MHN tem nove bolsistas aprovados em mestrados


12/03/2009 10h10 - Atualizado em 13/08/2014 às 00h33
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Flávia Moura, diretora do MNH

Jacqueline Freire – estagiária de Jornalismo

Os nove estudantes do curso de Biologia  que trabalham no Museu de História Natural foram aprovados no início deste ano, em programas de mestrados na Ufal, UNB, UFSE, UFRN, UEFS e UFPE. Os bolsistas fizeram parte de uma equipe de pesquisa durante o curso de graduação e a maior parte deles iniciou as aulas neste início de março.

Para a diretora do MHN, professora Flávia Moura, grande parte do sucesso dos bolsistas se deve à boa infra-estrutura dos laboratórios, acesso aos periódicos da Capes, além dos estudantes terem apresentado ao menos um trabalho em congressos nacionais durante o curso. “Nossos estudantes não são 'biólogos de um bicho só', eles estão sempre apresentando trabalhos, fazendo pesquisas em várias áreas e trabalhando de forma prática. Além disso, ganhamos muito em estímulo para os outros alunos da graduação, que ficaram bastante motivados com a notícia a prestarem eles também seleção para mestrado”, diz a professora.

Segundo Flávia, a ida de estudantes da Ufal para outras universidades também contribui para ampliar a rede de contatos entre as instituições envolvidas. “Os alunos que vão nunca perdem o contato com o Museu e com a universidade, possibilitando ações conjuntas”, afirma. Durante a graduação, os estudantes de Biologia da Ufal são apresentados aos laboratórios de pesquisa, mas o trabalho desenvolvido não pára na parte teórica. “O tempo todo estamos incentivando os alunos a participarem de aulas práticas e de campo, o aluno não fica preso ao laboratório e tem formação ampla, o que contribui para uma maior facilidade de entrada no mercado de trabalho mais à frente”, completa Flávia.

“Já os novos alunos vão acompanhando ao longo das pesquisas os projetos dos veteranos, para em seguida, terem maturidade de construir seus próprios projetos”, conta a professora, que lembra, “quando nossos alunos terminam a graduação podem contar com uma formação comparada às melhores universidades do país, conversando de igual para igual com os pesquisadores”.