Relatório - 51º FORPROEX NE 2019

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                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO
FÓRUM DOS PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO DAS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS DE ENSINO
SUPERIOR

51º FORPROEX - REGIONAL NORDESTE/2019.01
Relatório Síntese

Introdução
Entre os dias 15 e 17 de abril de 2019, na Universidade Federal de Alagoas –
Campus Maceió, reuniram-se as/os Pró-Reitoras/es de Extensão das Instituições
Públicas de Ensino Superior da Regional Nordeste, neste que foi o primeiro encontro
regional após a aprovação das resolução Nº 7, de 18 de dezembro de 2018, da Câmara
de Educação Superior, do Conselho Nacional de Educação/ MEC, que Estabelece as
Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na
Meta 12.7 da Lei nº 13.005/201, que aprova o Plano Nacional de Educação – PNE 2014
– 2024 e dá outras providências.
Constaram da programação geral (ver anexo), uma conferência de abertura, três
paínéis, a discussão dos eixos temáticos e a visita técnica, além das apresentações
culturais durante os dias do evento. Participaram 55 pessoas, de 13 instituições, vindas
de sete estados do Nordeste. Estiveram presentes enquanto IPES: UFAL, IFPB, IFPE,
UEFS, UFBA, UFCA, UFCG, UFMA, UFPE, UFRN, UNEAL, UNEB, UFERSA. Houve uma
dificuldade geral na participação dos colegas de outros estados, dados os cortes e
contingenciamentos nos orçamentos das instituições, o que acarretou em dificuldades
com diárias e passagens.
A mesa de abertura foi composta pela Magnífica reitora da UFAL, Professora
Dra. Maria Valéria Costa Correia; a Pró-Reitora de Extensão da UFAL, Professora Dra.
Joelma de Oliveira Albuquerque; a coordenadora geral do 51º Forproex e
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Coordenadora de Programas e Projetos da PROEX/UFAL, professora Dra. Maria Betânia
Gomes da Silva Brito; o Magnífico Reitor da Universidade Estadual de Alagoas,
professor Odilon Máximo de Morais; a professora Erika Henriques de Araújo Alves da
Silva, supervisora de Relações Comunitárias da Universidade de Ciências da Saúde de
Alagoas; a professora Dra. Maria de Fátima Freire de Melo Ximenes, Coordenadora
Regional do Forproex/NE. O destaque das falas, dentre a difícil conjuntura pela qual
passa as universidades públicas, foi a positividade do que se faz nessas instituições, a
importância das ações de extensão para a sociedade, e o ânimo que o encontro projeta
em cada um dos presentes, que fortalece os vínculos e contribui para a continuidade
do excelente trabalho que vem sendo desenvolvido.
A seguir, presente relatório expõe uma síntese do que foi discutido nos
diferentes momentos do evento, que culminou com a elaboração da carta-manifesto.

