Administração Pública-Bacharelado 2018

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                    SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

CURSO DE
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
BACHARELADO

ARAPIRACA – ALAGOAS
MAIO, 2018

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BACHARELADO

PROJETO PEDAGÓGICO

ARAPIRACA – ALAGOAS
MAIO, 2018

EQUIPE RESPONSÁVEL
COORDENADOR DO CURSO
PAULO EVERTON MOTA SIMÕES
VICE COORDENADORA DO CURSO
FABIANA DE CÁSSIA DE ARAÚJO SILVA
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE
ANDERSON HENRIQUE DOS SANTOS ARAÚJO
FABIANA DE CÁSSIA DE ARAÚJO SILVA
JOSÉ RODOLFO TENÓRIO LIMA
LEONARDO PRATES LEAL
PAULO EVERTON MOTA SIMÕES
RENATO LUÍS PINTO MIRANDA

COLEGIADO DO CURSO

MEMBROS DOCENTES

ACÚRCIO CASTELO DAVID
FABIANA DE CÁSSIA DE ARAÚJO SILVA
MARIA AMÉLIA JURUNDIAN CORÁ
PAULO EVERTON MOTA SIMÕES
RENATO LUÍS PINTO MIRANDA

MEMBROS DISCENTES

KAIQUE W ALLY SANTOS
FERNANDO ANTÔNIO CARDOSO MOTA FILHO

MEMBROS TÉCNICOADMINISTRATIVOS

DANIELLE FLORES CARNAÚBA
VANESSA VASCONCELOS DANTAS

DADOS DA INSTITUIÇÃO
MANTENEDORA:

Ministério da Educação (MEC)

MUNICÍPIO-SEDE:

Brasília - Distrito Federal (DF)

CNPJ:

00.394.445/0188-17

DEPENDÊNCIA:

Administrativa Federal

MANTIDA:

Universidade Federal de Alagoas (Ufal)

REITOR(A):

Maria Valéria Costa Correia

VICE-REITOR(A)

José Vieira da Cruz

CÓDIGO:

577

MUNICÍPIO-SEDE:

Maceió

ESTADO:

Alagoas

REGIÃO:

NORDESTE

Av. Lourival de Melo Mota, rodovia BR-104, km 14,
ENDEREÇO DO CAMPUS SEDE Campus A. C. Simões – Cidade Universitária,
Maceió, Alagoas. CEP:57.072-970.
TELEFONE

(82) 3214 1100

PORTAL ELETRÔNICO:

www.ufal.edu.br

4

DADOS DO CURSO
NOME DO CURSO:

Administração Pública Bacharelado

TÍTULO CONFERIDO:

Bacharel em Administração Pública

CÓDIGO DO CURSO:

1151781

HABILITAÇÃO:

Bacharel em Administração Pública

CAMPUS

Arapiraca

ENDEREÇO:

Av. Manoel Severino Barbosa, Bom Sucesso –
Arapiraca, Alagoas - CEP: 57309-005.

TELEFONE

(82) 3482-1839

PORTAL ELETRÔNICO:

http://www.ufal.edu.br/arapiraca/graduacao/administr
acao-publica

FORMA DE INGRESSO

Exame Nacional do Ensino Médio – Enem

ATOS LEGAIS
PORTARIA DE
AUTORIZAÇÃO:

Portaria n° 407 de 11 de outubro de 2011

PORTARIA DE
RECONHECIMENTO

Portaria nº71 de29 de janeiro de 2015

RENOVAÇÃO DE
RECONHECIMENTO

Portaria nº 272 de 03 de abril de 2017

TURNO DE
FUNCIONAMENTO:

Noturno

CARGA HORÁRIA TOTAL:

3.592 horas

TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO:

Duração mínima: 09 (nove) períodos
Duração máxima:13 (treze) períodos

VAGAS AUTORIZADAS:

40 vagas anuais

COORDENADOR

Nome: Paulo Everton Mota Simões
Formação acadêmica: Bacharel em Administração
Titulação: Mestre e Doutor em Administração
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva

5

CORPO DOCENTE DO CURSO DEADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA - BACHARELADO
NOME

TÍTULO
Mestre
Doutor
Mestre
Mestre
Mestre
Mestre
Doutor
Doutor
Doutor

1 Anderson Henrique dos Santos Araújo
2 Bruno Setton Gonçalves
3 Fabiana de Cássia de Araújo Silva
4 José Rodolfo Tenório Lima
5 Leonardo Prates Leal
6 Lucas Maciel Muniz
7 Paulo Everton Mota Simões
8 Renato Luís Pinto Miranda
9 Rodrigo Pereyra de Sousa Coelho

C.H.
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE

CORPO TÉCNICO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA - BACHARELADO
NOME
1 Danielle Flores Carnaúba
2 Djalma Rodolfo da Silva Lós

FUNÇÃO

C.H.

Assistente em Administração
Técnico em Assuntos Educacionais

40h
40h

RESPONSÁVEL PELA REVISÃO DO PPC
NOME
1 Ionara Duarte de Góis

FUNÇÃO

C.H.

Técnica em Assuntos Educacionais

40h

6

Sumário
1.

2.

3.

CONTEXTO INSTITUCIONAL ...................................................................... 10
1.1

Contexto Regional ...................................................................................................11

1.2

Contexto do Curso ...................................................................................................15

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BACHARELADO ....................... 19
2.1

Objetivo do Curso de Administração Pública.......................................................19

2.2

Perfil do Egresso......................................................................................................19

2.3

Campo de Atuação ..................................................................................................22

POLÍTICAS INSTITUCIONAIS ...................................................................... 23
3.1

Pesquisa ...................................................................................................................23

3.2

Extensão ...................................................................................................................25

3.2.1
O Programa de Extensão Curricular (PEC) do Curso de Administração
Pública – PEC ADM PÚBLICA ......................................................................................29
3.2.2
3.3

Acessibilidade ..........................................................................................................35

3.3.1

4.

5.

Modalidades de Extensão ..............................................................................33

Núcleo de Acessibilidade ................................................................................37

3.4

Inclusão .....................................................................................................................38

3.5

Revisão das Políticas Institucionais ......................................................................39

ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA ................................................ 39
4.1

Componentes Curriculares Obrigatórios ..............................................................40

4.2

Distribuição geral das disciplinas ..........................................................................41

4.3

Ordenamento curricular ..........................................................................................44

4.4

Atividades Curriculares de Extensão ....................................................................46

CONTEÚDOS CURRICULARES .................................................................. 46
5.1

Educação Ambiental ...............................................................................................46

5.2

Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER)..........................................47

5.3

Libras .........................................................................................................................48

5.4

Direitos Humanos ....................................................................................................49
7

6.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO ..................................................................... 49

7.

ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS ............................... 51

8.

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC ....................................... 56
8.1

9.

Os procedimentos relativos ao TCC .....................................................................59

METODOLOGIA DE ENSINO-APRENDIZAGEM ......................................... 59
9.1

Acessibilidade metodológica ..................................................................................61

10. AS TECNOLOGICAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO – TICs ... 61
11. PROCEDIMENTOS DE ACOMPANHAMENTO E DEAVALIAÇÃO DOS
PROCESSOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM .................................................... 64
12. APOIO AO DISCENTE .................................................................................. 65
13. NÚMERO DE VAGAS ................................................................................... 67
14. EMENTAS, BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR ........................ 67
14.1

Disciplinas Obrigatórias de conteúdo de Formação Básica ..............................68

14.2

Disciplinas Obrigatórias de conteúdo de Formação Profissional ......................85

14.3

Disciplinas Eletivas ................................................................................................122

15. AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL ........................................ 145
15.1

Procedimentos de Avaliação no Processo Ensino-Aprendizagem .................145

15.2

Avaliação institucional ...........................................................................................147

15.2.1 Metodologia, dimensões e instrumentos a serem utilizados no processo
de autoavaliação............................................................................................................147
15.2.2 Formas de utilização dos resultados das avaliações -Apuração e Análise
dos dados .......................................................................................................................151
15.3

Colegiado do Curso ...............................................................................................152

15.4

Núcleo Docente Estruturante – NDE ..................................................................154

16. POLÍTICAS DE APOIO AOS DISCENTES ................................................. 155
17. CORPO DOCENTE DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BACHARELADO ............................................................................................... 156
18. INFRAESTRUTURA E RECURSOS MATERIAIS ....................................... 159

8

Lista de Figuras
Figura 1 – Mesorregião abrangida .................................................................. 13
Gráfico 1 - Componentes Curriculares do Curso de Administração Pública
Bacharelado .................................................................................................... 41
Quadro 1 – Síntese de Indicadores ................................................................ 18
Quadro 2 – Ações de extensão registradas no SIGAA (2015-2020) ............... 27
Quadro 3 – Público-alvo, metodologia e indicadores das ACE do PEC
Administração Pública. .................................................................................... 34
Quadro 4 - Atividades acadêmicas de ensino, pesquisa, e representação
estudantil ........................................................................................................ 54
Quadro 5 - Atividades de caráter científico e de divulgação científica ............ 55
Quadro 6 – Atividades de consultoria a organizações públicas governamentais,
não governamentais ou prestadoras de serviços a instituições públicas ......... 56
Quadro 7 – Distribuição dos docentes do curso por regime de trabalho e
titulação. ........................................................................................................157
Quadro 8 – Distribuição dos Professores Conforme Titulação ......................157
Quadro 9 – Distribuição dos Professores Conforme Regime de Trabalho .....158
Tabela 1 – Carga Horária Absoluta e Percentual dos Componentes
Curriculares do Curso de Administração Pública Bacharelado ......................... 40
Tabela 2- Distribuição das disciplinas do Curso de Administração Pública
Bacharelado .................................................................................................... 42
Tabela 3 - Ordenamento curricular das disciplinas obrigatórias e eletivas por
período. ........................................................................................................... 44
Tabela 4 – Atividades Curriculares de Extensão por período, modalidade e
carga horária. .................................................................................................. 46

9

1. CONTEXTO INSTITUCIONAL
A Universidade Federal de Alagoas - UFAL é Pessoa Jurídica de
Direito Público – Federal, CNPJ: 24.464.109/0001-48, com sede à Avenida
Lourival de Melo Mota, S/N, Campus A. C. Simões, no Município de Maceió,
no Estado de Alagoas, CEP 57.072-970, além de uma Unidade Educacional
(UE) em Rio Largo, município da região metropolitana da Capital.
Foi criada pela Lei Federal nº 3.867, de 25 de janeiro de 1961, a
partir do agrupamento das então Faculdades de Direito (1933), Medicina
(1951), Filosofia (1952), Economia (1954), Engenharia (1955) e Odontologia
(1957), como instituição federal de educação superior, de caráter
pluridisciplinar de ensino, pesquisa e extensão, vinculada ao Ministério da
Educação,

mantida

pela

União,

com

autonomia

assegurada

pela

Constituição Brasileira, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
– Lei 9394/96 e por seus Estatuto e Regimento Geral.
Possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus A.
Simões, em Maceió, onde são ofertados 99 cursos de graduação. O
processo de interiorização, iniciado em 2006, expandiu sua atuação para o
Agreste, com o Campus de Arapiraca e com Unidades Educacionais em
Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa e a oferta de 23 cursos. Em 2010,
chegou ao Sertão, instalando-se em Delmiro Gouveia e uma Unidade
Educacional em Santana do Ipanema e a oferta de 08 cursos, todos
presenciais.
Além dos cursos presenciais, há 11 ofertados na modalidade de
Educação à Distância, através do sistema Universidade Aberta do Brasil UAB. A pós-graduação contribui com 40 programas de Mestrado e14 de
Doutorado, além dos cursos de especialização em diferentes áreas do
conhecimento.
A pesquisa vem crescendo anualmente com a participação de
linhas e grupos de pesquisa nas mais diferentes áreas do conhecimento. A

10

extensão

contribui

com

diversos

programas

e

disponibilização

de

editais,sendo também uma atividade em constante expansão.
O ingresso dos estudantes na UFAL se efetiva por meio de
processo seletivo através do ENEM e da plataforma SISu/MEC (Sistema de
Seleção Unificada).

1.1 Contexto Regional
Com uma extensão territorial de 27.767.661 km2, o Estado de
Alagoas é composto por 102 municípios distribuídos em 03 mesorregiões
(Leste, Agreste e Sertão alagoano) e 13 microrregiões. De acordo com o
Censo de 2010 do IBGE, apresentava população residente 3.120.922
habitantes, sendo 73,64% em meio urbano.
A inserção espacial da UFAL leva em consideração as demandas
apresentadas pela formação de profissionais em nível superior e a divisão do
Estado em suas meso e microrregiões. Essa configuração espacial é
contemplada com uma oferta acadêmica que respeita as características
econômicas e sociais de cada localidade, estando as suas unidades instaladas
em cidades polo consideradas fomentadoras do desenvolvimento local.
Com a interiorização a UFAL realiza cobertura universitária
significativa em relação à demanda representada pelos egressos do Ensino
Médio em Alagoas, à exceção do seu litoral norte, cujo projeto de instalação do
campus no município de Porto Calvo se encontra em tramitação na
SESu//MEC.
Arapiraca, distante a 128 Km de Maceió, é o segundo Município em
termos populacionais e em termos econômicos no estado de Alagoas. Tendo
em vista sua importância dentro de inúmeros aspectos para o estado, sua
escolha para ser a sede do Campus do Agreste, no projeto de interiorização da
Universidade Federal de Alagoas, é amplamente fundamentada.
A população está crescendo, assim como as ofertas de vagas para
11

as organizações públicas de Alagoas. De 2007 a 2017 a população alagoana
cresceu 7,39%, saindo de 3.091.622 para 3.320.253 habitantes, ao mesmo
tempo em que os empregos formais na Administração Pública também subiram
no estado. Assim sendo, sem um adequado gerenciamento e a criação de um
novo horizonte para a qualificação de mão-de-obra do setor público, as
organizações alagoanas não conseguirão atender as necessidades sociais de
amplitude regional e local (IBGE, 2017).
A capacitação de gestores públicos habilitados a atuarem em novos
campos de trabalho, como, por exemplo, a esfera pública não estatal, acaba
por ganhar relevo nesse cenário. Tais demandas sociais evidenciam, portanto,
a premente necessidade de formação de novas gerações de profissionais
conectados com as demandas contemporâneas.
No que tange, especificamente, ao contexto da mesorregião do
Agreste Alagoano, vale mencionar a sua composição a partir de três
microrregiões: Palmeira dos Índios, Arapiraca e Traipu, subdivididas no total de
vinte e quatro municípios.

12

Figura 1 –Mesorregião abrangida

A mesorregião representa uma extensão territorial aproximada de
5.770 km2, sendo que o estado possui uma área de 27.768 km2, quanto a
população regional tem-se 656.189 habitantes, segundo Censo 2010 (IBGE) e
destes um pouco mais de 180.000 residiam em Arapiraca. Economicamente a
região possui um PIB aproximado de 3.918.754.000 mil reais em 2015, destes
70% são referentes a operações em serviços. Quanto ao PIB per capita, a
média dos municípios é de R$ 7.938,00, destacam-se os municípios de
Arapiraca e Palmeira dos Índios que possuem PIB per capita acima de R$
11.000,00, enquanto que Quebrangulo possui o menor PIB per capita, com
valor abaixo de R$ 5.000,00.
Segundo os dados fornecidos pela Secretaria de Planejamento,
gestão e patrimônio (SEPLAG), no ano de 2016, Alagoas possuía 122.495
alunos matriculados no ensino médio. Desse total, 30,6% das matrículas
13

estavam na capital e 69,4% no interior, sendo Arapiraca o maior domicílio
educacional do interior (9.256 alunos). Tais percentuais justificam a forte
expansão recente da UFAL para o interior, de modo a atender essa demanda
representada pelos alunos do interior que saem do ensino médio em busca de
uma qualificação universitária (Plano de Desenvolvimento Institucional – UFAL,
2013-2017).
O número de matrículas efetuadas no ensino superior de Alagoas
saltou de 14.172, em 1991, para 34.399, em 2014 (INEP, 2015). Nesse
processo de ampliação e interiorização da oferta de vagas universitárias no
contexto alagoano, os cursos de Administração Pública chegam ao número de
cinco. Segundo o cadastro disponibilizado pelo E-Mec, algumas das
instituições credenciadas são, além da própria UFAL, a Universidade Estadual
de Alagoas – UNEAL; o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de
alagoas – IFAL; e o Centro Universitário CESMAC.
A demanda por profissionais qualificados na área da gestão pública
extrapola o contexto universitário de formação. A importância e escassez de
pessoal habilitado nesta seara ficam demonstradas a partir da construção de
“escolas de governo” pelos próprios poderes públicos, voltadas para a
capacitação de servidores e demais atores envolvidos com a consecução das
atividades da máquina pública. Como se não bastasse a constituição da
“Escola de Governo do Estado de Alagoas”, financiada pelo Governo do
Estado, a prefeitura de Arapiraca instituiu também a sua “Escola de Governo
Municipal de Arapiraca”, fundada em 1998, com o fito de suprir as
necessidades locais por gestores públicos qualificados.
Vale ressaltar que no momento a região carece de espaços para a
ampliação da formação acadêmica de quadros especializados na área, uma
feita que o Estado não possui um programa stricto sensu (mestrado e
doutorado) na área da Gestão. Assim sendo, somente a consolidação dos
cursos de graduação em Administração Geral e Administração Pública será
capaz de constituir o alicerce para o fomento da pesquisa e aprofundamento da

14

produção de conhecimento na área no contexto local.
Neste cenário de demandas e possibilidades, surgiu o curso de
Administração Pública da Universidade Federal de Alagoas – Campus
Arapiraca, através do processo de expansão das Universidades públicas
federais, que tem como missão o de promover o desenvolvimento local, com a
introdução de conhecimentos, técnicas e capacitação para a população em sua
área de abrangência, tornando-se um instrumento na promoção das mudanças
socioeconômicas da região do Agreste Alagoano.
Diante de tal configuração, a Universidade Federal de Alagoas
percebe a existência de demanda social para oferta de um Curso em
Administração Pública, com foco em duas principais linhas de formação
Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas; Estado, Desenvolvimento e
Sociedade, considerando as características, necessidades e funções das
organizações públicas existentes na região. A cidade de Arapiraca é um centro
escolhido para ofertar essa graduação em Administração Pública, por ser
logisticamente aproximada dos demais municípios do agreste alagoano.
A concepção do curso de Administração Pública no campus
Arapiraca faz parte do projeto de interiorização das universidades federais
proposto pelo governo onde a UFAL, por meio de seu projeto de
desenvolvimento institucional promove e apoia esta interiorização de diversas
formas. As políticas institucionais desdobram-se em Políticas de Ensino,
Políticas de Extensão e Políticas de Pesquisa, Inovação e Empreendedorismo
(Plano de Desenvolvimento Institucional – UFAL, 2013-2017).

1.2 Contexto do Curso
O ensino de graduação em administração pública está novamente
se valorizando. Essa perspectiva resulta da conjuntura do Estado e estimula-se
com os projetos de reforma administrativa além do crescimento do setor
público não-estatal (COELHO, 2008).
15

A administração pública é um campo de conhecimento que sempre
se encontra em mudanças, uma vez que responde às demandas sociais,
políticas e econômicas. Marcos como o processo de redemocratização no país
com o estabelecimento da Constituição de 1988, e, principalmente, agenda de
reforma do Estado a partir dos anos noventa, fazem com que a gestão pública
no Brasil encontre-se em transformação; quer seja na dimensão do
ajuste/equilíbrio fiscal, na desregulamentação de setores, na privatização e nas
parcerias público-privadas; ou ainda com as inovações gerenciais, a
descentralização de políticas e recursos, a valorização do cidadão-usuário.
Não obstante, o protagonismo do modelo econômico neoliberal
trouxe consigo a necessidade de uma nova roupagem teórica para
administração pública, advinda com a Nova Gestão Pública, a qual incorpora
ideias da nova economia das organizações e abordagens geradas na
administração mercantil (GAETANI, 2014)
Esses fatos, somados a demanda por transparência, accountability e
participação social, têm provocado reorganizações nas relações entre Estado e
sociedade, enfraquecendo a centralização governamental e reforçando a
governança e o controle social.
Em 1995 o cadastro da SESU/MEC registrava treze cursos de
graduação em administração pública no Brasil; em 2018, 88 cursos formam
bacharéis na aérea, conforme dados do Instituto Nacional de Estudos
Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Certamente, essa expansão foi
propiciada pelo macro ambiente favorável à gestão pública, ensejando-a como
campo profissional e como campo teórico no bojo das transformações do
Estado brasileiro.
No setor público-estatal, o mercado de trabalho para o administrador
público movimenta-se com os concursos para carreiras estratégicas de gestão
governamental e de políticas públicas. No setor público não-estatal, o boom
institucional e a diversificação de objetivos fazem com que novas organizações
da sociedade civil despontem enquanto as já existentes modificam seu padrão

16

de atuação (COELHO, 2008). A ideia de participação social, central nesta
reforma do Estado, requer uma sociedade civil ativa e propositiva, com
organizações capazes de solicitar apoio e cooperação de agências nacionais
(governamentais e não-governamentais) e internacionais.
O processo de descentralização de algumas atividades públicas vem
se desdobrando por meio da criação de unidades de gestão de menor porte,
constituindo-se num dos movimentos mais marcantes observados na
consecução das políticas públicas contemporâneas. Desse modo, cresce a
demanda por mão-de-obra qualificada para gerir as organizações públicas.
Ademais, nos últimos anos, o governo federal, através de suas
novas políticas de ciência e tecnologia, vem incentivando e apoiando pesquisas
que contemplem uma aproximação entre universidade, organizações públicas e
sociedade. Exemplo destas políticas é a criação dos Fundos Setoriais que
direcionam recursos para áreas de pesquisas específicas com o objetivo de
alavancar a capacidade tecnológica das organizações e propiciar às
universidades o desenvolvimento de pesquisas que tenham aplicação na
sociedade em geral.
Essas novas realidades requerem novas formas de ação, por isso o
curso de graduação em Administração Pública do Campus Arapiraca insere-se
neste contexto, procurando contribuir para a profissionalização da gestão
pública em Alagoas.
Alagoas, por ser um estado pequeno, com base funcional no serviço
público, de poucos negócios e de administração tradicionalmente familiar, no
qual a gestão essencialmente profissional ainda é objeto de especulações,
carece de um maior foco na profissionalização da Administração Pública, a fim
de formar e capacitar gestores capazes de promover a ampliação das taxas de
crescimento, segundo a proporção das reais necessidades alagoanas.
Inserindo o curso de administração pública no contexto regional e
local, é enfático seu protagonismo, dada as características locais do município,
que o inserem contextualmente no âmbito regional como principal elo de

17

ligação entre a população de vários serviços públicos localizados nas
comunidades vizinhas. Isso pode ser demonstrado no quadro 1, a seguir:

Quadro 1 –Síntese de Indicadores
Arapiraca
Instituições públicas
Federais
Unidades Educacionais de educação superior
Bancos
Autarquias
Poder Judiciário
Estaduais
Unidades Educacionais de educação superior
Unidades Educacionais de educação
Hospitais
Secretarias de Estado (sub- sedes)
Autarquias
Municipais
Secretarias
Demais órgãos da administração municipal
Servidores
Municipais -2012
Economia e sociedade
IDH -2010
População ocupada-2016
PIB per capita
PIB – Valor adicionado dos serviços públicos
Fonte: IBGE. Portais da Transparência. Portal
dados.al.gov.br (2018).

Unidades
2
4
5
1
Unidades
1
51
3
9
5
Unidades
11
5
Unidades
4.947
0,649
17,6
16.960,41
7.111.100,50

Médio
%
R$
R$x1000

18

2. CURSO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BACHARELADO
2.1 Objetivo do Curso de Administração Pública
A concepção do Curso de Administração Pública Bacharelado tem
por objetivo propiciar formação humanista e crítica de profissionais e
pesquisadores, tornando-os aptos a atuar como políticos, administradores ou
gestores públicos na administração pública estatal e não estatal, nacional e
internacional, enquanto analistas formuladores de políticas públicas. Procurase formar gestores públicos capazes de perceber de forma sistêmica o meio
social, político, econômico e cultural onde estão inseridos e assim tomarem
decisões que venham a contribuir para o desenvolvimento da área pública, em
seu contexto diversificado e interdependente.
Considerando o perfil profissional do egresso (tópico 2.2), o desenho
do objetivo do curso de Administração Pública concilia a estrutura curricular
com o contexto educacional da região (tópicos 1.1 e 1.1), preparando o
discente para atuar de forma consciente e transformadora, frente às demandas
locais e regionais. Dentre as práticas emergentes que fazem parte desse
direcionamento, pode-se mencionar a utilização de metodologias ativas em
sala de aula (tópico 9.), permitindo uma postura mais proativa e autônoma do
aluno em sua relação com o conhecimento.

2.2 Perfil do Egresso
Através

da

realidade

da

nossa

economia

e

sobretudoda

necessidadede uma gestão eficientee em atendimento à missão institucional,
os formandos em administração pública devem ter uma formação pluralista,
eclética, ética e crítica, possibilitando-lhes atuar com capacidade e aptidão
para compreender as questões científicas, técnicas, sociais e econômicas da
produção e de seu gerenciamento, observados níveis graduais do processo de
19

tomada de decisão, bem como para desenvolver um gerenciamento qualitativo
e adequado, revelando a assimilação de novas informações e apresentando
flexibilidade intelectual, adaptabilidade contextualizada no trato de situações
diversas, presentes ou emergentes, nos vários segmentos do campo de
atuação do administrador.
Assim, pretende-se formar gestores de organizações públicas e
privadas,

seja

união,

governamentais

e/ou

estado
não

e

municipal,

governamentais

-

legislativo
sejam

ou

elas

judiciário,
deserviços;

desenvolvendo a capacidade de serem empreendedores sociais com
criatividade e flexibilidade para novas ideias, que lhes permita atuar numa
realidade em constantes modificações; e ampliando a capacidade de
identificação de problemas e de escolha de estratégias de solução, o que lhes
proporcionaria um incentivo à atuação como futuros pesquisadores. Espera-se,
portanto, que esses profissionais, formados pela universidade federal de
Alagoas Campus Arapiraca UFAL, possam atuar em quaisquer Organizações
públicas que oportunizem sua prática gerencial.
O Curso de Bacharelado em Administração Pública da Universidade
Federal de Alagoas está organizado para formar profissionais com perfil
aderente àquele demandado pelas organizações públicas contemporâneas,
permitindo, por meio de disciplinas obrigatórias, da linha de formação
específica, dos seminários temáticos, do estágio curricular supervisionado e do
trabalho de curso, a formação de competências e habilidades adequadas às
exigências da gestão pública.
O curso em questão pretende formar profissionais aptos a preencher
o perfil determinado pela Resolução no. 1 de 13 de janeiro de 2014, que institui
as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Administração Pública
que demandam a aquisição das seguintes competências e habilidades:
I.

Atuar e desenvolver atividades específicas da gestão nas
organizações

públicas

e

participar

da

elaboração,

do

planejamento, da coordenação e do controle de políticas públicas;

20

II.

Compreender de forma sistêmica o meio social, político,
econômico e cultural onde está inserido e assim tomar decisões
em um contexto diversificado e interdependente da área pública,
promovendo o estreitamento das relações entre Governo e
Sociedade Civil;

III.

Empreender e promover transformações de forma interdisciplinar,
compreendendo a necessidade do contínuo aperfeiçoamento
profissional e do desenvolvimento da autoconfiança, participando
da modernização e inovação das estruturas e funcionamento do
Serviço Público;

IV.

Expressar-se e comunicar-se com clareza e assertividade;

V.

Promover com determinação e vontade política e administrativa a
educação continuada de servidores públicos;

VI.

Liderar processos de mudança das desigualdades e de exclusão
econômica e social;

VII.

Adequar os recursos financeiros, físicos e tecnológicos visando o
bem-

estar

coletivo

e

promover

processos

democráticos

participativos no âmbito estatal que possibilite a iniciativa e o
desenvolvimento pleno das pessoas;
VIII.

Reconhecer e definir problemas, equacionar soluções, pensar
estrategicamente,

introduzir

modificações

nos

processos

organizacionais, atuar preventivamente, transferir e generalizar
conhecimentos e exercer, em diferentes graus de complexidade,
o processo da tomada de decisão;
IX.

Refletir e atuar criticamente sobre a esfera da produção de
serviços públicos, compreendendo sua posição e função na
estrutura produtiva sob seu controle e gerenciamento;

X.

Desenvolver raciocínio lógico, crítico e analítico para operar com
valores e formulações matemáticas presentes nas relações
formais e causais entre fenômenos produtivos, administrativos e

21

de controle em diferentes contextos organizacionais e sociais;
XI.

Elaborar, implementar e consolidar projetos, realizar consultoria e
auditoria, elaborar pareceres e perícias administrativas em
organizações públicas.

Tais habilidades articulam-se com as demandas locais e regionais,
na medida em que as metodologias utilizadas pelos docentes em sala de aula
(tópico 9.) induzem à abordagem a partir de casos concretos vivenciados pelos
alunos e professores junto às instituições da própria região. Além disso,
algumas disciplinas da matriz curricular (tópico 4.3), preveem em suas
respectivas ementas, a familiarização e transformação junto ao contexto local
como objetos centrais.
As novas demandas do mundo do trabalho tendem a ampliar o
escopo de habilidades constantes no perfil do egresso, na medida em que as
transformações da contemporaneidade vão sendo inseridas em sala de aula e
trazidas pelos próprios alunos, mediante a problematização de casos
concretos,

seja

nas

disciplinas

convencionais

ou

nas

atividades

complementares, de extensão, durante o Estágio Supervisionado, na própria
Iniciação Científica e na carga horária de TCC.

2.3

Campo de Atuação
Os egressos do curso atuarão em organizações: públicas e

privadas, governamentais (União, Estado e Município) de administração direta
e indireta nos órgãos legislativo (Federal, Estadual e Municipal) e judiciárioe/ou
não governamentais e de todos os portes: pequenas, médias ou grandes;
desenvolvendo

a

capacidade

de

serem

empreendedores

sociaiscom

criatividade e flexibilidade para novas ideias, que lhes permita atuar numa
realidade em constantes modificações.

