Ciências Biológicas Licenciatura - Arapiraca Sede - 2007
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS (Licenciatura)
ARAPIRACA/AL-2007
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA
CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS (Licenciatura)
Projeto Pedagógico do Curso de
Ciências Biológicas - Licenciatura do
Campus Arapiraca, elaborado com
objetivo da sua adequação às Diretrizes
Curriculares Nacionais.
ARAPIRACA-AL / 2007
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I D E N T I F I C A Ç Ã O
D O
C U R S O
NOME DO CURSO: Licenciatura em Ciências Biológicas
TITULO CONFERIDO: Licenciado
DOCUMENTO DE AUTORIZAÇÃO: Processo 23000.021478/2006-72 - Parecer:
CES 52/2007 de 27 e 28 de fevereiro e 01 março de 2007. Publicado em 14 de março de
2007.
TURNO: Diurno
CARGA HORARIA: 3.440h
DURAÇÃO: Mínima: 4 anos
Máxima: 7 anos
VAGAS: 40 (oferta anual)
PERFIL DO EGRESSO: O curso pretende formar um profissional generalista e ao
mesmo tempo voltado para as áreas que necessitam de profissionais
qualificados tais como, educação e meio ambiente. Através de uma
capacitação teórico-metodológica, ético-científica e técnico-científica, este
profissional deverá ter uma visão multidisciplinar da realidade
compreendendo os diferentes aspectos sócio-culturais, econômicos, políticos e
ambientais pertinentes ao mundo, ao Brasil e em especial à região Nordeste.
Logo, esse egresso deverá apresentar: formação humanística técnico-científica
e prática imprescindível à compreensão interdisciplinar do fenômeno
biológico e das transformações sociais e ambientais; capacidade de prevenção
e equacionamento de problemas, através de soluções harmônicas e
inovadoras; exercício profissional cumprindo as competências e atribuições
previstas na legislação em vigor; consciência de sua responsabilidade nas
questões ambientais e educacionais; visão holística dos processos sociais,
políticos, econômicos, educacionais e ambientais, dentre outros.
CAMPOS DE ATUACAO: O Licenciado em Biologia poderá atuar como professor do
Ensino Básico, assim como, atuar nas diversas áreas das Ciências Biológicas
desde que atenda aos requisitos da legislação que regulamenta a profissão.
FORMA DE INGRESSO: A primeira forma de acesso aos cursos da Universidade
Federal de Alagoas é normatizado pela Resolução nº 18/2005 – CEPE, de 11
de julho de 2005, que trata do Processo Seletivo da Universidade Federal de
Alagoas. Outras resoluções e legislações nacionais normatizam as demais
formas de ingresso no curso através de transferência, reopção, matrícula de
diplomados, Programa de Estudantes-Convênio de Graduação, ex-officio etc.
Todas essas resoluções estão disponibilizadas no endereço eletrônico:
www.ufal.br, mais especificamente na página da PROGRAD, em normas
acadêmicas.
COLEGIADO OU EQUIPE DE ELABORAÇÃO:
Eliane Aparecida Holanda Cavalcanti
Maria Aliete Bezerra Machado
3
S U M Á R I O
1. Introdução/Justificativa........................................................................................
2. Perfil do Egresso..................................................................................................
3. Habilidades - Competências – Atitudes...............................................................
4. Conteúdos – Matriz Curricular.............................................................................
Prática Pedagógica...............................................................................................
Representação gráfica do perfil de formação .....................................................
5. Ordenamento Curricular.......................................................................................
Ementário das disciplinas....................................................................................
6. Estágio Supervisionado........................................................................................
7. Trabalho de Conclusão de Curso - TCC..............................................................
8. Atividades Acadêmico-Científico-Culturais........................................................
9. Avaliação............................................................................................................
Sistema de avaliação do projeto do curso............................................................
Sistema de avaliação do processo de ensino e aprendizagem.............................
Referências ..............................................................................................................
Anexos .....................................................................................................................
Corpo docente......................................................................................................
Legislação específica...........................................................................................
Necessidades de pessoas, de recursos materiais e de infra-estrutura..................
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1. INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA
O estudo da Biologia deve possibilitar a compreensão de que a vida se
organizou através do tempo, sob a ação de processos evolutivos, tendo como resultado
uma grande diversidade de formas sobre as quais continuam atuando as pressões
seletivas. Os organismos de uma forma geral, incluindo os seres humanos, não estão
isolados, ao contrário, constituem sistemas que estabelecem complexas relações de
interdependência. O entendimento dessas interações envolve a compreensão das
condições físicas do meio, do modo de vida e da organização funcional interna das
diferentes espécies e sistemas biológicos. Contudo, particular atenção deve ser
dispensada às relações estabelecidas pelos seres humanos, dada a sua especificidade.
Em tal abordagem, os conhecimentos biológicos não se dissociam dos sociais, políticos,
econômicos e culturais.
No Brasil, as Ciências Biológicas teve sua regulamentação em 1962, quando
o Conselho Federal de Educação (CFE) fixou o currículo mínimo e a duração dos
cursos de História Natural (Parecer no 325/62), para a formação de profissionais que
atendiam às demandas de pesquisa e ensino no 3o grau, ao ensino da Biologia no 2o grau
e de Ciências Física, Química e Biológica no 1o grau.
Dois anos depois (1964), o CFE fixou o currículo mínimo para o Curso de
Ciências Biológicas (licenciatura) adequando o antigo curso de História Natural às
exigências da especialização e da demanda referente à separação das áreas biológica e
geológica. A partir de então, surgiram os Institutos de Geociências e/ou Escolas de
Geologia do país. Desde então os egressos dos Cursos de Ciências Biológicas, vêm
atendendo ao ensino de Biologia e de Ciências nos diversos níveis, além da produção de
conhecimento básico e aplicado nas diversas subáreas das Ciências Biológicas, através
da pesquisa.
O Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Biologia, Campus
Arapiraca, foi elaborado de acordo com as seguintes orientações: a) Conselho Nacional
de Educação, através das DCN´s para a Formação de Professores da Educação Básica
(Parecer CNE/CP009/2001, Resoluções CNE/CP no 01/2002 e no.02/2002) b) DCN
para o Curso de Ciências Biológicas (Parecer No.1.301/2001 de 06 de novembro de
2001 e Resolução CNE/CES 09/2002 c) Parâmetros Curriculares Nacionais para o
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Ensino Fundamental e para o Ensino Médio emitidos pelo Ministério da Educação, d)
as recomendações do Fórum das Licenciaturas da UFAL, contidas nas Diretrizes
Políticas para as Licenciaturas na UFAL e e) os princípios orientadores contidos na
nova estrutura e conteúdo curricular dos Projetos Pedagógicos para cursos
Interiorizados da UFAL cuja configuração geral obedece a três troncos: o inicial, o
intermediário e o profissionalizante.
Nova proposta para a Licenciatura em Ciências Biológicas
O futuro do ensino como um todo, segundo estudiosos está ligado a três
palavras-chave: relevância, qualidade e internacionalização. Há uma necessidade
urgente de acelerar o ritmo das mudanças dentro das instituições de ensino objetivando
acompanhar uma nova realidade social que já está estabelecida. No ensino superior
ainda forma-se milhares de universitários para o campo de empregos, quando se sabe
que, no máximo 10% dos formandos em universidades brasileiras se encontrarão no
mercado de trabalho formal. Isto tudo está ligado ao aumento populacional e a maior
integração entre as pessoas proporcionadas pela tecnologia aplicada à comunicação que
vem desenvolvendo uma verdadeira revolução no cotidiano.
As rupturas tecnológicas estão acontecendo cada vez mais rapidamente.
Pesquisas apontam que o ciclo tecnológico idéia/invenção-inovação/imitação, que antes
era de 30 anos (isso há aproximadamente quatro décadas), está hoje em 6 anos e será
possivelmente em 2020, de 02 a 03 anos. Isso acarretará grandes implicações, 50% do
que um “vestibulando” de biologia aprende hoje ao ingressar no Curso de Ciências
Biológicas poderá estar obsoleto assim que se formar. Além do que as profissões
tenderão a ser des-regulamentadas, passando a valer mais o conjunto de conhecimentos
e habilidades do que o diploma.
Preocupados com os processos inovadores que vem paulatinamente
acontecendo, devido à globalização, o Ministério da Educação, em maio de 2000,
remeteu ao Conselho Nacional de Educação, para apreciação, proposta de Diretrizes
para Formação de Professores da Educação Básica, em cursos de nível superior,
formulada por Grupos de Trabalho designado para este fim.
A proposta de diretrizes nacionais para a formação de professores para a
educação básica brasileira busca construir uma sintonia entre a formação de professores,
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os princípios prescritos pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional/LDBEN,
as normas instituídas nas Diretrizes Curriculares Nacionais para educação infantil, para
o ensino médio, e suas modalidades, bem como, as recomendações dos Parâmetros e
Referenciais Curriculares para a educação básica elaboradas pelo Ministério da
Educação. O processo de elaboração dessas propostas de Diretrizes Curriculares para a
graduação consolidou uma formação para três categorias de carreiras: a) Bacharelado
Acadêmico; b) Bacharelado Profissionalizante e c) Licenciatura. Assim, conforme
essas diretrizes, a Licenciatura ganhou terminalidade e integralidade própria em relação
ao Bacharelado, constituindo-se em “um projeto especifico exigindo a definição de
currículos próprios da Licenciatura que não se confundam com o Bacharelado ou com
a antiga formação de professores que ficou caracterizada como modelo “3 + 1”. Lyra
(2003) faz um questionamento importantíssimo: “O licenciado em Biologia pela
Universidade Federal de Alagoas é Biólogo Professor? Ou Biólogo e Professor? Com
uma visão diferenciada o autor procura fazer uma síntese da atual Formação do
Professor de Biologia, com base em seu levantamento ele ressalta as seguintes
considerações:
O repensar do Curso de Biologia da UFAL deve-se não apenas a uma
imposição legal ou à compreensão da relevância da atividade do biólogo,
mas, principalmente, à necessidade de profissionais docentes bem formados
para atuarem no ensino da Biologia, nos níveis Fundamental e Médio;
Os dias atuais apontam para uma licenciatura em Ciências Biológicas que
não ajude apenas a desvendar os "segredos da vida", mas, sobretudo, que
ressignifique uma educação para promover um olhar crítico da atividade
humana e seus impactos sobre a biosfera;
Para garantir o compromisso do curso de Biologia com essa concepção
planetária, apontou para a necessidade de um planejamento o qual apresente
idéias e propostas, entendidas como contribuições precedentes, cujas
reflexões darão consistência ao plano a ser posto em ação.
O ponto de partida a desenhar-se num sustentáculo propositivo de mudança
deveria ser o Projeto Pedagógico do curso, onde o olhar comprometido
voltado à formação do professor de Ciências e Biologia, não descarta, em
nenhum momento, a fundamentação específica que venha respaldar toda
uma consistência didático-científica das Ciências Biológicas.
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O biólogo seja ele bacharel ou licenciado, deve ter consciência de seu papel
transformador, seja estimulando e contribuindo para a conservação da
natureza, seja desenvolvendo atividades educacionais e comunitárias. A
formação generalista do professor e o constante aprimoramento dos
conhecimentos deverão estar sempre presentes em seu fazer diário.
Dessa forma a nova configuração das licenciaturas constitui uma proposta
inovadora e está em sintonia com a necessidade de formar docentes comprometidos
com o duplo registro, o da cidadania e da construção de saberes e competências.
Diretrizes Curriculares para os Cursos de Ciências Biológicas
De acordo com a Resolução CNE/CES 07, de 11 de março de 2002,
integrantes do Parecer CNE/CES 1.301/2001, o projeto pedagógico de formação
profissional a ser formulado pelo curso de Ciências Biológicas devera explicitar:
I. O perfil dos formandos;
II. As competências e habilidades gerais e especificas a serem
desenvolvidas;
III. A estrutura do curso;
IV. Os conteúdos básicos e complementares e respectivos núcleos;
V. Os conteúdos definidos para a Educação Básica;
VI. O formato dos estágios;
VII. As características das atividades complementares; e
VIII. As formas de avaliação.
No que refere a carga horária dos cursos, esta deverá obedecer ao
estabelecido na Resolução CNE/CP 2/2002, resultante do Parecer CNE/CP 28/2001.
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2. PERFIL DO EGRESSO
O Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do Campus Arapiraca
destina-se a formar professores para atuar na educação básica, mais especificamente a
disciplina Ciências no ensino fundamental (5a a 8a série) e Biologia no ensino médio (1o
ao 3o ano). Por sua vez, este deverá apresentar um amplo conhecimento em sua área de
formação, sendo capaz de refletir sobre a sua prática pedagógica e de intervir na
realidade regional buscando transformá-la continuamente.
O perfil do discente licenciado deve contemplar características inerentes à
atividade docente como aquelas referenciadas no Parecer No CNE/CP 009/2001 entre as
quais se destacam:
•
Orientar e mediar o ensino para o bom desenvolvimento do processo
ensino-aprendizagem;
•
Comprometer-se com o sucesso da aprendizagem dos alunos;
•
Assumir e saber lidar com a diversidade existente entre os alunos;
•
Incentivar atividades de enriquecimento cultural;
•
Desenvolver atividades práticas investigativas;
•
Elaborar e executar projetos para o desenvolvimento de novas
metodologias;
•
Utilizar novas metodologias, estratégias e materiais de apoio;
•
Desenvolver hábitos de colaboração e trabalho em equipe.
Dessa forma o professor de Ciências Biológicas deverá ter o seguinte perfil:
a) Possuir não apenas o domínio das Ciências Biológicas, mas também
uma visão política e social, colocando dessa forma, o aluno em contato
com a realidade global e local.
b) Deverá apresentar formação humanística técnico-científica e prática
imprescindível à compreensão interdisciplinar do fenômeno biológico e
das transformações sociais e culturais;
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c) Entender que as Ciências Biológicas é dinâmica, portanto, deverá
conduzir o discente para um estudo permanente e critico, vivenciando
situações-problema de sua comunidade;
d) Desenvolver capacidade de prevenção e equacionamento de problemas,
através de soluções harmônicas e inovadoras;
e) Capacidade de desenvolver as competências e as atribuições previstas na
legislação em vigor;
f) Ter consciência de sua responsabilidade nas questões ambientais e
educacionais;
g) Oferecer condições para que o aluno, de posse de conceitos e princípios
básicos da Biologia saiba relacioná-los e aplicá-los no seu ambiente;
h) Distinguir, selecionar e organizar material biológico de acordo com o
grau de maturidade do discente, a fim de que possa estimular o
interesse, e desenvolver a habilidade de pensar as diferentes visões de
ciência;
i) Desenvolver uma visão holística dos processos sociais, políticos,
econômicos, educacionais e ambientais, para que a partir daí possa ser
gerado novos conceitos sobre a realidade para os alunos.
Ressaltamos ainda que além das atividades relacionadas à docência o
licenciado em Ciências Biológicas poderá atuar em pesquisas sejam elas educacionais
ou laboratoriais visto que a profissão (independente de ser bacharelado ou licenciatura)
é regulamentada por uma legislação que determina as áreas de atuação.
1
3.
HABILIDADES - COMPETÊNCIAS - ATITUDES
Sabemos, que o professor é a peça fundamental no que refere se a formação
de pessoas, no entanto, algumas exigências se fazem necessário para construção da
figura do professor ideal no duplo registro da cidadania e da construção de
competências: 1. para desenvolver cidadania adaptada ao mundo contemporâneo
(pessoa confiável; mediador intelectual; mediador de uma comunidade educativa;
garantia de Lei; organizador de uma vida democrática; transmissor cultural e
intelectual) e 2. para construção de saberes e competências (organizador de uma
pedagogia construtivista; garantia do sentido dos saberes; criador de situações de
aprendizagem; administrador da heterogeneidade e regulador dos processos e percursos
de formação (Perrenoud, 2002).
