Ciências Sociais Licenciatura 2006

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                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - UFAL
INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS – ICS
Coordenação do Curso de Licenciatura em Ciências Sociais

CIÊNCIAS SOCIAIS - LICENCIATURA
PROJETO PEDAGÓGICO

Maceió
Novembro de 2006

SUMÁRIO

15
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31
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44
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ANEXOS
ANEXO 1 - PARECER CNE/CES 492/2001
ANEXO 2 - RESOLUÇÃO CNE/CP 2, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002
ANEXO 3 - RESOLUÇÃO CNE/CES 17, DE 13 DE MARÇO DE 2002
ANEXO 4 - PARECER CNE/CES 1.363/2001

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IDENTIFICAÇÃO

Nome do Curso: Ciências Sociais
Modalidade: Licenciatura
Título ofertado: Licenciado em Ciências Sociais
Portaria de Reconhecimento: Portaria Ministerial nº. 475 de 22/02/2002 (DOU
25/02/2002)
Turno: Noturno
Carga Horária: 3.240 horas.
Duração

Mínima: 04 anos
Máxima: 07 anos

Vagas: 40 (quarenta)
Perfil: Profissional apto para atuar no magistério da Educação Básica, seja na
docência da sua área de competência (Antropologia, Sociologia e Ciência
Política) ou na gestão do trabalho educativo.

Campo de atuação: instituições públicas e privadas de Educação Básica (ensino
fundamental e médio) e em cursos livres, podendo atuar também em atividades de
planejamento, consultoria, formação e assessoria junto a empresas públicas, privadas,
organizações não-governamentais, governamentais, partidos políticos, movimentos
sociais e atividades similares.

Colegiado:
Prof. Arim Soares do Bem (coordenador);
Prof. Bruno César Cavalcanti,
Profª. Cibele Maria Lima Rodrigues,
Prof. José Alberto Saldanha de Oliveira,
Profª. Licia Gatto Santa Rita de Melo.

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1. INTRODUÇÃO

A proposta de criação do Curso de Ciências Sociais é resultado de um
processo que se iniciou em 1987 na Universidade Federal de Alagoas – UFAL e
envolveu o esforço de vários segmentos acadêmicos, como o Colegiado do Curso
de Estudos Sociais, o então Departamento de Ciências Sociais e alunos de Estudos
Sociais. A proposta de criação do curso pautou-se pela crítica ao caráter
generalizante do Curso de Licenciatura em Estudos Sociais, que se abrigava no
então Departamento de Estudos Sociais e fora reconhecido pela Portaria 176, de 10
de março de 1985 (Diário Oficial de 11 de março de 1986). A proposta relacionavase, pois, à dificuldade desse curso em configurar uma identidade mais precisa no
espaço acadêmico da Universidade e ao desgaste sofrido pela disciplina Educação
Moral e Cívica – foco da habilitação do Curso de Estudos Sociais - no contexto da
sociedade brasileira do período.
Com a definição de uma nova política acadêmica na Universidade Federal de
Alagoas – UFAL, em 1992, os projetos pedagógicos dos cursos de graduação já
existentes passaram por um processo de adaptação, visando, principalmente, a
adoção do sistema seriado anual em substituição ao sistema de crédito semestral até
então em vigor. Nesse contexto de mudanças estruturais, decidiu-se que seria mais
importante criar um novo curso, uma vez que o Curso de Estudos Sociais já havia
sido extinto em praticamente todas as universidades brasileiras.
Face à Lei 8.663, de 14 de junho de 1993, que revogou a obrigatoriedade das
disciplinas Moral e Cívica, Organização Social e Política e Estudos Brasileiros no
1º, 2º e 3º graus, a Universidade Federal de Alagoas, através de seus Conselhos
Superiores, suspendeu o vestibular para o Curso de Licenciatura em Estudos
Sociais, com habilitação em Educação Moral e Cívica, tendo sido as 40 (quarenta)
vagas do referido curso remanejadas para o Curso de Ciências Sociais. Aos alunos
33

já matriculados foi dada a opção preferencial de reopção nas vagas existentes nos
demais cursos, em caráter de excepcionalidade, independentemente de área.
O Curso de Ciências Sociais teve a sua implantação autorizada pelo
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CEPE/UFAL, em 09 de agosto de
1993, com a resolução Nº. 49 – B/93, tendo começado a funcionar no
Departamento de Ciências Sociais, fundado em 1994. Desde então, oferece as
habilitações em Bacharelado e em Licenciatura.
Com o reconhecimento do Curso através da Portaria Nº. 475, de 22 de
fevereiro de 2002 (DOU de 25.02.2002) e, no mesmo ano, com a autorização da
CTC/CAPES para a implantação do Programa de Pós-Graduação em Sociologia, o
Departamento de Ciências Sociais passou a buscar a institucionalização e
consolidação das Ciências Sociais no Estado de Alagoas, sempre preocupado com
uma formação teórico-prática consistente e com a inserção do cientista social no
mercado de trabalho.
Ao lado do reconhecimento e da consolidação do Curso de Ciências Sociais,
há que se ressaltar a implantação, em 2003, do Programa de Mestrado em
Sociologia no Departamento de Ciências Sociais do então Centro de Ciências
Humanas, Letras e Artes - CHLA, com repercussões bastante positivas na
Graduação, considerando-se a abertura de perspectivas daí decorrentes para o
desenvolvimento de novos projetos, linhas de pesquisas e aprofundamentos de
estudos voltados à qualificação acadêmica dos alunos. As pesquisas desenvolvidas
no Programa de Mestrado em Sociologia agruparam-se em torno das seguintes
linhas: Políticas públicas e movimentos sociais; ação e pensamento social e
político, assim como sociedade, identidade e cidadania. No ano de 2006, em
virtude da reforma institucional da Universidade Federal de Alagoas - UFAL, o
antigo Departamento de Ciências Sociais transformou-se em Instituto de Ciências

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Sociais - ICS, conquistando, portanto, mais autonomia e demonstrando, com isso,
tanto o crescimento do curso, como a consolidação de sua proposta.
Neste sentido, a criação de um currículo próprio para o Curso de
Licenciatura em Ciências Sociais se dá em consonância com os Pareceres
CNE/CES 492/2001 e CNE/CES 1.363/2001, com a Resolução nº 32/2005CEPE/UFAL, com o debate atual do Fórum Nacional de Cursos de Ciências
Sociais, com a linha de pesquisa “Ensino de Ciências Sociais do Grupo de pesquisa
Ciências Sociais e Sociedade/CNPq”, bem como com as especificidades sócioeconômicas, políticas e culturais da sociedade e do mercado alagoano.
Com efeito, a formação acadêmica e profissional do professor só pode ser
planejada e executada à luz de uma concepção muito clara do que se espera da
educação e do que se concebe por ações promotoras de educação, como prática
institucionalizada. Neste contexto, a ação docente perde a aura do “espírito de
cátedra”, centralizado na autonomia decisória do professor sobre os conteúdos e
práticas a serem desenvolvidos no curso, devendo, pelo contrário, levar em
consideração um conjunto de ações e medidas institucionais previamente
delimitadas dentro de um complexo contexto social e institucional.
A concepção de docência priorizada comunga com o princípio segundo o
qual a ação de educar se situa num complexo contexto sócio-econômico, cultural,
político e histórico e, por isso mesmo, deve ser encarada como uma prática capaz
de responder qualitativamente às demandas da plural sociedade brasileira, inserida,
por sua vez, num contexto de articulação global.
Tendo em vista os pressupostos e exigências históricos acima apontados,
foram preconizados para o Curso de Licenciatura em Ciências Sociais os seguintes
princípios norteadores:

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• Propiciar aos estudantes uma formação teórico-metodológica sólida em torno dos
eixos que formam a identidade do curso (Antropologia, Ciência Política e
Sociologia) e fornecer instrumentos para que eles possam estabelecer relações
produtivas com a pesquisa, docência e a prática social;

• Garantir a integração entre o ensino, a pesquisa e a extensão;

• Estimular a autonomia intelectual e a capacidade analítica dos estudantes,
possibilitando aos mesmos uma ampla formação humanística e técnica;
• Partir da idéia de que o curso é um percurso que abre um campo de possibilidades
com alternativas de trajetórias não limitadas apenas a um rígido ordenamento
curricular;
• Fazer a articulação entre as disciplinas, as linhas de pesquisas dos núcleos de
pesquisa institucionalizados e demais aspectos relevantes, como os projetos de
extensão, atividades de registro e coleta de dados, buscando fomentar as
especificidades da formação em Licenciatura;
• Estimular avaliações institucionais no sentido do aperfeiçoamento constante do
curso.
Como se pode verificar, a concepção do Curso de Licenciatura em Ciências
Sociais está intimamente vinculada às orientações da LDB (Lei 9.394, de
20.12.1996) e em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais de
Ciências, que enfocam o compromisso da instituição formadora em preparar
profissionais para atuarem nas redes públicas e privadas do sistema educacional,
contribuindo de modo ativo para o exercício da cidadania e para o fortalecimento
da democracia. Entende-se, pois, que o processo de formação em pauta inclui uma
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preocupação que ultrapassa a mera mediação de aspectos cognitivos, preparando os
alunos para utilizarem ferramentas refinadas para as interpretações, análises e
intervenções conscientes em seu meio. Não deve, pois, escapar a esta formação o
confronto contínuo – mediatizado por diferentes abordagens e perspectivas – com
as inúmeras transformações teóricas e metodológicas ocorridas ao longo dos
séculos XIX, XX e no século XXI, que estamos iniciando.
Para a execução prática de uma postura que faça jus à complexidade e à
interdependência que caracterizam as sociedades contemporâneas e levando-se em
consideração a função social e política da escola, é imprescindível reconhecer a
importância crescente do profissional em ciências sociais num mundo marcado por
assimetrias, contradições e desafios de toda a ordem, fomentando nele a abertura ao
diálogo e a uma interlocução dinâmica e consciente com os elementos da realidade.
Neste sentido, o Curso de Licenciatura em Ciências Sociais prioriza uma
concepção problematizadora e, portanto, não dogmática, das teorias e métodos
enfocados em seu ordenamento curricular, possibilitando aos alunos um confronto
crítico e contextualizado com as origens, continuidades e rupturas dos mesmos. Tal
concepção dá concretude a dois importantes princípios constantes do título II,
artigo 3 III e VII, da LDB, que trata dos princípios e fins da educação nacional e
enfatiza que o ensino deve ser ministrado com base no pluralismo de idéias e de
concepções pedagógicas e também na valorização do profissional da educação
escolar.

77

2. PERFIL DO EGRESSO
A aceleração das transformações sociais que caracterizam as sociedades
contemporâneas tem evidentes conseqüências também sobre o perfil de profissional
que as Ciências Sociais devem formar. Se a tendência até então dominante era a de
oferecer aos alunos ferramentas para análises da realidade social brasileira e em
especial daquela em que os mesmos se inseriam, em nível local, hoje, com o
processo de globalização, o esforço amplia-se para a formação de profissionais que
atuem tecnicamente – embora com uma consolidada concepção humanista – tendo
em vista os inúmeros reflexos desse processo tanto sobre a realidade nacional e
regional como sobre a realidade local.
Neste sentido, os egressos devem estar preparados para se inserirem
enquanto cidadãos conscientes, ativos e autônomos, no complexo contexto social e
institucional das sociedades contemporâneas, nas quais ao lado de uma visão
interdisciplinar são imprescindíveis modelos teóricos flexíveis e abertos a
intervenções relacionadas aos inúmeros desdobramentos do desenvolvimento
tecnológico sobre o espaço de atuação profissional. Os egressos devem, portanto,
estar preparados para atuarem de modo inovador e atentos à diversidade de
perspectivas teóricas e práticas do mundo contemporâneo, serem profissionais
politicamente motivados a lidar com a diversidade da população atendida pela
escola, além de transitarem com desenvoltura e criatividade pelas diferentes
instâncias do saber e da instituição escolar.
O curso de Licenciatura em Ciências Sociais integra ao seu Projeto
Pedagógico o perfil do Licenciado em Ciências Sociais exarado no documento
Diretrizes Curriculares Para os Cursos de Licenciatura em Ciências Sociais
(CNE/CES 492/2001 de 03/04/2001) e que define prioritariamente a atuação dos
licenciados em instituições de ensino fundamental, médio e superior, com a
possibilidade de também atuarem como pesquisadores em atividades da área
88

acadêmica ou de outra natureza, bem como em atividades de planejamento,
consultoria, formação e assessoria junto a empresas públicas, privadas,
organizações não governamentais, governamentais, partidos políticos, movimentos
sociais e atividades similares.

99

3. HABILIDADES /COMPETENCIAS/ATITUDES

As habilidades, competências e atitudes dos egressos do Curso de
Licenciatura em Ciências Sociais do Instituto de Ciências Sociais da Universidade
Federal de Alagoas – UFAL estão organicamente amalgamadas às reflexões
explicitadas nas diretrizes para a graduação definidas pela instituição, às
recomendações presentes na LDB/96 (Lei nº 9394/96) e demais legislações
pertinentes à formação de professores1. Como salientado acima, a concepção de
docência priorizada comunga com o princípio segundo o qual a ação de educar se
situa num complexo contexto sócio-econômico, cultural, político e histórico e, por
isso mesmo, deve ser encarada como uma prática capaz de responder
qualitativamente às demandas da plural sociedade brasileira, inserida, por sua vez,
num contexto de articulação global. As habilidades, competências e atitudes do
licenciado em Ciências Sociais devem estar, pois, ligadas à idéia de que o
conhecimento a ser construído deve ser globalizado e relacional, de modo que
possa ser articulado em torno de problemas, hipóteses ou de questões que exigem,
para a sua adequada compreensão, informações de diferentes áreas.
As habilidades estão intimamente relacionadas à capacidade de articular
diferentes modelos teóricos para o atendimento eficaz da específica demanda da
sociedade brasileira e alagoana por uma educação contextualizada e que leve em
consideração a sua formação sócio-cultural, étnica e religiosa. Neste sentido,
implicam não a pura e simples operacionalização desses diferentes modelos de
intervenção, como também a reflexão sobre o alcance e os limites dos mesmos.
Em se tratando de parâmetros legais, tomamos como referência as orientações das Diretrizes
Curriculares Nacionais (Parecer CNE/CP 9/2001), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação
de Professores da Educação Básica (Resolução CNE/CP 1/2002 e 2/2002) e os Pareceres CNE/CP
27/2001 e 28/2001.
1

110

Tendo em vista tais exigências, impostas pela conjuntura das sociedades
contemporâneas, faz-se imprescindível que os licenciados em Ciências Sociais
tenham competências e habilidades embasadas na autonomia intelectual, em
sentido mais amplo. À autonomia intelectual está intimamente relacionada a
competência na articulação entre teoria, pesquisa e prática social, que somente
poderá ser plenamente satisfatória a partir do domínio da bibliografia e da
metodologia básicas, estas últimas inadiáveis para que a capacidade analítica –
imprescindível no mundo contemporâneo, marcado por crescente exigência de
reflexividade social – não seja prejudicada e comprometa uma fecunda atuação
profissional. Além das referidas competências e habilidades, os compromissos
sociais e éticos devem ser a bússola para a orientação de um fazer que não se limite
a meramente reproduzir passivamente a vida social, mas serem capazes de renovála e mesmo de criar novas formas de sociabilidade.
Pelo exposto, depreende-se que o Projeto Político-Pedagógico em questão
enfoca um modelo de formação centrado tanto na dimensão cognitiva
(conhecimento e raciocínio) como na dimensão moral e ética da educação,
envolvendo, portanto, uma capacitação voltada, simultaneamente, para a prática
profissional e para o exercício da cidadania. Para tanto, esses profissionais devem
desenvolver também a competência na utilização eficiente da informação, tanto no
sentido de apropriá-la como no sentido de disseminá-la. Devem, ainda, ter domínio
dos conteúdos básicos do ensino e aprendizagem nos níveis de ensino fundamental
e médio, bem como dos métodos e técnicas pedagógicos que permitem a
transposição do conhecimento para os diferentes níveis de ensino.

111

4. CONTEÚDOS/MATRIZ CURRICULAR
O Curso de Licenciatura em Ciências Sociais desenvolver-se-á ao longo de
oito períodos, perfazendo um total de atividades durante quatro anos. A
estruturação das disciplinas foi organizada de tal modo que já desde o primeiro
semestre os alunos devem ter contato com as disciplinas específicas da
Licenciatura, considerando-se a necessidade de garantir a formação profissional
desde o início do curso, associando-a às reflexões oriundas das disciplinas teóricas
e também às experiências de estágios de ensino. Possibilita-se, assim, aos alunos,
apropriarem, refletirem e construírem suas ações pedagógicas, à medida que vão
tendo contato com os conteúdos das ciências sociais e os específicos da
Licenciatura, além de poderem questionar e/ou ampliar tais reflexões nas atividades
relacionadas às experiências desenvolvidas nas escolas, integrando, portanto, o
conhecimento teórico à realidade vivida.
A formação do licenciado em Ciências Sociais deve contemplar além de
experiências de ensino também àquelas relacionadas à pesquisa e à extensão. Para
isso, as atividades ligadas aos projetos de Iniciação Científica e de Extensão serão
computadas como carga horária de disciplinas eletivas.
As disciplinas básicas da Licenciatura em Ciências Sociais incluem três eixos
fundamentais: a sociologia, a antropologia e a política. Em todos estes três eixos, o
estudo e a reflexão sobre os autores clássicos e contemporâneos permitirão uma
visão ampla da enorme gama de dimensões e cenários que caracterizam a vida
social. A formação propiciada pelas teorias clássicas deverá ser organizada a partir
de uma dupla perspectiva. Por um lado, através da garantia, aos alunos, do acesso
ampliado a esse conhecimento, que deve ser processado em dois momentos e níveis
estratégicos metodologicamente coerentes, quer sejam: através da leitura que
identifique os significados que o autor confere às questões estudadas, evitando-se,
assim, as práticas de leitura enviesadas; e através de interpretações que busquem
112

decifrar os enigmas e dificuldades do texto2. Por outro lado, essa formação clássica
não pode permanecer esvaziada de seus conteúdos e conexões históricas, devendo,
portanto, ser submetida criticamente a um diálogo com a produção contemporânea
e com esta mantendo permanentemente interlocução, de modo que continuidades e
rupturas possam ser identificadas e trabalhadas.
A imprescindível formação humanista não pode, entretanto, permanecer
isolada de questões práticas, tanto no que concerne ao seu alcance mais geral, como
também em seu alcance mais restrito e localizado. Os alunos devem aprender a
pensarem os seus espaços potenciais de atuação profissional mediando
permanentemente o saber teórico a uma capacitação técnica. A capacitação técnica
e as especializações tornam-se cada vez mais necessárias à formação dos
professores de Ciências Sociais nos níveis fundamental e médio. É neste sentido
que técnicas de pesquisas quantitativas e qualitativas (incluindo bancos de dados
virtuais), conhecimentos de estatística, de informática etc. tornam-se instrumentos
cada vez mais necessários aos profissionais que pretendem conhecer e transformar
o seu meio. Visando garantir a articulação entre teoria e prática, algumas
disciplinas obrigatórias de formação específica contemplam atividades práticas,
como Metodologia das Ciências Sociais (20 horas). Nesta disciplina dar-se-á a
integração com a disciplina de Metodologia das Ciências Sociais, da PósGraduação (Programa de Mestrado em Sociologia), uma vez que os alunos do
Mestrado serão convidados pelo docente da graduação a ministrarem palestras
sobre as suas atividades de pesquisa; para a disciplina de Estatística Aplicada às
Ciências Sociais estão previstas igualmente 20 horas para as atividades práticas; a
disciplina Métodos e Técnicas de Pesquisa terá 40 horas de atividades práticas; a
disciplina Formação Econômica, Social e Política Geral e do Brasil disponibiliza
2

Cf. Salles Oliveira, Paulo de. Caminhos da construção da pesquisa em ciências humanas. In: Salles
Oliveira, Paulo de (Org.). Metodologia das ciências humanas. São Paulo: Unesp/Hucitec, 2001, p. 17-26.
113

40 horas para atividades práticas, bem como Formação Econômica, Social e
Política de Alagoas, 20 horas.
As disciplinas de formação docente devem ser ministradas com o mesmo
espírito, ou seja, abarcando tanto as dimensões teóricas como as dimensões técnicas
e permitir o exercício desses conhecimentos, de modo que possam ser inquiridos e
aplicados à compreensão, planejamento, execução e avaliação de situações
envolvendo o processo de ensino e aprendizagem.
As disciplinas eletivas ou de formação complementar têm o objetivo de
garantir a flexibilização curricular, rompendo com a segmentação e garantindo aos
discentes a possibilidade de investirem aspectos consideráveis de seus interesses e
necessidades específicos na construção de seu perfil profissional. Tais disciplinas
demonstram-se imprescindíveis em sociedades plurais, que exigem uma educação
capaz de formular estratégias e políticas da diferença para a inclusão, por exemplo,
de alunos portadores de direitos especiais nas classes comuns dos sistemas de
ensino. Além disso, estas disciplinas se abrem também para que os discentes
busquem complementar a sua formação de modo autônomo, investindo a
subjetividade na construção de sua identidade profissional.

No elenco de

disciplinas eletivas, o aluno deverá cursar aquelas que são oferecidas pelo curso
e/ou buscar outras de interesse na área em que deseja atuar, podendo estas serem
escolhidas de acordo com as necessidades, dos discentes, de aprofundamento nas
áreas das ciências sociais ou afins.
Ao lado destas, os Projetos Integradores, inseridos no currículo do primeiro ao
oitavo semestre, têm o objetivo de fazer, pontualmente, a integração das disciplinas
ministradas em cada período, garantindo a realização de atividades de práticas
pedagógicas, sob a forma de aulas em sala e aula e de campo, bem como de
projetos capazes de promover a associação dos conteúdos disciplinares e a
articulação desses conteúdos com as experiências individuais e coletivas. Nesse
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sentido, garante-se, a um só tempo, a prática da interdisciplinaridade e a interação
dos discentes com os espaços de futura atuação profissional.