22

3. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS

3.1 Pesquisa
Dado o caráter interdisciplinar que lhe é inerente, a Universidade
Federal de Alagoas promove a pesquisa nas mais diversas áreas de
conhecimento, incentivando a formação de grupos e núcleos de estudo que
atuam nas mais diversificadas linhas de pesquisa, considerando a classificação
das áreas de conhecimento do CNPq.
As políticas de pesquisa e inovação da UFAL se desdobram a partir
de várias iniciativas de apoio. Os projetos de pesquisa são incentivados por
editais internos de financiamento como o PIBIC (Programa de Bolsas de
Iniciação Científica), o Programa Círculos Comunitários de Atividades
Extensionistas (Proccaext) e; também editais externos, quando disponibilizados
pela Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Alagoas (FAPEAL) e/ou
pelo CNPq.
No âmbito do curso de Administração Pública, os professores
mantêm o compromisso de elaboração contínua de novos projetos de pesquisa
e extensão, submetendo-os aos editais de financiamento, sempre que abertos.
O fomento à pesquisa nas áreas de interesse do curso de
Administração Pública deve ser conduzido mediante a constituição de projetos
de iniciação científica, envolvendo professores e alunos na produção de
conhecimento, a partir das experiências e desafios apresentados pelo contexto
local. Tais iniciativas ganham maior profundidade quando implementadas de
forma articulada com os projetos de extensão e os esforços de inserção
profissional, desenvolvidos pela universidade. Conforme será mencionado no
item sobre as políticas institucionais, o curso deve procurar expandir seu
escopo de atuação na pesquisa, mediante a celebração de parcerias e
convênios

com

instituições

atuantes

no

setor

público,

incluindo

as

Administrações Públicas municipais da região.
23

O curso de Administração Pública tem proporcionado, aos discentes,
apoio à Produção Científica através da participação em projetos de iniciação
cientifica, como também em atividades coordenadas pelos professores do
curso. Tem-se, assim, permitido o despertar científico dos discentes, inclusive
com apresentação de artigos científicos em congressos e seminários regionais,
nacionais e internacionais.
A UFAL, sempre que possível, tem dado apoio financeiro e de
locomoção à participação de docentes e discentes em eventos científicos,
viabilizando a apresentação de

trabalhos acadêmicos em encontros,

congressos, seminários e outros. Além disso, o curso protagoniza também a
realização de eventos e seminários em caráter regular, a fim de difundir
internamente as pesquisas elaboradas por seus membros e também por
membros de outras universidades.
Em cumprimento às suas políticas institucionais, a universidade vem
disponibilizando bolsas voltadas para o desenvolvimento de pesquisas
envolvendo alunos e professores, como o Programa Institucional de Bolsas de
Iniciação Científica (PIBIC). O mesmo tem por objetivo despertar a vocação
científica e incentivar talentos potenciais entre estudantes de graduação,
proporcionando sua imersão em projetos de pesquisa que o introduzam no
domínio do método científico. Todos os anos são disponibilizados editais de
bolsas e o curso de Administração Pública recorrentemente vem sendo
contemplado, inclusive com premiação de excelência em pesquisa.
As duas linhas de formação presentes no curso de Administração
Pública são: Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas e; Estado,
Desenvolvimento e Sociedade. Esta última linha de formação dá nome ao
Grupo de Pesquisa cadastrado no CNPQ, composto pelos professores e
alunos dos cursos de Administração Geral e Administração Pública do campus
Arapiraca.
Com denominação suficientemente abrangente,

o grupo de

pesquisa cadastrado no CNPq Estado, Desenvolvimento e Sociedade

24

consegue abarcar diversos núcleos de atuação, conforme as áreas de
aproximação

dos

professores

e

zona

interesse

dos

alunos.

Assim,

contemplam-se pesquisas dedicadas à atuação do Estado contemporâneo,
seja no âmbito da sua formação institucional, das políticas públicas e/ou das
finanças públicas e, ao mesmo tempo, compreende também estudos acerca da
coisa pública em relação às esferas da sociedade civil, incluindo pesquisas na
área da Gestão Social, Economia Solidária e políticas de desenvolvimento
territorial.
O grupo conta com 10 pesquisadores (sendo 5 doutores, 4 mestres
e 1 especialista) e, desde junho de 2015, vem se reunindo para discussão de
textos relacionados à Economia Solidária e a partir de 2018 tem trabalhado
com estudos voltados a área de cultura. As discussões são conduzidas por
alunos ou professores, definidos anteriormente à data de apresentação,
gerando um momento de discussão e esclarecimento dos conteúdos.
O grupo produziu um artigo que foi enviado ao evento da SOBERNE 2015. A partir de 2016, criou-se discussão sobre Formação de Alagoas
com grupo de estudantes do curso de Administração e Administração Pública.
Alguns pesquisadores do grupo orientam bolsistas do PIBIC, desde 2014. As
Linhas de Pesquisa do grupo são: Administração Política e Finanças Públicas,
Agricultura Familiar, Agroecologia e Sistemas Agroflorestais, Economia
solidária

e

a

incubação

de

empreendimentos

solidários,

Estado,

Desenvolvimento e Sociedade e Modelos para a Gestão Universitária.

3.2 Extensão
O Fórum Nacional de Pró-Reitores de Extensão das Universidades
Públicas – FORPROEX apresenta extensão como o processo educativo,
cultural e científico que articula indissociavelmente o ensino e a pesquisa para
que haja a relação transformadora entre Universidade e Sociedade. A UFAL,
por sua vez, compromete-se em formar profissionais com compromisso social,
25

com respeito ao meio ambiente e à ética. A participação do aluno é um dos
pilares das ações que viabiliza a extensão como momento da prática
profissional, da consciência social e do compromisso político, devendo ser
obrigatória para todos os cursos, desde o primeiro semestre, se possível, e
estar integrada a programas decorrentes das Unidades Acadêmicas e à
temática curricular, sendo computada para a integralização do currículo dos
discentes.
Assim, a Universidade Federal de Alagoas assume a extensão como
uma das dimensões da vida acadêmica, como uma forma de vivenciar o
processo ensino-aprendizagem além dos limites da sala de aula, aproximando
a universidade das diferentes organizações da sociedade. Por fazer parte de
vida acadêmica de alunos, técnicos e professores, a extensão se materializa
através de programas e projetos apresentados e assumidos pelas diversas
Unidades Acadêmicas.
A LDB (lei 9.394/96) traz entre seus princípios a necessidade da
diversificação dos cursos superiores e a flexibilização dos projetos acadêmicos,
permitindo às instituições de ensino superior adequarem os projetos
pedagógicos às respectivas naturezas institucionais, às realidades regionais e
às finalidades inerentes aos cursos. A Universidade Federal de Alagoas atua
em todas as áreas temáticas de extensão classificadas pelo Plano Nacional de
Extensão: Comunicação, Cultura, Direitos Humanos e justiça, Educação, Meio
Ambiente, Saúde, Tecnologia e Produção e Trabalho.
A curricularização da extensão se dá em concordância com a meta
12.7 do Plano Nacional de Educação 2014-2024, que assegura, no mínimo,
10% da carga horária dos cursos de graduação se dê em programas e projetos
de extensão universitária. O estudante do curso de Administração Pública
Bacharelado terá a oportunidade de se engajar em atividades de extensão que
seguem os parâmetros estabelecidos pelo Curso e pela Pró-Reitoria de
Extensão.

26

Diversos projetos de extensão foram realizados com participação de
docentes ligados ao curso, conforme o quadro 2.

Quadro 2–Ações de extensão registradas no SIGAA (2015-2020)
Código
EV0012017

PJ1082018

PJ0642017

EV1692018

EV0652018

PJ2612018

EV1062016

EV0082016

CR023-

Nome da ação
III Encontro Regional dos Estudantes
do Campo de Públicas
Coordenador(a): LEONARDO
PRATES LEAL
PENEIRAR PARA FORTALECER:
implantação de empreendimento
solidário, nas comunidades do
Município de Coité do Nóia/AL.
Coordenador(a): JANE MARINHO DA
SILVA
Apoio à Organização de Catadores
de Materiais Recicláveis de Arapiraca
Coordenador(a): PAULO EVERTON
MOTA SIMOES
MOSTRA ALAGOAS EM FATOS E
DADOS
Coordenador(a): FABIANA DE
CASSIA DE ARAUJO SILVA
Em debate: o campo de públicas no
centro das discussões
Coordenador(a): FABIANA DE
CASSIA DE ARAUJO SILVA
Apoio à Organização de Catadores
de Materiais Recicláveis de Arapiraca
- Etapa II
Coordenador(a): PAULO EVERTON
MOTA SIMOES
FORMAÇÃO HISTÓRICA, POLÍTICA
E SOCIAL DE ALAGOAS:
ENTENDENDO NOSSAS RAÍZES
Coordenador(a): JOSE RODOLFO
TENORIO LIMA
Grupo de Estudos - Formação de
Alagoas
Coordenador(a): ANDREA YUMI
SUGISHITA KANIKADAN
OFICINAS PARA PREPARAÇÃO DO

Local
Status
ARAPIRACA CONCLUÍDA

ARAPIRACA EM
EXECUÇÃO

ARAPIRACA CONCLUÍDA

ARAPIRACA APROVADO
SEM
RECURSOS
ARAPIRACA APROVADO
SEM
RECURSOS
ARAPIRACA EM
EXECUÇÃO

ARAPIRACA CONCLUÍDA

ARAPIRACA CONCLUÍDA

ARAPIRACA CONCLUÍDA
27

2016

EV1042016

CR0332016

CR0212016
PJ1262016

PD0012017

PJ0092017

PJ0902018

EV0932019

PJ0892019

TCC 2016
Coordenador(a): JOSE RODOLFO
TENORIO LIMA
Seminário Alagoano de Economia
Solidária e Gestão do
Desenvolvimento Territorial
Coordenador(a): LEONARDO
PRATES LEAL
Formação em Agroecologia e
Desenvolvimento Sustentável
Coordenador(a): LEONARDO
PRATES LEAL
Inovação Social e Economia Solidária
Coordenador(a): LEONARDO
PRATES LEAL
Construindo Bens Comuns:
Incubação de Empreendimentos
Econômicos Solidários no Agreste
Alagoano.
Coordenador(a): LEONARDO
PRATES LEAL
Série Audiovisual: Ideias para
Economia Solidária
Coordenador(a): LEONARDO
PRATES LEAL
Extensão tecnológica em economia
solidária e agricultura familiar no
campus Arapiraca
Coordenador(a): LEONARDO
PRATES LEAL
Criação do Banco Comunitário de
Limoeiro de Anadia: finanças
solidárias e desenvolvimento local
Coordenador(a): MARCONI TABOSA
DE ANDRADE
I Mostra das Ações de Extensão da
ITES/UFAL
Coordenador(a): MARCONI TABOSA
DE ANDRADE
Criação e Incubação do Banco
Comunitário de Desenvolvimento de
União dos Palmares – Estratégia
para promoção do Desenvolvimento
Local
Coordenador(a): MARCONI TABOSA

ARAPIRACA CONCLUÍDA

ARAPIRACA CONCLUÍDA

ARAPIRACA CONCLUÍDA

ARAPIRACA CONCLUÍDA

ARAPIRACA CONCLUÍDA

ARAPIRACA EM
EXECUÇÃO

ARAPIRACA EM
EXECUÇÃO

ARAPIRACA CONCLUÍDA

ARAPIRACA APROVADO
SEM
RECURSOS

28

DE ANDRADE
PJ147- DIAGNÓSTICO PARTICIPATIVO E
2019
ELABORAÇÃO DO PLANO
DIRETOR DE CAMPO ALEGRE - AL
Coordenador(a): RENATO LUIS
PINTO MIRANDA
PJ141- Reorganização do espaço público da
2019
praça Padre Cícero, União dos
Palmares – AL: resolução de
conflitos; padronização do uso do
solo; capacitação dos
microempreendedores locais; e
regulamentação de atividades
econômicas
Coordenador(a): RENATO LUIS
PINTO MIRANDA
Introdução à Incubação de
CR039- Empreendimentos Sócio-produtivos
2016
Coordenador(a): ANDREA YUMI
SUGISHITA KANIKADAN
Fonte: SIGAA, 2020

ARAPIRACA APROVADO
SEM
RECURSOS

ARAPIRACA APROVADO
SEM
RECURSOS

ARAPIRACA CONCLUÍDA

3.2.1 O Programa de Extensão Curricular (PEC) do Curso de
Administração Pública –PEC ADM PÚBLICA
O objetivo do PEC ADM PÚBLICA é consolidar a extensão
universitária, no campo da Administração Pública, como processo acadêmico
definido e efetivado em função das exigências da realidade política, cultural e
econômica do estado de Alagoas, além de indispensável na formação do
estudante, no trabalho dos professores, por meio do intercâmbio de
conhecimentos com a sociedade.
O programa deve atender a seguinteementa:
1. Desenvolvimento de ações de extensão no campo da inovação
social, economia solidária e organizações da sociedade civil (OSC), visando
capacitar pessoas, elaborar diagnósticos, fazer análise de problemas,
planejamento e intervenção em empreendimentos de economia social e
solidárias

e

outras

OSC;2.Desenvolver

competências,

conhecimentos,
29

habilidades e atitudes, através de ações de extensão no contexto de
organizações públicas ou da sociedade civil organizada, sob a forma de
elaboração de projetos específicos, consultorias temáticas, acompanhamento,
apoio e/ou orientação organizacional; 3.Participação em programas, projetos
ou ações de organizações públicas com a finalidade de desenvolver
competências, conhecimentos, habilidades e soluções práticas relacionadas à
gestão pública em seus múltiplos aspectos no âmbito dos municípios
alagoanos e do governo estadual. Contemplar iniciativas que fortaleçam os
direitos humanos, a diversidade cultural e as relações étnico-raciais.
Com

intuito

de

orientar

a

formatação

das

metodologias

responsáveis por operacionalizar este programa, estão definidas orientações,
que serão indispensáveis na elaboração dos planos de atividades de cada
Atividade Curricular de Extensão (ACE) que compõe este programa.Este
programa se estrutura em conformidade com a Resolução N. 04/2018 do
CONSUNI/UFAL e se alinha às diretrizes orientadoras das ações de Extensão
Universitária

que

emanam

do

Fórum

de

Pró-reitores

de

Extensão

(FORPROEX).
Muitas formas de fazer acontecer cada ACE são possíveis,
especificamente

neste

Programa

elas

devem

visar

ao

contexto

de

organizações públicas e da sociedade civil em seus contextos territoriais. É
desejável a concepção ou mesmo reprodução de metodologias participativas,
pesquisa-ação e quaisquer outros métodos inovadores capazes de priorizar o
diálogo e a participação dos atores das comunidades envolvidas nas ações das
ACE.
Para tanto, devem ser capazes de contribuir com o desenvolvimento
social de territórios, compreendidos estes como uma comunidade, um bairro,
um município ou um conjunto de municípios. As metodologias propostas para
cada ACE assumirão a extensão universitária a partir de uma relação dialógica
e de interação profunda entre atores da universidade (professores, técnicos e
estudantes dos diversos cursos) e sujeitos sociais (moradores, profissionais,

30

lideranças comunitárias, representantes dos poderes públicos e outras
instituições públicas e privadas) dos territórios com os quais cada atividade irá
interagir. O estudante deve ser estimulado a tornar-se protagonista de sua
formação técnica e cidadã, estendendo-se tal movimento no âmbito da ACE,
aos diversos sujeitos sociais.
De um ponto de vista mais conceitual, o intuito da metodologia
enquanto proposta de intervenção é aumentar o grau de conhecimento,
participação e implicação das pessoas em torno dos problemas comuns
afetando a vida de todos em seu local (organização ou território). Além disso, a
metodologia visa ao fomento de um amplo processo de capacitação, seja de
membros de organizações ou ainda população local para que estes assumam
o protagonismo do processo de desenvolvimento e fortalecimento territorial ou
organizacional.
Os planos das atividades do Programa de Extensão do Curso de
Administração Pública – Bacharelado, devem almejar, obrigatoriamente,
metodologias que sejam capazes de proporcionar práticas extensionistas com
base no princípio dialógico entre a Universidade e a sociedade. Para tanto,
devem estar embasados nas diretrizes da Política Nacional de Extensão
Universitária:
a) Interação Dialógica: o diálogo e troca de saberes substitui a
relação desigual de superioridade dos saberes e fazeres acadêmicos,
substituindo-os pela parceria com a sociedade, seus movimentos e suas
organizações; b) Interdisciplinaridade e Interprofissionalidade: provocar a
interação de modelos, conceitos e metodologias originários das diversas
disciplinas, interdisciplinas e áreas do conhecimento, levando em consideração
para

tanto

a

construção

paulatina de alianças intersetoriais

,

interorganizacionais e interprofissionais ; c) Indissociabilidade Ensino -PesquisaExtensão: as ACE (Dimensão Extensão) tornam-se mais efetivas quando se
inter-relacionam com processos de formação (Dimensão Ensino) e com a
produção de conhecimento (Dimensão Pesquisa); d) Impacto na Formação do

31

Estudante: se dá pela ampliação das referências de ensino-aprendizagem por
conta da relação direta com questões e realidades territoriais e organizacionais;
e e) Impacto e Transformação Social: colocar a ACE à disposição dos
interesses e necessidades prementes das organizações e dos territórios ou
mesmo contribuir para o aprimoramento das políticas públicas.
A carga horária do programa é de 360 horas. Pode-se caracterizar
como público do Programa de Extensão, destacadamente: os estudantes,
técnicos e docentes da UFAL, servidores públicos das diferentes instâncias,
moradores dos diversos territórios, membros de organizações da sociedade
civil (OSC), de natureza associativa e empreendimentos econômicos solidários
que se organizam para realizar atividades produtivas de prestação de serviço,
culturais, de forma individual, familiar ou coletiva.
Quanto às formas de acompanhamento e avaliação, o Programa
terá um sistema próprio de monitoramento e avaliação, baseado nos
indicadores nacionais de avaliação da extensão universitária, para o qual os
docentes responsáveis pelas ACE deverão utilizar os procedimentos bem como
prestar as informações necessárias ao processo avaliativo. O sistema de
monitoramento e avaliação deve ser elaborado no âmbito do Núcleo Docente
Estruturante, que também será responsável por conduzir os processos de
monitoramento e avaliação sempre em atuação conjunta com os docentes que
estiverem responsáveis por cada uma das ACE.
A extensão universitária do curso de Administração Pública da
Universidade Federal de Alagoas do campus Arapiraca abrange três aspectos
fundamentais, que confere valores condizentes com os princípios políticos e
pedagógicos da extensão universitária no Brasil e com as diretrizes nacionais
curriculares dos cursos de Administração Pública.Este Programa de Extensão
compreende as seguintes abrangências:
A interdisciplinaridade, que é caracterizada pelo envolvimento de
docentes de áreas distintas no desenvolvimento da atividade de extensão,
nomeadamente, das áreas de Administração Pública, Ciência Política,

32

Sociologia,

Economia,

Agroecologia,

Tecnologia

e

Contabilidade.

A

interinstitucionalidadepromove o envolvimento de organizações distintas no
desenvolvimento das ações de Extensão, seja na forma de coparticipação nas
ações extensionistas ou envolvimento direto de profissionais destes órgãos,
nomeadamente, promove-se o envolvimento de organizações do terceiro setor,
movimentos sociais, órgãos públicos municipais, estaduais e federais, bem
como organismos de apoio à ciência e tecnologia. A intersetorialidade diz
respeito ao envolvimento de setores distintos no desenvolvimento das ações de
Extensão, e ainda, de profissionais de setores/departamentos diversos.
Especificamente, promove-se a integração de professores, técnicos e
estudantes dos cursos de Administração e Administração Pública, Arquitetura e
Urbanismo, Agronomia,Engenharia de Pesca (Penedo), campus Arapiraca, do
Centro de Ciências Agrárias (CECA - UFAL) e Faculdade de Economia,
Administração e Contabilidade (FEAC - UFAL).
A orientação do curso, baseado nos referidos princípios políticos e
pedagógicos, permite articular um bacharelado em Administração Pública em
boa medida equiparado às melhores práticas nacionais e internacionais da
formação ao nível de graduação, bem como, equiparada às demandas de
mercado nas instituições públicas e privadas.
Período de Realização: Este PEC ADM Pública terá duração de
nove semestres, ou seja, a duração de um ciclo do curso, o equivalente a
quatro (04) anos e seis (06) meses de duração, quando deverá se dar a sua
revisão juntamente com a deste PPC.

3.2.2 Modalidades de Extensão
O PEC ADM PÚBLICA se divide em três modalidades distintas de
atividades, em consonância com as diretrizes regulamentadas pela resolução
04/2018 do CONSUNI/UFAL: dois projetos de extensão com duração de dois
semestres, evento e concepção de um produto acadêmico.
33

Os dois projetos possuem carga horária de 144 horas cada um. A
modalidade evento tem carga horária de 36 horas, envolvendo a organização
de um evento acadêmico relacionado às temáticas contempladas no PEC. A
modalidade produto acadêmico deve dar origem a um canal digital para
produção e difusão de conteúdos de gestão pública governamental e não
governamental, políticas públicas, Economia Solidária, Movimentos Sociais,
Direitos Humanos, Relações étnico-raciais, dentre outros temas pertinentes. O
evento e o produto possuem carga horária de 36 horas cada e serão
desenvolvidos no 9o período. A tabela 4apresenta as Atividades Curriculares de
Extensão por período em que ocorrem, por modalidade e especifica ainda a
carga horária de cada componente.
Desse modo, a metodologia implicada nas ACE do curso de
Administração Pública consiste em atividades práticas em que os alunos,após
um processo de nivelamento conceitual e metodológico, exerce o conjunto das
atividades

acadêmicas

em

ambiente

comunitário,

fora

do

ambiente

universitário, ou seja, fora da sala de aula. Ademais, os alunos são envolvidos
em

atividades

de

extensão

realizadas

em

espaços

de

associações

comunitárias, órgãos de governo, reuniões de organizações da sociedade civil,
organização de eventos, ambientes online, entre outros que proporcione
experiências empíricas de aprendizagem relacionadas aos temas objetivos e
transversais da área de formação em Administração Pública.

Quadro 3– Público-alvo, metodologia e indicadores das ACE do PEC
Administração Pública.
Nome
e CH

ACE 1 /
Projeto
(72
horas)

Modalidad
e

Projeto

Público-alvo

Objetivo

Metodologi
a

Indicadores

Gestores,
servidores
públicos e
sujeitos de
políticas públicas.

Desenvolver soluções
e
orientaçõesvoltadasà
s instituições públicas
governamentais e
aos sujeitos de
políticas públicas.

As soluções
serão
elaboradas
pelos alunos
com a
supervisão
dos
docentes da
área e em

Número de
atividades
desenvolvidas;
Número de
participantes
internos (docentes,
discentes e
técnicos) e
externos; Número

34

seguida
serão
ofertadas
para o
público-alvo.

ACE 2 /
Projeto
(72
horas)

ACE 3 /
Evento

ACE 4 /
Produt
o

Projeto

Empreendimento
s de Economia
Social e Solidária,
negócios sociais,
fóruns e redes de
Economia
Solidária,
Organizações
Associativas e
ONGs.

Capacitar pessoas,
melhorar processos,
fortalecer
organizações e
solucionar problemas.

As soluções
serão
elaboradas
pelos alunos
com a
supervisão
dos
docentes da
área e em
seguida
serão
ofertadas
para o
público-alvo.

Evento

Servidores e
gestores
públicos, atores
da sociedade civil
organizada e
sociedade em
geral.

Abordar temáticas
ligadas à gestão
pública
governamental e não
governamental, os
direitos humanos,
políticas públicas e
afirmativas.

Preparação
e
organização
de
seminários,
conferências
, colóquios,
mostras e
rodas de
conversa
lideradas por
estudantes
com
supervisão
docente.

Produto

Servidores e
gestores
públicos, atores
da sociedade civil
organizada e
sociedade em
geral.

Abordar temáticas
ligadas à gestão
pública
governamental e não
governamental, os
direitos humanos,
políticas públicas e
afirmativas.

Concepção,
produção de
conteúdo e
manutenção
de um canal
de
comunicaçã
o em rede
social.

de parceiros
(órgãos públicos,
incluindo escolas);
Número de
produtos
acadêmicos;
Número de
atividades
desenvolvidas;
Número de
participantes
internos (docentes,
discentes e
técnicos) e
externos; Número
de parceiros
(órgãos públicos,
incluindo escolas);
Número de
produtos
acadêmicos;

Número de
atividades
desenvolvidas;
Número de
participantes
internos (docentes,
discentes e
técnicos) e
externos; Número
de parceiros
(órgãos públicos,
incluindo escolas);
Número de
episódios
produzidos;
Número de
seguidores;
Número de
compartilhamentos
;
Número de
curtidas

3.3 Acessibilidade
A UFAL atualmente possui um núcleo de estudos voltado para o
entendimento das necessidades postas para o seu corpo social, no sentido de
promoção de acessibilidade e de atendimento diferenciado as pessoas com
35

necessidades especiais em atenção à Política de Acessibilidade adotada pelo
MEC e à legislação pertinente.
O próprio dimensionamento dessas necessidades merece um
cuidado especial, haja vista a forma atual de identificação dos alunos: a auto
declaração.
Por outro lado, a UFAL tem investido na capacitação técnica de seus
servidores para o estabelecimento de competências para diagnóstico,
planejamento e execução de ações voltadas para essas necessidades.
Ao

esforço

para

o

atendimento

universal

à

acessibilidade

arquitetônica, se junta, agora, o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões
exigidas pela Política de Acessibilidade, qual sejam a acessibilidade:
pedagógica, metodológica, de informação e de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para o art.
59 ida Lei 9394/96, que afirma: “Os sistemas de ensino assegurarão aos
educandos com necessidades especiais: I - currículos, métodos, técnicas,
recursos educativos e organização específica, para atender às suas
necessidades”.
Neste sentido, a Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE,
de21 de março de 2013, orienta os sistemas de ensino no sentido de sua
implantação. Em especial, recomenda que os “PPC´s contemplem orientações
no sentido da adoção de parâmetros individualizados e flexíveis de avaliação
pedagógica, valorizando os pequenos progressos de cada estudante em
relação a si mesmo e ao grupo em que está inserido”.
Para tal atendimento a UFAL assume o compromisso de prestar
atendimento especializado aos alunos com deficiência auditiva, visual e
cognitiva sempre que for diagnosticada sua necessidade. Procura-se, desta
forma, não apenas facilitar o acesso, mas estar sensível às demandas de
caráter pedagógico e metodológico de forma a permitir sua permanência
produtiva no desenvolvimento do curso.

36

Neste sentido o Núcleo de Atendimento Educacional – NAE –
oferece o necessário apoio pedagógico de forma a atender ao corpo social da
UFAL em suas demandas específicas de forma a promover a integração de
todos ao ambiente acadêmico.

3.3.1 Núcleo de Acessibilidade
O Núcleo atua de forma a oferecer Atendimento Educacional
Especializado – AEE- aos estudantes público-alvo (pessoas com deficiência,
pessoas com Transtornos Globais de Desenvolvimento e pessoas com Altas
Habilidades).

Esse

atendimento

tanto

pode

ser

feito

através

de

acompanhamento nas salas de aulas que os alunos frequentam, quanto em
atividades na sala do NAC em horário oposto ao das aulas, para assessorar na
confecção de trabalhos acadêmicos. Podemos fazer adaptação de materiais
didáticos, além de capacitar para o uso de tecnologias assistivas, como por
exemplo, recursos de informática para transformar textos em áudio para
pessoas cegas.
O NAC também promove cursos sobre recursos didáticos e
assistência educacional à pessoas com deficiência, além de eventos sobre
Educação Inclusiva abertos à toda a com-. Em parceria com a Pró-reitoria de
Gestão de Pessoas e do Trabalho – PROGEP promove cursos para corpos
técnicos e docentes da universidade. Atua em parceria com oGrupo de Estudo
e Extensão em Atividade Motora Adaptada (GEEAMA) e o Núcleo de Estudos
em Educação e Diversidade (NEEDI).
O AEE - Atendimento Educacional Especializado é um serviço da
Educação Especial que identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e
de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos
alunos, considerando as suas necessidades específicas. O AEE complementa
e/ou suplementa a formação do aluno com vistas à autonomia e independência
na escola e fora dela. Atendendo, prioritariamente, os estudantes de
37

graduação, podendo ser atendidos estudantes da pós-graduação. De maneira
geral, devemos contribuir para a inclusão destes no universo acadêmico, o que
envolve não só os professores, mas também o corpo técnico e os demais
estudantes.
Atualmente o Núcleo de Acessibilidade não tem um espaço físico de
referência para o atendimento das demandas e para confecção de materiais
didáticos específicos, espaço este que está prometido para dezembro deste
ano. As atividades do NAC ocorrem em sua maioria em sala de aula ou na
biblioteca da instituição, e as reuniões ocorrem na sala do NAE.

3.4 Inclusão
Desde 1999 a UFAL preocupa-se com a questão da inclusão,
tendo aprovado em 2003 a Resolução 33 – COSUNI, posteriormente
modificada pelo Decreto 7.824, de 11 de outubro de 2012 que dispõe sobre a
política de ingresso nas IFES. Ainda, a Resolução 54/2012 – CONSUNI
institucionaliza a reserva de vagas/cotas no processo seletivo de ingresso
nos cursos de graduação da UFAL.
Neste entendimento, em 2015, foram reservadas 40% (quarenta
por cento) das vagas de cada curso e turno ofertados pela UFAL para os
alunos egressos das escolas públicas de Ensino Médio. Destas, 50%
(cinquenta por cento) das vagas foram destinadas aos candidatos oriundos
de famílias com renda igual ou inferior a 1,5 salários mínimo (um salário
mínimo e meio) bruto per capita e 50% (cinquenta por cento) foram
destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou superior
a 1,5 salários mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per capita.
Nos dois grupos que surgem depois de aplicada a divisão
socioeconômica, serão reservadas vagas por curso e turno, na proporção
igual à de Pretos, Pardos e Indígenas (PPI) do Estado de Alagoas, segundo
o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de
38

2010, que corresponde a 67,22% (sessenta e sete vírgulas vinte e dois por
cento). A UFAL destina 50% de suas vagas a alunos egressos de escolas da
rede pública.

3.5 Revisão das Políticas Institucionais
As políticas institucionais no âmbito do curso serão revisadas pelo
Núcleo Docente Estruturante, considerando-se os resultados coletados e
processados pela Comissão Própria de Avaliação – CPA e Comissão de
Auto Avaliação. O diálogo entre os membros do NDE, a coordenação de
curso, a representação estudantil e a CPA será realizado periodicamente,
sempre que os indicadores de avaliação institucional apontarem necessária
melhora em alguma das políticas do curso e/ou as respectivas Pró-Reitorias
entenderem necessário.
Além do suporte da avaliação institucional para a revisão das
políticas institucionais no âmbito do curso – previsto nas competências do
NDE – o curso pretende utilizar as orientações e debates sobre o ensino na
área da Administração Pública. Tais discussões, em regra, são produzidas
nos ciclos profissionais acadêmicos, os quais tanto os professores como a
representação estudantil fazem arte. Dentre essas instituições, pode-se
mencionar: a Associação Nacional do Campo de Públicas; Associação
Brasileira de Administração Política - ABAP; Federação Nacional dos
Estudantes do Campo de Públicas - FENECAP.

4. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA
A matriz curricular do curso contempla o que está designado pelas
Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN), resolução número 1 de 13 de janeiro
de 2014, no que tange aos conteúdos para ocurso de Administração Pública.
39

As disciplinas obrigatórias de formação básica trazem conteúdos de
Administração, Ciências Contábeis, Ciência Política, Direito e Sociologia,
estudos filosóficos, leitura, escrita e expressão e conteúdos da realidade
histórica e contemporânea da sociedade e Estado Brasileiros. Por sua vez, as
disciplinas

obrigatórias

de

formação

profissional

trazem

conteúdos

relacionados governos e políticas públicas e conteúdos metodológicos
quantitativos e qualitativos.

4.1 Componentes Curriculares Obrigatórios
A Tabela 1 e o Gráfico 1 mostram os Componentes Curriculares
Obrigatóriosdo Curso de Administração Pública Bacharelado, segundo sua
descrição, carga horária, horas aula em números absolutos e percentuais. As ACE
estão com as cargas horárias detalhadas na Tabela 4 do ítem 4.4.

Tabela 1 – Carga Horária Absoluta e Percentual dos Componentes
Curriculares do Curso de Administração Pública Bacharelado
CONTEÚDOS
Obrigatórias de Formação Básica
Obrigatórias de Formação Profissional:
- Gerais
- Atividades Curriculares de Extensão
- Eletivas
Trabalho de Conclusão de Curso
Estágio Curricular Obrigatório
Atividades Acadêmicas Científico-culturais

CARGA HORÁRIA
Absoluto Percentual
1224
34
1296
360
144
68
300
200

36
10
4
2
8
6

40

Gráfico 1 - Componentes Curriculares do Curso de Administração Pública
Bacharelado

4.2 Distribuição geral das disciplinas
A Tabela 2 mostra a distribuição das disciplinas obrigatórias de
conteúdos específico e complementar, bem como as disciplinas eletivas e o
estágio curricular obrigatório do Curso de Administração Pública Bacharelado,
com seus respectivos códigos e carga horária.

41

Tabela 2- Distribuição das disciplinas do Curso de Administração Pública
Bacharelado
DISCIPLINAS
OBRIGATÓRIAS
CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO BÁSICA

C.H.
TEÓRICA

C.H.
PRÁTICA

C.H.
TOTAL

Sociedade e Cultura

72

-

72

Raciocínio Lógico e Quantitativo

72

-

72

Fundamentos de Ciência Política

72

-

72

Introdução às Ciências Econômicas

72

-

72

Estatística I

72

-

72

Informação Contábil para Gestão

72

-

72

Matemática I

72

-

72

Microeconomia

72

-

72

Introdução à Administração

72

-

72

Instituições de Direito Público e Privado

72

-

72

Sociedade e Desenvolvimento

72

-

72

Direito Administrativo

72

-

72

Macroeconomia

72

-

72

Economia Brasileira

72

-

72

72

-

72

72

-

72

72

-

72

1224

-

1224

C.H.
TEÓRICA

C.H.
PRÁTICA

C.H.
TOTAL

Federalismo e Relações Intergovernamentais

72

-

72

Teorias da Administração Pública

72

-

72

Contabilidade Pública

72

-

72

Auditoria e Controladoria na Gestão Pública

72

-

72

ACE I / Projeto / 1ª Semestralidade

-

72

72

Políticas Públicas

72

-

72

Gestão de Pessoas no Setor Público

72

-

72

Processos Organizacionais na Gestão Pública

72

-

72

Metodologia e Projeto de Pesquisa

72

-

72

ACE I / Projeto / 2ª Semestralidade
Planejamento e Programação na Gestão
Pública
Processo Decisório em Organizações Públicas

72

-

72

72

-

72

Gestão de Serviços Públicos

72

-

72

Finanças Públicas e Orçamento
Debates Contemporâneos em Política e
Democracia

72

-

72

72

-

72

Legislação Tributária
Matemática
Financeira
e
Análise
Investimento
Instituições de Direito Público e Privado

DE

de

TOTAL
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DE
CONTEÚDOSDE FORMAÇÃO
PROFISSIONAL

72

72

42

ACE II / Projeto / 1ª Semestralidade

-

72

72

Elaboração e Gestão de Projetos

72

-

72

Licitações e Contratos

72

-

72

72

-

72

-

72

72

Governança na Administração Pública

72

-

72

Avaliação de Políticas e Serviços Públicos

72

-

72

ACE III / Evento

-

36

36

ACE IV / Produto

-

36

Eletiva I

72

-

72

Eletiva II

72

-

72

1440

368

1800

COMPONENTES NÃO DISCIPLINARES

C.H.
TEÓRICA

C.H.
PRÁTICA

C.H.
TOTAL

Trabalho de Conclusão de Curso - TCC

68

-

68

Estágio Supervisionado

-

300

300

Atividades Acadêmicas Científico-culturais

200

-

200

268

300

568

C.H.
TEÓRICA

C.H.
PRÁTICA

C.H.
TOTAL

Administração Política

72

-

72

Direito Municipal

72

-

72

Estudos Críticos de Gestão
Formação Histórica, Econômica e Política de
Alagoas
Fundamentos de Organizações Associativas e
Economia Solidária
Gestão Ambiental e Sustentabilidade

72

-

72

72

-

72

72

-

72

72

-

72

Gestão Pública Ambiental

72

-

72

Gestão da Inovação e Desenvolvimento

72

-

72

Gestão da Propriedade Intelectual
Gestão de Organizações Associativas e
Empreendimentos Solidários
LIBRAS (Linguagem Brasileira de Sinais)
Incubação de Empreendimentos
Sócioprodutivos
Iniciação à produção científica

72

-

72

72

-

72

72

-

72

72

-

72

72

-

72

Metodologia da Pesquisa Qualitativa

72

-

72

Negociação e Arbitragem

72

-

72

Relações Étnico-raciais e de Gênero

72

-

72

Relações Internacionais e Políticas Públicas

72

-

72

Gestão de Informação nas Organizações
Públicas
ACE II / Projeto / 2ª Semestralidade

TOTAL

TOTAL
DISCIPLINAS ELETIVAS

36

43

O curso se desenvolverá ao longo de, no mínimo, 8 (oito) e, no
máximo, 13 (treze) períodos no turno noturno. A carga horária máxima, por
semestre, corresponde a 360 horas.

4.3 Ordenamento curricular
A Tabela 3 mostra o ordenamento curricular, por período, das disciplinas
obrigatórias e eletivas do Curso de Administração Pública - Bacharelado segundo
código, denominação e cargas horárias.
Tabela 3 - Ordenamento curricular das disciplinas obrigatórias e eletivas por
período.
PERÍODO

1º

2º

3º

4º

DISCIPLINAS
Sociedade e Cultura
Raciocínio Lógico e Quantitativo
Fundamentos de Ciência Política
Introdução às Ciências Econômicas
Estatística I
TOTAL
Federalismo e Relações
Intergovernamentais
Informação Contábil para Gestão
Matemática I
Teorias da Administração Pública
Estatística Avançada para Gestão
TOTAL
Contabilidade Pública
Microeconomia
Introdução à Administração
Instituições de Direito Público e
Privado
Sociedade e Desenvolvimento
TOTAL
Auditoria e Controladoria na Gestão
Pública
Direito Administrativo

CARGA HORÁRIA
Teórica Prática Total
72
72
72
72
72
72
72
72
72
72
360
360
72

-

72

72
72
72
72
360
72
72
72

-

72
72
72
72
360
72
72
72

72

-

72

72
360

-

72
360

72

-

72

72

-

72
44

5º

6º

7º

8º

9º

Macroeconomia
ACE 1 / Projeto / 1a semestralidade
Políticas Públicas
TOTAL
Economia Brasileira
Gestão de Pessoas no Setor Público
Legislação Tributária
Matemática Financeira e Análise de
Investimento
Processos Organizacionais na Gestão
Pública
TOTAL
Metodologia e Projeto de Pesquisa
ACE 1 / Projeto / 2a semestralidade
Planejamento e Programação na
Gestão Pública
Processo Decisório em Organizações
Públicas
Gestão de Serviços Públicos
TOTAL
Finanças Públicas e Orçamento
Debates Contemporâneos em Política
e Democracia
ACE 2 / Projeto / 1a semestralidade
Eletiva I
TOTAL
Elaboração e Gestão de Projetos
Licitações e Contratos
Gestão de Informação nas
Organizações Públicas
ACE 2 / Projeto / 2a semestralidade
Eletiva II
TOTAL
Governança na Administração Pública
Avaliação de Políticas e Serviços
Públicos
ACE 3 / Evento
ACE 4 / Produto
TOTAL

72
72
288
72
72
72

72
72
-

72
72
72
360
72
72
72

72

-

72

72

-

72

360
72
-

72

360
72
72

72

-

72

72

-

72

72
288
72

72
-

72
360
72

72

-

72

72
216
72
72

72
72
-

72
72
288
72
72

72

-

72

72
288
72

72
72
-

72
72
360
72

72

-

72

144

36
36
72

36
36
216

Obrigatórias de Formação Básica e Profissional
Estágio Supervisionado

3024
300
45

Trabalho de Conclusão de Curso
Atividades Acadêmicas Científico-Culturais
Carga horária total para integralização

68
200
3592

4.4 Atividades Curriculares de Extensão
A carga horária total destas atividades é resultado da conversão da
carga horária de outras disciplinas que tinham potencial extensionista. A carga
horária total de extensão é de 360 horas, correspondentes a 10% da carga
horária total do curso de Administração Pública - Bacharelado, conforme
distribuição abaixo.

Tabela 4 – Atividades Curriculares de Extensão por período, modalidade e
carga horária.
P
o

4
6o
7o
8o
9o
9o

MODALIDADE

CARGA HORÁRIA

DISCIPLINAS

ACE I / Projeto / 1ª Semestralidade
ACE I / Projeto / 2ª Semestralidade
PROJETO
ACE II / Projeto / 1ª Semestralidade
ACE II / Projeto / 2ª Semestralidade
EVENTO ACE III/ Evento
PRODUTO ACE IV / Produto
TOTAL

Teórica Prática Total
72
72
72
72
72
72
72
72
36
36
36
36
360
360

5. CONTEÚDOS CURRICULARES

5.1 Educação Ambiental
O curso de Administração Pública – Bacharelado traz discussões
que

tangenciam

a

educação

ambiental,

de

maneira

interdisciplinar,

relacionando-a ainda ao debate contemporâneo da Sustentabilidade. O
46

trabalho interdisciplinar de educação ambiental se caracteriza pela ampliação
do espaço social e visa a disseminação crítica dos conhecimentos
socioambientais, culturais e políticos, articulando-os à realidade local, nacional
e global, com a formação cidadã e ética.
As disciplinas de Sociedade e Desenvolvimento, Políticas Públicas,
Debates Contemporâneos em Política e Democracia tratam do tema de
maneira transversal. O curso possui ainda disciplinas eletivas que tratam
fundamentalmente das questões ambientais e de sustentabilidade: Estudos
Críticos de Gestão, Gestão Ambiental e Sustentabilidade e Gestão Pública
Ambiental. Nas atividades curriculares de extensão, as ações ligadas à
Economia Solidária se relacionam com atividades produtivas ligadas à
agricultura familiar, que necessita do debato ambiental. Os componentes de
ACE / Evento e ACE / Produto também dão conta desta temática.

5.2 Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER)
Além de cumprir com as exigências normativas educacionais
brasileiras, a proposta de uma Educação para as Relações Étnico-raciais
(ERER),incorporada aos currículos dos cursos de licenciatura e bacharelado
desta instituição de ensino superior, por meio dos Projetos Pedagógicos de
Cursos (PPCs), estimula a integração entre saberes étnicos constitutivos de
nossa cultura brasileira (branco, indígena, negro e cigano), em destaque a
nossa cultura alagoana, além de possibilitar a produção de novos
conhecimentos científico, cultural, tecnológico e artístico, ou a revisão dos
conhecimentos existentes, de modo a promover condutas e políticas de
formação profissional que valorizem as diversidades étnico-raciais.
Em decorrência dessa proposta, referendar-se-á o compromisso
firmado pela UFAL, dentre outros, de aperfeiçoamento das políticas de ações
afirmativas, dos cursos de graduação à pós-graduação, implementadas,
oficialmente, desde 11 de novembro de 2003, por meio da Resolução
47

CONSUNI/UFAL nº 33, que aprovou o Programa Ações Afirmativas para
Afrodescendentes (PAAF) nesta instituição, com o empenho do Núcleo de
Estudos Afro-brasileiros (NEAB-UFAL), criado em 1981, inicialmente Centro de
Estudos Afro-brasileiros (CEAB), que atua tanto internamente à UFAL, com o
papel de promover cursos de formação/capacitação, debates, disponibilização
de acervo (documental e bibliográfico) para consulta e coordenação geral de
editais sobre ERER; quanto externamente, em parceria com outras instituições
educacionais do estado, do país e/ou outros países, e com os movimentos
sociais.
Objetivando atender a temática da Educação para as Relações
Étnico-Raciais, os seus conteúdos são abordados de maneira interdisciplinar e
transversal nas disciplinas: Sociedade e Desenvolvimento, Políticas Públicas e
Estudos Críticos de Gestão. Nas atividades curriculares de extensão: Eventos
em Administração Pública e Produção do Canal Adm. Pública; além da
disciplina eletiva focada em tal tema:Relações Étnico-raciais e de gênero.

5.3 Libras
O componente curricular Libras é obrigatório nas licenciaturas e no
curso de Pedagogia e de Letras (Art. 3º do Decreto 5.626 de 22 de dezembro
de 2005, Lei 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua
Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro
de 2000). Nos demais cursos de graduação é opcional, devendo constar na
lista dos componentes curriculares complementares.
O curso de Letras de Arapiraca, que também é noturno, oferece a
disciplina Libras como disciplina obrigatória na matriz curricular e vai
disponibilizá-la como eletiva para o curso de Administração PúblicaBacharelado.

48

5.4 Direitos Humanos
Conforme a Resolução CNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012, a
Educação em Direitos Humanos se encontra presente no curso de
Administração Pública - Bacharelado de maneira transversal. Objetivando
atender à temática da Educação para as Relações Étnico-Raciais, os seus
conteúdos são abordados de maneira interdisciplinar e transversal nas
disciplinas: Sociedade e Desenvolvimento, Políticas Públicas e Estudos
Críticos de Gestão. Nas atividades curriculares de extensão: Eventos em
Administração Pública e Produção do Canal Adm. Pública.

6. ESTÁGIO SUPERVISIONADO
O estágio curricular é regulamentado na Universidade Federal de
Alagoas pela Resolução nº 71/2006-COSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de
2006, constituída sob a vigência da Lei nº 6.494, de 07/12/1977, por sua vez,
regulamentada pelos Decretos nº 87.497, de 1808/1982 e 89.467, de
21/03/1984 e Resolução n° 4, de 02 de fevereiro de 2006, art. 8. Ademais,
funda-se também no que prescreve, bem como, incorpora os princípios e
valores estatuídos no PDI (Plano de Desenvolvimento Institucional) 2013-2017
dessa instituição.
No Curso de Administração Pública - Bacharelado, o estágio
supervisionado tem carga horária mínima de 300 horas. Para fins de
consecução do estágio supervisionado, serão observadas as diretrizes e
recomendações

detalhadas

Supervisionado,

elaborado

pelo
e

Regulamento

aprovado

pelo

de

Estágio

colegiado

do

Curricular
curso

de

Administração Pública. O curso reconhece diferentes modalidades de estágio
desde que promovam vivências relacionadas à formação profissional,
contribuindo, dessa forma, para dar uma maior profundidade e dinamismo ao

49

aprendizado, bem como auxiliar a sua inserção do estudante no mercado de
trabalho.
Cabe ressaltar que o estágio curricular supervisionado está
institucionalizado no regimento da UFAL, contemplando aspectos relacionados
a adequação de carga horária e a relação orientador/estudante compatível com
as atividades de ensino, pesquisa e extensão. Ademais, o estágio curricular
dos estudantes é realizado sob a coordenação e supervisão do corpo docente
(coordenação de estágio e professor orientador). Ainda se distingue a
existência de convênios com organizações públicas, privadas e da sociedade
civil, compondo uma estratégia para integração entre universidade e mundo do
trabalho, considerando as competências previstas no perfil do egresso e
interlocução institucionalizada da IES com os diferentes ambientes de estágio.
Essa integração entre universidade e organizações do mundo do
trabalho permite a constituição de um processo gerador de inputs e outputs,
oferecendo como resultado à formação dos estudantes a possibilidade de
atualizar o processo formativo com base em resultados da IES (ensino,
pesquisa e extensão) e das organizações da sociedade, nomeadamente, o
Estado, o mercado e a sociedade civil.
No curso de Administração Pública – Bacharelado, o estágio
supervisionado é um componente curricular não disciplinar. Por conta disto, os
estudantes podem ingressar a qualquer momento do semestre letivo sem ter
que estar atrelado ao período de matrícula. Os estágios serão gerenciados pelo
Coordenador de Estágio em parceria com a Coordenação de Estágios
Curriculares – CEC da PROGRAD-UFAL. Os estágios podem ser realizados
em instituições públicas municipais, estaduais e federais, em empresas
privadas (desde que as atividades do estagiário tenham relação com a
administração pública) e em organizações da sociedade civil (OSC), sendo
supervisionados pelos professores orientadores, que devem instruir os
estudantes quanto à elaboração dos relatórios.

50

As organizações que ofertam vagas de estágio devem firmar
convênio com a UFAL. O estudante, por sua vez, deve formalizar o termo de
compromisso de estágio – TCE, entregar ao coordenador de estágio a ficha de
avaliação pela supervisão do estagiário a cada dois meses e elaborar um
relatório a cada seis meses. A nota do estágio supervisionado deve contemplar
não só a avaliação do estagiário pelo supervisor, conforme padrão estabelecido
pela UFAL, mas também a qualidade do relatório entregue pelo estudante.
Será facultado aos estudantes obter a carga horária de estágio a
partir de sua atuação profissional desde que a mesma esteja relacionada com
o curso de Administração Pública. Para este aproveitamento todos os casos
devem ser apreciados pelo Colegiado do curso. Ademais, atividades de
extensão, monitorias, pesquisa, voluntariado e consultorias podem ser
equiparadas ao estágio. A carga horária do estágio curricular obrigatório
poderá ser dividida em quantas vezes forem necessárias bem como o estágio
poderá ocorrer durante o recesso e ainda a carga horária semanal para o
estágio não poderá exceder a 36 horas e a carga horária total. É permitido a
realização do estágio curricular supervisionado aos estudantes que estejam
sem matrícula em outras disciplinas desde que já tenham cursado todas as
disciplinas obrigatórias do curso.
É permitido aos estudantes a realização de estágios curriculares não
obrigatórios desde que integralizada a carga horária total que compõem as
disciplinas do primeiro período do curso.

7. ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS
As atividades acadêmico-científico-culturais visam ao atendimento
às prerrogativas da Resolução nº 113/1995 do Conselho de ensino, pesquisa e
extensão da Universidade Federal de Alagoas,que estabelece as normas para
o funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de graduação

51

e ainda à Resolução número 1 de 13 de janeiro de 2014, que institui as DCN
do curso de Administração Pública que se refere às atividades complementares
como aquelas que “deverão possibilitar ao aluno reconhecer e testar
habilidades, conhecimentos e competências, incluindo a prática de estudos e
as atividades independentes, especialmente nas relações com o mundo do
trabalho e nas ações de extensão”.
Para tanto, o curso de Administração Pública - Bacharelado prevê
uma carga horária de 200 horas relacionadas a Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais. Tais atividades são componentes curriculares e podem ser
realizadas tanto internamente ao âmbito da Universidade quanto fora dela, que
incluem

práticas

de

estudos

e

atividades

independentes,

de

forma

interdisciplinar, colaborando para a sua aproximação com o campo de atuação
profissional e com a comunidade.
As atividades abaixo descritas podem ser computadas como
atividades complementares, desde que não haja sobreposição, ou seja, que as
mesmas não sejam utilizadas, por exemplo como estágio supervisionado ou
como atividade curricular de extensão.


Participação

em

ações

voluntárias

desenvolvidas

por

organizações públicas e da sociedade civil;


Monitorias: coordenada pela COGRAD em determinada disciplina
supervisionada por um professor orientador;



Participação em projetos de iniciação científica, extensão,
pesquisa, estágios curriculares não-obrigatórios e treinamento
profissional;



Participação em eventos, tais como, fóruns, jornadas, simpósios,
colóquios, congressos, palestras, seminários, cursos de curta
duração, entre outros eventos de divulgação acadêmico-científica,
tecnológica e cultural;

52



Participação com aproveitamento em disciplinas oferecidas por outras
instituições e/ou unidades acadêmicas não contempladas no currículo
do curso;



Participação em entidades estudantis, colegiados de curso,
conselhos superiores, empresas juniores, núcleos temáticos e de
pesquisas;



Participação

em

consultoria

a

organizações

públicas

governamentais, não governamentais ou prestadoras de serviços
a instituições públicas, inseridas em projetos de extensão ou
projetos de pesquisas cadastradas junto à UFAL (PROEX,
PROPEP, PROGRAD);


Atuação obrigatória ou voluntária em processo eleitoral.

O Colegiado do Curso de Administração Pública - Bacharelado
avaliará os casos omissos nas modalidades acima citadas, decidindo sobre sua
validade para a integralização da carga horária. Para o cômputo da carga
horária das atividades complementares, o estudante deverá formalizar a
solicitação para o registro das mesmas junto à coordenação do curso,
juntamente com cópias de comprovação das atividades realizadas.
Os

quadros

abaixo

mostram

a

descrição

das

atividades

complementares, a indicação de documentos e a quantidade das horas
correspondentes a cada atividade para o cálculo das 200 (duzentas) horas
obrigatórias das atividades acadêmicas de ensino, pesquisa, e representação
estudantil.

53

Quadro 4- Atividades acadêmicas de ensino, pesquisa, e representação
estudantil
Atividade
Atividades de monitoria
em disciplinas de
graduação

Disciplina eletiva,
cursada e com
aprovação, na UFAL ou
em outra IES
Atividades de pesquisa
com bolsa ou sem bolsa
(Instituições
fomentadoras de
pesquisa científica).
Atividades de pesquisa
com bolsa ou sem bolsa
em um Grupo de
Pesquisa do curso
Organização ou
participação na
organização de eventos
acadêmicos.
Representação
estudantil-Colegiado da
Graduação, CA, DCE e
UNE

Documentos de
Comprovação
Documento emitido pela
Coordenação de
Monitoria.

Histórico Escolar

Documento emitido pelo
Órgão que financiou a
pesquisa que comprove
a aprovação do relatório
final ou parcialmente.
Documento emitido pelo
(a) coordenador (a) do
Grupo de Pesquisa.
Certificado ou
declaração de
participação emitido
pelos organizadores.
Atas ou documentos
similares que atestem a
nomeação e/ou término
do mandato, emitidas
pelo Órgão Colegiado

Quantidade de horas
aproveitadas
Máximo de 100 horas
por semestre, até o
limite de 150 horas para
o total de atividades
deste tipo
Máximo de 60 horas

100 horas por ano de
bolsa, até o limite de
150 horas para
atividades deste tipo
100 horas por ano de
bolsa, até o limite de
150 horas para
atividades deste tipo
10 horas por evento
organizado, até o limite
de 40 horas para
atividades deste tipo.
80 horas por ano de
mandato, até o limite de
150 horas para o total
de atividades deste tipo.

54

Quadro 5 - Atividades de caráter científico e de divulgação científica
Atividade
Participação como
ouvinte, em minicursos,
cursos de extensão,
oficinas, seminários,
entre outros
Apresentação de
comunicações ou
pôsteres em eventos
científicos

Documentos de
Comprovação
Certificado de
participação emitido
pela entidade
promotora, constando a
carga horária da
atividade
Certificado de
apresentação emitido
pelo evento

Publicação de trabalhos
completos em anais de
eventos científicos

Cópia do material
publicado e certificado
do organizador dos
anais do evento

Publicação de resumos
em anais de eventos
científicos.

Cópia do material
publicado e certificado
do organizador dos
anais do evento.

Publicação de artigos
em periódicos de
divulgação científica
com ISSN e Conselho
Editorial
Publicação de artigos
em periódicos de
divulgação científica ou
de caráter não científico
Desenvolvimento ou
participação no
desenvolvimento de
material informacional
(divulgação científica)
ou didático (livros, CDROM, vídeos,

Cópia do material
publicado

Cópia do material
publicado

Cópia do material
desenvolvido e
certificado do
Coordenador ou
organizador do projeto

Quantidade de horas
aproveitadas
Igual à carga horária
especificada no
certificado de
participação, até o limite
de 60 horas para o total
de atividades deste tipo.
10 horas por
comunicações ou
pôsteres apresentados,
ou carga horária
apresentada no
certificado de
participação, até o limite
de 80 horas para
atividades deste tipo.
10 horas por
publicações em anais,
até o limite de 40 horas
para atividades deste
tipo.
05 horas por resumo
publicado em anais, até
o limite de 20 horas
para atividades deste
tipo
30 horas por artigo
publicado até o limite de
60 horas para
atividades deste tipo.
15 horas por artigo
publicado até o limite de
60 horas para
atividades deste tipo
20 horas por material
desenvolvido até o
limite de 80 horas para
atividades deste tipo.

55

exposições)
Desenvolvimento ou
participação na
elaboração de
instrumentos de
pesquisa, guias ou
catálogos de acervo de
memória e/ou
exposições
Organização ou
participação na
organização de eventos
científicos.

Cópia do material
desenvolvido e
certificado do
Coordenador ou
organizador do projeto

20 horas por material
desenvolvido até o
limite de 80 horas para
atividades deste tipo

Certificado de
participação emitido
pela entidade
promotora.

10 horas por evento
organizado, até o limite
de 40 horas para
atividades deste tipo.

Quadro 6 – Atividades de consultoria a organizações públicas governamentais,
não governamentais ou prestadoras de serviços a instituições públicas
Atividade
Participação em
consultoria a
organizações públicas
governamentais
Participação em
consultoria a
organizações não
governamentais
Participação em
consultoria a
organizações
prestadoras de serviços
públicos

Documentos de
Comprovação
Declaração de
participação emitida
pela organização
Declaração de
participação emitida
pela organização
Declaração de
participação emitida
pela organização

Quantidade de horas
aproveitadas
30 horas por ano de
consultoria, até o limite
de 60 horas para o total
de atividades deste tipo
30 horas por ano de
consultoria, até o limite
de 60 horas para o total
de atividades deste tipo
20 horas por ano de
consultoria, até o limite
de 40 horas para o total
de atividades deste tipo

8. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC
O Trabalho de Conclusão de Curso é regulamentado pela Resolução
nº 1, de 13 de janeiro de 2014, pela a Resolução nº 25/2005 do CEPE, de 26
de outubro de 2005, considerando-se ainda os princípios e valores estatuídos
no PDI (Plano de Desenvolvimento Institucional) 2013-2017 dessa instituição.
56

Observa-se também, de forma subsidiária, a Instrução Normativa nº 02
PROGRAD/Fórum das Licenciaturas, de 27 de setembro de 2013, sendo o
TCC do Curso, regulamentado pelo Regulamento de Normas e Critérios para a
Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação em
Administração Pública – Bacharelado.
Diante dessas normativas estatuídas, o Colegiado do Curso de
Administração Pública prescreve:
1. O TCC é componente curricular obrigatório, mas não se constitui
como disciplina e dessa forma não possui carga horária fixa semanal.
A carga horária prevista para o TCC é de 68 horas, atividade a ser
realizada individualmente pelo discente, contando com a colaboração
de um professor orientador, a ser prestada por professor vinculado ao
quadro pessoal do curso, sendo a orientação formalizada por um
Termo de Aceite assinado por ambos. Em casos extraordinários, ao
arbítrio do aluno, o mesmo poderá submeter à comissão de TCC do
curso uma solicitação de orientador externo, solicitação a ser deferida
ou não pelos membros do referido colegiado.
2. O coordenador de TCC tem a responsabilidade de divulgação de
manuais atualizados de apoio à produção dos trabalhos, bem como
realização

de

oficinas

e

cursos

complementares.

Cabe

ao

coordenador zelar pela disponibilização dos TCC em repositórios
institucionais próprios, acessíveis pela internet.
3. Quanto aos requisitos mínimos para orientadores externos figuram as
seguintes condições: o indicado deverá possuir graduação em
Administração ou áreas afins, preferencialmente, deve estar vinculado
a uma IES ou, em casos excepcionais, indivíduo que exerça atividade
pública em organização governamental ou não governamental cujo
exercício figure função de notória relevância profissional.
4. As atividades relacionadas ao TCC terão início a partir do 6º período,
por meio da disciplina de Metodologia da Pesquisa, e sua defesa

57

ocorrerá após o cumprimento de mais de 80% (oitenta por cento) das
disciplinas, sendo etapa obrigatória, devendo ser realizada por meio
de apresentação oral pública a uma banca examinadora formada por
três membros. O TCC deverá seguir as regras da ABNT e, poderá ser
formatado nas seguintes modalidades, quais sejam: Monografia,
Iniciação Científica, Artigo Científico, Relatório de Extensão, Projeto
de Intervenção e Casos de Ensino;
a. Monografia: O aluno que optar por essa modalidade de TCC
deverá apresentar para banca designada um relatório
monográfico (entre 30 a 80 laudas) referente a atividades de
pesquisa acerca de tema que verse sobre aspectos
contemporâneos da administração pública.
b. Iniciação científica: O aluno que optar por essa modalidade de
TCC deverá apresentar para banca designada um relatório
final (entre 30 a 60 laudas) contendo análise detalhada de
elementos problematizados ao longo da execução do projeto
de iniciação científica ligados as áreas de administração
pública.
c. Artigo científico: O aluno que optar por essa modalidade de
TCC deverá apresentar para banca designada um artigo
científico (entre 18a 30 laudas).
d. Relatórios de Extensão: O aluno que optar por essa
modalidade de TCC deverá apresentar para banca designada
um relatório final (entre 30 a 60 laudas) contendo análise
detalhada de elementos problematizados ao longo da
execução de projetos de extensão ligados as áreas de
administração pública que esteve envolvido diretamente por
pelo menos 120 horas ou 6 (seis) meses.
e. Projeto de Intervenção ou Projeto de Atividade: O aluno que
optar por essa modalidade de TCC deverá apresentar para

58

banca designada um projeto de intervenção (entre 30 a 60
laudas) na área da administração pública capaz de, ao ser
implementado, conferir eficiência à prestação do serviço
público, inovando e aprimorando processos para o bem da
boa administração.
f. Casos de ensino: O aluno que optar por essa modalidade de
TCC deverá apresentar para banca designada um caso de
ensino (entre 30 a 60 laudas) na área da administração
pública capaz de auxiliar nos processos de ensino e
aprendizagem da gestão pública.9 9.