Sobre a programação e os debates
A conferência de abertura, com o tema “Extensão Universitária: a relação com a
sociedade, com a participação dos parceiros e outras dimensões acadêmicas
institucionais”, com a Profa. Dra. Roberta Traspadini, deu o tom sobre o papel da
extensão na formação, confrontando a formação para a ontologia coma formação para
empregabilidade, partindo de uma questão fundamental necessária frente ao atual
momento histórico: a universidade é extensão do que? Propondo inverter essa lógica
como uma tática visando uma estratégia para a formação, considera um processo que
inicia no trabalho (elemento que garante a existência, sem o que não é possível
estudar); passa pela educação, que considera o trabalho como princípio de tudo
(exemplifica que sem se alimentar, não há processo cognitivo que ocorra); e forma
gerações que tem acessos distintos, ou quase nenhum acesso ao conhecimento, a
história, aos processos societários. Com base nisso, essa tática incide sobre a “extensão
que recebe” (pessoas que tem histórias diversas e passam por relações sociais diversas,
e que entram na universidade), para seja possível construir de fato uma “extensão que
vai” (a extensão para fora do espaço da universidade). A professora Roberta apontou a
necessidade de um método, no qual destacou o uso de imagens (com exemplo dos
grandes murais dos muralistas mexicanos Siqueiros, Rivera) para mudar a sensação dos
sujeitos acerca do lugar, no caso a universidade, aumenta a sensação de pertencimento
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a este lugar, socializa a história. Desta forma, a extensão, como capilaridade curricular,
como caminho estruturante do saber, tratada na sala de aula, muda o sentido do saber.
A extensão portanto, é a “pulsação” da disciplina, a dialética entre “o que vem” e “que
vai”, pois da extensão que vem, podemos construir qual a extensão que vai. Mas há um
desafio que é rever o papel do educador, para atuar nesse micro (não dissociado da
ontologia), para olhar para “dentro”, e compartilhou indicações metodológicas quanto
ao uso de uma ficha de memória e história para conhecer os alunos, pois a
universidade mutilou nossa capacidade de nos relacionar com as pessoas, para o que é
fundamental rever nossa trajetória histórica de educadores, pois a universidade é um
campo de absorção de uma complexa rede societária (sociedade enferma).
No painel “Curricularização da extensão: práticas, desafios e experiências
exitosas”, participaram as professoras Dra. Maria de Fátima Freire Ximenes (UFRN) e
Tânia Maria de Andrade (IFPB). A partir das exposições, ficou claro que as IPES estão
em patamares diferentes de implementação da extensão como componente curricular
obrigatório, e que é necessário focar e discutir táticas para alcançar esse objetivo, e
enfrentar os desafios deste período histórico. Além disso, ainda se aponta a
necessidade de se compreender de fato, na prática, o que significa a
“indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão”, pois este é um elemento
fundante e definidor do currículo de formação profissional, que se altera (dinamiza)
significativamente com a obrigatoriedade da extensão como componente curricular.
Importante destacar também os indicadores de desempenho dos alunos após a
inserção da extensão como componente curricular obrigatório, a exemplo de evasão,
rendimento etc. Além disso, se apontou o desafio deste processo de curricularização da
extensão nos cursos à distância.
No que tange a discussão acerca dos indicadores de extensão, participaram do
painel “Indicadores e Financiamentos da política extensionista nas IFs”, o professor Ms.
Etevaldo Almeida Silva (UERN), a Profa. Dra. Joelma de Oliveira Albuquerque (UFAL); e
a mestranda do PROFIAP/FEAC/UFAL Juliana Maria Silva Pereira (Servidora Técnica da
Proginst/UFAL). Foi abordada a conjuntura nacional acerca do financiamento público
da educação, a partir do fim do Fundo Social do Pré-Sal e da EC 95 que limita o teto de
gastos por vinte exercícios financeiros, enquanto determinações históricas do que vem
acontecendo no interior das IPES, como cortes no orçamento, fim de editais nacionais,
retirada de direitos trabalhistas como a reforma da previdência, entre outros, que
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tornam difícil a atuação com a extensão. Foi recuperado o processo de avaliação da
extensão, o trabalho do GT Interinstitucional sobre Indicadores de Avaliação da
Extensão, apresentado um estudo acerca dos indicadores do IBEU e a incorporação da
