Resolução Nº 16/2018 de 26/03/2018

APROVA O PLANO INSTITUCIONAL DE INTERNACIONALIZAÇÃO NO ÂMBITO DA UFAL.

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RCO n 16 de 26 03 2018.pdf
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                    Plano Institucional de Internacionalização (2018 - 2020)
Introdução e metas gerais
O processo de internacionalização, tal como conhecemos, das Universidades e Instituições de Ensino
Superior tem se efetivado de maneira gradativa desde o início da década de 90. O modelo atual de internacionalização
coincide, em grande medida, com a chamada Declaração de Bolonha, de 1999, que redefiniu o sistema de educação
superior europeu, influenciando as políticas de abertura de instituições de ensino superior em todo o mundo. Dentre as
nuances diversas da Declaração de Bolonha, aquelas que mais nos interessam, nos limites deste plano, são:
●

●
●
●

Promover a mobilidade dos estudantes (no acesso às oportunidades de estudo e formação, bem como a
serviços correlatos), professores, investigadores e pessoal administrativo (no reconhecimento e na
valorização dos períodos passados num contexto global de pesquisa, de ensino e de formação, sem prejuízo
dos seus direitos estatutários);
Desenvolvimento curricular de maneira transdisciplinar;
Cooperação interinstitucional;
Programas integrados de estudo, de formação e de investigação.

O Brasil, a América Latina e demais países emergentes tem tentado dinamizar os fluxos que envolvem
mobilidade e cooperação acadêmicas, embora, sempre de maneira subordinada ou dependente. O caso brasileiro, em
especial, sugere uma quantidade importante de aspectos que o diferenciam dos demais. Um deles é a
indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, prevista na Constituição Federal, motivo pelo qual também a
internacionalização da Universidade Federal de Alagoas deve ser pensada pela égide desta mesma indissociabilidade.
Na Universidade Federal de Alagoas, as estratégias recentes de internacionalização se confundiram com
mobilidade acadêmica, na maior parte das vezes, algo que se deixou sacramentar na nomenclatura do órgão
responsável: Assessoria de Intercâmbio Internacional (ASI). O esforço empreendido nos últimos anos foi garantir
condições de mobilidade, notadamente a estudantes de graduação além de garantir uma composição mínima da
equipe que articula o setor.
Neste sentido, o Programa Ciências Sem Fronteiras (CsF) constituiu o mais importante momento da UFAL ao
promover intensa mobilidade de estudantes, em ambos os níveis, graduação e pós-graduação. Neste quesito, a grande
dificuldade existente foi a sustentabilidade financeira para garantir os fluxos de mobilidade. No caso, o CsF foi
financiado por fonte externa à Universidade assim como o outro programa que sustenta a mobilidade discente, o
Programa Andifes/Santander de Mobilidade Acadêmica.
Dada a condição de instabilidade orçamentária, este plano, portanto, considera uma diversidade de variáveis,
notadamente aquelas voltadas para a própria instituição, no sentido de dotá-la de condições para receber estudantes e
pesquisadores estrangeiros e tornar o nosso ambiente internacionalizado mais que promover a internacionalização
individual. Por isso, o plano ora apresentado está estruturado em quatro eixos:: 1) ensino; 2) pesquisa; 3) extensão; 4)
administração universitária.
O que se entende como internacionalização neste plano institucional deve ser compreendida como o
processo de integração entre uma dimensão internacional ou intercultural ao ensino, pesquisa e os serviços e funções
da instituição. Portanto, pretende-se nortear uma política transversal de adequação da cultura organizacional da
Universidade Federal de Alagoas ao que já ocorre em outras instituições de ensino superior, sem que se perca a
identidade da instituição.
As orientações que dirigem este plano foram extraídas prioritariamente dos seguintes documentos: Plano
Nacional de Educação (PNE), Plano Nacional de Pós-Graduação (PNPG), Relatório Final 2016/2017 - Comissão
Especial de Acompanhamento do PNPG 2011-2020, Política Nacional de Extensão Universitária formulada pelo Fórum
de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras (FORPROEX), e “Minuta de Proposta:

Programa de Internacionalização da Extensão Universitária (INTEREXT)” (FORPROEX).
Destacam-se abaixo os trechos que concernem ao presente plano. Em primeiro lugar, do PNE deve-se
ter em conta o seguinte trecho:
META 12: consolidar e ampliar programas e ações de incentivo à mobilidade estudantil e docente em
cursos de graduação e pós-graduação, em âmbito nacional e internacional (Estratégia 12.12);
META 14: consolidar programas, projetos e ações que objetivem a internacionalização da pesquisa e
da pós-graduação brasileiras, incentivando a atuação em rede e o fortalecimento de grupos de
pesquisa (Estratégia 14.9); e promover o intercâmbio científico e tecnológico, nacional e internacional,
entre as instituições de ensino, pesquisa e extensão (Estratégia 14.10). Ampliar a oferta de
programas de pós-graduação stricto sensu, especialmente os de doutorado, nos câmpus (sic) novos,
abertos em decorrência dos programas de expansão e interiorização das instituições superiores
públicas (Estratégia 14.6).

O PNPG, embora só lhe faltem dois anos para finalizar, ainda é o marco fundamental que orienta a pósgraduação no Brasil. Quando da sua confecção, o PNPG já indicava a necessidade de correção de assimetrias
regionais do sistema de educação superior, algo que tende a ser reafirmado com o processo de internacionalização,
uma vez que algumas instituições já estão em estágio avançado de internacionalização ao contrário de outras, que
ainda estão iniciando sua inserção neste processo. Neste sentido, das metas para 2020 do PNPG, no que tange à
internacionalização, a UFAL se compromete com as seguintes:
METAS PARA 2020
Obter um acréscimo em relação a 2009 de duas vezes e meia a três vezes:
Na publicação de trabalhos científicos em revistas qualificadas;
Em investimentos nas atividades de cooperação científica internacional;
Promover substancial acréscimo de investimentos em cooperação internacional que tenha por objetivo
a produção científica nacional na fronteira do conhecimento e uma forte presença de nossa ciência
nas principais instituições e organismos internacionais de C & T.
Promover pesquisas internacionais em C & T de caráter bilateral ou multilateral;
Lançar um amplo programa de “brain gain” para trazer cérebros, sobretudo jovens talentos, tendo em
vista nosso vigoroso avanço científico e atual remuneração competitiva em relação, por exemplo, aos
países europeus;
Aperfeiçoar os mecanismos de atração e absorção de cientistas estrangeiros qualificados. Em
particular, os concursos para professores e pesquisadores de universidades e institutos de pesquisa
devem ter caráter mundial, admitindo-se o uso da língua estrangeira de caráter bastante universal,
como o inglês, desde que participantes se comprometam a aprender a língua portuguesa em até dois
anos após o concurso;
Promover a visibilidade internacional dos programas de pós-graduação, como a existência de páginas
em inglês na Internet, inclusive com a programação atualizada dos alunos, visitantes e pósdoutorandos, nacionais e estrangeiros, valorizando a busca dos melhores talentos em nível mundial.
Por fim, o “Relatório Final 2016/2017 - Comissão Especial de Acompanhamento do PNPG 2011-2020” lista as
recomendações com as quais a UFAL também entende prioritárias, como parte da efetivação de uma política de
internacionalização.
5.8.1. Desenvolver políticas que envolvam a ampliação do número de alunos e pesquisadores
estrangeiros nos PPGs das universidades brasileiras;
5.8.2. Dar continuidade a programas de internacionalização, aprimorando e focando nas IES e
induzindo políticas de internacionalização mais abrangentes, institucionais, e não somente focadas
em envio de alunos brasileiros ao exterior ou apenas na continuidade e prolongamento de parcerias
individuais de pesquisadores ou pequenos grupos;
5.8.3. Prover as condições para maior domínio da língua inglesa por docentes, pesquisadores e
alunos nas IES brasileiras e, por decorrência, oportunizar ambientes de ensino, pesquisa e
convivência neste idioma;
5.8.5. Manter o foco da internacionalização na busca constante da excelência acadêmica;
5.8.6. Desenvolver um Plano de Internacionalização, articulado entre as agências e os respectivos
Ministérios, que contemple uma Estratégia Nacional de Internacionalização da CT&I e da Educação
Superior, através da qual serão definidos aspectos relevantes no atual cenário, tais como: o estímulo
às cooperações e redes entre IES nacionais e estrangeiras; a ampliação das duplas titulações
internacionais; a identificação de formas de inclusão das áreas de humanidades e sociais aplicadas
neste esforço e respectivo apoio no processo de internacionalização; a oferta de disciplinas e de
cursos em inglês nas IES brasileira; a integração da relação sul-sul (América Latina e África); a
inclusão de ações que atendam as demandas da área de inovação (como a interação universidadeempresa) etc.;
5.8.8. Estimular programas de modernização curricular da graduação, em consonância e integração
com cenários internacionais;
5.8.10. Induzir que as IES desenvolvam Plano de Internacionalização abrangentes e que a solicitação
ou habilitação a qualquer tipo de recurso ou apoio para internacionalização (incluindo bolsas para
estudantes e pesquisadores, em todas as modalidades e apoio a projetos de pesquisa internacionais)
sejam obrigatoriamente vinculadas à existência de um Plano Institucional de Internacionalização,
aprovado internamente na respectiva IES.
5.8.11. Implantar a sistemática prevista na Resolução 3/2016 do CNE referente à revalidação e
reconhecimento de diplomas obtidos no exterior.