A concepção de competência é fundamental na orientação no processo de
formação de professores, pois não basta ter conhecimentos apenas sobre seu trabalho, é
imprescindível que esses conhecimentos sejam transformando em ações. Se faz
necessário não apenas o domínio dos conhecimentos específicos em torno dos quais
deverá agir, mas também, da compreensão das questões envolvidas em seu trabalho, sua
identificação e resolução, autonomia para tomar decisões e responsabilidades pelas
opções feitas.
A aquisição de competências deverá ocorrer mediante uma ação teóricoprática, isto é, toda sistematização teórica articulada com a prática e toda prática
articulada com a reflexão. No que se refere às competências e habilidades próprias do
educador Biólogo, o licenciado em Ciências Biológicas deverá apresentar:
•
Capacidade técnica para elaborar propostas de ensino-aprendizagem de Biologia
para a educação básica;
•
Conhecer teorias psico-pedagógicas que fundamentam o processo de ensinoaprendizagem, bem como, os princípios básicos de planejamento educacional;
•
Analisar criticamente novas propostas curriculares de Biologia para a educação
básica;
1
•
Desenvolver estratégias de ensino que favoreçam a criatividade, a autonomia e a
flexibilidade do pensamento biológico dos educandos, buscando trabalhar com mais
ênfase nos conceitos do que nas técnicas e fórmulas;
•
Perceber a prática docente de Biologia como um processo dinâmico, carregado de
incertezas e conflitos, um espaço de criação e reflexão, onde novos conhecimentos
são gerados e modificados continuamente;
•
Contribuir para a realização de projetos coletivos dentro da escola básica e da
comunidade onde a escola encontra-se inserida;
•
Ler, compreender e interpretar textos, especialmente textos científicos, em língua
portuguesa;
•
Saber buscar e selecionar informações em diferentes fontes (livros, enciclopédias,
dicionários, mídia eletrônica, etc);
•
Compreender a Biologia e suas inter-relações com o contexto social, econômico,
político, cultural e ambiental;
•
Saber trabalhar em laboratório da Biologia e conhecer as normas de segurança, além
de saber usar a experimentação como estratégia didática para o ensino de Biologia,
assim como, para o desenvolvimento de pesquisas as quais poderão ser aplicadas em
sala de aula;
•
Refletir sobre sua prática educativa, identificando problemas e desenvolvendo
soluções visando uma aprendizagem significativa;
•
Desenvolver um olhar crítico para que possa avaliar os materiais e recursos
didáticos, como livros, apostilas, “kits” experimentais, programas computacionais, a
fim de utilizá-los como ferramenta facilitadora da aprendizagem;
•
Ter consciência de que a educação é um processo contínuo, ao longo de toda a vida,
e procurar oportunidades de se atualizar;
•
Ser capaz de elaborar projetos e trabalhar coletivamente visando à melhoria da
escola e conseqüentemente da realidade em que vive, principalmente a realidade do
Estado de Alagoas;
•
Ter formação humanística e cultural que permita articular-se no ambiente social, de
forma política, ética e humana, exercendo a responsabilidade social;
•
Desenvolver o espírito investigativo a fim de que possa realizar um ensino baseado
na ação/reflexão/ação;
1
•
Atuar no magistério, conhecendo os principais problemas educacionais brasileiros,
utilizando-se de uma metodologia de ensino variada, a qual irá contribuir para o
desenvolvimento intelectual dos estudantes e para despertar o interesse científico no
alunado;
•
Exercer a sua profissão com espírito dinâmico, criativo, na busca de novas
metodologias, enfrentando como desafio, as dificuldades do magistério;
•
Além das competências citadas anteriormente o professor biólogo poderá
desenvolver as competências pertinentes à profissão desde que esteja em
consonância com a legislação em vigor (ou seja legislação da profissão).
É fundamental também incluir na formação dos professores duas idéias que não têm a
ver com competências, mas com posturas fundamentais: a prática reflexiva sobre a
experiência para favorecer a construção de novos saberes, e a implicação crítica do
debate político sobre educação, na escala dos estabelecimentos escolares, regional e
nacional.
1
4.
CONTEÚDOS / MATRIZ CURRICULAR
A licenciatura em Ciências Biológicas do Campus - Arapiraca está inserida
no Eixo Temático da Educação juntamente com as licenciaturas em Matemática, Física,
Química e Educação Física. O eixo da Educação em sua integralização como um todo
está dividido em três troncos: inicial, intermediário e o profissionalizante.
1. Tronco Inicial: é de conteúdo geral, mas com abordagem comum aos cursos
agrupados não só apenas ao Eixo da Educação, mais aos demais eixos existentes no
campus (a exemplo: das agrárias, tecnológico, etc). Esse tronco é parte integrante,
obrigatória e comum do projeto pedagógico de todos os cursos de graduação
interiorizados pertencentes a cada Eixo Temático. Articula-se em função de quatro
unidades de formação básica que se desdobram em disciplinas interdisciplinares e
modulares, sendo a última unidade, um seminário integrador. O conteúdo deste Tronco
compreende atividades desenvolvidas em 20 horas semanais, por um semestre (20
semanas), oferecendo-se ao final, 400 horas semestrais. Objetiva a oferta e a discussão
crítica de conhecimentos referentes: a) sociedade, natureza e desenvolvimento na
perspectiva das relações locais e globais; b) produção do conhecimento da ciência e
não-ciência; c) lógica, informática e comunicação e d) seminários integradores I,
visando discussão local, interdisciplinar e integração e das atividades e avaliações.
2. Tronco Intermediário: é parte integrante, obrigatória e comum do projeto
pedagógico de todos os cursos de graduação interiorizados pertencentes a cada Eixo
Temático. Articula-se em disciplinas, sendo uma delas um seminário integrador. O
conteúdo deste Tronco se desenvolve ao longo de um semestre letivo (de 40 semanas),
em atividades 20 horas semanais, obtendo-se ao final 400 horas semestrais. Objetiva a
oferta e a discussão crítica de conhecimentos referentes à formação básica comum aos
Cursos do Eixo da Educação, através de disciplinas instrumentais de síntese (química
geral, biologia geral, física geral, fundamentos da matemática, prática docente e
seminário integrador II). As disciplinas podem ser reunidas em Unidades Temáticas e
seus conteúdos disciplinares são apropriados ao Eixo da Educação.
1
3. Tronco Profissionalizante: assim como os troncos anteriormente citados, o tronco
profissionalizante é parte integrante, obrigatória, pois além de realizar uma
interdisciplinaridade entre os conteúdos ministrados nos demais troncos, introduz aos
discentes conteúdos objetivos, diretos, específicos e profissionalizantes, ofertados
através de disciplinas de características peculiares ao Licenciado em Ciências
Biológicas.
O currículo do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas é constituído
por uma seqüência de disciplinas e atividades ordenadas por matrículas semestrais em
uma arrumação seqüenciada. O Currículo Pleno inclui as disciplinas que atendem às
bases curriculares da nova Lei de Diretrizes e Bases, complementado por outras
disciplinas de caráter obrigatório, que atendem às exigências de sua programação
específica, às características da Universidade e às necessidades da comunidade, assim
como, aquelas individuais dos acadêmicos.
Nessa nova proposta curricular incluem-se as atividades complementares,
disciplinas eletivas etc., com vistas a oportunizar flexibilização curricular e a
desenvolver a autonomia dos alunos. O Currículo pleno deverá ser cumprido
integralmente pelo aluno, o que lhe possibilitará habilitar-se para a obtenção do diploma
que lhe confira direitos profissionais.
O curso de Licenciatura em Ciências Biológicas é composto de disciplinas
de caráter obrigatório (incluindo os seminários integradores) e prevê a partir do 5º
semestre a Prática de Ensino com Estágio Supervisionado a ser realizado em Escolas da
Comunidade, da rede pública ou privada.
O curso está estruturado e será conduzido de modo a permitir o
desenvolvimento de atividades complementares, as quais são importantes para a
formação docente e para o desenvolvimento de competências e habilidades como foi
determinado na elaboração do perfil do profissional desejado. Portanto, serão
incentivadas atividades tais como: busca de informações em fontes variadas, uso
freqüente da biblioteca, uso de recursos multimídia, visitas de campo (museus,
ecossistemas como, caatinga, mata atlântica etc., instituições de ensino e pesquisa etc.),
participação em congressos, seminários, workshops, palestras e outras. A realização de
estágios, incluindo monitoria, também será incentivada.
Todas as disciplinas deverão ter uma dimensão teórica-prática de maneira a
permitir a interdisciplinaridade entre os conteúdos específicos da área da Biologia e a
prática pedagógica, visando facilitar a transposição didática dos conhecimentos. Por
1
outro lado, as aulas de laboratório deverão abranger todas as disciplinas específicas da
Biologia e de outras licenciaturas.
A disciplina Profissão Docente será oferecida no primeiro ano do curso
(segundo semestre), a qual, será uma ferramenta facilitadora para que os alunos
compreendam o processo educativo, conheçam e analise a realidade educacional
brasileira, o papel da escola e das várias teorias educacionais.
A disciplina LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais será oferecida no último
ano do curso, essa por sua vez, será extremamente importante para a formação do
educador. Atendendo dessa forma, o Decreto Federal nº 5.626, de 22 de dezembro de
2005, que regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre o
assunto e o artigo 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
O curso propõe também a disciplina Seminários Integradores. Esse por sua
vez, deverá contribuir para uma formação geral sólida, através da realização de uma
série de seminários com professores convidados, especialistas e demais profissionais da
área, os quais deverão abordar temas atuais e relevantes de áreas afins, o que certamente
contribuirá para que o futuro professor realize um ensino motivador.
Articulação entre teoria e prática
Das disciplinas
A articulação entre teoria e pratica ocorrerá ao longo do curso em quase
todos os momentos. Inicialmente, os docentes deverão fazer uma ressignificação dos
conteúdos, em que a noção de conteúdo a ser ministrado deverá se ampliar para além de
fatos e conceitos, passando a incluir procedimentos, valores, normas e atitudes
presentes. Dessa forma, os conteúdos serão abordados em três grandes categorias:
1) conteúdos conceituais - deverão envolver fatos, princípios, etc. Estes, dizem respeito
à construção ativa das capacidades intelectuais para operar com símbolos, idéias,
imagens e representações que permitam organizar a realidade.
2) conteúdos procedimentais – permitem a investigação, a comunicação e o debate de
fatos e idéias. A observação, a experimentação, a comparação, o estabelecimento de
relações entre fatos ou fenômenos e idéias, a leitura e a escrita de textos informativos, a
organização de informações por meio de desenhos, tabelas, gráficos, esquemas e texto, a
1
proposição de suposições, o confronto entre suposições e entre elas e os dados obtidos
por investigação, a proposição e a solução de problemas, são exemplos de diferentes
procedimentos que possibilitam a aprendizagem.
3) conteúdos atitudinais - envolvem a abordagem de valores, normas e atitudes. É
importante ao desenvolvimento de posturas e valores pertinentes às relações entre os
seres humanos, o conhecimento e o ambiente. O desenvolvimento desses valores
envolve muitos aspectos da vida social, como a cultura e o sistema produtivo, as
relações entre o homem e a natureza. Nessas discussões, o respeito à diversidade de
opiniões ou às provas obtidas por intermédio de investigação e a colaboração na
execução das tarefas são elementos que contribuem para o aprendizado de atitudes,
como a responsabilidade em relação à saúde e ao ambiente.
Nas atividades integradoras
As atividades visando integrar teoria e pratica consiste na participação dos
alunos nos diversos “grupos de estudo” e nas “oficinas de trabalho” onde terão
oportunidade também de desenvolverem hábitos de colaboração e de trabalho de equipe.
Na pratica Docente Orientada
Os alunos, sob orientação do corpo docente do Curso, desenvolverão,
projetos de pesquisas e intervenções sistemática junto a turmas de ensino fundamental
e/ou médio em que atuam ou em outra escola a ser indicada pelo Colegiado do Curso.
Seus registros sistemáticos, bem como, depoimentos sobre vivências serão objetos de
debate nas mais diversas instâncias: seminários, grupos de estudos, reuniões de
avaliação; servirão de realimentação da pratica pedagógica do Curso de Formação, bem
como, de sua atuação enquanto professor da educação básica.
1
Interdisciplinaridade
Proposta de objeto de estudo
O objeto de estudo é a CONSERVAÇAO AMBIENTAL dos ecossistemas
locais, como por exemplo, a região costeira, o agreste e a caatinga, uma vez que, na
apresentação dos Parâmetros Curriculares Nacionais (Brasil, 1997, p.15) ressalta-se que
“ a questão ambiental vem sendo considerada cada vez mais urgente e importante para
a sociedade, pois o futuro da humanidade depende da relação estabelecida entre a
natureza e o uso pelo homem dos recursos naturais disponíveis”. O uso dos recursos
naturais, de uma forma que sustente uma razoável qualidade de vida, depende da sábia
aplicação de princípios ecológicos, não somente para mitigar problemas ambientais,
mas também para instruir novos pensamentos e práticas econômicas, políticas e sociais.
Portanto, essa prática deverá ser estendida para todos os níveis de ensino inclusive para
o ensino fundamental, desejando-se que cada aluno torna-se um agente multiplicador
nessa árdua batalha em prol da questão ambiental, visto que, é uma batalha mundial.
No Ensino, Pesquisa e Extensão.
A pretendida condição de cidadania se faz cada vez mais necessária nos dias
atuais, visto que a problemática ambiental está na ordem do dia e a discussão em busca
de soluções para as questões ambientais é responsabilidade de todos os cidadãos em
abordagens inter e transdisciplinar. É preciso fomentar a realização de ações integradas
na área do Meio Ambiente com a participação dos docentes e discentes da UFAL,
juntamente com instituições governamentais e não governamentais. A articulação se
fará por meio de um projeto de extensão, treinamento e estágios que permitirão ao
aluno/cidadão refletir sobre uma determinada experiência local levando-o ao debate
crítico das finalidades dos programas e atividades escolares voltados para a educação
ambiental favorecendo a construção de novos saberes.
Os projetos que serão elaborados por professores-orientadores (UFAL) e
professores tutores (Escola) poderão ser estruturados em cinco etapas: 1ª. Etapa –
Formação dos grupos e pesquisa sobre experiências nas escolas; 2ª. Etapa -Escolha das
experiências a serem debatidas, pelo coordenador (UFAL) e pelo tutor do projeto
(Escola/Instituição); 3ª. Etapa -Estudo de caso: diagnóstico da realidade e
1
contextualização com as pesquisas realizadas nas Universidades; 4ª. Etapa – Resultados
finais e/ou parciais da experiência apresentada em forma de relatório; 5ª. Etapa –
Exposição sob a forma de painel e/ou exposição oral, em evento de extensão com essa
finalidade.
Eixos Temáticos Centrais
Zoologia Geral
Conhecimento da classificação, filogenia, organização, biogeografia, fisiologia,
importância econômica e ecológica, assim como, as estratégias adaptativas morfofuncionais dos seres vivos.
Os conteúdos devem apontar para as relações recíprocas entre organismo e
ambiente, marcadas pelas adaptações ocorridas ao longo do tempo. Nesse eixo
temático deverá ser abordado conceito sobre filogenética, evolução, biodiversidade,
meio ambiente, assim como, a importância econômica e ecológica dos organismos.
Botânica geral
Conhecimento da classificação atual, organização, biogeografia, fisiologia vegetal,
importância econômica e ecológica, assim como, as estratégias adaptativas dos
vegetais ao longo da história ecológica da terra.
Os conteúdos teórico-prático deveram apontar para as relações recíprocas meio
ambiente/sociedade marcadas pelas transformações antrópicas ocorridas ao longo
dos anos. Nesse eixo temático deverá ser abordado conceito sobre filogenética,
evolução, biodiversidade, morfologia e anatomia vegetal, meio ambiente, assim
como, a importância econômica e ecológica dos vegetais.