extensão na matriz de financiamento da UFAL. Foi destacado no debate a necessidade
de implementação dos indicadores para testagem e aprimoramento e padronização
dos mesmos, ante a necessidade de termos dados confiáveis, auditáveis e comparáveis
para aprimorar as possibilidades de financiamento da extensão. Além disso, se
observou as dificuldades sobre os diferentes sistemas em uso, os dados que oferecem,
e a necessidade de trabalhar com os indicadores em comum. Também um desafio
posto, que ficou mais claro após a "Apresentação de experiências em projetos de
extensão da UFAL" na sequência do painel, foi a de construir indicadores não só de
processo, mas indicadores de resultados/impacto. Foi visível nas falas e depoimento
dos participantes (coordenadores e bolsistas) dos projetos, o impacto da extensão na
vida, na formação dos sujeitos envolvidos, nas mudanças nas relações, nas visões sobre
a realidade.
Os projetos apresentados foram: “Contando histórias negras em escolas
quilombolas: (re)significando identidades”, sob a coordenação da professora Valéria
Campos Cavalcante; “Jovens negras produtoras de cultura”, sob a coordenação de
Jorge Andre Paulino da Silva; “T.E.C.A. – Território Encantado de Crianças e
Adolescentes: tecnologias leves e o cuidado multiprofissional em saúde em uma
brinquedoteca hospitalar”, sob a coordenação de Ingrid Martins Leite Lucio e Vanessa
Ferry de Oliveira Soares; e “Fábrica da Esperança: Educação e Trabalho para uma vida
lícita após o cárcere”, sob a coordenação Rosa Lucia Lima da Silva Correia. Ficou visível
como a política da extensão altera o perfil formativo dos envolvidos na ação, o quanto
podem aprender em diferentes realidades e com diferentes sujeitos. Foi um momento
rico que levou os participantes do Forproex à reflexão, reafirmando princípios e
diretrizes que orientam a extensão universitária.
No painel “As diretrizes nacionais de extensão e experiências extensionistas em
universidades públicas do estado de Alagoas”, participaram os professores, Pró-Reitores
de Extensão, prof. Ms. Carlindo de Lira Pereira da UNEAL; o Prof. Dr. George Márcio da
Costa e Souza da UNICISAL; e o Prof. Ms. Altemir João Secco do IFAL. No decorrer da
apresentação foi unânime que as Instituições Públicas de Ensino Superior carecem de
uma política que seja capaz de unificar a construção dos indicadores nacionais aliados
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as diretrizes garantindo assim a igualdade no processo formativo que perpassa o
cotidiano das mesmas. Também é preciso ampliar espaços para a prática extensionista,
conforme observa-se com os espaços de ensino de pesquisa, e, sobretudo desenvolver
baremas que garantam a igualdade quanto aos concursos públicos e a progressão
funcional, pois esses são fatores que interferem na valorização e promoção da política
extensionista e na sua relação com a sociedade.
Quanto às discussões em grupos temáticos (1-Indicadores de Extensão; 2financiamento da política extensionista; 3 - Curricularização da extensão; e 4-Diretrizes
nacionais de extensão), os temas três e quatro foram reunidos em um único grupo. O
trabalho foi orientado através de um instrumento (ficha) de registro com os seguintes
itens: dificuldades, desafios e encaminhamentos. Após a etapa de registro, foi
socializado de forma verbal o que foi discutido, houve o debate, e realizou-se a síntese
geral dos encaminhamentos:
1) Quanto à curricularização da extensão:
- Formar um GT regional para organizar a intervenção com a curricularização da
extensão, considerando os diferentes níveis que cada instituição se encontra e
as experiências acumuladas;
- Criação de estratégias operacionais para alcançar toda a demanda,
mobilizando gestores, docentes, discentes e cursos;
- Inserção de sistemas de registros com transparência e acesso para
acompanhamento das Pró-reitorias de extensão;
- Ampliação do quantitativo de ações de extensão interdisciplinares e
integradoras;
- Alinhamento das ações com as Pró-Reitorias de ensino de graduação.
2) Quanto aos indicadores de avaliação da extensão:
- Garantir a existência nas IPES de sistemas de informação adequados a coleta e
monitoramento dos indicadores (IBEU);
- Implementar os indicadores de avaliação da extensão nas IPES, verificando os
limites, as dificuldades, tirando conclusões acerca dos melhores indicadores
para o conjunto das instituições.
3) Quanto ao financiamento:
- Definir diretrizes para orientar as parcerias de forma a garantir a autonomia
universitária nas ações de extensão.

