PAINT 2026
RESOLUÇÃO Nº 44/2026-CONSUNI/UFAL e Paint 2026.
RCO_n_44_de_03_03_2026 e Paint 2026 - Versao Final.pdf
Documento PDF (950.1KB)
Documento PDF (950.1KB)
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - UFAL
SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SUPERIORES – SECS
RESOLUÇÃO Nº 44/2026-CONSUNI/UFAL, de 03 de março de 2026.
APROVA O PLANO ANUAL DE
AUDITORIA INTERNA - PAINT
(2026) DA AUDITORIA GERAL
DA UFAL.
O CONSELHO SUPERIOR UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal de Alagoas
– CONSUNI/UFAL, no uso das atribuições legais que lhe são conferidas pelo ESTATUTO e
REGIMENTO GERAL da UFAL e de acordo com a deliberação tomada, por unanimidade, na
continuação da sessão extraordinária ocorrida em 03 de março de 2026 e o que consta no processo nº
23065.000022/2026-68;
CONSIDERANDO o Ofício nº 01/2026-CG/UFAL, de 02/01/2026, encaminhado pela
Auditoria Geral da UFAL acerca da proposta do Plano de Atividades de Auditoria Interna (PAINT)
para o exercício de 2026;
R E S O L V E:
Art. 1º Aprovar o Plano Anual de Auditoria Interna (PAINT) da Auditoria Geral da
Universidade Federal de Alagoas – AG/UFAL, referente ao exercício de 2026.
Art. 2º Esta Resolução entra em vigor nesta data.
Sala Virtual do Sistema Web Conferência da RNP, em 03 de março de 2026.
JOSEALDO
TONHOLO:1
6392398805
Assinado digitalmente por JOSEALDO
TONHOLO:16392398805
ND: C=BR, O=ICP-Brasil, OU=presencial,
OU=00489828000317, OU=Secretaria da
Receita Federal do Brasil - RFB, OU=
ARMPDG, OU=RFB e-CPF A3, CN=
JOSEALDO TONHOLO:16392398805
Razão: Eu sou o autor deste documento
Localização:
Data: 2026.03.04 16:55:14-03'00'
Foxit PDF Reader Versão: 2025.2.0
PROF. JOSEALDO TONHOLO
PRESIDENTE DO CONSUNI/UFAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
SISTEMA INTEGRADO DE PATRIMÔNIO, ADMINISTRAÇÃO E
CONTRATOS
FOLHA DE ASSINATURAS
Emitido em 03/03/2026
RESOLUÇÃO DO CONSUNI Nº 10/2026 - SECS (11.00.43.39)
(Nº do Protocolo: NÃO PROTOCOLADO)
(Assinado digitalmente em 04/03/2026 17:54 )
MARIA MELINA MENEZES GUIRRA LINHARES
ASSISTENTE EM ADMINISTRACAO
SECS (11.00.43.39)
Matrícula: ###516#5
Para verificar a autenticidade deste documento entre em https://sipac.sig.ufal.br/documentos/ informando seu
número: 10, ano: 2026, tipo: RESOLUÇÃO DO CONSUNI, data de emissão: 04/03/2026 e o código de verificação:
4fa3554a43
Universidade Federal de Alagoas
Josealdo Tonholo
Reitor
Eliane Aparecida Holanda Cavalcanti
Vice-reitora
Thyago Bezerra Sampaio
Auditor Geral da Ufal
ORGANIZADOR
André Luiz Salgueiro Guedes
Auditoria Geral
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO
3
1.1 O Paint 2024
1.2 A unidade de auditoria interna da Ufal
3
1.3 Composição da Auditoria Geral da Ufal
3
2. DAS ATIVIDADES DE AUDITORIA PROGRAMADAS
4
2.1 Fatores e critérios considerados na elaboração do Paint 2026
2.2 Da consulta à alta administração
5
2.3 Da consulta pública
6
2.4 Áreas selecionadas por meio da Auditoria Baseada em Riscos (ABR)
6
3. DOS DEMAIS TRABALHOS A SEREM REALIZADOS PELA AUDITORIA
7
4. AÇÕES DE CAPACITAÇÃO DA EQUIPE TÉCNICA DE AUDITORIA
8
5. DAS HORAS DE TRABALHO
9
6. PREMISSAS, RESTRIÇÕES E RISCOS
9
7. CONSIDERAÇÕES FINAIS
10
ANEXO I – Atividades de auditoria do Paint 2026
12
ANEXO II – Manifestações da consulta pública
17
APÊNDICE – METODOLOGIA DA IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DOS RISCOS
22
Matriz de Auditoria Baseada em Riscos
23
Escalas de impacto e probabilidade para a Auditoria Baseada em Riscos (ABR)
28
1.
INTRODUÇÃO
1.1
O Plano Anual de Auditoria Interna 2026
Em conformidade ao disposto na Instrução Normativa n. 05/2021, da Secretaria Federal de
Controle (SFC), a unidade de auditoria interna da Universidade Federal de Alagoas (Ufal)
apresenta o Plano Anual de Auditoria Interna (Paint) para o exercício de 2026, o qual
contempla as ações/atividades de auditoria consideradas relevantes para o fortalecimento e
o aprimoramento da gestão das unidades administrativas e acadêmicas da instituição.
O Paint consiste, pois, em um documento que apresenta a programação anual dos trabalhos
de auditoria a serem realizados durante todo o exercício de 2026 pela unidade de auditoria
interna da universidade.
O referencial normativo para sua elaboração segue exigências contidas na Instrução
Normativa n. 05, de 27 de agosto de 2021, da Controladoria-Geral da União (CGU), a qual
dispõe sobre o Plano Anual de Auditoria Interna, sobre o Relatório Anual de Atividades de
Auditoria Interna e sobre o parecer sobre a prestação de contas da entidade das unidades de
auditoria interna governamental sujeitas à supervisão técnica do Sistema de Controle Interno
do Poder Executivo federal.
Na elaboração deste plano de auditoria foram contempladas atividades administrativas e de
gestão da unidade de auditoria interna, o acompanhamento de diligências, o monitoramento
das recomendações e determinações oriundas da Controladoria-Geral da União e do Tribunal
de Contas da União (TCU) e da própria unidade interna de auditoria, bem como a participação
de seus servidores em eventos educacionais de capacitação, a fim de que contribuam para o
constante aperfeiçoamento e aprimoramento das atividades desempenhadas.
1.2
A unidade de auditoria interna da Ufal
Em estrito cumprimento com os normativos internos que regem a matéria, a unidade de
auditoria interna da Ufal, denominada de Auditoria Geral (AG), tem como missão primordial o
assessoramento da gestão da universidade, com independência, atuando de forma objetiva
para promover o atingimento dos objetivos institucionais, prestando consultoria e avaliando
com eficiência e eficácia os processos de gerenciamento de riscos, como terceira linha de
defesa visando ao controle e à governança.
A Auditoria Geral é unidade subordinada à Reitoria e vinculada ao Conselho Universitário
(Consuni) da Ufal, conforme organograma abaixo:
Figura 1: Organograma de posicionamento da Auditoria Geral na estrutura organizacional da Ufal, extraído do
plano de integridade 2023 – 2025.