Genética
Visão ampla da organização genética dos organismos, construída a partir do estudo
da estrutura molecular e celular. Compreensão dos mecanismos de transmissão da
informação genética, em nível molecular, celular e evolutivo.
Morfologia e fisiologia humana
1
Visão ampla da organização e interações biológicas, construída a partir do estudo da
estrutura molecular e celular, função e mecanismos fisiológicos da regulação em
modelos eucariontes, procariontes e de partículas virais, fundamentados pela
informação bioquímica, biofísica, fisiológica, morfológica e imunológica.
Compreensão dos mecanismos de transmissão da informação genética, em nível
molecular, celular e evolutivo.
Ecologia e meio ambiente
Estudar as relações entre os seres vivos e o ambiente ao longo do tempo geológico.
Conhecimento da dinâmica das populações, comunidades e ecossistema,
conservação e manejo da fauna e da flora, assim como, da relação entre saúde,
educação e ambiente.
Os conteúdos devem apontar para as relações recíprocas entre sociedade e ambiente,
marcadas pelas necessidades humanas, seus conhecimentos e valores. A questão
especifica dos recursos tecnológicos intimamente relacionadas às transformações
ambientais. Devem ser tratados os conceitos de evolução, ecologia, meio ambiente,
biodiversidade, sociodiversidade, preservação, conservação e recursos naturais.
Ciências Exatas e da Natureza
Conhecimentos matemáticos, físicos, químicos, estatísticos, geológicos e outros
fundamentais para o entendimento dos processos e padrões biológicos.
Conhecimentos geológicos e outros fundamentais para o entendimento dos
processos e padrões biológicos.
Fundamentos filosóficos e sociais
Reflexão e discussão dos aspectos éticos e legais relacionados ao exercício
profissional. Conhecimentos básicos de: História, Filosofia e Metodologia da
Ciência, Sociologia e Antropologia, para dar suporte à sua atuação profissional na
sociedade, com a consciência de seu papel na formação de cidadãos.
2
Conteúdos Curriculares da Educação Básica
Promover uma revisão critica e a aprofundada sobre as Diretrizes Curriculares
Nacionais, os PCN´S, os livros didáticos, o ambiente escolar, os objetivos de ensino,
a formação da mentalidade cientifica, bem como, dos conteúdos curriculares da
Biologia (química e física) adotados no Ensino Fundamental e Médio.
Promover o questionamento dos conteúdos curriculares: seu lugar no currículo
escola, para que serve? Em quais situações concretas e cotidianas esses conteúdos se
aplicam?
Os conteúdos devem ser relevantes do ponto de vista social e ter seus reflexos
revelados na cultura, procurando dessa forma, desenvolver no aluno a compreensão
em seu dia-a-dia; as relações entre o homem e a natureza mediadas pela tecnologia,
superando interpretações ingênuas sobre a realidade do entorno.
A escola e o Trabalho Pedagógico
Promover a fundamentação sociológica, antropológica, política, econômica,
histórica e filosófica sobre a educação, a política educacional, e o trabalho
pedagógico.
Compreender o trabalho como principio educativo.
Promover a fundamentação psicopedagógica sobre a atividade humana.
Preparar para atuar na elaboração do projeto pedagógico da escola: currículos,
programas, avaliação, metodologias de ensino e gestão democrática.
Enfatizar a pesquisa educacional e a prática de ensino
Observação: Esse eixo é considerado interdisciplinar, pois será desenvolvido em
articulação com os demais, especialmente com o eixo dos conteúdos curriculares.
Pratica Docente Orientada
2
Sistematizar a reflexão sobre pratica docente, desde as vivencias pessoais até a
realidade global do sistema educacional (400hs).
Orientar e supervisionar o estágio curricular do curso (400hs).
Orientar o trabalho de conclusão de curso, concebendo-o como momento
privilegiado de síntese sobre a sistematização da reflexão do aluno sobre a realidade
educacional.
Quadro I. Resumo das disciplinas com seu respectivo eixo temático.
EIXO TEMÁTICO
Zoologia geral
DISCIPLINA
Zoologia I e II, Fundamentos da sistemática e
filogenética, Parasitologia, Entomologia geral e Biologia
Botânica geral
dos microrganismos.
Anatomia e morfologia vegetal, Botânica sistemática I e
Genética
II e Fisiologia vegetal.
Genética geral, Genética molecular e Genética de
Morfologia
populações e evolução.
fisiologia Fundamentos anatómo-funcionais, Bioquímica, Biologia
e
humana
celular e molecular, Embriologia e histologia e
Ecologia e meio ambiente
Imunologia.
Ecologia geral, Conservação e manejo de recursos
Ciências
exatas
e
naturais.
da Geologia e Paleontologia; Fundamentos de Matemática;
natureza
Química Geral; Física Geral.
Fundamentos filosóficos e Sociedade, Natureza e Desenvolvimento: relações locais
sociais
e globais; Produção do conhecimento: Ciência e não-
ciência; Lógica, Informática e Comunicação.
Conteúdos curriculares da Desenvolvimento e aprendizagem; Política
educação básica
Organização
da
Educação
Básica;
e
Planejamento,
currículo e avaliação da aprendizagem; Pesquisa
A
escola
e
o
Educacional.
trabalho Projeto pedagógico, Organização e Gestão do Trabalho
pedagógico
Prática docente orientada
Escolar; Saúde na escola e na comunidade;
Profissão Docente e Estágio Supervisionado I, II, III, IV.
Representação gráfica do perfil de formação
2
O curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do campus Arapiraca
deverá ser integralizado em 04 anos, esse por sua vez, será constituído em 78% por
disciplinas obrigatórias (2.680h), 2% por disciplinas eletivas (80h), 12% por estágio
supervisionado (400h), 2% trabalho de conclusão de curso (80h) e 6% por atividades
complementares (200h) (Quadro II) (Figura 1).
Quadro II. Componentes curriculares do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas
do campus – Arapiraca/AL.
Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da Universidade
Federal de Alagoas no regime semestral – Currículo 2006
Componentes curriculares
Disciplinas obrigatórias
Disciplinas eletivas
Estágio Supervisionado
Trabalho de Conclusão de Curso
Atividades Complementares
Carga Horária de Integralização Curricular CHIC
12%
2%
Carga
Horária
2680
80
400
80
200
3440
6%
2%
78%
Disciplinas obrigatórias
Disciplinas eletivas
Es tágio supervis ionado
TCC
Atividades complementares
Figura 01. Componentes curriculares do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas
do campus – Arapiraca/AL.
2
2
5. ORDENAMENTO CURRICULAR
QUADRO DE SABERES DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS (Licenciatura) – CAMPUS ARAPIRACA
Semestre
Saberes Específicos da Formação do
Professor na UFAL
Primeiro
Seminário integrador I
Segundo
Seminário integrador II
Fundamentos da educação
Profissão docente
Terceiro
Seminário integrador III
Desenvolvimento e aprendizagem
Seminário integrador IV
Política e organização da educação
básica
Estágio Supervisionado 1
Seminário integrador V
Planejamento, currículo e avaliação
da aprendizagem
Estágio Supervisionado 2
Projeto pedagógico, organização e
gestão do trabalho escolar
Seminário integrador VI
Estágio Supervisionado 3
Seminário integrador VII
Libras
Estágio Supervisionado 4
Quarto
Quinto
Sexto
Sétimo
Oitavo
Carga Horária
Atividades
Acadêmico-Cientifico-Culturais
Trabalho de Conclusão de Curso
Carga Horária Total
Saberes Específicos de
Ciências Biológicas (licenciatura)
Sociedade,
natureza
e
desenvolvimento da realidade
local à realidade global.
Produção
do
conhecimento:
ciência e não ciência.
Lógica,
informática
e
comunicação.
Fundamentos da matemática
Química geral
Biologia geral
Física geral
Zoologia I
Fundamentos da sistemática e
filogenética
Biologia celular e molecular
Morfologia e anatomia vegetal
Bioquímica
Embriologia e histologia
Zoologia II
Biologia dos microrganismos
Botânica sistemática I
Fundamentos anátomo-funcionais
Entomologia geral
Botânica sistemática II
Genética geral
Conservação e manejo de recursos
naturais
Fisiologia vegetal
Carga
horária
400h
420h
400 h
380h
420 h
360h
Genética molecular
Saúde na escola e na comunidade
– prática pedagógica
Ecologia e meio ambiente
Eletiva I
Geologia e paleobiologia
Parasitologia
Genética e evolução
Imunologia
Bases para educação ambiental
Eletiva II
400h
380h
3.160h
200 h
80 h
3.440h
2
ORDENAMENTO CURRICULAR DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS (Licenciatura) – Regime
Semestral
Período
Disciplina
Obrig.
Carga horária
Primei
Sem.
Teor. Prát. Semestral
ro
Sociedade, natureza e desenvolvimento Sim
60
60
120
da realidade local à realidade global.
Produção do conhecimento; ciência e Sim
60
60
120
não ciência
Lógica, informática e comunicação
Sim
60
60
120
Seminário integrador I
Sim
20
20
40
Carga horária total do período
400h
Fundamentos da matemática
Sim
40
40
80
Química geral
Sim
30
30
60
Biologia geral
Sim
30
30
60
Segun
Física geral
Sim
40
40
80
do
Fundamentos da educação
Sim
20
20
40
Seminário integrador II
Sim
20
20
40
Profissão docente
Sim
30
30
60
Carga horária total do período
420h
Zoologia I
Sim
40
20
20
80
Fundamentos
de
sistemática
e Sim
20
20
40
filogenética
Biologia celular e molecular
Sim
30
20
10
60
Tercei
Morfologia e anatomia vegetal
Sim
30
10
20
60
ro
Bioquímica
Sim
20
20
40
Desenvolvimento e aprendizagem
Sim
40
40
80
Seminário integrador III
Sim
20
20
40
Carga horária total do período
400h
Embriologia e histologia
Sim
30
20
10
60
Zoologia II
Sim
40
20
20
80
Biologia dos microrganismos
Sim
30
20
10
60
Quarto
Botânica sistemática I
Sim
30
10
20
60
Política e organização da educação Sim
40
40
80
básica
Seminário
integrador IV
Sim
20
20
40
Carga horária total do período
380h
Planejamento, currículo e avaliação da Sim
40
20
20
80
aprendizagem
Fundamentos anátomo-funcionais
Sim
40
20
20
80
Entomologia geral
Sim
30
20
10
60
Quinto
Botânica sistemática II
Sim
30
10
20
60
Seminário integrador V
Sim
20
20
40
Estágio supervisionado I
Sim
50
50
100
Carga horária total do período
420h
2
Sexto
Sétimo
Oitavo
Projeto pedagógico, organização e gestão Sim
do trabalho escolar
Genética geral
Sim
Conservação e manejo de recursos Sim
naturais
Fisiologia vegetal
Sim
Estágio supervisionado II
Sim
Seminário integrador VI
Sim
Carga horária total do período
Pesquisa educacional
Sim
Genética molecular
Sim
Saúde na escola e na comunidade – Sim
prática pedagógica
Ecologia e meio ambiente
Sim
Libras
Sim
Seminário integrador VII
Sim
Eletiva I
Não
Estágio supervisionado III
Sim
Carga horária total do período
Geologia e paleobiologia
Sim
Parasitologia
Sim
Genética e evolução
Sim
Imunologia
Sim
Bases para educação ambiental
Sim
Eletiva II
Não
Estágio supervisionado IV
Sim
Carga horária total do período
40
20
20
80
20
20
20
10
10
40
40
30
50
20
20
10
50
20
30
20
20
20
20
10
10
20
20
20
20
50
10
10
10
10
20
30
30
20
20
20
20
50
20
20
20
10
10
20
10
20
50
10
10
10
10
50
60
100
40
360h
60
40
40
40
40
40
40
100
400h
60
60
40
40
40
40
100
380h
Resumo do ordenamento curricular
Total:
47 disciplinas + estágio
supervisionado
Disciplinas obrigatórias e eletivas
3.160
Atividades Acadêmico-CientíficoCulturais – AACC
Trabalho de Conclusão de Curso TCC
Carga Horária de Integralização
Curricular - CHIC
200
80
3.440
2
EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS
TRONCO INICIAL
Disciplina:
Semestre:
Código:
Sociedade, natureza e desenvolvimento da realidade local à realidade
global
Primeiro
Carga horária:
120h
Pré-requisito:
EMENTA: Reflexão crítica sobre a realidade, tendo como base o conhecimento de
mundo a partir de um contexto local e sua inserção global, através de abordagem
interdisciplinar sobre sociedade, seu funcionamento, reprodução, manifestações
diversas e suas relações com a cultura, economia, política e natureza.
Bibliografia básica
ELIAS, N. 1990. O processo civilizador. Uma história dos costumes. Rio de Janeiro.
CHINOY, E. 1999. Sociedade – uma introdução à sociologia. São Paulo: Cultrix.
SANTOS, B. S. 2005. Um discurso sobre as ciências. São Paulo: Cortez.
BOSI, E. 1994. Memória e sociedade - lembranças de velhos. 3a ed. São Paulo: Cia
das Letras.
TZETAN, T. 2001. A conquista da América. São Paulo: Editora Martins Fontes.
OLIVEIRA FILHO, J. P. 1999. A viagem da volta: etnicidade, política e
reelaboração cultural no Nordeste indígena. 1a ed. Rio de Janeiro: Contra capa.
MORIN, E. 1996. Ciência com consciência. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.
DEMAJOROVIC, J. 2003. Sociedade de risco e responsabilidade socioambiental.
São Paulo: Editora Senac.
SANTOS, L. G. 2003. Politizar as novas tecnologias. São Paulo: Editora Trinta e
Quatro.
GONÇALVES, C. W. P. 1984. Paixão da Terra: ensaios críticos de ecologia e
geografia. Rio de Janeiro: Pesquisadores associados em Ciências Sociais.
DIEGUES, A. C. 2002. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo:
Annablume/Hucitec, USP.
2
HOGAN, D. J. e VIEIRA, P. F. (orgs.). 1995. Dilemas socioambientais e
desenvolvimento sustentável. Campinas: Educamp.
BARBIERI, J. C. 1997. Desenvolvimento e meio ambiente – As estratégias de
mudanças da agenda 21. Petrópolis: Vozes.
DIAMOND, J. 2005. Colapso – como as sociedades escolhem o fracasso ou o
sucesso. Rio de Janeiro/São Paulo: Record.
TORRES, H. e COSTA, H. (orgs.). 2000. População e meio ambiente: debates e
desafios. São Paulo: Senac,
MARTINE, G. (org.). População, meio ambiente e desenvolvimento: verdades e
contradições. Campinas: Ed. Unicamp.
BASTOS FILHO, J. et al. 1999. Cultura e desenvolvimento. Maceio: Prodema/UFAL.
SACHS, I. 1993. Estratégias de transição para o século XXI - desenvolvimento e
meio ambiente. São Paulo: Studio Nobel.
NOBRE, M. 2002. Desenvolvimento sustentável: a institucionalização de um
conceito. Brasília: Ed. IBAMA.
VEIGA, J. E. 2005. Desenvolvimento sustentável: o desafio do século XXI. Rio de
Janeiro: Garamond.
CARDOSO DE OLIVEIRA, R. 1976. Identidade, etnia e estrutura social. São Paulo:
Pioneira.
DA MATTA, R. 1986. O que faz o brasil, Brasil? Rocco.
ORTIZ, R. 1998. Cultura brasileira e identidade nacional. São Paulo: Brasiliense.
HALL, S. 1998. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A.
LINDOSO, D. 2005. Estudo da cultura alagoana. Maceió, Edufal.