5. ORDENAMENTO CURRICULAR
CARGA HORÁRIA
Obrigatórias
2140 h
Atividades complementares 200 h

Trabalho de Conclusão de Curso 160 h
Estágios supervisionados 400 h
TOTAL h

1 SEMESTRE
CÓDIGO DISCIPLINA
Antropologia I
Política I
Sociologia I
Organização do Trabalho Acadêmico
Profissão Docente
Projetos Integradores
TOTAL
2 SEMESTRE
CÓD.
DISCIPLINA
Antropologia II
Política II
Sociologia II
Política e Organização da Educação Básica
Projetos Integradores
Estatística Aplicada às Ciências Sociais
TOTAL
3 SEMESTRE
CÓD.
DISCIPLINA
Antropologia III
Política III
Sociologia III
Desenvolvimento e Aprendizagem
Projetos Integradores
Metodologia das Ciências Sociais
TOTAL
4 SEMESTRE
CÓD.
DISCIPLINA
Antropologia IV
Política IV
Sociologia IV
Planejamento, Currículo e Avaliação da Aprendizagem
Projetos Integradores
Eletiva – Eixo formação especifica
TOTAL

CH SEMANAL
04
04
04
02
04
02
20

CH TOTAL
80
80
80
60
60
40
400

CH SEMANAL
04
04
04
04
02
02
20

CH TOTAL
80
80
80
80
40
40
400

CH SEMANAL
04
04
04
04
02
02
20

CH TOTAL
80
80
80
80
40
40
400

CH SEMANAL
04

CH TOTAL
80

04
04
04
02
02
20

80
80
80
40
40
400

115

5 SEMESTRE
CÓD.
DISCIPLINA

CH SEMANAL
04

CH TOTAL
80

05

100

04
04

80
80

02
19

40
380

CH SEMANAL
04
05
02
02
02
02
17

CH TOTAL
80
100
60
40
40
40
380

CH SEMANAL
05

CH TOTAL
100

04
02
02
02
04
19

80
40
40
40
80
280

CH SEMANAL
02
02

CH TOTAL
40
40

05
02
13

100
40
260

Antropologia ou Política ou Sociologia V
Estágio Supervisionado I
Métodos e Técnicas de Pesquisa
Projeto Pedagógico e Organização e Gestão do Trabalho
Escolar
Projetos Integradores
TOTAL
6 SEMESTRE
CÓD.
DISCIPLINA
Antropologia ou Política ou Sociologia VI
Estágio Supervisionado II
Pesquisa Educacional
Eletiva – Eixo formação Complementar
Projetos Integradores
Língua Estrangeira I
TOTAL
7 SEMESTRE
CÓD.
DISCIPLINA
Estágio Supervisionado III
Eletiva – Eixo Formação Específica
Língua Estrangeira II
Eletiva – Eixo Formação Complementar
Projetos Integradores
Formação Econômica, Social e Política Geral e do Brasil
TOTAL
8 SEMESTRE
CÓD.
DISCIPLINA
Formação Econômica, Social e Política de Alagoas
Eletiva –Eixo Formação Complementar
Estágio Supervisionado IV
Projetos Integradores
TOTAL

5.1 Ementas das Disciplinas
5.1.1 Disciplinas obrigatórias de formação específica

Antropologia I

EMENTA:
Objeto e classificações da antropologia. Relações com outras ciências humanas. A formação da
Antropologia científica: crítica dos determinismos geográfico e biológico. O evolucionismo cultural do
século XIX e seus limites. Antropologia e colonialismo. Etnocentrismo e relativismo cultural. Cultura e
sociedade. Cultura e ideologia. Cultura e política.
116

Bibliografia:
AZCONA, Jesus Antropologia II – a cultura. Petrópolis: Vozes,1993.
BOAS, Franz. “As limitações do método comparativo em Antropologia” in Antropologia Cultural.
Organizado, apresentado e traduzido por Celso Castro. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2004, pp. 2539.
CAMINHA, Pero Vaz. Carta de Pero Vaz de Caminha a El-Rei D. Manuel sobreo achamento do Brasil.
Texto integral.Coleção A Obra Prima de Cada Autor. São Paulo, Ed. Martin Claret, 2002, pp. 91-119.
GARDNER, George. Viagem ao interior do Brasil. São Paulo, Itatiaia/Edusp, 1975.
GRAHAM, Maria. Diário de uma viagem ao Brasil. São Paulo, Itatiaia/Edusp,1990.
LARAIA, Roque Cultura – um conceito antropológico. 19ª edição. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor,
2006.
MORIN, Edgar O Enigma do Homem. Rio de Janeiro: Zahar Editores, ROUSSEAU, Jean Jacques.
“Discurso sobre a origem e os fundamentos da Desigualdade entre os homens” in Rousseau. Coleção Os
Pensadores. São Paulo, Abril, 1973.
SALVADOR, Frei Vicente do. História do Brasil. 1500-1627. Belo Horizonte, Itatiaia/São Paulo, Edusp,
1982, pp. 114-126.
SOUZA, Gabriel Soares de. Tratado descritivo do Brasil em 1587. Coleção Reconquista do Brasil. Vol.
221. Belo Horizonte, Itatiaia, 2001, pp. 31-32; 47-53; 228-258.
STADEN, Hans. Duas viagens ao Brasil.Tradução: Guiomar de Carvalho Franco. Belo Horizonte,
Itatiaia/São Paulo, Edusp,1974, pp. 05-24; 29-36 e 41-198, ill.

Antropologia II
EMENTA:
O desenvolvimento da Antropologia moderna. Observação direta e desenvolvimento de métodos e
técnicas do estudo empírico das culturas. O difusionismo, o particularismo histórico e o funcionalismo. A
Antropologia e a escola francesa de Sociologia. A escola de cultura e personalidade. Neo-evolucionismo e
ecologia cultural.
Bibliografia de referência:
AZCONA,Jesús “Desenvolvimento e principais tendências analíticas”, Cap. III de Antropologia I –
História. Petrópolis: Vozes,1992, pp.83-98.
DURHAN, Eunice Ribeiro “Malinowski – Uma nova Visão da antropologia”, in Malinowski, Col.
Grandes Cientistas Sociais, nº 55. São Paulo: Ed. Ática, 1986, pp. 7- 22.
DURKHEIM, Émile Formas Elementares da Vida Religiosa. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
HARRIS,Marvin “Historia de lãs teorias de la cultura”, in Antropologia Cultural. Madrid: Alianza
editorial,1983, pp.655-675.
KUPER, Adam Cultura – a visão dos Antropólogos. Bauru: EDUSC, 2002.
LALLEMENT, Michel. “O Ponto de Vista Culturalista”, in História das Idéias sociológicas.Petrópolis:
Vozes,2004, pp. 75-87.
LARAIA, Roque de Barros Cultura – um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar
editor,2003,117p.
MALINOWSKI, B. “Argonautas do Pacífico Ocidental” in Malinowski. Col. Os Pensadores. São Paulo,
Abril Cultural, 1978.
_____________ “ A teoria Funcional”, in Pierre Birnbaum e François Chazel (orgs.) Teoria Sociológica.
São Paulo: Hucitec/EDUSP, 1977, pp.154-157.

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MELATTI, Júlio Cezar “Introdução” in Radcliffe-Brown, Col. Grandes Cientistas Sociais, nº3. São
Paulo: Editora Ática, 1978, pp. 7-39.
MEUNIER, Jacques e SAVARIN, Anne-Marie “A Etnologia – história das doutrinas”, in André Akoun
(dir.) Dicionário de Antropologia. Viseu: Verbo,1983, pp.176-193.
MONTERO,Paula Magia e Pensamento Mágico. São Paulo: Ed. Ática, 1986, 80p.
MOURA, Margarida Maria Nascimento da Antropologia Cultural – a obra de Franz Boas. São Paulo:
Editora Hucitec,2004.
RADCLIFFE-BROWN, R. “A Coerência Funcional do Sistema Social”, in Pierre Birnbaum e François
Chazel (orgs.) Teoria Sociológica. São Paulo: Hucitec/EDUSP, 1977, pp. 157-161.
RADCLIFFE-BROWN, A R. Estrutura e Função na Sociedade Primitiva. Col. Antropologia. Nº 2.
Petrópolis, Vozes, 1973.
STOCKING,George (org.) A Formação da Antropologia Americana 1883-1911 – Franz Boas. Rio de
Janeiro: Contraponto: Editora da UFRJ, 2004.
VIERTLER,Renate B. Ecologia Cultural – uma antropologia da mudança. São Paulo: Ed. Ática,
1988, 61p.

Antropologia III
EMENTA:
A Antropologia e o processo de descolonização. O desenvolvimento do funcionalismo britânico. O
estruturalismo de Claude Lévi-Strauss. Marxismo e Antropologia. Novas tendências do culturalismo
norte-americano. Geertz e a interpretação das culturas. Antropologia simbólica. Antropologia dinâmica.
Temas e abordagens antropológicas da cultura em tempos de globalização.
Bibliografia:
COPANS, Jean Críticas e políticas da Antropologia. Lisboa: Edições 70,1981.
CLIFFORD, James A experiência etnográfica – antropologia e literatura no século XX. Rio de
Janeiro: Editora da UFRJ,1998.
CUCHE, Denys A Noção de Cultura nas Ciências Sociais. Bauru: EDUSC, 2002.
DA MATTA, Roberto da (org.) EDMUND LEACH. São Paulo: Ática, Col. Grandes Cientistas Sociais nº
38,1983.
_________Relativizando – uma introdução à Antropologia Social. Petrópolis: Vozes, 1981.
Geertz,Clifford Obras & Vidas – o antropólogo como autor. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ,2002.
_________O Saber Local – novos ensaios em antropologia interpretativa.Petrópolis: Vozes, 1998.
_________Nova Luz sobre a Antropologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001.
KUPER, Adam Cultura – a visão dos Antropólogos. Bauru: EDUSC, 2002.
LAPLANTINE, François Aprender Antropologia. São Paulo: Brasiliense,2000.
LÉVI-STRAUSS, Claude Antropologia Estrutural . Rio de Janeiro:Tempo Brasileiro, 1996.
______________Antropologia Estrutural II. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro.EVANS-PRITCHARD,
E. E. Os Nuer – uma descrição do modo de subsistência e das instituições políticas de um povo nilota.
Col. Estudos. São Paulo, Ed. Perspectiva, 1993.
__________________ Bruxaria, oráculos e magia entre os Azande. Rio de Janeiro: Zahar Editores,
1978.
SANTOS, Rafael José dos, Antropologia para quem não vai ser antropólogo. Porto Alegre: Tomo
editorial,2005.
LABURTHE-TOLRA Philippe & WARNIER, Jean-Pierre
Etnologia-Antropologia. Petrópolis:
Vozes,1997.
118

MALINOWSKI, Bronislaw. “Argonautas do Pacífico Ocidental” in Malinowski. Col. Os Pensadores. São
Paulo, Abril Cultural, 1978.
RADCLIFFE-BROWN, A R. Estrutura e Função na Sociedade Primitiva. Col. Antropologia. Nº 2.
Petrópolis, Vozes, 1973.
EVANS-PRITCHARD, E. E. Os Nuer – uma descrição do modo de subsistênciae das instituições
políticas de um povo nilota. Col. Estudos. São Paulo, Ed. Perspectiva, 1993.
EVANS-PRITCHARD, E. E. Bruxaria, oráculos e magia entre os Azande.

Antropologia IV
EMENTA:
Formação e desenvolvimento institucional da Antropologia no Brasil. O tema da formação social
brasileira. A cultura e a questão nacional em contextos múltiplos: intelectual, político, histórico e
institucional. Principais orientações teóricas e temáticas tratadas pela Antropologia no Brasil.
Bibliografia de referência:
DIÉGUES JR., Manuel. “Os estudos etnográficos no Brasl” in Etnias e culturas do Brasil. 3ª ed. Rio de
Janeiro: Ed. Letras e Artes, 1963 [1962].
DURHAM, Eunice. A Caminho da cidade – a vida rural e a migração para São Paulo. 3ª ed. Col.
Debates. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1984.
FREYRE, Gilberto. Casa grande & senzala - HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. 26ª ed.
11ª reimpressão. São Paulo: Cia. das Letras, 2001 [1936].
MAGNANI, José Guilherme Cantor. “Quando o campo é a cidade” in MAGNANI, J. G.C. e TORRES,
Lílian de Lucca (orgs.) Na metrópole – textos de antropologia urbana. São Paulo: Fapesp/Edusp, 1996,
pp.12-53.
MELATTI, Júlio Cezar. “Antropologia no Brasil: um roteiro” in O que se deve ler em Ciências Sociais
no Brasil. São Paulo: Cortez: ANPOCS, 1986-1990, pp. 123-211.
MOTTA, Carlos Guilherme. “A cultua brasileira como problema teórico” in Revista da USP. Nº 3. Dez
de 1986, pp. 07-40.
NINA RODRIGUES, Raimundo. Os africanos no Brasil. NOGUEIRA, Oracy. “Os estudos de
comunidade no Brasil” in Pesquisa social introdução às suas técnicas. São Paulo: Cia. Ed. Nacional, s/d,
pp. 171-183.
CARDOSO, Ruth. A aventura antropológica – teoria e pesquisa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986, pp.
95-105.
RAMOS, Jair de Souza. “O Brasil sob o paradigma racial: sociologia histórica De uma representação” in
PENA, Sérgio D. J. (org.) Homo-brasilis. São Paulo: Funpec, 2002, pp. 131-148. ill.
SANTOS, Ricardo Ventura. “Mestiçagem, degeneração e a viabilidade de uma nação: debates em
antropologia física no Brasil (1870-1930)” in PENA, Sérgio D. J. (org.) Homo-brasilis. São Paulo:
Funpec, 2002, pp.113-129,ill.
SKIDMORE, Thomas E. Preto no branco – raça e nacionalidade no Pensamento brasileiro. Tradução:
Raul de Sá Barbosa. Rio de Janeiro:
Paz e Terra, 1976.
SOUZA, Pedro de. “A boa nova da memória anunciada: o discurso fundador na afirmação do negro no
Brasil” in ORLANDI, Eni Puccinelli (org.)Discurso fundador – a formação do país e a construção da
identidade nacional. Campinas-SP:Pontes Editores, 1993, pp 59-68.
VILHENA, Luís Rodolfo. “Fronteiras e identidades: intelectuais, disciplinas e formação nacional” in
Projeto e missão – o movimento folclórico brasileiro 1947-1964. Rio de Janeiro: Funarte/ Fundação
Getúlio Vargas, 1997, pp. 125-172.

Política I

119

EMENTA:
Introdução aos principais conceitos da ciência política: Estado, poder, democracia, liberdade e igualdade.
Estudo analítico e contextualizado dos principais teóricos da Filosofia Política Ocidental: Aristóteles,
Agostinho e Maquiavel.
Bibliografia
ARISTÓTELES. A Política. In : OS PENSADORES. São Paulo: Nova Cultural Ltda, 1999.
CHATÊLET, François. et ali. História das Idéias Políticas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.
CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2000.
MAQUIAVEL, Nicolau. O Princípe. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996.
MAQUIAVEL, Nicolau. OS PENSADORES. São Paulo: Nova Cultural Ltda, 1999.
WEFFORT, Francisco C., (Org). Os Clássicos da Política. São Paulo: Ática, 1989.

Política II
EMENTA:
Estudo do poder político e do Estado na modernidade a partir dos autores contratualistas: Hobbes, Locke e
Rousseau. Stuart Mill e Karl Marx.
Bibliografia:
CHATÊLET, François. et al. História das Idéias Políticas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.
Hobbes.Coleção Os Pensadores: São Paulo: Abril Cultural, 1979.
Locke. Coleção Os Pensadores: São Paulo: Abril Cultural, 1978.
ROUSSEAU, Jean Jacques. O Contrato Social. Coleção Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1999.
WEFFORT, Francisco C., Org., Os Clássicos da Política. São Paulo: Ática, 1989.

Política III
EMENTA:
Pensamento político contemporâneo. Desenvolvimento e correntes da teoria democrática no século XX:
democracia direta versus democracia representativa; "elitismo democrático"; "pluralismo"; liberalismo,
republicanismo, comunitarismo; democracia participativa e democracia deliberativa. A relação entre ética
e Ciência Política na teoria democrática.
220

Bibliografia:
ARRIGHI, Giovanni. O longo século XX: dinheiro, poder e as origens de nosso tempo. Rio de Janeiro/
São Paulo: Contraponto / Editora da Unesp, 1996.
BOBBIO, Norberto. Estado, governo e sociedade: para uma teoria geral da política. Rio de Janeiro:
Paz e Terra. 1988.
CASANOVA, Pablo Gonzalez. O colonialismo global e a democracia. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira. 1995.
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. A era da informação: economia, sociedade e cultura. São
Paulo: Paz e Terra, 1999.
CHÂTELET, François, DUHAMEL, Olivier e PISIER-KOUCHNER, Évelyne. História das idéias
políticas. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1990.
CHILCOTE, Ronald H. Teorias de política comparativa – A busca de um paradigma reconsiderado.
Petrópolis-RJ: Vozes, 1998.
DAVIS, Morton D. Teoria dos jogos. SP: Cultrix, 1970.
HIRST, Paul. A democracia representativa e seus limites. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,1993.
HUNTINGTON, Samuel P. O choque de civilizações. Rio de Janeiro: Objetiva, 1997.
LEFORT, Claude. A invenção democrática. Os limites da dominação totalitária, São Paulo:
Brasiliense,1987.
NAZZARI, Rosana Katia. (org). Temas de ciência política. Cascavel: EDUNIOESTE, 2004.
PRZEWORSKI, Adam. Capitalismo e social-democracia. São Paulo: Cia. das Letras, 1989.
SABINE, George A. História das teorias políticas. São Paulo: Fundo de Cultura Econômica, 1964.

Política IV
EMENTA:
Pensamento político brasileiro contemporâneo. Autores, estruturas e processos políticos
relevantes na compreensão das ciências sociais brasileiras no século XX.
Bibliografia:

BARBOSA, Francisco de Assis (org.) Raízes de Sérgio Buarque de Holanda. Rio de Janeiro:
Rocco, 1988.
221

FERNANDES, Florestan. A Revolução Burguesa no Brasil: ensaio de interpretação
sociológica. 3a Ed. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara, 1987.
FREYRE, Gilberto. Sobrados e Mucambos: introdução à história da sociedade patriarcal no
Brasil. 8a ed. Rio de Janeiro: Record, 1990.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio, 1993.
PEREIRA, Luiz Carlos Bresser.“Seis interpretações sobre o Brasil” in DADOS - Revista de
Ciências Sociais. Vol. 25. Nº. 3, 1982, pp. 269- 306.

Sociologia I
EMENTA:
Conceitos fundamentais das sociologias de Émile Durkheim e de Max Weber através da leitura
de textos clássicos. Positivismo e Liberalismo. Organicismo e Darwinismo Social. Precursores:
Augusto Comte e Hebert Spencer. Sociologia Compreensiva. Precursores: Georg Simmel,
Rickert e Wilheim Dilthey.
Bibliografia:

ARON, R. As etapas do pensamento sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

COHN, G. (Org.). Sociologia - para ler os clássicos. Rio de Janeiro: Azougue Editorial, 2005.
COMTE, A. Coleção Grandes Cientistas Sociais. São Paulo: Ática, 1978.
COSTA, Cristina. Sociologia - Introdução à ciência da sociedade. Editora Moderna: São Paulo,
1997.
De CASTRO, Anna Maria; DIAS, Edmundo F. Sociologia. Introdução ao pensamento
Sociológico - Durkheim, Weber, Marx, Parsons. Eldorado: Rio de Janeiro, 1975.
DURKHEIM, E. O suicídio. Rio de Janeiro: Martins Fontes, 1977.
DURKHEIM, E. A divisão do trabalho social. Rio de Janeiro: Martins Fontes, 1977.
DURKHEIM, E. As regras do método sociológico. São Paulo: Companhia Editora Nacional,
2004.
RIBEIRO JR., João. Augusto Comte e o positivismo. Campinas: Edicamp, 2003.
WEBER, M. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo: Pioneira, 1967.
222

WEBER, M. Ciência e Política. Duas Vocações. São Paulo: Martin Claret, 2002.
WEBER, M. Economia e sociedade. Vol. 1. Brasília: UnB, 2004.

Sociologia II
EMENTA:
Conceitos fundamentais da teoria marxista através da leitura de textos clássicos; Hegel,
Economia Clássica e Socialismo Utópico.
Bibliografia:
MARX, K. e ENGELS, F. A ideologia alemã I – Crítica da filosofia alemã mais recente na
pessoa dos seus representantes Feuerbach, Bruno Bauer e Stirner e do socialismo alemão na
dos seus diferentes profetas. Lisboa / Rio de Janeiro:Editorial Presença Martins Fontes, s/d.
MARX, K. e ENGELS, F. Manifesto do partido comunista. São Paulo: Martin Claret, 2002.
MARX, K. e ENGELS, F. Manuscritos econômico-filosóficos. Martin Claret: São Paulo, 2002.
MARX, Karl. O capital. Vol. I. São Paulo: Nova Cultural, 1985.

Sociologia III
EMENTA:
Temas e debates da Teoria Social no contexto pós-guerra. As contribuições de Talcott Parsons
para o debate da sociologia contemporânea. As abordagens microssociológicas da teoria social
contemporânea. A teoria crítica da Escola de Frankfurt.
Bibliografia:

ADORNO, Theodor W. Sociologia. São Paulo: Ática, 1986.
PARSONS, Talcott. Sociedades. Perspectivas evolutivas e comparativas. São Paulo: Livraria
Pioneira Editora, 1969.
PARSONS, Talcott. “O conceito de sistema social”, “Os componentes dos sistemas sociais”,
“Papel e sistema social”, “A interação social”, in CARDOSO, Fernando Henrique e
IANNI,
Octávio (Orgs.). Homem e Sociedade: leituras básicas de sociologia geral. São Paulo: Editora
Nacional, 1976.
223

COHN, Gabriel e FERNANDES, Florestan (orgs.) Theodor Adorno: sociologia. Coleção
Grandes Cientistas Sociais. São Paulo: Ática, 1986.
ELSTER, Jon. Peças e engrenagens das ciências sociais. Rio de Janeiro: Relimé-Dumará, 1994.
GIDDENS, Anthony. Política, sociologia e teoria social. Encontros com o pensamento social
clássico e contemporâneo. São Paulo: Unesp, 1998.
GOFFMAN, Erving. “Introdução”, “Representação”, “A arte de manipular a impressão” e
“Conclusão”, in A representação do eu na vida cotidiana. Petrópolis: Vozes, 1985.
JOAS, Hans. “Interacionismo Simbólico”, in GIDDENS, Na e TURNER, J. (orgs.) Teoria Social
Hoje. São Paulo: Ed. Unesp, 1999.
PREZWORSKI, Adam. “Marxismo e escolha racional” in Revista Brasileira de Ciências
Sociais. Nº 6. Vol. 3, fevereiro de 1988.
QUINTANEIRO, Tânia. Labirintos simétricos. Introdução à teoria sociológica de Talcott
Parsons. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2002.

Sociologia IV
EMENTA:
Estudos sobre a produção sociológica brasileira: tendências, contexto histórico e principais obras.
Bibliografia:

FREYRE, Gilberto. Interpretação do Brasil. Rio de Janeiro: José Olimpio, 1971.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. 26ª ed. 11ª reimpressão. São Paulo: Cia. das
Letras, 2001 [1936].
FERNANDES, Florestan. A sociologia no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1977.
IANNI, Octávio. Sociologia e sociedade no Brasil. São Paulo: Alfa-Omega, 1975.
CARDOSO, F. e FALLETO, E. Dependência e desenvolvimento na América Latina. Rio de
Janeiro: Zahar, 1977.
RAMOS, Alberto Guerreiro. Introdução crítica à sociologia brasileira. Rio de Janeiro:
ANDES, 1957.
PRADO JR., Caio. A revolução brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1966.
224

Estatística Aplicada às Ciências Sociais
EMENTA:
Introdução às noções básicas de estatística e às técnicas quantitativas no âmbito
das Ciências Sociais. Desenvolvimento de exercícios aplicados visando a elaboração
de pesquisa de campo ou estudo de caso, com ênfase na interpretação estatística
dos resultados relacionada a parâmetros qualitativos vinculados ao objeto de
trabalho. Noções e uso do SPSS.
Bibliografia:
BUSSAB, W.O. & MORETTIN, P. A. Estatística básica. 4ª.ed. São Paulo: Atual,
1987.
HOEL, P. Estatística elementar. São Paulo: Atlas, 1981.
MARTINS, G.A. & DONAIRE, D. Princípios de estatística. São Paulo: Atlas, 1987.
NOETHER, G. Introdução à estatística. 2ª ed., Rio de Janeiro: Guanabara Dois,
1983.
SPIEGEL, M. Estatística. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1968.
TORRES, N.R. & SCHIFFER, S.R. Notas de aula. Apostila FAUUSP: São Paulo,
1987, mimeo.
VIEIRA, S. & HOFFMANN, R. Elementos de estatística. São Paulo: Atlas, 1986.

Metodologia das Ciências Sociais

EMENTA:
Formas de conhecimento. Abordagens filosóficas da ciência. O conhecimento científico e as
ciências sociais. Paradigmas metodológicos. Os métodos qualitativos e quantitativos.
Bibliografia:
ARON, Raymond. As etapas do pensamento sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 1987.
BECKER, Howard. Métodos de Pesquisa em Ciências Sociais. Hucitec: São Paulo, 1999.
BOURDIEU, Pierre. Questões de Sociologia. Rio de Janeiro: Marco Zero, 1983.
225

BOURDIEU, Pierre; CHNBOREDON, J. C.; PASSERON, J. C. Ofício de sociólogo: Metodologia da
pesquisa na sociologia. Petrópolis: vozes, 2004.
BOUDON, Raymond. Os métodos em Sociologia. São Paulo: Ática, 1989.
DEMO, Pedro. Metodologia científica em ciências sociais. São Paulo: Atlas, 1995.
HAGUETTE, Teresa M. F. Metodologias qualitativas na sociologia. Petrópolis: Vozes, 1987.
LöWY, Michael. Ideologias e ciência social: Elementos para uma análise marxista. São Paulo: Cortez,
1985.
MILLS, Wright. A imaginação sociológica. Rio de Janeiro: Zahar, 1972.
MINAYO, M. Cecília de Souza (Org.). Pesquisa social. Teoria, método e criatividade. Petrópolis:
Vozes, 1994.
THIOLLENT, Michel. Metodologia a pesquisa-ação. São Paulo: Cortez, 1985.