1.3
Composição da Auditoria Geral da Ufal
Atualmente a Auditoria Geral tem em seus quadros 7 (sete) servidores, conforme tabela abaixo:
Servidor
Cargo
Thyago Bezerra Sampaio
Auditor – Auditor Geral
Formação
Graduado em Direito. Especialista em Direito
Civil e Processo Civil. Especialista em Docência
no Ensino Superior. Mestrado em Direito
Público.
Alexsandra Cristina da Silva
Administradora
Graduada em Direito e em Administração.
Especialista em Gestão da Inovação e
Competitividade.
André Luiz Salgueiro Guedes
Auditor
Graduado em Direito e em Ciências Contábeis.
Especialista em Gestão Contábil e Financeira.
Juvenal Dias de Souza Junior
Auditor
Graduado em Ciências Contábeis, Especialista
em Contabilidade e Controladoria com enfoque
Empresarial.
Marcio Bomfim de Araújo
Contador
Graduado em Ciências Contábeis, Especialista
em Contabilidade e Controladoria com enfoque
Empresarial.
Mariana Melo de Almeida
Administradora
Graduada em Administração, Especialista em
Gestão Pública.
Valéria Calheiros da Silva
Assistente em Administração Graduada em Administração, Especialista em
Gestão Pública.
Tabela 1: Composição da equipe técnica de auditoria da Ufal em nov/2025.
A Auditoria Geral conta, assim, com o chefe da unidade de auditoria interna, 5 (cinco) servidores
que atuam executando atividades de auditoria e 1 (uma) servidora realizando serviços de
secretaria e apoio às atividades administrativas.
2.
DAS ATIVIDADES DE AUDITORIA PROGRAMADAS
2.1
Fatores e critérios considerados na elaboração do Paint 2026
A Instrução Normativa CGU n. 5/2021 estabelece que o Plano Anual de Auditoria Interna seja
elaborado considerando o planejamento estratégico da entidade.
Em estrito cumprimento a legislação que regulamenta a presente matéria, e em conformidade
ao que dispõe a IN CGU n. 03/2017, ficou estabelecido que os serviços de avaliação e
consultoria prestados pelas unidades de Auditoria Interna Governamental (UAIG) devem
atender a alta administração das entidades, gestores organizacionais, entidades públicas e a
sociedade.
Na definição e elaboração do planejamento do presente plano de auditoria foram utilizados
critérios que atendem suas obrigações normativas. Foram analisados dados e informações a
partir de uma matriz de riscos e dos indicadores institucionais, além de consulta a alta gestão.
É importante destacar que é dever da unidade de auditoria interna zelar pelo cumprimento
de sua missão institucional, definindo em seus critérios de planejamento e atuação aquelas
ações que visem atender às necessidades institucionais e sociais para as quais sua criação foi
estabelecida.
Em todo o processo de elaboração do presente plano de auditoria interna foram considerados
aspectos relevantes como o diagnóstico de áreas/processos obtidos da ABR (Auditoria
Baseada em Riscos), temas recorrentes dos trabalhos de auditoria do Tribunal de Contas da
União, Controladoria-Geral da União, além de situações identificadas pela própria unidade de
auditoria através de monitoramentos contínuos realizados ao longo dos últimos anos.
Foram considerados também elementos constantes do Plano de Integridade 2023-2025, que
definiram procedimentos para estruturação, execução e o monitoramento de programas de
integridade da Instituição, além do Relatório Anual da Ouvidoria-Geral do ano de 2024, o qual
apresenta dados e informações sobre o panorama de manifestações de Ouvidoria.
2.2 Da consulta à alta administração
A unidade de auditoria interna buscou contemplar o atendimento das demandas
institucionais, no processo de elaboração de seu plano de auditoria interna. Esse
procedimento foi realizado através de consulta realizada à alta gestão da universidade.
No processo de consulta e levantamento da demanda relativa à alta administração, o
procedimento utilizado foi o envio de processo administrativo às unidades estratégicas da
Instituição, solicitando sugestão de temas específicos, para serem incluídos no plano de
auditoria.
Então, foram consultadas formalmente as seguintes unidades, como parte do processo de
levantamento de demandas para inclusão no plano de auditoria: Conselho Universitário
(Consuni), Gabinete do Reitor, Ouvidoria-Geral e Corregedoria Seccional.
Foram enviados, por meio de ofício, a cada uma das unidades institucionais relacionadas, a
solicitação do envio de demandas para compor o plano de auditoria, conforme dados abaixo:
Unidade
Documento
Data
Assunto
Conselho Universitário
Ofício nº 255/2025–CG
29/09/2025
Consulta de demandas para a
elaboração da proposta do Plano Anual
de Auditoria Interna do ano 2026.
Gabinete Reitoral
Ofício nº 257/2025–CG
29/09/2025
Consulta de demandas para a
elaboração da proposta do Plano Anual
de Auditoria Interna do ano 2026
Ouvidoria Geral
Ofício nº 257/2025–CG
29/09/2025
Consulta de demandas para a
elaboração da proposta do Plano Anual
de Auditoria Interna do ano 2026.
Corregedoria Seccional
Ofício nº 256/2025-CG
29/09/2025
Consulta de demandas para a
elaboração da proposta do Plano Anual
de Auditoria Interna do ano 2026.
É importante destacar que na atuação da unidade de auditoria interna da Ufal, a comunicação
entre a alta administração da universidade e a Auditoria Geral contribui para o atingimento
dos objetivos da entidade, e na identificação e controle de riscos institucionais.
2.3 Da consulta pública
A unidade de auditoria interna, objetivando estabelecer um melhor envolvimento com as
demandas advindas da sociedade e do público em geral, e como forma de inclusão e
participação social na construção do planejamento das ações de auditoria, criou um
formulário eletrônico que possibilitou à comunidade apresentar sugestões de áreas/processos
que pudessem ser objeto de auditoria.
Dessa forma foi publicada no sítio eletrônico da Ufal matéria jornalística convidando gestores,
servidores, estudantes (ingressos e egressos) e a sociedade em geral a apresentarem
demandas de auditoria para análise pela equipe técnica da auditoria interna da universidade.
o conteúdo ficou disponível para acesso no endereço eletrônico:
https://noticias.ufal.br/ufal/noticias/2025/9/ufal-abre-consulta-publica-para-elaboracao-doplano-anual-de-auditoria-interna
Durante o período da consulta pública foram apresentadas manifestações, conforme quadro
disposto no Anexo II.
As manifestações recebidas por este canal foram avaliadas em conjunto com as
áreas/processos objetos do mapeamento dos riscos, tendo sido selecionada uma área a ser
objeto de auditoria:
a) Área/Macroprocesso: Avaliação dos sistemas de gestão integrada
Objetivo: Avaliar a eficiência e eficácia dos sistemas de gestão da universidade,
especialmente o SIG.
2.4 Áreas selecionadas por meio da Auditoria Baseada em Riscos (ABR)
A metodologia de Auditoria Baseada em Riscos (ABR) utilizada para a elaboração deste Plano
buscou identificar as áreas de maior risco na universidade a partir de uma percepção da AG
sobre os controles internos dessas áreas e sobre as ocorrências registradas na universidade
nos últimos anos, além do histórico de auditorias, atribuindo-se pontuação a partir de uma
análise de impacto e probabilidade.
Desta forma, foram mapeados riscos incidentes sobre esses objetivos e atribuídas pontuações
a partir das escalas de probabilidade e impacto, resultando em níveis de risco que se dividem
em baixo, médio, alto e extremo, conforme tabela abaixo.
