25 % de faltas, onde os atestados médicos deverão ser entregues
em até 72 horas do início da licença, para submeter-se ao crivo da junta médica
oficial.
13.2 AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO
145
A auto-avaliação do curso deve ser realizada pela Comissão Própria de
Avaliação (CPA) da UFAL, formada por membros representantes do corpo docente, do
técnico-administrativo e do discente, como também pelo NDE anualmente. É um
processo de análise interna do curso, sistematizado na forma de questionário que
verificará sua organização, administração e execução, ordenando informações para
interpretá-las, bem como as possíveis omissões e equívocos, no intuito de evitá-los no
futuro, bem como, dar um feedback à comunidade.
A importância deste processo é permitir ao curso definir seus próprios
elementos de avaliação, buscando a excelência sem perder a sua identidade, na
perspectiva de consolidar os vínculos existentes entre o curso de enfermagem, toda a
comunidade acadêmica e a comunidade profissional, contribuindo com a redução das
dissonâncias comuns entre a formação profissional e a prática da atuação nas unidades
de saúde.
A avaliação também se procede mediante a análise dos relatórios das
Atividades Docentes, entregues periodicamente. A Comissão de avaliação envia à
coordenação, um resumo das Atividades Didáticas Complementares.
A Coordenação de Pesquisa e Extensão também deve enviar ao
Coordenador do Curso, relatório das atividades de pesquisa e extensão em atividade e
desenvolvimento. Todo esse material será discutido e avaliado para procederem as
alterações necessárias no momento oportuno do curso. A Direção Geral e Acadêmica
do Campus de Arapiraca receberão cópias dos resumos e do parecer final do
colegiado.
Todos os problemas diagnosticados no processo avaliativo devem ser
investigados de forma particular pelos membros do NDE e do colegiado do curso e são
lançadas propostas de solução e/ou solicitados meios e estratégias por parte da gestão
local ou central. Cada caso, demanda ações específicas. Seguem alguns exemplos:
● Para o número insuficiente de docentes capacitados para assumirem as
disciplinas básicas do Curso e consequente sobrecarga dos professores
enfermeiros que assumem disciplinas específicas e básicas (diagnosticadas
tanto pela auto avaliação do curso quanto pela última avaliação de
146
reconhecimento do MEC) – São feitas diversas solicitações oficiais à gestão local
e central para a contratação de novos professores e é sugerido o
compartilhamento de professores de outros cursos da área da saúde e de áreas
afins.
● Para a ausência de associação entre a capacitação acadêmica de alguns
docentes com a área em que estava inserido (diagnosticado tanto pela auto
avaliação quanto pela última avaliação de reconhecimento do MEC) – Dentro
das possibilidades e das necessidades do curso, é periodicamente, realizado
pelo colegiado e pelo NDE, um estudo de associação entre a competência
profissional do docente e área em que está inserido e, de acordo com os
resultados, caso haja a possibilidade, são sugeridas mudanças para adaptação e
correlação entre capacitação e área de atuação. Algumas mudanças já foram
realizadas.
● Para a baixa titulação acadêmica do corpo docente (que foi diagnosticada na
última avaliação de reconhecimento do MEC) – Praticamente todo o corpo
docente entrou em Programas de Pós-Graduação em cursos de Mestrado e
Doutorado, aumentando a titulação e melhorando a qualificação profissional de a
qualidade do curso.
● Para a ausência de professores substitutos que pudessem sustentar os
professores que estão saindo para os cursos de Pós-graduação – A maioria dos
docentes conciliou as atividades profissionais com as atividades de Mestrado,
deixando para solicitarem licença apenas para o Doutorado, com fins de não
sobrecarregar os colegas que ficam assumindo as demandas da graduação; Os
colegas docentes comprometem-se a assumir ações daqueles que saem de
licença para capacitação; Além disso, são solicitadas as contratações de
professores substitutos, sempre que possível, à Gestão Central.
13.3 ENADE
Com base nas determinações contidas na Portaria Normativa Nº 40, de 12 de
dezembro de 2007 – Institui o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e
147
gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação, avaliação e
supervisão da educação superior no sistema federal de educação, e o Cadastro e-MEC
de Instituições e Cursos Superiores e consolida disposições sobre indicadores de
qualidade, banco de avaliadores (Basis) e o Exame Nacional de Desempenho de
Estudantes (ENADE) e outras disposições. O Exame Nacional de Desempenho de
Estudantes (ENADE), que integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação
Superior (Sinaes), tem o objetivo de aferir o rendimento dos alunos dos cursos de
graduação em relação aos conteúdos programáticos, suas habilidades e competências.
O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE, será aplicado
periodicamente a todos os alunos dos cursos de graduação, conforme legislação
definida pelo MEC, sendo sob responsabilidade do INEP.
13.4 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)
Com base nas determinações contidas na Portaria MEC No 147/2007, de 02 de
fevereiro de 2007; no Parecer No 04, de 17 de junho de 2010 da Comissão Nacional de
Avaliação da Educação Superior – CONAES, que trata dos princípios, criação e
finalidade do Núcleo Docente Estruturante, além da Resolução CONAES No 01, de 17
de junho de 2010, que normatiza o Núcleo Docente Estruturante e dá outras
providências, o colegiado do curso de Enfermagem criou desde 2010 o Núcleo Docente
Estruturante (NDE), que é o órgão consultivo e propositivo em matéria acadêmica, de
apoio e assessoramento ao Colegiado, sendo formado por docentes da respectiva
Unidade Acadêmica para acompanhar e atuar no processo de concepção,
consolidação, avaliação e contínua atualização do Projeto Político Pedagógico do
Curso.
O NDE do Curso de Enfermagem tem, dentre outras, as seguintes atribuições:
I. Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
II. Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de
ensino constantes no currículo;
III. Atualizar periodicamente o Projeto Pedagógico do Curso;
IV. Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão,
oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e
148
consoantes com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso;
V. Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
Graduação;
VI. Acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao Colegiado de Curso
a indicação ou substituição de docentes, quando necessário.
Para melhor organização das tarefas do Núcleo Docente Estruturante do Curso de
Enfermagem, atualmente ele é organizado por Comissões: Curricular, Extensão,
Gestão de Pessoas, Gestão de Materiais, Acompanhamento Discente, Pesquisa e PósGraduação. A indicação dos representantes docentes será feita pelo Colegiado do
Curso para um mandato de 3 (três) anos, com emissão de Portaria, e possibilidade de
recondução. O NDE do Curso de Enfermagem segue um Regimento.