8.1 Os procedimentos relativos ao TCC
Os procedimentos relativos à elaboração, apresentação e entrega de
TCC são normatizados pela respectiva Resolução do curso e normas
correspondentes da UFAL.
O depósito da versão final do TCC será feito em formato de mídia
digital, a ser entregue na biblioteca do campus, para fins de composição do
repositório institucional da UFAL e disponibilização dos trabalhos via internet.

9. METODOLOGIA DE ENSINO-APRENDIZAGEM
O Curso trabalha com uma concepção de ensino-aprendizagem
orientada para a mediação entre teoria e prática, entre o desenvolvimento da
capacidade intelectual, da sensibilidade social e de habilidades técnicas.
Cientes de que a formação do cientista social demanda uma intensa imersão
teórica, fundamentada principalmente na leitura de referências clássicas e
contemporâneas, o Curso procura orientar suas práticas de ensino, na sala de
aula

como

fora

dela,

para

as

possibilidades

de

aplicação

desses
59

conhecimentos no desenvolvimento de pesquisas de distintas naturezas e de
atividades de intervenção. Nesse sentido, se preconiza tanto uma aproximação
dos professores em relação à realidade social experimentada pelo corpo
discente, considerando as potencialidades locais no que se refere à
investigação do administrador público quanto à aproximação dos alunos com
as atividades de pesquisa dos professores.
A proposta metodológica do curso de Administração Pública –
Bacharelado – articula as diferentes propostas teórico-metodológicas da matriz
curricular, no sentido de contribuir com a formação do administrador público
enquanto pesquisador e gestor. Essa formação requer atualização continuado
do conhecimento, associado à perspectiva histórica.
Podemos

definir,

metodologicamente,

a

forma

de

ensino/aprendizagem do Curso de Administração Pública-Bacharelado em
duas formas básicas:
a) Aulas teóricas: desenvolvido a partir de aulas expositivas, com
apresentação dos conteúdos previstos na matriz curricular. Cabe
ao docente conduzir as aulas e optar pelo método de avaliação a
exposição dos conteúdos, cujos níveis de intensidade e graus de
dificuldades e aprofundamento são definidos pela especificidade
de cada disciplina estudada.
b) Aulas práticas: à medida que o discente vai avançando nos
semestres do Curso, aumenta a carga de disciplinas que versem
sobre conteúdos profissionalizantes e com isso aumenta a
necessidade associar conhecimento teórico à prática de
pesquisa. Além do que, as atividades de estágio obrigatório
forçam o discente a lidar diretamente com a prática de
realização de levantamentos, diagnósticos e pesquisas, em
função dos seus objetos de estudos.

60

9.1 Acessibilidade metodológica
A metodologia, constante neste PPC, conforme as orientações
institucionais e as DCN do campo de públicas, atende ao desenvolvimento de
conteúdos clássicos e contemporâneos, às estratégias de aprendizagem
reconhecidas para o ensino superior, ao acompanhamento das atividades, à
acessibilidade pedagógica e metodológica, a autonomia do discente e
liberdade de cátedra do docente. Também, coaduna-se com práticas
pedagógicas inovadoras que estimulam a ação discente em uma relação
teoria-prática, e é embasada em recursos que proporcionam aprendizagens
diferenciadas dentro da área do campo de Administração Pública.
Ressalta-se um conjunto de metodologias de ensino-aprendizagem
utilizadas pelo corpo docente do curso, incluindo as metodologias ativas:
aprendizagem baseada em projetos; estudos de caso; casos para ensino;
aprendizagem baseada em problemas; visitas técnicas; e, articulação entre
ensino, pesquisa e extensão.
O uso desta abordagem de ensino possibilita diferentes benefícios
para a comunidade acadêmica, tais como: maior autonomia na relação com o
conhecimento e o mundo do trabalho; maior confiança nas ideias e atitudes;
maior aptidão para solução de problemas e maior protagonismo no processo
de aprendizado.

10. AS
TECNOLOGICAS
COMUNICAÇÃO – TICs

DA

INFORMAÇÃO

E

DA

As tecnologias da informação e comunicação (TIC) podem ser
definidas como um conjunto de recursos tecnológicos, utilizados de forma
integrada,

cujo

objetivo

e

utilização,

na

educação

presencial,

vem

potencializando os processos de ensino/aprendizagem, além de possibilitar o
maior desenvolvimento entre os envolvidos no processo. O uso de tais
61

ferramentas permite a execução do projeto pedagógico do curso, garante a
acessibilidade digital e comunicacional, promove a interatividade entre
docentes e discentes, assegura o acesso a materiais ou recursos didáticos a
qualquer hora e lugar e possibilita experiências diferenciadas de aprendizagem
baseadas em seu uso.
Diante disto os discentes e docentes que compõem o curso podem
se utilizar dos laboratórios de informática disponíveis no Campus. Nestes
ambientes podem ser realizadas aulas em que os recursos como: internet e
softwares, podem ser utilizados no desenvolvimento do processo de ensino.
As transformações advindas das tecnologias da informação e
comunicação possibilitaram a criação de novos espaços de conhecimentos
emergentes, abertos, contínuos, em fluxos não lineares, que se reorganizam
conforme os objetivos ou contextos nos quais cada um ocupa uma posição
singular e evolutiva. Os Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA) são estes
lugares e os alunos do curso de Administração Pública podem utilizar o Moodle
como ambiente de aprendizagem. Neste espaço a utilização de chats ou fóruns
possibilitam uma ampliação da interatividade entre docentes e discentes. Além
disso tal espaço pode ser utilizado como repositório de conteúdo diversos,
como: vídeos, áudios, artigos, ebooks dentre outros que possibilitam o acesso
discente a qualquer lugar e tempo.
Há ainda o Sistema Acadêmico em que o aluno tem a possibilidade
de acompanhar o Plano de Trabalho da Disciplina, as notas e frequências de
modo a imprimir transparência das ações acadêmicas e pedagógicas no curso.
Tem-se, também, o Pergamum, recurso em que os discentes e docentes
possuem acesso à biblioteca on-line, podendo realizar pesquisa em livros ou
periódicos acerca de assuntos sobre sua área de formação e/ou de interesse
diversos.
Por fim as aulas são mediadas por recursos tecnológicos como o
uso de Projetores de Multimídia e computadores interligadas com a rede de
internet wi-fi gratuita com acesso liberado aos alunos, permitindo uma troca de

62

informações e acesso às plataformas de exibição de vídeos e materiais de
consulta durante as aulas.
O Curso de Administração Pública – Bacharelado – congrega
docentes e discentes a uma série derecursos tecnológicos na conexão do
trinômio universitário ensino-pesquisa-extensão. O uso das Tecnologias da
Informação e da Comunicação – TICs – ocorre em estudos coletivos,
individuais, em apoios de monitoria e formação etc. Os estudantes acessam
tais tecnologias como ferramenta de inclusão digital indispensável à formação
de bacharel em administração pública. Os professores podem usar plataformas
digitais de interação, tais como blogs e sites no qual disponibilizam material de
consulta e oferecem espaço para procedimentos de interação assíncronos. As
unidades do curso usam, inclusive, as plataformas das redes sociais para
manter a comunicação com os alunos, por via de perfil próprio e grupos de
debate exclusivos dos alunos.
Tanto pelo Moodle, quanto pelos perfis das redes sociais (página
oficial do curso no Facebook e Grupo Fechado do Instituto e dos cursos), são
disponibilizados avisos, ações, agilizando o relacionamento e a troca de
informações de forma assíncrona e intermitente entre a comunidade atendida
pelo curso. Inclusive, o curso está em processo de implementação de um
banco de dados virtual com os TCCs produzidos pelos alunos do curso,
visando à ampliação do acesso à pesquisa.
As aulas são mediadas por recursos tecnológicos como o uso de
Projetores de Multimídia e computadores interligadas com a rede de internet
wi-fi gratuita com acesso liberado aos alunos, permitindo uma troca de
informações e acesso às plataformas de exibição de vídeos e materiais de
consulta durante as aulas. Há, portanto, uma forma relacionada a saberes
interconectados com experiências de sala de aula e execuções práticas
fomentadas por atividades didáticas diversas. Os estudantes participam de
programas como o PIBIC que lhes possibilitam articular tecnologias e o uso de

63

softwares na medida em que executam os projetos demandados às
capacidades do futuro bacharel em Administração Pública.

11. PROCEDIMENTOS DE ACOMPANHAMENTO E
DEAVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINOAPRENDIZAGEM
A avaliação é um fator de gestão no sentido de possibilitar
correções,

reorientar

práticas

pedagógicas,

refletir

sobre

os

projetos

pedagógicos, delimitar os obstáculos administrativos. Deste modo, ela precisa
estar definida, de forma clara e objetiva, no Projeto Pedagógico que, deverá
prever tempo amplo para o processo de auto-avaliação pedagógica. A
avaliação é um mecanismo que contribui para as respostas dadas às
demandas da sociedade e da comunidade científica e deve ser entendida como
um processo amplo e co-participativo, respeitando os critérios estabelecidos no
regulamento geral dos cursos de graduação, a fim de garantir a autonomia do
discente de forma contínua e efetiva. O acompanhamento e a avaliação do
processo ensino-aprendizagem deverão estar em consonância com a própria
dinâmica curricular resultando na sistematização e disponibilização das
informações aos estudantes, a fim de realizar ações para a melhoria da
aprendizagem em função das avaliações realizadas.
A avaliação é, portanto, uma atitude de responsabilidade da
instituição, dos professores e dos alunos acerca do processo formativo. A
avaliação que aqui se propõe não é uma atividade puramente técnica, ela deve
ser processual e formativa; e, manter coerência com todos os aspectos do
planejamento e execução do Projeto Pedagógico do curso. Ela transcende a
concepção de avaliação da aprendizagem e é integrada ao PPC como dado
que interfere consistentemente na ação pedagógica do curso, de maneira que
garanta

a

flexibilização

curricular

e

que

permita

a

adequação

do

desenvolvimento acadêmico à realidade na qual se insere a UFAL.
64

Assim, a avaliação deve ser percebida como movimento de reflexão
sobre os constitutivos do processo de ensino-aprendizagem, do plano políticopedagógico e das atividades curriculares e extracurriculares.

12. APOIO AO DISCENTE
O apoio discente visa garantir acolhimento e permanência dos
graduandos de Administração Pública por meio do NAD – Núcleo de Apoio
Discente da Universidade para que permitam acessibilidade metodológica e
instrumental aos graduandos.
O NAD – Núcleo de Apoio Discente, é uma instância de apoio
acadêmico voltada para otimizar a presença do aluno do curso de
Administração Pública – Bacharelado, nas atividades universitárias, visando
reduzir o índice de evasão, retenção e maximizar o processo de aprendizagem
e vivência dentro do curso.
O NAD1 visa promover diversas ações através de programas de
inserção e capacitação continuada do estudante no universo acadêmico. É pelo
NAD que são desenvolvidas as ações de Monitoria Institucional; Simulados
de Capacitação, visando o estabelecimento de ferramentas de avaliação de
desempenho; Tutoria, onde alunos veteranos acompanham alunos novatos
nas atividades acadêmicas e sociais do curso;Publicação do Guia de
Sobrevivência para o aluno ingressante no curso, idealizado e redigido pelos
alunos do curso visando instruir os recém-chegados com as principais
informações, localizações e procedimentos de rotina no curso e na UFAL.
No que se refere à Monitoria, o Núcleo de Apoio Discente conduzirá
o processo seletivo dos monitores seguindo cronograma da Ufal, e
acompanhará, através de encontros com os professores responsáveis pela(s)
disciplina(s) e com os monitores, o desempenho discente. O cronograma de
1

A coordenação das atividades do Núcleo de Apoio Discente será feita por dois docentes (titular e
suplente) integrantes do colegiado.

65

acompanhamento das atividades será apresentado pelo responsável pela
atividade após conclusão de cada processo seletivo.
A Tutoria, segue os pressupostos da Resolução n. 25/2005, em seu
art. 5º, § 2º prevê a implementação do sistema de tutoria para o atendimento
dos(as) alunos(as) reprovados(as) por média, em turmas que não alcancem o
mínimo necessário para a formação de turma extra. Nesta situação, não
havendo a oferta regular da disciplina no semestre seguinte, o colegiado do
curso organizará um programa de tutoria no qual o (a) aluno (a) será
matriculado (a), e designará um (a) professor (a) para lhe acompanhar e
avaliar, sem a necessidade da formação de turma convencional.
As Palestras ouMini-cursos que visam à atualização discente e
devem prioritariamente versar sobre temas (ou abordagens) contemporâneos,
contemplando temáticas diversas e circulantes no mundo presente, em escalas
local e global, não devendo se restringir apenas à área de formação.
Além da representação estudantil já consolidada nas reuniões do
colegiado e do amplo diálogo entre as lideranças discentes e o corpo de
professores, os alunos instituíram o Centro Acadêmico do curso de
Administração Pública, mediante a realização dos procedimentos formais
cabíveis, por meio desta representação estudantil há o fortalecimento das
relações entre docentes, discentes e espaço universitário permitindo tomadas
de decisão conjuntas.
Ainda é responsabilidade do NAD apoio no acompanhamento de
estágios não obrigatórios e apoio aos discentes interessados em realizar
intercâmbios

nacionais

e

internacionais

que

promovam

ações

comprovadamente exitosas ou inovadoras.
Outra inciativa discente é a constituição da empresa júnior de
administração pública, com início em 2016, e objetivando uma maior atuação
profissional dos membros envolvidos.
Sobre o horário de atendimento aos alunos, a coordenação conta
com dois bolsistas de apoio administrativo, em atuação durante todo o horário

66

do curso (noturno). Além disso, o horário de atendimento por parte dos
professores fica distribuído segundo uma escala semanal, na qual cada
professor disponibiliza os horários em que ficará responsável por atender os
alunos. Os docentes trabalham na atividade de atendimento no mínimo 04
(quatro) horas por semana.

13. NÚMERO DE VAGAS
O número de vagas do curso foi fundamentado em estudo
quantitativos e qualitativos com a comunidade acadêmica antes da abertura da
graduação em Administração pública, sendo avaliada a pertinência para a
região e a capacidade da instituição UFAL Arapiraca acolher o curso.
Com a oferta de 40 vagas anuais, o curso conta com um corpo
docente com o total de 09 professores, em carga horária de 40 horas, em
regime de Dedicação Exclusiva, efetivo em dimensões adequadas ao
quantitativo de alunos.
Quanto à infraestrutura física do campus para abrigar tal quantitativo
de vagas, cumpre mencionar que o curso funciona em turno noturno, quando a
Universidade possui estrutura ociosa, uma vez que, nesse horário, funcionam
apenas outros dois cursos: Letras e Pedagogia. Além das salas de aula com
capacidade para os 40 alunos de cada turma, o campus possui infraestrutura
física e tecnológica para a realização de atividades extraclasse.

14. EMENTAS, BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR

67

14.1 Disciplinas Obrigatórias de conteúdo de Formação Básica
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

1
º

Informações Básicas
SOCIEDADE E CULTURA
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
72
72

EMENTA
Sociedade como lócus das relações sociais. Conceito de cultura e notas
antropológicas. Reflexões sobre o conceito de sociedade e sua interface com
a cultura. A indústria cultural de massa e seu lugar na sociedade capitalista.
Cultura e democracia. Discussão sobre a formação sociocultural brasileira.
Relações étnico-raciais no Brasil e no Nordeste.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CANCLINI. Nestor Garcia. As culturas populares no capitalismo. São Paulo:
Brasiliense, 1983.
CHAUÍ, Marilena. Cultura e democracia. Salvador: Fundação Pedro Calmon,
2009.
LARAIA, Roque de Barros. Cultura, um conceito antropológico. Rio de janeiro:
Zahar, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHINOY, Ely. Sociedade: Uma introdução à sociologia. São Paulo. Ed.
Cultrix, 2002.
DAMATTA, Roberto. O que faz o brasil, Brasil?. Rio de Janeiro: Editora
Rocco, 2005.
FREYRE, Gilberto. Casa-Grande & Senzala, 50a edição. Global Editora.
2005.
ORTIZ, Renato. Universalismo e diversidade: Contradições da modernidademundo. São Paulo: Boitempo editorial, 2015.
RIBEIRO, Darcy. O Povo Brasileiro: A formação e o sentido de Brasil. 2a ed.
São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

68

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

1
º

Informações Básicas
– RACIOCÍNIO LÓGICO E QUANTITATIVO
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
72
72

EMENTA
Introdução à Lógica: contextualização, proposições, valores-verdade,
formalização, conectivos. Tabela-verdade. Equivalências e implicações
lógicas. Álgebra das proposições, argumentos, sentenças abertas, operações
lógicas sobre sentenças abertas e quantificadores. Análise combinatória.
Funções e equações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KELLER, Vicente; BASTOS, Cleverson Leite. Aprendendo lógica. 19. ed.
Petrópolis: Vozes, 2011.
OLIVEIRA, Rômulo Nunes de; OLIVEIRA, ElthonAllex da Silva. Lógica no
cotidiano: ampliando o seu alcance. Florianópolis, SC: Bookess, 2012.
HAZZAN, Samuel. Fundamentos de matemática elementar, 5: combinatória,
probabilidade. São Paulo: Atual, 1993.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MORTARI, Cezar Augusto. Introdução à lógica. São Paulo: Ed. UNESP:
Imprensa Oficial, 2001.
SALMON, Wesley C. Lógica. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
WALTON, Douglas N. Lógica informal: manual de argumentação crítica. São
Paulo, SP: Martins Fontes, 2006.
ALENCAR FILHO, Edgard de. Iniciação à lógica matemática. São Paulo:
Nobel, 1975.
LEHMAN, E.; LEIGHTON, F. T.; MEYER, A. R.Mathematics for Computer
Science. 2017.

69

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

1
º

Informações Básicas
– FUNDAMENTOS DE CIÊNCIA POLÍTICA
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
72
72

EMENTA
Contextualização de temas pertinentes a Ciência Política: poder, governo,
Estado e sociedade. Evolução histórica do pensamento político: Grécia,
Roma, Idade Média, Idade Moderna. Teoria do Estado: Estado Moderno,
Estado Contemporâneo. Elementos, organização e funções do Estado.
Formas de Estado. Formas e regimes de governo. Sistemas de governo.
Partidos políticos. Democracia e Sociedade. População, povo, nação e
território. Poder do Estado. Separação dos poderes. Sociedade Civil e Ação
Política. Tendências contemporâneas em Teoria Política e do Estado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AZAMBUJA, Darcy. Introdução à Ciência Política. 7ª edição. Rio de Janeiro:
Editora Globo, 1989.
BOBBIO, N. Estado, governo, sociedade: para uma teoria geral da política.
Rio deJaneiro: Paz e Terra, 1987.
BOBBIO, Norberto; MATTEUCCI, Nicola; PASQUINO, Gianfranco. Dicionário
de Política. Trad. Carmem C. Varrialeet al. 13ª ed. Brasília: UNB, 2010.
BONAVIDES, Paulo. Ciência Política. São Paulo: Malheiros Editores, 2009.
DALLARI, Dalmo de Abreu. Elementos de teoria geral do Estado. São Paulo:
Saraiva, 2005.
RIBEIRO, Renato Janine. A Democracia. Publifolha. São Paulo, 2008.
WEFFORT, Francisco, C. (Org). Os clássicos da política. V. 1. 14. ed. – São
Paulo: Ática, 2006
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
RUNCIMAN, Walter Garrison. Ciência social e teoria política. Rio de Janeiro:
Zahar, 1966.
STRECK, Lenio Luiz; MORAIS, José Luis Bolzan de. Ciência política e teoria
geral do Estado. 7.ed. Porto Alegre: Liv. dos Advogados, 2010.
WEBER, Max. Ciência e política: duas vocações. Cultrix, 1968.

70

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Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS ECONÔMICAS
Período
Carga Horária
1
Teórica
Prática
Total
Noturno
º
72
72
EMENTA
A disciplina tem por objetivo propiciar aos discentes a familiarização com os
princípios básicos e fundamentais da teoria econômica, despertando-lhes o
interesse por suas aplicações nas diversas esferas de atuação profissional,
bem como fornecer-lhes um instrumental capaz de ajudá-los na compreensão
e interpretação de aspectos políticos e sociais das decisões públicas e dos
movimentos relativos ao mercado interno e externo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GREMAUD, Amaury Patrick; VASCONCELLOS, Marco Antônio Sandoval de;
TONETO JUNIOR, Rudinei. Economia Brasileira Contemporânea. São Paulo:
Atlas, 2009.
MANKIW, Gregory. Introdução à economia: princípios
macroeconomia. Rio de Janeiro: Campus, 2001.

de

micro

e

VASCONCELOS, Marco Antônio Sandoval de; GARCIA, Manuel Enriquez.
Fundamentos de Economia. 3ª ed. São Paulo: Saraiva, 2008.
WEBER, M. Economia e Sociedade. Brasília: Editora Universidade de
Brasília, 1991.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CORDEIRO, Marcos Pires. Economia para Administradores. São Paulo:
Saraiva,2005.
EQUIPE DE PROFESSORES DA USP. Manual de Economia. São
Paulo:Saraiva,2005.
MENDES, Carlos Magno; TREDEZINE, Cícero Antônio de Oliveira. Introdução
à economia. Maceió: Q Gráfica, 2007.
PARKIN, Michael. Economia. São Paulo: Pearson, 2009.
PINHO, Diva Benevides; VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de
(org.). Manual de introdução à economia. São Paulo: Saraiva, 2006.
ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à Economia. São Paulo: Atlas, 2000
TROSTER, Roberto Luis; MOCHON MORCILLO, Francisco. Introdução à
economia. São Paulo: Makron Books, 1994

71

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Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

1
º

Informações Básicas
– ESTATÍSTICA I
Carga Horária
Teórica
Prática
72
-

Total
72

EMENTA
Estudo dos principais mecanismos da estatística, facilitando a tomada de
decisão e utilização de métodos quantitativos específicos. A disciplina
abordará os seguintes itens: conceitos básicos de estatística, Estatística
descritiva, Introdução à probabilidade e suas aplicações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CRESPO. A. A. Estatística fácil. 19ª edição; São Paulo:Saraiva, 2009.
BECKER, J. L. Estatística básica: transformando dados em informação. Porto
Alegre: Bookman, 2015.
AGRESTI, A.; FINLAY, B. Métodos estatísticos para as Ciências Sociais. 4ª
ed. (Série Métodos de Pesquisa) Porto Alegre: Penso, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LARSON, R.; FARBER, L. Estatística aplicada. São Paulo: Prentice Hall do
Brasil, 2004.
BRUNI, A.L. Estatística Aplicada à Gestão Empresarial. São Paulo: Atlas,
2011.
FONSECA, J. S. da. MARTINS, G. de A. Curso de estatística. São Paulo:
Atlas, 1995.
TRIOLA, M.F. Introdução à Estatística. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
FERREIRA, D.F. Estatística Básica. Lavras. Editora UFLA, 2005.

72

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Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– FEDERALISMO E RELAÇÕES INTERGOVERNAMENTAIS
Período
Carga Horária
2
Teórica
Prática
Total
Noturno
º
72
72
EMENTA
A disciplina abordará os seguintes aspectos: introdução ao federalismo.
Federalismo no Brasil. Cooperação federativa. Federalismo Fiscal. Encargos
e responsabilidades federais e governos subnacionais. Federalismo e
conflitos distributivos: disputa dos estados por recursos orçamentários.
Governos estaduais no Federalismo Brasileiro. Federalismo e os municípios
brasileiros.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DALLARI, Dalmo de Abreu. Elementos de teoria geral do Estado. 22ª ed. São
Paulo, SP: Saraiva, 2001.
LINHARES, Paulo de Tarso Frazão. MENDES, Constantino Cronemberger.
LASSANCE, Antonio. Federalismo à brasileira: questões para discussão.
Brasília: Ipea, 2012.
NETO. Aristides Monteiro. Governos estaduais no federalismo brasileiro:
capacidades e limitações governativas em debate. Brasília: Ipea, 2014
FERREIRA, Wolgran Junqueira. O município à luz da Constituição Federal de
1988. 2ª ed. rev. Bauru: EDIPRO, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Luiz Sávio de. Federalismo e região: dois breves estudos. Maceió:
EDUFAL: Fundação e Casa de Penedo, 1997.
ARRETCHE, Marta. Federalismo e relações intergovernamentais no Brasil.
Dados Revista de Ciências Sociais, Rio de Janeiro, v.45, n. 3, p. 431 458,
2002.
NOGUEIRA, Octaciano. Constituições
Federal, CEE/ MCT, 2001.

brasileiras: 1824. Brasília:

Senado

PEREIRA-BRESSER, Luís Carlos. Estado, aparelho do Estado e sociedade
civil. Brasília: ENAP, 1995.
REZENDE, Fernando; OLIVEIRA, Fabrício (orgs) Descentralização e
Federalismo Fiscal no Brasil. Rio de Janeiro, Fundação Konrad Adenauer,
2003.
73

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Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– INFORMAÇÃO CONTÁBIL PARA GESTÃO
Período
Carga Horária
2
Teórica
Prática
Total
Noturno
º
72
72
EMENTA
Fundamentos da Contabilidade: conceito, objeto, objetivos, usuários das
informações contábeis e técnicas contábeis. Princípios de Contabilidade.
Patrimônio: conceito, aspectos, situação patrimonial e representação gráfica.
Procedimentos contábeis básicos. Contas e Plano de Contas. Escrituração e
Livros de Escrituração. Balancete de Verificação. Estrutura e elaboração das
Demonstrações Contábeis.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos. Curso de contabilidade para
não contadores: para as áreas de administração, economia, direito,
engenharia. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2011.
MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 10ª ed. São Paulo: Atlas, 2009.
______. Contabilidade empresarial. 14ª ed. São Paulo: Atlas, 2009.
PADOVEZE, Clovis Luis. Manual de contabilidade básica: contabilidade
introdutória e intermediária: texto e exercícios. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABREU, Ari F. de. Fundamentos de contabilidade utilizando o Excel. São
Paulo: Saraiva; 2005.
CRUZ, June Alisson Westarb; ANDRICH, Emir Guimarães; SCHIER, Carlos
Ubiratan da Costa. Contabilidade introdutória descomplicada. 4ª ed. Curitiba:
Juruá, 2011.
MÜLLER, Aderbal Nicolas. Contabilidade básica: fundamentos essenciais.
São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.
SILVA, Cesar Augusto Tiburcio; TRISTÃO, Gilberto. Contabilidade básica. 4ª
ed. São Paulo: Atlas, 2009.

74

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Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

2
º

Informações Básicas
– MATEMÁTICA I
Carga Horária
Teórica
Prática
72
-

Total
72

EMENTA
Estuda o conhecimento dos principais mecanismos da matemática, afim de
facilitar a tomada de decisão e utilização de métodos específicos de gestão.
Conteúdos: Revisão de matemática elementar. Limite e Continuidade.
Derivadas. Regras de derivação: soma, subtração, produto, quociente e
cadeia, com aplicação nas Ciências Sociais. Estudo de funções diferenciáveis
e integrais aplicadas à gestão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GOLDSTEIN, Larry J. et al. Matemática aplicada: economia, administração e
contabilidade. São Paulo: Bookman Editora, 2016.
HARIKI, Seiji. Matemática Aplicada: Administração, Economia, Contabilidade.
São Paulo: Saraiva, 2010.
HOFFMANN, Laurence D. Cálculo: Um Curso Moderno e suas aplicações. 11ª
ed. Rio de Janeiro: LTC S/A, 2015.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MUROLO, Afrânio Carlos. BONETO, Giácomo Augusto. Matemática Aplicada
à Administração, Economia e Contabilidade. 2ª ed. São Paulo: CENGAGE,
2011.
SOO, T. Tan. Matemática aplicada a administração e economia: tradução da
9ª edição norte-americana. 3ª ed. São Paulo: CENGAGE, 2014.
CHIANG, Alpha; WAINWRIGHT, Kevin. Matemática para economistas. Rio de
Janeiro: Campus, 2006.
SIMON; Carl; BLUME, Lawrence. Matemática para economistas. Porto Alegre:
Bookman, 2004.
GUIDORIZZI. Um curso de cálculo - vol. 1. 5ª edição, LTC, 2001.

75

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Período
Noturno

3
º

Informações Básicas
– MICROECONOMIA
Carga Horária
Teórica
Prática
72
-

Total
72

EMENTA
Estudo do funcionamento do mercado, das decisões econômicas dos
consumidores e dos produtores e os impactos de políticas econômicas, afim
de entender o papel das estratégias na tomada de decisões, principalmente
em oligopólios, apresentamos a teoria de jogos em nível introdutório. Nesse
estudo busca-se analisar o equilíbrio de mercado (parcial), o impacto de
choques exógenos no equilíbrio, elasticidades, os efeitos de bem-estar de
políticas governamentais nos mercados competitivos, utilizando exemplos
reais da economia Brasileira e internacional, para que o aluno esteja
habilitado a analisar os problemas microeconômicos de maneira qualitativa e
quantitativa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MANKIW, N. Gregory. Introdução à economia: princípios de micro e
macroeconomia. Rio de Janeiro: Campus, 2001.
PINDYCK, R.S. & RUBINFELD, D.L. Microeconomia: 4ª ed. São Paulo,
Makron, 1999.
VARIAN, H.R. Microeconomia: princípios básicos. Rio de Janeiro: Campus,
2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAIDYA, T.K.N; AJUBE, F.A.L; MENDES,
microeconomia. São Paulo:Atlas, 1999.

M.R.C.

Introdução

a

COSTA, Fernando Nogueira da. Economia: em 10 lições. São Paulo, Makron
Books, 2000.
MONTORO FILHO, André Franco etalli. Manual de Economia: equipe de
professores USP. São Paulo, Saraiva. 1998.
SOUZA, Washington José de. Economia micro e macro. Maceió: Q Gráfica,
2008.

76

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Período
Noturno

3
º

Informações Básicas
– INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
72
72

EMENTA
Condicionantes sociais, históricos e econômicos do surgimento da
administração como área do conhecimento científico; Evolução das teorias
administrativas e suas escolas de pensamentos (Administração Científica,
Clássica, Abordagem das Relações Humanas, Modelo Burocrático, SistêmicoContingencial); e apresentar os aspectos gerais das atividades administrativas
no que diz respeito aos aspectos de: planejamento, organização, direção e
controle.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução à administração. 8ª ed. São
Paulo: Atlas, 2011.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria geral da administração: da
revolução urbana à revolução digital. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2006.
MORGAN, G. Imagens da Organização. São Paulo: Atlas, 2002.
MOTTA, Fernando C. Prestes; VASCONCELOS, Isabela F. Gouveia
de. Teoria Geral da Administração. 3ª ed. São Paulo: CENGAGE, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 7ª ed.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
LACOMBE,
Francisco
José
Masset;
HEILBORN,
Gilberto
Luiz
José. Administração: princípios e tendências. 2ª ed. São Paulo: Saraiva, 2008.
SILVA, R. O. Teorias da Administração. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2008.