RISCO BAIXO
1 < x <= 9,99
RISCO MÉDIO
10 < x <= 39,99
RISCO ALTO
40 < x <= 79,99
RISCO EXTREMO
>= 80
Tabela 2: Classificação do resultado final pelo nível de risco.
Priorizando as áreas de maior risco, de acordo com o resultado final da ABR, e considerando o
tempo disponível e capacidade operacional dos auditores, foram selecionadas como serviços
de auditorias em 2026 os seguintes:
a) Área/Macroprocesso: Iniciação científica de estudantes
Objetivo: Avaliar os atos de gestão pertinentes aos projetos de iniciação científica de
estudantes da instituição.
b) Área/Macroprocesso: Gestão ambiental e de resíduos sólidos
Objetivo: Avaliar os atos de gestão e medidas adotadas para a prática de gestão
ambiental e de resíduos da universidade.
Ainda, por orientação e recomendação da Controladoria-Geral da União foi selecionada uma
área/macroprocesso a partir da análise de risco sob os cursos de graduação. A CGU, com a
colaboração das Unidades de Auditoria Interna das Redes Federais de Universidades e de
Ensino Profissionalizante Científico e Tecnológico, elaborou ferramenta com o propósito de
auxiliar no processo de planejamento das auditorias internas. A ferramenta está disponível no
endereço
eletrônico
https://cgugovbr.sharepoint.com/:x:/s/oe-sfc-ds-cgesupchefias/ESzWgEujAQFOhRUvSOA2IQUBjYiO27VqZdqmaMk4IWKsdA?e=LsTzOW
e
foi
acessada para consulta a possíveis áreas a serem auditadas, tendo sido selecionado o seguinte
serviço de auditoria:
c) Área/Macroprocesso: Transparência ativa e passiva de informações
Objetivo: Avaliar política e mecanismos internos de transparência ativa e passiva da
instituição.
3. DOS DEMAIS TRABALHOS A SEREM REALIZADOS PELA AUDITORIA
De acordo com as normas de auditoria aplicáveis ao serviço público federal, e considerando o
presente planejamento, ficam definidas ainda as seguintes ações de auditoria a serem
contempladas no exercício de 2026:
a) Elaboração do Raint 2025
Base legal/justificativa: Atender à IN CGU n. 05/2021 para fins de apresentar relatório com
as informações sobre a execução do Paint 2025 e a análise dos resultados decorrentes dos
trabalhos de auditoria.
b) Elaboração do Paint do ano de 2027
Base legal/justificativa: Cumprir com a determinação da IN CGU n. 05/2021 e assim
proceder à elaboração do Plano Anual de Auditoria Interna para o exercício de 2027 e
encaminhá-lo à alta gestão da universidade e à CGU.
c) Análise e acompanhamento do processo de prestação de contas de 2025 e do Relatório
de Gestão, com emissão de parecer da unidade de auditoria
Base legal/justificativa: Atender ao que dispõe o Decreto nº 3.591/2000 e ao que
determina a IN CGU nº 05/2021 para prestar assessoramento no processo de elaboração
do Relatório de Gestão e da Prestação de Contas Anual, auxiliando a confecção de suas
peças formadoras quanto ao preenchimento dos quadros pertinentes ao atendimento das
recomendações e deliberações dos órgãos de controle.
d) Atendimento, acompanhamento e viabilização das demandas do Tribunal de Contas da
União
Base Legal/justificativa: Cumprir com a missão constitucional de prestar apoio ao controle
externo.
e) Atendimento, acompanhamento e viabilização das demandas da CGU
Base legal/Justificativa: Cumprir com a missão de apoiar o controle exercido pela CGU.
f) Monitoramento do atendimento das recomendações da Auditoria Geral
Base legal/justificativa: Atender à IN CGU n. 05/2021 para fins de promover o
monitoramento das recomendações emitidas em trabalhos anteriores e ainda não
implementadas.
g) Gestão interna da Auditoria Geral
Base legal/justificativa: Atendimento ao que determina a IN CGU n. 05/2021. Praticar atos
de gestão quanto a áreas relacionadas à atividade e/ou sobre assuntos administrativos do
ambiente organizacional, como atualização de normativos institucionais,
compartilhamento de informações, avisos institucionais e planejamento de atividades não
previstas neste Plano.
h) Capacitação da equipe técnica da Auditoria Geral
Base legal/Justificativa: Cumprir com a determinação da IN CGU n. 05/2021 para promover
a capacitação profissional por meio de participação em treinamentos referentes aos
objetos auditados, e demais assuntos que se fizerem necessários para um
aperfeiçoamento constante da equipe de auditoria interna no exercício de suas
atribuições.
i) Implantação e análise do PGMQ
Base legal/Justificativa: Atender ao que estabelecem a IN CGU 08/2017 e IN CGU 03/2017.
Elaboração do relatório de Benefícios Financeiros e não Financeiros, avaliação do PGMQ,
atualização do Manual de Auditoria Interna, melhoria de controles internos próprios
j) Oferta acadêmica da instituição
Base legal/Justificativa: Ação prevista no Paint 2025 e cujo resultado deve ser
aperfeiçoado no ano seguinte, dada a relevância do objeto.
k) Reserva Técnica
Base legal/Justificativa: Disponibilizar horas técnicas da equipe de auditoria, em
atendimento ao que estabelece a IN CGU n. 05/2021, para atividades de assessoramento
à gestão. Possibilitar disponibilidade para tratamento de demandas externas recebidas
durante a realização do Paint 2026.
O cronograma de execução dos trabalhos de auditoria contidos neste plano de auditoria interna
poderá ter alterações ao longo do exercício de 2026 em função de alguns fatores externos não
programados, tais como: situações imprevistas com impacto sobre a gestão da Ufal; cumprimento
de normas aprovadas durante o exercício; treinamentos; trabalhos especiais; atendimento à
deliberação do Conselho Universitário, do Conselho de Curadores, do Reitor, da administração
central e das pró-reitorias.
4. AÇÕES DE CAPACITAÇÃO DA EQUIPE TÉCNICA DE AUDITORIA
De acordo com a análise de identificação sobre as demandas internas da unidade, para o exercício
de 2026 as ações de capacitação da equipe técnica de auditoria da Auditoria Geral devem ter
como foco aquelas áreas de necessidade permanente de atualização e qualificação técnica.
Considerando que a unidade de auditoria interna conta atualmente com 7 servidores compondo
a equipe técnica, incluindo o Auditor Geral, são os seguintes os cursos planejados:
Curso Programado
Previsão de carga horária
Previsão de
servidores
FONAITec – Fórum dos Integrantes das Auditorias Internas do
Ministério da Educação
COBACI – Congresso Brasileiro de Auditoria & Controle Interno
40 horas por servidor
participante
32 horas por servidor
participante
20 horas por servidor
participante
30 horas por servidor
participante
20 horas por servidor
participante
20 horas por servidor
participante
1
Inteligência Artificial na Auditoria
Atualização em gestão pública (normativos, legislação, etc)
voltados a área de auditoria
Planejamento de Auditoria
Gestão de riscos de atividade de auditoria
2
2
2
2
2
Tabela 3: Cursos de capacitação da equipe técnica de auditoria planejados para 2026.
