Estudantes promovem seminário no interior sobre violência sexual

Além de conscientização, os alunos promovem assistência jurídica às vítimas da violência

07/11/2014 12h49
context/imageCaption

Atividades em Santana do Ipanema

Redação Ascom 

Os estudantes dos cursos de Geografia, Direito e Psicologia da Universidade Federal de Alagoas, Campus A.C Simões, em Maceió, realizaram o II Seminário sobre violência sexual infanto-juvenil, com o tema “Conhecendo o ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente”. O evento que aconteceu no município de Santana do Ipanema, na Escola Municipal E. E. Iracema Barbosa teve como principal objetivo, levar a conhecimento das crianças do primeiro e segundo ano do Ensino Fundamental 1, a importância e o papel do ECA na sociedade, através de peças teatrais, brincadeiras e palestra. 

O evento que é uma iniciativa do Projeto de Extensão Núcleo de Estudos sobre Violência Sexual Infanto-juvenil (NEVSI), tem como objetivo a conscientização da população urbana e rural do município de Santana do Ipanema, acerca da Violência sexual praticada contra crianças e adolescentes. Além disso, visa promover mecanismos de assistência jurídica às vítimas da violência sexual infanto-juvenil, garantindo dessa forma, o atendimento adequado para crianças, adolescentes e familiares em situação de violência sexual. 

O projeto conta com o apoio da Secretaria de Educação de Santana do Ipanema e teve em sua programação apresentação de duas peças teatrais, roteirizadas pela estudante do curso de Direito Samara Albuquerque, e encenadas por membros do projeto, que através da utilização de linguagem acessível e objetiva, abordaram a importância do Disque 100. 

A estudante Manuella Lima, que ministrou a palestra com tema A importância do ECA, ressaltou o papel da extensão universitária em trabalhar temas delicados e complexos como este. “Trata-se de prática acadêmica que interliga a Universidade nas suas atividades de ensino e pesquisa com as demandas da população, e tem intenções de transformar a realidade social, intervindo em suas deficiências e não se limitando apenas à formação dos alunos para o mercado de trabalho” diz a aluna.