Estudantes e docentes do Campus Arapiraca visitam obras do Eixo Saúde

Próxima reunião deve ocorrer dia 3 de outubro
Por: Izadora García - relações públicas - 14/09/2018 às 20h22 - Atualizado em 19/09/2018 às 11h50
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Fiscais de obra designados pela Sinfra e vice-reitor guiam a visita pelo prédio do Eixo Saúde. Fotos: Izadora García

Na última quarta-feira (12), professores e estudantes dos cursos de Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem e Medicina puderam acompanhar o andamento das obras do complexo Eixo Saúde, no Campus Arapiraca. A construção do prédio, idealizado para as necessidades laboratoriais dos cursos, está em fase de finalização. Também participaram da vistoria o vice-reitor, José Vieira, o coordenador de manutenção predial de viária da Ufal, Diogo Ferraz, e a arquiteta da Superintendência de Infraestrutura, Cynthia Fortes.

José Vieira, iniciou a visita falando sobre a ansiedade dos alunos e como o projeto se torna um modelo para a construção predial da Universidade. “O complexo que vocês estão vendo hoje, todo pensado para as necessidades de vocês, é um exemplo não só para a Ufal, como para outras faculdades, que já pediram o projeto. Entendemos a ansiedade dos alunos e marcaremos uma próxima reunião para definir a entrega e a distribuição de salas, mas edificações como essas têm um nível de detalhamento e acabamento muito minucioso”, enfatizou.

Os fiscais de obras designados pela Sinfra, Diogo Ferraz e Cynthia Fortes, guiaram a visita, apresentando o prédio e explicando as especificações do projeto. Durante o período, se dispuseram a esclarecer dúvidas dos estudantes e professores. 

O projeto é formado por dois prédios interligados: um para os setores administrativos e outro para as aulas práticas. Ele conta com um miniauditório, salas para tutoria e espaço de convivência. Além disso, o prédio é arquitetonicamente acessível, com acessos por meio de rampa e elevador. O projeto também foi pensado com isolamento acústico em alguns setores e com exaustores para a renovação de ar em laboratórios anatômicos e biotérios. “Quando o prédio é pensado de acordo com as necessidades do curso, em vez de reformar estruturas que já existem, o resultado é bastante superior”, avaliou Vieira.

Para o professor Carlos Alberto Fraga, do curso de Medicina, o prédio configura uma conquista para os cursos e se assemelha a estruturas encontradas em universidades no exterior. “Fantástico. Cada sala tem sua especificidade, dentro de uma estrutura interligada. Claro que existem ajustes e algumas necessidades que precisam ser revistas e alinhadas, mas um prédio pensado com essa finalidade é, inegavelmente, um avanço”, frisou. Em tom de brincadeira, disse que a única dúvida que fica é sobre quando podem começar a usar.  

A próxima reunião está marcada para o dia 3 de outubro, às 10h. Nela, serão discutidos o plano de ocupação e a entrega da obra.