5. DAS HORAS DE TRABALHO
O Plano Anual de Auditoria Interna de 2026 abrange o período de 01/01/2026 a 31/12/2026. Para
o cálculo das horas, foi considerado o quantitativo atual da equipe técnica de auditoria composta
de 5 (cinco) servidores realizando atividade de auditoria e 1 (um) servidor exercendo a titularidade
da unidade de auditoria interna, todos executando carga horária de 8 (oito) horas diárias.
Para o resultado de homens-hora de trabalho foi utilizada a seguinte fórmula de cálculo:
6. PREMISSAS, RESTRIÇÕES E RISCOS
A metodologia de auditoria baseada em riscos (ABR) vem sendo aprimorada anualmente pela
unidade de Auditoria Geral, por meio de ações de melhoria nos processos de planejamento das
ações de auditoria, cursos e treinamentos, e aperfeiçoamento dos procedimentos de
monitoramento de ações realizadas.
Mesmo atuando de forma a mitigar os riscos de auditoria previstos na NBC TA 200, a metodologia
utilizada apresenta alguns riscos inerentes como os que incidem sobre os objetivos estratégicos
da instituição, e pela subjetividade da percepção dos controles internos na análise de impacto e
probabilidade.
7.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O presente Plano Anual de Auditoria Interna (Paint) do exercício 2026 foi elaborado em
conformidade com as determinações dispostas na Instrução Normativa CGU n. 05, de 27 de
agosto de 2021.
O Processo de planejamento foi realizado contemplando critérios de identificação de riscos
incidentes sobre os objetivos estratégicos da instituição através da percepção da unidade de
auditoria interna da Ufal, observando-se também o Plano de Desenvolvimento Institucional
vigente da instituição, relatórios produzidos por órgãos de apoio e assessoramento, tendo sido,
então, priorizadas as áreas/processos que serão objeto de auditoria durante o transcorrer de todo
o exercício de 2026.
É importante destacar que o presente plano visa aprimorar ações de fortalecimento e
aperfeiçoamento aos sistemas de controle interno, visando a obtenção de resultados mais
consistentes e efetivos, obtidos através da realização das ações programas.
Diante do exposto, submetemos este planejamento à análise prévia da CGU, a fim de que esta se
manifeste acerca do cumprimento das normas e orientações pertinentes, além de tecer suas
recomendações. Em seguida, o presente Plano Anual de Auditoria Interna será submetido à
análise e aprovação do Conselho Universitário da Universidade Federal de Alagoa para, então, ter
iniciada sua execução.
Maceió, 02 de janeiro de 2026.
Thyago Bezerra Sampaio
Auditor Geral
(assinado eletronicamente)
ANEXO I – Atividades de auditoria do Paint 2026
Código
da Ação
001/2026
002/2026
Descrição da
Ação
Elaboração do
Raint 2025
Elaboração do
Paint 2027
Tipo de
serviço
Assessoram
ento
Assessoram
ento
Origem
da
demanda
IN CGU n.
05/2021
Atividades de
auditoria
executadas ano
de 2025
IN CGU n.
05/2021
Planejamento
das ações de
auditoria para o
ano de 2027
003/2026
Análise e
acompanhamento
do processo de
Decreto n.
Assessoram
prestação de
3.591/200
ento
contas de 2025 e
0
do Relatório de
Gestão
004/2026
Levantame
nto de
informaçõe
Decreto n.
s para
3.591/200
órgãos de
0
controle
interno ou
externo
Atendimento,
acompanhamento
e viabilização das
demandas do TCU
Objeto
Objetivos
Proceder à elaboração do
Relatório Anual de Atividades de
Auditoria Interna referente ao
exercício de 2025 e encaminhá-lo
à alta gestão da universidade e à
CGU, em cumprimento à
legislação federal aplicada.
Proceder à elaboração do Plano
Anual de Auditoria Interna para o
exercício de 2027 e encaminhá-lo
à alta gestão da universidade e à
CGU, em cumprimento à
legislação federal aplicada.
Justificativas
Cronogra
ma de
execução
Carga
horária
(em horas)
Atender à IN CGU n. 05/2021 para
fins de apresentar relatório com as
informações sobre a execução do
Paint 2025 e a análise dos
resultados decorrentes dos
trabalhos de auditoria.
26/01/2026
a
31/03/2026
40
04/08/2026
a
30/12/2026
80
Cumprir com a determinação da IN
CGU n. 05/2021 e assim proceder à
elaboração do Plano Anual de
Auditoria Interna para o exercício
de 2027 e encaminhá-lo à alta
gestão da universidade e à CGU.
Atender ao que dispõe o Decreto n.
3.591/2000 e o que determina a IN
CGU n. 05/2021 para prestar
assessoramento no processo de
elaboração do Relatório de Gestão
e da Prestação de Contas Anual,
auxiliando a confecção de suas
peças formadores quanto ao
preenchimento dos quadros
pertinentes ao atendimento das
recomendações e deliberações dos
órgãos de controle.
Prestação de
contas do
exercício de
2025
Prestar assessoramento no
processo de elaboração do
Relatório de Gestão e da
Prestação de Contas Anual,
auxiliando a confecção de suas
peças formadoras quanto ao
preenchimento dos quadros
pertinentes ao atendimento das
recomendações e deliberações
dos órgãos de controle.
26/01/2026
a
31/03/2026
100
Deliberações do
TCU
Realizar acompanhamento e
Cumprir com a missão
promover a viabilização do
constitucional de prestar apoio ao 02/01/2026
cumprimento das deliberações do controle externo. Dar cumprimento
a
Tribunal de Contas da União
às deliberações do Acórdão
30/12/2026
dirigidas à Ufal.
843/2023-TCU-Plenário
300
Atendimento,
acompanhamento
e viabilização das
demandas da CGU
Levantame
nto de
informaçõe
Decreto n.
s para
Recomendações
3.591/200
órgãos de
da CGU
0
controle
interno ou
externo
02/01/2026
a
30/12/2026
260
Monitoramento do Monitoram
atendimento das
ento das
006/2026
recomendações da recomenda
Auditoria Geral
ções
02/01/2026
a
30/12/2026
120
007/2026
Gestão interna da
Auditoria Geral
02/01/2026
a
30/12/2026
100
008/2026
Capacitação da
equipe técnica da
Auditoria Geral
02/01/2026
a
30/12/2026
284
009/2026
Implantação e
análise do PGMQ
das ações da
unidade de
auditoria interna
02/01/2026
a
30/12/2026
248
005/2026
Realizar acompanhamento e
promover a viabilização das
demandas da CGU.
Cumprir com a missão de apoiar o
controle exercido pela CGU.
Realizar o monitoramento do
Atender à IN CGU n. 05/2021 para
atendimento das recomendações fins de promover o monitoramento
IN CGU n. Recomendações
constantes de relatórios de
das recomendações emitidas em
05/2021
da AG
auditoria expedidos pela Auditoria
trabalhos anteriores e ainda não
Geral da Ufal.
implementadas.
Atendimento ao que determina a IN
CGU n. 05/2021. Atender ao que
Proceder com atos de gestão
estabelecem a IN CGU n. 08/2017 e
interna da unidade de auditoria
Atos de gestão
IN CGU n. 03/2017. Elaboração do
Gestão
IN CGU nº
interna da Ufal, dentre eles a
da unidade de
relatório de Benefícios Financeiros
interna
05/2021
expedição de relatórios periódicos
auditoria interna
e não Financeiros, atualização do
referentes ao cumprimento do
Manual de Auditoria Interna,
Paint 2026.
melhoria de controles internos
próprios.