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- Mobilizar de forma permanente as IPES para que destinem recursos para a
extensão dentro dos seus orçamentos.
- Ampliar o diálogo com as fundações de apoio locais solicitando Editais de
formento para projetos de extensão.
Para fechar o evento, foi realizada a visita técnica ao museu Theo Brandão de
Antropologia e Folclore, situado na região do centro de Maceió, na Avenida da Paz, que
transcorreu durante a tarde. No início, reunidos no auditório, fechou-se a cartamanifesto do encontro; após isso houve a visita guiada pela Museóloga Hildenia
Oliveira; seguiu-se com a homenagem ao professor Eduardo Lyra, ex-Pró-Reitor de
Extensão e ex-coordenador da Regional. Nesse momento a Pró-reitora Joelma
Albuquerque destaca a defesa do que foi construído historicamente pelo Forproex que
está materializado na resolução aprovada na gestão do referido professor, e a
importãncia de união neste momento histórico, para que esses princípios possam
continuar sendo defendidos; e fechando as atividades, a apresentação do Equipamento
Cultural “Grupo de Cultura Negra Abí Axé Egbé”, coordenado pelo Professor do Curso
de História do Campus do Sertão, Gustavo Gomes.

Considerações finais
A realização do 51º Forproex da Região nordeste na UFAL, num momento de
dificuldades financeiras e políticas nas universidades foi uma demonstração de força e
resistência de um coletivo que vem enfrentando desafios para que a Política Nacional
de Extensão Universitária, que vem sendo construída desde 1987, possa continuar com
vigor orientando o trabalho socialmente relevante nas IPES de todo o país, em especial
na região nordeste. Apesar das dificuldades, e do desafio ainda posto de envolver a
comunidade acadêmica em torno da extensão, o evento foi realizado com êxito, tendo
os participantes relatado sua importância e qualidade em diferentes momentos.
Pautadas/os nos encaminhamentos do 44º Encontro Nacional do FORPROEX e
preparando-nos para o 45º Encontro a ser realizado em Brasília no mês de maio do
corrente ano; e considerando a difícil conjuntura nacional no que se refere ao
desmonte das políticas públicas, dos serviços públicos, dos direitos trabalhistas em
geral, e em particular, seus impactos negativos nas Instituições Públicas de Ensino
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Superior; pautou-se, discutiu-se, e apontou-se os encaminhamentos visando garantir o
caráter público, gratuito, crítico, autônomo, laico e socialmente referenciado da
Educação Pública Superior no Brasil, na qual a extensão é um elemento fundamental
da formação profissional e humana que deve responder aos desafios postos numa
sociedade em crise, o qual requer muita unidade, trabalho coletivo e resistência de
todos e todas.

Maceió, 24 de Abril de 2019.

Profa. Dra. Joelma de Oliveira Albuquerque
Pró-Reitora de Extensão da UFAL

Profa. Dra. Maria Betânia Gomes da Silva Brito
Coordenadora de Programas e Projetos da PROEX/UFAL

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51º FORPROEX - REGIONAL NORDESTE/2019.01
Carta de Maceió
51º FORPROEX - REGIONAL NORDESTE