Além da pós-graduação, a extensão universitária e sua respectiva internacionalização também foram alvos de
profundo debate durante a primeira metade desta década. Disso resultaram orientações gerais constantes no Política
Nacional de Extensão Universitária formulado pelo FORPROEX. Dentre essas direções, ressaltam-se as seguintes:
Valorizar os programas de extensão interinstitucionais, sob a forma de consórcios, redes ou parcerias, e as
atividades voltadas para o intercâmbio e a solidariedade;
Atuar, de forma solidária, para a cooperação internacional, especialmente a latino-americana.

Ainda que o FORPROEX tenha apresentado uma minuta de internacionalização da extensão, este plano tem
como objetivo garantir que a UFAL seja referência neste quesito da internacionalização e abertura da Universidade. Os
princípios mobilizados na proposta do FORPROEX podem ser resumidas nas seguintes ideias, extraídas da própria
minuta: 1) ações de intercâmbio e de cooperação entre equipes de extensão e pesquisa que, envolvendo a
participação de servidores universitários (docentes e/ou técnicos) e estudantes, desenvolvem atividades pedagógicas
e/ou de construção compartilhada do conhecimento, em interação com suas respectivas comunidades, buscando
soluções para os problemas econômicos e sociais, desenvolvendo o exercício da cidadania e potencializando a
formação universitária; 2) intercâmbio de práticas inovadoras entre grupos acadêmicos consolidados ou em formação,
em suas universidades, e que desenvolvem ou pretendem desenvolver ações de extensão similares em temos de
objeto e objetivos, visando potencializar seus respectivos programas após os processos de intercâmbio, dando
continuidade a ações anteriormente desenvolvidas, mas agora transformadas e aperfeiçoadas pela cooperação
internacional; 3) o intercâmbio das equipes extensionistas deve pressupor a anuência e o apoio das comunidades
relacionadas aos programas locais (…) abrindo a possibilidade para que no futuro as próprias comunidades possam
desenvolver formas próprias de intercâmbio, reconhecendo e valorizando a cooperação técnica internacional como
forma de melhorar a vida das suas e das outras comunidades, contribuindo para a construção da paz e da colaboração
interfronteiras.

Considerando novos parâmetros de avaliação das instituições de ensino superior, tais como aqueles
inspirados pelo “Manifesto Leiden”, tornou-se possível uma nova baliza de mensuração de qualidade das instituições
de ensino superior no mundo. A Capes não está alheia a este processo e tem realizado, desde o lançamento do
referido manifesto, debates sobre o tema. Um trecho, em específico, do “Manifesto Leiden” é especialmente relevante:
A pesquisa que avança as fronteiras do conhecimento acadêmico difere da pesquisa que é focada em
proporcionar soluções para os problemas da sociedade. A avaliação pode ser baseada em méritos
relevantes para as políticas públicas, para a indústria ou para os cidadãos em geral, em vez de
méritos baseados em noções acadêmicas de excelência. Não existe um modelo único de avaliação
que se aplique a todos os contextos. (MANIFESTO LEIDEN, 2015)

Esta abordagem permite um olhar diferenciado quanto a avaliação institucional assim como uma
qualidade maior na aferição do impacto que instituições de ensino superior e de pesquisa tem no cotidiano das
comunidades que lhes circundam. Nesse sentido, situamos, o papel da extensão em nossa universidade.