Cumprir com a determinação da IN
CGU n. 05/2021 para promover a
capacitação profissional por meio
Promover a capacitação dos
de participação em treinamentos
servidores da equipe técnica de
referentes aos objetos auditados,
IN CGU n. Atos de gestão
auditoria mediante o
Capacitação
controle interno, riscos, e demais
05/2021
interna da AG
aperfeiçoamento dos
assuntos que se fizerem necessários
conhecimentos na área de
para um aperfeiçoamento
atuação da Auditoria Geral.
constante da equipe de auditoria
interna no exercício de suas
funções.
Atender ao que estabelecem a IN
IN CGU
CGU 08/2017 e IN CGU 03/2017.
03/2017.
Avaliação da
Proceder com a implantação e
Elaboração do relatório de
Gestão e
IN CGU
execução das
avaliação do Programa de Gestão
Benefícios Financeiros e não
melhoria da
08/2017 e
atividades de
e Melhoria da Qualidade (PGMQ)
Financeiros, avaliação do PGMQ,
qualidade
IN CGU
auditoria interna
das ações da Auditoria Geral.
atualização do Manual de Auditoria
05/2021
Interna, melhoria de controles
internos próprios
Avaliação
Solicitação
da
Ouvidoria
Geral em
2020
011/2026
Avaliação do
relacionamento
com as Fundações
de Apoio
Avaliação
Relacionamento
Solicitação
com as
da alta
Fundações de
gestão
Apoio
012/2026
Avaliação dos
processos
disciplinares
Consultoria
Solicitação
da alta
gestão
Processos
disciplinares
Avaliação
Relatório
da
OuvidoriaGeral do
ano de
2024
Medidas de
prevenção e
combate
Avaliar a eficiência e eficácia das
Destaque de demandas frequentes
medidas de gestão adotadas para
registradas no Relatório da
a prevenção e combate ao assédio
Ouvidoria-Geral do ano de 2024,
moral e sexual na universidade.
02/06/2026
a
28/08/2026
528
Avaliação
Matriz de
Riscos
(ABR)
Projetos de
iniciação
científica
Avaliar os atos de gestão
pertinentes aos projetos de
iniciação científica de estudantes
da instituição.
Nível de risco considerável alto na
Matriz de Riscos (ABR) e objetivochave não auditado em anos
anteriores.
01/07/2026
a
30/09/2026
1584
Avaliação
Matriz de
Riscos
(ABR)
Gestão
ambiental e de
resíduos
Avaliar os atos de gestão e
medidas adotadas para a prática
de gestão ambiental e de resíduos
da universidade.
Nível de risco considerável alto na
Matriz de Riscos (ABR) e objetivochave não auditado em anos
anteriores.
01/10/2026
a
28/11/2026
1056
Avaliação
Consulta
pública
Softwares de
gestão
Avaliar a eficiência e eficácia dos
sistemas de gestão da
universidade, especialmente o
SIG.
Consulta pública realizada em 2025.
01/04/2026
a
30/05/2026
528
010/2026
Avaliação do
cumprimento da
oferta acadêmica
013/2026
014/2026
Avaliação das
medidas de
prevenção e
combate ao
assédio moral e
sexual
Avaliação a
participação de
estudantes de
graduação em
projetos de
iniciação científica
Avaliação da
gestão ambiental e
015/2026
de resíduos da
universidade
Avaliação dos
016/2026 sistemas de gestão
integrada
Oferta
acadêmica da
instituição
Avaliar as ações e os controles
adotados para a execução e
acompanhamento da oferta
acadêmica.
Avaliar os atos de gestão,
especialmente aqueles
pertinentes à execução e
prestação de contas, dos
contratos e convênios firmados
com as Fundações de Apoio.
Avaliar processos administrativos
disciplinares quanto a sua
legalidade, eficiência e eficácia, e
a observância de prazos e fluxos
previstos na Resolução n.
150/2024-CONSUNI/UFAL e na
Portaria Normativa CGU n.
27/2022.
Ação prevista no Paint 2025 e cujo
02/06/2026
resultado deve ser aperfeiçoado no
a
ano seguinte, dada a relevância do
31/10/2026
objeto.
1800
Atender à solicitação da alta gestão
da universidade.
03/02/2026
a
30/04/2026
1584
Atender à solicitação da alta gestão
da universidade.
05/05/2026
a
31/07/2026
1056
Avaliação da
017/2026 transparência ativa
e passiva
Avaliação
017/2026
Reserva
técnica
para
atendiment
o de
demandas
extraordiná
rias
Reserva Técnica
Painel
Subsídios
ao Paint
baseados
em Riscos
IN CGU n.
05/2021
Transparência
de dados e
informações
Avaliar política e mecanismos
internos de transparência ativa e
passiva da instituição.
Orientação da CGU para utilização
do Canvas para subsidiar a seleção
de serviços de Auditoria Baseados
em Riscos – Graduação.
02/06/2026
a
30/09/2026
Executar ações de auditoria para
atender à solicitações e/ou
Solicitações para
determinações do Consuni,
execução de
02/01/2026
Reitoria e unidades acadêmicas e Atendimento ao que determina a IN
ações de
a
órgãos de apoio e assessoramento
CGU n. 05/2021.
auditoria não
30/12/2026
da Ufal, ou oriundas de órgãos
planejadas
externos, quando a atividade não
esteja prevista no Paint 2026.
TOTAL
352
60
10.080
ANEXO II – Manifestações da consulta pública
Perfil
Qual processo interno, área, assunto ou tema gostaria de sugerir que fosse realizada atividade de auditoria
interna?
Sua sugestão de trabalho
de auditoria refere-se a
algum Campus específico?
1
Estudante
A e H - acho estranho a Universidade Federal de Alagoas gastar dinheiro para compra de um software de outra universidade - UFRN, tendo
desenvolvido um aplicativo que é mantido apenas como base de dados, sendo que poderia ser atualizado, pois há profissionais formados em TI
pela Ufal que podem fazer isso. Além disso, o software da UFRN não tem criptografia, pode se observar isso ao emitir uma declaração, pois o
link não é https, o que significa dizer que hacker pode invadir e roubar dados e informações de toda a instituição. Por que pagar por duas bases
de dados - google e microsoft? Toda universidade funciona com Google - email institucional, aplicativos e até os do governo tem sua base via
Google. Isso não é jogar dinheiro público fora? Estavam fazendo jogo de aplicativo até pelas lives, derrubando a conexão ou apresentando
ruídos, por causa da falta de criptografia na conexão da internet da Universidade. Não entendo por que se cria um link no meet e se coloca um
telefone dos Estados Unidos ou do Canadá para monitorar a live se as pessoas que criaram o link são brasileiras e professores brasileiros. O
número do telefone não deveria ser da pessoa que criou o link? Entendem que isso é um problema sério para instituição e deve ser por isso que
falta de recursos públicos para atualizar software de computadores, para manter laboratórios, porque os laboratórios de muitos cursos estavam
sucateados. Há muito lixo tecnológico dentro da universidade que deveria ter um destino. Nunca se fez um levantamento dos laboratórios da
universidade quanto aos equipamentos e o que precisa melhorar por nenhuma gestão. Nunca vi nenhum reitor visitar faculdade por faculdade,
ver cada local e pedir para fazer levantamento de tudo o que tem, o que precisa ser descartado, o que precisa ser comprado. A biblioteca da
Ufal precisa melhorar o acervo, pois há falta de livros novos para estudar. Gastou-se com uma creche, sendo que já havia uma frente ao bloco
João de Deus que poderia ter sido ampliada, melhorada. Eu fiz graduação e pós-graduação (mestrado e doutorado) - 2008 a 2025. A gestão já
visitou os dormitórios para fazer visita técnica e ver o que precisa melhorar? Por que os estudantes nutricão não fazem estágio no restaurante
universitário no processo de seleção de materiais, de indicação de cardápio? O setor de odontologia está sucateado, precisando de material.