Métodos e Técnicas de Pesquisa
EMENTA:
Elementos teórico-científicos da pesquisa social empírica. A construção do objeto de
investigação. Dados secundários e sua importância para a pesquisa. Técnicas de levantamento de
dados primários e suas implicações metodológicas. Tratamento da informação e análise de dados.
Bibliografia:

BRANDAO, C. R. Repensando a pesquisa participante. São Paulo, Ed. Brasiliense, 1984.
BOUDON, R. Métodos quantitativos em sociologia. Petrópolis: Vozes, 1969.
BOUDON, R. Os métodos em Sociologia. São Paulo: Ática, 1989.
CHIZZOTTI, A. Pesquisa em Ciências Humanas. São Paulo: Cortez, 1995.
HAGUETTE, J. M. F. Metodologias qualitativas na sociologia, Petrópolis: Vozes, 1987.
MINAYO, M.C. (org.) Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 2004.
OLIVEIRA, E. N. A aventura sociológica. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1978.
THIOLLENT, M. Crítica metodológica, investigação social e enquete operária. São Paulo:
Pólis, 1982.
Formação Econômica, Social e Política Geral e do Brasil
226

EMENTA:
As dimensões e problemas da história através dos processos formadores do mundo
contemporâneo e do Brasil. O mercantilismo, o capitalismo industrial e alguns dos principais
aspectos da formação social brasileira: o papel histórico da escravidão moderna, a concentração
da propriedade da terra, a transformação da ordem escravista para a ordem burguesa, as relações
entre Estado e oligarquias, autoritarismo e democracia.
Bibliografia:

ALVES, Maria Helena Moreira. Estado e oposição no Brasil: 1964/1984. Petrópolis: Vozes,
1984.
AQUINO, Maria aparecida de. Censura, imprensa e estado Autoritário (1968-1978).
Bauru/SP: EDUSC, 1999.
BERLIN, Ira. Gerações de cativeiro: uma história da escravidão nos Estados Unidos.
Tradução de Julio Castanon. Rio de Janeiro: Record, 2006.
BURSZTYN, Marcel - O país das alianças. Petrópolis: Vozes, 1990.
DAGNINO, Evelina (org.). Os anos 90: política e sociedade no Brasil. São Paulo: Brasiliense,
1994.
D’ARAUJO, Maria Celina. A era Vargas. 2ª ed. Coleção Polêmica. São Paulo: Moderna, 1997.
______________(org.) As instituições brasileiras da Era Vargas. Rio de Janeiro: EdUERJ &
FGV, 1999.
DREIFUSS, René Armand. 1964: A Conquista do estado (ação política, poder e golpe de
classe). 3ª ed. Petrópolis: Vozes, 1981.
FAUSTO, Boris. A Revolução de 1930. 10ª edição, São Paulo: Brasiliense, 1986.
FERREIRA, Jorge. Trabalhadores do Brasil: o imaginário popular 1930/1945. Rio de Janeiro:
FGV, 1997.
_________(org.) O populismo e sua história – debate e crítica. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2001.
__________O Imaginário trabalhista: getulismo, PTB e cultura política popular –
1945/1964. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.
__________& Delgado, Lucilia de A. Neves (orgs.) O Brasil republicano (4 Volumes). Rio
de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.

227

FICO, Carlos. Como eles agiam - os subterrâneos da ditadura militar: espionagem e polícia
política. Rio de Janeiro: Record, 2001.
FURTADO, Celso. Em busca de novo modelo: reflexões sobre a crise contemporânea. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 2002.
GASPARI, Elio. A Ditadura envergonhada. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
______________ A Ditadura escancarada. São Paulo, Companhia das Letras, 2002.
______________ A Ditadura derrotada. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
GOMES, Angela de Castro. A Invenção do trabalhismo. 2ª edição, Rio de Janeiro: Relume
Dumará, 1994.
__________________(org.). O Brasil de JK. Rio de Janeiro: Ed. da Fundação Getúlio Vargas,
1991.
GORENDER, Jacob. A Escravidão reabilitada. São Paulo: Ática, 1990.
_________________Combate nas trevas: a esquerda brasileira, das ilusões perdidas à luta
armada. 4ª ed. São Paulo: Ática, 1990.
KLEIN, Herbert S. A Escravidão africana - América Latina e Caribe. São Paulo: Brasiliense,
1987.
MACHADO, Maria Helena P. T. Crime e escravidão. São Paulo: Brasiliense, 1987.
MOTA, Lourenço Dantas (org.) Introdução ao Brasil: um banquete no trópico. Vol. 1 e 2, São
Paulo: Editora SENAC, 2001.
PANDOLFI, Dulce (org.) Repensando o estado novo. Rio de Janeiro: Editora da Fundação
Getúlio Vargas, 1999.
PRADO JR., Caio. Formação do Brasil contemporâneo. 23ª ed., São Paulo: Brasiliense, 1995.
REIS, José Carlos. As identidades do Brasil: de Varnhagen a FHC. Rio de Janeiro: FGV,
1999.
REIS FILHO, Daniel Aarão. Ditadura militar, esquerdas e sociedade. 2ª ed. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Editor, 2000.
______________________. A revolução faltou ao encontro: os comunistas no Brasil. São
Paulo: Brasiliense, 1989.
SOARES, Décio. A Formação do estado burguês no Brasil. 2ª edição, Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1990.
228

SOARES, Gláucio Ary Dillon & D'Araujo, Maria Celina (orgs.) 21 Anos de regime militar:
balanços e perspectivas. Rio de Janeiro: Ed. da Fundação Getúlio Vargas, 1995.
TOLEDO, Caio Navarro de (org.) 1964: Visões críticas do golpe: democracia e reformas no
populismo. Campinas/SP: Editora da Unicamp, 1997.
VIOTTI DA COSTA, Emília. Da Monarquia à República. 6ª edição. São Paulo: Brasiliense,
1994.

Formação Econômica, Social e Política de Alagoas
EMENTA:
Interpretação de aspectos do contexto sócio-político alagoano desde o início do século XX até os
dias atuais: as relações entre Estado e oligarquias, autoritarismo e democracia, poder político e
cidadania.
Bibliografia:

ALMEIDA, Luiz Sávio de. “A República e o Movimento Operário em Alagoas (a redenção dos
filhos do trabalho)” in Anais do Simpósio Cem Anos de República. Maceió/AL: Edufal, 1989.
ALVES, Maria Helena Moreira. Estado e oposição no Brasil: 1964/1984. Petrópolis:Vozes,
1984.
ANTUNES, Evelina. “Quem quer Mudar a Ordem? Um Ensaio Sobre Política Tradicional em
Maceió” in Revista do CHLA. Ano VIII. Nº 09. Maceió, Janeiro de 1995.
AQUINO, Maria aparecida de. Censura, imprensa e estado autoritário (1968-1978).
Bauru/SP: EDUSC, 1999.
CARVALHO, Cícero Péricles de. Alagoas 1980-1992: a esquerda em crise. Maceió/AL:
Edufal/Lúmen/Engenho, 1993.
D’ARAUJO, Maria Celina. As instituições brasileiras da Era Vargas. Rio de Janeiro: Ed. Da
UERJ & FGV, 1999.
FERREIRA, Arnaldo. Água, comunicação e poder: a seca um produto da dominação
política e econômica em Alagoas. Maceió/AL: Edufal, 2002.
FERREIRA, Jorge. Trabalhadores do Brasil: o imaginário popular 1930/1945. Rio de
Janeiro:FGV, 1997.
GOMES, Ângela de Castro. A Invenção do trabalhismo. 2ª edição, Rio de Janeiro: Relume
Dumará, 1994.
229

LIMA, Mário de Carvalho. Sururu Apimentado: apontamentos para a história política de
Alagoas. Maceió/AL: Edufal, 1979.
MELLO, Paulo Décio de A. “Alagoas: complexo canavieiro e cidadania” in Revista do CHLA.
Ano VI. Nº 08, Janeiro de 1994.
SALDANHA DE OLIVEIRA, José Alberto. A Mitologia Estudantil - Uma Abordagem sobre
o Movimento Estudantil Alagoano. Maceió/AL: SERGASA, 1994.
__________________. “O movimento estudantil em Alagoas: uma abordagem e algumas
reflexões” In MARTINS FILHO, João Roberto (org.). 1968 faz 30 anos. Campinas/SP:
Mercado de Letras/Fapesp/Ed.UFSCar, 1998.
TENORIO, Douglas Apratto. A Tragédia do populismo: o impeachment de Muniz Falcão.
Maceió/AL: Edufal, 1995.
_____________________ A metamorfose das oligarquias. Curitiba/PR: HD Livros, 1997.

Língua Estrangeira I
EMENTA:
Ensino técnico introdutório numa língua estrangeira que permita desenvolver a
capacidade de leitura e compreensão de textos na língua escolhida sobre assuntos e
de textos na área das Ciências Sociais.
Bibliografia:
Os textos a serem vistos em sala de aula, serão extraídos de jornais e revistas da
atualidade e, preferencialmente, na área das Ciências Sociais.

Língua Estrangeira II
EMENTA:
Ensino técnico em nível mais aprofundado numa língua estrangeira que permita
desenvolver a capacidade de leitura e compreensão de textos na língua escolhida
sobre assuntos e de textos na área das Ciências Sociais.

Bibliografia:

330

Os textos a serem vistos em sala de aula, serão extraídos de jornais e revistas da
atualidade e, preferencialmente, na área das Ciências Sociais.

5.1.2 Disciplinas obrigatórias optativas de formação específica
Antropologia V
EMENTA:
A Antropologia e a contemporaneidade das culturas. A cultura do capitalismo. Modernidade e cultura.
Mundialização e cultura. Sistema mundial e sociedades transnacionais. Economia cultural global.
Hibridismos, tradicionalismos e disjunções culturais na contemporaneidade. O local, o global e as
identidades sociais emergentes.
Bibliografia:

ACHUTTI, Luiz Eduardo Robinson e HASSEN, Maria de Nazareth Agra. “Caderno de campo
Digital – antropologia em novas mídias” in Revista Horizontes Antropológicos – Publicação do
Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFRGS. Ano 10. Nº 21. Porto Alegre:
PPGAS / UFRGS, janeiro-junho de 2004, pp. 273-294.
APPADURAI, Arjun. “Soberania sem territorialidade - notas para uma geografia pós-nacional”.
Trad.: Heloisa Buarque de Almeida in Novos Estudos CEBRAP. Nº 49. Novembro 1997, pp.3346.
AUGÉ, Marc. A guerra dos sonhos – ensaios de etno-ficcão. Trad.: Maria Lúcia Pereira. São
Paulo: Papirus, 1998.

AUGÉ, Marc. Não lugares - introdução a uma antropologia da supermodernidade.
Campinas: Papirus, 1994.
BAUMAN, Zygmunt. Globalização – as conseqüências humanas. Trad.: Marcus Penchel. Rio
de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1999.
__________________. O mal-estar da pós-modernidade. Trad.: Mauro Gama e Cláudia
Martinelli Gama. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1998.
BERGER, Peter e HUNTINGTON, Samuel (orgs.) Muitas globalizações – diversidade no
mundo contemporâneo. Rio de Janeiro: Record, 2004.
CANCLINI, Néstor García. Culturas híbridas – estratégias para entrar e sair da
modernidade. Tradução: Ana Regina Lessa e Heloísa Pezza Cintrão. Col. Ensaios Latinoamericanos São Paulo: Edusp, 1998.

331

CANCLINI, Néstor García. Consumidores e cidadãos – conflitos multiculturais da
globalização. 4ª ed. Tradução: Mauricio Santana Dias. Rio de Janeiro: Ed. da UFRJ, 1999.
CLIFFORD, James A experiência etnográfica – antropologia e literatura no século XX.
Textos organizados por GONÇALVES, José Reginaldo Santos. Rio de Janeiro: Ed. Da UFRJ,
1998.
CONNOR, Steven. Cultura pós-moderna – introdução às teorias do contemporâneo. São
Paulo: Edições Loyola, 1992.
DORNELLES, Jonatas. “Antropologia e internet: quando o ‘campo’ é a cidade e o computador
é a ‘rede’” in Revista Horizontes Antropológicos – Publicação do Programa de Pós-Graduação
em Antropologia Social da UFRGS. Ano 10. Nº 21. Porto Alegre: PPGAS / UFRGS, janeirojunho de 2004, pp. 241-272.
FEATHERSTONE, Mike (org.) Cultura global – nacionalismo, globalização e modernidade.
Trad.: Atilio Brunetta. Petrópolis: Vozes, 1994.
____________________. O desmanche da cultura – globalização, pós-modernismo e
identidade.Trad.: Carlos Eugênio Marcondes de Moura. São Paulo: Studio Nobel, 1997.
GIDDENS, Anthony. As conseqüências da modernidade. Trad.: Raul Fiker. São Paulo: Ed.
da Unesp, 1991.
GONÇALVES, José Reginaldo. “As fronteiras da antropologia – entrevista com James Clifford”
in Boletim da ABA. Nº 25, março 1996, pp. 06-11.
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 9ª ed., Rio de Janeiro: DP & A
Editora, 2004.
HANNERZ, Ulf. “Os limites de nosso auto-retrato. Antropologia urbana e globalização –
entrevista” in Mana. Vol. 5. Nº 1. Abril 1999, pp.149-155.
HART, Keith. “Notes towards an anthropologicy of the intrenet” in Revista Horizontes
Antropológicos – Publicação do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da
UFRGS. Ano 10. Nº 21. Porto Alegre: PPGAS / UFRGS, janeiro-junho de 2004, pp. 15-40.
HARVEY, David. Condição pós-moderna – uma pesquisa sobre as origens da mudança
cultural. Trad.: Adail Ubirajara Sobral e Maria Stela Gonçalves. São Paulo: Edições Loyola,
1989.
HIRST, Paul e THOMPSON, Grahame. Globalização em questão – a economia internacional
e as possibilidades de governabilidade. Trad.: Wanda Caldeira Brant. Petrópolis: Ed. Vozes,
1998.
HOBSBAWN, Eric e RANGER, Terence (orgs.). A invenção das tradições. 2ª ed. Trad.: Celina
Cardim Cavalcante. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997.
332

HUYSSEN, Andreas. Memórias do modernismo. Trad.: Patrícia Farias. Rio de Janeiro: Ed. da
UERJ, 1997.
________________. Seduzidos pela memória : arquitetura, monumentos, mídia.Tradução:
Sérgio Alcides. Rio de Janeiro: Aeroplano / Universidade Cândido Mendes / Museu de Arte
Moderna, 2000.
JAMESON, Fredric. As sementes do tempo.Trad.: José Rubens Siqueira. São Paulo: Ed. Ática,
1997.
________________. As marcas do visível. Rio de Janeiro: Graal, 1995.
LIPOVETSKY, Gilles Metamorfoses da cultura liberal – ética, mídia e empresa. Porto
Alegre: Editora Sulina, 2004.
MILLE, Daniel e SLATER, Don. “Etnografia on e off-line: cibercafés em Trinidad” in Revista
Horizontes Antropológicos – Publicação do Programa de Pós-Graduação emAntropologia
Social da UFRGS. Ano 10. Nº 21. Porto Alegre: PPGAS / UFRGS, janeiro- junho de 2004, pp.
41-66.
ROCHA, Luiz Antonio. “Formas de interação entre humanos e dados digitais em ambientes
virtuais” in Revista Horizontes Antropológicos – Publicação do Programa de Pós- Graduação
em Antropologia Social da UFRGS. Ano 10. Nº 21. Porto Alegre: PPGAS / UFRGS, janeirojunho de 2004, pp. 155-180.
SAHLINS, Marshall. “O ‘pessimismo sentimental’ e a experiência etnográfica: por que a cultura
não é um ‘objeto’ em via de extinção”. Partes I e II in Mana. Vol. 3. Nº 1, abril 1997, pp.41-74 e
pp.103-150.
TAMBIAH, Stanley J. “Continuidade, integração e horizontes em expansão entrevista” in Mana.
Vol. 3. Nº 2, outubro 1997, pp.199-219.
VIRILIO, Paul. O espaço crítico. Rio de Janeiro: Editora 34, 1999.
YÚDICE, Georges A conveniência da cultura – usos da cultura na era global. Belo
Horizonte: Ed. da UFMG, 2004.
Antropologia VI
EMENTA:
A prática da pesquisa antropológica no Brasil contemporâneo: dos estudos de síntese às abordagens
etnográficas. Pesquisas com populações e grupos sociais específicos. Aspectos da institucionalização e
desenvolvimento atual da Antropologia no Brasil.
Bibliografia:
BARBOSA, Lívia. O jeitinho brasileiro – a arte de ser mais igual que os outros. 5ª ed. Rio de
333

Janeiro: Ed. Campus, 1992.
CABRAL, João Pina “Uma história de sucesso: a antropologia brasileira vista de longe”. In TRAJANO
FILHO, W. e RIBEIRO, Gustavo Lins (orgs.) O campo da antropologia no Brasil.Rio de Janeiro:
Contracapa, 2004, pp. 249-265.
CORRÊA, Mariza. Antropólogas e antropologia. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2003.
DA MATTA, Roberto. A casa e a rua. São Paulo: Brasiliense, 1985.
__________________ Carnaval, malandros e heróis – para uma sociologia do dilema
brasileiro. 2ª ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1980.
__________________ O que faz o brasil, Brasil? 2ª ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1986.
DIAS DUARTE, Luiz Fernando. Da vida nervosa nas classes trabalhadoras urbanas. 2ª ed.
Rio de Janeiro / Brasília: Jorge Zahar Editor / CNPq, 1986.
MONTERO, Paula “A Antropologia no Brasil: tendências e debates” in TRAJANO FILHO, W.
e RIBEIRO, Gustavo Lins (orgs.) O campo da antropologia no Brasil. Rio de Janeiro:
Contracapa, 2004, pp. 117-142.
OLIVEIRA, R. Cardoso de. “Antropologias periféricas versus antropologias centrais”. In: O trabalho do
antropólogo. Brasília / São Paulo: Paralelo 15 / Editora da UNESP, 1998, pp.107-133.
OLIVEN, Ruben George. “A reprodução da antropologia no Brasil”, in TRAJANO FILHO, W.
e RIBEIRO, Gustavo Lins (orgs.) O campo da antropologia no Brasil. Rio de Janeiro:
Contracapa, 2004, pp. 213-226.
ORTIZ, Renato. A moderna tradição brasileira – cultura brasileira e indústria cultura. São
Paulo: Brasiliense, 1988.
PEIRANO, Mariza. A Favor da etnografia. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1995.
________________ A teoria vivida e outros ensaios. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2006.
VELHO, Gilberto e KUSCHNIR, Karina (orgs.) Pesquisas urbanas – desafios do trabalho
antropológico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2003.

Política V
EMENTA:
A pluralidade das ações políticas. Estudos sobre o comportamento político e a cultura política no Brasil
Republicano.
Bibliografia:
Ferreira, Jorge. Trabalhadores do Brasil: o imaginário popular 1930/1945. Rio de Janeiro, FGV, 1997.
334

Ferreira, Jorge (Org.). O populismo e sua história – debate e crítica. Rio de janeiro: Civilização Brasileira,
2001.
Ferreira, Jorge & Delgado, Lucilia de A. Neves (Org.). O Brasil Republicano. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2003.
Toledo, Caio Navarro de (Org.). 1964: Visões Críticas do Golpe: democracia e reformas no populismo.
Campinas/SP: Editora da Unicamp, 1997.
Gomes, Angela de Castro. A Invenção do Trabalhismo. 2ª edição, Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1994.
Gomes, Angela de Castro (Org.). O Brasil de JK. Rio de Janeiro, Ed. da Fundação Getúlio Vargas, 1991.
Bursztyn, Marcel. O País das Alianças. Petrópolis/RJ, Vozes, 1990.

Política VI
EMENTA:
Política e Desenvolvimento. Modernização e desenvolvimento no Brasil e América Latina. Impactos
regionais.
Bibliografia:
ARRIGHI Giovanni. A Ilusão do Desenvolvimento. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.
CARDOSO, FH e FALLETTO, Enzo. Dependência e Desenvolvimento na América Latina. Rio de
Janeiro: Zahar, 1981.
CASTRO, Iná Elias. O mito da necessidade. Discurso e Prática do Regionalismo Nordestino. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil , 1992
DINIZ, Eli (org.). Empresários e modernização econômica: Brasil Anos 90. Florianópolis: Ed.
UFSC, 1993.
DULCI, Otávio Soares. Política e Recuperação Econômica em Minas Gerais. Belo Horizonte: Ed.
UFMG, 1999.
FERNANDES, Florestan. Sociedade de Classes e Subdesenvolvimento no Brasil. Rio de
Janeiro:
Zahar, 1975.
FURTADO, Celso. Teoria e Política do Desenvolvimento Econômico. São Paulo: Paz e Terra,
2000.
FURTADO, Celso. A Fantasia Desfeita. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989.
GRAMSCI, Antonio. “O ressurgimento” in: Obras escolhidas São Paulo: Martins Fontes, 1978.
LAVINAS, Lena; CARLEIAL, Liana M. F. e NABUCO, M Regina. Integração, região e regionalismo.
Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1994.
MOORE JR, Barrigton. As origens sociais da ditadura e da democracia: senhores e camponeses na
construção do mundo moderno. Lisboa: Cosmos, 1985.
OLIVEN, Ruben George. A Parte e o Todo. A Diversidade Cultural no Brasil-Nação.Petrópolis: Vozes,
1992.
OLIVEIRA, Evelina A F .Nova Cidade, Velha Política. Poder Local e desenvolvimento regional na Área
Mineira do Nordeste. Maceió: EDUFAL, 2000.
OLIVEIRA, Francisco. Elegia para uma Re(li) gião: SUDENE, Nordeste.Planejamento e conflitos de
classes. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.
SCHWARTZMAN, Simon. Bases do Autoritarismo Brasileiro. Brasília: UNB, 1982.
TROTSKI, Leon. História da Revolução Russa. Rio de Janeiro: Saga, 1967, v. I.

Sociologia V
EMENTA:
335

A teoria da Estruturação de Antony Giddens. A praxeologia de Pierre Bourdieu. A Teoria da Ação
Comunicativa de J. Habermans. A abordagem culturalista de Norbert Elias. A teoria de sistema mundo,
de Immanuel Wallenstein.
Bibliografia:

BOURDIEU, Pierre. “Espaço social e espaço simbólico”. In Razões práticas. Sobre a teoria da
ação. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1990, pp. 13-33.
BOURDIEU, Pierre. (1989). “Sobre o poder simbólico” e “Introdução a uma sociologia
reflexiva”, in O poder simbólico. Rio de Janeiro: Ed. Bertrand Brasil, 1989, pp. 07-16; 17-58.
ELIAS, Norbert. “Sobre o que aprendi”; “Tarde demais ou cedo demais. Notas sobre a
classificação da teoria e da figuração” in Norbert Elias por ele mesmo. Rio de Janeiro: Ed.
Jorge Zahar, 2001, pp. 91-112; 144-163.
_____________ Sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro: Ed. Jorge Zahar, 1994, pp. 07-125.
GIDDENS, A. Política, sociologia e teoria social. Encontros com o pensamento social
clássico e contemporâneo. São Paulo: Unesp, 1998.
GIDDENS, A. Novas regras do método sociológico. Tradução: Maria José da Silveira Lindoso.
Col. Biblioteca de Ciências Sociais. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1978.
___________________ “Garfinkel, etnometodologia e hermenêutica” in Política, sociologia e
teoria social. Encontros com o pensamento clássico e contemporâneo. São Paulo: Ed.
UNESP, 1998, pp. 283-296.
HABERMAS, Jürgen. “Notas programáticas para a fundamentação de uma ética do discurso” in
Consciência moral e agir comunicativo. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1989, pp. 61-139.
HERITAGE, John. “Etnometodologia”, in GIDDENS, A. e TURNER, J. (orgs.) Teoria social
hoje. São Paulo: UNESP, 1999, pp. 321-392.
ORTIZ, Renato. “Introdução” in Pierre Bourdieu: sociologia. Coleção Grandes Cientistas
Sociais. Nº 39. São Paulo: Ática, 1983, pp. 07-36.
WALLENSTEIN, Immanuel. Capitalismo histórico e civilização capitalista. Rio de Janeiro:
Contraponto, 2001.
_______________________“A herança da sociologia, a promessa da ciência social” in Como o
concebemos do mundo o fim. Ciência social para o século XXI. Rio de Janeiro: Ed. Revan, pp.
259-302.
________________________ . “Mudança social? A mudança é eterna. Nada muda jamais”; “Cap.

