Vice-reitora recebe estudantes e entidades para discutir situação do HU

Entre as reivindicações, eles pedem realização e concurso público para aumentar o quadro de pessoal do hospital e o número de leitos

10/07/2013 16h22 - Atualizado em 14/08/2014 às 10h31
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Rachel Rocha e pró-reitores em reunião com estudantes e representantes de entidades

Redação Ascom

Em reunião desta quarta-feira (10), a vice-reitora Rachel Rocha recebeu alunos do curso de Nutrição da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), representantes do Diretório Central dos Estudantes (DCE), dos Diretórios Acadêmicos de Medicina e Nutrição, do Movimento dos Sem Terra (MST), além da Assembleia Nacional dos Estudantes Livres (Anel), do Sindicato dos Trabalhadores da Ufal (Sintufal) e do Fórum em Defesa do SUS. Ela e os pró-reitores ouviram as reivindicações da comissão sobre contratação de mais servidores e melhorias estruturais no Hospital Universitário (HU).

De acordo com o estudante Wibson Ribeiro, o movimento quer discutir a situação do HU e pede a realização de concurso público para contratação de mais profissionais, principalmente nutricionistas. “Também buscamos melhorias na assistência estudantil, repudiamos a adesão à Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), queremos maior número de leitos no HU e melhorias nas condições da maternidade”, ressaltou.

A vice-reitora disse entender as preocupações dos estudantes e das entidades e que esse é um problema complexo e nacional, mas afirmou que a gestão central da universidade também luta por um patrimônio que é de todos – o HU. Rachel Rocha também anunciou a realização de uma sessão extraordinária do Conselho Universitário (Consuni), para o próximo dia 29, quando serão colocadas todas as questões referentes ao hospital.

Sobre a questão orçamentária da universidade, o pró-reitor de Gestão Institucional, Valmir Pedrosa, destacou que o HU é prioridade para a gestão. “O orçamento enviado pelo governo federal foi homologado com atraso, no dia 5 de abril, e isso comprometeu o hospital no que diz respeito, por exemplo, à aquisição de medicamentos. Ainda assim, a Ufal destinou recursos, deixando de honrar outros compromissos, e liberou cerca de R$ 600 mil para amenizar a situação do hospital”, revelou.

O coordenador-geral do Sintufal, Jeamerson Santos, falou da importância em manter um diálogo aberto com a gestão central da Ufal e solicitou esclarecimento sobre boatos acerca da redistribuição de funcionários do HU para outros setores da universidade.

A pró-reitora de Gestão de Pessoas e do Trabalho, Silvia Cardeal, solicitou que lhe fosse entregue documento questionando servidor sobre a saída do HU para outras áreas da universidade, para que sejam tomadas as medidas cabíveis.