RIBEIRO, D. 2006. O povo brasileiro. São Paulo: Cia das Letras.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Produção do conhecimento: ciência e não ciência
Primeiro
Carga horária:
120h
Pré-requisito:
2
EMENTA: Instrução e discussão sobre ciência e seus instrumentos, procedimentos e
métodos científicos, assim como, sobre expressões de conhecimento tradicionais,
populares e locais, para o reconhecimento de um diálogo de saberes e a internalização
de novos paradigmas.
Bibliografia básica
CHALMERS, A. F. 1993. O que é ciência, afinal? São Paulo: Brasiliense.
DESCARTES, R. 1973. Discurso do método. São Paulo: Abril Cultural. Coleção Os
Pensadores.
______________. 1973. Meditações Metafísicas. São Paulo: Abril Cultural. Coleção
Os Pensadores.
FEYERABEND, P. 1993. Contra o Método. Lisboa: Relógio D’ Água Editores.
HUME. D. Investigação sobre o Entendimento Humano. Lisboa: Edições 70, s/d.
KANT. I. 1983. Crítica da Razão Pura. São Paulo: Abril Cultural. Coleção Os
Pensadores.
KUHN, T. S. 1967. A Estrutura das Revoluções Científicas. – 5a ed. - São Paulo:
Perspectiva.
POPPER, K. R. A Lógica da Pesquisa Científica. São Paulo: Cultrix, s/d.
REALE, G. & ANTISERI, D. 2003. História da Filosofia. São Paulo: Paulos. 3
volumes.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Primeiro
Lógica, informática e comunicação
Carga horária:
120h
Pré-requisito:
EMENTA: Oferta de instrumentais básicos requeridos para cursar a graduação
universitária, fundamentalmente: usos da linguagem, indução e dedução; novas
tecnologias de comunicação, usos de computadores e da internet; expressão escrita,
análise, interpretação, crítica textual.
Bibliografia básica
CAMPELO, B. S.; CENDÓN, B. V. & KREMER, J. 2003. Fontes de Informação
para Professores e Profissionais Jannette Marguerite. Minas Gerais: Editora da
UFMG.
CASTELLS, M. 2000. A Sociedade em Rede. Paz e Terra.
3
CASTELLS, M. 2003. A GALÁXIA DA INTERNET. Reflexões sobre a Internet, os
negócios e a sociedade. Rio de Janeiro: Zahar.
COPI, I. M. 1981. Introdução à Lógica. -3a ed. - Mestre Jou Editora. ISBN:
8587068059.
JOHNSON, S. 2001. Cultura da interface. Como o computador transforma nossa
maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Zahar.
LAUDON, K. C. & LAUDON, J. P. 1999. Sistemas de Informação. – 4a ed. Rio de
Janeiro: LTC.
LÉVY, P. 1998. A INTELIGÊNCIA COLETIVA. Por uma antropologia do
ciberespaço. São Paulo: Edições Loyola.
_________. 1999. Cibercultura. São Paulo: Ed. Trinta e Quatro.
_________. 1997. O que é o virtual? São Paulo: Editora Trinta e Quatro.
_________. 1993. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da
informática. São Paulo: Ed. Trinta e Quatro.
NEGROPONTE, N. 1995. A vida digital. São Paulo: Companhia das Letras.
NORTON, P. 1997. Introdução à Informática. São Paulo: Makron Books.
0PELLANDA, M. C.; SCHLUNZEN, E. T. M. & SCHLUNZEN-JUNIOR, K.
(Orgs.). 2005. Inclusão Digital. Tecendo Redes Afetivas/Cognitivas. São Paulo,
DP&A Editora.
VANOYNE, F. 2000. Usos da Linguagem: Problemas e Técnicas na Produção Oral
e Escrita. São Paulo: Ed. Martins Fontes. ISBN: 8533617801
Disciplina:
Semestre:
Código:
Primeiro
Seminário Integrador I
Carga horária:
40h
Pré-requisito:
EMENTA: Discussão local, interdisciplinar, de integração das atividades e de avaliação
dos progressos discentes de cada eixo.
Bibliografia básica
Todas as referências utilizadas nas disciplinas do período.
3
TRONCO INTERMEDIÁRIO
Disciplina:
Semestre:
Código:
Segundo
Biologia geral
Carga horária:
Pré-requisito:
60h
EMENTA: A biologia e sua evolução ao longo dos séculos. As teorias que procuram
explicar o surgimento da vida. O estudo da célula. A constituição dos organismos
(orgânica e inorgânica) e, seu funcionamento interno (sistemas, órgãos, etc). A
importância do meio ambiente para os organismos.
Bibliografia básica
BAKER, J. J. W. & ALLEN, G. 1975. Estudo da Biologia. São Paulo: Edgard Blücher.
Vol. I.
DARWIN, C. 2002. A origem das espécies e a seleção natural. – 4ª ed. – Belo
Horizonte: Itatiaia.
DE ROBERTIS, E. M. 2001. Bases da biologia celular e molecular. – 3ª ed. – Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan.
ODUM, E. P. Ecología. 1988. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
RICKLEFS, R. E. 2003. A economia da natureza. – 5ª ed. – Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Segundo
Profissão docente
Carga horária:
Pré-requisito:
60h
EMENTA: A constituição histórica do trabalho docente. A natureza do trabalho
docente. Trabalho docente e relações de gênero. A autonomia do trabalho docente. A
proletarização do trabalho docente. Papel do Estado e a profissão docente. A formação e
a ação política do docente no Brasil. A escola como locus do trabalho docente.
Profissão docente e legislação.
Bibliografia básica
CHARLOT, B. 2005. Formação de professores e relação com o saber. Porto Alegre:
Artmed.
3
COSTA, M. V. 1996. Trabalho docente e profissionalismo. Porto alegre: Sulina.
ESTRELA, M. T. (org.). 1997. Viver e construir a profissão docente. Porto, Portugal:
Porto.
LESSARD, C. & TARDIF, M. 2005. O trabalho docente. SP; Vozes.
NOVOA, A. (Org.) 1992. Vidas de professores. Porto Alegre; Porto.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Segundo
Física geral
Carga horária:
Pré-requisito:
80h
EMENTA: Grandezas, unidades, padrões, escalas e tamanhos. Gráficos, decaimento
crescimento exponenciais; escala biológica. Movimentos, biomecânica e elasticidade.
Dinâmica: vôos, trabalho, energia e potência mecânica. Energia potencial, outras formas
de energia e conservação de energia no corpo humano. Fluidos. Bioacústica e
comunicação sonora. Bioeletricidade. Radiação eletromagnética. Biofísica da visão e
instrumentos ópticos.
Bibliografia básica
CABRAL, F. & LAGO, A. Física I. São Paulo: Harbra. Vol. I.
CABRAL, F. & LAGO, A. Física II. São Paulo: Harbra. Vol. II.
HALLIDAY, et al. 2006. Física I: mecânica. -7a ed. – São Paulo: LTC.
HEWITT, G. P. 2002. Física conceitual. –9a ed. – Bookman.
OKUNO, E.; CALDAS, I. & CHOW, C. 1986. Física para ciências biológicas e
biomédicas. São Paulo: Harbra.
TIPLER, P. A. & MOSCA, E. 2006. Física Vol I: Mecânicas, oscilações e ondas
termodinâmicas. -5a ed. – São Paulo: LTC.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Segundo
Química geral
Carga horária:
Pré-requisito:
60h
EMENTA: Teoria Atômica e Estequiometria. Estrutura Eletrônica. Tabela Periódica.
Ligação Química. Gases, Sólidos e Líquidos. Soluções
3
Bibliografia básica
ATKINS, PETER W. 2002. Moléculas. 2ed. EDUSP.ATKINS, P. e JONES, L. 2006.
Princípios de Química: Questionando a vida moderna e o meio ambiente. - 3 ed. Porto Alegre: Bookman.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Segundo
Fundamentos da matemática
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
EMENTA: Conjuntos numéricos; relações; funções elementares; exploração gráfica
dos conceitos e algumas aplicações.
Bibliografia básica
BOULOS, P. 1999. Introdução ao cálculo. São Paulo: Edgard Blucher.
DOMINGUES, H. H. & IEZZI, G. 1996. Álgebra moderna. São Paulo: Atual.
IEZZI, G. & HAZZAN, S. 2001. Fundamentos de matemática elementar. Vol. I. São
Paulo: Atual.
LIMA, E. L. et al. 2001. Matemática e ensino médio. Vol. I. Rio de Janeiro: SBM.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Segundo
Seminário integrador II
Carga horária:
40h
Pré-requisito:
EMENTA: Discussão interdisciplinar sobre temas definido pelo colegiado dos cursos
envolvidos no eixo da Educação. Integração das atividades desenvolvidas, assim como,
a avaliação progressiva dos discentes.
Bibliografia básica
FRANCIS, D. G.; GONÇALVES, R. & PESSOA, V. L. S. 2004. Comunicação
profissional: o ensino, a extensão e a pesquisa como práticas de construção do
conhecimento. Uberlândia/MG: Uniminas.
GONDIM, M. E. R. & GOMES, R. L. R. 2004. Práticas de Biologia. Fortaleza:
Edições Demócrito Rocha.
LEITE, L. H. A. 1996. Pedagogia de projetos: intervenção no presente. Presença
Pedagógica, v. 2, n. 8. Mar/Abril/96.
3
RICKLEFS, R. E. 2003. A economia da natureza. – 5a ed. – Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan.
HEWITT, PAUL G. 2002. Física Conceitual. 9 ed – Porto Alegre: Bookman.
ATKINS, PETER W. 2002. Moléculas. 2ed. EDUSP, 2002
ATKINS, P. e JONES, L. 2006. Princípios de Química: Questionando a vida
moderna e o meio ambiente. - 3 ed. - Porto Alegre: Bookman.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Segundo
Fundamentos da educação
Carga horária:
40h
Pré-requisito:
EMENTA: Análise das relações entre as questões educacionais e o contexto Sócio –
Histórico – Filosófico, pela compreensão dos modelos de sociedade dos diversos povos,
destacando as principais teorias pedagógicas.
Bibliografia básica
ARANHA, M. L. A. História da Educação. 2º Ed. São Paulo. Moderna, 1996.
BRANDÃO, C. R. O que é Educação. São Paulo
GADOTTI, M. História das Idéias Pedagógicas. São Paulo, Ática. 1993
LUCKESI, C. Filosofia da Educação. Cortez, São Paulo, 1990.
SEVERINO, A. J. Filosofia da Educação. FTD. São Paulo, 1999.
PUCCI, B. (org.) Teoria Crítica e Educação: A questão da Escola de Frankfurt.
Vozes, Petrópolis, 1995.
TRONCO PROFISSIONALIZANTE
Terceiro período
Disciplina:
Semestre:
Código:
Terceiro
Zoologia I
Carga horária:
Pré-requisito:
80h
EMENTA: Estudo da morfologia, ecologia, sistemática e importância econômica e
ecológica dos seguintes ramos: animais unicelulares (Protozoa), invertebrados inferiores
3
(Porífera, Cnidária, Ctenophora, Platyhelminthes, Nemertea, Rotifera, Nematoda,
Sipuncula e Echiura) e invertebrados superiores (Molusca, Annelida, Arthropoda e
Echinodermata).
Bibliografia básica
BARNES, R. S. K.; CALOW, P. & OLIVE, P. J. W. 1995. Invertebrados. São Paulo:
Atheneu.
BRUSCA, R. C. & G. J. BRUSCA. 2007. Invertebrados. – 2a ed. – Rio de Janeiro,
Guanabara Koogan. 968p.
HICKMAN, C. P.; ROBERTS, L. S. & LARSON, A. 2004. Princípios integrados de
zoologia. 11a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
MARGULIS, L. & SCHWARTZ, K. V. 2001. Cinco reinos: um guia ilustrado dos
filos de vida na terra. –3ª ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
RUPPERT, R.; R. S. FOX & R. D. BARNES. 2005. Zoologia dos invertebrados uma
abordagem funcional – evolutiva. – 7a ed. – São Paulo, Roca. 1145p.
STORER, T. L.; USINGER, R. L. & STEBBINS, R. C. 2002. Zoologia geral. – 6ª ed. –
São Paulo: Companhia Editora Nacional.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Terceiro
Biologia celular e molecular
Carga horária:
60h
Pré-requisito:
EMENTA: Introdução ao estudo da biologia celular. Origem e evolução da célula.
Células procariontes e eucariontes. Organelas citoplasmáticas (célula animal e vegetal)
membranosas e microtubulares, assim como, suas funções. Divisão e diferenciação
celular. Métodos e técnicas utilizadas para preparação de lâminas, como também, os
equipamentos utilizados na citologia para análise de material.
Bibliografia básica
DE ROBERTIS, E. M. 2001. Bases da biologia celular e molecular. – 3ª ed. – Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan.
JUNQUEIRA, L. C. 2004. Biologia celular e molecular. – 8ª ed. – Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan.
GRIFFITHS, A. J. F.; SUZUKI, D. J.; MILLER, J. H. & LEWONTIN, R. C. 2002.
Introdução à genética. – 7ª ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
3
Disciplina:
Semestre:
Código:
Terceiro
Fundamentos da sistemática e filogenética
Carga horária:
60h
Pré-requisito:
EMENTA: Conceito, divisão e principais características dos reinos existentes no
planeta. Taxonomia e regras internacionais de nomenclatura científica. Introdução a
cladística.
Bibliografia básica
AMORIN, D. S. Fundamentos de sistemática filogenética. São Paulo: Holos, 2002.
HICKMAN, C. P.; ROBERTS, L. S. & LARSON, A. Princípios integrados de
zoologia. 11a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
MARGULIS, L. & SCHWARTZ, K. V. (2001). Cinco reinos: um guia ilustrado dos
filos de vida na terra. –3ª ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
PAPAVERO, N. Fundamentos práticos de taxonomia zoológica. 2a ed. 1994.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Terceiro
Morfologia e anatomia vegetal
Carga horária:
60h
Pré-requisito:
EMENTA: Conceito e divisão da Botânica. Célula vegetal. Sistemas de tecidos vegetais.
Organografia e anatomia vegetal.
Bibliografia básica
BARROSO, G. M. 2002. Sistemática de angiosperma do Brasil. – 2a ed. – Viçosa:
Universidade Federal de Viçosa. Vol. I, II e III.
BARROSO. G., MACIEL, M. P., PEIXOTO, A. L. & ICHASO, C. L. F. Frutos e
sementes: morfologia aplicada à sistemática de dicotiledôneas. Viçosa: Universidade
Federal de Viçosa.
FERNANDES, A. 1996. Compêndio botânico: diversificação – taxonomia.
Fortaleza: Universidade Federal do Ceará.
FERRI, M. G., MENEZES, N. L., MONTEIRO, W. L. 1981. Glossário ilustrado de
Botânica. São Paulo: Ed. Nobel.
3
JOLY, A. B. 2002. Botânica: introdução à taxonomia vegetal. – 13ª ed. – São Paulo:
Ed. Companhia Editora Nacional.
MARCHIORI, J. N. C. 1997. Dendrologia das angiospermas: das magnoliáceas às
flacurtiáceas. Santa Maria: Universidade Federal de Santa Úrsula.
NULTSCH, W. 2000. Botânica geral. – 10ª ed. – Porto Alegre: Ed. Artmed.
RAVEN, P. H. et al. 2001. Biología vegetal. – 6ª ed. – Rio de Janeiro: Ed. Guanabara
Koogan.
Disciplina:
Semestre:
Código:
EMENTA:
Terceiro
Bioquímica
Carga horária:
Pré-requisito:
40h
Constituintes químicos das células: lipídeos, carboidratos, esteróides,
proteínas e ácidos nucléicos. Enzimas. Bioquímica da nutrição e coenzimas.
Bioenergética: oxidações biológicas. Respiração celular. Ciclo de Krebs e cadeia
respiratória.
Bibliografia básica
CHAMPE, P. C.; HARVEY, R. A. & FERRIER, D. R. 2006. Bioquímica ilustrada. 3a
ed. Artmed.