13.4.1 Núcleo de Apoio Pedagógico e Experiência Docente
O Núcleo de Apoio Pedagógico e Experiência Docente é formado pelos
membros do NDE e são distribuídos da seguinte maneira:
1- Diego de Oliveira Souza
Tempo de experiência: 84 meses
Coordenador do NDE e Membro da comissão curricular
2- Sóstenes Ericson Vicente da Silva:
Tempo de Experiência Docente: 96 meses
Responsável pela pasta de pesquisa e pós-graduação
3- Janaina Ferro Pereira
Tempo de Experiência Docente: 130 meses
Membro da comissão de currículo
4- Cíntia Bastos Ferreira
Tempo de Experiência Docente: 108 meses
Responsável pela pasta de Trabalho de Conclusão de curso
5- Rita de Cássia Batista de Oliveira Peixoto
Tempo de Experiência Docente: 96 meses
Responsável pela pasta de recursos materiais e humanos
149
6- Maria Betânia Monteiro de Farias
Tempo de Experiência Docente: 130 meses anos
Responsável pela pasta de recursos materiais e humanos
7- Francisca Maria Nunes da Silva
Tempo de Experiência: 106 meses
Membro da comissão curricular
8- Renise Bastos Farias Dias
Tempo de experiência: 96 meses
Responsável pela pasta de extensão
9- Patrícia de Paula Alves Costa da Silva
Tempo de experiência: 17 meses
Responsável pela pasta de acompanhamento discente e monitoria
10- Cristiane de Araújo Nascimento
Tempo de experiência:108 meses
Membro da comissão de currículo
14 EXTENSÃO
A LDB (lei 9.394/96) traz entre seus princípios a necessidade da
diversificação dos cursos superiores e a flexibilização dos projetos acadêmicos,
permitindo às IES adequarem os projetos pedagógicos às respectivas naturezas
institucionais, às realidades regionais e às finalidades inerentes aos cursos, tanto se
voltados à formação profissional quanto às ciências ou às artes. Cumpre destacar que
tais diretrizes se associam à premissa da educação continuada, a qual afirma que a
graduação superior é apenas uma etapa do processo de ensino e aprendizagem e não
o seu término.
Deve-se salientar também que, como contrapeso à tendência de diversificar
e flexibilizar, o aparato normativo define a necessidade de existirem processos de
avaliação permanentes para identificar desvios e propor correções de rumo.
150
A Universidade Federal de Alagoas atua em todas as oito áreas temáticas de
extensão classificadas pelo Plano Nacional de Extensão: Comunicação, Cultura,
Direitos Humanos e justiça, Educação, Meio Ambiente, Saúde, Tecnologia e Produção
e Trabalho, tendo, em 2011, realizado 802 destas ações.
No âmbito do curso de Enfermagem, a integração entre ensino, pesquisa e
extensão é incentivada, partindo dos princípios das Diretrizes Curriculares, que
priorizam experiências de ensino-aprendizagem fora do ambiente escolar, fortalecendo
a articulação da teoria com a prática.
Assim, serão estimulados cenários de atuação, como vivências e projetos de
extensão desde o início do curso, de maneira a garantir a integralidade das ações em
Saúde, considerando a situação econômica, social, política e cultural da região, bem
como o perfil sanitário e epidemiológico da mesma, contribuindo, diante disso, para o
pleno exercício da cidadania, fundada em uma formação humanística, crítica e reflexiva.
A Resolução n. 04 de 2018 do CONSUNI/UFAL estabelece que as atividades de
extensão são componentes curriculares obrigatórios nos Projeto Pedagógicos dos
Cursos (PPC), sendo obrigatório que 10% da carga horária de integralização do
currículo seja destinada a este tipo de atividade. De acordo com o parágrafo único da
Resolução, “são consideradas atividades de extensão configuradas como componentes
curriculares que podem ser creditadas no histórico do/a discente de graduação,
projetos, cursos, eventos e produtos relacionados ao Programa de Extensão com
ementa, objetivos formativos definidos nos projetos pedagógicos dos cursos,
denominadas, doravante, Atividades Curriculares Extensionistas (ACE)”. Com isso, os
cursos de graduação devem incluir, em seus PPC’s, programa(s) de extensão
composto(s) por, no mínimo, três ACE, sendo no mínimo dois projetos, os quais devem
151
ter a duração mínima de dois semestres letivos.
Os dois programas de extensão do Curso estão relacionados com as linhas de
pesquisa do Curso, aproximando a extensão da pesquisa. Assim, cada programa
contemplará, no mínimo dois projetos de extensão que devem perfazer dois terços da
carga horária do programa. O outro terço da carga horária deve ser contemplado por
minicursos, oficinas ou eventos. A Semana de Enfermagem de Arapiraca (SENAr) é o
Evento Científico e Cultural do Curso, ofertado anualmente, com o objetivo de integrar o
ensino-serviço-comunidade. Os demais projetos e outras ACE devem variar ao longo
das ofertas acadêmicas, sendo debatidas pela comunidade acadêmica do curso e
aprovadas, previamente, no colegiado do curso.
Com essa estrutura, as ACE aqui definidas possuem um total de 576 horas, com
54 horas em cada um dos 10 semestres mais 36 horas do evento fixo do curso, a
Semana de Enfermagem de Arapiraca. Com isso, a carga horária das ACE equivale a
10,01% da integralização do currículo. Cada um dos programas de extensão é
desenvolvido ao longo de todo curso, totalizando 540 horas, o que implica que o
estudante esteja apenas em um deles em cada semestre, mas podendo alternar para o
outro programa no semestre seguinte.
PROGRAMAS:
1 – Cuidado em saúde e em Enfermagem nas diferentes fases da vida e grupos
específicos
Ementa: Cuidado em saúde e enfermagem à criança e ao adolescente. Cuidado em
saúde e enfermagem ao adulto e ao idoso. Cuidado em saúde e enfermagem à mulher.
Cuidado em saúde mental e enfermagem.
152
Objetivo: Discutir o cuidado em saúde e em enfermagem nas diferentes fases da vida e
grupos específicos a partir de projetos de extensão, minicursos, oficinas ou eventos, ao
longo do ano letivo do Curso de Enfermagem.
Carga horária: até 540 horas
Semestres: primeiro e/ou segundo semestres
2 – Enfermagem, Trabalho, Saúde e Sociedade
Ementa: Determinação Social de Saúde. Políticas Públicas de Saúde. História e
Atuação da Enfermagem. Ensino na Saúde
Objetivo: Discutir sobre a enfermagem, trabalho, saúde e sociedade, a partir de projetos
de extensão, minicursos, oficinas ou eventos, ao longo do ano letivo do Curso de
Enfermagem.
Carga horária: até 540 horas
Semestres: primeiro e/ou segundo semestres
I.I Semana de Enfermagem de Arapiraca (SENAr)
Ementa: Escopo histórico, político, ético-legal, teórico-metodológico e técnico-científico
da profissão, contextualizando questões atinentes aos seus desafios contemporâneos.
Aborda, ainda, temas pertinentes de áreas afins, de acordo com as demandas
evidenciadas em cada ano.
Objetivo: Proporcionar reflexão e debate a respeito dos temas contemporâneas da área
de Enfermagem e afins. Possibilitar produção e publicização do conhecimento científico
produzido pelo curso de Enfermagem da UFAL-Arapiraca, mas com colaborações e
outras isntituições.
