Consuni começa a avaliar propostas de mudanças no Estatuto da Ufal

Relatório com sugestões de modificações será apresentado nesta segunda (13)

13/03/2017 11h46 - Atualizado em 14/03/2017 às 12h47
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Consuni vai deliberar sobre mudanças no Estatuto e Regimento da Ufal

Thâmara Gonzaga - jornalista

Apresentar, avaliar e deliberar sobre o relatório que apresenta as propostas de alteração no Estatuto e Regimento da Universidade Federal de Alagoas. Essa é a pauta da reunião extraordinária do Conselho Superior da Ufal (Consuni), com início marcado para as 14h desta segunda-feira (13).

Para a reitora Valéria Correia, as mudanças buscam “garantir a representatividade da comunidade acadêmica”. “O compromisso dessa gestão é possibilitar que todas as unidades da Ufal tenham assento, voz e direito a voto na instância maior da Universidade”, destacou.

Segundo o vice-reitor José Vieira, o relatório será apresentado pelo Grupo de Trabalho (GT) que ficou encarregado de continuar as atividades iniciadas em 2015, mas que não foram concluídas. Responsável por coordenar as atividades do GT, Vieira destaca que esse é um momento importante para a vida institucional da Ufal. “O relatório, que será apreciado a partir de hoje pelo Consuni, tem importância vital para a Universidade, haja vista que, a modo de correlação, o Estatuto está para a Ufal assim como a Constituição está para o Estado Brasileiro”, ressaltou.

Ainda de acordo com o vice-reitor, “as mudanças vão modernizar e adequar o Estatuto a uma série de demandas, não só em relação à existência institucional dos campi do interior e sua representação no Consuni, mas também pela inclusão do NDI [Núcleo de Desenvolvimento Infantil], da Cied [Coordenadoria Institucional de Educação a Distância], da ETA [Escola Técnica de Artes], e pela normatização da questão das pró-reitorias”, argumentou.

Grupo de Trabalho

O GT, instituído em abril de 2016, deu continuidade à sistematização do conjunto de modificações do estatuto e regimento geral, aprovadas pelo Conselho nos dias 10 e 16 de março de 2015, e que ainda necessitam de regulamentação e finalização no Consuni.

“Frente à necessidade de uma maior atenção para as demandas da interiorização, a nova gestão optou por sugerir a inclusão de novos membros no GT, diante da desistência de alguns da primeira formação, criando assim uma nova formatação que incluísse de modo mais apropriado e representativo os campi do interior”, explicou Vieira.