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Gestores debatem funcionamento dos restaurantes dos campi do Sertão e Arapiraca

A previsão de funcionamento é para o início de 2019
Por: João Paulo Rocha - estagiário de Relações Públicas - 14/12/2018 às 10h13 - Atualizado em 14/12/2018 às 10h14
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Restaurantes têm previsão de entrega para início de 2019

Com o intuito de esclarecer dúvidas sobre os restaurantes universitários dos campi Arapiraca e do Sertão, gestores da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), participaram de um encontro com a comunidade universitária e definiram a liberação para uso do serviço nos prédios em 2019.

Na ocasião, o vice-reitor, José Vieira; o superintendente de Infraestrutura, Dilson Batista; a diretora do Campus Arapiraca, professora Eliane Cavalcanti; o diretor acadêmico do campus, Arnaldo Júnior e nutricionistas da Ufal acompanharam os resultados das reformas e dialogaram com a representação estudantil, em Arapiraca.

José Vieira explica que já foram executadas as etapas infraestruturais, os próximos passos estão sob a responsabilidade das nutricionistas, definindo questões logísticas, como a utilização dos equipamentos, distribuição de serviços, contratação de gás, dentre outros. “Apesar das limitações financeiras que a Ufal vem sofrendo, juntos, temos perseguido a meta de entregar o restaurante em 2019, zelando pelas condições adequadas e realização de todos os trâmites legais”, esclarece o vice-reitor. 

Fernando Lima, do curso de Letras de Arapiraca, explica a razão pela ansiedade dos estudantes para a entrega dos restaurantes dos campi. “Alguns estudantes fazem curso integral e às vezes não conseguem se manter na Universidade porque tem dificuldade para se alimentar, então o RU vai contribuir muito para que o estudante permaneça. Pelo que foi apresentado, está tudo bem encaminhado e estamos na reta final”, enfatiza.

Maria Kátia Melo, nutricionista do Campus do Sertão explica aos estudantes os esforços mantidos por toda a equipe envolvida. “Faz somente cinco meses que faço parte da Universidade, mas como passo o dia inteiro lá, entendo um pouco da necessidade dos estudantes, que até para a compra de lanches, que custa caro, o acesso é restrito. Queremos que entendam que estamos empenhados, que dentro da legalidade, estamos fazendo de tudo para que os restaurantes sejam disponibilizados”, finaliza.