GAZZINELLI, C. V. G. & MARES-GUÍA, M. 1996. Bioquímica celular e biologia
molecular. 2a ed. São Paulo: Atheneu.
LEHNINGER, N. & COX. 2003. Princípios de bioquímica. 3a ed. São Paulo: Sarvier.
STRYER, L. 1996. Bioquímica. 4ª ed. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Terceiro
Desenvolvimento e aprendizagem
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
EMENTA: Estudo dos processos psicológicos do desenvolvimento humano e da
aprendizagem na adolescência e na fase adulta, relacionando-os com as diversas
concepções de homem e de mundo, identificando a influência das diferentes teorias
psicológicas na educação, numa perspectiva histórica. Relação entre situações concretas
do cotidiano do adolescente e do adulto com as concepções teóricas de aprendizagem
3
estudadas, considerando os fundamentos psicológicos do desenvolvimento nos aspectos
biológico, cognitivo, afetivo e social na adolescência e na fase adulta através das
principais teorias da psicologia do desenvolvimento.
Bibliografia básica
ABERASTURY, A. & KNOBEL, M. 1981. Adolescência normal. Porto Alegre: Artes
Médicas.
BECKER, F. 1993. Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos. Educação e
realidade. Porto Alegre, 19(1): 89-96, jan./jun.
BEE, H. 1988. A criança em desenvolvimento. São Paulo: Harbra.
BIAGGIO, A. M. B. 1988. Psicologia do desenvolvimento. Petrópolis: Vozes.
CAPRA, F. 1982. O ponto de mutação. São Paulo: Cultrix.
CASTRO, A. D. Piaget e a didática: ensaios. São Paulo, Saraiva.
ERIKSON, E. H. 1976. Infância e sociedade. Rio de Janeiro: Zahar Editores.
FERREIRA, N. G. 1987. Psicologia educacional: análise crítica. São Paulo.
GALLATIN, J. 1978. Adolescência e individualidade. São Paulo: Harbra.
GOULART, I. B. 1987. Psicologia da educação: fundamentos teóricos e aplicações à
prática pedagógica. Petrópolis: Vozes.
HENRIQUES, M. H. et al., 1979. Adolescentes de hoje, pais do amanhã. –
HURLOCK, E. B. Desenvolvimento do adolescente. São Paulo: McGraw-Hill.
INHELDER, B. & PIAGET, J. 1976. Da lógica da criança à lógica do adolescente:
ensaio sobre a construção das estruturas operatórias formais. São Paulo: Livraria
Pioneira Editores.
KAPLAN, H. S. 1979. Enciclopédia básica de educação sexual. Rio de Janeiro:
Record.
KLEIN, M. 1975. Psicanálise da criança. São Paulo: Mestre Jou.
LIBÂNEO, J. C. 1984. Psicologia social: o homem em movimento. São Paulo:
Brasiliense.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Terceiro
Seminário integrador III
Carga horária:
40h
Pré-requisito:
3
EMENTA: Discussão interdisciplinar sobre temas definido pelo colegiado dos cursos
envolvidos no eixo da Educação. Integração das atividades desenvolvidas, assim como,
a avaliação progressiva dos discentes.
Bibliografia básica
Serão utilizadas todas as referências indicadas para as disciplinas do período.
Tronco profissionalizante - Quarto período
Disciplina:
Semestre:
Código:
Quarto
Embriologia e histologia
Carga horária:
60h
Pré-requisito:
EMENTA: Conceito de embriologia e histologia. Resumo histórico. Tipos de reprodução.
Gametogênese. Fecundação. Desenvolvimento do embrião. Anexos embrionários.
Origem e desenvolvimento dos principais órgãos. Características principais dos tecidos
que compõe um organismo (epitelial, conjunto, cartilaginoso, ósseo, muscular,
sanguíneo e nervoso).
Bibliografia básica
CAMPOS, P. A & ULRICH, K. M. C. 1997. Roteiro prático de embriologia geral e
humana. Belo Horizonte, PUC-MG.
HAM, A.W. 1991. Histologia. 9ª ed. Interamericana, Rio de Janeiro.
JUNQUEIRA, L. C. & CARNEIRO, J. 2004. Histologia básica. Guanabara Koogan,
Rio de Janeiro.
LEESON, T. S. & LEESON, C. R. 1994. Histologia. Interamericana. Rio de Janeiro.
MOORE, K. L. & PERSAUD, T. V. N. 2000. Embriologia básica. 5. ed. Guanabara
Koogan, Rio de Janeiro.
SADLER, T. W. 2005. Embriologia médica. -9a ed. – Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Quarto
Zoologia II
Carga horária:
Pré-requisito:
80h
4
EMENTA: Principais características morfo-fisiológicas, evolutivas e ecológicas dos
Protochordata e Chordata (Classe: Chondrichthyes, Osteichthyes Amphibia, Reptilia,
Aves e Mammalia).
Bibliografia básica
HEISER, J. B.; JANIS, C. M.; POUGH, F. H. A vida dos vertebrados. São Paulo:
Atheneu.
ORR, R. T. 1985. Biologia dos vertebrados. – 5ª ed. – São Paulo: Roca.
HICKMAN, C. P.; ROBERTS, L. S. & LARSON, A. 2004.Princípios integrados de
zoologia. 11a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
HIDELBRAND. Análise da estrutura dos vertebrados. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Quarto
Biologia dos microrganismos
Carga horária:
60h
Pré-requisito:
EMENTA: Perspectiva do estudo dos microrganismos. Classificação microbiana.
Estrutura e replicação viral. Estrutura e reprodução das bactérias. Estrutura e reprodução
dos fungos. Nutrição, crescimento, metabolismo e genética dos microrganismos.
Agentes antimicrobianos e resistência.
Bibliografia básica
JAWETZ, E.; MELMICK, J. L. & ADALBERG, E. 1984.
Microbiologia médica.
Guanabara Koogan, Rio de Janeiro. 566p.
NEDER, R. N. 1992.
Microbiologia – Manual de laboratório. Nobel, São Paulo.
138p.
NEVES, D. P. 2000. Parasitologia Humana. 10ªed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro,
PELCZAR, M. J.; CHAN, E. C. S. & KRIEG, N. R. 1996. Microbiologia – conceitos
e aplicações. 2a ed. Makron Books, São Paulo. V. 1. 524p.
__________________________________________. 1996. Microbiologia – conceitos
e aplicações. 2a ed. Makron Books, São Paulo. V. 2. 517p.
4
REY, L. 1999. Bases da Parasitologia Médica. 3ªed., Guanabara Koogan, Rio Janeiro,
TRABULSI, L. R. & TOLERO, M. R. F. 1998. Microbiologia. Atheneu, São Paulo.
386p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Botânica sistemática I
Carga horária:
60h
Pré-requisito:
Quarto
EMENTA: Sistemas de classificação. Grupos taxonômicos. Tipos nomenclaturais.
Origem e evolução das Cryptogamae. Reconhecimento, dentro destas, dos principais
representantes de interesse científico e econômico de ocorrência no Estado de Alagoas.
Bibliografia básica
BARROSO. G., MACIEL, M. P., PEIXOTO, A. L. & ICHASO, C. L. F. 1999. Frutos
e sementes: morfología aplicada à sistemática de dicotiledôneas. Viçosa: Ed.
Universidade Federal de Viçosa.
NULTSCH, W. 2000. Botânica geral. – 10ª ed. – Porto Alegre: Ed. Artmed.
ENDRESS, P. K. 1994. Diversity and evolutionary biology of tropical flowers. Great
Britain: Cambridge University Press.
FERRI, M. G., MENEZES, N. L., MONTEIRO, W. L. 1981. Glossário ilustrado de
Botânica. São Paulo: Ed. Nobel.
RAVEN, P. H. et al. 2001. Biología vegetal. – 6ª ed. – Rio de Janeiro: Ed. Guanabara
Koogan.
JOLY, A. B. 2002. Botânica: introdução à taxonomia vegetal. – 13ª ed. – São Paulo:
Ed. Companhia Editora Nacional.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Quarto
Política e organização da educação básica
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
EMENTA: A educação escolar brasileira no contexto das transformações da sociedade
contemporânea. Análise histórico-crítica das políticas educacionais, das reformas de
ensino e dos planos e diretrizes para a educação escolar brasileira. Estudo da estrutura e
da organização do sistema de ensino brasileiro em seus aspectos legais, organizacionais,
4
pedagógicos, curriculares, administrativos e financeiros, considerando, sobretudo, a
LDB (Lei nº 9.394/96) e legislação complementar pertinente.
Bibliografia básica
AGUIAR, M. A. 2000. A formação do profissional da educação no contexto da
reforma educacional brasileira. In: FERREIRA, N. S. C. (Org.). Supervisão
educacional para uma escola de qualidade. – 2a ed. – São Paulo: Cortez.
BRASIL. 2002. Constituição da República Federativa do Brasil, 19888. -2a ed. – Rio
de Janeiro: Expressão e cultura.
BRASIL. 2001. Lei de diretrizes e bases da educação nacional: (Lei 9.394/96)/
Apresentação Carlos Roberto Jamil Cury. – 4a ed. – Rio de Janeiro: DP & A.
BRASIL. 2003. Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Brasília. Presidência da
República.
BRASIL. 2001. Plano Nacional de Educação. Brasília Senado Federal, UNESCO.
BRASIL. 2001. Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica. Brasília
Conselho Nacional de Educação.
BRZENZINSKI, I. (Org) 2000. LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam.
São Paulo: Cortez.
FÁVERO, O. (Org.) 2001. A educação nas constituintes brasileiras (1823-1988). 2a
ed. Campinas, SP: Autores Associados.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Quarto
Seminário integrador IV
Carga horária:
60h
Pré-requisito:
EMENTA: Discussão interdisciplinar sobre temas definido pelo colegiado dos cursos
envolvidos no eixo da Educação. Integração das atividades desenvolvidas, assim como,
a avaliação progressiva dos discentes.
Bibliografia básica
Serão utilizadas todas as referências indicadas para as disciplinas do período.
4
Tronco profissionalizante – Quinto período
Disciplina:
Semestre:
Código:
Quinto
Fundamentos anátomo-funcionais
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
EMENTA: Introdução geral a anatomia correlacionando-a fisiologia. Descrição
anatômica e fisiológica dos sistemas: esquelético, muscular, cardiovascular, linfático,
respiratório, digestivo, urinário, genital, nervoso e sensorial.
Bibliografia básica
BERNE, R. M.; LEVY, M. N.; KOEPPEN, B. M. & STANTON, B. A. 2004.
Fisiologia. -5a ed. – Rio de Janeiro: Elvesier.
DANGELO, J. & FANTINE, C. 2002. Anatomia humana básica. 2a ed. São Paulo:
Atheneu.
SOBOTTA, A. 2000. Atlas de anatomia humana. 21a ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan.
JACOB, S.; FRANCONE, C. & LOSSOW, W. 1990. Anatomia e fisiologia humana.
5a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
GUYTON, A. C. 1998.
Fisiologia e mecanismos de Doenças. Guanabara Koogan,
Rio de Janeiro.
GUYTON, A. C. 1997.
Tratado de Fisiologia Médica. Guanabara Koogan, Rio de
Janeiro.
GUYTON, A. C. 1985.
Fisiologia Humana. 6ª ed. Guanabara Koogan, Rio de
Janeiro.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Quinto
Botânica sistemática II
Carga horária:
60h
Pré-requisito:
EMENTA: Sistemas de classificação binomial. Identificação dos principais
representantes (Leguminosae, Malvaceae, Cactaceae, Anacardiaceae, Myrtaceae,
Rubiaceae, Curcubitaceae, Euphorbiaceae, Compositae, Rutaceae, Gramineae e Palmae)
de interesse econômico e ecológico que ocorrem no Estado de Alagoas.
4
Bibliografia básica
BARROSO, G. M. 2002. Sistemática de angiosperma do Brasil. – 2a ed. – Viçosa:
Universidade Federal de Viçosa. Vol. I.
BARROSO, G. M. 1999. Sistemática de angiosperma do Brasil. – 2a ed. – Viçosa:
Universidade Federal de Viçosa. Vol. II.
BARROSO, G. M. 1991. Sistemática de angiosperma do Brasil. – 2a ed. – Viçosa:
Universidade Federal de Viçosa. Vol. III.
BARROSO. G., MACIEL, M. P., PEIXOTO, A. L. & ICHASO, C. L. F. Frutos e
sementes: morfologia aplicada à sistemática de dicotiledôneas. Viçosa: Universidade
Federal de Viçosa.
FERNANDES, A. 1996. Compêndio botânico: diversificação – taxonomia.
Fortaleza: Universidade Federal do Ceará.
JOLY, A. B. 2002. Botânica: introdução à taxonomia vegetal. – 13ª ed. – São Paulo:
Ed. Companhia Editora Nacional.
MARCHIORI, J. N. C. 1997. Dendrologia das angiospermas: das magnoliáceas às
flacurtiáceas. Santa Maria: Universidade Federal de Santa Úrsula.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Quinto
Entomologia geral
Carga horária:
Pré-requisito:
60h
EMENTA: Estudo dos insetos. Histórico. Distribuição geográfica. Importância
econômica e ecológica. Morfologia. Aspectos gerais de anatomia e fisiologia.
Reprodução e desenvolvimento. Características das principais ordens.
Bibliografia básica
BUZZI, Z. J. & MIYAZAKI. 2002. Entomologia didática. Curitiba: Ed. da UFPR.
GALLO, D. et. al. 1978. Manual de entomologia agrícola. São Paulo: Agronômica
Ceres.
STORER, T. L.; USINGER, R. L. & STEBBINS, R. C. 2002. Zoologia geral. – 6ª ed. –
São Paulo: Companhia Editora Nacional.
4
RUPPERT, E.; FOX, R. S. & BARNES, R. D. 2005. Zoologia dos invertebrados. – 7ª
ed. – São Paulo: Roca.
BRUSCA, R. C. & G. J. BRUSCA. 2007. Invertebrados. – 2a ed. – Rio de Janeiro,
Guanabara Koogan. 968p.
HICKMAN, C. P.; ROBERTS, L. S. & LARSON, A. 2004. Princípios integrados de
zoologia. 11a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Quinto
Planejamento, currículo e avaliação da aprendizagem
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
EMENTA: Estudo dos princípios, fundamentos e procedimentos do planejamento, do
currículo e da avaliação, segundo os paradigmas e normas legais vigentes norteando a
construção do currículo e do processo avaliativo no projeto político pedagógico da
escola de educação básica.
Bibliografia básica
BRZEZINSK, I. (Org.). 1997. LDB Interpretada: diversos olhares se entrecruzam.
São Paulo: Cortez.
COSTA, M. V. (Org.). 1999. O currículo nos limiares do contemporâneo. 2a ed. Rio
de Janeiro: DP&A.
GADOTI, M. 1997. Projeto político pedagógico da escola: fundamentos para a sua
realização. In: GADOTTI, M. & ROMAO, J. E. Autonomia da escola: princípios e
propostas. Guia da Escola Cidadã. São Paulo; Cortez. pp 33-41.
BRASIL. Congresso Nacional. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Brasília, 20 de dezembro de 1996.
GOVERNO DO BRASIL. Diretrizes curriculares para a educação básica.
Resoluções CNE/CEB no 1 de 05.07.2000; no 2 de 19.04.1998; no 3/98 de 26.06.98; no 1
de 05.07.2000; no 2 de 19.04.1999; no 3/99 de 03.04.2002.
HERNANDEZ, F. Repensar a função da escola a partir dos projetos de trabalho.
PÁTIO Revista Pedagógica no 06 AGO/OUT 1998.
HERNANDEZ, F. & VENTURA, M. 1998. A organização do currículo por projetos
de trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio. 5a ed. Porto Alegre: ARTMED.
4
LUCK, H. 1994. Pedagogia interdisciplinar: fundamentos teórico-metodológicos.