13 – A ascensão e futura falência da análise de sistema-mundo”; “Cap. 14 – A ciência social e a
busca por uma sociedade justa” in Como o concebemos do mundo o fim. Ciência social para o
336

século XXI. Rio de Janeiro: Ed. Revan, 2002, pp. 33-38; 39-50; 11-122; 123-140; 155-172; 231240; 241-258.
______________________. Utopística ou as decisões históricas do século vinte e um.
Petrópolis, RJ: Ed. Vozes, 2003.

Sociologia VI
EMENTA:
Desdobramentos atuais da institucionalização das Ciências Sociais no Brasil: Florestan
Fernandes, Otávio Ianni e Fernando Henrique Cardoso.
Bibliografia:

CARDOSO, Fernando Henrique & FALETTO, Enzo. Dependência e desenvolvimento na
América Latina - ensaio de interpretação sociológica. 7ª ed. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara,
sd.
FERNANDES, Florestan. A sociologia no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1977.
GARCIA, Sylvia Gemignani. “Folclore e sociologia em Florestan Fernandes” in Tempo Social –
Revista de Sociologia da USP. Vol. 13. Nº 2. São Paulo: Edusp, 1989, pp. 143-168.
IANNI, Octávio. Sociedade e sociologia no Brasil. São Paulo: Ed. Alfa-Omega, s/d.
______________ A sociedade global. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1997.
_____________ “A sociologia do futuro” in BARREIRA, César (org.) Sociologia no tempo.
Memória, imaginação e utopia. São Paulo: Ed. Cortez, 2003, pp. 107-131.

5.1.3 Disciplinas obrigatórias de formação docente

Desenvolvimento e Aprendizagem
EMENTA: Estudo dos processos psicológicos do desenvolvimento humano e da aprendizagem na
adolescência e na fase adulta, relacionando-os com as diversas concepções de homem e de mundo,
identificando a influência das diferentes teorias psicológicas na educação, numa perspectiva histórica.
Relação entre situações concretas do cotidiano do adolescente e do adulto com as concepções teóricas de
aprendizagem estudadas, considerando os fundamentos psicológicos do desenvolvimento nos aspectos
biológico, cognitivo, afetivo e social na adolescência e na fase adulta através das principais teorias da
Psicologia do Desenvolvimento.
337

Bibliografia:
ABERASTURY, A. e KNOBEL, M. Adolescência Normal. Porto Alegre: Editora Artes Médicas,1981.
BECKER, Fernando. Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos. Educação e Realidade. Porto
Alegre, 19 (1): 89-96, jan./jun. 1993.
BEE, Helen. A Criança em Desenvolvimento. São Paulo: Harbra, 1988.
BIAGGIO, Ângela M. Brasil. Psicologia do Desenvolvimento. Petrópolis: Vozes, 1988.
CAPRA, Fritjof., O Ponto de Mutação. São Paulo: Editora Cultrix, 1982.
CASTRO, Amélia Domingues de. Piaget e a Didática: ensaios. São Paulo, Saraiva,
ERIKSON, Erik H. Infância e Sociedade. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1976.
FERREIRA, M. G. Psicologia Educacional: Análise Crítica. São Paulo, 1987.
GALLANTIN, Judith - Adolescência e Individualidade - São Paulo: Harbra, 1978.
GOULART, Irís Barbosa - Psicologia da Educação: Fundamentos Teóricos e aplicações à Prática
Pedagógica - Petrópolis: Vozes, 1987.
HENRIQUES, Maria Helena et alii - Adolescentes de Hoje, Pais do Amanhã: Brasil HURLOCK, E. B. - Desenvolvimento do Adolescente - São Paulo: McGraw-Hill, 1979.
INHELDER, B. e PIAGET, J. Da Lógica da Criança à Lógica do Adolescente: Ensaio sobre a
Construção das Estruturas Operatórias Formais. São Paulo: Livraria Pioneira Editores, 1976.
KAPLAN, Helen Singer - Enciclopédia Básica de Educação Sexual - Rio de Janeiro: Record, 1979.
KLEIN, Melanie - Psicanálise da Criança - São Paulo: Editora Mestre Jou, 1975.
LIBÂNEO, J. C. - Psicologia Social: O Homem em Movimento - São Paulo: Brasiliense, 1984.
MILHOLLAN, Frank e FORISHA, Bill E. - Skinner X Rogers - Rio de Janeiro: Summus Editorial, 1972.
PIAGET, Jean - Seis Estudos de Psicologia - Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1975.
QUELUZ, Ana Gracinda - A Pré-Escola Centrada na Criança: Uma Influência de Carl R. Rogers São Paulo: Pioneira, 1984.
ROGERS, Carl - Liberdade de Aprender em Nossa Década - Artes Médicas, Porto Alegre, 1985.
TURNER, Johana - Desenvolvimento Cognitivo - Zahar, Rio de Janeiro, 1976.
VYGOTSKY, L. S. - A Formação Social da Mente - Martins Fontes, São Paulo, 1988.

Organização do Trabalho Acadêmico
EMENTA: As Ciências e o Conhecimento Científico: sua natureza e o modo de construção nas
Ciências Humanas e Sociais. Diferentes formas de conhecimento da realidade. A construção do
conhecimento científico e a pesquisa em educação. Aspectos técnicos do trabalho científico.
Diretrizes para a leitura, análise e interpretação de textos.

Bibliografia:
ALVES – MAZOTTI, A. J.e GWANDSZNAJDER, F. O método nas Ciências naturais e sociais:
pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira, 1998.
BRANDÃO, Z. (org.) A crise dos paradigmas e educação. São Paulo: Cortez, 1994
338

CARVALHO, M. C. M. de (Org.) Construindo o Saber: metodologia científica: fundamentos e
técnicas. Campinas/SP: Papirus, 1994.
CHIZZOTTI, A. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. São Paulo: Cortez, 1995.
CRUZ, A. da C.; MENDES, M.T.R. Trabalhos Acadêmicos, dissertações e teses: estrutura e
apresentação. 2ª ed. Niterói/RJ: Intertexto, 2004.
DEMO, P. Introdução à metodologia da ciência. São Paulo: Atlas, 1987.
_______. Educar pela pesquisa. São Paulo: Autores Associados, 2000.
_______. Pesquisa: principio científico e educativo. São Paulo: Cortez, 1991.
FAZENDA, I. (Org.) Novos enfoques da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez, 1994.
LAVILLE, C. e DIONNE, J. Construção do Saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências
humanas. Porto Alegre: Editora Artes Médicas Sul Ltda; Belo Horizonte: Editora UFMG, 1999.
PÁDUA, E. M. M. de. Metodologia da pesquisa. Campinas/SP: Papirus, 2000.
TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação.
São Paulo: Atlas, 1987.
RAMPAZZO, L. Metodologia Científica. São Paulo: Loyola, 2002.

Pesquisa Educacional
EMENTA:
Pressupostos e características da pesquisa em educação. A pesquisa quantitativa e qualitativa em
educação. Diferentes abordagens metodológicas de pesquisa em educação. Fontes de produção da
pesquisa educacional: bibliotecas, meios informatizados, leitura e produção de textos e artigos
com diferentes abordagens teóricas. Etapas de um projeto de pesquisa educacional para o
Trabalho de Conclusão de Curso. O profissional da educação frente aos desafios atuais no campo
da pesquisa educacional.
Bibliografia básica:
BICUDO, M. e SPOSITO, Vitória. Pesquisa qualitativa em educação. Piracicaba: UNIMEP, 1994.
FAZENDA, Ivani (Org.) Metodologia da pesquisa educacional. SP: Cortez, 1989.
FAZENDA, Ivani A. Novos enfoques da pesquisa educacional. SP: Cortez, 1992.
GATTI, Bernardete. A construção da pesquisa em educação no Brasil. Brasília: Plano, 2002.
LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A construção do saber. Porto Alegre: ARTMED, 1999.

339

Bibliografia complementar:
ANDRÉ, Marli E. D. A. Etnografia da prática escolar. Campinas: Papirus, 1995.
FRANCO, Celso e KRAMER, Sonia. Pesquisa e educação. RJ: Ravil, 1997.
GARCIA, Regina L. (Org.) Método: pesquisa com o cotidiano. RJ: DP&A, 2003.
GERALDI, Corinta M. , FIORENTINI, Dario e PEREIRA, Elisabete (Orgs). Cartografia do trabalho
docente: professor(a)-pesquisador(a). Campinas: Mercado das Letras, 1998.
LINHARES, Célia; FAZENDA, Ivani e TRINDADE, Vitor. Os lugares dos sujeitos na pesquisa
educacional. Campo Grande: EDUFMS, 1999.
MINAYO, Maria C. S. (Org). Pesquisa Social. Petrópolis: Vozes, 1999.
ZAGO, N; CARVALHO, M. P. VILELA, R. (Orgs.) Itineráros de pesquisa. RJ: DP&A,
2003.
SANTOS-FILHO, José e GAMBOA, Silvio. (Orgs.) Pesquisa educacional: quantidade-qualidade. SP:
Cortez, 1995.

Planejamento, Currículo e Avaliação da Aprendizagem
EMENTA:
Estudo dos princípios, fundamentos e procedimentos do planejamento, do currículo e da
avaliação, segundo os paradigmas e normas legais vigentes norteando a construção do currículo e
do processo avaliativo no Projeto Político Pedagógico da escola de Educação Básica.
Bibliografia:
BRZEZINSK, Iria.(org). LDB Interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São Paulo: Cortez, 1997.
COSTA, Marisa Vorraber (org). O currículo nos limiares do contemporâneo . 2ª edição. Rio de Janeiro:
DP& A, 1999.
GADOTI, Moacir. Projeto Político Pedagógico da Escola: fundamentos para a sua realização in
GADOTTI, Moacir e ROMÃO, José Eustáquio. Autonomia da escola: princípios e propostas. Guia da
escola Cidadã. São Paulo: Cortez, 1997. pp 33-41.
BRASIL. Congresso Nacional. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, 20 de
dezembro de 1996.
GOVERNO DO BRASIL. Diretrizes Curriculares para a Educação Básica. Resoluções CNE/CEB nº 1
de 05.07.2000; nº 2 de 19.04.1998; nº 3/98 de 26.06.98; nº 1 de 05.07.2000; nº 2 de 19.04.1999; nº 3/99
de 03.04de 2002.

440

HERNANDEZ, Fernando. Repensar a função da escola a partir dos projetos de trabalho. PÁTIO revista
Pedagógica nº 6 AGO/OUT 1998.
HERNANDEZ, Fernando e VENTURA, Montserrat. A organização do currículo por projetos de
trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio. 5º ed. Porto Alegre: ARTMED, 1998.
LUCK, Heloísa. Pedagogia interdisciplinar: fundamentos teórico-metodológicos. Petrópolis, RJ:
Vozes, 1994.
MORAES, Mª Cândida. O paradigma educacional emergente. Campinas, SP: Papirus, 1997.
ROMÃO, José Eustáquio. Avaliação Dialógica: desafios e perspectivas. São Paulo: Cortez, 1998 (Guia
da Escola Cidadã v.2).
SANTOMÉ, Jurjo Torres. Globalização e Interdisciplinaridade: o currículo integrado. Tradução
Cláudia Shilling. Porto Alegre: ARTMED, 1998.
SAUL, Ana Maria. Avaliação Emancipatória. São Paulo: Cortez, Autores Associados, 1998.
SAVIANI, Dermeval. Pedagogia Histórico-crítica: primeiras aproximações. São Paulo: Cortez, Autores
associados, 1992.
SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 2ª edição.
Belo Horizonte: Autêntica, 1999.
ZABALA, Antoni. Conhecer o que se aprende, um instrumento de avaliação para cada tipo de conteúdo.
V Seminário Internacional de Educação do Recife. Recife, 2001.

Política e Organização da Educação Básica no Brasil
EMENTA: A Educação escolar brasileira no contexto das transformações da sociedade
contemporânea. Análise histórico-crítica das políticas educacionais, das reformas de ensino e dos
planos e diretrizes para a educação escolar brasileira. Estudo da estrutura e da organização do
sistema de ensino brasileiro em seus aspectos legais, organizacionais, pedagógicos, curriculares,
administrativos e financeiros, considerando, sobretudo a LDB (Lei 9.394/96) e a legislação
complementar pertinente.
Bibliografia:
AGUIAR, Márcia Ângela. A formação do profissional da educação no contexto da reforma
educacional brasileira. In: FERREIRA, Naura Syria Carapeto(org.). Supervisão educacional para uma
escola de qualidade. 2ª ed. – são Paulo: Cortez, 2000.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil, 1988. 2ª ed. Rio de janeiro: Expressão e
Cultura, 2002.
BRASIL. Lei de diretrizes e bases da educação nacional: (Lei 9.394/96) / apresentação Carlos Roberto
Jamil Cury. 4ª ed.- Rio de Janeiro: DP & A, 2001.

441

BRASIL. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Brasília. Presidência da República.2003.
BRASIL. Plano Nacional de Educação. Brasília. Senado Federal, UNESCO, 2001.
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica. Brasília. Conselho Nacional de
Educação.2001.
BRZEZINSKI, Iria (Org.) LDB interpretada:diversos olhares se entrecruzam. São Paulo:Cortez, 2000.
FÁVERO, Osmar (Org.) A educação nas constituintes brasileiras (1823-1988). 2ª ed. Campinas, SP:
autores Associados, 2001.
LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira de; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação Escolar:
políticas, estrutura e organização. 2º ed., São Paulo: Cortez, 2005.
VERÇOSA, Elcio de Gusmão (org.).Caminhos da Educação da Colônia aos Tempos Atuais.
Maceió/São Paulo. Ed. Catavento:2001.

Profissão Docente
EMENTA:
A constituição histórica do trabalho docente. A natureza do trabalho docente. Trabalho docente e
relações de gênero. A autonomia do trabalho docente. A proletarização do trabalho docente.
Papel do Estado e a profissão docente. A formação e a ação política do docente no Brasil. A
escola como locus do trabalho docente. Profissão docente e legislação.
Bibliografia básica:
CHARLOT, Bernard. Formação dos professores e relação com o saber. Porto Alegre: ARTMED, 2005.
COSTA, Marisa V. Trabalho docente e profissionalismo. Porto alegre: Sulina, 1996.
ESTRELA, Maria Teresa (Org.) Viver e construir a profissão docente. Porto, Portugal: Porto, 1997.
LESSARD, Claude e TARDIF, Maurice. O trabalho docente. SP: Vozes, 2005.
NÓVOA, António (Org.) Vidas de Professores. Porto, Portugal: Porto, 1992.

Bibliografia complementar:
APPLE, Michael W. Trabalho docente e textos. Porto Alegre: ARTMED, 1995.
ARROYO, Miguel. Ofício de mestre. SP: Vozes, 2001.
ESTEVE, José M. O mal-estar docente: a sala de aula e a saúde dos professores. Bauru, SP: EDUSC,
1999.

442

HYPOLITO, Álvaro. L. M. Trabalho docente, classe social e relações de gênero. Campinas: SP:
Papirus, 1997.
REALI, Aline Maria de M. R. e MIZUKAMI, Maria da Graça N. (Org.) Formação de Professores:
Tendências Atuais. São Carlos: EDUFSCAR, 1996.
TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis, RJ: Vozes, 5a. ed., 2002.
VEIGA, Ilma P. A. e CUNHA, Maria Isabel da. (Org.). Desmistificando a
profissionalização do magistério. Campinas, SP: Papirus, 1999. (Coleção Magistério: Formação e
Trabalho Pedagógico)

Projetos Integradores
EMENTA:
Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo estruturado a partir de atividades
interdisciplinares em conformidade com a especificidade de cada curso.

Projeto Pedagógico, Organização e Gestão do Trabalho Escolar
EMENTA: A Escola como organização social e educativa. As Instituições escolares em tempos
de mudança. O planejamento escolar e o Projeto Político-Pedagógico: pressupostos e
operacionalização. Concepções de organização e gestão do trabalho escolar. Elementos
constitutivos do sistema de organização e gestão da escola. Princípios e características da gestão
escolar participativa. A participação do professor na organização e gestão do trabalho da escola.
Bibliografia:
BICUDO, M. A. V. e SILVA JÚNIOR, M. A. Formação do educador: organização da escola e do
trabalho pedagógico. V.3. São Paulo: ENESP, 1999.
FURLAN, M. e HARGREAVES, A. A Escola como organização aprendente: buscando uma educação
de qualidade. Porto Alegre: Artmed, 2000.
LIBÂNEO, J. C. Organização e Gestão da escola:Teoria e Prática . 5ª ed. Goiânia: Alternativa, 2004.
LIMA, Licínio C. A Escola como organização educativa. São Paulo:Cortez, 2001.
PETEROSKI, H. Trabalho coletivo na escola. São Paulo: Pioneira Thomson Lerning, 2005.

443

VASCONCELOS, Celso dos S. Planejamento: Projeto de Ensino-Aprendizagem e Projeto PolíticoPedagógico. São Paulo: Libertad, 2001.
VEIGA, I. P. A. e RESENDE, L. M. G. (Orgs). Escola: espaço do Projeto Político-Pedagógico. São
Paulo: Papirus, 1998.
VEIGA, I. P. A. e FONSECA, Marília (Orgs.)As Dimensões do Projeto Político-Pedagógico. São
Paulo: Papirus, 2001.
VIEIRA, Sofia Lerche (Org.). Gestão da escola: desafios a enfrentar. Rio de Janeiro: DP&A , 2002.

5.1.4 Disciplinas eletivas de formação livre (eixo complementar):

Antropologia do Consumo
EMENTA:
A Antropologia do consumo como área específica da reflexão antropológica. Sociedade de consumo e
cultura do consumo. Principais abordagens em Antropologia do consumo. Antropologia do consumo e
cultura material. Crítica das abordagens economicistas do consumo. Consumo de bens e identidades
culturais.

Bibliografia:

BARBOSA, Lívia. A Sociedade de Consumo. Rio e Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2004.
CANCLINI, Nestor G. Consumidores e Cidadãos – conflitos multiculturais da globalização.
Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 1999.
CAVALCANTI, Bruno César. “Costume, tradição, consumo: notas sobre identidade cultural e
mercado” in Olhares Intinerantes – reflexões sobre artesanato e consumo da tradição.
Cadernos Artesol. Nº 1. São Paulo: Programa Artesanato Solidário, 2005.
DOUGLAS M. & ISHERWOOD, Baron. O Mundo dos Bens – para uma antropologia do
consumo. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 2004.
____________________________ A Globalização Imaginada. São Paulo: Iluminura, 2003.
GODELIER, Maurice. O Enigma do Dom. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.
MAcCRACKEN, Grant. Cultura & Consumo – novas abordagens ao caráter simbólico dos
bens e das atividades de consumo. Rio de Janeiro: Mauad, 2003.
MILLER, Daniel. Teoria das Compras – o que orienta as escolhas dos consumidores. São
Paulo: Nobel, 2002.
444

SENNETT, Richard. A Nova Cultura do Capitalismo. Rio de Janeiro: Record, 2006.
SAHLINS, Marsahll. Cultura na Prática. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 2004.
SLATER, Don. Cultura do Consumo & Modernidade. São Paulo: Nobel, 2002.
WARNIER, Jean-Pirre. Construirela culture matérielle – l’homme qui pensait avec sés
doigts. Paris: PUF, 1999.

Antropologia e Meio-Ambiente
EMENTA:
A questão ambiental do ponto de vista antropológico. Ecologia Cultural. Antropologia Ecológica.
Etnoecologia. Populações e ecossistemas. Movimentos sociais e ambientalismo. A planetarização da
questão ambiental. Meio ambiente e Estado. Sustentabilidade e políticas de desenvolvimento.
Biodiversidade e diversidade cultural.
Bibliografia:

ALMEIDA, Luiz Sávio de (Org.). Mata e palmares nas Alagoas – José de Mendonça Mattos
Moreira, Pedro Paulino da Fonseca e João Francisco Dias Cabral. Col. História de Alagoas.
Arapiraca - Alagoas: Edufal, 2004.
DA MATTA, Roberto. “Em torno da representação de natureza” in Conta de mentiroso – sete
ensaios de antropologia brasileira. Rio de Janeiro: Rocco, 1993, pp. 90-123.
LEITE LOPES, José Sérgio. “Sobre processos de ‘ambientalização’ dos conflitos e sobre dilemas
da participação” in Revista Horizontes Antropológicos – UFRGS/IFICH – Programa de Pós
Graduação em Antropologia Social. Nº 25- Antropologia e Meio-Ambiente. Ano 12. Porto
Alegre: PPGAS, 2006, pp.31-64.
LITTLE, Paulo Elliot. “Ecologia política como etnografia – um guia teórico e metdológico” in
Revista Horizontes Antropológicos – UFRGS/IFICH – Programa de Pós Graduação em
Antropologia Social. Nº 25- Antropologia e Meio-Ambiente. Ano 12. Porto Alegre: PPGAS,
2006, pp.85-104.
MACHADO, Carlos José Saldanha. “O mundo da administração pública das águas do estado do
Rio de Janeiro segundo o olhar de um antropólogo” in Revista Horizontes Antropológicos –
UFRGS/IFICH – Programa de Pós Graduação em Antropologia Social. Nº 25- Antropologia e
Meio-Ambiente. Ano 12. Porto Alegre: PPGAS, 2006, pp.171-190.
MIRANDA, Evaristo Eduardo de. O descobrimento da biodiversidade – a ecologia de índios,
jesuítas e leigos no século XVI. São Paulo: Edições Loyola, 2004, ill.
445

PEREIRA, Luiz de Araújo. Meio natural alagoano: aspectos históricos. Série MeioAmbiente. Maceió: Instituto Arnon de Mello, 1991.
Revista Horizontes Antropológicos – UFRGS/IFICH – programa de Pós Graduação em
Antropologia Social. Nº 25- Antropologia e Meio-Ambiente. Ano 12. Porto Alegre: PPGAS,
2006.
ZHOURI, Andréa. “O ativismo transnacional pela Amazônia: entre a ecologia política e o
ambientalismo de resultados” in Revista Horizontes Antropológicos – UFRGS/IFICH –
Programa de Pós Graduação em Antropologia Social. Nº 25- Antropologia e Meio-Ambiente.
Ano 12. Porto Alegre: PPGAS, 2006, pp.139-170.

Antropologia do Turismo
EMENTA:
O turismo e seu impacto nas sociedades e culturas contemporâneas. O turismo e a dinâmica
cultural. Políticas públicas e privadas de turismo. Implicações sociológicas e antropológicas das
políticas de turismo. Turismo e mobilização social.
Bibliografia:

ALMEIDA, Joaquim Anécio, FROEHLICH, José Marcos e RIEDI, Mário (orgs.) Turismo rural
e desenvolvimento sustentável. 2ª ed. Col. Turismo. Campinas: Papirus, 2001.
AZEVEDO, Roberto Marinho de. “Será o novo Pelourinho um engano?” in HOLLANDA,
Heloísa Buarque de (org.) Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Nº 23.
Rio de Janeiro: Graphos, 1994, pp.130-137.
BEM, Arim Soares do. A dialética do turismo sexual. Campinas: Papirus Editora, 1995.
BRANDÃO, Moreno. Vade-mécum do turista em Alagoas. Maceió: Edição do Instituto
Histórico de Alagoas, 1937.
CORBIN, Alain. O território do vazio – a praia e o imaginário ocidental. Tradução: Paulo
Neves. São Paulo: Cia. das Letras, 1989 [ Le territoire du vide – l’Occident et le désir du
rivage (1750-1840)].
URRY, John. O olhar do turista – lazer e viagens nas sociedades contemporâneas. 2ed.
Tradução : Carlos Eugênio Marcondes de Moura. Sao Paulo, Ed. Studio Nobel-Sesc,
Coleção Megalópolis, 1999, 231 p. Tradução do original : The tourist gaze.