Tendo em vista todo o exposto, a Universidade Federal de Alagoas assume como prioridade institucional
deflagrar o processo de internacionalização em todos os âmbitos da administração, do Ensino, Pesquisa e Extensão,
como parte do esforço de intensificar a presença da UFAL em âmbito nacional e continental. Dentre as metas
fundamentais que este plano pretende atacar, situam-se, sobretudo aquelas que envolvem atividades que reverberam
internamente. São elas:
●
●
●
●

Implementar política linguística;
Desenvolver uma política de parcerias institucionais;
Aumentar a presença de estudantes estrangeiros;
Aprimorar e desenvolver programas conjuntos com parceiros estratégicos.

Como parte da tentativa de expandir as experiências de nossos estudantes no exterior e transformar a
realidade linguística da instituição, será implementado um Programa permanente de mobilidade acadêmica para
graduação. A previsão de R$ 200.000,00 custeará a mobilidade out de graduandos em três modalidades: 1) curta
duração: estágio em laboratórios de Universidades, de organizações sociais, organismos internacionais e/ou
empresas; 2) média duração: intercâmbio tradicional que envolve matrícula de mobilidade; 3) média duração induzida:
utilização do portfólio de parceria já firmadas e aprofundar fluxo com parcerias prioritárias (Instituto Técnico de
Monterrey, Universidade do Porto e Universidade de Pavia, por ex).
As parcerias entre Universidades e Instituições de ensino superior devem exprimir as relações que, de fato,
grupos de pesquisa e pesquisadores mantém entre instituições. Infelizmente, uma parte significativa dos acordos
permanecem subutilizados ora porque não foram construídos em bases sustentáveis ora porque o responsável pelo
acordo não mais se ocupa do projeto que o originou. Então, com o fito de desburocratizar o processo de construção de

acordos de cooperação, os acordos deverão se sustentar em cima de projetos de pesquisa e/ou extensão devidamente
consolidados na instituição.
Política linguística
Para fins de continuar a produzir um diagnóstico sobre a realidade linguística da UFAL, será intensificada
uma avaliação do nível de proficiência de docentes e técnicos, no ato de marcação das férias, precedida de campanha
de sensibilização quanto à necessidade de produzirmos informações confiáveis para fins de formulação de política
linguística adequada e realçando a importância da internacionalização para melhoria do serviço que a universidade
oferta para a sociedade.
No caso dos estudantes, o nível de proficiência será examinado, em princípio por amostragem, em três
momentos, mediante utilização de exame a ser definido de acordo com cronograma.
Serão mantidas as ofertas de cursos de idiomas via Programa Idiomas Sem Fronteiras e Casas de Cultura.
Além disso, via setor de capacitação da PROGEP, objetiva-se empreender políticas específicas para servidores,
atendendo, inicialmente a setores prioritários para internacionalização, a saber, PROGRAD, PROPEP, DRCA, ASI e
Gabinete.
Ensino
Tendo em vista a esfera do Ensino, será necessário operar alterações de fluxo de maneira a flexibilizar o
sistema de creditação adotado pela UFAL no tocante a experiência de estudantes que retornam de mobilidade.
Portanto, será necessário reestruturar o fluxo e construir com as coordenações alternativas específicas de maneira a
não prejudicar os estudantes que voltam de mobilidade. Isto deverá ser efetivado em resolução específica de acordo
com cronograma.
Para diminuir a produção de papéis e encurtar o fluxo que coloca o estudante regular da UFAL em mobilidade
out, implementaremos o módulo “Relações Internacionais” do SIG para maior agilidade e controle por parte dos órgãos
responsáveis.
Um dos itens fundamentais de aferição do nível de internacionalização de dada Universidade é a quantidade
de disciplinas ensinadas e idiomas diversos. Por isso, os cursos de graduação e pós-graduação serão provocados a
apresentar um cronograma de implementação de cursos bilíngue e/ou exclusivamente em outros idiomas. Nessa
perspectiva, também se deverá fomentar a internacionalização do currículo por meio de implementação de espaços
específicos para discussões de temáticas transversais e comparadas. (Direitos Humanos, Sustentabilidade,
Desigualdades Sociais e Defesa, por ex)

Anexo I
Evolução dos indicadores da internacionalização na UFAL

2016

2020

Ações

Objetivos

Professores estrangeiros
do quadro permanente

26

46

Divulgação internacional,
simplificação dos
processos de inscrição,
seleção e contratação

Pelo menos um docente
estrangeiro por PPG

Número de professores
visitantes e pós-doutores
estrangeiros

18

92

Divulgação internacional,
simplificação dos
processos de inscrição,
seleção e contratação

Pelo menos dois
PVs/Pós-Doc por PPG

Número de professores
com experiência
acadêmica no exterior

147

500

Estímulo a estágios no
exterior

Qualificar o quadro
docente, ampliar
parcerias estratégicas

Porcentagem de alunos
estrangeiros, em relação
ao total de alunos na
instituição, considerando
alunos regularmente
matriculados

0,05% (graduação e pós- 1% (graduação e pósgraduação)
graduação)

Divulgação internacional,
simplificação dos
processos de inscrição e
seleção. Consolidação
de parcerias.

