Medicina do Campus Arapiraca reforça cuidados com estagiários em hospitais

Francine Simone, coordenadora de Medicina, reforça que os estudantes foram vacinados contra a Covid-19
Por Lenilda Luna - jornalista
17/06/2021 17h32
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Turma de Medicina de Arapiraca recebe as boas-vindas dos funcionários do HEA

O estágio de acadêmicos do curso de Medicina do Campus Arapiraca da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), no Hospital de Emergência do Agreste (HEA), foi retomado no início de junho. Os 27 estudantes do 5º ano terão a oportunidade de vivenciar, na prática, os conhecimentos que aprenderam durante o curso. Eles foram divididos em grupos para cumprir as escalas dentro da carga horária proposta para as atividades curriculares de estágio.

Mas para essa retomada, em tempos de pandemia de covid-19, os cuidados com a saúde dos estudantes são redobrados. “Os estagiários receberam a primeira dose da Astrazeneca. No curso, temos quatro turmas vacinadas. Todos os cuidados sanitários serão tomados. Mas não existe medicina sem prática. Os alunos não podem perder esse momento importantíssimo de aprendizado. O objetivo é vacinar a todos para retomarmos todos os estágios”, informou a coordenadora do curso de Medicina no Campus Arapiraca, Francine Mendonça.

A coordenadora enfatiza o exercício prático da Medicina em condições de urgência e emergência. “Os estagiários vão acompanhar situações de acidentes de trânsito com motos e carros, casos de queda, intoxicação exógena, picadas de insetos, tiros, facadas. Na maioria das vezes, eles recebem pacientes que já tiveram o primeiro atendimento realizado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu)”, esclareceu a professora.

No Hospital de Emergência, foi montado um auditório para os debates sobre as situações vivenciadas no estágio. “O hospital cedeu um espaço e as cadeiras foram trazidas da Ufal. O Hospital nos acolheu com muita alegria. Ter estudantes na instituição proporciona crescimento para todos e oferece a oportunidade de formarmos com excelência, afinal se aprende a ser médico com outro médico”, concluiu a coordenadora Francine Mendonça.