Petrópolis, RJ: Vozes.
MORAES, M. C. 1997. O paradigma educacional emergente. Campinas: SP; Papirus.
ROMÃO, J. E. 1998. Avaliação dialógica: desafios e perspectivas. São Paulo: Cortez
(Guia da Escola Cidadã v.2).
SANTOMÉ, J. T. 1998. Globalização e interdisciplinaridade: o currículo integrado.
Tradução Cláudia Shilling. Porto Alegre: ARTMED.
SAUL, A. M. 1998. Avaliação emancipatória. São Paulo: Cortez, Autores Associados.
SAVIANI, D. 1992. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. São
Paulo: Cortez, Autores Associados.
SILVA, T. T. 1999. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do
currículo. 2a ed. Belo Horizonte: Autêntica.
ZABALA, A. 2001. Conhecer o que se aprende, um instrumento de avaliação para
cada tipo de conteúdo. V Seminário Internacional de Educação do Recife. Recife.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Quinto
Seminário integrador V
Carga horária:
40h
Pré-requisito:
EMENTA: Discussão interdisciplinar sobre temas definido pelo colegiado dos cursos
envolvidos no eixo da Educação. Integração das atividades desenvolvidas, assim como,
a avaliação progressiva dos discentes.
Bibliografia básica
Serão utilizadas todas as referências indicadas para as disciplinas do período.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Quinto
Estágio supervisionado I
Carga horária:
100h
Pré-requisito:
EMENTA: Diagnóstico escolar – pesquisa. Planejamento curricular para o ensino
fundamental. Parâmetros curriculares nacionais para o ensino fundamental. Plano de
4
curso para o ensino fundamental. Seleção de conteúdos de ciências. Plano de aulas.
Planejamento de atividades práticas, extraclasse e avaliação.
Tronco profissionalizante – Sexto período
Disciplina:
Semestre:
Código:
Projeto pedagógico, organização e gestão do trabalho escolar
Sexto
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
EMENTA: A Escola como organização social e educativa. As Instituições escolares em
tempos de mudança. O planejamento escolar e o Projeto Político-Pedagógico:
pressupostos e operacionalização. Concepções de organização e gestão do trabalho
escolar. Elementos constitutivos do sistema de organização e gestão da escola.
Princípios e características da gestão escolar participativa. A participação do professor
na organização e gestão do trabalho da escola.
Bibliografia Básica
BICUDO, M. A. V. & SILVA JÚNIOR, M. A. 1999. A formação do educador:
organização da escola e do trabalho pedagógico. V.3. São Paulo: ENESP.
FURLAN, M. & HARGREAVES, A. 2000. A escola como organização aprendente:
buscando uma educação de qualidade. Porto Alegre: Artmed.
LIBÂNEO, J. C. 2004. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 5a ed.
Goiânia: Alternativa.
LIMA, L. C. 2001. A escola como organização educativa. São Paulo: Cortez.
PETEROSKY, H. 2005. Trabalho coletivo na escola. São Paulo: Pioneira Thomson
Lerning.
VASCONCELOS, C. S. 2001. Planejamento: projeto de ensino aprendizagem e
projeto político pedagógico. São Paulo: Libertad.
VEIGA, I. P. A. & RESENDE, L. M. G. (Orgs). 1998. Escola: espaço do projeto
político pedagógico. São Paulo: Papirus.
VEIGA, I. P. A. & FONSECA, M. (Orgs). 2001. As dimensões do projeto político
pedagógico. São Paulo: Papirus.
VIEIRA, S. L. (Org.). 2002. Gestão da escola: desafios a enfrentar. Rio de Janeiro:
DP&A.
4
Disciplina:
Semestre:
Código:
Sexto
Genética geral
Carga horária:
Pré-requisito:
40h
EMENTA: Introdução ao estudo da genética. Histórico. Herança monoíbrida e
interação genética. Bases moleculares da herança. Determinação do sexo e herança
relacionada do sexo. Duplicação do DNA. Transcrição e tradução genética. Mutações e
bases moleculares. Variações cromossômicas estruturais e numéricas.
Bibliografia básica
GRIFFITHS, A. J. F.; SUZUKI, D. J.; MILLER, J. L. & LEWONTIN, R. C. 2002.
Introdução à genética. – 7ª ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
GUERRA, M. 1997. Citogenética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
LEWIN, B. 2000. Genes VII. 7a ed. Porto Alegre: Artmed.
MICKLOS, D. A.; FREVER, G. A. & CROTTY, D. A. 2005. A ciência do DNA. 2a ed.
Porto Alegre: Artmed.
THOMPSON, M. W. & THOMPSON, T. 1993. Genética médica. – 5ª ed. – Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Sexto
Conservação e manejo de recursos naturais
Carga horária:
40h
Pré-requisito:
EMENTA: Os grandes biomas da terra. O sistema brasileiro de unidades de
conservação, conservação da natureza e leis ambientais. Importância da manutenção da
biodiversidade dos agroecossistemas e diferentes formas de manejo. Sistemas
agroflorestais e agricultura orgânica. Manejo de Fauna. Impactos humanos sobre o
ambiente, mudanças climáticas e camada de ozônio. O manejo dos recursos hídricos e
das bacias hidrográficas. Fontes energéticas e seus reflexos ecológicos.
Bibliografia básica
CABRAL, B. 1997. Direito Administrativo: tema: água. Brasília: Senado Federal.
4
COMISSÃO MUNDIAL SOBRE O MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO.
1991. Nosso Futuro comum. Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro.
CURY, R. J. 1986. Ideologia e educação brasileira. 3ª ed. Cortez, São Paulo. 201p.
LIMA, M. J. 1984.
Ecologia humana: realidade e pesquisa. 1ª ed., Vozes,
Petrópolis. 164p.
__________. & BRANDIO, M. L. 1989.
Causas da crise ambiental. Universidade
aberta do Nordeste, Fortaleza, nº 2, p.2-7. Suplemento do Diário de Pernambuco,
Recife, PE.
MMA. (2000). SNUC. Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza.
Lei No. 9.985, de 18 de julho de 2000. Brasília:MMA/SBF, 32 p.
PNMA –Programa Nacional do Meio Ambiente Diretrizes de pesquisa aplicada ao
planejamento e gestão ambiental/ Ministério do Meio Ambiente e da Amazônia Legal,
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, Brasília,
(coleção Meio Ambiente. Série Diretrizes-Gestão Ambiental). 1995.
SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE (SEMA) MAIA: Manual de avaliação de
impactos ambientais, Curitiba: SUREHMA/GTZ, Peno Ari Juchem (Coord.). 1992.
SENADO FEDERAL AGENDA 21 (CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS,
SOBRE O MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO, Brasília: Subsecretaria de
Edições Técnicas. 1997.
VALLE, C. E. 1995. Qualidade Ambiental: o desafio de ser competitivo protegendo
o meio ambiente: (como se preparar para as normas iso 14.000)/ Cyro Eyer do
Valle. Pioneira São Paulo.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Sexto
Fisiologia vegetal
Carga horária:
Pré-requisito:
60h
EMENTA: Análise de crescimento. A água na planta. Relações hídricas nas células e
tecidos. Movimento da água na planta. Absorção e transporte de água na planta. Perdas
por transpiração e gutação. Mecanismo estomático. Absorção e transporte de solutos
inorgânicos. Fotossíntese. Radiação e aparelho fotossintético. Formação de ATP e
NADPH. Redução de CO2. Fotorrespiração. Fotossíntese em plantas C3 e C4.
5
Metabolismo
ácido
das
crassuláceas.
Translocação
de
solutos
orgânicos.
Fotoperiodismo. Florescimento. Efeito da temperatura. Hormônios e reguladores
vegetais.
Bibliografia básica
AWAD, M.; CASTRO, P.R.C. 1989. Introdução à fisiologia vegetal. Biblioteca Rural
e Livraria Nobel.
CUTTER, E. G. 1986. Anatomia vegetal. Parte I: célula e tecido. –2ª ed.- São Paulo:
Roca.
CUTTER, E. G. 1986. Anatomia vegetal. Parte II: órgãos, experimentos e
interpretação. –2ª ed.- São Paulo: Roca.
KERBAURY, et al. 2004. Fisiologia vegetal. –1ª ed. – Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Sexto
Estágio supervisionado II
Carga horária:
100h
Pré-requisito:
EMENTA: Diagnóstico escolar – pesquisa. Planejamento curricular para o ensino
fundamental. Parâmetros curriculares nacionais para o ensino fundamental. Plano de
curso para o ensino fundamental. Seleção de conteúdos de ciências. Plano de aulas.
Planejamento de atividades práticas, extraclasse e avaliação.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Sexto
Seminário integrador VI
Carga horária:
40h
Pré-requisito:
EMENTA: Ementa: Discussão interdisciplinar sobre temas definido pelo colegiado
dos cursos envolvidos no eixo da Educação. Integração das atividades desenvolvidas,
assim como, a avaliação progressiva dos discentes.
5
Bibliografia básica
Serão utilizadas todas as referências indicadas para as disciplinas do período.
Tronco profissionalizante – Sétimo período
Disciplina:
Semestre:
Código:
Sétimo
Pesquisa educacional
Carga horária:
Pré-requisito:
60h
EMENTA: Integração dos alunos à realidade da escola, através de atividades
participativas e de observação das práticas escolares nas salas de aulas do ensino médio.
Estratégias para a regência no ensino médio e integração entre a didática específica do
conteúdo a ser ensinado e as várias formas de comunicação entre as atividades didáticas.
Natureza do diálogo professor-aluno.
Bibliografia básica
BICUDO, M. & SPOSITO, V. 1994. Pesquisa qualitativa em educação. Piracicaba:
UNIMEP.
FAZENDA, I. (Org.). 1989. Metodologia da pesquisa educacional. SP: Cortez.
FAZENDA, I. (Org.). 1992. Novos enfoques da pesquisa educacional. São Paulo:
Cortez.
GATTI, B. 2002. A construção da pesquisa em educação no Brasil. Brasília: Plano.
LAVILLE, C. & DIONNE, J. 1999. A construção do saber. Porto Alegre: ARTMED.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Sétimo
Genética molecular
Carga horária:
Pré-requisito:
40h
EMENTA: Bases moleculares da hereditariedade. Mecanismos moleculares da
mutação. Código Genético. Síntese de proteínas. Estrutura fina do gene. Regulação da
ação gênica.
5
Bibliografia básica
GRIFFITHS, A. J. F.; SUZUKI, D. J.; MILLER, J. L. & LEWONTIN, R. C.
Introdução à genética. 2002. – 7ª ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
THOMPSON, M. W. & THOMPSON, T. 1993. Genética médica. – 5ª ed. – Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan.
GUERRA, M. 1997. Citogenética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Sétimo
Ecologia e meio ambiente
Carga horária:
40h
Pré-requisito:
EMENTA: Conceitos e história da Ecologia. Papel da ecologia na Sociedade.
Conceitos sobre energia e sistemas. Sistemas ecológicos. Componentes bióticos e suas
interações: população e ecossistema. Fatores ambientais abióticos: solo, água, luz,
temperatura, atmosfera, fogo. Os seres vivos no ambiente físico: grandes Biomas.
Ciclagem de nutrientes nos ecossistemas. Ação antrópica no ambiente.
Bibliografia básica
BEGON, M. & HARPER, J. 2006. Fundamentos em ecologia. -2a ed. – São Paulo:
Artmed,
CAPRA, F. 1997. A teia da vida: uma nova compreensão científica dos sistemas
vivos. Rio de Janeiro: Cultrix.
DAJOZ, R. 2005. Princípios da ecologia. 7a ed. São Paulo: Artmed.
DIAS, G. F. 2003. Educação ambiental: princípios e práticas. – 7ª ed. – rev. e ampl.
São Paulo: Gaia.
ODUM, E. P. 1988. Ecología. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
RICKLEFS, R. E. 2003. A economia da natureza. – 5ª ed. – Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Saúde na escola e na comunidade – uma prática pedagógica
Sétimo
Carga horária:
40h
Pré-requisito:
5
EMENTA: Conceitos de desenvolvimento social, educação, saúde e a intersetorialidade. O conceito de Escola Saudável dentro das estratégias de Promoção de
Saúde: a criança, os professores, os funcionários, o ambiente escolar (psicossocial e
físico) e a comunidade do entorno. Programas de Educação e de Saúde na escola dentro
da perspectiva das áreas transversais de Ensino Fundamental: programação, critérios e
instrumentos de avaliação.
Bibliografia básica
CARVALHO, M.M.B - 1996. O Professor, sua Saúde e a Educação em Saúde na
Escola. Tese de Doutorado, Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São
Paulo.
DECLARAÇÃO DE JACARTA: Promoção de Saúde no século XXI. Julho de 1997.
mimeo. FERRAZ, S. T. A pertinência da adoção da filosofia de Cidades Saudáveis no
Brasil. Saúde em Debate n°41, 45-49, dez 1993.
FOCESI, E. 1990. Educação em Saúde na escola: o papel do professor. Rev. Bras.
Saúde Esc., 1(2): 4-10.
FOCESI, E. 1990. Educação em saúde: campos de atuação na área escolar. Rev. Bras.
Saúde Escolar, 1(2): 19-21.
JUNQUEIRA, L.A.P. 1997. Novas formas de gestão na saúde: descentralização e
intersetorialidade. Saúde e Sociedade, 6(2): 31-46.
MENDES, E.V. 1996. Uma agenda para a saúde. São Paulo, HUCITEC.
OSHIRO, J. H. Educação em Saúde nas Programações de Saúde. mimeo, 11p. s/d.
PELICIONI JR., A. & PELICIONI, M.C.F. Agenda 21. O que, por que, para que?
Jornal da USP, 9 a 15/3/1998, São Paulo, p.2.
PELICIONI, M.C.F. & CANDEIAS, N.M.F. A creche e as mulheres trabalhadoras no
Brasil. Revista Brasileira de Crescimento e Desenvolvimento Humano, vol. 7 (1), 1997.
PELICIONI, M.C.F. & GIKAS, R.M.C. Prevenção de acidentes em escolares:
Proposta de metodologia de diagnóstico para programa educativo. Rev. bras. Saúde
esc., 2(1):23-26, jan. 1992.
PELICIONI, M.C.F. & WESTPHAL, M.F. Serviços de saúde: utilização e opinião dos
usuários. Rev. Paul. Hosp., 39:(5/8):69-75, mai/ago. de 1991. 15.
RUBIN A.A.C. Panorama Atual da Informação e Comunicação Social em Saúde no
Brasil. Série: Desenvolvimento de Serviços de Saúde n.15
5
SILVA, M.V. da; PELICIONI, M.C.F.; CARVALHO, M.M.B. Práticas de saúde entre
estudantes de segundo grau do município de Santo Antônio de Posse, Estado de São
Paulo. Oikos, Viçosa, 8(2):54-65, 1994. [apresentado no Encontro Paulista de Saúde
Escolar, 2º, São Paulo, 1993).
SOUZA JUNIOR, J.G. A construção social da cidadania: In Conferência Nacional de
Saúde, Brasília, 1986. ANAIS/8a Conferência Nacional de Saúde. Brasília: Centro de
Documentação do Ministério da Saúde, 1987.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Sétimo
Libras
Carga horária:
Pré-requisito:
40h
EMENTA: ???????
Bibliografia básica: ??????
Disciplina:
Semestre:
Código:
Sétimo
Seminário Integrador VII
Carga horária:
40h
Pré-requisito:
EMENTA: Discussão interdisciplinar sobre temas definido pelo colegiado dos cursos
envolvidos no eixo da Educação. Integração das atividades desenvolvidas, assim como,
a avaliação progressiva dos discentes.