Carga horária: 36 horas
153
Frequência: anual
15 PESQUISA
Dado o caráter interdisciplinar que lhe é inerente, a Universidade Federal de
Alagoas promove a pesquisa nas mais diversas áreas de conhecimento, incentivando a
formação de grupos e núcleos de estudo que atuam nas mais diversificadas linhas de
pesquisa, considerando a classificação das áreas de conhecimento do CNPq.
No âmbito do curso, a atividade de pesquisa científica é estimulada no
discente desde o primeiro semestre quando ele já esboça o seu primeiro trabalho de
pesquisa científica, desenvolvida na disciplina Seminário Integrador I.
O estímulo à pesquisa permanece em todos os demais semestres com
disciplinas que trabalham com a elaboração de projetos de pesquisa ou mesmo no
desenvolvimento de pesquisas propriamente ditas.
Na matriz curricular, há módulos que apoiam a elaboração e execução do
Trabalho de Conclusão de Curso e o desenvolvimento de demais pesquisas previstas
em editais.
O incentivo ao estudante na participação de grupos de pesquisa e de estudo
é estimulado desde o seu ingresso na academia. Assim como há o incentivo à
consolidação dos grupos já existentes e criação de novos grupos de pesquisa.
As linhas propostas para a realização das pesquisas, sejam através dos
trabalhos de conclusão de curso ou de iniciação científica, têm o objetivo de organizar a
pesquisa no Curso, direcionando os estudantes na escolha do objeto de estudo e de
seus orientadores: Primeira linha - Cuidado em saúde e Enfermagem nas diferentes
fases da vida e grupos específicos, com quatro eixos: 1- Cuidado saúde e enfermagem
à criança e ao adolescente; 2- Cuidado em saúde e enfermagem ao adulto e ao idoso;
3- Cuidado em saúde e enfermagem à mulher; 4- Cuidado em saúde mental e
enfermagem. Segunda linha - Trabalho Saúde e Sociedade, com quatro eixos: 1Determinação Social de Saúde; 2-Políticas Públicas de Saúde; 3-História e Atuação da
Enfermagem; 4- Ensino na Saúde.
16 POLÍTICA DE APOIO AO DISCENTE
154
As políticas de apoio aos discentes se fundamentam no PDI/UFAL e nos
princípios e diretrizes estabelecidos pelo Plano Nacional de Assistência Estudantil –
PNAES, que objetiva viabilizar a igualdade de oportunidades entre todos os estudantes
e contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico, a partir de medidas que
buscam combater situações de repetência e evasão (Decreto nº 7.234, de 19 de julho
de 2010).
Apoia, prioritariamente, a permanência de estudantes em situação de
vulnerabilidade e risco social matriculados em cursos de graduação presencial das
Instituições Federais de Ensino Superior – IFES.
Sua instância de discussão e
resolução é o Fórum Nacional de Pró-reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis
–FONAPRACE, realizado anualmente e no qual a UFAL tem assento. Na ocasião são
feitos diagnósticos e reflexões sobre a realidade estudantil nas IFES e se estabelecem
as diretrizes e linhas de ação das Pró-Reitorias em nível nacional.
De acordo com o PDI/UFAL as políticas discentes da instituição vão além do
PNAES, pois trabalham também com a perspectiva de universalidade no atendimento
dos estudantes que frequentam o espaço universitário. Assim, podem ser identificadas:
16.1 APOIO PEDAGÓGICO
Buscam reforçar e/ou orientar o desenvolvimento acadêmico; apoio ao
acesso às tecnologias de informação e línguas estrangeiras, com a oferta de cursos
para capacitação básica na área. Atenção aos discentes como forma de orientá-los na
sua formação acadêmica e/ou encaminhá-los/as a profissionais específicos para
atendimento através da observação das expressões da questão social. Articulação com
as Coordenações de Curso sobre dificuldades pedagógicas desses alunos e
planejamento para superação das mesmas. Ex.: PAINTER, Monitoria, Tutoria.
16.2 ESTÍMULO À PERMANÊNCIA
Atendimento às expressões da questão social que produzem impactos negativos
na subjetividade dos estudantes e que comprometem seu desempenho acadêmico;
atendimento psicossocial realizado por profissionais qualificados, com vistas ao
155
equilíbrio pessoal para a melhoria do desempenho acadêmico; atendimento do
estudante na área da saúde através da assistência médico odontológica; fomento à
prática de atividades física e de esporte; promoção de atividades relacionadas à arte e
cultura no espaço universitário; implementação de bolsas institucionais que visam ao
aprimoramento acadêmico. Ex.: Bolsa Permanência (Pró-Graduando).
16.3 APOIO FINANCEIRO
Disponibilização de bolsa institucional a fim de incentivar os talentos e potenciais
dos estudantes de graduação, mediante sua participação em projetos de assuntos de
interesse institucional, de pesquisa e/ou de extensão universitária que contribuam para
sua formação acadêmica; disponibilização de bolsas aos discentes em situação de
risco e vulnerabilidade social, prioritariamente, a fim de ser provida uma condição
favorável aos estudos, bem como ser uma fonte motivadora para ampliação do
conhecimento, intercâmbio cultural, residência e restaurante universitários. Ex.: PIBID,
PIBIC, PET.
16.4 ORGANIZAÇÃO ESTUDANTIL
Ação desenvolvida por intermédio de projetos e ações esportivos, culturais e
acadêmico-científicos quer sejam promovidos pela universidade quer sejam promovidos
pelos estudantes. Alguns espaços físicos são reservados para as atividades dos
centros acadêmicos, vindo a colaborar com a ampliação dos espaços de discussão e
diálogo que contribuam para a formação política dos estudantes. Ex.: Centros
Acadêmicos, DCE.
16.5 NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL (NAE)
A UFAL/Campus Arapiraca disponibiliza o Núcleo de Assistência Estudantil
(NAE)
que
realiza
serviço
de
atendimento
aos
estudantes,
oferecendo
o
acompanhamento socioeconômico e o necessário apoio pedagógico de forma a atender
ao corpo social da UFAL em suas demandas específicas de forma a promover a
integração de todos ao ambiente acadêmico. O NAE funciona em uma sala específica e
156
conta com uma Assistente Social que permanece na unidade diariamente.
16.6 ATENDIMENTO PSICOLÓGICO
A UFAL/Campus Arapiraca disponibiliza atendimento psicológico ao
discente, graças a implantação do Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do
Servidor (SIASS), que disponibiliza uma psicóloga para atender aos discentes, em data
e horário previamente agendados. O SIASS funciona em uma sala específica e conta
com uma equipe de profissionais que permanece na unidade diariamente.
16.7 LABORATÓRIOS
Os laboratórios de ensino e pesquisa do Campus Arapiraca têm como
objetivo possibilitar a prática nas diversas dimensões disciplinares oferecendo aos
alunos do Curso de Enfermagem e demais cursos à ampliação dos conhecimentos
adquiridos nas aulas teóricas, além de permitir atividades extras como monitorias,
pesquisas e minicursos.
O laboratório de aprendizagem é um espaço que deve constituir uma réplica
da situação real que será vivenciada na prática pelos estudantes, de forma que
permitam a capacitação do estudante no processo de assimilação da tecnologia do
cuidar do ser humano, contemplando os procedimentos que são realizados nas áreas
do cuidado clínico, tanto ambulatorial como hospitalar.