Consolidar uma cultura
internacional na Ufal

Alunos estrangeiros
regulares na pósgraduação

25

100

Divulgação internacional,
simplificação dos
processos de inscrição e
seleção. Consolidação
de parcerias.

Consolidar uma cultura
internacional na Ufal

Alunos estrangeiros
temporários (em
mobilidade no brasil) na
pós graduação

Não dispomos de
métricas confiáveis

100

Divulgação internacional,
simplificação dos
processos de inscrição e
seleção. Consolidação
de parcerias.

Consolidar uma cultura
internacional na Ufal

Número de convênios e
acordos com instituições
estrangeiras

68

100

Apoio à construção de
acordos. Identificação de
Instituições estratégicas
para a Ufal.

Atrair oportunidades de
pesquisa,
desenvolvimento,
extensão, docência e
mobilidade discente
internacional

Número de projetos de
cooperação internacional,
como projetos conjuntos de
pesquisa, sendo
desenvolvidos e ativos no
momento

98

200

Apoio à construção de
acordos. Identificação de
Instituições estratégicas
para a Ufal.

Atrair oportunidades de
pesquisa,
desenvolvimento,
extensão, docência e
mobilidade discente
internacional

Número de artigos
publicados em revistas
com JCR

1900

5400

Editais de apoio a
publicações de alto
impacto. Apoio ao
trabalho em redes de
pesquisa. Melhoria da
infraestrutura de
pesquisa da Ufal

Melhor posicionamento
da Ufal no cenário de
produção científica
qualificada

Número de artigos
publicados com co-autoria
estrangeira

278

1000

Editais de apoio a
publicações de alto
impacto. Apoio ao
trabalho em redes de
pesquisa. Melhoria da
infraestrutura de
pesquisa da Ufal

Melhor posicionamento
da Ufal no cenário de
produção científica
qualificada

Porcentagem de aulas
ministradas em outro
idioma

5

15

Apoio personalizado a
docentes e discentes.
Estímulo à realização de
cursos de idiomas.

Atrair professores,
pesquisadores e alunos
estrangeiros. Consolidar
uma cultura internacional
na Ufal

Número de alunos que
obtiveram dupla
titulação/cotutela com
instituições no exterior

20

Apoio à consolidação de
projetos de cooperação
que conduzam à dupla
titulação

Posicionar a Ufal no
cenário internacional de
destinos para realizar
bons cursos de pósgraduação

Número de alunos
brasileiros em mobilidade
do tipo doutorado
“sanduíche” no exterior
(atual 2016)

20

50

Apoio à construção de
acordos. Identificação de
Instituições estratégicas
para a Ufal. Apoio a
solicitações às agências
de fomento.

Melhorar a qualidade da
formação dos
doutorados por PPGs da
Ufal

Número de alunos da pósgraduação Participando de
disciplinas lecionadas em
línguas estrangeiras

254

2000

Apoio personalizado a
docentes e discentes.
Estímulo à realização de
cursos de idiomas.

Atrair professores,
pesquisadores e alunos
estrangeiros. Consolidar
uma cultura internacional
na Ufal

Número de alunos da pósgraduação Que possui
fluência, ou comprovante
de fluência, em língua
estrangeira

254

2000

Ações de estímulo ao
domínio de língua
estrangeira.

Consolidar uma cultura
internacional na Ufal

Percentual do corpo
técnico com fluência em
outros idiomas

10

75

Ações de estímulo ao
domínio de língua
estrangeira.