77

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Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– INSTITUIÇÕES DE DIREITO PÚBLICO E PRIVADO
Período
Carga Horária
3
Teórica
Prática
Total
Noturno
º
72
72

-

EMENTA
Noções de Direito, princípios, norma jurídica e outras normas sociais. Fontes
do Direito. Conceito de Estado: origem, formação e elementos. Estado de
Direito, Estado Social de Direito e Estado Democrático de Direito. Poder e
funções do Estado. Formas de Estado, formas de Governo e sistemas de
Governo. Organização do Estado brasileiro. Poder Executivo, Legislativo e
Judiciário: funções, organização e responsabilidade. Processo legislativo.
Constituição: classificação e poder constituinte. Supremacia da Constituição,
controle de constitucionalidade e remédios constitucionais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DALLARI, D.A. Elementos da Teoria Geral do Estado, São Paulo: Saraiva,
1989
MARTINS, S. P. Instituições de Direito Público e Privado. São Paulo: Atlas,
2002
PEREIRA, BRUNO YEPES. Curso de Direito Internacional Público. São
Paulo: Saraiva, 2009
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, K.G. Direito Constitucional Público, Belo Horizonte: Del Rey,
1999
DOWER, N. G. Instituições de Direito Público e Privado. São Paulo:Saraiva,
2005.
SILVA, J.A. Curso de Direito Constitucional Positivo, São Paulo: Revista dos
Tribunais/Malheiros Editores, 2002.

78

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Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

3
º

Informações Básicas
– SOCIEDADE E DESENVOLVIMENTO
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
72
72

-

EMENTA
Discussão sobre a sociedade brasileira a partir de seu desenvolvimento e as
contradições assumidas por esse na sua formação social. O Estado e suas
intervenções na sociedade brasileira. Relações de trabalho. Desenvolvimento
e meio ambiente. Flexibilização das relações de trabalho. Os processos de
trabalho no capitalismo contemporâneo. Direitos humanos e democracia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHAUÍ, Marilena; SANTOS, Boaventura de Souza. Direitos humanos,
democracia e desenvolvimento. São Paulo: CORTEZ, 2013.
OLIVEIRA, Francisco. Crítica à razão dualista / O ornitorrinco. São Paulo.
Boitempo editorial, 2003.
PRADO JR., Caio. Formação do Brasil contemporâneo. São Paulo:
Brasiliense, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBOSA, Alexandre de Freitas (Org.) O Brasil real: a desigualdade para
além dos indicadores. São Paulo: Outras expressões, 2012.
DIEGUES, A. C. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo:
Annablume/Hucitec, USP, 2002.
FURTADO, Celso. O Mito do desenvolvimento Econômico. Rio de Janeiro,
Paz e Terra, 1974.
SEN, Amartya. Desenvolvimento como liberdade. São Paulo: Companhia das
letras, 2010.
VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento sustentável: o desafio do século XXI Rio de Janeiro: Garamond, 2008.

79

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Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

4
º

Informações Básicas
– DIREITO ADMINISTRATIVO
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
72
72

-

EMENTA
Pessoas jurídicas administrativas. Fontes do Direito Administrativo.
Administração Pública Direta e Indireta. Regime jurídico-administrativo.
Princípios constitucionais do Direito Administrativo. Poderes Administrativos.
Organização Administrativa. Órgãos Administrativos. Atos Administrativos.
Noções gerais sobre procedimento administrativo. Responsabilidade civil da
administração pública. Crimes contra a administração pública.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DI PIETRO, M.S.Z. Direito Administrativo. 23ª ed. São Paulo, Atlas, 2010.
JUSTEN FILHO, M. Curso de Direito Administrativo. São Paulo: Saraiva,
2005.
MEIRELLES, H.L. Direito Administrativo Brasileiro. São Paulo: Malheiros,
2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BASTOS, C.R. Curso de Direito Administrativo. São Paulo: Saraiva, 1995.
CRETELLA JR,J. Curso de Direito Administrativo. São Paulo: Forense, 1992.
MELLO, C.A.B. Curso de Direito Administrativo. 16ª ed. São Paulo: Malheiros,
2004.

80

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Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

4
º

Informações Básicas
– MACROECONOMIA
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
72
72

-

EMENTA
Fundamentos da análise macroeconômica; Problemas macroeconômicos;
Modelos macroeconômicos; Contabilidade Nacional; Determinantes da
demanda e oferta agregada; Moeda, juros e renda; Relações com o exterior;
Equilíbrio geral; Política econômica; O papel do governo; Inflação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BACHA, Carlos José Caetano; LIMA, Roberto Arruda de Souza.
Macroeconomia: teorias e aplicações à economia brasileira. Campinas:
Alinea, 2006.
BLANCHARD, Olivier (Olivier J.). Macroeconomia: teoria e política econômica.
Rio de Janeiro: Campus, 1999
LOPES, L. M. & VASCONCELLOS, M A S. Manual de macroeconomia básico
e intermediário. São Paulo: Atlas, 2008.
MANKIW, N. Gregory. Macroeconomia. 7ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DORNBUSH, R. e Fischer, S. Macroeconomics. 6ª ed. New York: McGraw-Hill
1994.
HALL, R.E. e TAYLOR, J.B. Macroeconomia: Teoria, Desempenho e Política.
Rio de Janeiro: Campus, 1989.

81

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Período
Noturno

5
º

Informações Básicas
– ECONOMIA BRASILEIRA
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
72
72

EMENTA
Evolução histórica do desenvolvimento econômico brasileiro no período
republicano. O processo de substituição das Importações. A Era Vargas. JK:
50anos em 5. Milagre econômico. I e II PND. A década perdida. Planos de
Estabilização: do cruzado aoPlano Real. A evolução recente da economia no
Brasil e seus impactos para a sociedade: agricultura e indústria; comércio
exterior; inflação; relações intersetoriais e regionais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAER, W. A economia brasileira. São Paulo. Nobel, 1996
GREMAUD, Amaury Patrick; VASCONCELLOS, Marco Antônio Sandoval de;
TONETO JÚNIOR, Rudinei. Economia brasileira contemporânea. 7ª ed. Atlas,
2007.
FURTADO, C. Formação Econômica do Brasil. 23ª ed. São Paulo: Nacional,
1989.
LANZANA, Antônio Evaristo Teixeira. Economia brasileira: da estabilização ao
crescimento. São Paulo: Atlas, 2009.
___________. Economia brasileira: uma introdução crítica. 3ª ed. São Paulo:
Atlas, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LOPES, L. Economia Brasileira: Da Estabilização ao Crescimento. São Paulo:
Atlas, 2009.
TAVARES, M. C. Da Substituição de Importações ao Capitalismo Financeiro.
Rio de Janeiro: Zahar, 1984.
VERSIANI, F. Formação Econômica do
Industrialização. São Paulo: Saraiva, 1978.

Brasil:

A

Experiência

da

82

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Período
Noturno

5
º

Informações Básicas
– LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
72
72

-

EMENTA
O papel do Estado e o sistema tributário. Política tributária e construção
normativa. Princípios do Direito Tributário. Análise de conceitos de Direito
Tributário. Tributação na Constituição Federal. Hipótese de incidência, fato
gerador e obrigação tributária. Espécies de tributos. Legislação financeira e
orçamentária.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALBUQUERQUE, Claudiano Manoel de; MEDEIROS, Márcio Bastos; SILVA,
Paulo Henrique Feijó da. Gestão de finanças públicas: fundamentos e práticas
de planejamento, orçamento e administração financeira com responsabilidade
fiscal. 2ª ed. Brasília: Gestão Pública, 2008.
BATISTA JUNIOR, O.A. O Planejamento Fiscal e a Interpretação no Direito
Tributário. Belo Horizonte, Melhoramentos, 2002.
SABOYA, Maurício; BOUERI, Rogério. Aspectos do desenvolvimento fiscal.
Distrito Federal: IPEA, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAMPOS, C.H.: Prática de Planejamento Tributário: como fazer Planejamento
Tributário. São Paulo: QuartierLatin, 2007.
BORGES, H.B. Planejamento Tributário: IPI, ICMS, ISS e IR. 6ª ed. rev., São
Paulo, Atlas, 2001.
______. Gerência de Impostos: IPI, ICMS e ISS.3ª ed. São Paulo, Atlas, 2001.

83

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Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– MATEMÁTICA FINANCEIRA E ANÁLISE DE INVESTIMENTO
Período
Carga Horária
5
Teórica
Prática
Total
Noturno
º
72
72
EMENTA
Estudo das capitalizações simples e composta. Descontos simples e
composto. Fluxos de caixa e equivalência de fluxos de caixa. Sistemas de
Amortização de empréstimo e financiamento. Noções de análise de
investimento. Introdução à análise de projetos de investimentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 13ª ed.
São Paulo: Atlas, 2016.
SAMANEZ, Carlos Patricio. Matemática financeira: aplicações à análise de
investimentos. 4ª ed. Prentice Hall, 2006.
PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática financeira: objetiva e aplicada. 9ª
ed. São Paulo: Saraiva, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SOBRINHO, J. D. V. Manual de aplicações financeiras HP-12c. 3ª ed. São
Paulo: Atlas, 2008.
FRANCISCO, Walter de. Matemática financeira. 7ª ed. São Paulo: Atlas,
1991.
FERREIRA, Roberto G. Tesouro direto e outros investimentos financeiros:
LTN, LFT, NTN, CDB, RDB, LCI e LI: planos financeiros e atuariais de
aposentadoria. São Paulo: Atlas, 2015.
HOJI, Masakazu. Administração financeira e orçamentária: matemática
financeira aplicada, estratégias financeiras, orçamento empresarial. 9ª ed. São
Paulo: Atlas, 2010.
LEMES JÚNIOR, Antônio Barbosa; RIGO, Cláudio Miessa; CHEROBIM, Ana
Paula MussiSzabo. Administração financeira: princípios, fundamentos e
práticas brasileiras. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
ROSS, Stephen A.; WESTERFIELD, Randolph W; JAFFE, Jeffrey F.
Administraçãofinanceira: corporate finance. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2002

84

14.2 Disciplinas Obrigatórias de conteúdo de Formação
Profissional
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Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
Período
Carga Horária
2
Teórica
Prática
Total
Noturno
º
72
72

-

EMENTA
Escolas do pensamento administrativo. Teoria administrativa sob o foco da
Administração Pública. Tradições do estudo de administração pública:
administração pública antiga, gerencialista e novo serviço público. Dicotomias:
entre política e administração, entre teoria e prática, entre fato e valor etc. O
Novo Serviço Público e a Coprodução.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DENHARDT, Robert B. Teorias da administração pública. 6.ed. São Paulo,
SP: Cengage Learning, 2012.
PALUDO, Augustinho. Administração Pública. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
PASCARELLI FILHO, Mário. A nova administração pública:profissionalização,
eficiência e governança. São Paulo: DVS, 2018.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FERLIE, E. A nova administração pública em ação. Brasília: ENAP, 1999.
NUNES, Edson de Oliveira et al. Agências reguladoras e reforma do Estado
no Brasil:inovação e continuidade no sistema político institucional. Rio de
Janeiro: Garamond, 2007.
OSBORNE, D; GAEBLER, T. Reinventando o governo: como o espírito
empreendedor está transformando o setor público. 2ª ed. Brasília: M.H.
Comunicação, 1994.
PEREZ, Marcos Augusto. A administração pública democrática:institutos de
participação popular na administração pública. Belo Horizonte: Fórum, 2004.

85

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
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Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– ESTATÍSTICA AVANÇADA PARA GESTÃO
Período
Carga Horária
2
Teórica
Prática
Total
Noturno
º
72
72

-

EMENTA
Estudo da Estatística Avançada na Administração Pública, abondando uma
introdução conceitual da Estatística Inferencial e suas aplicações. Assim, a
matéria trata de probabilidade, das distribuições discretas e contínuas de
amostragem, dos intervalos de confiança, testes de hipóteses e regressões
lineares simples e múltiplas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANDERSON, D.R.; SWEENEY, D.J.; WILLIAMS, T.A.; Estatística Aplicada à
Administração e Economia. 3ª ed. São Paulo: Cengage Learning, 2014.
TAVARES, Marcelo. Estatística aplicada à administração.3ª ed. rev.ampl.
Florianópolis: Departamento de Ciências da Administração / UFSC; [Brasília]:
CAPES: UAB, 2014.
DOANE, D. P.; SEWARD, L. E. Estatística aplicada à administração e
economia. 4ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LEVINE,
David
M;
STEPHAN,
David
F.;
BERENSON,
Mark
L. Estatística: teoria e aplicações: usando o Microsoft Excel em português. 7ª
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
MORETTIN, Pedro A; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Estatística básica. 5ª ed.
São Paulo: Saraiva, 2002.
FREUND, J. E.; SIMON, G. A. Estatística Aplicada: economia, administração
e contabilidade. Porto Alegre: Bookman, 2000.
LARSON, R.; FARBER, L. Estatística aplicada. São Paulo: Prentice Hall do
Brasil, 2004.
BARBETTA, P.A. Estatística aplicada às ciências sociais. Florianópolis.
Editora da UFSC, 2008.

86

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

3
º

Informações Básicas
– CONTABILIDADE PÚBLICA
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
72
72

-

EMENTA
Campo de aplicação da contabilidade pública.Patrimônio público. Orçamento
Público. Receita e despesa pública. Plano de Contas aplicado ao Setor
Público (PCASP).Sistema Contábil Público. Contabilização na Administração
Pública. Demonstrações Contábeis exigidas pela Lei nº 4.320/64.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARAÚJO, I: Contabilidade Pública: da teoria à prática. São Paulo: Saraiva,
2004.
JANNY TEIXEIRA, H & SANTANA, S M. Remodelando a gestão pública. São
Paulo: Edgard Blücher, 1994.
KOHAMA, H. Contabilidade pública: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 1995.
___________. Balanços públicos: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANGELICO, J. Contabilidade pública. São Paulo: Atlas, 1992.
CARVALHO, Deusvaldo. Orçamento e contabilidade pública: teoria, prática e
mais de 800 exercícios. 5. ed. rev. e ampliada. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
CRUZ, F. Auditoria governamental. São Paulo: Atlas, 1997.
IUDICIBUS, S; MARTINS, E; e GELBCKE, E R. Manual de contabilidade das
sociedades por ações. São Paulo: Atlas, 1995.

87

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– ACE I / PROJETO / 1ª SEMESTRALIDADE
Período
Carga Horária
Modalidade
Projeto
4
Teórica
Prática
Total
Noturno
1ª
semestralidade
º
72
72
EMENTA
Açõesde extensão no campo da Administração Pública. Capacitação,
diagnóstico,planejamento, monitoramento e avaliação, sob a forma de
elaboração de projetos,consultorias temáticas, acompanhamento, apoio e/ou
orientação organizacionalrelacionado às disciplinas e temas de interesse do
curso. Construção de estratégiasque permitam capacitar pessoas, melhorar
processos, fortalecer organizações,divulgar e fortalecer políticas públicas e
solucionar problemas, além de contribuirpositivamente com a sociedade e
com o fortalecimento dos espaços democráticos,participativos e sociais do
Estado de Alagoas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
O IMPACTO das cotas nas universidades brasileiras (2004-2012). Salvador:
Ministério da Educação,Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e
Diversidade, 2013.
OSBORNE, D; GAEBLER, T. Reinventando o governo: como o espírito
empreendedor está transformando o setor público. 2ª ed. Brasília: M.H.
Comunicação, 1994.
MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil:identidade
nacional versus identidade negra. 2ª ed. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.
PALUDO, Augustinho. Administração Pública. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE, Luiz Antônio Botelho; SILVA, Edson Pereira. A Universidade e
sua relação com o outro: um conceito para extensão universitária. Educação
Brasileira, v. 23, n. 47, p. 65-79, 2001.
BRASIL. Lei 12.288 DE 20/07/2010. Institui o Estatuto da Igualdade Racial.
BRASIL. Lei 12.711 de 29/08/2012. Dispõe sobre o ingresso nas
universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível
médio e dá outras providências.
BRASIL. Lei 13.146 de 06/07/2015. Institui a lei brasileira de inclusão da
pessoa com deficiência.

88

FREIRE, Paulo.Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1983. CASTELO BRANCO, Alba Lúcia; GUIMARÃES, Regina Guedes
Moreira; ARAÚJO FILHO, Targino de. (org.). Extensão universitária:
conceitos, métodos e práticas. Rio de Janeiro, v. 1, p. 41-55, 2003.
REDE NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Documentos. Plano
Nacional
de
Extensão
Universitária,
2001.
Disponível
em:
<http://www.renex.org.br> Acesso em: 15 dez. 2004.
GURGEL, R. M. Extensão Universitária: Comunicação ou domesticação? São
Paulo: Cortez, 1986.
BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre
universidade e comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9, n.1, p.
157-169, jan./jun. 2007.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Fórum de Pró-Reitores de Extensão das
Universidades Públicas Brasileiras e SESu/MEC. Política Nacional de
Extensão Universitária, Manaus, 2012.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, UFAL. Resolução nº 04/2018 –
Consuni/UFAL de 19 de fevereiro de 2018. Regulamenta as ações de
extensão como componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos
de cursos de graduação da UFAL.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, UFAL. Resolução nº 65/2014 –
Consuni/UFAL de 03 de novembro de 2014. Estabelece a atualização das
diretrizes gerais das atividades de extensão no âmbito da UFAL.

89

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– AUDITORIA E CONTROLADORIA NA GESTÃO PÚBLICA
Período
Carga Horária
4
Teórica
Prática
Total
Noturno
º
72
72
EMENTA
Princípios da Administração Pública. Estrutura e Sistema de controle na
Administração Pública.Organização e funcionamento do controle externo e
interno na administração pública. Controle social e transparência no Brasil.
Introdução à auditoria governamental. Normas fundamentais de auditoria.
Tipos de Auditoria Governamental. Auditoria interna e externa na
Administração Pública.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LIMA, Diana Vaz de; CASTRO, Róbison Gonçalves de. Fundamentos da
auditoria governamental e empresarial. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2009.
NAKAGAWA, Masayuki. Introdução à controladoria: conceitos, sistemas,
implementação. São Paulo, SP: Atlas, 2010.
PETER, Maria da Glória Arrais; MACHADO, Marcus Vinicius Veras. Manual
de auditoria governamental. São Paulo: Atlas, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DIAS, Sergio Vidal dos Santos. Auditoria de processos organizacionais: teoria,
finalidade, metodologia de trabalho e resultados esperados. 3ª ed. São Paulo:
Atlas, 2011.
MATIAS-PEREIRA, José. Manual de gestão pública contemporânea. 3ª ed.
rev. e atual. São Paulo: Atlas, 2010.
PADOVEZE, Clóvis Luís. Controladoria estratégica e operacional: conceitos,
estrutura e aplicação. 2ª ed. rev. e atual. São Paulo: Cengage Learning, 2009.

90

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

4
º

Informações Básicas
– POLÍTICAS PÚBLICAS
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
72
72

EMENTA
Concepções desenvolvimentista e neoliberal de políticas públicas. As
ambivalências do conceito de política e de políticas públicas. As noções de
público e privado, público e estatal, público e governamental. Tipologias de
Políticas Públicas. O Ciclo de Políticas Públicas. Instituições e atores no
processo de políticas públicas. Estilos de Políticas Públicas. O setor público
não-estatal e as políticas públicas. Noções de eficácia, eficiência e efetividade
das políticas públicas. Políticas Públicas e participação. Estudos de caso de
temas emergentes em políticas públicas. Políticas Públicas de promoção da
igualdade racial.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
TEIXEIRA, E. C.; RIBEIRO, I. (orgs.) Políticas Públicas e Cidadania. Coleção
Ufba em Campo - Estudos. Salvador: EDUFBA/PROEX, 2001.
SARAIVA, Enrique; FERRAREZI, Elisabete. (Org.). Políticas públicas.
coletânea volume 2. Brasília: ENAP, 2006.
SECCHI, Leonardo. Políticas públicas. Conceitos, esquemas de análise e
casos práticos. 2ª ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAPELLA, Ana Cláudia Niedhardt. Análise de políticas públicas: da técnica às
ideias. Idéias – Rev. Inst. Filos. Ciênc. Hum. UNICAMP, v.6, n.2, p.13-34,
jul/dez. 2015.
HOCHMAN, Gilberto; ARRETCHE, Marta; MARQUES, Eduardo. Políticas
Públicas no Brasil. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2007.
SANTOS, Boaventura de Souza (org.). Democratizar a democracia: os
caminhos da democracia participativa. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2002.

91

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– GESTÃO DE PESSOAS NO SETOR PÚBLICO
Período
Carga Horária
5
Teórica
Prática
Total
Noturno
º
72
72
EMENTA
Introdução à Burocracia; Evolução Histórica da burocracia brasileira;
Tendências da Gestão de pessoas face à Reforma do Aparelho do Estado e
dos Modelos Burocrático e Gerencial e Governança Democrática; Burocracia
de nível de rua; Gestão por Competências; Teorias de motivação, inteligência
emocional e outras.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BITENCOURT, Claudia. Gestão contemporânea de pessoas: novas práticas,
conceitos tradicionais. 2ª ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2010.
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. 3ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier:
Campus, 2008.
MILKOVICH, George T; BOUDREAU, John W. Administração de recursos
humanos. Atlas, 2000.
SNELL, Scott; BOHLANDER, George. Administração
humanos. São Paulo: Cengage Learning, 2010.

de

CHIAVENATO, Idalberto. Recursos
organizações. 8ª ed. Atlas, 2004.

humano

humanos: o

capital

recursos
das

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARROS, BetaniaTanure de; EVANS, Paul; PUCIK, Vladimir. A gestão de
pessoas no Brasil: virtudes e pecados capitais. Rio de Janeiro: ELSEVIER,
2007.
FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS, FGV. A estrutura da burocracia do Estado
brasileiro: uma análise a partir do funcionalismo público. Rio de Janeiro: FGV,
2016.
KANAANE, Roberto; FIEL FILHO, Alécio; FERREIRA, Maria das Graças
(Org). Gestão pública: planejamento, processos, sistemas de informação e
pessoas. São Paulo: Atlas, 2010.
LIPSKY, Michael. Burocracia do nível de rua. Brasília: ENAP, 2019.
PIRES, Alexandre Kalil et al. Gestão por competências em organizações de

92

governo. Brasília: ENAP, 2005.
PIRES, Roberto; LOTTA, Gabriela; OLIVEIRA, Vanessa Elias de (orgs).
Burocracia e políticas públicas no Brasil: interseções analíticas. Brasília: Ipea:
Enap, 2018.
WEBER, Max. O que é burocracia? Brasília: CFA, 2018.

93

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– PROCESSOS ORGANIZACIONAIS NA GESTÃO PÚBLICA
Período
Carga Horária
5
Teórica
Prática
Total
Noturno
º
72
72
EMENTA
Organogramas e Fluxogramas. Aproveitamento racional do espaço físico.
Gestão de Processos em organizações públicas. Condicionantes e
componentes da estrutura organizacional. Departamentalização. Centralização
e Descentralização. Métodos e instrumentos de modernização de estruturas,
sistemas e processos das organizações. Estruturas alternativas; Tendências
atuais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MINTZBERG, Henry. Criando organizações eficazes: estruturas em cinco
configurações. 2ª ed.São Paulo: Atlas, 2008.
SORDI, J. Gestão por Processos: uma abordagem da moderna Administração.
São Paulo: Saraiva, 2005.
OLIVEIRA,
Djalma
de
Pinho
Rebouças
de. Administração
de
processos: conceitos, metodologia, práticas. 2ª ed.atual. São Paulo: Atlas,
2007.
ARAÚJO, Luis César G. de. Organização, sistemas e métodos e as
tecnologias de gestão organizacional. 2ª ed. Atlas, 2006.
CRUZ, Tadeu. Sistemas, métodos e processos: administrando organizações
por meio de processos de negócios. 2ª ed. Atlas, 2005.
TACHIZAWA, Takeshy; SCAICO, Oswaldo. Organização flexível: qualidade na
gestão por processos. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GONCALVES, José Ernesto Lima. As empresas são grandes coleções de
processos. Rev. adm. empresas., São Paulo,v. 40, n. 1, p. 69,mar.2000.Disponível
em
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S003475902000000100002&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em05dez.2017.
GONCALVES, José Ernesto Lima. Processo, que processo?. Rev. adm.
empresas.,São Paulo,v.
40, n.
4, p.
8-19,dez.2000.Disponível em
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-

94

75902000000400002&lng=pt&nrm=iso>. acessos em05dez.2017.
BALLESTERO-ALVAREZ, María Esmeralda. Organização,
métodos. São Paulo: Mc Graw Hill, 1990.

sistemas

e

PRÉVE, Altamiro Damian. Organização, sistemas e métodos. Florianópolis:
UFSC, 2006.
DIAS, Sergio Vidal dos Santos. Auditoria de processos organizacionais: teoria,
finalidade, metodologia de trabalho e resultados esperados. 3ª ed. São Paulo:
Atlas, 2011.
KANAANE, Roberto; FIEL FILHO, Alécio; FERREIRA, Maria das Graças
(Org). Gestão pública: planejamento, processos, sistemas de informação e
pessoas. São Paulo: Atlas, 2010.

95

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– METODOLOGIA E PROJETO DE PESQUISA
Período
Carga Horária
6
Teórica
Prática
Total
Noturno
º
72
72

-

EMENTA
Técnicas de estudos, organização de leitura, interpretação e produção de
texto acadêmico. Ciência, metodologia e pesquisa em Administração. ABNT:
NBR‟s 6023, 6024, 6027, 6028, 6034 e 10520. Diferenças entre as
abordagens quantitativa e qualitativa. Estrutura e organização de trabalhos
científicos. Métodos e as técnicas mais utilizadas na pesquisa. Elaboração de
um projeto de TCC.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de
metodologia científica. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2005.
VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em
administração. 13ª ed. São Paulo: Atlas, 2011.
VERGARA, Sylvia Constant. Métodos de pesquisa em administração. 2ª ed.
Atlas, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5ª ed. São Paulo:
Atlas, 2010.
LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A construção do saber: manual de
metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Artmed; Belo
Horizonte: Ed. da UFMG, 1999.
LUBISCO, Nídia M. L.; VIEIRA, Sônia C. Manual de estilo acadêmico:
monografias, dissertações e teses. 5ª ed. rev. e ampl. Salvador: EDUFBA,
2013.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do
trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e
relatório, publicações e trabalhos científicos. 7ª ed.rev. e ampl. São Paulo:
Atlas, 2009.

96

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO NA GESTÃO PÚBLICA
Período
Carga Horária
6
Teórica
Prática
Total
Noturno
º
72
72
EMENTA
Teorias e modelos de planejamento governamental. Evolução do
planejamento governamental no Brasil. Enfoque sistêmico e estratégico de
planejamento. Características e etapas do planejamento. Métodos e técnicas
do planejamento. Estrutura e sistema de planejamento governamental: PPA.
Planejamento e políticas públicas. Técnicas de programação governamental.
Avaliação e acompanhamento de ações governamentais. Construção de
indicadores de desempenho e avaliação. Planejamento subnacional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALBUQUERQUE, Claudiano Manoel de; MEDEIROS, Márcio Bastos; SILVA,
Paulo
Henrique Feijó da. Gestão de finanças públicas: fundamentos e práticas de
Planejamento, orçamento e administração financeira com responsabilidade
fiscal. 2ª ed.Brasília: Gestão Pública, 2008.
CARVALHO, HORÁCIO M., Introdução à teoria do planejamento. São
Paulo:Brasiliense, 1976.
GIAMBIAGI, Fábio e ALÉM, Ana Cláudia. Finanças Públicas: Teoria e Prática
no Brasil. 3ª edição rev. e atual. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 2008
LAFER, BETTY M., Planejamento no Brasil. São Paulo: Editora Perspectiva,
2015.
MISOCZKY, Maria Ceci Araujo. Planejamento e programação
administração pública. Florianópolis: Departamento de Ciências
Administração/UFSC; [Brasília] CAPES: UAB, 2011.

na
da

PEREIRA, José Matias. Finanças Públicas: A Política Orçamentária no Brasil.
2ª edição rev. e atual. São Paulo: Ed. Atlas, 2003.
REZENDE, Fernando. Finanças Públicas. 2ª edição. São Paulo: Ed.Atlas,
2001.
SILVA, J. Manual de Execução Orçamentária e contabilidade pública. Brasília:
Ed Brasília Jurídica, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
97

CRUZ, F et al. Comentários à Lei nº 4.320/64. São Paulo: Atlas, 2006.
HUERTAS, F. O método PES: entrevista com Matus. São Paulo: FUNDAP,
1996.
MARQUES, Euvaldo. Finanças Públicas,
Orçamentária. São Paulo, Ed. Saraiva, 2015.

Administração Financeira

e

MATUS, C. Estratégias políticas. São Paulo: FUNDAP, 1996.
MATUS, C. Adeus, senhor presidente: governantes governados. São Paulo:
FUNDAP, 1997.

98

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– PROCESSO DECISÓRIO EM ORGANIZAÇÕES PÚBLICAS
Período
Carga Horária
6
Teórica
Prática
Total
Noturno
º
72
72
EMENTA
Administração como um processo de tomada de decisões: análise estratégica,
alocação e mobilização dos recursos, especificações e desempenho. Tipos de
decisão. Métodos e processos de tomada de decisão. Instrumentos para a
tomada de decisão. Governança Pública. Estado e regulação econômica.
Agências Reguladoras e análise de impacto regulatório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CASSARRO, Antônio Carlos. Sistemas de informações para tomadas de
decisões. 4ª ed. São Paulo: CENGAGE Learning, 2010.
KANAANE, Roberto; FIEL FILHO, Alécio; FERREIRA, Maria das Graças
(Org). Gestão pública: planejamento, processos, sistemas de informação e
pessoas. São Paulo: Atlas, 2010.
MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Introdução à administração. 8ª ed. São
Paulo: Atlas, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. 2. ed. Rio de
Janeiro: Campus, 2005.
MINTZBERG, Henry. Criando organizações eficazes: estruturas em cinco
configurações. 2ª ed.São Paulo: Atlas, 2008.
TAVARES, Jean Max. Teoria dos jogos: aplicada à estratégia empresarial. Rio
de Janeiro: LTC, 2009
SORDI, J. Gestão por Processos: uma
Administração. São Paulo: Saraiva, 2005.

abordagem

da

moderna

99

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– ACE I / PROJETO / 2ª SEMESTRALIDADE
Período
Carga Horária
Modalidade
Projeto
6
Teórica
Prática
Total
Noturno
2ª
semestralidade
º
72
72
EMENTA
Ações de extensão no campo da Administração Pública. Capacitação,
diagnóstico,planejamento, monitoramento e avaliação, sob a forma de
elaboração de projetos,consultorias temáticas, acompanhamento, apoio e/ou
orientação organizacionalrelacionado às disciplinas e temas de interesse do
curso. Construção de estratégiasque permitam capacitar pessoas, melhorar
processos, fortalecer organizações,divulgar e fortalecer políticas públicas e
solucionar problemas, além de contribuirpositivamente com a sociedade e
com o fortalecimento dos espaços democráticos,participativos e sociais do
Estado de Alagoas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
O IMPACTO das cotas nas universidades brasileiras (2004-2012). Salvador:
Ministério da Educação,Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e
Diversidade, 2013.
OSBORNE, D; GAEBLER, T. Reinventando o governo: como o espírito
empreendedor está transformando o setor público. 2ª ed. Brasília: M.H.
Comunicação, 1994.
MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil:identidade
nacional versus identidade negra. 2ª ed. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.
PALUDO, Augustinho. Administração Pública. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.;
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE, Luiz Antônio Botelho; SILVA, Edson Pereira. A Universidade e
sua relação com o outro: um conceito para extensão universitária. Educação
Brasileira, v. 23, n. 47, p. 65-79, 2001.
BRASIL. Lei 12.288 DE 20/07/2010. Institui o Estatuto da Igualdade Racial.
BRASIL. Lei 12.711 de 29/08/2012. Dispõe sobre o ingresso nas
universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível
médio e dá outras providências.
BRASIL. Lei 13.146 de 06/07/2015. Institui a lei brasileira de inclusão da
pessoa com deficiência.