Todos os laboratórios possuem servidores técnicos lotados nestes setores,
responsáveis pela rotina e materiais. Monitores também são lotados nos laboratórios a
fim de colaborar com as atividades específicas.
Juntamente com os professores, monitores e técnicos, os laboratórios devem
possibilitar ao estudante a revisão das técnicas para o aprimoramento de suas
habilidades antes de ir para o campo de prática, estimulando a participação do aluno
em grupo, a troca de experiência e a livre expressão de sentimentos.
É possível ao estudante utilizar os laboratórios fora do horário de aulas, sem
a presença do professor, de acordo com cronograma prévio e sob o acompanhamento
157
de monitores e técnicos responsáveis.
16.8 MONITORIA
O programa de monitoria é coordenado pela Pró-Reitoria de Graduação –
PROGRAD - e tem como objetivo principal, possibilitar ao aluno o desenvolvimento de
atividades de ensino-aprendizagem em determinada disciplina supervisionada por um
professor orientador.
Entre seus objetivos específicos destacam-se:
● Assessorar o professor nas atividades docentes;
● Possibilitar a interação entre docentes e discentes;
● Proporcionar uma visão globalizada da disciplina a partir do aprofundamento,
questionamento e sedimentação de seus conhecimentos;
● Desenvolvimento de habilidades didático-pedagógicas e uma visão crítica sobre a
metodologia do ensino.
16.9 INICIAÇÃO CIENTÍFICA
Visa à formação de estudantes de graduação como novos pesquisadores e
ao desenvolvimento de novos saberes, com rigor científico e confiabilidade
metodológica. Estimulando a participação em projetos de iniciação científica,
promovendo a possibilidade do fornecimento de bolsas e incentivos para tal.
Proporciona a consolidação de produção científica alicerçada em um saber
comprometido com o desenvolvimento local e regional, do ponto de vista social,
econômico e ambiental, de forma sustentável. A participação dos discentes no
programa é estruturada pelos editais publicados anualmente.
16.10 ORIENTAÇÃO ACADÊMICA
158
Trata-se da realização de orientações das práticas de aprendizagem a fim de
proporcionar ao discente descobrir métodos próprios de construção do conhecimento.
Nesse sentido, o docente deve disponibilizar um horário fixo de atendimento ao
discente, vislumbrando o desenvolvimento das habilidades no exercício do aprender a
aprender, por meio da utilização de um método de ensino pautado por um trabalho
dialógico e operativo no que diz respeito ao processo ensino-aprendizagem.
A orientação acadêmica pode ser individual e em grupo, a fim de garantir a
apreensão das questões relativas à formação profissional e uma nova compreensão da
leitura do mundo. Proporciona uma maior segurança para o aluno quanto à sua
possibilidade de sucesso na instituição, evitando assim um aumento da retenção e/ou
da evasão. Evita também a acomodação do mesmo ao longo do curso. Busca a
reorientação e a preparação para a saída dos mesmos, diminuindo a ansiedade entre a
academia e o mercado de trabalho.
16.11 POLÍTICAS DE INCLUSÃO
Desde 1999 a UFAL preocupa-se com a questão da inclusão, tendo
aprovado em 2003 a Resolução 33 – COSUNI, posteriormente modificada pelo Decreto
7.824, de 11 de outubro de 2012 que dispõe sobre a política de ingresso nas IFES.
Ainda, a Resolução 54/2012 – CONSUNI institucionaliza a reserva de vagas/cotas no
processo seletivo de ingresso nos cursos de graduação da UFAL.
Neste entendimento, em 2015, foram reservadas 40% (quarenta por cento)
das vagas de cada curso e turno ofertados pela UFAL para os alunos egressos das
escolas públicas de Ensino Médio. Destas, 50% (cinquenta por cento) das vagas foram
destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou inferior a 1,5
159
salários mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per capita e 50% (cinquenta por
cento) foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou
superior a 1,5 salários mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per capita.
Nos dois grupos que surgem depois de aplicada a divisão socioeconômica,
serão reservadas vagas por curso e turno, na proporção igual à de Pretos, Pardos e
Indígenas (PPI) do Estado de Alagoas, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, que corresponde a 67,22% (sessenta e sete
vírgulas vinte e dois por cento). A meta da UFAL é destinar até o ano de 2016 50% de
suas vagas a alunos egressos de escolas das redes públicas.
16.12 ACESSIBILIDADE
A UFAL atualmente possui um núcleo de estudos voltado para o
entendimento das necessidades postas para o seu corpo social, no sentido de
promoção de acessibilidade e de atendimento diferenciado aos portadores de
necessidades especiais em atenção à Política de Acessibilidade adotada pelo MEC e à
legislação pertinente.
O próprio dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado
especial, haja vista a forma atual de identificação dos alunos: a auto declaração.
Por outro lado, a UFAL tem investido na capacitação técnica de seus
servidores para o estabelecimento de competências para diagnóstico, planejamento e
execução de ações voltadas para essas necessidades.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, se
junta, agora, o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política de
Acessibilidade, qual sejam a acessibilidade: pedagógica, metodológica, de informação e
de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para o art. 59 ida
Lei 9394/96, que afirma: “Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com
necessidades especiais: I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e
organização específicos, para atender às suas necessidades”.
Neste sentido, a Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de 21
160
de março de 2013, orienta os sistemas de ensino no sentido de sua implantação. Em
especial, recomenda que os “PPC contemplem orientações no sentido da adoção de
parâmetros individualizados e flexíveis de avaliação pedagógica, valorizando os
pequenos progressos de cada estudante em relação a si mesmo e ao grupo em que
está inserido”.
Para tal atendimento a UFAL assume o compromisso de prestar atendimento
especializado aos alunos portadores de deficiência auditiva, visual, visual e auditiva e
cognitiva sempre que for diagnosticada sua necessidade. Procura-se, desta forma, não
apenas facilitar o acesso, mas estar sensível às demandas de caráter pedagógico e
metodológico de forma a permitir sua permanência produtiva no desenvolvimento do
curso.
À luz do Decreto Nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004 – Regulamenta a Lei
n. 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas
que especifica, e a Lei n. 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas
gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de
deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências, a UFAL – Campus de
Arapiraca, no intuito de incluir possíveis estudantes portadores de deficiência física,
está em processo de reforma prevendo adequações para atender as pessoas com
deficiências físicas e/ou visuais (rampas, banheiros adaptados, calçadas com
sinalização para deficientes visuais e outros).
16.12.1 TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
Com relação à Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro
Autista, conforme disposto na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012, incluso no
instrumento de avaliação dos cursos de graduação do INEP de junho de 2015, a
Universidade Federal de Alagoas considera relevante esta necessidade e irá fomentar
estudos e debates no intuito de constituir uma política institucional que explicite ações
neste âmbito e que fundamente os cursos de graduação desta instituição em
metodologias e ações atitudinais e inclusivas a pessoas com este transtorno.
