Bolsistas são recepcionados no lançamento do Programa Línguas Estrangeiras no Interior

Projeto levará cursos de línguas aos campi do interior por meio de monitores
Por: Thamires Ribeiro - estagiária de jornalismo - 28/03/2019 às 11h39 - Atualizado em 29/03/2019 às 19h59
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Vice-reitor falou sobre a importância do projeto para estudantes do interior. Fotos: Thiago Prado

Com rostos cheios de alegria e satisfação, foi lançado oficialmente nesta quarta-feira (27) o Programa Línguas Estrangeiras no Interior (Plei) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). O encontro foi destinado aos dez bolsistas que vão atuar como professores de espanhol, francês e inglês para graduandos dos campi do interior.

A mesa que recepcionou os bolsistas teve a presença do vice-reitor, José Vieira; da pró-reitora Estudantil, Silvana Medeiros; da pró-reitora de Extensão, Joelma Albuquerque; da assessora de Relações Internacionais, Luciene Melo;  da coordenadora de projetos internacionais, Ana Clara Magalhães, e do chefe de gabinete e coordenador geral do Plei, Aruã Lima. Além da participação da diretora da Faculdade de Letras (Fale), Rita de Cássia; e do coordenador geral do Programa no interior, Cézar Neri.

O Plei, que é pioneiro na interiorização do ensino de língua estrangeira na Ufal, será ofertado nos campi do Sertão e Arapiraca e nas unidades de ensino de Santana do Ipanema, Palmeira dos Índios e Penedo. O vice-reitor comemorou a conquista e destacou a importância de dar oportunidades também aos estudantes que ficam longe da capital e do Campus A. C. Simões.

“Esse é um sonho antigo, eu sei o quanto se trabalhou para esse projeto. E nós que somos professores do interior sabemos também sobre as dificuldades dos alunos. Por isso, a possibilidade de garantir uma inserção mais qualificada e uma continuidade de estudos é muito significante. Esse trabalho tem um impacto social que precisa ser desenvolvido. A língua abre fronteiras e quem domina o inglês, o espanhol, o francês, tem acesso ao mundo”, afirmou Vieira.

Os estudantes que atuarão como monitores receberam ainda uma formação pedagógica para que eles entendam o processo e o direcionamento do programa antes de ministrarem as aulas aos alunos do interior. Além de ensinar, os estudantes poderão colecionar novas experiências com o Programa.

"Essa é o ponto de chegada de um longo percurso que se iniciou em 2016. A gente não pode deixar de ser ousado, é o que nos resta. Eu começo essa fase agradecendo porque esse projeto não seria possível sem o apoio de todos. A Gestão da Universidade deu carta branca para que tocássemos, a ASI não poderia ter feito isso sozinha. Os estudantes são a espada e nós os escudos porque eles serão a ponta de lança desse projeto de interiorização do ensino idiomas. Iniciamos hoje um novo momento de consolidação, a luta permanece para manter ele permanente. Os bolsistas são partes fundamentais disso", disse Aruã.