100

FREIRE, Paulo.Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1983.
CASTELO BRANCO, Alba Lúcia; GUIMARÃES, Regina Guedes Moreira;
ARAÚJO FILHO, Targino de. (org.). Extensão universitária: conceitos,
métodos e práticas. Rio de Janeiro, v. 1, p. 41-55, 2003.
REDE NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Documentos. Plano
Nacional
de
Extensão
Universitária,
2001.
Disponível
em:
<http://www.renex.org.br> Acesso em: 15 dez. 2004.
GURGEL, R. M. Extensão Universitária: Comunicação ou domesticação? São
Paulo: Cortez, 1986.
BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre
universidade e comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9, n.1, p.
157-169, jan./jun. 2007.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Fórum de Pró-Reitores de Extensão das
Universidades Públicas Brasileiras e SESu/MEC. Política Nacional de
Extensão Universitária, Manaus, 2012.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, UFAL. Resolução nº 04/2018 –
Consuni/UFAL de 19 de fevereiro de 2018. Regulamenta as ações de
extensão como componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos
de cursos de graduação da UFAL.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, UFAL. Resolução nº 65/2014 –
Consuni/UFAL de 03 de novembro de 2014. Estabelece a atualização das
diretrizes gerais das atividades de extensão no âmbito da UFAL.

101

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

6
º

Informações Básicas
– GESTÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
72
72

-

EMENTA
Elementos fundamentais dos Serviços Públicos. Reforma do Estado,
regulação e implementação dos Serviços Públicos. Organização e
classificação dos sistemas de prestação de serviços públicos. As
competências e formas de execução dos serviços públicos. Delegação dos
serviços públicos. Direitos dos usuários de serviços públicos. As parcerias
público-privadas. Accountability e Agências reguladoras nos serviços públicos.
Participação do cidadão na definição do modelo de serviços públicos:
inovação nas práticas de acesso e uso (carta de serviços, aplicativos, serviços
compartilhados etc.). A proposta do Novo Serviço Público. Alianças, redes,
parcerias e outras formas locais da produção e gestão dos serviços públicos.
Experiências inovadoras na gestão dos serviços públicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARAGÃO, Alexandre Santos de. O Conceito de Serviço Público no Direito
Constitucional Brasileiro. Revista de Direito da Procuradoria Geral do Estado
do Rio de Janeiro, v. 61, p. 27-79, 2006.
CAMPOS, Rodrigo Augusto de Carvalho. A confluência de competências para
regulação dos serviços públicos segundo a compreensão dos Tribunais
Superiores. São Paulo: Centro de Estudos da Procuradoria Geral do Estado
de São Paulo, 2010.
SANTOS, José Anacleto Abduch. Contratos de concessão de serviços
públicos: equilíbrio econômico-financeiro. Curitiba: Juruá, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CONFORTO, Gloria. Descentralização e regulação da gestão de serviços
públicos. Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro: FGV, v32, n.1,
p.27-40,
jan/fev,
1998.
FADUL, Élvia M. Cavalcanti. Redefinição de espaços e papéis na gestão de
serviços públicos: fronteiras e funções da regulação social. Rev. adm.
contemp., Curitiba, v. 1, n. 1, p. 55-70, abr.1997.
FADUL, Élvia ou CAVALCANTI FADUL, E. M. Reforma do Estado e Serviços
Públicos: Transformação de um modelo ou adaptação à uma nova ordem
social? RAUSP. Revista de Administração, São Paulo, v. 34, n.1, p. 9-28,
102

1999.
GALVÃO, Maria Cristina C.P. (org.) et al. Novas Formas de Gestão dos
Serviços Públicos: a relação público-privado. Relatório de Pesquisa. São
Paulo: FUNDAP, 1995.
GROTTI, Dinorá Adelaide Musetti. A experiência brasileira nas concessões de
serviço público, in: Biblioteca Digital Interesse Público – IP, Belo Horizonte,
ano 9, n. 42, maio de 2007.
JONHSON, Bruce B, SAES, Flávio Azevedo Marques de., TEIXEIRA, Hélio
Janny., WRIGHT, James TerenceCoulter. Serviços Públicos no Brasil:
Mudanças e Perspectivas. Editora Edgard Blücher Ltda., São Paulo, 1996.

103

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

7
º

Informações Básicas
– FINANÇAS PÚBLICAS E ORÇAMENTO
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
72
72

-

EMENTA
Finanças públicas no Brasil. Instituições financeiras brasileiras. Política fiscal
e atividade econômica e finanças públicas. Renúncia de receita. Política fiscal
e distribuição de renda. Fundamentos e princípios orçamentários. Aspectos
constitucionais do orçamento. Processo orçamentário como instrumento de
planejamento. O ciclo orçamentário. A elaboração do orçamento. A Execução
Orçamentária e Financeira.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GIAMBIAGI, Fábio e ALÉM, Ana Cláudia. Finanças Públicas: Teoria e Prática
no Brasil. 3ª edição rev. e atual.Rio de Janeiro: Ed. Campus, 2008.
MARQUES, Euvaldo. Finanças Públicas,
Orçamentária. São Paulo, Ed. Saraiva, 2015.

Administração Financeira

e

OLIVEIRA, Fabricio Augusto de Oliveira. Economia e Política das Finanças
Públicas no Brasil. São Paulo: Ed. Hucitec, 2012.
PEREIRA, José Matias. Finanças Públicas: A Política Orçamentária no Brasil.
São Paulo, 2ª edição rev. e atual. São Paulo: Ed. Atlas, 2003.
REZENDE, Fernando. Finanças Públicas. 2ª edição. São Paulo: Ed.Atlas,
2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CRUZ, F et al. Comentários à Lei nº 4.320/64. São Paulo: Atlas, 2006
GIACOMANI, J. Orçamento Público. 16ª edição rev. e atual. São Paulo: Ed
Atlas, 2012.
SILVA, J. Manual de Execução Orçamentária e contabilidade pública. Brasília:
Ed Brasília Jurídica, 1998.

104

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– DEBATES CONTEMPORÂNEOS EM POLÍTICA E DEMOCRACIA
Período
Carga Horária
7
Teórica
Prática
Total
Noturno
º
72
72
EMENTA
Representação, deliberação e ideologia nas democracias liberais.
Representação política e ideológica: modelos teóricos, partidos políticos, e
sistemas eleitorais. Deliberação coletiva e opinião pública: contributos para a
democracia. O discurso do fim da ideologia e a dicotomia esquerda-direita:
persistência e validade, novas e velhas clivagens. Capitalismo ou
capitalismos? As democracias liberais e a globalização. Estado, mercado e
problemas de coordenação. Reprodução institucional e política: as variedades
do capitalismo entre a diversidade e a convergência. A transnacionalização do
capitalismo e as instituições políticas. Democracia e regimes autoritários.
Teorias da democratização. Democracia e instituições. Ditaduras e regimes
autoritários competitivos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Carlos Ranulfo Melo; Manuel Alcântara Sáez (org.) A democracia brasileira:
balanço e perspectivas para o século 21. Belo Horizonte: Editora UFMG,
2007.
POLANYI, Karl. A grande transformação: as origens da nossa época. 2. ed.
Rio de Janeiro: Campus, 2000.
CARDOSO, Fernando Henrique; América latina, desafios da democracia e do
desenvolvimento: volume 1: governabilidade, globalização e políticas
econômicas para além da crise. São Paulo: Campus, 2009.
CARDOSO, Fernando Henrique. A democracia necessária. 2. ed. Campinas:
Papirus, 1985.
PRZEWORSKI, Adam. Democracia e mercado: reformas políticas e
econômicas no leste Europeu e na América Latina. Rio de Janeiro:
RelumeDumará, 1994.
PRZEWORSKI, Adam.; MOISÉS, José Álvaro; ALBUQUERQUE, J. A.
Guilhon. Dilemas da consolidação da democracia. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1989.
BOBBIO, Norberto. Do fascismo à democracia: os regimes, as ideologias, os
personagens e as culturas políticas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.

105

BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. São Paulo: Paz e Terra, 2011.
HOFMEISTER, Wilhelm; SANTOS, Gustavo Adolfo P. D. Os partidos políticos
na democracia: uma introdução para a formação política. Rio de Janeiro:
Konrad-Adenauer-Stiftung, 2007.
AVRITZER, Leonardo (Orgs). Corrupção: ensaios e críticas. Belo Horizonte,
MG: Editora UFMG, 2008.
BAQUERO, Marcello; ARTURI, Carlos S. Brasil: transição, eleições e opinião
pública. Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 1995.
BELL, Daniel. O fim da ideologia. Ed. da UnB, 1980.
BORN, Rogério Carlos. Valores políticos, ideológicos, cívicos e culturais.
Editora Intersaberes. 2017.
DELGADO, Maurício Godinho; PORTO, Lorena Vasconcelos (Org.). O Estado
de bem-estar social no século XXI. São Paulo: LTr, 2007.
FERNANDES, Florestan. A ditadura em questão. 2. ed. São Paulo: T. A.
Queiroz, 1982.
OFFE, Claus. “Dominação de classe e sistema político: sobre a seletividade
das instituições políticas”, em Problemas estruturais do Estado capitalista. Rio
de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1984 [1972].
STREECK, Wolfgang. “As crises do capitalismo democrático.” Novos Estudos,
nº 92, 2012.
BOURDIEU, Pierre. “A representação política. Elementos para uma teoria do
campo
político”, em O poder simbólico. Lisboa: Difel, s.d. [1981].
PATEMAN, Carole. Participação e teoria democrática. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1992.
DAGNINO, Evelina. Construção democrática, neoliberalismo e participação:
os dilemas da
confluência perversa. Política & Sociedade, 2004.
AVRITZER, Leonardo. Sociedade civil, instituições participativas e
representação: da autorização à legitimidade da ação. Dados – Revista de
Ciências Sociais. Rio de Janeiro, v. 50, n. 3, p. 443- 464, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PAIM, Antonio; BARROS, Reynaldo. Curso de introdução ao pensamento
político brasileiro: Unidade XI e XII : A opção totalitária e Correntes e temas
políticos contemporâneos. Brasília, DF: Ed. da UnB, 1982.
BRASIL, Assis; BARRETTO, Vicente. A Democracia representativa na
República (antologia). Brasília, DF: Câmara dos Deputados, Coordenação de
106

Publicações, 1983.
LAVAREDA, Antônio. Representação, legitimidade e crise política: introdução
aos argumentos do liberalismo e de seus críticos. Recife: Ed. da UFPE, 1985.
CAMPILONGO, Celso Fernandes. Representação política. : Ática, 1988.
KEANE, John. Democracia y sociedad civil. Madrid: Alianza, 1992.
REIS FILHO, Daniel Aarão. Ditadura militar, esquerdas e sociedade. 2. ed.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002.
ABREU, Luciano Aronne de. Autoritarismo e desenvolvimento: Um estudo do
político no Brasil. EdiPUC-RS. 2017.
URGATE, Pedro Salazar. Que participação para qual democracia? In:
COELHO, Vera Schattan P.; NOBRE, Marcos (Org.). Participação e
deliberação: teoria democrática e experiências institucionais no Brasil
contemporâneo. São Paulo: 34, 2004.
YOUNG, Iris M. Representação política, identidades e minorias. Lua Nova.
São Paulo. 2006.
AVRITZER, Leonardo. Um desenho institucional para o novo associativismo.
Lua Nova, 1997.
COELHO, V.S.P.; NOBRE, M. (Org.). Participação e deliberação: teoria
democrática eexperiências institucionais no Brasil contemporâneo. São Paulo:
34, 2004.
ARAUJO, Cicero. Representação, soberania e a questão democrática.
Revista Brasileira de Ciência Política, Brasília, n. 1, p. 47-61, jan./jun. 2009.
FLAVIA D‟URSO. A crise da representação política do Estado: perspectivas
da soberania em Carl Schmitt, Michel Foucault e Giorgio Agamben. Manole.
2015.
ANASTASIA, Fátima, MELO, Carlos Ranulfo e SANTOS, Fabiano. (2004),
Governabilidade e Representação Política na América do Sul. Rio de
Janeiro/São Paulo, Fundação Konrad Adenauer/Unesp.
GENRO, Tarso Fernando. Crise da democracia: direito, democracia direta e
neoliberalismo na ordem global. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
AVRITZER, Leonardo. A moralidade da democracia: ensaios em teoria
habermasiana e teoria democrática. Belo Horizonte, MG: Ed. da UFMG; São
Paulo: Perspectiva, 1996.
CERVI, Emerson Urizzi. Opinião Pública e Comportamento Político. Editora
Intersaberes. 2010.
DWORKIN, Ronald. Democracia deliberativa y derechos humanos. Barcelona
[Espanha]: Gedisa Editorial, 2004.

107

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– ACE II / PROJETO / 1ª SEMESTRALIDADE
Período
Carga Horária
Modalidade
Projeto
7
Teórica
Prática
Total
Noturno
1ª
semestralidade
º
72
72
EMENTA
Ações de extensão no campo da inovação em gestão social e economia
solidária. Capacitação, diagnóstico, análise de problemas, planejamento e
intervenção em empreendimentos de economia social e solidárias,negócios
sociais, fóruns e redes de economia solidária, organizações associativas e
organizações não governamentais. Construção de estratégias que permitam
capacitar pessoas, melhorar processos, fortalecer organizações e solucionar
problemas, com base em princípios de governança participativa, emancipação
social e econômica, cooperação e direitos humanos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CANDEIAS, Cezar Nonato Bezerra; MACDONALD, José Brendan; MELO
NETO, José Francisco de (orgs.). Economia solidária e autogestão:
ponderações teóricas e achados empíricos. Maceió: EDUFAL, 2005.
FRANÇA FILHO, G., LAVILLE, J.L.; MAGNEN, J.P.; MEDEIROS, A.(orgs.)
Ação pública e economia solidária – uma perspectiva internacional. SalvadorPorto Alegre: EDUFRGS/EDUFBA, 2006.
CATTANI, LAVILLE, GAIGER E HESPANHA (orgs.) Dicionário Internacional
da Outra Economia.Coimbra-São Paulo: Editora Almedina, 2009.
GOHN, Maria da Gloria Marcondes. Movimentos sociais e redes de
mobilizações civis no Brasil contemporâneo. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010.
SINGER, P. Introdução à economia solidária. São Paulo: Fundação Perseu
Abramo, 2002
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, Cícero Péricles de Oliveira. Economia popular: uma via de
modernização para Alagoas. 4ª ed. Maceió: EDUFAL, 2010.
DUPAS, Gilberto. Tensões contemporâneas entre o público e o privado. São
Paulo: Paz e Terra, 2003.
CHANLAT, Jean-François. Ciências Sociais e Management: Reconciliando o
Econômico e o Social. São Paulo: Atlas, 2000.
SINGER, P. e SOUZA, A.R. (org.) A economia solidária no Brasil: a
108

autogestão como resposta ao desemprego. São Paulo: Contexto, 2000.
FRANÇA FILHO, G.C. e LAVILLE, J.L. Economia solidária: uma abordagem
internacional. Porto Alegre: EDUFRGS, 2004.
GOERCK, C. Economia popular solidária: mapeamento das experiências no
Rio Grande do Sul e no Brasil. Canoas: ULBRA, 2010.
VEIGA, Sandra Mayrink; FONSECA, Isaque. Cooperativismo: uma revolução
pacífica em ação. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, UFAL. Resolução nº 04/2018 –
Consuni/UFAL de 19 de fevereiro de 2018. Regulamenta as ações de
extensão como componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos
de cursos de graduação da UFAL.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, UFAL. Resolução nº 65/2014 –
Consuni/UFAL de 03 de novembro de 2014. Estabelece a atualização das
diretrizes gerais das atividades de extensão no âmbito da UFAL.

109

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Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– ELABORAÇÃO E GESTÃO DE PROJETOS
Período
Carga Horária
8
Teórica
Prática
Total
Noturno
º
72
72

-

EMENTA
Planejamento e projeto: conceituação, Estruturas organizacionais voltadas
para projeto. Habilidades de gerente de projetos. Equipes de projeto. Ciclos e
fases do projeto: fluxo do processo. Definição do escopo do projeto.
Identificação de restrições. Planejamento de recursos e estimativas. Definição
dos controles de planejamento do projeto. Criação do plano de projeto.
Avaliação e controle do desempenho do projeto. Planejamento, programa e
controle de projetos e produtos especiais, produzidos sob encomenda.
Métodos e técnicas utilizados na avaliação econômica e social de projetos.
Avaliação do risco e do retorno dos projetos. Análise de custos futuros
gerados pelo projeto. Aceleração de projetos. Organização geral. Aplicação
de técnicas de Gantt, CPM, PERT/TEMPO e PERT/CUSTO. Uso de software
para gerenciamento de projetos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MENEZES, Luís César de Moura. Gestão de projetos. 3ª ed. São Paulo: Atlas,
2009.
PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. Um guia do conjunto de
conhecimentos em gerenciamento de projetos: guia PMBOK. 3ª ed. Newton
Square: Project Management Institute, 2004.
LÜCK, Heloísa. Metodologia de projetos: uma ferramenta de planejamento e
gestão. 4ª ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
COHEN, Ernesto; FRANCO, Rolando. Avaliação de projetos sociais. 9ª
ed.Petrópolis: Editora Vozes, 2011.
HELDMAN, Kim; HELDMAN, Kim. Gerência de projetos: fundamentos: um
guia prático para quem quer certificação em gerência de projetos. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, Claudinê Jordão de. Elaboração
projetos. Maceió: SEaD/UFSC, 2010.

e

administração

de

XAVIER, Carlos Magno da Silva. Gerenciamento de projetos: como definir e
controlar escopo do projeto. 2ª ed. São Paulo: Saraiva, 2008.
110

CLELAND, David L.; IRELAND, Lewis R. Gerenciamento de projetos. 2ª ed.
Rio de Janeiro: LTC, Ed. LAB, 2007.

111

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

8
º

Informações Básicas
– LICITAÇÕES E CONTRATOS
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
72
72

-

EMENTA
Marcos regulatórios da Administração Pública e o formato organizativoinstitucional do Estado contemporâneo. Formas jurídicas de interação entre
Estado e sociedade. Licitação: noção geral, legislação e princípios. Dispensa
e inexigibilidade de licitação. Modalidades de licitação. Fases da licitação.
Tipos de licitação. Contrato administrativo: conceito, distinções e espécies.
Cláusulas exorbitantes. Equação econômico-financeira. Parcerias da
Administração Pública. Privatização e descentralização administrativa.
Concessão comum, concessão especial, permissão e autorização.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOBBIO, Norberto. Estado, governo, sociedade: para uma teoria geral da
política. 12ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2005.
MEIRELLES, H. Direito Administrativo Brasileiro. São Paulo: Malheiros
Editores, 2003.
PIOVESAN, F. Direitos humanos e o direito constitucional internacional. São
Paulo: Max Limonad, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALVAREZ, S.Cultura política nos movimentos sociais latino-americanos:
novas leituras. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000.
ARAÚJO, L. Curso de Direito Constitucional. São Paulo: Editora Saraiva,
1999.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. São Paulo:
Editora Atlas, 2005.
DAGNINO, E. Sociedade Civil e espaços públicos. São Paulo: Paz e Terra,
2002.
PIOVESAN, F. Direitos humanos, globalização econômica e integração
regional: desafios do direito constitucional internacional. São Paulo: Max
Limonad, 2002.
RESEK, J. F. Direito Internacional Público: curso elementar. São Paulo:
Saraiva, 1998.
112

RUBARTH, E. A diplomacia brasileira e os temas sociais: o caso da saúde.
Brasília: Instituto Rio Branco/ Centro de Estudos Estratégicos, 1999.
SANTOS, W. Cidadania e Justiça. Rio de Janeiro: Campus, 1979.

113

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Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– GESTAO DE INFORMAÇÕES NA GESTÃO PÚBLICA
Período
Carga Horária
8
Teórica
Prática
Total
Noturno
º
72
72
EMENTA
Aspectos da sociedade contemporânea e suas inter-relações com as TIC‟s
(Tecnologias da Informação e Comunicação). Estudo dos sistemas de
informação computacionais e sua importância dentro das organizações.
Informação e gestão organizacional. Gestão do conhecimento. Inteligência
organizacional. Gestão documental. Perspectivas da gestão das informações
no setor público. Informação, cidadania e democracia. Experiências do
governo eletrônico. Segurança da Informação. Indicadores de Gestão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. 9ª ed. São Paulo: Paz e Terra,
2006.
MAÑAS, Antônio Vico. Administração de sistemas de informação. 7ª ed.São
Paulo: Érica, 2007.
LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane Price. Sistemas de informação
gerenciais. 11ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.
STAIR, Ralph M; REYNOLDS, George W. Princípios de sistemas de
informação: uma abordagem gerencial. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, Cengage Learning, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AUDY, Jorge Luis Nicolas. Sistema de Informação: planejamento e
alinhamento estratégico nas organizações. Rio de Janeiro: Bookman, 2003.
BRITO,Lydia Maria Pinto. Gestão de competências, gestão do conhecimento
e organizações de aprendizagem: instrumentos de apropriação pelo capital do
saber do trabalhador.Fortaleza: Imprensa Universitária, 2005.
CASTELLS, Manuel; GERHARDT, KlaussBrandini. O poder da identidade. 5ª
ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006
MORGAN, G. Imagens da Organização. São Paulo: Atlas, 2002.
TAKAHASHI, Tadao (Org.). Sociedade da informação no Brasil: livro verde.
Brasília: Ministério da Ciência e Tecnologia, 2000.

114

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– ACE II / PROJETO/ 2ª SEMESTRALIDADE
Período
Carga Horária
Modalidade
Projeto
8
Teórica
Prática
Total
Noturno
2ª
semestralidade
º
72
72
EMENTA
Ações de extensão no campo da inovação em gestão social e economia
solidária. Capacitação, diagnóstico, análise de problemas, planejamento e
intervenção em empreendimentos de economia social e solidárias,negócios
sociais, fóruns e redes de economia solidária, organizações associativas e
organizações não governamentais. Construção de estratégias que permitam
capacitar pessoas, melhorar processos, fortalecer organizações e solucionar
problemas, com base em princípios de governança participativa, emancipação
social e econômica, cooperação e direitos humanos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CANDEIAS, Cezar Nonato Bezerra; MACDONALD, José Brendan; MELO
NETO, José Francisco de (orgs.). Economia solidária e autogestão:
ponderações teóricas e achados empíricos. Maceió: EDUFAL, 2005.
FRANÇA FILHO, G., LAVILLE, J.L.; MAGNEN, J.P.; MEDEIROS, A. (orgs.)
Ação pública e economia solidária – uma perspectiva internacional. SalvadorPorto Alegre: EDUFRGS/EDUFBA, 2006.
CATTANI, LAVILLE, GAIGER E HESPANHA (orgs.) Dicionário Internacional
da Outra Economia. Coimbra-São Paulo: Editora Almedina, 2009.
GOHN, Maria da Gloria Marcondes. Movimentos sociais e redes de
mobilizações civis no Brasil contemporâneo. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010.
SINGER, P. Introdução à economia solidária. São Paulo: Fundação Perseu
Abramo, 2002
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

115

CARVALHO, Cícero Péricles de Oliveira. Economia popular: uma via de
modernização para Alagoas. 4ª ed. Maceió: EDUFAL, 2010.
DUPAS, Gilberto. Tensões contemporâneas entre o público e o privado. São
Paulo: Paz e Terra, 2003.
CHANLAT, Jean-François. Ciências Sociais e Management: Reconciliando o
Econômico e o Social. São Paulo: Atlas, 2000.
SINGER, P. e SOUZA, A.R. (org.) A economia solidária no Brasil: a
autogestão como resposta ao desemprego. São Paulo: Contexto, 2000.
FRANÇA FILHO, G.C. e LAVILLE, J.L. Economia solidária: uma abordagem
internacional. Porto Alegre: EDUFRGS, 2004.
GOERCK, C. Economia popular solidária: mapeamento das experiências no
Rio Grande do Sul e no Brasil. Canoas: ULBRA, 2010.
VEIGA, Sandra Mayrink; FONSECA, Isaque. Cooperativismo: uma revolução
pacífica em ação. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, UFAL. Resolução nº 04/2018 –
Consuni/UFAL de 19 de fevereiro de 2018. Regulamenta as ações de
extensão como componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos
de cursos de graduação da UFAL.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, UFAL. Resolução nº 65/2014 –
Consuni/UFAL de 03 de novembro de 2014. Estabelece a atualização das
diretrizes gerais das atividades de extensão no âmbito da UFAL.

116

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– GOVERNANÇA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
Período
Carga Horária
9
Teórica
Prática
Total
Noturno
º
72
72

-

EMENTA
Governança: a Origem do Termo e Bases Teóricas. Governabilidade,
Governança Pública e Democracia. Atores e Esferas na Governança – A
Governança Local. Os Formatos de Parceria em Governança Pública.
Cidadania, Participação Social e Governança Interativa. Agentes
Governamentais e Novos Atores em Governança. Governança em Políticas
Públicas. Experiências brasileiras e internacionais sobre governança pública
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOBBIO, Norberto. Estado, governo e sociedade: para uma teoria geral da
política. São Paulo: Paz e Terra, 2007.
MATIAS-PEREIRA, José. Governança no Setor Público. Rio de Janeiro: Atlas,
2010. PECI, Alketa; PIERANTI, Octavio Penna; RODRIGUES, Silvia.
Governança e New Public Management: Convergências e contradições no
contexto brasileiro. Revista Organizações e Sociedade – O&S, 2008.
MELLO, Gilmar Ribeiro de; TAVARES FILHO, Francisco; MACÊDO, Fabrico
de Queiroz. Governança Corporativa e Governança na Gestão Pública. Rio de
Janeiro: Atlas, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FREY, Klaus. Governança Urbana e Participação Pública. Revista de
Administração Contemporânea - RAC- Eletrônica, v. 1, n. 1, art. 9, p. 136-150,
Jan./Abr. 2007. FREY, Klaus. Governança Interativa: uma concepção para
compreender a gestão pública participativa. Política & Sociedade. nº5 outubro
de 2004.
KISSLER, Leo; HEIDMANN, Francisco G. Governança pública: novo modelo
regulatório para as relações entre Estado, mercado e sociedade. Revista de
Administração Pública – RAP, 2006.
MARQUES, Maria da Conceição da Costa. Aplicação dos princípios da
governança corporativa aplicada ao setor público. Revista de Administração
Contemporânea, v. 11, n. 2, p. 11-26, abr./jun. 2007.
PEREIRA, José Matias. Manual de gestão pública contemporânea. 4. ed. rev.
e atual. São Paulo, SP: Atlas, 2012.
117

RONCONI, Luciana. Governança pública: um desafio à democracia.
Emancipação, 2011.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS E SERVIÇOS PÚBLICOS
Período
Carga Horária
9
Teórica
Prática
Total
Noturno
º
72
72
EMENTA
Contextualização das temáticas envolvendo a mensuração de resultados nas
políticaspúblicas e ações governamentais . O objetivo, os usos e as distinções
conceituais básicos da avaliação . Metodologias de avaliação de Políticas
Públicas. Objetos, tipos e metodologias de avaliação
. Planejamento da
avaliação. Sistemas de informação e bases de dados sobre políticas e
serviçospúblicos. Análise e avaliação de projetos e programas públicos
.
Pesquisas de avaliação de tipo quantitativo e de tipo
qualitativo. O
gerenciamento de resultados . Métodos de avaliação de impactos de políticas
públicas. A avaliação de resultados como instrumentos de ampliação da
participaçãocidadã e da accountability do serviçopúblico .
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOULLOSA, Rosana de Freitas; ARAÚJO, Edgilson Tavares. Avaliação e
monitoramento de projetos sociais. Curitiba: IESDE, 2009.
FUNDAP. Capacitação para desenho e avaliação dos programas do PPA
2008-2011: Oplanejamento público e a construção de programas. São Paulo:
Fundap, 2007.
IPEA. Avaliação de políticaspúblicas : guia prático de análise exante, volume 1.
Brasília: Ipea, 2018.
JANNUZZI, Paulo de Martino. Indicadores para Diagnóstico, Monitoramento e
Avaliação de Programas Sociais no Brasil. Revista do Serviço Público Brasília
56 (2): 137-160 Abr/Jun 2005.
RUA, Maria das Graças. Desmistificando o problema: uma rápida introdução
ao estudo dos indicadores. Mimeo, 2004.
WORTHEN, B. R.; SANDERS, J. R.; FITZPATRICK, J. L. Avaliação de
programas: Concepções e práticas. São Paulo: Gente; Edusp; Instituto Fonte;
Instituto Ayrton Senna, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BUARQUE, C. Avaliação Econômica de Projetos. Ed. Campus, 1984.
118

BRASIL, Ministério do Planejamento Orçamento Gestão (MPOG).
Indicadores: Orientações Básicas Aplicadas a Gestão Pública. 1ª edição,
Brasília: MPOG, 2012.
COHEN, E, e FRANCO, R., Avaliação de Projetos Sociais. 8ª ed. Petrópolis:
Vozes, 2008.
FERREIRA, H.; CASSIOLATO, M.; GONZALEZ, R. Como Elaborar Modelo
Lógico de Programas: um roteiro básico. Nota Técnica nº 2. Brasília: IPEA,
2007.