Bibliografia básica
Serão utilizadas todas as referências indicadas para as disciplinas do período.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Sétimo
Estágio supervisionado III
Carga horária:
100h
Pré-requisito:
5
EMENTA: Diagnóstico escolar – pesquisa. Planejamento curricular para o ensino
fundamental. Parâmetros curriculares nacionais para o ensino fundamental. Plano de
curso para o ensino fundamental. Seleção de conteúdos de ciências. Plano de aulas.
Planejamento de atividades práticas, extraclasse e avaliação.
Tronco profissionalizante – Oitavo período
Disciplina:
Semestre:
Código:
Oitavo
Geologia e paleobiologia
Carga horária:
60h
Pré-requisito:
EMENTA: Introdução ao estudo da Geologia. A Terra, sistema solar e
o universo. Origem e evolução. Subdivisões da Terra. Informações
básicas sobre minerais e rochas. Intemperismos e formação de solos.
Introdução à Paleontologia. Fossilização. Paleoecologia.
Bibliografia básica
LAPORTE, L. Ambientes antigos de sedimentação. São Paulo: Edgard Blucher.
TAIOLI, F. A. Decifrando a terra. São Paulo: Oficina DE.
MCLASTER. História geológica da terra. São Paulo: Edgard Blucher.
CARVALHO. Paleontologia. São Paulo: Interciência.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Oitavo
Genética e evolução
Carga horária:
Pré-requisito:
40h
EMENTA: Teorias evolutivas. Mutação e adaptação. Recombinação.
Deriva genética. Migração. Hibridação. Seleção Natural (mecanismos
de isolamento reprodutivo, especiação, evolução acima do nível das
espécies e domesticação).
5
Bibliografia básica
CURTIS, H. 1977. Biologia. 2a ed. Rio de Janeiro, Editora Guanabara Koogan.
DOBZHANSKY, T. 1973. Genética do processo evolutivo. 1aed. São Paulo, Editora
Polígono.
DARWIN, C. 2002. A origem das espécies. São Paulo, Heumus.
DAWKINS, R. A. 1998. A escala do monte improvável: uma defesa da teoria da
evolução. São Paulo: Companhia das Letras.
GRIFFITHS, A. J. F.; SUZUKI, D. J.; MILLER, J. L. & LEWONTIN, R. C. 2002.
Introdução à genética. – 7ª ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
POUGH, F. H.; HEISER, J. B. & MCFARLAND, W. N. 2004. A Vida dos
Vertebrados. São Paulo: Atheneu.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Oitavo
Parasitologia
Carga horária:
Pré-requisito:
60h
EMENTA: A organização do ser vivo. Os organismos e o meio. Relações entre os seres
vivos. Parasitismo. Parasitas de interesse médico. Relações parasito-hospedeiro.
Protozoologia. Helmintologia. Entomologia.
Bibliografia básica
MARKELL, E. K.; JONH, D. T. & KROTOSCHI, W. A. 2003. Parasitologia médica.
-8a ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 476p.
NEVES, D. P.; MELO, A. L. LINARDI, P. M (Orgs). 2005. Parasitologia humana.
-11a ed.- São Paulo: Atheneu.
REY, L. 2002. Parasitologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Oitavo
Imunologia
Carga horária:
Pré-requisito:
40h
5
EMENTA: Componentes do Sistema Imune: célula, tecidos e moléculas. Princípios das
Imunidades inata e adaptativa. Seleção Clonal. Reconhecimento do Ag; - Antígenos e
Imunógenos. Visão panorâmica da Resposta Imune. Estrutura Molecular dos
Anticorpos. Classes de Imunoglobulinas (estrutura e funções). Codificação e expressão
das Imunoglobulinas. Interação Antígeno-Anticorpo e seus efeitos. Metodologia
Imunológica. Resposta imune a agentes infecto-parasitários. Vacinas e soros.
Bibliografia básica
MATTEW, H. 2007. Série carne e osso: Imunologia. -1a ed. – São Paulo: Elvesier.
ABBAS, A. K.; POBER, J. S. & LICHTMAN, A. H. 2002. Imunologia celular e
molecular. – 4a ed. – São Paulo: Revinter.
FORTE, W. N. 2004. Imunologia: básica e aplicada. Artmed.
RODELLE, B. 1997. Novos conceitos em imunologia. Andrei.
ROITT, I. & RABSON, A. 2003. Imunologia básica. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Oitavo
Bases para educação ambiental – uma prática pedagógica
Carga horária:
40h
Pré-requisito:
EMENTA: A prática reflexiva. A pesquisa em educação com ênfase em Educação
Ambiental. Histórico da Educação Ambiental no contexto nacional e internacional
incluindo as principais conferências e documentos. Pressupostos teóricos e filosóficos
da Educação Ambiental. Educação Ambiental formal e não formal. Transversalidade
curricular. Problemas sócio-ambientais e a Educação Ambiental. Instituições
(governamentais e não governamentais) que atuam na área ambiental.
Bibliografia básica
VEIGA-NETO, A.J. 1994. Ciência, Ética e Educação Ambiental, num cenário pósmoderno. Porto Alegre: Educação & Realidade.
DIAS, G. F. 2000. Educação ambiental: princípios e práticas. 6.ed. rev. e ampl. São
Paulo: Gaia.
5
VIEZZER, M. & OVALLES, O. 1995. Manual Latino-Americano de Educação
Ambiental. São Paulo: Gaia.
PNMA –Programa Nacional do Meio Ambiente Diretrizes de pesquisa aplicada ao
planejamento e gestão ambiental/ Ministério do Meio Ambiente e da Amazônia Legal,
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, Brasília,
(coleção Meio Ambiente. Série Diretrizes-Gestão Ambiental). 1995.
SENADO FEDERAL AGENDA 21 (CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS,
SOBRE O MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO, Brasília: Subsecretaria de
Edições Técnicas. 1997.
VALLE, C. E. 1995. Qualidade Ambiental: o desafio de ser competitivo protegendo
o meio ambiente: (como se preparar para as normas iso 14.000)/ Cyro Eyer do
Valle. São Paulo: Pioneira.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Estágio supervisionado IV
Carga horária:
100h
Pré-requisito:
Oitavo
EMENTA: Diagnóstico escolar – pesquisa. Planejamento curricular para o ensino
fundamental. Parâmetros curriculares nacionais para o ensino fundamental. Plano de
curso para o ensino fundamental. Seleção de conteúdos de ciências. Plano de aulas.
Planejamento de atividades práticas, extraclasse e avaliação.
DISCIPLINAS ELETIVAS
Disciplina:
Semestre:
Código:
Técnicas de orientação para trabalho de campo
Carga horária:
40h
Pré-requisito:
EMENTA: Natureza e objetivos da pesquisa. Hipóteses e principais problemas de
pesquisas. Elementos de técnicas de coleta e de análise de dados. Projeto e relatório de
pesquisa.
5
Bibliografia básica
RUDIO, F. V. 1979. Introdução ao projeto de pesquisa cientifica. São Paulo: Vozes.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Malacologia
Carga horária:
Pré-requisito:
40h
EMENTA: Introdução aos Mollusca. Principais características de: Aplacóforos,
Placóforos, Gastrópodos, Bivalves e Cefalópodes. Importância econômica e ecológica
dos principais representantes dos Mollusca.
Bibliografia básica
BARNES, R. S. K.; CALOW, P. & OLIVE, P. J. W. 1995. Invertebrados. São Paulo:
Atheneu.
BRUSCA, R. C. & G. J. BRUSCA. 2007. Invertebrados. – 2a ed. – Rio de Janeiro,
Guanabara Koogan. 968p.
HICKMAN, C. P.; ROBERTS, L. S. & LARSON, A. 2004. Princípios integrados de
zoologia. 11a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
MARGULIS, L. & SCHWARTZ, K. V. 2001. Cinco reinos: um guia ilustrado dos
filos de vida na terra. –3ª ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
RUPPERT, R.; R. S. FOX & R. D. BARNES. 2005. Zoologia dos invertebrados uma
abordagem funcional – evolutiva. – 7a ed. – São Paulo, Rocca. 1145p.
STORER, T. L.; USINGER, R. L. & STEBBINS, R. C. 2002. Zoologia geral. – 6ª ed. –
São Paulo: Companhia Editora Nacional.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Poluição e defesa do meio ambiente
Carga horária:
40h
Pré-requisito:
6
EMENTA: Problemas ambientais da atualidade. Alimentação X impacto ambiental.
Poluição do ar, da água e do solo. Produção de resíduos sólidos e líquidos. Agrotóxicos
e meio ambiente. Legislação ambiental.
Bibliografia básica
VEIGA-NETO, A.J. 1994. Ciência, Ética e Educação Ambiental, num cenário pósmoderno. Porto Alegre: Educação & Realidade.
DIAS, G. F. 2000. Educação ambiental: princípios e práticas. 6.ed. rev. e ampl. São
Paulo: Gaia.
VIEZZER, M. & OVALLES, O. 1995. Manual Latino-Americano de Educação
Ambiental. São Paulo: Gaia.
PNMA –Programa Nacional do Meio Ambiente Diretrizes de pesquisa aplicada ao
planejamento e gestão ambiental/ Ministério do Meio Ambiente e da Amazônia Legal,
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, Brasília,
(coleção Meio Ambiente. Série Diretrizes-Gestão Ambiental). 1995.
SENADO FEDERAL AGENDA 21 (CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS,
SOBRE O MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO, Brasília: Subsecretaria de
Edições Técnicas. 1997.
VALLE, C. E. 1995. Qualidade Ambiental: o desafio de ser competitivo protegendo
o meio ambiente: (como se preparar para as normas iso 14.000)/ Cyro Eyer do
Valle. São Paulo: Pioneira.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Arachnologia
Carga horária:
Pré-requisito:
40h
EMENTA: Introdução a Aracnologia. Principais características dos Chelicerata.
Importância
econômica
e
ecológica
das
ordens:
Araneae,
Scorpiones
e
Pseudoscorpiones, Opiliones, Uropigy e Palpigrade, Schizonomida, Amplypygi,
Solifugae e Rocinulei e Acari.
Bibliografia básica
6
BARNES, R. S. K.; CALOW, P. & OLIVE, P. J. W. 1995. Invertebrados. São Paulo:
Atheneu.
BRUSCA, R. C. & G. J. BRUSCA. 2007. Invertebrados. – 2a ed. – Rio de Janeiro,
Guanabara Koogan. 968p.
HICKMAN, C. P.; ROBERTS, L. S. & LARSON, A. 2004. Princípios integrados de
zoologia. 11a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
MARGULIS, L. & SCHWARTZ, K. V. 2001. Cinco reinos: um guia ilustrado dos
filos de vida na terra. –3ª ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
RUPPERT, R.; R. S. FOX & R. D. BARNES. 2005. Zoologia dos invertebrados uma
abordagem funcional – evolutiva. – 7a ed. – São Paulo, Rocca. 1145p.
STORER, T. L.; USINGER, R. L. & STEBBINS, R. C. 2002. Zoologia geral. – 6ª ed. –
São Paulo: Companhia Editora Nacional.
SANTOS, E. 1982. O mundo dos artrópodos. Belo Horizonte: Itatiaia.
MANUAL
DE
DIAGNÓSTICO
E
TRATAMENTO
POR
ANIMAIS
PEÇONHENTOS. 1998. Brasília: Fundação Nacional de Saúde.
6. ESTÁGIO SUPERVISIONADO
O estágio supervisionado deverá possibilitar ao futuro professor a
oportunidade de vivenciar diferentes situações durante o desenvolvimento do processo
ensino–aprendizagem, assim como, refletir sobre estas situações juntamente com os
orientadores do Estágio e a equipe de professores da Escola, a fim de que, possa buscar
novas alternativas para sua prática educativa.
De acordo com a Resolução CNE/CP 1, este estágio deverá ser realizado em
escolas de Educação básica a partir do início da segunda metade do curso e deverá
resultar num intercambio de colaboração Universidade/Escola. A Resolução CNE/CP 2
estabelece que a carga horária do Estágio Curricular Supervisionado deve ser de 400
(quatrocentas horas), embora para os alunos que já exerçam atividade docente regular
na educação básica , esta carga horária poderá ser reduzida em até 200 (duzentas) horas.
6
O planejamento e a execução das práticas realizadas durante o Estágio,
deverão estar apoiadas nas reflexões desenvolvidas durante todo o curso de formação.
As avaliações dos resultados obtidos (que podem ser apresentadas na forma de relatório
final do Estágio) poderão servir para avaliar e redirecionar a estrutura curricular do
curso. Portanto, esta avaliação deve ser feita por uma equipe de professores e, sempre
que possível, com professores das escolas onde os estágios foram realizados a fim de
analisar os problemas encontrados, propor soluções etc., contribuindo assim, para a
melhoria do ensino na mesma.
Deve-se ficar bem claro que o Estágio Curricular não deve ser a única etapa
do curso em que os alunos deverão ter a oportunidade de vivenciar a prática educativa.
Muito pelo contrário, durante todo o desenvolvimento das atividades do Curso a prática
pedagógica deverá estar presente em no mínimo 400 (quatrocentas) horas como institui
a resolução CNE/CP 1 e 2, que estabelece :
“A prática, na matriz curricular, não poderá ficar reduzida a um espaço isolado,
que a restrinja ao estágio, desarticulado do restante do curso”.
“A prática deverá estar presente desde o início do curso e permear toda a
formação do professor”.
“No interior das áreas ou das disciplinas que constituírem os componentes
curriculares de formação, e não apenas nas disciplinas pedagógicas, todas terão a
sua dimensão prática”.
“Em tempo e espaço curricular específico, a coordenação da dimensão prática
transcenderá o estágio e terá como finalidade promover a articulação das
diferentes práticas, numa perspectiva interdisciplinar”.
“A prática será desenvolvida com ênfase nos procedimentos de observação e
reflexão, visando à atuação em situações contextualizadas, com o registro dessas
observações realizadas e a resolução de situações-problema”.
“A presença da prática profissional na formação do professor, que não prescinde
da observação e ação direta, poderá ser enriquecida com tecnologias da
informação, incluídos o computador e o vídeo, narrativas orais e escritas de
professores, produções de alunos, situações simuladoras e estudo de casos”.
Portanto, cada disciplina ou atividade do curso deverá ter sua dimensão
prática. Isto é particularmente importante para as disciplinas da área específica de
6
Biologia. Os professores destas disciplinas, ao mesmo tempo em que desenvolverão os
conteúdos específicos, deverão desenvolver atividades tais como: realização de
seminários, planejamento e execução de unidades didáticas, elaboração de textos
didáticos, análise de livros didáticos, análise e utilização de kits experimentais etc.
7.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é um trabalho (estudo)
realizado pelo aluno e orientado por um professor da UFAL, o qual, engloba atividades
práticas e/ou teóricas permitindo ao aluno a ampliação, aplicação e demonstração dos
conhecimentos adquiridos ao longo do curso e também aplicar a metodologia científica
na execução do mesmo. Os temas abordados nos TCC’s deverão preferencialmente ser
direcionado para a área de formação dos alunos, que é o Ensino da Biologia e será
computada uma carga horária de 80 horas, não sendo oferecido como disciplina. No
entanto, é um requisito obrigatório para integralização do Curso de Licenciatura em
Ciências Biológicas.
Quanto às formas de apresentação poderá ser além da monografia
acadêmica, um memorial, portfólio, relatório de projeto didático-pedagógico
desenvolvido, relatório de pesquisa educacional desenvolvida ou elaboração de projeto
pedagógico para a realidade educacional em que vive.
O TCC será desenvolvido pelo aluno graduando a partir do 6º semestre e
será devidamente acompanhado por um Orientador. As linhas de pesquisa propostas
para a realização das monografias estão apresentadas e associadas aos planos teórico e
prático (Quadro III). Para cada linha de pesquisa o Colegiado do Curso indicará um
ORIENTADOR ACADÊMICO que será responsável pelo cadastramento dos
orientadores docentes ou pesquisadores, como também, pela discussão sobre as escolhas
dos temas dos TCC’s visando promover a integração entre os docentes e discentes nas
reflexões sobre os temas escolhidos. A orientação de um TCC por um professor externo
ao curso de Biologia da UFAL será permitida desde que sua solicitação como ProfessorOrientador tenha sido aprovada pelo Colegiado do Curso.