Consolidar uma cultura
internacional na Ufal

Evolução prevista nas modalidades de bolsa
Modalidade de
bolsa

2018

2019

2020

2021

Doutorado
Sanduíche

150

150

150

150

Professor
Visitante

20

20

20

20

Professor
Visitante no
Exterior Júnior

50

50

50

50

Professor
Estrangeiro
Visitante no
Brasil

40

40

40

40

Jovem Talento
Estrangeiro

20

20

20

20

Fixação de
doutor brasileiro
com experiência
no exterior

20

20

20

20

Graduação
sanduíche

500

500

500

500

Tabela 1-2
Itens de custeio

2018

2019

2020

2021

Participação em
100
eventos no exterior

100

100

100

Missões de
trabalho

100

100

100

100

Projetos conjuntos
de pesquisa

100

100

100

100

Projeto de parceria
universitária

50

50

50

50

Treinamento para
40
internacionalização

40

40

40

Publicação de
artigos científicos
em idioma
estrangeiro

2700

3200

4180

5400

crescimento de
30% ao ano da
publicação de
livros e de
capítulos de livros
em língua
estrangeira

100

130

170

220

Prazo de
elaboração de
proposta

Prazo de
implementação

Objetivo

Cursos de capacitação em idiomas para FALE, PROGEP e 90 dias
ASI
servidores de setores específicos

180 dias

Diminuir a
dependência de
setores em torno de
um único servidor
fluente em idioma
estrangeiro.

Capacitação em fluxos acadêmicos dos PROGEP,
PROPEP, CIED e
parceiros prioritários

60 dias

150 dias

Garantir
familiaridade dos
servidores com os
trâmites dos
parceiros
prioritários e
apresentar os
nossos.

45 dias

90 dias

Estabelecer
protocolo corrente
para o
procedimento de
recepção de
pesquisador ou
professor
estrangeiro,
institucionalizando
o fluxo e
despersonalizando
a ação.

Propostas

Setores e órgãos
responsáveis

ASI

Formulação de política de acolhimento PROPEP e ASI
de docente e pesquisador estrangeiros

120 dias

Incentivar ações de
internacionalização
ao evitar prejuízo
de tempo na
conclusão do curso
aos discentes e
dispêndio de verba
pública; fomentar a
continuação ações
de
internacionalização
por parte de
docentes.

60 dias

120 dias

Elevação do
reconhecimento
nacional e
internacional das
atividades
acadêmicas
desenvolvidas na
UFAL.

DAP, PROGEP,
45 dias
PROGINST,
PROPEP, DRCA e
ASI

60 dias

Aperfeiçoar a
capacidade de
diagnóstico, tanto
em termos de
tempo quanto em
precisão.

30 dias

30 dias

Garantir a
participação de
protagonistas das
ações de
internacionalização
na participação das
tomadas de
decisão e no
monitoramento das
políticas.

60 dias
Criação de Institutos Interdisciplinares e PROGRAD,
Temáticos para melhorar diálogo com PROPEP, PROEX
questões sociais prementes e com e ASI
instituições internacionais

180 dias

Aproximar a
Universidade do
enfrentamento de
questões efetivas
da sociedade no
mundo
contemporâneo.

Formulação de política de acolhimento PROEST e ASI
de estudante estrangeiro

45 dias

90 dias

Manter a boa
imagem da UFAL
frente a estudantes
estrangeiros.

45 dias

90 dias

Aprimorar os
mecanismos de
interação entre
grupos de pesquisa
de Universidades
parceiras; prover
cursos de
capacitação entre
Universidades
parceiras.

Formulação
de
política
de
reconhecimento de créditos e das
atividades acadêmicas e científicas
realizados por docentes e discentes no
exterior ou que promova ações de
internacionalização

PROGRAD,
60 dias
DRCA, Colegiados
de cursos,
PROPEP e ASI

Formulação de política de contratação de PROGEP,
professores
com
reconhecido PROPEP e ASI
desempenho
científico
em
nível
internacional

Implementação de roti
na administrativa para facilitar métrica e
estatística

Criação
do
Internacionalização

Comitê

para Gabinete Reitoral

Formulação de política de utilização das
TICs para fins de internacionalização

CIED e ASI

Criação de programa
mobilidade em extensão

interno

Institucionalizar o Programa Idiomas
Sem Fronteiras

de CONSUNI,

60 dias

120 dias

Aprofundar
parcerias com a
América Latina a
partir de
necessidades
sociais
relacionadas com
as áreas de
Comunicação,
Cultura, Direitos
Humanos e Justiça,
Educação, Meio
Ambiente, Saúde,
Tecnologia e
Produção,
Trabalho.

60 dias

120 dias

Garantir que a
UFAL se
comprometa com a
implementação de
uma política
linguística de longo
prazo.

PROEX e ASI

CONSUNI,
PROEX e ASI