119

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

9º

Informações Básicas
– ACE III / EVENTO
Carga Horária
Teórica
Prática
72

Total
72

Modalidade
Evento

EMENTA
Preparação e organização deeventos (seminários, conferências, colóquios,
mostras e rodas de conversa) abordando temáticas ligadas à gestão pública
governamental e não governamental, aos direitos humanos e às relações
étnico-raciais. Exposição dos resultados obtidos no programa de extensão do
curso de Administração Pública oudemais atividades que demonstrem a
Indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FREIRE, Paulo. Extensão ou comunicação? 13. ed. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1977.
MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. Rio de
Janeiro: Editora Manole, 2007.
MANDUCA, Alexandre. Organização de eventos. REGIT, v. 1, n. 1, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 46ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
2007.
RISTOFF,
Dilvo
I.;
MOLL,
Jaqueline.;
SEVEGNANI,
Palmira
(Org). Universidade e compromisso social. Brasília: INEP/MEC, 2006.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, UFAL. Resolução nº 04/2018 –
Consuni/UFAL de 19 de fevereiro de 2018. Regulamenta as ações de
extensão como componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos
de cursos de graduação da UFAL.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, UFAL. Resolução nº 65/2014 –
Consuni/UFAL de 03 de novembro de 2014. Estabelece a atualização das
diretrizes gerais das atividades de extensão no âmbito da UFAL.
ZANELLA, Luiz Carlos. Manual de organização de eventos: planejamento e
operacionalização. São Paulo: Atlas, 2006.

120

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

9º

Informações Básicas
– ACE VI / PRODUTO
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
36
36

Modalidade
Produto

EMENTA
Concepção e manutenção de um canal de comunicação em rede social
abordando temáticas ligadas à gestão pública governamental e não
governamental, aos direitos humanos, às relações étnico-raciais e de gênero
bem como a temas emergentes ou de interesse do campo de públicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FREIRE, Paulo. Extensão ou comunicação? 13ª ed. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1977.
PAULA, Cláudia Regina de. Educar para a diversidade:entrelaçando redes,
saberes e identidades. Curitiba: Intersaberes, 2013.
VIEIRA, Ronaldo. Gestão do Conhecimento - Introdução e Áreas Afins.
Curitiba: Editora Interciência, 2018.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 46ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
2007.
RISTOFF,
Dilvo
I.;
MOLL,
Jaqueline.;
SEVEGNANI,
Palmira
(Org). Universidade e compromisso social. Brasília: INEP/MEC, 2006.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, UFAL. Resolução nº 04/2018 –
Consuni/UFAL de 19 de fevereiro de 2018. Regulamenta as ações de
extensão como componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos
de cursos de graduação da UFAL.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, UFAL. Resolução nº 65/2014 –
Consuni/UFAL de 03 de novembro de 2014. Estabelece a atualização das
diretrizes gerais das atividades de extensão no âmbito da UFAL.
ZANELLA, Luiz Carlos. Manual de organização de eventos: planejamento e
operacionalização. São Paulo: Atlas, 2006.

121

14.3 Disciplinas Eletivas
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

Informações Básicas
– ADMINISTRAÇÃO POLÍTICA
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
72
72

-

EMENTA
Bases epistemológicas da Administração como campo científico.
Contribuições da teoria da Administração Política para a consolidação da
ciência administrativa. Para um olhar epistemológico da administração:
problematizando o seu objeto: gestão ou organizações. Bases teóricoepistemológicas e metodológicas da Administração Política. Desafios da
formação em Administração Pública. Administração Política do capitalismo
moderno e contemporâneo e a Administração Política brasileira.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
RIBEIRO, E. M. e CHAGAS, T. et. al. Bases Teórico-Metodológicas da
Administração Política. RAP, 2009.
SANTOS, Elinaldo Leal Et. al. Contribuições da Administração Política para o
Campo da Administração. RIGS. Mai./ago. 2014.
SANTOS, Reginaldo Souza. A administração política como campo do
conhecimento. 2. ed. rev. São Paulo, SP: Hucitec; Salvador, BA: FEAUFBA,
2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
UBALDO, J. Administração e Política. O&S, nº 37/38, Salvador, 2006.
SANTOS, Elinaldo Leal Et. al. Contribuições da Administração Política para o
Campo da Administração. RIGS, v.3n.2,mai./ago. 2014.
______. O Campo Científico da Administração: Percursos e Percalços. IV
Colóquio Internacional de Epistemologia e Sociologia das Ciências da
Administração. Florianópolis, 2014.
SANTOS, Reginaldo Souza e RIBEIRO, Elizabeth Matos. A administração
política brasileira. RAP, Rio de Janeiro, nº 4, 1993.
SANTOS, R. S. RIBEIRO, E. M. et. al. A Crise, o Estado e os Equívocos da
Administração Política do Capitalismo Contemporâneo (mimeo). Salvador,
2015.
122

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

Informações Básicas
– DIREITO MUNICIPAL
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
72
72

-

EMENTA
O Estado brasileiro e a origem do Município. Teoria Geral da ação municipal.
Autonomia. Organização do Município. O Poder Legislativo. O Poder
executivo municipal. Competência Municipal. Meios de ação municipal:
Servidores municipais, bens públicos municipais, Administração dos bens
municipais, Finanças municipais, Serviços públicos municipais, Poder de
Polícia Municipal. Política Urbana municipal. Controle das Funções
Municipais. Responsabilidade de prefeitos e Vereadores.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CASTRO, José Nilo. Direito Municipal Positivo. Belo Horizonte: Del Rey, 2018.
FERREIRA, W. J. O Município à Luz da Constituição Federal de 1988.São
Paulo: Edipro, 1993.
SIGUIN, E. Estatuto da cidade. Rio de Janeiro: Forense. 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARAÚJO, F. D. Motivação e Controle de Ato Administrativo, Belo Horizonte:
Del Rey, 1992.
BASTOS, E. C. (Coord.). Novos Rumos da Autonomia Municipal. São Paulo:
Max Limonad, 2000.
BRAZ, Petrônio. Direito Municipal Positivo. 4ª ed. São Paulo: LED, 2001.
MEIRELLES, Hely Lopes. Direito municipal brasileiro. 11ª ed. São Paulo:
Malheiros, 2000.
SILVA, J. A. O Município na Constituição de 1988. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 1989.

123

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Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

Informações Básicas
– ESTUDOS CRÍTICOS DE GESTÃO
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
72
72

-

EMENTA
Introdução à Teoria Crítica. Estudos Críticos em Administração no Brasil. A
Teoria Crítica como Paradigma Emergente para a Administração Pública. O
enfoque mercantil da formação do administrador. O papel social do
Administrador. Ideologia gerencialista. Primazia do privado na gestão pública;
Gestão como doença social. Os pecados capitais nas organizações. Questão
racial e LGBTQI nas organizações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AKTOUF, Omar; FACHIN, Roberto Costa; FISCHER, Tania. A administração
entre a tradição e a renovação. São Paulo: Atlas, 1996.
DAVIS, Angela.Mulheres, raça e classe. Tradução livre. Plataforma Gueto,
2013.
MORGAN, Gareth. Imagens da organização. São Paulo: Atlas, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DAVEL, E.; ALCADIPANI, R. Estudos críticos em administração: a produção
científica brasileira nos anos 1990. Revista de Administração de Empresas.
São Paulo, v. 43, n. 4, p. 72-85, out-dez. 2003.
DINIZ, A. P. R.; CARRIERI, A. P.; GANDRA, G.; BICALHO, R. A. Políticas de
diversidade nas organizações : as relações de trabalho comentadas por
trabalhadores gays . Revista Economia e Gestão , Belo Horizonte, v. 13. n. 31,
p. 93 - 114, 2013.
KOPELKE. A. L.; BOEIRA, S. L. Reflexividade e criticidade no ensino de
graduação em administração. Revista Pensamento Contemporâneo em
Administração. Rio de Janeiro, v. 10, n. 1, p. 78-95, jan-mar. 2016.
MOTTA, F. C. P. As Empresas e a Transmissão da Ideologia. RAE-Revista de
Administração de Empresas, v. 32, n. 5, nov-dez, p.38-47, 1992.
SILVA, R. R. C.C.; MATTIA, C. Ciência Administrativa e Gestão Pública: uma
crítica à primazia do privado em relação ao público.Cadernos EBAPE. Rio de
Janeiro, v. 14, n. 4, p. 1054-1065, out-dez. 2016.

124

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Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

Informações Básicas
– RELAÇOES ÉTNICO-RACIAIS E DE GÊNERO
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
72
72

-

EMENTA
Educação das Relações Étnico-Raciais. Cultura afro-brasileira.Pensamento
decolonial. Historicidade das relações raciais noBrasil. Feminismo Negro. Políticas
Públicas para Igualdade Racial. Relações de gênero e diversidades sexuais e de
gênero.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DESIGUALDADE e diferença na universidade: gênero, etnia e grupos sociais
populares. Rio de Janeiro: UFRJ, 2006. 139 p.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 46. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007.
213p.
GOMES, Nilma Lino (Org). Práticas pedagógicas de trabalho com relações étnicoraciais na escola na perspectiva da Lei nº 10.639/03. Brasília, DF: MEC, UNESCO,
2012. 412 p.
LEITÃO, Heliane de Almeida Lins. Coisas do gênero: diversidade e desigualdade.
Maceió: EDUFAL, 2011. 197 p.
SALIH, Sara. Judith Butler e a Teoria Queer.Editora Autêntica.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Sílvio. Racismo Estrutural. São Paulo, SP: Pólen, 2019. 255 p.
BAHBA, Homi. O local da cultura. Belo Horizonte, Editora UFMG, 1998.
BERTH, Joice. O que é empoderamento. Belo Horizonte, MG: Letramento, 2018. 161
p.
BUTLER, Judith. Problemas de gênero:feminismo e subversão da identidade. 16. ed.
Rio de Janeiro, RJ: Civilização Brasileira, 2018. 287 p.
COLLING, Leandro. A igualdade não faz o meu gênero: em defesa das políticas das
diferenças para o respeito à diversidade sexual e de gênero no Brasil.
Contemporânea-Revista de Sociologia da UFSCar, v. 3, n. 2, p. 405, 2013.
COLLINS, Patricia Hill. Aprendendo com a outsider within: a significação sociológica
do pensamento feminista negro. Sociedade e Estado, v. 31, n. 1, p. 99-127, 2016.
CRENSHAW, KIMBERLÉ. Documento para o encontro de especialistas em aspectos
da discriminação racial relativos ao gênero. Rev. Estud. Fem., Florianópolis , v.
10, n. 1, p. 171-188, Jan. 2002.
DAVIS, Angela Yvonne. Mulheres, raça e classe. São Paulo, SP: Boitempo, 2016.
244 p.
DOS SANTOS, Sales Augusto. Educação: um pensamento negro contemporâneo.
Paco Editorial, 2015.
125

FANON, Frantz; SILVEIRA, Renato da. Pele negra, máscaras brancas. Salvador, BA:
EDUFBA, 2008. 194 p.
GONZALEZ, L. Racismo e sexismo na cultura brasileira, in «Ciências Sociais Hoje».
1983.
HALL, Stuart; SOVIK, Liv. Da Diáspora: identidades e mediações culturais. 1. ed.
atual. Belo Horizonte, MG: Ed. UFMG; 2009. 410 p.
HOOKS, Bell. O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras. Rio de
Janeiro, RJ: Rosa dos Tempos, 2018. 175 p.
HOOKS, Bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. 2. ed.
São Paulo, SP: WMF Martins Fontes, 2017. 283 p.
HOOKS, Bell. E eu não sou uma mulher?: mulheres negras e feminismo. Rio de
Janeiro, RJ: Rosa dos Tempos, 2019.
KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano. Rio de
Janeiro: Cobogó, 2019. 248 p.
MBEMBE, Achille. Crítica da razão negra. São Paulo, SP: n-1 edições, 2018. 315p.
RIBEIRO, Djamila. O que é lugar de fala. Belo Horizonte, MG: Letramento, 2017. 113
p.
RIBEIRO, Djamila. Quem tem medo do feminismo negro. São Paulo, SP: Companhia
das Letras, 2018. 148 p.
SCOTT, Joan W.. O enigma da igualdade. Rev. Estud. Fem., Florianópolis , v.
13, n. 1, p. 11-30, Apr. 2005 .
SCOTT, Joan. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação & realidade,
v. 20, n. 2, 1995.

126

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Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– FORMAÇÃO HISTÓRICA, ECONÔMICA E POLÍTICA DE ALAGOAS
Período
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
Noturno
72
72
EMENTA
Compreender a formação do Estado de Alagoas e seus desdobramentos na
atualidade. Trata-se de analisar a constituição do contexto alagoano a partir
de três pilares: político, econômico e social/cultural. Foca-se, principalmente,
nas questões mais específicas de momentos históricos do Brasil, do Nordeste
brasileiro e de Alagoas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARVALHO, Cícero Péricles de. Análise da reestruturação produtiva da
agroindústria sucro-alcooleira alagoana. Maceió: EDUFAL, 2009.
CARVALHO, Cícero Péricles. Formação Histórica de Alagoas. 3ªed. Maceió:
Edufal, 2015.
VERÇOSA, Elcio de Gusmão. Cultura e educação nas Alagoas: história,
histórias. 4ª ed. Maceió: EDUFAL, 2006.
DIÉGUES JÚNIOR, Manuel. O banguê nas Alagoas: traços da influência do
sistema econômico do engenho de açúcar na vida e na cultura regional. 3ª ed.
Maceió: EDUFAL, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FREYRE, Gilberto. Casa-grande & senzala: formação da família brasileira sob
o regime da economia patriarcal. 51ª ed. São Paulo: Global, 2006.
FREYRE, Gilberto. Nordeste: aspectos da influência da cana sobre a vida e a
paisagem do Nordeste do Brasil. 7ª ed. São Paulo: Global, 2004.
FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. 34. ed. São Paulo:
Companhia das Letras, 2007.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil.
Companhia das Letras, 2006
PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil contemporâneo: colônia. 23ª ed.
Brasiliense, 1994.

127

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– FUNDAMENTOS DEORGANIZAÇÕES ASSOCIATIVAS E ECONOMIA
SOLIDÁRIA
Período
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
Noturno
72
72
EMENTA
Discussão acerca de elementos teóricos e empíricos da economia solidária,
procurando problematizar a temática e identificando estratégias que permitam
construir uma sociedade baseada em democracia econômica, com dignidade
e justiça social. Análise de aspectos da economia solidária, com ênfase no
caso brasileiro, tais como: cooperativas; associações, redes e fóruns
existentes; Discussão sobre os fundamentos (conceituais, teóricometodológicos) do desenvolvimento local. Análise de experiências de sucesso
com ênfase no caso brasileiro e, em especial, nordestino.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CANDEIAS, Cezar Nonato Bezerra; MACDONALD, José Brendan; MELO
NETO, José Francisco de (orgs.). Economia solidária e autogestão:
ponderações teóricas e achados empíricos. Maceió: EDUFAL, 2005.
GOERCK, Caroline. Economia popular solidária: mapeamento
experiências no Rio Grande do Sul e no Brasil. Canoas: ULBRA, 2010.

das

SINGER, Paul. Introdução à economia solidária. São Paulo: Fundação Perseu
Abramo, 2002.
VEIGA, Sandra Mayrink. Associações: como constituir sociedades civis sem
fins lucrativos. Rio de Janeiro: M. A. Pontes, 2001.
VEIGA, Sandra Mayrink; FONSECA, Isaque. Cooperativismo: uma revolução
pacífica em ação. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHANLAT, Jean-François. Ciências Sociais e Management: Reconciliando o
Econômico e o Social. São Paulo: Atlas, 2000.
Singer, P. Souza. A.R. (org.). A economia solidária no Brasil: a autogestão
como resposta ao desemprego. São Paulo: Contexto, 2000.
FRANÇA FILHO, G.C. e LAVILLE, J.L., Economia solidária: uma abordagem
internacional. Porto Alegre: EDUFRGS, 2004.
FRANÇA FILHO, G.C. e LAVILLE, J.L..; MEDEIROS, A.(org.), Ação Pública e
128

economia solidária – uma perspectiva internacional. Salvador-Porto Alegre,
EDUFRGS/EDUFBA, 2006.
CATTANI, LAVILLE, GAIGER e HESPANHA (Orgs.) Dicionário Internacional
da Outra Economia. Coimbra-São Paulo: Editora Almedina,2009.

129

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Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– GESTÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE
Período
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
Noturno
72
72

-

EMENTA
A evolução da consciência ambiental. Novos padrões ambientais. Economia
ambiental e aspectos regionais do meio ambiente no Brasil. Valoração
ambiental e instrumentos econômicos para a gestão ambiental. Tomada de
decisão ambiental na perspectiva pública. Sistema de gestão ambiental.
Fundamentos de ecologia: princípios e conceitos. O meio ambiente como
campo de conflitos sociais na defesa dos interesses difusos; as questões
ambientais globais e acordos internacionais. O desenvolvimento sustentável:
concepções e conceitos. As dimensões e os desafios do desenvolvimento
sustentável. Agenda de desenvolvimento sustentável: agenda 21.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMARGO, A. L. Desenvolvimento sustentável: dimensões e desafios.
Campinas: Papirus, 2003.
PUTNAM, R.D.; LEONARDI, R.t; NANETTI, R.Y. Comunidade e democracia:
a experiência da Itália moderna. Rio de Janeiro: FGV, 1996.
RIBEIRO, Helena; VARGAS; Helena Comin (orgs.). Novos Instrumentos de
Gestão Urbana. 1ª ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo,
2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BUARQUE, S. Construindo o desenvolvimento local sustentável. Rio de
Janeiro: Gramond, 2002.
JARA, C. J, A sustentabilidade do desenvolvimento local. Recife: SEPLAN –
PE, 1998.
LITTLE, P (org). Políticas ambientais no Brasil: análises, instrumentos e
experiências. São Paulo: Petrópolis; Brasília, DF: IIEB, 2003.
MARICATO, E. Brasil, cidades: alternativas para a crise urbana. Petrópolis:
Vozes, 2001.
MENEGAT, Rualdo; ALMEIDA, Gerson. (orgs.) Desenvolvimento sustentável
e gestão ambiental nas cidades: estratégias a partir de Porto Alegre. Porto

130

Alegre: Editora da UFRGS, 2004.
RAMOS, Maria Helena Rauta (org.). Metamorfoses sociais e políticas
urbanas. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.

131

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

Informações Básicas
– GESTÃO PÚBLICA AMBIENTAL
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
72
72

-

EMENTA
Bases para a Gestão Ambiental Pública; Problemas e Conflitos Ambientais;
Regulação, políticas públicas e governança ambiental; Política e gestão
ambiental; Governança ambiental no Nível Municipal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BURSZTYN,Marcel. BURSZTYN,Maria Augusta. Fundamentos de política e
gestão ambiental: os caminhos do desenvolvimento sustentável. Rio de
Janeiro:Garamond, 2012.
LITTLE,Paul. Os novos desafios da política ambiental brasileira. Brasília:
IEB,2014.
LITTLE,Paul. Políticas ambientais no Brasil: Análises, instrumentos e
experiências. São Paulo: IEB,2003.
MOURA, Adriana Magalhães. Governança ambiental no Brasil: instituições,
atores e políticas públicas. Brasília:IPEA, 2016.
Quintas, Jose Silva. Introdução à gestão ambiental pública. 2ª edição rev. Brasília: IBAMA, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARVATE, Paulo Roberto. Economia do setor público no Brasil. Rio de
Janeiro:Elsevier, 2004.
ÁVILA, Rafael Doñate. O sistema Municipal do meio ambiente no Brasil:
avanços e desafios. Saúde, sociedade, 2012.
MAY, P. H.; LUSTOSA, M. C.; VINHA,V. (org). Economia do Meio Ambiente –
Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
TÔSTO, Sergio Gomes. et al. Valoração de estudos ecossistêmicos:
metodologias e estudos de caso. Brasília: EMBRAPA,2015.

132

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– GESTÃO DA INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO
Período
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
Noturno
72
72

-

EMENTA
Conceitos básicos e perspectivas da tecnologia; ciência, P&D; o paradigma
tecnológico; as novas tecnologias; o hiato tecnológico internacional; inovação;
tecnologia e o desenvolvimento de capacidade tecnológica, difusão de
tecnologia; mudanças tecnológicas, aprendizado, conhecimento e inovação.
Os efeitos e implicações das tecnologias e o papel do Estado, com foco no
espaço regional; estratégias para o desenvolvimento de capacidades
tecnológicas e temas concernentes ao desenvolvimento tecnológico
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASIL, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Indicadores.
Disponível em:
http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/740.html?execview
__________Ministério do Planejamento - Guia Referencial para Medição de
Desempenho e Manual para Construção de Indicadores. Brasília, dezembro
(2009).
FERREIRA, H.; CASSIOLATO, M.; GONZALEZ, R. Como Elaborar Modelo
Lógico de Programas: um roteiro básico. Nota Técnica nº 2. Brasília: IPEA,
2007.
__________. Uma experiência de desenvolvimento metodológico para
avaliação de programas: o modelo lógico do programa segundo tempo.
Brasília: IPEA, 2009.
FREEMAN Chris. The 'National System of Innovation' in historical perspective.
Cambridge JournalofEconomics 1995.
JANNUZZI, Paulo de Martino. Indicadores para Diagnóstico, Monitoramento e
Avaliação de Programas Sociais no Brasil. Revista do Serviço Público Brasília
56 (2): 137-160 Abr/Jun 2005.
MAZZUCATO, Mariana.O Estado Empreendedor: Desmascarando o mito do
setor público vs setor privado.Tradução Elvira Serapicos. 1ªed.São Paulo:
Portfolio-Penguin, 2014.
NEGRI, João Alberto de e KUBOTA, Luís Claudio (Orgs). Políticas de

133

Incentivo à Inovação Tecnológica no Brasil. Brasília, IPEA, 2008.
NEGRI, João Alberto de, NEGRI, Fernanda de, LEMOS, Mauro Borges. O
impacto do FNDCT sobre o desempenho e o esforço tecnológico das
empresas e industriais brasileiras. Brasília: IPEA, 2018.
PEREIRA, José Matias e KRUGLIANSKAS, Isak. Gestão de inovação: A lei
de inovação tecnológica como ferramenta de apoio às políticas industrial e
tecnológica do Brasil. RAE-eletrônica, v. 4, n. 2,jul./dez. 2005.
SALERNO, Mario Sérgio e KUBOTA, Luís Claudio. Estado e Inovação.
Brasília, IPEA, 2008
SCHUMPETER, Joseph. Teoria do Desenvolvimento Econômico. São Paulo:
Nova cultural, 1991.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ACSA, Zoltan J, ANSELINB, Luc e VARGA, Attila. Patents and innovation
counts as measures of regional production of new knowledge. Research
Policy 31, 2002.
ASHEIM, Bjørn T. e ISAKSEN Arne. Regional Innovation Systems: The
Integration of Local „Sticky‟ and Global „Ubiquitous‟ Knowledge. Journal of
Technology Transfer, 27, 77–86, 2002.
BOTTAZZIA, Laura e PERIC, Giovanni. Innovation and spillovers in regions:
Evidence from European patente data. EuropeanEconomicReview 47, 2003.

134

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

Informações Básicas
– GESTÃO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
72
72

-

EMENTA
Definição de Propriedade Intelectual; Propriedade Intelectual no Brasil;
Marcas; Patentes; Desenho Industrial; Indicações Geográficas; Propriedade
Intelectual e Desenvolvimento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBOSA, Denis Borges. Uma introdução à propriedade intelectual. 2. ed.
Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2003.
BRASIL. Lei nº 13.243, de 11 de janeiro de 2016. Dispõe sobre estímulos ao
desenvolvimento científico, à pesquisa, à capacitação científica e tecnológica
e à inovação e altera (...), 2016.
BRASIL. Lei nº 9279/96 de 14 de maio de 1996 - Lei da Propriedade
Industrial.
SHERWOOD, Robert. Propriedade Intelectual e Desenvolvimento Econômico.
São Paulo: Edusp,1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Constituição (1988) Constituição da República Federativa do Brasil
de 1988.
________Emenda Constitucional nº 85, de 26 de fevereiro de 2015. Altera e
adiciona dispositivos na Constituição Federal para atualizar o tratamento das
atividades de ciência, tecnologia e inovação, 2015.
________ Lei nº 10.973, de 2 de dezembro de 2004. Dispõe sobre incentivos
à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo e dá
outras providências, 2004.

135

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– GESTÃO DE ORGANIZAÇÕES ASSOCIATIVAS E EMPREENDIMENTOS
SOLIDÁRIOS
Período
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
Noturno
72
72
EMENTA
Discussão acerca de elementos teóricos e empíricos da economia solidária,
procurando problematizar a temática e identificando estratégias que permitam
construir uma sociedade baseada em democracia econômica, com dignidade
e justiça social. Análise de aspectos da economia solidária, com ênfase no
caso brasileiro, tais como: cooperativas; associações, redes e fóruns
existentes; Discussão sobre os fundamentos (conceituais, teóricometodológicos) do desenvolvimento local sustentável. Diversidade cultural.
Análise de experiências de sucesso com ênfase no caso brasileiro e, em
especial, nordestino.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BUARQUE, Sérgio C. Construindo o desenvolvimento local sustentável:
metodologia de planejamento. Rio de Janeiro: Garamond, 2002.
CARVALHO, Cícero Péricles de Oliveira. Economia popular: uma via de
modernização para Alagoas. 4ªed. Maceió, AL: EDUFAL, 2010.
Francisco de Melo (Orgs.). Economia Solidária e Autogestão. Ponderações
teóricas e achados empíricos. Maceió: Edufal, 2005.
LIMA, Margarida Maria Feliciano de. Projeto de economia solidária no BNB:
subsídios para avaliar a aplicação do Fundo de Desenvolvimento Regional
(FDR). (Série BNB Teses e Dissertações; 19) Fortaleza: Banco do Nordeste
do Brasil, 2010.
SACHS, Ignacy. Inclusão social pelo trabalho: desenvolvimento humano,
trabalho decente e o futuro dos empreendedores de pequeno porte. 2ª ed. Rio
de Janeiro: Garamond, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FRANCO, Augusto. Porque precisamos de desenvolvimento local integrado
sustentável. 2ª ed. Brasília: Millennium/Instituto de Política, 2000.
FRIEDEN, Jeffry A. Capitalismo global: história econômica e política do século
XX. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2008.
MELO, Ricardo Lacerda; HANSEN, Dean Lee (org.). Desenvolvimento
136

regional e local: novas e velhas questões. Aracaju: Editora UFS, 2007.
SINGER, Paul. Globalização e desemprego: diagnóstico e alternativas. 7ª ed.
São Paulo: Contexto, 2008.

137

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

Informações Básicas
LIBRAS
Carga Horária
Teórica
Prática
72
-

Total
72

EMENTA
Desmistificação de ideias concebidas acerca das línguas de sinais. Estudo
dos fundamentos gramaticais da LIBRAS (características básicas da fonologia
e noções básicas de léxico) e os aspectos sobre cultura e identidade surda.
Leis que respaldam linguisticamente e culturalmente a comunidade surda.
Visão geral sobre história de educação de surdos no Brasil e no mundo. Bem
como, a escrita do português dos sujeitos surdos como L2.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COPOVILLA, F. C. & RAPHAEL, V. D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado
Trilíngue de Língua de Sinais Brasileira. Vol. I e II. São Paulo: Editora da
Universidade de São Paulo, 2001.
FERREIRA BRITO, L. Por uma gramática das línguas de sinais. Rio de
Janeiro: Tempo Brasileiro, 1995.
GOES, M. C. R. Linguagem, surdez e educação. Campinas: Autores
Associados, 1996.
QUADROS, R. M. e KARNOPP, L. B. Língua de sinais Brasileira: Estudos
Linguísticos. Porto Alegre: Artemed, 2004.
QUADROS, R. Muller. de. Educação de surdo: aquisição da linguagem. Porto
Alegre: Ed. Artes Médicas, 1997.
SACKS, O. Vendo vozes: uma jornada pelo mundo dos surdos. Rio de
Janeiro: Imago, 1990.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GESSER, Audrei. LIBRAS? que língua é essa? Crenças e preconceitos em
torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo, Parábola Editorial,
2009.
CHOI, Danielet al. (org.)Libras: conhecimento além dos sinais. 1ª Ed. São
Paulo: Person Prentice Hall, 2011.
SKLIAR, C. (org.) A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre:
Mediação, 1998.

138

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– INCUBAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS SÓCIOPRODUTIVOS
Período
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
Noturno
72
72
EMENTA
Projetos de Incubação no Brasil: origem, conceitos, metodologias,
possibilidades e limites. Incubadoras Universitárias. Modelos de Gestão e
Incubação. Financiamento. Sistematização do Conhecimento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIAGIO, Luiz Arnaldo. Incubadoras de empreendimentos orientados para o
desenvolvimento local e setorial: planejamento e gestão. Brasília:
ANPROTEC: SEBRAE, 2006.
GUIMARÃES, Gonçalo; SALOMÃO, Inessa. Planejamento e gestão de
incubadoras de tecnologias sociais para o desenvolvimento: características e
instrumentos. Brasília: Anprotec: SEBRAE, 2006.
SINGER, Paul. Introdução à economia solidária. São Paulo: Fundação Perseu
Abramo, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
JUSTINO, Maria José. (Org.). Incubadora Tecnológica de Cooperativas
Populares: a experiência da UFPR. Curitiba: UFPR/PROEC, 2002.
MEIRA, Ludmila. A gestão de empreendimentos econômicos solidários:
Olhares das ITCPs USP, UFRJ e UNEB (Dissertação de Mestrado). Salvador:
Universidade Federal da Bahia/Escola de Administração, 2005.
OLIVEIRA, Luiz José Rodrigues de; DAGNINO, Renato Peixoto. As
Fragilidades das Incubadoras Universitárias de Cooperativas no Brasil. In:
Jornada Latinoamericana de Ciência Tecnológica e Sociedade – ECOSITE, V,
2004, Touluca-México, 2004.
SOUZA, Maria Carolina de Azevedo Ferreira de; AZEVEDO, Alessandra de;
OLIVEIRA, Luiz José Rodrigues de; BALDEÓN, NaguyenTufino. Incubadora
Tecnológica de Cooperativas – ITCP x Incubadora de Empresas de Base
Tecnológica - IEBT – Diferenças e semelhanças no processo de Incubação.
In: 10th Latin-AmericanSeminarof Technology Management. México, 2003.
SINGER, P. Incubadoras Universitárias de Cooperativas Populares:
contribuição para um modelo alternativo de geração de trabalho e renda. In:
SINGER, P.; SOUZA, A. R. (Orgs.) A economia solidária no Brasil: a
139

autogestão como resposta ao desemprego. 2ª Ed. São Paulo: Contexto, 2003.