Antropologia Urbana

446

EMENTA:
O campo da Antropologia urbana. Gênese dos estudos antropológicos no meio urbano. Diferentes
orientações teóricas em Antropologia urbana. A exploração antropológica das cidades. Usos da
metodologia antropológica em pesquisas urbanas. Estudos de caso em Antropologia urbana.
Bibliografia:
CANEVACCI, Massimo. A cidade polifônica – ensaio sobre a antropologia da comunicação urbana.
Tradução: Cecília Prada. Col. Cidade Aberta. São Paulo, Studio Nobel, 1993.
CARDOSO, Ruth e DURHAN, Eunice (orgs.) A Aventura antropológica. Rio de Janeiro: Paz
e Terra, 1989.
CARLOS, Ana Fani Alessandri e LEMOS, Amália Inês Geraiges (orgs.) Dilemas urbanos: novas
abordagens sobre a cidade. São Paulo: Contexto, 2003.
FABRIS, Annateresa. Fragmentos urbanos – representações culturais. São Paulo: Studio Nobel, 2000.
FELDMAN-BIANCO, Bela (Org.). A Antropologia das sociedades contemporâneas. São Paulo:
Global, 1987.
JOURNAL DES ANTHROPOLOGUES. A.F.A. – E.H.E.S.S. – Dossier L’Imaginaire de la Ville. Nº 6162. Paris, automne 1995.
LYNCH, Kevin. A imagem da cidade. Tradução: Jefferson Luiz Camargo. São Paulo: Martins Fontes,
1997.
MAGNANI, José Guilherme Cantor. Mystica urbe – um estudo antropológico sobre o circuito neoesotérico na metrópole. São Paulo: Studio Nobel, 1999.
Revista Horizontes Antropológicos – UFRGS/IFICH – programa de Pós Graduação em Antropologia
Social. Nº 13 – Cidade Moderna. Ano 6. Porto Alegre: PPGAS, 2000.
SOUZA, Maria Adélia Aparecida de. A identidade da metrópole – a verticalização em São Paulo.
Coleção Estudos Urbanos. Nº 8. São Paulo: Hucitec/Edusp,1994.
VELHO, Giberto e KUSCHNIR, Karina (orgs.) Pesquisas
trabalhoantropológico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2003.

urbanas

–

desafios

do

VELHO, Gilberto. A utopia urbana – um estudo de antropologia social. 4ª ed. Rio de Janeiro:
Zahar Editores, 1982.
VEHO, Gilberto. Projeto e metamorfose – antropologia das sociedades complexas. Col. Antropologia
Social. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1994.
VELHO, Otávio Guilherme. O fenômeno urbano. 4ª ed. Biblioteca de Ciências Sociais. Rio de Janeiro:
Zahar Editores, 1979.

447

Antropologia Visual
EMENTA:
O contexto de formação e desenvolvimento da Antropologia Visual. Os usos da imagem e seus
significados na prática dos estudos antropológicos. As diferentes inter-relações entre o uso de registros
etnográficos imagísticos (fílmicos, fotográficos) e a produção de conhecimento antropológico.
Antropologia visual e metodologia da pesquisa etnográfica.
Bibliografia:
BAUER, Martin W. e GASKELL, George (orgs.) Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. Um
manual prático. Petrópolis: Vozes, 2002.
FELDMAN-BIANCO, Bela (Org.). A Antropologia das sociedades contemporâneas. São Paulo:
Global, 1987.
____________e LEITE, Miriam L. Moreira (orgs.) Desafios da imagem - fotografia, iconografia e
vídeo nas ciências sociais. 3ª edição.Campinas: Papirus, 2004.
GURAN, Milton. Linguagem Fotográfica e Informação. Rio de Janeiro: Editora Gama Filho, 2002.
KOURY, Mauro Guilherme Pinheiro. “A Imagem nas Ciências Sociais do Brasil: um Balanço Crítico” in
Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais. Vol. 47, pp. 49-63.
PEIXOTO, Clarice. Antropologia e Filme Etnográfico: um Travelling no Cenário Literário da
Antropologia Visual in Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais. Vol. 46,
pp. 91-115, 1999.
Revista Horizontes Antropológicos – UFRGS/IFICH – programa de Pós Graduação em Antropologia
Social. Nº 02 – Antropologia Visual. Ano 1. Porto Alegre: PPGAS, 1995.

Estudos de Gênero e Sexualidade
EMENTA:
Os estudos de gênero e sexualidade como subcampo da pesquisa antropológica. Diferentes
abordagens teóricas e metodológicas dos estudos de gênero. Teorias essencialista e construtivista.
Teorias sobre a diferenciação sexual. Contextos de relações socioculturais entre indivíduos
marcados por gênero e sexualidade.
Bibliografia:

CASTRO, M. G. “Perspectiva de Gênero e Análises sobre Mulher I Trabalho na América Latina:
Ensaio / Notas sobre Impasses Teóricos” in Revista de Antropologia 1(2): 55-85, 1996.
De BEAUVOIR, Simone. O Segundo Sexo. 2. A Experiência Vivida. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1980.
448

FONSECA, C. Uma Genealogia do “Gênero” in Revista de Antropologia 1(2): 5-22, 1996.
PARKER, R.Contramão da AIDS. Sexualidade, Intervenção, Política. São Paulo: Editora 34
Ltda., Rio de Janeiro: ABIA, 2000.
SOUZA, J. M. de A. “Mulheres Pataxó Hãhãhãe, Corpo, Sexualidade e Reprodução”.
Monografia de Graduação, Departamento de Ciências Sociais / UFBA, 2002.

Teorias da Cultura
EMENTA:
Gênese e desenvolvimento do conceito de cultura. Tipos de teorias da cultura: tecno-estrutura,
ideologia, ecologia, sistemas simbólicos, cultura e imaginário social, cultura e identidades
culturais. A teoria da cultura e os estudos culturais.
Bibliografia:

BHABHA, Homi K. “O Compromisso com a teoria”, in ARANTES, A. Augusto (org.) O
espaço da diferença. Campinas: Papirus, 2000, pp. 10-29.
CLIFFORD, James “Culturas Viajantes”, in ARANTES, A. Augusto (org.) O espaço da
diferença. Campinas: Papirus, 2000, pp. 50-79.
FEATHERSTONE, Mike (org.) Cultura global – nacionalismo, globalização e modernidade.
Petrópolis: Vozes, 1994.
GUPTA, Akhil e FERGUSON, J. “Mais além da “cultura”: espaço, identidade e política da
diferença”, in ARANTES, A. Augusto (org.) O Espaço da diferença. Campinas: Papirus, 2000,
pp. 30-49.
KAPLAN, D. e MANNERS, R. Teoria da cultura. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1979.
KUPER, Adam. Cultura – a visão dos antropólogos. Bauru: EDUSC, 2002.
MASSEY, Doreen. “Um sentido global de lugar”, in ARANTES, A.Augusto (org.) O espaço da
diferença. Campinas: Papirus, 2000, pp. 176-185.
YÚDICE, Georges. A Conveniência da cultura – usos da cultura na era global. Belo
Horizonte: Editora da UFMG, 2004.
WARNIER, Jean-Pierre. A mundialização da cultura. Bauru: EDUSC, 2000.
WIEVIORKA, Michel. La différence. Paris: Balland, 2001.
449

Antropologia dos Afro-Brasileiros
EMENTA:
A importância das populações afro-brasileiras na formação social e cultural do Brasil. Estudo das
referencialidades culturais africanas e afro-brasileiras tradicionais e das dinâmicas contemporâneas.
Discussão do contexto atual dos afro e da mobilização identitária da questão étnica no Brasil, tanto na
sociedade civil quanto nas políticas de Estado.
Bibliografia:
BASTIDE, Roger. “Sociologia do teatro negro no Brasil” in QUEIRÓZ, Mª Isaura P. de. (org.) Roger
Bastide. São Paulo: Editora Ática. Col. Grandes Cientistas Sociais. Nº 37, 1983, pp. 138-155.
_______________ “As contribuições culturais dos africanos na América Latina: tentativa de síntese”, pp.
156-176.
________________ Estudos afro-brasileiros. Col. Estudos. São Paulo: Editora Perspectiva, 1983.
CARNEIRO, Edison. Candomblés da Bahia. 2ª ed. Col. Munndo Brasileiro. Rio de Janeiro: Editorial
Andes, 1954.
CAVALCANTI, Bruno César, FERNANDES, Clara S. e BARROS, Rachel Rocha de A. (orgs)
Visibilidades negras. Kulé Kulé Nº 2. Maceió: Edufal, NEAB, 2006.
CAVALCANTI, B. César e BARROS, Rachel R. de Almeida “ Os afro-brasileiros e o espaço escolar –
por uma pedagogia do lúdico e do informal” in BRAGA, Mª Lúcia de S., SOUZA, Edileuza P. de,
PINTO, Ana Flávia M. (orgs.) Dimensões da inclusão no ensino médio: mercado de trabalho,
religiosidade e educação quilombola. Brasília: Min. da Educação / UNESCO, 2006 , pp. 161-177.
COSTA E SILVA, Alberto da. Um rio chamado atlântico – a África e o Brasil na África.Rio de
Janeiro: Nova Fronteira /Editora da UFRJ, 2003.
________________________ Francisco Félix de Souza – mercador de escravos. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira / Ed. UERJ, 2004.
DEL PRIORE, Mary e VENÂNCIO, Renato P. Ancestrais – uma introdução à história da África
atlântica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
FERRETTI, Mundicarmo (org.) Pajelança no Maranhão no século XIX – o processo de Amélia Rosa.
São Luís: CMF / FAPEMA, 2004.
_____________________ Encantaria de “Barba Soeira” – Codó, capital da magia negra? São
Paulo: Siciliano, 2001.
_____________________ Desceu na guma – o caboclo do tambor de mina em um terreiro de São
Luís – a casa Fanti-Ashanti. São Luís: Edufma, 2000.

550

FIGUEIREDO, Aldrin Moura de. “Um natal de negros: esboço etnográfico sobre um ritual religioso num
quilombo amazônico” in Revista de Antropologia – Publicação do Departamento de Antropologia da
USP. Vol. 38. Nº 2. São Paulo: Edusp, 1995, p. 207-238.
FRY, Peter. A persistência da raça – ensaios sobre o Brasil e a África austral. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2005.
GILROY, Paul. O atlântico negro. Rio de Janeiro: Editora 34/UCAM, 2001.
GURAN, Milton. Agudás – os “brasileiros” do Benim. Rio de Janeiro: Nova Fronteira / Editora Gama
Filho, 2000.
KARASH, Mary C. A vida dos escravos no Rio de Janeiro: 1808-1850. São Paulo: Cia. das Letras,
2000.
LIGIÈRO, Zeca. Malandro divino – a vida e a lenda de Zé Pelintra, personagem mítico da Lapa
carioca. Rio de Janeiro: Nova Era, 2004.
LOPES, Nei. O negro no Rio de Janeiro e sua tradição musical – partido alto, calango, hula e outras
cantorias. Rio de Janeiro: Pallas, 1992.
__________ Bantos, malês e identidade negra. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1988.
__________ Novo dicionário banto do Brasil. Rio de Janeiro: Pallas, 2003.
LOPES, Antonio Herculano (org.) Entre Europa e África – a invenção do carioca. Rio de Janeiro:
Topbooks / Edições Casa de Rui Barbosa, 2000.
MINTZ, Sidney e RICE, Richard. O nascimento da cultura afro-americana – uma perspectiva
antropológica. Rio de Janeiro: Pallas / Universidade Cândido Mendes,
2003.
MOURA, Clóvis. A encruzilhada dos orixás – problemas e dilemas do negro brasileiro. Maceió:
Edufal, 2003.
MUKUNA, Kazadiwa. Contribuição bantu na
etnomusicológicas. São Paulo: Terceira Margem, 2000.

música

popular

brasileira:

perspectiva

MUSSA, Alberto. Elegbara (narrativas). Rio de Janeiro / São Paulo: Record, 2005.
NINA RODRIGUES, Raimundo. O animismo fetichista dos negros baianos. Col. A/C Brasil. Nº
Salvador: Edições P555, 2005.

2.

__________________________ Os africanos no Brasil. Col. Brasiliana. Série V. Vol IX. São
Paulo: Cia. Ed. Nacional, 1932.
OLIVEIRA MENDES, Luís Antonio de. Memória a respeito dos escravos e tráfico da escravatura
entre a costa d’África e o Brasil. Col. A/C Brasil. Nº 1. Salvador: Edições P555, 2004.
PESSOA DE CASTRO, Yeda. Falares africanos na Bahia – um vocabulário afro-brasikeiro. Rio de
Janeiro: TopBooks, 2001.
551

________________________ “De como Legba tornou-se interlocutor dos deuses e dos homens”. In:
Caderno Pós Ciências Sociais – Publicação do Programa de Pós Graduação em Ciências Sociais da
UFMA. São Luís-MA: Edufma, 2004, pp. 119-128.
QUERINO, Manuel. A raça africana e os seus costumes na Bahia. Col. A/C Brasil. Nº 3. Salvador:
Edições P555, 2006.
RAMOS, Arthur O negro brasileiro. 5ª edição. Rio de Janeiro: Graphia Editorial, 2001.
_____________ O folk-lore negro do Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. (Col.Biblioteca de
Divulgação Científica, Vol IV), 1935.
SANSONE, Lívio. “Da África ao afro: usos e abuso da África entre os intelectuais e na cultura popular
brasileira durante o século XX” in Afro-Ásia. Nº 27, 2002, pp. 249-269.
SCHWARCZ, Lília M. e REIS, Letícia V. de Sousa (orgs.) Negras imagens. São Paulo: EDUSP, 1996.
SCHWARTZ, Stuart. Escravos, roceiros e rebeldes. Tradução: Jussara Simões. Bauru-SP: Edusc, 2001.
SILVA, Wagner Gonçalves da (org) Caminhos da alma: memória brasileira. Vol. 1. São Paulo:
Summus / Selo Negro Edições, 2002.
_______________________ (org.) Artes do corpo: memória afro-brasileira. São Paulo: Summus/Selo
Negro Editora, Vol 2, 2004.
SODRÉ, Muniz. A verdade seduzida – por um conceito de cultura no Brasil. Rio de Janeiro: Codecri,
1983.
_____________ O terreiro e a cidade – a forma social negro-brasileira. Petrópolis: Vozes, 1988.
THORNTON, John. A África e os africanos na formação do mundo atlântico: 1400-1800. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2004.
VIANNA, Vianna. O mistério do samba. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor / Editora da UFRJ, 1995.
_______________ O mundo funk carioca. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1988.
VOGT, Carlos e FRY, Peter. Cafundó - a África no Brasil. São Paulo: Cia. das Letras, 1996.

Tópicos Especiais em Antropologia
EMENTA:
Os Tópicos especiais serão oferecidos, ocasionalmente, e terão seu conteúdo definido a partir dos
seguintes critérios: 1) continuação de disciplinas obrigatórias ou optativas do fluxo da habilitação
em Antropologia; 2) definição oportuna de tema de interesse relevante para a Antropologia e/ou
3) para discutir temáticas específicas ligadas a alguma linha de pesquisa ou projetos desenvolvido
pelos professores do Instituto de Ciências Sociais.
552

Temas de Política Contemporânea
EMENTA:
As novas relações entre o Estado e a sociedade no mundo contemporâneo. A pluralidade das ações
políticas. Estudos sobre o comportamento político e a cultura política no Brasil contemporâneo.
Bibliografia:

BURSZTYN, Marcel. O país das alianças. Petrópolis-RJ: Vozes, 1990.
FERREIRA, Jorge Trabalhadores do Brasil: o imaginário popular 1930/1945. Rio de
Janeiro: FGV, 1997.
_________(org.) O populismo e sua história – debate e crítica. Rio de janeiro: Civilização
Brasileira, 2001.
__________& DELGADO, Lucilia de A. Neves (orgs.) O Brasil Republicano (4 Volumes). Rio
de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.
GOMES, Angela de Castro. A Invenção do trabalhismo. 2ª edição, Rio de Janeiro: Relume
Dumará, 1994.
__________________(org.) O Brasil de JK. Rio de Janeiro: Ed. da Fundação Getúlio Vargas,
1991.
TOLEDO, Caio Navarro de (org.) 1964: visões críticas do golpe - democracia e reformas no
populismo. Campinas-SP: Editora da Unicamp, 1997.

Temas de Política Brasileira Contemporânea
EMENTA:
A Ciência Política no Brasil e na América Latina.Diferentes enfoques sobre a modernização e o
desenvolvimento. Estudos em política regional.
Bibliografia:

ALVES, Maria Helena Moreira. Estado e oposição no Brasil: 1964/1984. Petrópolis-RJ: Vozes,
1984.
AQUINO, Maria aparecida de. Censura, imprensa e estado autoritário (1968-1978). BauruSP, EDUSC, 1999.
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FURTADO, Celso. Em busca de novo modelo: reflexões sobre a crise contemporânea. São
Paulo: Paz e Terra, 2002.
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armada. 4ª ed. São Paulo: Ática, 1990.
REIS FILHO, Daniel Aarão. Ditadura militar, esquerdas e sociedade. 2ª ed., Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Editor, 2000.
______________________ A revolução faltou ao encontro: os comunistas no Brasil. São
Paulo: Brasiliense, 1989.
REIS, José Carlos. As identidades do Brasil: de Varnhagen a FHC. Rio de Janeiro: FGV,
1999.
TOLEDO, Caio Navarro de (org.) 1964: Visões críticas do golpe: democracia e reformas no
populismo. Campinas-SP: Editora da Unicamp, 1997.

Estado e Partidos Políticos no Brasil
EMENTA:
Retrospectiva sócio-histórica do papel das partidos políticos ao longo da República brasileira.
Representação política e instituições políticas a partir de 1946. Evolução do sistema político
partidário e processos eleitorais. Reflexões sobre a ação dos partidos no tempo presente, com
ênfase em sua capacidade de representação de interesses.

Bibliografia:
ALMEIDA, Alberto Carlos. "O Brasil no final do século XX: um caso de sucesso" in Revista DADOS.
Vol. 41. Nº 4, 1998.
BENEVIDES, M Victória, VANNUCHI, Paulo e KERCHE, Fábio. Reforma política e cidadania. São
Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2003.
CAMPELLO, Maria do Carmo. Estado e partidos políticos no Brasil (1930 a 1964). São Paulo: AlfaÔmega., 1976.
CARVALHO, José Murilo de. A cidadania no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.
CASTRO, Mônica Mata Machado. “Sujeito e estrutura no comportamento eleitoral” in Revista Brasileira
de Ciências Sociais. Nº 20.
CHEIBUB, José A. e PRZEWORSKI, Adam. “Democracia, eleições e responsabilidade política” in
Revista Brasileira de Ciências Sociais. Nº 35.

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DREIFUSS, René A.1964: A conquista do estado. Petrópolis: Vozes, 1981.
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política” in BENEVIDES, Maria Victoria, KERCHE, Fábio & VANNUCHI, Paulo (orgs.) Reforma
política e cidadania. São Paulo: Editora da Fundação Perseu Abramo, 2003.
DUVERGER, Maurice. Os partidos políticos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1970.
FERNANDES, Florestan. A revolução burguesa no Brasil. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1976.
FIGUEIREDO, Argelina e LIMONGI, Fernando. Executivo e legislativo na nova ordem constitucional.
Rio de Janeiro: Ed. FGV, 1999.
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Brasília. 1981.

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FRANCO, Afonso Arinos de Melo. História e teoria dos partidos políticos no Brasil. São Paulo: AlfaÔmega, 1974.
GOMES, Ângela Castro. Regionalismo e conciliação política. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.
JAGUARIBE, Helio (org.). Sociedade, estado e partidos na atualidade brasileira. Rio de
Paz e Terra, 1992.

Janeiro:

LAMOUNIER, Bolívar e BENEVIDES, Maria Victória (orgs.) Direito, cidadania e participação. São
Paulo: T. A. Queiroz Editores, 1981.
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caso brasileiro. São Paulo: Brasiliense, 1986.

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Janeiro: IUPERJ/ Rio Fundo Editora, 1991.
LIMA Jr., Olavo Brasil. Os partidos políticos brasileiros: a experiência federal e regional: 1945/64.
Rio de Janeiro: Ed. Graal, 1983.
_____________________ “Alienação eleitoral e seus determinantes” in Revista Brasileira de Ciências
Sociais. Nº 14.
______________________ “Eleições presidenciais: centralidade, contexto e implicações” in Revista
Brasileira de Ciências Sociais. Nº 40.
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Paz e Terra, 1998.
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(1985/1994). Rio de Janeiro: Ed. FGV, 1994.

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_____________ História do voto no Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002.
NUNES, Edson. A gramática política do Brasil: clientelismo e insulamento burocrático. Rio de
Janeiro / Brasília: Jorge Zahar / ENAP, 1997.
PALMEIRA, Moacir. Voto: racionalidade ou significado? in Revista Brasileira de Ciências Sociais.
Nº 20.
SANTOS, Wanderley Guilherme. “Paradoxos do voto” in Revista Brasileira de Ciências Sociais. Nº 20.
SARTI, Ingrid. “A utopia de Michels e a democracia partidária em perspectiva” in Revista Brasileira de
Ciências Sociais. Nº 30.
SOLA, Lourdes. O estado da transição: política e economia na nova república. São Paulo: Vértice,
1988.
SCHIMITT, Rogério. Partidos políticos no Brasil (1945-2000). Rio de Janeiro: Zahar Editores, 2000.
SOARES, Gláucio. Sociedade e política no Brasil. São Paulo: Difel, 1973.
SOUZA, Maria do Carmo Campello de. Estado e partidos políticos no Brasil. São Paulo: Alfa-Ômega,
1976.
VIANNA, Luiz Werneck. Liberalismo e sindicato no Brasil. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976.
WEFFORT, Francisco. O Populismo na política brasileira.Rio de Janeiro: Alfa Ômega, 1980.

Processos Políticos Eleitorais
EMENTA:
Investigação das conexões entre os resultados das urnas e a democracia representativa. A
capacidade do sistema eleitoral em refletir os vários interesses presentes na sociedade. O desafio
da democracia política em se concretizar em democracia social.
Bibliografia:

ABRUCIO, Fernando Luiz. Os Barões da federação: os governadores e a redemocratização
brasileira. São Paulo: Hucitec/Edusp, 1998.
_____________ “Reforma Política e Federalismo: desafios para a democratização brasileira” in
BENEVIDES, Maria Victoria, KERCHE, Fábio & VANNUCHI, Paulo (orgs.) Reforma política
e cidadania. São Paulo: Editora da Fundação Perseu Abramo, 2003.
BENEVIDES, Maria Victoria, KERCHE, Fábio & VANNUCHI, Paulo (orgs.) Reforma política
e cidadania. São Paulo: Editora da Fundação Perseu Abramo, 2003.
BEZERRA, Marcos Otávio. Em nome das “bases”: política, favor e dependência pessoal. Rio
de Janeiro, Relume Dumará / Núcleo de Antropologia da Política, 1999.
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CARREIRÃO, Yan de Souza. A decisão do voto nas eleições presidências brasileiras.
Florianópolis: Ed.UFSC,/FGV, 2002.
CORTEZ, Hugo & HERMANNS, Klaus. Nordeste 2004: o voto das capitais: análises
interpretativas dos resultados eleitorais nas capitais do nordeste. Fortaleza: Fundação Konrad
Adenauer, 2005.
FIGUEIREDO, Argelina & LIMONGI, Fernando. Executivo e legislativo na nova ordem
constitucional. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 1999.
MELO, Mônica de. Plebiscito, referendo e iniciativa popular. Porto Alegre: Sergio Fabris
Editora, 2001.
MENEGHELLO, Rachel. “Eleitorado e Reforma” in BENEVIDES, Maria Victoria, KERCHE,
Fábio & VANNUCHI, Paulo (orgs.) Reforma política e cidadania. São Paulo: Editora da
Fundação Perseu Abramo, 2003.
NICOLAU, Jairo. “A reforma da representação proporcional no Brasil” in BENEVIDES, Maria
Victoria, KERCHE, Fábio & VANNUCHI, Paulo (orgs.) Reforma política e cidadania. São
Paulo: Editora da Fundação Perseu Abramo, 2003.
REIS, Fábio Wanderley. “Cidadania democrática, corporativismo e política social no Brasil”,
“Governabilidade, instituições e partidos” e “Estado liberal, projeto nacional e questão nacional”
in REIS, Fábio Wanderley. Mercado e utopia: teoria política e sociedade brasileira. São
Paulo: EDUSP, 2000.
SAMUELS, David. “Financiamento de campanha e eleições no Brasil” in BENEVIDES, Maria
Victoria, KERCHE, Fábio & VANNUCHI, Paulo (orgs.) Reforma política e cidadania. São
Paulo: Editora da Fundação Perseu Abramo, 2003.
TRINDADE, Helgio. “Reforma Política: os desafios da democracia social” in BENEVIDES,
Maria Victoria, KERCHE, Fábio & VANNUCHI, Paulo (orgs.) Reforma política e cidadania.
São Paulo: Editora da Fundação Perseu Abramo, 2003.