No intuito de constituir uma política institucional na UFAL, o Programa de Formação
161
Docente – PROFORD, da Pró-Reitoria de Graduação, já institucionalizado, e o
Programa de Capacitação dos técnicos, poderão fomentar os estudos e debates
necessários sobre a temática, a fim de preparar a comunidade acadêmica para atuar de
forma pedagógico-atitudinal e metodológica com alunos que apresentem este
transtorno.
17 CONTEÚDOS PERTINENTES
17.1 LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS)
A UFAL está em conformidade com o Decreto 5.626, de 22 de dezembro de
2005. No Parágrafo 2º, do Art. 3º, diz que a Libras constituir-se-á em disciplina
curricular optativa nos demais cursos de educação superior e na educação profissional.
Assim, por se tratar de disciplina de matrícula facultativa, a mesma não se
insere na grade curricular do curso, mas compõe sua integralização curricular ao fazer
parte do rol de disciplinas eletivas do curso.
Nesta perspectiva, traduz um dos princípios orientadores da organização da
matriz curricular dos cursos de graduação da UFAL, segundo o Projeto Pedagógico
Institucional, qual seja, a flexibilidade que permite a cada aluno compor seu próprio
currículo, ao eleger disciplinas de sua livre escolha. Sua oferta permanente garante ao
aluno, que assim o desejar, matricular-se em qualquer um dos semestres do curso.
De toda forma, deve haver sempre o incentivo ao aluno do Curso de
Enfermagem para que aprenda esta Linguagem, na busca de ampliar suas
possibilidades de comunicação com o indivíduo surdo que, especialmente, precisa de
assistência à saúde.
17.2 HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENAS
As ações relacionadas a essa temática, no curso de Enfermagem, foram
construídas levando em consideração a legislação pertinente: Lei N° 11.645, de 10 de
abril de 2008 (Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei
162
no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação
nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da
temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”) e a Resolução CNE/CP N° 01,
de 17 de junho de 2004 (Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das
Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e
Africana.).
Institucionalmente, na Ufal, o Programa de Ações Afirmativas (PAAF) entrou
em vigor em 2004. No vestibular de 2005, ocorreu vestibular com percentual de 20% de
cotas para a população contemplada no PAAF. Com a aprovação da Lei 12.711/2012,
entre 2013 e 2016, a Ufal, gradativamente ampliou o percentual de reserva de vagas de
20% para 50%.
O curso de Enfermagem aborda esta temática de forma transversal em suas
disciplinas obrigatórias, com destaque para o primeiro ano do Curso. Destaca-se, ainda,
que as atividades do Estágio Supervisionado Obrigatório também acontecem em
comunidades quilombolas, proporcionando o desenvolvimento de projetos de
intervenção sobre as especificidades de saúde de tais comunidades. O curso ainda
oferece em seu currículo uma disciplina eletiva intitulada “Saúde da População AfroBrasileira e Indígena”, conforme pode ser conferido no ementário. Além disso, são
desenvolvidas ações de extensão e de pesquisas voltadas às populações negras e
indígenas, com destaque para o Programa de Educação pelo Trabalho para Saúde
(PET-SAÚDE) – Indígena.
17.3 EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Em se tratando desta temática, a UFAL adequa-se ao Decreto n. 4.281, de
25 de junho de 2002, regulamenta a Lei no 9.795, de 27 de abril de 1999, que institui a
Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências, como também a
Resolução CNE/CP nº 02/2012, que define formas de sua implementação nos
currículos dos cursos superiores.
Segundo a Resolução CNE/CP n. 02/2012, a Educação Ambiental é uma
163
dimensão da educação, é atividade intencional da prática social, que deve imprimir ao
desenvolvimento individual um caráter social em sua relação com a natureza e com os
outros seres humanos, visando potencializar essa atividade humana com a finalidade
de torná-la plena de prática social e de ética ambiental. Visa à construção de
conhecimentos, ao desenvolvimento de habilidades, atitudes e valores sociais, ao
cuidado com a comunidade de vida, a justiça e a equidade socioambiental, e a proteção
do meio ambiente natural e construído.
A inserção desta temática no PPC do curso de Enfermagem ocorre pela
transversalidade, por meio de temas relacionados a Educação, Saúde e Ambiente,
tratados interdisciplinarmente e em ações de extensão e pesquisa.
As noções de Educação Ambiental irão atuar interdisciplinarmente no curso,
desde o Tronco Inicial, quando do trabalho de Sociedade e Natureza e no Seminário
Integrador I, até os últimos momentos do curso, considerando que a prevenção da
doença e a promoção da saúde, estão intrinsecamente relacionadas como boas
condições sanitárias, reflexo direto da relação do homem com seu meio.
A partir desse pressuposto, e pensando num curso desenvolvido através de
metodologias ativas, onde o conhecimento não é compartimentalizado, disciplinas como
agressão e defesa, semiologia integrada, saúde e sociedade e doenças infectoparasitárias servirão de alicerce para o desenvolvimento da consciência ambiental
como fator indispensável para a consolidação de práticas de saúde eficazes.
17.4 EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS
A Educação em Direitos Humanos deverá estar presente na formação inicial
e continuada de todos(as) os(as) profissionais das diferentes áreas do conhecimento e
tem a finalidade de promover a educação para a mudança e a transformação social.
Assim, a Educação em Direitos Humanos na UFAL adequa-se à Resolução CNE/CP n.
01/2012. Sendo sua inserção no PPC do curso de Enfermagem ocorre pela
transversalidade, por meio de temas relacionados aos Direitos Humanos em Saúde e
tratados interdisciplinarmente e em ações de extensão e pesquisa.
164
18 POLÍTICAS DE APOIO AOS DOCENTES E TÉCNICOS
Com a promulgação da Constituição Federal de 1988, o Estado Brasileiro
passou a ter uma nova configuração, privilegiando os deveres sociais e repercutindo
prontamente
na
Administração
Pública.
Entre
seus
princípios
-
legalidade,
impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência -, este último, traduzido no
aperfeiçoamento da prestação do serviço público de qualidade, diz respeito diretamente
às ações institucionais das IFES, para o apoio ao seu quadro de pessoal. Desta feita, a
UFAL, produtora e disseminadora do conhecimento e do desenvolvimento econômico e
social no estado de Alagoas, precisa abraçá-lo e materializá-lo em suas ações
cotidianas.
Considerando a previsão legal expressa na Lei 5707/06, que dispõe sobre
a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da Administração Pública
Federal, a UFAL ajusta seu PDI a este novo paradigma, tendo como objetivo, sem
prejuízo de outros, o desenvolvimento permanente do seu servidor.