140

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Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

Informações Básicas
– INICIAÇÃO À PRODUÇÃO CIENTÍFICA
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
72
72

-

EMENTA
Pesquisa e comunicação científica; canais de comunicação científica;
planejamento, redação e revisão do texto; estrutura do artigo científico; ética
na publicação; escolha do evento ou periódico; submissão do artigo científico;
avaliação do artigo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Científica: teoria da
ciência e iniciação à pesquisa. 21ª ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
PEREIRA, Mauricio Gomes. Artigos científicos: como redigir, publicar e
avaliar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
SANTO, Antônio. Anatomia de um artigo. Recife: Editora Universitária da
UFPE, 2007.
VIEIRA, Sonia. Como elaborar questionários. São Paulo: Atlas, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith, GEWANDSZNAJDER, Fernando. O Método
nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2ª ed. São
Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724:
informação e documentação – trabalhos acadêmicos – apresentação. Rio de
Janeiro: ABNT, 2005.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo:
Cortez, 2002.

141

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
– METODOLOGIA DA PESQUISA QUALITATIVA
Período
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
Noturno
72
72

-

EMENTA
Pressupostos básicos. Tipos de pesquisa. Instrumentos de pesquisa. O
planejamento da pesquisa qualitativa. Os aspectos éticos envolvidos na
pesquisa qualitativa. Diferentes métodos de investigação científica de caráter
qualitativo. Observação, entrevista, questionários e análise documental como
recursos metodológicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DEMO, Pedro. Metodologia científica em ciências sociais. 3. ed., rev. e ampl.
São Paulo: Atlas, 1995.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de
metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
VERGARA, Sylvia Constant. Métodos de pesquisa em administração. 2. ed.
Atlas, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAUER, Martin W; GASKELL, George. Pesquisa qualitativa com texto,
imagem e som: um manual prático. 10. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012.
OLIVEIRA, Maria Marly de. Como fazer pesquisa qualitativa. 7ª ed. Petrópolis:
Vozes, 2016.
QUIVY, Raymond; CAMPENHOUDT, Luc van. Manual de investigação em
ciências sociais. 3ª ed. Lisboa: Gradiva, 2003.
YIN, Robert K. Pesquisa qualitativa do início ao fim. Porto Alegre: Penso,
2016.

142

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado

Período
Noturno

Informações Básicas
– NEGOCIAÇÃO E ARBITRAGEM
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
72
72

-

EMENTA
Noções gerais sobre ADR (Alternative Dispute Resolution). Noções gerais do
conflito. Negociação: conceitos e princípios; o conflito; o negociador; o objeto;
o lugar; os modelos e estilos; desenvolvimento da negociação; feedback.
Arbitragem: retrospectiva histórica e o momento atual; conceito; a convenção
e os tipos de arbitragem; o árbitro; a sentença arbitral.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAZERMAN, M.H. e NEALE, M.A. Negociando Racionalmente. Editora Atlas,
1995.
COSTA, Sérgio de Freitas; LIMA, Jose Guilherme de Heraclito; MOURÃO,
Alessandra
Nascimento
S.
L.;
MAFREDI,
Denise. Gestão
de
negociação: como conseguir o que se quer sem ceder o que não se deve. 2ª
ed. São Paulo: Saraiva, 2007.
FISHER, Roger e URY, William. Como chegar ao Sim. São Paulo: Editora
Imago, 1985.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LITTLEJOHN, S.W. Fundamentos teóricos da comunicação humana. Rio de
Janeiro: Editora Guanabara, 1988.
WATZGAWICK, P. etal. Pragmática da comunicação humana. São Paulo,
Cultrix, 1967.

143

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus de Arapiraca
Coordenação do Curso de Administração Pública Bacharelado
Informações Básicas
RELAÇÕES INTERNACIONAIS E POLÍTICAS PÚBLICAS
Período
Carga Horária
Teórica
Prática
Total
Noturno
72
72
EMENTA
O ideário ocidental do desenvolvimento. Organizações Internacionais.
Sistema de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento. Cooperação
não Governamental para o desenvolvimento. Governança global para o
desenvolvimento sustentável.Globalização, Estado nacional e difusão de
política públicas. Redes, comunidades epistêmicas e movimentos sociais
transnacionais na produção das políticas públicas do Estado nacional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FARIA, Carlos Aurélio Pimenta de. Políticas públicas e relações
internacionais.
Brasília:
Enap,
2018.
104
p.
Disponível
em:
https://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/3335/4/Livro_pol%c3%adticas_p%c
3%bablicas_rela%c3%a7%c3%b5es_internacionais.pdf
IANNI, Octavio. A Era do Globalismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.
MILANI, Carlos; ARTURI, Carlos e SOLINÍS, Germán (orgs.). Democracia e
Governança Mundial. Porto Alegre: editora da UFRGS, 2002, 295 p.
SOREANO PECEQUILO, Cristina. Introdução às Relações Internacionais:
Temas, Atores e Visões. Petrópolis: Vozes, 2004.
SIMÕES, Paulo. Entre a alma missionária e o espírito mercador: uma análise
da cooperação não governamental holandesa no Brasil. Curitiba, PR: Appris,
2014. 153p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARCOVITCH, Jacques (org.). Cooperação Internacional: Estratégia e
Gestão. São Paulo: EDUSP, 1994.
MILANI, Carlos. Governança Global, reorganização da política em todos os
níveis de ação. Série Pesquisas, Fundação Konrad Adenauer, 1999.
PESSINA, Maria Elisa. O não governamental na cooperação internacional
para o desenvolvimento após 1990: entre as circunstâncias e as
peculiaridades do caso alemão. Salvador, BA: EDUFBA, 2017. 290 p.
TEIXEIRA, Elenaldo. O Local e o Global: limites e desafios da participação
cidadã. São Paulo: Cortez Editora, Salvador: UFBA, Recife: Equip, 2001.

144

15. AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL
Com a promulgação da Constituição Federal de 1988, o Estado
Brasileiro passou a ter uma nova configuração, privilegiando os deveres sociais
e repercutindo prontamente na Administração Pública. Entre seus princípios legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência -, este último,
traduzido no aperfeiçoamento da prestação do serviço público de qualidade, diz
respeito diretamente às ações institucionais das Instituições Federais de
Ensino Superior (Ifes), para o apoio ao seu quadro de pessoal. Destamaneira,
a Ufal, produtora e disseminadora do conhecimento e do desenvolvimento
econômico e social no estado de Alagoas, precisa abraçá-lo e materializá-lo em
suas ações cotidianas.

15.1 Procedimentos de Avaliação no Processo EnsinoAprendizagem
A avaliação é processo complexo e configura-se essencial enquanto
instrumento de autoconhecimento e orientação da missão do curso de Administração
Pública da Universidade Federal de Alagoas. Caracteriza-se enquanto processo
contínuo e permanente que norteia as políticas institucionais.
A avaliação é processo desenvolvido pela comunidade acadêmica com a
finalidade de melhorar a qualidade do ensino oferecido pelo curso. Dentre outros
pontos, esse processo busca:
I.

Implementar um processo de avaliação contínuo;

II.

Planejar e remodelar as ações a partir dos dados colhidos por este
processo;

III.

Garantir a qualidade no desenvolvimento do ensino, pesquisa e
extensão;

IV.

Construir um planejamento institucional democrático e autônomo; e

V.

Consolidar o compromisso social.
145

As orientações e instrumentos propostos na avaliação baseou-se na Lei
de Diretrizes e Bases da Educação 9.394/96 e no Decreto 10.861, que instituiu o
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES. Assim, têm-se a
Comissão de Auto Avaliação – CAA e a Comissão Própria de Avaliação – CPA,
órgão responsável pela condução desse processo. Este órgão mantém contato com
todos os seguimentos da comunidade acadêmica e procura fazer diagnóstico
permanente das atividades curriculares e extracurriculares a fim de verificar se
atendem às necessidades da sociedade local.
Além disso, propõe mudanças no projeto político-pedagógico, ouvindo os
alunos, professores e funcionários estimulando-os a participarem ativamente do
processo de avaliação.
As intenções da CPA
I.

Avaliar todos os seguimentos internos a fim de promover a atualização
do projeto institucional;

II.

Estimular e promover a participação da comunidade acadêmica num
processo democrático e participativo de avaliação;

III.

Identificar pontos que ainda necessitam de melhorias;

IV.

Avaliar planejamentos e programas pedagógicos e administrativos;

V.

Diagnosticar a adequação do curso ao contexto da sociedade na qual
ele se insere;

VI.

Conhecer necessidades emergentes e indicar ações que as
complementem.

Neste sentido, a avaliação tanto em nível quantitativo como qualitativo
engloba atores que atuam diretamente no processo de ensino-aprendizagem como
alunos, professores e funcionários como a comunidade circunvizinha, que faz parte
da vida institucional.
Este sistema de avaliação fomenta cultura avaliativa e envolve toda a
comunidade acadêmica na discussão sobre a qualidade do ensino oferecido, bem
146

como a função social do curso de Administração Pública do Campus Arapiraca. É
acima de tudo instrumento de identificação de fatores que interferem positivamente e
negativamente na qualidade do ensino e em todas as dimensões da ação
pedagógica e administrativa.
O ENADE, como parte do SINAES (Sistema Nacional de Avaliação da
Educação Superior), tem por objetivo aferir o desempenho dos estudantes em
relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares dos
respectivos cursos de graduação, às suas habilidades para ajustamento, às
exigências decorrentes da evolução do conhecimento e às suas competências para
compreender temas exteriores ao âmbito específico de sua profissão, ligados às
realidades brasileira e mundial e a outras áreas do conhecimento. O resultado do
ENADE é utilizado como referencial para o aprimoramento do curso no que tange a
comparação da média brasileira e a do curso, para identificar corretamente o perfil
dos discentes juntamente com o do curso.

15.2 Avaliação institucional

15.2.1 Metodologia, dimensões e instrumentos a serem utilizados
no processo de autoavaliação
O processo de avaliação e acompanhamento do desenvolvimento
institucional, tem como concepção basilar a Lei 10.861, de 14 de abril de 2004,
que fundamenta o Sistema Nacional da Avaliação da Educação Superior –
SINAES, na busca da melhoria da qualidade da educação superior, utilizandose como variáveis os seguintes eixos:
I.

ensino, pesquisa/iniciação e extensão;

II. responsabilidade social;
III. desempenho dos alunos;
IV. gestão da instituição;
V. corpo docente e;
147

VI. estrutura física.

Através desses eixos buscam uma perspectiva das melhorias e do
aprimoramento da eficácia institucional, efetividade acadêmica e social e da
afirmação da autonomia e da identidade institucional.
A metodologia utilizada no processo de auto avaliação seguirá as
orientações gerais do SINAES, que prevê, para auto avaliação ou avaliação
interna, três etapas a serem desenvolvidas, a saber:
I.

Preparação;

II.

Desenvolvimento e;

III.

Consolidação da avaliação.

A autoavaliação será realizada utilizando-se do questionário on-line
como procedimento metodológico e contemplará abordagem qualiquantitativa
da avaliação. As questões contidas na autoavaliação serão propostas em
conformidade com a Lei 10.861/2004 que definiu as dez dimensões
institucionais para a avaliação das IES, contempladas no Roteiro de
Autoavaliação Institucional, publicação da CONAES/INEP.
A auto avaliação obedecerá à seguinte lógica:
I.

Planejamento das atividades, sensibilização da comunidade para
reflexão sobre o processo de autoavaliação pela coordenação da
CPA e equipe;

II.

Envolvimento dos servidores de todos os setores na construção
das dimensões a serem avaliadas;

III.

Processamento dos dados coletados para assegurar a validade
da informação;

IV.

Utilização dos resultados na implementação de melhorias
sinalizadas, sendo estas melhorias transformadas em ações a
serem alcançadas em curto, médio e longo prazo destinadas à
superação das dificuldades e ao aprimoramento institucional;
148

V.

Divulgação dos resultados.

Considerando os diversos atores da Instituição, o processo de
autoavaliação envolverá:
a - Avaliação da Instituição pelos discentes:
I. Desempenho docente;
II. Atuação do Coordenador;
III. Atuação dos gestores;
IV. Serviços de Secretaria;
V. Infraestrutura de laboratório;
VI. Infraestrutura, acervo e serviços da Biblioteca; e,
VII. Serviços gerais, limpeza, segurança.

b - Avaliação do desempenho dos alunos durante o curso das atividades de
Ensino e de aprendizagem:
I. Disciplinas;
II. Estágio;
III. Atividades Complementares;
IV. TCC;
V. Participação em eventos;
VI. Participação em projetos de iniciação científica, e
VII. Participação em projetos e atividades de extensão.

c - Avaliação docente sobre a Instituição e sobre o corpo discente
I. Atuação do coordenador de curso;
149

II. Participação dos alunos na disciplina e nas diversas atividades
referentes ao Curso e a Instituição;
III. Serviços de secretaria,
IV. Laboratórios;
V. Biblioteca (inclusive acervo),
VI. Orientação pedagógica; e,
VII. Infraestrutura.

d - Avaliação institucional sob a ótica do egresso.
Para conhecer a opinião dos egressos sobre a formação recebida,
tanto curricular quanto ética, será realizada pesquisa no momento da
conclusão do curso e após um ano de inserção no mercado, quando o mesmo
estará apto a fornecer informações sobre a satisfação das necessidades,
expectativas e desejos em relação à promessa realizada pela Instituição sobre
a prestação de serviços contratada. A pesquisa poderá ser realizada através de
questionários on-line com abordagem qualiquantitativa.
A análise dos dados e informações fornecidos por egressos,
empregadores e mercado será considerada para a revisão dos planos e
programas da Instituição, com vistas à atualização dos cursos, bem como
antecipação de tendências das carreiras profissionais.

e - Avaliação dos sistemas e processos administrativos.
A avaliação dos sistemas e processos administrativos visa a
melhoria do atendimento acadêmico, pedagógico e administrativo da
Instituição, com estratégias para o planejamento, operacionalização e
viabilização dos mesmos, nos termos do PDI.
Periodicamente, os responsáveis designados para as diversas ações
programadas, seguindo o princípio da gestão por resultados, comparecerão
150

frente à CPA, ao Diretor e demais órgãos gestores para a avaliação dos
resultados alcançados e definição de novas ações.

15.2.2 Formas de utilização dos resultados das avaliações Apuração e Análise dos dados
Depois de obtidos os dados das dimensões avaliadas, a CPA
efetuará uma primeira análise e emitirá relatório analítico sobre a etapa
cumprida (verificar os procedimentos da CPA UFAL). Com base nesse relatório
será desenvolvido um fórum de discussão com as partes envolvidas no
aprofundamento da análise, identificação de causas e efeitos e soluções de
melhoria (quando for o caso) gerando relatório final da etapa a ser
encaminhado para homologação da CPA e Diretoria, com atividades e ajustes
que deverão ser implementados.
Considerada atividade obrigatória para as IES, a autoavaliação
(avaliação interna), constitui um dos instrumentos do SINAES utilizados no
primeiro momento da avaliação institucional. A importância deste segmento do
processo avaliativo deve-se ao seu caráter formativo com o propósito de
permitir o aperfeiçoamento, tanto pessoal (dos docentes, discentes e corpo
técnico administrativo) quanto da instituição como um todo, na expectativa de
promover as mudanças necessárias e o aperfeiçoamento das ações
programadas, tendo em vista a garantia da qualidade da educação, aliada ao
uso eficiente e eficaz dos recursos disponíveis.
Esta modalidade de avaliação,

instituída como componente

diretamente ligado à lógica da gestão, configura um processo permanente de
levantamento de informações sobre as necessidades elencadas pela
comunidade acadêmica e da situação das metas estabelecidas pela instituição
para a concretização dos objetivos educacionais, científicos, sociais e
tecnológicos visando consolidar o ciclo de planejamento institucional.

151

A Comissão Própria de Avaliação (CPA), com foco nos 05 (cinco)
eixos avaliativos estabelecidas pela CONAES, tem como atribuições a
condução dos processos de avaliação internos da instituição, a sistematização
das informações/dados obtidos e seu repasse tanto para a comunidade interna
como para a avaliação externa. Este olhar externo, como observação de fora
para dentro, é importante porque pode retificar equívocos de percepção
cometidos pelos agentes da autoavaliação.
Assim, a avaliação Institucional pode ser utilizada como valioso
instrumento para identificar as potencialidades, fragilidades e limitações da
Instituição em suas políticas e práticas, relacionadas ao ensino, pesquisa e
extensão além de favorecer a reflexão sobre a efetividade do planejamento e a
eficácia das ações propostas. Como parte essencial de um processo cíclico de
autoconsciência deve atuar de forma criativa permitindo novas leituras das
dimensões que definem a instituição apreendendo este universo em toda sua
complexidade.
As formas de divulgação dos relatórios da CPA bem como as ações
sugeridas e as ações desenvolvidas serão divulgados na instituição, através de
seminários, e-mails, assim como no sitio oficial da UFAL.

15.3 Colegiado do Curso
Os artigos 25 e 26 do Regimento Geral da UFAL, referentes ao
Colegiado estão transcritos:
Art. 25. O Colegiado de Curso de Graduação é órgão vinculado à -,
com o objetivo de coordenar o funcionamento acadêmico de Curso de
Graduação, seu desenvolvimento e avaliação permanente, sendo
composto de:
I. 05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus
respectivos suplentes, que estejam no exercício da docência,

152

eleitos em Consulta efetivada com a com-, para cumprirem
mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução;
II. 01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo
suplente, escolhido em processo organizado pelo respectivo
Centro ou Diretório Acadêmico, para cumprir mandato de 01
(um) ano, admitida uma única recondução;
III. 01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e
seu respectivo suplente, escolhidos dentre os Técnicos da -,
eleito pelos seus pares, para cumprir mandato de 02 (dois)
anos, admitida uma única recondução.
Parágrafo Único – O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu
Suplente, escolhidos pelos seus membros dentre os docentes que o
integram.
Art. 26. São atribuições do Colegiado de Curso de Graduação:
I. coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do
Projeto Pedagógico do Curso, com base nas Diretrizes
Curriculares Nacionais, no perfil do profissional desejado, nas
características e necessidades da área de conhecimento, do
mercado de trabalho e da sociedade;
II. coordenar o processo de ensino e de aprendizagem,
promovendo

a

integração

docente-discente,

a

interdisciplinaridade e a compatibilização da ação docente
com os planos de ensino, visando à formação profissional
planejada;
III. coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos
resultados obtidos, executando e/ou encaminhando aos
órgãos

competentes

as

alterações

que

se

fizerem

necessárias;
IV. colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;
V. exercer outras atribuições compatíveis.

Os membros se reúnem mensalmente em reuniões ordinárias para
tomar decisões e analisar solicitações de discentes. As reuniões são previstas
em consonância com o calendário das reuniões do Conselho do Campus, afim

153

de garantir um fluxo de execução dos processos e decisões referentes ao
curso.
A convocação contendo a pauta da reunião deve ser publicizada
com 24 horas de antecedência no mínimo, a fim de garantir a presença de
todos os conselheiros. As reuniões são registradas em atas e arquivadas na
Secretaria do Curso, ficando disponíveis para consulta pública. Em caso de
deliberações urgentes também são realizadas reuniões extraordinárias.

15.4 Núcleo Docente Estruturante – NDE
A função do NDE, conforme a referida Resolução, é:
Art. 2º - O NDE de cada Curso de Graduação da UFAL é o órgão
consultivo e propositivo em matéria acadêmica, de apoio e
assessoramento ao Colegiado, sendo formado por docentes da
respectiva - para acompanhar e atuar no processo de concepção,
consolidação,

avaliação

e

contínua

atualização

do

Projeto

Pedagógico do Curso.
Art. 3º - O NDE terá as seguintes atribuições:
I. Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso
do curso;
II. Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as
diferentes atividades de ensino constantes no currículo;
III. Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de
pesquisa

e

extensão,

oriundas

de

necessidades

da

graduação, de exigências do mercado de trabalho e
consoantes com as políticas públicas relativas à área de
conhecimento do curso;
IV. Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais
para os Cursos de Graduação.

154

16. POLÍTICAS DE APOIO AOS DISCENTES
Sobre os Programas de Assistência Estudantil, o curso de
Administração possui alunos envolvidos nos projetos citados anteriormente.
Com a finalidade de promover um nivelamento dos alunos e
fortalecer a qualidade do ensino ofertado, o curso de Administração Pública
oferece cursos de monitoria, naquelas disciplinas cujos alunos apresentem
dificuldades específicas. Ademais, a Resolução 25/05, em seu art. 5º, § 2º
prevê a implementação do sistema de tutoria para o atendimento dos(as)
alunos(as) reprovados(as) por média, em turmas que não alcancem o mínimo
necessário para a formação de turma extra. Nesta situação, não havendo a
oferta regular da disciplina no semestre seguinte, o colegiado do curso
organizará um programa de tutoria no qual o (a) aluno (a) será matriculado (a),
e designará um (a) professor (a) para lhe acompanhar e avaliar, sem a
necessidade da formação de turma convencional.
Além da representação estudantil já consolidada nas reuniões do
colegiado e do amplo diálogo entre as lideranças discentes e o corpo de
professores, os alunos instituíram o Centro Acadêmico do curso de
Administração Pública, mediante a realização dos procedimentos formais
cabíveis.
Outra inciativa discente é a empresa júnior de administração pública,
com início em 2016, e objetivando uma maior atuação profissional dos
membros envolvidos.
Sobre o horário de atendimento aos alunos, a coordenação conta
com dois bolsistas de apoio administrativo, em atuação durante todo o horário
do curso (noturno). Além disso, o horário de atendimento por parte dos
professores fica distribuído segundo uma escala semanal, na qual cada
professor disponibiliza os horários em que ficará responsável por atender os
alunos. Os docentes trabalham na atividade de atendimento no mínimo 04
(quatro) horas por semana.

155

17. CORPO DOCENTE DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA - BACHARELADO
O corpo docente do curso de Administração Pública da UFAL,
campus Arapiraca participa da análise dos conteúdos dos componentes
curriculares do Projeto Pedagógico do Curso, com reflexão e com uma conduta
pedagógica e acadêmica de modo a atingir os objetivos apresentados no PPC,
destacando e enfatizando a importância para a atuação profissional e
acadêmica do discente. Busca fomentar o raciocínio crítico a criação de
consciência e ética profissional para mais além que a bibliografia proposta,
bibliografia esta que será mais flexível e atualizada a partir do “Relatório de
Adequação da Bibliografia” assinado pelo NDE.
Através das Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs o
corpo docente proporciona acesso a conteúdos de pesquisa que se relacionam
com os objetivos das disciplinas e perfil do egresso. Oferecem um incentivo da
pesquisa e extensão, que é determinante para a formação de um profissional
dinâmico, plural e reflexivo, de modo a ampliar a visão para o mercado de
trabalho. A participação do discente em atividades de pesquisa e extensão são
apontadas como a iniciação científica, participação em projetos de pesquisa
institucionalizados ou não, participação de grupos de estudo, monitorias
remuneradas ou voluntárias, participação em eventos, publicações de artigos,
projetos de extensão e estágios extracurriculares.
O curso de Graduação em Administração Pública da UFAL
Arapiraca apresenta um corpo docente composto de 9 (nove) professores, em
sua grande maioria, com mestrado e doutorado e formação em diversas áreas
que compõem o campo da Administração Pública. Todos atuam em cargahorária de 40h e regime de Dedicação Exclusiva, conforme exposto nos
quadros a seguir.

156

Quadro 7 – Distribuição dos docentes do curso por regime de trabalho
etitulação.

DOCENTE
Anderson Henrique

REGIME DE
TRABALHO

GRADUAÇÃO

MESTRADO

DOUTORADO

40 h D.E.

Ciências Econômicas

Economia
Aplicada

Economia Aplicada
(em andamento)

Bruno Setton

40 h D.E.

Ciências Econômicas

Desenvolvimento
Regional

Inovação Tecnológica

Fabiana Cassia

40 h D.E.

Ciências Contábeis

Administração

-

José Rodolfo Tenório

40 h D.E.

Administração e

Administração

Administração

Gestão Ambiental
Leonardo Leal

40 h D.E.

(em andamento)

Administração

Administração

Ciência Política
(em andamento)

Lucas Muniz

40 h D.E.

Matemática

Economia

-

Paulo Simões

40 h D.E.

Administração

Administração

Administração

Renato Miranda

40 h D.E.

Direito

Administração

Administração

Rodrigo Coelho

40 h D.E.

Economia

Economia

Economia

Quadro 8 – Distribuição dos Professores Conforme Titulação
TITULAÇÃO

N

%

Doutores

4

44%

Mestres

5

56%

Especialistas

---

0%

Total de Professores

9

100%

157

Quadro 9 – Distribuição dos Professores Conforme Regime de Trabalho
REGIME

N

%

Professores 40h D. E.

9

100

Total de Professores

9

100

Apesar de o curso ter somente quatro professores doutores, o
restante do corpo docente encontra-se, atualmente, em qualificação, o que
evidencia uma tendência de elevação da titulação média do curso em pouco
tempo.
Considerando o Decreto nº 5.707/06, de 26 de fevereiro de 2006,
que dispõe sobre a política e as diretrizes para o desenvolvimento de pessoal,
a Ufal ajusta o seu PDI, tendo como objetivo, sem prejuízo de outros, o
desenvolvimento permanente do seu servidor.
O

PDI

dos

Servidores

compõe-se

de

eixos

integrados:

Dimensionamento das Necessidades Institucionais de Pessoal, Capacitação,
Avaliação de Desempenho e Qualidade de Vida no Trabalho, recortados por
diretrizes e princípios, muitos deles, diretamente relacionados à atividade docente.
No que concerne ao dimensionamento das necessidades institucionais,
diz respeito à otimização dos Recursos Humanos, a fim de garantir o cumprimento
dos objetivos institucionais. A capacitação, por seu turno, atua em duas
frentes:melhorar o desempenho do servidor; e assegurar um quadro mais confiante,
motivado e consequentemente, mais satisfeito. A capacitação é realizada em
diferentes momentos e modalidades: Iniciação ao serviço público, formação geral,
educação formal, gestão, inter-relação entre os ambientes e formação específica.
Outra ação voltada para o servidor é a avaliação de desempenho que
objetiva redimensionar as ações desenvolvidas por eles no exercício do cargo,
auferindo o desempenho, deixando-o ciente de suas fragilidades e potencialidades
e oferecendo subsídios para a organização do plano de capacitação.
No plano social, o Programa de Qualidade de Vida no Trabalho
(PQVT), promove ações embasadas na Política de Atenção à Saúde do
158

Servidor (PASS), baseadas no conceito de prevenção de doenças como
garantia de condições mais justas de trabalho, valorizando o servidor e
garantindo o pleno exercício de suas funções.
Dentre as políticas de apoio ao servidor, uma se destaca por ter como
enfoque o docente: o Programa de Formação Continuada em Docência do Ensino
Superior (PROFORD), que consiste em um plano de capacitação contemplando
desde os docentes recém empossados, até aqueles com mais tempo na Instituição.
O objetivo é incentivá-los à reflexão sobre suas práticas, estabelecendo uma
intersecção entre ensino, pesquisa e extensão, dentro de dois enfoques: a prática
docente e a atuação destes profissionais na gestão acadêmica e institucional.
Esta política de apoio ao docente consolidada é objeto contínuo de
avaliação, a fim de garantir a satisfação do professor e o respeito ao Princípio
Constitucional da Eficiência, do qual nenhuma Instituição de Ensino Superior pode se
furtar.

18. INFRAESTRUTURA E RECURSOS MATERIAIS
As atividades pedagógicas e técnico-administrativas do Curso
Administração Pública - Bacharelado, no Campus Arapiraca conta com salas
para funcionamento das Coordenações de Curso, Direção e Secretaria,
compartilhada com os demais cursos da Unidade com 5 (cinco) salas de aulas
equipadas com carteiras escolares, quadros e mesa. Quanto aos recursos
técnicos, o Curso dispõe equipamento de som e data-shows.

159

REFERÊNCIAS
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relação com o outro: um conceito para extensão universitária.
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universidade e comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo,
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COELHO, F. S. A problemática atual do ensino de graduação em
Administração Pública no Brasil. Cadernos EBAPE, BR – Número
Especial, Ago, 2008.
Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos – Específicas para cada
curso, e referente as orientações gerais;
ESPINHEIRA, Gey. Metodologia e prática do trabalho em comunidade:
ficção do real: observar, deduzir e explicar: esboço da metodologia
da pesquisa. Salvador, BA: EDUFBA, 2008.
FORPROEX. Política Nacional de Extensão Universitária, 2012.
FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1983, 93p.
GAETANI, F. Os desafios da Administração Pública no Brasil e a capacitação
dos gestores públicos. Apresentação na Escola Nacional de
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Pública.
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Acessível
em:
http://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/1450/2/Os%20desafios%20da%20
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%20a%20capacita%C3%A7%C3%A3o%20dos%20servidores%20p%C3%
BAblicos.pdf(acessado em: 12.11.2018)
GURGEL, R. M. Extensão Universitária: Comunicação ou domesticação?
São Paulo: Cortez, 1986.
IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo
Demográfico 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2010. Disponível
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INEP – INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISA ANÍSIO TEIXEIRA. Censo da
Educação Superior 2015. Brasília: INEP, 2015. Disponível
em:http://inep.gov.br/censo-da-educacao-superior
Lei

de

Diretrizes
e
Bases
da
Educação.
Disponível
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm.

em:

MAXIMILIANO JR, M. Indicadores Brasileiros de Extensão Universitária
(IBEU). Campina Grande – PB. EDUUFCG. 2017. 60p.
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Ed. Med. v.3, n.3, p. 203- 11.
PIERSON, Alice Helena Campos; CORTEGOSO, Ana Lucia; ARAÚJO FILHO,
Targino de. Flexibilização curricular: experiências e perspectivas. In:
THIOLLENT,
Michel;
CASTELO
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GUIMARÃES, Regina Guedes Moreira; ARAÚJO FILHO, Targino de.
(org.). Extensão universitária: conceitos, métodos e práticas. Rio
de Janeiro, v. 1, p. 41-55, 2003
REDE NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Documentos. Plano
Nacional de Extensão Universitária, 2001. Disponível em:
<http://www.renex.org.br> Acesso em: 15 dez. 2004.
SEPLAG. Alagoas em dados e informações. Disponível em dados.al.gov.br.
Acesso em 20 jan 2018.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, UFAL – CONSUNI. Plano de
Desenvolvimento Institucional – PDI 2013-2017. Universidade
Federal de Alagoas, 2013.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, UFAL. Projeto de Interiorização
da UFAL: uma expansão necessária. Universidade Federal de
Alagoas, 2005.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, UFAL. Resolução nº 04/2018 –
Consuni/UFAL de 19 de fevereiro de 2018. Regulamenta as ações
de extensão como componente curricular obrigatório nos projetos
pedagógicos de cursos de graduação da UFAL.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, UFAL. Resolução nº 65/2014 –
Consuni/UFAL de 03 de novembro de 2014. Estabelece a
atualização das diretrizes gerais das atividades de extensão no
âmbito da UFAL.

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