Estado e Políticas Públicas
EMENTA:
Estado capitalista moderno e suas crítica. Estado e políticas públicas. Teorias do estado e democracia.
Análise da capacidade do conceito de cidadania ativa. Experiências de democracia direta; orçamento
participativo; referendo; plebiscito e projeto de iniciativa popular.
Bibliografia:
ABRUCIO, Fernando Luiz & LOUREIRO, Maria Rita (orgs.) O Estado numa era de reformas:
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os anos FHC. Brasília: OCDE / OEA / Ministério do Planejamento, 2002.
ALBUQUERQUE, Maria do Carmo. “Participação Cidadã nas Políticas Públicas” In: HERMANNS,
Klaus (org.) Participação cidadã: novos conceitos e metodologias. Fortaleza: Fundação Konrad
Adenauer / Expresso Gráfica e Editora, 2004.
BENEVIDES, Maria Victoria. A Cidadania ativa: referendo, plebiscito e iniciativa popular.
São Paulo: Ática, 1991.
BOBBIO, N; MATEUCCI, N; PASQUINO, G. Dicionário de política. 5ª. ed. Brasília-DF: Ed.
UnB, 2004.
COHN, Amélia. “A questão social no Brasil: a difícil construção da cidadania” in MOTA, Carlos
Guilherme. Viagem incompleta: experiência brasileira (1500-2000): a grande transação. São Paulo:
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DAGNINO, Evelina (org.) Os anos 90: política e sociedade no Brasil. São Paulo: Brasiliense,
1994.
_______________ (org.) Sociedade civil e espaços públicos no Brasil. Rio de Janeiro /Campinas-SP:Paz
e Terra / Ed. da Unicamp, 2002.
DEMO, Pedro. Cidadania tutelada e cidadania assistida. Campinas: Editora Autores Associados, 1995.
FARIAS, F. B. O estado capitalista contemporâneo: para a crítica das visões regulacionistas.
São Paulo, Cortez, 2000.
GENRO, Tarso, PONT, Raul et alli. Por uma nova esfera pública. Petrópolis: Vozes, 2001.
HERMANNS, Klaus (org.) Participação cidadã: novos conceitos e metodologias. Fortaleza:
Fundação Konrad Adenauer, Expresso Gráfica e Editora, 2004.
JACOBI, Pedro. Políticas sociais e ampliação da cidadania. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2000.
JACOBI, Pedro. Movimentos sociais e políticas públicas. 2a. ed. São Paulo: Cortez, 1993.
MOTA, Carlos Guilherme. Viagem incompleta: experiência brasileira (1500-2000): a grande
transação. São Paulo: SENAC, 2000.
NOGUEIRA, Marco Aurélio. As possibilidades da política: idéias para a reforma democrática do
estado. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998.
OLIVEIRA, Francisco & PAOLI, Maria Célia (orgs.) Os sentidos da democracia. Coleção Zero
à Esquerda. Petrópolis:Vozes, 2000.
REIS, Fábio Wanderley. “Cidadania democrática, corporativismo e política social no Brasil”,
“Governabilidade, instituições e partidos” e “Estado liberal, projeto nacional e questão nacional” in REIS,
Fábio Wanderley. Mercado e utopia: teoria política e sociedade brasileira. São Paulo: EDUSP, 2000.
REIS VELLOSO, João Paulo dos (coord.). Como vão o desenvolvimento e a democracia no
Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 2001.
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RIBEIRO, Ana Clara & GRAZIA, Grazia de. Experiências de orçamento participativo no
Brasil (1997 a 2000). Petrópolis: Vozes, 2003.
SADER, E; GENTILI, P. Pós-neoliberalismo II: que estado, para que democracia? Petrópolis-RJ:
Vozes, 1999.
SILVA. Gustavo Tavares da. “Gestão pública e transformação social no Brasil” in HERMANNS,
Klaus (org.) Participação cidadã: novos conceitos e metodologias. Fortaleza: Fundação Konrad
Adenauer, Expresso Gráfica e Editora, 2004.
TEIXEIRA, Elenaldo. O local e o global: limites e desafios da participação cidadã.
São Paulo / Bahia: Cortez / UFBA, 2001.
VIEIRA, Liszt. Cidadania e globalização. Rio de Janeiro: Ed. Record, 2000.

Discurso, Ideologia e Política
EMENTA:
Introdução a Análise do discurso. A inter-relação entre discurso, ideologia e realidade social/política. A
subjetividade e a práxis discursiva. A heterogeneidade e interdiscursividade constitutiva do discurso.
Bibliografia:
BAKHTIN, Mikhail. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 1992.
BRANDÃO, Helena N. Nagamine. Introdução à análise do discurso. Campinas: Editora da
Unicamp, 1991.
GUILAUMOU, Jacques e MALDIDER, Denise. "Da enunciação ao acontecimento discursivo em análise
do discurso" In Eduardo GUIMARÃES, Eduardo (org.). História e sentido na linguagem. Campinas:
Pontes, 1989.
GUIMARÃES, Eduardo. Os limites do sentido: um estudo histórico e enunciativo da linguagem.
Campinas: Pontes, 1995.
MAGALHÃES, Belmira. As Marcas do corpo contando a história: um estudo sobre a violência
doméstica. Maceió: EDUFAL, 2005.
MAINGUENEAU, Dominique. Novas tendências em análise do discurso. Campinas: Pontes,
1993.
MALDIDIER, Denise. "Elementos para uma história da análise do discurso na França”. In ORLANDI, E.
(org.). Gestos de leitura. Campinas: Editora da Unicamp, 1997, pp. 15 - 28.
ORLANDI, Eni Pulcinelli. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. Campinas:
Pontes, 1987.

559

______________________ Discurso e leitura. São Paulo: Cortez/ Campinas: Editora da Unicamp, 1988.
_______________________ "A análise de discurso: algumas observações" in D.E.L.T.A. Vol. 10. Nº. 2.
São Paulo: EDUC, 1994, pp. 295 - 307.
_______________________“A leitura proposta e os leitores possíveis” in ORLANDI, Eni Pulcinelli
(org.). A leitura e os leitores. Campinas: Pontes, 1998.
_______________________ Análise de discurso: princípios e procedimentos. Campinas:
Pontes, 1999.
PÊCHEUX, Michel. Semântica e discurso, uma crítica a afirmação do óbvio. Campinas:
Editora da Unicamp, 1988.
SAUSSURE, Ferdinand. Curso de lingüística geral. São Paulo: Cultrix, 1995.

Sociologia Política
EMENTA:
Processos políticos e atores políticos. Representação política e accountability. Democracia e classes
sociais. Mudança e conflito político. Democratização e mudança política no Brasil; Fundamentos da
política tradicional brasileira; Formas de manifestação política das classes na sociedade agrária.
Bibliografia:
ALMEIDA, M H T; SORJ, B. Sociedade e política no Brasil pós-64. São Paulo: Brasiliense, 1984.
ARATO, A. “Representação e accountability”. in Revista Lua Nova. Nº 55-6. São Paulo.
BAUDOIM, Jean. Introdução à sociologia política. São Paulo: Editorial Estampa, 2000.
BOBBIO, N., MATEUCCI, N e PASQUINO, G. Dicionário de política.5a. ed. Brasília-DF: Ed.UnB,
2004.
BOTTOMORE, T. Sociologia Política. Rio de Janeiro: Zahar Ed., 1981.
BOTTOMORE, T. e OUTHWAITE, W. Dicionário do pensamento social do século XX. Rio de
Janeiro: Zahar, 1996.
CECENÃ, M. E. Hegemonias e emancipações no século XXI. Buenos Aires: CLACSO, 2005.
DAGNINO, E. Anos 90: sociedade e política no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1994.
GRAMSCI, A. Maquiavel. Notas sobre o estado e a política. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2002.
HUNTINGTON, S. P. A ordem política nas sociedades em mudança. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 1975.
660

LAMOUNIER, Bolivar A. “Ciência Política nos anos 80”. In: A ciência política no Brasil: roteiro para
um balanço crítico. Brasília: ED. UNB, 1982.
MIGUEL. Luiz Felipe. “Impasses da accountability: dilemas e alternativas da representação
in Revista de Sociologia e Política. Nº 25. Novembro, 2005.

política”

OFFE, C. “Dominação de classe e sistema político: sobre a seletividade das instituições política”s. In :
_____. Problemas estruturais do estado capitalista. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro,1984.
SARTORI, G. A teoria da democracia revisitada. 2 v. São Paulo: Ática, 1994.
SELL, Carlos Eduardo. Introdução à sociologia política. Petrópolis: Vozes, 2006.

Política e Meio-Ambiente
EMENTA:
A questão ambiental sob a ótica da política. Os processos decisórios, as políticas públicas e a organização
política e institucional.
Bibliografia:
ALONSO, A. E COSTA, V. (2002) "Ciências sociais e meio ambiente no Brasil: um balanço
bibliográfico" in BIB. Nº 53, 1º semestre 2002, pp. 35-78.
ALVES, A. C. (1991) "Análise ambiental do ponto de vista jurídico" in TAUK, S. M. (org.)
Análise ambiental: uma visão interdisciplinar. São Paulo: Ed. Unesp, 1991, pp. 45-64.
BECKER, B. (1993) “A Amazônia pós ECO-92” in BURSZTYN, M. (org.) Para pensar o
desenvolvimento sustentável. São Paulo: Brasiliense / IBAMA / ENAP, 1993.
CUSTÓDIO, H. B. (1991) "Legislação brasileira do estudo de impacto ambiental" in TAUK, S.
M. (org.) Análise ambiental: uma visão interdisciplinar. São Paulo: Ed. Unesp, 1991, pp. 45-64.
DRUMMOND, J. A. “A legislação ambiental brasileira de 1934 a 1988: comentários de um cientista
ambiental favorável ao conservacionismo” in Ambiente & Sociedade. Vol. 2, Nos 3-4, 1999, pp. 127-49.
FOLADORI, G. Limites do desenvolvimento sustentável. Campinas: Editora da UNICAMP/
Imprensa Oficial, 2001.
GUIMARÃES, R. "La sostenabilidad del desarollo entre Rio-92 y Johannesburgo 2002: eramos felices y
no sabiamos” in Ambiente & Sociedade. Vol. IV. Nº 9, 2º semestre 2001, pp. 5-24.
GUIMARÃES, P. C. V., MACDOWELL, S. F. e DEMAJOROVIC, J. "Fiscalização em meio ambiente no
Estado de São Paulo" in Cadernos FUNDAP. Nº 20, maio/agosto, 1996, pp. 59-75.
LIMA, G. F. da COSTA e PORTILHO, F. "A sociologia ambiental no contexto acadêmico norteamericano: formação, dilemas e perspectivas" in Teoria & Sociedade. Nº 7, junho de 2001, pp. 241-76.
661

MARTINEZ-ALLIER, J. “Justiça ambiental e distribuição ecológica de conflitos”.In:FERREIRA, Leila
da C. (org.) A sociologia no horizonte do século XXI. São Paulo: Boitempo, 1997, pp.122-35.
PACHECO, R. S. et alii. "Atores e conflitos em questões ambientais urbanas" in Espaço & Debates. Nº
35, 1992, pp. 46-51.
RIBEIRO, W. C. (2001) A ordem ambiental internacional. São Paulo: Contexto, s/d.
SACHS, I. “Estratégias de transição para o século XXI”, in BURSZTYN, M. (org.) Para pensar
o desenvolvimento sustentável. São Paulo: Brasiliense / IBAMA / ENAP, 1993.
VARGAS, M. C. (1999) “O gerenciamento integrado dos recursos hídricos como problema
sócio-ambiental” in Ambiente & Sociedade. Ano II. Nº 5, 2º semestre de 1999, pp.109-34.
VIGEVANI “Meio ambiente e relações internacionais” in Ambiente & Sociedade. Vol. 1. Nº 1.
1997, pp. 27-61.
VIOLA, E. J., LEIS, H. R. "A evolução das políticas ambientais no Brasil, 1971-1991: do
bissetorialismo preservacionista ao muti-setorialismo orientado para o desenvolvimento sustentável" in
HOGAN, D.J. e VIEIRA, P. F. (orgs.) Dilemas sócio-ambientais e desenvolvimento sustentável.
Campinas: Editora da UNICAMP, 1992.

Tópicos Especiais em Ciência Política
EMENTA:
Os Tópicos especiais serão oferecidos, ocasionalmente, e terão seu conteúdo definido a partir dos
seguintes critérios: 1) continuação de disciplinas obrigatórias ou optativas do fluxo da habilitação
em Ciência Política; 2) definição oportuna de tema de interesse relevante para a Ciência Política
e/ou 3) para discutir temáticas específicas ligadas a alguma linha de pesquisa ou projetos
desenvolvido pelos professores do Instituto de Ciências Sociais.

Temas de Sociologia Contemporânea
EMENTA:
A teoria da Estruturação de Antony Giddens. A praxeologia de Pierre Bourdieu. A Teoria da Ação
Comunicativa de J. Habermans. A abordagem culturalista de Norbert Elias. A teoria de sistema mundo,
de Immanuel Wallenstein.
Bibliografia:
BOURDIEU, Pierre. “Espaço social e espaço simbólico” in Razões práticas. Sobre a teoria da
ação. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1990, pp. 13-33.

662

BOURDIEU, Pierre. (1989). “Sobre o poder simbólico” e “Introdução a uma sociologia reflexiva”, in O
poder simbólico. Rio de Janeiro: Ed. Bertrand Brasil, 1989, pp. 07-16; 17-58.
ELIAS, Norbert. “Sobre o que aprendi”; “Tarde demais ou cedo demais. Notas sobre a classificação da
teoria e da figuração” in Norbert Elias por ele mesmo. Rio de Janeiro: Ed. Jorge Zahar, 2001, pp. 91112; 144-163.
_____________ Sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro: Ed. Jorge Zahar, 1994, pp. 07-125.
GIDDENS, A. Política, sociologia e teoria social. Encontros com o pensamento social clássico e
contemporâneo. São Paulo: Unesp, 1998.
GIDDENS, A. Novas regras do método sociológico. Tradução: Maria José da Silveira Lindoso. Col.
Biblioteca de Ciências Sociais. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1978.
___________________ “Garfinkel, etnometodologia e hermenêutica” in Política, sociologia e teoria
social. Encontros com o pensamento clássico e contemporâneo. São Paulo: Ed. UNESP, 1998, pp. 283296.
HABERMAS, Jürgen. “Notas programáticas para a fundamentação de uma ética do discurso” in
Consciência moral e agir comunicativo. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1989, pp. 61-139.
HERITAGE, John. “Etnometodologia”, in GIDDENS, A. e TURNER, J. (orgs.) Teoria social hoje. São
Paulo: UNESP, 1999, pp. 321-392.
ORTIZ, Renato. “Introdução” in Pierre Bourdieu: sociologia. Coleção Grandes Cientistas Sociais. Nº 39.
São Paulo: Ática, 1983, pp. 07-36.
WALLENSTEIN, Immanuel. Capitalismo histórico e civilização capitalista. Rio de Janeiro:
Contraponto, 2001.
_______________________“A herança da sociologia, a promessa da ciência social” in Como o
concebemos do mundo o fim. Ciência social para o século XXI. Rio de Janeiro: Ed. Revan, pp. 259302.
________________________ . “Mudança social? A mudança é eterna. Nada muda jamais”; “Cap.13 – A
ascensão e futura falência da análise de sistema-mundo”; “Cap. 14 – A ciência social e a busca por uma
sociedade justa” in Como o concebemos do mundo o fim. Ciência social para o século XXI. Rio de
Janeiro: Ed. Revan, 2002, pp. 33-38; 39-50; 11-122; 123-140; 155-172; 231-240; 241-258.
______________________. Utopística ou as decisões históricas do século vinte e um.
Petrópolis, RJ: Ed. Vozes, 2003.

Temas de Sociologia Brasileira Contemporânea
EMENTA:
Desdobramentos atuais da institucionalização das Ciências Sociais no Brasil: Florestan Fernandes, Otávio
Ianni e Fernando Henrique Cardoso.
663

Bibliografia:
CARDOSO, Fernando Henrique & FALETTO, Enzo. Dependência e desenvolvimento na América
Latina - ensaio de interpretação sociológica. 7ª ed. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara, sd.
FERNANDES, Florestan. A sociologia no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1977.
GARCIA, Sylvia Gemignani. “Folclore e sociologia em Florestan Fernandes” in Tempo Social – Revista
de Sociologia da USP. Vol. 13. Nº 2. São Paulo: Edusp, 1989, pp. 143-168.
IANNI, Octávio. Sociedade e sociologia no Brasil. São Paulo: Ed. Alfa-Omega, s/d.
______________ A sociedade global. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1997.
_____________ “A sociologia do futuro” in BARREIRA, César (org.) Sociologia no tempo. Memória,
imaginação e utopia. São Paulo: Ed. Cortez, 2003, pp. 107-131.

Movimentos Sociais
EMENTA:
Sociologia clássica: instrumentos teóricos aplicados à análise dos movimentos sociais.
Movimentos sociais, estado e sociedade no Brasil dos séculos XIX e XX. Teorias
contemporâneas da ação coletiva e dos movimentos sociais. Movimentos sociais e globalização.
Estudos de caso: movimento ambiental, movimento negro, movimento dos Sem-Terra,
movimento de meninos e meninas de rua.
Bibliografia:
AVRITZER, Leonardo. Sociedade civil e democratização. Belo Horizonte: Del Rey, 1994.
BARBIERI, José Carlos.Desenvolvimento e meio-ambiente – as estratégias de mudanças da
Agenda 21. Petrópolis: Vozes, 1998, pp. 15-89.
BENEDITO MATINS, Carlos. O que é sociologia. Coleção Primeiros Passos. São Paulo: Brasiliense,
1998.
COHN, Gabriel (org.) Para ler os clássicos. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos Editores, 1977.
COSTA, Cristina. Sociologia – introdução às ciências da sociedade. São Paulo: Ed. Moderna, 1997.
DAGNINO, E., ALVAREZ, Sônia E. (orgs.) Os movimentos sociais, a sociedade civil e o terceiro setor
na América Latina: reflexões teóricas e novas perspectivas. Campinas: IFCH Unicampo, 1998.
DE CASTRO, Anna Maria e DIAS, Edmundo F. Sociologia – introdução ao pensamento sociológico.
Durkheim, Weber, Marx, Parsons. Rio de Janeiro: Eldorado, 1975.

664

FERNANDES DE OLIVEIRA, Evelina Antunes. As associações comunitárias em Alagoas.
Edufal, 1997.

Maceió:

FUCKS, Marcus. “O novo paradigma e o desafio dos direitos no cotidiano do atendimento”. In: Fórum
DCA. Brasília, 1999, pp. 45-52.
GOHN, Maria da Glória. Teoria dos movimentos sociais: paradigmas clássicos e contemporâneos. São
Paulo: Ed. Loyola, 1997.
GOHN, Maria da Glória. História dos movimentos e lutas sociais – a construção da cidadania dos
brasileiros. São Paulo: Edições Loyola, 1995.
GOHN, Maria da Glória. Os Sem-Terra, ONG´s e Cidadania. São Paulo: Cortez, 1997.
GOHN, Maria da Glória. Movimentos sociais no início do século XXI. Antigos e novos atores sociais.
Petrópolis: Vozes, 2003.
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alii (orgs.) Racismo: perspectivas para um estudo contextualizado da sociedade brasileira. Niterói:
Eduff, 1998.
IANNI, Octávio. Sociedade e sociologia no Brasil. São Paulo: Ed. Alfa-Omega, s/d.
JACOBI, Pedro. Movimentos sociais e políticas públicas. São Paulo: Ed. Cortez, 1993.
LEITE, Dante Moreira. O caráter nacional brasileiro – história de uma ideologia. São Paulo: Ática,
1992.
LOPES FERREIRA, Ruth Vasconcelos. Os movimentos sociais em Alagoas: aspectos políticos das
associações comunitárias. Maceió: Edufal, 1997.
MANZINI COVRE, Maria de Lourdes. O que é cidadania. Col. Primeiros Passos. São Paulo:
Brasiliense, 1999.
MARX, K e ENGELS, F. A ideologia alemã. Vol. I – Crítica da filosofia alemã mais recente na pessoa de
seus representantes Feuerbach, Bruno Bauer e Stirner e do socialismo alemão na dos seus diferentes
rofetas. Lisboa/Rio de Janeiro: Editorial Prensença/Martins Fontes, s/d.
MARX, Karl. Manuscritos econômico-filosóficos. São Paulo: Martin Claret, 2002.
MESQUITA BENEVIDES, Maria Victória de. A cidadania ativa – referendo, plebiscito e
popular. São Paulo: Ática, 1998.

iniciativa

MONTEIRO, Douglas Teixeira. História geral da civilização brasileira. Vol. 9. Rio de Janeiro/ São
Paulo: Difel, 1977. Capítulo II: Um confronto entre Juazeiro, Canudos e Contestado.
MORAES DE SOUZA, C. e MACHADO, A.C. Movimentos sociais no Brasil contemporâneo. São
Paulo: Ed. Loyola, 1997.
MUNANGA, Kabengele. “Teorias sobre o racismo” in Hasenbalg et alii (orgs.) Racismo: perspectivas
para um estudo contextualizado da sociedade brasileira. Niterói: Eduff, 1998.
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RODRIGUES DA SILVA, Nádia e VIDAL, Moura de N., T.C. Organizações não-governamentais e
movimentos sociais populares em Alagoas. Maceió: Edufal, 1997.
SCHERER-WARREN, Ilse. Redes de Movimentos Sociais. São Paulo: Edições Loyola, 1996.
SOARES DO BEM, Arim. Cultura, política e racismo” in Revista Princípios. Nº 34. São Paulo, 1994, pp.
44-51.
SOARES DO BEM, Arim. Telenovela e doméstica: da catarse ao distanciamento. Dissertação de
mestrado. Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, 1988. Capítulo II: O espaço
urbano capitalista: da segregação à organização de base”.
SOARES DO BEM, Arim. “A insustentável identidade dos skinheads tropicais: uma abordagem
sociológica” in BRITO, Benedita B de et alii (orgs.). Kulé Kulé. Ano I. Vol. 1–Educação e identidade
negra. Maceió: Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros/Edufal, 2005, pp. 100115.
SOARES DO BEM, Arim. “A centralidade dos movimentos sociais para a interpretação da sociedade
brasileira nos séculos XIX e XX: elementos para a construção de tipologias” in Revista Cadernos de
Direito. Maceió: Faculdade de Alagoas, 2005, pp. 139-172.
SOARES DO BEM, Arim. A dialética do turismo sexual. Campinas: Papirus, 2005. Capítulo 4.
TERRA, Sylvia Helena. “Sobre o estatuto da criança e do adolescente e a inimputabilidade penal” in
Fórum DCA, Brasília, 1999, pp. 07-14.
TRINDADE, Hélgio (org.) O positivismo. Teoria e prática. Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 1999.

Relações de Classe e Relações de Gênero
EMENTA:
Estudo da intersecção entre classe e gênero na sociabilidade contemporânea. Estudo e crítica da Teoria
feminista.
Bibliografia:
ALAMBERT, Zuleika. Feminismo: o ponto de vista marxista. São Paulo: Nobel, 1985.
ALMEIDA, Maria Isabel Mendes de. Masculino/feminino: tensão insolúvel. Rio de Janeiro: Rocco,
1996.
ARANTES, Antonio Augusto et alii Colcha de retalho: estudos sobre a família no Brasil. Campinas:
Editora da UNICAMP, 1993.
BADINTER, Elisabeth. Um amor conquistado: o mito do amor materno. Tradução Waltensir Dutra.
Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.