A UFAL considera o desenvolvimento do servidor como uma
atividade essencial para a melhoria de seu desempenho
profissional, bem como de seu crescimento pessoal. Realizando
ações de desenvolvimento, a Política de Gestão de Pessoas
busca, principalmente, melhorar a qualidade dos serviços
prestados
ao
cidadão
e
orienta-se
pelo
alinhamento
da
competência do servidor com os objetivos da instituição, pela
divulgação e gerenciamento das ações de capacitação e pela
racionalização e efetividade dos gastos com treinamentos. (2013,
p.71)
O PDI dos Servidores compõe-se de eixos integrados: Dimensionamento das
Necessidades Institucionais de Pessoal, Capacitação, Avaliação de Desempenho e
Qualidade de Vida no Trabalho, recortados por diretrizes e princípios, muitos deles,
diretamente relacionados à atividade docente.
165
O dimensionamento das necessidades institucionais diz respeito à otimização
dos Recursos Humanos, a fim de garantir o cumprimento dos objetivos institucionais. A
capacitação, por seu turno, atua em duas frentes: por um lado, melhorar o desempenho
do servidor e por outro, assegurar um quadro mais confiante, motivado e
consequentemente, mais satisfeito. A capacitação é realizada em diferentes momentos
e modalidades: Iniciação ao serviço público, formação geral, educação formal, gestão,
inter-relação entre os ambientes e formação específica.
Outra ação voltada para o servidor é a avaliação de desempenho que objetiva
redimensionar as ações desenvolvidas pelos servidores no exercício do cargo e auferir
seu desempenho, deixando-o ciente de suas fragilidades e potencialidades e
oferecendo subsídios para a organização do plano de capacitação.
No plano social, o Programa de Qualidade de Vida no Trabalho (PQVT),
promove ações embasadas na Política de Atenção à Saúde do Servidor (PASS),
baseadas no conceito de prevenção de doenças como garantia de condições mais
justas de trabalho, valorizando o servidor e garantindo o pleno exercício de suas
funções.
Dentre as políticas de apoio ao servidor, uma se destaca por ter como
enfoque o docente: o Programa de Formação Continuada em Docência do Ensino
Superior (PROFORD), que consiste em um plano de capacitação contemplando desde
os docentes recém empossados, até aqueles com mais tempo na Instituição. O objetivo
é incentivá-los à reflexão sobre suas práticas, estabelecendo uma intersecção entre
ensino, pesquisa e extensão, dentro de dois enfoques: a prática docente e a atuação
destes profissionais na gestão acadêmica e institucional.
Esta Política de Apoio ao Docente consolidada é objeto contínuo de avaliação, a
fim de garantir a satisfação do professor e o respeito ao Princípio Constitucional da
Eficiência, do qual nenhuma Instituição de Ensino Superior pode se furtar.
166
REFERÊNCIAS
ALAGOAS. Secretaria de Estado da Saúde. Superintendencia de Planejamento e
Participação Social. Plano Diretor de Regionalização da Saúde de Alagoas – 2011.
http://dab.saude.gov.br/portaldab/historico_cobertura_sf.phpp. Acesso em: 02 jul 2015.
BRASIL. Ministério da Educação, Conselho Nacional de Educação, Câmara de
Educação Superior. Resolução CNE/CES nº 3 de 7 de novembro de 2001: Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem. Brasília: MEC,
2001. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES03.pdf. Acesso em:
02 jul 2015.
Conab. Companhia Nacional de Abastecimento. Acompanhamento de safra
brasileira: cana-de-açúcar, segundo levantamento, agosto 2013. Brasília: Conab,
2013.
COREN – Conselho Regional de Enfermagem de Alagoas. Quantitativo de
Enfermeiros no Estado de Alagoas. Base de Dados. Maceió: COREN-AL, 2015.
GADOTTI, Moacir. Dimensão Política do Projeto Pedagógico da Escola. Revista Abc
Educativo, maio de 2000, ano 4, nº 24.
IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Censo Demográfico 2010.
Estados
@.
Rio
de
Janeiro:
IBGE,
2000.
Disponível
em:
http://www.ibge.gov.br/estadosat/. Acesso em 02 jul 2015.
OLIVEIRA, I. Filosofia da Educação: reflexões e debates. 2. ed. Belém-Pará: UNAMA,
2003.
VASCONCELLOS, CS. Metodologia dialética em sala de aula. Revista AEC, 1992
abr/jun; 21(83):28-55.
MELO, CMM; SANTOS, TA; LEAL, JAL. Processo de trabalho assistencial-gerencial
da enfermeira. In: PROENF - Programa de Atualização em Enfermagem: Gestão: Ciclo
4. 1 ed. Porto Alegre: Artmed Panamericana, 2015, p. 45-75.
MENDES-GONÇALVES, RB. Práticas de saúde: processos de trabalho e
necessidades. Cadernos Cefor – Textos, 1, São Paulo, p. 1-53, 1992.
167
ANEXO
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO(3 )
CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR
RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 3, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2001.
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais
do Curso de Graduação em Enfermagem.
O Presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de
Educação, tendo em vista o disposto no Art. 9º, do § 2º, alínea “c”, da Lei nº 9.131, de
25 de novembro de 1995, e com fundamento no Parecer CNE/CES 1.133, de 7 de
agosto de 2001, peça indispensável do conjunto das presentes Diretrizes Curriculares
Nacionais, homologado pelo Senhor Ministro da Educação, em 1º de outubro de 2001,
RESOLVE:
Art. 1º A presente Resolução institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso
de Graduação em Enfermagem, a serem observadas na organização curricular das
Instituições do Sistema de Educação Superior do País.
Art. 2º As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino de Graduação em
Enfermagem definem os princípios, fundamentos, condições e procedimentos da
formação de enfermeiros, estabelecidas pela Câmara de Educação Superior do
Conselho Nacional de Educação, para aplicação em âmbito nacional na organização,
desenvolvimento e avaliação dos projetos pedagógicos dos Cursos de Graduação em
Enfermagem das Instituições do Sistema de Ensino Superior.
3
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Câmara de Educação Superior. Resolução CNE/CES 3/2001. Diário Oficial
da União, Brasília, 9 de Novembro de 2001. Seção 1, p. 37.
168
Art. 3º O Curso de Graduação em Enfermagem tem como perfil do formando
egresso/profissional:
I - Enfermeiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva.
Profissional qualificado para o exercício de Enfermagem, com base no rigor científico e
intelectua l e pautado em princípios éticos. Capaz de conhecer e intervir sobre os
problemas/situações de saúde-doença mais prevalentes no perfil epidemiológico
nacional, com ênfase na sua região de atuação, identificando as dimensões biopsicosociais dos seus determinantes. Capacitado a atuar, com senso de
responsabilidade social e compromisso com a cidadania, como promotor da saúde
integral do ser humano; e
II - Enfermeiro com Licenciatura em Enfermagem capacitado para atuar na
Educação Básica e naEducação Profissional em Enfermagem.