Antes havia um atendimento ao publico de qualidade. A area da saude precisa dar um retorno social com atuação em pratica clinica voltada
para comunidade academica e aberta ao publico. No que diz respeito à educação precisa ter um retorno social em parceria com as escolas
estaduais - letras - e municipais - pedagogia- no que diz respeito aos estágios , a seleção dos livros didáticos e ate direcionamento de
planejamento pedagogico. Os linguistas precisam ver experiência de atuar em diferentes vertentes, pois a universidade funciona em três pilares
- ensino, pesquisa e extensão. Essa extensão é fora do ambiente universitário. A academia se restringe as pesquisas dentro do ambiente
universitário e não vinculação da academia com o escolas públicas estaduais e municipais. Quando se pensa em gestão pública, restringe a
atuação do mec a nivel federal e esquecem que há universidade federal e que pode ir além e mostrar sua relevância social usando os dados
estatísticos das pesquisas que fizeram sobre as escolas, sobre os livros didáticos, sobre a atuação dos professores e rediscutir o sistema
educacional a nivel Estadual na parceria com a universidade, usando profissionais da universidade federal de Alagoas no desenvolvimento de
projetos sociais. Não precisa de tanto dinheiro para isso, pois se usará os alunos de iniciação científica, os alunos dos estágios, os professores,
ou seja, pessoal da própria casa para isso, pois conhecem a realidade social de verdade de onde residem e tem autoridade para falar sobre isso
e discutir sobre isso para melhorar. Auditoria não é trabalho para um, mas um trabalho que envolve todas as coordenadorias, todas as gestões
de todas as faculdades. Um formulário não é suficiente! Para fazer acontecer precisa ter reunião do reitor com toda gestão de todas as
coordenadorias e eles com relatórios sobre a realidade de cada faculdade para pontuar a realidade do que tem, do que falta e do que precisa
melhorar! Qual a realidade quanto aos gastos financeiros de materiais em laboratório, em compra de materiais... isso é auditoria!
Campus A. C. Simões
2
Estudante
Todos
Campus A. C. Simões
Seq.
3
4
Estudante
C - Extensão- nunca tive a oportunidade de ver exposição de arte dos alunos de design da Ufal; os alunos de arquitetura tem a oportunidade de
colocar a mao na obra dentro da universidade? Nas reformas, nas construções?
Só vi exposição de dança da Ufal uma vez. As intervenções poderiam ocorrer nos memorias , nos centros de exposição, no mercado 31.
O curso de moda poderia divulgar seu material junto com o pessoal do artesanato, fazer parceria. Se eu cursasse moda, montaria looks usandos
as peças do artesanato e dando visibilidade. Recriando o que já existe! Rediscutino conceitos!
Fazer inclusão social de pessoas com deficiência e com transtorno.
Pessoal de linguística que faz intervenção discutindo arte poderia mostrar seu trabalho nos pavilhões de artesanato, pois a arte contemporânea
hoje discute arte em diferentes vertentes além da palavra escrita - musica, texto objeto...!
Nunca vi povo de odontologia e nem da nutrição fazer intervenção dentro da universidade discutindo saúde com e para os estudantes!
O que falta no ambiente universitário é integrar o que se estuda com a prática. Isso instiga a criatividade do aluno e mostra a relevância social
do trabalho dele!
Hoje a tecnologia perpassa diferentes vertentes- poderiam fazer tutoriais para os estudantes universitários sobre pautas que são importantes a
academia saber e fornecer isso pelos sites da Ufal!
Quando se discute livro didático não é apenas linguística, mas as diversas areas da licenciatura.
A universidade todo ano participa da bienal do livro, por que ao fazer parceria com as editoras não solicita livros que precisa para abastecer a
biblioteca?
Campus A. C. Simões
Estudante
G - planejamento
Reduzir gastos
Poderiam perfurar poço para abaster a universidade com água e há um equipamento que transforma qualquer água em água potável;
O lixo eletrônico da universidade poderia ser reciclado - pessoal de ciências da comunicação e de sistemas de informação poderiam pensar
sobre isso;
Universidade precisa pensar em sustentabilidade- as verduras, frutas, hortaliças poderiam ser produzidas pela própria universidade- ciências
agrárias e quimica poderia trabalhar juntos nisso; Esse material abastecer o restaurante e ainda ser vendido;
Por que a universidade à noite estava tão escura se há placas de energia solar? Por que não instalaram os postes de energia solar e fizeram a
distribuição para cada predio da faculdade?
As despesas iriam reduzir e muito com a implantação da energia solar para todos os blocos. Eu não entendo como se desenvolve uma
tecnologia que não se faz uso da mesma para beneficiar a própria instituição.
Material de escritório- papeis antigos / livros poderiam ser reciclados - ver qual faculdade tem projeto que trabalha com isso;
Em cada coordenadoria poderia ter impressora para os professores fazerem uso quando precisassem. Pensar em projetos de sustentabilidade
em todos os âmbitos para reduzir gastos e se manter de forma que beneficie a todos! O conceito de universidade pública é para todos!
Campus A. C. Simões
Seria pertinente considerar a implementação de catracas eletrônicas em todos os blocos da instituição. Estudantes, docentes e profissionais
terceirizados teriam acesso por meio de crachás, que, ao serem aproximados das catracas, liberariam a entrada. A proposta não visa à
privatização dos espaços, mas sim ao controle de acesso em nome da segurança de toda a comunidade acadêmica.
5
Estudante
Campus A. C. Simões
Outra sugestão que merece ser avaliada é a instalação de bicicletários monitorados por câmeras de segurança nos blocos. Muitos estudantes e
trabalhadores utilizam a bicicleta como meio de transporte diário e, atualmente, não há um local adequado, seguro e acessível para o seu
estacionamento.
As sugestões aqui levantadas foram as que vislumbramos enquanto gestão, que precisam ter um olhar mais detalhado pois geram custos
financeiros, além de se enquadrarem em diversas dimensões que são auditáveis.
1. Auditoria do sistema SIG, quanto aos módulos que estão funcionando e aos que deveriam estar funcionando em sua plenitude.
Justificativa: muitas demandas que poderiam ser agilizadas com o sistema SIG, como as próprias auditorias que nos são solicitadas, não é o que
ocorre. Muitos dados são preenchidos parcialmente, ou de forma incompleta. O sistema não conversa com sistemas do gov.br, ou do SEI.
Essa demanda é de extrema Relevância Institucional, pois reflete diretamente nos critérios de: materialidade, criticidade, uma vez que
deixamos de ter os indicadores nos diferentes eixos da UFAL, e automaticamente temos prejuizos em diversas frentes, financeiro,
administrativo, e nas áreas cruciais de uma IFES, no ensino, na extensão e na pesquisa.