Carta de Maceió
Entre os dias 15 e 17 de abril de 2019, na Universidade Federal de Alagoas – Campus
Maceió, nós, Pró-Reitoras/es de Extensão das Instituições Públicas de Ensino Superior
/IPES da Regional Nordeste, reunidos em Maceió, no primeiro encontro regional após
a aprovação da resolução Nº 7, de 18 de dezembro de 2018, da Câmara de Educação
Superior, do Conselho Nacional de Educação/MEC, que Estabelece as Diretrizes para a
Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei
nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação – PNE 2014 – 2024 e dá
outras providências; assim como, pautadas/os nos encaminhamentos do 44º Encontro
Nacional do FORPROEX; e, considerando a difícil conjuntura nacional no que se refere
ao desmonte das políticas públicas, dos serviços públicos, dos direitos trabalhistas em
geral, e em particular, seus impactos negativos nas Instituições Públicas de Ensino
Superior, discutimos as temáticas da relação da universidade com a sociedade por
meio da extensão, inclusive com a apresentação de projetos; a curricularização da
extensão; e, os indicadores de avaliação, e financiamento da extensão.
Na ocasião, pautamos, discutimos e apontamos encaminhamentos visando garantir o
caráter público, gratuito, crítico, autônomo, laico e socialmente referenciado da
Educação Pública Superior no Brasil, no qual a extensão é um elemento fundamental
da formação profissional e humana que deve responder aos desafios postos numa
sociedade em crise.
Considerando a riqueza das experiências expostas e os debates acumulados,
encaminhamos como tarefas e desafios:
1) Acrescentar o aspecto ontológico ao conceito atual de extensão. Para tanto,
sugerimos que, no próximo encontro nacional, possamos levar a professora Roberta
Transpadini para o debate com as demais IPES do país, visando desenvolver essa
tese de forma coletiva;
2) Quanto à Curricularização da extensão:
- Formar um GT regional para organizar a intervenção com a curricularização da
extensão, considerando os diferentes níveis em que cada instituição se encontra e
as experiências acumuladas;

51º FORPROEX - REGIONAL NORDESTE/2019.01
Carta de Maceió
- Criação de estratégias operacionais para alcançar toda a demanda, mobilizando
gestores, docentes, discentes e cursos;
- Inserção de sistemas de registros com transparência e acesso para acompanhamento
das Pró-reitorias de extensão;
- Ampliação do quantitativo de ações de extensão interdisciplinares e integradoras;
- Alinhamento das ações com as Pró-Reitorias de ensino de graduação.
3) Quanto aos Indicadores de avaliação da extensão:
- Garantir a existência, nas IPES, de sistemas de informação adequados à coleta e
monitoramento dos indicadores (IBEU);
- Implementar os indicadores de avaliação da extensão nas IPES, verificando os limites,
as dificuldades, tirando conclusões acerca dos melhores indicadores para o conjunto
das instituições.
4) Quanto ao Financiamento da Extensão:
- Definir diretrizes para orientar as parcerias de forma a garantir a autonomia
universitária nas ações de extensão.
- Mobilizar, de forma permanente, as IPES para que destinem recursos para a extensão
dentro dos seus orçamentos.
- Ampliar o diálogo com as fundações de apoio locais, solicitando Editais de fomento
para projetos de extensão.

Maceió, 17 de abril de 2019

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Abertas inscrições para 51º FORPROEX da região Nordeste — Universidade Federal de Alagoas

ACESSO À INFORMAÇÃO

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ÓRGÃOS DO GOVERNO

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Página Inicial  Servidor  Notícias  2019  3  Abertas inscrições para 51º FORPROEX da região Nordeste

Abertas inscrições para 51º FORPROEX da
região Nordeste
Evento sediado na Ufal visa refletir sobre as políticas acadêmicas de
extensão
Por: Paulo Canuto - estudante de Jornalismo - 19/03/2019 às 08h45 - Atualizado em 19/03/2019 às 01h01

Arte de divulgação
A Universidade Federal de Alagoas (Ufal), por meio da Pró-reitoria de Extensão (Proex),sedia o 51º
Encontro do Fórum de Pró-reitores de Extensão das Instituições Públicas de Ensino Superior da
Região Nordeste – ForproexNE/ 2019 ( 1º semestre). O evento será des 15 à 17 de abril, no auditório
Nabuco Lopes, Reitoria do Campus A.C. Simões.
O Fórum é voltado para a articulação e reflexão sobre as políticas acadêmicas de extensão,
comprometido com a transformação social para o pleno exercício da cidadania e o fortalecimento

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https://ufal.br/servidor/noticias/2019/3/abertas-inscricoes-para-51o-forproex-da-regiao-nordeste