Art. 4º A formação do enfermeiro tem por objetivo dotar o profissional dos
conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades
gerais:
I - Atenção à saúde : os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito profissional,
devem estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e
reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo. Cada profissional deve
assegurar que sua prática seja realizada de forma integrada e contínua com as demais
instâncias do sistema de saúde, sendo capaz de pensar criticamente, de analisar os
problemas da sociedade e de procurar soluções para os mesmos. Os profissionais
devem realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos
princípios da ética/bioética, tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde
não se encerra com o ato técnico, mas sim, com a resolução do problema de saúde,
tanto em nível individual como coletivo;
II - Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais de saúde deve estar
fundamentado na capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado, eficácia e
custo-efetividade, da força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de
procedimentos e de práticas. Para este fim, os mesmos devem possuir competências e
habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas
em evidências científicas;
III - Comunicação: os profissionais de saúde devem ser acessíveis e devem
manter a confidencialidade das informações a eles confiadas, na interação com outros
profissionais de saúde e o público em geral. A comunicação envolve comunicação
verbal, não-verbal e habilidades de escrita e leitura; o domínio de, pelo menos, uma
língua estrangeira e de tecnologias de comunicação e informação;
IV - Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais de saúde
deverão estar aptos a assumir posições de liderança, sempre tendo em vista o bemestar da comunidade. A liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia,
habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e
eficaz;
V - Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a tomar
iniciativas, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho quanto dos
169
recursos físicos e materiais e de informação, da mesma forma que devem estar aptos a
serem empreendedores, gestores, empregadores ou lideranças na equipe de saúde; e
VI - Educação permanente: os profissionais devem ser capazes de aprender
continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática. Desta forma, os
profissionais de saúde devem aprender a aprender e ter responsabilidade e
compromisso com a sua educação e o treinamento/estágios das futuras gerações de
profissionais, mas proporcionando condições para que haja benefício mútuo entre os
futuros profissionais e os profissionais dos serviços, inclusive, estimulando e
desenvolvendo a mobilidade acadêmico/profissional, a formação e a cooperação por
meio de redes nacionais e internacionais.
Art. 5º A formação do enfermeiro tem por objetivo dotar o profissional dos
conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades
específicas:
I – atuar profissionalmente, compreendendo a natureza humana em suas
dimensões, em suas expressões e fases evolutivas;
II – incorporar a ciência/arte do cuidar como instrumento de interpretação
profissional;
III – estabelecer novas relações com o contexto social, reconhecendo a estrutura e
as formas de organização social, suas transformações e expressões;
IV – desenvolver formação técnico-científica que confira qualidade ao exercício
profissional;
V – compreender a política de saúde no contexto das políticas sociais,
reconhecendo os perfis epidemiológicos das populações;
VI – reconhecer a saúde como direito e condições dignas de vida e atuar de forma
a garantir a integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo
das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada
caso em todos os níveis de complexidade do sistema;
VII – atuar nos programas de assistência integral à saúde da criança, do
adolescente, da mulher, do adulto e do idoso;
VIII – ser capaz de diagnosticar e solucionar problemas de saúde, de comunicarse, de tomar decisões, de intervir no processo de trabalho, de trabalhar em equipe e de
enfrentar situações em constante mudança;
IX – reconhecer as relações de trabalho e sua influência na saúde;
X – atuar como sujeito no processo de formação de recursos humanos;
XI – responder às especificidades regionais de saúde através de intervenções
planejadas
estrategicamente, em níveis de promoção, prevenção e reabilitação à saúde, dando
atenção integral à saúde dos indivíduos, das famílias e das comunidades;
XII – reconhecer-se como coordenador do trabalho da equipe de enfermagem;
XIII – assumir o compromisso ético, humanístico e social com o trabalho
170
multiprofissional em saúde.
XIV – promover estilos de vida saudáveis, conciliando as necessidades tanto dos
seus clientes/pacientes quanto às de sua comunidade, atuando como agente de
transformação social;
XV – usar adequadamente novas tecnologias, tanto de informação e
comunicação, quanto de ponta para o cuidar de enfermagem;
XVI – atuar nos diferentes cenários da prática profissional, considerando os
pressupostos dos modelos clínico e epidemiológico;
XVII – identificar as necessidades individuais e coletivas de saúde da população,
seus condicionantes e determinantes;
XIII – intervir no processo de saúde-doença, responsabilizando-se pela qualidade
da assistência/cuidado de enfermagem em seus diferentes níveis de atenção à saúde,
com ações de promoção, prevenção, proteção e reabilitação à saúde, na perspectiva da
integralidade da assistência;
XIX – coordenar o processo de cuidar em enfermagem, considerando contextos e
demandas de saúde;
XX – prestar cuidados de enfermagem compatíveis com as diferentes
necessidades apresentadas pelo indivíduo, pela família e pelos diferentes grupos da
comunidade;
XXI – compatibilizar as características profissionais dos agentes da equip e de
enfermagem às diferentes demandas dos usuários;
XXII – integrar as ações de enfermagem às ações multiprofissionais;
XXIII – gerenciar o processo de trabalho em enfermagem com princípios de Ética
e de Bioética, com resolutividade tanto em nível individual como coletivo em todos os
âmbitos de atuação profissional;
XXIV – planejar, implementar e participar dos programas de formação e
qualificação contínua dos trabalhadores de enfermagem e de saúde;
XXV – planejar e implementar programas de educação e promoção à saúde,
considerando a especificidade dos diferentes grupos sociais e dos distintos processos
de vida, saúde, trabalho e adoecimento;
XXVI – desenvolver, participar e aplicar pesquisas e/ou outras formas de produção
de conhecimento que objetivem a qualificação da prática profissional;
XXVII – respeitar os princípios éticos, legais e humanísticos da profissão;
XXIII – interferir na dinâmica de trabalho institucional, reconhecendo-se como
agente desse processo;
XXIX – utilizar os instrumentos que garantam a qualidade do cuidado de
enfermagem e da assistência à saúde;
XXX – participar da composição das estruturas consultivas e deliberativas do
sistema de saúde;
171
XXXI – assessorar órgãos, empresas e instituições em projetos de saúde;
XXXII - cuidar da própria saúde física e mental e buscar seu bem-estar como
cidadão e como enfermeiro; e
XXXIII - reconhecer o papel social do enfermeiro para atuar em atividades de
política e planejamento em saúde.
Parágrafo Único. A formação do Enfermeiro deve atender as necessidades
sociais da saúde, com ênfase no Sistema Único de Saúde (SUS) e assegurar a
integralidade da atenção e a qualidade e humanização do atendimento.