De toda forma, é importante ressaltar que a auditoria se faz necessária, não só pelo que falta, mas também para ajustes no que vem
funcionando, para funcionar ainda melhor. Entendo que o fim não é punitivo, mas sim para melhoria do sistema dentro do que o SIG adquirido
pela UFAL pode fornecer, pois sei que não foi o pacote completo.
2. Auditoria do Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor Público Federal da UFAL (SIASS-PROGEP-UFAL), tendo em vista que alguns
procedimentos adotados ferem o funcionamento da administração pública e, como é algo baseado em legislação específica, como é algo
sigiloso entre paciente e médico, como todos os procedimentos passam diretamente entre sou.gov (gov.br) e SIASS e não mais são
protocolados pelo SIG-UFAL; enquanto gestão, ficamos sem o suporte necessário, seja para planejar o funcionamento da Instituição, seja para
atender demandas de PCDs que tem seus direitos adquiridos, mas nos falta o parecer oficial de uma perícia que justifique a aquisição de itens
específicos, que são, normalmente, mais caros que o padrão.
6
Gestor
Justificativa da solicitação de auditoria:
Servidores que solicitam com frequência elevada licença médica. Ainda que o fator motivador precisa ter correlação com outras licenças
médicas para que seja implementado a aposentaria por invalidez, há casos que nos acenderam o alerta, mas não temos como saber se estão
dentro da legalidade pela natureza jurídica do pedido de licença, apenas tomamos ciência do fato.
Outro motivo que nos alertou foram casos de afastamentos para acompanhamento de pessoa da família, que a Lei permite 150 dias de
afastamento, sendo os primeiros 60 com salário, mas os outros noventa sem salário. Ainda que a legislação seja CRUEL nesse sentido,
principalmente quando se trata de mãe ou pai solicitando para cuidar de seu filho/a (por exemplo), segue o que está definido em lei. O que
ocorre é o pedido de afastamento de 60 dias para tratamento de pessoa da família e depois o afastamento é para tratar da saúde do próprio
servidor... dando os 150 dias ou mais, mas sem o ônus da perda do salário. O questionamento é, o segundo afastamento para cuidar da saude
do próprio servidor é legal, verídica, ou um ajuste?
Nesse ponto, volto a frisar que, ou se ajusta a Lei 8.112 no que tange ao fato de acompanhar pessoa da família, que a depender da situação,
não há como não receber salário, pois é algo desumano; e/ou se adequa o servidor e o SIASS ao que de fato pode ser feito com a legislação em
vigor.
De fato, é preciso ter uma auditoria sobre procedimentos do SIASS com relação a servidores recorrentes.
Em todo caso de licença, sabemos que haverá um ônus a Instituição, no entanto, se não há o cumprimento da legislação, ou ajustes para
mascarar a legislação, há um custo à Instituição.
Novamente, a auditoria deve ser algo não punitivo, mas precisa ter uma certa frequência, pois a reincidência passa a ser passível de
penalizações em diferentes esferas, administrativa, civil, penal...
APÊNDICE – METODOLOGIA DA IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DOS RISCOS
Foram então priorizadas áreas de maior risco maior risco de acordo com o resultado final da
ABR (Auditoria Baseada em Riscos), sempre considerando o tempo disponível e a capacidade
operacional dos servidores lotados na Auditoria Geral.
A Auditoria Geral ainda elaborou o planejamento de ações de auditoria de 2026 mediante a
realização de uma consulta pública dirigida à toda a comunidade acadêmica e a sociedade em
geral. Foi definida a aplicação de questionário para colheita de sugestões de objetos de
auditoria, o qual foi publicado no sítio eletrônico da Ufal, tendo sido recebidas as
manifestações no período de disponibilidade da consulta, as quais foram analisadas em
conjunto com os resultados da com a Matriz de Auditoria Baseada em Riscos (matriz abaixo).
Matriz de Auditoria Baseada em Riscos
Risco-Chave
Objetivo-Chave
Elevar a qualidade dos
cursos de graduação e de
ensino profissional e
tecnológico da Ufal
Dimensão Ensino de
Graduação, Técnico e
Tecnológico
Ampliar a oferta de cursos
de graduação e de ensino
profissional e tecnológico
da Ufal
Dimensão Ensino de
Graduação, Técnico e
Tecnológico
Ampliar o número de
formandos anuais em
relação aos ingressantes
Elevar a qualidade da pósgraduação
Risco Inerente
Macroprocesso
Dimensão Ensino de
Graduação, Técnico e
Tecnológico
Dimensão Pós-graduação,
Pesquisa, Inovação e
Empreendedorismo
Cód.
Descrição
Impacto
Probabilidade
Nível de Risco
1
Avaliações deficitárias dos cursos
10
5
50
Alto
2
Não execução de avaliação interna dos
cursos
5
8
40
Alto
3
Oferta de cursos que não atendam aos
anseios e necessidades regionais
5
5
25
Médio
4
Ausência de mapeamento das
demandas de cursos por necessidades
regionais
10
2
20
Médio
5
Ausência de acompanhamento dos
dados de ingressos e egressos
10
8
80
Extremo
6
Inexistência de política de ações para
acompanhamento dos egressos
8
10
80
Extremo
7
Desenvolvimento de projetos de
pesquisa que não observem as
necessidades da comunidade regional
8
8
64
Alto
8
Egressos sem o devido
acompanhamento após a finalização do
curso
5
8
40
Alto
Aumentar o potencial de
inovação da Ufal
Dimensão Pós-graduação,
Pesquisa, Inovação e
Empreendedorismo
9
Produtos e tecnologia desenvolvidos na
instituição sem a devida
utilização/aplicação
5
8
40
Alto
Expandir o processo de
Incubação de Empresas nos
municípios em que a Ufal
Dimensão Pós-graduação,
Pesquisa, Inovação e
Empreendedorismo
10
Indisponibilidade de recursos externos
para financiamento de projetos
5
8
40
Alto
tem Campus ou Unidade
Educacional
Ampliar a participação de
estudantes de graduação
em projetos de iniciação
Dimensão Pós-graduação,
Pesquisa, Inovação e
Empreendedorismo
Ampliar a oferta de vagas
em cursos de pósgraduação stricto sensu
Dimensão Pós-graduação,
Pesquisa, Inovação e
Empreendedorismo
Ampliar o alcance e o
impacto social das ações de
extensão integrada ao
ensino e à pesquisa
Dimensão Extensão
Desenvolver os aspectos
pedagógico, formativo e
organizativo a partir das
diretrizes institucionais
para a extensão da Ufal
Dimensão Extensão
Expandir o quantitativo do
corpo docente e do quadro Política de Gestão de Pessoas
de técnicos-administrativos
Promover a gestão
estratégica de pessoas, por
meio do desenvolvimento
das competências
individuais e
Política de Gestão de Pessoas
organizacionais e da
melhoria da saúde,
segurança e qualidade de
vida do servidor
11
12
13
14
Não participação dos alunos em
eventos científicos, ações de extensão
e projetos de pesquisa
Ausência de realização de convênios
com outras instituições e órgãos, bem
como empresas públicas e privadas
Ausência de projetos pedagógicos para