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Abertas inscrições para 51º FORPROEX da região Nordeste — Universidade Federal de Alagoas

da democracia. A entidade se baseia na dialogicidade e na reflexão crítica sobre as questões que
envolvem a organização das políticas extensionistas nas diversas Instituições de Ensino Superior da
Região Nordeste.
O evento é destinado a docentes e técnicos de instituições de ensino superior da região Nordeste
que desenvolvem atividades de extensão. A organização é uma parceria entre a Ufal, as
universidades estaduais de Alagoas (Uneal), de Ciências da Saúde em Alagoas (Uncisal) e o
Instituto Federal de Alagoas (Ifal). A programação vai debater os seguintes temas: A extensão

universitária socialmente referenciada; Indicadores e financiamento da extensão universitária;
Inserção da extensão no currículo formativo– experiências, práticas e desafios; e Diretrizes
nacionais da extensão universitária – desafios e perspectivas.
As inscrições estão abertas até 17 de abril, último dia do evento. Para se inscrever, os interessados
deverão acessar a plataforma do Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas/Ufal
(Sigaa), Mais informações e dúvidas relativas ao evento, enviar solicitações para o e-mail
forproexneufalxl@gmail.com ou entrar em contato pelo telefone (82) 3214-1752.
Confira aqui a carta convite e siga o perfil do Forproex no Facebook.

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Biblioteca
Carta de Serviços
Central de Sistemas
Comissão própria de avaliação
Consulta de processos
Períodicos
Sistema Integrado de Gestão - SIG

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Sistema de Gestão de Pessoas - SIGEPE
Ouvidoria Geral - OG

Desenvolvido com o CMS de código aberto

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Projetos de extensão participam do 51° Forproex na Ufal — Universidade Federal de Alagoas

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Página Inicial  Servidor  Notícias  2019  4  Projetos de extensão participam do 51° Forproex na Ufal

Projetos de extensão participam do 51°
Forproex na Ufal
A programação contou com painéis sobre curricularização e indicadores de
extensão
Por: Alane Moraes - estudante de relações públicas. - 17/04/2019 às 09h46 - Atualizado em 17/04/2019 às
13h57

Painel sobre Indicadores e financiamentos da política extensionista nos IFs
O 51º Encontro do Fórum de Pró-reitores de Extensão das Instituições Públicas de Ensino Superior
da Região Nordeste (Forproex) iniciou na última segunda-feira (15) e em seu segundo de
programação tiveram apresentações culturais do grupo de extensão Terceira idade na
universidade, da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal). Em seguida, o painel Curricularização
da Extensão: Práticas, desafios e experiências exitosas foi ministrado pelas professoras Maria de

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https://ufal.br/servidor/noticias/2019/4/projetos-de-extensao-participam-do-51deg-forproex-na-ufal

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Projetos de extensão participam do 51° Forproex na Ufal — Universidade Federal de Alagoas

Fátima Ximenes (UFRN) e Tânia Maria de Andrade (IFPB), no auditório do Laboratório de
Computação Científica e Visualização (LCCV).
No período da tarde, no auditório da Reitoria, foi realizado o painel Indicadores e financiamentos da
política extensionista nos IFs, ministrado pela pró-reitora de Extensão da Ufal, Joelma de
Albuquerque, com a mestranda Juliana Maria Silva Pereira (Profiap/Feac/Ufal) e o professor
doutorando Etevaldo Almeida Silva (UERN).
O evento contou com apresentações de experiências de alguns projetos de extensão da Ufal,
como: Contando histórias negras em escolas quilombolas: (Re)significando identidades; Jovens
negras produtoras de cultura; Teca – Território Encantado de Crianças e Adolescentes; e Fábrica da
esperança: Educação e trabalho para uma vida lícita após o cárcere.
O Fórum é voltado para a articulação e reflexão sobre as políticas acadêmicas de extensão,
comprometido com a transformação social para o pleno exercício da cidadania e o fortalecimento
da democracia. A entidade se baseia na dialogicidade e na reflexão crítica sobre as questões que
envolvem a organização das políticas extensionistas nas diversas Instituições de Ensino Superior da
Região Nordeste.
O encerramento será nesta quarta-feira (17), no Museu Théo Brandão com apresentação do grupo
Abí Axé Egbé, coordenado pelo professor Gustavo Manoel.