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Quadro III – Linhas de Pesquisa propostas para o desenvolvimento das monografias ou
Trabalho final de Conclusão de Curso (TCC).
LINHAS DE
PESQUISA
PLANO TEÓRICO
PLANO PRÁTICO
Biodiversidade Abordagem do saber ambiental: Diagnóstico sobre o ensino da
manejo e conservação ambiental a conservação ambiental na rede
fauna, a flora, os microorganismos pública
estadual
e/ou
e as relações do homem com os municipal, assim como, nas
diferentes ambientes.
particulares.
Vivenciando
experiências e construindo um
Etno e
mundo de possibilidades.
Mapas cognitivos como método de Diagnóstico sobre o saber
Sociodiversida
coleta das imagens da “natureza”; ambiental na escola: a fauna, a
de
Etnoecologia
abrangente
como flora e as relações do homem
método de integrar conhecimentos com o ambiente.
diferentes. Estudos e pesquisas
sobre o ensino da conservação
ambiental
na
rede
pública
Educação
(municipal ou estadual) e privada.
Abordagem sobre ensinar e Diagnóstico
Ambiental nas
aprender em Educação Ambiental: ambiental
Escolas
correntes de pensamento, valores, (estadual e/ou municipal) e
Ser Humano e
ética e dimensões local e global.
privada.
Abordagem
sobre
condições Diagnóstico
Saúde
ambientais
Ambiental
instalação da doença; por que certa comunidade escolar estadual
mais
favoráveis
à ambiental
da
na
rede
da
de
doença é ausente de certos grupos e/ou municipal.
sociais; quais as características de ou
Educação
sugerir
pública
Saúde
determinada
Desenvolver
medidas
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vida das pessoas que adoecem; por mitigadoras.
que certas doenças voltam a
crescer e por que nem todas as
Recursos
pessoas infectadas ficam doentes.
O uso da tecnologia para a
Tecnológicos
assegurar
conservação
Diagnostico
do
uso
das
dos tecnologias nas pesquisas de
recursos naturais; melhoramento Órgãos da rede pública em
genético;
saneamento
coleta
tratamento
e
poluição,
básico; Alagoas.
do
captação
lixo;
e
armazenamento da água, solo e
atividades humanas e diversidade
de equipamentos.
8. ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICOS-CULTURAIS
Propomos algumas atividades complementares à formação do Licenciado em
Ciências Biológicas, que visam propiciar uma complementação de sua postura de
estudioso e pesquisador, integralizando o currículo, tais como, a produção de
monografias e a participação em programas de iniciação científica, assim como, a
docência. Incorporação das Atividades Complementares de Graduação em que se prevê
a validação no histórico de atividades que vão desde disciplinas ofertadas em outros
cursos, passando por estágios voluntários até participação em projetos de pesquisa e
extensão.
No.
1
2
3
4
5
6
ATIVIDADES ACADÊMICO-CINTÍFICO-CULTURAIS
Monitoria
Iniciação Cientifica
Estagio – Projeto de Extensão
Publicação do aluno com Prof. Orientador
Participação em eventos com apresentação de trabalhos
Participação em eventos sem apresentação de trabalhos
6
7
8
9
10
11
12
13
14
Monitoria em evento
Curso/Oficina/Grupo de Estudo
Estagio Extra Curricular
Representação estudantil nos conselhos da UFAL
Participação estudantil em Diretórios
Língua estrangeira (curso completo)*
Informática (curso completo)*
Estagio em ensino de Ciências e Biologia (rede publica e mínimo de 02
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semestres letivos)
Participação em Campanhas de saúde durante o período de integralização
16
17
do curso (vacinação, epidemias e prevenção)
Participação em organização de eventos de natureza técnico-cientifica
Mostra comentada de vídeos técnicos durante o período de integralização
do Curso.
* Desde que tenha sido realizado em dois semestres letivos.
9.
AVALIAÇÃO
Avaliação Institucional
A avaliação permanente do Projeto Pedagógico do curso de Licenciatura em
Ciências Biológicas a ser implementado com esta proposta é importante para aferir o
sucesso do novo currículo para o curso, como também, para certificar-se de alterações
futuras que venham a melhorar este projeto, vez que, o projeto é dinâmico e deve passar
por constantes avaliações, essas por sua vez, procura atender o disposto no artigo 3º,
Inciso VIII, da Lei nº. 10861, de 14/04/2004.
Os mecanismos a serem utilizados deverão permitir uma avaliação
institucional e uma avaliação de desempenho acadêmico – ensino e aprendizagem – de
acordo com as normas vigentes, viabilizando uma análise diagnóstica e formativa
durante o processo de implementação do referido projeto. Deverão ser utilizadas
estratégias que possam efetivar a discussão ampla do projeto mediante um conjunto de
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questionamentos previamente ordenados que busquem encontrar suas deficiências, se
porventura existirem.
O curso será avaliado também pela sociedade através da ação/intervenção
docente/discente expressa na produção e nas atividades concretizadas no âmbito da
extensão universitária em parceria com indústrias alagoanas e estágios curriculares não
obrigatórios.
O roteiro proposto pelo INEP/MEC para avaliação das condições de ensino
também servirá de instrumento para avaliação, sendo o mesmo constituído pelos
seguintes tópicos:
1. Organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto do curso,
atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;
2. Corpo docente: formação profissional, condições de trabalho, atuação e desempenho
acadêmico e profissional;
3. Infra-estrutura: instalações gerais, biblioteca, instalações e laboratórios específicos.
A avaliação do desempenho docente será efetivada pelos alunos/disciplinas
fazendo uso de formulário próprio e de acordo com o processo de avaliação
institucional.
Avaliação Acadêmica
A avaliação é uma das etapas do processo ensino-aprendizagem que
deve estar em sintonia com as metodologias de trabalho adotadas pelos docentes, as
quais, deverão atender as normas definidas pela Universidade. Informamos a seguir
observações quanto ao que se pressupõe obter ao se avaliar:
“Avaliar pressupõe um projeto norteador de professores e alunos na direção
da consecução de objetivos claramente explicitados, dentro de uma
determinada matriz epistemológica”.
“A avaliação é, indubitavelmente, a maior evidenciadora do plano
pedagógico que está sendo aplicado. A forma como ela é praticada pode
revelar os vínculos remanescentes como um modelo de ensino que
teoricamente é negado. Se tais vínculos persistirem, notadamente nessa
prática permeada de relações de poder, poderão comprometer a vitalidade
do projeto”.
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Para o Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas a avaliação será
considerada como um processo construtivo de conhecimento, e será percebida como
uma condição que torna mais dinâmica a ação do curso pela qual se procura
identificar, aferir, investigar e analisar o desenvolvimento do aluno, do docente e do
curso, confirmando ou não, se a construção do conhecimento ocorreu de forma
teórica e prática. Será uma das formas que se terá para verificar se o alcance dos
objetivos propostos foram alcançados, a medida em que o curso está sendo
integralizado. De um modo geral, a avaliação terá duas funções básicas:
1. Função diagnóstica – visa determinar a presença ou ausência de conhecimentos e
habilidades, providências para estabelecimentos de novos objetivos, retomada de
objetivos não atingidos, elaboração de diferentes estratégias de reforço, sondagem,
projeção e retrospecção de situação de desenvolvimento do aluno, dando-lhe
elementos para verificar o que aprendeu e como aprendeu.
2. Função formativa – localiza deficiências na organização do ensinoaprendizagem, de modo a possibilitar reformulações no mesmo, e assegurar o
alcance dos objetivos. Para que a avaliação tenha o caráter formativo, trabalhar-se-á
seleção dos objetivos e conteúdos das disciplinas, desenvolvendo o caráter
multidisciplinar e interdisciplinar sempre buscando a participação dos alunos. O
curso preocupar-se-á em saber o que avaliar e como utilizará os resultados. Para
tanto, estabelecerá critérios e objetivos, assim como, instrumentos que servirão para
tal finalidade.
Avaliação do rendimento escolar
A avaliação do rendimento escolar se dará através de: (a) Avaliação
Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo; (b) Prova Final (PF),
quando for o caso; (c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive prova
final, após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e oito) horas, das notas
obtidas pelo aluno em avaliações anteriores. O aluno terá direito de acesso aos
instrumentos e critérios de avaliação e, no prazo de 02 (dois) dias úteis após a
divulgação de cada resultado, poderá solicitar revisão da correção de sua avaliação, por
uma comissão de professores designada pelo Colegiado do Curso. Será também
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considerado, para efeito de avaliação, o Estágio Curricular Obrigatório, quando previsto
no PPC.
Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que possível,
aos conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de mais de 01
(um) instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas práticas, além de
outras opções como provas orais, seminários, experiências clínicas, estudos de caso,
atividades práticas em qualquer campo utilizado no processo de aprendizagem. Em cada
bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais dos instrumentos de
avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva, calculada
considerando-se a média das avaliações programadas e efetivadas pela disciplina. Em
cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma das 02 (duas)
Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a ser reavaliado naquela
em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a maior nota. A Nota Final
(NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética, apurada até centésimos, das
notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais. Será aprovado, livre de prova final, o aluno
que alcançar Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou superior a 7,00 (sete).
Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das Avaliações
Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
O aluno que obtiver Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais igual ou superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá
direito a prestar a Prova Final (PF).
A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina ministrada e
será realizada no término do semestre letivo, em época posterior às reavaliações,
conforme o Calendário Acadêmico da UFAL. Será considerado aprovado, após a
realização da Prova Final (PF), em cada disciplina, o aluno que alcançar média final
igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco décimos). O cálculo para a obtenção da
média final é a média ponderada da Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com
peso 6 (seis), e da nota da Prova Final (PF), com peso 4 (quatro). Terá direito a uma
segunda chamada o aluno que, não tendo comparecido à Prova Final (PF), comprove
impedimento legal ou motivo de doença, devendo requerê-la ao respectivo Colegiado
do Curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas após a realização da prova. A Prova
Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05 (cinco) dias após a realização da
primeira chamada, onde prevalecerá o mesmo critério disposto no Parágrafo único do
Art. 16.
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O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular
obrigatório em todos os Projetos Pedagógicos dos Cursos da UFAL, assumindo a
seguinte conformação: I - O TCC não se constitui como disciplina, não tendo, portanto,
carga horária fixa semanal, sendo sua carga horária total prevista no PPC e computada
para a integralização do Curso; II - A matrícula no TCC se dará automaticamente a
partir do período previsto no Projeto Pedagógico do Curso para a sua elaboração, não
tendo número limitado de vagas, nem sendo necessária a realização de sua matrícula
específica no Sistema Acadêmico; III - A avaliação do TCC será realizada através de 01
(uma) única nota, dada após a entrega do trabalho definitivo, sendo considerada a nota
mínima 7,0 (sete), nas condições previstas no PPC; IV - Caso o aluno não consiga
entregar o TCC até o final do semestre letivo em que cumprir todas as outras exigências
da matriz curricular, deverá realizar matrícula-vínculo no início de cada semestre letivo
subseqüente, até a entrega do TCC ou quando atingir o prazo máximo para a
integralização do seu curso, quando então o mesmo será desligado.
PROGRAMAS DE APOIO AOS DISCENTES
Nivelamento
O curso de nivelamento para os alunos recém ingressos no curso de
Licenciatura em Ciências Biológicas, tem como objetivo geral, promover melhorias no
desempenho acadêmico dos mesmos. Esses objetivos consistem em:
a) Promover a integração destes entre si e com os demais discentes, e
docentes do curso, de forma a incentivá-los a participar das várias atividades
desenvolvidas pela Universidade;
b) Mostrar a estrutura acadêmica e administrativa da Universidade;
c) Apresentar informações sobre a grade curricular do curso, Colegiado do
Curso, Centro Acadêmico e outros programas de interesse dos alunos;
d) Avaliar e complementar os conhecimentos destes alunos em matérias
básicas identificadas como deficientes para a compreensão dos fenômenos biológicos;
e) Enfatizar a importância das matérias específicas para formação
profissional.
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Laboratório de Práticas Pedagógicas – Ensino da Biologia
A reflexão sobre o ensino das Ciências Biológicas de um modo geral tem
procurado minimizar a dicotomia entre a teoria e a prática, entre a forma e o conteúdo,
entre o conhecimento científico e as outras formas de conhecimento, entre a escola e a
vida, entre o homem e o mundo, buscando um ensino que rompa com a idéia de
repetição, fixação e memorização, valorizando o cotidiano do aluno, priorizando a
criação, a problematização e a transformação.
Para que possamos enfrentar esse desafio do fazer escolar, será implantado
um Laboratório de Práticas Pedagógicas – voltado para o ensino da Biologia. Nesse
laboratório serão elaborados programas que visem conceber e preparar material didático
(coleções, kits, etc), implementar inovações pedagógicas, assim como, desenvolvimento
de novas metodologias, as quais deverão ser aplicadas em escolas públicas ou
particulares da região. Poderá também ser objeto de estudo desse laboratório, a
utilização do espaço para atender as demandas externas de capacitação docente da rede
de ensino por meio de oficinas, bem como, a disponibilização dos modelos pedagógicos
e jogos didáticos produzidos.
Monitoria
O programa de monitoria é coordenado pela Pró-Reitoria EstudantilPROEST, tem como objetivo principal, possibilitar ao aluno o desenvolvimento de
atividades de ensino-aprendizagem em determinada disciplina supervisionada por um
professor orientador. Como objetivos específicos destaca-se:
a) Assessoria ao professor nas atividades docentes;
b) Possibilitar a interação entre docentes e discentes;
c) Proporcionar ao monitor uma visão globalizada da disciplina a partir do
aprofundamento, questionamento e sedimentação de seus conhecimentos;
d) Desenvolver habilidades didático-pedagógicas e uma visão crítica sobre a
metodologia do ensino.
7
7
R E F E R Ê N C I A S
BICUDO, M. A. V. e SILVA JÚNIOR, M. A. Formação do educador: organização da
escola e do trabalho pedagógico. V.3. São Paulo: ENESP, 1999.
FURLAN, M. e HARGREAVES, A. A Escola como organização aprendente:
buscando uma educação de qualidade. Porto Alegre: Artmed, 2000.
LIBÂNEO, J. C. Organização e Gestão da escola: Teoria e Prática. 5ª ed. Goiânia:
Alternativa, 2004.
LIMA, L. C. A Escola como organização educativa. São Paulo: Cortez, 2001.
PETEROSKI, H. Trabalho coletivo na escola. São Paulo: Pioneira Thomson Lerning,
2005.
PERRENOUD, P. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1999.
VASCONCELOS, C. dos S. Planejamento: Projeto de Ensino-Aprendizagem e Projeto
Político-Pedagógico. São Paulo: Libertad, 2001.
VEIGA, I. P. A. e RESENDE, L. M. G. (Orgs). Escola: espaço do Projeto PolíticoPedagógico. São Paulo: Papirus, 1998.
VEIGA, I. P. A. e FONSECA, M. (Orgs.) As Dimensões do Projeto PolíticoPedagógico. São Paulo: Papirus, 2001.
VIEIRA, S. L. (Org.) Gestão da escola: desafios a enfrentar. Rio de Janeiro: DP&A ,
2002.
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ANEXOS
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Quadro de docentes que constituem o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da
Universidade Federal de Alagoas – Campus Arapiraca/AL.
DOCENTE
1.
Eliane Aparecida Holanda Cavalcanti
FUNÇÃO
Coordenadora
TITULAÇÃO
do Mestre
Curso
2.
Maria Aliete Bezerra de Lima Machado
Vice-coordenadora
Mestre
do curso
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8
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8
8
8
8
8
8
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