implantação de novos cursos
Não aprovação pelo MEC de projetos
pedagógicos de novos cursos
5
8
40
Alto
5
8
40
Alto
8
5
40
Alto
5
5
25
Médio
15
Centros de referência sem manutenção
5
8
40
Alto
16
Comunidade acadêmica não tem
conhecimento das ações realizadas e
serviços ofertados pela UFAL
5
10
50
Alto
17
Ausência de projetos pedágogicos de
cursos de extensão
5
5
25
Médio
18
19
20
21
Ausência de mapeamento das
necessidades do quadro de pessoal
Falta de autorização do MEC para nova
contratação
Ausência ou inexecução da política de
desenvolvimento de pessoas
5
5
25
Médio
10
10
100
Extremo
10
1
10
Médio
Baixa adesão dos servidores aos cursos
ofertados
2
5
10
Médio
Aperfeiçoar as práticas de
governança pública na
Universidade
Fortalecer espaços
democráticos e plurais de
tomada de decisões
Aperfeiçoar
permanentemente a gestão
orçamentária e financeira,
focando a programação e
execução orçamentária nos
objetivos do PDI
Ampliar os processos
informatizados que gerem
bases de dados
consistentes
Avaliar e revisar processos
de trabalho, reavaliando
fluxos e responsabilidades
Implantar ou ampliar
instrumentos de gestão
que estão na vanguarda do
processo de tomada
de decisão no serviço
público, como gestão por
competências e gestão de
riscos
Discutir de forma sistêmica
o estatuto e o regimento
da Ufal, pautando aspectos
como a
estrutura organizacional da
expansão e da
interiorização
Pautar o debate sobre a
gestão ambiental na
instituição
Política de Gestão
Administrativa
22
Ausência de instrumentos e normativos
para efetivação da governança
5
8
40
Alto
Política de Gestão
Administrativa
23
Ausência/inefetividade de conselhos
para participação da comunidade
acadêmica
5
5
25
Médio
Política de Gestão
Administrativa
24
Sistemas inadequados e que não
atendam as demandas da comunidade
acadêmica
5
8
40
Alto
Política de Gestão
Administrativa
25
Não implementação do processo
eletrônico
5
10
50
Alto
Política de Gestão
Administrativa
26
Processos institucionais não mapeados
5
8
40
Alto
Política de Gestão
Administrativa
27
Processos institucionais não
informatizados
8
8
64
Alto
Política de Gestão
Administrativa
28
Morosidade no processo de atualização
dos normativos da Ufal
5
10
50
Alto
Política de Gestão
Administrativa
29
Ausência de priorização do debate
sobre a gestão ambiental na instituição
5
10
50
Alto
Efetivar melhorias nas
condições de
implementação do PNAES
Ampliar o acesso aos
restaurantes universitários
Garantir condições de
permanência estudantil e
melhoria no desempenho
acadêmico com ações nas
áreas de apoio pedagógico,
inclusão digital, saúde,
transporte, cultura, esporte
Garantir condições de
permanência e
aprendizagem de
estudantes com deficiência,
Transtorno do Espectro
Autista e Altas
Habilidades/Superdotação
Fortalecer a atuação dos
Núcleos de Assistência
Estudantil (NAEs) nos
campi
Ampliar as formas de
participação na gestão da
assistência estudantil
Promover a ampliação e a
manutenção da
infraestrutura física das
unidades e a revisão e a
melhoria dos
equipamentos, máquinas,
móveis e infraestrutura dos
espaços didáticopedagógicos
Política de assistência
estudantil
Política de assistência
estudantil
30
31
32
Disponibilidade de auxílios estudantis
insuficiente para a demanda
Evasão escolar
Ausência de infraestrutura para
ampliação
5
10
50
Alto
8
10
80
Extremo
8
5
40
Alto
33
Evasão escolar
10
5
50
Alto
34
Retenção escolar
5
8
40
Alto
35
Evasão escolar
10
5
50
Alto
36
Retenção escolar
5
8
40
Alto
Política de assistência
estudantil
37
Ausência de capacitação estudantil
10
8
80
Extremo
Política de assistência
estudantil
38
Ausência de política de participação
estudantil
5
1
5
Baixo
5
8
40
Alto
5
10
50
Alto
5
10
50
Alto
10
10
100
Extremo
Política de assistência
estudantil
Política de assistência
estudantil
39
Política de infraestrutura
40
41
42
Equipamentos e infraestrutura
defasados e que não atendem a
necessidade da comunidade acadêmica
Estoque insuficiente de bens e
materiais para atender as demandas
institucionais
Bens e materiais de uso institucional
deteriorados
Obras de construção civil paralisadas
Oferecer subsídios para a
tomada de decisão e
fomentar a formação de
uma cultura de avaliação
Realizar o monitoramento,
controle e revisão do PDI
da Ufal
Avaliação e
acompanhamento do
desenvolvimento
institucional
Avaliação e
acompanhamento do
desenvolvimento
institucional
43
Ausência de ações de avaliação
institucional
5
5
25
Médio
44
Ausência de instrumentos de
monitoramento da execução do PDI
10
8
80
Extremo
Escalas de impacto e probabilidade para a Auditoria Baseada em Riscos (ABR)
Escala de Impactos
Magnitude
Descrição
I
Muito baixo
Degradação de operações ou atividades de processos, projetos ou programas da organização,
porém causando impactos mínimos nos objetivos de prazo, custo, qualidade, escopo, imagem
ou relacionados ao atendimento de metas, padrões ou à capacidade de entrega de
produtos/serviços às partes interessadas (clientes internos/externos, beneficiários).
1
Baixo
Degradação de operações ou atividades de processos, projetos ou programas da organização,
causando impactos pequenos nos objetivos.
2
Médio
Interrupção de operações ou atividades de processos, projetos ou programas, causando
impactos significativos nos objetivos, porém recuperáveis.
5
Alto
Interrupção de operações ou atividades de processos, projetos ou programas da organização,
causando impactos de reversão muito difícil nos objetivos.
8
Muito alto
Paralisação de operações ou atividades de processos, projetos ou programas da organização,
causando impactos irreversíveis/catastróficos nos objetivos.
10
Fonte: Brasil. Tribunal de Contas da União. Roteiro de Auditoria de Gestão de Riscos. Brasília: TCU, Secretaria de Métodos e
Suporte ao Controle Externo, 2017. (Adaptada)
Escala de Probabilidades
Magnitude
Descrição
I
Evento improvável de ocorrer. Excepcionalmente poderá até ocorrer, porém não há
elementos ou informações que indiquem essa possibilidade.
1
Baixa
Evento raro de ocorrer. O evento poderá ocorrer de forma inesperada, havendo poucos
elementos ou informações que indicam essa possibilidade.
2
Média
Evento possível de ocorrer. Há elementos e/ou informações que indicam
moderadamente essa possibilidade.
5
Alta
Evento provável de ocorrer. É esperado que o evento ocorra, pois os elementos e as
informações disponíveis indicam de forma consistente essa possibilidade.
8
Muito alta
Evento praticamente certo de ocorrer. Inequivocamente o evento ocorrerá, pois os
elementos e informações disponíveis indicam claramente essa possibilidade.
10
Muito baixa
Fonte: Brasil. Tribunal de Contas da União. Roteiro de Auditoria de Gestão de Riscos. Brasília: TCU, Secretaria de
Métodos e Suporte ao Controle Externo, 2017. (Adaptada)