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Projetos de extensão participam do 51° Forproex na Ufal — Universidade Federal de Alagoas

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Biblioteca
Carta de Serviços
Central de Sistemas
Comissão própria de avaliação
Consulta de processos
Períodicos
Sistema Integrado de Gestão - SIG
Sistema de Gestão de Pessoas - SIGEPE
Ouvidoria Geral - OG

Desenvolvido com o CMS de código aberto

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Forproex encerra com apresentações, discussões temáticas e visita técnica — Universidade Federal de Alagoas

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UNIVERSIDADE
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Página Inicial  Ufal  Notícias  2019  4  Forproex encerra com apresentações, discussões temáticas e
visita técnica

Forproex encerra com apresentações,
discussões temáticas e visita técnica
O Fórum foi voltado para a articulação e reflexão sobre as políticas
acadêmicas de extensão
Por: Jacqueline Batista – jornalista e Pei Shung Fon - estudante de Relações Públicas - 22/04/2019 às
11h44 - Atualizado em 22/04/2019 às 11h45

Participantes do Forproex em visita ao MTB
O 51º Encontro do Fórum de Pró-reitores de Extensão das Instituições Públicas de Ensino Superior
da Região Nordeste (Forproex) chegou ao último dia, na última quarta-feira (17), com apresentações
culturais, painéis e visita técnica ao Museu Théo Brandão. A programação foi realizada entre os dias
15 e 17 de abril na Universidade Federal de Alagoas. O evento é destinado a docentes e técnicos de
instituições de ensino superior da região Nordeste que desenvolvem atividades de extensão. A

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Forproex encerra com apresentações, discussões temáticas e visita técnica — Universidade Federal de Alagoas

organização é uma parceria entre a Ufal, as universidades estaduais de Alagoas (Uneal), de
Ciências da Saúde em Alagoas (Uncisal) e o Instituto Federal de Alagoas (Ifal).
No auditório da Reitoria, os grupos de extensão do Ifal realizaram a abertura do painel As diretrizes
nacionais de extensão e experiências extensionistas em universidades públicas no estado de

Alagoas, com os professores Altemir João Secco (Ifal), Carlindo de Lira Perreira (Uneal) e George
Márcio da Costa e Souza (Uncisal). Em seguida, grupos temáticos discutiram sobre indicadores de
extensão, financiamentos da política extensionista, curricularização da extensão e diretrizes
nacionais de extensão.
Já no período da tarde, os pró-reitores fizeram uma visita técnica ao Museu Théo Brandão. De
maneira espontânea, o professor Etevaldo Almeida, da Universidade Federal do Rio Grande do
Norte (UFRN), declamou poesias, e a professora Tânia Andrade, da Universidade Federal da Paraíba
(UFPB), interpretou um cântico em sânscrito.
Os professores finalizaram a redação da carta do fórum, que será enviada à Comissão Nacional do
Forproex. “O objetivo é comunicar o que foi discutido durante o fórum e realizar o encaminhamento
para as ações das instituições de ensino superior para o próximo período”, explicou a pró-reitora de
Extensão da Ufal, Joelma Albuquerque.
Em seguida, visitaram a exposição temporária Tecendo Sentidos: Fotografia e Experiência