666

BADINTER, Elisabeth. Palavras de Homens.Tradução de Maria Helena F. Martins. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira, 1991.
BARBOSA, Regina Maria e PARKER, Richard (org.) Sexualidades pelo Avesso: direitos, identidades e
poder. São Paulo: Ed.34, 1999.
BEAUVOIR, Simone de Memórias de uma moça bem-comportada. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,
1983.
BENHABIB, Sheila e CORNELL, Drucilla. (org.) Feminismo como crítica da modernidade. Tradução
de Nathanael da Costa Caxeiro. Rio de Janeiro: Rosa dos Ventos, 1987.
BONACCHI, Gabriella e GROPPI, Ângela (org.) O dilema da cidadania. Tradução de Álvaro Lorencini.
São Paulo: Universidade Estadual Paulista, 1995.
BOURDIEU, Pierre. La domination masculine. Paris: Seuil, 1998.
CANEVACCI, Massimo (org.) Dialética da família. São Paulo: Brasiliense, 1982.
CARDOSO, Ruth et alii. Perspectivas antropológicas da mulher Nº 4. Rio de Janeiro: Zahar, 1985.
CATONNÉ, Jean-Philippe. A sexualidade ontem e hoje. Tradução de Michèle Íris Koralck. São Paulo:
Cortez, 1994.
COSTA, Albertina de Oliveira e BRUSCHINI, Cristina. Uma questão de gênero.Ro de Janeiro: Rosa dos
Tempos. São Paulo: Fundação Carlos Chagas, 1992.
DA MATTA, Roberto. A casa e a rua. São Paulo: Brasiliense, 1985.
DEBATES SOCIAIS. Família ontem, hoje amanhã. Rio de Janeiro: PUC-Rio, 1990.
DELGADO, Dídice, PAOLA, Capelpellin e SOARES, Vera. (orgs.) Mulher e trabalho: experiências de
ação afirmativa. São Paulo: Boitempo, 2000.
DURHAM, Eunice R. et alii. Perspectivas antropológicas da mulher. Nº 3. Rio de Janeiro: Zahar, 1983.
ESMERALDO, Gema Galgani S.L. O feminismo na sombra: relações de poder na CUT. Fortaleza :
EUFC, 1998.
FONTES, Maria Helena Sansão Sem fantasia: masculino-feminino em Chico Buarque. Rio de Janeiro:
Graphia,1999.
HOLANDA, Heloisa Buarque de. Tendências e impasses; o feminismo como crítica da cultura. Rio de
janeiro: Rocco, 1994.
IZUMINO, Wânia Pasinato. Justiça e violência contra a mulher. São Paulo: Annablume, 1998.
KARTCHVSKY, Andrée et alii O sexo do trabalho. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.
KOURY, Mauro, LIMA Jacob e RIFIOTIS, Theophilos. (orgs.) Cultura e subjetividade. João Pessoa:
João Pessoa, 1996.
667

LEMENHE, Maria Auxiliadora. Família, tradição e poder: o(caso) dos coronéis. São Paulo:
Annablume/UFC, 1995.
LUKÁCS, G. Ontologia dell’essere sociale. Roma: Riunite, 1976-1981.
________. As bases ontológicas do pensamento e da atividade humana. Temas de ciências humanas. São
Paulo: Ciências Humanas, 1979.
MAGALHÃES, Belmira et alii. Mulher: gravidez, saúde e estado. Curitiba, HD Livros, 1996.
MAGALHÃES, Belmira et alii. Magistério: reprodução da discriminação feminina. Curitiba: HD
Livros, 1996.
MAGALHÃES, Belmira As marcas do corpo contando a história: um estudo sobre a violência
doméstica. Maceió: EDUFAL, 2005.
MALO, Simões e LABARDONI, Marlene (coords.) Discriminação positiva ações afirmativas: em
busca da igualdade. Brasília: CFEMEA/ELAS, 1996.
MARX, K. Elementos fundamentales para la critica de la economía política (Grundrisse). 3º

v.

México/ DF: Siglo XXI, 1978.
MIGUEL, Sonia Malheiros. A política de cotas por sexo: um estudo das experiências no legislativo
brasileiro. Brasília: CEFEMEA, 2000.
NEY, ANDRÉA. Teoria feminista e as filosofias do homem. Rio de Janeiro: Record/ Rosa dos Ventos,
1995.
NEVES, Siloé Pereira. Homem-mulher e medo: metáforas da relação homem-mulher. Petrópolis:
Vozes, 1986.
PRADO, Danda. Ser esposa: a mais antiga profissão.São Paulo: Brasiliense, 1979.
PEREIRA, Carlos Alberto MESSERDER et alii (org.) Linguagens da violência. Rio de Janeiro: Rocco,
2000.
PIRRUCCI, Antônio Flávio. Ciladas da diferença. São Paulo: Ed. 34, 1999.
ROCHA, Maria Isabel Baltar (org.) Trabalho e gênero: mudanças permanências e desafios. São
Paulo: Ed.34, 2000.
SAFFIOTI, Heleieth I.B. O poder do Macho.São Paulo: Moderna, 1987.
SAFFIOTI, Heleieth I.B. A mulher na sociedade de classes: mito ou realidade. Petrópolis: Vozes,
1976.
SILVA, Maria Aparecida de Morais (org.) Mulher em seis tempos. Araraquara: UNESP, 1991.

Sociedade e Literatura

668

EMENTA:
Reflexões sobre a relação entre sociedade e literatura, através das representações literárias, salientando o
entrelaçamento da criação literária com a realidade social e histórica.
Bibliografia:
ADORNO, Theodor W. Sociologia. São Paulo: Ática, 1986.
___________________Teoria da estética. Lisboa: Edições 70,1970.
___________________Prisma: crítica cultural e sociedade. São Paulo: Ática,1998.
ARANTES, Paulo. Sentimento da dialética na experiência intelectual brasileira. Rio de Janeiro: Paz e
terra, 1992.
AUSTER, Paul. A arte da fome. Rio de Janeiro: José Olympio, 1992.
BAKHTIN, Mikhail. Questões de literatura e de estética. São Paulo: Hucitec, 1993.
BAUDELAIRE, Charles. Sobre a modernidade. Paz e terra: Rio de Janeiro, 1996.
BONHEIM, Gerd, et al. Tradição e Contradição. Rio de Janeiro: Zahar, 1987.
CANDIDO, Antonio, Literatura e sociedade, São Paulo: Companhia Editora Nacional 1976.
_________________Ficção e confissão: ensaios sobre Graciliano Ramos. S. Paulo: Ed. 34, 1992.
________________ Tese e antítese. São Paulo: Ed. Nacional, 1978.
________________ Na sala de Aula. São Paulo: Ática, 1995.
________________ O discurso e a cidade. São Paulo: Duas Cidades, 1993.
ECO, Humberto. Arte e beleza na estética medieval. Globo: Rio de Janeiro, 1989.
ELIOT, T. S. Ensaio de doutrina crítica. Lisboa, 1962.
FERRY, Luc. Homo Aestheticus: a invenção do gosto na era democrática. São Paulo: Ensaio, 1994.
FISCHER, Ernst, et alii. Sociologia da arte. Rio de Janeiro: Zahar, 1966.
GOLDMANN, Lucien A sociologia do romance. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976.
__________________ Dialética e Cultura. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
JAMESON, Fredric. Marxismo e forma. São Paulo: Hucitec, 1985.
________________ O inconsciente político. São Paulo: Ática, 1992.
________________ Pós-modernismo: A lógica cultural do capitalismo tardio. São Paulo: Ática, 1996.
KONDER, Leandro. Os marxistas e a arte. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1967.
LAMEGO, Valéria. A farpa na lira - Cecília Meireles na revolução de 30. Rio de Janeiro Record, 1996.
LOUBET, Maria Seabra. Estudos de estética. Campinas: Unicamp, 1993.
LUCAS, Fábio. Do barroco ao moderno. São Paulo: Ática, 1989.
____________ Vanguarda, história, e ideologia da literatura. São Paulo: Ícone, 1985.
LUKÁCS, Georg. Ensaios sobre literatura. Civilização Brasileira: Rio de Janeiro, 1965.
669

_______________ Introdução a uma estética marxista. Civilização Brasileira: São Paulo, 1978.
_______________ Teoria do romance. Trad. Alfredo Margarido. Lisboa: Editorial Presença, s-d.
MAGALHÃES, Belmira Vidas secas: os desejos de sinhá Vitória. Curitiba, HD Livros, 2001.
NUNES, Benedito. O drama da linguagem. Ática: São Paulo, 1992.
SANGUINETTI, BARTHES, et alii. Literatura e sociedade. São Paulo: Mandacaru, 1989.
SOUZA, Belson Mello e. Modernidade - Desacertos de um consenso. Campinas: Unicamp, 1994.
PAPAIONNOU, Kostas. La consagración de la historia. Breviários. Cidade do México, 1989.
PERRONE-MOYSÉS, Leyla. Altas literaturas. São Paulo: Companhia das letras, 1998.
SCHWARZ, Roberto. A sereia e o desconfiado. Rio de Janeiro: Paz e terra, 1981.
_________________ Ao vencedor as batatas. São Paulo: Duas Cidades, 1992.
________________ Um mestre na periferia do capitalismo. São Paulo: Duas Cidades, 1990.
________________ Que Horas são? São Paulo: Companhia das Letras, 1987.
________________ Duas Meninas. São Paulo: Companhia da Letras, 1997.
SUSSEKIND, Foral. Papéis colados. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 1993.
SVCENKO, Nicolau. Literatura como missão. São Paulo: Brasiliense, 1985.
TADIÉ, Jean-Yves. A crítica literária no século XX. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1987.
UNESCO-LITERATURA. América latina em sua literatura. Perspectiva, São Paulo, 1972.
WERNECK, Humberto. O desatino da rapaziada. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
WILLIAMS, Raymond. O campo e a cidade a história e na literatura. São Paulo: Cia. Das Letras,
1990.
___________________ Marxismo e literatura. Rio de Janeiro: Zahar, 1979.

Sociologia Rural
EMENTA:
Abordagens teóricas. Campesinato. Processos agrários. Questão agrária e políticas agrícolas no Brasil.
Movimentos sociais rurais. Globalização e territórios.
Bibliografia:
ABRAMOVAY, Ricardo. Paradigmas do capitalismo agrário. Campinas-SP: Hucitec / Unicamp, 1998.
CHAYANOV, Alexander. La organización de la unidad econômica campesina. Buenos Aires:
Nueva Vision, 1974.
CHONCHOL, Jacques. “Por uma nueva concepción de la reforma agrária y del desarrollo rural”. In:
ALASRV. Nº 4. México, 2006.

770

FERNANDES, Bernardo Marçans. MST: formação e territorialização. São Paulo: Hucitec, 1999.
GARCIA, Afrânio e PALMEIRA, Moacir. “Transformação agrária” in Brasil: um século de
transformações. São Paulo: Cia. das Letras, 2001.
KAUTSKY, K. A questão agrária. São Paulo: Proposta Editorial, 1980.
LÊNIN, Vladimir I. V. O desenvolvimento do capitalismo na Rússia. São Paulo: Abril Cultural, 1982.
MARTINS, José de Souza. Os camponeses e a política no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1981.
MARX, Karl. Formações econômicas pré-capitalistas. Rio de Janeiro: paz e Terra, 1985.
MOURA, Margarida M. L. Camponeses. São Paulo: Ática, 1986.
MEDEIROS, Leonilda. História dos movimentos sociais no campo. Rio de Janeiro: FASE, 1980.
MEDEIROS, C. e LEITE, Sérgio (orgs.) A formação dos assentamentos rurais no Brasil: processos
sociais e políticas públicas. Rio de Janeiro / Porto Alegre: CPDA / UFRGS, s/d.
WANDERLET, Maria Nazareth Baudel (org.) Globalização e desenvolvimento sustentável: dinâmicas
sociais rurais no nordeste brasileiro. São Paulo: Palos / Ceres, 2004.

Sociologia do Trabalho
EMENTA:
A centralidade do trabalho enquanto categoria de análise. A crítica marxista ao processo de trabalho no
capitalismo. Fordismo e pós-fordismo. O processo de reestruturação produtiva e os efeitos no mundo do
trabalho: desregulamentação, precarização e terceirização do trabalho. Ampliação do setor informal na
contemporaneidade.
Bibliografia:
Antunes, R. A rebeldia do trabalho. Campinas: Unicamp, 1986.
Bresciani, l. P. Tecnologia, organização do trabalho e ação sindical: da resistência à contratação. São
Paulo: Escola Politécnica, 1991.
CARDOSO JR., José Celso. “Crise e desregulação do trabalho no Brasil” in Tempo Social –
de Sociologia da USP. Vol. 13. Nº 2. São Paulo: Edusp, 1989, pp. 31-60.

Revista

Castro, N.E. Guimarães, A. Desigualdades raciais no mercado e nos locais de trabalho. In: Revista de
Estudos Afro-Asiáticos Nr. 24. Rio de Janeiro, 1993.
Ferreira, Ademir Antonio. Gestão empresarial: de Taylor aos nossos dias.Evolução e tendências da
moderna administração de empresas. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.
Gounet. Fordismo e Toyotismo na civilização do automóvel. São Paulo: Boitempo, 1999.
771

Guareschi, Pedrinho. Sociologia crítica. Alternativas de mudança. Porto Alegre: Edipucrs, 2003.
Hasenbalg, Carlos. Relações raciais no contexto nacional e internacional. In: Hasenbalg, Carlos et al.
Racismo: perspectivas para um estudo contextualizado da sociedade brasileira. Niterói: Eduff, 1998,
p. 9-41.
Hobsbawn, E. Mundos do trabalho. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
Konder, Leandro. A questão da ideologia. São Paulo: Cia. Das Letras, 2002.
Kurz, R. O colapso da modernização. São Paulo: Paz e Terra, 1993.
Lafargue, P. O direito à preguiça. São Paulo: Kairós, 1980.
Lipietz, A. Audácia. Uma alternativa para o século 21. São Paulo: Nobel, 1991.

MARTINS, Heloísa Helena T. de Souza. “O processo de reestruturação produtiva e o jovem
trabalhador” in Tempo Social – Revista de Sociologia da USP. Vol. 13. Nº 2. São Paulo: Edusp,
1989, pp. 61-88.
Marx e Engels. A ideologia alemã I – Crítica da filosofia alemã mais recente na pessoa dos seus
representantes Feuerbach, Bruno Bauer e Stirner e do socialismo alemão na dos seus diferentes
profetas. Editorial Presença Martins Fontes: Lisboa/Rio, s/d.
Marx, Karl. Manuscritos econômico-filosóficos.Martin Claret: São Paulo, 2002.
Marx & Engels. Manifesto do Partido Comunista. Martin Claret: São Paulo, 2002.
Oliveira, Flávia Arlanch Martins de (Org.). Globalização, regionalização e nacionalismo. São Paulo:
Unesp, 1999.
Oliveira, Silvio Luiz de. Sociologia das organizações. Uma análise do Homem e das empresas no
ambiente competitivo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.
Pochmann, M. O emprego na globalização – a nova divisão internacional do trabalho e os caminhos
que o Brasil escolheu. São Paulo: Editorial Boitempo, 2001.
Rifkin, J. O fim dos empregos. São Paulo: Makron Books, 1995.
Rodrigues Neto, B. de M. Marx. Taylor. Ford. São Paulo: Brasiliense, 1988.
Siqueira, Deis. E. et al (Org.). Relações de trabalho, relações de poder. Brasília: Editora Universidade
de Brasília, 1997.
Smith, A. A riqueza das nações. São Paulo: Abril Cultural, 1983.
Srour, R. H. Poder, cultura e ética nas organizações. 3ª. Edição.Rio de Janeiro: Campus, 1998.
Turner, J. Sociologia. Conceitos e aplicações. São Paulo: Makron Books, 1999.
772

Sociologia Urbana (40h)
EMENTA:
Abordagens dos processos de urbanização a partir de diversas perspectivas teóricas. O papel do Estado no
processo de urbanização. Os movimentos sociais e urbanos. Os conteúdos devem contemplar ma realidade
latino-americana, especialmente a brasileira.
Bibliografia:
ARANTES, O. B. F.,VAINER, C. e MARICATO, E. A cidade do pensamento único: desmanchando
consensos. Petrópolis: Vozes, 2000.
CASTELLS, M. A questão urbana. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.
LEFEBVRE, H. A revolução urbana. Belo Horizonte, MG: ed UFMG, 1999.
LOJKINE, J. O estado capitalista e a questão urbana. São Paulo, Matins Fontes, 1981.
MARICATO, E. Brasil, cidades: alternativas para a crise urbana. Petrópolis-RJ: Vozes,

2001.

RIBEIRO, A. C. Repensando a experiência urbana da América Latina: questões, conceitos e valores.
Buenos Aires: CLACSO, 2000.

Tópicos Especiais em Sociologia
EMENTA:
Os Tópicos especiais serão oferecidos, ocasionalmente, e terão seu conteúdo definido a partir dos
seguintes critérios: 1) continuação de disciplinas obrigatórias ou optativas do fluxo da habilitação
em Sociologia; 2) definição oportuna de tema de interesse relevante para a Sociologia e/ou 3)
para discutir temáticas específicas ligadas a alguma linha de pesquisa ou projetos desenvolvido
pelos professores do Instituto de Ciências Sociais.
5.1.5 Disciplinas de estágio curricular

Estágio Supervisionado I
Conhecimento do espaço escolar em suas múltiplas dimensões. Elementos e relações internas e externas
que compõem o espaço escolar. Estrutura administrativa e pedagógica da escola pública e particular. As
diversas atividades escolares, com ênfase em Ciências Sociais.
Bibliografia Básica
AYRES, Antonio Tadeu. Prática pedagógica competente. Petrópolis: Vozes, 2004.
CANDAU, V. M. (org). Reinventando a escola. Petrópolis: Vozes, 2000
773

FERREIRA, Norma Syria. Formação continuada e gestão da educação. São Paulo: Cortez, 2003
MICELI, Sérgio. História das Ciências Sociais no Brasil. Vol. 1. São Paulo: Sumaré, 2001.
MICELI, Sérgio. História das Ciências Sociais no Brasil. Vol. 2. Sao Paulo: Sumaré, 1995.
MOREIRA, A. F. B. (org). Currículo: questões atuais. 2 ed. Campinas: Papirus, 2000.
MULLER, Ademir. Avaliação institucional da gestão da escola pública. Santa Cruz do Sul. Edumisc,
2001.
PINTO, José Madureira. Propostas para o ensino das Ciências Sociais. Lisboa: Afrontamento, 1994.

Estágio Supervisionado II
Conhecimento do espaço escolar em suas múltiplas dimensões. Elementos e relações internas e externas
que compõe o espaço escolar. Legislação e Ensino das Ciências Sociais. O ensino das Ciências Sociais no
Brasil. O ensino das Ciências Sociais no estado de Alagoas. O ensino das Ciências Sociais e as
metodologias específicas para os diversos programas educacionais: educação indígena, educação à
distancia, educação especial, educação infantil, educação rural e educação em assentamentos rurais de
reforma agrária.
Bibliografia Básica
ARANTES, Jorge. Programa especial de educação. Rio de Janeiro: Mauad, 1998.
BEHRENS, Marilda. Paradigma emergente e a prática pedagógica. Petrópolis: Vozes, 2005.
BUENO, José Geraldo Silveira. Educação especial brasileira. São Paulo: Educ, 2004.
CANDAU, V. M. (org). Reinventando a escola. Petrópolis: Vozes, 2000.
GOMES, Nilma Lino; PETRONILHA, Beatriz Gonçalves. Experiências étnico-culturais para a formação
de professores. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.
HANNAS, Maria Lúci; PEREIRA, Ieda Lúcia Lima. Nova prática pedgógica. São Paulo: Gente, 2000.
MAZOTTA, Marcos José da Silveira. Educação especial no Brasil. São Paulo: Cortez, 1996.
MENEGHETTI, Rosa Gitana; GAIO, Roberta. Caminhos pedagógicos da educação especial. Petrópolis,
Vozes, 2004.
MOREIRA, A. F. B. (org). Currículo: questões atuais. 2 ed. Campinas: Papirus, 2000.
MULLER, Ademir. Avaliação institucional da gestão da escola pública. Santa Cruz do Sul: Edumisc,
2001.
NUNES SOBRINHO, Francisco de Paula. Pesquisa em educação especial. Bauru (SP): Edusc, 2001.
OLIVEIRA, Valdir Kessamiguiemon de. Construindo valores humanos na escola. Campinas: Papirus,
2002.
Estágio Supervisionado III
Preparação, execução e avaliação de projeto de ensino/aprendizagem. Vivência direta da prática de ensino
em Ciências Sociais, através da regência de classe, em escolas públicas, privadas ou em
programas/projetos educacionais. Preparação de relatório com a apresentação das atividades
desenvolvidas em sala de aula.
Bibliografia Básica
BEHRENS, Marilda. Paradigma emergente e a prática pedagógica. Petrópolis: Vozes, 2005.
CANDAU, V. M. (org). Reinventando a escola. Petrópolis: Vozes, 2000.
HANNAS, Maria Lúcia; PEREIRA, Ieda Lúcia Lima. Nova prática pedagógica. São Paulo: Gente, 2000.
MOREIRA, A. F. B. (org). Currículo: questões atuais. 2 ed. Campinas: Papirus, 2000.
774

CARLOS, A. F. A.; OLIVEIRA, A. U. (org). Reformas no mundo da educação. Parâmetros Curriculares e
Geografia. São Paulo: Contexto, 1999.

Estágio Supervisionado IV
Preparação, execução e avaliação de projeto de ensino/aprendizagem. Vivência direta da prática de ensino
em Ciências Sociais, através da regência de classe, em escolas públicas, privadas ou em
programas/projetos educacionais. Preparação de relatório com a apresentação das atividades
desenvolvidas em sala de aula.
Bibliografia Básica
BEHRENS, Marilda. Paradigma emergente e a prática pedagógica. Petrópolis: Vozes, 2005.
CARVALHO, M. I. Fim de século: a escola e a Geografia. 2 ed. Ijuí/RS: Unijuí, 2003
CANDAU, V. M. (org). Reinventando a escola. Petrópolis: Vozes, 2000.
CUNHA, Luiz Antonio. Educação brasileira: Projetos em disputa. São Paulo: Cortez, 1997.
HANNAS, Maria Lúcia; PEREIRA, Ieda Lúcia Lima. Nova prática pedagógica. São Paulo: Gente, 2000.
MACHADO, Nilson José. Educação: Projetos e valores. São Paulo: Escrituras, 2000.
MOREIRA, A. F. B. (org). Currículo: questões atuais. 2 ed. Campinas: Papirus, 2000.
CARLOS, A. F. A.; OLIVEIRA, A. U. (org). Reformas no mundo da educação. Parâmetros
Curriculares e Geografia. São Paulo: Contexto, 1999.

775

6. ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS
A prática profissional é um dos integrantes fundamentais e obrigatórios da
estrutura curricular e inclui tanto o Estágio Supervisionado como o Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC).

Têm o objetivo de conceder aos discentes os

conhecimentos práticos necessários à produção do conhecimento em sentido geral,
de um lado, e, de outro, à produção do conhecimento relacionado às atividades
práticas da docência, bem como à compreensão da prática profissional
propriamente dita do licenciado em Ciências Sociais. A prática profissional tem o
objetivo de aproximar os discentes da realidade sócio-cultural e pedagógica da
atividade docente, favorecendo também uma aproximação com os problemas
econômicos e políticos a ela relacionados e fornecendo, portanto, diversas
ferramentas para uma iniciação reflexiva e contextualizada no campo profissional.
A prática profissional poderá fornecer, também, subsídios para o Trabalho de
Conclusão de Curso, uma vez que uma das modalidades de TCC está atrelada ao
tratamento de material oriundo do Estágio.
O Estágio Supervisionado incluirá, entre outras atividades possíveis, a
produção de relatórios mensais, artigos, diários de campo, leituras e fichamentos de
bibliografias temáticas e, por último, o Relatório Final do Estágio. Este deve
envolver, necessariamente, análise dos dados coletados, construção e indicadores
de conhecimento e considerações sobre a interface entre teoria e prática.
O Estágio Supervisionado será supervisionado pelo Colegiado de Curso e
deverá ser realizado em escolas públicas municipais, estaduais e federais, sendo
coordenado por docente do curso responsável pela disciplina. Este deverá promover
vivências para os discentes mediante Planos de Estágios que também poderão ser
propostos e elaborados pelos mesmos, desde que no âmbito das instituições

776

conveniadas para tal e que sejam processados sob orientação do coordenador da
disciplina.
Aos estágios obrigatórios, denominados Estágios Supervisionados, com
carga horária mínima de 400 horas distribuídas entre o 5º, 6º, 7º e 8º semestres,
podem se acrescer os de natureza não obrigatória, abrangendo outras oportunidades
de estágios obtidas pelos discentes. Os estágios não obrigatórios terão supervisão
indireta dos docentes, e para serem computados como carga horária complementar
deverão ser analisados pelo Colegiado de Curso no que diz respeito à pertinência na
formação profissional do aluno.
O Estágio obrigatório será normatizado pelo Colegiado do Curso sob forma de
Resolução. A carga horária mínima será a que fica efetivada para integralização do
currículo, mesmo que o aluno tenha realizado mais horas. Pode o aluno requerer a
utilização do que ultrapassar desse valor (400 h) para efeitos de atividade
complementar.
7. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular
obrigatório para a integralização curricular do curso de Ciências Sociais e será
realizada no oitavo semestre, mas não será ministrado como disciplina. É tarefa do
aluno e do orientador conduzi-lo. É um trabalho de caráter monográfico e
individual, apresentado e defendido perante uma Pré-Banca composta por dois
professores do curso (incluindo obrigatoriamente o orientador) e, caso aprovado
nessa etapa, apresentado e defendido frente a uma Banca com três professores
(incluindo obrigatoriamente o orientador). Trata-se de um exercício acadêmico e
científico, que articula a teoria e a prática no processo de conhecimento (isto de

777

forma alguma exclui trabalhos “teóricos”, desde que eles tenham justificativas
práticas sobre sua existência e importância).
São quatro as modalidades de TCC aceitas pelo Colegiado do Curso de
Licenciatura em Ciências Sociais. Em todas elas, a marca distintiva é o caráter de
cientificidade da análise dos dados coletados, da construção de indicadores e da
interface entre teoria e prática, devendo, em todos os casos, ser submetido e
orientado por docente competente no campo específico em que se inserem. São as
seguintes as modalidades de TCC da Licenciatura em Ciências Sociais:

– Monografias - desenvolvimento de projetos de pesquisa voltados para o
entendimento do processo ensino/aprendizagem em Ciências Sociais;
– Relatórios de Oficinas/Projetos em Ciências Sociais – realizadas em escolas
públicas e/ou privadas, ou aplicadas junto a diversos programas educacionais:
educação indígena, educação à distancia, educação especial, educação infantil,
educação rural, ou ainda, oficinas/projetos realizadas em assentamentos rurais de
reforma agrária, associação de bairros, etc.;
– Relatórios de Extensão – para alunos que estiverem envolvidos em projetos de
extensão diretamente ligados as áreas de ensino/aprendizagem, desde que não
utilizado cumulativamente como parte complementar do curso;
– Execução de diagnósticos, intervenção e solução de problemas ligados à área de
ensino/aprendizagem em Geografia.