Art. 6º Os conteúdos essenciais para o Curso de Graduação em Enfermagem
devem estarrelacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão, da família e
da comunidade, integrado à realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a
integralidade das ações do cuidar em enfermagem. Os conteúdos devem contemplar:
I - Ciências Biológicas e da Saúde – incluem-se os conteúdos (teóricos e
práticos) de base moleculares e celulares dos processos normais e alterados, da
estrutura e função dos tecidos, órgãos, sistemas e aparelhos, aplicados às situações
decorrentes do processo saúde-doença no desenvolvimento da prática assistencial de
Enfermagem;
II - Ciências Humanas e Sociais – incluem-se os conteúdos referentes às
diversas dimensões da relação indivíduo/sociedade, contribuindo para a compreensão
dos determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos
e legais, nos níveis individual e coletivo, do processo saúde-doença;
III - Ciências da Enfermagem - neste tópico de estudo, incluem-se:
a) Fundamentos de Enfermagem: os conteúdos técnicos, metodológicos e os
meios e instrumentos inerentes ao trabalho do Enfermeiro e da Enfermagem em nível
individual e coletivo;
b) Assistência de Enfermagem: os conteúdos (teóricos e práticos) que compõem
a assistência de Enfermagem em nível individual e coletivo prestada à criança, ao
adolescente, ao adulto, à mulher e ao idoso, considerando os determinantes sócioculturais, econômicos e ecológicos do processo saúde-doença, bem como os princípios
éticos, legais e humanísticos inerentes ao cuidado de Enfermagem;
c) Administração de Enfermagem: os conteúdos (teóricos e práticos) da
administração do processo de trabalho de enfermagem e da assistência de
enfermagem; e
d) Ensino de Enfermagem: os conteúdos pertinentes à capacitação pedagógica
do enfermeiro, independente da Licenciatura em Enfermagem.
§ 1º Os conteúdos curriculares, as competências e as habilidades a serem
assimilados e adquiridos no nível de graduação do enfermeiro devem conferir-lhe
terminalidade e capacidade acadêmica e/ou profissional, considerando as demandas e
necessidades prevalentes e prioritárias da população conforme o quadro
epidemiológico do país/região.
§ 2º Este conjunto de competências, conteúdos e habilidades deve promover no
172
aluno e no enfermeiro a capacidade de desenvolvimento intelectual e profissional
autônomo e permanente.
Art. 7º Na formação do Enfermeiro, além dos conteúdos teóricos e práticos
desenvolvidos ao longo de sua formação, ficam os cursos obrigados a incluir no
currículo o estágio supervisionado em hospitais gerais e especializados, ambulatórios,
rede básica de serviços de saúde e comunidades nos dois últimos semestres do Curso
de Graduação em Enfermagem.
Parágrafo Único. Na elaboração da programação e no processo de supervisão do
aluno, em estágio curricular supervisionado, pelo professor, será assegurada efetiva
participação dos enfermeiros do serviço de saúde onde se desenvolve o referido
estágio. A carga horária mínima do estágio curricular supervisionado deverá totalizar
20% (vinte por cento) da carga horária total do Curso de Graduação em Enfermagem
proposto, com base no Parecer/Resolução específico da Câmara de Educação Superior
do Conselho Nacional de Educação.
Art. 8º O projeto pedagógico do Curso de Graduação em Enfermagem deverá
contemplar atividades complementares e as Instituições de Ensino Superior deverão
criar mecanismos de aproveitamento de conhecimentos, adquiridos pelo estudante,
através de estudos e práticas independentes, presenciais e/ou a distância, a saber:
monitorias e estágios; programas de iniciação científica; programas de extensão;
estudos complementares e cursos realizados em outras áreas afins.
Art. 9º O Curso de Graduação em Enfermagem deve ter um projeto pedagógico,
construído coletivamente, centrado no aluno como sujeito da aprendizagem e apoiado
no professor como facilitador e mediador do processo ensino-aprendizagem. Este
projeto pedagógico deverá buscar a formação integral e adequada do estudante através
de uma articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão/assistência.
Art. 10. As Diretrizes Curriculares e o Projeto Pedagógico devem orientar o
Currículo do Curso de Graduação em Enfermagem para um perfil acadêmico e
profissional do egresso. Este currículo deverá contribuir, também, para a compreensão,
interpretação, preservação, reforço, fomento e difusão das culturas nacionais e
regionais, internacionais e históricas, em um contexto de pluralismo e diversidade
cultural.
§ 1º As diretrizes curriculares do Curso de Graduação em Enfermagem deverão
contribuir para a inovação e a qualidade do projeto pedagógico do curso.
§ 2º O Currículo do Curso de Graduação em Enfermagem deve incluir aspectos
complementares de perfil, habilidades, competências e conteúdos, de forma a
considerar a inserção institucional do curso, a flexibilidade individual de estudos e os
requerimentos, demandas e expectativas de desenvolvimento do setor saúde na região.
Art. 11. A organização do Curso de Graduação em Enfermagem deverá ser
definida pelo respectivo colegiado do curso, que indicará a modalidade: seriada anual,
seriada semestral, sistema de créditos ou modular.
Art. 12. Para conclusão do Curso de Graduação em Enfermagem, o aluno deverá
elaborar um trabalho sob orientação docente.
173
Art. 13. A Formação de Professores por meio de Licenciatura Plena segue
Pareceres e Resoluções específicos da Câmara de Educação Superior e do Pleno do
Conselho Nacional de Educação.
Art. 14. A estrutura do Curso de Graduação em Enfermagem deverá assegurar:
I - a articulação entre o ensino, pesquisa e extensão/assistência, garantindo um
ensino crítico, reflexivo e criativo, que leve a construção do perfil almejado, estimulando
a realização de experimentos e/ou de projetos de pesquisa; socializando o
conhecimento produzido, levando em conta a evolução epistemológica dos modelos
explicativos do processo saúde-doença;
II - as atividades teóricas e práticas presentes desde o início do curso, permeando
toda a formação do Enfermeiro, de forma integrada e interdisciplinar;
III - a visão de educar para a cidadania e a participação plena na sociedade;
IV - os princípios de autonomia institucional, de flexibilidade, integração
estudo/trabalho e pluralidade no currículo;
V - a implementação de metodologia no processo ensinar-aprender que estimule o
aluno a refletir sobre a realidade social e aprenda a aprender;
VI - a definição de estratégias pedagógicas que articulem o saber; o saber fazer e
o saber conviver, visando desenvolver o aprender a aprender, o aprender a ser, o
aprender a fazer, o aprender a viver juntos e o aprender a conhecer que constitui
atributos indispensáveis à formação do Enfermeiro;
VII - o estímulo às dinâmicas de trabalho em grupos, por favorecerem a discussão
coletiva e as relações interpessoais;
VIII - a valorização das dimensões éticas e humanísticas, desenvolvendo no aluno
e no enfermeiro atitudes e valores orientados para a cidadania e para a solidariedade; e
IX - a articulação da Graduação em Enfermagem com a Licenciatura em
Enfermagem.
Art. 15. A implantação e desenvolvimento das diretrizes curriculares devem
orientar e propiciar concepções curriculares ao Curso de Graduação em Enfermagem
que deverão ser acompanhadas e permanentemente avaliadas, a fim de permitir os
ajustes que se fizerem necessários ao seu aperfeiçoamento.
§ 1º As avaliações dos alunos deverão basear-se nas competências, habilidades e
conteúdos curriculares desenvolvidos, tendo como referência as Diretrizes Curriculares.
§ 2º O Curso de Graduação em Enfermagem deverá utilizar metodologias e
critérios para acompanhamento e avaliação do processo ensino-aprendizagem e do
próprio curso, em consonância com o sistema de avaliação e a dinâmica curricular
definidos pela IES à qual pertence.
Art. 16. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as
disposições em contrário.
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Arthur Roquete de Macedo
Presidente da Câmara de Educação Superior