Etnográfica, guiados pelos monitores Augusto Ferreira e Felipe Cardoso. A museóloga Hildênia
Oliveira apresentou aos visitantes o acervo áudio visual, documental e a reserva técnica do acervo
tridimensional, demonstrando o trabalho que vem sendo desenvolvido nesses setores.
Na ocasião, houve uma homenagem ao professor Eduardo Lyra, que foi pró-reitor de Extensão. “A
sua experiência como pró-reitor sempre foi na defesa de uma visão democrática na pró-reitoria e no
fórum”, destacou a professora Joelma.
“Agradeço o gesto de carinho. É muito bom ser lembrado. Para quem é da Extensão, é importante
estar com os pés na realidade, mas nunca perder a utopia. Temos muito caminho para trilhar”, disse
o professor Eduardo.
A visita dos pró-reitores ao Museu foi finalizada com apresentação do grupo de cultura Abí Axé
Egbé, um projeto de extensão acadêmica, coordenado pelo professor Gustavo Manoel Gomes, do
curso de História, no Campus do Sertão.
A tarde foi marcada pela descontração dos participantes do fórum. “Achei fantástico terminar o
fórum aqui. O museu é incrível, a começar pelo prédio. O acervo é maravilhoso e preservado. As
salas bem planejadas. A equipe está de parabéns”, disse a pró-reitora Marilene Sabino, da
Universidade Federal do Maranhão (UFMA).
O fórum é voltado para a articulação e reflexão sobre as políticas acadêmicas de extensão,
comprometido com a transformação social para o pleno exercício da cidadania e o fortalecimento
da democracia. A entidade se baseia na dialogicidade e na reflexão crítica sobre as questões que
envolvem a organização das políticas extensionistas nas diversas Instituições de Ensino Superior da
Região Nordeste.

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Forproex encerra com apresentações, discussões temáticas e visita técnica — Universidade Federal de Alagoas

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Carta de Serviços
Central de Sistemas
Comissão própria de avaliação
Consulta de processos
Períodicos

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Forproex encerra com apresentações, discussões temáticas e visita técnica — Universidade Federal de Alagoas

Sistema Integrado de Gestão - SIG
Sistema de Gestão de Pessoas - SIGEPE
Ouvidoria Geral - OG

Desenvolvido com o CMS de código aberto

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Participantes do 51º Forproex–NE elaboram carta após evento — Universidade Federal de Alagoas

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Participantes do 51º Forproex–NE elaboram
carta após evento
O documento sintetiza os desafios para área da extensão
Por: Paulo Canuto - estudante de Jornalismo - 07/05/2019 às 09h40 - Atualizado em 07/05/2019 às 09h40

Participantes do Forproex Nordeste 2019
Entre os dias 15 e 17 de abril de 2019, aconteceu na Universidade Federal de Alagoas (Ufal) o 51º
Encontro do Fórum de Pró-reitores de Extensão das Instituições Públicas de Ensino Superior da
Região Nordeste (Forproex NE/ 2019). Participaram 55 representantes de 13 instituições, vindas de
sete estados do Nordeste.
Estiveram presentes enquanto Instituições Públicas de Ensino Superior as universidades federais
de Alagoas (Ufal), da Bahia (Ufba), do Maranhão (Ufma), de Campina Grande (UFCG), de

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Participantes do 51º Forproex–NE elaboram carta após evento — Universidade Federal de Alagoas

Pernambuco (UFPE), do Rio Grande do Norte (UFRN), Rural do Semiárido (Ufersa) e do Cariri (UFCA),
além das estaduais de Alagoas (Uneal), de Feira de Santana (Uefs), a Universidade do Estado da
Bahia (Uneb) e os institutos federais da Paraíba (IFPB) e de Pernambuco (IFPE).
Os órgãos debaterem durante três dias sobre questões referentes à extensão e traçaram planos
para fortalecer este pilar da universidade. Após debates e explanações, foi elaborada uma carta
onde sintetiza o que foi discutido durante o evento, além de desafios a serem aplicados na
extensão nos próximos anos, que irão servir de base para a discussão do 45º Encontro Nacional do
Forproex, de 27 a 29 de maio na Universidade de Brasília (UnB).
Dentre os desafios estão: Definir diretrizes para orientar as parcerias de forma a garantir a
autonomia universitária nas ações de extensão; formar GTs regionais para organizar a
curricularização da extensão, considerando os diferentes níveis em que cada instituição se
encontra; e as experiências acumuladas.
Confira aqui a carta de Maceió.
Também foi elaborado um relatório sobre o evento. Confira aqui .

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