778

8. ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS
O parecer do CNE/CES nº 108, de 7 de maio de 2003 estabelece um percentual
de 20% da carga horária total do curso destinado ao estágio curricular e atividades
complementares e/ou práticas. Estas atividades não podem exceder 20%, salvo
determinações legais específicas. Com exceção das atividades de monitoria com e
sem bolsa, já regulamentadas pela UFAL, todas as outras precisam ser submetidas
à aprovação do Colegiado do Curso de Ciências Sociais.

a) Monitoria: Atividade de monitoria tal como regulamentada pela UFAL.
Um total de 12 horas;

b) Iniciação Científica: Atividades de iniciação científica desenvolvidas junto
a um ou mais professores, com o financiamento ou não das agências de fomento à
pesquisa (FAPEAL, CNPq, etc.). Em qualquer um dos casos o professor deve
submeter ao Colegiado do Curso o plano semestral e anual de atividades a serem
desempenhadas. Um total de 12 horas;

c) Participação em Congressos e Seminários Científicos de reconhecido valor
científico, desde que na área de formação do(a) aluno(a) ou em áreas afins. Um
total de horas equivalente àquelas freqüentadas na atividade;

d) Atividades voluntárias desenvolvidas em organizações privadas, públicas
e não governamentais. Estas atividades incluem também a atuação em movimentos
comunitários e sociais, atividades de assessoria ou consultoria a movimentos
comunitários e sociais, desde que demandem um esforço efetivo de

779

utilização/aplicação dos conhecimentos obtidos no

Curso

às atividades

desempenhadas;

e) Participação em projetos de extensão;
f) Estágios curriculares não-obrigatórios;
g) Viagens de estudo;
h) Realização de palestras;
i) Disciplinas oferecidas por outras instituições e/ou unidades acadêmicas
não contempladas no currículo do curso;
j) Participação em empresas juniores e em núcleos de estudos e de pesquisas
vinculados às áreas estratégicas do Curso de Licenciatura em Ciências Sociais.

880

9. AVALIAÇÃO
A avaliação permanente do Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em
Ciências Sociais é importante para aferir a adequação do novo currículo, como
também para certificar-se da necessidade de alterações futuras que possam
contribuir para a otimização do mesmo, considerando-se tanto a sua dinamicidade
como a dinamicidade histórica, exterior a ele.
Os mecanismos a serem utilizados deverão permitir tanto uma avaliação
institucional como uma avaliação do desempenho acadêmico – ensino e
aprendizagem – de acordo com as normas vigentes, viabilizando uma análise
diagnóstica e formativa durante o processo de implementação do projeto. Deverão
ser utilizadas estratégias que possam garantir uma discussão ampla do projeto,
mediante um conjunto de questionamentos organicamente ordenados que facilitem
a identificação de possíveis deficiências e/ou de mudanças históricas que atuem
dinamicamente sobre a estrutura curricular, forçando a sua adequação.
O Curso será também avaliado pela sociedade, através da ação/intervenção
docente/discente expressa na produção e nas atividades concretizadas no âmbito da
extensão universitária, em parceria com instituições e empreendimentos alagoanos,
assim como com estágios curriculares não obrigatórios. O roteiro proposto pelo
INEP/MEC para a avaliação das condições de ensino, em atendimento ao artigo 9,
inciso IX, da lei n 9.394/96 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(LDB), servirá de instrumento para avaliação, sendo o mesmo constituído pelos
seguintes tópicos:

a) Organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto do curso,
atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;
b) corpo docente: formação profissional, condições de trabalho, atuação e
desempenho aadêmico e profissional;
881

c) infra-estrutura: instalações gerais, biblioteca, instalações e laboratórios
específicos.

A avaliação do desempenho docente será efetivada pelos discentes, por
disciplinas, os quais farão uso de formulário próprio e em consonância com o
processo de avaliação institucional.

882

10. ANEXOS
Anexo 1
A ADMINISTRAÇÃO DO CURSO
A implantação do Curso proposto, assim como a administração
acadêmica do mesmo ficará a cargo do Colegiado do Curso de Ciências Sociais,
bem como das instâncias administrativas superiores da unidade, compostas pela
Diretoria e pela Plenária.
10.1 Estrutura Administrativa do curso
- Diretoria e Plenária;
- Colegiado composto por cinco professores e um representante dos alunos;
- Coordenador e Vice-coordenador;
- Coordenação de Estágio Supervisionado;
- Coordenação de Trabalho de Conclusão de Curso;
- Coordenação de Atividades Complementares;
- Secretaria.
10.2 Operacional/Didático
- Professores efetivos (doutores e mestres);
- Professores de outros cursos da mesma unidade;
- Professores de outras unidades;
- Professores substitutos;
- Grupos de Pesquisa (quatro cadastrados no CNPq);
- Grupos de Extensão.

883

10.3 Perfil dos Docentes
N.

NOME DO DOCENTE

TITULAÇÃO

REGIME DE
TRABALHO

ÁREA DO
CONHECIMENTO

1

Alice Anabuki Plancherel

Doutor

DE

Sociologia e Política

2

Arim Soares do Bem

Doutor

DE

Sociologia e Política

3

Belmira Rita da Costa
Magalhães

Doutor

DE

Sociologia e Política

4

Bruno César Cavalcanti

Mestre

DE

Antropologia

5

Cibele Maria Lima Rodrigues

Mestre

DE

Sociologia e Política

6

Clarice Novais da Mota

Doutor

DE

Antropologia

7

Evelina Antunes Fernandes de
Oliveira

Mestre

DE

Sociologia e Política

8

José Alberto Saldanha de
Oliveira

Doutor

DE

Sociologia e Política

9

Maria do Carmo Vieira

Doutor

DE

Sociologia e Política

10 Paulo Décio de Arruda Mello

Doutor

DE

Sociologia e Política

11 Rachel Rocha de Almeida
Barros

Mestre

DE

Antropologia

12 Ruth Vasconcelos Lopes
Ferreira

Doutor

DE

Sociologia e Política

13 Scott Joseph Allen

Doutor

DE

Antropologia

14 Silvia Aguiar Carneiro Martins

Doutor

DE

Antropologia

15 Sônia Maria Cândido da Silva

Doutor

DE

Sociologia e Política

16 Tânia Nobre de Medeiros

Especialista

DE

Sociologia e Política

17 Teodoro Cordeiro Amaral

Especialista

DE

Sociologia e Política

884

Anexo 2
INFRA-ESTRUTURA PARA O FUNCIONAMENTO DO CURSO
Laboratórios e Núcleos Temáticos
– Núcleo de Estudos sobre a violência em Alagoas – NEVIAL: Coordenado pela
Profª. Ruth Vasconcelos Lopes Ferreira;
– Núcleo de Estudos sobre a Condição Feminina: Coordenado pela Profª. Belmira
Rita da Costa Magalhães;
– Núcleo de Estudos sobre Políticas Públicas e Movimentos Sociais: Coordenado
pela Profª. Maria do Carmo Vieira;
– Núcleo de Estudos sobre a Memória do Pensamento Social em Alagoas:
Coordenado pela Profª. Alice Anabuki Plancherel;
– Núcleo de Reflexão Agrária: Coordenado pelo Prof. Paulo Décio de Arruda
Mello.
Núcleos em processo de institucionalização
– Núcleo de Estudos sobre a Internacionalização do Turismo em Economias
Periféricas – NEITEP: Coordenado pelo Prof. Arim Soares do Bem.
Laboratórios
– Laboratório de Antropologia Visual – AVAL: Coordenado pela Profª. Silvia
Aguiar Carneiro Martins;
– Laboratório da Cidade e do Contemporâneo – LACC: Coordenado pela Profª.
Rachel de Almeida Barros.
Bibliotecas setoriais
– Biblioteca Setorial de Ciências Sociais: Bolsista Monike Cristiene de Lima
Santos
885

Anexo 3

PARECER CNE/CES 492/2001 - HOMOLOGADO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara Superior de UF: DF
Educação
ASSUNTO: Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Filosofia, História, Geografia,
Serviço Social, Comunicação Social, Ciências Sociais, Letras, Biblioteconomia,
Arquivologia e Museologia
RELATOR(A): Eunice Ribeiro Durham, Silke Weber e Vilma de Mendonça Figueiredo
PROCESSO(S) N.º(S): 23001.000126/2001-69
PARECER N.º:CNE/CES
492/2001

COLEGIADO: CES

APROVADO
EM:03/04/2001

I – RELATÓRIO
Trata o presente de diversos processos acerca das Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de
Filosofia, História, Geografia, Serviço Social, Comunicação Social, Ciências Sociais, Letras,
Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia remetidas pela SESu/MEC para apreciação da
CES/CNE.
A Comissão constituída pelas Conselheiras Eunice Ribeiro Durham, Vilma de Mendonça
Figueiredo e Silke Weber analisou as propostas provindas da SESu referentes aos cursos
mencionados e procedeu a algumas alterações com o objetivo de adequá-las ao Parecer 776/97 da
Câmara de Educação Superior, respeitando, no entanto, o formato adotado pelas respectivas
Comissões de Especialistas que as elaboraram. A Comissão retirou, apenas de cada uma das
propostas, o item relativo à duração do curso, considerando o entendimento de que o mesmo não
constitui propriamente uma diretriz e será objeto de uma Resolução específica da Câmara de
Educação Superior, o que foi objeto do Parecer CNE/CES 583/2001.

886

II – VOTO DO(A) RELATOR(A)
A Comissão recomenda a aprovação das propostas de diretrizes dos cursos mencionados na
forma ora apresentada.
Brasília(DF), 03 de abril de 2001.
Conselheiro(a) Silke Weber – Relator(a)
Conselheiro(a) Eunice Ribeiro Durham
Conselheiro(a) Vilma de Mendonça Figueiredo

III – DECISÃO DA CÂMARA
A Câmara de Educação Superior aprova por unanimidade o voto do(a) Relator(a).
Sala das Sessões, em 03 de abril de 2001.
Conselheiro Arthur Roquete de Macedo – Presidente
Conselheiro Jose Carlos Almeida da Silva – Vice-Presidente

887

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM
CIÊNCIAS SOCIAIS - ANTROPOLOGIA, CIÊNCIA POLÍTICA, SOCIOLOGIA
Princípios norteadores da concepção das diretrizes curriculares:
· Propiciar aos estudantes uma formação teórico-metodológica sólida em torno dos eixos que formam a
identidade do curso ( Antropologia, Ciência Política e Sociologia ) e fornecer
instrumentos para estabelecer relações com a pesquisa e a prática social.
· Criar uma estrutura curricular que estimule a autonomia intelectual, a capacidade analítica dos
estudantes e uma ampla formação humanística.
· Partir da idéia de que o curso é um percurso que abre um campo de possibilidades com alternativas de
trajetórias e não apenas uma grade curricular.
· Estimular a produção de um projeto pedagógico que explicite os objetivos do curso, a articulação entre
disciplinas, as linhas e núcleos de pesquisa, as especificidades de formação, a tutoria e os projetos de
extensão.
· Estimular avaliações institucionais no sentido do aperfeiçoamento constante do curso.
Diretrizes Curriculares
1. Perfil dos Formandos
- Professor de ensino fundamental, de ensino médio e de ensino superior.
- Pesquisador seja na área acadêmica ou não acadêmica.
- Profissional que atue em planejamento, consultoria, formação e assessoria junto a empresas públicas,
privadas, organizações não governamentais, governamentais, partidos políticos, movimentos sociais e
atividades similares.
2. Competências e Habilidades
A) Gerais
- Domínio da bibliografia teórica e metodológica básica
- Autonomia intelectual
- Capacidade analítica
- Competência na articulação entre teoria, pesquisa e prática social
- Compromisso social
- Competência na utilização da informática.
- B)Específicas para licenciatura
- Domínio dos conteúdos básicos que são objeto de ensino e aprendizagem no ensino fundamental e médio
- Domínio dos métodos e técnicas pedagógicos que permitem a transposição do conhecimento para os
diferentes níveis de ensino
3. Organização do Curso
Bacharelado e licenciatura.
4. Conteúdos Curriculares
O currículo será organizado em torno de três eixos: Formação Específica, Formação Complementar e
Formação Livre.
888

Esta proposta está ancorada em uma concepção que privilegia a especificidade da formação
no curso, reforçando a integração entre as áreas de Antropologia, Ciência Política e Sociologia, ao mesmo
tempo em que possibilita a abertura para o conhecimento em outras áreas. Recusando a especialização
precoce, o que se propõe é o estabelecimento de conjuntos de atividades acadêmicas definidos a partir de
temas, linhas de pesquisa, problemas teóricos e sociais relevantes, bem como campos de atuação
profissional.
· O Eixo de Formação Específica deve constituir a base do saber característico da área de
atuação do cientista social. Entende-se que tal Eixo deva ser composto de um conjunto de
atividades acadêmicas obrigatórias, optativas e complementares que fazem parte da identidade do curso
(Antropologia, Ciência Política e Sociologia ). Cabe ao Colegiado do curso definir criteriosamente as
atividades que definem a especificidade do curso bem como a tradução destas em carga horária.
· O Eixo de Formação Complementar compreende atividades acadêmicas obrigatórias,
optativas e atividades definidas a partir dos conjuntos temáticos das áreas específicas de
formação do curso, bem como de atividades acadêmicas que fazem interface com aqueles
conjuntos advindas de outros cursos da IES, definidas previamente no projeto pedagógico do curso.
· O Eixo de Formação Livre compreende e atividades acadêmicas de livre escolha do aluno no contexto
da IES. O Colegiado do curso deve definir a proporcionalidade de cada Eixo na totalidade do Currículo.
No caso da licenciatura, deverão ser incluídos os conteúdos definidos para a educação básica, as didáticas
próprias de cada conteúdo e as pesquisas que as embasam.
5. Estruturação do Curso
Os cursos devem incluir no seu projeto pedagógico os critérios para o estabelecimento das
disciplinas obrigatórias e optativas, das atividades acadêmicas do bacharelado e da licenciatura, e a sua
forma de organização: modular, por crédito ou seriado.
O curso de licenciatura deverá ser orientado também pelas Diretrizes para a Formação Inicial de
Professores da Educação Básica em cursos de nível superior.
6. Estágios e Atividades Complementares
Devem integralizar a estrutura curricular (com atribuições de créditos), atividades
acadêmicas autorizadas pelo Colegiado tais como : estágios, iniciação científica, laboratórios, trabalho em
pesquisa, trabalho de conclusão de curso, participação em eventos científicos, seminários extra-classe,
empresa júnior, projetos de extensão.
7. Conexão com a Avaliação Institucional.
Os cursos deverão criar seus próprios critérios para avaliação periódica, em consonância com os critérios
definidos pela IES à qual pertencem.

889

Anexo 4
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO
RESOLUÇÃO CNE/CP 2, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002.(*)
Institui a duração e a carga horária dos cursos de
licenciatura, de graduação plena, de formação de
professores da Educação Básica em nível superior.
O Presidente do Conselho Nacional de Educação, de conformidade com o disposto no Art. 7º § 1o,
alínea “f”, da Lei 9.131, de 25 de novembro de 1995, com fundamento no Art. 12 da Resolução CNE/CP
1/2002, e no Parecer CNE/CP 28/2001, homologado pelo Senhor Ministro de Estado da Educação em 17
de janeiro de 2002, resolve:
Art. 1º A carga horária dos cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível
superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, será efetivada mediante a integralização de, no
mínimo, 2800 (duas mil e oitocentas) horas, nas quais a articulação teoria-prática garanta, nos termos
dos seus projetos pedagógicos, as seguintes dimensões dos componentes comuns:
I - 400 (quatrocentas) horas de prática como componente curricular, vivenciadas ao longo do
curso;
II - 400 (quatrocentas) horas de estágio curricular supervisionado a partir do início da segunda
metade do curso;
III - 1800 (mil e oitocentas) horas de aulas para os conteúdos curriculares de natureza científicocultural;
IV - 200 (duzentas) horas para outras formas de atividades acadêmico-científico-culturais.
Parágrafo único. Os alunos que exerçam atividade docente regular na educação básica poderão
ter redução da carga horária do estágio curricular supervisionado até o máximo de 200 (duzentas) horas.
Art. 2° A duração da carga horária prevista no Art. 1º desta Resolução, obedecidos os 200
(duzentos) dias letivos/ano dispostos na LDB, será integralizada em, no mínimo, 3 (três) anos letivos.
Art. 3° Esta resolução entra em vigor na data de su a publicação.
Art. 4° Revogam-se o § 2º e o § 5º do Art. 6º, o § 2° do Art. 7° e o §2º do Art. 9º da Resolução
CNE/CP 1/99.

ULYSSES DE OLIVEIRA PANISSET
Presidente do Conselho Nacional de Educação

(

*) CNE. Resolução CNE/CP 2/2002. Diário Oficial da União, Brasília, 4 de março de 2002. Seção 1, p. 9.
990

Anexo 5
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR
RESOLUÇÃO CNE/CES 17, DE 13 DE MARÇO DE 2002.(*)
Estabelece as Diretrizes Curriculares para os cursos
de Ciências Sociais - Antropologia, Ciência Política
e Sociologia.
O Presidente Câmara de Educação Superior, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o
disposto na Lei 9.131, de 25 de novembro de 1995, e ainda o Parecer CNE/CES 492/2001,
homologado pelo Senhor Ministro de Estado da Educação em 9 de julho de 2001, e o Parecer
CNE/CES 1.363/2001, homologado em 25 de janeiro de 2002, resolve:
Art. 1º As Diretrizes Curriculares para os cursos de Ciências Sociais – Antropologia, Ciência
Política e Sociologia, integrantes dos Pareceres CNE/CES 492/2001 e 1.363/2001, deverão
orientar a formulação do projeto pedagógico do referido curso.
Art. 2º O projeto pedagógico de formação acadêmica e profissional a ser oferecido pelo curso de
Ciências Sociais – Antropologia, Ciência Política e Sociologia deverá explicitar:
a) o perfil dos formandos nas modalidades bacharelado e licenciatura;
b) as competências e habilidades – gerais a serem desenvolvidas;
c) as competências e habilidades específicas a serem desenvolvidas na licenciatura
d) os conteúdos curriculares de formação específica, formação complementar e formação
livre;
e) os conteúdos definidos para a educação básica, no caso das licenciaturas;
f) a estrutura do curso;
g) o formato dos estágios;
h) as características das atividades complementares;
i) as formas de avaliação.
Art. 3º A carga horária do curso de Ciências Sociais – Antropologia, Ciência Política e
Sociologia, bacharelado, deverá obedecer ao disposto em Resolução própria que normatiza a
oferta de cursos de bacharelado e a carga horária da licenciatura deverá cumprir o determinado
pela Resolução CNE/CP 2/2002, integrante do Parecer CNE/CP 28/2001.
Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições
em contrário.
ARTHUR ROQUETE DE MACEDO
Presidente da Câmara de Educação Superior
(*) CNE. Resolução CNE/CES 17/2002. Diário Oficial da União, Brasília, 9 de abril de 2002. Seção 1, p. 34.

991

Anexo 6
PARECER CNE/CES 1.363/2001
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara Superior de
Educação
UF: DF
ASSUNTO: Retificação do Parecer CNE/CES 492/2001, que trata da aprovação das Diretrizes
Curriculares Nacionais dos Cursos de Filosofia, História, Geografia, Serviço Social,
Comunicação Social, Ciências Sociais, Letras, Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia.
RELATOR(A): Silke Weber
PROCESSO(S) N.º(S): 23001.000126/2001-69
PARECER N.º:
CNE/CES 1363/2001
COLEGIADO:
CES
APROVADO EM:
12/12/2001
I – RELATÓRIO E VOTO DO(A) RELATOR(A)
Com objetivo de cumprir o disposto no Inciso III do Art. 18 do Regimento Interno do Conselho
Nacional de Educação, que estabelece ser a Resolução ato decorrente de Parecer,
destinado a estabelecer normas a serem observadas pelos sistemas de ensino, a Câmara de
Educação Superior formulou projeto de Resolução específico para as Diretrizes Curriculares de
cada um dos cursos de graduação a serem por elas regidas.
Brasília(DF), 12 de dezembro de 2001.
Conselheiro(a) Silke Weber – Relator(a)
III – DECISÃO DA CÂMARA
A Câmara de Educação Superior aprova por unanimidade o voto do(a) Relator(a).
Sala das Sessões, em 12 de dezembro de 2001.
Conselheiro Arthur Roquete de Macedo – Presidente
Conselheiro José Carlos Almeida da Silva – Vice-Presidente
PROJETO DE RESOLUÇÃO ...N.º... , DE... DE ............... DE ......
Estabelece as Diretrizes Curriculares para os
cursos de Ciências Sociais – Antropologia,
Ciência Política e Sociologia.
O Presidente Câmara de Educação Superior, no uso de suas atribuições legais e tendo
em vista o disposto na Lei 9.131, de 25 de novembro de 1995, e ainda o Parecer CNE/CES

992

492, de 3 de abril de 2001, homologado pelo Senhor Ministro de Estado da Educação em 9 de
julho de 2001, e o Parecer CNE/CES 1.363/2001, homologado em.....
RESOLVE:
Art. 1º As Diretrizes Curriculares para os cursos de Ciências Sociais – Antropologia, Ciência
Política e Sociologia, integrantes do Parecer CNE/CES 492/01, deverão orientar a formulação do
projeto pedagógico do referido curso.
Art. 2º O projeto pedagógico de formação acadêmica e profissional a ser oferecido pelo curso de
Ciências Sociais – Antropologia, Ciênc ia Política e Sociologia deverá explicitar:
a) o perfil dos formandos nas modalidades bacharelado e licenciatura;
b) as competências e habilidades – gerais a serem desenvolvidas;
c) as competências e habilidades específicas a serem desenvolvidas na licenciatura
d) os conteúdos curriculares de formação específica, formação complementar e formação livre;
e) os conteúdos definidos para a educação básica, no caso das licenciaturas;
f) a estrutura do curso;
g) o formato dos estágios;
h) as características das atividades complementares;
i) as formas de avaliação.
Art. 3º A carga horária do curso de Ciências Sociais – Antropologia, Ciência Política e
Sociologia, bacharelado, deverá obedecer ao disposto em Resolução própria que normatiza a
oferta de cursos de bacharelado e a carga horária da licenciatura deverá cumprir o determinado
pela Resolução CNE/CP___, integrante do Parecer CNE/CP 028/2001.
Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as
disposições em contrário. Presidente da Câmara de Educação Superior

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